Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06282


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Full Text
T
/Innn \XVI
Sexta-feira 2C

PABTIPH DOS COBHIIOI.
domina c Parahiba, segundas e sextas felras.
Rio-Grande-do-Norte, quinta* feiras ao melo-
da.
Cabo, SerlnbSein, IUo-Fonnoso, Porto-Calvo
e Macelo, ool.', a II, e 21 de cada rac.
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Hoa-V i sta e Flore, a 13 e 28.
Victoria, a quintas felras.
Olinda, todos os das.
..-j-um iiiiinanna
WHJEBUEHISEa.
MIbg. a 4, 1 h.e24m.dat.
Nova a 12, t 10b.e27m. dam
Cresc.alil., 7h.e47m.dam.
Cbeia a 26, s 9 b. e 1 in. da m.
1-REAMAH DE HOJI.
Prlmeira aos 3 horas e 42 minutosda tarde.
Segunda aos 4 horas e 6 minutosda inanbSa.
de Abril de 1850.
N. 94.
nipos da annscaiFplo.
Por tres mei.es ladianiadat) i/fOOO
Por seis iuev.es > 8)000
SIAS da remana.
22 Seg. S. Soter, Aud. d> J. dos orf. e do m. 1 v.
23 Tere. S. Jorge. Aud. do chae, do J. da 1. V.
do clv. e do dos feitos da fazenda.
25 Quart. S. Honorio. Aud. do J. da i. v. do cirel.
24 Quint. S. Vareos Evangelista. Aud. J. dos do
oil edo tu. da I. v.
26 Sest. S. I'cilro de Ralis. Aud. do J. da I. r. do
civ. e do dos feitos da fazenda.
27 Sab. S. Tertuliano. Aud. da Ch. e do J. da 2. v.
do crime.
Por mu anno
15/U0OJ28 Dom. A Fgida de Nossa Senhora.
ounioatsi 35 de ABtiir.
Sobre Londres. 28 d. por yOOO r. a 60 das.
. Paris, 346.
Lisboa, 95 por cento.
Onro.-Oncas bespanhoes......... 2)|000 a 29/500
Moedas de 64400 vclhas.. lbyson a 17/000
. de 6/400novas- 16/400 a lb|li:l0
de 4/000........... 9/200 9/400
/Vala.-PatacSes brasileiro....... P M0
Peoscolumnarlos....... i^SS" !(2S?.
Ditos mexicanos.......... 1/"" 'J8*1
------OSB&SKaBSKCt^**''
i<.*-*j:
PE.NAMBUCO
ASSEMBLA PROVINCIAL.
2.SESSA0' O RMNARIA. EM 2* DE ABRIL
DE 1850.
PaCSIDKKCU DO SR. DOMINGOS MALAQUIlS.
itmtiAaio.Approvacdo da acia.Expedien-
te.Approvuco, m phmeira disrusio, do
projeclo n. 8, adiado da sessdo panada do
den. 1, etn terceira.
A's 11 horas da manhfla, feila a chamada,
ver ilica-se eslaretn presentes 25 Srs. depu-
tados, fallando sem causa participada o-
Sra Pedro Csvalctnti, Machado Ros, Ma-
noel Cvales oli, Correa de Brillo, Francisco
Joio, Drumond e Souza liis.
O Sr. Presidente declara iberia a sesso.
0 Sr. 2. Secretario 16 a acia da sessflo
anterior, que lio approvada. *
O Sr. 1. Secretario menciona o aeguinte
EXPEDIENTE.
Umollcio.do secretario da provincia, re-
metiendo o parecer da cnmmissflo.que exa-
mlnou o compendio de gramoialica portu-
gueza, composto por Jos BernardinodeSe-
iii.A' commissiio de instruceflo publica
Um requerimenlo de Josquim Jo.- Bello,
fiscal da freguezia dos Afogados, pe.lin lo
que o seu ordenado seja elevado s 400,000
ra. assini como fui o do fiscal da freguezia
do l'uco-da-l'miella,A' comtnissflo de con
tas de cmaras.
Outro de Joaquim Jos Cardozo de Mello,
procurador da cmara municipal da cidade
deGolannt, pedindoquea exemplo do que
percebem os procuradores das oulras c-
maras, llie seja arbitrado o ordenado de rs.
200,000. A'commissiio decontas de c-
maras.
Ulro de Joaquim dos Res Comes, arre-
matante das casinhas do mercado da ribei-
ra da freguezia da Ba-Vjsta, solicitando o
abate de 200,000 rs. por anuo no preco da
arrematacSo, durante o Iriennio do con-
trato. A' commissflo de contas de c-
maras.
Outro do Dr. Jos Concalvea da Silva, se-
gundo medico do hospital de candada des-
la cidade, pedindo que o seu ordenado seja
elevado a 800,000 rs.A' commissSo do or-
namento.
Outro dos moradores da ruadoSeve da
freguezia da Ba-Vists, requerendo que a
assembla marque na lei de orcamenlo a
quola precisa a Km de seren collocados na
mesma roa os necessirios lampees para sua
illiniHl.iieflu.--A' sommissflo de ornamento
Outro de Francisco das Chagas Salgueiro,
collcclor da decima e mais impostes da ci-
dade de Olinda, pedindo que a assembla se
digne decretarque o suplicante tom direito
aposentadoria na forma da loi provincial de
4 de maio de 1840, com o ordenado corres-
pondei.le n gratilicacSo que aclualmente
percebe.A' commissflo de legislacSo
Outro da cmara municipal da villa e co-
marca de Caruar, representando sobre
necessidade que tem a mesma villa c comar-
ca de edificios pioprios para suas reu.ii s,
para o tribunal dos jurados e audiencia das
diversas autoridades, assim como d'uma c .-
deia com as precisas commodidades, e de
urna cadeira de primeiras le tras para o seso
feminino. A cmara cooclue ponderando a
conveniencia de acabar-se a igreja matriz,
ruja obra est parausada por falla de meios
pecuniarios, e pedindo que na lei do orea-
ment seja marcada a quola necessaria para
ludo.A' commissiio de contase orta mon-
to municipal.
Conlinuaoloda segunda discussSo do pro
jecto n. 8, que revoga a lei n. 172 de 20 de
novembro de 1846, e ficra adiado da sessilo
anterior.
N3o havendo mais quem Me, he posto a
volar,To e approvado.
Terceira discussflo do projeclo n. 1, que
autorisa o governo a trasladar a imagem do
Senlior Bom Jess das Corlas para a igreju
da Midre-de-Deos, a ademolir o arco em
que se acha a cu pella do mesmo Senhor.
O Sr liatii e Silva :~Sr. presiJenle, exis-
te em poder da commissiio de pi tieOes um
requerimenlo da irmandade de Santa-Anua,
relativo trasladadlo das imagens que se
acham na capella do Senhor Bom Jess das
Portas para a igieja da Madre-de-Deos ; e,
como a commissSo lem de dar o seu pare-
cer acerca desse requerimenlo, pei;o o adia-
menloda discussSo at que elle seja apie-
sentado.
Vai mesa e he apoiodo o s?guinte reque-
rimenlo :
t Kequeiro o adianento da discussSodo
projeclo at que a commissiio de petieO a
aprsente o sen parecer ceica de urna pe-
titilo da irmandade de Santa-Anna, que per
leude desla assembla urna modificarlo do
mesmo projeclo
a Sala das sessf, *. 24 de abr,
HatiteSilva
O Sr. Vtllez de Guevara :Sr. I
pedi a palavra para dizer que voto
querimenlo deadiamenlo apreseutado pelo
ineu nobre collega ; u3o s pelas rases ex-
pendidas pelo lluslie autor dolle, como
pela necessidade quo nos temos de saber a
opinflo do Exm. prelado diocesano acerca
da conveniencia da demolido da capella
do Senhor Bom Jess das Poitas, e rosla-
dueo da respectivas imagens ; visto qui
na pasta de una das conimisses da casi-
existe um requerimenlo da irmandade de
Sanla-Anna, leclamando sobre essa Irasla-
acflo ; islo he, mostrando, segundo u.i
parece, quo nflo he possivel arommoda*r-si
devidanienli: na igreja da Madre-de-eos a.-
imagens a que se acham na capella do Se-
otopeTo
n tu
re-
nhor Bom Jess. Se existe um requerimen-
lo nesle sentido, sea casa tem de formar
um juizo para poder votar por este projec-
lo, por querasflo nSo Invenios de esperar
pelo parecer da commiss3o ? Por que ratita
uo havemos de Irazer discusso as rasOes
apresentadas pela commissSo '! Eu enlendo
que nos dvemos esperar pelo parecer da
commissSo ; devomos apreciar as suas ra-
soes, para podrmos votar com o devido co
nhecimenlo de causa.
Alm disto, senhnres, sou informado de
que existe na niiio do Exm. presidente da
provincia urna informac.fio do prelado dio-
cesano a respeito deste negocio ..
Um, Sr. Diputado: Sobre a trasladado ?
O Sr, V. de Guevara :--NSo sei.
Outro Sr. Peputado :J esta ni casa.
O Sr. Vetltz de Guevara :Eu nSo sei o que
anda pelas algibeiras dos nobres deputa-
dos ; s sei do que he dirigido mesa : de-
claro aos nobres deputados que s oslare!
por essa informagSo depois que ella fr a-
prosenlada casa ; em todo ocaso ha na-
cessidadedeser ouvida a irmandade. (ApUa-
doi e nao apoiados ) Quando digo que h
necessidade do se ouvir a irmandade, hn
na hypolhese de termos de apreciar o re-
querimenlo, por ella presentado, o nSo mi
Je nSo ter hsvido semelhante requorimen-
torexistindo elle, devem as suas rasura ser
apreciadas. Para que as nossas decises se-
jam justas, he preciso que nSo obremos pre-
cipitadamente. Enlendo, pois, que he de
justiga volar-se pelo requerimenlo do adia-
menlo
Heais, senlinres. he de urna necessidade
tSovitala demolQSo desse arco ? Eu nao
sei realmente qual a necessidade pela qual
os nobres deputados mostram urna sol're-
guidao lamanha, a ponto de me dirigirem
tantos apartes a um mesmo lempo, mos
I mulo o desejo que tem de que se vote ja e
j este projeclo. Se se trntasse de um nego-
cio omito importante, de urna necessidade
que se livessede satisfazer j, eu acompa-
nharia aos nobres deputados ; mas me pa-
rece que mais necessidade temos nos de ou-
vir as rases da commissSo, para melhor
podrmos formular o nosso juizo ; que mais
necessidade ha de se saber se na igreja da
Madre-de-Deos existem lugares aonde se
possam col locar decentemente essas ima-
gens.
Eu enlendo que a demolicSo de urna ca-
pella quo a trasladarlo de suas imagens,
sSo negocios dignos de toda a altencSo, de
todo o respeilo o acalamonto : he preciso,
Dortanto. sahermos se essas imagens pdem
ficar collocadas na igreja da Madre-de-Deos
com a decencia devida...
O Sr. Floripe :--Ns j fomos igreja.
OSr. Vetlezde Guevara :Mas eu nSo fui ;
e me parece ter ouvido dizer ao nobre de-
putado o Sr. Jos PeJro ( i do seu uome ) que tinha examinado os
altares, e que nSo havia visto logar siillici-
enle para essas imagens. I'ortanto, senlin-
res, amia quando eu retiro o requa'imeuto
|ue pretenda mandar para qm s. Kxc. nos
remetlcsse as inTormaces do Exm bispo
liocesano, visto os nobres deputados me
rimonto, nSo obstante estar persuadido de
quej expend na casa em breves observa-
rles as rases que a isso me levavam. Eu
nSo me npponho a que passe este projeclo,
mas opponhn-me a que ello .e vote com
lana precipitoso ; enlendo que esla casa
lleve prestar toda a atteiiQSo s petiqosque
ella se dirigem ; enlendo que, quandopssis
petices sSo dirigidas a urna commissSo,
i casa nSo deve tomar resolucSo algoma
a respeilo, sem que essa commissSo apre
sent o seu parecer.
Existe urna peliQSo da irmaniladede San
la Anua ; essa pelieo foi romeltida com-
missSo de petiQes de que son mmliro,
ella anda nSo apresentou o seu parecer, e
por conseguinte nSo sabemos das bases de
semelhahte peticSo : portanto, eu julgo
que tenho toda a raso pura pedir o adia-
ui en i o da discussSo emquanto se nSo apre
seala esse parecer, para que se possa votar
com conliecimcntn de causa.
Eu enlento, senhores.que os nossos Irabl-
Ihos devem ser feitos com lo la a regularida-
de, mesmo para que o publico nSo lentia
rasSode censurara comlucla desta assem-
bla ; porque o que se ha de dizer,se nSo es
perarmos pelo parecer da commissSo? Dir-
se-ha: a irmandade de Santa-Anna man-
dou um requerimenlo asamblea, esta
su! ni iieii-o a urna ciimmissao, e ante-
della dar o seu parecer, votou o projerli
qu1) tratada materia desse requerimenlo.
Islo, senhnres, nlo he curia!; portanto con
Cluo aqu, votando pelo adiamento.
O Sr. Velles de Guevara :--Sr. presidente,
quando ouvi o met nobre collega segundo
seorelario pedir a palavra, rensei que elle
exhibisse rases que me fizisseon vacilar
no meu juizo acerca da conveniencia rto
adiamento; hem longe, porcm, de terem
ellas esse efTeito,' produziram o contrario
A nica rasSo que o nobre deputado
apresenlou, foi que, eslando convencido da
necessidade do projeclo, enleodia quo era
preciso que elle passe j.
O Sr. A. Olireira : NBo disse islo.
O Sr. V. de Guevara :Mas a casa sal
muito bein que isto nSo he rasSo plausivii.
O Sr A. Oliveira :NSo dise islo.
Sr. F. di Guevara :Para o nobre de-
putado provar que o adiamento nSo devia
passar, era necessario quo provasse a ur-
gente necessidade da demolilo da capella,
e a ejistenc a da necessaria acommoila^i
para as imagens della, mas o nobre deputa-
do nSo disse na la a esse respeilo. Portan -
lo nSo provou a necessidade de volarse j
esse projeclo.
Na casa allegmi-se a rasSo muito forte de
existir as pastal da commissSo de petir;s
um requerimenlo da irmandade de Santa
nna : requeriinento que aioda nSo leve
parecer da referida commissSo; assim,
nos nao podemos, sem oflender o melin Ir
dessa commissSo, votar ja esta materia
[Ha numerosos opurtes.) F.u nSo retiro a ex
pressSo : he urna olfenrja que se faz a com-
missSo. Isso, porm, sendo daria se este
negocio fosse de urna necessidade palpitan-
te | mas ella nSo se demonstrou. Eu uo
sai as ras s que aprevena a irmandade;
assegurarem que ellas se acham na casa, I nSo sei se ella demonstra que nSo existem
todavia voto pelo adiamento, porque existe
a necessidade de saber-se, se na igreja da
Madre-de-Deos ha lugar para serem cooca
das essas imagens.
OSr. Augusto de Oliveira: Sr. presidente,
nao terla duviila de votar pelo ailiainenlo pro
posto pelo Ilustre deputado, se nao fosse de
una opiniau contraria a do meu nolire cnllega,
o Sr. primeiro secretario ; todas as vezei que
eu estou convencido da utilidade de um pro-
j co, tenho a maior pressa em que elle passe,
para que seja lego posta em eiecu an a provi-
dencia, decretada por elle: poitanto, como
estou i onveio i.lo da necessidade deste projec-
lo, enlendo que a casa deve logo approva-lo,
para que seja reduzido i lei.
U Sr. los Pedro: Aliui de ser posla em
exrcuc'j a dciunlicao.
OSr. A. de Oliveira: Esla he a iiiinha opi-
nlao.
O requeriinento da irmandade me parece ver-
sar sobre um nico ponto, isto he, que ella nao
quer er desappropriada da igreja ou perder a
adiiiiuislracao della : o projeclo nao conten)
disposieo algiima que tire irmandade rssa
admiiiistracao, e portanto nao vejo utilidade
no adiamento.
Olanlo ao requeriinento do Ilustre deputa-
do que j foi retirado, tendo eu j sido preve-
nido, peco a casa licenca para lr a copia da
ni Un iii.-uau que ao Exm. presidente da provin-
cia remeltruo Exm. prelado diocesano [Ir. Pa-
rece-inc, pois.que est provado o que eu disse.
O Sr. Vlllet de Guevara: Anda assim nao
esi.
O Sr. A. de Oliveira : -O nobre deputado dis-
se que quera ouvir a opinio do Exm. prelado:
ella esl bem evidente aqu; parece-mc qur
nao s<> adopta como at concorda na necessi-
dade da demolico do arco....
OSr. Fellez de Huevara :Mas uS > falla
na trasladadlo das imagens.
O Sr. Augusto de Oliveira :Pois o nobre
deputado nSo sabe que o Exm. bispo, con-
cordando na licu.oiiefio da capella, havia d<
concordar na ttasla>'ac/io das imagens, vis-
to que ellas nSo haviain de ir paraapraiai1
Urna vez que elle entende que o aren deve
ser demolido, tambem enlendo que se deve
euidar da trasladarlo das imagens.
Sendo, pois, a demolirjSo do reconheci-
la utilidade,eexisiimlo a mais perfeita har
moma entre as primeiras autoridades civil
e i eclesistica, a mima humilde opiniSo
he que o projeclo aej adoptado em tercei-
ra di.scussSc, persuad lo como cstuu de
quo elle nflu soiTrera embarazo algum em.
sua execucSo, antes pelo contrallo pens
que lodos lio de concorrer pira a realisa-
eSo de urna medida da mais traosceuJenlc
necessidade.
O Sr. Ratee e Silva : Sr. presidente,
pedi a palavra para sustentar o meu reque-
aliares para ne I s sa collocaiem as ima-
gens : segundi me informam, ai Imagens
sao ni iiias, e tedas ellas nao pdem ser ai o-jin-
nodadas nos altares da Madrc-de-Deos ; que
todos estao oceupadus: portanto estou pelo
adiamento.
Sr. presidente, eu dizia no requerimenlo que
estive paraapresentar, que fosse ouvido o Exm.
prelado diocesano a este respeilo ; c esse re-
querimenlo conteria duas panes' una acerca
da nforniaco do Exm bispo a respeilo da de-
molico da capella e outra sobre a convenieii
cia da trasladaco das imagens. Esta circuns-
tancia lie de mulla importancia.
Segundo a resposla lida, o Exm. prelado
convm na demolico do arco, mas nao foi con-
sultado sobre a conveniencia da traslndaro
das imagens. Portanto, a resposta, que o no-
bre deputado deu a esla parle do meu requer-
metilo nao satisfax.
Que o Exm. prelado nao foi ouvido quanto a
trasladaco das imagens, constada di la respos-
la, que eupeco lie-enea casa para lr. (L.)
Aonde he que os nobres deputados acharam
que a opinio do Sr. bispo he a favor da tras-
ladaco das imagens para a Madre-de-Deos?
Nao sei. S. Ra du que approva que se deinu-
la o ano, segundo as bases que eslo marca-
das no rel.norio do Sr. presidente : os cobres
deputados, que sao lao lgicos, nao pdem de
taes palavrai tirar a concliiso uecessaria da
Irasladacao referida. Mas einlim eu nao insis-
to nisto.
O nobre depulado autor do adiamento apre-
senlou aqui una consideraco que deve mere-
cer muito peso : elle disse que o publicnos
ouve. E de certo o que dir o publico, qur l
as nossas discussrs.que deltas he testcmunha,
quando vil, que nos, em negocios de lauta
ponderaco, de lauto respeilo como he a demu-
lico de una capella, resolvemos com tanta
pressa, com lana precipilayo?
Seuborcs, deiuot ao publico urna prova di
que nesta casase nao touian deliberaces pre-
cipitadas ; demos ao publico una piova de que
nos rcspciiaiuos, como devenios, as cousas la-
gmdis ; de que nao tratamos com irreveren-
cia as Imagens, que na realidade san objectos
que os deveiu ler charos, e inspirar-nos res-
peilo.
O Sr. Mello llego : Quem dix o contrare
disso? Parece una insinuaran :. .
O Sr. Vetltz de Guevara :Nao he insinuaco i
nein a materia he de se fairr lusinua(dei...
USr. Mitin Unjo: Todos i.os respeitainos
as imagens, como o nolire deputado respeii.-i..
O Sr. Villet de (iueiura :_ Nao digo o con-
trario disto ; mal a discusso precipitada pode
levar o publico a esse juio, e, para evila-lo.
beque cu voto pelo adiamento ; pois que, as-
sim procedendo, a casa defender-se-hia peran-
le o publico.
O Sr. (suedesilc Helio :Sr. presdeme, quau
do apparcceraiu sobre a mesa os requerimen-
los de adiamento que se discateiu, eu j lani-
bem tinca em vistas redigir ou j liua redi-
gdo no mesmo sentido ; eisto porque stnlia
una necessidade de demora- mas agora que
esta necessidade desappareceu, porque S. Exc.
Rvm. j den as i nl'ornnees que com essa de-
mora eu pretenda obter, estou disposto a vo-
tar contra o adiamento requerido.
O Sr. Floripe: Temos o ofliclo do Sr. bls-
P.....
. O Sr. Guedes de Mello : O ofneio de S. Exc.
Rvm. nos salva do perigo que corramos para
COtn a opinio publica, perigo que nao he pe-
queo ; porque. Sr. presidente, militas vezes
se nos fazearregar com inmerecidas odiosida-
des pela maligna nlerprelacao que nossos ad-
versarios en.[um.no dar aos actos por nos pra-
ticados com a melhor intencao. Portanto, a-
cliaudoque a medida da demolico da capella
he de conveniencia, fno direi lo completa
como .i figuram os nobres deputados autores
do projeclo) couvenbi comtudo em nina dis-
cusso que prove ao publico que nesta casa nao
sedrsprrsarain as formalidades nrresrariar e
os respeitoi devidos para se decrelarem med
das desta nelnrrza.
Como, porm, j supponho a materia bem
esclarecida, voio contra o adiamento.
O Sr. A. /'. de Oliveira : Sr. presi lente,
quando eu pela primeira vez fallei impug-
nando o adiamento do Ilustre deputado,
pireco-me que fui mal comprehendido, ou
me expiimi mal. Eu disse que nSo vola va
pelo a llmenlo, nfo s porquo lilha un
opiniSo conlriria do nolire deputado,
mas porque sabia perfectamente que a
intencflodl rmandadn de Santa-Anua era
pedir a esla assembla que lifto a ilesapproa
pnasse da administrac/flo da igreja. Ora-
no projeclo nSo ha disposieo pela qual se
se. tire irmandade a adminisIracSo da
igreja : por jsso enlendo nSo ser preciso o
diamento,
Tambem cu disse, e repilo, que, lodosas
vezes que est ni compenetra Jo da utilidade
de um projeclo. nS > tenho duvi la emeon-
eorrer para que elle passe o mais breve
possivel, aflmdeque seja logo execulado
mas eu nao sei como se appellide de pre-
cipitada urna mediJa, quo passa por tres
discusses; ledo ha\ido al, quanio S"
iratou da materia pola segunda vez, urna
dscusiflo bstanle calorosa. NSo sei, pois,
em que liouve precipitadlo, c tal qual a
que o nolire deputado figurou, querendu
mesmo aciiiina-la de desrespeitosa reli-
gilo : dizendo que na queramos remover
essas imagens sen alten ler aos deveres da
religiSo, e fazenlo recaltir o o lioso so-
bre aqnclles quo votavam contra o adii-
inento
Anda disse mais o nobre deputa lo : refe-
ri que ti pioivilimeiit i era desaltencioso
cooimissSo, que niluse acatavam assua<
attrihiiices ; de forma quo desta miniira
nunca pode hiver opposfcflo a parecer al-
:;u n ; porque, iotas as vezes que urna com-
missiio (presentar um parecer, he preciso
vota-io, para nSo ha ver olTena* commis-
so ;e sto nSo s se entender con urna
commissiio, como tamboai com qualquer
Sr. deputado, logo que urna med la lor pur
elle apres 'lilaila, e nSo lor ipprovada.
Tambem o i Ilustre deputado disse que da
i ti I.. r 111 : i i i do S his.iu se nao colliga que
elle convinlia na trasladadlo das imagens.
Parece- re que o Ilustre deputado nflo leu
Com nimia aUein-.m, nein u OfllciO do Sr.
bispo, u ni o re|.,iii io le S. Exc : se o fi-
lesse, veria o contrario.
Sr. presidente, eu disse ni piimeira di*-
eussflo que este projecto foi foroiui lo se.
gun lo as propras palavras do rehtorio. (i
Sr. presi lente disse : ( L.)
Ora, parece-me que islo lio o mesmo qi.e
esla no projeclo.
Tenho justificado o projeclo. e mo-tra lo
que o a llmenlo mo he necessario.
O Sr. Millo lego : Sr. presidente, como
enten lo que por ora nos nflu elevemos tra-
tar sen.iO da questSn do a iamento, porei
de parlo a materia do projeelo, e darei ape-
nas casa es rases que lenho para negar o
i eu voto a esse a.liameulo.
Eu nflo sei o que nos poder! dizer a com-
missSo de pe lees ami,-1 do requerimenlo
la ninau 'a le deSaiil'Amia ; mas um no
tire deputado allega que nSo ha altares suf-
ficicnles na igreja para reeeberern a macero
do Senhor Bom Jess das Portas. E como s
prova islo? De forma alguma : lano mais
quanto temos presente a informarlo do Sr
hispo, que convm nessa trasladado, e
para essa igreja. Ora, por certo esta opi-
nio he mais para attender-se do que lude
quanto possa dizer a irmanda le, e se saiba
por informaees i articulares, c muitas ve-
zes de |iarles inleressadas.
i'elo quo se leu, v-so que S. Exc nflo s
appiova mas pede que se faca a traslada-
ran, eiuhnra oSr. secn tario diga que nflo ;
porque, emquantu a miffl, enlendo que n
Sr. hispo nflo poda ser mais claro : sedis-
sesse mili alguma cousa, incurreria em re-
dundancia ; porquanto elle diz que appro-
va a (rasladafSn conforme com as bases
lombra las pelu Sr. presiJenle. Ora, como
S. Exc. leinlna a lraslada(So das imagens
para a Igr*'*? ifa MadreHle*Deoi, 'u^-se
ijueoSr hispo nflo poda dizer mais, nem
ser mais explcito.
Sr. presiJenle, fmos lachados desofre-
guiJflo nesa discussflo; mas j su disse
que, quando nos estivermos convencidos da
utilidade de qualquer medida, nflo ha mo-
tivo para quo se nao procure faz-la rea-
lisar o mais breve possiui ; porque nflo sei
que mal resultar de se por em execu;So
aquillo de cuja necessiJade estamos con-
vencidos. Se, pois, nSo convm a conlinua-
(flo da existencia da capella do Senhor Ituin
Jess naquelle arcu, como o Jiz oSr. his-
po ; se e.-se arco deve ser demolido, nao sei
como se acha nislo preciptatelo ; nain iflo
pouco como'sc pido tirar essas consequen-
Sr. presidente, eu estou convoncido de
que nos. nesta casi, fallamos para a parle
esclarecida da po inlaeo ; li;i urna inlelli-
gencia esclarecida que tem de nos jul);ar,
que tem do dar urna sentenca contra nos.
ou a nosso favor ; e essa iotelligencia escla-
recida hi essa parte da pnpiilacflo para a
qual fallamos : he a ella que me eu dirijo,
llevemos, poi', com nossos actos procurar
esclarecer a parte menos pensante ; mas
nunca formulamos nosso comportatnonlo
polos diclames ou caprichos do vulgo me-
nos pensador. Se o nobre primeiro secreta-
rio esta nossuido do recri, de que eu nflo
comparlilho, de poder ncorrer no desagra-
do desses que anles querem a im'gem do
Senhor llom Jess em um a'co improprio,
do que em um altar decente en urna igreja
espaQosa como a da Madre-de-Deos, eu por
mim declaro que, sejam quaes frem as
consequeneas que dahi me possam resul-
tar, nao me intimido.
Sr. presidente, lodos os meus actos nesta
casa silo formulados pelos dictames da mi-
nhn consciencia : emboca tal proe.edimoo-
tn meu deisgr le a este ou aquelle, nflo te-
nho disso recejo algum. Nos devenios mos-
trar a essa parle da populacho a que mo re-
fer por ulllino, o qu ; he mais justo e con-
veniente mostrar-ilie que oque aqui fa-
zemos o he e esla om seus proprios interes-
scs. e que ella esl em erro. Apoiudos. |
Combatamos II supersliges, c nao sirvam
ellas do emharaco a quo obremos como jul-
j'nrmns de conveniencia o ulilidado para o
publico ( Apoiadot.)
Por lodas estas rases, e funlando-me
anda mais na opiniSo do Sr. Inspo. voto
contra o ada tiento ; e, quando se tratar de
qnestflo em si, direi alguma ciusa para
instificara assignatura queprestei ao pro-
ject i.
O Sr Jati Pedro*m ti que o projecto tem
algunas lacunai que dev.-m ser supari las,
nflo s quant) a forma por que est religi-
lo, mas mesmo em rela^So su utira;
B suslenla o dia nenio.
Ivn seguida vai mesa a secunde e-
menda :
n Fiea autorisado o presidente da pro-
vincia a conceder irmandade do Senhor
lio n Jess das Portas um dos altares da
igreja da Madre-Je-Deos, no caso de que
contrate com aquella irmanda le a demoli-
eSo da capella do arco do Senhor Rim Je-
ss. S. II. Augusto de Olivetti.
A oiaila, entra em diSCUSSflO.
Logo depois he tambem lida a emenda
que se segu :
A'ligo 1." Fica autorizado o presiden-
te Ja provincia a mandar edificar na ra do
Bru, ou na de Fura--le-Portas urna capel-
la do Senhor Bom Jess das Portas, no caso
le que o mesmo presidente contrate com a
respectiva irmanda lea demolido do arco.
- S. W. VilUs.
Nflo he apoiada, e jor consequencia fica
fra d i discussSo.
O Sr. Ftorlp't : -- Sr. presiJenle, esta dis-
cussSo lem tomado un carac!er um pouco
serio, de sorte quo eu nflo quero entrar
nelle smu fazer a minlia profisslo de f,
pira me salvar d'3 quilquer accusa(;3o de
irreverente, ou de menos religioso :he pre-
eiso, pois, que declara que siu calholico
apostlico romano, que fai baplisado, que
res rilo e venero s imagens representantes
dos hroes celestes, e que nSo darei o meu
voto pan tocar, ain la que do leve, em
qualquer coma religiosa, se nisso nflo en-
xergar granle utilidade e conveniencia,
acompanha las de milita veneraeflo ; e yen-
lo que o projeclo nfl > ataeava a decencia e
-ospeito devidos s imagens, dei com todjj
o prazei'o meu voto a favor dell-i em pri-
meirae segnJa.disoossflo, edi-lo-hei em
lercain, Estou con cencido de que nos to-
llos somos chrslflos, que nflo queremos se-
uflo venerar lo lo- os objectos sagrados do
nossa religiSo. Fcita e-la proteslaclo de
f, ninguem nos pulcra acensar, muito
mais depois que se souher que o Exm. Sr.
hispo tambem approva a demolieflo doir-
co e trasiidscflo das imagens, approvacjflo
que muilo eslimei por mirilla parle^
Sr. presidente, eu eslou cerlo de que o
Exm. diocesano nflo havia de apoiar esta
medida, ie nflo conliasse nos nossos senti-
mentos ortho loxos : o Sr. bispo deu urna
prova de grande conflanca nesta nssembli,
e no gove'no da provucia, quando sem mais
duvida disse quo approvava a medida, e
ue eslava cerlo de que tudo so havia da
realizar decentemente, deixan lo aperceber
que eslava certo de que a t'asladacflo se
Havia fazer com tola a veneraqflo de que
sSo dignos objectos 19o sagrados. Eu, por
tanto, agradoco aoSr. bispo o bom juizo
que fez desla assembla. E nem outra
cousa so devra esperar de urna assembla
Je chrslflos : nflo se poda esperar de nos
senflo que tratassemos santamente as cou-
sas sagradas.
NSo enxerguei inconveniente algum na
irasladaco das imagens porque esse
arln poda fazer-se com a maior reverencia,
por mel de urna procssflo ; que todos os
liis acompaoharam a imagem do Senhor
llom-Jesus das portas para essa nova mura-
la : aln o Senhor achara bom agasalho, e
um azilo muito mais decente do que
aquello que deixa, que he urna capella mul-
ta pequea ou aules, urna casa muito pe-
quena para-lflo grande Senhor. Na igrajada
Madre-de-Deos acha um lugar conveniente,
a apropradoi sua ni gestado.
Mas dirflo os nobres deputados : Qual
he esse aposento ? Sera um dos altares que
astflo oceupados por oulras imagens, a que n
se deve tambem reverencia ? NSo, Sentao-
cias que o nobre depulado tirou, chaman- res, easa duviJa leve ja algum peso paia,
I oiim; porque, respoiiador como sou di9
do a quesillo para o lado odioso.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


r:
iinagens sagradas, nSo quero por maneira
alguma, que nenhuma dallas ficasse menos
convenientemente collocada; mas, depois
que vi qu o Senhor Bom Jess das Por-
tas popia ser collocada muito conveni-
entemente, e quo as oulras imagens na"o
serian) desarommodadas, cntaodesapi are-
ce.i a minlia dunida. e com mais veras
roncorri com o mou voto para que o projec-
l(i fosso aprrovado.
O Senhor Ilom Jess das Portas creio que
he um vulto de Jess Christo crucillcado ;
atm desta vnagem ha tamhem na capclla
do arco urna ^ulra do Senhor morto Quan-
to imagen do crucificado, na igreja ha
iim lugar auito decente; o ho o throno
que assonta no altar mr.e que ainda nSo est
oceupado por imagem alguma i ahi pode
ser collcala a imagem do Sr. Bom Jess,
como no throno do Cor.o-Santo existe 011
tra, de cujopcilo fica pendente a custodia
com a sagrada forma, sempre que nessa
igreja se expe oSantlssimo Sacramento
Portento nesle lugar hcar collocado muito
decentemente o Senhor Bom Jess das Por-
tas, sem que nenhuma das outras imagens
soja prejudicada. Mas. se por ventura exis-
ten! mais imagens alm deslas que refer,
ells tamhem devem ter um destino conve-
niente ; devem ter outro aposento muito do-
cente. Diz-se, porm, nio ha lugar, por-
que os altares entilo oceupados. Siiihores,
nos no temos? o Sr. hispo, que sempre nos
leo dado provusdezelo pelo culto? o Sr.
hispo, para que essas imagens sejam con-
vinieiilemenle collocados, nao procurara
as oulras igrejas um lugar decente para
ellas? NSo haver algum dos liis, que as
queira levar para seu oratorio, ou capella
pai Uvular?
Sr. Jos Pedro -.--Supponho a conclusao
contraria.
O Sr. Floripes : Essa supposicilo he toda
gratuita ; nao tenho esse receio, muilo mais
quando vi o que succedeu quaudose quiz
desnecupar a igreja que fui dos jezuitas.
O Sr. Jos l'cdro He bom que dSo se en-
tre nessa historia. ,
OSr. Floripes :--Porquo nSo ?
OSr. osPedro : Poique nos saltemos
as irreverencias quo essas imagens soffre-
ram...
OSr. Ftoripu :N3o sei dessas irreveren-
cias...
O Sr. ioii Pedro : Sabe-o lodo Pernam-
huco...
OSr. Floripes :Tivram um destino...
OSr. lote Pedro ; ~ Ficaram nos corredo-
res....
OSr. Floripes :--Parece-me que nao...
OSr. los Pcdrsti outro aparte quo nao
ouvimos.
OSr. Fl*ripti:Mo sei disso,creio que as-
sim no foi; mas, continuando, pens que o
Sr. hispo ha do procurar dar a essas imagens
um destino conveniente e decente ; e, con
lian lo inteiramenle na pedade, no zelo que
pelo culto religioso iem o nosso prelado
que he digno de todos os encuniios,na la re
ceio sobre ato,
Nem he possivel que, lendo nos tantas
ign jas aqui na cidade e no matto, t 'da ses-
tejam 13o oceupadas, que nfio haja una
igreja que n3u queira recebar essas imagens:
nfio he de esperar, que se realise a suppost-
eflo do nohre deputado, a qual he muito gra
luila.
Pulanlo, visla destas consideracoes
nSo tentio adiado milita rasflo nos nobres
deputados impugnadores do projecto ; n3o
vejo nellessenao um demasiado zelo ( que
he muito louvavel) pelas cousas sagradas,
um receio extraordinario de quo scniio pre-
enebam todas as reverencias devidas. Ora
como ludo se p le lazer, guardado u res
peiio ao cilo religioso, entendo que os
nobres deputados devem ceder dosseus os-
cruplos.
ludo se pode conciliar lemos lugar para
o Senhor crucificado, como ja disse; le-
mos para o Senhor morto, na cape la mor,
o lugar a que cliamam o sepulchro ; por-
tanto n3o ha inconveniente nenlium, e he
do esperar que todos os ctirit3os concur-
ra m a este acto da trasladado; nos mesinus
devenios ir, para assim nos salvarnios de
qualquer imputacSo; porque, senil urea eu a
ludo estou disposto, menos a afrontar as
iras do reidos reis, e do supremo arbitro
dos mundos.
Dito isto, pari'ce-moquo se convir que o
adiamenlo nao he necessario : he elfeilo de
demasiado zelo, e por ISO voto contra elle,
0 a favor da emenJa que ha pouco foi olfe-
recida pelo Sr. segundo secretario:
O Sr. larras Hrrelo :Sr. presidente,
mo ahusiirei da paciencia da casa, ja talvez
haslanle cansada desla discussao. Se nflo
fram algumas proposires que ouvi cicsla
casa ; nao seria eu que a demorasen no
1 nuil ci.......ni,i deseujuizo: guardara o
niesmo silencio, que guanle na primeira e
segunda discussao do projecto.
Sr. presidente, ouvidiZ'T tiesta casa que
o projecto atacara os preruncuilos do povo,
e entend que devia repellir essa Insina-
cilo que se quiz laucar sobre o povo de Per-
nambuco; porque tal accusacilo he por de-
mais iminerecida,visto que u3o supponho a
populaclo de Pcruambuco 130 falla de illos-
traciio e de civilisacio, que desconheca a
necessidade da transferencia da imagem do
Sr. Bom Jess para a igreja da Madre de
Dos, e bem assim de demulir-se um mo-
numento de archilelura sem significacao al-
guma. Se l.l acontecesse, a iiossj popula-
cao nio se poderla eximir de ser considera-
da muito quem do lugar que Ihe compele
no mundo da eivi lisa cao.
Senhores, o honrado memhro, o Sr. I.o
secretario, disse que raziamos urna injuria
a coiuinissiu. ..
O Sr. Vellez: --N3o disse tal.
Q Sr Esrrus Brrelo:-Pareceu-me que ihe
ouvi isto...
OSr. JeM:--Disse alumacousa, mas no
isso.
O Sr. Huiros Hrrelo : Bem, c mo n3o
disse, eu nao conlinuarei nesta paite.
Disse mais o honrado memhro, quo nSo
deviamos ouvir a irmandade ; nao sei por
quo n3o se manda tambein ouvir osaerhis-
tacc o sinciro.
Sr. presidente, eu entendo que nos te-
mos demorado de mais na deciso dcste
negocio. Devemos ter toda a reverencia a
imagem do Senhor Ilom Jess, e a lo los os
objectos sagrados; mas no sei para que
lizer questao do um objecto 13o simples, e
cuja uliliilado nem ha quem desconheca..
I'm ir. Depuludo : Ninguem fallou con-
tra a utilidade...
O r. Barros Hrrelo : Sr. presidente,
como disse, nao pretendo cansara paciencia
da casa; ella ja se acha bastante dcsattenla ;
e, como o honrado membro d o dito, por
n3o dito, nada mais tenho a accrcscentar ao
que ja se ha dito na casa em abono do pro-
jecto.
O Sr. RatU e Silva : Sr. presidente, eu
ainda me levanto para insistir pelo adia-
mento. Creio que a ideia do projeto he con-
veniente, c reconheco quo elle he com effei-
to de grande utilidade ; e pois n3o quero
contrariar a ideia que elle enuncia. E tanto
lie isto assim que volei pelo projecto em 1."
e 2.* discuss3o, e estou prompto a votar cm
3.* Eu, portanto, nSo entrarei na questao
da utilidade, porque a conheco, e insistirei
apenas no adiamenlo.
Ouvi dizer quo n3o era preciso ouvir-so
o parecer da commiss3o, porque ja se sabia
o que quera a irmandade ; e que, se sede-
ve ouvir a irmandade, tamhem se dovo ou-
vir ao sineiro. Eu replicarei : so he intil
o parecer da commiss3o a respeito do re-
querimento da irmandade de Sant'-Anna,
qual a ras3o porque si o submetleu ao co-
nhecimento da com iisso de petices ? Eu
estou convencido de que a irmandade nao
podo allegar rases algumas, que embara-
cen! as providencias do projecto; eslou
certo de que a irinandado nfio pode emit-
tr ideias que sejam capazes de alterar o
que est no projecto, mas creio que ou se
devia indolirir logo esse requoriniento, ou
entilo esperar pelo parecer da commssao.
E, se assim so nao proceder, supponho
3uo se prcteririn as formulas ou os eslylos
a casa ; e se preteriro sem necessidade
urgente.
Os nobres deputados, que mpugnam o
adiamenlo, ainda nao mostraran) que havia
urna urgencia lal da medida, que a demo-
ra de 24 ou 48 horas podesse trazar graves
inconvenientes ; mas s revelam em suas
rases, (|uc tomain qualquer observadlo
que se faz sobre o projecto, como destina-
da a conliaria-lo Entretanto, nao ha tal
ideia ; pelo menos, eu de uiinha parte p-
provo a projecto, mas quero que se mostr
que nao preterimos aqui as formalidades
e estylos da casa.
OSr. Guei/rs de Mello declara que, para
dar o seu vol em favor do projecto, lein
em grande consideradlo o espirito religio-
so de todas as elasses, inclusive o da me-
nos pensante, porque na quesillo .-ujeita
sao odas dominadas do espirito religioso;
e tanto assim que o Exm. presidente da pro-
vincia, para aconsclliara medida dodemo-
licao da capella, dignou-se de consultar
opiuifio do Exm. prelado diocesano, cuja
acquiescencia tranquillisa de lodos os escr-
pulos do mador..
Iteffeiindo-se opinlffo do nohre depuU-
do que oprocedeu, que repula por uioiiu-
meillo de neuliuina signilicacao o arco
e capelia do Senhor Ilom Jess, lemhra-lhe
que nao s pelo lado religioso tem esse mo-
numento ii ni i veneranda signilicac.lo a vis-
ta daqucllas palavras do l'salmista o exullm
o escobillo dos es do Senhor porque he lan-
l<> .. adorai a monlanh't santa ; como lam-
ben) porque um moiiuinenlo de 181) anuos
tein-se tornado histrico, e por conseguin-
le, ainda niesmo pelo lado civil, tem uina
signilicacao lieni respeitavel.
Sr. liandeiru de Helio : Sr. presidente,
declaro me voto pelo projecto, pois me
parece que as suas ideias 83o boas; mas,
como nao sei dos eslylos da easa, pedi a pa -
lavra para solicitar um pequeo esclarec
ment e vein a ser: Se pausar o projecto
em 3." discussSo, pode depois ser apreciado
en. algum parecer em que a coiuinissan a
quem foi prsenle o requer ment da ir-
mandade do Sant'-Anna,proponba urna mo-
lida contra o que se bou ver decidido? Se is-
to he possivel, vol pelo adiamenlo se
nfio lie, voto contra elle..
O Sr. Presidente i -- Eu creio que, depois
de votada a le, nao pode ser aprc&enlado
um parecer em contrallo..
O Sr. Blindara ile Mello: .Nesse caso voto
contra o adiamenlo.
OSr. Jos Pedro contina a sustentar
adiamenlo, e demonstra os dcfeilos
enxcrga no projecto
Encerrada a uiscussfio, he o adiamenlo
rejeitado c approvada a emenda substitutiva
do Sr A. de oliveira ; licando o projecto ap
provado em 3." discussao.
Da a hora
OSr. Presidente designa a ordem do da,
c levanta a sessao.
2
tftf
Outro de Fraocsao Carnciro da Silva, Ana-
cleto Jun de Mcndonca e outroa, o priinriro ar-
rematante, e os deinaii fiadores do contrato de
-2,500 rs. por cabera de gado do consumo da
i.i i>\ im-i.i. solicitando urna lndemnitacao que
Ibes compense o prrjuizos, perdal e damnos
iue soQ'reram em virtude da diiposicao da lei
provincial n. 228 de2 de selcinbro de !S48, cu-
ja iud.'iMiisafaii julgam poder ier regulada
pela quarta parte do prpco da arreinatacao pro-
porciiinalmcote ao tempo em que foram o
snpplentcs manlidos no contracto ; deaignau-
dn-se para isto a respectiva quota na lei do or-
miento. A' rniniiiii.-.iii de 011.iinrn (n .
ijdiuio de Di-nino Goncalvci Pereira I.lma,
proprictario da fabrica de sabao existente nea-
ti provincia, pedindo que a assembla le dig-
ne fazcr-lhe um eiiipreslinio de 30 contos de
ris por espaco de seis anuos sem juro, com
hypotheca na inesma fabrica, obrigando-sc o
peticionario a solver esta divida por presta-
res antiuaes. A' commissao de orcamento.
( Continuarse ha.)
DMRio he pnaimico.
BECtrE, 25 DE ABBIX. DE 1850.
Tomos vista urna carta escripta em
tlim-Jardim aos 21 do correte, a qual nos
diz que naquella paragem c em seus arre-
lores reina intensamente a febre amarella,
i'azendo estragos tanto mais consideraveis
quauto!os pobresqueabi s3o accommettidos
pela peste quasi que morrem mingoa,
aur falta de remedios e de quem os admi-
nistre.
0 governo, que 13o solicito se ha mostra-
lo pela salubri lade publica, podra lalvez
fazer seguir para all algum facultativo
mi urna ambulancia, em soccorro daquel-
les infelizes, que actualmente vergain sb
i pesu da miseria c da peste.
pagem 12, carga vinlio, azeitc doce o mais
gneros; a Manoel J. Ramos e Silva.
Navios sahidos no niesmo dia.
Buenos-Ayres. Brigue hamburguez Wlkir-
mine, capitao C. C. Ilatison, carga a mes-
ni.-i trouxe do Ass.
t'hiladelphia. Brigue americano Ida, ca-
pitao Walter Collins, carga assucar.
Colhcmburgo. Brigue sueco Feliz, capi-
lilo N. L Algram, carga assucar.
Falmuth, Madeira, e Canarias, paquete in-
glez Express, commandante lenlo l.ory.
Oburvafoo.
Sabio e fundeou no lameir.lo, para acabar
de carregar o brigue austriico Conte-Ar-
ling.
EDITABS.
A assembla oceupar-se-ha amanilla (26)
com leilura de projertos e pareceres ;
lerceira diSCUSsHn dos projec'.os us. 3, 4 e
< ; segunda dus de ns. 5, 6 o 9.
0 supplemento, que se disliibuc com es-
te numorj do Diario, conten expediento do
ifiivenm desta provincia, do de Alagdas e
lo do Rio-Grande do norte ; um com-
nunicadn sobre o funeral que se fizera pelo
finado Fahio Velloso da Silveira ; a ora-
cao fnebre que nessa occasiilo recitara o
;vin padre meslre Joo Capislrano de Men-
JniiQ.i ; allocucOes, lidas no mesmo fu-
neral ; algumas correspondencias.
sigem, trate com Domingos Rodrigues
de Andrade, no Trapiche-Novo, n. *, ou
com Jos Carlos Feneira Soares Jnior, na
ra da Cadeia do Itecife, ou com o capitao
do mesmo, Marcos Jos da Silva.
PARA A CIDADE DO PORTO,
segu o brigue portuguez ffow-/'a/or,rcce-
be carga a frete e passageiros,pra os quaes
olTerece excellenles commodos os preten-
dentes dirijam-ae ao capilfio, Jos Gomes da
Silva, ou a Bailar & Oliveira, na ra da Ca-
deia-Velha, armazem, n. 12.
Avisos diversos.
-- Pela inspecloria da alfandega se faz
publico que, no dia 26 do correnle, depois
do meio-dia, na porta da mesma se ha de
arrematar em hasta publica 48 pares decas-
ticaes de metal bronzeados, um par 1,000
rs. total 48,000 rs.; impugnados pelo a-
manuense (lmenlo Jos da Costa e Su, no
despacho por faclura sftb n. 461 de 24 do
correnle : sendo a arrematacSo sujeila ao<
direitos.
Alfandega de Pernambuco, 21 de abril de
1850. -- 0 inspector, ui'j Antonio di Sam-
p un \ianna.
Fago saber, que achando-se vaga a ca-
deira de lingoa latina do collcgio das artes
da academia jurdica de Olinda, por falleci-
mento do arcadiago professor Ignacio l.uiz
de Mello, est posta a concurso a dita ca-
deira, cujo prazo ser de tres mezes, con-
tados da data desto edital.
E, para que chegue a nolicia de lodos,
mandei afiliar rato nos lugares do costume
n publicar e'i imprensa. Secretaria da a-
cademia june, de Olinda, 8 de abril de
1850. Fisconde de Goianna.
Declaracoes.
o
que
13.' SESSAO ORDINARIA EM 25 DE Allllll.
DE 1850.
rncsuiFscu no su. pedro cwalcanti.
SUMtlsaio.Apfirttr'ir'iti da arta. Espediente.
Leilura de pareceres. Apf'ruvafilu, em primti-
ra discussao, dn projecto n. 11 ; e adiaimnlo.
ate a discussfio do orcamento municipal, do de
n. 10.
A's II lioras da inanliaa, feiti a chamada, a-
cliaiii-se presentes 25 senhores diputados, fal
tando seui causa participada os cultores barfio
deSuasiuoa, Machado Idos Manoel C.ivalcan-
ti, Soares de Matedu, liis eSilva, e S Pereira.
USr. Presidente abre a esio.
OSr. i.* Stcrririo \ a acladasessau anterior,
a qual lie approvada.
ti Sr. l. Secretario menciona o srguiulc
KXPEI3IENTR.
Um ii lli.ii) do secretario da provincia, remet-
iendo as inforniacoes pedida acerca das obras
do convento de S uto-Antonio desta cidade.
A 111 -111 fe< a requlsicao.
Outro do inesuio, enviando o oflieio do Kini.
bispo diocesano, dando as rasoes pori|iie iuin
tem lido executao os artigos I, 2, elida lei
iiriuiiiei.il n. 157 de 31 de inaryo de I8IU A
jupiii fci a requisicao.
Outro do mcsiiio, traiisiuittiudo varios olli
cios acerca das duvidas suscitadas sobre os II-
uiitcs das firgueiias de Santo-Anlau e llezerros
A qucni fez a requisicao.
Um requeiiiiienlti de Jamiario Alcxanajiuo
da Silva Kai-llo L......., professor de d kcnbo
no lyceu desta cidade, iicdindo seja igualado o
seu ordenado aos dos deniais professores do
uiesiiio lyceu A'couiiiissao de ordenados.
Outro de Jos Pereira Korges, professor pu-
blico de lali n da cidade da Vicioria, pedindo
seja o seu ordenado igualado ao do professor
d. inesma lingoa ni cidade de Guiauna. A'
couiiiiisso de ordenados.
i inii .i de Jns da Sala, pedindo lile sej con-
cedido o privilegio exclusivo da nialaiici do
gado que se consom nesta cidade pelo tempo
de 25 anuos, cobrando por cada vez que malar
ecooduiir, a quaulia ile mil res, paga pelo-
donos dan rexes, e obrigaudo-se a entregar no
lint deste prazo, eamara municipal o edificio
paia o dito Um se sujeita aconst.uir, eomnleta-
ineiite reparado ; para o que prest.ir liinca,
Ulna vea que a cauaia municipal se nao negu
a dar yiulis o le reno cm que o ediliclo huuver
de sei i nsti nido. A' couiniisso de ubras |iu-
bUcM<
ALFANDEGA.
Itendimento do dia 25.....15:559,463
Deicarregam hoje 26.
Polaca -- /terrier o reslo.
Ilrigue Ventura-Feliz ceblas c plan-
tas.
Iliale San-Jos --sola,
'alacho Por tuna mercaderas.
CONSULADO GERAL.
endimeuto do dia 25.....1:707,123
liversaa provincias...... 97,783
EXPORTAQAO.
Despachos martimos no dia 25.
Para, patacho nacional Josefina, de 119
toneladas.' couJuz o seguinte :
102 barricas com 437 arrobas e 24 libras
de assucar, > caixoS oleo de ricino, 20 pecas
e 1 caixa maqumismo, 10 linriiquiuhas com
IS arrobas e 7 libras do cafe moldo, 9 catxas
i I fardo fa/endas, I caixa miudezas.
Havre com e?cala pelo Para, patacho fran-
cez Eclipse, de 149 tunela Jas : conduz o se-
guiute:
500 .-accos com 2,500 arrobas de assucar.
ii .....h le do SU I, brigue bra.sileiro Jla-
rim.iia, de 238 toneladas : canduz o se-
guints:
1,411 barricas com 10,703 arrobas e 27 li-
bras de assucar, 4,900 cocos com casca, 31
luzias do ditos para beber agoa, 217 caixOe.-
COin 2,521 libras de doce.
Maranbfio, patacho nacional Josefina, de
II toneladas : eonduz >seguidle :
403 barrcs com 1,736arrobase 24 libras
de assucar, 2 caixas oleo de ricino, 140 pe-
dias de rebolo e amolar, 50 quintaos de fer-
ro, 40 pocas o 1 cailSo maqumismos de
ferro, 13 caixas rape, )|,500 cocos, 1 embru-
llio redes, 4 caixas champanlie, 6 ditas
pliosphoros, 2caixassardinhas, i dila rol-
chetea, 4 ditas miudezas, i embrulho plu-
mas, I dito espadadores, 200 barricas fari-
nha de trigo. I caixa velas de carnauba, 53
litas ditas de espermaceti, 5 gigos garra-
fas, 3 embrulhos e 7 caitas fazendas, 10
A sabida do vapor llnhiann"
para os pm tus do sul foi trans-
ferida para hoje (26J as 5 horas
da tarde.
la/ se publico, pela segunda seccSo do
consulado provincial, que se est fazendo
a cobranca do imposto de 20 por cento do
c onsumo das agoas-ardenles de produccSo
brasileira, vencido no semestre de dezeni-
bro do anuo prximo passade, e que, ftndo
o presente mez, se piocedcr execulivamen-
te contra todos os que dcixarem de ter pago
o referido imposto.
- Peanle a subdelegada de Santo-An-
touio do Recife lio de ser vendidos em loi-
lilo publico no dia 27 do correte diversos
porcos apprehcndidos pelo fiscal na confor-
midade do til. 6 das posturas da cmara
municipal, de 30 de juuho de 1849 ; e para
que chegue aoconhecimeulodo publico faz
sa ofr.seiit-! annuncio.
SABBADO, 27 DO COMIENTE,
vai scena no theatro de S.-Francisco c
grande drainma, a
MORTE Di) TENENTE GENERAL GOMES
FREIR Dfc ANDRADE,
por ser o mais completo (que recenlemente
chegou a este theatro; no referido dia o
1:804,783 Si\ Santa Roza, cantara a mui jocosa aria do
MSICO ClIARLATAO',
com novas c graciosas quadras, feilaspelo
Sr. redactor da Marmota.
Os hilbetps tanto de camarotes como de
platea, acham-se venda na casa annexa ao
theatro, e no ra do Trapiche hotel Fran-
cisco, n. 9. Desnccessirio ho lecer elogios
ao mencionado dramma, porque por si
iiesnio se torna lecommendavcl.
Avisos t-aaritis:oos.
.0
masaos | apelan, 8 caixas espingardas, 3
ditas papel, i cuibrulbo lacar u 1 dito pe-
Iras de fogo.
RECEBEDORIA DE RENDAS UERAES
INTERNAS.
Itendimento do dia 25......715,816
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendimento do dia 25 .... 1 ;5|2 920
ovimento do i'orlo.
Navios entrados no dia 25.
Porto 32 dias, brigue portuguez Ventura-
Feliz, do 218 tonelailrs, rapilo Zeferino
Ventura dos Santos, equipagem 14, carga
virios gneros ; a Joaquim F. Mendes
GuimarSpi,
Marsaile 42 dias, barca franceza Parnaso
de 229 toneladas, capililo A Frossy, equi-
pagem 16, carga diferentes u.ercadoiias ;
a viuva Lasserre.
Idam -- 48 dias, brigue francez Arngo, de
170 toneladas, capitflo P, Juge, equipa-
gem 13, carga fazendas e mais gneros ; a
l.uiz Brnguire &Cumpaiihia.
Mar-Pacifico, tendo sabido de New-Rcdford
ha 33 me/es, galera americana Fortuna.
de 290 lonela las, capililo E. II Wowa
bridy, equipagem 13, carga azette de
i cixe ; ro capililo.
Buenos-Ayrei--Galeota holandeaa Anim>,
do 175 toneladas, capitn F. Brock, equi
pagem 9, cm lastro ; order.
Birci-louae M4aga 46 diase do u'tmo
porto 35, brigue hespanhol lulio, de 203
lonela Jas, capitau Plulippc Costa, equi-
--Segu viagem para o MaranhSo, al o
lim do correnle mez, a escuna Itaria-Firmi-
na : anda recebe alguma carga e passagei-
geiros : a tratar na ra da Cadeia do Itecife,
escriplorio de Jos Antonio Basto.
Paia o Porto segu com a maior bre-
vi dada O brigue portuguez Ventura-Feliz de
que he capito Zefeiino Ventura dos San-
tos: receiie carga e passageios, para o que
t^m excellenles commodos. a tratar com
o leferi lo capililo, na praca do Commercio,
ou com o cosignalario Joaquim Ferreira
Mendes GuimarHcs, na ra da Cruz n. 49
primeiro andar.
Para a Babia destina-se a sabir breve a
veleira polaca Ultrice, a qual recebe-carga a
frete rasoavel e commodo, mrmenle sondo
ohjectos de peso : quem na mestna quizei
carregar, pode eiilcuder-se com os consig-
natarios, Amiii ii Ii inoii.-, iua da Cadeia,
n. 39.
Pan Marseille a muito ve-
leira barca franceza Pleiadesmt
tende seguir al o dia a5 do cor-
rente, por ler o seu carregamento
promplo : recebe passageiros ni-
camente, para o que tem excellen-
les commodos : os pretendentes,
dirijam-se ao esciiptorio da con*
signataria da mesma barca, viuva
Lasserre, na ro da Senzalla-Ve-
lha,n. 138.
Para o Rio-de-Janeiro sahe muito bre-
ve o patacho Sma -Trindtide, forrado e enca-
vilhado de Cobra, do superior marcha : re
cebe carga a frete, passegeiros e escravos a
frete : a tratar com Francisco Alves da Cu-
nda, na ra do Vigaiio, n. II, primeiro
andar.
Para a B,hia segu em pouros dias o
Iliale nacional Ligeiro, do primeira marcha,
prega lo e forrado do cobre: para o resto
da carga e passageiros, irata-se na ra dn
Yig.it m, n. 5.
-- A veleira escuna nacional Emilia, de
liie hecapilSo e pralico Antonio Silveira
Maciel Jnior, deve chegir do Para por
esies das, para onde vollara rom esca-
la pelo MaranhS i, emn a maior brevi-
lade: quem na mesma preleuder carre-
jar, ou ir de passigem, dever euteiider-se
com JoSo Carlos Augusto da Silva, na ra
di Cruz, no Recife, n. 13, armazem.
Para o Ccar segu al o dia sais de
marc i proxi ro futuro eom toda a bre-
vi lilil- o brigue nacional Josefina : quem
no iiiesmu quizer carregar ou ir de pas-
-- OfTerece-se para capellSo de qualquer
engenho, niesmo distanta desta prace, um
reverendo sacerdote : quem precisar, pode
dirigir-se ao escriptorio de Rodrigo da Cos-
ta Carvalho, na ra do Apollo, n. 23, a fal-
lar com o mesmo.
Precisa-se de um bom amassador: na
ra Direita, u. 79.
Roga-se ao autor da pergunta ao Sr.
subdelegado de S -Jos que haja de decla-
rar aondee de quem he a casa do jogo da
que falla sua merc no Diario de hontm.
Hubina Custodia de Oliveira Diniz,
viuva de Manoel Ferreira Diniz, pede aos
credores de sua venda, que anda nao ro-
melteram suas cotilas, o facain para a fac-
lura do inventario.
Aluga-se, por preco commodo, urna
crioula torra, para o servico de casa, ainda
mesmo de familia : quem a precisar, diri-
ja-se a ra das Cruzes, n. 41.
-- Roga o abaixo assignado aos Sr.s depu-
tados provinciaes. redactores ou responsa-
veif pelo peiiodico Unido, que amanhSa,
26 do corrente, sustenten) na assembla
provincial quanto disseram nesta folhaa-
cerca da opiniSo ecomporlamentodo mes-
mo abaixo assignado, pois ainda urna vez
entra o projecto das lotera sem discussSo.
Joa Pedro da Silva.
Um cabra, que representa quasi 50
annos de idade, no dia domingo as 3 lioras
da tarde, assaltou a casa de um lavrador
do engenho llha das Cobras,tem os signaes
segumtes : um dedo o p junto ao mnimo
sem unha, um tanto voliado para cima,
pouca barba, vestido com camisa de chita,
jaquela de algodo tinto, j usada, chapeo
de palha velho com urna fila preta, levou
um cavallo encangalhado, com um sacco,
o cavallo he ruco-pedrez, gordo, ns cas-
cos rasos, signaes de topes as juntas j
velhos, urna espingarda de espoleta nova,
a qual vendeu no Po-Secco, e o comprador
sooppOe entrega. Roga-se as autorida-
des i. entrega da espingarda, e a captura
do ladrSo, o qual foi encontrado no aterro
do Afogado, dizendo que ia para a cidade|
sera bem recompensado quem prender o
ladrilo e tomar o cavallo.
Fugio no dia 23 de abril do engenho
Ginipapo um escravo por nome Antonio, he
baixu. secco do corpo, sem barba, repre-
s.inta ter 20 annos, tem em urna das mitos
um dedo cortado pelo meio e suppOe-se an-
dar nesta praca .- quem o pegar leve-o ao
mesmo engenho, ao seu senhor, Jos do
Reg Dantas, que reeebera cincuenta mil
ris.
O abaixo assignado faz saber ao Sr.
fabricante do asphalto em Pernambuco que
no prazo de oito dias, contados da data
desie, va ou mande resgatar o peohor, que
tem em miio do abaixo assignado, ou na
falla pagar os juros vencidos, ao contrario
ser vendido para pagamento do principal e
juros.-itnfonio Joi Pereira de Miranda.
Roga-se ao Sr. Dr. A. |J. S. G. que
tetilla a bondad.) de ir na toja de fazendas
dama do Passeio n. 21 pagar aquanlia de
142,117 rs. saldo da sua letra, vencida a 28
de maio de 1839, do contrario se faca publi-
co o son nome por extenso.
O abaixo assignado pede a quem sa
julgar seu credor, por dbitos em seu no-
me coniraliidos, leltras assignadas ou en-
donadas, ou obrigacOes ainda por vence-
rem, de se apresentar com seus documen-
tos, no prazo de oilo das, para serem pt-
gos. Sebosliao Jos Gomes Penna.
--Na ra Direita, n. 33, sobrado de um
andar, ao p da botica, ha para vender do-
ca secco de varias qualidados, e tamhem de
calda. Na mesma casa se fazem bolinhose
praparam-se bandejas dos mesmos enfei-
ladas com ramos, flores, figuras e ttulos
com grande porfoicSo : tambein se fazom
pastis de nata e de carne, podins, tortas,
pastelOs, empadas, arroz de leile, jaleias
do sustancias e doce de ovos.
Na ra Direita, n.6, existe urna carta
paraoSr. Bento Jos Antonio Perea, que
se nao a tem enli cgado, por se ignorar sua
morada.
Agencia de passaportes.
Tiram-se passapoi tes para dentro e fra
do imporio, por commodo preco : na ra
do llangel, ti- 57, sobrado.
O Sr. Jos Miguel de Lira lenha a bon-
dade de ir receber una caria, viuda do sol:
nu ra da Florentina, casa da esquina, con-
fronte ao theatro novo.
Hoje, 26 do coi rente, na portado lllm.
Sr. Dr. juiz de diruito do civel da primen a
vara, as 4 lioras da larde, so lia de arrema-
tar a casa n. 28, sita na ra da Aurora, pa-
ndorada por execucilo de D. Joaquina Ma-
ra Pereira Van na, avallada em 1:600,000
rs.: he a uiluna praca.
Aviso ao ubiieo-
No dia 30 de abril, pelas 5 luiros e meia
da larde, ser benzida,pelo Kim. Sr. his-
po diocesano, a nova imagem do Trium-
ni,o do Sagrado Coracilo de Maria, viuda da
lialn, c lmje rol locada na igreja dos reve-
rendos liiissiouarios capuctiiuhos, onde,
cuiuBStor sotem'nidade, hilo de princi-
piar afl os iiMeressinles etercicios do
mez HHti1.
Anenda-se um silio na estrada dos
Afilelos, com boa casa de vivenda, estriba-
ra, bstanles arvotedos de fructo, ba agoa
le btbor, por preco commodo : a tratar ua
ra Velba, n. 78.
Sendo muito notavel a ausencia que
o Sr. J. J. R.M. tem feilo da casa que lie-
uculava no barro da Boa-Vista, junto a
mu igreja, ausencia que muito sensivel
lem sido aos proprietirios dessa casa, pois
lueein demasa apreciavam a companha
lo mesmo Sr M. ; roga-lhe haja de conti-
nuar como danles as visitas que fazia.
O tubardo dos Coelhos.
Alugi-se, ou compra-se um escravo
que cut n l dosii'uco do padana : na ra
Direita, n. 82, padaria.


--Alnea-se urna casa Ierre na ra Hal-
la com duas saina, 5qurtos, corredor ao
lado, cozinha fra e quintal : a tratar na
na de S.-Francisco, casa apilagada.
Negocia-se, em trras de S.-Jos do
Manguinho, em a ra denominada Real,
un terreno, com quaronti palmos de fren-
te, a ja com algumas bemleitorias, como
sejam, um telheiro comfloda largura, (dos
quarenta palmos,) e um alicerce para urna
iias paredes; por precn commo lo : a pessoa
que quizer dirija-se ra do Hospicio, casa
u. 7.
Arrenda-so o grande s to do Espl-
nheiro, ni estrada do Belm, com casa de
lijolloecal, ecom aviamentos para fazer
farinha, e com Torno de cobre: tambem
vonde-se ou permuta-se por casas terreas
na praca : quem Ihe convier fazer este ne-
gocio, dirija-se ao seu proprietario, Silves-
tre Antonio de Lage, que se acha moran-
do ao pe do sitio do cirurgiSo Silva, para
tratar o negocio dequalquer dos modos,
no Poco-da-Panella.
OSr. M. R. K. I). queira lera bondade
de ir satisfszer a quanli de 22,000 rs., na
ra da Cadeis, n. 24, alias ter de ver o scu
nome por extenso tiesta follia.
Quem quizeralugar urna escravii, que
engomnie, lave ecoznho o diario de urna
casa, dirija-se ra da UniSo, segundo so J
brado.
- O abaixo assignado, estabelecido com
rmazi'in de carne secca na ra da Praia,
avisa a todos os seus devedores que quei-
ra m ter a bondade de vir pagar suas con-
taa, durante o prazo de quinze das: do
contrario, continuara com as suas cobran
(as como al aqu. lote Lu* Marlitu Pe-
rtira.
Perdeu-se urna carteira desde a ra
Nova at o Atcrro-da-Hoa-V'ista, contendo
algum dinheiro e varios papis : roga-se
%quem a acliou o favor de a entregar com
os ditos papis, Picando o dinheiro para
gratificacflo, no Aterro-da-Boa-Visla, co-
cheira iJe Luiz Monicr.
O* abaixo assignados, residentes e
cooimorciantes na Paraliiba do norte, por
fullera ento de Domingos Jos Marques
Cui manes, fazem publico que, desde o I "
do crtente mez, formaram sociedade legal
sb a rasilo de Viuva Cuimar.lcs & Compa-
nhia, ficandoa Caigo desta firma a liquida-
do do activo e passivo, pertenceote ex-
tinclade Domingos Jos Marques Guima-
iSes & Cum,.aina. Parahiba, 20 de abril
de 1850. Mara Vmbelina laando. Gui-
mar3i. -- Jos i* Atetcdo Silva.
HOMOEOPATII1A
Ra do Trapiche, n 40. y
0 1).-. Luz avisa s pessoas que Ihe y
6
m pediram livroi e boticas hom&opathicas, m
J queostemrecebidopelo ul^joo ."joor J
J recmcheado do sul, -.ti -vuii/b
J continua a prestar-se a todo o qual- ?
r quer esclarecimenlo necessario para o ?'
? nielhor uso dos meamos medica mea- V
V tos no tratamento das molestias. $
AAAAAAA AMMAAAAM
Na rna eslreita do Rozario, n. 28, se-
guudo andar, se dir quem da dinheiro a
premio.
Quem soubt r fazer assucar, assenta-
mentos de laixas e alambiques, e tiver ca-
pacidade para se, incumbir da gerencia de
um engenho no Amazonas, no Para, decla-
re sua morada para ser procurado.
Precisa-se alugir urna preta que sai-
ba lavar, engonimar e coser, para urna casa
e-trangeira : na ra do Torres, u. 34, das
ti horagda manliSa s 3 da lardo. Na mes-
macasa tambem se precisa alugar um pre-
lo que entenda do servigo interno e de tra-
tar de cavallos.
Furto.
No da 6 do curenle, ns8 lloras da imi-
te, um preto ganlndor furlou do porto das
canoas da ra Nova, Un) bahuzinho de To-
lda pintado de azul, cunlendo 3 imageus,
umadoSenhor Ciucilicado, outra de 8.-
Anna, e outra de S.Antonio, estando esta
ultima paramentada de ouro; bem como
um espellio de moldura domada e algumas
camisas de homem, toalhas, etc. : quem de
tal furto souber, Tara o favor de aprehnde-
lo e participar.ua ra du Collegio, n. 16,
segundo andar, o mesmo so roga a todas as
autoridades policiaes.
Precisa-se Je urna ama de leite, que se-
ji zelosa e captiva : a tratar a qualquer ho-
ra do da, na ra Formosa, quaita casa, a
direita.
Domingos UartinsPontes Taz sciente ao
publico, que ninguem negocie um vale de
300,000 rs. firmado cm 15 do correte, e
passado pelo annuncianle, visto que j se
acha pago o Sr. Antonio Francisco da Silva
Carneo, nSo obstante querer o mesmo Car-
neo que o annuncianle Ihe pague segunda
vez o vale, devendo por isso ser a quesillo
submettida juslica, parasaber-se de que
parte existe a espeiteza.
Un jeun'homme hrsilien que parle,
ecrive e Iraduil tis bien la laugue fian'
gaise et doune des bous resseignemens, de-
sire Irouver une placo dans quelque mai-
son de coramerce elrangre. S'adresser par
letlrecachetee I, R. ruedu Crespo, n. II.
Precisa se de urna ama de leite, que o
tenha Instante e bom, preferiudo-se escra-
va sem lilnos : na ra do Amorim, n. 25, ou
annuucie.
OSr. Joo Germano de Paula queira
dirigirse ra do Ctbug, fallar com Jo-
s Peres da Cruz.
Precisa-se de um caixeiro para lomar
conta de uina venda, o qual tenli
piatica du negocio o d iiador a s
la : na ra dos Martyt ios, n. 36.
Aluga-se o armazem da lun
n. 5, juntoo escriptoriu do Sr. Joilo' Piniu
de Lemos ; Fillio : Irata-se com l.uiz Jos
deS Araujo, na ra da Cruz, n. 33.
Precisa-se de urna pessoa que entenda
de pharmacia, e que queira ir para urna bo-
tica Tora da piafa : na ra do Itangel, n
46, primoiro au lar.
Quem quizer comprar urna preta cri-
oula, boa cozinheira, engominaJcira, e que
coze Mili i velmenle, dirija-se ra Nova,
n. 52, segundo andar.
JoSoAlvcsde Carvalho Porto Taz sci-
tnlequo deixuu de ser seu caixeiro, desde
da 22 du crrente, o Sr. Antonio Joaquim
Lamas
I'recisa-se de um houtem, que saibul
mugir leite etrabalhar em sitio : na Mag-
dalena, estrada nova, primeira casa azul.
Offercce-se urna mulher para ama de
cisa de homem solteiro, afianzando a boa
c induca : trala-se ni ra larga do Roza-
rio, sobrado o. 8.
Frecisa-se de serventes para
a obra da nova igrejamatriz de S.
Jos ; assim como compratn-se cein
mil huiros de lijlos de alvenaria
grossa de boa qualidade, e p >rcao
(le areia em canoas : os prelen-
dentes, dirijam-se ra do Livra-
menlo, n. 34, loja.
Precisa-se alugar urna preta que sai-
bl layar, engommar, e que faga todo o ser-
vico interno e externo de urna casa de fa-
milia : no largo das Cinco-Ponas, casa do
lenenlc-coronel Bruce, defronte da igreja.
Avisam-se a todos os devotos de san-
to mez de Mariano que no da ultimo do
correte, se Tara a abertura da mesma de-
vocSo na igreja da Madre-de-Deos, cunto os
que au deixem de assslir a esla santa dc-
vogSo, qua milito inleressa para o bem es-
piritual.
D. W. Baynon cirurgiSo dentista, res-
petosamente "informa ao publico desta ci-
I ule que elle pretende brevemente retirar-
ai deste imperio, e as pessoas que ainda ne-
cessitam seus servicos durante este tem o.
seroattendidos, procurando-o no seu do-
micilio, na ra do Trapixe-Novo, n. 14.
Precisa-se de um senhora para casa de
muito pouca familia, para o setvico de co-
nmIi.ii-, dmiilu-se para sto sustento o algn,
vestido: quem pretender dirija-so ra
da Cadeia de Santo-Antonio, u. 2, confron
le u Iheatro.
J. Falque participa ao rcspeilavel pu
blicodeslacidade, que elle vai abrir una
fabrica de chapeos de sol, onde se encontra-
r sempre um grande e bonito sorliineiito
de todas as qualidadesdestes objeclos. tan-
to de seda como de panno para homens e
senhoras assim como um grande soriinicn-
to de bengalas de todos os gostos, baleias
5
rea, tonieiras pura alambique, Na mesma
fabrica acham-sc ofllciaes promptos a sa-
bir para qualquer enganh i desta provincia,
para concertarem machn is e alambiques:
tambam ha para vendar areia de fundir,
chegada ha poucos das, e da melhor qua-
lidade que lem apparecido. Fundem se
bronzes para engenhos, parafuzos para ro-
das d'agoa e toda e qualquer obra de cobre
e bronze que seofferecer oeste estabeleci-
mento, com legalidade e consciencia, em-
quanto a qualidadu de metaes, por muito
mais barato prego do que em outra qual-
quer parte.
Cirios Claudio
satisfazer ao annuneiante, hajam de o t$-
?er at 30 do correte.
Tresse,
orgos e
ra das
fabricante de
realejos, na
Flores, n. 19,
avisa ao respeitavel publico que concerlft
orgos e realejos, pe marchas modernas
'leste paiz, concerta pianos, seraphinas, car-
xas de msicas, accord3os, o qualquer ins-
trumento queappareca : tambem faz obras
novas,e vende um orgSo proprio para capel-
la, oualtar-mor, com boas vozes, por preco
commodo.
Aviso aos amadores e
apreciadores de musi~
cas novas c de bom
ROStO.
Jo jo Vignes, morador na ra larga do
Rozario, n. 28, priineiro andar, acaba de
receber pelo ultimo navio vindo de Franca,
um grande sorlimento de msicas, como
sejam : valsas, vanares, polkas, quadri-
Ihas, modinhas brasileiras e outias italia-
nas ; bem como o melhor melholo para
piano, solfejos para cautoria, ludo pelos
melhorea autores da F.uropa e da mais mo-
derna escola. Na mesma casa vendem-se
os mais ricos pianos que leem vindo a Pei-
uainbuco, os quaes sao feitos de proposi-
to e com novo marliinismo, para que te-
nliam grande duracilo ; assim comu tain-
bem achrlo na mesma casa pianos ingle-
zes, com pouco uso, vendendo-se ludo pe-
a>
>
>
>
>
a>
m
*
-
>
>
>
>
-*
>
>
GU.ANDE
consultorio homoao-
pathico,
Dirigido pelos facultativos f)r. Sabi-
no e |)r. Luz.
Ra do Trapiche, Hotel-
Francisco.
Os dpentes pobres tero gratuita- 3
mente todos os das cousultas e re- medios para o tralamento de suas molestias.
As visitas, Tora deste consultorio,
sei.ni feitas por qualquer dos dous
mdicos, nicamente quelles en-
fermos cujo estado moibido os re-
clame em sua casi.
para vestidos, colleles e espartilhos para ,..
senhoras; tambem cobre-se e courerta-sel lo mais commodo preco.
qualquer qualidad de chapeos de sol e lien-1
galas, leiuio boas sedas e pannos em peca :
ludo mais em canta do que cm outra qual-
quer parle : na ra do Collegio, n. 4.
-- A viuva de Joo Bai lista llerbster, que-
ren lo pagar meUde das dividas do seu ca-
sal, pela qual smenle he responsavrl, vis
lo estareiu julgadas as parlilhas, vende a
sua propriedade em que Um eslabeleci-
meiito de marceneria, no Aterro-da-Ra-
Visla quem quizer ver o predio, poder a
elle di. igir-se a qualquer hora.
- I'recisa-se fallar ao Sr. Joiio Rodrigues
Cailoso, ebegado ou a ebegardo Rio-Gran-
de do sul, para se Ihe entregar urna caita
vinda do Rio-de-Janeiro : annuucie, uu pio-
cure na ra do Amorim, n. 15.
Quem precisar comprar um elegante
bole, de 13 pos de comprimento, novo e
bem construido, com velas, inaslros, etc. ,
dirija-se Fra-de-l'ortas, casa de Bernar-
do estivador, ou na ra do Trapiche, n. 12.
Oabiixu ussignado faz sciente ao res-
peitavel publico que comprou a venda do
Sr. Jos Virissimo da Rocha, sita na roa do
Trapiche-Novo, n. 26, desde o da 19 de a-
bril de 1850. Joo Comes lardim.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
tras da matriz da Roa-Vista, u. 26, muito
ii e-i-n e com bastantes coinmodos : a tratar
na mesma ra, n. 22.
Precisa-se poralugurl inensal de um
escravo, que nloscja muito afeito a bebi-
das, para o servico ordinario de padaria,
daudo-sc-lhe o sustento o duze mil lis ca-
da mez: na padaria, n. 106, na praca da
Santa Cruz.
Sr. I)r. Antonio Buarque de Gusmflo.
lem carias na ra da Cadeia, n. 40, tereiro
andar.
Jos Percira de Magalhles Bastos & Ma-
noel Gomes da Silva, fazem sciente a quem
convier, que elles compraran! a venda sita
no largo du Livramento, ti 38, a Francisco-
Dias Fortes, e mo se respousabilisam por
qualquer divida que o mesmo esleja a de-
ver, para o que fazem o prsenle annuncio.
Precisa-se alugar urna preta para to-
do o servico de urna casa de pequea fa-
milia : na ra de S.-Thereza, n. 2.
Os Srs. Joaquim Pessoa Cezar da Cu-
nta e Francisco Uerengel de Alenla Gue-
des dirijam-se a ru, do Passeio, II. 9, loja
nova de Albino Jos Lite, a negocio que
nao ignoram.
Engenho (iieluz.
Chapeos de sol
Rufl do Passeio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimeuto desles objeclos do todas as co-
res o qualidades, lano de seda como de
panninho, por precos commodos; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto : estes chapeos
silo feitos pela ultima moda; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de seda e pan-
uinhns imitando sedas, para cohrir ni -
macOes servidas : todas estas fazendas ven-
de n-seem porcSo ea retalho : tamben-se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
hasteas de ferro como de baleia, assim ro-
mo umbelas de igrejas: tudo por preco
commo Jo.
voubo.
FurUraai, do sitio do abaixo assignado,
em Ponte-de-Ucha, um i elogio de ouro,
com vidro, patenta ingle/, de Dannisls, Li-
verpool, n. 8,705, com urna correntinha
tambem de ouro: gratlfca-se com 50,000
rs. a quem der noticia onde se acha o dito
relogio ; assim como se dar a quanlia que
algorn tenha dado sobre o mesmo por pe-
nlior, ou compra ; na falla, promette-se
perseguir com todo o rigor da Ici o pos-
suidorilo mesmo relogio, logo que se sai-
ba quem he ; assim como j se sabe do rou-
bador J. J. rano lunior.
%h Icihricade caldeireiio
da ra imperial, n. 181,
de Jos fcab<> & Braga,
fazem-se machinas de Derosmee de outre
lualquer modelo para espirito, ferragein.
iinareilas, almofarizes, candu iros de di-
/ersos modelos, escrivaninhas, perfumado-
ros, palmatorias, esporas de sallo e de cor
Freguezia de Ipojuca.
Traspassa-se o arrendamenlo do dito en-
genho, o qual tem a presente safra a tirar,
e tres a criar. A tratar na ra da Aurora,
n. 26, ou no mesmo engenho com Miguel
Augusto de Olive i a.
N B.O engenho tem excellente pasto,
he bom d'agoa, e tem bons cercados; c,
caso baja quem queira comprar a safra,
ser-lhe-ha ella vendida, entreganJo-se i ni
mediatamente o eslahclecinicuio.
D-se dinheiro a premio sobre pondo-
res ue ouro e prala, ou mesmo sobre hypo-
tliera em algum preJio que csteja desem-
bargado: na roa da Sjuzalla-Velha, n. 68,
ou 94, se lina que d
--A pessoa que annunciou precisar de
um homem que entenda do fabuco de as-
sucar i ata se incumbir da gerencia de um
engenho no Para, dirija -so a ra Imperial,
n. 181, que adiar pessoa habilitada para
esse liin, e que deseja contratar este ne-
gocio ; pois, alm das qualidades exigidas,
sabe la/er (o la e qualquer ulna que fr pre-
ciso para o inach'iiismo do ii.e-.mo enge-
nho, e dar nesta cidade informaces a res-
pailo de sua cap. cidade.
Acha-so cm poder de-Francisco Paes
Hrtelo, no engenho Velho, um escr.ivo de
nome Venancio, que diz ser do Sr. Anto-
nio Pessoa da Silva, senhor do engenho
Cotunguba, que queiendo negocia-ln, po-
de apparecer ; do contrario, o mande con-
duzir.
J se abri a loja de seis
portas.
O novo administrador da loja sita em
frento da igreja de Nns.-a Srnliora do Li-
vramento. querendo trocar por sedulas os
muilos alcaides que achou na dila loja,
tem resolvido vend-los por todo o prego,
e desta forma offerece vantagens aos che-
res de Tamilias e senhores do engenho a re-
Tazerem-se do vestuarios por commodo
prego, pudendo dirigir-se dila loja a exa-
minar a boa qualidade das tazendas, e esco-
Ihercm as que melhor conla Ihe lizercm,
achande-se esta loja abei ta das 6 horas da
inanh9a at as nove da noite, offerecendo
assim ioii.iiiodnlu.il s a algumas senhoras,
que de passeio queiram ir pessoalmenlees-
colhere compiar a seu gosto evontade:a
vista, pois, de alguns precos que aqui men- lonio'pinlo Soares.
cona, conhecera oleilorque he e icio o
uue Ihe mauifesla, como sejam chitas de
bous pannos escuras, a 140, 160, 180 e 200
rs.; chales de rede, a 30 rs. ; lencos da
m. Miia rede, a 160 rs. ; ditos brancos do
mi para senhora, a ?40rs. panno da Cos-
ta com 8 palmos de largura, a 3:20 rs. ; bre-
tanln de rolo com 10 varas, a 1,600 rs. ;
lengos de seda para algibeira e hombros de
senhora, a 800 rs. ; corles de. cassa-chila de
bonitos padrees, a 2,000, 2,400 e 3,000 rs. ;
o tudo o mais se vende muito em conta por
se querer apuiar dinheiro esoitir a loja de
fazendas novas.
Precisa-se de um leitor pa-
ra um sitio perlo da praca .- quem
estiver tiestas circunstancias, di-
riji-se airas da matriz da Boa-Vis-
ta, sobrado n. iS, ou ra do
Trapiche, a n 3u.
Prccisa-sc de um foilor que (rabalhe,
entenda de borla, arvoredos e vaccas : na
Magdalena, estrada nova, priineiro sitio de
porta o de ferro.
Ikassa portes.
Tiram-se passaporles para dentro e f-
ra do imperio, despacham-se cscrovos o li-
ram-sc ttulos de residencia para sempre:
pira este liiii procura-s na praca da lude-
dencia, livrarian. 6c8, e na iua do Quei-
ra ido n 25, loja do miude/as do Sr. Joa-
quim Munteiro da Cruz.
-- Prccisa-se de duas pessoas que quei-
ram applicar-se ao oliicio de marcenaiia,
para o que da-so sustento, atim de assisli-
reni na mesma casa : na ra da Cadeia ic
S.-Antonio, n 18.
-- .Manuel Joaquim I amas vai a) Europa :
as pessoas que teem cuntas a receber ou u
$AAAAiUAAAMhAM.AaM0
Quem pretender tma parda do mallo
para criada, dirija-se ao Alerro-da-Boa-Vis-
ta, n. 63, primeiroandar.
Quem IIver um moleque de 10 a 12 an-
uos para alugar a una casa ingleza, di-
rija-se ra do Trapiche, n. 42.
Antonio Valentiin da Silva Barroc
embarca para o sul do imperio o seu escra-
vo Domingos, preto, de nacSo Congo.
Joaquim Itibciro Pontea embarca para o
l'iio-i.raii'le do sul o escravo Rom So, per-'
lenceuteao Sr. Antonio Francisco Pee ira
-Antonio Jos i ai.-I lio. cidadflo portucuez
relira-se para Poilugal, levando em sua
eompauhia sua mulher, Antonia Maria d.
ConCeicOo, e seus lilhos menores, Maria,
loflo, Antonio, Jos, Joaquim e Bernardo.
Lembra-se ao Sr. A. J. S. A. o concluir
o negocio que n3o ignora.
Jos Pedio Moreira e sua familia re-
tiram-s? desta provincia
Polycarpo Jos l.ayne, subdito de S
M. F., vai a Lisboa, donde regressar em
outubro prximo futuro ; e, na sua ausen-
sencia, deixa por seus bastantes procura-
dores aos Srs. Antonio Jo- de Siqueira,
Francisco Xavier de Oliveira e GuInerme
Jos Perei'a.
Sabludo, 27 do corrente, ao mcio-dia,
v nlcin-se os livros do Book Clubs, em
asa do Sr. Julio Cairoll.
Compras.
-- Compra-se um mninho de moer caf,
que estaja ainda cm hora estado, ou mesmo
novo : quem tiver annuucie. '
-- Compram-se as nnvellas Conde-de-
Vlonle-Chrisln ; Vinle anuos depois o o
tres inosqueteiros, que CSlejam e:n bom es-
tado na ra da Florentina, casa da tsqui-
a, confronte ao Iheatro novo.
-- Compram-se, para una encommendu,
escravos de ambos os sexos, de 10 a 40 an-
uos : na ra do Itangel, n 57, sobra Jo.
Compra-se um cavallu ruco para car
ro : na ra do Trapiche-iNovo, n. 10, pri
nieiro andar
- Compra-se uina casa terrea em qual
quer bairro, que tenha bom quintal : u
praca da UniSo, n. 36.
Compra se um all'S gcographico, no
vo ou usado, porm que seja du bom autor,
e coiitenlij b mlaules mappas :quum tiver
auuuncie.
Compram-se garrafas e meias ditas,;.
6,000 rs. 0 cenlo : no pateo do Carmo, n. 2,
venda nova.
Compram-se seis ps de sa-
potis, seis diics de mangabas, j
pegados, para iiem para lora da
provincia : na ra do Y gario,
ii. 19, seguirlo andar.
Compra-se ura sobrado que seja bom,
na lina-Vista, ou eriiS.-Anloniu, as ras
V.va, Calinga, Ou 1111,ido, Cadeia ,e dila do
Itecife : na ra da S -Cruz, n. 76, se diru
quem compra.
, a baoho, e poc,o de boa agoa de beber;
m sobrado de 2 andares no pateo do Pa-
a zo ; um terreno na ra dos Prazeres por
tetras de S.-Concalo, com 150 palmos de
frente : ludo por prego barato : no Alerro-
a-Boa-Visti, n. I, loja da ourives.
Vendem-se, na ruado Crespo, n. 11,
as obras seginles : Magnum Lexicn, edi-
goranceza, por 5,500 rs. ; Diccionario de
Roquete, porluguez e franeez, por 3,000 rs.;
Grammalica de Setene, nova, por 5,000 rs;
Walkens, pronouncing, dictionary, por
5,000 rs ; o Cerco do Porto, por 800 rs.;
GeograpliiadeGualtier, por800 o 1,000rs.;
Arte de nadar, por 320 rs.; Selecta latiua,
por 640 rs. ; Cantos sagrados, por 200 rs. ;
Cernido da alma, por80rs. ; Peleja entre o
a alma, o Diabo e S. Miguel, a 120 rs. ; e
outras muitas obras baratas.
Mez Mariano.
Vende-so o livro denominado NOVO MEZ
DE MABIA, adoptado pelos reverendos pa-
dres do hospicio da Penha, a 1,000 rs. : na
praga da Independencia, linaria us. 6 e8.
Ka ra do Crespo, n 12,
loja de 4 portas,
vende-sc a pataca o covado de chita fran-
ceza de de-enlios muito modernos, cores 11-
xas e pannos de superior tecidn ; estas nflo
engaan), como tem acontecido en i.uti-
rlos feitos em outras parles, motivo por que
estes ta leem tornado do pouco aprego
veiibain os freguezes, que conhaceroa pu-
reza da verdaiie.
-- Veude-se urna canoa de carreira.no-
va ; una icde de pescaria, tambera nova,
cora 250 a 300 bagas; um cutral para pes-
ara, situado na frento do sitio denomina-
do Pina, ao sul da Iba do iNogueira ; u'tia
.orgSo de muden a pecisa para se levanta i
ouiro curial, por prego rasoavel : ni ra es-
trella du Itozario, n. 16, primeiro andar.
Para agradar os l're*
guezes
Vendem-se poesias porlugue-
zas de excellente gosto, boi enca-
Icinro de Cipa de emir.) e dou-
rada, por 5oo rs sinente ao>
freguezes; pira os uniros, cusa
dous cru/.ados : no pateo do Col-
I gio, loja do livro azul.
Cliegucm ao barato.
Ain'ase cnntins a vender na ra No-
va, defronte da ConceigSo, n. 42, chitas a
140,160,180 i: 200 rs. o covado, riscado
innnslro, a 300 rs de quasi vara de largu-
ra ; riscado franeez, a 180 rs. ; lengos de
hombros de senhora, a 800 rs ; ditos de
chita, a l>0, (O, 240 e 320 rs. ; fazenda pa-
ra caigas, a 200, 210, 280 c 320 rs. ; cim-
braias de cores muilo finas, a 560 rs. a va-
ra ; e outras multas fazendas por prego ba-
ratsimo, por ler o dono da loja de retirar-
se para a Europa.
Para as igrejas.
Vendas.
Vendem-se 400 patacoes brasileo
na ra c.-lreita do Itozario, n. 28, segundo
andar.
Vende-se boa farinha do mandioca,
em saccas doalqueire, a 3,200 rs, ,e harn-
eas a 4,100 rs. ; arroz pilado, a 11,000 rs. o
alqueire ; dito de Cisca c tu i i lio : na ra da
Praia, beeco du Carioca, armazem do An-
**3S#,#la> #<9^&*t
Para manteletes.
II FflX/FI
# Vende-se chamalole de seda preta- 9
9 padres bonitos, proprio para man- ejl
V teleles, a 2,000 rs. o covado: na lo- #
ja do sobrado amercllo, dosqualro- #
cantos da ra do Queimado, n. 29 #
9 m
999't-^ 9 ?* 9999 99 ?9<*
Vende-se urna meia coinmuda de ama-
rello, feila do encommenda : na ra do Li-
vramento, n. 38.
S.-Feiix.
No deposito de charutos da ra da Cruz,
no Itecife, n. 49, vendi)m-se, alm de mui-
tas qualidades de bous charutos, |os incoin-
paraveis e verda leiros S -Flix.
Ao barato.
-- Vendo-sena ruado queimado, loja o.
19, e.imlirai.is bordadas para carnizas de
menino com vara de largura, a 400 rs. a
vara ; ditas pouco mais estreitas, a 360 rs. ;
continua-se a vender na mesilla loja lengoi-
ie I.iv i mo, a 360 rs ; meias para senho-
ra, a 210 rs. o par; de menina, a 180 rs. ;
o ainda resta raei s de menino, que para
acabar veude-se a 80 rs. o par ; luvas bran-
cis de algodilo para liotneiii.a 120 rs. o par.
Que livros I) um los
Ilergiei, diccionario de thuologia, I2
rs. ; Mai tens, direilo das gentes, 5,00o rs;
Conde Jusepli do Maistre, 3,000 rs. ; tuln
em muito bom estado : no aterro da Ba-
Vista, loja n. 58.
Ven le-se um sitio na primeira Capun-
ga que vai para o rio, com diversos arvo
redos ja dando fruclo, um tanque modernu
Vende-se missale romanum :
n> pateo do .'ollegio, loj d> li-
vro azul.
Vendc-se Direilo publico
lo l)r. Aulran, para o priineiro
e segundo annos da academia ju-
ridica : no pleo do Collegio, loja
do livro azul.
--Na ra das Cruzes, n. 22, segundo an-
dar, vende-se urna escrava crioula de 18
unios, que entornilla, cose cliilo, cozmlia e
Uva de sabio ; urna dila de 20 annos, do
de bonita figura, e com ura defeiloemum
dlio ; urna dila de nagilo Costa, que he
ptima quitandeira ; una dita de nagilo
Angola, que cozinha lava de salan, e he
iplima quitandeira J urna parda de 80 an-
uos, que eugoinma bem, cozinha lava, co-
se, la/ retida, e be propria para servir a urna
casa.
VlgodSo da trra-
Na rui do Qucimddo, n. 20, se recebeu
novamente uina loieo do superior algo-
liio da trra, que se contina a vender pelo
iaralo prego de 200 rs. a vara em porgilo, e
1 retalho a 220 rs.
-Vende-se sal do Ass abordo do bri-
gue l'aquele-dc-Pernambueo, tundeado na
vulta do Eorle-do-Maltos ; assim como boa
p illia de e -i nanita : a tratar a bordo, ou
com Leopoldo Jos da Costa Araujo, na ra
la Muila, n. 7.
--Vendem-se diversas miudezas por pre-
gos CommoJos na ruu larga do Itozario n.
22, antigamente ra dos Quarteis, a sa-
ber : bicos largos o estreitus, leudas e
Utas d se la lavradas. voattt-)S e galOes
brincoseamareUos, bicos oespiguilha di-
to, tinteiros de vidro, retroz de todas as
'i'ne.s e ttai.e is de lila para vestidos,ilhozee
le coleles e sapatos, papel de pso e al mago
; do cutes, dito de cores para capa de livros
t outros enf ules, ponte*' de tartaruga, ditos
Iravessos, alentis de vidro e filigrana, as-
ume,uno brincos; grasa n 97editaem
latas, 10n 1 ion de osso e coras proprias pa-
ra as devotas da Senhora da Penha, ra-
p Gasse lino, grosso e meio grosso, bo-
toes em grosaseabutoaduras deseda.para
casaca, liuha de peso das lllias, barretes de
lila decores pira homens o meninos, alli-
netes depeito linos com pedra, fio amarello
e cru desapilciro, botOes de madreperola
le dilferentes DadtOas para vestido-de se-
nhora, toalhaslgrandese pequeas vindasdo
Porto, hullas Ue carretel de 100 a 200 jar-
das, |veriiiz preto em frasquinhos, a 40 rs.;
dem dito cha hysson ordinario, frasqui-
nhos pequeos com licita, alfinetosde ferro
para encost ou pregar caixilo, camisas de
meia para homem, lesourinhas para costu-
ra de senhora, caivetes de peona dejuma
a duas tullas, oculos de uriiiago, e pe-
ucnos talheres de garfo e fac para
mesa por prego commodo, facas de bom
corlo proprias para cozinha, colxetes pre-
los o ditos brancos balidos e francezes, li-
tilias de melada predas muito lina, assim
como blancas de cambraias, cari iras do
marroqunn cora mola e sem mola tudo se
vende na luja de Victorino & CuimarSes.
Vendc-se unta escrava de 17 annos, de
utgSo Quigama, sem vicios nem defeiloa,
ni' isso propria para lo lo o aervigo de urna
casa ; 110 Aterro-da-Uua-Vista, 11.14.
miitii Ann


~-
-- Vende-se farinha de mandioca de su-
perior qualidade, em saccas de estopa e al-
godo, a 2,600 rs. a sacca : no armazem ao
pe do arco da ConceigSo, n. 6, que foi do
allecido Bragoez.
Navalhas de barba.
Vendem-se navalhas para barba, dos mui
superiores autoi.is Joseph Elliote S. Bright
&Companhia, sendo da melhor quilldade
poasivel, por prego mais commodo do que
em outra qualquer parte : na ra doQuei-
mado, n. 16, loja de miudezas, de Jos Dias.
Simoes.
Folhade Flandres.
Em casa de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Amorim, n. 35. ha um .ptimo sortimento
de folha de Flandres, de todas as marcas, e
retalho por prego mais barato do queem
outra qualquer parte.
Arroz te casca a 5/JOO
rs. a sacca
rende-se na ra do Amorim, n- 35, arma-
zem de Tasso Jnior.
Potassa da Russia.
Vende-se superior potassa da Russia, da
mais nova que ha no mercado, por prego
commodo : na ra do Trapiche, n. 17.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha do Ceni, em saccas,
por prego commodo : na ra da Cruz, no
ltecif>. n. 3.
-- Vende-se cobre e metal amrrello para
forro de navios, por prego commodo : na
na da Madre-de-Deos, armazem de A. V.
da Silva Barroca.
Vende-se a taberna da esquina da ra
Nova, junto a ponte da Boa-Vista, n. 71:
faz-se lodo o negocio, urna vez que o com-
prador desonere ao vendedor do que deve
aos Srs. da alfandega.
Farelo a 5^000 rs. a
sacca,
e o melhor que tem vindo a este mercado
na ra da Madre-de-I>cos, armazem de Vi-|
cente Ferr ira da Costa.
Chegaram novamente a roa da Sen-
zalla-IVova, n. 42, relogiosde ouro e prala
patente inglez, para homem e senhora.
Vendem-se, por prego commodo, os
seguintes ohjectosem bom estado, que se
pdem ver no Forte-do-Matlos,prciisa do Sr.
ala noel Ignacio de liveira Lobo, e tratar
na mesma, ou na ra do Azeite-de-Peixe,
armazem n. 13, das 9 horas da u.a:\lifia s
2 da tarde :
2 vergas de gavia ;
2 ditas de joanete;
2 ditas de sobre ;
Pannos de cutello, carangueija, suriolla,
juba e fuzo, masteros de joanete e moxo ;
2 camarotes com 4 bclixos ;
1 escada de madeira e ferros de bronze
para portlo;
1 signo peqneno ;
t roda de leme com chapas do lalo ;
1 cabrestante de patente ;
1 bolinete ;
120 bragas de correte, juntas nu sepa-
radas,
2 ferros de muilo bom tamanho ;
1 ancorte ;
2 joanetes;
1 gavia;
1 bujarrona;
1 giba;
1 vela de estaos ;
Cobre velho de forro ;
Cabos alcalroados para trogo, que, pelo
bom estado em que estflo, podan ainda ser-
vir;'
Panno velho de velas para forro, moitOes,
cardenaes, patollas para ferro, e outros
objectos mi i ud os.
1 rados de ferro.
NafundigSo da Aurora, em S.-Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mc-|
dlos.
Novidade.
Vende-se urna preta de 20 annos, de
bonita (gura, que engomma, cozinha e la-
va ; urna dita muito boa vendedeira de um
tudo; un molequede 20 annos, bom co-
zinheiro do diario de urna casa: na ruado
Collegio, n. 21, primeiro andar.
Vendem-se amarras ue tarro: na rus
da Senzalla-Nova, n. 2.
~ Vende-se urna preta que cozinha o dia-
rio de urna casa, lava, engomma, e he qui-
tandeira : na ra do Livramenlo, n. 1, pri-
meiro andar.
~ Vende-se um checheo, muito bom can-
tador, por prego commodo : na ra da Ale-
gra, n. 8.
A 3,800 rs a pe Na ra do Queimado, n. 16, loja de miu-
dezas, de Jos Dias SimOes, vhdem-se
franjas brancas para cortinados u para
toalhas, pelo mdico prego do 3,500 rs. a
pega com 15 varas.
Vendem-se saccas com farinha de man-
dioca, viadas do Kio-de-Janeiro no brigue
Josefina, por prego commodo : no armazem
de Dias Ferreira, defronte da escadinha, ou
a tratar com Domingos Rodrigues de An-
drade, na ra do Trapiche-Novo, n. 4. Ad-
verte-seque as saccas s3o grandes.
O Preeos nunca vistos.
g Vendem-se cassas de cores fixas, a
V 240 rs. o rovado ; cambraia de seda, Q
<3 a 200 rs. o covado ; chitas pretas fi- C5
O as, a 160 rs.; chales de 1.1a, a 1,000 B
O rs.; lencos de seda, a 1,000 rs. ; di- a
Q tos com franja, a 1 000 rs. ; ditos
4
.. meioschales, a l,280rs ; metas pa-
* ra meninas, a 120 rs. o par ; franklin ~
5S t reto e de cores, a 500 rs. o covado; %
9 luvasdeseda para senhora, a 320 e
V 500 rs. o par : ditas de pellica para y
V homem, a 160 rs. o par; lengos de
O seda e de sel i m para grvala, a 500 e 45
n 610 rs cada um ; bicoa* de seda e de <5

linho, largos, a 3s!0 e 500 rs. a vara ; O
X chapeos ra,sdose de castor, b 1,600,
5 2,000e 3.000 rs. cada uro; ditos de
J sol, a 2,800 e 3,000 rs. ; colletes de
5 gorgurilo, setim e velludo, a 1,600, 9
V 2,000 e 2,500 rs. cada corte ; e oulras O
V muitas fazzendas : na ra do Crespo C
Q n. 9, loja amartlla.
O
--Vende-se una linda escrava de 14 an-
nos, com habilidades ; 2 ditus de 25 a 30
annos, boas quitandeiras ; 2 moleques de
18 a 20anuos ; um prelo para todo o ser-
vigo: no pateo da matriz de S.-Antonio,
sobrado n. 4, se dir quem vende.
Negro cozinheiro.
Vende-se um excediente negro cozinhei-
ro eeanoeiro, mogo ede bonita figura : na
ra do Crespo, n, 9.
f
a
f
A 1,000 rs. o covado.
Vendem-se sapatoes do Ara-
caty, feilos a capricho, a l,ooo rs.
o par i na rita da Cadeia do Be-
cife, n. 9.
I'cchinclia para os bahu-
leiros.
Vendem-se chitas proprias pata forros de
bahs por estarem Tracas, a 3,500, 4,000 c
5,510 rs. : na ra do Crespo, loja da esqui-
(uuia quevulla para a cadeia.
--Vcndcm-se telhasde vidro, prxima-
mente chegadas, em grandes e pequeas
purgos, por prego commodo : na 'ra da
Cruz, n. 48,armazem.
Vcndem-se pianos de excellentes vo-
zes, c recentemente chegados : na ra da
Cruz, n. 48, armazem.
Vende-se um pelo bom pa-
deiro, por preco commodo : na
ra das Larangeiras, n. 1/1, se-
gundo andar.
Navalhas de Guimares.
Vende-se a superior qualidade de nava-
lhas para barba, fabricadas em Cuimarfles,
pelo mdico prego de 3,000 rs. o estojo de
duas navalhaa : na ra dn Queimado, 11. 16,
loja de miudezas, de Jos Diaa SimOes.
Pechincha de feijo
barato.
Vendem-se saccas com feijo, a
4,000 rs. ; ditas com dito iurado,
a 1,000 rs. : no armazem defron-
te da escadinha da alfandega.
i-um em tolha.
No armazem de Dias Ferreira, no caes
da Alfandega, vende-se fumo em folha de
primeira e segunda qualidades, por prego
commodo, para acabar.
Vende-se urna mulatinha de 15 annos,
de bonita figura, que faz todo o s'ervigo de
urna casa por isso propria para urna fa-
milia, por nao ter vicios nem achaques : na
ra de II01 las, 11. 64, se dir quem veude.
J#@#@ 94P99 ^9999 ##|
9
% Com c mu lo barato. *
4 amarello, nos qualro-canlos da ra |j
* do Queimado, n.29, desejando ulli- E
f- mar venda das fazendas abaixo ^
^> mencionadas, resolvern) vende-las ~
m celos seguintes pregos :
i0 Coi tes de caigas de brim branco !?
m de puro linho a 1,760*
a Ditos de dito amarello, a 1.44U
m l>Mos de dito decores, a 1,440
v. Ditos de l.'i.i imitando casi-
m mira, a 1,600
. Alraca preta fina, o covado a 900
S Corles do vestidos de chita preta
com 14 eovados, a 2,000
Ditos de cassa de cores, a 2,000
9 Ditos finos, a 2*400
Ditosde cambraia de lislras de
cores fixas, a 2 500
JB Sarja de lia lavrada preta, o co-
t vac.'oa 5fi0 f
Lencos de seda de cores, a 640 0
Cobertores de aigodflo encorpa- 5
f dos para escravos, a 640 4
m
#aa$'# # ,<> ***,*>
>a ra do Crespo, n. 12
loja dcquatio porl.is,
vandcin-se superior cortes do casimira de
muito bonitos padrfles, e fazenda propria
para todas as ressoas que apreciam a ero-
nomia, pelo barato prego dn 4,000, 4,500,
5,000 e 7,000 rs. fazenda rica; o outras
muitas fazendas de boas qualidades, por
ireeo mdico.
-- Vendcm-se bons queijos do reino, a
1,120 rs. ;o verdadeiro presunto de l.ame-
go, desembarcado prximamente: na rui
Dircita, n. 14, taberna dolampeo.
\,i ra do Crespo, n IA,
Ioji de Jos Francisco
Dias, vende-se
risradofrancez de quadros escuros, fazen-
da muito fina e fixa, pelo barato prego de
200 rs. o covado; pegas de esguilo de al-
god.to de 5 palmos de largura e eom 10 va-
ras e meia, a 3,20U rs. a peg, e a 320 rs. a
vara.
AGENCIA
a fuiuicao I^ow-lUor,
RA DA SK.ZALT.A-NOVA, N. 4^.
Neate est^belecimento conti-
,ia a haveium completo scrti>
ment le rnorncas e mcias moen-
das, pn a engenho ; machinas de
Tap:>i, e tochas de ferro batido c
coado, de todos os tanmihos,
para dito.
lie cozinheiro e moco de
navio.
Vende-sn um prelo mogo, de boa figura,
e que ja anda embarcado ha 2 annos: na
ra Direit, n. 93, primeiro andar, das 6 as
9 horas da manliDa, e das duas s 4 da
tarde.
-. Vende-se urna excellente bui ra do fer-
ro com fechadura de seiredo, e preparad
Superiores navalhas de barba.
Ilecliegado a esta praga um novo sorti-
mento de estojos de navalhas de verdadei-
ro ago inglez, as amostras silo francas : na
ra do Queimado, loja de miudezas, n. 16,
de Jos uias SimOes.
Loja de seis portas.
0 novoadmiuistrador desta loja, leudo
examinado os alcaides que encontrou em
dita loja, reconheceu serem femeninos, o
neste caso tem feito produzi-los, para en-
contrar os padrastos em alguna armazens
desta pregas, epor isso contina o sorti-
mento completo de fazendas baratas.
Vendem-se os trastes seguin-
tes : duas mobilias de Jacaran-
da, urna dita de oleo, urna car-
te ira de amarello de urna face,
meias commodas de amarello,
camas de amarello, marquezasde oleo, me-
sas de meio de sala de dito, bancas de jogo
ale dito, urna cama propria para menino,
.tocadores de Jacaranda e de amarello c
mais diversos trastes: na ra da Cadeia de
S.-Antonio, D. 18.
- Vendem-se cigarros de palha de milho,
bons, por prego commodo : na ra das Cru-
zes, n. 40.
Ao barato
Venle-se umaarmag.loe perlences muitd
commodo em bom lugar para negocio, oa
venda da ra da Senzalla-Velha, n. 48 : a
tratar na mesma.
Vendem-se 2 moleques de muito boas
figuras, um de 20 annos, eoutro de 16, sen
do um alfaiatee outro sapaleiro, ambos de
bonitas figuras para pagens; 3 escrava
mogas, que cozinham, engommam o co-
sem; urna ditaque cose e faz lavarinto, e
que he ptima para urna senhora acaba-la
le educar ; urna dita com urna cria de oito
mozes, e que cozinha e lava muito bem ;
um preto muilo bom para todo o trabalho
lo campo c da praga; um mulatinho de
12 annos, ptimo para aprender ofcio, ou
para servir a urna casa : na ra do Collegio,
n. 21, primeiro andar, se dir quem vale.
Sapa loes do Aracaty,
f'eifi's de encommenda.
Acaba de chegar do Aracaty urna gran-
de porgito de sapaldes feitos a capricho, is-
to por effeito de novas recommendagOes
que para l se tem feilo ; porque os que at
goia linham vindo, notavam-se-llies im-
perfeto, j no cosido, j em formas anti-
iras e mesmo em corte : estes sapatoes de-
pois de tintos e acostumadosa boa graxa
chegam a confundir-se com os de cou-
ro de lustro ; o seu prego he de mil rs.
Npvo sortfmento d fa-
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampean.
Vende-se cassa-ebita muito fina, de bo-
nitos padrfles, cores fixas e com 4 palmos
de largura, a 320 rs. o covado; corles da
dita a 3,000 rs.; riscado do lislras de li-
nho, i 940 rs. o covado ; dito de aigodflo, a
140 e 160 rs. o covado ; cortes de brim par-
do claro, com duas taras e urna quarta, e
1,600 rs.; riscados monstros, a 200 ra. o
covado; zuarte azul, a 200 rs. o covado ;
chitas, a 160 e 180 rs. o corado ; fusto, a
640 rs. o corte ; chales de tarlatana, a 500
cobertores de algodSo americano, a
par, dinheiro vista na ra larga do Ito-
zario, n 35, loja de miudezas.
a loja franceza na ra Nova alraz da
matriz, lem bonitos jarros de porcellana,
lantetnas de pe do vidro, ditas decasqui-
nha inglezas, ditas fracnezas, candieiros
para sala, ditos de lat.to para estudantes,
liengalas de cana, bandejas finas, chapeos
de sol de seda de cores para homem, fundas
para os quebrados, chapeos frarcezes de bo-
nitas formas, lengos de seda de 1,000 rs. al
5,000 rs. para senhora e homrns, ditosde
lUoraulins, e outras muitas fazendas : sa-
patos de duraque decores para senhora a
800 rs., ditos de coro de lustro a 2.000 rs.
Assim como roga aos seus devedores que
he vam pagar, para nito mandar tantas
vezes os seus caixeiros em suas casas.
Vende-se banha de porco derretida e
da Ierra, a 360 rs. a libra : na ra do Kan-
gel, n. 21.
Na ra do Queimado,
n.),
acha se venda um complelo sortimenlo
de manteletes e eapotinhos para senhora,
de chamelote ondeado e de lislras ; bem co-
mo de seda fuita-cres, os quaes vendern-
se por menos prego do que em outra qual-
quer parte. DSo-se amostras aos compra-
dores.
Vende-se a casa terrea de lijlo na ra
Imperial, n. 136, em chitos proprios, e mais
26 palmos de terrreno ao lado, ludo aterra-
do at o rio : na ra do Collegio, n. 6.
Vollarete.
Caixinhas com fixas e lentos para jogo de
vollarete, recentemente chegadas de Fran-
ga, por prego commodo : vondem-se na ra
do Crespo, ao p do arco, loja de miudezas.
Bstifo-so acabando.
Vendem-se cortes de lina casimira preta
e de cores, pelo diminuto prego de 5,000
rs. : na ra do Queimado, n. 9.
Vendem-se duas escravas mogas, de
bonitas figuras, sem vicios nem achaques:
na roa da Cadeia do llecife, n. 54, loja.
VI idem-se caixas para assucar, ja ser-
vidas, a 2,000 rs. cada urna praga do
Commercio, n. 2.
Vende-se urna armago de venda j
des r anchada e em bom estado, por prego
commodo: na ra da Cruz, n. 51, a f.llar
com E. Uolli.
Chales de seda a 5.500.
Na ra do Livramenlo, n. 14, vcndem-se
chales de seda, a 5,500 rs. ; cortes de casi-
miras do cOrcs, a 3,000 rs. ; ditos do cassa-
chita finas, a 2,400 rs.; cambraia de ssda,
a 5,500 rs. n corle ; sarja preta muito boa,
a 1 600 rs. o covado ; chales de cambraia
com loque de avaha, a 640 rs. cada um ;
panno lino preto de boa qualidade, a 3,000
e 3,500 rs. ; dito muito fino, a 5,000 rs. ; di-
to azul para fardamento da gutrda nacio-
nal, a 3,000 rs. o rovado ; e outras muitas
fazendas por harato prego.
Teeidos de algodao tran-
c.ido da fabrica de To-
dos- os- San tos.
Va ra da Cadeia, n. 5(2,
endem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
640 rs.; e outras muitas fazendas por bara-
to prego.
Jloend s superiores.
NafundigSo de C. Starr & Companhia|,
atn S.-Amaro acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construegap muito superior,
A ellas, a ellas.
Vendem-sc riquissimas golas e pescoci-
nhos para senhora, pelo diminuto prego de
2,000 rs. cada um : na ra do Queimado,
u. 9.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de diffe-
rentes modelos : na fabrica de machinas e
fiindigflo de ferro, na ra do Brum ,
ns. 6, 8el0.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Baha
Vende-*" em casa de N. O. Bieber & C.
ta ra da rus, n. 4, algodSo trancado
laquella fabixa, muito proprio para saceos
le assucar, roupa de escravos e fio proprio
para redes de pescar, por prego muito com-
modo.
Xovo sortimento de fa-
zendas baratas.
Vcndcm-se corles de cassa-chita muilo
bonitos, a 2,000, 2,400 e 2,800 rs.; riscaili-
nhos de linho,a 240 rs. o covado; dilo de
algodSo muito encorpado, proprio para
roupa de escravos, a 140 rs. o covado ; cor-
tes de brim branco de linho, a 1,500 rs. ;
dito muilo bom, a 1,700 rs. ; dito amarello,
a 1,600 rs. ; dito com listra ao lado, a 1,280
rs. ; cassas de cores muito bonitas, a 320
rs. o covado ; riscados monstios com qua-
tro palmse mel de largura, a 200 rs. o
covado ; zuarte furla-cres, a 200 rs. o co-
vado ; pegas de cambraia lisa com 8 varas
e meia, a 2,720 rs.; chitas de bonitos pa-
drfles, a 160 rs. o covado; ditas muito fi-
nas, a 200, 220, 240, 260 e 280 rs. ; lengos
de seda para algibeira, a 1,000 e 1,280 ia. ;
dilos para grvala, 1,280 rs. ; e outras mui-
tas fazendas por prego commodo : na ra
ilo Crespo, loja da esquina que volta para
a cadeia.
Gai-raas vasas.
Noarmazem da ra do Amo-
rim, ns. fGe 58, vendem-se g[r[
gos com urna groza de garrafas ca-
da um : tambem se vendern sac-
Cdscom farelo com 3 arrobas ca-
da urna, a 3,5oo rs. a sacca.
A 560 rs. a libra
HMBMW^WWIHI III, _! HMItaiaiBWiTqiWP i Xm
Na rua do Crespo, n. 14'
loja de Jos Francisco
Oas,
vende-se esguiao de algodSo, fa-
zenda dequatro palmo. e meio de
largura e fina, pelo barato preco
de 3ao rs. a vara ; brim tranca-
do branco muito encorpado e de
listra ao lado, a i,a8o rs. o corte ;
dito de puro linho cor de ganga, a
",Goo rs. o corte eum completo
sortimento de fazendas por barato
preco.
Ceraem velas do Rio-o
deJancro. q
Vendem-se caixas com ce- q
ra em velas fabricadas em O
urna das melhores fabricas &
do Rio-de-Janeiro; sorli- q
ment a vontade do com- O
g prador, por preco mais ba- ||
> rato do que em outra qual-
^ gario, n. ig, a tratar com
0 Machado & Finheiro,
&
Cassas pretas a 140 rs. o
covado.
Vende-se cassas pretas de muito bom gos-
toa 140 rs. o covado : na ra do Crespo,
loja da esquina, que volt para a cadeia.
, Vendem-se ptocuraedes sel-
ladas, a 240 rs. ; apudactas sel-
ladas, a 200 rs. : no pateo do Col-
legio, loja do livro azul.
KfCravog Fu^ ios
o
o
Cobre para forro de
navios,
de todas as grossuras, em grandes porgfles
e a retalho : no deposito da ra Nova n. 27,
onde sempre haver um completo sorti-
mento desle artigo ; bem como de folha de
Flandres, vidros, etc.
PrAnjas para cortinados.
Vende-se, por prego mais commodo do
que em outra qualquer parte, franja bran-
ca e de cores para coMinados, do melhor
goslo possivel: na roa do Queimado, n 16,
loja de miudezas, de Jos UiasSimfles.
Aviso aos ourives.
Vendem-se limas de agulhas sortidas,
por metade de seu prego, das que ltima-
mente chegaraiu : na ra Oireita, n. 50, lo-
ja de calgado.
escravos.
Farelo novo a 5,500 rs.
Vendem-se saccas grandes com 3 arro-
bas de farelo, chegadas no ultimo navio
de llamburgo: na ra do Amorim, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
- Vende-se urna casa terrea na tua da
praia do l'ocinho, n. 6 : na ra de Agoas-
9
Mantas
9
9 pretas de fino crep, e tambem de *
9 cOres para senhora e meninas, pelo 9
fj) barato prego de 800 rs. : na ra do #
9 Crespo, n. 11, loja de Antonio Luiz ?
i dos Santos & C. >
f
Ao bom e baralo.
No Passeio-Publico, loja nova n. 9, de
Albino Jos Leite, vendem-se pegas de ma-
dapoblo com 4 palmos de largura, a 3,000
rs.; dilas de riscados da moda, a 6,000 rs.
a pega, e a 160 rs. o covado ; cortes de cas-
sa-chila, de bonitos padres e com 7 varas,
a 2,800 rs; lengos de seda de cores, a 1,000
rs.; chapeos de sol, de panninho, a 2,800
rs. ; corles de caigas de castores, a 640 rs. ,
e a 160 rs. o covado ; riscadinhos de 4 pal-
mos de larguia imitando aos de linho, a
160 rs. o covado ; chales de tarlatana, a
1,000 rs.; lengos de cassa lina com Ktrei-
ros e bico a roda, a 320 rs. cada um ; o ou-
lras muitas fazendas por menos prego do
que em outra qualquer |nj.
para incendio : na ra da Cadeia do Iteci- I Verdes, casa terrea junto ao sobrado de 9
fe, n. 34, casa de cambfo. laudares, defronte do oilSo de S.-Pedro.
Aos senhores de engenho.
Potassa superior, de primeira e segunda
qualidades, vendr-se por prego mais com-
modo do queem oulra qualquer parle : na
travessa da Madre-de-l)eoa, armazem n. 4,
ou na ra do Itangcl, n 46, primeiro andar.
Vende-se superior farinha de
Irigo da maica SSSF, chegada l-
timamente a este mercado i a tra-
tar com Manoel da Silva S no &r-
mazem do Annes, no caes da Al-
randega
-- Vende-se um preto bom sapatoiro : na I
i ua da Aurura, n. 52. I
Fugio, no dia 13 do corrente, urna et-
erna de nome Barbara, crioula, alta, com
alguina barba, cabellos entre [retos, com
marcas de bexigas ; levou panno da Costa
de listras encarnadas e vestido de riscado :
quema pegar leve-a a ra Velha, n. 102,
que ser recompensado.
vFugio no dia 3 de abril de 1850, do
brejo Cangah do engenho Coicana do nor-
te, um escravo creoulo, de nome Matheus,
carreiro e "estre do assucar, com os sig-
nar-* annos de idade, altura
regular, dentes abertos e podres, beigos
bicudos, pouca barba, pes muito apalhe-
lados, os dedos mnimos dos pes muito tor-
ios, tem o andar remando, as aps al-
ias, que representan) meia corcunda, as
ndelas com marca de agoute : quem o pe-
gar e trouxer ao mesmo engenho di-se cem
mil is de luvas, e no o podendo pegar
denunciando delle em lugar certo da-se cin-
cuenta mil ris.
Fugio, no dia 20 do corrente, pelas 7
horas da noite, um preto crioulo, de nome
Joaquina, de 20 annos pouco mais ou me-
nos; levou caigas de aigodflo, brancas e j
rotas, camisa de algodSo trangado riscado;
tem as pernas finas e os pes um tanto in-
chados por baizo ; costuma beber e d para
fallar, por ser muilo tallador; be escravo
de Jos Camello Pessoa de Albuquerque, do
engenho Matory, comprado aqui por Ale-
xandre Correia de Castro ao Sr. Antonio Ri-
cardo do llego : quem o pegar leve-o a ra
da Cruz, n. 33, a l.uiz Jos de S Adujo, ou
ao engenho Matory.
Km a noite de 28 do ircxirro jarsido
fugio, da povoagSo doMouieiro, da casa da
residencia de Ha noel Antonio da Silva An-
tunes, a preta Maiia, do genlio de Angola,
moga, de estatura e corpo regulares, cor
preta, rosto aboceitado, falla bem o vulgar;
lem os ps um tanto grotsos : quem a pe-
gar leve-a ra da Cadeia-Velha, n. 94,
que ser gratificado.
-- Fugio.'.do engenho de Tres-Boceas, no
dia 17 de fevereiro passado, um pardo com
os signaes seguintes: bario, grosao, sem
barba, de 20 annos pouco maia ou Beos,
cabellos enroscados, olhog grandes a aga-
ropados, bem feito de corpo, pernas e ps,
nariz chalo, beigos grossos, bocea regular e
com todos os dentes; intitula-se forro, e
como tal vem mooido de um passapoite fal-
so com o qual iimiiri c sutoridsdes do
IJarra-Grande : quem o pegar leve-o ao di-
lo engenho, ou ao Itecife, em casa de la-
noel Joaqu i ni llamos e Silva que em qual-
quer das parles ser generosamente recom-
pensado.
Fugio de bordo do patacho AitrJa em
13 de fevereiro prximo passado um escra-
vo marinheiro, de nome Joaquim, c ionio,
he alto, tem barba por baixo do queixo,
bexigoso, cheio do corpo e reprsenla ter
40 annos, o qual consta que tem mili na
cidade delinda : tan hem fugio de bordo
do patacho Dmt-ie-Mtrro em 16 de abril
corrente, um escravo im-rinheiro de noma
Miguel, nagflo Mina, cor preta, estatura
regulare cheio do corpo, representa ter 30
annos, levou vestido roupa de aigodflo usa-
da e inculca-se ser torro, os quaes sBo da
propriedade do Sr. Francisco d Silva Flo-
res, negociante do Rio-Crandrt do sul. P-
de-se a todas as autoridades policiaes a ve-
nliatj todo quaosquer escravos, que sejam
Bata, e ans rapi|3es de campo muito
enda sua captura, gratificando-se
trouxer, na ra d. Cadeia, n. 39,
casa de Aoiorim Irmfloa, reconhecendo-se
os propris, pelo primeiro com 100,000 rs. e
pelo segundo com 50,000 ra., oque se ga-
rante pelo presente.
Fugio, no dia 13 do passado, pelas [9
horas da noite, o prelo benedicto, crioulo,
que representa ter 24 annoa, de altura re-
gular, sem barba, cara redonda, ollos car-
rancudos; lem os ps torios, e he cambado
de urna nenia ; levou caigas a camisa de
riscado e eslj rota, e bonete, quem o
pegar leve-o ra da Cadeia do Itecife, n.
51, que ser bem recompensado.
Je-se a toda
rilixttfodo
iq-WaVfBti
laN. :na -m. di m. t de faua. 1850
II CTr^lV/CI
kA\ itii Ann


p
"^p
Scxta-IWr.i 6 de Abril.
(SUPPLEMENTO
!80. N. 94.
PARTE OFRCtel.
GVEKNODA PHOVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 15 DE MARCO.
Olllcio. Ao prndente da Bahin, ro-
metten.lo a guia do capitito do corpo de
deposito de rccrutas, Antonio Jos dos Pas-
sos.
Dito. Ao inspector dn thesouraria de fa-
renda, transmitlindo o aviso de una lettra
da quantia de 500,000 rs. saecada pela the-
souraria do Hio-Grande-do-Norte, sobre ca-
sa e a favor do Jos Gomes da Silva. Parti-
cipou-se ao presidente da mesma provincia.
Dito. -- Ao mesmo enviando para que te-
nha a devlda exccncao, copia do decreto de
II de fevereiro ultimo, pelo qual S. M. o I.,
lwuve por bem demlttir a Luiz Rodrigues
Selle do lunar de thesoureiro dos ordena-
dos .testa provincia.
Dito. Ao mesmo, communicando que
segundo de aviso do ministerio da fazendn
de SI de fevereiro prximo findo, fura inde-
llrido o requerimcnlo cm que Joflo Ribei-
ro de Vasconcellos Pcsso.*, representara ao
goveruo imperial sobre a dcmissilo que le-
ve do lugar de fclor confercnle da alian-
dega desta provincia.
Dito. Ao commandante da praga, di-
zendo ficar scientede ler sido assaltado da
febre reinante o alteres secretario do sexto
balalhflo do cagadores, Guilherme dos San-
tos Sazes Cadct.ede nao poder elle por esse
motivo seguir para a cdrlu como havia de-
terminado.
II1KM DO DA 16.
Oflicio. Ao presidente da Parahiba, de-
clarando que, segundo inforinnu o comman-
dante do corpo de polica, cm oflicio desta
data, JoSo Antonio de I aria, levo bajxa do
mencionado coipo, cm 10 de maio de 1818,
por haver (nal'sado osen engajamento.
Dito. Ao commandante das armas,
mandando dar baixa do scivico, ao soldado
do oitavo batalhfo ile caladores, Jos Al-
ves Feitosa, visto ler finalisado o lempo por
que era obrigado a servir.
Dito.Ao mesmo, communicando ter con-
cedido permissflo ao marechal graduado Jos
Joaquim Coelho.que segu para a Babia para
levar em sua enmpanhia, o alteres Jos Joa-
qun Coelho, e os cadetes Joaquim de Cus-
mao Coolho eHoracio de Gusniiio Coelho.
Inlcrou-se o commandante da piara e o
inspector da pagadoria militar
Dilo Ao coirmandantoda praga, in-
teirando-n de haver arbitrado a gratifica-
ran de 100,000 rs. ao soldado da coinpanbia
de artfices, MigU' I Luiz da Ptir ificacSo, por
se ter offerecido para engajaMe de novo no
exercito. Scienlilkou-se a inspector da
pagadoria militar.
Dito. -- Ao mesmo, communicando que
S. II. o I. houvera por bem noinear o dou-
tor Miguel Joaquim de Castro Mascarenhas,
para o lugar do 2. ci urgio de commissq,
com exercicio em alguns dos corpos do
exercito estacionados npsla provincia. In-
ti'lhgenciou-se ao inspector da pagadoria
militar.
Dito. Ao mesmo, scienlificando-o de
ler S. M o I. concedido prorogaco por
mais tres mezes, com sold simples, da li-
cenca, com que se echa na curte o capitito
do2 batalho de artilbaria a p, Antonio
AlvesCaiqueja Cemmunicou-se o inspec-
tor da pagadoria militar.
Dito. Ao mesmo, inteirando-o deque
S. M o. houvera por bem conceder tres
mezrsde liecnca com sold simples ao 1."
tenante do terceiro balalhfio de artilbaria a
pe, Jofioda Gama Lobo lientos. -Scientili-
tou-se o inspector da pagadoria militar.
D1I0.--A0 mcsiiiii, riiiiiniiiiiirn lii que ni
Liiiiin a emlilicico de 60,000 r*. ao pai
uno Jos da Tiiiiiiinli' Grvala Jnior, que
se ofTcrcciu para soivir no exercito, e pre-
vriiiiulo-o dequeodeve alistar no 8 ba-
ta I lio de cagadores.--Inleiiou-sc o inspec-
tor da pagadoria militar.
Dilo.-Ao ebefe de polica, ordenando, em
vjrlude do que Ihe re| rcteutou o jmz de
orpbflos supplenle desie termo, que liaja de
.llieiir a os delgalos e subdelegados mesmo leimo par que obse vem os arts.
13 do n'niilalucillo de 9 de maio da 1842e
*.* do de 7 de junlio de 1845.
Kilo. Ao inspector da pagadoria militar,
remetiendo a cnnla em duplcala na mi or-
lan ca de 32,960 rs.alim deque man le pu
Har Ki-x uh uidiu T'-ix. o.i a menciona-
da quantia, proveniente de 103 caibrosque
llic fon.ni comprados para a ilba de Ra lian-
do. -Coma unicou-se ao inspector do arse-
nal de maiiiil.a.
DitoAo inspector da thesouraria ds f-
zenda provincial, para que mande adiantar
no ciigenheiro lllet a quantia de um conlo
de res para occorrer as Jesiezns a lazer-se
com a obra de 17.* lauco da ettrada da Victo-
ria, visto acliar-se csgolada a segunda pres-
lar.io de Igual quantia, que pura o mesmo
tilll se Ihe mandn f.yrr -- lliU'llifc:Cnc0U-Se
o mencionado cngenlieiro.
Portara.--Nonicimdo inlerinamenle juz
municipal e dcorphflos ilo termo doOuri-
cury ao bacharel Caelano Kstelita Cava lean-
te l'essoa. --Fizeram-e as convenientes corn-
inunicacfles.
Dila Demiltindo a Alvaro Ernesto de
Carvalho Granja do cargo de piimeiio sup-
plenle do delegado do lermo doOuricuiy,
e Humeando para o substituir o bjcbaii'l
Caelano Kstelita Cavalcnute Pessos^Pificn-
tilicou-su o (li fe de polica.
cluir, viato participar o iiiraiuo commandante,
quejulgava mais conveniente seren feltoacni
l'crnambuco os reparos do referido vapor.
Dito. Ao juii municipal supplenle de Ana-
dia,Atarlas Cailos de Carvalho Gama, para res-
ponder com urgencia eohre a qucixa que con-
tra elle la/.....Jos de Souza Moreira e sen lilho
Joaquim de Souza .Voreira, a qual se Ihe enva,
devendo devolvc-la acoiiipanIida das denun-
cias de que (rala.
Dito. Ao inspector da thesouraria de fa-
7enda, rcmettcndo-lhe o oflicio do capitiio do
porto Interino, com as tullas e recibos juntos,
afiin de ser exonerado da quantia de 4c0 rs. a
elle adiantada, e constantes dessas conlas, e
que se Ihe adame os200,000 rs. que requisita
para conllntncao da compra de matrriacs da
obra do trlheiro, ein que se utandou proseguir
em vlrtude de ordem imperial.
Dito Ao engenheiro Inspector das obras
publicas da provincia. di/endo-lbc que, leudo
de reunir se no da 25 do proiimo mei de abril
a asseuibli'a legislativa provincial, remella
com brevidade i presidencia um relaturio das
obras a sru cargle das medidas que Ihe ocenr-
reieni para melhoraiiiento material da pro-
vincia.
Dilo. Aa subdelegado da Lage-do-Canhotc.
i-' agora me l'oi possivel faser a remrssa d
Dos guarde a V. F.xc. Secretaria da po-
lica, na villa doCoianninha, iodo abril de
1850. llltii. e Exm. Sr. Jooo Carlos Wan-
derley, vicc-presidento desta provincia.
Ochcfe do polica interino, Francisco Xavier
l'ertira de linio. Conforme O amanu-
ense de polica, Carlos Joaquim l'inheiro di
Vasconcellos
Communicado
No da 18 do correntc, pelas 9 horas da
manha, leve lugar, na matriz doCorpo-
Santo desta rulado, a celcbracfto das exe-
quias do benemrito acadmico Fabio Vel-
loso da Silveira, assnssiuiido pelos revolto-
sos de Ipojuca 6 Escada no da 23 de Janeiro
prximo passado.
Varias ciicumsiancias concorreram para
abrithanlar esseacto tilo digno de saudosa
recordago, quando nos faz lembrar que a
perda do um cidadilo tito distinclo por seus
talentoso virtudes foi urna das causas do aui-
i|iilamento da revolta orcstabclcciincnto da
lambem referes intrepidez, honra c ocarac-
tor docdadilo... Masah.' nltomo engao;
Senliorcs, negrura e tristeza o vcslcm,
mas elle., elle he radioso em gloria... l-
gubres sensacos de confusflo, honor e
medo desvaneccram, e boje rcpclu smenle
o nome de um hroe, que preferio antes
a morto que a transgiesso das leis patrias ;
hoje he monumento da fama, lio urna podra
de triumphoem memoria d'aquelle que sa-
crifican a vida pela liberdade civil, honra
da patria c seguranca publica. Parulus
nm mor inagi', rjuain patrias leges preva-
ricari,
O vassallo fiel, que por obediencia ao so-
berano tomn armas, affronlou ospergos
promplo a inorrer antes que soffrer pesado
jugo de degenerados tilhos da patria, aquel-
le que fez de seu peito generoso um muro
d brome para sustentar o carcter nacio-
nal, a inlegridade do imperio e o throno
imperial; aquelle que ininolou fortuna, seu
sangue e vida para applacar a ira doScnhor,
visivel no fogo e no ferro inlmjgo sobre
a cidade infeliz, que vivera para a patria,
]e morrn por ella... all, all esU gravaditj]
lego Kconliccida, encontrando por i.so foric da Silveira Vellozo, alin de oulros muitos
opposi9ao da parte de Vine. Seus servicia es- que tanto se distinguirn) e illiislraram, o
tarSo m nipir presentes consideradlo do go-'sr. l-'ahio procniou com valer e dedcacfio
verno, que espera continu a prqsl-los com a. mlar os gloriosos feilos de seus anlepas-
mesi(.adcdicacaoqe ten. encontrado. Lsados; mas despido (le ambeflo, eso por
nm 1 a .1 1 a r Idesinleressado patriotismo.
Ulnclo. Ao lusprclor da (liesour ria de (a- ,. ......* e: ,,-.- :n.,,-i. n...i nuui>. r, iiiii-m, oi-iuuiiia, iiu.-iu uc raw
:enda, dizendo-lbeque. havendo mni.a urgen- ^PJ"8" fo1 ?,l'l, '"">'. COJO nom ai.ula se nu.. proforio,
ci en, que arjaobriguedaor" prvido de vi-i victima da inveja deseua degeneados com- e cljj1 \M d ,, ||nj|. M(,sso ,
verea, aliin de poder j c j ser empregado em provincianos que, cobarde e traicocirameii-
11 ma Coinmisso, uonidc entregar ao nlleres Jo-; te, Ihe rouharam a preciosa existencia. Nun-
justic.11 celeste, c talvez o seu sacrificio fosse
o pceo da patria.
Mas ali.' a patria rotativa, o tlironn im-
perial sustentado, e nos Iriumpliamos; mas
elle ir oree n no inaior verdor dos seus
anuos. E quem, Senliorcs, quera bees
s aIvcs deSnuia, a quantia de 500,000 rs. p.i- ca ser supe lina a leinbranca deslcs e ou-
r oa ir levar ao comniandante do misino bri- (rog cidadfios que se dislingurein pelos ser-
'f quem havera recibo, que (leve tirar na vicos picslados a seu paiz, pi incipaluiente
ar.aa.equeosobred.lo commandan.e I n>u||1|| Je corrupQBo c immoiuli.la-
gue, de quem haver
llieiour
possa dar as suas contas e passar os competen
lesconbccimeiilos.
IDt.M DO DA. 25.
ORicio. Ao agente da coinpanbia doa vapo-
res, para mandar receber a bordo do vapor
Uahiana, para serein entregues em PernaiuLiu-
poca de coriup?;
de, cm que o interesan possval .e mesqui-
11I10 he a opniao universalmente adoptada,
os disfamada por um amor patrio simu-
lado.
Daremos aos nossos Icilores urna noticia
o, 01 qu.tro desertores conslanles da rclaco exactamente ciicumslanciada dessa core-
queseiemetteuassignada pelo ajudaute de or- ,no religiosa.
iient dogoyerno._______________ i s0 ,c0 ,|o pavimento da nave se ergua
_. ,, 1 um sunipluoso mausoleo que se elevava
luo-brande-do-lNorle.
H,0-lrand.-do-Worle. Jquasi ao Udo, emfruia quas pvramidal. ^^^t^JESZ
Numero trintae cinco. Tcndo o chele terminando com um pequeozymhorm, em mo c C(1[n ., M [rhl m rclac.T cnl
U'gfio ds guarda nacional desta capital, cuja cpula eslava enllocada a figura alie- l)ul virtudes chrislVias ; cm relacKo
r> oflicio uue me dirigi em dala de 28 do gonca do Tempo. Ornavam of ngulos comsii,0 mwmo, engran leceu-se pelos'ca-
de
no
mez passaiio, eque erT original I lie envo,' ilesse monumento provisorio quatro Ii;;ii-
feilo Vmc a grave impulacflo de que Au-'ras, tcndo cada urna dcllas dllerentes ob-
touioOnca reo pronunciado pelo crimeda jectos, como livros, espadas e mais appara-
trada dos presos da cadea de Coianninlia,. tos militares : aos ps distas figuras corra
e morte dos soldados, queaellessc acba-' orizotitalmente um eixo, sobre o qual se
va ni de guarda, estivera na propria casa do'achara ni quatro dislicos f obra do Sr. lia-
Vmc, o que jamis posso Crr, atiento O co- noel Rodrigues do Passo ;, sendo o primei- cja"vjc
nliccimcnlo que tenho do modo honroso e ro, frente da porta principal, OSCguinto: bou tan
digno, com que Vmc. se porta no desempe-
iiIki de suas obrigaces publicas ;cumpre, I
nSo obstante, que Vine, me informe da ver-,
dade acerca dcste objecto, e bem assiin se j |)o |ai|0 correspondente, c a frente da ca-
os pnncipacs criminosos do atteutado com- pella-miir o seguinte :
mettido em C.oiauninha, de que cima Ira- i
le, tcem apparecido nesta capital, como
igualmente refere o sobredto clicfe de le-
giilo em seu oficio, que Vmc. me devolver.'
Dcos guarde Vmc. Palacio do Governo,
do Itio-Grande-do-Norle, em 5 de Abril de
Faliin no nome, Fabio no valor :
Do Brasil o milis nobre Utlcnsur.
Xomliou das furias do /ros Mavorte.
Ceden aos golpes da sanhuda Morte.
Do lado direito, csl'outro
1850. O vice-I'rcsidcntc, yo derley. Senhor Dr. chefe de polica inte-
rino. Conformo. o amanuense de poli-
ca, Carlos Joaquim Pinheiro de Vasconcellos.
Numero trinlacsetc. Illm. e Exm. Sr.
S por observancia ao oflicio de V. Exc.!
de 5 do con ente mez, sb numero liinta e
cinco, me dou ao trabalhodc responder aos
descomunacs insultos que o celebre assas-
sinodo Fcirero-lorlo, Eslevo Jos llarbo-
zadelloura, cm sua infernal hydrophobia
ousou levar n presenca de V. Exc. no seu
liliello famoso de 28 do mez passado. Este
miscravel encrguinciio, desesperado por
ver sabir de suas mflos assassinas o impor-
tanle reforco de instrumentos bellicos, que
Bajn filho, bom amigo e cidudUo,
Prestante e de siilgello coraco.
Do lado opposto, o seguinte :
Comi iimi unjo viven entre os morlues,
Amando a patria sua, a seus iguaei.
Sobre a base do mausoleo, que represen-
lava iima gradarla flngiudo pi morosamen-
te marmore, eslava collocado o seguinte
terceto do soldado veterano :
l'assando desta vida transitoria,
O seu nom ser mais celebrado :
Nos eoi exist, existir na historia.
Tanto o mausoleo como o templo se acba-,
vam ricamente Iluminados e decorados
quanlo mais recatada das vistas do mundo,
e o sancluario de urna Ilustre e honesta fa-
milia be o uiiico lliealroeni quo bi'lham as
virtudes privadas sompre auxiliares das vir-
tudes publicas.
Nasceu O lllustrissimo Sr. Fabio Vellozo
da Silveira no eiigenlio l.age, da freguozia
da listada desta provincia, no da :t do
margo de 1827, contando na tonga serie de
seus ascondenles Ilustres aviis (lesrcudeu-
les da nobre familia do conde d'Ainaranle,
liojo marque/, de Chaves, tcndo por seu ter-
ceiro avA o disliucto tencntergcncral Diogo
da Silveira Vellozo e nasceu, Senhores, no
seio da opulencia. As brilliantes disposi-
cOes de que a nalureza o tnha dotado, logo
prognosticaram o quo um (lia viril a ser, o
desdo a sua mais lema juventude podo-so
collier que este esperaiKOsn pimpollio le
urna lio Ilustre familia, lomando por norte
as virtudes de seus anlepassados, se torna-
ra digno dellcsc digno do seu nomo.
i'i nripiiii os seus primei ros esludos de-
baixo das vistas de um respeitavel pal, cuja
bravura, firmeza o probi|adeoram > sao lin-
da boje umversalmente admiradas, eao lado
le urna lerna inai nao menos caritativa que
virtuosa. Ueste modo a hislrucc/io prima-
ria do menino Fabio nio f i separada da
educa^'o, eem quanto seus mestres lanca-
vam em seu espirito essas sementes, que
devian para o futuro produzir Uo abun-
dante rulhoila, recebia dos autores dos
seus dias preceilos proprins a formar seu
roracHo, preceilos que mais valem que o
profundo saber, mas que reunidos a ellu
fiinam um hniuem perfeito.
l'cli/, Senhores, boa paiz onde se encen-
tran! pais que, conheceudo toda a impor-
tancia do magisterio que a natui'e/.a Ibes
desd'nou, se penetram da ideia que o nasci-
mcnlo menos participa a fonnacao do laco,
que une os pais aos lillios, do que a propria
educaco Aquellcs que abandonam nina
lebil crealura, ou que deixom o cuidado do
formar o seu temo cornean a cscravos cor-
ruptos c corruptores, nao sao seus pais, o
aquella que a levo em seu seio, nao he sua
mili !... para merecer lito gloriosos ttulos,
he preciso tomar por niodello aquellos quo
deramo ser ao lllustrissimo 8r. Fabio Vel-
lozo da silveira.
Senhores^, s nos d verdaderamente a
existencia quem infunde em nossas almas
seiilimcntos nobros, virtudes apuradas,
amor dos no-sos semcHiantes, desejos de
bem servir a nossa patria e perfeito conhe-
cimonlo dos dovres que temos contraliido
para com o Ente Todo Poderoso, que nos
formn, e que organisou e conserva esto
admavel universo.
O eco havia lalhado o corago do lllus-
trissimo Sr. Fabio Vellozo da Silveira pa-
ra Ihesouro dos mais uobres seiitmenlos,
de que se podo exornar um perfeito cida-
daojeelle nao CCSS0II de aproveilar este
particular beneficio, accumulando cabedal
de conheciiiienlos que Ihe ministrara a boa
CducaQo com i|iio seus pais cultivavam es-
ta tenra planta, que a seu tempo prndu/iria
fructos de honra c de gloria. Sim.oamAr
natural d'aquclles, a quem o lllustrissimo
Sr. labio Vellozo da Silveira devia a exis-
tencia, e a direcCiSa de seus prmeiros actos,
augmentava-se de da a da vendo-o properar
nacomprehencSo dcsuasdoulrinas, e exem-
'. pos pela docilidade e respeito lilal com
da villeza i tornain-se iiiscusivcis ao louvor I ,j,,(, os ,|)ri?aVa.
as cinzas Trias e taciturnas, e assimcomoj -iiica aquella dade, cm que a simples
i uo podem rebaler os tiros da calumnia | nstrucego primaria lie acanhado circulo
e da mentira, assim tamliem nao podem ,,..., S desenvolver una iniaginaco fe-
neeitar nem recompensar os tributos di, cuikJ.i : seu Ilustra pai o manda para o col-
lisonja. Acabou : o imperio da morte lie o |,.^0 pernambucano, entao installado nesta
imperio da igualdado, lie o Imperio J>"' fi-ia.lo ; nesse nsylo da innocencia, da ins-
verdade. truc^ao o da moral, estudou alguus prepa-
Todas estas crcumstancias, unidas as Jralorios, continuando, depuis do extincto
distinctasqualidadesqueofaziam recoineu-is(e collugio, os seus esludos no de Santo-
davel cidadilo, ou no seio de sua familia, I Antonio, d'ondc sabio cm Margo de 1816 para
ou na rodado seus amigos, ou na sociedad.! esludar as sciencas jurdicas e sociaes na
brasilea, aniniam-mc a pronunciar o eu^academia de Olinda : r.ii aqu que o Illm.
elogio fnebre, sem oflcn.lcr o decoro da gr |,-.,i,0 Vellozo da Silveira desenvolveu
| rcligiflo, o sem faltar verdade. Alton-'ni0 vulgar talento, causando a admiracOo de
boje o noSSO pra
amargo ? lie... e poderei cu dize-lo ? Uc
u Illm. Sr. Fabio Velloso Ja Silveira, que
o ferro assassino prematuramente arran-
cn dos bracos do lerno e carinhoso pai,
c do circulo dos liis amigos.
Dos quiz formar nelle um homem be-
nemrito da patria, da religiao e.lahuma-
nidade, e en posso aiinuiiciar del le o ora-
culo do Espirito-Santo i ludo fez bom na
breve carreira da sua vida ronheceii que
era um dom de Dos ver o bem como re-
sultado e fruclo do seu traliallio. A con-
digno de lioniem o constiluio em relages,
e silo as (resinas que nos lemos, seja qual
fr o nosso estado e a nossa coudigao,
niinli.K da jusliga, c dirigio-se por esta na
estrada da gloria ; cm rolaran com a palria,
elle fui um dos cidiidos mais uteis e mais
benemritos: foi brasileo; e, anda mais,
verdadeiro Pernambticano, em cuja defesa
recebeu 0 golpe que u privn da existen-
'xaudoseii illustre pai, de quem reco-
mas ligues do valor, penetrado de pro-
funda dor, seus prenles em amargo plan-
to, e seus amigos inconsolaveis.
| Quando se loma os liomcns benemritos
depois da sua morlc, nao lie, ncm pode ser
um recurso da lisonja. Na morte linda-so
loda a dependencia, esvacce-sc o fumo da
adulagao : sobre a pedia do sepulcliro se
\ despeJagan) os IburibuloH em (pie se quoi-
mn na vida o podre incens da vaidade e
dei-me.
Tmulo magestoso! pavorosa imagem d:l
urna quadra ravoravel aos seus damnados ic,,m.lol1! Roml,a lul,i;1c. 'lUi,"l iristoza lgubre espectculo indicativo de
'*>*. k r.ssivi un i,c iu:it' sonre mimos tiros ue sua costuinada mate- 1 ,, ?*.i.t......!"
dicenca ; sobre mim, em quem elle sempre cB depula.los prov.ncn
tein encontrado o mais poderoso inm go DcPols.u m.ssu o llev. pa
de seus c. mes, at a ponte de varojar a sua Jof Cap.strano de Mendonc.
INTERIOR.
AI.AGOAS.
Extracto do expediente do Exm. Sr. presi-
dente Dr. Jos liento du Cvnha Figueiredo.
23 DE MAl;(..(>.
OfHcio. Ao .-apilan no poilo interino, para
proceder.loo smenle visloria sobre a avaria
do vipur 'niiiiii, dev.ndo entregar ao scucom-
uiaudaute o respectivo leiino, logo que o cou-
ensejos de mais Ihe havia ornecdo, iulgou ',0?.s,v,!l '",e"|ar-se:
quo no seu delirio phrenetico devia lancar omparceeram varias pessoas gradas, en-
sobro mim os tiros do sua costumada malo- l,eas juaes se conUvam muitos de seus
collegas deputados prnvinciaeS.
padre mestro Fr
rotar, sua -..ca subi a pul-
laganhosa monlanlia, e o levar ao fundo dos
carccrcs, dos quues apenas sabio polos ma-
nejos da impunidade. que infelizmente tem
residido entre nos. Nito lie muilo para ad-
mirar, que este monslro convela as causas
ordinarias rcconhccidas autnticamente pe-
los facultativos da prematura esentida mor-
te do presidente desta provincia na prop-
nagio de veneno, O corte que esse deplo-
ravel evento deu a esse monslro no desen-
volvimeulo de seus crmes, e expansito de
suas maldades, o uhahlitou para farlar-se
de sangue e latrocinios, de que faz seu man-
jar diario! Ten.lo pois cu sido sempre o mais
poderoso inimigp docrime, edos crimino-
sos, como sera possivel admittircm mnba
casa o reo pronunciado de que falla esse
miscravel ? Eu, que tvo a coragetn de o
pronunciare prendC-lo, havia dar asyJo a
seus correos ? Semelhante quadrilha por
elle he que lom sido sempre protegida, o se
boje est desavido com esse, sem duvida
nasceru isso d'algumas desintclligencias
na parlilha ; ueste caso tem raso eu.
temer o resultado, porque os mos limitas
vezes entre s mesmo se dilaceran). Oxala
que a polica actual em sua imparcialidade
o infatigavcl vigilaTicia "nao fsse obrigada a
ter s vistas sobre o larapio e facnoroso do
Ferreiro-torto. Qucira V. Exc. relevar al-
gumas oxpressoes mais speras que me ca
luram do bico da penna, irritado pela di
que me causnu a provocacilo, em quanto
mais desembaragado dos Irabalbos do jury,
que ora presido ueste lugar, passo a'tratar
de reivindicar o meu grvame o invcstigai
no que me nao pe tonga, lito terrivcl calum-
nia,
pito o pioiiiinciou a oi'Ag.'io fnebre que
abaixose transcreve : suaseloquentes pala-
vi as loram escutadas com religioso silen-
cio.
Fiiulas s coremonas religiosas os Srs.
dore de saudade, que us aun uncase pre-
sentas hoje ? Se a perita de Josias arrancn
as lagrimas dos tilhos de Jacob, tacita mente
nos estas dizendo agora que ja lio existe o
o cidadio prestante, o patriota veidadeiro,
o amavel e obediente til lio, o verdadeiro c fiel
amigo, o Illm. Sr. Fabio Vellozo da Sil-
veira.
Sim, Senhores, que nos resta (leste hon-
rado, deste virtuoso cidadilo, mais do quo a
viva lembranca de suas Ilustres acgOcs?
Drs aMtolggl* Torm Bandeira isse raanifcs(ilm um co ao eunl es.
Amonto de Vasconcellos>***Wpirio enriquecido do los eludes: eiv
1 aqu porque eu nfio temo dizer-vos qujj
mond e Manoel Rodrigues
rain lies allocuges nflo menos dignas de
publicidade.
Urna guarda de honra do corpo de polica
fez as continencias do estylo.
OUACAO rcNIBBS,
que as exequias do finado acadmico Fabio
Vellozo da Silveira recitan o Bevm. padre
mestrt Fr. Joltu Capislrano de ilendou^a
na matriz do Corpa-Santo do llecife, em
o dia 18 de Abiil.
'"'le > mor magii, quam
pstril Irg prnonricari.
L. il,,i Alarh. e. 7. v. 2.
Nestas palavras, Senhores, nos deixou o
Espirito-Santo perpetuada a memoria do
varo Ilustre quq resisti ao feroz orgu-
Iho de impiqf invasores o i.....ni como
hroe pela religo das les da patria,
quando o sanguinario representante do sa-
crilego Anliocho invadi Jerusalem, saque
ou o templo, profanou as les c dspeitou
as tribus... O' lgubre pyraniidc, que re-
flectes tristes restos da mm te, tu avivas a
terrivel memoria do pocas igualmente de-
sastrosas, iguaes successos, e um semcllian-
to sacrificio... negro panno, tu renovas no
coragfio da patria gemidos e luto... somb o
elevado as ideias religiosas do ebrsto, hoje
seus mestres, que mutuamente se cougra-
lulavam de ver fructificar assim as bellas
sementes que clles cuidadosamente semea-
, vam nos campos do seu coraeo o do seu
'espirito. \o nicio da admirago dos seus
'superiores e da estima de lodos os seus
[ collegas concluio o seu terceiio auno lecti-
vo em novembrode 1848, quando j havia
rcbeiHado o terrivel voleo da revolta, quo
tantos e lao incalculaves males trouxe
malfadada provincia .le Pernambuco.
Senhores, esse phrenesi poltico, quelanto
ebalou o imperio, anda mais foitomenle
commoveu as entraiilias desta provincia, eo
Illm. Sr. Fabio Vellozo dn Silveira, quo
voltava a gozar os doces amplexos de loda
sua farr lia, c em seu seio descansadlas fa-
tigas do estudo, indifferente as parcialida-
ello |,o digno desles testemunhos de*.toY* des mesquinhas que cntflo se Kerreavani
saudade, que seus prenles e amigos, debu-
Ihados emprento, veem hoje depositar sobre
o seu fretro. Elle foi ura firme sustent-
culo dos direitos do sua iiago, perfeito
cultivador da vil lude al o ponto em quo
exala o final suspiro, porque a sua naflo
Ilustrada desde a primavera dos seus dias
Ihe deu o claro couvencmento de que a pa-
tria, como a nalureza, tem dircilo aos ser-
vidos de todos os seus lilhos e de que a li-
deli.ladc aos juramentos que se lhes prest
lam he um dever que a religlo nos inipOc,
e muilo nos recommenda
Ha uma poca na vida do homem, en)
que se langam os fundamentos ao edificio
da sua futura gloria, O c. lago e o espiri-
to precisam para florecer de ser orvalhados
por urna assidua e prudente eilucagu : DS
virtudes que cuino desabroeliiim assim cul-
tivadas, fructifican! os hbitos das boas
aeges, porque a inslrucgo, pollindo a iu-
telgencia, alarga a esphera dos conlic.i-
nicutos do honiem e o fazeni manchar se-
guro ao desempenh." dos seus deveres. A
gloria queseadqure uessa prluiera poca
da vida he simples, mas he pura, o augmen-
tada por no vos incrementos, torna-.-c in-
dependeute da fortuna, c superiorsleisdu
tempo : poiviu ejla lio tanto mais preciosa,
vendo em imninenle perico os penhores
mais sagrados da nagao, so intenta libertar
sua eliara patria de qualqucr jugo pesa-
do quo por ventura Iho queiram impr
iniscrav. s nventureiros : he nesto estado
que elle, esquerendo-se de s, o s tcndo em
vistas a defesa da ordem, da constituirn,
do throno c da causa publica, voluntaria-
mente acompanha seu intrpido pai, aguer-
rido militar, na perseguigao dos revolto-
sos, servindo com a manir o mais prover-
bial dedicago a esta causa tilo justa como
sagrada; e distiugnindo-se por sua bravura,
deu exemplos de coragem aquellos mes-
mos que de prussfio de ha muito ja etn-
giam a espada. Senhoies, eu n.lo proliro
una atrevida hyperl ole; ah esta o r. nhido
combate nocturno, que leve lugar na fa-
zeuda dos C.urraes da comarca do Bonito,
cujo vencmenlo foi devido todo aos seus
esiorens e bem acertadas medidas.
No meio de tantas fadgas, Senhores,
nunca, nunca o Illm. Sr fabio Vellozo da
Silveira deixou do conbecer que era ho-
mem, e que no seio da soriedade todos os
homens silo irm&os e leeni direito a recpro-
cos beneficios ; sua uiilo earidosa nunca so
fechou para deixar deapplicaro balsamo
saudavcl que cicatriza as chagas da indi-


BM
2-
-.
, o! ,Punc !,s la8rnas vertidas pola sor da palria, o a patria o recommor.dar infelizes o sou poderoso arrimo, e patria
.!?_"*_3?'" S8r l)ois. cnxutas:! momoria de seus briosos filhos. Suas cin- um cidadio prestante e benemrito, que
"uto de nossss la- pelo mais desinleressado e puro civismo
Ma alma temos deixou a bfilhante carreira jurdica que
lias do Senlior. segua para acudir premuroso ao seu recla-
.... honrosa recordarlo o nomo mo, e com o sacrificio do proprio sangue es-
niicu o, sua atlabilidado se mostra igual ile tAo benemrito Pcniambucano. forcou-se para remi-la elibertc-la das vora-
, ". aS prand15 ?. poquono igual-l Dignai-vos, Dos de bondado summa,'gens daanarchia!! Eis os restos som vida de
menie_vecm cm seus labios o riso da ami- dignai-vos aceitaras preces que vos oTc- um ente que pelas suas afTaveis eensinuan-
/aue; inimigo do apparato, desejava arden- recemos eni suffragio polaalm.i destu nos- tes maneiras attrahio as sympathias do to-
lomeniequecssa igualdade quo a naturezaj so patricio e amigo, que tflo digno se mos- dos, e sempre tomou a virtudo por norte, a
d a todos nflo fosse destruida nem cm
trou da uoss estima e de nossa proteccilo. honra por'bussula e a dignidades por typo
I'urficai sua alma no sanguo precioso. Oh perda irreparavel, quem nflo te lamcn-
S a fama eorenomedolllm. Sr. Fa-iConiiriiiaeaVdaj euro feitai homempathicammli
Vellozo da Silveira, como tambem a] pilo Sr. Carniiro Lio.
din/
ra,
,ion i.i,... .______L---------' --i-----i --......*. ..u... viii .-.ii.i iiki | mu .-ni,, uua iiiruiiiiK, vem iieuicur-iua a sincera
S Tem "?s- ba,ancas, f'Midade, e dai-'ne eleo descanso dos amizade. Charo Fabio, se ah onde existes
- Rquiem alernam dona ei, Domine, engolphado na conlemplacHo do Todo-Po-
lca, conheceu toda a ndole da caridade, e et luxperpetua luc
foi caritativo; mas como ? como o manda a' pace. Amen.
ial et
religiflo, cscondendo mfio esquerda o
que liberalisa a direita. Eis o mais honro-
so lymbre, com que se podia corear aquelle
tmulo!... Illustre defunto, por tuas gran-'
et requiescat in deroso, nesse thcatro da cternidade, te p-
, ili'in chegar as lagrimas dos que te choram
sobre a Ierra, esse amargurado sulTragio
DMA SAUDADE. l'"-a SCIltr imii leu i'oiaeao as nossas pun-
I gentes saudades e intima dr, em quanto
des
Neste lugar silencioso, votado ao pranto perpetua se torna a tua memoria l
,r tuV,ri,Urt ?nl .VOr, "a morle : 'amarg"r8; d,a",le dMle m(""*mla, o E vos, soberano Scnhor, derramai sobre
mmortalS L, ^ Ve' mvece'. r?f0rd." so,,lloda vida o mystcrio da sua alma a torrente das vossas misericor-
,,"s. ,da.df'? eu C0JU roos seculos v.n-eternidadc; empresenta de tantas iinagens dias, aceitai os sacrificios que por ello
(ZandenTr^rm mme; d*conslornaflo de '"<*o eu venho do- ollcrecemos, obliterando com o vosso pre-
uuanuoo nomem irma vaiitajosamente por urna saudade, una fiordo tristeza, um cioso sangue alguma mancha ouo Ihe sirva
tifiSEJaS^^&* rb'er df ,nelanc""a Profunda.' EU de obstculo para apParcce^ el vssa au
i, aior bem ,1? hnTTS' *'?' SenhoreS'- dc.xo de parte os prazeres que embriagan., gusta presepca, franqueiai-lhe a sempilor-
Sanlo S diz- v-^ -"-:- "i --Es|,"" aSSllua50eS-ll.SOVgo,i;as' 0liS0 <*amoc{da- nidade feliz, como OUtVora franqueas-te a
no s
bio
infamia, cobarda e inq'ualficavel caniba-J Familia daSra D. Vmbelin* Coelho.-O ir .
hsmo dessas feras traicoeiras que para ul-, belina Coelho da Silva orna; Francisca Corh
trago e afronta da natureza tom figura de Ribeiro Roma, Julia Carolina Ribeiro liorna
bomeng. |e Ji Ignacio Ribeiro Roma (menoret.)
Espirito feliz, alma pura c angeles, que .. E,er*p Raymundo, Frederico, uc
deixasto na trra as fras cinzas do teuj -
corpo e ora appareces
acoihe em teu seio o meu
e as sentidas lagrimas de saudade quo verlo o menorea Manoel Aprlgio d-Morae>, nota.'
sobre a la campa. lo de Morac, Mara Amelia de Muraei e Idi|"
nade Moraea, e Joaquiui Olinto Uasloj (a ,.,
pirar.)
huravaInnocencia, gravemente doenle.
lamida Ai Sr. Antonio Amiei Jseomt. Anto-
nio Annes J.icome Pire*, D Mari Alcxandrlna
Jacome Pire, a menor D. Mara Alexandrina
Ba iTrr^ l'I?r lA '. "oel ownclo AlvcS de Moran c I). Mara Se
leu dorradeiro adoos, ..horlnha de Moraes, Marcelino Joide MoraA"
Manoel Rodrigues do Pusso.
Cor; spo.ideiidus.
no engrandeciinento do iillpstre finado o
eugrandecimento da sua patria, o porque?
pelo crdito que adquire, pela reputaeilo
de que goza, pelas riquezas queatlrahe e
pelo respeito que os cstranhos Ihe conser-
van). Paremos aqui; prosigamos na carreira
de sua vida lteraria B militar.
Concluido o lempo das ferias, foi-lhc
forzoso largar as armas, dexar o campo
para continuar nos seus cstudos jurdicos :
e logo que se recollio a esta capital, a/re-
senta-se ao Exm. concelheiro, digno pre-
sidente dcsta provincia, e o seu desinle-
jesse o faz agradecer quaesquer recompen-
sas, que por seus valiosos servicos Ihe hou-
vessem de caber ; sua caridade o iiipclle a
Wifferecer seus vencimentos em beneficio das
viuvas e orpliflos dos que pereceram de-
J'cndendoo governo.
Anda que generosameute recusasse o
premio do seus relevantes servigoa, a con-
sideradlo, o respeito e a estima que gozava
entre seus comprovincianos era tal que,
chegada a poca das clcic^es dos represen-
tantes da nacilo e da provincia, snm que
elle o promovesse, foi por voto exponta-
neo e livre de seus conridadaos eleilo dc-
putado provincial, contando ..nenas, Se-
nhores, 23 annos de idade !!! e quando
frequentava anda o quarto anuo jur-
dico.
Termina os seus esludos do quafto nno
cm novembrode 1849: o movmcnloarmado
toma novo impulso, e o lllm. Sr. Pablo Vel-
lozo da Silveira, fiel ao scu juramento de
lefender a patria, ofierere-sc ao governo
para de novo impunhar as armas em defe-
sa do mesmo governo ; mas, Scnliores, ja
o aguardava um destino cruel.' Scu ex-
ponanme patritico ofierccimenlo he ac-
ceito com agrado, e o governo conceden-
do-lhetodasas vantagens, com que d'anles
servir, o revcslc do poslo de capitflo de
commisso. Cheio de esperancas retira-se
para o engenho l.age, organisa urna com-
]>cnliia de bravos exploradores, com que
poz em aperto urna parte dos revoltosos,
batendo-os sempre, semprc colhendo novos
lourosde victoria.
Convinha, norm, S-;nhore.s, aos damna-
dos intentos de sanguinarios nionstros, aca-
bar com tilo prestante cidadio ; c, conscios
de seu valore da sua coragem, em secreto
concilibulo reunidos, unnimes resolvem o
seu assassinato, e quando em cumpri:;iento
de ordens superiores o lllm. Sr. capitao
Fabio Vellozo da Silveira se diriga desa-
pcrcebJo, o s ncompanhado de quttro
amigos, do engenho Tres-Bracos para Ja-
toba... ah um troco de revoltosos em som-
bra mata, em espesso e taciturno bosque
acantonado o espera, e accommeltendo-o
de improviso, oattravessam com um cliu-
veiro de balas .' O illustre finado pode an-
da andar longo espaco do camnbo, mas
sentndo-so ja exhausto de sangue e de
torcas, senlindoo estremecimenloo o fro
da morle, despede-se de sua palria, de
seus amigos, exhorta-osao valor c cora-
gem, eleva seu pensamento puro ao seu
Creador, pede-lhe o pcrdfio das culpas,
que como homem conimetleu, roga-lhe
livre Pernambuco dos seus inimigos. e
morre....
O furor dos barbaros no se limitou
sua morle : quando seu cadver segua a
ser depositado no jazigo dos mortos, no-
Tamento o acommeltem, e novos tiros sobre
elle se disparam ; (auto era o odio que vo-
tavam ao va lente defensor do throno impe-
rial eda inlegridadedo imperio /
Marlyr da palria, perfeito cidado, cora-
joso o intrpido guerreiro, elle antepoz a
iiioi te ao captveiro, dando a Ucos o que
era de Dos, o a Cesar o que era de Cesar.
Succumbio aos golpes do forro assassino,
mas cabio coberto do honra c de glora:
perdeu urna vida 13o digna de estimagSo e
apreso, mas nunca se riscar da lembranca
dos seus amigos e patricios o mrito de
suas Ilustres accSes : morreo scu poslo de
honra, em defesa da ordem o dos dreilos
aseoncellos Menezes de Drumond.
Venho pagar um tributo, o um trbulo
de amizade .. Esse i or cuja memoria
soaram no templo psalmos e as preces era
um lillm alH'iirna.lo, un rino exliemoso,
um amigo fiel, um cidadio benemrito
Passou como a sombra, mas deixou recor-
dacOcsqucse nao apagam osen derradei-
ro momento foi um passo para a gloria,
assin como o seu ullimu suspiro foi um
voto pela patria Perder um lliesouro de
amor esse eoracOo paterno que o marlyrio
lem despedazado; fdram-se as caricias" de
mili, as esperancas que brolavam, os in-
cnnlos que matizavaiu a vida; e o sello da
morte ahi o leudes mpresso nesse apparato I juventudo symbolisasse o lindoi boUo'da do duP|o> do que eiao custava Ppoderno j
Nao ilionv inteiro o justo, o virtuoso,
Na memoria dos bomensbrilha edura.
Ihe. Eleg.
Todo o nosso empenho, Senhores, deve
consistir na gloria de blennos um bom no-
ine. (i.' Desta verdade eslava bem com-
penetrado o lllm. Sr. Fabio
ve ira. Durante a sua vida s
Ao, Illuslrissimo* enhore deputados por *"evr.,
vinciues. lelborar a aorta do servidor do : JiS estado he sem duvida o objecto, que sobre frati0,._pcdro, Oi-ralda c Coiet
lodos devo mu seriamente oceupar na ac- J Faau'll doSr. Antonio. Igmti da Silva.-An- '
tua 11 ilaili: a iiltenrao dos senhores represen-i Ionio ilobfrtoda Silva, Antonio Ignacio da >il-
tantos da provincia. Admiltda e reconhe-/3 c nThereia leopoldina Jacome.
cida esta verdade, como incontestavel, cha-! F,craa> Maria e benedicta,
mamos a attoncao dos dignissimos senho-' Vamilit Sra- Mara da'fat Frttm. D.
Tfs deputados provnciaes, sobro a mcsaui-l, P" FreiueD- ".aPulcheria Fral-
nhez cconseguintemente'sobre inJusdc.Jf,V'yw,^/5,^VAda XSuXSSIl
que ha muito softrom em sus honorariSs! | doenf). meno" Mar "Sio^rta ft&alfES:
os proressores do primeiras leltras ; quer citeo Ferreira de Freltas Barboia. Antonio de
absoluta, quer comparados os seus venci- Freius Darbou c Guillierme de Frcita Kar-
meutos, seu trabalho, e habilitaces pira o boz>-
magisterio com os demais empregados da' Bieraw Antonio, Manoel Iiabel, Luia e
provincia. Os pr.ifessores de primeiras let-l An0"i,i!: ,.
tras das cidades do llecfeo Olinia. vencem'o *"mi'xa,io fr- fa*a$co. Antonio Joanuim
actualmente 500.ooors.de honoraria. Nao u,Tnco ^^ DJo,'uin' *K^
so pode de modo algu.n por em duvda. que, /.crara.-Juliana.
na actuahdade, 500,000 rs. he insufllcienle familia do Sr. Joo frtderico Abra Uno.-
para a subsistencia durante um anno, d'um | Joo Frederico de Abreu Rrgo, pela aegunda
em pregado publico, que rigorosamente lie' vez 1ue leve mullo mal, D. Maria Carlota
obrigadp a tralar-se e apresentnr-se na so- Ca,a"b de Abreu, Joao Frederico Abreu Re-
ciedado com alguma decencia : de um em- 6 Juu'or- Antonio Saluitpilanu Abreu Reg,
pregado que trabalha de manhil tardo: do e *'cardo Fredri* de Abr.f u ",Bo..nilio..
,lv c mulhore nihoa. A le, que Sr. Arsenio. eatava at prenhe. Susana, do Sr.
titvou a esse i|uantilativo o honorario dos l'acsde Andrade, esteve morte. Luia, doSr.
proles-oros, de que se trata, fui o decreto Marcelno Antonio Pcreira.Thomajia, do 8r.
de 7 de agosto de 183; fazem portanto, 18 Manoel toelho Ciulra.e JosMoleque, Kliaido
_ anuos que elles pcrccbeni esse inesiiuinho nr- cor,,,>cl Joanuim Ucrnardo de Flguattedo
Vellozo da Sil- onorario; mas, se em 1832. reconheceu-se e '">lneo>. do Sr. Df. Monte-Negro. |
asprou imitar luf era de mister 500,000 rs. para sua subs- I ,odo '2 Ne,w, "Jf* "'"gu,e",' r*tectm'
. tistcncia ; quem dir, com iusWm,P l,f. I *""?"" Ua'\ .
is feilos gloriosos dos seus nobres antepas-; tlstcilc'a ; quem dir, com justiga.qiie boje, I
sailos. E poslo que os dias de sua existencia 'lU00 preco de quanto lio indispensavef '
fossem breves, e o curto perodo da suai "la,ll,le,|caoda vida, lem augmentado mais i-----:
ugubre, nessa lingoagcm de intimo sent-i flor que se desabrocha docenicnlc
ment. Kxpirou sem a idea docrime, sem
o remorso, na lucia para a qual o chamara
seu broe patriotismo: nos que nao o ha-
vemosde ver mais; nos que o prezamos,
nao Ihe negaremos esta significa^no doloro-
sa. Proiivra a Dos que, no recinto bema-
venlurado cm que elle boje descansa, fos-
sem unir-so aos hymnos de ventura oslas
palavras quo nascem de um cora;ao sin-
cero !
Quando a existencia lliesorria esperarico-
ao riso-
elles viver com esse mesmo honorario.'
EDITAE8.
nho aocer da rubicunda aurora, c so mur-1 K'n8-uem por cerlo .
chao fenece ao triste despedir do fugiti-J "'"ais.lia ainda oulra ras.lo, que ho fra' --Olllm. Sr. inspector da thesouraris
vodia, o sed nomo, Senhores, como um as- I a ''vida; que os professores de pri- dl fazenda provincial, em cumplimento da
tro luminoso e benvolo, passar immortal ,mo"as ,cll'a" vencem hojomtade do que orue,n do Exm. Sr. preshlento da provinci'-
:is geracOes futuras, e servir aos vindouros' J'"1 183:i >' porque, recebendo elles naqucllo'de do crrante, manda lazer publico qiiee
de vivo e expressivo modelo de patriotismo tei"P *ou honorario em prata: regulado o nos dia' 30 'f mesmo, 1 e 2 de msio proxi-
e valor. A boa vida lem um certo numero .Palac? 960 rs. e boje cm papel, he in-j mo futuro, ir a praca, perante o tribunal
de dias; maso bom nomc permanecer !Uu.csl'?"avel segundo os principios da ''ninistralivo da mesma thesouraria, para
para sempre. (2) Extremoso cultor das scit''lc'a. que 500,000 rs. do hoje, sao justa- isor arrematado a quem por menos flzer, as
seicncias, um anno Ihe fallava smente para imente 250,000 -
reecber em premio do suas locubraccsc fa-, s.e dl-'"'nstrar I
seicncias, um anno Ihe fallava smente para i montc 250,000 rs. daqucllo lempo ; o que ol)ras do aterro e ponte dos Remedios, sb
" fcilmente, tesequizer re- ,j c|ausulas especiaes abaxo transcriptas.
sa, quando elle pareca tocar ao termo de digas Ii Iteraras o grodebacharel emscicn-'duz'r a Pra,!l os ditos 500,000 rs*. em o- e Pe,u preco de 7:0*0,000 ris
osciis sociaese jurdicas. | tas ; porissoussa quantia de entilo no be
Foi |nesse lempo, Senhores, que do hor-!a.,ncs,na do ',0J> e com aquella so adqui-
nados, roroso embale das paixoes desordenadas,' ria. d"l'loiU)sobjectos, quo com a mesma
lirailn, | rebentou inesperadamente entre nsa guer- Je se conseguem. O cambio sobre Lon-
no
seus dselos, houvc nina pausa em todos
seus movimcnlos, c elle deixou do existir.
Era a entrada para o imperio dos fi
era a virtudo que surga desassombiaua,; reveniuu iiiespci-uunuieiiic entre nos a
era um deliquio d'alma pedosa ueste mun-'ra civil. O horizonte peinambucano te'** 1ue h praca, que mai influc ..
do, para depois i abrigar-se aos pe do liirvou, ca rebelliilo, como a onda soberba nosso mercado, llucluava de 45 50 dinhei-
throno de lieos. Nao Ihe nianehaiain a fama o levantada, desceu cm diluvios o se derra- ros P01' 't'u rs > ( ) viudo custar a l-
os vicios e as torpezas, nem O falso brilho mou por quasi toda esla provincia, trazendo l)ra esterlina de 5,333 4,800 rs. no entre-
de virtudes apparatosaa pililo una s vez cm suas impetuosas vagas a destruicaoe j|!,anl0 qe boje estando o cambio a28di-
deslumlira-lo. A singelleza, a obediencia, o morte. Neslc estado allliclivo e calamitoso '''"-'iros por 1,000 is. custa a libra'8,571 rs.,
amor a dedica?:lo ao seu paiz, ali sao pa- o desagravo c a defesa das institiiices p0' d,.lde sc concluc fcilmente que a merca-
lentes para todos que o cdnheceram,ea!nda liiieas do paiz eslimularam o sen csfor-jdl'a 1U0 cm ,83 secomprava, por exem-
uiais para aquellos que com elle vi vera ni in- cadoo leal coracao, e nao podendo o Sr. j '!> l'or 6,000 rs., hojo por cnusa do cam
trelacados, j as ladigas do estudo, ja nos Pablo conservar-sc indfferento aoconster- consequencia da flaqueza da mola tc-
passalcmpos da juventude i nado grito da patria que iniplorava o soc- t"il1, se "ilu llu',l comprar por menos de
Fabio! tu mor-este .. cu nao te vejo', corro de seus ftihos, pondo de parte os ii-!11000 rs- ; visto que he em ultima analyse
nem le verei mais ; nilo tu Jirel um palavra v'"Si empunlioii heroicamente a espada,; consumidor, quem paga estas diB'ereneas,
que silc .ios leus ouvidos, porque tu nao o den provas evidentes de valore patrio-0 aM"!a n'ais os direitoi de importacilo,
existes! Embora foslo meu companhei- llamo. i1uo proporconalmento aagmentaram. Foi
roa vida, na senda que nos foi destinada ;' Tendo merecido pelas suas eminentes *rtinci>to atlcndendo aos i rincpios cxs
pre-
viarei os sentinientos de miiiha alma, e a ceimiento,'unndo os seus discursos s ai-', eseminario episcopal de lnda,etc.,etc.
noite do sepulchro nSo podei abafar tan-! nial dos seus fortes companheiros. O valor I ')eve"i>o tambem notar, que quando os pro-
las expressOcs de magoa. Patriota verda- Senhores, nasce da prudencia, e sahe a luz ,essorcs d,! priineiras Ictiras tinhafh 500,000
tua familia te prantaOa, oa'teusamigse mulos da gloria, Mas se o valor iiiloesli-l '.* de orde"ado, o mais 600,000 rs. para
COllesas se lembram de ti, repassados de verde miios dadas, para assim o dzer. com ^ue d.e casas' M,n gratificacao i
i.iiiiiMcu.wu.-r.iiiiii.i muiciiara no "" eumuaies a coragem mais intrpida ",llllI'l|i> <"o imperio, publicado
sepulchro, porque o sepulcho nao 0 es-, unlda a prudencia mais judiciosa, e tao sem na8C0lumnas dcsle jornal em 4 de marco do
quecimenlo completo da vida ; ir unr-se a susto encarava a morle, como se nclla nilo cur,ento an"- e verdadc.quo recoi.hecida
lodos csses clamores, a todas essas cancOcs houvesse mais quo um sonho. Ia inJtica que solTrem os professores.de
fnebres, e echoara na eternidade, como! |,; Poslo que a mais melindrosa educa-11'",8 par" Ca no recinto augusto da iepre-
ca de Fabio, he a lembranca do meu colloga
amigo; e .inda na sepultura Ihe paguei
o trbulo de iiiinha amizade. a
A. R. de Torres llattdeira.
un sauooso suspiro
Sobre o tmulo do lllm. Sr. Fabio Vellozo
da Silveira.
Vas o sepulchro que encerra o fro cada-
ver do meu prezado collcga e amigo, Fabio
Vellozo da Silveira !!! Quem pensara acha-
lo lito codo reduzido este deploravel esta-
do povo por perlinos irraSos barbarainente do, e sb esta abobada sagrada, onde n;lo
usurpados Monslros .' este sanguo qu# sao os diademas, os ttulos, nem as honras
I i lula e traicoeiramcnlc derramastes ha
de clamar com gritos masagudps que o
de Abel, punicilo, vngan^a ojuslica con-
tra o perverso, que lcvanU o braco assassi-
no para desesrregar mortal golpe sobre sen
innocente irmflo.
Morreu brbaramente assassinado o lllm
Sr. capitn Fabio Vellozo da Silveira .' Per-
deu a patria um valente cidadao, um dos
seus mais estrenuos defensores, o pai um
amante o obediente filho, a magistratura
um dos seus luturos ornamentos, a agricul-
tura um (roteclor, nos um fiel amigo, o
rrimeo seu flagellu, a ordem um dos seus
mais firmes sustentculos.
Morreu, Senhores, brbaramente assass-
ado esto brioso l'ernambucaiio, que no
curto espaco de 23 annos exornava seu
coracoe scu espirito de bens e de virtu-
des, que recommendam scu nome ao res-
peito da jiosleridade: moieu, sita, o deen-
balas; mas nflo foi em nenhuma do-sas oc-1 Vam os nossos negocios ) o estado finan-
casiOesem quo elle tfo nobremente mos- i ct'". da Provincia, he prospero, he flore-
trou ao inimigo o invencivel poder de seu iCI e c'"'lisonScir, o que ludo presagia,
braco. Nao vio diante de si mais do osverdes c lloridos campos, por ondopassa-" s0 PP0e nada obsta, antes tudo
va, e o azulado co que o embellezava e en-|CO"Crre Para 1uc esla assombla faca ces-
trelinlia ; mas senlio infelizmente os terri-1 far lflo clamorosa njustica, quo solTrem
veis o morilleros elleilos das armas assas- lan! tcmP os professores do cnsino
smas c traieoeiraa.
primario, elevando em proporilo ao seu
que conslituein a verdadera distinegao, e
sim s virtude, nica potencia quo sublima
os s res ? !
Ainda liontem, chcio de sade c de ener-
ga, anda hontcm esperanzoso do risonho
porvr que Ihe aguardava una existencia
pura c amena ; boje, inanido, he pranteado
por csses mesmos que pouco antes com
elle se sorriram ; assim evaporou-se d'cnlre
nos para semprc O seu espirito, como a go-
la do orvalho da manhna, que doremeule
se desfila de una flor agitada por brando
zephirn, e volve ao seio d'onlc partir !
Que terrivel transiccilo S o ferro trai-
i'ni'iro do cobarde c brbaro sicario |)odia
loubarna fiordos anuos ao estunavel pai
um filho obediente c desvellado, aos ir-
mfloa uni irmilo quo era o typo do amor
fraternal, aos amigos um amigo verdadei-
1(1, a religiSq um dos seus delensres, s
leltras uui dos seus mclberea cultures, uos
vida
A mnha imaginaefio agitada, Senhores,
vaguea de horror cm horror, e urna per-
plexidade indilinivel captiva a minha vonta-
:.e c conlundc os meus pensamentos ; mas o
deverde gialidao'.'o dever de amizade im-
periosamente me ordenou que vos pinlasse
em negro quadro, com as mais appropriadaa
cores, o successo infausto da sentidissima
morte do meu amigo especiar; para isto.
Seiiiiorcs, envide! todas as miabas debili-
ladissimas furias, lunce nulo do pincel,
alcei o brago, mas elle csiiioreccu e o
pincel cabio. Mas eu o deixo, senhores, nos
degraos deste magestoso cenotapbio, para
que o inilojusliceira e imparcial do histo-
riador complete a pintura que eu apenas
tcntei esbocar, para que lquo perpetuada,
(I ) Curam hab de bono nomine: soc entm ma-
ga prrmanebit Jti-i, quam milli Ihriauri prelitri
tlmmjni. Ki-cleFcan. 41, v. 15.
,tora aessaclasse de cidadaos, que ba 18
anuos parecem condemnados ao olvido,
indillerenca o ao soflrimento.
Nos o esperamos assim; temos a bem
lundada esperaba, do que os eleitos de
1850, verdadeiros genuinos representantes
da provincia, que a assemblea provincial
de 1850, que he chamada sublime o glo
riosa r.iissao de regenerar a provincia, no
deixar incompleta sua obra grandiosa, e
conseguintrnenle ajuntar mais este mo-
numento de rigorosa justiga glora que
a espera. Faca-o a assemblea, ella contara
eternamente com o reconhecmento e grati-
dSo de todos os amigos da juslica o da hu-
manidade, de lodos os amigos da inslruc-
gao publica, a qual s merecidamente aqu-
nhoada, podera produzir os fructos nim
della se devo esperar.
os fructos que
( 2 j Vita numeras diertta: bonum anleru no-
mtnperataml)itinavHm,eck$. 41, y, e.
(1)4
iia pa
ii Fftix/n
4 thesouraria da laicoda deila provin- r-,li
.-soii lellrai para I^iudrrs em 18 dea- nia,
fSff W2 ao cambio de dinheiros por I
ii.uw rs. I
As pessoasque se propozerem a esta ar-
rematarlo comparecam na sala das sessOs
do sobredito tribunal, nos dias cima men-
cionados, pelo meio-da, competentemente
habilitadas.
E para constarse mandnu afllxar o
sente publicar pelo Diario.
Secretaria da llicsourars da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 14 do marco da
1850. -- secretario, Antonio Ferreira da
Aununciacdo.
Clausula! iipeciae* da anemntaedo.
1.* As obras para o aterro e ponte dos
Remedios serflo Cedas de conformidad
com os riscos e orcamentos nesla data apre-
sentadosaapprovflodo Exio. Sr. presidente,
pelo preco de 7:010,000 rs.
2.* As obras piincipisrflo no prazo
de um mez e serflo concluidas no de quairo
mezas, ambos contados em cbnlormidade
do artigo 10 do rrgulameulo das arrema-
UfOes.
3.* Todos os materaes sero examina-
dos pelo engenheiro, e Isvrir-so-ha um
termo.
4.' O pagamento do impoite das obras
rclisar-se-ha conforme o arligo 15. do re-
gulainentn de 11 de jullio de t843,
5.* Para tudo o mais que nflo esl de-
terminado as presentes clausulas, seguir-
se-ha o que dispOe o precitado regulamen-
10 d.i II de julliodc 1K13.
Recife, 21 de marco de 1850. 0 enge-
nheiro. J. /.. Feior Lieulhier.
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Rodrigo Theodoro de Freilas. ollicial da im-
perial ordem da Rosa.cavalleiroda ordem
deS.-Benlo de Aviz, condecorado com a
medalha da campan lia da RaMa.eapitilo da
maro guerra,inspector do arsenal demsri-
nh, o capitflo do porto desta provincia de
Pernambuco, por S. M. I que Dos guar-
de, etc.,etc.
Faz publico, pata conliccimenlo doa na-
vegantes, e de quem mais interessar, que se
a. Ii.iiu collucadas as bois noBanco-do-
Inglez, segundo o conhecimento abaixo
deste transcripto. Capitana do porto de
Pon.suibuco, 11 de abril de 1860 Rodrigo
Theodoro de Freilai, capitflo do porto.
Reconhecmento de duis boiss colloca-
das para halisamenlo do Danco-do-ln-
gloz, situado a leste da barra do porto
de Pernambuco.
Aachain-se assnladas, a leste do farol da
barra do porto de Pernambuco, duas boiss,
sendo una de co. piel, eoutraencrnala,
as mus determinan) a posieflo do Banco
denominado do l.iglez.
Cala una destas bous, t m um sino pa-
ra advertir a iiiiite do navogante incauto a
sua proxmida le : porcni, em consequencia
da direceflodos ventos e do murmurio das
ondas, algumas vozes nflo poderun ser bem
uuvidooseu toque senflo eq\ pequea dis-
tancia dellas. A boia de cof encarnada de-
nota acxlremidadd sul do dito Banco,
e a daJJlr ,,ri.|a ,|0 Ilor(e poue.8e (rtll.
cainente'rtavegar sempre a lesle destas boi s,
l'on'in si'iiiu ule nos pretuiarea das mares
'iidias, pdenlo paasar por entra ellas, na-
vios quo deuundarein at 10 pus u'agua.
i. Da boia encarnada para o sul lio franca,
c desembarazada a uavegacAo a qualquer
navio, mas da boia preta para o norte, ape-
nas existe um canal, pelo qual s poderflo
navegur natos que estivereui pilotados por
prticos da Irirra ; por i-so que logo prxi-
mo a este canal existem os baixos, denomi-
nados Uc Olinda.
Capitana do porto de Pernambuco, 9
le abril de 8b0.--loquim Itudiiyuei de Al-
miiifi, patrilu-mr. Jos Faustino Porto
sti conforme. -- O secretario da capita-
Tlwm Finlands Madiira de Castro
Pern. ~. Typ. de M. F. de Faria 1850.


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