Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06249


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Full Text
m
*
*
Anuo XXV
Sabbndo 18
PARTIDAS SOS COB-MIOS.
Guia ma e I'arahiba,segundas e sextas-feiras.
KIo-Grande-do-Norle, quintas-feiras ao melo-
da.
Cabo.Serinhacm, Rio-Formoso, Porto-Calvo
Manei. ao l., a 11 e 21 de cada mea.
Garanhuos e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, as quintas-felras.
Ollnda, lodo* os das.
mii mt
XDES.
Phsisb loa. Chela a 4, 1 h. e32 m. da m.
Ming. a 11, sll h. e 13 m.dain.
Nova a 18, s 3h.cl3m.da t.
fresca25,s 2h.e36m.da t.
TKtlHAK DI HOJE.
Prlmelra as S horas e 18 minutos da manli.
Segunda as 0 horas e 42 minutos da Urde..
de Agosto do 1849.
N. 182.
MECOS DA lUBSCmrOAO.
Por tres mezes (ada lados) i
Por seis inezes 81
Por uui anno 15/000
DAS SA SKJCAWA.
CAMBIOS Wl'M AGOSTO.
13 Seg. S. Helena. Aud. do J.dos orf. e do m.da 1.. ,nnAt 951 /, d. por 1/000 rs a 60 das
14 Tere. S.Euzeblo. Aud. dachanc.do J. da l.v. Sobre Lona
do clv. e do dos feitos da fatenda.
15 Quart. ** Ajsumpcao deNossa Senhora.
16 Quii. S. Roque. Aud. do J.dosorC c do tu.
da 1. v. ,
17 Sext. S. Mamede. Aud. do J. da 1. t. do clv. e
do dos fritos dafazenda.
18 Sab. S. Clara de Monte Falco. Aud. da Chae, e
do J. da 2. vara do crimr.
19 Dom. S. Joaqulm
Pars, 380.
. Lisboa, 115 por cento.
Otro.Oncas hespanhors.,...
ftloedas de 6/400 velhas.
. de (SHitf novas.
de 4/000..........
Prata. Pataces brasllelros......
Pesos columnarios......
Ditos mexicanos.
3I/W0 a 31/500
17/200 a 17/400
16/200 a I6f400
0/200 a 9/400
1/990 a 2/OKi
1/WH) a 2/010
1/900 .1 l/20
DIARIO
PERIXAMBUCQ.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 16DF. AGOSTO.
Oflicio. Ao rommandante da prsca,
mandando prem liberdado a Ignacio Mano-
el Vegesque seacha recolhidona fortaleza
das Cinco-Ponts, visto ter sido despronun-
ciado pela relajo do districto.
duo. ao inspector da thesourana da
fazenda provincial, para que envi com ur-
gencia uma relaciio nominal dos deveilores
.lo imposto de sello, herancas e legados, e
outra dos da decima de pre.lios urbanos,
rom declasacSo das providencias dadas para
a cobranca dessas dividas, e do estado em
que ellas se achato.
Dito. Ao capillo do porto, ordenando
promova o engajsmento de tres marinhei-
ros e oilo grumetes que silo necessarios pa-
ra a lotscSo do brigue-escuna Canpo.
Scentiucou-se o coniniandatite do referido
brigue-escuna.
Portara. O presidente da provincia,
usando da aitrbnicio que llie fui conferida
pelo decreto de II qe Janeiro do corrente au-
no, te.n resolvido ionceder amnista, em
nomedeS. M. o Imperador, so tenente-co-
mncl reformado da guarda nacional Joa-
quim Coocalves Guerra pelocrime derebel-
li9o, ulumamenie commellido nesla pro-
vincia. ,
K cata sua resalva se Ihe passa a presente,
em viriude da qual jamis ser processado
pelo dito Crme.
Dita.O y "-nte da provincia, julgando
contraria a b<_. ,..-ca do porto e a flscalisa(.o
dos Impostas geraes e provincia, a dupla sa-
bida centrada que offereceo i-iesiiio porto para
as pequeas etnbarcaces, resolv o seguinle :
Arl. 1. Flca vedada a sabida e enlnda de
quaesquer embaresces pela denominada bar-
reta, qual ser trancada por mel de corren-
te de ferro.
Art. 2. O art. 20 do regnlamento de 19 de
inaio de 1846. que vida a sabida do porto a
qualquer navio mercante drpola de entrar o
sol. 011 Antes desle naseer, he applicavel s ca-
noas, lanchas, jangadas, e quaesquer oulras
riiibarcacoes semrlhantes ; os contraventores
incurro iu na multa de que trata o arl 19 do
iiicsmu regulaineiito.
Art. 3. O capllo do porto Tica cncarregado
da execucito de*ta resulucao.
Palacio do governo de Pernambuco.'Jli de
agosto de 1849.Honorio llermilo Carneiro ario.
-JExTfcfllOtt.
REPBLICA FftANCEZA.
' 0 MAL 1)1 MTUArAO.
Paris, 21 de ju.1/10 di 1849.
Assim como eni um homein a desproporco
entre a iiiiagiuacao ea rasu, entre osdesejos
e es li.'iliin, gei 1 a impaciencia e o enfado.
assim lambe01 un povo he inquieto, agitado e
desgranado, quando se rompe o equilibrio en-
tre neo carcter e suas iiiMltuices, entre seus
Insiinclos naturaes esuas lels presentes.
Uma coustiliiico deve existir antes de ser
escripia. Islo he, as necesidades, oscoslumes,
os habito*, as paindes e ale; os proprlos delei-
tas 'la naciio limaiii j nina le, a qual os le-
gisladores uo ileveo fn/.rr mais que copiar.
As constituyos nao fazein as sociedades ; pelo
contrallo, siio fe has pelas sociedades, eo ge-
nio de un povo deve ser a origem de suas leis.
IufclUmciite nao l.e isso o que se d enlre
mis i nossas luzes estilo longe de se acharem
ao nivel de nnssos dircltos ; as hberdades que
conquistamos.em 34 de leven i 1 o, chegam para
pagaras conquistas de duas geraces, e nao
sabemos seo uso uu dlreilo acabar por dar-
nos as luiet e virtudes que reclama; mas, seja
oqttefr, einquanlo este resultado nao tiver
sido prnduzido, o uso nao ser senao um abu-
so, o direito senao urna llcco ou urna lyran-
m.i, a lilu'i'dade senao urna dilaccracio per-
petua entre a licenca e a dictadura. O eslada
republicano, c por elle entendemos aqui a de-
mocracia pura, porquanlu repblicas leeiu
lisvido mais aristocrticas que as luouarchias
sbsolulas, nilo dever ser, imporU quedisso
fiquemos convencidos, se uo o coroainenlo, e
recompensa da sabedoria a mais adlanlada c
das luzes as mais geraes.
Vamos agora ao ponto principal. A educa-
cao d pavo leui por' liui habiliu-lo para que
o governo passe um dia para suas inos; mas
ui um palzem que alada se contain oito mi-
N'nri de homens que nao saben lr nein es-
ereter, a naciio inteira ainda no est certa-
ineiiieapia para una democracia lllimltada.
Km 1848 o povo pela tercelra vez tomn parte
em uma revolucan. C pela tercelra vez qulx
reinar. Km 92 elle prevaleccu um momento
sobre o resto da asesti e todo sabein a sangui-
nolenta confusas em que A Franca cabio. Km
jnllio de 1830 Lie revendicou urna parle da
victoria; mas Mr fin foi vencido. Os vence-
dores coimiielivam urna grande falla ; endu-
reccram-se demasiadamente neste triumplio.
liles le 1,1111 drfldo trabalhar mais em esclare-
cera classes inferiores, em fartlflcar uellas o
sentiinrnto mural, porque deste modo lerlam
preparado a si a euiancipaco, sssefrando o
scu repouso c do estado. *
Em fevereiro de 1848 a inaccao da populacao
eixon cahlr o hrono, e o povo creu ter ludo
Muieio, p0| |ue queliuou impunemente a
'dclra de bra ;u em que o monarcha se seu-
""va. a soclr lade sorpreendida Rcoil por
vou pelo menos que a forrea nilo eslava des-
te lado. Com elTeito, a nacflo ganhou outra
vez o terreno que tintn perdido; mas, como
o principio democrtico fe irrupcSo em
nossas leis, sem ter penetrado em nossos
costumes, asiluaeflo permanece rinda bas-
tantemente complicada. O direito e o fac-
to combatem-sr; a realidsde luta contra a
verdade; o genio e o carcter nacional pug-
nam com a le escripia ; e a nagSo prece-
se com um. guerreiro carregado de armas
estranhas, o qual nilo se pode mover livre-
mente: quando ella falla nilo diz mais o seu
pensamento.
VolUremos ainda sobre este grave as-
sumpto e limitar-nos-hemos a consignar
aqui os rotos ardenles que fazemos por vOr
a sociedade, agora que tem reconquistado
suas posicoes, fazer consistir desta vez o
mais bello prego de sua victoria em propa-
rar o melhoramento moral e intellectual
das classes operaras.
Humalo sem
povo foi alad 1
efeusao, e durante dous mezes
rei.
A lei iIhs causas se loma a achar sempre.
ojiumeroe a gnorJucia nilo polem gover-
"sr um imperio; e a ordoin que nSo hi ou-
tra enusa sei.Ao lieos, mesino nos negocios
.dest mundo, abrevara si uma passagem e
min a appareor eedo ou larde sem que
?' "'" possa resistir. O >a 13 dejunlio
"o I8t9 luinnu a collucar as cousas em sua
*"rCu regular. Elle poji n as especan-
>s de doinini(lV) enlreiiJas na muir "
Je sena abnininaveis corlezSos. Elle
A POLTICA DA IcSGl.ATF.RIU A'CERCA DO
TRAFICO DE ESCRAVOS.
(Correspondencia do Wittr Zeitung, gazeti
allemuaj
Como Vmc. pedio-me que Uto dssa al-
fuma noticia das medidas tomadas pela
nglaterra para a suppressflo do trafico de
esersvos, visto que as publicadas pelas ga-
zelas inglezas eram taes, que ninguetn po-
da nellas confiar, vou referr-lhe alguns
dos factos que, durante os mezes pussados,
chegaram ao mcu conhecimeulo, e creio
que ellos o habilitarilo a fazer uma ideia
clara do estado das cousas, assim como da
seguran en de vida o de proprieJadn do que
gozsm os individuos que conimerciam ties-
ta parte da costa.
A Fame e o Saijmour-Taylor, dous navios
ingle/es que em oulubro de 1848 deviam
ser enviados de Serru-I.(ta para as Indias
britannicas occidentaes, carregados do qu*
aqui chatram emigrados livres perma-
neceram nesle porto por inuis de quutrn
semanas, tendo a bordo utn numero de
emigrados nu escravos que par* el les f-
ram mandados logo depois de sus rhcgaJa
A raso desta demora foi a impossibilidudo
de arralijar o numero completo do que os
luglezi's ss comnraiem^qjimar pasMgei-
roS. llavia em verdade um grande nu-
mero destes passageiros no pateo real dos
escravos, porm clles recusavam sabir da
frica, e a despeilo de uma distribuidlo
liberal de manjares e bebidas, somonte mu
poneos poderam ser induzidos a ir psra
borJo. Todos os meios empregados fram
inuleis, e como os navios nilo podan) de-
morar-se mais lempo, um lote lo negros
sullicielitns para completar a carga fra n
vestidos a ingleza e marcharain para bordo
no meio de urna gratule escolta de tropa.
Os rapazes o as raparigas de C a 12 anuos
jlinliuin sido embarcados como emigra-
dos livres. He dillicil de conecher-se como
se conseguio fazer que estes meninos po-
;|. s-cni entender o objecto e a tnatieira de
sua emigiacflo.
Navics inglezes enlram frequentemenle
no porto de Serra-l.cOa carregados de ne-
gros, os quaesiliz-so que ve 11 voluntaria-
niente; [entretanto o? mais robustos s3o
sempre escolhiJos |>*ra o servicu de S.
M. Ellas silo vestidos e enviados a servircm
nos regitnento8 das ludias orientaes e occi-
dentaes. Esto processo lio denoininailo ~
engajamento livre--.
Mais de 300 escrav 9 que recusaram abso-
lutamente embaicar, f'irant ullimaineute
levados para una aldeia perto tlaSerra-
Lea, mas fugiram todos na prlroeira noilo
que linham de passar em siia nova moraila.
Sua fgida podo atlribur-s a lerem sido
encarecrados no paleo dos escravos por
muilus inezos, tratamento i-st-j que uo
pjdem supporlar. Quanto a colonisaclo,
elles ignoram ititciramctue o que esta pala-
vra significa.
Presentemente esl-se investigando a
conducta de um inspector, o qual parece
diminua as rasOes dadas para os o.-eravos
de melsde e mais, entretanto que ia apro-
priando os lucros deste infame procedinien-
to a seu proprio uso. O doutor l.awson,
medico eminente, por queni o exatne foi
feito, schou que por mais sadios e robustos
que os escravos estivessetn quando desem-
barcavam de um navio negreiro, tornuvam-
se magros e fracos equeixavam-se do d-J
res nos intestinos, apenas passavam algu-
mas semanas nos pateos dos escravos. A
mortaudade tem tambem augmentado a um
ponto temivel. No decurso do esatnea-
choo-se que o contrato que o governo li-
ulia feito com Mr. C. Hedda para o lorueci-
tnento de arroz nSo linha sido nunca posto
em execuco, porque o inspector costuma-
va susleutar os escravos com alimentos in-
feiores, guardando o lucro para si.
A pratica de levar o* escravos para Serra-
I ea augmenta os seus soll'i nclitos. A via
geni da costa baixa para este porto he multas
veies mais langa do que para o Brasil, e j
aconteceu que um navio que foi apprehendlo
em distancia, pouco mais ou meaos, de 60 mi-
litas de um porto brasileiro, e foi trasido para
SerVa-Lca. Islo caua multas mortes a bordo,
poique us orgrelros, tendo perdido lodo o in-
terese na cavga.so mui negligentes a respeito
das iiecesjldades dos escravos em seu iraus-
norte para um porto Inglez. -ullos dos escra-
voajiauuein sao morios e ferldos pelas balas
lo! avos l.ritaunlcos, porque os marinheisos
inuieies ancio>os de se aposnarem dos navios ne.
ur'iros aliraiu sobre riles bandas iuleirasde
molralha O premio he calculado a mu uu-
jpecan- lu r Cabr(a: no importa que os negros se-
UlldO,' vitos ou morios : e quanto *o uavto, ol
Hepr he queimado oU despedafasao denois de |
sua ebegada praia, os marlobelros st> cuidam
em suas toneladas.
He por isso que nio se faz menean destes
lacios as gazetas inginas, e Joao U11II lisoa-
gea-se de promover os fios da piulantropia com
o dinheiro que despende para a supprtssao do
trafico.
Em verdade ptVIc-se perguntar qual lie
intenQSodss nsqOes da Europa em deixs-
rem que a Inglaterra suppriraa deste modo
o trafico, entretanto que vai proseguindo
em seus propriosfins? E he justo que con-
corramos para taes procesaos que nilo pro-
tegem os Africanos, e que por urna serie de
vexaedes arbitraras pOem.om perigo a*j vi-
das e propriedades dos individuos que com-
mirciam na costa t
E porque? Smente porque a poltica da
Inglaterra exige o aniquilamento do com-
mercio do Brasil, de Cuba e oulros paizes ;
posto que suas colonias da India occidental
sejam sicriltcadas posse das Indias orien-
taes. Seas populaees da frica devem re-
almente ser beneficiadas he necessario a-
uoptar um syslema inteiramente diferente,
o qual poderia talvez em 25 anuos fazer o
3ue o actual syatema nBo tem feito pelas
lias populaces nos SO anuos passados, e
que est mui longe de fazer agora.
( ffptfa.)
Correspondencia.
UM TRIHUTO A' VIRTUDE.
5rs. reductorn. Se ainda hoje o nome
do ex-barlo de Itam'arac he proferido com
doces recnrdacfles, nSo foi outra a origem
do que o desvelo constante quetomava pe-
la sorte da bumanidade, ja como magistra-
do intellgente e probo, j como homem
verdadeiro religioso, pois que nilo cessava
em procurar necasioes que podesse aer-lbe
til, nutro boje se aprsenla revest lo de
iguaes viitudes, e para que Ihe tribute os
levidos respeilOJ, nos folgamos em publi-
car 0 seu nome.
Un o Sr. J080 Xavier Carneiro da Cunbs,
administrador do consulado geral dePer-
namliuco, que, alm da Justina que admi-
nistra aos seus empregados e partes que a
elle recorrem, de mais a mais tem-sede-
dicadom iironiover o quanto pode o bem
il mesma>umanidadt', o assim, tendo elle
scieiiciaiie que na provineia do (rilo-Par
exista medicinal planta Matuinul,
matiil.i immcdialamenlo buscar, ctodos
i|ti pailecem lio pulinfio distrihue gratui-
tamente. Oh e qttaiilos homens lia em
l'eruaiiibuco que a nalureza os teem dotado
de meios necessarios para taes omprezns,
e o que teem elles feito .' Basta. Breve te-
romos a satisfazlo de apreseutar ao publico
um catajogo de uomes anude o mes.no ve-
r o numero de pais, de esposos, fllltos e ir-
mios,os quaes iievem a sua existencia,bai-
xo do Dos, aos esforcos de um tal cidad.lo.
Srs. reilactores, praza aos cena que os
homens, reconbecendo a gloria que esta re-
servada a aquulle que a sabe apreciar, imi-
te m,epraza os reos tambem que todos quan-
los 1 ossuom estabelecimento igual ao seu
com franqueza e lealdado publiquen! os vo-
tos sinceros.de urna pora gralidlo, quaes o
do seu muifb grato criado
O rtconhecid.
Rublicaco n pedido.
NA 0011 DA VIVEZ.
Jaculatoria tiera.
1.*
Vaso ila morte,
O' fnebre urna,
Tilo expressiva,
uilo taciturna ;
2.'
Eu tinaugiiro,
Arca sagrada,
Em li conlendo
Acinza ainada
:i,
Da exposn extincta :
Na ierra objecto
tnico e santo
Do meu aflecto :
4."
Na dr extrema
Do meu martyrio,
Por um arroubo
l)u silo delirio,
5.*
Eu fui, cu mesmo,
Quein le busquei ;
No ermo aposento
Te colloquei :
6.'
Para, em ininli'ul.ii.
Sempre avivares
Ajusta ideia
lie meus pezares;
7.'
Contra do lempo
A frga infrene,
D'< mgoa seres
Fonto perenne;
8/
Que smpla renov
Fina a saudade
Da luctuosa
almila orphanda Je :
Ped a esposa.....
Ai.'. Urna t islo !.,.
Sdella o resto,
Em ti, existe:
v
l
10.
Eu te saudo.
Te beijo e amo,
De meus suspiros
Crato reclamo ;
11.
Sempre a leu lado,
Sempre a ti junto,
Viuvo, emquanto
Nflo Mr defunto,
12.
A dr gustosa
De le abracar;
E com meu pranto
De le lustrar,
13.
Buscarei sempre,
Por toda a vida,
Vaso da morte,
Urna querida.
Por Inte. Paulo Dia Jorge Pai.
)
VARIEDADE.
CI.ASSIFICACAO DOS HABITANTES DA
TEItliA PEI.A BEI.IClAO.
'7Viiilii:iiio da Revitta de Kdinurgo.,
Relrgiilo he o conbecimento da iivindade
o do culto, isto he, dos actos internos e exter-
nos com que a mesma ilivindade deve ser t>-
nerada, implorada c aplacada. Em todos os
povosantigos c modernos se aclia a rcligiSo
em algum dos Ires estados seguinles, a
saber :
Primeiro, no esladopnro e primitivo :j
na primeira dado a Putriarchal ou tradlccio-
naria, manifestada por Dos a Adlo e nos
patriarebas, o conservada tradiccionalmen-
te at Movss; j na segunda, a mosaica ou
escripia, manifestada por Dos a Moyss, e
por elle escripia no Potitatheuco, e que
aturou dpsde Moyss al Jesus-Christo; j
alfim na terceira, a religilo cbrisla, mani-
festada por Jesus-Christo, pregada pelos
apostlos, e que se tom conservado sempre
pura a inalterada na igreja eathoUcs-apoi-
tohea-romana, na qual a>sim aturar al ao
(m dos lempos.
Segundo, adulterada pelos bereges do an-
t'go testamento, v. g. Phariscos, Saduceus,
etc., ou pelos do novo testamento, v itrio,
Ncstorio, /.utilero, Calcina, etc.
Terceiro, einlim, perdida ou totalmente
desfigurada pelos idolatras auligos o mo-
dernos. Desenvolvamos estas ideas o pro-
curemos classiflcar o genero humano por
sua efeoca religiosa, e Segundo os tres es-
tallos de rcligiilo pura, adulterada ou desli-
gurada.
A persuasitn tle que existe 11 ni ente supe-
rior que vela as acr;09S humanas, e que re-
compensa segundo silo linas c ms, be geral
cm lodos os liotnens, e por IssO lie geral em
toilosa nianifostacSo de acalamenlo a osle
ente. I'nitn o esperito huiiiaiio.aliandoiiadt/
de guia verdadeiro, ileseiicaniiiilia-si) rnfin
facilidade.e anida com o Intento de seguar o
camiulio seguro, abysma-se. AsideiaSflusl
caila povo ou socio.lado faz de Dos, de/seua
ultibulos o das leis divinas eslabulectem a
sua reIii;iIo : 08 actos exteriores 0On que
patntela os pensamantos religioso^ fun-
dain o seu culto religioso.
As diversas rcligiOes | i'iJeni di^idir-sc
em iloas classes :
A primeira abranga todas as que teem
por base n existencia de utn s I) eos crea-
dor, moderalor e conservador do lodas as
cousas'.
A segunda, as quo se afastam desto prin-
cipio, admiltindo mais de utn Deo/s t. gran-
de numero de absur.los. /
lasse.
nilo liouvo
Ao lempo
imeiro ho-
tuein annunciando-lhe de antemfio os males
que sobre elle e sua geraQio roiucidiriam,
tambem lile 1 romellia 11111 Itedemptor, que
Ihe abrira o caminboda bemaoenluranQa,
! ssado pela culpa commettida. Ilecorrerara
as idades e com ellas augmenllaram a tal
ponto as maldades dos humen*, que a Pro-
videncia descarregou sobre elle; o castigo
do diluvio de que s preservou a familia de
No, porque era justo. De entre os Jesceedcu-
les deste justo,escollicii a uiodn Altissimo
um povo de que devia sanr o Kedemptor pro-
mellidojesti! povo foi o hebreo,a q uein Daos
directamente deu tima le, prescreveu um
culto. Asaitn,ein quanlu as oulras na(0cs da
(erra traballiavam as trevase auVlavam va-
gando s cgas de abysuio cm asysmo, do
labyrinto em labyriniho, a nacSb"predesti-
nada linha itenerario seguro tror onde se
encaininhar, nos preceUos do declogo que
Moyss llie rnmiiiuiMcra da parte do Allissi-
e uos livros dos propheuu e nos outros
livros sagrados linha a liistoria do futuro, e
marcada a poca cm qire as divinas promessas
se cH'ecluariain, Mas estsV.nacao, falta de gratl-
d.-io, que por tanta* veze linha desconbecido
a lei divina, ao s nao recanheceu no lilho
de Dos o Mcssiasqueos prorabeUs Ihe tinhain
predito, o Christo fundador Ida lei di graca e
redeinptor do genero buinaio ; mas foi ella
mesma queui consinnuiou o Vacrilicio lio-
mein-lleos, epoz assim tVinoV suas perfidias
fugraiidiies. O castigo j Ibe eVava prophe-
lisado, a ruina do suas cidades/e leinplos, ,1
dlsperso pelo mundo, c o despiezo universal
foi a consequeucia do crlnie das Judeus que,
no meio de sua desditosa situaco, perinaae-
ceiu 11a pe tinada ; e, descoulif cendo o verda-
deiro Mcsslas, ainda boje esperam o que elles
suppdc que deve vir. Estes individuos que sao
os descendentes de povo hebrea espalhados
pela superficie do globo, he que prfessa^n o
judaismo que st divide cin dill'erentes senas:
sao ellas : a d* lalmudiilus, appellidados lam-
bn rafriiiaiA.il, em raso do seu respeilos
declsdes dos rabblnos doutore da sua le, <
pelo (almud que he o llvro em hue ae eneer-
rain as suas crencas.
Os ekasidim ou JuaVu saltadores, ou ItMHHI,
que sao uma subdivIsSo dos MmuWlsto. que
se formn em Miedzvvorz na Ukraola, entre
os anuos de 1760 e 1785. Os caetas que rejei-
lamas tradieciVs e dillerem em alguns ritpsdos
rabbinlcos, estao reduzldos a poneos militares.
Os rcekabi'itar, que vivein lndependente em
tres oasis perto da Meca, possuein o Penta-
theuco, o* livroi dos reii, de Isaas, Jeremas
e alguns outros prophetas.
duztdoa hoje a 200 Indivld
Os siimariMri'u, rc-
uos que vivein cm
Naplua Jalla. s ludtusdo Malabar. O malor
numero de Judus vive agora na Europa,
principalmente nos impelios runo, austraco
e oltomano; na Asia, neste ultimo imperio,
na Arabia, na India e oulras reglfles ; na fri-
ca, as regles do Nilo e do Atlas. Nao sabe-
mos queexistam na Oceanla, e na America sSo
UluitO poneos.
Jesus-Christo, lilho de Dos, nascido de uma
vlrgem, e cuja vinda fra promettlda ao pri-
meiro lioineni, e prophetisada com lodas as
circunstancias do seu nasclmeuto, vida e mor-
te ao povo judaico, fundou a sua Igreja c deu
aos liis christos na le da graca o remedio
da sal vacan, deixando, depois de subir ao eco,
por seu visarlo e cabeca vlsivcl da mesma Igre-
ja a San Pedro, principe dos apostlos, que
ful bispode Roma, e cuja aqtoridade trans-
mudo por sua morte a seus successores, per-
petuandu-se na igreja, cuja duracao anegara
al ao hu dos tempoi. Os concilios geracs
compostos dosblspos successores, dos aposto-
Ion, c de unlo e aecrdo com os suinmos pon-
tfices, bispos de Roma, successores de San
Pedro, caberas vislveis da Igreja, e por elles
ou por seus legados presididos, teem voto de-
cisivo e inlallivel em materia dogmtica. O
ultimo concilio geral foi o de Trcnlo.principla-
do em 1512, e terminado cm 1503.
[Con(iauar-M-li SeS
.5
-SO,
ALEANDECA.
Rendimentododia 1".....t0:103,757
CONSULADO C.ERAI
Rendimenlo do ciia.tT....... 9:871,707
Diversas provinch." ...... 59,897
2331,fi0
CONSU1 \DO PROVINCIAL.'
Ri-nlimetito do dia 17 .'.... 1:308,801
lovimento l< st*orto
Navio s 1 hi,lo no da 17.
Lisboa Brigue pnrttigu"Z Tamjo-1, capi-
tn Marioel de Oliveira Faneco, cargn as-
sticar, 'couros o arroz. Passageiro, Joa-
quirh Silverio do Souza, Brasileiro.
mmmmmmmm
KDITAES.
Principiaremos pela primeira c
Desde o cometo dos seculos
sctiSo una reiigiilo verdadelra.
que Dos puna u | eccado do pr
Pola inspectora da alfandega se man-
da rasar publico, para conhecmento de
quetn intoressnr, e parlieularmento dos
tneslrcs e pnlresile eatias o barcacas, as
segitintes ilisposiQcs do regulamento de 92
ilejtinlio tle 1836, 00 aviso do. ministerio
da justica de 18 de fevereiro de 1837, que
Iralatii e delinem as obrigacAes das barcas
escaleres de viga dos ancoradouros, o*
quaes so acham aulorsados a empregar
moios d torca, quaodo de outra maneira
nilo possam conseguir as diligencias que
Ibes silo incumbidas a bem da liscalisaco
da iilfaiiDga : o que se manda publicar niin
s para fazer cessar o abuso com que os
mestres das hatcacas o canas queentrain
nu saln'iii ne-.iis porto, recalcitran as refe-
ridas chamadas ila barca de viga, e mitin-
\ e/es conseguem evitar de seren examina-
das, como para que nSo apparecam qucixas,
se porventura alguns actos de violencia,
aulorisdas pelas leis, frein empregados
contra os relucanles.
Alfandega, H do agosto de 1849.O ins-
pector, Lui3 Antonio de Sampaio Vianna.
do art. 1-29. NSo consentir, senao
nos termos dos arts. 135 e 115 3o, commu-
nicacSoalguma com a trra, ou com oulras
embarcarles do guerra 011 mercantes, 11.1-
ciiuiaes ou eslrangeiras, as ambare lefjes em
qu-iiviiiona e franqua, antes oii depois da
visita, nem as que estiverem cm descarga;
poilcndo chamar falla, mandar ambaro
perseguir os escaleres, lanxas ou barcas
quaesquer quo passarem pelos anroradoti-
rs, e que se Ibes fizeretn suspeitos, nao
consentindo que os barcos em dn*earga jun-
to s embarcac,o* sejam atracados por ou-
tros barcos.
$G\ Empregar a frca i sua disposicCr!
para se consoguir a plena execuco do re-
gulamento do porto, liavendo-so todava no
uso della com cccumspeCQSo e prudencia ;
commettida a barca, esca-
e ancoradouro, por furria
ilio s fortalezas e barcos
es. '
AVISO.
lllm.efxm. Sr. Leveiao conhec-
mento do tjegente em nome do Imperador o
Senhor D/Pedro II o olllcio de V. Exc, da-
tado do jl de desembro passa lo, com as c-
j'i-s a olllcio do inspector da alfandega
lessa (Cidade, e parte do respectivo guarda-
mr, rqlaiiva ao desembarque de goueros
de bordo do paquete inglez Seagul, que
acabava de chegar ilos portos 16 norie, e o
mesmo regento, inteirado de to la as cir-
cunstancias qjo occorreram por occasiSode
querer a barc4 de vigia evitar um tal contra-
bando, msnd/a participtr a V. Exc. que nes-
la dala se aiem reparlicSo dos negocios
estrangeiroi as convenientes commumea-
cfies.aiim/eexigir-se, por all, do miuu-
tro ploniuratonciario da Grn-Brelaulia, aqu
e no caso de
leres do roni
maior, pediif
de guerra nacij
1

I
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k ITIi A r\/\


'
t
residente, as indispensaveis providericias
pira que actos 18o oflensivos ssloisdo paiz,
e contrarios ao acolhimento que aquella na-
cSotem sempre encontrado no Brasil senlio
ri'iiroduzam, o que entretanto cumpre a V.
F.xc., para os evitar tambem para o futuro,
faier recommendar aos ofciaes encarrega-
dos de qualqucr diligencia, de obstar aos
contrabandos e extravio, como no caso pre-
sente, que seu-gulem nella pelas dispusi-
eres das leis, navendo-se rom os resisten-
tes pela forma quo os intonsa o artigo 118
do cdigo criminal, e prrndendo os delin-
qtirntes em flagrante delicio, como Ihea
presrreve n artigo 131 do cdigo do proces-
*o criminal; e aos respectivos magistra-
dos e promotor publico que procedam'pe-
los meios legaes contra os criminosos,
seja qual fr a naci i que pertencam,
s coni a ditTerenca de deverem ser re*
met idas os proceasos dos subditos bri-
tannicns ao respectivo juiz conservador.
lieos guarde a V. Exc Palacio do Rio de-
Janeiro, en 15 de favereiredr 1837 Gut-
lavo Adulfo de Kguilar Pantoja. ~Sr. presi-
dente ila provincia da Babia.
Conforme O escrivSo, Lumachy.
Pela inspectora da.alfai.dega se faz pu-
Miro me, no dia 18 do corrente mez, ao
meio-da, e na porta da mesma alfandega,
se hSo de arrematar em basta publica SO
latas com sardinhas em conserva, por factu-
ra urna 1,000 rs., total 50,000 rs.; lOOmeias
ditas com ditas, por factura urna 500 rs.,
total 50,000 rs.; impugnadas pelo-amanu-
ense JoSn Athanasio Bntclho, no despacho
sb n. 378, sendo a arrematac&o subjeita a
direitos.
Alfandega de Pernambuco, 17 de agosto
de 1849. O inspector, /.Na Antonio de Sam-
paio Vtanna.
O lllm. Sr. inspector da thesourarla
da fazenda provincial, em cutnprimenloda
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
desta data, manda fazer publico que nos
dias 21,23 o 23 do corrente, ir a praca,
perante o Irbunal administrativo da mesma
thesouraria, para ser arrematada a qu-m
por menos flzer, a pintura da ponte deSan-
to-Amaro-Jaboalflo, sb as clausulas espe-
ciaes abaixo transcriptas e pelo preco de
290,000 rs.
As pessoas que se propozerem esta arre-
mataco, comparecam na sala das sessOes
do sobredilo tribunal, nos dias cima men-
cionados, pelo weio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandn afiliar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Thesouraria da fazenda provincial de Per-
nambuco, 8 de agosto de 1849.O segundo
escripturario servindo de secretario, Fran-
cisco Antonio Cava/cante Cuunciro.
u Clvenlas especate da arrematnedo.
1." A pintura da ponte de Santo-Amaro-
JaboatSn ser feita sb as condiccs e do
modo indicado no oresmento apresentado
approvacilo do Exm. Sr. presidente da
provincia, pelo preco de 290,000 rs.
2.' As obras princfyiarfio no prazo de
fuinze dias, e acabarlo no de um mez, am-
bos contados em conformidade do artigo
lOdn regulamenlodas arrematares.
o*3.' O pagamento da arrematacSo reali-
yar-sc-ha depois de concluidas as o tiras e re-
cebidas pelo engenlieiro.
4.a Para tudo o mais que nSo est de-
terminado pelas presenteclausulas srguir-
sn-ba inteiramente o que dis^Oe o regula-
mento mencionado de 11 de jilio do 1813
a Gallineto doengenhviro, 19 Juluo de
1819. engenheiro, J. L. fVor Lieu-
Ihitr. V
O lllm. Sr. inspector da IhesourVia da
fazenda provincial, em cumprimento'ydas
ordensdoExm. Sr. presidente da provin-
cia,de 7 e 8 do corrente, e em virlude da la
do orcamenlo vigente, artigo 42, manda fa-i
zcr publico que, perante tribunal admi-
nistrativo da mesma thesouraria, se hiio de
arrematar nos dias 21, 22 e 23 do corrento
por venda, a quem mais der, os proprios
provinciaes abaixo declarados:
(i sitio na estrada do Esninheiro que foi
de SehasliSo Jos da Silva Rraga, avallado
em 3:0oo,(ioii rs.
Ositio do jardim botnico na cidade de
<>' ii.la, avallado em 2 000,000 rs.
As pessoas que se propozerem esta
arrematadlo, comparecam na sala das ses-
sOes do referido tribunal, nos dias cima in-
dicado, pelo nieio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandn adixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial do Pernambuco, 16 de agosto de
1819. O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciaca.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial, em virlude da resolucSo
do tribunal administrativo, manda fazer
publico que, perante o mesmo lribunal.se
ba de arrematar nos dias Si, 22 e 23 do cor-
ente por venda, a quem maior preco otTe-
rrrer, o ferro da grade velha da ponte d
Jta-Visia, avallado a 3,600 rs. o quintal, e
e sOb as cmdicOes abaixo transcriptas.
As pessoas que se propozerem esta
arrematarlo, comparecam na sala das ses-
sOes do sobredilo tribunal, nos dias cima
mencionados, pelo meio-dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se msndou adixar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 16 de agosto de
1849. O secretario, Antonio Ferreira da
Annnnciaedo.
CondicOet especiaet
" i A base da arrematar-no do ferro da
grade velha da ponte da Boje-Vista ser o
preco da avaliacSo, segundo* termo res-
pectivo, a tres mil e seisceott is o quin-
tal, livre de despeza de rcSactlo Me peso.
2' Oarre.intanleseapresen taraiolu-
gar indicado para receber ofwro queVJor
xtrahido, sendo previamente avisado pelo
arrematante da nova grade, ou por esta ad-
ministra cao.
A remocSo e prso do ferro ser feita
do a entrada e sabida de quaesquer embar- I Para o Rio-de-Janeiro segu, em 'pou-
caedes pelo lugsr denominado Barreta, Icos dias, o bem conhcido brigue Assom-
eapplicando s canoas, lanxas, jangadas, 1 bro: ( nSo sabio no dia 1." por inconvenien-
etc a disposicSo do artigo 20 do regula-
menlo de 19 de maio de 1846.
Capitana do Porto de Pernambuco, 17 de
agosto de 1849. Rodrigo Theodoro de Fre-
tos, cap tilo do porto.
O presidente da provincia, julgando
contraria a bOa polica do porto e fiscal-
saefio dos impostos geraes e provinciaes, a
dupla sabida e entrada que offerece o mes-
mo porto para as emsarcaces, resolve o
seguinte:
Artigo 1. Fica vedada a sahida o entra-
da de quaesquer embarazos pela denomi-
nada Barreta, a qual ser trancada por meio
de correntes de ferro.
Art. 2. O artigo 20 do regulamento de 19
4e maio de 1846, que veda a sahida do por-
to a qualquer navio mercante depois de en-
trar o sol, ou antes deste nssoer, he applica-
vel s canoas, lanxas, jangadas, e quaes-
quer outras embarcacOes semelbantes ; os
contraventores incorrerSo na multa deque
trata o artigo 19 do mesmo regulairiento:
Art. 3. O capitSo do porto tica encarre-
gado da exccucdlo desta resolucBo.
Palacio do governo de Pernambuco, 16
de agosto de 1819. Honorio Oermelo Car-
miro Ledo.
Conforme. No impedimento do secreta-
rio, Jos UarccIlino Mves da Fomeca.
Declaraces.
U juiz municipal da primei-
ra vara muda a sua audiencia pa-
ra os dias terca e sexts-feira.
-O escrivSo servindo de administrador ds
recebedoria de rendas geraes internas, abai-
xo assignado, avisa a todos os devedores de
imposto de lojas abertas do bairro de Santo-
Antonio, relativo ao anno de 1848 a 1849,
que comparecam al odia 22 do corrente,
alim de pagarem o que estiverem a dever,
sOb pena de ser remullida a relacSo para
julzo. Recife, 17 de agosto de 1849. Ma-
uoel Antonio SimSe do Amoral.
Companhia Iranceza
sOb S direeeiJo do Sr. Achules.
Theatro de noiles divertidas, na ra da
Praia.
Pantomimas, physlca, pecas Ilusorias e
phantasticas, canto, llancas, e equilibri-
os, etc.
Todas as quintas-fdras, sabbados e do-
mingos.
Espectculos para o entretenimentodas
familias, e todo o povo, em os quaes pouco
se falla, e isso mesmo na lingos do paiz.
Quinhi-feira prxima, 23'de agosto, se
far a abertura.
Grande pantomima em 4 quadros e 10
transformares, urna sessSo de physica,
canto, etc.
Todo o theatro foi preparado "le novo : a
decorado da sala he obra do hbil artista
o Sr. Gabriel. A illuminacSo sei degaz.
lia camoroles para familias, com seis as-
senlos cada um, espacias galeras, ea pla-
tea com assenlos de palliinlias.
O preco de cada camarote he de 6,000 rs.
Os das galenas eda platea so indislinc-
tamenle de 1,000 rs. cada pessoa.
Quem comprar burieles com anteceden-
cia, al as 3 horas da larde do dia da r-pre-
seulac'lo, olitern seis liillietes p0r 5,000 rs ,
qur sejam do platea, qur de galera, s
pretndanles dirljain-ie a qualquer hora so
theatro.
te J para o resto da carga e passageiros, tra-
ta-se na ra da Cadeia do Recife, n. 61, com
JoSo Jos Fernandes MagalhSes.
Para o Cear sahe impreterivelmente
no dia 20 do corrente o brigue-escuna Fe-
liz- Ventura, por ter parte da carga prome-
ta : para o restante passageiros, trata-so
na ra da Cruz, n. 33, com Lutz Jos de S,
Araujo.
Para o Aracaty tem de seguir ateo fim
do presente mez o hiate Novo-Olindq, pies-
tre Antonio Jos Visnna : quem nelfe pre-
tender carregar ou ir de passsgem, enlen-
da-se com o mesmo mestre, no Trapiche-
Novo, ou na ra da Cadeia-Velha, n. 17, se-
gundo andar.
Para o Rio-de-Janeiro sahe com brevi-
dade a polaca N.S.-do-Cartno : para carga
ou passageiros, trata-se com o seu consig-
natario, Francisco Alves da Cunha, na ra
do Vi gario, n. 11.
Para o Rio-de-Janeiro sabe smanhSa,
domingo, 19 do corrente, o brigue nacio-
nal Bom-Jeitii : os senhores carregadores
queiram mandar seus conhecimentos na
ra da Madre-de-Deos, n. 3, lerceiro sndar.
Para a Baha pretende seguir viagem
com brevidade.por ter j alguma carga tra-
tada, a sumaca Flor-do-Kngelim,mestre Ber-
nardo de Souza, para o restante da carga e
passageiros, trata-se com o mesmo mestre,
ou com Luiz Jos de S Araujo, na ra da
RraLD. 33.
-Tara o Rio-de-Janeiro, pretende sabir
com muita brevidade a muito veleira e co-
nhecida barca nacional Firmeza : para car-
ga e passageiros, ou escravo's a frete, tra-
ta-se com o capitSo na praca do Cornmer-
cio, ou na ra da Madre-de-Deos, n. 3, ler-
ceiro andar.
Para Lisboa pretende sshir por todo o
corrente mez o.brigue brasileiro firiato,
por ter a maior parte da carga promtpa: pa-
ra o resto e passageiros, para o que olTerece
os melhores commodos, trata-se com os
consignatarios, Thomaz de Aquino Fonse-
ca&Filhos, na ra doVigario, n. 19, pri-
mi ni andar, ou com o capitSo na praca.
Para o MaranhSo e Para sahe, em pou-
cosdias, o brigue-escuna fjiura: recebe
carga a frete e passageiros : trata-se com
o capitSo na praca do Commercio ou com
Novaes & Companhia na ra do Trapiche,
n. 34.
Leilo.
O leilSo de fazendss de Schapheitlin &
Tobler, innunciado para 17, fica transferi-
do para o dia segunda-feira, 20 do corrente,
s 10 horas da manhSa em ponto, no seu
armazem, ra da Cruz.
Precisa-se alugar um preto para carre-
gar um taboleiro de fazendas na roa : a tra-
tar na ra da Cadeia do Recife, n. 25.
Deseja-se fallar com o -Sr." Antonio Ro-
drigues da Silva e Souza a negocio de seu
inleresse ou pessoa por elle: na ra da
Ciuz, n. 28, casa de l.ima Jnior & C.
Aluga-se um sobrado na ra da UniSo,
com excedente vista para a barra boas sa-
las, 4 alcovas, 2 grandes qusrtos dito ns
escada para preto, cozinha fra, grande
quintal murado cacimba : a tratar com
Manoel Alves Guerra. |
Madama Millochau tem a honra de
participar que mudouasua casa de modas
trancezas do primeiro andar do Aterro-da-
Boa-Vista, n. 1, para a loja da mesma cass,
aonde as senhoras acharilo sempre grande
sortimento de modas, como manteletes,
lencos, I uva, bicos, fitas flores, bordados e
em geral ludo o que usam as senhoras, por
preco com modo : la m bem se fszetn cha-
peos, vestidos, camisnhas : tudo na verda-
dera moda,
Arrendam-se duas olarias bastante
grandes no lugar dos Coelhos: a tratar no
mesmo lugar com Miguel Carneiro da
Cunha..
O ba cha re
Publicacao liUcrari
i.
em> presenca dtium agente nomeadb pela
administraco das obras publicas "
Administracllo geral das obrse publi-
>"/, f T8'0, de 1849' ~ J~ *> Barro,
talctode Ueerdm, adminislrador.
--O capitSo do pono deauVovincia pu-
b ica, para conbec.mento del.,," os indi-
viduos empregados nos diversos ramos d.
v.da do mar, a portar.a abaixo Transa iDta
que pel Ex..i. Sr. concelheiro d So e"
prndente da provincia Ihe foi 1.1.611^
com o office de II do correte W, Ved.u-
ndice chronologico, explicativo t rentstico da
legislaco braiilera, desde 1822ate 1848.
y Sendo da mais reconhecida utilidade pu-
blica n cnnfecclo de urna obra, que, extre-
mando e aprusentaudo por extenso a parte
da regisUeflo brasileira que est em vigor,
e mencionando em resumo as leis ou decre-
tos qtje nomcamvice-presidenles de provin-
cias, ftriam escolas, concedem cartas de na-
luralisflcilo, conferem pensOes, eslabcle-
cem regulamenlos, e urna intinidade de nu-
tras semelhantes disposicOes legislativas
que s a urna ou oulra pessoa, a urna ou
outra corporacSo interessa saber em toda a
suaextensSo, reduzisse a oito volumes, pou-
co mais ou menos, os tinte e cinco a trinta,
de queja consta a colleccSo das leis do Bra-
sil impressas na typographia nacional;
pois que por esse modo, alm da diminuiefio
do custo a menos de dous tercos, obtom-se
a vantagem1 de se achar com muito maior
facilidade urna lei que se procura para ser
consultada, e de se saber ao mesmo tempo,
se ella est om vigor, ou se est revogada
ou alterada por oulra, ao mesmo passoque
urna semelhanle colleccSo de leis se trans-
porta muito imais fcilmente de um para ou-
tro lugar: ijncumbio-se desse arduo traba-
Dio o ()r. jtiiz do direito Antonio Manoel
Fernandes fuuior, o qual cala le dar luz
no llio-de-Jjaneiro o primeiro volunte de tSo
til obra, clomprehendendo em 200 paginas
in foloalegjislacSo brasileira de 1822 t830.
Varios exeim lares desse primeiro volume
existan ja njesta cidade em mSo do llr. l.ou-
renco Tiigojdo l.oureiro, actualmente resi-
dente as lonas da casa do lllm. Sr. desem-
hargador ItWstos na ra da Aurora, onde os
Srs. Drs., lejnlcs e cstudantes do curso jur-
dico, advocados, juizes municipaes, pro-
motores, delegados, cmaras municipaes e
mais pessoas quequizerem subscrever para
a mprcssAoVle referida colleccSo poderSo
mandar por carta a dea'aracSo do seu nome
e residencia ou declara-l|o por esle Diario,
fim de Ibes ser entregue o dito primeiro
volume, e ossubaequc.ntes a proporefio que
fdrem sahindo da imprenta.
O prego da collec/cSo para os aasignsntes
he de 34,000 rs. pagos na occasiflo da entre-
ga do dito primeiro Volume e de 50,000 rs.
para os que n.lo assignarem, aos quaes se
vende desde j- o dito primeiro volume no
lugar'cima indicado por 6,250 r*. V,
Avisos diversos.
avisaos mantimus.
ib-Grande,
Para o Rib-Grande >e Porio-Alegre pre-
tende sabir breve o bplgue Nor-do-Sml, ca-
pitSo Jos Ignacio l'iinBota, o qual tem bons
commodos para recebera\frele alguns es-
cravos, e tainbsm levar algOMs passageiros :
quem pretender poda enten\ler-se com o
sobredilo capilQo, ou com Amdrim Irmfios,
ra da Cadeia, n. 39. '
Lotera do Guadalupe.
He a i ma transferido para o dia 31 do cor-
rente o andamento das rodas dqsta lotera,
visto que este se n.lo p 'e real jar no dia
13 anuunciado por existir aini i por ven-
der um numero tal de bilhctes, que nSo ha-
bilito!) o respectivo thesoureiio para eflV.i-
i nar o dito andamento, que s depenle da
prompla venda dos mesmos bilbetes.
vencidos de que a condcelo das
formas de assucar para a casa de
purgar lie sem duvida o servico
que mais mortifica a escravatura
de um engenho,e desejando quan-
to possivcl he o melhoramenlo dos
senhores agricultores, teem inven*
tado c conseguido construir varios
carros de ferro que facililam de
urna mancira admiravel este pesa-
dissimo trahalho. As pessoas inle
ressadas sao convidadas a inspec-
cionar, na fu'ndic3o d'Aurora em
Santo-Amaro, esta mui til n-
venc3o.
Kngomms-se roupa com perfeicSo e
preco commudo : na ra de Santa-Sicilia,
n. 39.
Aluga-se a casa da ra Imperial, de-
fronte da em que morou em algum lempo o
capitSo Padilha: a tratar na mesma ra, so-
brado, n.3l.
Aluga-se um eseravo padeiro : quem o
pretender, dirja-se a Boa-Vista, ra do Pi-
res, n 23.
OSf. Jos Comes dos Ssntos Pereira
Bastos que annunciou no Diario de 13 do
corrente querer arrendar ou comprar um
engenho.compareca na ra eslreita do Ho-
zarlo, n. 4.
-- Precisa-se de um caixeiro de 14 a 16
anuos que entenda de miudtzaa : na ra do
Rozario larga, n. 26.
-- No dia 18 do corrente, s qualto hons
da tarde, na porta do lllm. Sr. llr. juiz mu-
nici al da segunda vara, se hSo de arrema-
tar 3 pipas de vinlio. de IJsha marca
Francas penhoradas a Manoel Jos da
Silva Marques : he a ultima pra^a.
Precisa se de um forneiro que saiba
desempanhar seu lugar ; na ra Direita ,
n. 26, se dir quem precisa.
r DSo-se 400,000 rs. a premio com hypo-
tlu'ca em una casa nesta praca, ou sobre
pflnhores de ouro: quem pretender an-
ntincie.
Agencia de passaporlrs.
Na ra doCollegio, n. 10, e no Aterro-
da-Boa-ViiU, loja n. 48, conlinuam-se ati-
rajr passaporles para dentro e fra do im-
perio assim romo despacham-se eseravo.
Oscontratadoresdo contrato de 2,500
rs. do municipio do Recife veodero os armos
d'i freguezia de S.-Amiro,Muribece, S.-I.ou-
nCO e Luz : os preten lentes fallem ao
ronel Manoel Cavalcante de Albuquor-
e Mello socic-caixa do mesmo contra-
llo seu ngenho Gigui.
-- lleseja-so alugar um sobrado no balr-
de S.-Aoteuio : quem liver annuucie.
No dia 21 do correle n.cz vai praca,
r venda o execucSo de Agoslinlio llfiiri-l
lies 4b Silva contra Elias Coelho Cintra, pe-
juizo da primeira vara civel, um sitio com
i casa de viveuda, oo largo do Santo-A-
ro.
Vicente Ferreira Comes advoga no foro ci-
vel e criminal: as pessoas que o quizerem
procurar, dirijam-se ra do Livramento,
n. 22.
'' Pela grande prtica, conliecedor do
grande peso do fabrico do assucar, e nSo
podendo mais continua-lo por mo achar
falto de meios, merecolhi esta cidsde; li-
ve cntSo mais descanso para realisar o men
intento, j de muito tempo projectado, para
conseguir o fim de por meio de mechanis-
mo socar urna caixa de aesucar, sendo mo-
tor um ravallo, ou bracalmente por 9 pes-
soas, assim tambem diversidades de carros
para facilitar a ronduccSo do assucar as
formas da casa de caldeira para a casa de
purgar.riu do assucar.para ser repartido nes-
ta por seren estes servicos de maior excesso
para ns escravos.que muito os mortifica, de
muita difllculdade para os senhores de en-
genhos que teem poneos bracos; assim, di-
versos arados eoutros instrumentos agr-
colas", dos quaes uns anda nSo teem todo o
conheclmento que mister se faz, dos prin
cpios de construccSo de charras e diver-
sos instrumentos proprios para abrir, nive-
lar, destorroar e I impar a trra; os meios
de diminuir a resistencia destes instrumen-
tos, e de alliviar os animaos que oscondu-
zem ; e outros tudo ignoram. Pela demo-
ra que tem havido em acabar-se de fazer
o engenho de socar a caixa de assucar, e 4
ou 6 barricas do mesmo genero assim
como poder ser applicados pilar arroz, ou
caf, deu motivo que nSo tivesse ha mais
tempo levado ao conhecimento do publico
os carros de cnnduzir as formas de assu-
car, que de muito tempo estflo promptos.
Acontece, porm, que os Srs. Slarr & C, no
Diario de Pernambuco de 23 de fevereirode
1849, annunciassem que de sua invencSo
teem diversos carros para o mesmo fim, e
dizem assim: C. Slarr & Cc.onvencidos de
que a conduccSo das formas de assucar pa-
ra a casa de purgar, he sem duvida o servi-
eo que mais mortifica a escavatura de um
engenho, e desejando quantn possivcl he o
melhoramento Joa senhores agricultores,
teem inventado e conseguido construir va-
rios carros de ferro que facilitam de urna
maneira admiravel este pesadissimo traha-
lho. As pessoas interessadassSo convida-
das a inspeccionarem na fundicSo da Auro-
ra esta muito til invencSo de C. Slarr & C.
F.i: nSo duvido que os carros de sua inven-
cSo de receber as formas pelo fundo o
conduzi-las assentes, immoveis c sem
batanear pela materia, delicadeza e ele-
gancia sejam agradaveis, mas o resul-
tado he nenhum, e por esta forma se in-
titulan) por inventores do que nada he, e
besdeminha propriedade, nSo obstante
terem variado do plano que Ihes apresentei
quandofui sua fabrica para ajustar tanto
pseixospara o engenho, como para o car-
ro : nessa occasSo muito fizerain-me por
dissuadir-me do mcu projeclo, dizondo-me
que varios carros se tinham j foito, mis
que nao linlia anda havido hom'resultado ;
mas isto era verdade. Os Srs. Slarr & C.
estilo em Pernambuco ha mais de 20 annos
s annunciam de sua invencSo moendas de
engenhos de assucar de armar e desarmar,
obra sem a menor duvida muito ulil para
os novos engenhos de Mossamedes; porque,
se a nova colonia se desarmar, ou liver de
mudrr-se, com muita facilidade se pdern
desarmar as moendas, o que nSo seria fcil
sendo fixas ; e taes carros nSo tinham an-
da inventado, mis depois que viram meu
plano, e souberam do meu projeclo,. logo
Ihes foi possivel a sua nova, mas infeliz in-
vencSo ; j viram o meu plano, breve lera
tambem o publico engenhos de sua inven-
C"o para socar assucar, contra o que pro-
testo, lauto de urna, como de outra cousa.
Para prova do que levo dito, saibam que
isto mesmo que os Srs. me disseram o flz
logo sabedor a alguns senhores dos que
abaixo taco menciio, e at mesmo em seus
livros est laucado o importe de dousejxos
que lizeram para o engenho, nSo fazendo
os eixos dos carros por me ter resol vido a
fazer as nimbas obras na quarta parte ser-
vindo de minora. Os Srs. engenheiros D. W.
Bowmann viram os meus planos,e com elles
seu annuncio vio o carro feilo pelos Sr. ar-
tista Scluler que fez toda a ferragem para
os carros e engenho ; Scbmder fez as pecas
le madeira para o carro ; llagno fez todas
as rodas de inadeia para moldes e furnias ;
Herbter fez o engenho ; multas outras pes-
soas viram o carro feito do muito. tempo,
como sejam os Srs. Jur que fundi todas
as pecas de bronze par* o engeuho, C. Du-
perron, Manoel llellino do Gouvea, Pedro
Celestino, e alguns senhores propietarios
de engenho, e outias pessoas aabiaoi de
meu projeclo.
NSo tenho a encarecer a perfeicSo das
minhas Tracas iiiveiicOes, porque sou to-
talmente leigo nesta materia; alguma cousa
que tinha a dizer da utilidade dellag, os
Srs. agriculiorea que o avaliem ; servicos
em que ale hoja se empiegim 18 escravoa
pelo novo meiliodo tres ser bastaale ; nada
mais tenho a adiantar, s sim que os preln-
deules quereudo-sa aproveilar destas So
uteis inveiifOrs, tanto do engenho, como
los carros para conduccSo das fOrmas, pfi-
denr vir inspeccionar na ra do Sol, n. 13,
as segundas-felras, nSo sendo dias-sanl *'
is 8 horas al II da manhSa ; mas,
co da Aurora : fallo com toda a fraoquez
se nlo tenho preenchido o fim que me
propuz, tambem nSo digo JS* tenho inven-
tado e conseguido <^": a estrada est ber-
ta, genios mais emprehendedores que a cuU
tivem.
Cario Frentica da Silta Pinto. v .;
5^ Cliapos de sol J|
Ra do Passeio, n. 5
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimento de chapeos de sol de todas u
qualidades.e de todas as corea, as mal
fixas que pdern baver; chapos de sol pa-
ra senhora, dos mais ricos e do ultimo gos.
to de Pars: bem como um rico sortimento
de sedas e panninhos imitando seda psr, -
cobrir arma.cOes servidas chegado ulfi.
mamehte de Franca. NeBte estabelecimon.
to tambem ha chapeos muito grandes pira
feitores deengenho.
O Sr. Jos Marinho Pereira dos Santos
dirija-se a ra do Queimado, n. 1*, a neg,
co de seu inleresse.
Aluga-se-, ou compra-se urna preti
quitandeira, que seja de meia idade: ni
ra de S.-Francisco, n. 18
Precisa-se de um caixeiro para pidi-
na : na 5.-Cruz, padaria de orna s porta.
Em um engenho pouco distante desU
Sraca precisa-se de um feitor que enten-
a de horlalicee de jardim : na rea da Ci-
deia do Hecife, n. 9.
O Portuguez que se quizer encarregtr
de ploniacOes em um sitio ao pe da ponte
de Beber i be com o ordenado de 96,000 rs.
e mesa, dirija-se ao mesmo sitio, a fallir
com o Guedes ou na ra do Rangel, ft. 84,
que, conforme for o seu traWio, se augmen-
tar o ordenado.
Furtaram na ra Formoaa,
penltima
casa, indo para o Hospicio, de cima d
urna mesa um relogio francs, horizontal,
sabonete de ouro com mostrador lettrii
tambem de ouro preso em um tranceln)
de cabello, tendo como passador um cor-
cSo de ouro com esta nscrpclo do lado
18 de agosto da 1826 e de outro urna
firma. Iloga-se a quem fr offerecido ou
dellesouber, de o entregar a seu dono,'
Joaquim Francisco Duarte Jnior, que gra-'/ *
tilicar generosamente.
-- offerece-se um Portuguez de 20 annos,
para feitor de sitio, para o queda fiador i
sua conducta : iihs Cinco-Pon tas, n. 71.
- Quem quizer comprar uns legados ni
praca de Chavea do reino d'- -Portugal, o
quaes consistan em dous .dos e terrea
de lavadrtt, e que ofTere'cem muita ranla-
-se a ra do Codorniz, n. It
-se ums mulher capaz para
casa para dentro ou fra da
m de seu prestimo se quizer
ja-se a ra das Flores, n. 1,
ito do sobrado do doutor Mi-
!
exie
gem dirl
OITeri
ama de u
cidade : q
ulilsar, di
defronledo
guelzinho
Antonio V Cosls Ribeiroe Mello, como
procurador bastante dos hardeiros do fat>
lecido Francisco da Silva avisa e roga k
Sra. que sSo devedores ao casal do dito lil-
lerdoquevenham pagar as suas dividas,
e com elle enlender-se ver se he poj-
sivel tomar algum accordo amigavel a res
peito del'as, no prazo de 30 dias; do
con/ ario, ver-se-ha obrigado achama-loi
a joizo.
Precisa-se alugar um preto qusejae
sadio e sem vicios para fazer o servico de
una casa de pouca familia : d-se-lheo sus-
tento e paga-se-lhe ojornal queseajuitar;
quem liver snnuncie.
OSr alferes Manoel Kloy Mondes diri-
ja-se a adniinistracSn do correio para rece-
ber urna carta da mSo do administrador do
mesmo correio.
Aluga-se um sobrado de um andar,
com commodos para grande familia, na ru*
do Hospicio ao p dochefe de polica : 1
tratar com o mesmo chefe de polica.
Quem annunciou querer saber da re-
sidencia de Luiz Moreira de Carvalbo, diri-
ja-se a ra do Hospicio, casa confronte ao
sobrado n. 19.
-- Uesappareceu, na noite do dia 15 do
corrente, da Soledade um cava lio ruco.'
quem o liver pegado, leve-o a estribara do
Augusto Fiscber, no largo do arsenal, ou
onnuncie, que ser gratificado,
_ A pessoa que estivor as circuinslao-
rins de saber destilar ago'ardente ou diri-
gir urna destilac,fio em grande escala na
freguezia da Rscada dirija-se a casa n. 41,
nos A logados, para tratar do ajuste, (
so li ver esrravos para o Irabalho da ditl fa-
brica, se Ihe dar inleresse.
Miguel Carneiro da Cunha Jnior em-
barca para o Itio-do-Jaoeiro o seu escraro
Bernardo.
Antonio Concalves Pereira do hoje en
diante se assignar Antonio Concalves Pa-
rara l.ima,
Quem precisar de um cozinheiro que
veto de fra dirija-se ra da Uoda, n.
21, casa da Sr.* I). Joaquina.
D-se dinheiro a premio al a quaotia
decem mil rs., sobre penhores de ouro e
prata : na ra da Cadeia, no segundo andar
do sobrado do esquina do becco do Ouvi*
dor, se dir quem d.
Eugenia Leopoldina Alvi
barca para fra da provincia
Miguel, de nacuo.
Jos Thomaz de Camp
tendo de entrar no exetcicio
da alfandega deata'cidade, no
bro prximo vindouro e se
condiees desse contrato com
empregar no servico da mes
que he dentro da alfandega e
homens livreg, al o nume
convida a quero se quizer e
dito servico, que comparece
sidencia do annuncianle, daj
da manhSa e das 5 da tard
dias uteis, com abono de p
cida e idnea para ser escrl
do o jornal do 500 rs. em ca
trabalho.
-Avisa-sesosSrs. Pedro delta, c Teixei-
ra vizmho, que lenliam a bunjlade.de quap*
do frem passar algum boceado de lempo
em cerla parle, nao fallarem de urnas tan-
tas pessoas. Sou seu Viiinho.
Precisa-se de um feitor que trabalhe.
entenda de arvoredos de borla e de vaces:
na Magdalena estrada nova, primeiro pur-
tSo de ferro.
-- Offerece sejima ama de leite muito
boa e capaz para Tu lo o que for m'*1^ *j^
>a casa: quem precisar, di'iia-*
de Brito era-
se j eseravo
Quaresnu,
capatsiie
[At seiem-
uma das
Ihesourarii
i capalazia,
/So trapiche,
Lie ciucoent,
bregar em o
a casa da re-
s as 7 borai
bm liante dos
so reconlr
seip
a um dia de


Deieji-SB llar com o Sr. Manoel Jo-
."i^nes de Macado: na ra do Queimado,
n [44, ou annuncie.sua morada.
To Sportsmen.
A few Canster8 of Mess." John
.11 & Sous celehraftd Glass Guo-
nowder may b had at M.r Cor-
be tts office 48, ra da Cadeia, Re-
cife
- Precisa-se de un feilor para um cnge-
nlio distante desla praga 12 legoa's: quem
se achar habilitado pBra dito lim, dirija-se
i ra da l'raia, n, 43, que adiar* com quem
tratar. *
-- Permuta-aje por urna caaa de sonraao
de dous andaras nos bairros de S -Antonio
ou Boa-VisU com com modo sarfllcwntes
para grande familia, um aitio muilo perto
da praca, por ser logo ao aahir da Soleda-
de para o Manguinlio coro nSo poucos ar-
voredos de fructo chfios proprios, com
runde e decente casa de sobrado, toda en-
vidragade, contendo 15 quartos, um alo-
grelo na frente, a est murada e engradada,
com dous elegantes portOes de ferro com 4
columnas em cima das quaes descansan) 4
magnficos leOea e no Tundo outro portfio,
duas grandes estribaras para sete cavallos,
duas cocheiras casa para pretos cozinha
grande poco de agoa de beber e tanque
do
para banho : a quem convier este negoci
dirija-se ao mesmo sitio a qualquer hora i
da, a tratar com o aeu proprielario que
no caso de se effeituar a permuta Tende-
r um carro de 4 rodas e um parellia de
cavallos
--Alugam-se e vendem-se superiores bi-
jas de Hamburgo: na ra das Cruzes,
n. 40.
. Fz-*e todo o negocio com
duaslettras vencidas, sendo urna
de 1:192,760 ra., aceita por Jos
Manoel Perreira, morador que foi
em Santo-Anio e lioje em Panel-
las, eoutra de a:35q,64o rs. a-
cfiita porThomac de .Aquino Pin-
ito Bandeira : quem pretender ne-
Wgocia-las annuncie por este Diario
para ser procurado.
--Aluga-se urna grande loja na ra Au-
gusta coro quatro quartos, 2 salas, cozi-
nha fra, quintal e cacimba, por prego com-
modo ; a tratar no sobrado por cima onde
lemeacriplo. \
InteresVuite para o dono.
Na travessa da Madre-de-Deos n. 5, exis-
te urna quarlola de azeite de peixe,: quem
fnr seu dono, dando os signaes, I he ser
entregue.
Precisa-se alugar um preto captivo pa-
r todo o servigo: na ra do Trapicho,
| Novo pao de Provenga. j
m Napadariado becco das Barroirase 1
it no deposito da Estrella, no Aterro-
da-Boa-Vista, n. 39, fabric-se o no-
vo pao de Provenga, oqual he fabn-
eado pelo niethodo do seu primei- *
ro introductor que veio* esta provin- jj
cia e com as melhorea fnrinhasque a
ha no mercado, e asseio que he pos- &
sivel: da mesma sorte so fiiliricam as |
frliasda rainha de Hespanha bou-
nhoa, blscoulos, biscoutinhos, fatias, &
Cavacas : tudo do melhor gosto pos- n
ivel eproprio para cha ; lambem ha
bolachiaha de Lisboa em latas de 8 |
libras por prego commodo ; amen-
doaa confeitadas e de varias quali- g
dades.
wmmmwwvtws
Perante o lllrn. Sr Dr. juiz municipal
da segunda vara dd civel, na porta deste,
na ra das Cruzes, lindo os dias da lei, teem
de ser arrematadas as propriedades sitas,
um sobradinhode um andar, rneia-agoa,no
boceo da Bomba,e urna casa Ierra na esqui-
na da ra do Fogo quo volta para o becco
da lio i'ha.
O Sr. Christovflo de Hulla ni Cavelcan-
te, morador em Ipojuca ou alguem por
si, queira dirigir-o ao pateo do Carnio,
n. 18, segundo andar.
Ocorretor Ollveira.desejando muito sa-
ber se existe, ou fallecer nesta cidade, ou
provincia ,oSr. J0S0 Anastacio la Cunta,
outr'oraescrivffo-deputado no Para, muilo
penhorado ficar a quem disso souber e Ihe
quizer dar informacSo.
Preciaa-se de um caixejro para entre-
gar pilo com um preto a urna frfguezla: no
pateo da S -Cruz, padaria n. 6.
Dcsencaminhou-sc ou
fu rarain
urna eadella ingleza, de cor assa e preta a
roda dos olhos : roga-se a qualquer pessoa
quea tiver achado, ou della souber, do a
levar ao sitio do cnsul inglez, na Capun-
gn Ou no consulado britannico na ra do
Trapiche-Novo n. 12, segundo andar, que
ser bem recompensado.
Denles arr
I
TTa.r
J. A. S Jane, dentista ."participa ao res-
peitevel publico que contina a exercer a
sua profisslo na ra estrella do Itozario ,
n 1*, primelro andar.
AVI80 IMPORTANTE.
Acaba-sede terseria noticia, de os escra-
vos abaixo mencionados andarcm pelos
suburbios desta cidade commeltemlo rou-
bos e sendo a noite tecolhidos em diversos
sitios, por consenlimento dos escravos;
lortanto previne-se a qualquer que nislo
masa intereesar-se, e para que melhor pos-
an ser capturados. Adveite-se que, po-
dendo conslr-lhes deste aviso, queiram
evadir-se para maislonge, eassim pois, pe-
,te-e toda vigilancia naa estradas e lugares
'"paitos, rara poderem ser appreheroiidos.
Ao hitante darein a certoaa de eatarem
lo perto, pede-se encarecidamente a* 311-
tori.ttdes e a todas oulras pessoas dos luga-
res longincuos, do continuaren) na inces-
ant diligenria para os aprisionar, para o
que segu este Culro annrJncio:
\l\ 800,000 -re.
D-se esta quantia de gValificacSo a qoe-
da viuva do Burgos, ou nesta-praga, no
pateo do Carmo, 11. 18, segundo andar, a
1 Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce de
Len, oa dous escravos seguintes que fu-
giram nos dias sabbado para domingo, 26
a 27 do corrente : Vicente, pardo de 26 an-
nos, de altura regular. cabellos crescidos e
carapinhados, testa sobresabida olhos pe-
queos, nariz chato, tomador de tabaco de
caco rosto descarnado e com espinhas,
sam nenhu,ma barba; levou I camisa do ma-
dapolSo urna caiga Je casimira usada, urna
jaqueta de bretanha, um bonete de velludo
azul ja usado, um chapeo de palha, um
dito de pello preto : Joaquim, crioulo bas-
tante preto, de 38 anuos, alto secco, cara
pequea bem barbado ; tem o coslume de
levar a mSo a barba ;,he gago ; andar com-
uassado ; dizem ter mili em Pajah-de-Flo-
res; foi escravo do capitSo Leandro Bandei-
ra de Moura do Apody o qual se acha pre-
sentemente na comarca de S.-AntSo, e tem
uro sitio em Craval; presume-se terem
partido para o Apody, onde ha muilos pa-
rantes do dito Moura; comquanto o primel-
ro andasse sempre em viagens dos sertOes
dosulao poente, com os cobradores desla
casa : este ultimo escravo levou um chapeo
preto de pello e outro de couro, duas ja-
quetas brancas, 1 caiga do brira pardo 1 di-
ta de riscado, 1 camisa de madapoln,
duaa ditas de algodflo da trra e ceroalas.
Roga-se a vigilancia neates dous escravos,
que vindo com muita brevidade, serSo
gratificados alada com mais do que se o flo-
rece.
-- Preciaa-se alugar tres a 4 trabajado-
res para urna refinagflo forros ou captivos:
na ra da Concordia, n. 9.
Domingos Alves Malheus, agente da fa-
brica de rap superior areia preta da lia-'
hia, tem aberto sou deposito na ra da
Cruz do Recite, primeiro andar da casa n.
38, onde se achara sempre deste excedente
e mais acreditado rap que al o presente
se tem fabricado no Brasil: vende-so em
boles de urna e de maia libra por prego
maiscommodo doqueem outra qualquer
parle.
Agencia de passaportes.
Tiram-se passaportes para dentro e fra
do imperio ; bem como ttulos de residen-
cia : ludo com muita presteza e preco com-
modo : na ra do Padre-Florianno, sobra-
do de um andar n. 7.
Preciaa-se de um homem idoso que
sirva para feitor de um sitio na Ponte-de-
Uchoa, e que nao tenha familia : na ra do
Hospicio, 11.1:1.
AllengSo aos premios vendidos do Ilio-de-
.1 .1 l I 1 o.
Na loja de cambio da viuva de Vieira A,
Filhos, narua da Cadeia do Recite, n. 24,
fram vendidos da 50.' lotera da Santa-Ca-
sa-da-Misertcordia os premios seguintes :
869,1:000.000 de rs.; 5,556. 100,000 rs. ;
5,559,832, 4,692 e 387, 40,000 rs. ; o muilos
de 20,010 rs. Na mesma loja existem as lis-
las da 10. lotera das matrizes e da 50.' da
Santa-Caaa-de-Misericordia.
Precisa-se de urna prela para andar com
outra vendendofazendas pelas ruaa : quem
livor annuncie por esta folha.
Precisa-ae de um homem brasileiro
para receber dividas aqui na praga e arra-
baldes. amigavel ou judicialmente, dan-
do-sc-lhe 15 por cento e pagando-se-lhe as
(lesnezas que fizer coma justica : quoin Ihe
convier este negocio dfrija-sei ra Nova,
n. 28. N mesma casa compra-se La de car-
neiro, anda que seja servida, dita de fte-
xa de canna.
Precisa-se de um amassador: na ra
larga do Rozario padaria n.48.
Na ra do Vigario, n. 22, primeiro an-
dar, fazem-se bolinhos de todas as quali-
dades, plo-de-l, podios, manjar hranco de
todas as qualidades. pastis de nata, tortas
de lete armam-se bandijas, e lambem se
fazem almogos.jantares eseas: ludo por
prego mais commodo do que em outra qual-
quer parle.
Aluga-se, por fests, ou mensalmenle ,
urna casa na entrada da Casa-Forte, com
bastantes commodos, um sotilo com dous
quartos, quintal murado com estribara
para 4 cavallos e cacimba com boa agoa:
a tratar com o major Jo.lo Valenlim Villela.
Manoel de AlmeMa Lopes que costu-
ma comprare vender escravos mudou sua
residencia da ra do Vigario, n. 24, para a
ra da Cadeia do Bccifo, n. 40
OSr. LuizMorera de Carvalho queira
annunciar sua morada para se Ihe entregar
urna carta.
mmmmmmmm % mmmmmmmmm
. *
Na praca da Independencia, i
!* n. 10, ao vollar para a ra 9
das Cruies, alugam-se, ven- jrj
dern-se e tamhem se apptt-tfg
m cam as mclhores u\\ZZ Jur |
^ he possivel liavarem no mer-gS
cado ; limram-se e liram-se denles"|
com toda a perfeiglo: lambem se ap
plica 1(1 ventosas com a maiordelica-
desa que he possivel, e faz-sa tudo
o mais que pe lenco a arle de sangra-
dor : tudo por prego muitorasoavel.
e _
^^ 1111 1 lia a^M 1111 ir-----*- *- ua."ai ^ ,' a^tMaWI*ilktktfil ^S
0 abaixo assignado continua a ensilar
prmeiras leltras com o maor zelo e activ
dade possivel, na ra da Roda, sobrado 1.,
32 ; assim como d llcOes em casa particu .
lares : os pais de familia que de seu prest.
mo se quizerem utilisar, dirijam-se ao nie^.
mo. Judo Antonio Leiio.
Alexandre Hodrigues -Jos
Anjos mudou a sua residencia pa-
ra a casa n. 5a, na ra da Cruz
junto a botica lo'Sr. I pas Neves.
SOCIEDADE HARMNir'.fHKATRAL
0 primeiro secretario cientfica aos ae-
nhores socios que o' ajneles para o espec-
tculo de 18 do crrente dslrihuem-so nos
dias 16, 17 e *Vfvo.aa|fto do mes f ,!>is iros liuji.s da tarde em dianle : igu-'
'5
Aurora .entrada pelo lado da mesma ra ;
e ahi se offerece para advogar, tanto no
civel como no crime o para ensinar as lin-
goas latina e franceza a quem se quizer
utilisar de seu presumo.
--Aluga-se o sitio da estrada Jo CorJei-
ro, bem conhecido, s proprio para nego-
ciante eitrangeiro, ou quem tenha trala-
mento, assim como varios sitios e casas
pequea! para passar a festa, tanto na cam-
pia, como na ra da Casa-Forte: a tratar
na rus do Amorim, n. 15.
Aluga-se o primeiro andar da casa n.
40 da ra da Cadeia do Recite opl'mo para
escriptdrio, ou para familia : a tratar no se-
gundo andar da mesma casa.
AO PUBLICO.
Em mu crescido numero contavamos
mdicos at agora molestias incuraveis,
contra aa quaes s era permiltido ao pac-
ente resignac.lo para sollrer um mal deque
ja nSo havia esperangas de poder librta-
lo, e ao medico philantropico ador de ver
muilos de seus scmelha'ntes victimas de
anfermidades, contra aa quaes se declarava
impotente, podondo apenas lamentar a fla-
queza da inlelligencia humana. .Mas, gra-
cias aos (frogressos da medicina, gragas ao
zelo d lioniens incansaveis, que, rio des-
esperando da perfoclibilidade da sciencia,
se teem dedicado invesligago do reme-
dios que possam limar a humanidadede
alguns males que a aflligem, o numero das
molestias reputadas incuraveis vai de dia
em dia dimirririndo. Assim, achar depois
de longos trabalhos, de profunda medila-
efio e reiteradas experiencias, medicamen-
tos que nos restituam otiso dos doiu mais
importantes sentidos de que be dotado o
homem, quando estes j se achavam no sup-
posto estado de iocurabilidade e inteira-
mente perdidos, he por certo um dos maio-
res servigos que se poda prestar liuma-
nidade; eis o que eslava reservado i um
homem philanlropo da cidade de Braga, em
Portugal, cuja sciencia, cujo amor de seus
semillantes se teem felo geralmente co-
nbecer. Os remodios que ora offerecemos
ao publico, nSo onlram na classe. daquelles
que o vido e ousado charlatanismo incul-
ca com roucos n descompassados brados, e
que o crdulo vulgo por ignorancia recebe
na boa fe esem discernimenlo, achando-se
depois Iludido; tem, porm, de oceupar
mui distincto lugar entre os medicamentos
que maiores beneficios preslam ao homem :
constam elles da dissolugSo aquosa deex-Ucamisinhas : ludo vende-so por prego
tractos de plantas medicnaos, de virtudes tocio conta.
mui reconhecidas e verificadas. O longo
uso, as continuadas e severas experiencias,
que por luda a parte teem elles sido sub-
meltidoa, sem que uina s vez hajam falhay--
do em seus bons efiVitos, e desinenJt'to as
aperan^**
eSpciai,v so(,re elles'havia/rundado
o seu invento? ,eem gr,ng7do cons.
taase repet Jos elog,^^ Sf e
respeitaveis mdicos, assim /?,.... co.
mo da America, que ul,isonos\8Donirn e
proclaman) sua acgSo sempre cer\
gna. Um destes licores he des
combater as molestias de olhos, e 1
principal virtude restituir aos orgilo:
silo suas funcgOes ; reanimar e faze
parecer em sua natural perfeigo
quando esta esliver fraca ou quasi
e lieiu-
1I0 a
im por
da vi-
rea p-
visla,
uasii
*>X I 111' -
U ; comanlo, porem, que nflo "ifilauai.
ra ab.'oluta com desorganisago-da "j\ "
uflo menos til e enrgico he par '"' "* '
as cataratas, destruir as nevoas *,",'"
po debellar qualquer inflaron ******
melhdfio dos olhos. tito ca- ^ u v"
estimulo na parte. M dr' l,em
(I11I111 liquido reslitue a fr ...... ...
vr os sons ao ouvido tocadr'c.ul,U,,f ,,e 0.uv"
da que inveterada, urna v/> de urdez- '"-
seja4de nascenga, sen,caAz "" ? ""'"0
g. n. o menor inco.nro /usr em tomP "b
|ii 1 va -lo de cuidar em
1NSTRUCCES P,
1I0 ao doeiite, e sem
seus negocios.
RA O USO DOS RE-
Odo$ olhos tmprf,:lmS- .
O doente pelr*a-" do mod? ** :
horapouco maf "nhfla, emjejum, urna
guer-se do leto;s,ou men081 *?* ?"e ""
X.ix >...., / tomara sobre a palma da
ella mXr f^ da1uella ** e com
.. m Hfi..|em os olhos, fazendo que al-
f-T. fh..nS >iam sobre o fclobo occular :
uenn. 'ffi os conservara roolhados at
se a noite prr*n,e nxguoni : .0 d.e.tar-
tempoqueSslicar : durante o
"imf
!mid-' salgadas, azedas, eaduba-
ZF&Sk ^r 7'Urto-lor,
cia de comida e0 v,enl.Lf!* *** ?S?"
das com espe
O remedio dos
rfteulc
anfrov
que na
ri convi'
pristo, 1
illa noili
&- iido;
Pide ac1
-ins.
dot sir applicado do modo
Mue teyue :
mai en't Pela roanlia, urna hora pouco
. ou menos depois de crguer-se, anda
!\\ jejum, far derramar dentro dosouvi-
dos quatro ou cinco golUs do liquido, la-
pando-os depois com algodo ero rama ; a
noite aodelar-se repetir a mesma opera-
gflo. Durante o uso do remedio evitar ex-
pr, osouvdos principalmente, a acgSodo
calor e do vento, afim de evitar grande
transpraglo, havendo cuidado em nao mo-
Ihar os pesero agoa fra; finalmente deve
abster-se de comidas salgadas, azedas e
adubauus-
Esles remedios estSo venda na botica de
Barlholomeu Francisco de Souza, na ra
larga do Rosario, 11. 36, nico deposjlo em
Pernambuco, palo prego de 2,240 res cada
vidro.
Vende-secada urna destas obras
separadamente por 10,000 rs., na
ra do Rozario larga, loja de J. J.
Lody.
fio trapiche do Ramos,existe um resto
de saccas de farnha de mandioca fabrica-
da perto desta cidade, por prego commo-
do e ptima por ser muilo nova e nflo ter
cheiro de porfi de navio como todas as
outras que veem do sul.
Vendc-se urna roobilia de Jacaranda,
muto bem construida ; assim como urna
commoda e urna cama: os pretendentes
dirijam-se ao segundo andar da antga ra
dosQuarteis, n. 24.
Hoje, das oito horas do dia!
em diante, estarao eipostosa ven-
da douq, bons cavallos de ella, nal
ra do Crespo para a di Cadeia.
He reconhecido hoje universalmentai
3ue na presenga de uro par da oculos adapta-1
os ao grao da vista do paciente ca lu-
do quanlo os diversos autores, qur anU-
gos qur modernos teem escripto em me-
dicina tendente a curar visU curta ou
cansada; e Unto isto lie certo, que ellas
meamos usam delles, e por-isso quem oa
quizer bonse baratos, dirija-se 4 ra larga
do Rozario, loja de miudezas, n. 35.
Amantes da boa pinga!
He na ra do Collegio, n. 13, que ae vea-
de superior vinho da Figueira aos precos
de 1,280 rs. a caada e a 160 rs, a garrafa :
este boin liquido tem merecido a *PPrttl
gito des concurrentes.
'WWW
tos, na ra w
Vendem-so escravos baratos,
flj das Larangeiras, n. 14', segundo sn- #
a>.) dar, como sejaro : moloques mole- "
# cas, molecOes, negras e negros de to-
J (loo servigo. 9
Na loja da modas francezss, na esquina
do Ateno-da-Boa-Vista, n. I, rocebeu-se pe-
lo, ultimo aasio vindo daUvtre ,-tjm liho
(Bortin.ento de chpeos de seda e do palha
tina da nova moda ; ricos manteletes de se-
da e de luco ; flores de todas as qualidades;
luvas de pellica curUs e compridas ; ricas
Jilas, (1I11 mas, bicos camiiiaias de lindo,
mui-
Compras.
Compram-se 20 a 3o acres
da compabia de Beberibe : quem
as tiver annuncie para ser pro-
curado.
Compra-se urna cadeira de arruar de
cortinas, ou'de bragos sendo quasi nova :
quem tiver annuncie
Vende-se urna escrava crioula de 25
annos que cozinha o diario do urna casa ,
lava de sabflo e varrella e he muilo boa
vendedeira de doces, frutas e horlaliga : na
ra de Apollo, n. 19, segundo andar, ou na
ra da Cruz, armazem n. 55.
Pecbincha.
No Aterro-da-Boa-Vista, loja n. 78, ven-
dem-so pelles de couro e 2,000 rs Estilo se acabando.
Na ra da Cruz, n. 3, vende-se cera de
carnauba de boa qualidado.
Para escravos.
Vendem-so cobertores de algodito ameri-
cano a 560 rs. cada um; znarte de chadrez.
a 160 rs. o rovario; dito trancado, a 200
rs. o ciiv do ; pegas de ganga azul da India,
com 4 palmos de largura e 12 covados a
2,400 rs.: na roa do Crespo, loja n. 10.
Vemlem-se 2 lindos mulatinlios de 14
a 16 annos, ptimos para pagem ou para
aprenderem ofllcio; 6 lindos moleques de
12 a 20 anuos sendo um delles ofllcial de
alfaiaie 6que ho ptimo para pagem ; 4
pretos de 20 a 30 annos bons para todo o
servigo ; 2 prctas boas engommadeiras e
cozinheira sendo urna deltas boa vende-
deira de ra ; 3 mulalinlias de 16 a 20 an-
nos com habilidades ; e outros minios es-
cravos : .na ra da Cadeia, n. 40.
Vendem-se chapeos de senhora tanto
de palha como do seda, manteletes de bico
ede seda chegados pelo ultimo navio de
Franga : no Aterro-da-Boa-Vista, loja da es-
quas n. 1.
Vendem-so 3 moradas de casas terreas
na cidade de Olinda sendo urna na ra do
Amparo, junio ao sobrado do Sr. Braga, e
duas no becco do Com-Fim : a tratar na lo-
ja de Jos Comes Leal. Na mesma loja se
pagar a quem descubrir ondeesla urna pe-
queo canoa pintada de verde e amarello ,
eom embonos, a qual desappareceu ho caes
junto a fundigfio do Sr. Mesquila, ondees-
Uva amarrada.
Vendem-se os seguintes livros : Prin-
cipios de droit de la natura et des gens, por
J. J. Burlamaqui ; Augmenla por M. t)u-
pin, em 6 v.; Cours complot d'economio po-
liliquepralique, por Joan Uaplista Say ,em
6 v.; Droit des gens e la loi naturalle, por
M. Vallel,2v.; Baccaria, dlits et peines,
1 v. ; rxuvres de Filanpieri, accompagneo
de um commentaire par Benjamn Cons-
tan!, 6 v. Mudo por commmodo prego :na
ra do Bangel.n. 1.
Ve/ide se cura de carnauba
milito superior e por preco com-
modo, em arrobas e a retallio: na
ra Nova, armazem de trastes, de-
fronte da ra de Santo-Amaro,
n. 59.
Na ra da Sanla-Cruz, venda n. 1, ven-
de-se carnauba a rctalhoe em porgflo.
Vende-se urna mulata anda moga com
una cria de oito mezes : lie prendada, o a
dona vende-a por se retirar para 'ora da pro-
vincia: quem a quizer comprar dirija-sea
ra da llnda, n. 7, pra.eiro andar.
Vendem-se relogios de ou-
ro ingletes e sellins inglezes cls-
ticos : em casa de Geo: Kenwor-
tby 8c Compabia, ra da Cr
Vendas.
1-
"achar reunida a direcgo pan
lo dos convidados, advertindu-se
ille do espectculo nflo se admtti-
ido algum que 1180 lenha sido pro-
tro lambem sera approvado em
itor Lourengo Trigo de Loureiro
Lualinento as lojas da casa do
embarf'or Basle >>a ra da
Para presente.
As Aventuras de Telemaco ta
francez, em 2 voluoifs pequeni-
iio9, ricamente encadernados em
peau de chagrn, propiios para
presente.
O Judeu Errante, por Eugenio
Sue, traduaido em portuguez em
10 voltimes brochados.
lia um
fa-
Giilo de o uro.
Vende-se do todasas qualidades
ras por prego commodo : na praga d'
pendencia, n. 19
\h ra de Agoas-Verdas, n. 96,
tinlureiro que aceita toda qualidada
zenda, Unto de lila como da seda, para Un-
gir de lodaa as coras, assim como, cheos
de palha para p-los prelos : tudo por pre-
cos commodos. Na mesma lambem ha urna
senhora que se propOe a receber em suaca-
sa roupa para lavar, engommar, e fazerjeo-
midaspara homeus solteiros : ludo por bre-
go* commodos.
Vende-' ebo ero pSo: as Cinco-Bon-
tas, n. SO. /
-Na livrarians. 6eda praga da inde-
pendencia vende-ae o aeguinte =
Manual elcitoral
contendoa lei wgulamenUr daa Wf""
os decretos e decisesdo governo que dio
esclarecimenlos sobre sua execugfio.
?endem-se inulto bons co-
bertores de algodlo blancos, as-
sim como escures, proprios para
escravos, e por preces milito com-
modos : na ra da Senxalla-Ve-
Iha, b. i38. ..,
- Vende- um sobrado do um1 andii-,
ero chflos proprios, paredes dobradas, boas
madeiraa com 30 palmos de terreno, broto,
por cada lado do dito obrado ero rrenle,
na mesma cordeagflo e com *"-
tantas para grandes quintaos : os P16""
dentea dirijam-se a cidade da Victoria, em
S.-Ant8o para ver, e para tratar, com Ama-
ro do Bego Barros.
Cortes de briiii entraD9a-
do de puro linho
1,280 rs.
Vende-se briro pardo de linho a t,880 rs.
o corte, e cor de ganga mulio fino al,ooo
rs.: oa ra do Queimado, n. 8.
Vendem-se
balaucas decimaes
para posar de 100 al 200 libras.
Cofres
de ferro batido com duas fechaduras e cha-
ves de segredo, muito bem feitos,
e mais ferragens,
como taces, parnahibas, facas de sapateiro,
serrotes e folhas de serra, tudo muilo m
conta para fechar cooUs : na ra da Alfan-
dega-Velha, n. 5.
wawaff.^ww^wasa^aisa^BWP^af ^^f^^w*
f% Na loja do sobrado amarello, na ra !
% do Queimado, t). M, eontimialn-s a
I verfder os bem acreditados pannos fi-
nos cor de caf, de vinho e verde a
4,000 rs. o covado ; princeza preta
infestada ,| fazenda igual a merino, m
v a 1,060 rs. o covado; sarja de laa pre- ^
* la lavrada propria para forro de j>
^ obras, a 600 rs o covado ; merino
fprelo, a 9,500 rs. ; dito muito supe-
riir, a 3,000 e 3,500 rs.; o um com- f
I pleto sortimenlo de panno preto pa-
j| ra todo o prego.
|l*#!f^*H|HmW< *****
Vende-se urna preta de fJ;5o de roea
ida.l.) ror prego commodo : juem a preten-
der dirija-se a Fra-de-PorUs, jfc 135, onde
se dir quem vende. '
Uom gosly. >
Na ra do Queimado, vindo 6 Bozario,
segunda loja, n. t8, vendem-seTindos oau-
Cariores corlea de cambraia de seda com
arra, ricos chales de sella matizadoa doco-
res, camhraias hrancasijtfii haaaa^^rffros
de cambraia de linho, f^ittssmmffltas fa-
zendas por menos do quo em outra parte.
Vende se a venda do Becco-Largo do
Becife, 11. 6 :a tratar na mesma.
Vende-se um moleque de 11 a 12 an-
nos, de bonita figura e proprio para pagem :
na ra do l.ivramento, sobrado n. 3, com
entrada pela ra do Itangel.
Farinlia superior.
Vende-se a bordo da sumaca
Feliz-Jurora, fundeadaem fren-
te do caes do Collegio, a farinba
mais superior que ha no mercado
e por mais barato preco : a tratar
com Machado & Pmheiro, na ra
i\o Vigirio, n. 19, segundo andar.
ou com o mestre a bordo.
Vende-se um escravo da 2% annos, de'
nago Angico que entende de andar em-
barcado, o he remador : em Fra-de-Por-
tas, venda n. 145, se dir quero vende.
Precos iiose commodos,
Livraria Mor,
franceza e portuguesa, roa do
Collegio, n. 9.
A. J. Oliveira, agente de Mr. Mor, livrei-
ro francoz, estabelecido na cidade do Por-
to ltimamente chegado a esta cidade ,
abri o seu eslabelecimento de livros on-
de os amadores encontrarSo um belissimo
e variado sortimenlo de livros em todos os
gneros, sciencias, litleratra, romances,
obras elementares ete., e urna riquissima
collecgflD de livros de devogfio. Igualmen-
te se vende no mesmo eslabelecimento pa-
pel, lapis, pennaa e outros objectos de es-
critorio. Recebo encommeudss para Fran-
ga, Blgica, Inglaterra. Portugal* portos do
Brasil, mandando vir com brevtaaae e exac-
tidflo os objectos pedidos, para o que tem
as melhores relages. Na ra do Crespo,
n. 5 A, se vendem os meamos livros. Dis-
tribuem-se ornfis os catlogos.
Vendem-se 3 fortes pianos, chegados
pelo ultimo navio francez de muito boas
vozes, superiores as de outro qualquer que
tenha apparecido, e de novo roodello que
nflo deixraflo de agradar ao comprador;
charutos de Havana, por prego mais commo-
do do que em outra qualquer parte; 031
completo aortimesio de instrumentos de
msica, Unto de me! como de madeira ;
bustos de gesso representando muito fiel-
'mente a rainha Victoria e o principe Alber-
to; relogios de ouro e de prala, chegados
ltimamente da Soissa. Estes relogios que
silo multo bemacabadoa, se tornam mul-
to recommendaveiB a qualquer particular,
e adverte-se que ha entre elles alguns que
andam oito dias sem precisaren! da corda :
na ra da Cruz, ho Becife, n. 55.
-- Na loja do Maia Bamos & C. vnde-
se pelo diminuto prego de 500 rs. um dos
mais bellos romances que tem por muio--
A roscira -- Iraduzido do francez por urna
senhora portugueza.- nec0.mmen.d*:" m"'
to a leilura desta obra, principa "fnle aos
pais de familia; para que, n'|,!r|
seus (litaos,, conliecam a grande> ul.l.dado
que so tira en. derramar por entre a a
1
3.d" .. d.^nu-moralrdad.1 como a.
que M eoDiem ero *"""".
pretender os ditos livros, dirija-so a ra no-
va, n. 6, na indicada loja cima.


i
l
farinha, em p e bem acondicionadas :
na ra do Amorim n. 35, casa de J. J.
Tuxsi) Jnior.
A 640 rs.
Vendem-se cobertores dealgodSo, muito
ancorpados, proprios para escravos a duas
patacas cada un : na ru da Cadeia-Velha,
n.33.
Vende-se superior cal virgem de Lis-
boa em barris pequeos ; feches de afcos
Je paoe rodas de dito para barricas; cu-
nhetes de pinho abatidos para assucar :
pregoscaixaesdo Porto, em barris de 10
milheiros; ditos de estuque em barris de
32 a 45 milheiros ; marmelada de Lisboa ,
em latas del e2 libras ; pilulasde familia:
na ra da Cruz, n. 49, primeiro ailar n
fallar com Joaquim Ferreira'Mondes Gui-
marSes.
Nos armazeos de Francisco Dias Fer-
reira e fio de Leopoldo Jos da Costa Aran-
jo ha para vendor o mais superior vinho
do Porio que tem vindo a este mercado, em
barris do 4", 5." 7." e 8.' Os apreciadores
pdem sortir-se porque poucas vozes c
vem fazenda igual.
Cortes de brim de puro
linlio, a 1,280.
-- Vendem-se cortes de brim trancado
pardo de pu'o linho, pelo diminuto prego
de qiiatro patacas: na ra do Crespo, loja
da esquina que vnlta para a cadeia.
Vendem-se relogios de ouro e prata,
patentes inglezes : na ra da Senzalla-Mo-
va, n. 42.
Rap rolilo francez,
Vende-se o superior rap rol3o francez ,
nicamente as lujas dos Srs. Caetano Luiz
Ferreira no Aterro-da-Boa-Visla n. 46
Thomaz dellattos Kstima na m'esma ra,
n. 54 ; Francisco Joaquim Duarte, ruado
Cabug ; Pinto & Irmfio, na ra da Cadeia
do flecifc, n. 19.
A 200 rs. o covado.
Vende-se zuarte azul trancado, muito en-
corpado e com 4 pairos e oieio de largura ,
melhor fazenda para vestir escravo pelo
barato prego de 200 rs. o covado: na loja da
esquina da ra do Crespo, que volta para a
cadeia.
A 610 rs. a libra.
Que'jos lonri tinos.
Veiuiem-se, pelo barato preco de 640 rs. a
,ma..V1C'aS !o^rjjins V^as. racen-JjoulaL^odemo' bo'm regulador :
temenle: na ra do Amorim, n. S6.
Vendem-se cortes de cambrnias ada-
mascadas, propriaspara vestidos, a 3,000
TB. ditosde talagarga, a 1,600 e 2,500 rs. ;
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santosna Babia.
Vende-se em casa de N. O. Bieber & C.
ta ra da Cruz, n. 4, alcodBo trancado
aquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar e roupa de escravos.
1,380 ris.
Vendem-se superiores cortes de brim
trancado do puro linho cor de lama de Pa-
rs pelo barato preco de 1,280 es.: na ra
do Crespo n. 14, loja do Jos Francisco
Dias.
Folha de Flandres.
Vendem-se canas com folha de Flan-
dres : em casa de J. J. Tasso Jnior : na ra
do Amorim, n. 35.
Bombas de ferro..
Na Ci 111.11 c* l o de ferro da ra do lirum ,
vendem-se superiores bombas para cacim-
ba sssim como de repucho para fazer su-
bir agoa casas at altura de 4 a 5 andares.
Pecas deesguio com 10
varas, a 5,200 rs.
Vendem-se pecas de esguio de algodTo,
com 10 varas a 3,200 r*., e a 360 rs. a va-
ra : na ra do Queimado, loja n. 8.
Cha brasileiro.
Vende-so o melhor clin brasileiro que
lem npparecido neste mercado a retalho
por preco muito commodo : na ra do Sol,
n. 1, em casa de Elias P.aplisla da Silva.
-- Vende-se um cavallo assa de estriba-
ra : no pateo do Carmo, n. 18.
-- Vende-se um relogio de ouro, hori-
gulador: na ra
do C<)legio7ii~. 6.
A o Ixi ni e barato.
Na ra do Queimado, vindo do llozario,
eassa-chitn decores fixas, a 300 rs. ; lan- segunda hija n. 18, enntina-se a vende
zinhas para vestidos, calcas e roupa de me- panno fino preto e verde a 2,000 rs. o co4
mnos, a320rs o covado fazenda de 1:1a vedo: suspensorios de seda, a 500 rs. b
com listras de seda, propna para vestido par ;*li ngos prelos de seda, a 200 rs. ; len-
de senhora ,a640rs. ; ISas para calcas, de- eos branros de cassa a 160 r.< ; pecas de
muito bom gosto e de superior qualidade panninho com 10 varas e meia a 2,000 rs. i
a 2,200 rs. o corle ; cortes de cassa, a 1,400 chceos de sol, de seda para meninas a
rs. cada um ; panninho enm vara de lar-, 2,580 rs. ; e outras mitas fazendas por
gura a 240 rs. a var8, e a 2,500 rs a peca preco enmmodo.
com 10vara.se meia ; diales de pura lila,
a 2,000 rs. cada um ; fiislfies para rolletes,
a 500 rs. o corte ; e outras muitas fazendas
por barato, preco : na ra do Crespo, loja
n. 15, de Cunha Cuimarfles & Companhia.
Vende-'s#cal virgem de Lisboa. de
superior quaHdadc, em barris de 4 arrobas,
chegada nesle mez pelo brigue Marta-Joi :
i tratar na ra do llrum, armazem de
n$V ^OOOOOOOOOOOO
dem-se os acreditados brins
trancados de puro linho.
Corles de brim trancado pardo, a
Vi*. nT *0Men' U "8 rUa d I .a0 rs' i dilOCOf "6 ganga, a 1,440
'gra, nj. I O rs. dito muito lino, a 1,6
&
O
o
O
O
<9
Na loj da ra do Crespo, O
n. G, ao pe'do lampea, ven- 9
O
0
gl
o
di- O
600 rs.
Vende-se, por preco muito
rommofJo, no armazem de Dias
Ferreira, no caes da Alfandega,
farinha de Santa-Catharina, en
saccasgrandes,e barriqnnhas com
polassa, muito superior: trata-se
no mesmo armazem, ou com No-
vaes & Companhia.
-- Vende-se um alambique francez o de
cobre com pouco uso que leva a caldejra
50 caadas, com muilo boa serpentina de
cst&nho fino que pesa 300 libras : este
alambiquo trabalha por dous systemas, um
que serve para destilar gazapa, e outro pa-
ra resillar ago'ardente ; para este tem tres
raliflcadores os quaes fazem com que o
alcool saia sem cheiro, muito superior em
grao e muito simples para qualquer pessoa
poder I ranal ha r: acha-se montado e promp-
Ito a trabalhar para o comorador ver : lam-
bem se vende urna machina do azer limo-
nada gazosa, agois mineraes e vinho
champanha : ludo por preco commodo : no.
Aterro-da-Boa-Vista n. 17 fabrica de li-
cores, de Frederico Chaves.
-es fumantes de bom gosto.
No armazem de molhados atrs do Cor-
po-Sanlo, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor vindo do sul, superio-
res charutos S.-Flix, e de outras muitas
finalidades que se venderBo mais barato do
que em oulra qualquer parle : bem como
eigarrilhos hespanhes ditos de pajha de
milho, que se estilo vendendo pelo diminu-
to preco de 500 rs. o eento.
Marmelada nova.
"llegada ltimamente do Rio-de-Janeiro,
vende-se por preco commodo: rt'sdo Cor-
pa-Santo armazem de molhados, n. 66.
Vende-se um pardo robus-
to, de 24 annos, perfeitamente en-
tendido no servico de campo e sem
vicios : na loja da rua do Crespo,
n. ij, ilc Cimba Guimaraes &
Companhia.
MadapoMes muito finos.
Vendem-se pecas de madapoles muilo
finos largos e encorpados proprios para
camisas de homem e senhora com 20 va-
ras a 4,500, 5,000,5,200 e 5,500 rs. ; dito
ordinario com 20 varas a 3,000 rs.; len-
cos de (oquim com franja, proprios para
meninas, a 640 rs.; luvasde pellica, peque-
as, a 500 rs. ,- chitas de cores muito lisas,
a 140 rs. o covado e a 5,000 rs. a peca : na
rua do Pstalo, loja n. 17.
Vende-se rap de Lis*" 3,600 rs. ,
dinheiro f vista : n roa da Cadeia do Re-
cife, botiCLdn Vicente Jos de Brito, n. 61.
]Va na do Queimado.h. 8,
vendem"se chilas de cores bons padrfles
a 140 '" covado ; essas de quadros para
balmd/'3 a *2>ono rs- 8 PPC8. enm sote varas ;
algoil0 niuito a7ul enieselado para roupa
de escY"*08 200 rs- 0 covado; cortes de
fustflo alcochoado para cutate a 320 rs; len-
vestidos e jaquelas a 200 rs o covado, len-
cos de seda de cores para grvala :a 6W
rs. ; ditos de chita, a 140 rs.; ditos de cas-
sa com cercadura a SWOrs.; e outras mul-
tas fazendas que se deixam de mencionar,
e a vista dos compradores se dirSo seus
diminutos precos : na rua do Crospo, n. 13,
loja de Jos Joaquim da Silva.
~ Vende-se manteiga ingleza nova, mui-
to superior, pelo diminuto prego de 640
rs. a libra: afianca-se a qualidade : no Ater-
fo-da-Boa-Vista, venda n.54,aop da lo-
ja do Estima.
~ Vende-se urna parda de bonita figura ,
com algumas habilidades : na rua da Ca-
deia do P.ecife, h. 39.
Vende-se, por commodo preco, urna
escrava de nacSo Angola de 30 annos, de
boa conducta e que be ptima quilandei-
ra: na rua do Padre-Flofianno, sobrado
do um andar n. 7.
Vendem-se,por prego commodo, no ar-
mazem do Dias Ferreira no caes da Alfan-
dega, saccaa grandes com farinha do man-
dioca vindas do Marnbao no brigue-escu-
na Laura ou a tratar com Novaes & Com-
panhia, na rua do Trapiche, n. 34.
j
I
m
I
f
Na loja do sobrado smarello, na rua
do Queimado, n. 29, vendem-se #
cortes de vestido de cambraia de se- 9)
da de moderno gosto, proprios pa- 4
ra baile a 15,000 rs. ; ditos de cam- jT
braia com listras de cores imitando <|
* seda a 4,000 rs.; chilas largas fran- 4
t>, cezas padrOes modernos e de cores >'#
# fizas a 360 rs. o covado ; lencos de a>
^ seda da lndia,para hombros, a 1,800, (+
2,000 e 2,240 rs.; ditos brancos de
9> cambraia de linho, a 800 e 1,000 rs. ; ;'=>
? e outras fazendas de gosto a prego
commolo.
----^
deaux, licores finos de differentes on.iu 1
dea : ludo de superior qualidade e pn,' u
Co commodo: na rua da Cadeia-Veih 1
n. 2. m\\
Vendem-ie81indos moleques d o I
annos ; 10 prelos de 25 a 30 annos \l\
20
""ios,,,.!
do um delles oolimo cozinheiro, o Tir car"
reiro, outro ofllefll dealTaiste, e nutroWJ
noeiro; 2negrinhasde9 a 2annos.a. I
da"s de 20 a 24 annos com algumas'hih"i-T
dadea; 3 prets de 20 a 30 annos, ,.''''.
urna ptima cozinheira : na rua do Con
gio, n. 3, so dir quem vende.
Ven.de-se urna parda de 18 annos m, I
cada em um convento de freirs na Bh I
a qual foi vendida por se.ter de f.zer n.ri i
lha8.--hoa mais linda figura e de meC
res qualidades que lem vindo a este merp, I
ilo ella cose com toda a perfeico. fIJv"
tidos e camisas do homem, faz doces de "
das *s qualidades, penteia, veste e prJ
qualquer senhora do melhor lom : o s
preco nfo espanta visto o aeu on0|l
querer retirar: na rua larga do Rourio T|
46, primeiro andar. u
-- Vende-se manteiga Ingleza, muito tal
a 480, 640, 800 o 1,000 rs. a libra ; boliZJ
nha muito fina e quadrarla a 320 r. 11
bra ; dita de soda a 200 rs. a libra ; diud
aramia, a 200 rs.; dita ingleza, i 200 n .
batatas muito boas a 60 rs.; aieila dufl
(hgado ltimamente de Lisboa, a tOiil
a garrafa ; e todos os mais generas por pre.l
CO commodo : na rua estreita do Rozario I
venda da esquina que volta para o pateodal
Carmo, n. 47.
Vende-se urna burra muito nova, e boj
para carga por ser muito passeira u|
rda do Queimado, n. 14. J
-Vende-se, na rua do Crespo, n. 11 ,
Atlas de Simoncourt; Diccionario latino de
composicao; Crammatica franceza de Seve-
ne nova ; Tito Livio : Virgilio; Saluslio ;
Fbulas Selecta ; arte latina de varios au-
tores por barato prego.
Na rua das Cruzes, n. 22,segundo andar,
vendem-se 5 escravos sendo : dous mole-
cotes de 18 a 22 annos ; 2 pretas que cozi-
nham lavam desahitoe sao ptimas qui-
la mleiras ; urna pardinha de 18annos pro-
pna para todo o servigo.
f8CI7kV08 filelos
Pechineba.
ATTENCAO
Um pardo claro, de alta estatura, cabal. 1
lo (renlo; representa 40 annos pouco raiit I
ou menos e he escravo do reverendo vigario I
de Una lendo sido preso em llarreiros pin
se Ihe tomar um bahuzinhocom roupa ,ea
o mez de novembro prximo passado, f0i
ao depois visto nesla praga em fevereiro
em companhia de um moco de nome U\
raes e romo ale o presente nSo ten ha tp. I
parecido dito pardo, roga-se as autoriifi-f
des policiaes o capitSes de campo, que
apprenendam e levem-no a rua das Cruj*,]
n. 30, ou na rua da Cadeia do Becife, n.f
36, ou em Una nos engenhos Parazinho,]
Bom-Dia e Serra-ri'Agoa que serflo gene-1
rosamente gratificados, e se pagarfio todul
cuites de
O
commodo do que em oulra qualquer J,' > pados a 640 rs. o ctt
parte: a bordo da sumaca Btlla-Xrije- ^ v, cassa branca pata vesl
| //na, fondeada delYonle do caes do ^4 % rs. ; pecas iie ditas para bal>ai|ps a Sf
W liamos ou na rua do Vigario, n. 19, 2.400 rs. o a 32o rs. a vara .chapos %
K segundo andar, casa de Machado & 5? de inassa ,a 1,600 rs. ; ditos de seda
^. Pinheiro. 4 rv a 6* rS- dil(,s a *00 rs > sles P"- **
i> ^ 'v ra rollete, a480is. ; dito superioi a O
'.**t^iMMMMMMhQ % C*oo.is. O
Vendem se presuntos nglczes Pira AnAni.Bi.Mn MnnnnnnnS
fiambre ; latas com bolachinhas de Lisboa ;. W&&&Q&&QQ 0&Q&0&&QQ
ditas de araruta ; ditas de marmelada de i FAIIINIIA DE MANDIOCA.
1, 2 e 4 libras ditas de sardinhas ; ditas ilo A nielhor farinha de mandiora que lem
hervilhas ; ditas de clmcolate de l.ishAa venda he a bordo do brigue Minerva,-chega-
frascos de conservas ; dilos d'agoa de flor ''" l'r Sanla-Calharina, e tundeado na praia
re laranja; barris com azeilonas brancas de!1'0 Collegio, onde se vende a prego mais
El vas ; garrafas com vinho moscatel de .Se-'conin""1" 1"! em qualuuer outio barco ; e
tubal e da Madeira ; queijos de prato p | tambeai se pode tratar na praga do Com-
'frescaes : ludo novo'e clic.gado ultima- niercio, u. 6, primeiro andar.
mente de Lisboa: na rua da Cruz, no /-.. ,1a!.. ,i i..
Jteeife, n. 46. l<,d.CiraS (U pail
- Vende-se champanha da mais superior
qualidade que tem vindo este mercado : .
Ta rua da Cruz, n. 27, armazem de Crocco hem com onlros muito> liastes : vendem-se
iCadciras de paibinlia
de ha la i ico,
h Companhia.
Vcndem-sc seliins inglezes e
camas He (erro: na rua da Senzalla-
nova, n. 4i.
Chdbrasileiro.
Vende-se cha brasileiro no armazem de
molhados, atrs do Cono-Sanio, o. 66, o
mais cellenle cha produzido em S.-Pau-
lo que tem vindo a este mercado, por
prego muito commodo.
AGI.NCJA
da fundicao Low-Moor,
RUA Da. SEJIZALT-A-NC-Va, N. l\%.
Neste eytabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
nienlo de moendaa e meiaa moen<-
das, para en^enhu ; macbinas de
vapor, e tochas de ferro batido e
coado, de todo9 os tamanhos,
para dito.
A 640 rs. padfl un.
Vendem-se cobertores de algodSq emeri-
cano, encorpadosegrandes, a duas pata-
cas chitas escuras de bons padrdes p.cri-
res seguras, a meia pataca o covado : na
rua do Crespo, na loja da esquina que vol-
ta*para a cadeia.
Vende-se algodo trancado
da fabrica de Todos-os-Santos
270 e a 3oo rs. a vara : na rua
Oadeia, n. 5i.
Taix;is para eligen!.o.
Na fundigSo de ferro da rua do Brum,
acaba-ae de receber um completo sorlimen-
tode taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por prego com-
modo e com promplidSo embarcam-se,
ou carreganl-seem carros sem despezas ao
comprador. r
_ Barricas.
endem-se barricas vasias quefdram,de
em casa de Kalkiiiuuu Innos, na rua da
Ciuz, n. 10.
Superior cha brasileiro.
Vende-se'superior cha de S -Paulo em
caixinhas de urna e duas libras: na ruada
Cadeia do Itirife, n. 51.
Vendem-se no armazem, n.
1, do Calaia, no cae da Alfande-
ga, por preco commodo, barricas
com farinha de mandioca, muito
fina, ( sortthy ) assim como saccaa
com feijao novo, muilo grandes e
baratas : trata-se no mesmo arma-
zem, ou com Novaes Se C.
Charutos de Havana
verdadeiros em casa de Kalkmann Ir- O
mflos na rua da Cruz n. 10. 0
Na lojA."- 2, ao p do ar-
co fflP N.-Anliiiiio,
vendem-se me88 do se'la preta curtas, a
1,000 rs. o par ; H*1 l,e '"i3-". 800 rs. ; di-
tas branesa para ijnhora, a l,500 rs. cor-
tes de gorgurfio de\?eJ* para co"ete n
1,600 rs. dilos de IX8> a 1,000 rs. ; Las
para caigas, a 640 rs'i covado; longos
deselim para grvala ,; coi (es de cassa a 3,200 rs- > e "ulras mui-
tas fazendas por barato pie?-
Na rua Nov.-.. O.il,
vendem-se dous moloques pegas ; um pre-
lo ie 25 anuos, de muito lim1" '"'gura bom
Irabalhador de enxada uma l'r,'t9 boa
quiUndeira ; dos ditas para,0 trabalhode
enxada.
Vcndem-se cassaV0''1 e pa-
nellas forradas de porcH'8 em
completo sortimento : ''1<'> hija de
Vende-se cha hysson de superior quali- asdespezas. -
dade cejo oreep de 500 r. a libra : na rua ~ Do i,i- de Pedra-Molle. enn*nho Api
Pi.o des? pparereram, naAoile do da I
do correnle 4 escravos Maria Camundi
^o Crespo, n. 23. ^
J Nosarmazens ao p daAlfandega, de
Dias Ferreira e Bacellar, vendem-se saccas
com farinha de mandioca a 2,000 rs. cada
uma.
A bordo do brigue ero vende-se bom
sebo em rama, por prego commodo.
Vende-se rotim
commodo
por preco
na rua do Trapiche,
n. 11.
Vendem se pelles de couro
de lustro h^mbnrguez, de 3,5oo
a 4ooo rs.'; Jilo francez, a q\5oo
rs0 ; marroqnim preto e de rres.
a 1,910 rs.: qs praca da Chito,
loja do Arantes.
Cebla gradda.
Ha para vender urna pequea parelto de
ceblas emmlhns de 35, a 1,280 rs. : ad-
veite-seque he a melhor cebla que lem
vindo a esto mercado, e sem exagerado
vale a 2,000 rs. o cenlo mas vende-se
assim para fechar uma actura : na rua do
Amorim n. 36 A ellas anles queae acahem.
PJ CA.I...I...1.....
s
Coi les de caigas e jaquelas.
w. ..av j ^ vrhiuiu i'ini la \m II) *J liljg 1
de altura (regular, chela do rerpo,de}i|
annos poudo mais ou menos olhos abugi-l
Ihadog : Rfdro, da mesma nagSn, de alturil
regular, Bem preto, moco, surdo de un
ouvido : Fiancisco Paz alto, seeco, mon,]
bem espeilo, e Jos Bolacha, ambos di I
mesma nagS,o, preto mugo bem fllnli;
lem uma cicatriz no tornozello de um |:|
lodos fram vesli.losde roupa blanca. Hi
loda presumrgOo que estes esrrv.'squ
peitencem a Mara Candida de MrgaihJs,]
Mraii. furlados e seduzidos por um esrtivo|
de D Maria Lucia lilha do fallec lo lea
te-coronel Francisco da Bocha Paz nrrelo.]
Roga-se as autoridades policiaes e epille
de rampv toda a vigilancia para os apar*
hender, ha loda a proba bil dade que es-1
les escravos sejam vendi-los para o sul ilrs-l
ta provincia: ser peanlo bem grutili-J
cado quem osapprehemler.
t ugio, no dia 12 do correnle. uma es-i
crava rriouia, de nome Mariana, de 25 li-
nos pouco mais ou menos alta, corpoleii-j
la, rosto redondo, nariz hlado, oIImmI
grandes, denles perfeilos cor fula tirando]
a cabra ps grmdrs o grossos ; levou pan-
no fino pri-in 5 ve-tidos e un lengul de
brim. Esta pela foi do Aracatv, veiiiiidil
aqu ao Sr. Angelo Francisco Carpeiro, e
este a vendeu ao Sr. Mauoel Cavalcanle di
Albuquerque morador'ao p do engenho
ierragens da rua da ('
cife, de Antonio J
A 4 00 ris.
IIJc
leia do He-
tiin. Vidal
\
^j rs. ditos de dito amarello, a 1.5U0 g
^, rs. ; ditos de casimira encorpada de 9
Vendo-se superior esgui.lo de algouilO !e
qualio palmse meio de largura, propno\J
para camisas de senhora e jaquelas, pelo
barato prego de 400 is. a vnra hretanhas
de rolo com 10 varas, a 1,600 rs. ; supe-
riores c:tes de fustOes alcochoado a
1,28o rs.; ditos miudos a 400 rs. o corto :
na rua do Crespo, n. 14, loja de Jos" Fran-
cisco llias
OOOOOOOOOOOOOOOOOO
> O
5>* Na rua do Crespo, .3 O
loja da esquina que volta 9
para a cadeia, vendem-se ^
Jg algodno, a 2.00 rs. dilos
2,000 rs. dilos do csimii
Vendse, por 350,000 rs., um escravo O os "editados brins trancados bran- A
om rdllcio'de sapateiro e que he proprio. c08 liaos, de lestras o de linho puro, Z
ara todo o seivigo, por ser muito robusto $ 8'.500 rs. o corte diloamaiello a S?
P
C Sadio
na rua do Queimado, n
KIO
na praga da Independencia, livraria ns. 6 8.
N..
Rna da Madre-de-Deos.
Furo vinho da Figuciro.
O novo armazem desta pinga deliciosa
acaba de se abrir nesta rua, defronte do ex-
tincto armazem ao mesmo preco de 180
rs a garrafa e a 1,360 rs. a caada. Os
amantes deste licor all encontrarSo garra-
fas prnmptamenle lacradas e com o seu
contpelente rotulo para trocaren) por outras
prornptamente ; assim como tambem en-
contrarlo barris de diversos tamanhos,
por precos bem rasoaveis ; bem eomo vinho
liraucode Lisboa a 1,600 rs a caada e a
22 rs. a garrafa.') propietario deste esta-
hejlecimenlo pede exame para podrem ava-
lar a pureza de sua qualidade e asseio e
qile em nada desagradar aos cuncur-
reites.
O para babados, a 2,000 rs. a, peca lu- O
5 vasdealgodllodecdr.n.uilo linas, a O
Q 240 rs o par ; chitos rouxas com fio- O
0 res encarnadas, de tintas seguras, a Q
J 180 rs. o covado; cssas pretas, |>ro- Q
q priaspara lulo, a 160 rs. o covado; X
q pegas de platilda dealgodaocqm 25 X
varas, a 4,200 rs. e oulras muitas X
X fazendas por prego commodo. O
oooooooooooo&e>oi>f^
- Vendem-se cortes de brins riacados es-
curos para caigas, a 720 rs. o corle brim
de linho de quadro, proprios para aqueta
a 320 rs. o covado ; brim Irangado'brane'
de 1.1a a W
-,..> ...., unua uu cnsiuiira elstica Q
e de crtres. a 4, 5, 5,500, 6 e 7,000 rs., O
lendo muito sonde escolher. Q
OOOOOOOOO OOOOOOOOO
Vendem-se riscados escocezes com
vara de largura, a 290 rS. o covado ; cassas
filadas de cores (xas, a 240 rs. o covado;
Cas de panninho de vara de largura, com
jardas a 2,000 rs. : na rua do Crespo
ioj <>
-yoa, a 1 ou rs.
/endem-se lengos de lila para hombros de
senhora, a 160 rs. cada um : na rua Nova
n 42, defronte da Conceigflo.
de listras a 240 rs. o covado
fixs, a 110, 160 e 200
de cassa moderna
cortes de gorgorito de
a 1,600 rs
npo
hrelanha de
a
cores
Vendem-se atoolhados de puro li-
nho com 9 palmos de largura a S
a 2,800 rs. a vara dito muito supe- T
riore com a mesma largura, a 3,200 ;
-guardanapos, a 3,000 rs. a diizia ; di- V
tos superiores, a 9,600 rs. ; toalhas da A
mesma fazenda, e de varios tamanho. V
Q por nrrgo commodo : na rua do Quei- .*
^f mado, loja do sobrado amarello, n. 29. .
'A A
*;*,
1 Vende-se uma prela e um moleque de
bonitas figuras e mogos, por prego commo-
UoP")rseu dono retiiar-se pira fra da
provincia: na rua da Cadeia do Hecifo.
n. 30.
A Saloia,
'i acompanhamenlo para piano:
'g, n. 9, segundo andar.
A ellas anhM que se acabem.
\endcm-eo ricasNCu,as de pellica para
homem e senhora pelo-diminuto prego de
,uoo rs. o par : na rua do>aumadof 11.17
Dilo-se as au.oslraa. ^v
-- Vendem-se queijos londrimns. rjesun-
losinglezes para Hambre; Utns clim bie-
cuulo inglez ; conservas de f-oclas ing le-
modiol
na rua do
rolo com 10 varas, a 1,800 rs. ; chilas
120 rs. o covado ; dita, curas e de cAres zas e fraeezas ; latas co.n'salmn',7 i?, 'I
a \ 50O rndlC!lM,t1 h4,Vi,h,ls 8meix" '" Fr a* c -
a ,51.0 rs. o covado Ixinhas com massas finas ; vinh-s deTch- -
cas as pernas que aparecen) de escaldadu-
ra, ps grossos levou saia de chita c-
misa de algodaoznho, panno da Costa ve-
Iho ; quando foge he para a cidade de Olin-
da ecosluma all vonder agoa em S.-Tliere-
za ; porm lalvez que ella desta vez fusso
para oulra parle : quera a pegar leve-i
rua do Itangel, n. 36, que aer gratillcado.
I'ugio, pela mandila do dia 13 do cr-
reme rugi o preto de nome Galdiao,
crioulo. odicial de pedreiro ; he baixo,
cheio docorpo, bonito, ollms prelos o mui-
to vivos ; levou caigas azues de algodio
ll:"",'.:::in jaqueta de tiscadinlioazul, bo-
nete de pannos de cures com matantes, urn
ferramente de pedreiro, e uma trouxinl
de roupa. He este escravo he dos berdeiro
do finado llenrique Pop'pe Cirilo seuhordo
cngenhod'Agoa sito na ribeira tle Arari-
pe, c se achava cm poder do abaixo aaiij:
nado : quem o pegar leve-o ao dito entie-
ndo ou ao 11 esmo abaixo asiignado mo-
rador na Boa-Visia, ruada Alegra, n. 3*y
aue recompensar. U annuncianle pede *
todas as autoridades policiaes hajam de
appreh 'o- ilarccUino lost Lopv,
-- E. ...... orinci|ios de agosto u0
correnle anuo,, jus escravos: Antonio,
de22annos, reforgado do corpo, eslalura
regular, rosto redondo nifios e pe bem
eitos: Jlo, de 26 a 28 anuos, alio, corpo
regular, cor fula ; he ollicial de pedreiro;
cosiuma uabalhar nesla praga: quem os
pegar 011 dt-r noticias certas, aera bem re-
compensado na rua das Laratgir*! n- ,4'
segundo andar onde m informis a quem
perlencem, ou na rua di Aurora, 11. 1( Ier"
ceiro andar!
Aiiija contina a eslar fgido o pre'^
Jos Mattulo do nago Cagange, de 30i
tantos annos, de estatura raiulir, chema
corno cor fula bem barbado ,ro>io o M-
ril largos ; lie bstanle Mlmlor quando be-
be ; he casa lo 110 Brejo-da-M*dre-de-Deo*.
one existe a umlher dizem que fuga p*-~
{j;a csie lugar. Este escravo hepe'Uncri'W
aos herdeiroado linado lenlo Ant"nio no-
mingues : quem o |iegr leve-u ao tutor dilos or, hilos, JaciiitnoSilveetm Vicente,
no beccodo Abreu, 11.1, que aera bem im
compensado. *
s riscados fr.ncezea .argos, pi' o^'^os^el ^ZiuZ,^^7
!>im. : m trr. hit u
. DE r*i*v-iv<9


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