Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06267


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Full Text
A mu XXVT.
Ter^a-feira O
partida o coaao*.
Goianna c Parabiba. egundaaeexla feiras.
Rio-Grande-do-Notle, quinta feiras ao mel-
Cabo, SeriohSe.n, nio-Formoto.orto-Calvo
e Macelo, no 1., a 11, e 21 de cada raez.
Garanbun e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Viata e Florea, a 13 e 28.
Victoria, quintas felra.
Olinda, lodos o dlaa.
EFHEMEHIDES.
,Ming. a 4, I b.e24m.dat.
., ,-. (Nova a 12, s 10h.e27m. dain.
PaUSIS D LITA. |Cres(; ,0( ^ ? e 47 m#d, ,.
(Cheiaa2, s 9 b. e lm.dani.
DI1MAI1 DE BOJI
Primelra as 2 hora e 6 minutos da larde.
Segunda a 2 horase 30 minutos da manbaa.
de Abril ie 1850.
N. 79.
PBEpOa DA BUBSCUIPpO.
Por tres mezes (adianladoi) 4/000
Por seis mezes 8/D00
Por uui auno 15/000
DA DA REMANA.
8 Seg. Os Prazcres de Nossa Scnhora. Feriado.
9 Terc.S. Demetrio. Aud. docliaiic, doJ. da I.
v. do civ. e do dos l'eitos da fazenda.
10 (Juan. S. Ezequiel. Aud. do J. da 2. v. do civel.
11 Quint. S. Lefio Magno. Aud. do .1. das or', e do
n. da 1. v.
12 Sext. S. Vctor. Aud. do J. da 1. v. do dos l'eitos da fazenda.
13 Sab. S. Hermenegildo. Aud. da Chano, e do J.
da 2. v. do crime.
14 Dom. Ss.Tibnrcioe Valeriano.
CAMBIOS H 7 DE ABRIL.
Sobre Londres, 28'/, d. por 1/000 r. a 60 dias.
. Parla, 346.
. Lisboa, 95 por cento.
O* Oncaa hespanhoes......... 29/000 a 29/500
Moedas de (i/400 velhas.. 16/000 a 16*800
. de 0*4(10 novas .. 16/100 a i6#30o
. ae 4/000........... 9/100 a MI0
Prata.-Patacaes brasileiro....... /M0 a #860
Pesoscolun.nario....... #W0 a 1/M\
Ditos mcxlc ios.......... 1/800 a 1/820
PARTE OFFICIAL.
GVERNODA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 6 DE MARgO.
ODicio."Ao commsndante da praca, com-
municando ler concedido a licenca que pe-
dir u capilSo do quarto balalhfio de arli-
IIiito a p, Nabor Delino Pereira para con-
tinuar oa seus estudos na escola militar.
I>ilo.--Ao presidente da relacflo.--Sendo
Ilegal, abusiva e contraria aos nteresses da
fazenda publica, conforme o declarou o
Exm. ministro da justica em aviso circular
de 4de fevereiro ultimo, a pralica de seren
admiUidos a servir ollicios de justica pos-
soas, que, comquanto tenham sido nomea-
das nflo tlraram as suas respectivas carias, o
nao pugaram os novos e velhos direitos,
baja V. S. de mandar advertir aos indivi-
duos que estiverem exercendo taes offlcios
ante esse tribunal sem as referidas cartas,
que as devem presentar no prazo de 3
mezes, copiados do dia em que se Ihes lizcr
tal advertencia, sb pena de serem suspen-
sos do exorcicic dos seus ollicios.--Olllciou-
se nesle sentido aosjuizes de direitoda pro-
vincia.
Dito.Ao inspector-da paga.loria militar
para que mande pagar a Eduardo da Costa
Oliveira, vista da conta que remelle em
duplcala, a qusntia de 272,000 ris, em
que i iti imitara ni oilo duzias de taboas de
assoalho de louro, que fram compradas
para as obras do presidio da i I na de Fernan-
do.Scienlificou-se ao inspector da paga-
doria militar.
hito.--Ao administrador das obres publi-
cas, enviando as contas das despezas feilas
de 10 a 23 de fevereiro ultimo com os tra-
balhos da segunda parte do nono lauqo da
estrada da Victoria na importancia de ris
187,880, bem como do 10 a 16 o citado muz
com as obras do dcimo stimo lan^o da
mestna estrada tanibem na importancia do
182.065 ris, a fin de que mande acreditar o
engenliciro Milel as referidas quanlias --
Inteirou-se o dito engenheiio.
Dito.Ao director do arsenal de guerra,
para que faca retirar os soldados da compa-
gina de artfices, e bem assim[os Africanos
livres que seacham na ilha do Noguera,
visto nao seren elles mais necesarios all
por ler o medico do municipio e director
interino do hospital daquella ilha contrata-
do com Si ni i lino Cordeiro do Kego os in-
terramentos que se bouverem de t'azcr na
dita illiu.Cuiiiiiiunicuu-.se o mencionado
director.
Dito.Ao Inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial, remetiendo por copia o
ornamento para os cotcenos, de que neces-
sita o caes do passeio publico, alim de que
far;a por em arremalacao a referida ulna.--
Inleirou-se o engenl.eiro Jos Mamede Al-
ves Ferreira.
Portara.Mandando passar provisSo in-
terina para o lugar de porteiro da mesa do
consulado gen. I a Joaquim Jos dos Santos,
--fiieram-sc as coniniuriicaces doctylo.
Dita.- Nomeando capataz da mesa do
consulado geral a Manoel Simplicio Correia
l.e*l.--Kxped.ram-se as convenientes com-
municaces.______ ______________ i
INTERIOR.
ALAGOAS.
Extracto do $xpedi$nte do Exm. Sr. preti-
dtnt* Dr. Jos liento da Cunka Figueiredp.
8 DE MAI'.CO.
Otnclo. Ao inspector da thesouraria de fa- .
zenda, para mandar satisfazer a Manoel do Re- tros ili.-linctos solistas.
RIOGRANDK DO NOBTE.
AOPUBUCO.
Quando nesta provincia apppareceu a no-
ticia da imprevista morte do Etm. presi-
dente do Rio-Grande do nort-, Dr. Jos Pe-
reira de Araujo Neves, motivada por um
ataque de apoplexia fulminante, junta-
mente apoareceu urna ideia de envene-
namenlomiseravel calumnia grosseira-
mente urdida pelos nortistas para lancs-
rem o odioso sobre os seus adversarios.
Julgimos entilo, que mo deviamos dar im-
portancia a urna noticia to sem funda-
mento, dictada pelo espirito da intriga e da
maledicencia, oque por ceito nlo deveria
calar no espirito de alguem, que tivesse ao
menos senso commum.
Mas enISo a negra ideia nSo tinha ainda
ousado apresentar-sepela imprensa, apenas
era propalada por urna ou outra bocea ma-
ligna-echo dos calumniadores: mashojeque
esseshomens atrevem-se dar publicidade
um artigo, sustentando que S. F.xc Tora
envenenado, hoja que um peridico desla
provincia (*j nlo se envergonhnu de man-
char as suas paginas com um tecido de in-
famias, que so respira m fe
vinganr;a ; nSo podemos
duas palavras em defeza dos
do Kio-Grande tilo vilmen
Acallamos do receber cartas daquella
provincia, todas de pessoas fi ledignas, as
quaes nos d3o exactas e minuciosas infor-
ma cues rospeito do ebjeclo que nosoc-
cupa. Eisocomo urna deltas refere ascir-
cumslaucias, que deram lugar a morte de
S. he, o que he pouco ...ais ou menos o
que as oulras resam :
O presidente andava lia muito docnte, e
eslava em uso de remedios : indo a un pas-
seio, ipaohoo urna consl i pabilo, e oi se-
guida solTreu urna ndigeslSo.da qual esteve
muito iiicomuiodado, leudo no dia 14 bas-
tante febre. Ao amanhecer do dia 15, ainda
na cama e muito sitado beben um copo
d'agoa de arroz com cozimenlo de flor de
boiragem, frm, e logo tomou cha, londo
aliprtas as janellas, que llio (cavan, em
frente depois do cl. mudou a camisa, que
linlia moldada de suor, e retirando-se o
criado o ordenanzas que o serviam, de.xa-
rarn-no sobre a cama. Pouco de.'ois vol-
tando urna das ordenantes i entregar-lhe
um ollii'io, achou-o j sem falla, e apenas
pode levar a m3o caheca, como para in-
ilicar-lhe que o seu mal existia alli. O or-
denanza corre chamar gente, e chegando
o secretario, ja o achou exhalando os lti-
mos suspiros e em seu*. bracos espirou.
Foi assim que J*ve lugar esi& infausto
acontecimento; JF"1* o chafe do polica,
esso lyranno, imaiecavel ininigo dos sulis-
taS, oAieira, omPm, que nlo recua diante
dos meios raiV'nJ,gos para conseguir os
seus fins sinisfosi enlendeu que devia
Neves f6ra envenenado pelos sulistas. Quaes
s3o, porm.os argumentos, de que se valem
para sustentar o venificio ? Morreu o presi-
dente repentinamente, nSo sepdeimme-
diatamenle saber a causal da morte,logo foi
envenenado : foi isto o que deu motivo ao
JullO dos nortislas. tanto que o Vieira na
parte diaria, que dirigi ao Sr. vice-presi-
dente, anresentnu como motivo desse seu
juizo n ter ouvido em palacio um clamor
de envenenamento f clamor que s del le
parti), tomando por isso as cautelas necessa-
rias.
Ao depuis accrescenla, pira conlirmar o seu
juizo. que suspeitater sidoapplicado o vene-
no emuinachavina de cha, que S ElC. loma-
ra, por ter sido logo depois violentamente ac-
cominellido do mal, que succiimbio (ios! hor,
ergo propter hoc) lliz mais. que fiterain inuiie-
dialainenle desapparecer o resto do cha e o
bule, (luein? salvo se foram os nortistas. ni-
cos que o cercavam.^ Oh sulistas nao linhain a
menor communicacio em palacio.
O correspondente da ruino j nao suspeita
do cha, mas da agoa deairoi, porque ol)r
Cardozo tendo bebido una porcao della que se
acliava em um copo, para mostrar que sobre
aquclle remedio nao havia a menor duvida
harmona e inteligencia que deve reinar, e
felizmente reina, enlreas autoridades des-
te imperio, e os agentes commerciaes de
Portugal nelle estabelecidos e qual julgo
nao ter faltado, parece dar lugar a que de
parte a parte se guardem certas attences,
rio numero das quaes suppnnho estara de
serem inteirados iquellefl ltimos de fados
que, como o de que trato, tanto alTeclam
e prejudicam aos subditos0 nnvegacSo ile
sua naco), causando qunbra nos direitos do
proprietario da dita barca,a qual poror.lem
de V. S. fui guarnecida e tripolaila por im-
periaes marioheiros, sem que se t caso algum em que possa ler lu^ar cssa
siibstitnic3o. Itenovo V. S. os meiis pro-
testos de respeilo.
Daos guarde a V. S. Consulado de Por-
tugal em Pernanibuco, aos 22 de m*ri;o de
1850 lllm. Sr. Jos NicololleguciraT.osta,
chefu de polica nesta provincia. Jonquim
laptisla .llureira, cnsul.
lllm. S-. Constando-me que a corveta
brasileira I) -anuaria vai lio je partir para o
sul, e como ainda contina a estar a bordo
d i dita corveta a lripolac,Io da barca por-
ouvidos representaefles impertinentes e
infundadas, liei dirigido-me smente pela
norma dos meus deveres, que faco por com-
prehender. sem pretender, em contraven-
cHo a elles, erigir-me em julz ou arbitro do
urna bem enlendida fisealisaQflo. E se al-
gumas vezes lenho reclamado, lem sido s,
como no caso presente, quando enten.lo de
niinha obrigac.1o dever faze-lo por leressa
fiscalisao;no perdido o 8011 carcter para to-
mar urna forma mais grave e menos conve-
niente, indo ofTen ler h pronriedede, ou
atacar os direitos de pessoas que me cuni-
pre defender.
Assim, pois, louvando-me as proprias pa-
lavras de V. S. quando assevera que a po-
lica n3o lem necessidade do perseguir, sen-
do seu nico fim averiguar a verdade par*
fazer recudir a pena da lei em quem a me-
recer, no q:0 estou de'areordo ; se V. S.
julgou conveniente em virtude da rnpresen-
tacflo do Sr. insoector da alfandega quo a
mesma tripolacHo niio assiltisss aos exames
que a polica eslava prncedendo, entendo
i|ue havia lugar a outro proeedimento com
ns Iripolantes. sem que por forma alguma se
cauzassi o mais pequeo cmliara<;o no ver-
autopsia do cadayei. ai.ijiiJihm' a"V^r''a j,eu nirio de22do crtente, e dando-se
vitiItp dunolA do ter coro c;lo do SrJo?o Carlos, foi elle removido, li.an- \ mais ota r.rcumslancia, por estas rasOes
loo exanie entregue pessoas todas da mes- he que lenho a honra de tlingir-nie nova-
ina parcialidade, l'riiiieirainenle diremos que, mente a V. S.
todas as pessoas que Mearam nao siio sulistas ; j |1(jos u8rJo a y. S. Consulado de Portll-
iim dos dous mdicos, o ..r llr. nwo, '"j ce- eiII p,.rllambuco, aos 27 de ma^o de
nhecido nortista, e hcou elle mais habilitado f v.,.,...,. i,.".:,.,.
do que u Vieira para conseguir a descoberla I860.-- lllm. Sr. Jost Mtolao llegueira
da verdade. Demais, as nvesligaye, que se Costa, chefe de polica tiesta provincia.-
nzeram tivera
va de cliefe de po
ciiinprimenlo do decreto de sua reuiocao, ten- V. S. me dirigi com dalas do 26
do os pharinaceulicos deelarado, cjue nao ha-
via os reagentes precisos, nao se procedeu
mais exanie algum.
.se l II-.no (como diz o correspondente que
Domis, as investigares que e i.>i v,= ,.... ...... .......
rain lugar einquanli o Vieira esta- Joaquim liuptista Murara, cnsul,
je polica: no d seguate ao do | ||lm. Sr. -- Fui entregue dos offici
nos referimos) todas as pessoas inleressadas
em occultar a verdade, poderiaiu os mdicos
coiiiiiiodameute emitiir o seu juizo final a rr.-
peito, e assim completar o exame : mas, tanto
nao havia essa Intencao.que aodepol n5o pro-j
IOS i|UU
8 :!7 do
mez passadoem resposla sos que a V. S. en-
caminliei em 22 e26do dito me/., a respei-
to da prisSo por nrdein de V. S. da equipa-
geni edealguns passageiros da barca por-
tugueza Hrac/iareme a bordo da corveta
brasileira D.-lauuaTia, onde e.-liverain acui-
rentados.
A vista das rasOes que haviim para a snl-
cederam acto alg......mas ames se abstlve tura dess-'S meus compatriotas, como ex-
ramdequalquercoii.Jusao.poi Ihes fallaremos penJ no IBBU prin.eiro citado ollicio. as
meios neces.ar.os. K o han.._Sr \^mh.rley. quiM pmMWem jl|Uctils poruue V. S.
^ -Ra ..A ,<> itffn l.i.lr ,., mad uill,il IIIi'IIiK
Sem paaUr'etr^metUdas^a^a'a-cortease 8o s as ..Su destr.e. mas anda menos
lerias d i estomago,alim de alli se apurar a ver- nellas tora na sua resposla, pomeitntlll 00-
dade. i mo ellas s3o, e da primeira iiiluic,no, pare-
Quanto ao direr-se que pao convinha cjue ce que nao deveriam dar lugar a dillicilda-
assistisse as esperirncias um magistrado iutel- qes para por em liberdade os ditos Iripo-
ligenle, incorniptivele justicciro, isso basta |antes e passageiros, romo en reclamava,
slrado lie o Viei-
meiro vice-presidenle, osoulros, que resi- dor, conservava apenas os actos do 'laques, e
cipal -- sua soltura porque ella foi ef-
fecluida depois d* rreepeno dos ollicios V. S. que s me fram entregues por um
ordenanea do parte de V. S. na tarde de 30
do passado, aqui a termino; mas niio po-
dernfra della nitoiriaa. por suas vitas alguma ve. que se e.cedia era certamenteillu- deudo todava como tal ser laxada a da pri-
mere do bacamarle : e como os dous mais dido pelo.'Lol. e Vieira. silo c sobielu lo do acorrentanienlo que a
volados vereado1 es em exercio sSo tanibem Com iaao julgam ter respondido aos ca- aggravou mais, tornando-I por ISSO ngoro-
ulislaq er\ mister nre.idn-los D8ra due a lumniadores que lao covardementc querem sa, tralarei So.nenle della, poique dessa cs-
i*!^::!!."*!??;:j-P.....V:lalr.r semelhanle labo .obre o nos.o.ami- ,,ecio en. quest.lo mo posso nem .levo .le-
gos, mas que de CCrlo nao conseguirlo marear c||nar> Hlito principalmente tendo notado
'euem V. S urna disposicfio muito pronun-
' ciada em altenuar os fnclos e escurece-los
das. E assim mamlou o Vieir passar o man-
dado do prisJo comprehendendj nelles, mo
s o Sr. Wanderley e os dous cidadilos a
que nos temos referido, como i muitosou-
Mas felizmente aborlou o plano infernal,
liois leudo o Vieira corrido ao qusrlel mi-
litar rom os seus espoletas, e lequisilado
urna frca ao major Jos Pereira, commun-
vinrt.,.,.pprovando. n....e.cfiu q-.'""^ *\f da companhia de linha, eiistenle ns-
endtquella provincia, este homem, nao obstante
go Pinto a quanti.i de 32,000 res, importancia
porque ful ajustado o frete de ua barc 15a, que
de Porlo-Cavo para eta capital conduzio arti-
go, bellico.
Dito. -Ao inspector Interino da thesouraria
inri.il, approvando a nomeaco ,oie fe? <-
Jos Francisco Malta para geme da rend
proviuciae do destrlcto da ilatta Grande.
Portaria. Concedendo aposeiiladorla no
lugar de segundo .inicial da secretaria do go-
verno a Jos de Mello c Vasconcellos Castro,
com o ordeuado correspondente ao lempo de
tervico.
hita. Nomeando para aquclle lugar de se-
gundo ufficial ao eacriplurariu Nicolao To leu-
tino da Costa, e para um do. lugares de rscrip-
1111 ario ao amanuense Joaquim Manoel de Oli-
veira Maciel.
DEM DO DIA 9.
Omcio. Ao impector da thesouraria pro-
vincial, communlcando-lhe que fram propos-
tos pelo director do lyc.i e approvados por es-
te governo para substituir as cadeiras de phi-
losophia e franco, no impedimento dos pro-
fessores proprletarios, o Dr. Francisco Jos da
Silva Porto e Jo Alexandrino Dia de Moura.
Coinmuncou-e ao director do 1. u.
Hilo, Ao iiicsmu inspector, mandando sa-
tisfazer ao carcere.ro da cadeia desla cidade a
quantia de 12,000 r., Importancia de dous cu-
bas de madelra para a serventa da refeiida ca-
deia.
DEM DO IIIA 11.
OHicio. Aos meinbros d conunissao de sa-
lubi iiiade publica, ili/endo-lhe que sendo ne-
cessario augmentar o formulario do hospital
detla cidade, facam, de acedrdo com o respec-
tivo ciiurglo-mr, o acre.cenlamento dos ob-
jeclo que forem absolutamente indispena-
veitpaia o tratamento doadoeutes, tendoa re-
101010e1i1l.il lio s que attendam muito econo-
ma em tal augmento.
hilo. a' cmara desta cidade, para que
providencie que as boticas rncarrrgadas de mi-
nistraran remedios i pessoas pobres que f-
1 coi atacadas da epidemia reinante, estejam
abena desde as G hora da manha at a incia-
noite.
ser da mesma paicialidade, todava ou por
lembrar-sequeera militar ou por prever o
triste desfeclio de um plano tilo temerario,
negou-se inleiramenle >atisfazera requi-
siclodo chefe do polica ; e este comludo
ainda continuou a propalara ideia de enve-
nenamento, posto que corrido de vergonba
por se ver burlado om seus projectos.
0 Exm. Sr Wanderley ja havia assumido
ao governo, e entilo para anedar suspeitas
mandn immediatamente proceder autop-
sia no cadave e depois do exame, a que
procedern! os mdicos, vieram ao conhe-
cimento, ao menos ludo Ihes fez crer, que a
morte do presidente fra occasionada por
um alequede apoplexia fulminante ; entre-
unto o exame se nlo pode completar por
falta d
para pn
das mati
vendo as boticas da capital meios de pre-
parados, como alteslam os pliarniaceuli-
cos : assim, pois, para n0o dar lugar a nio-
nor duvida, mandou o Exm. vice-presiden-
le exlrahir as ditas materias, e depois de
dissolvidasem agoa quente, lilirou-se a so-
luto, e o liquido filtrado depositou-se em
um frasro envolvido em papel branca, la-
crado e rubricado pelos nvdicos. Cardozo e
Sena, pelo c rurgiSo Amaial e pelo chefe de
polica ( o mean o Vieira), tomaiiuo o mes-
mo Exm Sr. Wanderley a cautela de reuet-
ler o frasco para a corle alim de all se pro-
cedern as ultimas indageles.
Entretanto, sem apretei.la.em una prova
ainda especiosa, ou urna presumpefto que
os possa justificar, ousam os hu lisias de-
clarar (leanle o publico, que o Exm. Dr.
reputace illibada.
Un Rio Grandense.
PEhNAMBUCu
apezar de toda a sui noloriedade. O acor-
! renlamcnto he tilo certo ler existido como
a prisao, a qual se sepili.
, i Insisto emasseverar V. S. que elle se
CONSULADO DE POUTUGAL. 'deu, porque os tripolanles n3o s fram
lllm. Sr.-Tendo chega.loao meu confie- ferropeados.mas ligados por tnai.ilhas dous
cimento nue por ordem de V. S seacham o dous como se fossem sentenciado; das
presos a "bordo da corveta brasileira D.- gs. sollren.lo por esnaco de .lias este
Januaria, e o que he mais, acorrentados to- duro traUmenlo, de que fram depois lili-
dososmarinl.eirose mocosdatripolacflodaviados.
karca porlugueza Bracharense, e at alguns Q" 0 no meu cilicio de 22 reclamava a
los pass.geiros della de idade menor sem soltura dos individuos en. quesillo que ba-
que eu fosse informado destofado.e nem ao viam sido presos por ordem de\.S. o ah
nienossaiba o motivo dessa rigorosa prisilo,' ajuntava o fado aggravanle de acorre.ita-
oue no posso altribuir seja o rnesmo que dos, no me rofena nesta ultima parlo a \.
ha Dar os dous uestes ltimos que ainda S nem con. animo desprevenido tal se po-
'1
11
q
ha para os dous uestes ltimos q__
estilo em custodia na fortaleza do Bru.n,' Je deduz.r, porque ignorava Bteentilo por
visto que serillo p le com justica e rasiio quem esse aclo Imita sido ordenado, oque
suipr, quan lo se d o caso da ve.-ificacao "da 11,II,11 a, e me era escusado saber, quan-
de fado criminoso a bordo da dita barca, do so dava a existencia do fado, quo me
quesejatn nelle coniventes aquellos tripo- admira sobremaneira estando elle no domi-
lanlcse passageiros por serem os primeiros "10 do publico, seja por V. S. contestado
pssei.cialmei.le subordinados, e suas obri- quando diz que no consta que neutiu-
gaces totalmente passivas para aquelles a '" daquellas pessoas (.tilia lido a bordo da
quem compete a responsabilidado e os se-' P'edila corveta o Iralainento deque cu fa-
los leaclivos pedidos pelos mdicos guudos excluidos por sua idade da menor <'> mencSo
rocederem a investigaf;cs clifuilcks ideia de suspeita; rogo a V. S. os queira ] Se eu qu.zesse modelar esta minl.a
tenas adiadas no esioin-go, nao ha- mandar por em liherdado e restituir ao Jilo posta peloolhcio de V.S. sena aqu
(*) A I/1o n.237.
segredo e execu^Bo a ler passado do crimi-
noso mo pole por sua magnitulee risco
Ijulgar-se eom fundamanloque tenha sido
confala indiscretamente a tanta gente. Os
passageiros que estavam a bordo, os quaes
segundo a nforiiia<;ao V. S. dada aeom-
panliiram de livre vonlade pira a corveta
D.-Januaria os tripolanles da Itrachartnse,
achavam-se all por que sendo pobres, o o
seu deslino para o hio-de-Janeiro, convi-
nlia-lhes antes permanecerem a bordo, para
assim se forrarcm 11 despezas da moradia em
Ierra, e na justa o bem fundada presump-
C1o de que nem mesn.o os seus companhei-
ros de v.agem teriain do passar pelos solTri-
inentos que supporlaram, quando nao havia
para isso motivo plausivel, be que n3o he-
sitaran, na preferencia d os arompanliar,
son Jo bem fcil de crer que a terem sequer
supposlo o contrario, leriam aplalos pea
soa viuda para trra, como me dizem-lhes
fra olTerecida.
O ultimo periodo do primeiro ollicio de
V. S parece-meque nada prova em favor do
que V.S. allega, porque muito bem conhe-
ce V. S. que sem o sacrificio do bom resul-
do das diligencias da policia.e sem que me
fosse dado no caso presente ( e ainda mesino
devessfl em qualquer outro apezar dos inte-
resses oppostos e por prolccc,5o ) inutilisa-
las no mais pequeo ponto, se pndiam mui-
to bem salisfazer a essas alinelas, que V.
Sr. sabe e lem em vistas guardar. Ao ulti-
mo ollicio de V. S. de 27 do passado em ros-
posta ao meu de 26, lenho a dizer que de-
ploro tambem terslo V. S. to mal infor-
mado, sendo que por essa causa nSo he o
meu ollicio destituido de fui. lamento como
V. S. ISo eatbegoricamente assevera, mas
simo de V S. ; porquanto he igualmente
muito publico e notorio que a corveta D.-
lanuaria esteve para sabir naquulle dia 2G,
e at ja de pralico a boi.lo, o que s 'nao of-
fectou pelas rasos quo V.S. mell.or de-
vem ser conhocidaS, lisongeando-tne toda-
va e confian loque, no casoem que ella ti-
vesse lugar, serian) as p'ovideucas de V. S.
certas e promptas c uno tinha direito a espe-
rar da reclidflo de V. S.
Tendo respondido aos dous ollicios de V.
S., n.lo ..evo prescindir por justa retaliarlo
lo direito que V. S. applica e que igualmen-
te julgo me assiste, de repellir da mesma
forma as expresses menos justase imme-
recidas com que V. S. me irroga injuria, ob-
servando a V. S. que fazendo por compre-
l.endere cumplir cornos meus deveres.qur
como homem publico, qur como particu-
lar, prezo-me de mo alterara verdade que
sei e devo respeitar.
Dos guardia V.S. Consulado de Portu-
gal em l'crnambuco. aos 13 de abril de 1850.
-lllm. Sr. Jos Nicolao Itogueira Costa, cha-
fe de policia interino nesta provincia.--Joa-
quim llaptista Moreira, cnsul.
cQm^tw,
t res-
1 a oc-
naVioa[quem pe teiiceu." como he de toda casiSo'de dizer como V. S. : que leve a fa-
a equidado. Estou bem longe de querer cil.iade do impugnar oque existi, como
altenuar as suspeitas que possan. haver posso provar, expondo-so assim a ser con-
coulra esses dous pressos, e de lolher por tradicto, oquo mo lica nada bem a quem
qualquer forma as liscalisaces que se de- tem por prime.ro deter respeitar a yerda-
veni fazer e que possam ser autons olas dedos lados, mximo em actos odiciaes.
pelas leis, ou ainda por una vehemente <-omo, pori, ainda quando houvesse lu-
suppos.cSo de cnminalidade; mas julgo do Ser par essas expresses, as ado sempre
meu dever reclamar quando essas fiscali- pouco cabidas, e menos proprias de quem
saces perdem o seu carcter para se per- devo guaidar a devida d.gnidade, e respe.-
seguir e coartar a liberdade a quem nem ao to en. todos os seus actos para lor d.re.lo a
menosse pode presumir de venialuienlocul- igual tratamento, sudireiaV. S. que, na
pado no cr.me ainda inverilicalo desses posicSoquu V. S. oceupa, muito lamento
outros, e muito mais quando da sabida quo fosse V. S. Lio mal informado, nao ll
dessas pracas de bordo de seu navio pode beodo um fado luo notorio.
resultar damno material a aquella barca,1 Km lo lo o meu proced ment a respeito
por cuja conservadlo como propriedade do exame fcilo a barca porlugueza Bracha-
portugueza me cumpre velar. I'eimilta- nnse lenho demonstradoovidenlemenleque
me V. S. que ao liualisar esta niinha recia- meus desejos sao que se ciegue ao preleito
uiicilo, observe a V. S. que a bem entendida conbecimento da verdade, e n5o tendo dado nymo Monteiro.
ALFANDEGA.
niporiTAC-vo
Kclipii, patacho francs, vindo do Havre,
entrado no mez prximo passado, consignad a
ti. Lasserre di C, manlfeslnuo seguinte :
2 fardo pannos, 1 caixa la/emlas de seda, 1
rana chapeos. 0 dita fa/endas de llgodo, 1
ditafazendas de ;cda calgodaa, 1 embrulho II-
vros e 2 apparelhos acsticos ; a J. ke I ler & u.
2 caixa fazenda de seda. 12 ditas calcado e
objectus para sapateiro, 1 dita lardinbas, 2 di-
tas carneiras preparada, I dita chapeos, 1 dita
candecirosde cobre, 2 dita upensorios, 1 dita
pelles, 2 ditas arscs, 1 dita chapeos de sol de
algodo, 1 dita perfumarlas, 14 volumes fazen-
da de algodao, 1 embrulho pregos ; a Oedier
Colombiez Si C.
3 caixas uiiudezai, 20 ditas vellas, 1 dita ob-
jectos de ouru falso, I dita vldros ; a ordem.
4 caixas fazendas de algodo, I embrulho 11-
vros; a ScliafflicUlin Tobler.
1 b.d.o chapeos de sol de algodao ; a J. Fal-
que.
1 caixa iniudezas; aMillochau.
I caixa objcclos de candiciro; a B. Millo-
chau.
120 barri eO meios mmleiga ; a Jos Jerq>
AR FNCONTRADO



!!
K alias chapeca i a Bolii.
-2 caixas chapeos, I dita faiendas de seda ; a
I.. Itruguire.
.! caixas fazendas de algodu, Lia c seda ; a
Ilothe*e Didoulac.
'.) caixas fazendas dela e algodo, i dita fa-
zendas de algod.j, 10 ditas bonetes; a C. J.
Aslley <3C
'2 caixas fazenda de seda, 9 ditas ditas de al-
godu, l dita obji ctos de slrgueiro, 1 din I -
endas de seda e algodo; a Kalktuann Frres.
12 caixas absintlio; a loIIi & Mange.
1 i m\ i ni.erad 3 ditas viilros, 1 dita papel
pintado c miudexas; a A. Robert.
I caixa relogios, 1 dita obras de ouro a C.
Garnler & C
t caixa vidros, 2 las iniudrzas ; a C. Kruger.
30 barris e COineos manteiga ; a Nicolii.
1 caixa faiendas de algodo, 3 voluntes la/1- n-
da de seda ; a N O. Mcber & C.
s caixas iniudetas, 0 ditas pelles preparadas,
1-2 ditas papel, 1 dita botesde osso, I burra de
ferro, 2 caixas modas e obras de slrgueiro, II
ditas chapeos, 1 Tardo telendas de lindo e al-
godn, 7 caixas fazendas de algodo, ditas en-
cerados, 4 ditas agoa da Collonia, 2 ditas per-
fumarias, 1 dita objectos le chapeleiro, 9 vo-
lubles fazendas dela, 1 caixa chapeos de sol e
modas, 2 ditas obras de ouro, 4 ditas vidros, 3
ditas objectos deselleiro, 2 ditas calcados; a
Avrial Frres.
I caixa fazendas de seda, 2 voluntes livros j
a i i cirn (\ t:.
8 caixas fazendas de algodo c la.. ; a G. Kalk-
inann.
10 barris e 50 meios manteiga ; a Le Dreton
Schrainm.
I caixa linhas de a gudo, 1 dita dita de la,
' ditas fazendas da moda, 1 dita fazendas para
chapeos, 2 ditas vidros, 2 ditas medicamentos ;
a J. P. Adour &C.
I caixa faiendas de algodo, 1 dita dita de
la, 1 dita boles de osso, I dita pennas para
hapos, 1 dita luvas, lencos e cortes de colle-
les, I dita objectos para chapeos, I dita cha-
peos de sol de seda, 50 b*rris c 50 meios man-
teiga; a Cals Frres.
I caixa faiendas de algodo, 1 dita iniudezas;
a Uaeniker & C.
I caixa lazendas ; a F.. Holli.
24 caixas absinlho, 12 ditas de kirch, 1 bar-
rica queljos ; a G Itclcoot.
1 caUiaba gnora-se o cunlcudo ; a Sents.
2 caixas agu'ardenle, 2 aitasviuho; a Sas-
quet.
RECEBEDORIA DE RENDAS CERAES
INTERNAS,
llendimenlo tlotlia 8...... 564,940
Jovimento do Porto.
Navio entrado no da 8.
Rio-de-Janeiro 18 das, escuna ingleza Dia-
'lem.de 140 toneladas, capito J, Itarn-t, e |ui-
pagem 7, cm lastro a Le llretuu Se ti rain ni
Atavio safado no mttmo da.
Km commisso llrigue nacional de guerra
CMope, ciimniandanle o tenenlc Antonio
Carlos de Figueira Figueiredo.
dita dita de arroz ; 3 facas cotn cabos de prala ;
urna colhcr de prata de tirar assucar; 3 coras
de prata pequeas; 4 resplandores ditos um
titulo de prata de imagem do Crucificado ;. un
marac de prata; 1 dito dita com cabo dem.r-
iin; um canudo de dita ; um didal dito ; urna
barra de prata com 86 oitavas ; uina crreme
de dita pequea; urna pequea imagem da
Conceifo de prata ; una correntc de prata
mais pequea; tresanneles pequeos de ou-
ro ; urna liga de prata dourada ; pequeos ob-
jectos de ouro com duas oitavas; um relogio
com trancelim de ouro; dous anneldes com
diamantes ; dous ditos pequeos ; dous pege-
nos pares de brincos ; una imagem da Senho-
r Mi-dos-Homens; duas Imagens do Senhor
Crucificado, urna pequea e outra grande;
um Santo Antonio com o menino Dos; oulr-i
dilo pequeo sem dilu; dous pares de fivellai
de prata;! porco de registos una porciio de
chita aniarella ; I corte de collete de setiin j<
feito; 1 cabacinho com chumbo; 1 guarda sol
de seda nova; duas mantas, uina porco de
bics e rendas em retalhos ; urna peca de ma-
dapnlo ; um resplandor de piala pequeo ,
um santo Onofre pequeo ; um menino Dos
pequeo ; um par de peines de travessa de xi-
fres; tres pentes de cabeca para senliora ; tres
pentes de pentear cabellos um allinete peque-
no com diamante.
Existo na subdelegada da freguezia da
Roa-Vista um relogio de caixa o'ouro com
crrente e sitele, que lora apprehendido a
um prelo que o tindava ulTcrecendo por ba-
xopiego: quem so julgar com dimito ao
mesmo, dirija-so a mesma subdelegara
que, dando os signaes rertos e provaudo
ser seu, Ihc ser entregue.
CONSULADO DE FRANCA.
Previne-seas pessoasquo livercm ponho-
res venei los, na liquidaco da casa do dc-
funio Duhois, liajain de os rescatar aleo
dia lo do correlo mez, do conlriio, os di-
tos ppnhores serlo vendidos.
Tambem sAo prevenidas as pessoas que
linham conlas com o dcfuuto tlerbaut, o
qual morreu na Capunga, ou algumas re-
clamagAus a fazer, de so apresentar na chan-
cellara deslo consulado at lerga-feira,8
ilo crrenle, do contrario, as sitas reclama-
ces iitln garfio mais coilas.
Osolicitador da fazenda provincaf ha-
bita no segundo andar da casa n. IC da ra
docollegio.
EDITAL
Olllm. Sr. inspector da lliesouraria
da fazenda provincial, em cumprimenlo da
ordemdoExm Sr. presidente da provincia i
de do correte, n nos dial 30 do tiicsmo, 1 e 2 de maio prxi-
mo futuro, ira a praga, pera ule o tribunal
administrativo da mestr.a thesouraria, para
ser arrematado a quem por menos Oler, 88;
obras do aterro e ponte dos Remedios, sb
ss clausulas especiaos aballo transcriptas,
6 pelo prego de 7.010,000 res
As pessoas que se propozerem a esta r-:
rematagan comparegain na sala das sesguesj
do sobredito tiibunal, nos dias cima nicu-'
cionados, pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 14 do margo de
1850. O secretario, Antonio Penara da
Aunvnciacdo.
Clausula eipeciaei da arrematando.
I.* As obras para o aterro e ponte dos
Remedios seiflo feitas de conformidade
com os riscos e ornamentos insta dota apn-
sentados a approv.lo do Exm. Sr. presidente,
pelo prego de 7:040,000 rs.
2.a As obras principiaran no prazo
de um mez e serao concluidas no de quatro
mezes, ambos contados em conformidade
do artigo 10 do rcgulameuto das arrema-
lacoes.
3.' Todos os materiaes sero examina-
dos pelo engenheiro, e lavrar-se-ba un.
termo.
4.' O pagamento do impoile das obras
realisar-se-ha conforme o artigo 15. do re-
gulamentudelt de jullio de 1843.
5.* Para ludo o mais que nSo est de-
terminado as picseutes clausulas, seguir-
le-lM o que dispon o precitado regulaiueii-
lu de i i de juiiiu de 1843.
Recite, 21 de margo de 1850. O enge-
nheiro, J. /.. Vctor Lieuthier.
lieeiaruydes.
~ Faz-se publico, pela segunda secgSo do
consulado provincial, que se esta lazendo
a cubranga do imposto de20 por ceoto do
consumo das agoas-aidenles de pioducgo
brasileira, vencido no seu-estre de dezeui-
bro do anuo prximo passauo, e que, lindo
o prsenle mez, se pioceoei execulivaueu-
le cunlra todos os que doixarem de ler iiagu
0 referido imposto.
Convioa-se a lodos os individuos li-
vresque se queiraiu empregar como ser-
ventes as obras do arsenal de inaiinha, e
as du melliurainenlo do porto, a se enlen-
derem com o respectivo inspector, o qual,
na Conformidad das ordena do Exm. Sr.
1 resnenle da provincia, Ibes garante a
iseugiiu do teciulamento. Tatlibeui se a-
mille os escravos em laes obras, dandu-se
laulu a estes cutnu aquellas individuos o
jornal de 640 rs. Inspei-gau do arsenal de
u arinha ue Pernambuco, 30 de maigo de
lhO. secretario, Ilwm ternande$ la-
ilmra de Ltiro.
Pela subdelegada de San-Jos doRecife
lu.iin apprebiiidiilos, em o das 31 de maicu
prximo p.is..iiu c 4 do correute,os ditl'ereutri
ubjeclos roubados abaixo designados : quem se
adiar com direilo a elle apreseute-se a esta
subdeiegacia paia. vista daspiovas,lhcs seren
eutregues.
Miuili gacia de San-Jos do Recife, de
abril de .850.t'rancuctt Corntiro da Ai/eu.sub-
Utltgado.
lu allinete de ouro grande com um dia-
mante; 4 eolheres dourailas de th ; 10 ditas
de prata, pequeas; O ditas ditas de sopa; J
Avisos xx&ritinaos.
-Avelpira escuna nacional Emilia, de
que he capil.1t> e pratico Antonio Silvcira
Maciel Jnior, deve ebegar do Para por
estes das, para ondo vuliara com esca-
la pelo .Maianli.1'1, com a maior brevi-
dade: quem na mesma pretender car re*
gar, ou ir de passagem, dever entender-se
com Jofio Carlos Augusto da Silva, na ra
di Cruz, no Recife, n. 13, armazem.
-- O hiato Nuvo-0linda seguir para o
Ceara a 15 do crrante, por ler quasi promp-
tn o seu carregiinienl<) : para o resto e pas
sageiros trata-se como mestre do mesmo,
Antonio Jos Vianna, ou na ra da Cadeia-
Velha, n. 17, segundo andar.
- Para a Rabia sabe em poneos dias o
biate nacional San-Joto, por ter parto de
sua cart'a prompta : para o resto trata-se na
ma da Cadeia, armazem do tinado Rragucz,
ou com o mostr no Ira piche do algodfio
Para o llio-de-Janeiro sabe com maior
brovidade possivel, por ter motada de seu
carregameillo engajado, a escuna nacional
Tentadora para iva, iassagaiin.se escra-
vos u fele, ilirija-se a Antonio Alves de .Mi
randa Cuimarfiesou a Novaes & C, na ra
do Trapiche, n. 34.
Para o Itio-de-Janeiro segu com toda
a brevidade o tingue nacional asefuia :
quetn no mi sino quizer carregar ou ir de
passugcm, trate com Domingos Rodrigues
de Andrade, no TrapicheNovo, n. 4, ou
com Jos Carlos Foncira Soares Jnior, na
ra da Cadeia do Itecife, ou com o CapitQo
du mesmo, Marcos Jos da Silva.
--Puraailba ue San-Miguel tem de se-
guir viagem uestes 15 dias. Cun a carga que
Uvera bordo, obergHinlim portuguez Oli-
viira, queja do Rio-do-Janeiro conduz par-
te de seu carreganiento para o mesmo des-
tino : quem nelle nretonder cartegar ou ir
de passagem se entender com o respec-
tivo capitfio na praga do Commercio, ou
com Joilo 'lavares Cordeiro, na ra do Vi-
gario, n 8. mesmo navio tambem pode
receber carga e passageiros para as ilhas de
Faial e Terceira, appaiecendo em forma que
convide as escalas.
Para o Rio-de-Janeiro sabe, com mui-
ta brevidade, o patacho nacional Curioso,
cap i 100 Domingos Antonio de Azevedo, por
se adiar com paite da carga prompla : para
o restante, passageiros e escravus a fete,
irata-se cum u mesmo capitSo, ou com l.uiz
Jos deSa Araujo, na ra da Cruz, n. 33.
Para o Uio-de-Janeiro
segu em poocos dias o patacho
nacional slmizaile-Constante, por
ler parte tle sua carga prompta :
para o resto da carga, escravos e
passageiros, trala-sc com Macha-
do & Finheiro, na ra do Vig.irio,
n. i<), ou com o capito a bordo
do mesmo patacho
Vende-se o patacho ameri-
cano Romp, de lote de I2G tone-
ladas americana?, forrado de co-
b.e, mtiilti velen ti e prompto pura
seguir qualquer viagem : os pre-
tendenles dirijam-se uos coiii>g-
nalarios, Henry Porster &C na
ra do Trapiche, n. ti.
Para o Itio-de-Janeiro Bahe, jor estes
dias, abarca portugueza t rochar ente: con-
duz passageiros, para o que tem excellen-
tes commodus a tratar na ra do Crespo,
n. II.
PARA A CIDADE liO PORTO,
segu o brigue porluguez Bom-/'aitor,rcce.-
be carga a lele e passageiros,para os quael
offeiece excellentes commodos : os preton-
dentes dirijam-so ao capitito, Jos Gomes da
Silva, ou a Rallar & Oliveira, na ra da Ca-
deia-Velha, armazem, n 12.
Para a Babia
sabe o biate I.iyciro, forrado o pregado de
cobre, u de pninenu marcha : para carg e
passageiros, trala-sc na ra do Vigario,
n.5.
Para o Rio-Grande do sul sabe com bre-
vidade o brigue nacioual iiuriunna, capilflo
Jos Dias Correia da Silva : recebe pequea
porgfio de carga a frete e escravos : quem
pretender embarcar, cnlenda-se com o ca-
pillo, ou com Manoel Ignacio de Oliveira,
na praga du -Commercio, n. 6, primeiro
andar.
Vai sabir imprelerivelmenle sexla-
feita, 12 do com-nie,para o Rio-de-Janeiro,
o.brigue nacional San-Jos: s recebe algu-
mas encommendas, escravos a frete, o com
bops commodos para passageiros : quem
piel 'iider ir, dirija-se atrs do Corpo
Santo, ,n. C6, ou ao capituo Jos Ramos de
Souza.
Ouem liver alguma conta contra a es-
cuna ingleza Agenoria, arribada a este por-
to, quoita apresenta-a no prazo de dous
das, na ra do Trapicho, n. 19, casa de be
Bretn Scbaramm & Companhia.
A pessoa martima que osteja habilita-
da, e que queira commandar urna galera :n-
gleza, para seguir viagem para Europa, di-
ja-sfl ra do Trapiche, 11. 12, casa de
Ridgway Jamieson &. C
JLeiloes.
-Em consequencia do lllm. Sr. desembar-
gador Gregorio da Costa Lima Belmont se
haver retira lo para o Maranhao, o correlor
Oliveira fat leilo de toda a mobilia de
que usava em sua casa, inclusive trem de
cuziriha, licando os prelendentes na cerle-
sa de que ludo ser vendido sem limites
em prego, confu me a ordem do referido
lllm Sr.,aos quaes Coi resignado a subjeitar-
se, embora o grave prejuizo : terga-fuira,
9 do correnle, s 10 horas do manlifla, na
bem conhecila casa, quehabilou por des-
selo aunes, no principio da ra da Aurora.
O leiluo dos salvados do brigue Sacie-
dade, naufragado no dislricto de Caigata,
lica transferido, por causa da chuva, para
quaru-feira, 10 do correlo, as 10 horas da
manba, na prenga do Sr. II. I. de Lobo,
Forte-do-Maltos.
Avisos diversos.
ATTENC vo!
O abaixo assignado, como administra-
dor de sua mulher, fillia do finado, Jos
Antonio Alves da Silva, publica a sentenga
abaixo declarada, qoeobtevo relativamente
a suciedade sb a liroia de viuva Alves da
Silva & Filbos, para conbecimenlo dos de-
v.lni es do dito Alves da Silva, alim de li-
ca re ni scienles que todos os bens do casal,
estilo obriga los a dita sociedade, e igual-
n-oute os propnos bens do Sr. bacharei
Francisco Jo3oOarneiro da Cunha, por ter
sido socio gerente da referida sociedade.
Com a dita senieng* n;1os,tein o abaixo as-
signado piovado que nenhum devedor po-
de pagar a um s lierttoiro do casal do dito
Alves da Silva, ou ao Sr. bacharei, coi o
procurador baslante na Sra inventaiiante,
poique as dividas de que tem fallado o
abaixo assignado em seus anteriores an-
niuicios, fi/eiam parle dosfuu.'os da dita
suciedale de Alves da Silva & Filbos, de
que era socia a mulher do abaixo assigna-
do, e que como tal fura ID consideradas pela
lila sentenga quo obriga ao coherdeiroo Sr.
bacharei, cono suciu gerenle que fui da
'lita sociedade a dar conlas dos respectivos
fundos inclusivas as ditas dividas, c que
por isso jamis estas polem ser arrecadauas
por um so berdeiro, sem e-lar autonsado
por todos, e neui n esmo pelo Sr. bacharei,
como procurador da Sia. inveiitariaule, ou
inesuio como coherdeiro do casal, purque
a sua iiiissao de sOio gerenle esta linda,
como tambem esl a dita sociedade, e por
isso os sucios que li'an ueila de coinmum
aecrdo be que podem receber o total de
uitas divi ias,sendu que por issu Couvm que
nenhum devedor lleve aventurar a pagar
suas dividas sem ekpiesso cunsenliiiieulo
de lodos os berdeira^s ; como tambem lem
o abaixo assignadoXcoin a dita senleuga
iiesiiunlo o anuuiicio BublicaJo ueste Uia-
no de 27 do margo passudu, sobre po-
der a Sia. inventariauta recebar as ditas
dividas, por ser obia do Sr. bacharei,
puis eslaudo o seulior bacharei autonsado
pela Sia. invenlaiuule como seu procura-
dor bstanle a fazer no invenlaiio loasas
di clarages dos bens que exislem do c. sal
un dilu Alvea da Silva, a, cuas lizera da-
queliesque inleirameiiie au poda deixar
riaiitedeseu pi'up 10 niiih.i deelarou a sua
lilbu, mulher do abaixo assiuaiio, oulros
bensquuuSr. bacharei deixaia de decla-
rar, alim de nilo prejudicara sua lilha, co-
mo se podo ver nos autos de inventario
que prosegue pelo carloiio do Sr. escnvlo
Molla, ii m. bacharei pJe obler da Sra.
invenisriante urna procuragSo bstanle (por
infelicidade do abaixo assignado] para os
lius que tem querido, e eis a ias.io por
que os negocios do casal leein ebegado a
este estado de desarranjus, fazeudo perlo
de tres anuos que falleceu O i ai da mulher
do abaixo ussiguado, sem anda estar na
posse de 8U1 heranga e eis a raso por que
o abaixo assiguado ha de com todas as tor-
gas pugnar pelos interesses de sua mulher ;
sen comtudo queixar-se, e ncn culpar a
Sra. invenlai ianto, que na boa fe enlregou
a gerencia de toiios os uegocios do casal ao
Sr. b ebaii-l, a qual iguura inleiramenle o
estado dos tnesnios negocios.
Para quo o publico saiba que o mesmo
abaixo assignado tem sobeija ia-ao, publi-
ca tambem as quanlias que o .sr. bacharei
lem receido. RelagSo dasquanliasque
lem recebido o Sr. bachaiel, desdo o falle-
c monto do dito Alves 0a Silva a saber :--a
uiiaiiiia de N.ouu.n.inis ijuc eneoiiirnu em co-
fre e quo fez paito dos fundos da exmela
suciedado de viuva Alves da Silva Fillios ;
dila de :,.bo'.,i.o rs., recobida duslllats.
SlS. I.ellielo.i M'liaiainni & C ; dita de
2:500,000 is., recobida dos l.lms. Srs. Le-
ii-.ir Puget i'elu ia do lllm. Sr. i ir. JooJos Foi reir de
Aguiar, de um cairo vendido ao dilo se-
nhor; dila uo 755 541 rs., recebida do lllm.
Sr. Juse l'ires Fereir, liquidatario oa ex-
mela companhia du iheatro publico, im-
pone do das leltras quo coube ao dilo
Alv< s da Silva, como socio da dila compa-
nhia, pelo raleio queso fez; dila de2l2/rs.
de urna leira, que sendo propriedado do
casal, foi Uaspassada, pelo Sr. bachaiel;
dila de 800,00i> is., recobida do 1,1 n. Sr.
Adelo Jos de Mendunga ; dita do 979,790
rs., recebida do lllm. Hr. cominuniadur
Hunoel Congalvis da Silva, produCtu d'uina
divida, recebida pelo lllm. Sr. JosLuiz da
Silva Guimarjes, do Rio-Formoso, e re-
mettida ao dito ir. commondador para fa-
zor entrega ; dil i de 500,448 rs recebida
dmlllins. Srs. Gomes & Irmo, produelo
do escravo Franoisco vendido na provincia
do Rio-Grande do sul; dita de 682,640 rs.,
producto do escravo pun > de nomo Rufi-
no, vendido na corle do Rio-de-Janeiro,
com o prazo de 6 mezes, e tendo-se passa-
do perlo de 4 mezes dopois do prazo pelo
que foi vend Jo, heprovivel queoSr. ba-
charei ja o tenba recobido ; dita, importe
do escravo Jo.lo, que oslando descrito e
avaliado no inventario, foi remettido para
a provincia do Rio-Grande! do sul, o consta
ji ter sido vendido o recebido o Sr. bacha-
rol o importo : summum as quautias rece-
bidas em 20:935,099 rs., NSo entrando a
quantia do escravo JoSo ; alm distas quan-
lias existen oulr.is, quo consta ao abaixo
assignado ter recebido o Sr. bacharei, en-
tre as quaes so algumas dividas activas ja
descriptas no inventario, o importe do as-
sucares vendidos pelo Sr. bacharei, o pelo
Sr. Cullherme dos Santos Sazos, nica pes-
soa que inteiramente se ten negsdo a de-
clarar ao abaixo assignado. Fallo claro, e
o Sr. bacharei contrario o que expendido
lica, se pode Marcellino Jos topee,
u Sentenca.-- Visto osles autos pede o au-
tor, Marcellino Jos Lopes, como adminis-
trador de sua mulher, lilh.i do finado Jos
Antonio Alves da Silva, quo o reo bacharei
Francisco Jo.lo Carneiro da Cunta, casado
rom unir lilha daquelle fallecido, dentro
do prazo de 10 dias venba a este juizo pres-
tar conlas, 0 por ellas O devidcildo dos lu-
cros provenientes da extincla socioddo re-
presentada pela firma social de viuva Alves
da Silva & Filhos, da qual era o mesmo roo
socio gerent-i e elle autor tambem socio por
parte de sua mulher, devendo o mesmo roo
apresentar igualmente os livros, e toda a
osfi ipiurac.'io a essi suciedade, alim de se-
ren confrontadas essas contas com pena de
sequeslro. O reo defende-se com a contes-
l-e.ioa I'., oque ludo visto, emaisquedos
autos consta, considerando que o reo n3o
desconbece a obrigac.lo em quo est de
prestar as contas exigidas pelo autor, e
que nflo obstante estar-so a proceder inven-
tario, a preslag.lo das contas he indepen-
dente de qualquer outra aeg.lo, quo nilo
pode embaragar o conhecimento e exame
do resultado, ou transacglo da sociedade
de que so trata, sendo que pelo contrario
da prestagHo dessss conlas, mais regular
se i orna i ia o mesmo inventario, e o que a
este fosse pertencenie, nSo sendo de rigo-
rosa necessidade, que o proseguimento de
um esteja dependente de outro : conside-
rando quo smenle na a presen tacBo das
contas he que tem lugar o apreciamento de
toda e.qualquer ras.lo quo.possa esUbelecer
o grao do illegilmidade.e exactidilo que de-
vem ler essas mosmws contas p ira. vista dis-
to proferir-so adecisHo conformea questSo
que se bouver de agitar : considerando que
o reo com caixa da socieda le, teroobri-
gag.lodeexibr os livion, e mais escriplu-
rag3o para a vista dessa prestar as suas con-
tas Corr. Tell. Dout. das Acc. 1,010 e
Not. Cod. Com. Port. art. 653 : consi-
derando linalmente qu^ o prazo indicado
pelo autor be por certo asss limilado,
urna vez que n.l provou seren estas contas
laes, que possaai prestar-so cm pequeo
espago de lempo, sendo que pela prsen-
lo questSo, se conhucc nao poder ser feita
essa preslacSo du contas, que complicadas
come sedoprehende dos autos, demandam
maior prazo^tre-o pedido pelo autor: jul-
go a notilicacflo por sentenga e condeniuo
ao reo a que no espago de 70 dias impror-
rugaveis, contados da puhlicagfio da pre-
sente seiiteng.1, preste as comas pela for-
ma exigida a II. 3, sb pena de sequeslro,
e pague o mesmo leo as cusas. Recife, 21
de agosto de del 8i9.-Custodio Manuel du
Silva Cuimares
Piecisa-sede um feitor para um sitio
pertoda praga na ra de S.-Amaro, n. 10.
Antonio Jos Vieirade Souza mudou-
se da la Nova para o pateo do Collegio,
n. 1, segundo andar, aonde contina a re-
ceber escravos por commisso para serem
vendido* porconta de seus senhores.
Ovas do serlao
He ebegado algnns pares desle excel-
ente pelisco : na ra do Queimado, luja de
ferragens, n. 14.
Chapeos de sol.
Rna do Passeio, n. 5.
Ntsta fabrica ha presentemente om rico
sortimento desles objectos do todas ns co-
res e qualidades, tanto de seda como de
panuinho, por pregos commodos; ditos pa-
ra senliora, de bom rosto : estes chapeos
sHo feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retioz. Na mesma
casa se acha igual soitimenlo de seda o pan-
uinlios imitando sodas, para cubrir nr-
mages servidas : lodas estas fazendas ven-
de n-seem porgSo e a retalho : tamben" se
confera qualquer chapeo de sol, tanto de
hasteas de ferro cuino de baleia, assim co-
mo umbelas de igrejas: ludo por prego
commodo.
I
I Consultorio homoeo-
palhico.
m\v\ da cadeia de s.-antonio. n. 22
Este consultorio estar aberto to-
3 dos os dias, desde as 7 horas da ma-
^ nhfla al as 3 da tar le.
*j Os pobres serio tratados gratuita-
mente.
1 O
mwwm:<&mmm wMmNmwmrn*
Aviso aos amadores e
apreciadores de msi-
cas novas c de bom
goslo.
Joo Vignes, morador na ra larga do
Rozario, n. 28. priinoiru andar, acaba de
receber pelo ailimo navio vindo de Frang,
um grande sortimento de msicas, como
sejam 1 valsas, variages, polkas, quadri-
Ihas, modinluis brasileiras o mil rus ilalia-
n. s ; bem como o melhor melbodo para
piano, solfejos para cantona, tudo pelos
nielhores autores da Europa e da mais mo-
derna escola. Na mesma casa vendem-se
os uiais reos pianos que leein viudo a Per-
nambuco, os quaes sSo feitos de proposi-
to e com novo raactiinismo, para que la-i"
nham grande duragSo; assim como taai.t
bem achar.lo na mesma casa pianos ingle-
zas, com pouco uso, veudendo-se ludo po-
lo mais commodo prego.
Amassador.
Precisa-so de um bom amassador: na ra
da Senzalla-Velha, n 8t. padaria.
O Sr. reverendo Jo5o llore ulano Go-
mos do Reg, morador no termo de S.-An-
tonio, queira mandar buscar um seu escra-
vo crioulo que appareceu no engenho Pau-
lista a procura do quem o comprasse, Pican-
do corto quo o proprieiario do mesmo en-
genho, nSo S3 responsabiliza pela fug i.
Lotera da matriz da Boa-
Vista.
O respectivo thesoureiro, Manoel Conexi-
vos da Si'va, pretende nSo Iludir a expec-
taglo do publico com annuncios importu-
nos do andamento das rodas desta lotera;
eaforgar-se-ha quanto couberem suis tor-
gas para com a possivel presteza annunCiar
o dia, alem do qual nBo dever passar a es-
peranga dos compradores; porque entende
que a essa illusao em que alguns teem por
vezes deixado o respeitavel publico, se de-
ve essa especie de descrdito, que tanto
tem demorado q andamento das nossas lo-
teras ; por isso' limita-so por ora a annui-
caravenda dos bilheles, e a extrahi-los
com todo o empenho, oflm de poder asse-
gurar aos compradores o dia em que deveu
rella mpreterivelmente correr.
A vantagem do plano j publicado o o fim
religioso para que fui esta lotera conced
da, convida e seduz os tentadores da sorto
a concorrerem sem demora para a compra
dos nmeros que Ihes preparam a suave
ncquisig.lo do bens da fortuna, sem risco
de grande capital, e com o importe semen-
t da diminua quantia de 5 ou 10,000 rs.
por poneos das.
Desde j achar-se-hSo os bilhetes: no
Recife, lojas do thesoureiro e do Vieira
cambista ; em S.-Antonio, botica de Joflo
Moreira Marques, no pateo da Matriz, e de
Francisco Antonio das Chagas, na ra do
l.ivrameiito ; loja de liernardino Jos Mon-
teiro, pracinha do Livramento, n. 44 ; no
Aterro-da-Boa-Vista, lujas de GuimarBes,
u. 44. e de Duarte Borges da Silva, n. 18.
O O
0 Alugam-se o vendem-se as verda- 0
q deiras bixas de Hamburgo : na praga q
q da Independencia, n. 10, ao vollar n
q para a ra das Cruzas.
~Traspassa-se o airendamento de um
engenho de boas Ierras de produgflo, por
prego rasoavel: tambem se vendem os per-
lences do rendeiro, sendo animaos do roda,
muito bons o gordo, poldros, lavouras e
safra a culher: os pretenden tes, drijam-se
ra estreila do Rozario, o. 32, que se di-
r quem faz este negocio e se darSo toda
as informagOes.
Manoel Ruarle Rodrigues, legalcente
autorisad por Manoel Jos Francisco e
Quiteria Maria, residentes em Portugal,
pai e mfil, universars berdeiros do falleci-
do Antonio Jos Francisco Veig.i, pata pro-
mover a arrecadag.1o dos bens deixados,
convida bus credores a apresentarem suas
conlas na ra do Trapiche, n. 26, para se-
rem attendidos; e roga a todos os devedores
de mandarem pagar seus dbitos, no mais
curto esspago de tem o, para podOr dar
contas aos ditos herdeiros.
A lienta o.
Agencia de passapnrtes
A anliga agencia da ra do llangel, so-
brado n. 9, contina a tirar passaportes
para dentro e fura do imperio, e despa-
chan) se escravos, por mais commodo pra-
go quo he possivel.
Antonio Francisco Maya vai a Europa,
por isso quem se julgar seu credur, apr-
sente sua conta para ser salisfeita.
Hellino dos Anjos Teixeira vai a Por-
tugal : quem liver contas com o mesmo,
queira apresenla-la al o dia 20 do corren-
te, para sercm pagas.
Atina Joaquina de Faria relira-so para
Portugal.
Precisa-se de um bom forneiro, para
Irabalharem urna padaria, distante desta
praga urna legoa : as Cinco-Ponas, a fal-
lar com l.uiz Gomes Silverio.
Ao depois de Testa perdeu-se um relo-
gio devidro, de escapamento e cylind o.
trabalhando sobre quatro diamantes, na al-
tura da ponte da Magdalena ao Chora-Me-
nino : quem o achou lave-o a ra do Tra-
piche, n. II.
-- Precisarse de bons ofllciaes charutei-
ros, pagando-se-lhes a 200 rs. o cento: tam-
bem se precisa de um aprendiz : na ra da
Senzalla-Nuva, n 26.
--Quem quizer comprar urna prela criou-
la, muito boa cozinheira, engommadeira,
e quo Cose soffrivelmenle, ditija-se ra
Nova, n. 52, segundo andar.
JoSo Vieira Hotelbo, Portuguez, vai a
Eurupa.
No dia 4 do corrente ausontou-se da
casa de Jos Pedro do Reg um Africano li-
vre, de nomo Manuel, de 11 anuos pouco
mais ou menos; levou camisa de algodfio
tangado co n lislras azuea, anda nova, e
caiga j usada de casimira escura daalgo-
i.lo e 18a, falla muito esplicado que parece
crioulo ; lem ollios grandes o abotoados pa-
ra lora e um tanto cambado dos ps; cos-
i o ni a trocar o nomo polo deJoaue tem um
sigual no peito direilo que parece do alga-
rismo 2 : quem o apprebender, leve-o ra
do Apollo, n. 16, primeiro andar, ou na ra
do Trapiche, armazem do assucar, n. 13.
Casa de commisso de
escravos.
Na ra Direita, n. 3, sobrado de 3 anda-
res, defronte do beceo de S.-Pedro, rece-
ben) esclavos de ambos os sexos para se
vendereui de coinuiissilo, u3o se levando
por este trabalho mais do que dous por
cento, sem se levar cousa alguma de co-
modonas, offorecendo-so para isto toda a
siigunniga precisa para os ditos escravos.
Na ra das Cruzas, n. 40, venda de Do-
mingos da Silva Campos, ha bichas ham-
hurguezas para alugar e vender, lauto a
retalho como m porc3o : por pregu com-
modo.
MELHOR EXEMF


-- No Chora-Menino, lio pequeo, jun-
to a casa que ro theatro, apDareceram dous
carneiros mansos: quem for seu dono-
dando os signaes, Ihe serBo entregues, pois
nilo se resi>onssbilisa pela fuga.
Dii-seala quantia de 300,000 rs. a
juros sobre penhores : na ra estreita do
Rozario, n. 22.
Roubo.
Hontem, ronco mais do meio-dia, vejo
loja do abaixoassignado, uma prela baixa,
grvida ao menos de 7 mezes.com vestido
luanro c avental prcto que indica ser cozi-
ntipira, e pedio para amostra pares de
brincos, sendo 2 esmaltados e 2 do aventu-
rina, os quaps se Ihe drm por dizer ella
que era para casa da lllm.' Sr.' D. Anna
Mnn7, vizinha do ahaixoassignado, dando
' gnies certos das pessoas da casa, com o que
conseguio levar as ditas joias, que agora se
sabe que nito fram mandadas buscar pla
Diesma senhora, nem or pessna de su i fa-
milia, por aso que dolosamente fram suh-
trahidus ao ahaixo assignado, que gralifica-
r a quem descobrlrdita tirela, ou souber
ondo seacham os ditos brincos: na rus No-
va, n. 34.-- Carlm llardy.
Francisco Martina Gesteira, Portuguez,
relira-se para Portugal a tratar de sua
sade.
Pede-se ao escrivSo da irmandsde de
N. S. da Soledade, erecta na igreja de N.
S. do l.ivramento, quahnja de declarar por
esta folha se UnoJoaquimdeSanfA'ina, no
annoem que foilhesoureiro da mesma ir-
mandaile, prestou contas : isto ha mais de
seis annos. Tambemsepede ao thcsourei-
ro da irmandade do Senhor Bom Jess das
Chagas, que quando declarar os recibo*
do anno que pede Lino Joaquim de Santa-
Atina, nSo deixe de declarar tamhem a c-ra
que segaslou na testa feita no anno em
queThomaz de Aquino Prazeres fui prove-
dor e o dito Lino defin Inr Tambam se pe-
de que declare qual a pessoa quo se apre-
senlou cobrando qualquer quantia da ir-
mandade, no anno passado. De um irmilo
A abaixo assignada, viuva inventirian-
te, meieira e cabeca do casal dos bens dei-
xados pelo seu finado marido, Jns Antonio
Aires da Silva, avisa ao respeilavel publico
que existe em seu poder uma letlra de
2.043,000 rs sacada pelo seu finado ma-
rido, Jos Antonio Alveg da Silva, aceita
pelo seu finado irmilo, o coronel llenriquc
Poppe Cirilo, ecedida a firma Viuva Al-
vps da Silva & Fillios -- pela casa commer-
cialdosSrs. Le Bretn Sehramm & Com-
panhia sendo que esta lettra ha milito Iho
foi entregue pelo seu genro e procurador,
o doutor Francisco Joo Carneiro da Cu-
nta, e que agora vai a annunciante promo-
ver rol-ronca da mesma lettra pelo juzo
municipal de Iguarass. Esta declaradlo
faz a ahaixo assignada para anclar de si e
de seu genro, o doutor Francisco JoSo Car-
neiro da Cunha, qualquer impressflo des-
favoravelque possa resultar de um annun-
cinapparecido neste jornal tendente a riit
lettra.-- Marta Magdalena Poppe da Silva.
Precisa-sede uma mulher capaz para
ama do semen inierno de uma casa de pou-
ra familia! na ra do Queimado, n 32
luja.
Joaquina Mara da ConceicSo. Brasi-
leira, ai a ilha de S.-Miguel a tratar de
sua sade.
--Precisa-se de um homem que saiba
trahalhar em um sitio perto da prac,a : na
ra Nova, n. 26, primeiro andar.
Precisa-se denm caixeiro para baleflo.
com pratica ou sem ella, comanlo que seja
hbil e desembarazado, juntando a isto
suas boas qualidades, e que sua idade n;1u
exreda de 25 annos: na ra Nova, n. 25, s
dir quem precisi.
Na ra das Larangeiras, n. 15, engnm
ina-sf toda a qualidade de roupa, com bre-
viJade, e por prec,o enmmodo.
Ao publico.
A pessoa que se julgar em Pernamburo
ter sido mudado pelo Portuguez Francisco
Jos Dias, queira declarar por esta folha.
Precisa-se de 1:300,000 rs. a premio,
por lempo de um anuo, dando-se casas ler
leas ncsla praca de li\ 1 oiheca : quum qui-
zer dar, aiinuncie por esta fotha.
-- Precisa-se de um bom amtssador : na>
Cincu-I'onlas, padaria defronte da forta-
leza.
Precisa sede um caixeiro quo tenha
pratica de venda : na Lingota, n. 1.
Aluga-se a luja do sobrado da ra Bel-
la ; urna casa terrea ; e a loja do sobrado
da ra de S.-Francisco, com cinco quartos :
a tratar no mesmo sobrado
Aluga-se o segundo andar do sobrado
n.86, na roa de Aguas-Verdes : a fallar Da
praca da Independencia, n. 26, loja.
l'iecisa-se, no .sitio da tra-
vpssa do Remedio, n. ai, de Cae-
Uno Pinto de Veras, de quatro
pessoas lonas ou captivas, para
trabalhareni de serventes de pe
dreno, com a paga de G\o rs.
diarios: quem quiter, dirija-.se ao
mesmo sitio.
JoSoDcodnto Koman lendo o annun-
cio do Senhor Jos Baptista Braga, iisp
rio no Diario numero 67 de 32 de marco
prximo passado, subie as lellrasque acei-
tou ao Sr. Manoel Amonio Alvares de Unto,
que Ihe foram penlioradas por parte dos Sis.
M. Ciilmonl & C declara que duas desta-
lettras a vencerem em 36 de julho e 26 d-
novembro do corrente auno, se acham em
seu poder, por IraiisaccSo feita em 15 de
dezembro prximo passado: por issu pre-
vine ao Sr. Braga, que como aceitante esla
obrgado a paga-las ao annunciaiile.
Furto.
No dia 6 do crreme, as8 horas da noi
te, um prelo ganhidor furlou do poito dai>
canoas da ra Nova, u..i bahuzinho de fo-
lha pintado de azul, contendo 3 imagens,
uma do Senhor Ciucilicado, oulra de s
Anna, e oulra de S.Antonio, estando esia
ultima paramentada de ouro ; bem como
um espclho de moldura dourada e alguma-
camisas de homem, toilhas.etc : quem de
tal.'furtosouber, l'ira o favor de aprehnda-
lo e,participar na ra do Colirio, ll. 16,
segundo andar, o mesmo su rog* a ludas as
autoridades policiaes.
Pede-se ao Sr. Francisco d-
l'aula que se digne contar a his-
toria da molestia do Gzm. Sr. bis
po do Maranho com a mesma
franqueza com que fez a do Exm.
bispodestadiocese.
Fugio, da casa da ruado Sebo, n. 36,
um periquito: quem o pegou, querendo
lova-lo a mesma casa, ser generosamente
recompensado.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
atrs da matriz da Boa-Vista, n. 26, muito
fresco, e com bastantes commodos : a tra-
tar na mesma ra, n 22.
Nova refinaQo.
Na ra da Concordia, n. 4, refinado do
Manoel Joaquim Malheiros, vende-se supe-
rior assucar refinado de primeira e segun-
da sortes, dilo mascavado. dito de caroco
de todas as quali lades, e caf muido : lu-
do por preco mais commodo do que em ou-
lra qualquer parle, tanto em por;Socomoa
relalho.

>
;>
>
:*

>
*
>
*

>
9-
Consultorio homoeo-
pathico.
Ra do Trapiche, Hotel-
Francisco,
Dirigido pelos doutores SabinoO. L. 2
I'inlio, J. A Luz, e C. Chidloe. ^
Todos os dias, desde as 7 horas da
manhSa at as 3 da larde, pdem ser
procurados qualquer (lestes Snrs.
AS Consultas Ser.nl T cceluil < s [inr
qualquer dos tres mdicos que se
achar no consultorio.
As pessoas neerssitadas continua-
rse a receber gratuitamente, todos
ossoccorros de qua precisaren!, a
qualquer hora do dia ; advertinio
que, serSo soccorridos com prefe-
rencia, aqucllesque logo no princi-
pio da moleslia recorrerem bo-
ma; ipatliia, sem haver tomado re-
medio algum allopalhico.
->
>
*
>
^ memo aigum aiiopaimcu. ^
-* Aluga-se, vende-se ou permuta-se por
al-.'uma casa nesta praca, receben lo-se ou
voltaudo-se o quese convencioiiar, um si-
tio na cha le de Olinda, denominado Man-
gaheira, o qual lica defronte do jarditn bo-
tnico, e conlm una grande casi sobrada-
da, com quatro salas, sele quartos, cozinha
indeppndente, um expeliente poco d'agoa
potavel, bastante terreno (chiios proprios ,
com um rico mangabeiral e oulras mua,
arvores fructferas, como sejam coqueiros,
ojueiros, mangueiras, pitombeiras, etc.,
etc.: quem o pretender, dinja-se ra lar-
ga do Rozario, botica de Manoel Filippe da
Fonseca Candi, n. 42.
Aluga-se, pelo preco de 10,000 rs. o
segundo andar ao sobia lo da ra das Triu-
cheims, n. 46: a tratar no pritnoiro andar
do mesmo sobrado.
--Quem liver escravos ou escravas que
saibam vender hortalicee fruetns, e quizer
aluga-los, dirija-se ao largo da Trempe, so-
brado n. I, que tem venda por baixo. No
mesmo sobrado anda tem para vender bo-
nitos pes de parreira muscatul de cheiro,
dos desapoly odeoutros arvoredos deli-
cados.
O Sr. Jos Carlos de Mendonca Vascou-
cellos, lavrador doengenho S -Elias, quei-
ra virou mandar ra da i'raia, arinazera
n. 3, para concluir o negocio quo nSo igno-
ra ; pos parece que 3 para 4 annos he tem-
po sufficiente para ter cumprido o seu de-
ver, oque nflo tem feilo, nem ao menos
lem respondido as cartas qua se Ihe tem di-
rigido
A pessoa que na sexta-feira da semana
passada foi iua do Crespo, lujan. 9,
lar respeito a diversus fructeiras, e que |c-
vou um bilhete para ir ao Caldeireiro, quei-
ra Ira bondadedeir na mesma loja,para l
se ultimar tal negocio, ou annunciar sua
morada para ser procurada.
Aluga-se
um bom cozinheiro forro ou captivo : a tra-
tar na ra da Aurora, n. 26, ou na ponte de
Ueha, em casa de Francisco Antonio de
Oliveira Jnior.
AlUgam-se as seguintes casas: o primei-
ro andar do sobrado n. 4, no Alerro-da-lfoa-
Vsta, tendo grandes commoios para fami-
lia, por 300,000 mil rs. armones ; o lercei-
ro andar do sobrado n. 6, da mesma ra.
com grande sotSo e muito bons commodos
para familia, por 240.000 rs. annuaes;
uma rasa terrea, na ra Formosa, n. 6, com
expelientes commodos, tendo duas salas
grandes, c neo quartos, um gabinete, co-
zinha Tora, quarto para escravos, quintal p
cacimba, por 200,000 rs. annuaes; outra
dita,na ra da L'niffo, rom duas salas, cinco
quartos, cozinha e quintal, por 14,000 rs
mensaps; outra1 dita pequea, na ra da
Saudade, por 10,000 rs. mensaes e uma
loja do sobrado n. 14, pateo da Santa-Cruz,
por 5,000 rs. mensaes : os [meten lentes di-
rijam-se a rua da Aurora, n. 26, escrito-
rio de Francisco Augusto de Olivoira.
4^. os esclarecimento necessarios psa
'j^. o mellior uso dos mesmos.
IIOM0F.0PATHIA PURA.
fua do Trapiche, n. 40.
Boticas e livros para o tratomen-
to dos enfermos pela honiceopathia
acham-se a venda por mdicos
precos.
mercial gyrando da n.esnia Forma, que ale
agora, sem inlerrupco algoina em suas
transaeces, leudo constitu lo porseus bas-
tantes procuradores, durante a ausencia d'.i-
quelle, em primeiio lugar o Sr. Joaquim
l'ereira Rosas, em segundo o Sr. Jos 1.a-
t lia ni, em terceiro oSr. Jos JaronymoMon-
leiro e em quarto o Sr. Francisco Ra-
dich.
Aluga-se um molequo de 18 annos, de
muito boa conducta e proprio para qual-
quer servico : na Boa-Vista, rua do AragSo,
n. 40, ou na rua da Madre-de-l>cos, n. 3.
Precisa-se alugar uma preta para o ser-
vico de urna casa de pooca familia: no Ater-
ro-da-lloa-Visla, n. 1, loja.
Precisa-se de um (eitor que saiba tra-
tar de borla, pomar e encherlar : na Mag-
dalen, estrada da Torre, n. 78.
Antonio Jos Dias Braga, subdito por-
tuguez, retira-se para fura da provincia.
Precisa-se dehomens livros, ou escra-
vos para o servico de campo : na estrada do
Arraial, sitio do Sr. Marcellino Jos Lopes.
Precisa-sede um pequeo de 12 an-
nos, brasileiroou portuguez, para caixeiro
de um armazem de farinha: na rua do Ran-
gel, n. 36.
O distribuidor e contador Oliveira
transferio a sua residencia da rua do Colle-
gio para a le Hurtas, sobrado de 2 andares,
n 48, que fica antes do primeiro becco da
entrada para a rua de Sauta-1 fiereza.
DAURORA
C. Slarr & Companliia teem a honra de
avisar aos seus freguezps, o ao puldiro em
geral.quea sua grande funlicilo em S -
Amaro, alm do sortiinento quo constan-
temente lem acha-se de novo provida de
muitas moemlas de cauna, e de varios ta-
maitos feitas no mesmo estaliclecimento
pelos mais peritos ofiiciaos, e com o maior
cuidado e perfeicio ; tanto assiui hn, qus
ns anunciantes se ufaoam em garanti-las
pelo primeiro anno. As moen las inteiras
todas de ferio construidas as olliciuas
los annunciantcs sflo iiiuilo superiores a
quaesquer outras da mesuia naturezu que
at agora teem sillo aqui olTerecidas, pois
aquellas encerram em si certose importan-
tes niclhoramciilos resultado c mais de
JO annos d>; experiencia e pratica do paiz.
Uma pessoa que, lia 12 annos, tem da-
do provas do seu ensiiio de primeiras lel-
Iras, como lie publico, tenciona abrir no-
vameule sua aula em I'ra-.le-l'orlas, e |ior
SSO scienlifica a todas os pais de ramilla
que desejam o bom desvelo o aug nenio no
ei sino de seus lilhos : quiu de su prestl-
mo se quizer utilisar, dirija-se a rua pnn-
cipal de Fra-de-l'oitas, n. 8S, paraos ma-
tricular, pois havendo um numero sullicien-
te d^ alumnos, se publicara odia da aber-
tura.
--JoSo Iticbardson Armslrong. Inglez, re-
lira-se para (ora do imperio.
-- VicenteTeixeira Coimbra, subdito lira-
sileiro. retira-se para Portugal, a tratar de
sua sade
--Quem liver rara arrendar um engenho
com alguma fabrica, e que lenha porto de
embarque peiln, procure na rua Nova, loja
n. 49, ou no engenho Novo da Muiibcca.
Engenho Queluz.
Freguozia de I pojara.
Traspassa-se o arrendamenlo do dito en-
genho, o qual lem a presente safra a tirar,
o tres a criar. A tratar na rua da Aurora,
n. 26, ou no mesmo engenho com Miguel
Augusto do Uliveira.
N B.O engenho tem excellenle pasto,
he bom d'agoa, e leni bons cercados; e,
caso naja quem queira comprar a safra,
ser-lhe-ha eila vendida, entregando-su i in-
mediatamente o eslabelecimento.
Moinhos do mandioca, movidos a m.1o ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogSo e frnos de farinha.
Canos de ferro, tomeiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a mito, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas liydraulicas e do parafuso.
Ferrageus para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e portoes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros de mSo e arados de ferros,
etc etc.
Alm da superioridade das suas obras, j
geralmente reconhecida, Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade com os motiles e dezenhos remeltidos
pelos senhores que se dignarem de fazer-
Ihesencommendas, aproveitandoa occasiiio
para agradecerem aos seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e asseguram-lh6?
que nSo pouparSo esfor^os e diligencias
para continuaren] a merecer a sua con ll-
anca.
Precisa-sede um feitor que Irabalhe,
entenda de borla, arvoredos e vaccas : na
Magdalena, estrada nova, primeiro sitio de
porlo de ferro.
Precisa-se alugir uma prcta que sai-
ha lavar, engommar e coser, para urna casa
eslrangeira : na rua do Torres, n. 34, das
II horas da mandila as 3 da tarde. Na mes-
ma casa tambero se precisa alugar um pre-
lo que entenda do servico interno e de tra-
tar de cavallo.i.
Precisa-se alugar um preto : na rua da
Cadeia de Santo-Antonio, n. 13, na loja.
Compras.
Xarope do bosque
para cura de pbllusidumi lodos o seus dill'e-
rcnli'S groi, i|in r motivada por conslipa-
(ufs, toase, attbma, pleuriz, cacarros de au-
gur, dr de costado e pello, palpitajao no
coracao, coqueluche, bronchlte, dr na Ra-
ganla e tudas as molestias dos orgaoa pulino-
liares.
De todas as molestias que por heranca licim
ao corpo humano, oeiibuma ha que mais des-
tructiva tenha sido, ou que tcnlia zoinliado do
nbivin dos hoinens mais eminentes cni medi-
cina do que aquella que lie geralmente conde-
cida por mcleilit no bofe. Km valias poca
doseculo pasiado lem te ollerccido ao publico
dillercotes remedios com alteslados das extra-
ordinarias curas que elle teem feilo, porem
quasi qucein todos OS casos a illusao tem sido
apenas passageira, e o doenie torna a recahir
em pcior catado do que ic acliava antea de ap-
plicaro remed) lo rccomuiendado : oulro-
lanio nao acontece com esle extraordinario Ja-
rope dobotque.
U prop ietario ao principio foi induzido a oP-
ferecer esle xaropc ao publico, depois de ler
ell'ecluado ira i mtimo una cura permanente,
e depois de ter a opiniao dos priineiro9 mdi-
cos da turopa c dos Kslados-Cnidos, de que
seu estado j nao dava esperanzas de nielhora,
e era como segu. No anno de 1837 apanhei
una "runde cousiipa(ao <|ue me alacou o pei-
to, c lodos os symploiiias de phthisica pulmo-
nar logo se scguiraiu. l-.u liulia urna tosse con-
tinuada com dor no peito, salivava urna Ueu-
n i ilui.i e alguuias vetes misturada com san-
guc, una Irlo i- tica, suores de noile, cma-
greci rpidamente, e em pouco tempo liiiuci
ieduido extrema debilidade.
Os uieus mdicos (entre os quaes lia va al-
guns dos principat's dos Eslados-b'uidos) junta-
mente com meus amigos perdern! luda a es-
peranza de mru mcllioraniento, c esperavaiu
que cu brevemente suecumbiria.
tiene estado de molestia por casualidadc en-
tonlrei com urna antiga reccita dos ludios, c
resolvi-me com o coiiseniinieiuo dos nicus m-
dicos a experimenta-la, visto o estado deses-
perado do un o caso.
i ni.il nao seria a admiracao dos meus mdi-
cos, e o mcu conienlanieiito vendo (ue desdo
que principie! a tomar o xarope, condec logo
una mudiica no meu syslema, c pela conli-
nuaco do uso a molestia madurou, os tumo-
Compra-seuma taberna que seja em
bomlugrdo bairro da Hoa-Vista, ou S.-
Antonio : na praca da Boa-Vista, taberna
n. 13, se dir quem compra. m |foriuario cabcfa e arrebeniaram lancan-
Compra se urna casa terrea, com pr.i- do grande poreo de singue e materia. Depois
ferencia em S.-Antonio : na rua de Apol- de ter continuado pelo esparo de 3 1ne7.es com
lo, n. 8, se dir quem Compra lo remedio, a minlia molestia cessou inleira-
-- Compra-se urna casa terrea, sendo bas- (mente, e achci me resiabelecido de perfeita
i a ule grande, ou sobrado de um andar : pa-
ga-se bem, sendo as ras das Ti incheiras,
Larangeiras, ou por detrs da matriz do S.-
Anioiuo, ou pateo do l'araizo : quem qui-
zer vender ou trocar por oulra, annuncie :
lambem se compra uma por(flo de lagedo,
anda que tej servido.
-- Compra-se uma espada, uma banda, c
sade, o bofe desde aquelie lempo lem conti-
nuado sem a menor alleclacao de enfermida-
Je. Neslas circuiustantias lie <|ue me resolv
ao principio a oflV'rct-lo ao publico, Brille-
meme convencido de <|iie lie o nico remedio
que se tem descobenn, na qual se pdp ter
eioiii mi i para a cura de phthisica pulmonar.
I'urou onde lodos os mais remedios lindaiii Ti-
ldado, e, se for lomado e applicado rgundo as
mais aigiins pertences deolliciaI da guarda dineeoes, poucasveies deixar de produ/.ir
nacin'I a i e, que pouco uso tenha tido
quem tiver annuncie, ou va ao Alerro-da-
Boa-Vista, fabiica de charutos, junto a
nutr/.
Cnmpra-se uma mulatinha que tenha
bonita figura, prnpria para mucama, de 12
a -20 aniins ; um mol ilin'io ou moleqne, de
bonita figura, proprio para pagem, de 12 a
18 anuos ; uma prela que seja boa cozinhei-
ra e cngnmmadeira : na rua Nova, n.25, se
dir quem compra.
Compra-sea Historia natural por Milol:
na la do Quciuiado, n 7.
Coonram-se os seguinles livros : His-
toria do Brasil por Abreu e Lima, 2 v. j a
odia de Hollad icio XIV do casos d* eonscien
cia em 2 v. ; Diccionario de theologia por
Bergier o primeiiovolunte das obras de
Caines, edic.f'0 hamluirgue/a : un rua es-
trella rio i:< zai io, n. 4, ou aniiui.i i '.
urna cura radical.
O seu principia de operar de fcil de expli-
car : suavisa e acalma a incnimoda losse,
ainaduiecc o abscesso, facilita a salivacao, e
eni pouco lempo livra os bufes da materia (|ue
se rene nos lubos de ar. Regula as funcrors
ii-ii o s sem necessidade de outra qualquer inc-
dicina, forlilica o syslema c purifica o saugue.
^ao conten, nem mercurio, opio, ou oulro
(o 'liurr iugredieiilc venenoso, e be feito uiii-
caiueiilc de ruizix t liervas. Tem-se usado bu
mais de nove anuos, c de universalinenlc con-
siderado como o grande e nico remedio para
esla horrorosa moleslia. Os seus elleilos sao
em todos os lugares o mesmo, ailmiravein e li /
umphanes '. !.'
Como medicamento preventivo e antidoto
contra as tendencias do clima para a pbllmica,
de de grande valor, e nao da,segundo fai iiual-
<|Uer medico ou cuudccedor de drogas, purm
emquanto se est paliando cun eslas cnyanoias
n>isturar,it duculc vi rapidamenle euipeiura.:-
do, c cala dia mais > mais colloca o seu caso
frn do alcance de aperanc-os \ Nao succede as-
sim com esta preciosa medicina He senipre
salular, e seus elt'eitos nunca sao damnosos.
"~~^- i >;.-, |lc oiiiatioa, nao tic tnica, nao de um me-
Chegmi novamente gelo e se vende ao : ro expecloraute, nao tem por odjecto a/ugar o
mesmo pre(0 do enligo, adverte-se que \d"enle para ler una (alai utjuranca. He um ijran-
il-io S! lomam niais billieles, visto O vende- 1,,e remedio, una grande composicao curativa,
Vendas.
dor ter perdido algiins, 8 nlo Ihe convem
venler iissim, os portadores irariio o im-
porte do celo que quizerem ; bem como
nilo scrrcehem cdulas estrgalas.
Roubo.
Na noite de 6 para 7 rio passado, foi fur-
tado a um prcto que venda fazendas, uma
grande lata e um cartlo com diversas fa-
zendas finas ; pois tendo o mesmo preto,
por motivos de embriaguez, chamado um
gauhador para carrregar a fazenda, o mes-
mo se evadir com todas as fazendas e al-
gum dinheiro que carregava. Iloga-se, por-
o grande e nico remedio que a sciencla e o
coiilieciiiientn medico teem al hoje produiido
para o tralanicnlo desta molestia, ate boje in-
conquiitavel.
I mi urna palacra he o nielhor remedio no
n. 28, primeiro andar.
Pee hincha pura os b.hu-
leims.
Vendr-m-se chitas proprias para forros de
bahispiirestarem fiaras, a 3,500, 4,000 c
lano, a polica ou a qualquer pe;soa que j 5,500 r.: na rua do Crespo, loja da esqu-
tenha noticia do occorndo, de dirigir-se [ quina que volla para a cadeia.
0 l)r. Luz se ofTerece dar todos 5
Precisa-se de uma pessoa para cobrar
uma divida distante desta praca 6 legoas,
dando-se-lhe bom pagamento no caso de co-
brar dita divida: ha documentos; a lettra he
endossada.o tanto o aceitante como o endos-
ante tem bastante com que paguem : tra-
f"lej n2-,rua da ''r"' i5> com Antouio
Das da Silva Cardeal.
SOH VETES.
A casa de so. votes no Passeio-Publico,
principia a tr.balliar domingo, 7 do corren'
e,das6 lloras da tarde em dianle: Contlno"a
todos das, ale acabar o gelo, niio sendo Ur-
des de chuvas e havendo boa concurrencia
com seus 200 rs. a copo.
- Rosas Braga & Companhia fazcm pu-
blico que, leudo de fa?.er uma viagem a Eu-
ropa o seu socio Manoel Pereira Rosas, para
tratar de sua sade, fica a sua casa com-
rua da Cadeia-Vclha n. 24, casa le Manoel
Antonio da Silva Anlunes, que sei gratifi-
cado com i00.000 rs.

BOWMAN & MC. CALLUM, engenhei
ros machinislas e fundidores de ferro, mu
respetosamente annunciam aos Senhore
proprielaiins de engendos, fazendeiros, mi-
neiros, negnciaules, fabricantes e ao res-
peilavel publico, quo o seu eslabelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em effectivo exercicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfeita confec(3o
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados para emprebender quaesquer
obras da sua arte, Bowman t Me. Callum
desejam mais particularmente chamar
atienen publica para a sseguintes, por
terem dellasgrande sortimento j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
irajjgeiro, tanto em pretjo como em qua-
lidade da materias primas e m8o d'obra,
a saber:
Machinas de va por da melhorconstruccBo.
Moemlas de cauna para engenhos de lo-
dos ostamanhos, movidas a vapor por agos
ou animaes.
Rodas d'agoa, moinhos de vento eserra-
as.
Manejos indepeodentes para cavados.
Rodas dentadas.
AguilhOes, brouzes e chumaceiras.
CavilhOes e parafusos de todos os tama
nhos.
Taixas, pares, ciivos c boceas de forna-
Iha.
- Vende-se um filio no lugar do Lampo-, m,,do, c nenliuiiia pessoa tocada com esle lia
Grande, com casa de taipa, duas salas c dous. gP||0 da familia humana teri justo parasiepara
nuartoi, 15 p- de mangueiras de boa qualrda-, SPS amigos, se descer scpullma sem atles-
dc, miiilus cajueiros e varias Iructeiras, com tar suas qualidades virtuosas Uma nica gar-
muilo lina Ierra e excellenle agoa de beber, rifa quasi ^UCi 0|ll todos os cat0$ produira
com lugo para bons viveiros e boasbaixas pa- uma considcravel mudanca no estado ('e uni-
r oaplill! vende-se por seu dono ter de reinar. au dnenca, uja ella qual for.
se, por isso se vende muito barato : quem pre. Tem curado casos que se suppiinliam supe-
lender dirija-se a rua da Madrc-de-Deos, casa, i riores ao poder medico. Tem levantado docn-
les como que da sepultura. Tem curado de-
pois que j lodos os ouiros systemas, medica-
memos e melliodos de tralaiuento teem tallu-
do, ion una palavra, derufcrio-ie u legredo, a
phtkirica cura-se.
A amiga opiniao de que phthisica nao po-
da curar-sc lem desapparecido desde a iutro-
duceao dcsia milagrosa medicina. A phthisica
pela deicoberta dcale medicamento acha-se
despida de inri.ule dos horrores que cautava.
Em lugar de se entregaren! ao desespero quan-
do eslavam seguros de que a phlhisica Idc li-
nda laucado as suas garras, mudares de pes-
soas teem recorrido a este infallivel remedio, e
com praicr e rrgosijo continuam desfructando
tade ncslc secuto que produiio tal beneficio
i mi i humana.
Lembrem-se lodos aquelles que se acham to,
cados de molestia pulmonar, qur por tosse-
cinisiipaies. astdma, broncdltes, pleuris. et-
carros de saugue, dor de costado e no peito,
palpilacao no coracao, dr de garganta, e to-
das as mais molestias dos orgos pulmonares,
que o uuico remedio seguro he o xarope do
bosque.
I.embrar-se-ha o publico que cada garrafa
ii m dous papis com a propria assignalura dos
agentes lt. C. Yates e Comp., um na garrafa
com urna pcrl'eila direceao sobre o niclhodo
de usar dille, e outro no papel Invollo.
Pode ser mandado com toda a seguridad a
para qualquer parte do imperio. Aa ordena
executam se puntualmente.
Vende-je na rua dos Quartels. n. 12.
PLAR ENCONTRADO
Veiulem-se dous sobrados de um andar
cada um, no largo das Ciuco-I'ontas, de-
h o ule da fortaleza do mesmo nome : faz-se
todo o negocio por ler seu dono de retirar-
se para fra da provincia : na rua da Cadeia
de S ni o-A ilion io, no segundo andar do so-
brado da esquina do Ouvidor.
Na rua to Crespo, loja
da esquina que volta
para a cadeia,
vendem-sp cortes de casimira prela, muito
boa, a 5,500 c 10,000 rs. panno preto, mui-
to bom, a 3,200, 3.800 e 5,500 rs. o covado ;
corles de collcto de fuslilu, a 640 rs. ; ditos
de setim de cores, a 2,000 rs. ; ditos de gor-
gorilo, a 1,600 rs. ; esguio du lindo, muito
lino, a 1,280 rs. a vara.
- Acha-se,rin casa de Meroz relojoeiro.na
praca da Independencia, um snitmenlo de
ferramentas para relojoeirose ourives, che-
gado iiovamente.
Oleo de mamona.
Vedc-sc oleo de mamona ,
a 1,280 rs. agartafa, e em porco
a i}iao rs. : na rua das Mores,
n. ai.
Vendem-seamarras ae tarro: na rua
Ja Senzalla-Nova, n. 42.
-- Vendem-se saccas com farinha de man-
dioca, viudas do Itio-de-Janeiio no brigue
Josefina, por preco commodo : no armazem
de Dias ierren a, defronte da escadinha, ou
a tralar com Domingos Rodrigues de An-
drade, na rua do Trapiche-Novo, n. 4. Ad-
vertc-se que as saccas s.lo grandes.
Vende-se uo' moleque de 18 annos,
o| ii -i 0 cozinheiro do diario de uma casa, o
que he de boa conducta ; uma negrinha de
16 anuos, que cozinha e lava: na rua do
Collcgio, 11. 21, primeiro andar.
Farinha de Duaiiriioca.
Venle-se farinha de S.-Catharina, muito
superior, por preco commodo : a bordo do
brigue Conceicao tundearlo na volta do For-
lo-do-Matlos, ou a tratar com Manuel Alves
Guerra Jnior, ou na rua Cadeia do Reci-
fe, n.38.
Vende-se um carnudo de 4 rodas o 4
assentos, tendo lodo o neceisario para ser
puxado por um ou dous cavados : tamhem
se vende um escravo erioulo, alfaiate e bo-
lieiro, de20annos : na rua do l.ivramento,
ti. 33.
--Vende-so um alambique de cobre, em
meio uso, com serpentina de estanho fino,
levando a caldeira 50caadas, e elevando a
ago'ardente a 36 graos na piimeira deslila-
Q.lo: acha-se montado para o comprador
ver, ed-se por preco commodo: noAler-
ro-da-lloa-Vista, n. 17, fabrica de licores.
--Vende-se rap de Lisboa, em frascos
no largo da Assembla, 11, 4.


Vemlem-se duascscravas mogas, am-
bas com crB, e que cuzinliBm um tulo e
eugnnimam : bem. como um sitio na apon-
ga, com diversos arvoredos; um terreno
por detrs de S.-Gongalo, na ra dos Pra-
zcres: tudo porcommodo prego, por haver
precisSo: no Alerro-Ja-lloa-Visla, n. 61,
lojl de ourives
lftoni c barato.
Na ra do Passeio, loja nova n. 9, de Al-
bino Jos l.eite, vcnde-se madapolo fino,
com 4 palmos de larguri e com pequeo to-
que de moro, ao barato preco de 2,800 rs. a
pega, ea rctalho a 160 rs. ; cortos de cassa-
chita, padrdcs modernos, a 2,800 rs. o cor-
te ; riscadinho de linho a 440 rs o cova-
do ; dito de algodo, a 200"rs.; pelle do dia-
bo muito encorpada, pelo barato prego de
360 rs. o covado ; chitas de cor seguras, a
160,180, 200 e 2*0 o covado ; chapos de
sol de panninho, a 2,800 rs.; e outras mili-
tas fazendas por preco mais commodo do
queem outra qualquer loja.
Gaz.
Contina-so a vender na destilago fran-
reza na travessa da Concordia, gaz epa-
vios para candieiros de dilo : tambero se
concertam e limpam-se ditos candieiros.
Moendas superiores.
Nafundigode C. Starr & Companhia',
em S.-Amaro, arbam-se i venda emendas
de ranna, todas de Trro, de um modelo e
construcc.no muito 'superior,
A ellas, a ellas.
Vendem-se riquissimas golas o pesroc-
nbos para senhora, icio duniuuto prego d
,000 rs. ceda um : na ra do Qocimado
n. 9.
g ptimo arroz i liado |
o brauro,
O vende-se ror prego commodn, em C
O saccas nu a rctalho : na ra da Cadeia
O do Recife, n. i, armazem de mo-
O Ihados. {
ooo Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de diffe-
renles modelos : na labiiea de machinas e
fundico de ferio, na ra do Brum ,
ns. 6,8el0.
Tecidos de algodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-!Saiitos.
.Na ra da Cadeia, n. 5*2,
vendem-se por atacado dlias qualidades,
proprias para saceos de assuear e rou| a de
escravos.
O

SS o
ka
"5
3
O
22.000
11,000
5,500
2,800
1,300
m
Napraca da I depen-
dencia, ii. 9.
Vendem-se burieles, meios, guarios. o-
lavos e vigsimos da 9' lit-Ha a benefi-
ciodo iheatro de S.-Pedrc-de-Alcanlara.
Nan-esma Inji exisioa lisia da 2. da fa-
bnca de tecidos.
PHECOS.
Bilheles
Meios
Quartos
Oitavos
Vigsimos
Deposito da fabrica de
Todos-osSantos na Baha
Vende-se em casa de N. O. Bieher & C
a ra da Cruz, n. 4, aleodilo trancado
daquella labnca, muito proprio parafsaccos
deassucar, roupa de escravos e fio proprio
para redes de pescar, por preco muito com-
modo.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor,
HU D.\ SFNZALT.A-SOYA, V. [1.
Neste estaDelecimento conti-
ma h havcitim completo sorti-
uiento de medidas e nieias moen-
iias, para engenho; machinas de
vapor, e taclias de ferro batido *
co^>do, de todos os tamanhos,
para dito.
Novo sor tmenlo de fa*
/.(lulas baratas.
Vcndcm-se rilea de rassa-chita muito
bonit s, a 2,000, 2.400 e 2,800 rs. ; riscadi-
nlios de linho, a 240 rs. o covado; dilo de
algodfio muilo encorpado, proprio para
roupa de escravos, a 140 rs o covado ; rr-
tes de brim biai.ro de linho, a 1 580 rs
dito muilo bom.a 1,700 rs. ; dito mareio'
a 1,600 rs. ; dilocom listra ao lado, ,, i ,88o
rs. ; cassas du cores muito bonitas, a 3 o
rs. o covado; riscados n.onatios com qua-
Imi | almos e meio de largura, a 2G0 rs. o
covad ; marte furia-cores, a oo rs. o co-
vado pegas de cambra ia lisa mm 8 varas
emeia, a 2,720 rs. ; chitas de bonitos p-
dies, a 160 rs. o covado ; dilas minio li-
llas, a 200, 220,240, 260 e 280 rs ; leos
de seda para algibeia, a 1,000 e 1,280 rs.
ditos para gravita, 1,280rs. ; c oulras miii-
tas fazendas por prego commodo: na iua
a cadoia.
bre, ditos portuguezes para panella, latas
com 2o4librasde mermelada, ditas com
bolachinha de Lisboa, ditas de sardinha, .li-
tas com hcrvilhas, frseos com conservas
inglezas, queijoadequalha vindos do Cea-
r, por barato preco, mantas de toucinho
inglez de fumeiro.de 7 a 8 libras cadauma.e
oulros mullos gneros de boa qualidade :
na ra da Cruz, no Recifo, n. 46.
Potassa a Bussia.
Vende-se superior potassa da Russia, da
mais nova que ha no mercado, por prego
commodo : na ra do Trapiche, n. 17.
Deposito de Potassa.
Yende-se muito nova potassa.,
de boa qualidade, em barriszinhot.
pequeos de quatro arrobas, por
preco barato, como j ha muito
tempo se nao vende: nc tfecife,
ra da Cadeia, armazem n. 12.
Vendem-se nieias barricas de farinha
gallega, a mais nova quo ha presentemen
te no mercado ; caisas de velas de esper-
macete : na ra da Alfsndega-Velha, n.
36, casa de Malheus Austin *> Companhia.
Vende-se superior arinlia de
trigo da marca SSSF, chegada l-
timamente a este mercado : a Ira-
lar com Vlanoel da Silva S no ar-
mazcn do Aunes, no caes da A\-
fandra.
Vende-se resina de angicn, as librase
om porcBo : na roa da Cadeia, loja de J0S0
los de Carvalho Moraes.
l?arelo novo a 5,300 rs.
Vendem-se sacras grandes com 3 arro-
bas de farelo, ebegadas no ohmio navio
de llamburgo : na ra do Amorim, n. 35,
casa de J. J. Tasso Jnior.
Ovas do serlo.
Vende-se este excellente petisco: na ra
do Queimado. n. 14, loja de ferragens.
Novo sortoienlo de fa-
zendas baratas, na ra
do Crespo, n. 0. ao p
do lampean.
Vende-se cassa-chila muilo fina, de bo-
nitos padres, crtres lisas e com 4 palmos
de largura, a 320 rs. o covado; cortes da
dita a 2.000 rs. ; riscado di listras do li-
nho, a 240 rs. o covado ; ililo de algodo, a
140 e ICO rs. o covado ; cortes de biiin par-
do claro, com duas varas e una quaila,
1,600 rs. ; riscadOS nionslros, a 200 rs. o
covado ; yuarte azul, a 200 rs. o covado ;
chitas, alO e 180 rs. o covado ; fustfo, a
640 rs. o corte; chales de lailalana, a 50o
rs. ; cobertores de algodo americano, a
610 rs. ; e nutras umitas fazendas por bta-
lo prego.
Parinba de mandioca.
Vende-se farinha do Cear, em saccas
por progocommodo: na ra da Ciuz, no
Recife, n. 43.
Vcndi'iii-Sf 60 rncbaireis de sedro
prop ios para construcgfio de casas; beni
como cavernas de sicupira de 14 a 16 pal
do conipriment: na ra do Vigario,
Tai xas
'4
*-' *'
lltrenho. "" Yende-se u,ma P<>rgHo do sola multoip0g, sem barba, denles limados ; lem as
"i, ; b superior, chegada agora do Arcaiy;uinca- pernsalguma coma tortas para tras ha
Na fund.glo do ferro da ra do Rrum, Vinha de 11 a 12 annos, soro defeitos nem natural do sertSo ; levou caigas de riscado
caba-se de recoberum completo sortimen-'achaques, e que ho proprio para pagem ou
tode taixas de 4 a 8 palmos de bocea aspBri aprender ofllcio ; velas de carnauba
quaes acham-ss a venda por prego com- Sem misturaalguma t tudo porprego com-
modo o com promptidSo embarcam-se, nl0li0 para liquidar eontas : no Recife, Bec-
ou carrejam-seem carros sem despezas ao'
comprador.
nos
n. 5.
-Vende se cobre e metal amrrello para
forro de navios, por prego commodo : na
ra Ja Madre-de-l)eos, armazem de J. V.
da Silva Barroca.
CalvirgeiD de Lisboa.
Vende-se cal vlrgem de Lisboa, por com-
modisslaio prego : na na da Cadeia do Ite-
cife, n. 50, loja de Cunha & Amorim.
\a ra ila Cruz, arma/ein n. 33, de Sa
Araujo, vende-se sola, Couros miudos, s-
palos da como de lustro, chalos de pe-
Iba, esleirs, velas de carnauba pura do
A-acaly.
Zapatos do Aracalyfeitos a ca-
priebo
Acabam ilecbegar do Aracaly urna gran-
de porgo de sapatos feilos de'eucoa men-
la, islo por elTeilU de novas recoiiimenda-
goes que para l se tom l'eito ; porque os
que al agora linbam vindo, notavam-se-
Ihes imperfelg.to, ja no cosido, j mi for-
mas antigs e mesmo em corte : estes tapa-
tos depois de tintos e acostumados a boa
giaxa chegam a confudireoi-se com os de
ile couro de luslio; o seu prego silo de
1,200 e 1,280 rs. o par ( dinbeiro a vista ) :
na ra larga do ozario, n. 35, loja de miu-
dezas.
Aos Sis. de engcnbo
Na na Nova, loja de ferragens, n. 20, de
Jo3o Fernandos Prenle \ ianna, vendem-se
enxidascalgadas dergo: estas cnxadas se
loniain leeomniendaveis pela sua boa qua-
lidade i a i Has, freguezes, pois estilo se aca-
bando, lamben) chegaram a mesma loja as
verJadeiras colheres de metal de principe,
tanto pera sopa, como para cha, tenina e
arroz.
--Contina-se a vender o superior algo-
dfloda trra, a 200 is. a vara, em porgan, e
aretalho a 220 is. ; bem romo cobertorea
de I fia (raneados, pelo baialo i reg de 1,600
Farinha nova de S.-lla-
tbeus, por preco mui-
lo commodo :
vende-se a bordo do patacho na-
cional Amizade-Constante, entra-
do recentemente daquelle porto,
e Tundeado em frente da escadi-
nba do Collegio, ou a tratar com
Machado & Pinheiro, na ra do
Vigario, n 19, segundo andar.
O verdadeiro oleo de
Hissrno,
em meias garrafas, para commo-
didade das familias, por preco
mais commodo do que em outra
qualquer parle : vende-se na ra
do Trapiche, n. 44, armazem de
Dowsley & C.
Lotera do Bio-de-
laneiro.
Aos 20:000,000 ders.
Na praga da Independencia, n. 3, que
deila para as ras do Queimado e Crespo,
estilo a venda bilheles, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos da nona lotera a benefi-
cio do thealro de S.-Pedro daquella pro-
vincia. Na mesma loja est patente a lista
da 2.' lotera da fabrica de tecidos daquella
provincia.
Antigo deposito de cal
vireem.
Na na do Trapiche, n. 17, ha
muilo superior cal virgem de Lis-
ha, por pceo muito eommodo.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S.-Amaro,
vendem-se arados de ferro diversos mo-
delos.
-- Vendc-sc a reflnacSO da ra Direita, n.
22, be ni afreguezaila, tanto para a trra co-
mo para o m>tto : laze todo o negocio : a
tratar na mesma relinacao.
Vende-se nina bonita escrava de An-
gola, de boa figura, a qual nao foge e nem
bebe, o que se alianga ; um moleque de 20
anuos, que cozinha o diario de urna casa,
por 380,000 rs. : por detiis do Iheatro, n.
20, prmeiro andar.
Vendem-se dous palanquins em hom
eslado : na la do Caldeireiro, atrs dos
Martyrios. sobrado n. 4.
Vendem-se lelhas de vidro de supe-
rior qualidade, em grandes c pequeas por-
gues, porprego commodo: na ra da Cruz,
n. 48, armazem.
I4arelo a 5,000 rs. a
sacca,
eomelhorque lem vindo a este mercado
na ra da Madrr-de-heos, armazem do Vi-
cente Ferreir da Costa.
co-l.argo, n. 2, segundo andar, a qualquer
hora.
Oh! que pecbncha!
Vendem-se lengos de seda, tanto pira
homem como para senhora, pelo diminuto
prego de dous cruzados : no Aterro-da-Boa-
Vista, n. 18, loja.
Cassas prelasa 1>50 rs. o
covado.
Vende-se cassas pretas de muito bom gos-
lo a 140 rs. o covado : na ra do Crespo,
loja da esquina, que volla para a cadeia.
Vendem-se sapatCcs de cou-
ro de lustro, de ponto tixo, a
4.000 rs. ; ditos de differentes
qualidades para homem ; sapa-
toes de couro de lustro c brancos
para meninos: na ra da Cadeia
do Recife, n. 9.
Massas de vapor.
No pateo do Tergo, n 10, ha diariamente
um completo sortimento de massas finas,
proprias para cha, ou doentes, como sejanr.
bolachinhas de araruta. nova regala de di-
la, e outras militas qualidades de massas.
Livros de ireito.
Vendem-si os seguintes livros, por pre-
go eommodo, na livraria da ra do Collegio,
n. 9 : l.iz Teixeira, ou comentario a P. J. de
Mello ; Bentham, legislagfiocivil c penal;
tratado das provas judiciarias : obras estas
da inaor importancia para os lerceiro
quarto annos da academia.
Vende-se urna parda anda moga, bem
parecida, boa coznhcira, e que cose muito
hem, boa para tratar de urna casa, por ser
muito carinhosa para changas : o molivo
or que se vende so dir ao comprador: no
Manpuinho, n. 51.
Vende-se, na roa do Crespo, n II, Mag-
num Lexicn, por 5.500 rs ; Horacio, por
2,000 e 2,500 rs. ; Tito bivio, encadernado
de novo, por 2 000 rs. ; Virgilio, novos, por
4,000 rs. ; Selecta, por 640 e 800 rs. ; Salus-
lio, por 800 e 1,200 rs.; Charma, novo, por
4,000 e 4,500 rs.; Historia Sagrada, nova,
por 3,000rs.; Crammaca franceza e m-
gleza ; Ceometria ; Cengraphia ; Dicciona-
rio de Vieira, por 4,0 0 rs.; dito de Roque-
te, rortuguez e francez, por 3,000 rs.; dilo
brasileiro, novo, com seu mappa, por 7,000
rs.; Cousin, por 6,000 rs ; Atlas de Simen-
court, por 9,000 rs.; Telemaco, por varios
pregos ; Fbulas de La Fontaine ; um mis-
sal, por 8,000 rs ; Memorias de Pernambu-
co, novas, 4 v. por 6,400 rs ; Cdigo com-
mercal portuguez, por 6,000 rs.; Synoni-
mos, por 5,000 rs. ; N. S. do Guararapes,
novo, por 2.000 rs.; Historia do Brasil, por
3,000 rs. ; Euclides, por 4,000 rs. ; a Mytio-
loKia da ii.orulailn por 3,000 rs. ; e ou-
lros muitos livros por prego mais barato
possivel.
Vende-se um preto bom forneiro : na
rua dasl.arangciras, n. 14, segundo andar.
Vende-ge um bom cavado andador de
haixoa meio, muito novo e sem achaque
algum : na rua do Queimado, n 10, loja.
Vendem-se dous relogios sabonetas de
patente, sendo um de ouro e o outro de pra-
tadourada: na rua do Queimado, n. 10,
loja.
Vende-se um escravo bom carreiro;
um moleque de 10 annos; nma ptima par-
da moga ; 6 escravas de bonitas figuras,
entre as quaes algumss com habilidades: do riscado americano, de'20 a 21'annos
camisa branca grossa : quem o pegar leve-o
ao Aterro-da-Boa-Vista, n. 66, que ser
gratificado.
Fugio, no din 29 de margo, o preto Ma-
noel, de nagUo Congo, de 45 annos pouco '
mais ou menos, de estatura baixa, magro,
defeiluoao doa petos e costas, que sSo es-
tufadas para fra, e dos quartos que repu-
xam para um dos lados; levou camisa e
caigas de riscado de algodfio americano :
quem o pegar leve-o rua das Cruzes, n. 30,
que sera recompensado.
Fugio. em di de margo prximo pas-
sado, do sobrado da Trompo, n. 1, que tem
venda por baixo, urna preta de noma Maria,
conhecida por Maria Cajueira ; he baixa do
corpo ; tem alguna cabellos brancos, cara
redonda, com urna costura no beieo; tem
algumss mallas pelos bracos e pomas, ps
muilo bem feilos; tem em um dos peitos
urna costura ; he meia corcovada e de 50
annos pouco mais ou menos. Pede-se a to-
das as autoridades policiaes, que a apnre-
hendam e levem-na ao dito sitio, que se
agradecer.-
Anda fgido, ha dous mezes, um preto
de no me Patricio, que reprsenla 30 annos,
porm tem pouco mais de 20; he offleial de
pedreiro ; foi escravo do fallecido marques
do Recife; consta que anda trabalhando
nesla cidadee suburbios pelo referido olli-
co, dizendo que he forro ; be alio, magro,
bem parecido ; tem cratrzes no pescogo
provenientes dealporcas que leve : quem
o pegar leve-o a praga da Independencia,
livraria ns. 6e 8, que ser recompensado.
Fugiram, de bordo do bri-
gue nacional Sem-Par, vindo do
l io-dc- Janeiro, tres escravos, sen-
do : Sabino, pardo, d 20 annos
pouco mais ou menos ; levou eti-
ca! e camisa ezues, e bonete en-
carnado : dous ditos 11 ionios, de
Domes Euzebio e Antonio, que re-
presenta m ter ?5 annos cada um,
de estaturas ellas ; levsratn calcas,
camisase bonetes azues. Hoga-se
as autoridades policiaes c capitSes
de campo, que os apprehendam e
levem nos a Novaes & Compa-
nbia, na rua do Trapiche, n. 34.
Fugio, no dia primeiro do correte, um
cabra quasi negro, de nome Ai Ionio, da
altura mais que regular, grosso do corpo,
rosto ledondo. falla descansada; levou ca-
misa de algodUozinho liso, caigas de brim
trangado, levou mais urna Irouxa contendo
caigas de casimira, de brim, de algodo
ameiicano riscado, camisa de madapolflo e
dealgodSozinho, dous lengoes, um de brim
e outro de algodo, urna ha Ala e urna par-
nahiba : quem o pegar leve-o rua Direita,
n. 121, ou ao engenho Pintos, que ser gra-
tificado.
Fugiram, da cidadp do Rio-de-Janei-
ro, na noile de 24 para 25 de feveieiro pr-
ximo passado, da casa da rua de Calum-
by, n. 2, cinco escravos pardos, a saber :
l.ui/a Francisca, de 30 ani.os, cabello liso
acaboclado, com malhas na cara ; levou
urna trouxa do roupa com 3 vestidos, um
de chita de xadrez branco, rouxo e encar-
nado, outro cOr de rosa, e outro de riscado
azul americano, estes dous cortados e por
fazer : Manoel, alio, pbysionomia carreja-
da, de 30 annos, com urna ferida no dedo da
mo direita ; levou chapeo preto de se-
da ou de palha, caigas brancas ou de risca-
do azul e biauco : Kzequiel, de cabello cor-
rido, olhos grandes e espantados, vestin-
Iktlhetes do t-io-dc-
.1 a 11 firo.
Aos 20:000,000 de ris.
NA BIJA DA CADEIA DO RECIFE, N 24.
LOJA DE CAMBIO DA VIUVA VIEIRA
& FII.IIOS.
Pelo vapor entrado ueste rorto no dia 26
do passado dos portos do sul, recebmosos
muilo afortunados bilhetes, e CBulclas da
9 luteiia a beneficio do thealro do S.-
Pedro-de-Alcanlara : bern como a lista da
2." da f-(nica de tecidos de Fructuozo
l.uiz da Molla.
Ai-lian.--.il a venda sempre os bilheles e
cautelas pelos pregus seguintes :
Bilheles 22,1100
Meios 11,000
Quartos 5,500
Oilavos 2,800
Vigsimos i,3uo
--Vendem-se dous pardos, um de 40 an-
nos, e o outro de 24 anuos pouco 11 ais 011
ambos
menos, e ambos sem molestias, sendo o
rs. : na rua do Queimado, 1.. 20, loja de J. prime.ro bon-a-p.lelroa bolieiro, e o se-
v''f L' MtM"l1,'"- gundo ou.ives e tamben bolieiro : o moti-
--Vendc-ae una linda mulahnlia de 14 Vo por que se vende se dir ao comprador,
anuo, con, muito bous principios de ros- Cm preferencia e por menos para fr da
tura e eilgommado, ptima pera se fazer !prvineilt : rua de Joo-Fernandes-Vie-
uma dadiva a algum menina, por ser don-
/ola ; urna dita de 18 anuos, que cose mul-
to boro e 1 r ..ini] ,1 ; urna moleca de 1 an-
uos, que cose sollrivol ; una preta Ue 25
anuos, que engomo a e cornuda o diaio de
un.a casa ptimamente ; dous molecoles do
naga o ; um pelo de 30 annos, por 420,000
rs. ; e oulios escravos: na rua das Lnriii-
geiras, 11. 14, segundo andar.
na rua Direita, n. 3.
Vendem-se, de urna pessoa que se re-
. tira para fra da provincia, duas pretas
j mogas, bem parecidas e de boa conducta:
na rua Nova, 1, 39, segundo andar.
- Vendcfli-se lonas e brins americanos;
fio de algodo, (ropriopara redes de pes-
car, coser velas e saecos de estucar; ence-
rados alcatroados para cobrir carcas de as-
sucar : tudo por prego mais cominoJo do
queem outra qualquer paite : 1a rua do
Trapiche, n. 18.
No pateo do Collegio, n.
I, portalargfi, segundo
andar, vende-se
um casal de escravos, com urna era a pre-
ta engomma bem, cose o faz lavarinto, e o
preto he mogo e robusto dous mulatinhos
de 9 a 10 annos ; um moleque de 9 annos;
urna preta de 15 annos ; um preto de nago,
peg, proprio para eampo ; urna prela mo-
ga, por barato prego, por ter um defeito.
No Aterro-da-Boa-Vista,
taberna n. 755, de
Antomio Tereira da Costa Cama,
vende-se manteig, ingleza, a 400 e 560 rs.,
muilo boa ; paios, a 280 rs. ; chourigos, a
400 rs ; assuca de carneo, muilo alvo c
secco, a 80 e 90 rs. e sumeno a 70 rs. ; cha
muito superior, a 2 e 2,400 is a mesma
taberna vendem-se ou alugam-sc bichas de
lian,burgo, muito baratas, islo be, vendidas
a 800 rs. e alegadas a 400 rs.: ludo islo
be com os cobres a vista para quem preci-
Vendem-se
ra, aosabii da Sole.ilade. om um sitio que
lem dous lces nos porioes, a qualquer hora
do dia.
Chegaram novamenlc rua da Sen-
zalla-Nova, n. 42, relogios de ouro e prata
patente inglez, para homem e senhora.
| Vende-se a taberna do pateo de S.-Pa.-
,dro, ii. 1, com poucos fundos: vende-fe
por seu dono querer tratar da sade de sua
leas loucas para baptisa-1 Familia : a traiar na mesma taberna,
dos, ou passeio ue cri-ngas, por piego) Vende-se una
-- Vendem-se bons queijos londrinos
d.los de prato muito frescaes e de superior
Ib.*era>os Faadot-
qualidarfe, presuntos inglezes para tam- n. 91,
--Vende-sy um melbodo de rabeca c ou- ga ; um buuito pardinho do 11 anuos, pro-
tro de violo, com bous esludos sobre as pori para qualquer ollicio ; um dito de 6
melodas italianas : na rua de Hurtas, annos : na rua larga do Ro/ario, n. 35,
i loja.
--Fugio, no dia 6 do corrente, a preta
iioiiin i, de nago Costa, de 4o annos, falla
pouco esplicada ; temos pos grossos ; le-
vou | auno da Costa, vestido de riscado lar-
go ja desbolado ; as vezes foge para a Ca-
sa-Forte e oulras vezes para Oliml> ; ha
pouco se llie lirou um ferro que trazia i-o
pescogo: quem a pegar leve-a rua do
llangel, n. 36, quesea gratificado.
Fugio una rscrava de nago Costa,
que representa ter 50 annos; quando anda
arsla os res ; le:n u beigo inferior um tan-
to cabido ; levou vestido de chita rouxa;
chama-sc Anglica, e fugio no dia primeiro
do margo prximo passado : quem a pegar
leve-a rua do Itangel, n. Mj quo ser re-
compensado.
Fugio, no dia 7 do corrento, o cabra
Liandro, de estatura regular.cabellos eres-
_ ----------, _v H ^, *ii,^,
temo no do pescogo saliente, descarnado
do rosto, alio e com principio de barba:
Francisco, pardo-escuro, de 20 annos, alio,
sem barba, vistuario de riscado americano ;
lem o dedo grande do i radiado de golpe :
Andr, alio, ebeio da cara, cabello crespo ;
tem um dedo de um | cortado que nao tem
uuba, levou caigas e camisa de riscado
azul americano ; usa de um cinto de 13a de
tapete : suspeita-ae terem-se transportado
a titulo de fonos para qualquer provincia
do norte, principalmente do Cear, d'onde
tinham ido para aquella mesma cidade do
Rio-de-Janeiio. Roga-se as autoridades po-
liciaes e outias quaesquer pessoas, toda a
vigilancia sobre a captura dos menciona-
dos escravos,gratificndose generosamen-
te a quem os mesmos escravos descubrir
conduxira esta cidade, na rua <:, deia de
S -Anlonio, n. 25, e naquella corle do Rio-
de-Janeiro, na chicara do Catumby, na in-
dicada casa cima, ou na rua da Alfandega,
n. 39, ao Sr. commendsdor Joo Ventura
Rodrigues.
Fugio, na madrugada do da 6 do cor-
rente, urna escrava crioula, de nome Feli-
ciana, que representa 30 annos, de altura
regular, bem parecida ; tem algunssignaos
de chicote pelas costas o urna queimadura
de fogo na mo esquerda : levou vestido
urna saia de ganga azul por baixo do vesti-
do da mesma ganga o camisa de algodSo-
zinlio com a letlra F junto ao talho: quem
o pegar leve-a ao coi tumo das Cinco-Pon-
tas, n. 18, quesera bem recompensado.
Fugio. no dia 12 do passado, pelas ^9
horas da noite, o preto enedicto, crioulo,
que representa ter 24 annos, de altura re-
gular, sem barba, cara redonda, olhos car-
rancudos; tem os ps (ortos, e he cambado
de urna perna ; levou caigas e camisa de
riscado eeslj rota, o bonete; quem o
pegar leve-o a rua da Cadeia do Recife, n.
51, que ser hem recompensado,
-- Fugio, em das do" mez de feveroiro,
urna mulatinba de nome Marccllina, mas
talvez lenha mudado de nome, como cos-
tuma, de 13 a 14 annos pouco mais ou me-
nos; he secca do corpo, cabello corrido;
tem nina quebradura no brago esquerdu
que ficou muilo fino, por ser mal encana-
do, todo esfoladoe coro a pelle foveira no
lugar da quebradura ; levou saia de chita
branca com palmas encarnadas, e urna sua
na na do '.} anuos, de nonio Antonia, vesti-
da com camisa de liscado azul : quem a
pegar levo-a rua do Jardim, n. 42, que
sera recompensido : a.-suii como se pro-
testa com todo o rigor da lei contra q,.em
a tiver oceulta
PlSN. :R4 Tve. pbm. t. DB mi.-ltt50
MELHOR EXEMPLA


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