Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06279


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Full Text
Auno XXVi.
Terca-fera 95
PAIITIBJS DOS OOBBXIOI.
Cuiaunac Parahiba, segundase sextas feiras.
Rio-Grande-do-Nortc, quintal fclras ao melo-
da.
Cabo, Serinhacm, Rio-Tormo jo, Porto-Cairo
e Macelo, no l.', a II, e 21 decadawez.
Garanbuns e Bonito, a 8 e 2"t.
Hoa-Visla c Flores, a 13 e 28.
Victoria, as quinta felra.
Olinda, todo o da.
jmL.-.'srcrsm.ftet*
Pmsxs Dt i.rii.
IFHCKEUIDU.
Ming. a 4, 1 h.e24m.dat.
Nova a 12, i lOh. c27 ni. dam.
Cresc. a 19, 7 h. e 47 m. da m.
Cheia a 28, i 9 b. c l 111. da 111.
rnciMAn de boje.
Prlroeira ao 1 bora e 18 minutoada tarde.
Segunda ao 1 hora e 42 minuto da manbaa.
le Abril de 18150.
de
JLV. -
DIAt DA aWAIS-A.
22 Seg. S. Soter, Aud. d> J. dos orf. e do m. 1 v.
23 Tere. S. Jorge. Aud. do chae, doJ. da I. v.
do clv. e do do frito da fazenda.
25 (Juan. S.Honorio. Aud. do J. da 2. t. do nivel.
24 (Julia. S. Marcos Evangelista. Aud. J. dos do
orf. edo ni. da I. v.
26 Sext. S. Pedro de Ralis. Aud. do J. da I. v. do
pitreo da anaioaipijo. I tv. e do dos feitos da fazenda.
Por tres inezes (dianiado) 4^000127 Sab. S. Tertuliano. Aud. da Cli. e do J. da 2. v.
Por seis me/.e 8/000 ( do criine.
Por uui anno 15/000128 Dom. A Fgida de Nossa Senbora.
^^ ^^,^ III I II II ^liMI WM^MMl
CAMBIOS in 22 DEABHIL.
Sobre Londres. 28 d. por 1/000 rs. a (SO das.
. Paria, 346.
Lisboa, 95 por cento.
Oaro.Oncas bespanhoes......... 29/000 a 29/500
Moedas de 6/400 velhas.. 16/HOO a 17/0011
de 6/4()0 nova.. 16/400 a 161600
de 4/1)00........... 9/200 a 9/400
Prut:Paucde brasileiro...... l/80 a 2/knj
Peso coluinuario....... 1/J60 a l/DKo
Ditos mexicanos.......... 1/800 a 1/82(1
MIBI10
INTERIOR.
ALACOAS.
Extracto do expediente do Exm. Sr. preti-
tnte Dr. Jote Dent da Cvnka Figueiredo.
18 DE MARCO.
rnelo. Ao Inspector da ihesourarla de la-
tenda, para mandar entregar ao capitao Manoel
Pereira de Souta Rurltl a quantia de 1.366,600
rs. para pagamento das pracas de guardas na-
clonaea que e achavam destacadas no Galbo-
do- Yleio.
Dito. Ao Inspector da Ihcsouraria provin-
cial, para mandar pagar a quantia de 5,000 rs.,
proveniente doaluguel de urna balsa que des-
la cidade conduzio para a das Alagas uin dos
alteres da coinpanhia de policia e mais tropa
un noite do dia 14 do corrente.
Dito; Ao commandantc do vapor Urania,
di/.cndo-llie que este governo Mea certo de se
lia ver desorganisado uiua peca da machina do
dito vapor, e que logo que ella esleja concer-
tada Ibe participe para o despachar, am de
regressar para Pernambuco, levando enlo a
mala que pela adiuinislracao du correio Ibe
fr entregue.
Dito. Ao l)r. chele de polica, para expe-
dir as'preclsas ordens para o fim que requisita
o cniumandante da charra Carioca, no odelo
que se Ihc remelle, ao qual acoinpabham as
notas de que trata. Communicou-se ao dito
commandantc da charra.
DEM DO DIA 20.
Officio. Ao inspector da thesouraria de Ca-
lenda, para mandar pagar na forma requislla-
il.-i pelo capilao do porto interino a quantia de
305,000 rs., constante da conta que se Ihe re-
melle, proveniente da despesa Celta coni o des
carregameoto da pedra qu trouxe a charra
Carioca.
Porfaiia. Momeando para a cadelra de geo-
metra do Ivceu delta cidade ao segundo tcnen-
le da terceira clasje do Excrcilo llernardo Pe-
reira do Carino.
PE -NAMBUC
ASSEMBLA PROVINCIAL
9.' SESSA0 ORDINARIA EM 20 DE ABRIL
DE 1850.
PRESIDENCIA DO Sil. IT.IlKO CAVALCANTI.
( Concluido.-- fide o Diario n. 90.)
ORDKM 1)0 DIA.
Continuarlo da segunda discussSo
prnjecto n. 3 sobre o artigo 5.
digo que estamos no nosso direito decretan-
do o que esti consignado no artigo.
Os nobres deputados, referindo-se ao acto
addicional, dizem que nos niio milenios
prohibir venda dos bilhetes das loteras,
por iutluccOes que tiram do 5." art. 10 do
mesmo acto ad lirional. Mas, senhor, o que
diz este paragrapho ? Diz que s assem-
IiIi's provinciaes cabe, alm de outras at-
ti Ulmenes, a da lixacfAo das despezas mu-
nicipaes e provinciaes, e dos mpostos para
ellas necessaros, com tanto que estes mo
prejudiquem as impusieres geraes do esta-
do: de maneira, Sr. presidento, que baia
o simples ennunciad > desle artigo para que
sn conheQa primeira vista que ii.lp ha pro-
hibido formal e expresas ; e que, quando
(Ircreannos taes impostos, apenas llevemos
ter um cuidado, que he o de evitar que, em
raso prosima, ou remota, n.1o vilo ellos
prejudicar as mposr6es geraes ; osle lie o
grande trabalho : he um assumplo propia-
mente econmico polilicopraco ; e di-
go cconomicopoliticopratico, porque a
economa polilica escripia he para mim as-
trologiajudiciaria.
Resta, pos, saber so nao lia semelliante
prejuizo ; e, segundo me parece, o Sr. de-
putado,chclc da llicsourara, j provou evi-
dentemente que o artigo niio s niio ofrende
os impostos geraes, visto que ele conti-
na a ser cobrado na mesma raso; como
al os augmenta, porque ser causa para
que suba a respectiva renda, porquanto vai
animar as loteras da provincia, vai fazer
com que ellas se extraiam mais rpidamen-
te, e por conseguinlu dcm aos cofres ge-
raes lucro ni a i (i i- do que este que actual-
mente retiram dellas.
Sr. presidente, os nobres deputados que
se oppoem ao artigo, disseram quo nos niio
podemos prohibir as loteras, mas nao nos
negaram o direito que temos de as conce-
der, ou permiltir; c, isto, quando be um
principio correte em direito, que as cou-
sas se desfazem pelo mesmo modo queso
fazem; que quera tem o'direito do fazer
tem odedesfazer: principio que, alm de
ser reconocido pelo nosso direito, so ba-
sca no bom sonso coinmum.
Mas, Sr. presidente, eu irei adianto. Sup-
pouba-so que nos podemos prohibir so-
mente as nossas, mas niio as das provincia,
vizmhas. Nflo sabe o nolire deputado cuja
argumenlac.no eu quero acom,anhar,
casa com a exposiefio das minhas duvi-
das, e dos meus escrpulos. Talvez mes-
mo me affote alguma vez a presentar al-
guma inilicariio, ou algum projecto. Mas,
para que eu porcm possa marchar desas-
sombrado, muito careno de toda a honlade
de V. Exc, e tambem do auxilio e da bon-
daile de meus dignos collegas.
Entretanto na materia em quesillo, eu
declaro que me opponho ao art. 5 do pro-
jecto ; niio porque supponha que, epprovan-
do-o, vamos nos offender a uina mposcfio
geral ; porquanto, anda que, em conse-
cuencia de semelhantedisposeilo, as lote-
ras do Rio-de-Janeiro solTressem algum
enlorpecmento no andamento das suas ro-
das, como o projecto nSo tem em vista pro-
hibir todas as loteras, e antes dar mais ex -
pansAo, mais latitude s da provincia, julgo
que a expans.lo deslas nossas loteras com-
pensar o desfalque, se porventura elle se
iler. K se he certo, romo o nobre deputado
autor do projecto asseverou por experiencia
propria, que as loteras do Itio-de-Janeiro
exlrahem-se com tanta celeiidade mesmo
na corle,que o govcrno,se quizesse faze-las
correr no mesmo dia em que os billietes
sDo postes venda, o poderia fazer, entilo
digo que, passando o artigo, em vez de um
desfalque, d-se um augmento de renda. O
ponto esl em saber-se eslahelecer de una
maneira rurial o meio de fazer extrahir as
nossas loteras ; o nieo de fazer que ellas
tenliam melhuran lamento. Julgo mesmo
que o argumento do desfalque as rendas
geraes prova demais ; porque convculio que
podemos revogar algumas das nossas leis
prov nciaes que leein decretado loteras.
Um Sr. Deputado:Pelos principios dos
nobres deputados que mpugnam o projec-
to, niio.
O Sr. Dandcira de Mello :Mas niio he por
esta rasfio que me opponho ao projecto. Es-
ta raso que se apresentou casa nada pesa
em meu espirito ; porque, repito) eu emen-
do que podemos revogar qualquer de nos-
sas leis relativas a loteras.....
Toses :--E a renda geral?...
O Sr. fandeira de Mello :Eu no admiti
esta raslo, eslou lirme nos meus princi-
pios : digo que podemos revogar as nossas
leis provinciaes que teem creado loteras :
he principio de direito niiblico, lemtirado
pelo nobre deputado, cujus esl condere, hn-
jus esi ollere : pode desmanchar, quemp-
outra c muito diversa: a raso he porque estar de que a polmica pela imprensa su mais
as loteras da corte apresentam um grande vida *" "ossa propaganda contrntara-se em
incentivo de ambrfio, que he un premio fiue"far-nos com todas as armas curtas que de
de 20 contos : quem tver um blliete pode s <>'<> engendram.
tirar nm nremio de 90 ennlns n esl a nian. '.'ando i......queslao desta ordem oceupa a?
tirar um premio ae v cornos, e esta quan- atlenS de grande populacao e que lan-
lia que faz a fortuna de um pobre. nSo des- call,0J um olh;lr observador sobre as doutrlnas
arranja umneo. A este grande incentivo reinantes d> amiga medicina, quando exami-
accrescc que os bilhetes da lotera da rr te naiflos com rellexa os principios que a ellas
sao siilnli vi I idos, (cando assim ao alcance presidein e que cqm a mente percorrernos os
de todas as fortunas. Estas silo as causas, dainos Immensos que ellas bao produzido
e se o silo, porque nao fazemos a mesma com SrU lorPe materialismo, quando einlini
cousa Faramo-lo; e isto reunido ao re- co",'nos com os olhos estes moniocs de vlcii-
eulamr-nln ilu "overnn lia dn nrndnvir n ma quea allopalhla com seus falsea systemas
rn ,,i7 i 0B produzr o ten, frito dormir para sempre no p do esque-
resultado que se quer cimento, DSo podemos deixar .le elevar nosso
l'.is aqu, Sr. presidente, as rasOes em pensamento ao Creador de todas as cousas e
que me fundo para me oppdr ao artigo em siimar que lejatn os iiieiiibrn do sacerdocio
discusso..... medico os primriros a culirir decinzae lodo o
O .Sr. Francisco Jodo :E o acto addicio- nnico Idolq digno de adoracao a verdade, pa-
nal ? ., !1 quelmarein incens ao nada materia bru-
Sr. 'fandeira de Mello -Eu l vou. O ?' ^0,,vcr,f ndo ""n os le"'P'o de Ksculapi,.
art. 179 21 da eonititituiBo diz. {U). ESSSFden,,ar,,eu, ~"M *<">
Ora, cu considero, como disse, asite- o medico que bem observar concordar com-
lias urna nidusli la do governo e dos diver- nasco em que debaixo da influencia do mato-
sos empresarios do governo, porque ello rialismoa velha medicina tem-sc torna do toda
lira dellas um supprimento para as rendas sanguinaria, e falseada sb os pomposos nonio*
publicas ; dos empresarios porque ellas Ihes ^c. medicina physiologica, orgnica ou ana-
proporcionam o lucro que a le lhe onc-'de. tomico-pathologlca : val a seu turno forneoeu-
Sr. presidente, se as leis que ponc.idem arl."as '"""a a rellglao e a moral: e sao os
as loteras mandassen, que a ved, dos b- tffSS&XES 2*2fiZ
Hieles rosse eita na Curte, eu votara pelo dynamismo vital que ellos reputam una
projeclo i mas eu nfltj vejo tal limitaOilO, e bvpolbese.uina opiniao sein provas! R siioesses
por isso lulo posso COIICOI dar com OS nobres meus collegas que nina c outra vez.argidos o
debutados.
Sr. presidente, es aqu as minhas du-
vidas : eslimarei s"rcsrlsrecido, e mesmo
ser convencido : niio sou pertinaz ; se me
convcncer.-in, votarci a favor do artigo.
Por ora, possuido das ideias de que eslou
possuido, votocontia.
pr.ovocados se remellen! ao silencio, e neni se
quer nina palavra escrevem esquecidos de
seps mais nobres deveres como hoinens profis-
sionaes!
Senhores doutore em medicina, allendei
para as rcenles oonvcrses que se succedein
ia corle do Rio-de-Janeiro entre aquclles mea-
mos da vnssa escola que mais de una re tem
O Sr. Jote Pedro uovamente insisto nalj blasphemado contra a liomtcopalliia e que
., n"e,-,
,j0'cada um do nos legisla dentro do circulo Je *er{ mas, a ser valioso o argumento
lemquo suas leis tem de vigorar oque he j""8 desfalque as rendas do estado, concilio
Sr Francisco lodo':' Sr presidente a''10r csta ras3 lluc um" lei da provincia do entHoque nao podemos revogar ests leis,
dscusstlo que sobre este artigo tem sido agi- Ccai" "-> PJc obligar em Pernambuco, e. e W M absurdo. Ja ve, pois, V Exc. que
que por conseguinte as loteras concedidas eu nao encaro a ques'ilo por estelado; se
por aquella assembla no pduin ser aqu!80 bonvessem estas*rasOes em impugnaello
exlrahidas, senos tifio o pcrmiltirinosi1 aoaitgo,eu votava em favor delle, mas eu
Portanto, resumndo as consderar;0es ,ne opponho ao artigo pelas seguintes con-
que lenho feilo sobre esta quesillo que tan-1 siderales :
apreciaclTo do^ rensamenloque" se arhacon-l'0 leml)0 tem oceupado a nossa atiendo, Primeiramente, tratando do municipio da
signado no artigo, eprocurarci mostrar que! concluir! dizendo que approvo em toda Crle. digo que as loteras sSo concedidas
niio s o seu pensamento he til, sendo tam- sua extensilo o pensamento do artigo \Vr urna le da assembla geral, e quo nos
bem que vai de inteiro e ctmpleto accordo I"0 se acha ein liscussao ; ja porque cssa lai podemos embaucar a plena execugilo
enm as dlsposloOes e restrccOes Jo acto ad-|disPosiio n3 ofrende, nem expressamen- fea le ; i co contrario, devenios respe-
dcional l, nem por inducQflo, o acto addcionai, K-s.- I'orque somos obligados a respeitar
tads,lia tomado tantas formas, tantas faces,
que talvez meseja impossivel acompanha-
la em todas as suas variaciV's; portanto ra-
duzrei todas as observar;<5cs que tenho de
sujetar a considerado da casa simples
RO
se
peito a prohii, .- .-- .- i- ,
(liiaesquerloteriasestrangeiras: a segunda fm votadas, e para que esta casa seja con- respoitar as leis, morinei.le aquellas que
estende a prohibico s loteras das outras corde comsgo mesmo.lorgoso, he quena na podemos emendar ou aquellas que
provincias do imperio, I segunda discusso voto por este artigo, em-sao emanadas de um poJr superior. Si
Quanto ao prmeiro roembro do artigo' "ora na terceira vote contra todo o projee- os actos oa assembla geral prejudicam os
nonhumaduvida ha; porque nnguem pode- lo; e assim pens, porque nao eslou im- mleresM da nossa provincia ; iiessocasoo
r* contesUr qua temos o direito e a facul- pressionado do nenhuin modo pelo f^^^^.^S^^lkS^t.U^SSA
dade do prohibir que entre nssevendam "C que s loteras venham a ser prohib-je re,,resenlarmos a assembla geral,
bilhetes de loteras ostrange.ras. Quanto |uas entre nos como jogo immoral, como 'ped.ndo-lhe: que revogue semelbantesac-
segunda parle, nos ainda o podemos sup- meio de dcsmoralisagilo. Os nobres depu-
pr dividida em outras duas : a primeira no tdos, que aprcsentarain consideraces nes-
que diz respeito s loteras de outras pro- te sentido, deviam, em consequencia del-
vincias; a segunda no que se refero s lo-, 'a8 propr urna medida para a supprossao
terias do Rio-de-Janeiro. do todas as loteras.
Ora, que a asaembla provincial pode,! 0*Sr. Manoel Catalcanli: He por certo
usando de altribuiQfles auas, prohibir que dfic I responder ao Sr. deputado, queso
liilliili-s do loteras de provincias vizinbas exprime tilo bem, e que sabe cercar seus
circulen) enlie us, he fra deduvida ; por-. raciocinios de tanias_ palavras; he dilicil
que nao sei qual he o ponto de nossa lrgs- responder a quem assim argumenta, porque
lcelo que lhe pouha bices a respeito ; pelo na demonstradlo de seus raciocinios envol-
monos eu nSo o descubro. Quanto, porm,| ve muitas proposic.es, talvez alheias
g lotera do municipio neutro, he esla, niej queslilo : no digo que o Sr. deputado ago-
parece, a parte mais espinhosa da quesillo, ra o lizesse, mas digo que em geral ha di-
porque he aquella que tira seu fundamen- (cuidado em responder a quem, para de-
to da forma legislativa em consequencia de! monstrar urna proposig.lo, acerca de tantos
seremegsas loteras do municipio neutro de-! raciocionos, de tantas cousas, que emba-
cretadaa pela assembla geral, e d algu- ra^am a quem llie vai responder. Entretan-
maa indueeo s que sefiguravam partir das to crco que o Sr. deputado disse que bas-
differenlea disposices do acto addicional. I lava a simples leitura das leis geraes que
Sr. presidente, quanto ao argumento apre- concedo ni loteras para se conhecer que o
sentado, ou deduzido da disposc^o ou fr- artigo no he otrensivo da constituicSo.
na porque aio decretadas essas loteras, I Mas eu, que tenjio lido algumas dessas leis,
fu supponho que a duvida he resolvida do supponho que ellas dizem que tica couco-
promplo com a leitura de qualquer das leis dida a tal estabeleciniento a extracco de -
queasconoeiiem. Seos nobres deputados urna lotera na corte; ora extracto he o q"lquer outra parte i Ficaria prohibido a
que iiniiiifrsBHi o artigo quizerem dar-se processo do andamento des rodas, e nao o ) toda e qualquer asaociacilo, ou corayanhia
suslenlaeao do ait'go, e responde, sobsr-
vaeoes aprcsenlailas em contrario.
Ha muito tem dado a hora.
O Sr. Presidente designa a ordem do dia,
e levanta a sess3o.
10.'SESSAO'ORDINARIA. EM 93 DE ABRIL
DE 1850.
rRKSIDKNCIA DO SR. I'EUR 1 CAVALCANTI.
tos. (Apoiadoi.)
Emquaulo as loteras das outras provin-
cias, cu eotemlo tambem, Sr. presidente,
que a exclusSo da venda destes bilhetes
nos aprsenla com um carador de egosmo;
rslalirlr.ee um ciunie, nina rivaldade enlre
as provincias; eeu julgo que a divisSo mo-
ral dos lirasileirus (se no he mais) he Ido
prejudicial romo a divislo material do ter-
ritorio. Nisto al eu echo o artigo incons-
titucional, porque estabelece a divisSo mo-
ral dos Brasileiros; estabelece um ciume,
urna rivaldade entre as provincias.
Demais eu considero hoje as loteras co-
mo urna industria do estado e dos diversos
empresarios a favor de quem ellas sSo con-
cedidas ; e pela constituicao nos d3o pode-
mos oppr-nos a urna industria qualquer,
urna vez que nSoseja otTensiva dos bons
coslumes, e que nSo ataque a seguranca e
a sade. Se fosse convenieote arredar as
loteras, ou prohibir a venda dos seus bi-
lhetes aqu, (icaria privado qualquer lio-
mem, residente em Pernambuco de mandar
comprar bilhetes no llio-de-Janeiro, ou em
Si m m ni i.Approi'ac'io da acta da seiso anterior.
Expediente.Leituru de indicacoes rprojectos.
Continuartio' da segunda diicussao' do artigo
fi do projecto n. 3. Empate na votaran de urna
emenda offireeidt a este arlijo. e do artigo n.,
por ser dependencia do antecedente. ConrlusaO
da segunda diicuisao' Jo projeclo n. I. Aparo-
carao'em segunda discussao' do projecto ii. 4.
Adiamentn ito de n. pela hora.
A's II horas da manbaa, feiti a chamada, a-
chain-si' prsenles 26 senhores deputados, fal-
tando sem causa participada os sciihorcs barao
de Suassuna, Machadus Rios Manoel Cavalcan-
l, llatis e Silva. Guedese Mello, e Lopes.
O Sr. Presidente abre a seiso,
O Sr. i."Secretario le a .ota da scss.io anterior,
que he approvada.
O Sr. i." Secretario menciona o srguinte
F.XPEDIENTK.
He lido, julgado objecto de delibera^ao, c
mandado imprimir segiiiule projeclo:
A asseuiblt'-.i legislativa provincial de l'ei -
namliuco decreta:
u Artigo I. l-'ica aulorisado o presidente da
provincia a mandar construir una ponte solir
o Rio-Doce, termo da cidade de Olinda, no In-
gar doiioiuiiadn l'assngem
(i Art, 2. O quaniltalivo para a constriiccao
desta obra ser designado na I i do orcameiito.
Arl. '!. Ficaiu revogadas todas as disposi-
(des em comrrio.
- Pavo da assembla, J2 de abril de 1830.
Luiz l'auliuu Cavatcante Vellcz de Uucmra.
Silo lidos e approvados sein discusso os se-
guintes requcriiiientos :
Requeiro que, pelos canaes competentes,
se pera a copia do termo do contracto feilo com
Ihesiiiirarla provincial e o arrematante Ma-
noel Ignacio de liveira Lobo. Jos Pedro.
Barros llarrclan
Rrqueiro que se peram ao Exm. presiden-
te da provincia os olTicios dos delegados dos
termos de Saiito-Antao e i'aruar e os docu-
mentos acllesjuntos, tendentes sduvidassus-
ciladas sobre os limites das freguezias de San-
lo-A no e Bexerros. Souza Leao'.
Cousiando-ine que o convento de Santo-
Antonio do Recife ja recebeu a quotaque Di lei
do di i.menlo vigente se volou para reparos
do mesmo couveulo; e sendo corto que ainda
se u.io deu cuunjjo a laes reparos, uqueiro
que, pelos ineios competentes, se procure sa-
ber qual a applicaco quo se tem dado a seme-
Ihante quota.
Sala das sessfie, 22 de abril de 1850.Cor-
rea de Orillo, m
Requeiro que, pelo ineios competentes, a
assembla procure saberse teem aproveilado
os individuos que, subsidiados pela fazenda
provincial, estudam tacbigrapbia no lyceu des-
ta cidade.
Sala das sessoes, 22 de abril de 1850Cor-
ra dt Uritto
( Continuarse-a
agora convertidos eonfessao o sen erro cur-
vando submissus sua fronte orgiilhosa: allen-
dei para os resultados pralicos d >s nossos ineios
de tratainento na aclual quadra da epidemia
m lodo o imperio do lirasil eiinilal o Sr. Dr.
Paula Menezes, seno tremei de vossa injusta
penin k i i 11n nulo a opini.io publica vos exigir
u i lia prestacao de conlas
Este vosso (que chamis) morroo desprezos
depoe contra vos meamos, e se por ventura vos
persuads que f.ira da imprensa encontrareis
fcilmente as melhnres armas para vingar vos-
so- descrdito, por corto vos engais,e de qual-
quer fdriua jamis podemos mis deixar de pro-
pagar esles princicipios de urna conviccao Ina-
bal.ivel, muito emiiora isto vos desagrade, am
quilando as ioveneOes olllciosas do vosso desa-
brido reconlieeinioulo.
A lioiiueopalliia, meus senhores, explica a vi-
da, a saude, a inoleslia a aecao dosinedicamen-
los no organismo suppondo, he verdade, a
existencia de mu principio activo, virtual, dy-
uaiiiico, iuiiiiaiei ial c imponderavel ; |iorm
csta lij poilie-e que como diteis, nao prova na-
da", isla opiniao dos mdicos homioopathas do-
ve merecer os vossos respeiios somonte por-
que ella be professada por llippocales, Para-
eclio, Van-lielmont, Sylvius, Bocthanve. Itnrelti,
taller, Stahe, Sydcnlam. Morijagni, llofmann,
bordeu, llartliez, Chaussier, l'imt. Ilichat.....i-
tros, e i 11.111. a auliga escola de MnntpelUcr
ainda hoje a admille dando o vitalismo por
ba-e do sou casino como vos d. veis saber.
lie preciso admillir um dynaiuisnio islo he,
nina loica de vida activa, nica, syinpathica e
synerglca.......
Ira una frca que nos faz pensar, outra
(jue nos l i' diferir o vivar, e eslas frcas dille-
rentes enlre si, o sao ainda da de gravitacao,
da oleen rulado c das aiiinidadcs cliimicas-- aa-
siu'i so exprime um dislincto professor desta es-
cola em seu curso de palhologia e Iherapriilira
gefal apoiado por cada um de.ses nomes ce-
lebrts que vos ventio de citar,e pela autoridade
mesmo de Ilaiiheuiann -- o nosso venerando
reformador da medicina, o genio de ininlia
maior adiuira^ao,
Recife, ra do Trapiche, 18 de abril de 185-1.
t)r. Jote .1 nlioifi da l.uz.
ili.iiliO IIK PBWBICD.
BECIFE, 22 DX ABBIX. DE 1850
A assembla oceupar-sc-hs amanhii(23)
de leitura de projectos, pareceres e indra-
es; rontinua(ilo da ordem do dia da
hojo; terceira discussilo do projecto n.
2 ; segunda do de n. 8,
Correspondencia.
que ha nos nfio estamos auionsauos pa
um privilegio, para o qual se designa lugar luiros uipuslus, geraes, nem tilo pouca
especial. Ipaia corrigir asfaltas da assembla geral.
Has, Sr. presidente, o respeito que deve-j Contino, pois, a votar contra o artigo,
mos a nossa conslituiro, e ao acto addicio- al que seja convencido que eslou em erro,
nal que niio be senflo o complementario! O Sr. Pandara de Mello :Sr. presidente,
della, ou por outra o codicillo desse grnelo, niio lenho pratica alguma de assemblas;
testa ment poltico, nao he offendido, nem possn dizer que he esla a primeira vez que
sequr levemente pelas disposicOes do ai ti-' lenho a honra de fallar perante um audito-
go, embora se diga que elle fere do fronte a rio 13o llluairado. Por aqu ajuize V. Exc.
constiluicSo. [qual nfio dove ser o meu acanliamenlo;, ,u
Sr. presidente, eu nfioserei capaz de ata-mas entretanto, leudo de concorrer com o entretanto tinham urna grande extracto as
cara nossa constituido, porque a reputo meu voto para lod as quealoes que se sus-: loteras da cOrle, concluo dahi que o nosso
desojando muito dar um J mal provlnha de que eslas loteras su extra-
mesmo Ilusorio.
Sr. piesidente, eu admiro e louvo muito
as boas inten(Ces dos nobre deputado au-
tora do projeclo : elle foi levado pelo gran
de desejo de querer fazer um beneficio
nossa provincia; mas eu supponho quo o
nobre deputado nfio allingio bem s verda-
denas causas dos males que pesam sobre
as nossas loteras : como vio que as nossas
loteras nfio corriam com facilidade, e que
como a nossa arca de salvadlo ; mas, apezar citem nesta casa, c
desse respeito religioso que lhe consagro,'voto, filho dos dita_
ouemrasao desse mesmo respeito he que ca, euterei do iuconimodar a aUedcjIo da' Eu supponho, senhores, que a causa be
mes da iiiuiiia conscien-' hissem na nossa provincia.
HMOI>ATJllA.
NOVA PROPAGANDA.
Vil.
ANX II.
......na man
lie a marcha que segu a
dado 'ella pode ser lenta,
porm Jamis retrocada c
in ni estacionaria I !.
Vr.Lutei V. Marlint.
La medecine ett une science de
[aits et iif reronmiif d'aulre,
fonimtnis que l'oortrvalivn,
t'experienee el le raisonnemenl
simph el nalurel.
(Chomel Palbol. Gcner.)
J vejo que de balde temos nos chamado aos
seu devere os Ilustres senhores mdicos que
noquereiu a homceopatbia: entendem ellos
que com o seu soberano despresa licam bem a co-
berto de todas quantas increpaces Ihesdeve
o publico fazer, e persuadidos como parecem
Conli'nuufio das curas feitat homewpathicamcnte
pelo Sr. Carneiro Leao.
A lamilia doSr. Dr. Pedro luirn. Dr. Pe-
dro Anlran da Malta e Albuquerque, D.Julia
Carolina de Alencastro Autran, D. Francisca
l-alnai .la Filgueiras Andan. I). Klavianna Ger-
tiudes Fllgueiras Autran, D. Hara Filomena
Filgueiras Autran e D. Mara da Gloria Autran
menores, Carlos Augusto Filgueiras Autran,
Manoel Godofredo Autran, Heraclio Frederico
Pereira da (iraca, D. F.milia Carolina Brandao,
e D. Rosa Mara Alexandrina da Conceicao.
fc'jcrui'in. Joaciuina, Sophia, Vietorioa e
A lamilla do Sr. Dr. Louriiro. O Dr. Lou-
reuvo Trigo de Loureiro, sua muiiier D. Uinbe-
lina remandes da Silva Loureiro e seus filtios
D. Maiiiiiia Anglica Feliciana de Loureiro,
Jos Fernandos Trigo de Loureiro e Manoel An-
tonio Fernandos Trigo de Loureiro.
A familia de Ignacio de Barros Lima. Joa-
nuin Ignacio de Barros Lima, Mara Adelaida
de Barros Lima, Candida Rosa de lluros Lima,
Joaquim Ignacio de barros Lima Jnior, Faus-
tino Juvil de (tarros Lima, Antonio Joaquim
de H.ii i ns Lima.
Ama. Alexandrina (gravemente doenle )
Esciaros. Dainazio, Helena e Joanna.
A (umita do Sr. Manoel Jos Suares de Aceitar.
Mauoel Jos Soarcs de Avcllar, D. Mara Ale-
xandrina Soares de Avcllar, 11. Anna Sbaresde
Avcllar, (menor) Jos Maximlano Soares de
Avellar, Manoel Jos Soares de Avillar Jnior,
Jaaquim Thcollionio Soares de Avellar, Jos
AR FMrONTRADO


.
Mari da Trindadc.Joao Ignacio Soares de Aval-
lar, Heutiques Antonio Rodrigue, (caixelro)
Ama. Scverina Maria.
Eicravoi. Maria e Joao.
"ublicacao a pedido.
CHARADA
OFFERECIl) AO AMIGO V. F. 3.
Sou a basado mortal1
.Melado sou d'uma ripa 1
Das flores faco parle J .
Su nao metem urna pipa)
Mudan Jo-me o A em O.
Faz assim quem quer chamar; i
Dessa rorrea tambem sirvo,
P'ra quem quer fazer callar
CONCEHO.
I.
O meo todo, tu bem sabes,
Que rpida mudanca diz;
Tambem ando entre gonte,
Com uns ocrulos no nariz.
II.
Meu charutinho na bocea,
Bengalinha n'uma inflo,
Um jornalzinho na oulra
Passo por um sabichSo.
III.
E o sou (fallar a verdade),
.Nfio la desses d'espantar ;
Mas comtudo'gente gorda,
Vem a mim me consultar.
IV.
Componho minhas comedias,
Meus sonetos e ranres ;
Escrevo para os jornaes,
Faco minhas traduccOes.
V.
S lingoas vivas sei dez,
E algumas moras tambem ;
Sei escrever porsignaes,
E sei pintar inuito bem.
VI.
Zoilos vis, cheios de oveja,
lio meu tal, ou qual saber;
He que pensam caQoar-me,
Mas nada I lies ha de valer.
Vil.
Porq'eu me zangando de veras
Sem cavaco a nenhum dar,
Vou-me embora, dou as trancas,
Vou para o llio Jangar.
25 barricas farinha, 50 gigos cerveja, 21
caixas cognac, 1 dita fructasem ago'arden-
te, 8 ditas abslntho, 8 dilas vinlio, 2 ditas
conservas, 12 ditas champanhe ; a Buessard
Millochau.
10 caixas queijos ; a J. J. Monleiro.
1 caixa carneiras ; aE. Bolli.
5 caixas miuJe/as, 1 dita pentcs do chi-
fro ; a Dsnker & Companhia.
1 caixa fazendasde seda o algodSo, 1 dita
ditas de algodlio elinho, 1 Tardo Tazendas
dealgodSo ; a C. J. Astley.
4 caixas carneiras ; a II. Wolfhop & Com-
panhia.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 22.....4:706,174
Diversas provincias...... 144,548
4:850,722
EXPORTACAO.
Despachos maritimot no dia 22.
liba dos Acores, barca brasileira Mara-
II, de 247 toneladas: conduz o seguinte:
20 caixas e 359 barricas com 3,349 arro-
bas de assucar, 2,000 cocos e 3C paos de
queri.
Genova, brigueinglez Magnet, de 190 to-
neladas : conduz o seguinte .*
2,333 saceos com 11,665 arrobas de assu-
car, 95 saccas com 500 arrobas e 2 libras de
algodSo.
I.iverno, brigueinglez Ararat, de 273 to-
neladas : conduz o seguinle :
3,900 saceos com 19,500 arrobas de as-
sucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS CEIIAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 22......501,600
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 22.
2:864,196
viovimento do Porto.
ALFANDECA.
Rendimento do dia 22.....9:355,68
Descarregam hoje 23.
Polaca -hierrier farinlia.
Brigue Yolof- dem.
Patacho Fortuna charutos.
Patacho Chatowartlnj pipss vasias.
IMPORTACAO.
Yolof, brigue francez, vindo do Havre, en-
trado no correle mez, consignado a viuya
Lasserre, manifcslou o seguinte :
1 caixa pclles, 1 dita fazendas para cha-
peos, 1 liiia dilas diversas, 5 ditas chapeos e
objeclosde chapeleiro, 1 dila louca, 1 dita
modas, I dila perfumaras, 1 dita obras de
papelflo e vidros ; a J. P. Adour 6 Compa-
nhia.
4 caixas fazendas do algodSo ; a Augusto
Meuge.
288 baiiis e 198 meios ditos manteiga, 200
barricas farinha, 200 caixas velas, 45 caixas
papel, 9 fardos estopa, 1 barrica queijos ; a
viuva Lasserre.
1 caixa chapeos de sol de algodflo, 2 di
tas romo de lustro, 13 dilas pelles prepa
radas, calcado e objeclos para calcado, 2
dilas pelles preparadas, 1 dila agoa de Colo-
nia, 3 ditase 1 barrica drogas, 1 caixa obras
de miro, 4 dilas fazendas de algodSo, I dita
vidros, 1 dita suspensorios, 1 dita perfuma-
as, 1 dita sedas, 1 dila louca, 10 ditas cha-
peos; a Dedier Colombiez it Companhia.
1 caixa candieiros; [a Rohert.
1 quartolla vinho ; ao cnsul.
1 caixa tabaco c 12 poles ; a C. Carnier &
Compan.iia.
30barrise30 meios ditos manteiga, 12
gigos batatas, 1 sacco feijilo, 1 dito lenti-
lhas, 4 caixas chapeos, 1 dila obras de ser-
gueiro, rolletes e couros para chapeos, 1 di-
ta carteiras, merinos egravatas, Idilaob-
jectos de seda para scrgueiro, bonetes e
penles, 1 dita modas, llores arliliciaes e
pluna-, 1 dita fazendas e grvalas, 1 dita
chapeos ; a Cals Frres.
8 barris verdete, 5 caixas e 1 barril dro-
gas, 1 caixa cssencia, 1 dila frascos de vi-
aro; a B. F. de Souza.
3 caixas rouro de lustro, 186 gigos bata-
las ; i orJem.
1 caixa sapatos, I dila obras de papelSo,
4 ditas chapeos, 6 dilas fazendas de algodSo,
3 ditas dilas de la, 1 caixa ditas vaziss,
manteletes e fazendas de algodilo, 3 caixas
chapeos de sol ; a L. Bruguire.
i> i- mas fazendas do algodflo elinho; a
F. II. Luttkens.
12 caixas fazendas de algodilo, 4 dilas di-
tas de seda, 1 dita dilas de seda e algodao,
1 dila lilas de seda e algodSo, e suspenso-
rios de aljodSo, 11 ditas fitas de seda ; a
Kalkmann Frres.
3 volunies impressos ; a E. B. da Silva.
1 caixa lilas de soda, 7 ditas fazendasde
algodao, 1 dita grvalas de seda e algodao,
1 dita fazendas de seda, 3 ditas chapeos, 1
dita pesos (ara relogio; a Schfeitlin &
Tobler.
. 1 caixa fazendasde seda, 1 dita rolletes e
cucos de seda, luvas de seda e pellica, e
modas, 1 dita fazendas de 15a e seda, 1 dita
chapeos, 5 ditas fazendas de algodSo, 2 di-
tas vestidos de cassa, 2 ditas chales de cas-
sa, 1 dita obras de ouro; a J. Keller & Com-
panhia.
5 caixas manteiga em garrafas; a J. l'.ou-
lier.
1 caixa objeclos de selleiro, chicotes e
espartilhos, 1 dita flores e modas; a II. Ga-
dault.
1 caixa modas; a madame Millochau.
9 caixas cha pos, 9 dilas obras de chum-
bo, 19 ditas papel, 3 ditas agoa de Colonia,
I dita pennas, 1 dita conservas, 7 dilas e 1
barrica miudezas, t caixa obras de maree-
neiro, 1 dila toucas, 2dilas obras de ser-
gueiro, 3 ditas modas, 1 dila bonetes, 1 di-
ta machinas, 1 barril tinta, 1 caixa perfu-
maras, 4 dilas fazmdas de algodSo ; a A-
vrial Frres.
Navio entrados no dia 22.
Mar-Pacilico, tendo saludo de New-London
ha 22 mezes, galera americana Drome, de
366 toneladas, en pililo A. Steel, equipa
gem 33, carga azeito de peixe; ao ca-
pitn.
Granja 22 dias, hiate nacional S.-Jos, de
41 toneladas, capitSo Jos Manoel Rodri-
gues, equipagem 6, carga sola ; a Anto-
nio de Almeida Comes.
Navioi sabidos no mamo dia.
Babia llrigue francez Beaujeu, capt3o
Surmont, carga a mesma quelrouxe do
Havre,
dem -- Escuna holandeza Antft, capitSo C.
A. Rulin, carga a mesma que trouxe de
Mailing.
1 Mi i de San-Miguel -- Brigue portuguez
Olivcira, capitSo Francisco Jeronymo de
Mendonca, carga assucar e mais gneros.
PassaReiros, Jos Francisco Pimentel, Jo-
s Antonio da Silva com sua senhora, Jo-
s Maria Fraga, Boza Joaquina, l'ortugue-
zes. Alm dos passageiros cima viudos
do Rio-de-Janeiro, leva a seu bordo : Jo-
s Rodrigues, Francisco Paulino Cabral,
Joao V. ltolelho, Joaquina Maria da Con-
eeicSo, Portuguezes.
Rio-da-Prala Brigue inglez Elisa, capitn
James Brown Elc liant, carga assucar.
Ilio-dc-Janeiro -- Patacho nacional Curioso,
capitSo Domingos Antonio de Azevedo,
carga algodao e mais gneros.
na secretaria do referido balalhSo, decla-
rando o menor preco por que pdom ven-
der ditos gneros, que deverSo ser de pri-
meira qualidade. Quartel no Hospicio, 20
de abril de 1850. Manoel Porfirio de Castro
Araui, alfares agente.
-- Faz-se publico, pela segunda seccSo do
consulado provincial, que se est fazendo
a cobranca do imposto de 20 por cont do
c onsumo das agoas-ardentes de produccSo
brasileira, vencido no semestre de dezem-
bro do anno prximo passado, e que, Ando
o presente mez, se proceder executivamen-
te contra todos os que dcixarem de ter pago
o referido imposto.
Pela subdelegada do Recife se faz pu-
blico que foi apprehendido um relogio de
ouro, que seandava offerecendo por me-
nos de seu valor, pelo que julga-se ser fur-
tado quem for seu dono cmpareca na
mesma subdelegacia, que, dando os verda-
deros signaes lhe, sera entregue.
SABBADO, 27 DO CRREME,
vai scena no theatro de S.-Francisco
grande dramma, a
MORTE DO TENENTE GENERAL GOMES
FREIR DE ANDRADE,
por ser o mais completo |que recentemente
chegou a este theatro; no referido dia o
Sr. Santa Roza, cantara a mui jocosa aria do
MSICO CHARLATAO',
com novas o graciosas quadras, feitas pelo
Sr. redactor da Marmota.
Os bilhetes tanto de camarotes como de
platea, acham-se venda na casa annexa ao
Ihealro, e no ra do Trapiche hotel Fran-
cisco, n. 9. Dcsnccessario he lecer elogios
ao mencionado dramma, porque por si
mesmo se torna recommendavel.
EDITA L
be, muilo veleiro e promptopara
seguir qualquer viagem : os pre-
tendcnles dirijani-se aos consig-
natarios, Henry Forster &C. na
ra do Trapiche, n. 8.
-- A veleira escuna nacional Emilia, de
que he capitSo e pratlco Antonio Silveira
Maciel Jnior, deve cliegar do Para por
estes dias, para onde voltar com osa-
la pelo MaranhSo, com a maior brevi-
dade: quem na mesma pretender carre-
gar, ou ir de psssagem, dever entender-se
com Joo Carlos Augusto di Silva, na ra
d Cruz, no Recife, n. 13, armazem.
Para o Cear segu com toda a bre-
vidade o brigue nacional Josefina: quem
no mesmo quizer carregar ou ir de pas-
sagem, trate com Domingos Rodrigues
de Andrade, no Trapiche-Novo, n. 4, ou
com Jos Carlos Ferreira Soares Jnior, na
ra da Cadeia do Recife, ou com o capitSo
do mesmo, Marcos Jos da Silva.
PARA A CIDADE DO PORTO,
segu o brigue portuguez Bom-Pastor,rtct-
be carga a frele e passageiros,para os quaes
offerece excedientes commodos : os prelen-
dentes dirijam-se ao capitSo, Jos Comes da
Silva, ou a Bailar & Oliveira, na ra da Ca-
deia-Velha, armazem, n. 12.
mente p
cargo
Leiloes.
A cmara municipal desla rulado faz
publico, para conhecimenlo dos donos de
oflicinas de latoeiro de chapa, e de fuuiluiro,
que a assembla legislativa provincial, por
resolucSo de 12 do ro rente, tcm approvado
a primeira parte do parecer abaixo trans-
cripto, da respectiva commissSo de posturas
niunicipaes, considerando ditas oflicinas
comprehendidas na disposicSo da postura
ijue manda retirar do interior da cidaJe s
estabelecimenlos de caldeiraria propiamen-
te ditos.
E para constar se mandou publicar o pre-
sente.
Paco da cmara municipal do Recife em
sessSo de 19 de abril de 1850.Francisco An-
tonio de Oliteira, presidente.Manoel Ferrei-
ra Accioli, secretario interino.
A commissSo le posturas municipacs,
lendo em vista o requer ment dos calde-
iciros Manoel Carneiro Leal e Joaquim An-
tonio dos Sa.ilos Andrade. pedindo explica-
c2o, se as oflicinas de latoeiro de chapa e fu-
nileiros eslSo comprehendidas na postura
que mandou retirar os estabelecimenlos do
caldeiraria, propiamente ditos; he de opi-
n i fio aflirmativa urna vez que semelhantes
oflicinas funden) metars, cujos gazes ou fu-
mos sAo nocivos salubridade publica, o
traballiam rom estrepito, rascles estas que
aiilorisaram a referida postura, e a decisfio
previa iiesta assembla a semclhante respei-
to. Eniquanlo a prorogacdlodo prazo.no-
vamente impetrado, para a remocSo, ou mu
danzadas fundirles e mais estabelecimcn-
tos das oflicinas dos supplicantes, pensa a
commissSo que Ihes assislealguma rasSo ;
e para n3o contrariar a resolucSo da assem-
bla tomada quando se discutio o outro pa-
recer, enlende quo devem elTecluar a pro-
ilicta rrudanca dentro de um anno, prazn
iiuo ser extensivo aos funileiros e laloeiros
para o mesmo lim.
Sala dascommisses,9 do junho de 1849.
Christovio Xavier Lopes.Antonio Carntiro
Hachado Hios
Foi approvada a primeira parte do parecer
em sessSo do 12 do correte; erejeitada a
segunda parle.
Secretaria da assembla provincial de Per-
nambuco, 15 de abril de I850.--0 oflicial-
maior, Itufiao Jos Cprreia de Almeida.--Con-
forme. --0 official-maior, los Moreira Bran-
ddo Castello-Branco.
Avisos martimos.
Para o Rio-dc-Janeiro segu viagem
com toda a brevidade possivel o bergantim
nacional Mara-Ubania e ainda recebe car-
ga e escravosa frele i quem no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passagem, rede en-
tender-se com o capitSo Vicente J. Almeida
ou na la da Cadeia, ns. 12 e 14.
Para o Rio-de-Janeiro segu no dia 24
do corrente o brigue nacional Venus: para
passageiros, para o que tem excedentes
commodos, trata-se com o capitSo a bordo,
ou no escriplono da viuva Caudino & Filho.
Para a Babia destina-se a sabir breve a
veleira polaca Vltrice, a qual recebe carga a
frete rasoavel e commodo, mrmenle sendo
objectos de peso : quem na mesma quizer
carregar, pode entender-se com os consig-
natarios, Amorim IrmSos, ra da Cadeia,
n. 39.
Para Marseille a milito ve-
leira barca franceza Pleiades pre-
tende seguir at o dia a5 do cor-
rente, por ter o seu carregamento
proniplo : recebe passageiros ni-
camente, para o que tem exceden-
tes commodos : os pretendentes,
dirijam-se ao escriptorio da con-
signataria da mesma barca, viuva
Lasserre, na ruj da Senzalla-Ve-
lha,n. 138.
-- Para o Rio-de-Janelro sahe muito bre-
ve o patacho Sma -Trindade, forrado e enca-
vilhado de cobre, de superior marcha : re-
cebe carga a frete, passegeiros e escravos a
fete : a Ira lar com Francisco Al ves da Cu-
nta, na ra do Vigario, n. II, primeiro
andar.
Segu para o Aracaly, ateo fim deste
mez, o hiate Flor-de-Cvruripe, mnilo velei-
ro e forrado do cobre : quem no rr.esmari
quizer carregar ou ir de passagem, entenda-
seconiLuiz Antonio de Siqueira, na ra
da Cadeia do Recife.
' Segu para a Babia, no dia 28 do cor-
rente, impreterivelmente, o hyale S.Joao,
e para o resto da carga, trata-se com o Sr.
Antonio Paula Furnandes Eiras: no arma-
zem do Sr. Dias Ferreira, no Caes da al-
fandega.
Segu viagem para MaranhSo, ornis
tardar aleo lim do corrente mez, a escuna
.Win'n Firmina, s lhe falta um quartoda
carga: quem quizer carregar ou ir de pas-
sagem, dirija-sea ra da Cadeia do Recife,
escriptorio de Jos Antonio Basto.
Para o Itio-de-Janeiro sahe impreteri-
velmente no dia 18 do corrente o patacho
nacional Curioso, por se achar com o seu
carregamento quasi completo: para o res-
tante, passageiros e escravos a frete, trata-
se com o capitSo, ou com Luiz Jos de Si
Araujo, na ra da Cruz, n. 33.
Para o Itio-de-Janeiro sabe,
com a maior brevidade possivel,
a escuna nacional Tentatlota, com
a maior parte de seu carga promp-
C. J. Astley & Companhia farSo leilSo
por intervencSo do corretor Oliveira, de
um completo sortimeuto de fazendas in-
glezas, suissa* e allemSas, de algodSo li-
nho, ISa e de seda : terca-feira, 23 do cor-
rente, as 10 horas da manhSa, no seu ar-
mazem da ra do Trapiche-Novo.
--O Si. lleywood estando a retirar-se
para a nova ii.orada do campo, far loilSo,
por intervengo do corretor Oliveira, da
mobilia quasi nova e em bom estado, de que
tcm usado na sua casa da cidade, consisti-
do em ricos consolos, sof, mesa redonda
de meio desala, cadeiras usuaes, dilas de
balance e outras de braco, carleira porta-
til com mesa de Jacaranda, marque/as, me-
sa de jantar, commodas, toucadores, mesas
diversas, lampeOesde globo, lanternas, lin-
dos quadros, armario, ptimo guarda-vesti-
dos grande, relogio de cima de mesa, apa-
rador, leito de ferro e outro de mogno, um
excedente piano inglez perpendicular com
caixa de Jacaranda do mais apurado gosto,
loucas, trem de cozinha e muitos outros ob-
jectos, e, finalmente, um apparelho de pra-
ta pata cha novamente importado e do fei-
tio mais moderno, etc.: quinta-feira, 25 do
corrente, as 10 horas da manhSa, no segun-
do andar da casa, ruada Cruz, por cima do
armazem de fazendas do Sr. E. Bolli.
Declarares.
Em virtude deordem do lllm. Sr. te-
nente-coronel, commaodante do segundo
balalhSo de caladores, precisa-se contratar
para o rancho diario Je suas pracas o forne-
cimento dos gneros seguintes: carne verde,
dila secca, arroz, farinha, eijSo, bacalhao,
azeile, vinagre, caf nioido assucar, pSo e
lenha : as pessoas que sejulgarem habili-
tadas cainparesam com suas proposlas uo
da 24 do corrente, s II horas da manhSa,
ta : para o resto, passageiros c
escravosa frete, tratase com An-
tonio Al ve- de Miranda Gu ma-
raes, ou com Novaes & Compa-
nbia, na ra do Trapiche, n. 34-
Para o Rio-de-Janeiro segu impre-
terivelmente, no dia 17 do corrente, o bri-
gue brasileiro Venus, por ter parte do seu
carregamento prompto : para algum resto
de carga, passageiros e escravos a frete,
queiram os pretendentas dirigir-se ao es-
criptorio da viuva Cuadino & Filho, praci-
nha do Corpo-Santo. n. 66.
Para a Rubia segu em poucos dias o
hiate nacional Ligeiro, de primeira marcha,
pregado e forrado do cobre: para o resto
da carga e passageiros, trata-se na ra do
Vigario, n. 5.
Para o Hio-de-Janeiro sahe,
com a maior brevidade possivel, o
brigue nacional Lizia : quem qui-
zer carregar, ou ir de passagem
dirija-se ao capitSo na praca do
Commercio, oa a Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche,n. 34-
Vende-se o patacho ameri-
cano Romp, de lote de \i6 tone-
ladas americanas, forrado de co-
Avisos diversos.
Nesta typographia precisa-
se fallar ao Sr. redactor do Beija-
Flor.
Precisa-se Je urna ama de leile, que se-
j i zelosa e captiva : a tratar a qualquer ho-
ra do dia, na ra Formosa, quarta casa, a
direita.
Domingos MartinsPontes faz sciente ao
publico, que ninguem negocie um vale de
300,000 rs. Armado em 15 do corrente, e
passado pelo annuuciante, visto que j se
acha pago o Sr. Antonio Francisco da Silva
Carrito, nSo obstante querer o mesmo Car-
rico que o annunciante lhe pague segunda
vez o vale, devendo por isso ser a questSo
submellida justica, parasaber-se de que
parlo existe a esperteza.
Un jeun'honune brsilien que parle,
eciive e iraduit tis bien la langue fran-
caise et donne des bous resseignemens, de-
sire Irouvcr une place dans quclque mai-
son de commerceetrangre. S'adresser par
leltre cachetee I II. ruedu Crespo, n. 11.
Precisa-se de urna ama de leitc, que o
leu ha bstanle e bom, preferndo-seescra-
va sem lilhos : na ra do Amorim, n. 25, ou
anuncia.
Precisa-se alugar urna escrava, que
saiba ensaboar e engommar : quem a tivor
annuncie, ou dirija-se casa n. 158 do te-
nente-coronel Bruce, na ra do l'eixoto,
para tratar do ajuste.
OSr. Joo Germano de Paula queira
dirigir-se ra do Cabug, fallar com Jo-
s Peres da Cruz.
tlr TillWJ*7 PHIMEIROEGRANWS
consultorio homoeo- i
pathico.

Dirigido pelo facultativo J. B. Casa- S
nova. g
Ra da Cadeia de S.- g
Antonio, n. %%
*~.
As dses e consullas homcopalhi-
8 cas s;1o reduzidas a 5,000 rs para as
J pessoas livres, e a 2,000 rs. para os
E escravos.
t Os doenles serSo visitados todos os 9
S dias sem nenhuina outra p'ga.
Toda a pessoa que se apresentar ij;
tf no consultorio declarando ser pob'e, :i
j recebara consultase remediosgra- ift
tintamente,sem p'ecisarde atteslado. |
Na ra do Padre-Florianno. loja ao p
da casa n. 19, ha urna mulher do idade. que
se offerece para o servico de portas a den-
tro de algum senhor aem familia.
Precisa-se de um caixeiro para tomar
conta de urna venda, o qual lenha toda a
pralica do negocio e d Dador sua conduc-
ta : na ra dos Martyrios. n. 36.
Manoel de Souza Carcia, promotor
publico interino do termo do Recife, sci-
entilica aos Srs. esciivSus ou partes que
lhe derara ou mandaram nulos para promo-
ver, que todos [clles j so achain promp-
tos ha muitos dias os quaes devem
ser procurados logo, para que nSo venha a
Mifficr a ju.-tira, sol suas responsabilida-
des. Oulrosim, faz publico a sua morada,
ra do Cabug n. 3, alim de ser melhor-
n-ocuraJo para os misleros do seu
O abaixo assignao agradece sum-
mamento aos lllms. Sr.s deputados
provinciaes e a todas 'as pessoas, que
se dignaram assistir aos sulTragios e
honras fnebres,'feitas a seu muilo a-
roado e presado filho, Fabio Velloso
da Silveira, na igreja matriz do Corpo
Santo emodia 18 do corrente. Jos
Pedro Velloso da Silveira.
Augusto Cowper, cnsul Bitnico,
estando para partir para Londres com algu-
ma presteza, o nSo lhe sendo possivel des-
pedir-se em pessoa de todos os seus amigos
e dos senhores com quem tem tido rcla-
ces, aproveila-se deste meio para dar suas
desculpas; agradecendo-lhes os obsequios
e atlen^ues que aqu tem recebido, offere-
cendo seu presumo naquella cidade.
Precisa-so de um senhora para casa de
muito pouca familia, para o seivico deco-
zinhar, dando-se para isto sustento ealgum
vesiido: quem pretender dirija-se ra
da Cadeia de Santo-Antonio, n. 2, confron-
te o theatro.
Em resposta ao auouncio de aabbado,
13 do corrente, do apaixonado, que tomou
parte no annuncio do maltratado, sahido
quarta-feira, 10 do corrente, responde-se
que, se quizer saber do que.n parle, se he
de algum que pretenda o lugar de guarda
da matriz, como affirma, responda assig-
nando por extenso seu nome ; mas cono um
dos membros da mesa, responda logo a esta
pergunlasinha : a que pretesto rege esta
actual mesa ha anuos a irmmandade, des-
presando os artlgosda casa, e tambem a ir-
mSos e pessoas de urbanidade, que pdem
prestar seus servicos ?-0 snaltralado.
J. Falque participa ao respeilavel pu-
blico desta cidade, que elle vai abrir urna
fabrica de chapeos do sol, onde se encontra-
r sempre um grande e bonito sortimenlo
de todas as qualidadesdestes objectos, tan-
to de seda como de panno para homens e
senhoras; assim como um grande sortimeu-
to de bengalas de lodos os goslos, baleias
para vesliJos, colletes e espartilhos para
senhoras: tambem cobre-se e concerla-se
qualquer qualidade de chapos de sol e ben-
galas, tendo boas sedase pannos em peca :
ludo mais em conta do quo em outra qual-
quer parte : na ra do Collegio, n. 4.
-- A viuva de JoSo Baptista Herbster, que-
rendo pagar metade das dividas do seu ca-
sal, pela qual sement he responsavcl, vis
lo estarem julgadas as parlilhas, vende a
sua propriedade em que tem estabeleci-
mento de marcencria, no Alerro-da-Ba-
Vista : quem quizer ver o predio, peder a
elle diiigir-se a qualquer hora
Precisarse fallar ao Sr. JoSo Rodrigues
Caldoso, chegado ou a chegar do Rio-Gran-
de do sul, para se lhe entregar urna carta
viola do Rio-de-Janeiro : annuncie, ou pro-
cure na ra do Amorim, n. 15.
Quem annunciou precisar de um lio-
mem que entenda do fabrico de assucar, as-
sentamenlos, e lenha capacidade de admi-
nistrar um engenho no Amazonas do Para,
querendo um que tem 18 anuos de pratica
nesta manufactura e agricultura, nSo s do
fabrico de assucar, como purgar, destillar,
entendeudo tambem uecarpiua o pedreiro,
que para qualquer obra e assantamentos
.1o he mistar mestre; bem como levantar
engenho d'agoa ou outro qualquer, e bem
assim o que diz respeilo a toda agricultura :
annuncie sua morada para ser procurado,
e se lhe dar as infurmaces que quizer de
sua capacidade.
Quem precisar comprar um elegante
bote, de 13 ps de comprunento, novo e
bem construido, com velas, mastros, etc. ,
dirija-se Kra-da)-Porlas, casa de Bernar-
do estivador, ou na ra do Trapiche, n. 12.
-. O abaixo assignado faz sciente ao res-
peilavel publico que comprou a venda do
Sr. Jos Virissimu da Rocha, sita na ra do
Trapiche-Novo, n. 26, desde o dia 19 de a-
bril de 1850. ~ lodo Gomes Jardim.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
atrs da matriz da Roa-Vista, n. 26, muilo
fresco e com bastantes commodos : a tratar
na mesma ra, n. 22.
Precisa-s por aluguel mensal de um
escravo, que nSoseja muito afeito a bebi-
das, para o servico ordinario de padaria,
dando-sc-lhe o sustento e doze mil ris ca-
da mez: na padaria, n. 106, na praca da
Santa Cruz.
O Sr. hr. Antonio Buarque de 6'usmSo,
tem cartas na ra da Cadeia, n. 40, tereiro
andar.
- Fugiram do engenho Queimadas da
propietaria D. Anna Viclorina de Mello, na
freguezia de Una, comarca do Rio-Formoto,
os escravos seguinles; Antonio, Angola, of-
licialdesapaleiro; fugio no principio do
anno prximo passado com as frcas ro-
beldes, quecstiveram acampadas no enge-
nho Tenlugal, e dizem que fura conduzido
peloex-delegado do Recife, Feliciano Joa-
quim dos Santos ; e uo principio deste an-
no o escravo Francisco, tambem Angola,
vistoso e moco; dizem ter sido vendido a
um vendedor de gados, que mora para Ca-
ruar : roga-se, | oriento, a quaesquer au-
toridades i'oliciacs, capules de campo,
ote que os peguem e levemos ao Recife
ao Sr. Manoel Concalves da Silva, ou no
referido engenho, que serSo generosamen-
ta recompensados.
O vigario da freguezia do Rio-Formo-
zo avisa a quem lhe convier, que a 4 para 5
mezes appareceu em urna Mteeca desta
villa, una porcSo de vela de cera branca,
sem se saber quem fezaremessa, e para
quom : portanlo, quem for seu dono, pro-
curo em mSo do annunciante.
Jos Peroira de MagalhSes Bastos & Ma-
noel Coins da Silva, fazem sciente a quem
convier, que viles compraram a venda sita
no largo ao Livraincnto, n. 38, a Francisco
Dias Fortes, e n&u se responsabilisam por
qualquer divida que o mesmo esteja a de-
ver, para o quo fazem o presente annuncio.
Offerece-se um preto liberto ptimo
cozinheiro de Torno e fogSo : quem precizar
dirija-se atrs do Corpo-Santo, casa n. 66,
que achara com quem tratar. Advorte-se
quu o mesmo prefere qualquer casa parti-
cular.
Roga-se ao governo da Marmota que
nSo mais nos d tanta macada de versinhos
emsuafulha; pois se c mtinuar, ter ella
o mesmo (lm daqueilas que v3o para em-
brulhos de venda sem screin lidas.
A palmatoria pernambucana.
MFI HOR FXEMPL


ar ,-.,
-A-
--Rnga-soanSr. cnroio, vigilante, ou
intrigante de l'ra-de-Portas, en que rc-
commcn la o Sr. liscal grpi, tenha a
bondade do declarar o seu nome ; do con-
trario, ficirtido por um vil c como he. Espora a rcsposta
O Dtrerttdo.
Precisa-se alugar urna preta para ti
dooservico de urna casa de pequea fi-
milia : na roa de S -Thereza, n. 2.
OsSra Joaquim Pessoa f.ezar da Cu-
nha. e Franc'sco Bercngel de Almei Ja Cue-
des dirijam-soa ru do Passeio, ll. 9, luja
nova de Albino Jos Leite, a negocio qu;
no ignoram.
Quem pretender urna parda do multo
para criada, dirija-se ao Aterro-da-Boa-Vis-
ta, n. 63, primeiro andar.
Quem annunciou querer comprar urna
casa terrea, dirijt-se a Camboa-lo Carmo,
ii. 27.
-- Em OlinJa, na ladeira do Varadouro,
junto a igreja, acha-se aberta a cocheira
que foi do Hespanhol Diogo, na qual se re-
cebem cavillos, eaepromette dar bom tra-
tamiento : tambem se recolhem carros.
Quem liver um moleque de 10 a 12 an-
nos para alugar a urna casa Ingleza, di-
rija-se ra do Trapiche, n. 42.
--Aluga-se urna ama pira casa de pouca
familia, obrigando-se a fazer todo o servi-
eo: na ra das Flores, n.7.
O abaiso assignado tendo de ir a Lis-
boa, deixa por seus bastantes procuradores
osSra. Thomaz de Aquino Fonseca & Fi-
Iho. Domingo Soriane Uoncaloes Fcrreira
Deseja-se alugar um primeiro andar,
ou um sobrado de um andar com quintal,
sendo nobairrode S -Antonio : quem ti ver
animncie por esla folha, ou dirija-se 4 tua
da Cadeia do mesmo bairro, sobrado n. -,
confronte ao theatro.
Manocl Joaquim Lamas vai a Europa:
as pessoas que teem contas a receber ou a
salisfazer ao annunciantc, hajam de u fn-
zer at 30 do correte.
Quem quer alugar um sitio com ca-
pim, querendo um que, alm de capiu,
te ni ludo que quizer, dirija-se a Prxedes
da Fonseca Coutinho, no consulado ger.il
[lesappareceu, em das da semana-san-
ta desta quaresma, da sala da casa n. da
ra da Matriz da Boa-Vista, um chale gran-
de de seda preta, com franja larga; presu-
me-se ser furtado|por pretos de casa,ou ou-
trem a pessoa a quem fr vendido, que-
rendo-o restituir, se dar o seu custo, e se
Iheflcar grato.
Da-se dinheiro a premio sobre penho-
res de ouro e prata, ou mesmo sobre hypo-
tlieca em algum predio que esteja desem-
barazado : na ruada Senzalla-Velha, n. 68,
ou 94, se dir que da
Cobre para forro de
navios,
de todas as grossuras, em grandes porches e
a retalho, vende-sc pelo barato prego de 560
rs. a libra : no deposito da ra Nova, n. 27,
onde sempre llavera um completo soi l-
menlo desle artigo; bein como de folha de
Flandres. vidros, etc.
-- Na ra do Vigario, n. 7, primeiro an-
dar, existe urna carta para o Sr. Jo3o Fran-
cisco Marques, natural de Lisboa, irmflo de
Antonio Lourenco do Patrocinio Marques,
boje no Itio-de-Janeiro.
O Sr. JoSo Ricardo Caelano de Mello,
que foi oommerciante na Estancia, provin-
cia de Sergipe, actualmente nesla cidado,
tenha a bondade do dirigir-se ra do Vi-
gario, n. 7, primeiro andar, a negocio que
Ihe diz respeito.
Por preco milito comniodo.
Tiram-se passaportes para dentro e fra
do Imperio, despacham-so escravos e cor-
rem-se folhascoma maior brevidade pos-
sivel: no paleo da matriz de S.-Antonio,
n. 4 sobrado.
Na loja desapateiro, na ra larga do
Rozario, n. 44, precisase de aprendizes,
mesmoj saliendo algumi cousa, pagaudo-
se-llies o que se -justar, qur sejam forros,
qur captivos.
- Na ra das Cruzes, n. 40, venda de Do
mingos da Silva Campos, ha bichas ham-
mnito bons e gordoj, poldros, lavouras e
safra a colher: os pretendentes, dirijam-se
ra eslreila do Rozario, o. 32, que se di-
r quem faz este negocio e se darSo todas
as informsgoes.
- Manoel Ruarte Rodrigues, legalmente
autorisado por Manocl Jos Francisco e
Quiteria Maris, residentes em Portugal,
iiai e mili, universaes herdeiros do falleci-
do Antonio Jos Francisco Veiga, para pro-
mover a arreesdaeflo dos bens deixados,
convida aos credoros a apresentarem suas
contas na ra do Trapiche, n. 26, para se-
ren attendidos; e roga a todos os devedores
de mandiirem pagar seus dbitos, no mais
curto espago de tempo, para poder dar
contas aos ditos herdeiros.
Jolas.
Fazem-se caixis de guardar joias, obra
5
juga, que tonha torras sufliciuntes para urna
fabrica regular po-ler trabaltv.r, dndose
preferencia ao quo seju d'agoa : quem esti-
ver as circumst ninas de fazer este nego-
cio pJe dirigir se ao engenlio Todos os
Santos na freguozU deSerinhaem a fallar
cora oSr. Jo3o Vioira da Rocha, ou n s-
ta praga com Jps Pereira da Cunha.
Precist-se de um moleque para o ser-
vico de urna casa de pouca familia : na rus
larga do Itozario, n. 14, loja.
M.Pommateaux, ciitci-
ro, etc., com
a loja n. 16 noAterro-da-Boa-Vista, recom-
menda a seus amigos c freguezes o seu no-
vo sortimentode objeclosde melhor gosto,
chegados pelos ltimos navios do Havre,
entre os quaes ha estojos da maior elegan-
bem feita, por diminuto preco: na ruadas cia para senhorae homem, em grande es-
Flores, n. 19.
-Caelano Mentes da Cunha Azevedo
encarrega-se de comprar e vender escravos,
mediante urna commissSo rasoavel, para
o que prometle empregar toda actividade
cotila ; estojos para viagem, contendo co-
lher, garfo, faca, saca-rolha e um copo para
beber, ludo isto formando o menor volume
possivel; um lindo sortimento de tesouras,
tanto para costura e bordar, como para
no melhor desempenho dessa tarefa : os unhas, cirurgia, jardineiros, cabelloreiros
pretendentes o acharan prompto em casa de
sua residencia na ruada Alegra, n. 26, na
Boa-Vista.
Quem quizer morar de grag* em um
sitio, com boa casa de vivencia, fructeiras,
ptimo banho, e muitas outras commodi-
dades, e perto desta cidade, para botar sen-
tido, dirija-se ra do Collegio, n. 16, pri-
meiro andar.
-- Precisa-se de um padeiro que queira ir
para o mallo : a tratar na ra do Collegio,
n. 3.
WUtfWWWW MVHWV ipu
k IIOMOKOI'ATIII.V
V
fua do Trapiche, n. 40.
r; O Dr. Luz avisa s pessoas que Ihe u
m pediram livrot ti boticas homaiopathicas, m
J queostem recebidnpelo ultimo vapor JS
Jj receinclio/ado do sul; assim como
? continua a prestar-se a tolo e qual- ?
Sr quer esclarecimento necessarin para o V
Y melhor uso dos mesmos medicamen- V
V tos no tralnmento das molestias. y

j^Ji&ift'ftl^iii *.* ^M.'Mftftb
ENGENHO D'ASSUCAR.
Arren la-se por prego milito commodo o
engenho dciioininado Bi-Vistt u.i fregue-
sa ila Escada, distante dozo legoas desta
piara, o qual engenho est moonte corren-
to com animaes presentemente, porseter
arrombado o acude, com que moia. cujo
reparo com pouco trabnlho o tornar excel-
lente moedor com agoa ; para o que tem
ptimas proporgOes : tem ptimas Ierras
de varzeas,^tolas lavradias, de ptimo as-
socar e muito commodas ao engenho para
a conducglo da cana : maltas precisas para
o trafico do dito, casas de purgar e do en-
genho pegadas e fetas do lijlo muito no-
vas e de excellentes commodidades : o cer-
cado he o melhnr de pasto que lie possiVel
e mais commodidades ver quem o preten-
der negociar : que podera dirijir-so ao mes-
mo engenho a tratar com o proprietario,
que prometle fazer o negocio mais commo-
do possivel ao que houver de arrendar.
~ Na rna estreita do Rozario, n. 28, se-
guudo andar, se dir quem du dinheiro a
premio.
-- Quera souber fazer assucar, assenla-
mentos de laixas ealambiques, e liver ca-
pacidade para se incumbir da gerencia de
um engenho no Amazonas, no Para, decla-
re sua inorada para ser procurado.
Precisa-se de um feitorpara o sUo da
viuva Amorim, em Ponte-de-Ucha.
Uvas do serlo
hurguezas para alugar e vender, tanto a
retalho como em poreflo : por preco com-
modo.
Jofo Keller & c. fazem sciente que
o Sr. Gregorio Antunes de Oliveira deixou
de ser seu caixeiro desde o dia 16 do cor-
rente.
Oabaixo assignado pede a quem se
julgar seu credor, por dbitos em seu mi-
me contrahidus, leltras assignadas ou en-
donadas, ou obrigages anda por vence-
recn, de se aprosenlar com seus documen-
tos, no prazo de oito das, para seren pa-
gos. Recife, 19 de Abril de 1850. ~ Sebat-
iti'iu Jote Gomei Penna.
Quem tiver contas particu
lares com C. J Astley queira
apresenta-las no escriptorio, ues-
tes 3 das.
Jacintho Ignacio Martins, subdito por-
tuguez, retira se para ilha de S.-Miguel.
Jos Verissimo da Bocha retra-se para
fra do imperio, e sua mulher, Mara da
Conceico Pereira.
-SusannMunz.de nic.no Sueco, retira-
se para fra do imperio.
-- Esta inulto breve a sair luz n--l.yr,-
tfr Ferreira Lima : as pessoas, que quizerem
suhscreve-la, dirijam-se a ra da Cadeia-
velha, n <*l, loja do Sr. Cardozo Ayres ;
a ra do collegio, loja n. s esquina do
Collegio, loja n. 2.
Urna criada branca, vind* ltimamen-
te de Portugal, para urna pessoa fra da
praca, n.lo querendo sulijeilar-.se estar no
mallo, olferece-ae a qualqner peasoa nes-
U praca : a tratar no Mondego, em casa de
l.uiz Gomes Ferreira.
Oliveira IrmSos & Companhia fazem
sciente que doixou de ser seu caixeiro l.uiz
de Oliveira Mello.
Luizde Oliveira Mello retira-so para
forado imperio : quem se julgar seu ere
do r, de ohjectos para elle, ou em nome delle
comprados, dirija-se, no prazo de oito das,
ra ur Cruz, n. 9.
Afinacao de pianos.
Alinam se pianos por diminuto prcni
ns ra das Flores, n 19.
-- Traspassa-se o aircndamento de um
engenho de boas trras de produco, poi
prego rasoavel: tamloiu se veudein os per-
excl-
loja de
He chegado alguns pares deste
lente petisco : na ra do Queiinado,
erragens, n. 14.
Precisa-sealugir urna preta que sai-
na lavar, engommar e coser, para urna casa
estrangeira : na ra do Torres, n. 34, das
11 horas da manli macasa tambem se precisa alugar um pre-
lo que emenda do servido interno e de tra-
tar de cavallos.
Furto.
No dia 6 do corrente, as8 horas da imi-
te, um preto ganhador furlou do porto das
canoas da ra Nova, u.ii bahuzinho de fo-
lha pintado de azul, contendo 3 imagens,
umadoSenhor Crucilicado, oulra de S.-
Anna, e outra de S.Antonio, estando esta
ultima paramentada de ouro ; bem como
uTn espellio de moldura domada e algumas
Camisas de homem, toalhas, etc. : quem de
tal furlo souber, far o favor de aprehnde-
lo e participar na ra do Collegio, n. 16,
segundo andar, o mesmo so roga a todas as
autoridades policiies.
Joda Silva Souza, subdito portu-
gue?, relira-se para fra da provincia.
A pessoa que annunciou precisar de
um homem que entenda do fabrico de as-
sucar para se incumbir da gerencia de um
engenho no Para, dirija-so a ra Imperial,
n. 181, que achara pessoa habilitada para
esse fim, e que deseja contratar este ne-
gocio ; p sabe fazer toda e qoalquer obra que fr pre-
ciso para o machinismo do mesmo enge-
nho, e dar nesta cidade iuformaces a res-
peito de ana cap cidade.
Precisa-sede um feitor : no primeiro
sitio com porlao de ferro, na estrada que
vai da Casi-Forte para o Poco.
Acha-se em poder de Francisco Paes
Belo, no engenho Velho, um escravo de
nome Venancio, que diz ser do Sr. Anto-
nio Pesso da Silva, senhor do engenho
Colunguba, que queiendo negocia-lo, po-
de apparecer; do contrario, o mande con-
duzir.
Felippe Jos de Figueiredo relira-se
para fra do imperio para tratar de tua
saude.
A viuva de Antonio Jo3o da Itesurrei-
efloe Silva pedo aos creJores de seu casal
para que apresentem suas contas, nestes oi-
lo das, ao Sr. Joo Francisco Teixeira, mo-
rador na ra doGuararapes, D.-34.
-- Precisa-se alugar urna escrava, que
sai ha cozmhar o diario de urna casa, engo-
mar e comprar na ra para urna familia pe-
quea : quem tiver e quizer fazer este ne-
gocio, dirija-se a ra do Livramenlo, n
24, primeiro anJar para tratar do ajuste
ou annuncie.
-- Arrenda-se um cngcnho.quo seja situa-
e barbeiros ; navaihasda melhor qualidade
possivel e com os competentes aliadores de
couro de anta ; facas de algiheira ; facas ro-
manas para caga ; caivetes com tesouras;
ditos para cortar callos ; instrumentos para
1 impar as unhas faquinhas para costuras ;
estojos para mdicos e dentistas; espin-
gardas decapa de todas as qualidades com
os competentes pertences, como sejam
chumbeiris, polvsrinhos e baleiras do to-
dos os calibres ; cabecadas de pita ( se la
vegetal); brides para montara e carros;
furnias de lodosos moldes; estojos mathe-
malicos; bengalas para limpar espingardas
e para passeio ; e outros muitos ohjectos de
ulilidade : tudo pelos presos mais commo-
dos possiveis.
100,000 rs.
Furtaram, na tarde de 8 de fevereiro
do pnssado anuo, do sitio, no Remedio,
pertonecnte ao abaixo assignado, um prelo
do nome Vicente, naQo benguella, que
representa de 35 a 40 annos, cor preta, al-
tura e corpo regular, pouca barba, peque-
os signaes de bexigas roda do nariz, um
talho no meio do queixo,que a barba enco-
bro ; pisa|um pouco esharrado eapapagaia-
d<>, com os dedos grandes dos ps aliertos
para dentro; quasi nunca falla, pelo que
parece mudo, e quando falla he tilo pouco,
confuso e atrapalhado, que parece bu^al;
he um pouco leso ou maluco : quem o pe-
gar, ou delle ler noticia, ser bem recom-
pensado; porm quem oapresentur ao a-
haixo assignado, senhor do dilo preto, re-
cebera 100,000 rs.; o no se quer saber
quem o traz, ncm onde o pegou, basta cn-
trega-lo na ra do Rangel, n. 54, fabrica
do licores, que receber o premio.--! icto-
rino Francitco dos Sanios.
3V V^ *vv Vf'^v y 'vvfVvV^vO
f GRANDE
{? consultorio homoeo-
pathico,
Dirigido pelos facultativos Dr. Sabi-
no e Dr. Luz. <*
Ra do Trapiche, Hotel- ^
Francisco. J
Os doentes pobres lero gratuita- <-
>
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m
<5r
Roubo.
Na noite de 6 para 7 do passado, foi fur-
lado a um prelo que venda fazendas, una
grande lata o um carino com diversas fa-
zendas finas ; pois tendo o mesmo preto,
por motivos do embriaguez, chamado um
ganhador para carrregar a lzenda, o mes-
d'agoa o sal: tambem ha bolachas para ven-
da e para escravos, por menos pro<;o lo que
em outra qualquer parte, o puro caf moi lo
e de cevada, cha superior, assucar de toda
as qualidades, tanto em caroqo como refi-
nado : tudo por prer;o risoavel.
~ Vendam-se duas pretas ma^as e um
preto, proprios para todo o servido de una
mo so evadir com todas as fazendas e al- | casa : na ra Nova, n. 39, segundo andar,
gum dinheiro que carregBva. I'.nga-se, por- Vende-se urna heranca na ilha deSan-
lanto, a polica ou a qualquer pessoa quej Migncl, tambem se troca m por predios ni
tenha noticia do occorrido, de drigir-se
ra da Cadeia-Velha n. 21, casa do Manoel
Antonio da Silva Antunes, que ser gratifi-
cado com 100,000 rs.
Compras.
Compra-se vinho de caj em porreo :
na ra da Cadoia.n. 31, ou annuncie.
Compra-seo'dcimo volume dos Mys-
terios de Pars, impresso do Maranho : na
botica de Joo Moreira Marques.
Compra-se um sobrado que seja bom,
na lioa-Vista, ou emS.-Antonio, as ras
Nova, Cabug, Queimado, Cadeia ,e dita do
Becifo : na ra da S.-Cruz, n. 76, se dir
quem compra.
Compra-so urna casi terrea, quo te-
nha bastante commado para gran .'c fami-
lia : quem tiver annnncie.
-- Compra-se um escravo carpina e outro
outros quaesquer bons nesta Draga : quem
os pretender, dirija-se no Itecifo uoSr. Mi-
noel Concalves da Silva, ou no engenho
Qneimadas, da freguezia delJiu, comarca
do Rio-Furmosu, quo acharo com que
tratar.
-- Vcndcm-se ricos capotinhos de blondo
os mais modernos que ha, assim como lu-
vasdeirocal para sen hora o meninas, che-
gadas ltimamente do Lisboa,por prreo mili-
to om conti: na loja de F. L Ruarte, ra do
Cabug.
-- Vende-se urna negra moco que sabe en-
gommar, cozinhare tolo mais servico du
urna casa, sem deleito algum, J motivo da
venda se dir ao comprador : na ra do
Oueimado, Injan. 10.
Vendem-se 2 molatinhos do 8 annos
muito lindos,e proprios para pagem ou para
aprender oflicio, 4escravas muito bonitas,
sen lo urna com urna cria e com bom leite,
coze chilo o faz doce de diversas qualidades
pedreiro : a fallar com o aferidor, Antonio e m,u,l ,noacllB Donlt" figura, e 1 mole-
ConcalvesdeMoraes, e nos Afogados.com o M del* unos, todas sem vicio nnm acha-
teneote-coronel Manoel Joaquim. ques : quem a pretender dirija-se a ra do
Compra-se urna preta, que tenha ha-
biliJade de cozer bem, que seja moga ; e
tambem um preparo de ollicial da guarda
nacional, qu1* tenha a nuinerar;no ( ) con-
tendo os ohjectos seguinles : espada, ta-
ino, pasta, canana, birretina o banda, sen-
do isto para um ofllcial superior, e tudo
em bom estado : atrs da matriz da Boa-Vis-
ta, n. 24
Compra-se urna estante para livros, que
esteja em bom estado : quem tiver an-
nuncie.
Veird-is.
Vende-sc urna linda mulalinha de 18
annos, que eiigomma e tose bem ; una
m"7"d,VVni,M,qUeCOSes0ffr'Vel;-T*!'>'0Jo:n "O" Diroit-, taberna l 76.
Livramenlo, n. 4, que all se dir quera
vendo.
-- Vende-se una escrava orloola, Bibn
COzii bar, fazer doce, coze, e faz lavarint >,
lava bein de sab3o o engomma perfeila -
mente : na ra diroila, n. 78.
-- Vende-se um lindo moleque pec.a do
18 annos, o de boa conducta: na ra do
llangcl, n. 57.
Vendo-se urna bonita escrava engom-
madeira, cuzinheira, c.izechiio, annos e do boa conducta : na ra do Kan-
iepuladns a 1,600!!
j Vendem-se charutos deputados muito fi-
i nos, pelo commodo prego de 1,600 rs. a coi-
iXa, Chegadot prximamente da Baha ;e
! outras muitas qualidades, por precos com-
de meia idade, ptimos para o servico de
casa ; e mais alguns escravos: na ra das
Larangciras, n. 14, segundo andar.
Vendc*SB barato.
Na ra do Queimado, loja n. 19, alm de
outras uiiiit.is fazendas, vendem-se lencos
de lav.irinto, a 360 rs. ; de seda de cores, a
960 is.; e com franjas a 400 e 560 rs.; de
cassa coro cercadura de cor, a 240 rs. ; rip-
eados francezes a 140, e largos a 160 rs. o
Vende-semarmeladi muito novache-
gada ltimamente,por prego muito commo-
do : na ra do Collegio, venda da esquina
n. 25.
Vende ou permul.i-se por algumi casa,
sita desde a ra do l.ivramento at o Ater-
ro-dos-Afogidos, a armacHo da loja de fa-
zonda, n.17 do passeio publico, propria
para qualquer pessoa se eslabelecer ; visto
BChar-se era boa lociliJale : os pretenden-
evado, cambraia lisa Ira ns paren le para 400' ,e,s po,k'm dir'G'r-se "" lJ Q"e acha-
ra, a vara ; chales cscocezes de quadros, a ra eo"' Juom ,ril*: B ,
2,000 rs.; meias de senhora, a 210 rs. o par; Salsa-pamlha de baas
dias de menina, a 180 rs. e de menino, a 140 para remover c curar radicalmente todas as
rs., sendo em mago vende-sc por uienus. enferniidad.s quo procedem da impureza
>

>
>
r..,.. ..,.v : -------------- r-- ----------- ----o."-,.,uu aejn suua-
tences do rendeiro, sendo animaes do roda,| do as trege/ias de Sei inhaem ou de Ipo-
AR ENCONTRADO
mente todos os das cousultas c re-
medios para o tralameulo de suas <:;
m'olestias. As visitas, fra desle consultorio, sriio feitas por qualquer dos dous **
mediciis, nicamente quelles en- ^
fermos cujo estado mrbido os re- 2
a. clame em sua casa. 2
i* ^
-- Precisa-se de duas pessoas quequei-
ram applicar-se ao oflicio de marcenara,
para o que d-so sustento, alim deassist-
roro na mesma casa na ra da Cadeia de
S.-Antonio, n. 18.
Precisa-se de um feitor pa-
ra um sitio perto da praca : quem
estiver nestas circumstancias, di-
rija-se atrs da matriz da Boa-Vis-
ta, sobrado n. 18, ou ra do
Trapiche, n. n. 3.
-- Precisa-se de um feitor que trabalhe,
entenda de borla, arvoredos e vaccas na
Magdalena, estrada nova, primeiro sitio de
porlSo de ferro.
Passaportcs.
Tiram-se passaporles para dentro e fu-
ra do imperio, despacham-se escravos e ti-
ram-se ttulos de residencia para sempre :
p ira esto lim procura-so na praca da Inde-
dencia, livraria n. 6 c8, e na ra do Quei-
ra ido n. 25, loja de miudezas do Sr. Joa-
quim Monteiro da Cruz.
J se abri a loja de seis
portas.
O novo administrador da loja sita em
frente da igreja de Nossa Senhora do l.i-
vramento, querendo trocar por sedulas os
muitos alcaides que achou na dita loja,
tem resolvido vend- los por todo o prego,
e desta forma offerece vantagens aos che-
res de familias e senhores de engenho a re-
fazerem-se de vestuarios por commodo
prego, podendo dirigir-se dita loja a exa-
minar a boa qualidade das fazendas, e esco-
Iherem as que melhor conta Ihe lizerem,
achando-se esta loja aberta das 6 horas da
manha al as nove da noite, ofTerecendo
assim commodidades a algumas senhoras,
que de passeio queiram ir pessoalmento es-
colher e comprar a seu gosto e vontade : a
vista, pois, de alguns pregos que iqui men-
ciona, conhecera oleilorque he exacto o
que Ihe manifests, como sejam chitas de
bons pannos escuras, a 140, 160, 180 o 200
r. ; chales de rede, a 320 rs. ; lengos da
mesma rede, a 160 rs. ; ditos brancos do
m5o para senhora, a ?40 rs.; panno da Cos-
ta com 8 palmos de largura, a 320 rs, ; bre-
tanha de rolo com (Ovaras,a 1,600 rs.;
lengos de seda para algibeira e hombros de
senhora, a 800 rs. ; cortes de cassa-chita de
bonitos padrees, a 2,000, 2,400 e 3,000 rs. ;
e tudo o mais se vende muito em conta por
se querer apurar diuhciru osortir a loja de
fazendas novas.
Na ini'-ina loja venie-su
Castorim para calcas
O corte du 4 covados a CIO rs., c lavas bran-
cas de ilgodffo para homem a 120 jis o
par,
Bna farinha.
Vende-se farinha de mandioca de muito
bna qualidade, sacca de alqueire, medida
de bordo, por prego mais barato do que em
outra qualquer parle : na ra do Livramen-
lo, loja, n. 14. ,
AlgodSo da trra
Na ra do Quoimddo, n. 20, se recebeu
novamenle urna porgio do superior algo-
dilo da ierra, que se contina a vender pelo
barato prego de 200 rs. a vara em porgo, e
a retalho a 220 rs.
Thfologia moral.
Vende-se a obra de Theclogia moral, pelo
Exm. hispo Monte : na livraria, n. 6 e 8, da
praga da Independencia.
He fo barato.
Cortes de brira de linho, pelo diminuto
do sangue, ou habito do system.
Esla medicina esta operando constante-
mente curas quasi iiicriveis.de molestias
que proceden) da impureza do sangue. A
infeliz viclima de molestias hereditarias
com glndulas indiadas, ervos eicolhi-
dos, e osossos meios ai ruinados, (ieou res-
tablecida com toda sua s de e frgas. O
doentc escrofuloso, coherto de chagas, cau-
sando nojo a si mesmo, e a quem o seivia,
licou perfeito. Centenares de pessoas quo
tinbam soffi ido ( por annos, a ponto de
desespcraremda sua sorto ) molestias cu-
taneaes, glndulas, rheumatismo chronico
e muitas outras enfermidades procedentes
do desarranjodos orgos de secregio e da
circulagao, teem-se erguido quasi milagro-
smenlo do leito da morte, o hoje, com
constituiges regeneradas, com prazer at-
leslam a ellicacia desla ineslimavel prepa-
ragSo.
Comquanto lenham apparec'do grandes
enrsale aqu produzidas pelo uso desta
estimavel medicina, eomtuio a experiencia
diaria aprsenla resultados mais notaveis.
New-York, 22 de abril de 1848
Srs. A. B. e I). Sands. Julgando ser
prego de 1.400 rs. o corte, a lies auea fa- "' "' "' ammm' ~ ,u,8Bnao ser
enda va no p.sseio^oablicfl. n loia' ir dw P 0"> e paraoom o pu-
de Lemos Amaral & C P J ^llC0 em pral, rometto-voa este certificado
das grandes virtudes da vossa salsa-parri-
LanterilaS Para CaiTOS. 'ha, para que oulrus que hoje estSo sof-
v.i. i ii Irendo estabelegam melhor a sua confia nca
.,iri;Xa a*--s da vosSa x
de alciiu'n .i.inh.. ,1 fnlh. .,' ...i. Pu,-U "ojeuta aiateria, com comiches
de ale meo, caixinhas de folha envernisada,
c outros diversos aitigos de bom gosto e
superior qualidade .- em casa de Eduardo
H. VV'yalt, ra do Trapiche-Novo, n. 18, pri-
meiro andar.
Vendem-se boas uvas muscatel < lin-
dos mergulhos de parreiras ci-m cachos e
sem elles, e da mesmi qualidade em cai-
xes para poderem ser levados para onde se
quizer : na padaria por baixo do sobrado
da esquina da ra Velha, n. 106.
Vende-se urna duzia decadeiras de ja-
que me privavam muilasnoitesdo meo des-
canso, e cram muito penosas de suppor-
tar
< O Sr. luogo M. Connel, que havia sido
curado com a vossa salsa-parrilha, recom-
mendou-meque eu fizesse uso della.o de-
pois de haver tomado cinco garrafas liquei
perfeilamente curado.
Tenho demorado um anno mandar-vos
um cortilicado, para reconhecer com cer-
teza se a cura era permanente, e tendo ago-
- maior salil'agaoem declarar que nSo
Antonio, casa que faz esquina para o becco
do Uuvidor, n. 14.
Marmelada peitoral.
Na cscadiuhada ra do Crespo, n. 11, ven-
de-se, a quem tiver bom gosto e queira re-
galar o peito com urna boa quartinha d'a-
Koa. e mesmo fazer um bonito presente,
lindas hcelas da superior mar nielada pei-
toral, lilo recommendafel a todas as i es-
soas que tiveram febres.
--Na bem conhecida padaria de urna s
porta, hoje debiixo do sobrado da esquina
da ra Velha, n 106, de Manoel Ignacio da
Silva Teixeira, constantemente se fabrica a
holachinha doce, intitulada regala, c ahi e
na esquina da ra do Collegio, venda do
Sobral, se vende a 320 rs. cada libra, as par-
les de sua composigil silo da melhor quali-
dade possivel ; assim como falias e biscou-
tinhos da mesma qualidade, o excellente
pSo Provenga e do antigo, bolacha furada
de 4, 8 e 16eiu libra, holachinha daviesma
massa de32em libra, seudo qualquer del-
tas muito torradas o da melhor farinha, e s
a Sarah SI. Inlirt.
240, ra Oelancey.
Nesta provincia o nico agente deste ma-
ravilloso remedio hu Vicnite Jos de Urito,
com botica na ra da Cadeia do llecife.
--No becco do capim, na Boa-Vista, n 1
vendo-se um escravo mogo, sem vicios, por
prego rasoavel.
He bom e barato.
Na ra do Queimado, viudo do Rozario,
segunda loja, n. 18, vendem-se lengos de
cores ( fio da Escocia j para grvala, a 210
rs. ; meias pretas dealgodSo para senhora,
aaoora. ojpar; ditas para homem, a 100
rs ; ditas brancas para meninos, a 80 rs.;
cortes de setim prelo lavrado para rolletes,
a 1,600 rs. ; peciuhas de gauga azul cohi U
covados, a 1,000 rs. ; chitas para coberta, a
5,500 rs. a pega, ea 160 rs. o covado; cha-
peos de castor pardo, a 1,600 rs. ; o outras
fazendas per barato prego.
Novoldeposito de asnucar refinado du
superiores cualidades, limpo com ovos a
com lodo aceio : no pateo da matriz de 8.
Antonio, junto a loja do alfaiale.


Folha de I landres.
Em casa de J. 1. Tasso Jnior, na ra do
Amoro), n. 35. ha un ptimo sorlimenlo
le folha de Fiandres, de todas as marcas, c
a retalho por prego mais barato do queem
mitra qualquer parte.
Arroz i. e casca a 5,00
rs. a sacca
vende-se m-rua do Amorim, n. 3", arma-
zem do i "a: -o Jnior.
Potassa da Russia.
Vende-so superior potassa da Russia, da
mais nova quo ha no mercado, por prego
commodo : ra ra do Trapiche, n. 17.
Farinha de mandioca.
.Vnde-se farinha do Cear, mi saccas,
por proco commodo : na ra da Cruz, no
Recife. n. 43.
-- Vende-se cobre e metal amrrello para
Torro de navios, por preco commodo : na
ra da Madre-de-Deos, armazem de A. V.
da Silva Barroca.
Cal virgem de Lisboa.
Vende-se cal virgem de Lisboa, por com-
modissimo prego : na ra da Cadeia do Ite-
cife, n. 50, loja de Cunta & Amorim.
Vende-se a taberna da esquina da ra
Nova, junto a ponte da Boa-Vista, n. 71:
faz-se todo o negocio, urna vez que o com-
prador desonereao vendedor do que deve
aos Srs. da alfandega.
Farinha de mandioca
Vende-se muilo nova farinha Je mandio-
ca, em sacras grandes, por prego commodo:
na ra do Queimado, n. 14.
Farelo a 5,000 rs. a
sacca,
eomelhorque lemvindo a este mercado ;
na ra da Madre-de-Deos, armazem de Vi-
cente Ferreira da Costa.
~ Chegaram novaiiiente a ra da Sen-
zalla-Nova, n. 42, relogiosde ouro e prala
patente inglez, para homem e senhora.
Vendem-se, por prego commodo, os
seguale* objectos em boa estado, que se
pdem ver no Forte-do-Matlos,prensa do Sr.
Manoel Ignacio de liveira Lobo, e tratar
na mesma, ou na ra do Azeite-de-l'eixt1,
1 armazem n. 13, da 9 horas da aa:ihfia as
2 da tarde : -
2 vergas de gavia ;
2 dilas de joanete ;
2 ditas de sobre ;
Pannos de cu le lo, carangueija, suriolla,
juba e fuzo, masteros de joanele e moxo ;
2 camarotes com 4 belixos ;
1 escadade niadeira e ferros de bronze
para porlol;
1 signo pequeo;
1 roda de lema com chapas do lalo ;
I cabrestante de patente ;
1 holinele ;
120 bragas de corrente, juntas ou sepa-
radas,
2 ferros do muito bom tamaito ;
1 ancorle;
Sjoanotes;
1 gavia ;
1 bujarrona;
1 giba ;
1 vela de rslacs ;
Cobre velho de forro ;
Cabos alcalroados para trogo, que, pelo
bom estado em queestfio, pdem ainda ser-
vir;
Panno velho de velas para forro, moitoes,
cardenaes, patollas para ferro, e outros
objectos miudos.
Arados de ferro.
Na fundigSo di Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro diversos mo-
delos.
Novidade.
A 1,000 rs. o covado.
Na loja dos barateiros da ra do Queima-
do, n. 17, vendem-se casemiretas de 13a,
pretas e de cores, proprias para caigas
palitos para homem e meninos, a 1,000 rs.
o covado.
Vendem-se sapatSes do Ara-
caty, leitos a capricho, a l,ooo rs.
o par : na ra da Cadeia do Re-
rife, n. g.
rechinclia para os bahu-
leirns.
Vendem-se chitas proprias para forros de
hahs purestarem liaras, a 3,500, i,uno e
5,500 rs. : na ra do Crespo, loja da esqui-
quina quevolta para a cadeia.
Vendem-se ledas de vidro, prxima-
mente chegadas, em grandes e pequeas
porgoes, por prego commodo : na ra da
Cruz, n. 48, armazem.
Vendem-se pianos de excedentes vo-
zes, e recenlemente chegados : na ra da
Cruz, n. 4, armazem.
Vende-se um pelo bom pa-
deiro, por preco commodo : na
ra das Larangeiras, n. i/i, se-
gundo andar.
Navalhas de Guimares.
Vende-se a superior qualidade de nava-
llias para barba, fabricadas cin CuimarSes,
pelo mdico prego de 3,000 rs. o estojo de
duas navalhas : na ra do Queimado, u. 16
loja de miudezas, de Jos ias SimOes.
Pechincha de feijo
barato.
Vendem-se saccas com
4,ooors. j dilas com dilo
a i,ooo rs. : no armazem
te daescadinha da alandega.
Fumo em folha.
Vende-se urna preta do 20 annos, de
bonita ligura, que engomma, cozinha e la-
va ; urna dita muito boa vendeJeira de um
tudn; ummolequede 20 annos, bom co-
zinheiro do diario de urna casa: na ruado
Collegio, n. 21, primeiro andar.
Vende-se um preto perito cozinheiro
do massas, forno e fogOo : nSo havendo du -
vida, dar-sc-ha a contento para fazer um
jantar: na ra do Collegio, n. 21, aonde
tambem se vende um oulro preto bom re-
mador de esci>ler, e que he mogo.
Na casa de modas francezas de Mada-
ma Buessard Millochau, no Aterro-da-Boa-
Vista. n. 1, ha para o escolhlmento das se-
nhoras um grande sortimento de chapeos;
manteletes, capotinhos, lencos, litas, ca-
misinhas, cabeges, luvas e flores, que se
vendem por prego muito em conta.
Vendem-se amarras ue ierro: na ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Ka rua do Queimado,
vindo do Rozario, segunda lojt, n. 18, ven-
dem-sc pegas de panno de linho com 25
varas, a 6,400 rs. a pega ; mcias de seda de
cores e brancas, a 640 rs o par; luvas bran-
cas de seda para homem, a 400 rs.; suspen
sorios de seda a 200 rs. o par; leugos pre-
tos de seda, com algum mofo, a 1,200 rs. a
duzia ; e outras muitas fazendas por bara-
tissimo prego.
Vende-se, por preco muito
commodo, superior potassa em
liarriras pequeas, chegadas em
10 do corrente do liio-de-Janei-
ro no lirione nacional Leo : no
armazem de Dias Ferreira, no
caes da Alfandega, ou a tratar
com Novaes & Companhia, na
rua do Trapiche, n. 34-
-- Vende-se urna preta que cozinha o dia-
rio de una casa, lava, engomma, e he qui-
Undeira : na rua do Livrameuto, n. ^pri-
meiro andar.
Vendc-se um checheo, muito bom can-
tador, por prego commodo : na rua da Ale-
gra, ii. 8.
A 8,4100 rS a pea.
Na rua do Queimado, n. 16, loja de miu-
dezas, de Jos liias Simes, vendem-se
franjes brancas para cortinados ou para
losillas pelo mdico piego de 3,500 ra. a
pega com 15 varas.
-- Vendem-se saccas com farinha de man-
dioca, viudas do Itio-de-Jeneiro no brigue
Josefina, (or prego commodo : no armazem
de Dias Ferreira, di-fronte da escadinha, ou
a tratar com Domingos Rodrigues de An-
diade, na rua do Trapiche-Novo, n. 4. Ad-
verte-seque as saccas sito grandes.
-- Vendc-se, ou permuta-s por escravos,
um sitio de terreas ao entrar da estrada do
Arraial, com muita largura e fundo, bas-
tantes arvoredos de fruclo, e boa casa de
viveuda de pedra e cal: na rua Direita, n,
40, segundo andar.
LIMA.
Rua do Queimado, obrado n. 19.
Vende uniformrs militares para todas as
patentes de ofliciaes do exercito e guarda
nacional, inclusivo ofliciaes gencraes e
commandantes superiores; tendo o me-
Ibor galfio de ouro para devisas do padi lo,
hoje em uso na cOrtc ; espada de metal do
principe, e ludoquanlo pertence aos ditos
uniformes, qur de grande ou pequea
galla, estando habilitado (ara promplili-
car o uniforme cmplelo para qualquer ba-
Ulhfio, assim como tara msicas para o
que apresentara diflerenlcs (igurinos. Em
sua casa se pdem veros figulinos com as
alteragoes que leccnteuiento sofTicram os
corposda guarnigfio da corle,e que teem de
ser imitados por todos os do ejercito.
Casimiras a 3.000 rs
i
Sureriores navalhas de barba.
Ilechegado aestapraga um novosorli-
mento de cstojos de navalhas de verdadei-
ro ago inglez, as amostras sfio francas : na
ma do Queimado, loja de miudezas, n. 16,
de Jos Dias SitnOes.
Loja de seis portas.
O novo administrador desta toja, temi
examinado os alcaides que eneontrou em
dita loja, reconheceu serem femeninos, e
neste caso tem feito produzi-los, para en-
contrar os padraslos em alguna armazens
desta pregas, e por isso contina o sorti-
mento completo de fazendas baratas.
Aos Sis. alfaiates
Na loja dos barateiros da rua do Queima-
do, n. 17, ao pe da botica, vende-se alpaca
preta para forros de sobre-casaca pelo ba-
rato prego de 560 rs. o covado.
Vendem-se os trastes seguin-
tes: duas mobilias de Jacaran-
da, nina dita de oleo, nina car-
leira de amarello de urna face,
meias commodas de amarello,
camas de amarello, marquezas de oleo, me-
sas de meio de sala de dito, bancas de jogo
de dito, urna cama propria para menino,
tocadores de Jacaranda e de amarello e
mais diversos trastes: na rua da Cadeia de
s.-Antonio, li. 18.
Vendem-se cigarros de palha de mil lio,
hons, por prego commodo : na rua das Cru-
zes, n. 40.
Ao barato*
Vendc-se urna armagilo e pertonces muitd
commodo em bom lugar para negocio, oa
venda da rua da Senzalla-V'elha, n. 48 : a
tratar na mesma.
Vendem-se 2 moleques de muilo boas
figuras, um de 20annos, e oulro de 16, sen-
do um alfaiatee oulro sapaleiro, ambos de
bonitas figuras para pagens; 3 escravas
mogas, que cozinham, engommam o co-
sem ; una dita que cose e faz lavarinto, e
que he ptima para urna senhora acaba-la
de educar; urna dita com urna cria de oilo
mezes, e que cozinha e lava muito bem ;
um | reto muilo bom para todo o liabalho
do campo e da praga; um mulatinbo de
12 annos, ptimo pura aprender oflicio, ou
para seivir a urna casa : na rua do Collegio,
n 2!, primeiro andar, se dir quem vende.
-- Vendc-se, para lora da provincia, ou
para algum eugenho, urna negrola crioula
de 18 annos, muilo sadia, quo cozinha o
diario de urna casa, engomma e tem prin-
cipios de roslura : o motivo por que se ven-
de se dirao comprador: na rua dos Mar-
lyrios, n. 36.
Vende-se a meagfio do engenho Todos
os Sanios, situado na freguezia de Seri-
nliaem, n.oendo com agoa e de bas tr-
ras de plantagfio e outras muilas para se
crearem novos partidos em lugaies frescos,
boas mattas, exlcnsfio de terreno e perto
do embarque; vende-se este bom engenho
por motivos que ha entre os dous socios e
mo poroutios que o possam desacredta-
lo : os pretendentes pdem dirigir-se ao
mesn o engenho a fallar com c Sr. Jo3o
Vieira da Rocha, ou nesta praga, com Jos
l'ereira da Cunha.
O barato convila a
Vrndem-se os seguintes livros, na rua
eslreita do Rozario, n. 8 : Magnum Lexicn;
Diccionario de composigo latios ; dito da
fbula; dito potico; Selecta; Fbulas;
Virgilio; Horacio; Tito Livio; Terencio ;
Oragosde Cicero; Ouvidio ; Metliamorpho-
zes de Ouvidio ; Espositor de Solustio ; Bur-
ro de Salustio ; dito de Horacio; dito de
Virgilio {Tratado das partculas por J. J.
da Cosa e Sa; Horacio latino e portuguez
pelo mesmo; Resumo da Histoiia Sagrada;
e outros mutlos livros latinos, que para se
nao fazer extenso o annuncio se nfio pu-
blicam.
Cheguem ao barateiro.
Na loja nova do Passeio-Publico, n. 19,
de Lemos Anaral & Companhia, vendem-
se pegas de chilas muito finase cores ias,
denominadas 1). Isabel, pelo baratissimo
prego de 8,500 rs e a 240 rs. o covado ;
ditas de madapolo de jardas muito fino e
com 25 varas, polo baratissimo prego de
4,700 rs. ,* e outras muitas fazendas que por
baratas nfio se annunciam. Dfio-se amos-
Iras com penhores.
Vende-se um pardo de 27 annos, que
engomma porfeitamente, tanto roupa de
homem como vestidos de senhora, he bom
oflicial de alfaiate, cozinha, faz doces, he
hom pagem e muito desembaragado: na rua
da Cadeia do Itecife, n. 39.
O
corle.
Na rua do Livramenlo, n. 14, vendem-se
corles de casimiras de cores c de bonitos
padrOes, com 3 covados e meio, pelo bara-
to prego de 3,000 rs. A elles que he pichin-
cha.
Precos nunca vistos.

O
Vendem-se cassas de cores lisas, a 5
240 rs. o covado ; cambraia de seda, O
a 200 rs. o covado ; chitas pretas fi- O
O nas, a 160 rs. ; chales de lila, a 1,000
* rs.; lencos de seda, a 1,000 rs. ; di- 0
los com franja, a 1 000 "rs. ; ditos- q
meioschales, a l,280rs ; mcias pa- n
ra meninas, a 120 rs. o par ; franklin
I reto o de cores, a 500 rs. o covado ; 2>
luvas de seda para senhora, a 320 e i?
500 rs. o par : ditas de pellica para y
homem, a 160 rs. o par; lencos de *S)
seda e des-ti ni para grvala, a 500 e <'
640 rs cada um ; bicos de seda o de O
linho, largos, a 320 e 500 rs. a vara ; Q
chapeos rajisdose de castor, b 1,600, (&
X 2,000 e 3.000 rs. cada um ; ditos de
',-' sol. ii 9 Mo o :i nnn m n.iui.,... ,i.. "
sol, a 2,800 e 3,000 rs. ; rolletes
^* gorgorito, setim e velludo, a
du
feijo, a
I u lado,
defron-
No armazem de Dias Ferreira vende-se
fumo em folha do primeira e segunda qu-
lidadcs, por prego commodo, para acabar.
Vende-se urna preta moga, oplima
quitandeira, e que he propria para lodo o
servigo de uina casa,
iKfronte da ribeira do
1.600,
V 2,000 e 2,500 rs. cada corte ; e outras O
V muitas fazzendas : na rua do Crespo, O
0 n. 9, loja amarella. <
O Q
Vende-se urna pela de 16 anuos, mui-
to sadia e sem vicios, com uina cria de 8
mezes, oque he rendeira, coso chito, faz
livarinlo, engomma liso e lem principios
de cozinha e fazer doces: na rua de s -
Francisco, sobrado de um andar, confron-
to ao theatro.
Venie-se urna linda escrava Je 14 an-
nos, com habilidades ; 2 ditas de 25 a 30
annos, boas quilandeiras ; 2 moleques de
18 a 20 annos ; um preto para lodo o ser-
comprar.
Vende-se na ruado Queimada, n. 19, len-
cos de cambraia com lavarinto a 360 rs. ;
meias para menino a 140 rs o par ; para me-
nina a 180 rs ; e para scoliora a 240 rs.; ris-
cado d'algodfio a 160 rs. o covado i fazeuda
propria para caigas c jaquetas, coulras
muilas fazendas muito baratas : na mesma
loja vende-se leugos de seda de cores de
muito bom gosto piopiio para pescossoda
senhora, bicos da larguia de lies dedos e
160 rs. a vara.
Sapates do Aracatv,
feitos de encommenda.
Acaba de chegar do Aracaly urna gran-
de porgfio de sapatOes feitos a capricho, ja-
lo por efleito de novas recommendages
que para l se tem feilo ; porque os que al
agoia tinliam vindo, nolavam-se-llies im-
perfeigfio, j no cosido, j em formas anti-
gs e mesmo em corte : estes sapates de-
pois de tintse acostumadosa boa graxa,
ebegam a confundir-se com os de cou-
ro de lustio; o seu prego he de mil rs. o
par, dinheiro vista : na rua larga do Ro-
zario, n. 35, loja de miudezas.
-- Vende-se urna mulata, que sabe en-
gommar, cozer, lavar e cozinhar : na rua
da Cadeia de Santo-Antonio, n. 21, segun-
do andar.
-- Vendem-se um jogo de Breviarios ro-
manos em muito bom uso ; ragfio de Ci-
cero, Metanorphoses de Ovidio, Salustio e
a obra de Horacio com a traduccSo francesa
ao lado ; OragOes de Cicero traduzida ao p
da lellra ; lgica de Condillac c de Du Mar-
sais : na rua Augusta, n. 54.
Na loja Tranceza na rua Nova atraz da
matriz, lem bonitos jarros de porcellana'^
lantemas de p do vidro, ditas de casqui-
nha inglezas, ditas racnezas, candieirds
para sala, ditos de latfio para estudantes,
bengalas de rana, bandejas finas, chapeos
de sol de seda de cores para homem, fundas
para os quebrados, chapeos francezes de bo-
nitas formas, leugos de seda de 1,000 rs. at
5,000 rs. para senhora e homens, ditos de
morsulina, e outras muitas fazendas : sa-
patos de duraque de cores para senhora a
800 rs., ditos de coro de lustro a 2.000 rs.
Assim como roga aos seus devedores que
Ihe vam pagar, para nfio mandar tantas
vezes os seus caixciios em suas casas.
- Vende-so banha de porco derretida e
da Ierra, a 360 rs. a libra : na rua do Ran-
gel, n. 21.
-- Vende-se urna cabra (bicho) muito
mansa, e queda mais de meia garrafa de
Ieite : na rua de S.-Thereza, n. 2.
Vendem-se 12 cadeiras, 1 sopha, duas
Vollarete.
Cu xinlias com (xas e lentos para jogo de
vollarete, recenlemente chegadas de Fran-
ga, por prego commodo : vendem-se na rua
do Crespo, ao p do arco, loja de miudezas.
Corram ao barato
Na nova loja do Passeio-Publico, n. 19,
de Lemos Amaral & Companhia, acha-se
um completo sortixento de fazendas, co-
mo sejam : pegas de chitas finas e cores fi-
las, a 6,< i o is. e a 160 rs. o covado ; ditas
muito lina.-, a 7,000 rs. e a 200 is. o cova-
do ; ditas de madapolfio muilo fino, a 3,800
e 4,400 rs.; coi tes de meias casimiras, a
1,600rs.; ditos de cassa para vestidos, a
1.280, 2,240 e 3,000 rs. ; chales de 13a, a
1,800 rs. ; lengos de seda para senhora, a
1,000 rs. ;e outras multas fazendas que se
mostrfiu aos compradores ; bem como cor-
les de casimira, a 5,000 rs.
Estao-sc acabando.
Vendem-se corles de fina casimira prela
e de cores, pelo diminuto prego de 5,000
rs. : na rua do Queimado, n. 9.
Vende-se a mais rerftila carta choro-
graphica de Alsgas, Pernamhuco, Parahi-
ba, Rio-Craude do norte e Cear, por Con-
rado & Reliegarde : na praga da oa-Vista,
botica do Sr. Cameiro.
Vende-se um boi manso, crioulo e
acostumado a carroga ,- um mnnhocom os
seus apparclhos para animal moer ; 4 sim-
ples feitos a moderna e arquiados: ludo
por prego commodo: nas Cinco-Ponas,
n. 152, taberna defronte da fortaleza.
Vendem-se cabegadas inglezas, roligas
e chatas ; ditas de couro de lustro ; sellins
muito superiores; ditos mais ordinarios,
estribos de metal branco e amarello ; e tud o
mais que pertence a loja de selleiro, muito
moderno e de muito bom gosto, por prego
mais commodo do que cm outra qualquer
paite : na rua Nova, n. 28, loja de Antonio
Ferreira da Costa Braga, confronte a Con-
ccigfio.
Aviso aos ourives.
Vendem-se limas de agulhas sorlidas,
por metade de seu prego, das que ltima-
mente chegaraui : na rua Direita, n. 50, lo-
ja decalgado.
Vende-se um pardo de bonita figura,
por barato prego : na travessa da rua da
Concordia, n. 5.
A 560 rs. a libra
. Cobre para forro de
navios,
de todas as grossuras, em grandes porgOes
e a retalho no deposito da rua Nova n. 27,
onde sempre llavera um completo sorti-
mento deste artigo ; bem como de folha de
Flandres vidros, etc.
Vendem-se presuntos inglezcs, bons c
por barato prego : na rua da Cadeia do Re-
cite, n 64, armazem que foi do fallecido
Braguez, junto a botica.
Franjas para cortinados.
Vende-se, por prego mais commodo do
quo em outra qualquer parte, franja bran-
ca e de cores para cortinado?, do melhor
gosto possivel: na rua do Queimado, o. 16,
loja de miudezas, de Jos DiasSimOes
-- Vendem-se 4 escravos de bonitas figu-
ras, sendo um delles bom cozinheiro, e ou-
lro earreiro ; 2 molecoles de 10 a 16 annos;
3 negrotas de 14 annos, ptimas para lodo o
servigo; duas escravas de bonitas figuras,
que cosemchfioo engommam bem : na rua
Direita, n. 3.
-- Vende-se, para fra da provincia, ou
para engenho, um escravo cnculo, de bo-
nita figura, de 20 annos: na rua larga do
Hozario, n.21, fabrica de pigarros.
Na rua da Cruz, no Recife, armazem u.
13, vendem-sn cabos da Russia patente e do
todas as grossuras ; lonas da Russia ; dilas
de llamburgo e Inglezas conheciilas por im-
periaes ; biinsda Russia ; fille de cores
barrete para marojos ; e outros muitos
objectos a pregos rasoaveis.
--Vende-so um sitio com casa de taipa
eom2quartos, 2 salas, em trra propria'
no lugar do Camoo-Crande, jujito ao rio da
Tacaruna, com 15 mangueiras de boas qua-
lidatles, mullos cajueiros, pilombeiras e
outras muitas fructeiras, boa trra para
plantar, boa agoa de beber, bons lugares
para viveiros, haixa para capiro, por barato
prego rior seu dono ter da retirar-se para
lora : fz-so todo o negocio : na rua da Ha-
dre-de-Deos, n. 28, primeiro andar, defron-
te da igroja.
..... Ao bom barato.
4iKOP,,S8e,l^ubliC0 'Ja nova n. 9, de
Albino Jos Leite, vendem-se pecas de ma-
dapolfio com 4 palmos de largura, a 3,000
rs.; ditas de riscados da moda, a 6,000 rs.
a pega, e a 160 rs. o covado ; cortes de cis-
sa-chita, de bonitos padrOes e com 7 varas,
a 2,800 rs.; lengos de seda de eores, a 1,000
rs.; chapeos de sol, de panninho, a 2,800
rs.; cortes de caigas de castores, a 610 rs. ,
e a 160 rs. o covado ; nscadinhos de 4 pal-
mos de largura imitando aos de linho, a
160 rs. o covado ; chales de tarlalan,
1,000 rs.; lengos de cassa fina com letrei-
ros e bico a roda, a 320 rs. cada um ; e ou-
tras muitas fazendas por menos prego do
que em outra qualquer loja.
vigo: no pateo da matriz de S.-Antonio, i banca8. u'" toucador de madeira de oleo,
sobrado n. 4, se dir quem vende.
Vende-se urna ptima escrava moga,
propria para todo o servigo na travessa do
Peixolo, a tratar com Ignacio de Souza
Lefio
Navalhas de barba.
urna cama de angico : tudo em muito bom
uso, por prego commodo : lambem sa ven-
de um candieiro francez : na rua do Foco,
n. 12 e '
Mantas |J
0 pretas de fino crep, e tambem de
9 cores para seniora e meninas, pelo
9 barato prego de 800 rs. : na rua do %
Crespo, n. 11, loja de Antonio Luiz #
(9f dos Santos t C. *

Vende-se, por prego commodo, urna
carroga nova muito forte, para dous bois, e
juntamente um boi manso de carro, muilo
bom: na estrada de Beberibe, no sitio que
foi do Sr. Joaquim Carneiro.
Negro cozinheiro.
Vende-se um excellenle negro cozinhei-
ro e canoeiro, mogo e de bonita figura : na
rua do Crespo, n. 9.
outraquaqUe-r,,.r,e:n.ruadoQue !Pr O.p^^^
pe.xo.n?3. -uo ". 16, loja do m.udez.s, de JoseD.as quer Prle. Dfio-se amostras aos compra- rua do Queimado, vindo do Rozario, n.
' >imoej. loores. 18, segunda loja. i
Vendem-se navalhas para barba, dos mui
Na rua do Queimado,
n.9,
acha se venda um completo sortimento
superiores autores Joseph Filite S llright de manteletes e capotinhos para senhora
& Companhia, sendo da melhor qualidade de chamalote ondeado e de listras; bemeo-i
possivel, por prego maiscommodo do quojmo de seda fuita-cres, os quaes vendem-
Escravos Fgidos
Fugio, do engenho Cumbe-de-Cima,
o'pardo Jos, sapaleiro, com as pernas groa-
ses, desdentado, cabellos de negro-- quetn
ofpegar Ieve-o a Fra-de-Porlas.caa de F-
lix da Cunha Teixeira, ou no diloengedho,
que gratificar.
Fugio, no dia 13 do corente, urna es-
crava de nome Barbara, crioula, alta, com
alguuia barba, cabellos entre preto, com
marcas de bexigas ; levou panno da Costa
de listras encarnadas e vestido de riscado ;
quem a pegar leve-a a rua Velba, n. 102,
que ser recompensado.
Fugio de bordo do patacho Asira em
13 de fevereiro prximo passado um escra-
vo marinheiro, de nome Joaquim, crioulo,
he alto, trm barba por baixo do queixo,
bexigoso, ctieio do corpo o representa ter
40 anuos, o qual consta que lem mfii na
cidade de linda : tambem fugio de bordo
do patacho Dom-de-Marto em 16 de abril
crreme, um escravo marinheiro de nome
.Miguel, nagfio Mina, cor pnta, estatura
regulare ebrio do corpo, representa ter 30
annos, levou vestido roupa efe algodSo usa-
da c inculca-se ser forro, os quaes sfio de
propriedade do Sr. Francisco di Silva Flo-
res, negociante do Rio-Crande do su!. Pe-
de-se alodasas autoridades policiacs a vc-
ricagfio de quaosquer escravos, que sejam
capturados, e aos espides de campo muilo
se recommenda sua captura, gratificndose
a quem os Irouxer, na rua da Cadeia, n 39,
casa de Amorim Irmfios, reconhecendo-se
os propris. pelo primeiro com 100,coo rs. e
pelo segundo com 50,000 rs., o que se ga-
rante pelo presente.
Fugio no dia 3 de abril de 1850, do
brejo Cangall do engenho Coicana do nor-
te, um escravo creoulo, de nome Matheus,
earreiro e mestre do assucar, com os sig-
naos seguintes : H anuos de idade, altura
regular, denles abertos e podres, beigos
bicudos, pouca barba, ps muito apalhe-
tados, os dedos mnimos dos ps muilo tor-
ios, tem o andar remando, as aps al-
ias, que representam meia corcunda, as
nadegas com marca de agoute : quem o pe-
gar e Irouxer ao mesmo engenho da-so cem
mil lis de luvas, e nfio o podando pegar
denunciando delle em lugar certo d-se cin-
coeuta mil ris.
Fugiram, de hordo do bri-
gue nacional Sem-Par, vindo do
Kio-de-Janeiro, tres escravos, sen-
do : Sabino, pardo, de ao annos
pouco mais ou menos.; levou cei-
bal e camisa azues, e bonete en-
carnado : dous ditos crioulos, de
nonies Euzebio e Antonio, que re-
presentam ter i5 annos cada um,
Je estaturas altas ; levaram caifas,
camisas e bonetes azues. Boga-se
as autoridades policiacs c capilcs
de campo, que os apprehendam e
levem-nos a Novaes & Compa-
nhia, na rua do Trapiche, n. 34.
Fugio.'do engenho de Tres-Boceas, no
dia 17 de fevereiro passado, um pardo eom
os signaes seguintes: baixo, grosso, sem
barba, de 20 annos pouco mais ou menos,
cabellos enroscados, olhos grandes e aga-
ropados, bem feito de corpo, pernas e ps,
nariz chato, beigos grossos, bocea legular a
com lodos os denles; intitula-so forro,
como tal vem monido de um passapoite fal-
so com o qual illudio as autoiidades da
liarra-Crande : quem o pegar leve-o ao di-
to engenho, ou ao Itecife, em casa de Ma-
noel Joaquim Ramos e Silva que em qual-
quer das parles ser generosamente recom-
pensado.
-- Em anoitede98do pinino i a-suco
fugio, da povoagfio do Monleiro, da ct sa da
residencia de llanoel Antonio da Silva An-
tunes, a prela Maiia, do gento de Angela,
moga, de estatura e corpo legulares, cor
prela, roslo aboceitado, falla bem o vulgar;
lem os ps um lauto grossos : quem a pe-
gar leve-a rua da Cadeia- Velba, n. 24,
que ser gratificado.
- Fugio, do bordo do patacho Aslhrea,
no dia 13 de margo prximo passado, um
escravo marinheiro, de nome Joaquim,
crioulo, alio, com barba por baixo do quei-
vo, bexigoso, ebeio do corpo, representa
40annos pouco mais ou menos; he natu-
ral desta provincia ; dcsconlla-se que esle-
ja pela cidade de linda. Roga-se as auto-
ridades policiaca e capitfies de rampo, que
o apprehendam e levem-no a rua da Cadeia
do Itecife, n. 39, casa de Amorim Irmfios,
que gratificara com 100,000 rs. conforme
a longitude era que fr pegado.
Fugio, no dia 12 do passado, pelas 9
horas da noile, o preto Benedicto, crioulo,
que reprsenla ter 24 annos, de altura re-
gular, sem barba, cara redonda, olhos car-
rancudos; lem os ps (orlos, e he cambado
de urna perna ; levou caigas e camisa de
riscado e esta j rola, e bonete: quem o
pegar Ieve-o a rua da Cadeia do Recife, n.
51, que ser bem recompensado.
|'bN. 111 TTP. DEN. f. I)B mu. 1850
MELHOR EXEMPI


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