Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06272


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Full Text
Auno XXVI,
Segunda-feira
PARTIDA OS M*Him
rttitaf feiras.
airas aoineio-
Goiaunae Paraliiba, segunda
Rio-Grande-do-Norle, quinUs
Cabo'serlnhaem, RIo-Formoio.. Porro-Calvo
e Macelo, no l., a 11. e2l de teme*.
fiaranhmu e Bonito, a 8 23.
Moa-Vista e Flores, a I i e 28.
Victoria, iqulniai feiras.
Oilnda, todos o* das.
UUlNlS
IBES.
Phases da mu.
Ming. a 4,
Nova a 12, s
Cresc. a 19, s
Chela a 2, s
1 h. o ni. da t.
10h.e27 in. da m.
7 h.e47 ni. ila ni.
9 b. e 1 m.da m.
PREAMAB DE BOJE.
Primeira as G horas e 54 minutos da maohaa.
Segunda as 7 horas e 18 minutos da tarde.
de Al>ri!de!830.
FHEOOS DA RUBSCBIP9AO.
Por tres mezesfsdianlado'} 0W
Pnrseisinews 8/1X10
! Por mu anno 15/000
DAS DA 9IM1HA.
15 Seg. S.Dazlliisa. Aud. do J. dos orf. c m. v.
l Terc.S. Engracia. Aud. do chae, doJ. dal.
v. do civ. c do dos l'cltos da fazenda.
17 Quart. S. Aniceto. Aud. do J. da 2..v. do civel.
18 Quint. S. (laldino. Aud. do J. dos or', e do ID.
dal..
13 Seat. S. llermogencs. Aud. do J. da 1. v. do
civ. e do dos feitos da fazenda.
20 Sab. S. Ignez de Monte Policiano. Aud. da Ch.
e do J.da 2. v. do crime.
21 l)oiii. S. Anselmo.
i n.ajumai -ttiuti
CAMBIOS EM 13 DE ABRIL
Sobre Londres, 28 e 28"/, d. por 1/000 rt. a 60 das.
. Pars, M0.
. Lisboa, 95 por cento.
Onro.Oncas hespanhoes........ 29/000 a 29/500
MoedasdeoffOOvelhas.. 1o>o0 a 1/S0
. de 6/400 novas.. 16/100 a lJUiio
. de 4/000........... 9/100 a 9/300
/VaM.-Pataces brasileiros...... J/9J0 a 1/Obo
Pesos columnarios....... 1/940 a W0
Ditos ineilcanos.......... 1/800 'Z8'20
PAftT* OFFICIAL.
TRIBUNAL D.\ KELACA.
SESSAO DE 13 DE ABRIL DE 1850.
PasaiORUCI OO "XM. SENHOR
CONCKLlIBinO AZEVEDO.
A's 10 horas da manhaa, achando-se -pre-
sentes oa Srs. desembargadores Hamos, VII-
lares.Hastos, Lr.Souza, Rebello, Luna Freir
e Tellei, faltando com causan Sr. desembarga,
dor Punce, o.Sr. presidente declara abena a
seiso.
DICISOIS.
Apptllacts cr imei.
Appellanle, Joao Baplista Pereira Lobo ; ap
pella Appellanle. o juizo ; appellado, Joaqulm llap
tista. Auovojury.
Appetlacves eittit.
Appellante, Domingos Pereira de Mendanha ;
appellado Joaquim Ferreira. Despresados
os embargos do appellanle-.
Appellante, o juizo de direito do Ccar ; ap-
pellado, Antonio Gomes Pessoa. Conlir-
mada.
Appellante.Jos Feijde Mello ; appellado, Jo-
s Gabriel de Moraes Mayer. Mandou se
proceder habilitncao de lierdeiros.
Appellaiftes, JoSo Jos, Jos Joao c Joaquim
Jos*; appellado, Luther Leklu e outros.
Confirmada.
Apprllantes. os -herdeiros de Joaquim Ignacio
Correa de Brillo ; appellado, o juizo dos fei-
tos da faienda. Confirmada.
Appellanle," juizo de ausentes; appellados, Po-
licarpo JusLayne c outros. Confirmada.
Appellanle, Francisco Soares da Silva, appel-
lado, Pedro aluller. Despiezados os em-
bargos.
Appellante, Aulonio Bernardo Ferreira, appel-
lado, Joaquim Riociro de llrito. Dcspreza-
dos os embargos.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco An-
tonio Ferreira. Improcedente.
Appellanle, Lourenco Jos das Ncves ; ap-
pellado, Gabriel Goncalves Lomba.Confir-
mada.
Appellante, Francisco Joaquim Cardoso ; ap-
pellado, Francisco Ferreira da bilva. Con-
firmada.
Urna peticSo de queixa de Josefa F.pipliaiua
daFonseca contra ojuu municipal l)r. Custo-
dio Manuel da Silva Guiuiares. Maudou-se
proceder diligencia.
1SSICNACES.
Foi assignado o prmeiro dia til para o jul->
gaimiilo das scguiiles appellaces em (|ue sao:
Appellanle, Gabriel Germano de Agular Mon-
tar royo i appellados, Manoel Ferreira Diniz
e ouln si
Appellanle, o juizo ; appellado, francisco An-
tonio de Almeida.
Apprllaiite, a administracao do hospital dos
lazaros; appellada, Rila Maria do Carpi.
Appellanle, Amonio llaplista de Oliveira; ap-
pellado, ojuizo.
EVISES.
Passaram do Sr. desembargador Ramos ao
Sr. desembargador Villares as seguidles ap-,
pellacea em que ;.. '
Anpellanie, Manoel Jos Soares de Avclar;
appellado, Domingos Jos Marques. (
l>Pellaiile, Jus Goncalves Jorres; appclla-
dus aviuvae lierdeiros de Joao da Mlva
DISTRIBI If III.
Ao .cr. drseabargador Leo a appcliaciio
crime em que sao :
Appellante, Jos Flix de Brillo ; appellado, o
juizo.
Levantou-se a sessiio s 2 horas da tarde.
EXTERIOR.
Appell
das,
Santos.
Apellante, Francisco Jos Pereira ; appellado,
Maruulio Uorges. .
Appellanle, Anselmo Goncalves Pereira ; ap-
pellado, Joaquim i ameno Leal.
Appellanle, Jos Vielra de Mello ; appellada
Amia de liollanda Cavalcaule.
Passaram do Sr. desembargador Villares ao
Sr. desembargauur Uattol as siguiles appel-
laces em que sao :
Apptllaues. Ml.ppc Francisco Cavalcante e
sua inuiher; appellados, Frauc.sco Kodr-
eues Aleixo e sua mulhcr.
Appellanle, Manoel de Almeida Ferreira ap-
pellado, Joo rerreira dosSaulos.
Passaram doSr. desembargador Bastos ao Sr.
desembargador Leo as scguluies appellaces
em que sao:
Appellante, o juizo ; appellados, Theodoro Mar-
ti ues Vieira.
Appellaule, o Dr promotor publico ; appella-
do, >ebastio Pereira da Silva. ....,
AppellauU, ojuizu; appcIlaJu, Josc i cijo de
Mello e outros.
Passaram do Sr. desembargador Leoao Sr.
desembargador Souza as seguiulcs appellaces
em que sao:
Appellante, Josu de Jess Jaidim ; appellado;
silvestre Joaquiui do Nascluieulo.
Appellanies e appellados juntamente, Fran-
cisco Carueiro da Silva Jos r rancheo
1 raneo. .,,
Appcilaule, o julio ; appellados, Jos Viclor
Madelrae ouiros.
AppellauU, o juiso ; appellado, CosiueDaimao.
Do inesuio Sr. ao Sr. desembargador Rebello
a scgulnie appellaco em que sao :
Appellanle, Auicacio Jos de Mello; appellado,
Jos Viceute de Medeiros.
Passaram do Sr. desembargador Rebello ao
Sr. desembargador I.una Freir ai seguales
appellaces em que sao i
Appellante, i-lias Cocino Cintra; appellado,
Agoslluliorleiiriqucsda Silva.
Appellaule, ilarlholomeu Francisco de Souza ;
appellado, Gabrici Amonio.
Apellantes, a sania casa da Misericordia de Por-
tugal e uuiro; appeliado, o procuiadoi-lis-
cal da fazendTnacional.
Passaram do Sr. desembargador Luna Frei-
r ao M. desembargador Telles as segulules
appellaces em que sao :
Appellante, D. Barbara Francisca Xavier de
Mallos Morelra ; appellados, Antonio Litis
Caldas e outros.
Appellantes, o juizo e Manoel Joaquim Soa-
res ; appellados, Latham & Ilibert.
Appellaule, Jos Joaquim Bezerra Cavalcante;
appellado, i.enlu Jos da Costa.
Appellante, Joaquim Antonio do Forno ; ap-
pellado, Mauoel Joaquiui da Silva.
Appellanle, Joao de Souza Lima; appellado,
Jos Antonia dr Souza Queiroz.
Appellanle, o juizo ; appellado, Jos Joaquim
Ferreira Jnior.
CORRF.SPONDKNCIA DO DIARIO DE PER-
NAMHTJCO.
Pars, 2 de marro de 1850.
Paris est agora em plena febre eleitoml.
Vine, bem sabe que, em consecuencia dos
arestos prnminciados pelo siippremo tribunal
de Veisalhes, tivemos de substituir a 31 repre-
sentantes que ilci alni ain de scu mandato, e
que em vista disso ficarain tres lugares vagos
na a sua lista, a qual airancou altos gritos al uirs-
ino aos moderados da o posicao. Ora, saiba
Vine, que nessa lisia figura, piimeiro que to-
dos, o nome de um lioinem (o Sr. Mullo) que
foi condemnado depoilafao, como leudo lo-
mado porte na insurreico de junhu de 1848, e
que ha pinico cliegou dos pontes. O segun-
do candidato he um socialista que prega aber-
taiucnte as doulrins do coiiimunisnio ; islo
be, a absoluta igualdade dos salarios, sejaiu |
quaes frem a intelligencia e o traballio de
cada um : chama-se Francisco Vidal. O ter-
reiro lie 111 to do amigo convencional Carnut :
seu nico mrito he ter o nome de seu pai; e
foi s em attencao esta circunstancia que o
goveruo provisorio o chamara ao ministerio.
da instrueeo publica, em cujo exercicio seus I
actos fram outras tantas loucuras. Eis os I
candidatos que os demcratas socialistas re- i
comincndaiii escolha dos elcitures, e mesiiio
quereni fazer com que sejain aceilos por esses ,
honrados sujeilos que se diiem republicanos, ,
proclaniaiido-se decididos a coinbaterem a a-
n ni lii-i- Temos aqui dous ou tres joruaes que
csliio nesse caso.f que fieram o mais triste pa- j
pe quando foi publicada a lista do cornil* de-
mocrtico.
Da parte dos amigos da ordem, as candidatu-1
ras aiuda nao estn (xas : espcraiu-sc os resul-
tados de um escrutinio preparatorio que .
actualmente se procede; .mas, quaesquer que |
sejaiu os nomes alii designados, tenliu a cou-
vii'9io de que a lista das pessoas honradas pre-
valecer. Islo he inuilo para desejar ; pois,
se os titrm/nor gauhassem, Paris licaria lalvez
exposto a uovas desordena ; porquauto esses
individuos se lisongoariaiu cun a esperancade
faier bailar com elles a plebe pra;a publica.
li .mu mi -ai i" dos dias de l'evereiro passou
com bastante socego. Os auarchistas licarain
grandemente desanimados cun o uio resulta-
do desuas tentativas de desorden! em derre-
dor das arvores'da liberdade ; e, alcn disso, o
general Changaruier leve o cuidado de, uestes
ultimas dias, paitar em revista aule elles suas
bellas e numerosas tropas |ue conipem a
guarnico parisiense, e as quaes (posso ceitili-
ca r Vine) nao esto dispostas a se deixarem
atiopi-ll.ii' pelo vulgacho. A ceremonia em
honra dos das de l'evereiro fui curtissiina: ella -
limiloii-se a algiiiuas missas, s quaes assisli-
ram as autoridades e um pequeuo numero de
curiosos. Os passeiadores endirritaram para
a in.ii, i da Baslillia, onde jazem enterradas,
junto columna de jullio, as victimas de feve-
reiro: numerosas coras de perpetuas loram
depostas sobre esses tmulos Unanle a noite
um sgente e polica juiguii platicar mu acto
meritorio, sublrahuido todas essas coras, e
depoiiilo-as n'uin corpo-de-guarda vizinlio. As-
Hinque a auloiidade superiur foi informada
desse faci, deu-se pressa em destituir o ageu-
te, e mandar restabelecer essas coras. Em j
verdade, ella leve rasao para obrar assim i
porquauto a mullidu j cumecava a reunirse, I
tomando allilude ameacadora ; e, a ineu ver,
com pretexto serio c legiliuio, visto nao haver
culto mais respeilavelem Franca do que aquel-
le que se paga s ciuzas dos finados.
A asseiiiblCH legislativa apenas se oceu-
pira deslf annivursano, ao qual a sua
maioria notetii o mnimo afl'ectu; purqui;,
como o renloda Fianga, ella tolera com im-
paciencia, pouco eucobeita, suas tristes e
ruinosas consequencias. Smente, na ses-
siio de 23, o homem mais importante da
maioria. o senhor Yhiers, provocaJo pela
montanha, desvaneceu energicaaienti) a leiu-
braiica Icsses dias, chamados por elle tris-
tes i funestus. A opposicilo alcou horriveis
gritos ao ouvtr cssa lilasphemia conlra
repblica: ella quera que se cliamasseo
oa lora ordem; mas o presidente nflo fez
caso de suas vociferaces, e a palavra do se-
nhor Tliers licou como precuisrjra da qua-
lilicacao i)uo a historia dar a esses dias de
tolos e velhacos.
Os trahalhos d'assembla, nos dias pre-
cedentes,n3o livcram seuo urna importan-
cia local. Occupou-se da le do ensino, a
3nal acaba de passar pela segunda prova, e
overa submeller-se lerceira o ultima
leitura. A commissSo e o ministerio esta-
viini discordes acerca de alguns pontos im-
portantes ; mas, dopois de vivissimos deba-
tes nos quaes o seubor finis servio-se pa-
ra com o presidente de phrases agrsque
este nunca esquecer, acabaraui porouvi-
lo, e os ltimos votos fram dados por im-
mensa maioria.
Nos flaneamos um emprestimo que a
Grecia sifbscreveu nos primeiros dias de
seu istabeiocimcnlo; e, cada anuo, o go-
verno pede ao poder legislativo autorisagilo
pira pagar us prazos lindos desse empres-
timo. Este negocio he de pura furnialiJi-
de ; e al hoja uo se Ihe linha ligado a
menor importancia ; ate alguns deputados
outr'ora se haviam queixado assas viva-
mente do vagar com que s Grecia cumpria
ts clausulas do scu contrato ; mas huje ufio
tralaoi de queisar-se, cuido caue,3o, do ne-
leiiodo devedor principal ; tratam de ar-
rancar a Grecia da abominavel embuscada
que lord l'almer.-ton Ihearmou. O minis-
tro dos negocios eslrangeiros pedio, pois,
assembl.i aulunsar;ao para pagar o ultimo
semestre docmpieslimo grego ; e essa au-
luiisaeo fui imuiodiitainenlo concedida
por unsnimidarle, exclusive dous votos de
brutos montanhezes.
lie a causa da Grecia popularissim'a em
Franca. Vmc tio poder crer o quanto to-
da a gente de bem est indignada contra
lord 'almerston. Nos estamos aeosttima-
dos, com elle, poltica embrujadora ;
mas nunca suas cabecadas tinham tio iber-
ia ment violado a justiija e o bom senso.
Elle obrou acerca da Grecia como obrara
um chore de piratas ; e todas as violencias,
por elle exercdas, escoram-seem pretextos
Tuteis.
He sern duvitla que lord Palmestron re-
cuar : a opinilo publica, mesmo em Ingla-
terra, j se pronunciou contra elle, obri-
gando-o a aceitar a ofliciosa interveiiQilo
franecza. Eis ja una quebraem sua poli ti-
ca de quebra-collo : mas eu creio que ou-
tras q.iebras muito mais graves O esperam
ainda. A poreo dos antigos tori, que vo-
la com o Sr. Pccl. j est cansada de pres-
tar o apoio de seus votos lis loucuras do no-
ble vsconde ; o lodo o ministerio do lord
John llussel poder tolerar a pena das an-
tipalbias que proiluzein us actos lo h'ureign-
Ullue. Ja ouvimo.s na cmara dos lords a vu/.
tilo grave e aulorsada do lord A Lerdeen
levanlar-so enrgica contra as incessantes
provoca^es que lord Palmerston dirigi
Grecia. Depois acabamos de ver, na cmara
dos communs, urna votaQo sobre certa
qtiesto anterior, a qual deu ao minis-
terio 21 votos do maioria. Quasi lodosos
amigos do senhor l'eel votaran! com op-
posiQiio. O senhor Peel releve, porm, al-
guna no campo ministerial, pois trat.iva-
sc d'uma dessas questesde bardado com-
inercial, s quaes elle annexou sen nome;
mas apresente-se novo dbale, em que ne-
nlllim interesse tetilla a poltica do anligo
ministro, o be probabilissimo que arrelia-
tcn a lord John Bussel a dbil maioria que
llie resta; nao por causa de lord llussel.
mas pela de lord 'almerston, a qual des-
honra uo mundo 0 nomo ingle/..
Oulra questio esl poniente na Europa;
c, bem que lord Palmerston lamben nclla
pozesse a nulo, esta cm plena via de desar-
ranjo. Fallo das reclamaccs dirigidas pela
Prussia e Austria confedcrarjiio helvtica'
acerca dos refugiados. Esl'orcou-se em ex- j
tremo lord Palmerston pura impedir o con-
celho federal de dar di re lo a essas legiti-
mas reclamaccs ; mas toda essa poltica
enredadora foi halda. Os refugiados, cuja
expulsao se rcclaniava, recebaran] ordem de
deixai a Suissa.e a mor parle ja obedeceu
essa ordem. A Prussia c a Austria blenlo, I
pois, as garantas que solicitaran), e o ne-
gocio terminara amigavelmente. Outro in-
Cideule sera mais dilDcil de ananjar, sea
l'russia quo o uiovcu presistir em exigir
yma soluqao. Trala-so do principado de
Ncuchaiel, no qual el-rei de l'russia exer-,
ca um dneilo de suzcraniu antes da revisilo '
do patio federal, que Ihe liiou esse dieito
sem componsaqo. Esta quesillo fOradifOci'.-
litna de resolver em lempos coinmutis;
mas nesta poca de rovolui.'ilo, em que a me-
nor ceulelha pode fflzer arder a plvora,.
he mesmo mui peiigosa de agitar Por isso
eslou convencido de que el-rei de PrussJa,
sem renunciar as suas preluncoes, consen-i
lira cm que se ade urna resolueo que p-.
de provocar a guena geral.
Contina a nossa oceupa^noem liorna c
lalvez seja la bem necessarta ; pois os Clu-
bistas,que so tinham annexudo a fortuna de
Maz/ini, se asstgnalam, mesmo em nossa ;
tu escnea e contra nos, por aelos abomina- |
veis, iodos os dias se ouvia fallar deten-;
tativas de assasssinalo conlra os olliciacsj
ou conlra nossos solados soldados O ge- j
neral etn chele, ataguay de llilliers, quiz
nr termo a essas atrocidades com um acto .
enrgico, l'ublicou umuoidcm do dia iin-j
nuuciando quequalquer individuo, ao qual
se acbasse laca ou punbal, seria logo ar-|
cabuzado. Esta medida, applaudida por
todas as pessoas de bem, produzo logo
saudavel efi'oilo. Ntlo se ouvio fallar mais
de assassinios. Nem era smente nos Fran-
cezes que os sicarios do Mazzini exerciam
suas vinganr/as.OsItalianos tanibemestavam
a ellas evpostos. Um lillio do principo de Ca-
niiu.oSr. principe de Muriguaiio,foi ullima-
ineule objeclodeuma inlimu cilada. Elle
passeivi na carruagem com sua irmaa, urna
joven senhora de 15 inuos, quando um ra-
mallielo de Cdmeliuus Ihe cuhio sobro os
jot-llios. Esse ramalhele coulinha urna gra-
nada cheia de melralha, a qual rebeuiou
quasi luu, e fez uo principe graves feridas,
alcanzando levemenle sua iimda. Os auto-
es desse inferas! crime ainda nao poderam
ser piesos.
Em MadtiJ a prenhez da rainlia foi olli-
ciiilineiile anuuciadi. S. Migeslado esta
pojada ha 5 mezes. As corles lram proro-
gauas. I eusa-se que o uecrelo de uissolu-
tao n3o se l'ara esperar. Urna couspiricflo
fui desc.ibi i la em Madrid, o numerosas pri-
ses lram feilas entre os carlistas o os pro-
grcssislas.
adiados, por empate de volacao, na sessaolinstruccfo secundaria que nos proporciona
de 10 do correnle. o lyceu ; tanto mis quanto vejo que esse
O Sr. Correa de llritto :-Sr. presidente, lestabelecimento Iliterario, em quoconli-
lamento com o nobro deputado que se as-jnuado exercicio he urna das qualidade oe-
senU minha dreila (o Sr. Jos* Pedro ) o Icessarias para que os seus membros se lor-
estndo desgracado da inslrucc.lo primaria nem cada vez melhnres, n;lo esta ao abrigo
entre nos ; lamento que o magisterio, para
mim sacerdocio muito sagrado e sublime,
esteja boje quasi redolido urna industria,
esleja quasi que reduzido a um m#io de
obter diulipiro.tenha ou nfio ss precisas ha-
bililaQes para bem eumprir as ohrigaces
que Ihe silo inherentes o individuo que se
proi Oe a exerco-lo : lamento, pivm, ainda
mui* que desla casa uo leiihaui partido
medidas capa/es de prem lermoaseme-
lhante abuso.
Lastimo tambem, com o nobre deputado
que na ultima sess.lo largamen'e fallou so-
bre a materia, ( e que infelizmente para
mim boje nlio so acha presente I que a lit-
leratura entre nos nflo csteja tflo adan-
tuda quaulo su acha em Portugal, nossa au-
liga metroi'ole.
Mas, Sr. presidente, ao mesmo lempo que
acoinpanho aos uobies depulados nesse
seus sentimentos, vejo que de alguma m<-
neia o nobre deputado, a quem por u I ti-
mo me refer,como que quer concorrer para
que ainda mais se augmente o desanimo
que tein contribuido para esse atraso do
nossa nascente litleralura. E de fuito.senho-
res.se (orlos a desprezar todas as obras que
viercm ter ao nosso conh^cmenlo ; se fr-
mos, por assim dizer, desanimando desi'aito
a qucni qor que,nao obstanteosobstaculos
com que boje se uta na lilleratura, c com-
pOe algum compendio bom. ou mo ; osses
poucos mocos que se esforcam por abrir
carreira luterana deixrSo de continuar
na larefa pelo mao icollllmeto que llie der-
mos, ou pelo acolhimenlo um pouco l'iio
que receberein daqu'-llcs que eslao autori-
sados para proleg-los. Se assim se proce-
der, repilo; ceilo que o numero desses mo-
gos s- tornar anda mais pequeo, anda
mais acanhado.
Foits estas considciaces, passarei a tra-
tar da materia em discussflo.
Acham-se sobre a mesa dous reiiuermen-
tos ou einemlas : c primero me parece que
assigiiailo pelo Sr Francisco Joflo, e o se-
gundo pelu Sr. Vellez.
A do Sr. Francisco loSo como que deve
cahir por sua nilureza, porque vat de en-
contr a lei escripia.
Existe na colleccflo de leis provinciaes a
de u. 30, cujo contexto he o seguinte : (U.)
Arl 1. Fiea livre a qualqut-r organisar
compendios bievese claros para o uso das
aulas de primelras leltns, os quaes conte-
nliam ns principios de Ciligraphia, doutrina
clnistfla, grammallca pnilugueza, antli-
metica, e uoces geraesde geomelria pra*
lica.
Arl. 2. Os compendios, que apparece-
rem na cunfoimidide do arli^o anteceden-
fe, scio submetli los ao cimbeciincnto da
asscmli ea piovincial, para isla escolher
e ipprovar iquelleS quo dese.npenharem
o lim
do phrenezi dos partidos, porque esta casa
nflo tem curado de urna meda que ponba
os professores do lyceu acoherto das pai-
xes dos mesmospirti'los.e que faca com
que o professorato n3n fique ihi subjeito
aos caprichos delles, e que os professores
nflo corramo risco de deixarem de o ser ,
pelo simples fado de seguirem esta quo
nflo aquella poltica.....
O.Sr. lonpes SflO boje verdaderos
ensajados.
O Sr. Coma de llritto :-F. talvez seja esta
urna das causis do atraso da instruceflo on-
tre nos. ..
O Sr. Mello llt'n :A caua he a ignoran-
cia delles. Sejamos francos. .
O Sr. Crora de Unto :K qual ho o mo-
tivo de se achar a ignorancia, como o nobro
deputado deixa aperceber en scu aparte,
quasi que cast"llada nn lyceu.'. .
lio justam-nte a poltica: se o lyceu es'.i-
vpssh lio mesmo esta lo em (J'lfl o d"ixoii o
Sr. Francisco do llego barros, hojo birlo da
Boa-Vista, talvez que o nobre deputado
nflo po lesse rlizer o mesmo que acaba de di-
zer acerca dello. Se, smento para se po-
der salisfazer s paixes de um pi'tilo,
se nflo houvesso revogado a lei da vrtilici-
dade dos empregados pblicos provinciaes,
alim de habilitar urna das administrices
que se segui'8m i desse senhor a revolver
o lyceu e asdemas repartices da provin-
cia, talvez esse estahelecimenlo eslvesso
em siluaco muito diversa.
O Sr. Vellez :-E, se em o no-si lyceu ha
tanta ignorancia, como so quer suhj'ilar
este compendio i sua apprnvar;o ? ...
O.Sr. I'toripet :--No lyceu ha muita tllus-
traeflo. .
OSr. Cuma de lintio -.--Pondo aqu ter-
mos minlias reflexOes; per;o esa quo
ni!descul|ic algumss cxpresses menos ie-
mI.u es, poique ellas sflo til tas do ineu aca-
nlia 'lento.c mesmo da miulia incapacidade.
Sr. Vello llego :Eulo quer o examo
do compendio. ?
OSr. Cunea- de Brillo :--Nflo sou eu quo
quero, bs a lei que cilei e li : emquanln
ella uo frrevogada, cumpre-nos obser-
va-la religi isameiilc.
O Sr. Mello Reg :Sr. presidente, lamen-
to com o nobre d-putado qu i acaba de fal-
lar o estailo de atraso em quo s acha a
nossa instruccBo; eu, como elle, tambem
faco volns para que a tiremos deste estado,
epara que desla casa siiam medidas quo
a comcem esses jovens espean^osos que
ah se aprescnlam lazando grandes servicos
sua provincia nesse ramo tflo importante :
mas eu sintomuiti discordar do nobre de >u-
tido quanto bs reflexes que elle fez, m-
xime quando nao ouvi que urna s palavra
elle dis>esse ceres do merecimenlo do com-
pendio, quando o que lile coiiviuha fazer
era demonstrar que o compendio, de que
Art. 3. Oscampendiosnppiovados pela j se lista, he o mais proprio para favorecer
assembla provincial passarfio a ser os| PEnNAMBUC
ASSEMULEA I'ltOVIACIAL.
3.a SBSSiO OSOlNAnti, i-m t- IIE A UKI I.
de 1850.
Presidencia do Sr. Pedro Catalcanti.
(Cocluao.Vide o Diario n. 83.)
ORDEM 1)0 DIA.
Continuarlo da terceira discussflo do pro-
jeclo n. 16 do auno passado, e dos requeri-
meulos dos Srs. Francisco Jo3o e Vellez,
compendios geraes e nicos das escolas da I rava que o nobre deputado demon
provincia. uue esso compendio prcenclua coj
Ait. 4 lima vez approvados os compen-
dios de que traa o artigo piimeiro, a as-
sembla provincial arbitrara ao seu autor
nina relriliuicflo pecuniaria, tirando o mes-
mo sem a propricd'de de sua ubra.
Ail 5 licam revugadas todas as dspo-
stes em contrario.
tira, a vista dista lei tflo positiva, me pa-
rece que nos nflo podCOiOS deivar de apre-
ciar o compendio apresenlado, e de emiltir
sobro elle a noSSI opiniflo; que nflo d-ve-
mos subtneller esso negocio ao conheci-
r.:enlo do governo, nem tflo pouco exigir
que elle va lera directora do lyceu, nflo
obs'an'e reconliecer nessa corporacSo mais
babililaces do queem cs para dectdr a
questflo ; ( nao apoiadn ) mais habililices,
digo ; porqoo lio da pratica, be do exerci-
cio conliouado que pruvem as habilla;es
para bem se conbecer de qualqucr materia:
os professores, habituados a lecciunarem,
eslo mis habilitados do que ninguem
para decidirem qual a linguageai que mais
se acommoda inlelligeuCia dos mancebos:
os professores, por elle i lo de sua oh. igifflo,
estilo mais habililados do que qualqucr de
nos, a quem falta a necessarta pralica, para
ajuiz.iie.M do mrito do compendio en.
questflo, ou de qmlquer outro.
Ao passo, porm, que assim me pronun-
cio quanto a emenda do nobre deputado
ausente, adopto a do illustre primero se-
cretario, e voto por ella.
Enunciando este vol, sinlo algum aca-
nhamento; porque, no pelo meu mereci-
menlo, mas pela immensa bondade da
maioria da casa, faco boje parte da comis-
sao de instruceflo publica, e ilguem lalvez
se queira persuadir do que, volando as-
sim, lenlia cu em vistas zelar urna atlii-
buieflo dessa coniissflj ; mas esso aca-
nhamento como que desapparece, quan-
do considero que a emenda, por mim adop-
tada, tem em seu aroio urna lei escripia e
em vigor, cumo ja mostrei ; e quando re-
flexiono que a commssflo, de que fago par-
te, he Justaoiente aquella que deve tomar
eiiiiheci.nc.ito do objecto de que ora nos
o ocupamos,
Tendo dest'arle enunciado meu voto,
pego lie nca a casi para entrar em aigumas
cousideraces acerca da materia em dis-
cussflo.
Disse eu em principio, que lamentava o
estado da inslruccSo pntuaria,e agora direi
que tambem lamento o dessa tal ou qual'lheoconceito,
trasse
que esso compendio prcenclua completa-
mente o qu< era necessario relaltfmenlo
instrueijflo primaria ; mas foi o que o no-
bre deputado nflo fez
Tambem enlendo quo n5o devenios des-
prezar absolutamente toda e qualquor obra
de lilleratura, que os nossos patricios
tragam ao nosso conhecimc.'ito por-
qiio de facto isso vaicrar o desanimo;
mas tambem entendo que nflodevenos dar
approvaQfloa qualquer compel lio quo sp
pireca na casa, pmque isso vai des nimar
aos que teem merrci nenio, os quaes cer-
lamenterecuarfio quando virem qu)obras
de pouco valor sao aqui consideradas como
asdegrando mrito, eque deviam merecer
loda a consi leragflo : o islo succeJera seso
forja crear um privilegio em favor do um
compendio cujas vantagens nflo estilo bem
demonstradas i materia esta que demanda
urna discussflo calma o refl ctiJa, porgue
eu nflo quero que, por urna resolueflo me-
nos pensada, se va dar pruteceflo a una
obra que nflo a merece...
Os Srs. Veltes e Correa de Brillo:-Para que
isso nflo succeda he que se pede quo o pare-
cer va a commissflo.
O Sr. Mello Reg :-Esle negocio j veio
dessa commissflo, entilo para quo voltar
Parece-mo que a maior proteceflo que se d
ao projeclo he devida ao prestigio dos no-
mes dos membros que oassignuram....
O Sr. Correa de brillo:Os nomes nao me
impem ; o nobre deputado sabe muito
bem disto. ,
O Sr. Melio Hego: --0 prestigio dos nomes
dos membrosqueassignaram o projeclo teem
concurrido mullo.....
O Sr. Gutdcs t Mello: -- Se assim fosso,
volar-sc-hia pela sua adopcao, enuoesta-
riamis involvidos tiesta discusso.
O Sr. Vellez : A discusaao prova con-
tra.
OSr. Correa de Brillo :Sequeremos quo
o parecer va a commissflo, como be que se
allega que desajamos approva-Io smente
porque tem laes nomes?....
O Sr. Helio Hego-.StO so o quer regeitar ;
por isso manda-se para a commissflo: he um
paliativo,he um meio indirecto do conservar
o negocio no stalu-quo.
O Sr. Coriade trillo:Asseguroaonobre
deputado que pela minha parle nflo, e que
dentro em breve apresentar-se-ha o pare-
cer....
OSr. I'ei/ci:-- Pola minha parte agradeco-
LAR ENCONTRADO
J


\0>
O Sr. Mello Hffa -Bu respeilo as opi-
nin ile cada un, porque quero que as mi-
nha tambero sejam respeitadas.
Agora quero lar urna explicnglo. Quan-
do o nobru depuUdo fallava ilos professo-
rps, eu suppuzque elle se refera aos pro-
fessores de instrucgflo primaria ; refe.-i-mc,
pois, a estes, e tifio aos do lyceu, no nutn-
ro dos quaes reeonhego pessoas muilo I-
luslradas que devem merecr nosos res-
petos ; referi-me, pois, comojdisse, aos
professores de instrurgflo primaria; ; o que
eoiioaqui j se disse he lambem devido ao
que se praticou no tempo da vertigem) nes-
les sem duvida ha inuila ignorancia.
O Sr. /'>'/: :--Iso mas no lie odioso...
O Sr. Helio llego :--Sim....mas he um fac-
to, o o nobre depulado o disse quando las-
timnu o atraso dessa parte da instrucgflo pu-
blica.
Vol pelo rcquerimenlo do Sr. F. Joio,
O Sr. Correa de /frifo :~Sr. p-esidentP, o
met nobre amigo erollcga que acaba de Tal-
lar.s para ter o posto de me contrariar, tor-
ocu a quesillo para um ponto em que eu a
nio tinha enllocado. Se ou tratasse de jus-
tificar o parecer, corrii-me rigorosa obriga-
eflo de mostrar a excedencia do compendio;
mas, senhires,pu nio tive em vistas susten-
tar o parecer; mas, sim e somonte, a emen.
dado nobre prinviro secretario que qner
que este negocio va commisso trticgflo publica, para que esta decida se sua
antecessora hem proceden dundo o parecer
Ino. com a refer la emenda c mais urna
outra, ora seacha em discussilo. Entretan-
to, o nohre depulado, rondo de parle a tu i -
nha .'irgumcnlagiln. c'iamou-nie para um ter-
reno em que cu me nilo olloquei. nem me
quero colloeur agora ; con o que parece-me
que nada mais Tez do que relerao desejo
de hrilhar; ilcsejo que nunc deixa de ser
S'tisfeilo, sempre que o nolne depulalo nos
da o prazer de ouvi-lo.
0 nolire depulado, explicando um ilos
apartes com que melionroii quandoeu fal-
lava, disse que nao se referir ao lyceu,
mas nicamente aos professores de instruc-
Cfio primaria. Estimo limito que o nobre
depulado livesse dado essa explicaglo ao
sou aparte, o estimo-o tinto mal quanlo el-
la serve para justificar o que eu entilo Ihe
disse em raspostS. Todo quanlo, nessi par-
t-\ eu disse rerca do lyceu foi com refe-
rencia s palavras do nobre depulado ;
porque eu nSo tinha em ment oITcnder
' una corporaeflo tito res.ieilavel, e da qual
lazem parle honiens que me leccionaram,
que fram meus mestres.
Quanlo, porcm, i essa ignorancia que o
nobre depulado censurou" nos professo es
de primeiras lettras, permilta-me que Ihe
diga que ella lio um elTeito necessario da
nossa legislaglo a respeito ; porque, senlio-
res. como he, possiv-l que ohtenhamos ho-
mens ferdadeiramente habilitados pura
exercereni o professorato com o ordenado
de 400,000 rs., que he justamente o que si-
da aos continuos de qmilquer repsrhgo ?
Vm mogo,a quem sobrem as quali lades oe-
ressarias para bem exercer as funcctVs dopro-
fessor.que ten ha esludado o meiode se i.i/."i
rnmi rehender pela infancia ; essr. moco, di-
co, sul'jeit.ir-se-li.', a irensinar por too/em
lugares que dislam da ca tal 30, 40 e mais
legoas mxime dando-sc a circuinstancia
do eslarem os professores de fura da cid-ule
excluidos da perrepgflo de una gtatiiicagilo
para aiuguel de casas, e por conseguinte Oe
mullo peiorcondlccflodo que os da meama
cidade}? Mo certa mente. Portanlo, repi-
te, a nossa legislaglo he a culpad* do atra-
so em que est a instrucciio primaria.....
O Sr. Mello Rtgo:--\ coniuiissfo pro-
pnnha a rpfrma.
O Sr. Cona de Brillo: A minlia ideia a
psse respeitu, eu enunciare! esleja : Rrdu-
amos o numero das escolas, e augincnlcmus os
ordenados aos professores Edesla rcducgflo ne-
nhnm mal resultara a instruccilo primaria ;
porque, sonhores, ninguem iguo'a que es-
rolas ha que nffOtecm 5alumnos,0 CUJOS pro-
fessores recehem o seu ordenado. M i.o
aqu ni cidade, mesmo no lyceu, no I,e5-
tal>eljcimento littfrario provincial, aulas
lili que IlfiO SO l'iei;i nimias neill por .
nsnrclios. e cojos professores receben) o
scu ordenado...
O Sr. Mello Reg : Quaes sito ?...
O Sr. Correa de frillo : Nao e-dou au-
torisado para fazer e.las revclaces.
I'arece-me ter responlido satisfactoria-
mente ao nolire depulado.
O Sr. h'laripes : ~ Sr. presidente, eu me
levamo tara diz'-r que comblnu com as i-
dpias do nolire depulado, porque as aclio
muito rasoaveis ; enlendo que esta assem-
Idea p te e deve apreciar o compendio em
vista da le que fui citada : teniio, poi", s
fazer urna olise'vaQito, a qual se refere a
certas expressOes (ie quo se elid servio
quando fa!!"U do lyceu.
Disse o nubre depulado que a ignorancia
como que e-lava alli urastellada...
O Sr. Correa de Brillo: J < me xpliquei.
O Sr. Floripti:Eu lambem fui mem>
bro dessa honrosa e dillincta corporaeflo.
Cerlnmentn a capaciilade mais diminuta
uue la havia pra a minha ; ( ndo apoiados)
maso Sr. Cliichorro, ouvimlo o si-u coice-
lho de eslado, houve por bem destituir-
me. Agora s pessoas que h eslito sito de
capacidade muilo superior; o nobre depu-
lado as conhece : portadlo csse islabcleci-
menlo devo merecer toda a allentio. Pes-
soas ha alli que foram Horneadas no lempo
da adminislracSo do Sr. barito da Boa-Vis-
ta. He ver.lade que o estahelecimen o foi
invadido pela poltica, foi alguma cousa ex-
purgado ; mas lu je nos llevo merecer toda
a considerr.cio e respeito. Ko, ha alli tal
ignorancia.
Foi s para isto que ped a palavrs.
Encerrada a discussilo, he a emenda do
Sr. Francisco Jou rejeilada, e approvada
a do Sr. Vellez, sendo o projecto rcmellido
a commisslo de inslrucc;iio publica.
O Sr. Vello Reg propoc a dispensa da
impressiiodo projecto n. t.
A casa ssenle a esta proposta.
Entra em di-cusi-o o scguinle parecer,
adiado da sessSo de 9 dejunho du 1819
A commisso de posturas municipaes,
tendo em vista o reqoeriuienlo dos cal lei-
niros Alanoel Carneiro l.eal e Joaquim
Antonio dos Santos Andrade, peitindu
e\i'lieac." !, se as uliciiias do latoeiro de
chapa e funileiio stfto comprchcndidas na
postura que mandou retirar ose^-laludeci-
mentos le caldeireiro propriamento dilos,
he de opinio allirmativa, tima vez queae-
melhanles ofliciuas fundem melaes, cojos
gazes, ou fuios siio nocivos salubridade
publica, c tralialham com cstropito ; rasOas
estasque autorisaram a referida postura, c
a decisflo previa desla assemblca a some-
ili mi respeito.
n Em quanlo prorogaQo do prazo, nn-
vamonte tmoetrada, para a remoijito, ou
mudauga das fundidnos e mais estaboleci-
menlos das ofTicinas dos supplicantes, pen
sa a commisso que ltiesssslste alguma ra-
sflo ; e, para nilo contrariar a resolucito da
assembla, tomada quando so discutio o
outro perecer, entende que devom elTecluar
a predita mudanza ilentro de um anno ;
prazo que ser extensivo aos funileiros e la-
tociros para o mesmo fin
Sala das sossOes, 9 dejunho de 1818
Chrisioro Xavier Lopes. Antonio Carneiro
/Hachado Rios.
Julgads a materia discutida, he o pare-
cer approvadoat as palavras semelhanteres-
peito, sendo rejeitado o mais.
U Sr. Presidente designa a ordetn do dia,
e levanta a sossiio. (Era urna hora da larde.)
t sessiio ordinaria em 18 de abril de 1850.
(Presidencia do Sr. Pedro Cavalcanli.f
si'mwamo Apprm-acdo da acta da sessiio nn-
lerior. lomenco de um memhro para a
commisin de poderes Expediente. Ad-
missad'i Sr. Jos Antonio l.npes. l.eHurn
de pareceres e proj'cto.Approvaco dn pro-
jecto n \ em prim'ira dtwuHllt, e do pa-
recer da cnmmifsio de polica sobre a nomea-
rijode pirleiro
's 11 horas da manha, feila a cli'ima-
d, acham-se prsenles 23 Srs. deputa 'os,
filiando s-'in cansa partic;pada os Srs.
Francis'n Jilo p Machado llios.
O Sr. Presidente abre a sessiio.
O Si- -2 o Secretario 16 a acta da sessiio
antecedente, qu- he approvada,
O Sr. i.Secretario menciona o scgiiintc
EXPEDIENTE.
Um ofTicin do secretario interino da pro-
vincia, enviando os balanceos da receita
despera da cmara municipal de Iguarass,
correspon lenies aos anuos financeins de
1817 a 189 ; bem como o'canmiM para o
que tem 'te lindar em lelomnro desle anno.
A' commiss'vi de cotilas de cmaras.
Outro ilo inspector d< aKandpga, com
mullicando que o Sr. deputa lo Pedro Cau-
diano de llalis e Silva fez opijfo dosvenci-
mentos que Ihe compelirem como f.-itor
coiiferente da mesma Ifandeg, durante o
tempfl queestiver cm exercicio das func-
cps de dppiitado./nf/rarfa.
Cm lequ-riinento cm quo Joo Facundo
da Silva Cuirnariles p"de o pavamenlo do
ordenado que ileixou de percollar como se-
erotario do lyceu desde o I.' de se tem bro
at 23 de dezembro de 1818; cuo paga-
mento, posto que l'osse reconhecido com-
pelir-lhe, deixou do verificar-se por falta de
quola na respectiva lei do ornamento. 1
commhso de orramento.
Oulros dous i|e Manoel Francisco de
Salles a Claudino Paulo de l.ira Flores, em
que pedem ser prvidos no lugar de Bjudan-
te do porteiro da assemblca A' commissio
de polica.
Outro de Ignacio Jos Piulo, fiscal da
fregui-zia da B6a-Vistai pedindo sejao sen
ordena lo elevado a 700,OU rs., e que a U-
sembll se digne appruvar a deliberacfto da
cmara municipal) pela qual Iba fui conce-
dido O augmento de 200,000 rs A' commis-
$Ho de coalas municipaes.
Aciam-se sobro a mesa e silo remedidos
Commisso de consltuic,no c poderes os
diplomas dos Srs. Jos Antonio Lopes e Joio
deSouza licis
A requeriniento do Sr. Castro l.eiio, he
nrjthea lo para substituir a falta de ilous
memliros da com nisaflo supramencionuila
o Sr. Manoel Joaquim Carneiro da Cunta.
A cnmmissio satie da sala ; e, voll-ndo
i o i.r.i depois, man Ja mesa o segunite pa-
recer :
u A commisso de COnitiluicJto e poderes,
a quem fram presentes os diplomas dos
Srs. dcpiitnlos Joio de SoUZ.a fteiseJos
Antonio Lopes, psssou averilic plomas, c achoii os conformes com a apura*
cilo geral, feita pela coninissilo nome.rla
por cali assambla em sessiio preparaioi ia ;
|inr isso julg a comiiiissio que os ditos se-
nhores devm tomar isentn,
Sala d.is commissoes, 13 d abril Je
1850.Castro Leo.Vanocl Joaquim Carnei-
ro da Cunha
SubmettiJo votacflo.he approvado ; e o
Sr. deputa lo los Antonio Lopes, sendo
introduzco na sala, presta juramento e
toma asiento.
Em seguida sao approva .'os os segainles
pareceres:
o Constando i rommsaBo de negocios ec-
clc-iaslicos que al h"je nfio tem ti lo exe-
o .." o, 11, i. da lei provincial n. 157 di'
31 de marco de 1816, quo cria freguezia em
Panel las, e lieniassim osarls 2 e 3." d
mesma lei, quenller^m ii divisio de algu-
nias freguezias ; a con>miss0u reqner que.
por intermedio da presidencia. Se pergunte
ao I ah hispo diocesano, so he ou nilo con-
veniente que a f eguozu de Panellas seja
supprimida e revogadas asallcracOes ci-
ma mencionadas, "
Sala das onmmiso's, 13 de abril de
1850. Gi'irona. -- Floripes. Queiroz Ion-
seca.
a Constando commisso de negocios ec-
olsiastlCOS que na secretaria da presi ca existe um ornamento, tendente obra
de enlalhe du capella-mr da matriz do Ito-
nito ; a commisso reqiler que.pelos rneios
competentes, se pega a presidencia tal or-
eamento, casona nuili lad alli exista.
Sala das commissiV'S, 13 de abril de
1850 Gitirana.Queiroz I'onseca.
Fica adiado, por havor pedido a p!avra
um Sr. deputado, o scguinlc parecer :
ii A commiaao de peliqfies, lomando na
mais seria consideragiio a petifjilo de Anto-
nio da .silva Cusmlo, que se propOii a cuna
Iruir um niatadouro pebulico nesla cidade,
com os TOOimodOS e disposicOes constantes
da planta que vem aniiexa mesma peli-
g3o, c attendeodo palpitante nocessila-
iJo convenirncia publica de semel >anle
empreza, rrconbecida pela admluistragSo
provincial, o pela cmara municipal COili
euja opinifio se conforma, e com a allcra-
Cflu por ella ponderada, quanlo os curi aes
para de) osito do gado necessario para o
consumo diario da cida le, lie de parecer
que, Ifectando muito de perto ealo nego-
cio aos ulereases municipaes; seja devol-
vido a commiss.lo de negocios Jas cmaras,
c lambem pela natureza dellj a de obras
publicas, para que d scu parecer quanlo
au material da emureza, e assim rounidas
formuiu um projoeto do lei no sentido c com
as bases contidas na petico, para ser sub-
mellido consideraco dcsta assembla
Sala das commissoes, 13 do abril do
1850.- Ralii Silva OUveira.Gitirana.
lie lido, jnlgado objecto de deliberaQfo
mandado imprimir o seguintc projecto:
A assembla legislativa provincial d
Pornambuco resolvo :
Ai ligo nico.Fica tronsferida a sed
da comarca da .lin-V'ista para a villa de
Ouricury.
Ficum derogadas as disposicOes em con
Ira rio.
Paco da assembla, 13 de abril de 1850
--Jos Quintino dt Castro LeSo.Jos Jgna
ci Soares di Maa'dj.I'mbilino Gutdesde
Vello.
(Continuar- se-ha.)
JltAHI M PIIIUIIUCO.
BECirX, 1* DE ABRIL D 1850.
O brigue Yolof, chega lo ultimamente do
llav-e, trouxe-nos, alrn da carta do nflsso
curresnondente de Pars que cima fica es-
lampada, varios nmeros da gazeta franec-
za lournal du Havre, os quaes alcingam al
6 de margo prximo passado.
Franca
Posto que este paizsesche perfeitamen-
tp tranquillo, todava reina grande desin-
tlligenca entre o Elyseo e o partido legi-
limist', o que nde ter ms consequencias
A Ga%clh de l'rance, resoondendo ao Na-
polen, pxprime-se do modo segi'inte :
a O Napolen de domingo, cojo primeirn
arlign, conforme so assegura, he sempre
escripto pelo presidente da repblica, co
mega scu ultimo numero atacando os |co-
hise os legitiiiislas. Isto he urna remi-
niscencia do consulado.
o Quando alguem quer compr o futuro
com o passado,lie obrigado a falsear o pre-
sento para que possa servir de transigito.
O Napolen tssevera que os legilimistas
sito iniuiig'is do presidente por causa do
nome que tem ; que este olio he urna he-
ranca do partido Cobltntz, ele.
O Napol'on esquece que os'legilimistas
em massa votaran por sua eleigSo no dia 10
de dezembro.
a El I es viam nesla eleigio urna magistra-
tura honesta e imparcial, e o apoiaiam an-
da neslc sentido ; mas nunca foi sua inlen-
co dar nascimento urna usurpagito nova.
Toda a usuri agito os ter naturalmente por
a Iversanos.
i Para ler-se urna dea verdadeira sobrp
a couduta de U'ii partido, releva que se in-
dague em seus principios.e nilo em um pas
sado de nieto seculo, os motivos desta con-
duta.
Os legilimistas nio teem odio pessoa
do presidente; elles reconhecem que sou
nomo he um dos mais gloriosos que so pode
ter ; porin estilo convencidos que nflo so
pode salvar a civilisaglo senio entrando ou-
tra vez as condigOes normacs da ordem e
do progresso. Mr. I.uiz Napoleo niio com-
prebendeu lal. He laso urna desgraga para
a Franca e soDretudo para elle ; mas nilo he
urna i.i-jo para que o odiemos e recusemos
.ijii la-loa la/er oh ni na posigiio legal em
que se aClia enllocado, a
A I nion, tratando do mesmo assumpto,
expnme-se assim :
Eis-uos bem e devidamente convencido!
de sereos adversarios do presidente da re-
publica I
i;.un que esta exprobragoquasi nenhu-
ma impressio faga sobre nos, todava sem-
pre diremos quo a nio merecemos.
Estamos pruinptos paraajudir o presi-
dente a repblica, se elle fechar os ouv-
dos aos conselhos de seus amigos velliosde
n 'I mli.i e Slraburgo, e se uo pensar em
trocaras honras paaSagelras da presidencia
por um poder menos ephemero e mais ren-
doso.
Coilenle-se o presidente da repblica
em li-ab liin un defenso da sociedade
contra o socialismo que estamos prornptos
para anplaudi-lu. Seeslatarefa parece in-
sullicicnie un gran les homens que pul-
lulain em torno dellc e o cobrem com seus
ralos, nos nos desviaremose combaleremos
tota a tentativa que liver por fi ii falseara
L'le.u i temporaria de 10 de dezembro.
Segundo o Napolen, nao somos smente ad-
veraarius il > presidrute da repblica ; soinot
aliiotulisliis
Esla palavia applicada Union he inlcira-
un me .iii .ni iia. Nao lemos ceaiado de con-
dcuiiiai" n ubiululismii.e de aisigoalar de um mu-
do ludo particular o uhiofusino imperial, ciijus
igaos ios rallan) algumai vea em termos
mu '"mil democrticos.
i A palavra n6>ofiiii*mo be em verdade bem
colloi iil.i debaixo da penua dos eiciiplures do
partido bODBparlUU! ijue poder no mundo
liii nunca mais desptico e mala arbitrario do
que ii poder du imperador? Que lioiiiem quu
nunca cucadear a burupa inteira com mais au-
dacia e perseverauca do que o aoldado de M.i-
reogo? Km vm il.ule nao iiinliei i ni n inepcia
inaior do que a liugoagi'iu dus eseriptnresi|ue
aecu-am de absidulmuuuma opiuiauli'al e iu-
lelligeute, entretanto que parecen! prumplus
para levantar o grito de viva o imperador '.
ii O Naputcon procura de propusito enlreter
seus llores cun o mime e com a r.iuiu du pre-
aideute A causa do presidente nao tem nc-
ceasidade de tantas pin ases, elli lie clara c ca-
tegrica. A eooalituicj i encarreguu-sc de
u .. i; 11 -1111 suas regias i- seus limites.
A til celia entre u Eltseo c o partido legili-
miala parece ler-se anda niaia alargado em
cooaequencia de um projecto de lei que o con-
celbu de esladu propoi i assemblca, o qual
tira a iiomeacu dos m.uiei (prisidenn s das c-
maras mui.ieqi.ii s a estas Corporaf6ct,C a cun-
ta a gu ni mi
Este prujecto, tendo sido disculido as ditTe-
reulea aecces de que se compdc a assembla,
foi rejeitailo poi 202 votos contra 236.
A tKizrilt de l'rance. aualysando-o antea de
ana aprcseulaco na assembla legislativa, cx-
pressa-se da uiaueira seguiule :
Kiu lei be a deslruicao de todas as liber-
dadei municipaes; rila be o desmentido o mais
uliiajaule rjueae pode dar au suUVagio univer-
sal, lie a 11 siain .o,.ni do principio imperialista
da i i-niraii.ic.in aduiinistraliva, e a viulacnu
da eiuistiiiin .10 de 4 dr novembro de 1848. Se
esta lei, contra lodaa prubabilidade, fm adop
i.ula prloa liuuieiis da direita, ser isso deaua
pane a drsapprova(ao completa, a abdicaco
das duuuinas realistas que prufessam lia qua-
i-cuta anuos.
Desde j declaramos que por nossa parte
(aremos .i esta medida una uppuai(no lal como
uuuca liiemos iieiihuuia, e vbaiiumos em
aoccorroda libcrdadc municipal amcacada lo-
do os cosaos correligionarios das provincial.
Tratando outra vez deate projecto, qunmln
j tinha sido apreaentado' couaideracao da as-
sembla, a (iaseth di Pranee cxprime-ic asaim:
ii A le sobre os mairis lie nao suicnte um
Instrumento de despotismo para o poder exe-
cutlvo senio ainda urna Iri de marle para a
malorla. Toda a malorla que c deiconceltua
cm presenca do puvo, bajutando o poder eie-
,-n ti vi), cedo ou larde vem a aer um objecto de
irrisao para elle raeaino poder. Para que u na
inaioria possa resistir cm um da de perigo,
qur-iuuia rrvolucko, qur a um golpe de ca-
tado, releva que lenha dado prova de aua In-
telligcncia, de seu espirito de justlf.a e sobre
todo de sua Independencia.
Aagazrlaa que, como a Patrie e a AitembUe
Nalionale, coinbatem a dla de um golpe de es-
tado, dito pro-vas de grande tmprevidencia,
auslentando a le aobTe o mtires. Logo que
esta lei fr votada, a inaioria pode faier o aeu
testamento, e nao sao estas ga/.ctas que a sal-
varan.
tima maioria que vot por uiedp, qur de
um golpe de eslado, qur de una revoluc.o,
cahir continuamente da anaakhia no despu
n -'11111, e do despotismo na anarchia.
Porquerasao plausivel votar a inaioria
esta lei usurpadora ?
Pelo medo do socialismo.
'i Pois bem Esta lei fortificara os socia-
listas contra a maioria, e fu com que o
povo perca tola a confianga na assembla.
Os socialistas se aproveitaro delta. O
poder a seu turno se aproveitar da descon-
sideraglo da maioria e do crescimento do
socialismo. Elle se apresentar como o un
co defensor da sociedade, elle proteger a
maioria contra a revolugo, compadcccr-se-
lui ilell i, e a salvar at que se perca
< Quando urna vez se tem sacrificado ao
medo, nio ha mais limites. Smente a jus
liga e odever pdem salvar a maioria e o
poder.
!)izemo-lo com toda a consciencia, o
umeo meio de salvago para a maioria c in-
siste em rrjeitar esta lei odiosa, o defender
ordem pela jusltga e pela coragem do
bem.
Este he ao mesmo lempo o nico meio
de conler os socialistas e d tirar ao poder
"xeciiiivii lo' lo o desejo de golpe do esla lo.
Logo que a lei fdr votada, a maioria nflo se-
r mais nada, fina nova pnas de distur-
bios polticos sn abre dante -le ni.
lie a pitase indicada por Mr. Thiers :
Um despotismo todoem luta com urna anar
chia devassa.
Entre estes dous males, a Franga seria
esmagada em pouco lempo
E mesmo objecto. Elle, bem como os outros
que cima licam transcriptos, fazem ver
claramente que o projecto de proclamar
Luiz Napoleo presidente vitalicio, ou mes-
mu imperador, ainda nilo Coi abandonado
A Assemblce rValionn/eaccumula as iirnea-
gas para intimidar os legilimistas, e cons-
trange-los a votar pela lei dos muires. Ella
os ameaga com o despotismo dos tetembrislas,
com os tribunaes revolucionarios, com a pi-
Ihagcm dos caslellos, com as mi laura*. &,
Pois que .' Senpro o medo empregado c i
'no mola para langar urna nagilo pode'ns
lebiixo do jugo de um despotismo ignolnl !
Pois ja nflo so tem usado o abusado bastante
desle meio do persuaglo ? Por nossa parte
(celramos que nio lemos medo do com-
iiiiiiii-iiui ; que o encaramos sem tremer, e
sem nos perturbar ; que distinguimos por-
l'eitaiiieiite 11 11 <: o ente real do phaniasma.e
que de lo los os perigos que ameagam a so-
ciedade, perigosquo nflo negamos, o mais
real, o mais serio, he urna usurpagiio nova,
qual, revollando lodos os corages, fa'ia
cahir sobre a socieJaJe lodos os oulros pe -
ri6"s ,
Conservemos, portanlo, a liberdade mu-
nicipal ; compleiemo la, organisando os
municipios segundo a iduiado direilo e do
dever dn todos os ciia llos ; este he o m*-
Ihor meio de matar o socialismo e de im-
pedir as malangas e as oiltiagens dos cas-
talios. Itasti de terror pnico ; sejamos iri-
lelligenins e co'ajnsos, que venceremos to-
das as dilliculdades da poca sem ter neces-
sidade do ir asante-cmaras dos sonhores
piel.-los o
O Conseiller du peuple publica o seguinte
quadro dos diversos partidos em que a as-
sembla da Franga so acha actualmente di-
vid la.
Eis-aqui.diz elle, como esta assembla se
d compiie.
a 1/ O orleanistas, ou aquellos que se
convoncionuu appellidar assim, porque
pertenceram ao ultimo govcrnu desta dinas-
ta por suas afTeiges ou por seus s-rvigos,
andam quanlo muilo por 60 ; porui elles
docuplam o valor desle pequeo numero
por sua actividade, sua importmeia, sua ir-
ritagflo e seu tlenlo. Os grandes banquei-
ros, oschefes uiililires, as principaes pes
soas de Paris sSo, fura da casa, os elementos,
da sua f>ga.....
2 O que se chama o partido catholi
co, denoiiiiiiai.no tumi opna, que faz duscer
a consciencia ordem de partido, e Heos a
ordem de machina de ambigo. Este parti-
do no paiz val mais que seu uonn e mais
que seus orgios. A' exe ;pgo de um ou
dous apostlos de tribuna, ou escriplores
3oe o avtllain lu a da casa com parodias
a Idade media e BCCeaSOS de dem grada ou so as de Camilla Desmoutins, elle se
compe na assembla de alguus bispos e
alguna ccolcsiaslicos, verdadeira nata do
saucluario, uiiicaineule preucupalos, as
discusses, do iuleresse espiitual ds sua
religiio ; de alguus homens maduros, ho-
mens pacficos, religiusus e honrados, que
n.io vci'tn na rcligifli senio o movel, e na
poltica o meio da cari >ade; e finalmente
de alguus mancebos que nflo vem na de-
mocracia acuo una consequeucia sagrada
e lgica do evan^ellio, e que se seuteni tan-
to mais republicanos quanlo sflo mais reli-
giosos. E-le grupo CHlhulieu ou neu-Calho-
iicn cunta na assembla 40 cabegas pouco
mais ou menos. Posto que lenha orgilos de
grande talento, nflo tem oradores que se-
ja ,n animados do aeu verdadeiro espirito do
paz. Por seus oradores elle amaldigoa
quando deveabungoar, ultraja quando de-
ve reunir, usurpa quauoo deve dar, iiuei-
ma quando deve apagar, raulerisi as fer-
daa quando deve fecha-las; scu oleo nlo
he o do samarilano, lio o vitiiulo mistura-
do com a agoa lustra I.....
3." Aquelles que sao designados de-
baixo do minie de legilimistas, porque
eui laclo do monarchia sempro hilo cuu-
fessado scu principio ou sua preferen-
cia mu lgica um favor dus borden os do
direito sobre os usurpadures vuluulanos
ou iiivuluntarius du ibruuo. Ha entro elles
um numero basta ule pequeo que aspira a
supplantar a repblica, e que espara que n
direitp divino subir de urna rvoluglo no-
va feita pelo povo, ou de urna conlra-revo-
'uglo feita pelos orleanistas o bo ia partis-
te*. ... Elles sito mais do 200 n. assem-
bla.....
4.a Ha os republicanos moderados, ho-
mens convencidos, pelo sent'mwito ou pe-
la rcflxflo, de que a democracia he a cor-
rente do mundo moderno ; que esta corre-
le arrastrar tudo.e que a obra ao mesmo
lempo moral e poltica do seculo presento
he aceitar, esclarecer e organisar esta de-
mocracia rresistivel, sahidn dos direitos e
da vontade geral. Esles homens, pela maior
parte mogos, activos, corajosos o sensa-
tos, teemeomprehendido que o nico dog-
ma que poderia fazer que a democracia fos-
se aceita e durasse, era a tolerancia repu-
blicana, larga, sincera, desinteressada.....
Esles homens, que sSo j em numero de
'200, aiiguienl iriio cada dia mais ; porque,
envelhecendo, asrevolugdes se tornam sa-
bias e experimentadas.....
a 5.0 Ao lado desles 200 moderados e
junto del las ha os homens da esquerda pro-
pramenta dita, enllocados por suas opi-
nioes entro o centro e o que se chama a
montanha. Estos homens silo em numero
de80. Silo alguus republicanos da vespera.
equasl lo los os do dia e do dia seguinte,
Elles amam a repblica com um amor sin-
cero, rdeme c algumas vezes um pouco
zeloso Elles querein aa co isequincias so-
ciaes da democracia, porm nio querem,
bem como a Franga, senio as consequenciaa
sociaes compativeis com a ordem, a-pro-
pnedade, a moral e a familia ; sto lie, o
pi wgi'ess i democrtico, francamente Carac-
tensado as insliluigues.....
> 6." Urna du:ia de imperialistas ou reputa*
dos taca, Imuieiis historeos e retrospectivos!
us quaes creiu que os acasos se repetein, e que
a historia da aeguada repblica deve acabar,
bem como a da primeira,por um 18 de bruma-
rio e uin imperio de segunda rdico. Kslca
liioneiis, se exlsteni cuino partido na assem-
bla, uo pdem npi i'scui.ir nell.i aeno unta
exceptan e mu outrasfiisi). O suulin he tao
absurdo como innocente. He prodigio de
pai para filha. Isto nao eat na nalurrta. A
naturia nao i -sen-ve nunca a mesma cousa ein
paginas dillerentes ...
7." O que ac chama a muntanba, tuperfe-
nc:io republicana de outro lempo, qne a Fran-
ca actual nao pode, nein quer aon'rer, e que
se abaixar e ae nlvrllar cada vea mais. He
um conlraaenso to Ilgico como o imperio, e
mais espantoso ainda que elle. F.ntendr-ie
por inonlauha exceaso, violencia, t-raunia da
una s opiuio e de una s classe do povo so-
bre a na o. Oa domen, que se aatrntam so-
bre estas alturas abstractas e tempestuosas do
radicalismo socialista ou republicano, faieni
justamente tremer o inunda ; mas, se tenlas-
sein algiini dia imp las a uin pala clvlliaado,
a ierra Ibes faltarla debaixo doa pea.... a
Foi preso honlem na povoagffo do llon-
letrn, e acha se recolhido ao quartel do
corpo de polica, Francisco Xavier Marinho.
A assembla oceupar-se-ha amunhia (15)
com leitura de projectos, pareceres e ind-
caees, e primeira discussilo dos projectos
ns. 2 e 5.
O vapor Imperador, chega lo boje dos por-
to* do sul, trouxe-nos jornaesdo liiu-de-
Ja'ie-ro at 5 do correute, da Babia ate 11,
e das Maguas al 7.
A corte o a provincia do Rio-de-Janeiro, a
decidirino-nos pelo que limos as respecti-
va8gzolas,Bchavam-so no ilatuquo, no to-
cante poltica ; mas, acerca da sanidade,
estavam em siluagiln muilissimo melancli-
ca e lastimavel. A febre amarella, cmo que
nada leudo cedido da frga estraga lora com
que comegara a dcsinvolver-se ah, ia aug-
mentando o numero de suas victimas, que,
S-gundo a c i enea geral, j ilion lava m a
nuil,i ; fa/endo parte deltas o Sr. Jos Tao-
maz \a bu en de Araujo, senador pela pro-
vincia do Espirito-Santo ; o Sr. coucelnej-
rod estado Manoel Amonio Clviio, sena-
dor pola Italiia ; o Sr. Antonio Comes Can-
dido, depulado por alinas-Geraes; o Sr.
Francisco de Assis Peixolo de Comida, de-
putado por San-Paulo.
Sua Magestadu o Imperado', raanlo j na
colonia de Pelropolis, fra acommetli lo do
flagello, acompauhado de dur. s no otivulo
lucilo; mas, felizmente para ollrasil.o
mal o salteara tilo fracamente, que o mesmo
augusto Senlior se medicara fra da cama,
e, achando-se completamente restabelo-
ei lo, era esperado a 6 do c ir eme na
cuite,para un.le partira Cun a pi i intrnigo
de acompanhar a itnagem do Senlmr dos
Passos em a procissflo de penitencia qtm a
respectiva irmati lado preparava para esse
lia.
Depois da ida de Sua Magcstade e da im-
perial lamilla para a referida Colonia, li-
ii 11 .t ni se passado pora all alguus memliros
lo corpo diplomtico e as familias do mul-
los negociantes nacioiises eslrangeiros, as
quaes, bem como aquelles, S. II. a sua au-
gusta cs.iosa o ignara iii-se de n cebar em
sua icsidtncia na uoitode 14 do passado.
Ao passo que SS. JIM. iam dandodesfarle
provas de aliado as pssoas que se Ihes ap-
proxunavam, nflo esqueciam os iufelizes
que, um pouco mais distamos de suas vis-
tas paternaes, lutavam sobre o leitoda dur
com a tenivel peste que vai invadimlo a lo-
do u pai/. ; pois quo linlia n mandato
por a disposigllo do Sr. ministro do imperio
a quanlia de 20.000,000 de ris, alim de ser
distribuida por a,| nuiles d \-ses nfolizes a
quem fallassem os meios pecuniarios para
li alai- -si; i o cu id i .usa o seria mente cuinj
o mal exige.
A peste reduzira os Fluminenses a tal es-
lado de susto e lu por, que os lerceiros do
Carino dcixaram do fazer a prnciss lu do in-
terru, e as ceremonias religiosas da quin-
ta-feira do Euduengas ter.i.inaram antes de
seis horas da tarde.
Dando um tu-temunbo solemne do quanto
bom compreliende sua misso, a adminis-
tragito da sania casa da Misericordia ia cre-
ar um novo caniitcrio na Praia-Verrnellia
para comino Itdad dos moradores daquel-
las vizinliaiigas ; preparava-se para mandar
proceder,mo so all co.no no Campo-Santo,
a varias obras propriasde sainelhaules esla-
In-li c,.lientos: e, mediante mdicas indom-
tihiiioi'.s que apenas salvarflo as despezas,j
linliJn cudido em ambos os sillos, tantos
prlictilares como as contrarias, terrenos
proprios para jazigos temporarios e per-
petuos.
Ao passo, potm, que essa corporaeflo se
nflo calisaya do dar proras de sua candado,
- MELHOR EXEMPLA


os armadores especulavam t3o escandalo-
samente com n rbre. quo tiveram o arrojo
de elevara 800.000 rg. e a 1:000,000 rs o
rreco de cada caixlIo funerario domaior
luxo ; m a polica aahio-lhes ao encon-
tr, p ohrigmi-os a limilar a 400,000 rs. o
mximo desse prego.
Ter-ninandn aqni ananto tinhamos que
referir aos Hieres sobre assumpto ISo
conlrladnr. paaaaramos a inteirs-los das
oulris nolicis que cnlhcmos as folhas,
cuja recepgio acensamos em primeiro
lugar.
O minado romo qne eslava rednzido a
irabalhos de rommissdcs, por no ler maia
de 17 membros, em consequencia de esta-
rem 28 com parle de dente e 6 ausentes,
ao pasan que se rusento da falta perma-
nente de aeis senadores fallecidos, cujas va-
gas anda nSo fram Dreeachidag.
A cmara temporaria, depois de repeli-
das nterrnpcoes, devidas la m bem falla
de comparecimento do depulados em nu-
mero sulDcienle para baver sessSo, appro-
vra em tnreeira discussSo o projecto sobre
fundaefio de urna colonia agrcola em San-
ta-Calhanna, em trras pertencenles ao do-
te da serensima princeza liona P ca; anreciava urna proposta do Sr. mi-
nistro da marinba para que se autorisen
{overeo a regulara receita edespeza d-ste
anno pele lei do orcamento do anno fu-
turo, emqnanto nSo fr publicada a que
lhe he relativa, e ora est dependente
da approvaclo do senado; consi lerava,
emfim. pela segunda vez o projecto do Sr.
ministro da jn dodos juizes da direito.
Tinham sido promovidos a segundos-
teen t=s os suardas-mantillas JoSo Uarte
da Ponte Ribeiro, Henrlque Minino Henri-
ques, nomneos Jnaquim da Fonseca, Ma-
nee: Antonio da lincha Faria, Julio Thomaz
Alves, Jo> Rmygdio Perer, Anlonio Go-
mes de Mallos, Ensebio Jos Anluiieg, Jos
Francisco Pinto e Leonilas Marcondes de
Monteznma.
A 33 do paseado houve lugar a obertura
solemne da escola militar, e tomara m o
gran dedoutnr em sciencias matheinalicas
os barbareis Miguel Jnaquim I'ce ira do mi
o Jnaquim Ernesto Viriato de Medciros.
I'oucos das depois do fallecimenlo do
Sr. senador Nabuco de Araujo apresenta-
ram-se como candidatos ao lugar quo elle
deixra vago na rspecliva CimiraosSrs.
barflode Hat ernerim, JosMarlins da Cruz
Jnbim, Jo3n Anlonio de Miran la. Jnaquim
Francisco Vianna eMsnoel Pinto liibeirol'e-
rojradeSampaio.
O Sr Manoel Fernandos Itegiiengo, fazo-
ileiro da freguezia das Odres, municipio de
ltaguay, dora provincia do Rio-de-Jauei-
ro, para casa de audiencia das autoridades,
um soli-ado que li/oa edificar naquelle
ponto, com sete janellas de sacada com
grad-s do ferro. Quando abi se a pros-' n
t;nn disputando direito ao titulo de bono
mritos da patria individuos queso querem
lucrar dos enfras pblicos, be digno de olo-
gios e quasi que excepcional o aoiu do Sr.
Iteguengo.
De Minas Grraea, labia-se que o novo presi-
dente da provincia. Alexandre Joarjuiui qurira, chegia cni Our'u-Preto a 28 de feve -
rriro, e tomara cotila da adiniuislraco no dia
irgninte.
Hara datai de Santa-Catharina al 9 do pas-
tado.
A I Inalalra-ie aasssembla legislativa da-
quella provnola, que i.....l ci i j (iuha sido vi-
sitada pela febre reinante.
De Sanlni conniv que, por ordem do res-
pectivo juii de direito, tinliam sido apprelien
lid.?;, no da SI de marco e no dUtrlcto < 1
San-Vcente, ft07 Africanos Imcaes que, com
inais 193, liaviain sido desembarcados de mu
n vio que oa transportara da Cosa, r que, ton.
do seguido para o sul depois de os li.ivor lar-
gado em trra, era perseguido pelo vapor in-
glox Itijlrman, que saldr do porto uo dia 22
para dar-lheeaca.
Os 193 Africanos extraviados erain activa-
mente procurados pnr (ropa, que balia as
maltas fin cala delle; os apprrlicndldja, to-
dos menores de 18 anuos, linliam licado depo-
sitadas no arsenal de ii.arinha espera de or-
den superior' s quanlo a seu destino ulterior
He purto- Alegre bavia gazelas ate 9 do
passado, do Rio Granjatela.
OSr. concelbeiro Cimenta Bueno ebegra
ao Rio-Grande a 2 ; e, seguindo logo | ara
Porlo-Alegre, tomara posse a fi com as for-
ma Hilados do oslylo.
Apenas empossado, S Exc. expedir s
autoridades da provincia a seguinlo cir-
cular :
Cpmmunico a Vmcs que na presente
data tumei posse ecntrei no excrcic o da
presidencia dosti provincia, quo o govcrim
dcSua Mogesta le o Imperador digtiou-.se
cnnfiar-tne por curia impendido 17 de fe
vereiro ultimo Fazendo esta communica-
t'.Hi a Vmcs tcnlio etn vistas unnunciar-
Ibcs que efllpregarei lodos os nicus esforgns
em nianler a ordem ca scguraiiga dostl im-
pstenle provincia, em observar e fazer ob-
servar as leis do estado, condigno Indi
prnsavcl rara que cija cresga e prospere,
e pa'a que"5cjni icspeilados os ireilng da
sociedade e do cidado ; pois que, alciii de
ser esso um dever do adininislracilo pro-
vincial sera lambeni o meio nico de cor-
responder a coiilianga honrosa quo o go-
verno imperial dlgnotl-M em inim deposi
trj iiiiiimo incumb.j-u.o de ISo elevada
tarefa.
Pioduira dolorosissima sensagilonacida-
de do Rio-Grande o d. Creto n. 653 de 24 .i<
Mr. iiiilu), que cria na villa de San-Jos jo
norte urna all'midega da qual licim depen-
dentes a daqu- Ha i Hade e a da capital. Tra-
an odisln, o Itio Grandense exprime-so as-
sim :
No d'a 9 do coirenle reuniram-se em
asseniblca gerai na praga do Comtnercio os
CaptlalisUs negociantes e propietario
neslii eidade, para tomarem urca delibera
gflo a botn da proloiica) de r qtiereruin a au-
nuliaco ou modiliracSo do decreto ti. 653
de 24'enovenibro do anno passado cere.
tas altndolas da provincia.
Numeroso fui o concurso dos interes-
sados ; e, depora de acalorados discursos o i,
oppOSlgflo a Hienda lomada | lo goveruo,
resolv-rain levar ao ttirono imperial dus
icpresentuQes a rt spello.
Estas represenla^O* Mram logo formu-
lada) e assignadas para seren expeJidaa
urn i por intermedio a comniissflo que re-
presenta a associncTio commercial, e oulra
por niioi'iite.iio di cmara municipal.
Fizando declarar que adquirir certeza
de pretender o barflo de jacuhy invadir no-
va mente o terreno oriental, ordenara o ge-
neral Oribe que as frcas do excrcito a aeu
mando se approximassem da linha, e ofll-
cira ao presidente da- provincia, assegu-
rando-lhequetal movimento de tropas a-
pnas linha por tiro conler em respeito aos
que tentassam qualquor insulto contra o
seu territorio.
Nflo obstante, porm, esaa medida de pre-
vencSo, o Sr.dc Jacuhy effeiluou, na noite
de 21 para 22 de feverei' o, i invasio projec-
tada ; e, atravessandoo rio Arapey, deixou
dtreila > coronel Lamas quo guardava a-
quelle ponto da fronteira, para atacar de
gorpreza a Servando Gomes em Tanuaram-
b-Ctiico, como de frito o tacou, e com
tanta habtlidade, que logrou derrota-lo :
dahi marcliQu sobre outrochefe oribista, o
coronel Valdez; e, segundo todas as infor-
maefles, projectava conservar-se ao norte
do Rio-Negro.
Conforme una caria de Uruguay, referida
pelo 6'ommereio del fala de I-i de marco, a der-
rota de Servando fui considcravel, pols que de
seus cheles morreraui4, inclusive o general I).
i.'oiistanci.i /iiinieiin. Entrelanlo, he certo
que, apenas leve noticia de semethantes oc-
curreucias, Oribe ordenuu a seu Irinia Ignacio
que, reunindo toda a forca possivel, partisse
i cjni ella sobre a fronteira ; se bem que nao
possa esconder o receio que lein de que todos
os seus desallectos se vao incorporar ao barao,
e suppoato que, segundo relata urna carta de
lluenos-Ayres, tenlu coinufuuicado para alii
que expedir instruc(dcs a seu agente nn Rio-
Cjande, para que, em se-i nome, declare ao
novo presidente o Sr. Phnenta Hurnn, que, se
S. Exc. internara lodos os Argentinos e Orieu-
laes que eslo com o barao c os desarmar,
eonlendoao incsiiio tempo o mencionado ba-
rao, elle timben! providenciar para que pos-
s un exportar se pira o llin-Grantle os gados de
prop iedade brasileira no Kstado-Orienial
A Icluc a ni a re 11 i t un lie ni y\ ir nava ncSM
provincia, onde tlnha feilo siiccumbir a (50
pesioas dentro em poucos das. O povo da
capital se dispunfia para urna procisso de pe-
nitencia, com a qual rsperava cblcr da cle-
mencia divina o desappareciiuenlo desse lla-
gello, e inais da acuca que com elle o perse-
gua.
Rahia fiera em socego, e de novn)nte
s<")b a [iri'snl -ncia da Sr. GuriQilves Marlins,
que, etn consequencia da mortedeseu pai
o coronel Raymundo Goncalves Murtins,
passra a adininistracio o vice-presidenle,
l)r. Alvaro Tiberio.
A 8 do corrente tornara poss-J to com-
mando das armas daquella provincia o Sr.
mirechal Jas Joaquim Coolho
A 2 fallecer o l)r. Jos Alves da Cruz
Ras.
A 30 do passado chpgra aquello porto,
procedento do de Alagdas, a charra Ca-
rioca, levando a seu bordo madeira de cons-
t'uecflo, econt ella os 11 presos politlcosde
que falln oExm. concel.ieiro tle estado e
presidente desta provincia norelUono que
publicamos em o numero de segunda-feira.
Alagoas-gozava de paz.e se ii despren-
dendo das gaira dn febro reiu-ntc. a qual,
depois de ler feilo mudas victimas, ame-
sontava catacter mais benigno em lodosos
pontos da provincia, exclusive gmente
san-Mignel. Para prova disto allega o Cor.
reio Muceioense quo em l'enedo, onde ella
ja linha acommeltido a um terco da popu-
ladlo, aietias hiviam fallecido 6 (Cssas.
s
Carne secca Vendeu-se de 2,000 a 2,700
n arroba- A existente mon-
ta apenas a 15,000 arro-
bas.
FarinhadetrigoOs piveos continuaram ile
11,000 a 19,000 rs. a barri-
ca Nfo houve ntratla.
Manleiga Vendeu-se de 360 400 rs
a libra da ingleza da vacca,
e de 290 a 380 rs. da fran-
co-/a.
Vinhos-------- O do l,sht)a marca PRR ob-
teve 125,000 ra. a pipa, e o
de nutras maros de 1 l.# a
123.000 rs.
Ficaram no porto 70 embarcacOos, sendo
i americanas, 1 austracas, 38 urasileiras,
3 francezas, 14 inglezas, 10 portuguezase 1
sueca. __^__^_____
RIO-DE-JANF.IIIO.
[CAHBIOS NO DIA i DE lnn..
Cambios sobre Londres 29a283/4
Lisboa 87
Varis. 330 a 328
>i llainburgo lin.i a 598
Metaos. Oncas hespanblas 30l00 a 30/300
.. da patria 29/6O0 a 29/800
n Prcas de (i/400, vclhas. 15/900 a ISfOOO
i Modas de 4/1100. '" :"
Pesos bespanlies. 2/0OO
da patria. 1/.U0 a H970
ii Pataroes .... 1/920 a 1/940
Apolices de 6 por cento Mi
proviuciaes nominal.
(Jornal do Commercio.)
Baha.
CAMBtaS NO DIA I I DEABSII..
Londres........ 28 3/4
Paris ;....... 330
llamburgo....... lini
Lisboa c Porto..... 100 p.
METAF.S.
V.
ncas hespanblas.
' mexicanas .
Pecas de 8/400 .
novas .
Modas de 4/000. .
Palacoes brasileiros.
hespanbes
u mexicanos.
20/500
. 29/000
. 10JOO
. ili.ii mu
. 9/000
. 1/920
. 1/920
. 1/800
liltrcanltl).
fHovhjuciiio ilo aPorlo.
Kepartijao da polica.
tural desta eidade : vende-se na praca da I Precisa-se do una ama para urna casa
Independencia, livraria ns. 6 e 8, por 1,000.' de duas pessoas : na ra das Cruzas, n. 18,
segundo andar.
--Joo Deodato Boman resido na ra lar-
ga do Rozario, n. 46, segn lo andar, onde
pode sor procurado das 9 horas da manhia
at s 4 da tarde, ou no seu sitio da Pas-
sagem.
-- Qucm annunciou querer comprar um
armario d cozinlia, em bom litado, diri-
ja-se a ra de S.-Francisco, sobrado de um
lllm. e Exm. Sr.-A' vista das partes hoje
recebdas, lenho decommuncar V. Exc,
qne Mram lionter, presos : ordem do
subdelegado da freguoza tle S.-Frei-Pedro-
Goncalves do Recfe, o preto Manoel, oscra-
vo de Rufino Jos Correia, por Turto : or-i andar, confronte ao theatro.
dem do subdelegado da freguezia deS.- -O proprietario do urna lettra da qusn-
Antonio, o padre Francisco C.nrolano de! ta de um cotilo de ris, aceita polo Sr l>r.
Camina, por havor dado urna bofetada no ioilo Antonio do Souza Bcllrito do Araujo
menor Amonio Joaquim dos Santos; e l'ereira, vencida em 10 de abril, ou a vencer
Francisco, escravo de Manoel C.ardozo, por em 10 do tnaio, qtiiira procurar n seu paga-
correccao : a ordem -do sublelegado del ment em casa do corretor livoira.
D. J I), de Olivcira embarca para o Ro-
de-Janeiro a prela Cutharina, de naQ3o An-
gola.
licrnardino Jos Ferreira Guirnares
relira-se para fra do imperio.
Ao publico.
-- 0 abaixoassguado sendo avisado por
um dos dislrictns da freguezia dosAfoga-.'
dos, o crioulo Joaquim Francisco dos San-'
ta-Anna. pira o mesmo fim.
Em officio de hontem me prticioou o de-
legado tle pocia do termo tle Iguarass.que
em yiarQo ultimo bavia sido mnrto o ins-
pector de qu irtciriio Jo- Marccllino Caval-
cinte, oque se altribuia a rixas pailicu- urna peVsoa~qrje'vo7ou7sug^
,rs ,, i nhecidos estarem tratando, que em certa
Dos guarde a \ Exc. Secretaria da po- loja se bavia dito que o haviam mandar as-
licia de Pernambuco. |9 de abril de I850. sassinar.e caso oscapassa enm vi la. nilo
~ilm.eExm.Sr lononollcrmeioGHrnei-.deixariadeficar alcijalo e intil de poder
neirol.eao, concelhciro de estalo, presi-trb
ALFANDIGA.
Rend ment do dia 13.....14:992,883
l)e$curregam hoje 15.
Barca ingleza \\.-tt,iuel mercadoras
Brgue porluguez J"eios vintio e vina-
gre.
Brigue nglez Leven-Lasx mercadoras
Btiguc brasileiro Lio. vinho, sab3o,
touciiiho e polassa.
Brigue porluguez Conceiro-de-ttaria
vinho e vinagre.
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do da 13.....3:109.391
Diversas provincias...... 199,871
3:309,262
EXPORTACAO.
Detpachot mar i limo trio dia 13.
Lisboa barca portuguesa Ligiira : condtiz o
segnintc :
canas, 1 cuntite, 1,5(39 sacos e 621 barri-
cas com 12,934 arrobas de assucar, 34 barris
niel, 29 prcas de madeira, 500 meios de vaque-
ta, 90 couros, 50 saceos com 268 arrobas de al-
godao, 3 barricas farinha de mandioca, I dita
carne secca, 1 dita caf, 1 caixotc gouiuia, 1
pacolinlio doce.
Liverpool, galera inglesa Sipnrd-Fich, de 524
toneladas : conHtiz o segulnte :
s r.mas e l ..iiiil sacros com 10,372 arrobas
de assucar, 1.003 saccas com 5,680 arrobas c 20
libras de algudao.
Rio dr-J.ineiro, galera americana Cunrai, de
408 loneladas : conduz o seguintc :
Lastro de areia.
IthCEUEDURIA DE RENDAS CERAES
INTERNAS.
Rendimento dodia 13......811,330
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 13..... 1 529,432
DE
PRACA DO RECIFE, 13 DE ABRIL
1850. AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
mbios Pela galera Sowerd-Fwh,
Consta quo esta ultima represoiitaQ.tu
sera boje aproseulada a cmara pelo povo
quu vui, portador dola, dar urna deinous-
tracSo do desespero que o posaue.
botiveram transar(0esavul-
ludiisa 28 l|2 28l|4, emes-
ni" a 28 d. por 1,(100 rs.
Xsiucar- O brinco esteve mais frou-
xo ; e as entradas foram re
guiares.
AlgodO-- Entrara ni 1,018 saceos, e
foi menos procurado. Go-
ralmenta vendeu-se a lis
5,400 a arroba do de pi i met-
ra aorle; e ha quem diga
quo comprou por menos,
oas nSo se pode dizer pre-
co regular.
Couros Venderam-se a 102 2|3 ris
por libra dos salgados.
Bicalho--------NBo chegou carregamento
algum ne.-ta semana.Re-
lalhou-ae de 4,000 a 7,000
rs. a barrica, conforme a
qualidade; e ficara-n em ser
9,000 barricas.
Navios sahidos no dia 13.
Rio-Grande do sul Brigue nacional i'aiila-
tf n i'i-iVi i-.S'ui u, capilo Joaquim Das de A-
zevedo, carga kHUear e mais gneros.
Rio-de-Janeiro llrigue nacional A'an-Jon,
capilao Ramos de Souza, carga assucar e
mais gneros. Pxssagriros. M. I. Pinheiro,
Louren^o Ferreira de Magallities ttastos, Por-
tuguezrs c um escravo a entregar.
Trieste F.scuna inglea l'free F. I, Le Maestre, carga assucar.
Navios entrados no dia 14.
Rio-de Janeiro Mdias, barca Ingleza Novelly,
de 399 toneladas, capilao J. Ilirisoii, equi-
pagetn 14, em lastro; a Nascitucnlo & Amo-
r i ni.
dem c portos intermedios 9 dias, e do ulti-
mo porto 27 lloras, vapor Imperador, rom-
iiun inte o primeiro lente Ignacio E. Ta-
vares. Passageiros, para esta provincia :
o alferes Jos da Cruz Vieira Sorqueira
Castro Queiroz Macedo, Amrrico de Souza
Gomes, los Joiquim dos Rcis Lena Ju-
nlor c seu escravo, Joaquim Teixeira de
Oliveira Jnior Luiz Filippe .Sampaio
Vianna, Jos Antonio de Freltai, Cypriauo
de Alrncida Selvao, Manoel Pedro Alves
Morctra e seu escravo, Dionisio Elctitliorio
de Meneies e sen escravo, Jos Sutorio
de Meneara, Domingos Jos da Silva Cou-
10 Jnior, Jos Pedro d. Silva Mnraes, Pe-
dro Franceliuo Guimares e seu escravo, A-
prigio Ferreira Gomes e dous escravos, Joao
dos Reis Souia Dantas, Monoel Pinto de Sou-
za Dantas e dous escravos, Dr. Joao de A-
guiar Cintro i de Meuezes e um escravo,
Lurz Korbnza de Medriros c A'evcdo,Manoel
Pereira da Cunha, Portugnrz; Joiin Ladis-
lao Japiass c seu escravo, l)r. Joao Dias Xa-
vier da Cunta o sen criado, Urinario Jos
Grillo, Joao Pedro Alves da -.'osla Gordilli >
e seu escravo, i'hcophilo Olegario de And-a-
de e Olivcira. Antonio Jos barbosa e Oli-
veira, Jos Joaquim dos Sanios Junioreseu
escravo, SalUItlO Pereira de Carvalho, Ro-
mualdo Antonio de Seixas e seu escravo,
Francisco Xavier Pinto Lima e seu escravo,
Joaquim Amaro de Souza Paraizo e 1 escravo,
Trasibulo de Oliveira Passos e sru escravo,
Jos Antonio, Antonio Joaquim Rodrigues,
l-'iMiiinu Gotuaga de Souza e seu escravo,
capilao Antonio Jos dos Passos, sua familia
e I esorav.i, Francisco da Cunha Bapfsta
M id u i -eir. I'.ikri h an \V lle.itty, Inglrz, Joao
Ladislao da Cunha, Dr. Malel, iua familia e
urna criada, lnglezes, Jos Joaquim Miran la
iiorta, Adolfo Gabarrcl, Francc/., Antonio ilo
Souza e Silva praca de pret, 2 anidado 4 es-
_ci-.ivns a entregar, Jos Antonio de Alnirida
Guimares e um rriado Antonio Joo, Car-
los Jos Astley. Inglcz, Francisco de Paula
Pires Ramos, Flix da Coat Mnraes Filho.
Gratuliauo Jos da Silva Porto Jnior, Jos
Joaquim de Faria, Manuel da Cunha Figuei-
redo: para o norte : Jaime Candido de Frei-
tas, o capilao de fragata Francisco Jos de
Mello e um escravo, e 25 recrutes.
Da commissao Brigue-cscuna nacional .1 n-
dorinha, cunnnandante o primeiro lente
Luiz da Cunha Morcira.
Navios sahidos no mesmo dia.
Liverpool Galera ingiera Swnrdf'iih, capi-
lao Richard Green, carga assucar ealgodo.
Passageiros, Rubert Jatneisoii, R. Ilnyl, Ftv-
naini l-.ceber < sn.i familia, Augusto bright c
Thomaz Weron, lnglezes.
dembarca americana Comrard, capilao Paulo
Smack, em lastro.
Lisboa Barca portugueza Ligeira, capito A.
Joaquim Rodrigues, carga assucar c mala
gneros. Passageiros, Jos Fraucisco da
Silva, Antonio Jos Alvea da Silva, Joao da
Silva Regadas, Ignacio de S Lopes Feriiau-
drs, Joao Antonia (..n pinten n da Silva, Joa-
quim Ferreira da Silva, Joaquim Pereira
Arantes, Manoel Pereira de Carvalho, Paulo
Jos Alves da Silva, Joao Ailbnio Torres,
Portugueses; o Hespanhol Joao kxpiraute ; o
Ilaniburguez Ceiar Kruger e sua familia.
06riaf/o.
lente desta provincia.-.Jos Nicolno Iterjuci-
ra Costa, ohefe de polica interino.
lllm. e F.xrn. Sr.Foram hontem presos :
minlia ordem, o piloto da barca portu-
gueza frncharense, .Manuel do Azevedo Cana
rio, como suspeilo de Imver introducido
notas falsas na circulaeSo: e a ilo suble-
legado da l'remiezia d S.-Frei-Pedrn-Gon-
calves dn Recifn o pardo Jo-, escravo de
Eloy da Cunha Pereira, por furto; e o Porlu-
guez Antonio Candido de Smi/a, por oslar
armado tle duat pistolas carregadas.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da
polica de Pernambuco, 13 .le abril de
1850.lllm. e Exm. Sr. Honorio llcrtnto
Carneiro Leilo, concelbeiro de estado, pre-
sidente desla provincia.- Jos Nicolao Re-
guena ('osla, chefe de polica interino.
Avisos mantalos.
ija lo e inulil de pon
rpelos olFicios de caldeireiro e la-
Para o lo-de-Janeiro
segu impreterivelmenle, no dia 19 do cor-
re ite, o patacho nacional .Imta-rVon-
tante : p,ra o resto da Cintae passageiros
trata-so com Machado & Puiheiro, na ra
do Vigano, n. 19, ou com o capitfio a
bordo.
Para o ito-tle-janeiro sabe impreteri-
velmenle no da 18 lo corrente o patacho
nacional Curiana, por se actar com o seu
carregamento quasi completo : para o res-
tante, passageiros e escravos a frele, trata-
se com o capillo, ou com Luiz Jos de Sa
Araujo, na ra du Cruz, n. 33.
Lciiio.
Oleilfioda mohilia do finado Sr. vice-
cnsul Goring, annunciado para 11 do cor-
tooiro ; e como o abaixo assignado nSo
tenlu nesta cida te inimigos rancorusos se
no Manoel''rneiro Leal o Joaquim Anto-
I n o dos Santos e An lrade, por causa de nilo
ler querido mais so subjeiiar ser simules
idcial ile ollicin. e se ler ustabeleci lo com
sua casa na ra Imperial, para melnor ga-
libar o po n sustentar sua familia: noea-
tauto o abaixo ass'guado sendo avisado,
como cima lica dito, des le j protesl. i
contra estes meios reprovados, na corteza
de que o abaixo assignado multo duviia
que us S'S. Leal e Andra le sejatn capaz do
mandar pralicar urna infamia e que quei-
ram tomar urna vinganca tilo m"squinha.
Jos Nabo do Amoral Lobo.
Olivcira iniiiis i\ i.iiinpa-iliia fazen
sciente quednixou de ser seu caixeiro Luiz
de Oliveira Mello.
I.uiz de Oliveira Mello retira-se para
forado imperio : quem se julgar seu ce-
der, de objeclos para elle, ouem nomedella
comprados, dirija-se, no prazo deoilo dias,
a ra ur Cruz, n. 9.
lVr Ion-si', mi lu lirarn, em
o it.c passado, do Cichang, um
altinete de pello de cornalinda en-
carnada engrasada em ouro de lei,
o qual lie ovario e lein por detrs
armas gravadas : roga.se a quem
ocomprou, ou oaclioue o quizer
restituir a seu dono, de o levar a
nudo Pires, sitio da esquina que
vai para o corredor do Bispo, ou
no Cachang, em casa de Joao l<-
beiro, onde se prometle gratificar
generosidades me*moseda-
Vendas.
com B
icnte, boa transferido, e lera lugar em pro-! r O impoite por que tiver sido
senca dolllm. Sr. cnsul de S. M. B. no .:
da segn la-fotra, 15 do correle, s 10 lio-
ras em ponto, no respectivo consulado, ra
do Trapiche-Novo.
- O curretor Oliveira far leilao, por
ordem e em presenca to Sr. cnsul da re-
pblica franceza, de 8 espigartlasfrancezss
tle 2 canos, de um escravo moco, bom car-
niceiro e com oulras habilidades, perleu-
cente a liquidacilo do fina lo Joo iluboiK,
s ib lito l'rancoz ; assirn como de urna es-
pingarda, urna caileir.i, um rologio pten-
te de ouro, da porc'io de ro >pa, e outro
escravo cstropciado da nma mfio,pertencen-
te ao finado .louaiie, tainhem subdito fian-
cez : lercj-leira, 16 do Crrenlo, ao meiu-
dia em poni, no respectivo consulado,
ra do Trapiche-Novo.
-- Thomaz tle Paria fara leilflo, no dia
quinta-feira, 18 do correte, pelas 10 horas
ta inanbaa, no caes da alfanlegi. de 37
barricas com bicalhao uiuilissiuio novo e
em bom esta lo, vm las de Lisboa pelo na-
vio poituguez Abren-I.
Avisos diversos.
Precisa-se de um moco morigerado,
que, siibeudo grammalica portugueza. bem
cono ler correcta.nente, so quetra dedicar Ilerre* um sll estrada da Varzea, cora
a trabadlos do escriptorio desta lypogra- mu i tas fructeiras, boa baixa para capim.
pitia
ep
ti-
aire til nlias ministro!
A 5,ooo ris.
Na loja tos baraleiros da ra do Queima-
do, n. 17, eiuda existe um resto de breta-
nha monstro, a 3,000 rs. a pega com 21 jar-
das ; casimiretas de 1.1a pretas e de cores,
proprlaa pera caigas e pallloi do homeme
meninos, pelo diminuto prego de f,000 rs.
o covado ; brim (rangado branca, muflo en-
corpado, proprio para militares, a rilo rs.
a vara ; assiin como oulras fazemlas por
barato prego : a ellas, antes quo se a-
cabom.
Vendem-se pegas de madapolo, mui-
to largo, com 20 varas e com algum toque
de moro, a 2,00 e 2,800 rs. e a sele vi l-
teos a ro litio ; assiin como chitas a seis
vi ule us o covado : por tras do theatro ve-
Iho, n. 20, primeiro andar.
Vende-se una escrava com algumas
habilidades: na ra da Pcnha, n. 32.
Vende-se, ou troca-so por una casa
irauauos o escriptono tiesta typogra-1 ",ullBr "menas, un naixa para capia,
lia, pela mantilla por urna ou duas horas, 'com nu frrenlo d'agoa doce -.o fundo, com
pela tarde, a comecar dis horas, por ca.sa de vivenda : na ra Nova, n. 28.
es a rjualro. Dirigir-seao propietario di "" A- ^"lombiez, com loja franceza na
mes na typonrapiiia, na praga da liuepon-
deucia, livraria, ns. 6 e 8.
--Unarla-feira, 17 do corrente, se ha de
arrematar, por sor a ultima praga, na porta
lo llliu. Sr Ur. jniz municipal ou segoiiJa
vara, Jos lUymun lo da Cosa Menezes, na
ra da MaJie-du-Deos, pelas quatro horas
ra Nova airas da matriz, tem para vender
calgadarfeito na fabrica franceza em Cer-
iiauliiico, como seja : sapaios de courode
lustro, l'i'irnia ingleza, para homem ; burze-
guius, sapatos de marroquim e de lustro
para senlioia ; ditos do Uuraque preto e do
tpele; ditos de dito para liodiem; bolins do
da larde, um sobrado de um andar com so--c0res aspeados de couro de lustro pra
tilo debOxo decoberta, na ra da Itoda. n I ,"*"II",IS- ,
48, avahaJo em 3:1)00,000 rs. utna casa I Vende-se um cavallo bom andador de
terrea em armazem, na inesina ra n. 59,. bnio a meio, sem achaque algum: ven-
avahada em 500,000 rs ; loriado de oulra de-se com arelos ou sera elles : na ra do
dita, tambein em armazem, n. 54, avaha- Queimado, loja n. 10.
Bordeja no !.::nr:.':i-.' um brigue portuguez
uc diieni vir do lliu-de-J.inri 1,., c licou tun-
deado um brigue inglez, os quaei ou foram
viaitadon
da na misma quanlia : todos estos lieos vflo
praga por ordem do mesmo juiz, para pa-
gamento dos legados e dividasquedeixou o
liii.nlii Antonio dos Santos Serpa.
Precisa-se de um pequen-i do 12 a 16
anuos que queira ir ser caixeiro em urna
das un liiorcs lujas de fazend,is do Ilio-For- I
muso, p'eleiiudo-se algum dos ltimos Je Jo3 l""ermndcs Prenle Vianna, ven-
chegados do Porto: La ra do yueiniado, jdoin-sa multo superiores espadas pralea-
. das de roca escm roca, assiin como linissi-
is osiojosde navalhas para barba.
-- Vende-se um uiuleque de 10 a 11 an-
nos e de bonita figura: na ra d'Apollo,
buincro 19.
Vende-se urna boa escrava com habi-
lidades, sem vicio e muito sadia : na ra de
Santa-hila, n. 91.
Na ra Nova, loja de ferragens, n- 20,
JJeclaraya.
Acamara municipal desla eidade faz
sess3o extraordinaria boje, 15 du corrente.
Publiciica iliteraria.
Sabio 1
O
luz
FILHO NATURAL
ou
AS PROVAS DA VlltTUDE,
comedia em 5 actos em prosa, por liiderol,
traduzida do Irancez por urna sonhora na-
\R ENCONTRADO
n. 17
Ignacio Jos Itodiigues, subdito por-
luguez, reiira-se para fra do imperio.
Aicen. la -sa. o segundo andar da casa
11 8 da ra da Aurora : a tratar eo.ii lll .,.
Sr. Joflo Pinto de Lomos Jnior.
- O abaixoassguado, retirando-se des-
ta eidade para seu paiz natal, roga aquelles
de seus amigos, dos quaes nSo se poude
despedir pessoalnimto, que Ibes descuide
esta falta, oll'ereceudo-lnes seu diminuto
prestidlo ua eidade du Purto. Julga de seu
dever manifestar seus agradecimientos aos
habitantes desla provincia pela urbanidudo
ealtengOes que lhe prestaran), e a separar-
se Ins tributa um eterno recunhecimento.
l'aulolosc Alves da Silva.
-- Precisa-se de urna ama de Ioilo forra
ou captiva, e quo tetilla bastante lee, ain-
da mesmo que nao seja muito pichosa para
o tratamento de mangas : na ra do
tjel, n. 36, primeiro andar.
P
1; ni-
Q O
? Acabam de chegar lola de cha- O
O pos, de Joaquim de Oliveira Maya, O
O os iiiuitos d.sejados e elegantes cha- O
Q as e copa baixa; bem como um sor- Q
ij tmenlo de ditos grandes, por mo- e\
^ dico prego. X
O ^
Pechincha para os b.iliu-
leiros.
Vendem-se chitas proprias para forros de
balis por estarem fracas, a 3,500, 4,000 o
5,.r>u0 rs.: na ra do Crespo, loja da esqui-
iiinna que volla para a cadeia.



-
-- Vendem-se mirras de ferro de meia
pollegada a sete oitavas ; ferro inglcz sorti-
do; arcos de ferro ; cabezadas rouges c
rlialas ; loros ; fio de vela c de sapa'iro ;
ancoras; fatoxas ; o ruis { ferragens : na
na do Trapiche-Novo, n. 16, casa de Jones
Patn & C,.
3 S>
A 3,000 rs. |
Vendem-se ptimos clia- q
pos da Italia, de copa alta, Q
^ pelo mdico preco de 3,ooo
2 rs : napraca da Indepen- ^
O dencia, ns. 24, iGea8. 0
O O
-Vende-se resina |deangjco, as libras o
em rorefo : na na da Cadeia, loja de J0I0
Jos de Carvillio Moraes.
Bom c barato.
Na ra do Passeio, loja nova n. 9, de Al-
bino Jos l.eite, vende-se madapolfio fino,
rom palmos de larguri e com pequeo to-
que de mofo, ao baralo proco de 2,800 rs. a
pega, ea rctalho a 160rs. corles de cassa-
chlta, padrfjes modernos, 2,800 rs. o cor-
le ; riscadinho de linho a 440 rs. o cova-
1I0 ; dito de algodilo, a 200 rs.; pello do dia-
bo muilo cncorpada, pelo baralo prego de
:I60 rs ocovado; chitas de cor seguras, a
160.180. 200 e 240 o rovmlo ; chapeos de
sol de panninho, a 2,800 rs.; c oulras Bul-
las fazendas por preco mais commodo do
ijuo em outra qualquer loja.
Gaz.
Contina-te a vender na dcstiUco fran-
ceza na travessa da Concordia, gaz epa
vios para candieiros de dito: tanibem se
concerlatn e limpam-se ditos candieiros.
Moendhs superiores.
NafundicSode C. Starr & Companhia',
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
do eanna, todas de ferro, de uro modelo e
construccilo muito superior.
A ellas, a ellas.
Vcnilcni-sc riquissimas golas c peseoci-
nhos para senhora, pelo diminuto preco de
2,000 rs. cada un : na ra do Queimado,
11. 9.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de fero do diffe-
rentes modelos : na fabiica de machinase
fundido de ferio, na ra do iirum
ns.6,8e10.
Tecidos de algodo tran-
cado ta fabrica de To-
dos-ns-Santos.
Na ra da Cadeia, n. 5*2,
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para seceos de assucar e roupa de
cscravos.
? !** ***** &S*9fc
i* Vende-se, por preco coni-
modo, cera em velas fabrica-
das no [Vio-de-Janeiro ; fei-
mulatinbo em saccas
Potassa da Russia.
Vende-se superior potassa da l'.ussia, da
niais nova que ha no mercado, por preco
commodo : na ra do Trapichean. 171
Deposito de Potassa.
Vende-se muito nova potassa.
de boa qualidade, em barriszinhob
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
lempo se nao vende: nc lenle,
ra da Cadeia, armazem n. 12.
Vende-se superior farinha de
trigo da marca SSSF, chegada l-
timamente a este mercado : a tra-
tar com iManoel da Silva S no ar-
mazem do A nnes, no caes da Al-
fandega.
Farelo novo a 5,500 rs.
Vendem-se sarcas grandes com 3 arro-
bas de farelo, chegadas no ultimo navio
dellamburgo: na ra do Amorim, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
>
m^fcAjaBagfcaitatffy^
jo
+. grandes, muito novo ; fumo
em lolba paro capas de cha-
rutos ; dito mais interior pa-
ra iniollo ; chapos do Chi-
le linos e entre-linos : nos
armazens de L)ias Fcrreira
e fallecido Braguez, no caes
da Alfandega, 011 a tratar
i
*

^
4i com Novaes Se Companhia,
2 na ra do Trapiche, n. 3^.
Ovas do serian.
Vende-se este excedente pellico; na ra
do Queimado. n. 14, loja ,de ferragens.
Novo sor timen (o de fa-
zendas baratas na ra
do Crespo, n. 6, ao p
do lampea".
Vende-se cassa-chita muito fina, de bo-
nitos ptdrOeg, cores fixas e ci-m 4 palmos
le largura, a 320 rs. o covadn ; cortes da
dita a 2.000 rs. ; riseado di lislras de li-
nho, a 240 rs. o covado ; dito de algodilo, a
140 e 160 rs o covado ; crtesde brim par-
do claro, com dual varas e una qnar la, e
1,600 rs.; riscados nmnstros, a 200 rs. o
covado; zuaitr azul, a 200 rs. o covado;
cliilas, a 160 e 180 rs. o covado ; fuslilo, a
640 rs. o corte ; chales de tailatana, a 500
rs ; cobertores de algodo americano, a
610 rs ; e outras muilas fazemlas por bara-
to prego.
Farinha de mandioca.
Vende-se fannha do Cear, em saccas,
por preco commodo : na ra da Ciuz, no
Recife. n. 43.
-Vende se cobre e metal amrrello para
forro de navios, por prego commodo: na
roa di Madre-de-lieos, armazem de j. V.
da Silva barroca.
Cal virgen) de Lisboa.
Vende-se cal virgem de Lisboa, por rom-
mndissimn preco ; na ra da Cadeia do Re-
cife, n. 50, loja de Cunta & Amorim.
Sapatos do Aracaty fcitos a ca-
pricho.
Aciiham re cliegnr do Aracaly urna gran-
de porciio de palos fritos de eucummen-
da, isto por efleito de noviis recommonda-
ges que para l se leni l'eilo ; porque os'
que ale agora tinham viudo, notavam-se-
llies imperfeigflo, ja no cosido, j em fur-
nias antigs c nieswo em corte : estes tpa-
los depois de tintes e acostumados a boa
grasa chegam a confudireni-se Com os de
de couro de lustro; o seu preco siio de
1,200 e 1,280 rs. ti par ( dinheiro a vista):
a ra larga do Kuzario, n. 35, loja de mili-
dezas.
Vende-se a taberna da esquina da ra
Nova, junto a ponte da Boa Vista, n. 71:
faz-se todo o negocio, urna vez que o com-
prador descuere ao vendedor do que deve
aos Srs. da adandega.
Vende-se, por preco muito
commodo, superior potassa em
barricas pequeas, chegadas em
TaiXBS para engenho. I Chapos e bonetes francezes.
-,,,., __ ( Vendem-se superiores chapeos francez>.o.
la fundifllo de erro da ra do Brum,'ch dos almamente de Paris, eos modi-
ba-se de receber um completo sortimen- C0S9preQ08 de 7 e 7i5oo rs ; bonotes frence-
Na
ac
tode taitas de 4 a 8 pumos de bocea, as
quaes acnam-se a venda por preco com-
modo e com promp'JdSo embarcam-se,
ou carregam-seem cirrossem despezas ao
comprador.
Farinha nova de S.-Ma-
llictis, por preco mui-
lo commodo :
vende-se a bordo do patacho na-
cional Amizade-Constante, entra-
do recentemente daquelle porto,
e Tundeado em frente da escadi-
nha do Collegio, ou a tratar com
Machado & Finheiro, na ra do
Vigario, n. 19, segundo andar.
O verdadeiro oleo de
Itissino,
em meias garrafas, para commo-
didade das familias, por preco
inai.s commodo do que em outra
qualquer parte : vende-se na ra
do Trapiche, n. 44, armazem de
Dowsley & C.
Antigo deposito de cal
vircem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muilo commodo.
\ rados de ferro.
Na fundieflo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro diversos mo-
delos.
Vende-se urna bonita escrava de An-
gola, de boa figura, a qual nao foge e nem
helio, o que seaanca ; um moleque de 20
annos, que cozinha o diario de urna casa,
por 380,000 rs. : por detris do thealro, n.
ao, primeiro andar.
Farelo a 5,000 rs. a
sacca,
eomelhorque lemvindo a esu* mercado
na ra d Madre-de-lleos, armazem de Vi-
cente H'erreira da Costa.
Aviso aos I" maules que
dao valor ao que he bom.
Na ra Nova, n. 56, fabrica de charutos,
acharSo sempre os fumantes um rico e va-
riado sortimeuto das melhores qualidadi-s
de charutos que tcem viudo a este merca-
do, contendo as seguiutes qualidades:
Defensores-da-I'atria,
Liberaos,
l'atuscn,
Cav.illeiros-de-llavana,
, Venus-de-llavana,
Venus,
Sanadores,
Depu lados,
Saquaremas,
S.-Felix- Verdadeiro,
Arclieiros,
llgalos,
Superior-rtegalia,
Cafadores-da-Ilahia,
lamas,
Cigarros-de-llavana,
Cigiirros-de-Mainlba,
Alama-Va,
e oulras muilas qualidades quo serSo pa-
tentas aos freguezes e se vender3o pelo
menos prneo possivel.
Fumo para charutos.
Na fabrica de charutos da ra Nova.
Paimo voltio de velas para forro, nioitoes
cardanes, pstollas para ferro, e outros'
.. presos
zrspura liomem e meninos, de tecldo de
cabellos, de palha e de outras qualidades, e
de bom gosto : na ra do Queimado, n. 38,
loja de chai eos.
- Vende-se um sobrado de dous andares,
em urna das priocipaes ras da freguezia de
S.-Antonio, em chSos proprios, com bom
armaxem para qoalquer estabeleclmento :
quera o pretender, dirija-se ao Sr Jos An-
tonio Bastos, na ra da Cadeia do Recife,
que se acha autorisado a fazer dita venda,
aceitando-se o pagamento em escravos.
Vende-se urna bonita preta de 20 an-
nos, que engomma muito bem, cozinha o
diario de urna casa e cose, sem vicios nem
molestias, o que se nfianca : defronte da
ribeira dopeixe, n. 3.
Vende-se um relogio patente, que tem
corda para 20 e tantos das, para cuna de
mesa, pega esta mais rica que tem appa-
ricido no Brasil, tendo um dansarino de
corda e 4 msicos a tocaren) difiranles ins-
trumentos, cora tantas pegas de msica
quanles horas tem um dii : o dansarino
dansa antes de repetir as horas, e tem mais
um resisto que o faz dansar em qualquer
cccasiSo, e lem mais outro resisto que o faz
parar mesmo as horas : na ra do Cabug,
loja de quatro portas, n. 1 C.
Novidade.
A 1,000 rs. o covado.
Na loja dos barateiros da ra do Queima-
do, n. 17, vendem-se cusemirelas de 10a,
pretas e de cores, proprias para calcas e
palitos para bomein e meninos, a 1,000 rs.
o covado.
Vende-se urna espingarda de dous ca-
nos, obra muilo bem feita: na ra Nova,
n. 16, loja.
Novo trem de cozinha.
Vendem se chaleiras, fregideiras, cassa-
rolasepanellas de ferro forradas de por-
cellaua; cafeteiras e bules de metal: na ra
Nova, n. 16, loja de feriageus, de Jos Lulz
Fereira.
Vendem-se duas lindas mo-
lecas, proprias para se educarem :
na ra das Larangeiras, n. i.'j.
segundo andar.
Pechincbas novas.
Vende-se madapolflo fino, com nm pe-
queo toque de mofo, ao barato preco de
3,500rs ; cortes de cassa-chita com 5 va-
ras, cor segura, a 1,400 rs. : no l'asseio-Pu-
bllco, n. II, loja de Firmiano Jos H.jun-
gues lYrreira.
-- Vendem-se, nns Arrombados, as ma-
deiras seguiutes : caibros de 30 ualmos, eu-
chameis de 22 a 36 travs de 25 a 40, mSos
travessas de 30 : tudo madeiras de quali-
dades, por preco muilo commodo: lam-
bemseboUm em qualquer poilo que os
pretendenles queiram.
-- Vendem-se esparas praleadas para
olliciaes da guarda nacional : na la Nova,
n. 16, loja de ferragens, de Jos l.uiz l'e-
reira.
Attenco.
Na ra da Cadeia do Hecifc, loja n. 50,
vendem-se cortes de camhraia superiores, a
2,000 rs.; cassa pintada, superior fazenda
em qualidade, a 2,000 rs.; cortes de casimi-
ras de algodao, de muito bons padrOes, a
360 is. o covado; bom lom, fazenda pro-
pria para vestidos de senhora, a 320 rs. o
covado; chai eos de castor preto, a 4,000
rs.; chapeos francezes superiores, a 6.800
rs.; e outras muilas fazendas que a vista
do comprador se moslrarSo, por preco corn-
il o lo.
Vendc-sc a taberna da ra larga do
Itozario, n 40, com poucos lundos e sem
alcaides: a tratar na misma taberna.
Todos-os-Santos na Babia com,rVfte."I& Co.mPanha. na
ruado Irapiche, n. 4-
Na ra do Crespo, n. 14,
loja de Jos Francisco
.m Aa Di I'um.m tanto em porciio como arealbo. .
zem ue i;ias xirreira, no j ebegaran novamente ra da Sen- vende-se esguiao de algodao, Ja-
da Alfanilega, ou a tratar zalla-N.va, n.42, relogiosde ouro e prata' zent|a de quatro palmo? e meio de
. ', i\a lauriea ue cnaruios ua ra ova. n.
10 docorrente do ttlo-de-Janei-jse, vende-se fumo de primrira, segunda e
ro no brigue nacional Leo : no terceira qualidades, por preco commodo,
arma
Deposito da fabrica de lcaes
objeelos miados.
tscravos Fu^idosT
-Fugio, no din 31 de marco, o prclo
Filippe, de nacSo Mocambique, baixo
cheio do corpo; cestuma a embriegar-sa
be perlencenle ao casal do finado Jos Ma-
ra de Jess aluniz : quem o pegar leve-o
a ra doBrum, n. 22, fundicSo de Misquila
& Dutra, que ser recompensado.
Fugio, do bordo do patacho Anhrea,
no dn 13 de mar;o prximo passado. um
escrayo marinhelro. de nome Joaquim,
cnoulo, alio, com barba por baixo do quei-
vo, bexigoso, cheio do corpo, representa
40annospoucomais ou menos; he natu-
ral desta provincia ; desconda-se quo este-
ja pela cidado de Olinda. Roga-se aa auto-
ridades policiaes e capitfles de campo, que
o apprehendam e levem-no a ra da Cadeia
do lenle, n. 39, casa de Amorim lrmflos,
que gratificara com 100,000 rs conforme
a longitude em que fr pegado.
Fugio, no dia II do corrente, a criou-
la Benedicta, de estatura ordinaria, de 16
annos; levou vestido azul com flores ama-
redas: quem a pegar leve-a a ra da Cruz,
g 43,quesera recompensado.
Fugio, no dia 7 do corrente, o cabra
Leandro : levou caigas de riseado de alpo-
do, camisa de madapolo e bonete velho
na caneca ; lem os denles limados, e as
pernasalgumacousa arqueadas para Irs;
consta ler apparecido pela Estancia, f'onte-
de-t'clio.', Monteiro e Ca punga : quem o pe-
gar leve o ao Alerro-da-Boa-Vista, n. 66,
padaria de Andr Nauzer, que recompeu-
sar.
Fugio, no dia 12 do passado, pelas 9
horas da noite, o prelo Benedicto, crioulo,
que representa ter 24 annos, de altura re-
gular, sem barba, cara redonda, olhos car-
rancudos; tem os ps torios, e he cambado
de urna perna ; levou calcas e camisa de
riseado e esta j rota, e bonete ; quem o
pegar leve-o ra da Cadeia do Recife, n.
51, que sera bem recompensado.
Anda fgido, ha dousnezes, um prelo
de nome Patricio, que representa 30 annos,
porm tem pouco mais de 20; he ofllcialde
pedreiro ; foi escravo do fallecido marquez
do Rerife ; consta que anda trabalhando
nesta cidadee suburbios pelo referido c/fi-
co, dizendo que he forro; he alio, mamo,
bem parecido ; tem cicalrizeg no pescoco
provenientes dealporcas que leve : quem
o pegar leve-o a praca da Independencia,
livraria ns. 6 e 8, que ser recompensado.
Vende-se em casa deN.O. Pieber & C.
a ra da Cruz, n. 4, alcodo trancado
daquella fabrica, muito prnprio para saceos
de assucar, roupa de escravos e fio prourio
para redes de pescar, por prec,o muilo com-
modo.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor,
BA DA SKNZALT-A-NOVA, 4^.
Neste estabelecimento conti-
na a haverum completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para enpenho; macbinasde
vapor, e tacbas de ferro batido
coado, de todos os tamaitos,
para dito.
Novo sorlimento de fa-
zendas baratas.
Vendem-se corles de cassa-chita muilo
bonitos, a 2,00o, 2.400 e 2,800 rs.; risradi-
nhos de linho. a 240 rs o covado; dito de
slgodSo niuito enrorpado, prnprio para
roupa de escravos, a 140 rs. o covado ; cor-
les de briin biai.co de linho, 1,500 rs. ;
dito muito bom, a 1,700 rs. ; dito amarello,
1,600 rs. ; dito com listra ao lado, a 1,2X0
rs. ; cassas de cores muito bonitas, a ;t.o
rs. o covado ; rlscados monslios com qua-
tro palmse meio de largura, a 260 rs. o
covado ; zuarte furla-cres, a 200 rs. o co-
vado ; pecas de cambrtia lisa com 8 varns
e meia, a 2,720 rs.; chitas de bonitos pa-
drOes, a 160 rs. ocovado; ditas muilo li-
nas, a 200,220,240, 260 e 280 rs. ; lencos
de seda para algibeira, a 1,000 e 1,280 rs.
ditos para gravhta, 1,280rs. ; e outras mui-
tas fazendas por prego commodo : na ra
do Crespo, loja da esquina que volta para
a cadeia.
Vendem-se bons queijos londrinos
ditos de pralo muilo frescaes e de superior
qualidade, presuntos inglezes para liani-
Vende-se um carrinho de 4 rodas, mui-
to elegante, de bons ari alijos, e com os com-
de dous andares asold, com bom quintal
e cacmiha, no Aterro-da-Boa-Vista, n. 24,
o sea)
porprrc,') commodo: a tratar com
pelcntr s arrcios para dous cavados : ludo proprielario, Frederico Chaves, no Aterro*-
com pouco uso, c pelo preco de 600,000 rs.:
na la do Trapiche-Novo, u. 16.
Bom e barato.
o
Na ra do Queimado, viudo do Rosario,
segunda luja, n. 18, vendem-se cortes de
casimira, a 4 e 5,500 is. ; ditos de meia ca-
simira, a 2,240 rs.; ditos de caslor escuro
e enenrpado, a 800 rs. ; corles de brim tran-
cado pardo de Imho, a 700 rs.; chales de
I/, i e seda, a 3,000 rs.; ditos de so la, a 7/
rs.; lencos de camhraia de linho brancos,
a 5.500 rs. a duza ; pecas de camhraia ada-
mascadas para cortinados, ciiin 20 varas, a
10,000 rs. ;e oulras muilas fazendas por
preco commodo.
-- Vendem-se 5escravos, sendo dous de do Hecife, n. ().
15 annos, um ptimo cozmheiru e 2 rarrei- --------
ros; 3 negrotas de 14 annos; 4 escr, v.is
mecas, de bonitas figuras : na ra lumia,
ii. 3.
Vende-se urna parda muilosada o ...
forte, do boa conducta, e que coziuu, en- j?
gon ma, cusaboB e Cose cliiio alguma rou-j^f
sa : ojo se vende por menos de 5uo,000 rs. : ^
na ra de S -Rita, n. 25, segundo andar da O
casa em qne leve serrana u sr. Vicaiite Al- j vesM-chado. IO ,
Ka ra do Crespo, n II, loja de hvros, | do iwo-ile-Janeiro ; SOiti-
ve,,deu.-se Cantos sagrados, por< 200 rs. ; f ment a vontade do COH1-
l'elejado Uiabo e S.-Minuel, por 120 rs.; o O .
Cernido d'alma, por 120 rs ; Testamento do Q praoor, por pre90 uns ba-
gado, por 80 is. ; dito da gallinha,| por 80|q ralo do
rs. ; caitas para ruteno, por SO is. ; livros q
para aulas, pur preco mullo comuiodo. fn
Farinha de mandioca
patente indez, para homcm e senhora.
-Vende-se uma terca |parte do sobrado' largura e lina, pelo barato preco
de 3io rs. a vara ; brim tranca-
do* branco muito encorpado e de
listra ao lado, a 1,180 rs. o corle;
dito de puro linbo cor de ganga, a
1,60o ts. o corte ; e um completo
sorlimento de fazendas por barato
preco.
Faz mnita conta.
Na ra do Queimado, viudo do Rozario,
n. 18, segunda loja, vendem-se pecas de
nielim verde, avul e cor de Caf, com 20
covados, pelo commodo pceo de 2,200 rs.
a prca ; meias du cores para meninas, a 160
rs. ; chapeos do maesa para meninos, a 500
rs. ; e oulras niuilas f.zendas.
Vendem-se, pur pnco commodo, os
seguiutes objeelos em bom estado, que se
pdemverno Forte-do-Mattos,|roiisa do Sr.
OQQ'930 O o
gCeraem velas do io-
da-ltoa-Visli, fabrica do I ico: es.
Cassas pretas a 140 rs.
covado.
Vende-se cassas p'etas de muito bom gos-
lo a 140 rs. o covado : na ra do Crespo
loja da esquina, que volta para a cadeia. '
Vendem-se sapalCcs de cou-
ro de lustro, de ponto fixo, a
4.000 rs. ; ditos de differentes
qualidades para liomem ; sapa-
toes de couro de lustro e brancos
para meninos: na ra da Cadeia
. Vendc-sc muilo nova farinha de mandio-
ca, em saccas giandes, por prego commodo:
na la do Queimado, n. 14.
i'er.hmcia.
Na ra do Queimado, viudo do Itozario,'
de-Janeiro. o
Vendem-se caixas com ce- q
ra em velas fabricadas em O
urna das melbores fabricas ^

O
O
O
o
o
o
o
o
o
que em outra qual-
quer parte : amado V-
g'iio, n. 19, a tratar com
Machado Finheiro.
A 2,O rs.
No armazem da ra do Itangel, n. 36,
vende-se farinha de mandioca, a 2,800 rs.
segunda loja, 11.18, vendem-se chapeos d a sacca ; bem como a retadlo; arroz pila-
sol, de soda, para meninas, com um peque-! do e de casca; feijilo ; esleirs ; o palhaluuui
no toque de mofo, pelo prego do 1,600.rs. j para chapeo : tudo por commodo prego, lyir;
na mesma, ou na ra do Azeile-de-l'eixe,
armazem n. 13, das 9 horas da u.a:ihila as
2 da tarde :
2 vergas de gavia ;
2 ditas de juanete;
S dilas de sobre ;
Pannos de culello, carangueija, suriolla,
juta e fuzo, masterns de joanele e moio;
2 camarotes com 4 belixos ;
I estada de madeira e ferros de bronze
para portlo;
1 siguu peqneno ;
1 roda de lime com chapas de lalo ;
1 cabrestante de patente ;
1 bolinele ;
120 bragas de correle, juntas ou sepa-
radas,
2 ferros do mui.o bom Umanliu ;
1 ancorle;
2 juanetes;
1 gavia ;
1 lujarrona;
1 gioa ;
1 veladerstaes ;1
Cobre velho de fono ;
Cabos alcatroados para irogo, que
pelo
bom estado em que cslo pdem anda ser-
200,000 rs.
Fugiram, no dia 13 de Janeiro do corren-
te, do engenho Novo de Serinhem, os es-
cravos seguin tes: Thomaz, cabra-escuro;
tem os odios e palmas das nulos amarella-
das, cor fula, representa ter 25 a 30 annos,
com cilicio de pedreiro, pescador e de cor-
tarcaruc;he muito regrista : Amaro, ca-
bra claro, dr 45 a 50 annos, com bastantes
cabellos brancos, pernas finas, ps apalhe-
tados; he n ulto prepuicoso para qualquer
servigo; he canoeiro.; costuma andar sem-
pre ebrio : estes escravos quando fugiram
1'orani a piaia do Camella, do Rio-Formoso,
onde compraram una jangada e seguirn)
na mesma para a provincia das Alagoas, do
onde o dito Amaro he natural, e que tem
prenles para o centro : quem os pegar ie-
ve-osao dito engenho, ou nesta prega, em
rasa de Silverio Joaquim Los Santos, na
Camha-do-Carmo, n. 33, que ser gratifi-
cado com 200,000 rs.
Desapparereu, da rasa de Praiedes da
Fonsera Coilinho, no dia 20 do passado
me/, um pardo claro, de nome Eustaquio,
de estatura regular, serco do corpo, heni
parecido, representa ter 24 aunos ; he 1 Ri-
cial de sapateiro ; quando anda arrebita
os dedos dos ps; traz sempro as ventas
cheias de tabaco : quem o pegar leve-o a
praga da Roa-Visla, n. 6, botica, que ser
recompensado.
Fugio, no dia II docorrente, o pardo
Mu noel,-de 18 annos pouco maisou menos,
de estatura baixa ; tem um pequeo signa!
na bocea ; levou caigas brancas velhas, ca-
misa de algodilo de lislras miudas; veio
ltimamente do Rio-Grande do norte, por
Uso ho de suppr que se tenha cnraml-
n'i-do para o dito lugar: quem o pegar
levo-o a ra do Crespo, n. 11, qu ser
reco npensado.
Km a noiicde 28do picsimo ftffado
fugio, da povoagfio doaloiileiro, da cisada
residencia de Manoel Antonio da Silva An-
tunes, a preta alalia, do geptio de Angola,
moga, de estatua e corpo regulares, cor
prela, rosto aboceilado, falla bem o vulgar;
tem os ps um lauto giossos: quero a pe-
gar leve-a la da Cadeia-Velha, 11. 24,
que ser gratificado.
Fugio, do engenho de Tres-Roccas, no
dia 17 de fevereiro passado, um pardo com
os signaos seguiutes: baixo, grosso, sem
barba, de 20 annos pouco mais ou renos,
cabellos enroscados, olhos grandes e aga-
ropados, bem feito de corpo, pernas e ps,
nariz chato, beigos grossos, bocea regular o
com lodosos denles; inlitula-se forro, u
como tal vem munido deum passaporte fal-
so com o qual illudio as auloiidades de
liarra-Gmnde : quem o pegar leve-o ao di-
to engenho, ou ao Recife, em casa de Ma-
noel Joaquim Ramose Silva que ern qual-
qui r das partes sera generosamente recom-
pensado.
Fugiram, de bordo do bri-
gue nacional Sem-Par, vindo do
Itio-de-Janeiro, tres escravos, sen-
do : Sabino, pardo, de 20 aunos
pouco mais ou menos ; levou cal-
cal e camisa ezues, e bonete en-
carnado : dous ditos crioulos, de
iioitie.s Euzebio e Antonio, que re-
presentan! ter ?5 annos cada um,
de estaturas altas ; leveram raleas,
camisase bonetes azues. Hoga-se
as autoridades policiaes c capites
de campo, que os opprebendam e
levein nos a Novaes & Compa-
ubia, na ra do Trapicbe, n. [\\.
gaM. IM TTF. DEM. I. I>X rAKIA. 1860
MFLHOR EXEMPL


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