Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06246


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Full Text
^nno XXV
Ter^a-feira 14
PARTIDAS nos COBJaElOS.
Goianna cParahiba,egunda e sextaa-felra.
lUo-Grande-do-Nortc, quintas-reirs ao melo-
dia.
Cabo, Serlnhem, TUo-Forraoso, Porto-Calvo
Macelo, no 1.*, a II e 21 de cada mea.
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quintas-feiras.
Olinda, todos os das.
EPHEMERIDES.
Phasis d LO*. Chela a 4, s 1 h. e 32 m. da m.
Ming. a 11, as 11 af. e 1.1 m.da.m.
Nova ais, as 3 b. cl3m.d& t.
Cresc.a2o,i2h.e36iu.da t.
TRZtMAR DX HOJE,
Prlmeira a 1 hora e 18 minutos da larde.
Segunda a 1 hora e 42 minutos da manh.
de Agosto de 1840.
N. 179-
pazcos da auBscaivolo.
Por tres raezes(di'alado) 4/H)00
l'ur si-is mc/.rs 8>U00
Por uhi anno 15/000
TOAS OA SXSCASA.
13 Seg. S.Helena. Aud. do J.doorf.e dom.dal.v.
14 Ter9. S. F.uzebio. Aud. da chae, do J. da i. v.
do civ. e do dos feitos da fazeuda.
15 Quart. +* Assumpcao de Nossa Senhora.
lti Qulnt. S. Roque. Aud. do J. dos or. c do m.
17 Sext". S. Mamede. Aud. do J. da 1. v. do civ. c
do dos feitos da fazenda. -
18 Sab. S. Clara de Monte Falco. 'Aud. daChauc. e
do J. da 2. vara do criiue.
19 rtnm S- Joaquim.
CAMBIOS XBt 13 D* AGOSTO.
Sobre landres. / Pr ifm Tt M
. Pars, 380.
. Lisboa. 115 por cento.
Onro.-Onca. hcspanioe..........'/ou
Moedas de 6/400 velha... 17/200 a
. de t/400 nova.- I6/|00 a
. de 4/800........... ?/*
Pr.-Pataces brasil-Iros...... j *
Peso coluinnario....... {#"! *
Dito mexicano.......... *iM
dias.
31/500
17/400
16JM0Q
9/400
2/010
2/(>10
1/J20
ni ut io ni: PEBBJBim
ilO
PARTE 0FFIC1A1
GOVERNO DA PROVINCIA
EXPEDIENTE DO DI A U DE AGOSTO.
Ofllcio. Ao cliefe de polica, ordenan
I expeca auasordens para que seja apresen-
I lado ao commandante do Drum un> senten-
Iciado a trabalhos pblicos, afim de ser em-
Ipregado no servicodaquella fortaleza, vis-
I lo ter Ooalisdo o lempo de sentenc o q>"
all seachava servindo. Communicou-
1 ao coromandanle da praca.
Dito. Ao inspeclor da thesouraria
I fazenda, para que facasupprir no corren..
I anno linanceiro com a quantia indispensa-
Ivel.atque oRoverno imperial resolva o
contrario, a rubricainvlidospertencen-
tes ao ministerio da marinha, vistoserin-
sufficiente a quota votada para a mencio-
nada rubrica. Scientiicou-se o inspector
do arsenal de mnrinlin.
Dito. Ao presidente do concclbo gcral
I de salubridade, determinando remella
I piesdencia slgumaslaminas de puz vaeci-
' vico para serem enviadas aojuiz municipal
% Flore que as requisita.
Portara. O presidente da provincia ha
inr bem declarar sem efTeito a clausula de
residir na cidade da Parahiba por lempo de
{im anno, imposta ao padre Joflo da Franca
Cmara na portara de12dejulho ultimo,
pela qual lhe foi concedida amnista pelo
crime de rebelliflo
Dita. O presidente da provincia, usan-
do da attribuQSo que lhe foi conferida pelo
decreto de 11 iie Janeiro d<> crranle anno,
lia por bem onceder amnista, em nome de
S. N. o Imperador, a Joflo Climaro Fernan-
dos Cavalcante pelo crime der^belliSo, ul-
limamenlecommeltido nesla provincia.
F. para sua resalva se lhe | assa a presente,
em virtude da qual jamis ser processado
pelo dito crime.
Commando da praca.
Ouartel do commando da praca na cidade do
Ret fe, 1 1 de agoilo de 1819.
OIIDF.M DO DA. N. 12.
OIHm. Sr. coronel commandante da pra-
ca manda pOr a lisr-osico do Sr. Dr. juiz
de direito da primeira vara criminal d-sta
cidade os presos pronunciados por motivos
da rebelliio, que se acham as forlajezas e
quarteis, fim deque possam sor julgados
na prxima sessfio do jury, poraasini deter-
minar o Exm. Sr. presidente da provincia
em cilicio de 9 do correle.
Omcsmo lilil. Sr. coronel ordena que a
relacodos presos que coslumam dar dia-
i ;n.- culi; os corpos, fortalezas, companhias
e contingentes da guarnic3o seja nomina
mappeada com as precisas declararles, sen-
do entregue coqj o mappa diario.
Ordena, finalmente, o mesmolllm* Sr.
que seja addido ao segando balalhilo de ca-
ladores, at seguir seu destino, o Sr. pri-
meiro cadete e sargenlo-ajudanle l.uiz Mar-
tina do Carvalho, que fura desligado do sex-
to batalhfio damesma arma com passagem
para o deposito da corte.
francisco Cario Homo Desrhamps,
Primeiro tenenlc ajudante de rdeos
EXTERIOR.
FRANCA.
ASSEMBLFA. NiCIOSiX. LEGISLATIVA.
Presidencia de M. Dupin Ain.
Sessio de25dejunhode 1849.
(ContintiacSo do n. 178.)
Mr, de Tocqueville (ministro dos negocios
eslrangclros,) : A hora vai j mtiilo adi-
anlada ; mas, isto nlio obstante, responde-
rei n1o smente quesillo particular pro-
posta por Mr. Savoye, seno tamliem a
quesillo maisgeral proposta por Mr. Mau-
guin.
Gomccando pelos helos particulares re-
feridos por Mr. Savoye, dlrei que esle Sr.
tnha oais que ninguem o direilo de vir
aqu defender a revnHa,dO Palatinado ; por
issoque para ella eonlribuio consideravel-
menle, sedevo dar eredilo a un documen-
to que o representa como Jendo fomentado
esta revolta funesta; 'ntuimros oquerda
esla revolta funesta que ensaiiguenioii
aquellos paizes ; esta revolta do dura lo de
Dallen, a qual coiui-^mi pelo assaasualo dos
olllciaes pelos seus proprjos soldador.
He sabido que o movifSnlo radical dos
revolucionarios do Haden leve origem ern
urna reunilo popular que se elTeituou em
Offenburgo.
O rainislro da Franca em Badn escrevo-
mc que pode garantir como thentico que
Mr. Savoye, precedido do encarregado negocio da repblica francoza, dirigio-se a
LOITeiiburgo, o alli pronunciou em allenifio
jni discurso, no qual disse queia em no-
na ilus socialistas da Franca, em o uome
de Mr. Ledru-Rollin, assegurar a seus ir-
ruios da Allemanlia as suassympathias, e
Jinima-los a susleulai lo triumpho
Langa inierrupco.)
Coucebe-se bem que Mr. Savoye se tenha
julgado obiigadu a vir aqui defender a cau-
sa daquelles que arrastro, repito-o, para
t esta revolta funesta. (Rumores esquerda-
'1>isting%te-se Mr. Savoye.)
O Sr. presidente, voltando-se para Mr. Sa-
Voye :
O Sr*. j interpellou (Risadas.)
supposla onlom do dia de um general, na
qual sedissse que os sublevados tinham o
apuo da Franca, o apoio do governo fran-
cez. Sou levado a crer que esta ordem do
dia nunca existi, quetalcousa nunca se
disse, e se com effeito exislio, he falsa.
Passarei a outro faci. Exprobrou-se ao
governo o no ter recebdo os agentes en-
viados de um governo, o qual sequalifica
de regular. Esto governo nunca foi reco-
nhecidn pela Franca, logo nao he regular
para nos ; um ministro n3o poda, portan-
to, receber estes agentes : elles nilo foram
recebidos, o nSo o fram com ra.sao.
Dissa-se maisque se tinha impedido que
fossem armas para os sublevados.
Vma vo: esquerda : E as prises:
Mr. de Tocqueville : O governo DlO fez
mais que conformar-se reslriclamenle com
0 direilo das gantes. NSo sement as ar-
mas fram apprehcndidas, jemlo tamhem
impedio-se que os individugf armados pas-
sassem a fronteira. Neste ponto, repito, o
governo nSo Tez maisque conformar-se res-
trictamente com o direilo das genios.
lia pouco fallou-se do prisBo, de encar-
ceramento. (Sim! sim i ei?rrf verdade que um agente fra preso, maso
processo sobre os acontccimenlos de 13 de
junho demonstrar que nflo foi como agen-
te estrangeiro que o individuo em quesillo
fra preso ; mas como conspirador. {Mo-
vimiento. Approvnco.)
Passarei agora ao ultimo facto. lio ver-
daile, senhores, que urna somma foi trans-
portada para Paris pelos agenteswlo gover-
no revoltoso de Balen, masdovo dizerque
este dinheiro nao era smente transporta-
do, era roubadn. (Viva approvacaS.) I
O futuro mostrar o que digo. (Murmu-
rios (i esquerda.)
Senhores, quando o orador que deseen
iiltimamcnte desla tribu a aqui fallava ISO
solemnemente, creio que no provava os
factos que asseverava.... (Huido a esquerda.)
OSr. 'residente: Queiram calar-se, meus
senhores.
Mr. Chavoix pronuncia algu.nas prlayras
que n3o podemos ouvir por causa do ruido.
tfr. deroc/i/WHl/ei-Nao fizemos.portanlo,
repito-o, senDooque o direilo das gentes
nos ordenava que fizessemos : n3o fomos
em soccorro de nenhuma das parles belli-
gerantes. Impedimos a passagem dos lio-
meiis armados e das armas, e se alguns dos
sublevados liveasem avancado at o nosso
territorio, declaro que teriam sido i inme-
diatamente desarmados, (,1/ui/o 6 Epoderiamos fazor outra cousa? Quanlo
a mim, eslou convencido do contrario e o
estou por duas razOes : a primeira he que
n*o temos nenhum interesse em iutromet-
tr-nos as quesies da Allemanha; a se-
gunda he que a causa dos sublevados dos
douspaizes n3o parece dever excitar prc-
senlemcnto urna viva syrnpalhia. (Aprova-
(o.) I'orvcntura esquecemos os factos r-
cenles a ponto de nao sabermos que os de-
magogos s3o os inimigos irreconciliaveis
da Franca f (Multo btm!. Ruido esquerda.)
OSr. Presdeme:Queiram eslar-se,
meus senhores.
Mr. de Tocqueville:~Os factos ahi esto.
NSolie evidenlcqueaque'.les que fizaram a
revoluc3ode Bailen teem os meamos prin-
cipios, omcsmo liin que os homens que
combatamos aqui ? (Sim'. sim'. muito bem.-
ReelamocSe Sim, silo os mesmos homens que comba-
lomos e vencemos, e que, com favor de
Deos.havemos de vencer semprc... ( Ruido a
esquerda. Intertupdlo.)
Se queris provas, eu as aprsenlo. N3o,
n3o hedillicil provar-vos que nflo smente
asdoiitrinas professadas s3o anlogas, se-
n3o tainbem que os sublevados do Badn
tioliain relacOes conhecidas, continuas, in-
timas com os liooiens que vencemos a 13 de
junho. (Movimentos. Sitnl si\ Vivas recla-
mares esquerda.) Em um despacho que o
governo recebeu, ha po-jcos dias, deseu
agente, vinhain inclusos dous documentos
sobre os quaes este agente chamava nossa
alinelo, como proprios para dar-nos a co-
nliecor os sentimentos de que sao animados
os revolucionarios de badn.
A primeira destas pecas he um manifest
dirigido ao povo francez, ao oxercilo, e
guarda nacional franceza pelos insurgentos
do Palatinado.
Mais rarde pacotes cheios destes mani-
festos foram aprenheudidos ao enlrarem
em Franca. "
OSr. ministro le este manifest dirigido
ao exorcitoe a guarda nacional, e no qual
notamos asseguiutes passagens :
Vergonha elerna Squellesque por mais
lempo sustentaren- a poltica de um gover-
no que viola a constituicao. (Sim! siml
Muilo bem o esquerda.Vivo rumor.Inler-
rttpcad.)
O Sr. Presidente :~Lea : o Maniteur pu-
blicar as adhesoes. (Uilaridude.)
" Mr de Tocqueville, continuando a lr :
overdadriro povo francez, que se acha
frente da Franca, sabera azer respeilar a
eonstituic0-
. F. vos, Hoichot e athier... (inUrrup-
cafi) dignoi. represeolaulcs do exercito ..
(risadas prolongadas) n3o ouvis os gritos
qui vosenamam conlra os inimigos daii-
bedade ? Proleajlai, nobres soldados ; is
ar'fliascidadaos
esquerda -Muito bem! muito bem. (Ilaj-
J, ri dircila )
^ de Tocqueville : O senhoros appro-
i esta lingoagem, nSo seadmirem enlfio
nos e a niaioria a n3o approvcmos.
loiern! wVoom!) ,
1 r. Jjtgrange de seu lugar, pronuncia al-
-:.... o. otto mutemos, ouvir.
: o.,..,.. ,-j!~jEKr "ss-asr**.....**"*
O Sr. Presidente i-Observo a Mr. l.agra
ge que se cale.
Mr. de Tocqueville l depois a passagem
de nm discurso no qual Mr. Breutane, mem-
Se"do governo provisorio do C.rlorl.ue da Allemanha P^'^u
recomme"ndava a esperanca e a confianes
annunciando um lovantamenlo em Paris.
Passarei agora quesillo proposta po
Mr. Manguin, de urna maneira bnlhante.........----------
mas sem que asparticulades fossem facis de isola.la e era ameacada.
comprehender-se. Ha todava urna queell
desenhou claramente, ese a principio pro
curou dissimular um pouco'a sua conclu
sSo.a lgica lhe n3o permitlio mais isto de- presentalivas.
O que acontercu dopois? Um faci im
- menso..... A Allemanha tornoti-se coosti
i- tuconal e liberal! Ella vio monarchias re
Ist
pois. .
Agrande questo de pai ou de guerra loi,
portanto, a que elle propo/. desta tribuna. Eu a
examinare! em puncas palavras.
Ha duaa sortes de pessoas que parecem 0e-
sejara guerra. Uns desejam-na porquecreem
achar licita a occaniao de darcm o ultimo
golpe na ordem europea, e na ordem social
actual. A este direi que me tero leinprc
por adveisario, que os fiel de coinbater sem-
prc. (Viv npproracio direita.Hindas e ru-
mores esquerda.)
Outros, c Mr Mauguln he um destes, chc-
gam ao inesmo fim por entiinentos mu dille-
rentes, e que respeito. F.lles oreen a Franca
arrastada por urna falalidade invencivel; veem-
na cercada de inimigos irreconciliaveis, e per-
suadem-se que baj uina liga firmada, a qual
marcha incessanteinente, e dentro de pouco
lempo sullbcar a naco franceza.
A esquerda :K repblica I
Mlra i>ox :0 Sr. garante-nos a repblica ?
Mr. de Tocqueville :Sc eu IWesse esta eren-
?a, se eu pensasse que com elfello ha em tor-
no da Franca um circulo de ferro c de rogo
que sem cessar se vai apertando, certamente
viria, nao ameacar, porque um pan grande
como a Franca nao aineaca senao quando eita
promptO) para ferir ; (muilo liem !) mas vina
diier a esta asscmbla : Achamo-nos em um
desses momentos olenine cm que o noineiu
deve saber uiorrer, se Isto for preciso.
Permita a asscmbla que lhe diga.....Ksla
quesl.no he aquella para a qual todos os meus
pensamenlos se ble dirigido, desde que cntrc
para o ministerio .... Procurei csclarecer-me
acerca dos designios secretos das potencias ...
Procurei penetrar estas volitados oceullas. ... a
aliual de contal lquei convencido que pelo
menos quanlo ao prsenle a liga deque se fal-
la, liga formada para extinguir nao somente a
nossa nacionalidade, enao tanibcm a repbli-
ca, a qual qigjro manler. (eoltani'o-se para a rs-
querda) porm poidill'efente modo que osSrs.,
inelhor que os Sr., que tal liga, dlgq, nao
existe, nao exitlem Umbein rstas dispoMcOes
hostia ; que ludo he una chimera, una chi-
rnera nerigoaa... (Huida.)
Sim, he perigoso fazer assim cada anno a- s-
ta tribuna o gyro do mundo. (Risadas.) He pe-
rigoso indicar na carta os povosque sao nossos
inimigos. Sim Jifctrigoso e.np/egar urna tal
lingoagcn, porqanto por este meio p.wl.-se
nizer nascer ms disposice onde as nao lia-
via ; pdese excitar no povo acuilmemos ele
irritacao. Se eaia liga das potencias conlra nos
existe com efleito, releva assignala-ia; mas
se nao existe, assignala-la, pcrmilta-mc Mr.
Manguin que o diga, he o acto de um m.o ci-
dadiio. (Muito bem '.) Nunca os perigos das li-
gas foram menores para a Franca O exemplo
do passado ahi est para provar-nos que as ll-
cas contra nos nao leein sido uein mu longas,
iem mu perigosas.....(fnlrrupfdo aeiquerda.)
Observo que os mcnibros da esquerda que re-
diman) o silencio para cus amigos, interrom-
pem-me com pouca bcncvolenciaj
A ciauerda :He una sonsaca .
Mr. de Tocqueville :~O Sis. interromperam-
inc antes de ter terminado urna phrase. Bu
nueria dizer que as ligas contra n
fram ne
(ruando a im.
Mr Mauauii leconl.cceu islo, e dinjo-lhe por
tal os mem cumprimentos. Elle reconheceu
que a Inglaterra j n ) eslava disposta a tomar
parte naoonienda.
A esquerda :-Em 18-0 !
Mr. Tocqueville :Alin disso a Iuglatcrra
dos que nunca farao juntas esforcos energ.cos
Quanlo a este grande imperio donorte, e
cena, ui*u i|u* o----------- ; ,.
uniriam contra ns; mas, louvado seja Dos
este nao he o estado das cousas
^.a:=?^^ianK rr'-to ed
mperio, o contina di-
zendo .
A nossa nica trinceira contra a Ruia
he a Allemanha; ella portento, nBo devo
A esquerda : An an. i _" enfraquecida. Mr. Mauguln disse quo
Mr. de '^'"V.c. Eli. aava o ozaraeri. o Ag.mennoa dos reis ; Umbem
anuos a situaQo da Franca pJe h8ver (jm Ag(,mer,non dos povos, e
i. osle Agamennon seria a Franca, (kpplauso*
. esquerda.)
Nao quero intervencao na Allemanba assim
n3o seria provavel. mas certa.
A'esquerda .--kh'. ah! He isto.
Ella vio mon.ro.nas re- ^^^T^7*TS proposito
to s completiva nossa oo dirp. o _overno ,era Ti0lado a consti-
condic3o no mundo. Tinhamos alDancas |al{5o direi que, se o art. 5. della orde-
possivois e facis, o que foi que miidou tu-
3 luicao ; iras direi qu>..-^-.-. --
possivois o facis, o que tot que mui.uu iU- nae 0 contrario do que ordena, o bonien.
do isto-" Fram as agitactos continuas do que oi governam .criara >or elle compleu-
___." i. i____...... Ha Allemanha. Sel mente ioilicado. .....
partido demaggico da Allemanha. Ser
bem que a liberdado da Allemanha nflo esta
destruida, sei que as eonstituicfies nao cor-
rem perigo ; mas a lberdade deu um passo.
para tras, eu o reconbec"-
baratjo para ns, mas qiiem
.. lio disso culpas!,|ca t exceJSOj.
o? Aquellos que inipioientos do ruturo
___ j_ ...... i ,,..,.,!.. fliariaa. T\
teem por meo de revoluces dianas, por
meio de assassinatos repetidos....(OA .oh)
A' dlreita: Sim sim .'
Mr. Tocqueville: Teem perturbado as
conciencias, leemIntimidado os interesaos
e creado um estado de cousas tilo nsupor-
lavel, quo os povos cst3o dispostos a vollar
para o passado. Es-aqui o mal, nao romos
ns que o causamos. _.
Sem embargo deste movmento retrogra-
do, nao pens quo as ligas sejam anida pos-
sveis, e creio que a verdadera poltica, a-
quella que nossos ioteresses nos prescrer
vem, cmqtianto fr possivel, he a paz. I
Quero, porlanlo, a paz, quero-a nao so-
mente pelo interesse da humaindade, senao
lambem pelo da repblica, da repblica a
qual sirvo, qual quero servir e contra a
qual ninguem atlentar emquanto eu llver
assentn nostes bancos. (1/uiooewi.) -
Quoro a paz, porque croio que a repblica
tem nocossidade de duas colisas, de oro
var Franca e Europa que com ella pdo-
se ter a ordem, a verdadoira ordem, nBo so-
mente nos fados, senilo as ideiaa, e com a
ordem a pax, c quando livermos dado esl
duas provas. creio quo teremos fallo mais
pela repblica do quo aquellos quaseraos-
Iram tilo impacientes em seu nome.
Quero a paz, porque a guerra sena um de-
sastre horroroso para o mundo, presenle-
ni-ne quo todas as nstituicfles estao aba-
ladas, presentemente que a soeiedade tre-
mo sobre sua triplico base, a rc!igi3o, a
propriedade c a familia. 'Risadas tsqturam.)
Mr. Cantogrel: N3o apoiado.
Mr. de Tocqueville: O que me causa
maior i:nprcss3o he a maneira pela qual se
teem espalhado por toda a Europa doutnnls
qualncamasinstituicOes indispensaveis a
tod i a soeiedade. A guerra n3o seria so-
lt um perigo para ns ; seria urna rui-
, irofunda para o mundo inteiro, seria o
sig ral de urna conllagrac3o universal, e he
> isso, repito, que, emquanto a paz for
i sivel com condieftes honrosas, hei de ra-
i todos osesforcus parasustcnta-la. (Uui-
I mi multo btm'.)
Mr. Savoye sobe tribuna ao mesmo lem-
po le, Mr. Emilio Barrault.
Muitas vozes a esquerda : Mr. Barrault
hoquem tem a palavra.
con. ..o, u...- Sr. U. Bgrraul.: Acabo de ouvir profe-
'm uiui longal nem mu perigosas rrjesta tribuna duas palavras que respeitoj
Inglaterra nao lomava parle nellas. mas s.1o juas palavras exclusivas, Com as
uin reconbcceu islo, cdlrijo-Ihe por uaes |,a muito lempo mous OUVldOB se
leem' familarisado, estas palavras s3o a
ordem e a paz.
A ordem e a paz tal era o programma do
iltimo gallineto da monarclna.o em verda-
mentos da Russia.
Mr. Barrault 16 urna passagem da historia
..... f_ ..- lM*MA.n A AAnlinilt 111*
iiienle juslilicados.
Ha dou auuos apenas, que um dos indivi-
duos, ao quae. a maiorla deta aaiemblea
consagra o maior repeito, disia ao rnlnhue-
rlo : Nao adopto a vossa poltica, porque -
sim no Interior como no exterior be ama poli-
Slnto sinceramente deixar cahir obre o
actual gabinete eau palavra que J pe.ou so-
bre Mr. Guizot; ma a na poltica interna,
astlin como a u polillca externa he urna po-
ltica de excelsos.
A esquerda:Paraamanhaa !
Tat :Votos l votos!
O Sr. PresidenU:Vou conulur a a.tem-
^bla, sendo consuluda, declde-ae
centra adiainento. ,
O Sr. Presidente :-Mr. Savoye tem a palavra.
M. Em. Arago:I.io he urna verdadera per-
manencia.
A' direila :He um meio de acabar com as
dcctamacc-es. ^ .
Ur. Srotms: O Sr. ministro naore.pondcu
is mlnhas lnlerpellaci.es; elle nao declaron
iue medida llnham sido tornadas para por-se
m exccueSo a ordem do dia de 22 de malo.
"Elle proParlo occupir-.e de inim. Preferli.
rallar de miaba nresenca na asscmbla de or-
fenbiirgo, mas nao sei com que fim. fcu mes-
mo i,i del conta desta reunlao nai gazeta La Ke-
forme; ful urna reuniao magnifica, solemne.
SFaUe''oesa reunlia. he verdade, ma nao
o ti. em nome de Mr. I.edru-Roll.n, fallei em
nome de uina junta democrtica do Alto-Hoe-
no. Disse que a tepubllca franceza tinha nao
smente o direilo. eno tainberuo deverde
assisllr refelucio germnica. (Murmurio!.;
Passarei aos facto que tenno assignalado.
Dtsse-se que Mr, Bllad, uin dos agentes de
negocios.....(radoi), nao. un dos agentes di-
plomticos de Badn era conspirador. Que
nrova ha dio? Die-e tainbem que o dl-
nhelro depositado em casa de um banqueiro
de Paris tinha sido roubado .im. elle rol rou-
bado. bem como o grao-ducado o foi ao grao
duque!
Perguntarci ao Sr. ministro por que rasao
nao reconheceu o governo de Badn e do Pa-
latinado? Elle erain to regulares e tao le-
cae como a rcvolncao de fevereiro, e demaia
ele naoreconheclmento dava-lbe porveutura
o dlrrito de encarcerar como vagabundo a um
agente diplomtico? Agora a auemblea me
permittir que lhe diga que anda nao encetei
a quelao. (OA! ok! basta.)
Peco-lhe, portanto, comoum favor que ade
a dlscussao para amanhaa.pois tenho que apre-
sentar factos novo e desconhecidos. (Mirari-
dade.)
A direila :Para amanhaa.
A sessao he levantada as seis hora e meia.
(Patrie.)
TeCnTmbuco.
Bem como a maioria, quero a ordem ua
paz,e nom a mim nem aos meus collegas
cabe'essa accusac-lo de querer a guerra pa-
do ru m. Mauguln tanto fallou, dlrei que ra destruir a ordem socul; pelo contrario
>_. A.........ania mu. [Hllhn visto II1C _________ ....,,. I I h 11- n im I >rd i- III Vel'd ide ll'il .
nenlium dos documentos que tenho visto me
fornece indicios de urna auimosidade surda
conlra a Franca E.U animosidade que se en-
controu tantas vezes anles de fevereiro, acha-
se lile substituida por urna especie de seuli-
inento de salisfaco. por urna voiiladc de nao
inlervir nos negocios da Franca Demais, se
nl.orcs, 1.a semp.c b.1a diapotlfM para reco
nhecer o direilo e a iegalidadc do governo.
forics Mr. Mauguiu penas que a Russia vem
cm marcha sobre a Franca, que ella devera
chocar mais cedo ou mais larde Eu, porem,
declaro que nada lia nos aclos da Russia. na
correspondencia de seus agentes, na mane ra
de obrar do czar que nos aulorlse, a adoptar
esta opinio. Nao creio, pois, que baja perigo
deslc lado -, be Islo um temor chlmerico.
Nunca o mundo teve mais longede um pe
rigo deste genero. Ab! o terror ena cm
verdade fundado, mas em uin aso .rnenle.
Se isto a quechamam repblica demo-
crtica e social, (interrupedo) digo-o coaa]
pezar tivesse triumphado, as ligas serum
nao sprovaveis, seno cerlas.. a guerra
seria infallivel.
8ehouvesso em Franca um poder que in-
quielasse a constiluicfio social dos povos da
Europa, estou convencido, que apezar da
desapprovaco dos gabinetes, teamos a
guerra. Sim, se a democracia social tives-
aeaqui a sua bandera, se a minora oceu-
passe o lugar da maioria, se o governo li-
vesse passado para oulras m8os..... (ruido)
se nesla tribuna se visse Mr. Ledru-Holliti,
(inierruprdo) digo que enUo a guerra seria
'iteramos constituir urna ordem verdadera,
BolidU, inabalavcl, e queremos a ordem e a
paz, /porque smente com ellas poderemos
alcailcar os melhoramentos populares paca
os qilaos trabalhamos, porque smente COHi
ellaslpoderenios conseguir osses milagrea
de SoduCCSo c abundancia que quernmosJ
paralo povo.
QJem he que quer a guerra ? A maioria
he q\e a faz. (Usadas e rumores)
Poln* e pela maior parle dos meus col-
legas 'u repillo esta aceusac3o. (Risadas.)
A'< 'reita:-- Nao se atreve a raz-lo-por
todos ,
A' > querda : Por todos por todos !
Mr Barrault : Da ioterrupco sahlda
deste lado (a esquerda) resulta que aquel-
lo fa i ircita) he o mais bellicoso.
Ag ra voltarei quest.lo.
I Pai mei, senhores. de ouvir o Sr. minis-
tro d, is negocios estrangeiros fallar da fran-
quoz da Russia. Por roinha parte nSo creio
uell
l'i ventura o patriotismo de Mr. Mauguio
ex.ga/ou o perigo NOo disso Napole3o em
Santalllelena:
a Diqui a cinc^oonta aunos (niad<-
lerruacaB) a Frarnca ser republicana ou co-
saca :'
JURY DORECIFE.
REUNIAO NO DIA 11 DE AGOSTO DE 1849
PAR 0 jrjLGMBXO DO PROCESSO DOS 64BB-
rAS de ar.Btt.LiAO.
Presidencia do Sr. Dr. Kabueo de Araujo.
As II horas e meia da manda*, feita a cha-
mada. veriOca-se estarom presentes os se-
guintesSrs.: ,
Joaquim de Santa Anna Bsrros, Dr.-Jos
Bernardo GalvSo Alcanforado, Candido Jos'
de Salles, Jos Joaquim de Oliveira, Fran-
cisco Jos Arantes, Rufino Jos Ferreira de
Figuelrodo, Antonio de Souza Rangel, Ber-
nardino de Sena e Silva, Bonifacio Maxi-
miano do Mallos, Guilliermc dos Santos Sa-
zes, Domingos AfTonso Nery Ferreira, Joflo
lv'es de carvalho Porto, Joaquim Jos Fer-
reira da Rocha/Francisco Antonio da Silva,
Antonio Ferreira da Costa Braga, Antonio
de Oliveira e Mello, Marianno de SA Albu-
querque, Dr. Alexandre Pereira do Carmo.
JoSo Carneiro Lina Soriano, Filippo Mana
llessone, Francisco Rodrigues Cerdoso, Fe-
liz. daCunba Navarro Lins, Antonio Pereira
de Souza, Jos Bento da Costa, Jo8o Jos de
MdVaes, Manoel Joaquim Gomes, Ignacio
Jos J" Silva, RomSo Antonio de S Alcn-
tara, Manoel da Sjlva Santos e Jos Lopes da
Fram relevados da multa lando faltado,
or terem apresentado escusa legal, osSrs.
oao Ignacio de Medeiros Reg, JoSo Fran-
cisco Regis dos Anjos, Jo3o Fernando da
Cruz, p3o doJtogo Barros Barreto, Jos Ro-
drigues .Obs rmoa e Francisco Rodrigues
Cardse.
Fram multados em 10,000 rs. cada um,
por navarem faltado o nSo apresentado es-
cusa, os Srs. Joaquim Francisco de Mello
Santos, JoSo Litis Cavalcanto de Albuquer-
que, Vicente W lira de Faria, Luz Gonrjal -
ves Ferreira iw aquim Jos de Carva-
Iho.Jofio Carneiro R Mus Campello,Jo3o
Jos Garca, JoaqufBIjJorra da Costa, Do-
mingos Pires Ferreira, Domingos Alves Bal-
tasar, Luiz Barbosa deBrito, Fructuoso Jo-
s Pereira Outra e o capitao Jos I.eitao de
Almeids.
Fram oropostos e approvados pelos se-
di ad cMrnMTDAnn
.y i-oraiii piu^u^i"* KI..-.------r L
um W> tou ^bl... nlrJt,. d. r.M P.r. mtm miitii Ann ^m
:
:


Antonio Alves Mascarenhas, Joaquim Anto-
nio Csrneiro, Manoel Jos Teixeira Bastos,
Jos Mariano de Albuquerque, Thomaz Jos
da Silva GusmSo Jnior, JoSo l'jato de Lo-
mos Jnior. Bernardo Jos Martins I'eroira,
Anacleto Jos de Mendonca, Caetano Comes
de S, Caetano Jos Mendos, Aotonlo Fran-
cisco Xavier, Jos Ignacio Soares de Macedo,
Manoel Ferreira Accioly,JoEo Hermenegildo
llorgcs Diniz, JoSo Bezerra de Mello, Fran-
cisco Baptisla de Almeida, Caelano Aure-
liano de Carvalho Coulo, Bento Jos Fernan-
dos Barros, Joflo Antonio de l'aula Rodri-
iruc.i, JoSo Moreira de Mendonca, Joaquim
Rodrigues Tinheiro.
Foram mais dispensados do comparecer
osSrs. Jos Joaquim de Uiveira, Domin-
gos Alfonso Nery Ferreira, I)r. Alexandre
de Souza l'ereira do Carmo e Manoel da Sil-
va Santos.
O Sr. Juis l'reiidente designou para a pri-
meira sessSo o dia quinta-feira, 16docor-
rente,visto o grande numero de notificacOes
que l.avia a fazer-se; e dissolveu a reu-
niSo. (Era urna hora da tarde.)
RELACAO", DOS BITOS DA FRECUEZIA DE
S.-ANTONIO DO RECIFE NO MEZ DE JU-
LIIO DO ANNO DE 1849.
Dia .'.-Honorio, pardo, delOannos.-De
licpalites.Sem saoramentos.
dem.Antonio da Costa GuimarSes,
branco, casado, de 50 anuos.De gaslro-in-
terites.Com todos os sacramentos.
dem 3.-Narciso, creoulu, prvulo, escra-
vo.De molestia interna.Pobre.
dem 4 Januario Consalves de Castro,
creoulo, de 80 anuos.--Da molestia inter-
na.--Com todos os sacramentos.Pobre.
dem.Manoel, branco, com 5 das de
idade --De espasmo.Pobre.
dem 5Luiz, preto, escravo, com 30 an-
nos.De molestia interior.
Mem.~Mathildes, branca, com 2 mezes.
De convulsOes.
dem 6.-Maria, branca, com 7 dias.De
espasmo.
dem.Manoel, branco, com 3 mezes de
idade.De espasmo.
dem.Manoel Joaquim de Snnla-Anna,
pardo, soltelro, de 22 annos.De bexigas.-
Sem sacramentos.
dem 8.Anna, preta, escrava, de 25 an-
nos.De espasmo.Com santa-uncSo.
dem Albina, parda, com 1 mez de ida-
de.De molestia interior.
dem 9.--Theresa Mara de Jezus, branca,
viuva. com 6o annos.De gaslro-hepatites.
Com Indos os sacramentos.
dem 10.JoSo, branco, com mez e meio
de idade.-De erysipela.
dem.Cosme Jos dos Santos, creoulo
De molestia interior.Com todos os sacra-
mentos.Pobre.
dem 11.Mara Victoria do Nascimento,
parda, soltura, rom 50 annos.Da um can-
cro Com lodos os sacramentos.
Idem.-lgnacia Mara da ConcecSo, par-
da, solleira, com 27 annosDe tubrculos.
-Com lodos os sacramentos.Pobre.
dem. Jos, branco, com 4 annos.De
convulsOes.
dem. -Julia, creoula, escrava, com2an-
no. De febre.
dem 13.Anna de Azevedn, branca, sol-
tera, com 20 annos.De infla mmacOs.
Com lodosos sacramentos.
Idrm.-Maria, parda, com 3annos.--De be-
sigasPobre.
dem-Antonio Ribeiro da Silva, branca,
casado, com 56 annos.De apoplexia.Com
santa-uncSn.
Idom.-Francisco, branco, com 3 annos de
idade.De escorbuto.
Ao todo 51.
Santo-Antonio do Recfo, 7 de agosto do
1849.0 vigario, Vtnancio Uenriques de lie-
zende.
2<
993
987
981
975
967
963
959
952
941
926
920
dem.Belmira, parda, prvula.De mo-
lestia interior.
dem 14.-l.uiz, pardo, com 5annos, es-
cravo.De convulsOes.Pobre.
dem.Maria, branca, com 3 mezes.De
bexigas.
Idcm 15.-Paulo, preto, escravo, com 40
annos.-De trtano.-Sem sacramentos.
dem I6.-J0S0, pardo, com 2 annos.De
convulsOes.
dem 17.Antonio de Olivera Passos,
pardo, casado, com 48 annos.-De molestia
interior.Com todos os sacramentos.
dem.Ignacio Ferreira dos Sanios, par-
do, casado, coro 40 annos.-De bexigas.~
Sem sacramentos.
dem.JoSo, branco, com 4 anuos.-De
molestia interior.
dem.Simplicio, pardo, escravo, com 50
annos De gangrena nos escrotos.-Com a
uncSo.
dem 19 -Haltbasar, preto, escravo, com
18 annos.-De tenca.Com a uneflo.
dem 20-ios Rodrigues Lopes, branco,
soliciro, com 24 annos.-De estupor.Sem
sacramentos.
Idem2t.-Martha de tal, parda, soltera,
com 50 annos De molestia inlerna.Sem
sacramentos.pobre.
Idem.-JoSo Anacleto de Moraes, preto,
viuvo, denacSo Calabar, cora 50 annos.-
De gastro-inlerites-agudo.-Com todos os
sacramentos.
dem 23.Joanna, creoula, com 4 nnna.
dem.Joanna, parda, com 5 annos.-De
tubrculos Pobre.
dem.Antonia, creoula, forra, de 40 an-
nos.De terica.Confessada smente.
dem 24.Theodora, parda, com 3 annos.
De ttano.
dem.Mara Jos do Lvramento, parda,
solteira, de 40 annos.De phthysica.--Com
todos os sacramentos.
dem. Maria da ConceicSo Queroz,
branca, solteira, com 22 annos.De bexi-
gas.Sem sacramentos. .
dem.Antonia, parda, escrava, com 28
annos.-De molestia interna.-Sem sacra-
mentos.
Idem.-Catharina, preta, denaefio, forra;
com 60 annos.De espasmo.Com santa-
uncSo.
dem 25.- JoSo, preto, eseravo, *com 50
anuos De frialdade.Sem sacramentos.
dem. Isabel Maximana das Dores,
branca, casada, de 36.annos.De molestia
interna.Com lodos os sacramentos.
dem 29.-mpia, branca, com 14 me-
zes.De morte repentina e detencoes.
dem -Maria Fausta Anastacia de Mene-
zes, branca, casad, com 66 annos.-De apo-
plexia.Sem sacramentos.
Idem.-Catharina, preta, escrava, com 40
annos.-De diarrliea.-Com a santa-uncSo.
ELE1T0RES DA FRECUEZIA DA CIDADE DA
VICTORIA.
OS SRS. VOTOS.
Dr. Joaquim Jorga dos Santos 1052
Tenente-coronel Vicente de l'aula Ca-
valcante de Albuquerque 1046
Dito Manoel Duarte da Costa 1041
Vigario Jos Camello de S Cavalcanto 1035
Dr. Jos Filippo de Souza LeSo 1031
Captno Antonio de S Cavalcanto l.ins 1026
Coronel Jos Cavalcante Ferraz de A-
zevedo 1020
Tenente-coronel Jo3o Filippo de Sou-
za LeSo 1017
Alferes Jos Francisco Pedroso 1012
Escnvflo SebastSo Antonio do Albu-
querquo 1006
Major Jos Jcronymo Ferrci'a Coelho 1000
Capit.to Jos tmido Cavalcante de
Albuquerque
Major Joo Francisco doAraujo
Ga pido Joaquim Pedro do R. Ilarreto
Dito Lourenco Maltins P. Moni en u
Dito Flix Ferreira de Moraes
Dito Manoel de Couveia Souza Jnior
Propietario Antonio de S Cavalcante
Jnior
Dito Jos Vicente Campello
Dito Caetano Jos llibeiro
Alteres Ceraldo de B.irros Coelho
Dito Jos Joaquim de Sant'Anna
CapilSo Manoel de llullanda Cavalcan-
te do Albuquerque
Agricultor Antonio Lourenco de Albu-
querque Coelho
Capilao llermngcnesConcalves Lima
Proprietario Francisco Tliomde Paula
Sito Jo.lo de Carvalho Moraes
egociante Filippe Cavalcante de Al-
buquerque
Proprietario Jos Joaquim de Lima
Capullo Manoel Callos Cavalcante do
Albuquerque
Major ChristovSo da Rocha Bezerra Ca-
valcante
Capitlo Jos Thomaz Concalves do
Hoza rio
Major Luiz Martins Pereira Monteiro
Alfares Domingos Martins Pereira Mon-
teiro
Tenenle Joaquim Mauricio Wanderley
Proprietario Francisco Antonia du
Sobral
Tenente Mu noel dos Prazeres Mello
Aceres Antonio de llollanda Cavalcan-
lo de Andrado
Agricultor Manoel Antonio Correia de
Queiroz
Dito Laurentino Alves Ferreira
Dilo Francisco Bezerra de Vasconcellos
Tenente Francisco Correia Sarmeulo
Lima
Agricultor Manoel Joaquim Moreira
Tonente Ignacio da Silva Cuutinho
Jnior
Agricultor Francisco Jos de Mello
Alferes Rufino Correia dos Prazeres
Dito Antonio Moreira da Costa
Proprietario Manoel Roque da As-
sumpcilo 670
Dito Alberto Caetano dos Santos 626
Os Sas.
Virgino Cazado Lima.
Joaquim Antonio du Silva.
Jacintho de llollanda Periquito.
Jos dos Santos Souza.
Zeferino Vellozoda Silveira.
Joaquim Jos Torres Gallindo.
Flix Vellozo da Silveira.
Malinas Ferreira de Mello.
JoSo Jos Evangelista da Cunha.
Aggco Eduardo Vellozo Freir.
Jos Victorino de Vasconcellos.
JoSo Ferroira Leite.
JoSo llercolinn do Barros.
Jos Joaquim Rezerra de Mello.
Candido Jos da Silveira.
Jos Vieira de Moli.
Manoel Francisco de Amnrim.
Francisco Pi da Silva Vallcnca.
Jos Comes Cabral.
Pedro Jos da Silva.
Jos Joaquim da Silva.
Jos Antonio da Porciuncula Laages.
Antonio Francisco Torres Gillindo.
Izidoro Consalves de Farias Feitoza.
Leandro Pereira Barboza.
Antonio Ferreira da Silva.
Jos Nunes llibeiro.
JoSo Martins Ferreira Lima.
Jos Joaquim da Fonseca Jabarandi.
Vigario Manoel de Mello FalcSo e Menezes.
Francisco Anacleto de Mello Lins.
Jos Joaquim llenriques.
901
897
894
888
880
870
867
862
856
847
845
843
832
818
Mil
802
791
779
770
757
737
733
726
721
713
Correspondencia.
dem 30.-Rosa Francisca dos Prazeres.
parda, viuva, com 90 annos -D molestia
interna.Com todos os sacramentos
dem 31 .Anadeta, creoula, escrava,
com 15 diaa.-De molestia interna.
SUPPLENTES.
os SRS.
Dr. Francisco Elias do Rogo Dantas
Dr. Antonio Bezerra Cavalcante de Al-
buquerque
Agricultor Jos Miguel da Cunha Sou-
to-Maior
Capilflo Jos Marques de A lmeida
Alferes Jos Ferreira de Mello
Agricultor Alfonso de Albuquerque
Mello
Dito JoSo Baptisla de Mello
Dilo Manoel Antonio de Mello
Proprietario Francisco Virissimo do
llego Barros
Dito Francisco Antonio farneiro
Dilo JoSo Francisco Carneiro
Dilo Jos Ignacio Correia de Queiroz
CapilSo Francisco Paulino Comes de
Mello
Proprietario Manoel Campello Caval-
cante de Albuquerque
Agricultor Antonio Jos Duarte
CapilSo Jos Theodoro Paes de Lira
Negociante Antonio JoSo dul.ima
Alferes JoSo Carlos Cavalcante de Al-
buquerque
Dito JoSo Cdvalcante de Albuquerque
Agricultor Antonio Peixoto da Silva
Alferes Jos Francisco Coelho de Gocs
Capilao Francisco Bernardo da Cunta
Alferes Jos Teixeira Machado
Dilo Antonio Pereira da Silva
Agricultor JoSo Baptisla deSiquelra
Dfto Joaquim Theotonio de Quoiros
Proprietario Joaquim Corroa Sarmen-
t Lima
Agricultor Antonio Machado Dias da
TrimlM.li.
Alferes JuliSoAntonio Concalves Lima
Negociante Patricio Jos de Moura
Artista Manuel da ExallacSo da Santa
Cruz
Manoel Tavares da Silva Coutinho
Agricultor Francisco Jos dos Santos
Alferes Antonio Zeferino Rodrigues del
Souza
Agricultor Jos Alexandre Cavalcante
de Albuquerque
Dito Flix Antonio de Luna
Tlito Faustino Jos da Silva
Dito Jos Maria deOliveira
Dito JoSo Bezerra de Vasconcellos
Dito Francisco Jos da Cunha g
Dito Severino Antonio dos Santos
Dito Manoel Conealves da Silva
LscrivSo Alexandre Bezerra de|Albii
quorque Barros
Agricultor Manoel Thomnz de Souza
Ciruigio Joo .Maiiulio Luis de Mello
Agricultor JoSo Ignacio de Meira
Dito Manoel Severino de Albuquerque 327
Proprietario Joaquim Rodrigues Cam-
pello \ 326
Agricultor Ignacio Joaquim Rebollo 326
VOTOS.
605
537
531
516
505
503
486
470
455
447
436
417
411
410
403
398
391
383
376
372
367
365
363
362
360
359
358
357
354
352
351
348
347
345
344
341
339
338
336
335
333
329
328
327
327
CLNICA HOMOEOPATIHCA.
IV
Caridade e beneficencia.
No dia 12 de junho prximo passado, o
lllm. Sr. Joaquim dos Santos Andrade, mo-
rador na ra Nova desta cidade, mandou-
me chamar para visitar un seu escravo de
18 annos, o qual se aciiava gravemente do-
ente do bexgas.o que ha dias tomava reme-
dios allopalhicos, dos quaes nao obleve o
desojado elfeito, o linha peiorado conside-
ravemenle.
Simptomai.-ErupcSo das bexigas em todo
o corpo inclusivamente a bocea, nariz, o
olhos, intumescencia espantosa, lingos ver-
melha, mltasele, urina vermelha, diar-
rlia.e febre intensa a dar 136 pulsacOes por
minuto, alm de outros simploinas menos
importantes.
O son Ira la ment foi um remedio ho-
mceopathico que llie prescrevi, do qual to-
mou a primeira lose no dia 12; nos-a noite
delirou furioso; no dia 13, pelas 10 horas da
manhSa, achava-se bastante calmo; a febre
linha diminuido a 96 pulsacOes por minuto
estando a sede exmela; a inchagSo e a
diariha conliuuavam no mesmo : as 10 da
noilo do mesmo dia tomou outra dse o no
dia 14 achava-se sem febre, a inchacSo li-
nha diminuido o a diarrha linha passado ;
o restavam as bexigas em estado do supu-
ra cSo : no dia 20 eslava o doente perfoila-
mente bom.
Consultorio homceopathico de Perriam-
buco, ruada Caleta de S.-Antonio, n. 22.
Casnnova, medecin.
VaKIEIMDiJ.
bom resultado e verificadas, e tem urna re-
pulacSode habilidade j feita emuito es-
palhada: nSo podemos deixar de recommen-
dar com sciencia e instantemente a inven-
cJoeseu autor classe numerosa dos quo
padecom essa cruel enfermidade, cuja cura
esteva por tanlo lempo suDjoita a probabi-
lidades perigosas, senSo mortacs.
i om l>raremos terminando que o-Dr. Cuil-
lon j introduzio na prtica cirurgica um
methodo novo do tratamento, por meio do
qual cura prompta e completamente hojeas
difflculdados, as impossibilidades de ori-
nar, que os cirurgiOes mais clebres, Boyer,
Dubois, Dupuytren consideravam como in-
euraveis. Foi elle com elfeito quem in-
venlou o methodo 13o efllcaz de incisOes In-
tra-ii re I raes, C0D> CUJO auxilio dOSBpparo-
com osestreilamentos fibrosos da uretra,
que sempre so liaviam considerado incura-
veis. M. M. Civiale o Velpeau, por muito
tempo incrdulos ou oppfjsitores, empre-
gamboje esse processo tSo seguro, e ga-
li im sua eflicacia com tanto ardor e convc-
cSo como se elles o tivessem inventado.
(Prtise)
.Diario do Rio.)
dar pagar o porto para ser remettida ao sea
destino.
Theatro de S.-Francisco,
QUARTA-FEIRA (DIA-SANTO DE CARDM
15 DE AGOSTO. f' ,
Beneficio de dous particulares.
Representar se-ha a mui applaudid co.
media em 3 actos, intitulada
O CASTIGO DA PREPOTENCIA.
No fim deste, o director o'S*. Sania l|0M
e a jovcn'Jcsuina cantarSo o lindo duelo
A BARCA DE VAPOR.
Dancar-so-ha um padid pelas 2 jorenj
Terminar-se-ha o speelacalo eam no^
va o jocosa farsa
O NOIVO .CACADOR.
Principiar s horas do costume.
COMMEftCIO.
ALFANDEGA.
Rendlmento do dia 13..... 7:300,841
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 13....... 1:951,942
Diversas provincias ........ 194,405
2:146,347
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 13...... 2:037,890
ti o v rae n i o do i* orn.
ELEITORES DA FRECUEZIA DO BONITO
Os Sus. J
Francisco Antonio de Barros e Silva,
Vicente Ferreira da Assumpcao.
Amonio Jote llenriques.
Theotonio Jos de Freilas. ^
Pedro Ferreira Leite.
I Manoel Rodiigues Pinoeiro,
CIRURGIA.
Quebra-pedra pulveritador do Dr. Guillan.
Tomos a fortuna de anuuneiar que M.
Cuillon resolveu o problema que o clebre
Dupuytre eslabelecia uestes termos :
Pulverisar os clculos vesicaes por pres-
sSo de urna s vez, ou em pequeo numero
de vezes de curta duracSo, com muita faei-
lidade, sem receio que se quebr o instru-
mento na bexiga, com um apparelho siin-
pies o de tal modo que 0 DO lilhicoeos
fragmentos pequeos possam sabir fcil-
mente com as urinas. >>
O apparelho do M. Cuillon, resultado de
longos annos de experiencias e aperfeicoa-
menlo, obra por pressSo intermittente. Eis
como o autor expOe o seu processo :
Adoptei a quebra por pressSo, livran-
do-a do que. ella tem de compromettedor
para os doentes e mesmo para a lithotripzia.
A' porca de Jacobson substitu a alavanca
do segundo genero, de quo eu usava desdo
1833, substiluindo a frca morta pela viva,
a pressSo continua pela pressSo intermit-
iente, e al ao presento nSo leuho tido de
que queixar-me.
O modo por que procedo hedealgu-
roa sorte um composto dos processos de Ja-
cobson e ile llcurteloup. Rene as vanta-
gens da quebra dos clculos por meio da
porca as da quebra pelo martello, sem ter
os seus inconvenientes.
A torga mora da porca tem j causado
a destruidlo de alguna quebra-pedras. A
frca viva e intermitiente da alavanca que
adoptei nfio me parece poder destruir o mcu
lithotriplor; e todava para o caso om que
tivesse lugar esse accidente, os meus que-
bra-pedras sSofeitos de modo que os frag-
mentos delles fcil e infallivelmente pdein
sahir.
Olm que me propuz, inlroduzindo na
piatica cirurgica o uso do meu quedra-po-
dras pulvensador, e quo consegu comple-
tamente, he este :
I. Pulverisar os clculos vesicaes
prompla e fcilmente, do maneira que o p
littiico eos fragmentos saiain com facilida-
decom as urinas.
i 2. Diminuir tanto quanto he possive
as introducces e as eximcces do lilho-
tnptor, para evitar que essas inlroduccOes
o extractes futiguem o eolio da bexia'a e
da ni ella.
3. Desembarazar os doentes de seus
clculos vesicaes em urna s vez, ou em uro
pequeo numero de vezes de cuita dura-
cffo.
4. Simplificar tanto quanto me he
possivel TazA-lo a operacSo da lithotrptia.
evitando hoh enfermos e aos cirurgiOes o
emprego desses meioa auxiliares que al-
gunscirurges anda preconisam, bem que
sejain muteis. Depois de ter descripto as
diversas parles do seu instrumento, cujos
pormenores techncos nSo pdem ter lugar
aqu, M. Cuillon conclue : Quando o
meu quebra-pedras pulverisador rr geral e
convenientemente empregado, nSo se pre-
terir, mais a ulna i lithotripzia, mesmo
para as enancas, e essa grave lilholomia se-
ra pelo contrario reservad* para casos in-
leiruiiiente excepcionaes a
E como, para prova deslis previsOes. M.
Guillon moucioiu urna serie de experien-
cias felizes, certo numero de operares com
Navioi entrad s no dia 13.
MaranhSo 19 dias, brgue-escuna brasi-
leiro Laura, de 163 toneladas, capitSo An-
tonio Ferreira da Silva Santos, equpa-
gem 15, carga arroz e mais gneros; a
Novaos & Companhia. Passageiros, o pa-
dre Manoel de Araujoe Souza, Manoel Jo-
s Gomes, Brasileiros
Macci 20 horas, barca ingleza Rangtr,
de 304 toneladas, capitSo W. Paige, equi-
pagom 17, carga algodSo ; a James Crab-
lree & Corripanhia. Veio a este porto
receber ordens.
Narios tahidos no mamo dia.
Liverpool Barga ingleza Itangcr, capitSo
W.paige, carga a mesma que trouxe.
Parahiba Hiate brasileiro Flor-do-llecife,
capitSo Antonio Manoel Alfonso, carga
varios gneros.
KDITAE8.
O Illm.Sr. inspector da thesourariada
fazenda provincial, em virtude da resolucSo
do tribunal administrativo, manda fazer
publico que, em cumprimento da lei, pe-
rante o mesmo tribunal, vai novamente a
praca no dia 16 do correte o imposto de
2,500 rs. por cabeca de gado vaceum que
for consumido no municipio de Po-d'Alho.
avaliado annualmente por 2:560,000.
A arremalacSo ser feita por lempo de um
anno e 10 mezes a contar doprimeiro de
setembrode 1849 a 30 de junho de 1851.
As pessoas que se propozerem esta
rrematacao,comparecam na sala das ses-
ses do referido tribunal, no dia cima in-
dicado, pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandn afiliar o pre-
sente e publicar palo Diario.
Secretariada thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 6 de agosto de 1819.
O 2.secripturario,sorvindo de secretario,
Francisco Antonio Cavalcante Cousieiro.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
da fazenda provincial, em cumprimento da
ordemdo Exin. Sr. presidenlo da provincia
dosta dala, manda fazer publico que noi
das 21,22 o 23 do crrente, r a praca,
peante o Irbunal administrativo da mesma
thesouraria, para ser arrematada a qu m
por menos fizer, a pintura da ponto deSan-
to-Amaro-JaboatSo, sh as clausulas espe-
cUesabaixo transcriptas e pelo preco-do
290,000 rs.
As pessoas que se propozerem esta arre-
matado, comparecam na sala das sessOes
do sobredito tribunal, nos dias cima men-
cionados, pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandn afiliar o pre-
sente, e publicar pelo Diario.
Thesouraria da fazenda provincial de Per-
nambuco, 8 de agosto de 1149. O segundo
escriturario serviiido,.de secretario, Fran-
cisco Antonio Cavalcante Cuuttciro.
Clausulas especial da arremataedo.
1* A pintura da ponte de Santo-Amaro-
JaboatSo ser feita sb as* condicoes e do
mndn indicado no orcamento apreseulado
a approvacSo do F.xm. Sr. presidente da
provincia, pelo preco de 290,000 r.
2.' As obras principarSo no prazo de
quinze dias, e acabarSo nodo um mez, am-
bos contados om confbrmidade do artigo
lOdo regulamentodas arrematacOos.
3.* pagamento da arremalacSo real-
zar-se-ha depois de concluidas as obras e re-
cebidas pelo engaulieiro.
4.' Para ludo o mais que n.lo est de-
terminado pelas presentes clausulas seguir-
se-hainleiramenteoque dspflo o regula-
mento mencionado de 11 de julho do 1813
Gabinete do engenheiro, 19 de julho de
84. O engenheiro, J. /.. Fictar Litu-
tnier.
Publicaran iliteraria.
ndice chronologico, explicativo e remistmii
legislacdo brasileira, desde 1822aelrt8.
Sendo da mais reconhecida utilidadep'g.
blica a cnnfeccSo do urna obra, que, exlra.
mando e aproscntnndo por extenso a parte
da legislacSo brasileira que est em vigor |
e mencionando em resumo asleisou decn
tos que nomcam vice-presidentes de provig. I
cias, criam escolas, concedem cartas de a. I
turalisacSo, conferem pensOes, eslabele-
cem regulamcntos, e urna inlinidade de n.
tras semelhantos disposiQOes legislativa!
que so a urna ou outra pessos, a urna so
outra corporacSo interessa saber emtodu
sua extensSo, reduzisseji oito volumes, poo.
co mais ou menos, os vintn e cinco a trjnti,
de queja consta a rolleccSo das lela do Rr-1
sil impressas na lypographla nacional;
poisque por esse modo, alm da diminuirlo
du custo a menos de dous tercos, obtem-sg I
a vantagem de se achar com muito miior I
facilidade urna lei que se procura para tari
consultada, e de se saber ao mesmo lempo,
se ella estem vigor, ou se est revogadi
ou alterada por outra, ao mesmo passoque
urna semelhante colleccSo de leis se tran
porta muito mais fcilmente de um parai
tro lugar: incumbio-se desse arduo traba-
Iho o Dr. juiz do direito Antonio Manoel
Fernandos Jnior, o qual acaba de dar \ai
no Rio-de-Janeiro o primeiro volume de liof
til obra, comprehendendo em 200 paginan
in folios legislacSo brasileira de 1822 a 1830.1
Varios exemplares desse primeiro voluaa]
existem j nesta cidade em mSo do Dr. l,ou-
rengo Trigo do Loureiro, actualmente reai-
dente as lojas da casa do lllm. Sr. desem-
bargadofBiitos na ra da Aurora, onde o
Srs. Drs., linios o estudantes do curso jur-
dico, advoBados, juizes municipaes, pro-1
motores, delegados, cmaras municipaeae
mais pessoais que quizerem subscrever pan
a mpressaodo referida colleccSo podera
mandar por Aarta a declaracSo do seu nome |
e residencia Vu declara-lo por este Diarii,
alini de Ihes ser entregue o dito primeiro
volume, e ossabsequentesa proporcaoque
frem sahindo da imprensa.
O proco da colleccSo para os assignines
he de 3t,000 rs. pagos na occasiSo da entre-
ga do dito primeiro volume e de 50,000 rs.
para os que nSo assignarom, aos quaes se
vende desde j o dito primeiro volume no
lugar cima indicado or 6.250 rs.
Avisos martimos.
Oi:<:la ra-oes.
-NSo se tendo concluido no dia 9 do
corrente mez a arremalacSo das rendaaLdW
casas da ra do Torro, n. 14, e da ra do
Vigario, n.27; e bem assim dos varios
o ijectosqueportenceram a aula de dese-
nlio e a ollicina do marcenara do colfegio
os orphSos e dos concertos do mesmo
collegio ; a presento adminalraeSo manda
fazer publico que no dia 16 do corrente, s
horas do costume, continua a arrematado
"dos referidos objeclos, rendas e concertos.
Secretariada adnnnislracSo do palri-io-
nio dos orphSos 11 de agosto de 184'
Joo Francisco de Chaby, secretario.
--Quem mandou botar no correi Je
Olinda urna carta com destino ao Cearyba'-
raSebastiaoJoaGaaaii^-.-'-
Para o Rio-Grande e Porlo-Alegre pre-
tende sabir breve o briguo Flor-do-Sul, ca-
pitSo Jos Ignacio Cimenta, o qual tem bons
commodos para receber a frete alguns es-
cravos, e tambem levar alguns passageiros:
quem pretender pode entonder-se com o
sobredito capitSo, ou com Amorim IrmSos,
ra da Cadeia, n. 39. a- .
Para a Bahia pretende seguir viagem
com brevidade.i or ter j alguma carga tra-
tada, a sumaca Flor-do-A.ngelim,meslT6 Ber-
nardo de Souza, para o restante da carga e
passageiros, trata-se com o mesmo mestre,
ou com Luiz Jos de S Araujo, na ra di
Cruz, n. 33.
Para o Rio-de-Janeiro pretende sihfi
com muita brevidade a muito veleira e co-
nbecida barca- nacional Firmeza : para car-
ga e passageiros, ou escravos a frete, tra-
ta-so com o capitSo na praca doCommer-
ci, ou na ra da'Madre-de-Deos, n, 3, ter-
coiro andar.
Para o Ro-de-Janeiro sahe quinla-fui-
ra, 16 do corrente, o briguo brasileiro Bo-
J(sus,o qual tem excellentes commodos pa-
ra passageiros e escravos a frete : quem pre-
tender ir de p.-'ssiigom dlrija-se a prai; do
Commerco a tratar com o capitSo, oum
ra da Madre-de-Deos, n. 3, terceiroinda
Para Lisboa sana impreterivelmenleM
da 18 do corrente o briguo portuguoz Ata-
Vencedor : para o resto da carga e passagei-
ros, trata-se com os consignatarios, Tliomai
de Aquino Fonseca & Filho, na ra do Vi
gario, n. 19 primeiro andar, ou comocap'-
tSo na praca do Commerco.
Para o Aracaly tem de seguir ate o flm
do presente mez o hiate Nuvo-Olinda, >*
tro Antonio Jos Viaiina : quem nelle W
tender carregarou!lr de passagem, enten-
da-secom o mesmo mesUe, no Trapicha
Novo, ou na ra daCadei-Velha, n.\T> se*
gundo andar.
Para o Rio-dcjrJanero sahecom brevi-
dade a polaca N.-f.~do-Carmo : para carga
ou pas-ageiros, trata-secoui o seu consig-
natario, Francisco Alvei da Cunta, na ra
do Vigario, n. 11.
Freta-se para qualquer porto o brigue
francez Armorique, de perto d 3,800 sc-
cas : quem o pretender dirija-se aos seu
consignatarios,.Bieber & C., na m
da Cruz, n. 4. .
.Para o Cear sahe impreterivelmoriie
no dia 20"d'o corrtnte o brigue-escuna f
liz-Vtnlttra, por ter parte da carga promp-
ta : para o restante passageiros, lr*~
na ra da^ruz, n. 33, com Luiz Jos de
Araujo.
Para Lisboa pretende sahir por,1,0?"
corrente mez o brigue brasileiro rinini
por ter a maor parta da carga promtpa: p
ra o restoe passageiros, para o que offerece
os raelhores commodos, tratase com os
consignatarios, Thmaz de Aquino fonse-
ca & Filhos, na ra do Vigario, n. 19, Prl'
mi-iro andar, ou cum o capitSo na praca.
Leiloes.
--Machado &
r.~..i*~ _:____-
Piuhoro farSo letBo, por|
Kcr\ uno
VETlVAn AD


V'
tervencHo Jo corretr Oliveira de 100 bar-
ris intuiros de manteiga ingleza,_ sob duas
dilTercnles marcas, vindos prximamente
do Rio-de-Janeiro pelo brigue ln-anfatel-
Maciel, e desembarcados para esta alfan-
idega no dia 6 do corren te lotes a vontade
Idos compradores : boje, quatorze do cor-
rente as II horas da mantilla em ponto,
no largo dcfronle da porta da alfandega.
~ Vicente Ferreira da Costa far leilo
boje, quatorze do corrente s 10 horas da
inanhSa no scu armazetn da ra da Ma-
dre-de-l)eos,de50caixas de massas, 130
barricas com bolacha e urna porco de
charutos.
i 'i > 'i ":
Avisos diversos.
Precisa-se do um caixeiro de 12
annos : na ra da Concordia, n. 8.
a u
a Caetano Xavier Pereira de Brito,
$: I)r. em medicina, annuncia aorespei- 4
3 tavel publico que fixou a sua residen- 4
fe1 cianoAterro-da-Ba-Vista n. 43 em -i
? o primeiro andar, aonde poder ser *
# procurado a todas as horas ; e lam- ii
> bem adverte s pessoas pobres que (#
W sempreo tr.loa sua disposicSo das 4
> seis horas da mantilla at as nove gra- |
6> tuitamente. $

Esta typographia precisa do dous com.
positores.
Offerece-se urna mullicr para ama de
casa de pnuca familia : na ra dos Copiares,
sobrado de um andar, n. 1 se dir quem
pretende.
Lotera do Guadalupe.
He anda transferido para odia 31 do cor-
rente o andamento das rodas desta lotera,
visto qoe este so no p.le realisar no dia
13 annunciado, por existir anda por ven-
der um numero tal de bilhetes, que no ha-
bilitou o respectivo thesoureiro para elTei-
luaro dito andamento, que s depente da
prompla venda dos msenos bilhetes.
A sociadade que tem gyrado nesta pra-
f com a Arma de -- Guerra Silva & C. ,
na Injada ra Nova n. 11, foi dissolvida ami-
gavelmente no dia 31 de julho prximo pas-
sado, fcando delta inteiramente desligado
oex-socio Jos Alves Guerra, e responsave
ao pagamento do passivo o ex-socio Jos
Pinto da Fonseca e Silva, aoqual lambem
tica pertencendo a armuco, fa2endas e di-
vinas da dita loja.que contina a gyrarcom
a firma de Jos Pinto da Fonseca e Silva.
I)-ae at a quantia de 4:000,000 de ris
a premio sobre penhores de ouro, prata, ou
hypolheca em bonsdo raiz ou eompram-
se 4 moradas de casas terreas : atrs da
matriz da Boa-Vista sobrado de um andar
*sj"f, se dir quem faz este negocio.
Prerisa-se alugar um preto canoeiro :
,na ra larga do Itozario, n S9.
P. Emilio Crocco retira-se para a Ba-
ja.
Oabaixo assignado faz publico que
aparlou amigavelmente a sociedade que ti-
nlia com Jos Pinto da Fonseca e Silva na
loja da ra Nova, n 11 ficando perten-
cendo ao dito Pinto a loja e a cobranca de
todo o activo della assim como o paga-
mento do passivo dclla e o abaixo assig-
nado inteiramente desligado de toda res-
boi.sabilidade desde 31 dejulho,*de 1849.
Jas Alves Guerra.
Joaquim Francisco da Cruz, que leve
padaria na Soledade, avisa a todos os seus
(redores que no prazo de oito uias apre-
scnlera suascontas : o mesmo aviso faz as
pessoas que lhe devem para que no prazo
de 30 dias lhe vilo pagar ; do contrario, ve-
nto seu nomo por extenso nesta folha.
' l'reeisa-se de urna ama do leile: na
na Inrcila, n. 74.
-Aluga-se o primeiro andar do sobrado
da ra do Trapiche, n. 40: a tratar na mes-
ma ra, armazem n. 19.
Precisa-se de urna mullicr de meia
idade para" oservigo interno de urna casa
He pouca familia : na ra da Lingola n.
12, ou annuncie.
Offerece-se. para amado urna casa de
liomem solteiro urna parda de bous eos-
tome, a qual d fiador a sna conducta : na
ra doPaJre-Floriano, n. 59.
Custodio Alves Rodrigues da Costa faz
publico que vendeu sua venda da ra da
Cruz, n. 32, com tres portas, urnas por den-
tro das out'ss ; por isso quem se julgar
seu credorqueira apresentar suas coritas,
na ra da Aurora, n. 56.
Quem precisar de urna boa armaco
para venda, dinja-se ra da Cruz, n. 17 ,
que so dir onde existo.
Quem annunciou querer comprar um
methodo do piano i usado dirija-se ra
da Senzalla-Velha,"vendan. 48.
Pergunta-seai, autor doannuncio das
lettrasinieiaes, publicado no Diario Novo
n. 59, T Ramalho I)., se enlonde com Do-
mingos Francisco Ramalho.
Precisa-so de um caixeiro que tenha
pratica de venda o qual d conheeimenlo
de sua conducta : em Fra-de-Portas
n. 135.
Alugam-se e vendem-se superiores bi-
xas de Hamburgo : na ra das Cruzes,
n. 40.

Chapeos de sol t
Rua do Passeio, n. 5
Nesta fabrica ha presentemento um rico
sorlimerito de chapeos do sol de todas as
qualidaJes, e de todas as cores asmis
fixas que pdem lia ver ; chapeos de sol pa-
ra senlwira, dos mais ricos e rio ultimo ges-
to de Paria: bem comaum rico sortimento
do sedas o panninhos imitando seda para
cobrir armacfjes servidas chegado lti-
mamente de Franca. Ncsje e>theleciraen-
to lambem ha chapeos muilo grandes para
feitores de eogenho.
O bacharel
Vicente Ferreira Comes adwiga no foro ci-
vel c criminal: as pesabas quo o quizerem
procurar dlrijam-se ra do J.ivramento,
"Precisa-se alugar tres a 4 trabalhado-
PNi lima refinacila forros ou captivos:
a ra da Concnr/ia, n. 8.
, "" AI,lP*n|-*eas lojas do sobrado da ra
lo ngel, 45, por preco comn.odo : a
tratar oo Aterro-da-Boa-Visla, n. 10.
Perdeu-so, no domingo. 12 dcorren-
e da ra da Gloria al a da Matriz, um
d spensavel de velludo bordado conten-
no umas llorase duas contas de resar en-
nVi"i" ?"' "r,""e 'Iuem chou fl'S8 fvor
lin n nn r"a lla Saudade, por detras da
r, i ',r*fa do coronel Jos de Barros Fal-
uencia livcana ns. 6 e 8.
--I)es..ja-se fallarco.no Sr. Dr. Honorio
^i ue sigmaringa Vascurado : na rua No-
ou annuncie.
(i|""Alu6,-S8 urna casa na rua da Concor-
- ,3> cm dous quarlos, sala adiarr-
<-"ras, cozinha fra quintal o cacIfiP
a tratar na mesma caga.
- O proprielanio da barca dos banlios fa/
i,le reaP't"vel publico que o seu es-
"H'lecimenlo se acha promplo no lugar do
I ""Humo.
^c Carrogou na Baha na sumaca Flar-do-
li'M "ern"rJo JB Pi"to 2 barricascom
a!*aS e 1uirl'nhasscrrt trazerep'rega a
*"> pertencer, queira entender-se com
BOWMA.N & MC. CALI.L'M engenhei-
ros machinistas e fundidores de ferro, mu
respeitosamente annunciam aos Senhores
proprietanos de engtenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, quo o seu cstabelecmento
de ferro movido por machina do vapor con-
tina em effectivo exercicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfeita confcccHo
das maiores pefas de maohinismo.
Habilitados para emprchender quaesquer
obras da sua arte, BowmaojA Me. Callum
desejam mais particularmffito chamar a
allen(o publica para a sseguintes, por
terem dellasgrande sorlimonto j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir rom as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em preco como em qua-
lidade das materias primas e nulo d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstrucgllo.
Moendas de carina para engeuhos de lo-
dos os tamanilos, movidas a vapor por agua
OU aninaes.
Rodas d'agoa, moinhos de vento e serra
rias.
Manejos indepeodeutes para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, brouzes e chumaceiras.
CavilhOes e parafusos de lodos os taa-
nnos.
Taixas, pares, crivos e boceas de forna-
Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogilo e frnos de familia.
Canos de ferro, torueiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a mSo, por animaes on vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e porlOes.
Preiuas de copiar carias e de sellar.
Camas, carros de infio e arados de ferros,
&c, &c.
Ali'iii da superioriade das suas obras, j
geralmenle reconhecida, Bowman & Me.
Callum garantcm a mais exacta conformi-
daile com os moldes e dezenhos remeltidos
pelos Senhores que se dignaren) do fazer-
Ihes encnminendas, aprovetando a occasiSo
para agradeccrein aos seus numerosos ami-
gse freguezes a preferencia cpm que teem
sido por elles honrados, e aseguram-lhes
que nao pouparAo esforcos e diligencias
para continuaren) a merecer a sua confi-
anga.
100,^000 de gralificacao.
Fugio, na madrugada do dia 4
do finTrille, o cscravo Domingos,
pardo claro, de iHa 19 annos, bai-
xo, cara larga c de corpo regular ;
levou comsigo um cavallo de cs-
trbaria lazao,com um p branco,
tendo manta de conro de onca,
selliui e bridas
-Um rapaz portuguoz, que da conheei-
menlo de sua conducta so offerece para
caixeiro de venda ou do oulro qualquer
negocio, por ter bastante pratica de cora-
mercio : quem de seu presumo se quizer
utilisar dirija-se rua da Cadeia, tenda de
carpina,n. 15.
Desappareceu, no dia 9 para 10 do cor-
rente, um relogio sabonete cora caixa de
prala o qual tem a corda quebrada sem
chave e com urna fita preta. Roga-so a
quem fr offerecido o dito relogio, que o
apprehenda e leve-o ao Aterro-da-Boa-Vis-
ta venda n. 44, quesera gratificado.
Deseja-se saber se existe nesla praca
um filho de JofloTavarcs.da villa de Oy, rei-
no de Portugal, queso lhe deseja fallara
negocio de sua familia : na rua da Praia,
armazem n. 2, ou annuncie por esta folha.
Quem precisar de um preto para cozi-
nhar e fazer o servico interno de urna casa,
dirija-se a rua do S.-Francisco casa apa-
-- Pertnuta-se por urna casa de sobrado
de dous andares nos bairros de S-Antonio
ou Boa-Vista com commodos sulTIcientes
para grande familia, um sitio muilo perto
da pra?a por ser logoao sahirda Soleda-
de para o Manguind com no poucos ar-
voredos de fructo chaos proprios, com
grande e decente casa de sobrado, toda en-
vidracada contendo 15 quartos, um al-
grelo na frente, e est murada e engradada,
com dous elegantes portOes de ferro com 4
columnas em cima das quaes descansan) 4
magnficos leOes e no fundo outro portSo,
duas grandes estribaras para sele cavallos,
duascocheiras, casa para pretos, cozinha
grande poco de agoa de beber e tanque
para banho : a quem convicr este negocio,
dirija-se ao mesmo sitio a qualquer hora do
dia, a tratar com o seu proprietario que
no caso de se effeituar a permuta vende-
r um carro de 4 rodas e urna parelha de
cavallos
f mmtmm&mmxi mmmmmmm
Novo p3o ileProvenca.
9 Na padaria do becco das llarroirase
$ no deposito da Eslrella.no Aterr-
le da-Boa-Vsta, n. 39, fabrica-se ono-
''( vo pSode Provenca, o qual he fabri-
y eado pelo methodo do seu primei-
I ro introductor qiieapo osla provin-
Scia e com as melmr(es fariribas que
ha no mercado, e asseio que ho pos-
^ sivcl: da mesma sorte se fabricara as
j faliasda rainha de llespanha boii-
^. nhos, biscoutos, biscoutinhos, fatias,
m cavacas : ludo do melhor gosto pos-
I sivel e propro para cha ; tainbem ha
^ bolachinha de Lisboa em latas de 8
I libras por preco cominudo ; am
j: doas confeitadas e de varita qua
dades.
Sf IR
inglezas.
igual-
k
. --------1 -1- .iii.nuoi-jo mu i.usrto, para avi reiiuiuu
aujo, na rua da Cruz, 11. 54. deniMo mesmo senhor..
e
mente torla a roupa que tmlia,
entre ella um f.irdamcnto de boli-
ciro, sendo sobrecasaca de pan-
no azul com galio de prata c bo-
t5es de metal branco : sttppoe-
se ter ido para Cear, dorue be
natural : quem o jiprcbender le-
ve-o rua d^adeia do llccife,
n. ai, a L'uiz Antonio de Siquei-
r.i, ou na mesma rua, 11. 48, casa
de Augusto S. Corbett, que rece-
bcr a gralilicaco cima.
O abaixo assignado continua a ensillar
priraeiras 1< Urascom o maierzelo e activi-
dade possivel, na rua da'Roda, sobrarlo n
32; assim como d lic,0es em casas particu-
lares : os pas de familia que de seu presti-
o se quizerem utilisar, dirijam-so ao mes-
mo. Joo .intimo Leiao.
Urna pessoa habilitada se propOe a re-
ceber discpulos internos e externos para
I lies ensin.ir as primeiras lettras, lingoa na-
cional, ii anee/ e ieiiioi i,,i, prometiendo o
mais desvealo Iralamenlo, mediante o
mais mdico estipendio : a tratar na rua das
Flores, sobrado ti. I, ou na rua da Florenti-
na, n. 16, das 11 lloras do dia em dianto.
Alexandre Rodrigues dos
Anjos mu'iou a sua residencia pa-
ra casa n. Ji, na ru.i da Cruz,
unto a botica do Sr. Luiz Pedro
paaNeves.
-- Oflerece-se um preto forro para servir
a ira liornem solteiro, ou a urna casa de
pouca familia : 11a rua da Sen/alla-Vela,
11.58., _^
M Manoel Buarque de Macado embarca
p Ti Rio-de-Janeiro o escravo Januario ,
ir. edade do Sr. T. C. I.uiz Coelho de
GusAo, para ser vendido por coala e or-
mmmwommmts
--Quem sejulgar com direilo a um par
de (velas do prata do suspensorios, diri-
ja-se a subdelegacia da Boa-Vista que,
dando ossignaes, llie ser entregue.
Jos &>mosdos Santos Pereira de Bas-
tos precisaVunprar, ou arrendar um en-
genho que njjb diste da praca mais do que
5 a 6 leguas': a tratar com o mesmo na So-
lednJe, ou annuneie.
*uga-se o primeiro ondar da casa n.
40 da rua da Cadeia do Recife ptimo para
escriptorio, ou para familia : a tratar no se-
gundo nndifr da mpsma casa.
Manoel deAlmeida Lopes que costu-
ma romprar o vender escravos mudou sua
residencia da rua do Vigario, n. 24, para a
rua da Cadeia do Recife, n. 40
0 MVRO DE MEUS AMORES
poesas erticas de J. Norhcrlo re S. Silva,
subdivididas em tres partes As vises
Os beijos Armia. 1 voluine in Sagran-
de, elegante e ntida edicto, capa irnpressa,
ornado com um retrato. Preco 3,000 rs. ca-
da volump. Publica-se no Rio-de-Janeiro
e assigna-so nesta cidade do Recife na livra-
ria ns. C e 8 da praca da lude endnela.
AVISO IMPORTANTE. ^
Acaba-se de ter seria noticia, do os escra-
vos abaixo mencionados andarem pelos
suburbios desta cidade commctlcn lo rou-
bos e sendo a imito lecolhidos era diversos
sitios, por cnnsenlimento dos escravos ;
portanto previne-se a qualquor que nislo
possa inteiessar-se, e para que melhor pos-
sam ser capturados. Adverte-so que, po-
dendo ronslar-lhes desle aviso, querram
evadir-se para vais longe, .e assim pois, pe-
de se toda vigilancia as estradas e lugares
suspeitos, rara poderein ser apprehendidos.
Nao obstante darem a certeza de estarem
tito perto, pede-se encarecidamente s au-
toridades e a ludas outras pessoas dos luga-
res longincuos, do continuarem na inces-
sante diligencia para os aprisionar, para o
que segu este oulro annuncio :
200,000 rs.
D-se esta quantia do grallicacSo a quem
levar ao engenho Agoas-Claras, de (Jruc,
da viuva do Burgos, ou nesta praca, no
paleo do Carmo, n. 18, segundo andar, a
Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce de
l.eon.os dous escravos seguinles que fu-
giram nos dias sabbado para domingo, 26
ajgdo correnle : Vicente, pardo de 26 an-
oH| de altura regular cabellos crescidos e
carf inhados testa sobresabida olhos pe-
queos, nariz chalo, tomador de tabaco de
caco rosto descarnado e com esplnhas,
sem neuhuma barba; levou 1 camisa de ma-
dapolHo urna caifa de casimira usada, urna
jaqueta de bretanlia, um bonete de velludo
azul ja usado, um chapeo de palha, um
dito de pello preto : Joaquim, crioulo bas-
tante preto, de 38 anuos, alto, secco, cara
pequea bem barbado ; tem o coslume de
levar a mSo a barba ; he gago ; andar coni-
na.--.ado; ili/em ler in.li em Pajali-de-Flo-
res ; foi escravo do capitilo Leandro Baudei-
ra davMoura do Apody o qual se acha pre-
sentemento na comarca de S.-Ant3o, e tem
um sitio em CravaL; presume-se terem
partido para o Apudy onde lia mu los p-
renles do dito Moura; comquanto o primei-
ro andasse sempre em viagens dos serlfles
dosulao puente, com os cobradores desta
casa : este ultimo escravo levou um chapeo
preto da pelloeoutro de como, duas ja-
quetas brdicas, 1 calca de brim pardo, 1 di-
ta de riscado, 1 camisa de madapolSo,
duas ditas d algod&o da trra e ceroulss.
Roga-se a vigilancia nestes dous escravos,
que vindo com muita brevidade, seriio
ratificados anda com mais do que se offe-
rece.
Peranteo Ilion. Sr. Dr. juiz de direilo
da 1.' vara do civel, no dia 14 do corrate,
porta do mesmo juiz, he a ultima praca
da casa terrea de pedra e cal, sita na estra-
da que vai da Soledade para o Manguinho,
acliando-se dita casa collocada em um mag-
nifico terreno de 30 palmos de frente e fun-
dos bastantes tendo cacimba propria com
excedente ngoa, tanque para banho, diver-
sss ps de fruteiras cercado de limito e es-
pinho, fechada a frente do muro com grade
de ferro sendo o solo proprio o avaljaa
em 900,000 ris, penhorada a seu legi-
timo proprietario e sua mulher por exe-
cucito de seu credor e hypolhecario da mes-
ma casa. Os pretndanles dita e sitio p-
dem dirigir-se ao indicado lugar para seu
exame, onde verSo que boa propriedade por
diminuta quantia, a qual dara em oulro
lempo tres contos de ris.
'tammmmmtmm mmsmmntmm
I 8?
Na praca da Independencia, 9
I n. lo, ao voltar para a rua |
i das Cruzes, alugam-se, ven- p
I dem-se e tambein se appli- 1
l cam as melhores bixas que |
? he possivel bavarem no mer- p
cadn; limfa*m-se e tiram-se denles ift
S! cora toda a perfeiQo i tambera se ap I
| plicam ventosas com a maiordelica- |5
: ilesa que he possivel e faz-sa ludo .
I dor : ludo por prer;o muito rasoavcl. 9
0 Sr. Jos Rodrigues do Paranho tem
tima carta na rua do Rozario, n. 2.
A Aurora.
Acabam de sabir o 4. o 5. nmeros des-
so peridico eacham-se as livrarias da
esquina do Collegio ; na praca da Indepen-
dencia ns. ti es eem Onda, no lugar de
costil me.
Precisa-se alugar um escrava que lave
e engomnie solTrivel: paga-se bem : na rua
do Vigario, n. 20.
Precisa-so de um fornoiro : na padaria
do Manguinho.
Aloga-se o sobrado n. 47 da rua Impe-
rial : a tratar na loja do mesmo sobrado.
Joo Leonherret Lewer, cidado suis-
so, solteiro, retira-so para a Babia a tra-
tar de seus negocios.
Perantoo lllm.Sr. l)r. juiz de direilo
da primeira>vara do civel, no da 14 do cor-
rento, porta do mesmo juiz, he a ulti-
ma praca da casa terrea n. II, sita no bec-
co tapado, defronleda malrizdeS.-Antonio,
avahada em 600,000 rs. e penhorada aos
deiros de Jos Mauricio do Oliveira Ma-
1, porexecuglo de um seu credor.
Precisa-se, na rua doQueimado, n. 37,
primeiro andar, de urna ama de leile e de
una escrava que sai ha comprar na rua e
fazer todo o servico interno do urna casa.
Mobas de aluguel.
Na rua Nova armazem de trastes de-
fronte da rua de S.-Amaro, alugam-SO ca-
llen as para bailes e ofllcios fnebres : la m
bem se alugan mobilias a vontade dos pro-
tendenles por preco romraodo.
Desappareceu, do trapiche do Starr da
rua da Aurora, una canoa nova, com dous
bancos anda por pialar, cora urna argola
de ferro na proa : quem della tiver noticia,
a conduza ao mesmo lugar que sera re-
compensado.
Aluga-se o sitio da estrada Jo Cordei-
ro, bem condecido, s proprio para nego-
ciante estrangeiro, ou quem tenha trata-
11,cuto, assim como varios sitios e casas
pequeas para passar a Testa, tanto na cam-
pia, como na rua da Casa-Forte : a tratar
na rua do Amorim, n. 15.
Aluga-se no Monteiro a casa terrea
contigua ao sobrado que llea defronlo do
Sr. Joaquim Tiburcin,, com lodosos com-
modos e quo lio ptima para so passar o
VerSo : a tratar na rua da Aurora n. 48.
Domingos Alves Matheus, agente da fa-
brica do raj superior arcia preta da Ba-
bia, tem al orto scu deposito na rua da
Cruz do Recife, primeiro andar da casa n.
38, onde se achara serrtpre desto excellente
0 mais acreditado rap que at o presente
so tem fabricado no Brasil: vende-so em
botes do urna c do meia libra por proco
maiscommodo do que cm oulra qualquer
parte.
Precisa-se de urna criada poilugueza,
ou das ilhas do bons coslumes : na rua da
Cruz, no Recite, 11. 2.
Manoel Joaquim Pascoal Ramos con-
tinua a receber escravos por coinniissSo ,
para fazer vendas driles, por conta c risco
de seus senhores : quem do scu presumo
se quizer utilisar dirija-se rua do Colle-
gio, n. 21 primeiro andar.
Precisa-se de u 111 feilor que trabalho,1
enleada de arvorodos de borla e de vaccas:
na Magdalena estrada nova, primeiro por-
1 ,io de ferro.
O doutor Lourenco Trigo de l.oureim
reside actualmente as tojas da casa d
lllm. Sr. desembargador Bastos, na rua da
Aurora entrada pelo lado da mesma rua ;
e ahi se offerece para advogar, tanto no
civel como no crime e para ensinar aa lia-
goas latina e franceza a quem se quizer
utilisar de seu preslimo.
Offcrecc-so urna ama para casa de ho-
rnera solteiro, portuguoz, onde outra qual-
quer naQlo estrangeia.para engomniar, co-
zinhar, o todo o servico de portas a dentrt :
na rua do Rangel, n. 29.
Precisa-se de um amassador : na rua
larga do Rozario, n. 48
Vendas*
-Na livrarians. 6e8 da preca da inde-
pendencia vende-se o seguinte:
Manual eleitoral
contendo a lei regulamentar das eleicflcso
os decretos e decises do governo que do
esclarec mentos sobre sua execucao.
Cortes de brim entraen-
do de puro linho a
1/280 rs.
Vende-se brim psrdo de linbo a 1,280 rs
o corte, e cor do ganga mulio uno a *,*>
rs.: na rua do Queimado, n. 8.
Vendem-se
ha laucas decimaes
para pesar de 100 at 300 libras.
Cofres
de ferro batido com duas fechaduras e chi-
ves de segredo, muito bem feitos,
e mais ferragens,
como tacOes, parnahibas, facas de sapateiro,
serrotes e folhas deserra, ludo muito em
conia rara fechar contas : na rua da Alfan-
dega-Velha, n. 5,
Vende-se cera de carnauba de boa qua-
lidade : na rua da Cruz, n. 3.
Vende-se una escrava crioula de85 an-
nos quo cozinha o diario de urna casa,
he muito boa lavadeira, tanto de sabSe co-
rno de varrella muilo boa vendodeira de
doees, fructas o hortalice : ni rua de Apol-
lo n. 19, segundo andar, ou na rua da
Cruz, armazem n. 55.
Vende-se urna cadeira do bracos, toda
envidracada e em muito hotn estado : na
rua da I'ni.to, casa de Jos Mariano de AI-
buquerque.
BENEFICIO A HUMAMDADE.
Alphabelo para 0$ surdoi-mudos.
,He de grande utilidade para aquellas pes-
soas que quizerem fallar com as mitos, su-
plicado a primeira vez para u inslruccito dos
mudos de Franca, com signaes para con-
soantes, vogaes algarismos alphabeto
maiusculo.
Por meio deste alphabeto pde-se ensinar
a qualquer surdo-mudode nascimento; he
urna lingoagem muito fcil e correcta que
se pode aprender em poucas horas.
0 abaixo assignado surdo-mudo, chegado
ha pouco da America do Norte, vem respei-
tosameote implorar a proteccSo deste geno-
roso povo pernambucano.
Cada alphabeto custa 1.000 rs. e vende-se
na rua da Senzalla, n. 38, na casa do Sr.
Oeorge Francisco, ou no Hotel-Francisco,
rua do.Trapiche, n. 3. /. IU. liaker.
rfttlttiUVnTaUsil aill semana ^nafrn
Na loja do sobrado amarello, na rua
do Queimado, n. 29, continuara-se a
vender os bem acreditados pannos ti-
nos cor de caf, de vinho e verde a fe
4,000 rs. o covado ; princeza preta fe-
infestada ,| fazenda igual a merino, -*
f a 1,000 rs. o covado; sarja de IBa pre-
ta lavrada propria para forro de "
-? obras a 600 rs. o covado ; merino jfe
f preto, a 2,500 rs.; dito muilo supe- j$
rbr, a 3,000 e 3,500 rs.; e um com- fc
plcto sortimento de panno preto pa- jgp
m ra lodo o preco. jf:
Compras.
MrnMTDAnn
Compra-se urna mojeca de 12 a 14 an-
nos, de bonita figura, que tenha princi-
pios ile lavarinlo e costura : na rua do Li-
vramento, lojadefazendas, n. 16.
Compra-se ouro e prata em qualquer
estado que esteja : na rua do Queimado
n. 14.
Compram-se os Mysterios de Londres,
traducc.o de Jone Liberato Freir de Car-
valho : na ras estpcita do Rozario, n. 4, ou
annuncie. (
Compra-se um methodo de piano j
ussdo : quem tivef annuncie.
Compra-se uitia preta e um preto v-
Ihos e que sei/ra por prego commodo : na
ruado Collegijb, n. 21, primeiro andar, se
dir quem coaipra.
Compraib-se diarios, a 120 rs. a libra :
na rua Direits, n. 58.
Lat ITII A LT\
mmkwmkwmmwmmmm www
Vendera-se 2 lindos, mulatinhos de 14
a 16 annos, ptimos para pagem ou para
aprenderem ofllcio; 6 lindos molcques de
12 a 20 annos sendo um delles ofllcial de
alfaiate eque ho ptimo para pagem ; 4
prelos de SO a 30 annos bons para todo o
servico ; 3 prctas boas engoniinadeiras e
coznhera sendo urna deltas boa vende-
ileira de rua ; 3 uiulalinhas de 16 a 80 an-
uos cora liablidades ; e outros mu i tos es-
cravos : na rua da Cadeia, n. 40.
Vendo-se um gamito em muito bora
estado a pessoa que o pretender, dirija-se
a esta typographia que se dir quemo tem.
Vendem-se manteletas da
ultima moda para senhoras: na
loja de A lonso Saint-Martin, pra-
ca da Independencia, n 38.
Vendem-se duas pretas mocas; dous
molequee, sendo um delles alfaiate: na rua
da Cadeia do Recife, n. 39.
Na rua do Queimado, loja n.'1.37 A, de
Antonio Jos Rodrigues de Souza Jnior ,
vende-se o melhor trem de cozinha con-
sslindo em chaleiras paaellas e frigidei-
ras do differenles tamaohos : ludo de ferro
e forrado de porcollana o outros muitos
pertences. Na mesma loja compra-se urna
silva de prata sem feitio, para 3 copos.
Para escravos.
Vendem-se cobertores de algodao ameri-
cano a 560 rs. cada um; zuarle de chadrez,
a 160 rs. o covado; dito trancado, a 200
rs. o covado ; p de ganga azul da India,
com 4 palmos de largura e 19 corados a
2,400 rs.: na rua do Crespo, loja n. 10.
Vendem-se riscados escocezes, com
vara de largura, a 290 rs. o covado ; cassas
pintadas de cores (xas, a 240 rs. o covado;
pecas de panninho de vara de largura, com
12 jardas a 2,000 rs. : na rua do Crespo,
loja n. 10.
Pechincba.
Vende-se cha hysson de superior quali-
dade pelo proco de 500 rs. a libra : na rua
do Crespo, n 23.
REGULAMENTO DA ALFANDEGA.
Vende-se o regulamcnto da alfandega ,
com todos os modellos por 2,000 rs. -. na
pregada Independencia, liviaria ns. 6 08.
Cebla graiida.
Ha para vender urna pequea parco de
ceblas em mlbosde25 a 1,280 rs. : ad-
voite-seque he a melhor cebla que tem
vindo a este mercado, e sem exageraeflo
vale a 2,000 rs. o cento ; mas vende-se
assim para fechar urna factura : na rua do
Amorim n. 36. A ellas antes que se acabem.
Vende-se um pardo moco, de bonita fi-
gura, proprio para pagem ou outro qual-
quer servico : na rua da Cadeia-Velha, u. 33,
se dir quem vende.
Nosarmazens ao p da Alfandega, de
Dias Ferreira e Bacallar, vendem-se saccas
com farinha de mandioca a 2,000 rs. cada
urna.
Vende-se um preto de boa figura, do
20 annos; urna parda moca, de 18 annos :
na rua do livramenlo, o. 7, segundo andar.


^t'JWr .'**>-< "*-:
rh
"a-..
.........
FABINIIA DE MANDIOCA.
A melhor farinha de mandioca que tem
venda he a bordo do brigue Minerva, chega-
do de Santa-Cat' arin, e Tundeado na praia
, do Collegio, onde se vende a prego mais
commodo que em qualquer outro barco ; e
tambem se pode tratar na praga do Com-
merrio, n. o, primeiro andar.
;adcii as de palhinha e
de balan90,
bem com ontros muitos trastes: vendem-se
em casa de Kalkmann lrmfins, na ra da
Cruz, n. 10.
Vciidem-so alguns escravos e cscra-
v.-H mocos e sadios e que sito bem pren-
dados : na ra da Cadeia, n. 39.
llarmelada nova.
chegada ltimamente do Itio-de-Janeiro,
vende-se por preco commodo: rvsdo Cor-
po-Sanlo armazem de molhados, n. 66.
Vende-se um pardo robus-
to, de 24 anuos, perfeitamente en-
tendido no ser vico de campo c sem
vicios na loja da ra do Crespo,
u. i5, de Cimba Guimarcs &
Companbia.
Superior cha brasileiro.
Vende-se superior cha de S.-Paulo em
raixinhasde umaeduas libras: na ruada
Cadeia do Recife, n. 51.
Vendem-se no armazem, n.
1, do Calaia, no caes da Alfande-
ga, por preco commodo, barricas
com farinha de mandioca, mnito
fina, ( sornhy ) assim como saccas
com Icijao novo, milito grandes e
baratas : trata-se nomesmo arma-
zem, ou com Novaes & C."
Charutos de Havana
verdadeiros: em caa de Kalkmann Ir-
mos na ra da Cruz n. 10.
Moldaras douradas
de todas as largaras : vendem-se em casa
de kalkmann lrmflos, na ra da Cruz, n. 10.
Acha-sea venda pelo prego de 3,000
rs. o muito curioso romance em sete can-
tos Palmira 011 a Cegdinha Brasileira,
pele doutor Francisco Bonifacio de Ahreu :
na praca da Independencia, livraria ns. 6 8.
N. 9.
Ruada Madre-de-Deos.
Puro vinho da Figueira.
O novo armazem dcsla pinga delicila
araba de se abrir nesta ra, defronte do ex-
lincto armazem nomesmo preco de 180
rs. a garrafa e a 1,360 rs. a caada. Os
amantes deste licor all encontrarSo garra-
Tas promptamenlo lacradas e com o seu
competente rotulo para trocarem por outras
promptamente ; assim como tambem en-
contrarSo barris de diversos tamaitos,
por precos bem rasoaveis ; bem como vinho
tira neo de Lisboa a 1,600 rs a caada e a
220 rs. a garrafa. O proprietario deste esta-
i'i'i.'cimento pedeexame para poderem ava-
llar a pureza de sua qualidade e asseio, e
que em nada desagradar aos concur-
rentes.
Vendc-se, por preco muito
commodo, no armazem de Das
Ferreira, no caes da Alfandega,
farinha de Santa-C'atharina, em
saccas grandes,e barriquinhas com
potassa, muito superior : trata-se
no mesmo armazem, ou com No-
vaes & Companhia.
\a loja de selleiro da
ra do Queimado, n. 9,
vendem-se sellins de todas as qualidades,
tanto para montara de homem como para
a de senhora ; cabreadas inglezas roligis
e chatas; ditas de couro de lustro bran-
cas e pretas ; tal i ns a cananas de (odas as
qualidades ; rorreiames de lustro ; barreti-
nas para ofllciaese soldados de cavalloria e
infanlaria; bandas etc.; perneiras e guar-
da-lamas de todos os Teilios; cautines de
couro de lustro branco e amarello, para
bolas de criados; Tundas inglezas de urna e
duas vri ilbus ; colchOes de todos os tama-
itos e Teitins. Na mesma loja se forram sel-
lins com couro de porco inglez (cando
como novos, e se Taz toda qualidade de
concert : ludo por preco commodo.
Vende-se um alambique francez e de
cobro com pouco uso que leva a caldeira
50 caadas com muito boa serpentina de
eslanho tino que pesa 300 libras : esle
alambiquo trabalha pordous systemas, um
que serve para destilar gazapa, c outro pa-
ra resillar ago'ardente ; para esle lem tres
raliflcadores os quaes fazem com. que o
alcool sala sem cheiro, muito superior em
groe muito simples para qualquer pessoa
poder trabalhar: acha -se montado e piompr
toa trabalhar para ocomorador ver : tam-
bem se vendo urna machina de fazer limo-
nada gazosa agoas mineraes e vinho
champanha : todo por preco commodo : no
Aterro-da-Boa-Vista o. 17 fabrica de li-
cores, de Frederico Chaves.
Vendem-se4 eatavas com habilida-
des; urna parda de 30 annos, que eutende
do todo o servico de urna casa por 300/
rs.; um pardo de 18 annos, di bonita fi-
gura, que he de boa conducta e por laso
proprio para pagem ; um moleclo de nac.lo,
de 18 a 90 annos bem robusto sem vicios
nem achaques e que be proprio para todo
o servico : no pateo da matriz de S.-Anto-
nio, n. 4, se dir quem vende.
esfumantes de bom gosto.
No armazem de molhados atrs do Cor-
po-Sanlo, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor vindo do sul, superio-
res charutos S.-Flix, e de outras muitas'
qualidades que se venderao mais barato do
que em oulra qualquer parte : bem como
cigarrilhos hespanhes, ditos de palha de
millio, que se estfio vendendo pelo diminu-
to preco de 500 rs. o cento.
A 4 oo ris.
Vende-se superior esguifio de algodSo de
quatro palmosemeio de largura, proprio
para camisas de senhora e jaquetas pelo
ba'ato preco de 400 rs. a vara ; bretanhas
do rolo com 10 varas, a 1,600 rs. ; supe-
riores cortes de TusWes alcochoado a
1,28o rs.; ditos miudo.:, a 400 rs. o corto :
na ra do Crespo, n. 14, loja de Jos Fran-
cisco Dias
Vende-se urna escrava de nacfio boa
qoitandeira engommsdeira e que cozi-
nha'o diario de urna casa e faz todo o ser-
vico de portas dentro; representa 22 an-
nos pouco mais ou menos: na ruaDireita,
n.53.
A 300 rs. o covado.
q eos lisos, lie nstras e ae
*\ a 1,500 rs. o corte ; dito a
1,440 rs. ; dito muito
? 1,600 rs. ; picote muito i
Vende-se-zuarte azul trancado, muito en-
corpado e com 4 palmos e meio de largura,
a melhor fazenda para vestir escravo pelo
barato preco de 200 rs. o covado: na loja da
esquina da ra do Crespo, que volta para a
cadeia.
Rap rola" o francez
Vende-seo superior rap rolfio francez,
nicamente as lojas dos Srs. Caetano Luiz
Ferreira no Aterro-da-Boa-Vista n. 46 ;
'l'lioma/ de Mallos i simia na mesma ra,
n. 54 ; Francisco Joaquim Duarte ra do
Cabug ; Pinto & Irmfio na ra da Cadeia
do Recife, n. 19.
> J
& ^25" Na ra do Crespo, ^5> <3
loja da esquina que volta 9
0 para a cadeia, vendem-se @
Q os acreditados brins trancados bran- j
t\ eos, lisos, de listras edelinho puro, q
- -marello a j
superior, a X
&i,uwid. picudo uiuiiu encorpaoo ...
, proprio para escravos a 180 rs. o
O covado ; panno prelo muito fino a *
& 3,200 rs. o covado ; cassa de quadros j
O para bailados, a 2,000 rs. a peca ; lu- O
& vas de algodSo de cor, muilo linas, a O
0 240 rs o par ; chitas rouxas com do- Q
0 res encarnadas, de lintas seguras, a Q
ra 180 rs. o covado ; cassas pretas, pro- Q
i priaspara luto, a 160 rs. o covado; q
Ji pecas de plalilha de algodfio com 25 g,
varas, a 4,200 rs.; e outras muitas i
*? fazendas por preco commodo. V
OG03<&GO6>t&0i&t&&0
A 640 rs. a libra.
Qne:jos londrihos.
Vondem-se.'pe'o barato preco de 640 rs. a
libra queijos londrinos elugados recen-
temente: na ra do Amorim, n. 36.
Vende-se superior cal virgem de Lis-
boa em barris pequeos; feches de arcos
de paoe rodas de dito para barricas; cu-
nheles de pinho abatidos para assucar ;
pregoj caixaes do Porto ,,em barris de 10
milheiros; ditos de estuque, em barris de
32a45mlheiros ; marmelada do Lisboa,
em latas del e2 libras ; pilulasde familia:
na ra da Cruz, n. 49, primeiro andar a
fallar com Joaquim Ferreira Mendes Cui-
marfies.
Vinho de Bordeaux e de
Cliampunlia,
de superior qualidade : vende-se em casa
de Kalkmann lrmfios na ra da Cruz ,
n. 10.
Cortes de brlm de puro
linho, a I,iO.
-- Vendem-se corles de brim trancado
pardo de puro linho, pelo diminuto preco
de quatro patacas : na ra do Crespo, loja
da esquina que volta para a cadeia.
- Vende-se urna preta com urna filha de
10 annos: a preta cozinha, lava e vende na
ra ; urna dita boa para o (rabalho de cam-
po por estar a isto acostumada : na ra do
Collegio, n. 21, primeiro andar, se dir
quem vende.
--Vendem-se rclogios de ouro e prad
patentes inglezes: na ruada Senzalla-No-
va, n. 42.
Vende-se sag de primeira sorte, gom-
ma deararuta tapioca doMaranhSo, ceva-
dinha de Franca cevada : na ra das Cru-
zes n. 40.
Vendem-sc cadenas de palhinha pro-
prias para sala de jantar e casa de campo
a 2, 3 e 4,000 rs. : na ra Nova, armazem
de trastes defronte da ra de S.-Amaro ,
n.59.
Vende-se cera de carnauba :
na ra da Madre-de-Dco9,
fi. 34.
, Vende-se um carrinho inglez, de 2 ro-
das e om bom estado rom os com plenles
arreios : na ra da Cadeia do Itecife, n. 57.
Vendem-se curies de cambraias ada-
mascadas proprias para vestidos a 3,000
r*. ; ditos de (alagares, a 1,600 e 2,500 rs.
cassa-chita decores (xas a 300 rs. ; lan-
zinhas para vestidos, calcas e roupa de me-
ninos a 320 rs. o covado ,* fazenda de hla
com listras de seda propria para vestido
de senhora a 640 rs.; Ifias para calcas, de
muilo bom gosto e de superior qualidade ,
a 2,200 rs. o corle ; cortes de cassa, a 1,400
rs. cada um; panninhocom vara de lar-
gura a 240 rs. a vara, e a 2,500 rs. a peca
com 10 varas e meia ; chales de pura lila,
a 2,000 rs. cada um ; fustOes para colletes,
a 500 rs. o corle ; e outras muitas fazendas
por barato preco : na ra do Crespo, loja
11. 15, de Cunha Cuimarfies & Companhia.
Vende-se cal virgem de Lisboa de
superior qualidade, em barris de 4 arrobas,
chepda nesle mez pelo brigue Maria-Joi:
a tratar.! na ra do -Brum armazem de
Antonio Augusto da Fooseca, ou na ra do
VigariQstfi. lsl
4
loja
m
Vendem-se molecfjeslde 16 a 20 an- nos de nacSo e crioulos, sendo um ^
de 16 annos, e de nacfio bom cozi- 9
nheiro e de ptima conducta : na j5
ra das Larangeiras n. 14, sagundo 2
>jf. andar
Klvas ; garrafas cora vinho moscatel de Se-
lubal e da Madeira; queijos de prato ,
frescaes: tudo novo e chegado ultima-
mente de Lisboa: na ra da Cruz, no
Recite, n. 46. -
Vende-se champanha da mais superior
qualidade que tem vindo este mercado :
\>a ra da Cruz, n. 27, armazem de Crocco
Ji Companhia.
Vendem-se sellins inglezes e
camas de ferro: na ra da Senzalla-
nova, n. 4a-
Chd brasileiro.
Vende-se cha brasileiro no armazem de
molhados, atrs do Corpo-Santo, n. 66, "
mais excellente cha produzido em S.-Pau-
lo que (em vindo a este mercado, por
preco muito commodo.
AGENCIA
da fundicao Low-lloor,
RA DA SKN7.AI.TA-N0VA, N. ^1.
Nesta estabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenbo; macbinas de
vapor, e taclias de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos,
para dito.
A 640 rs. cada um.
Vendem-se cobertores de algodSo ameri-
cano, encorpadose grandes, a duas pata-
cas ; chitas escuras, de hons padrdes e co-
res seguras, a meia pataca o covado: na
ra do Crespo, na loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
__ Vende-se algodo trancado
da fabrica de Todos-os-Santos a
370 e a 3oo rs. a vara : na rua da
Cadeia, n. ir.?.
Taixas para engenho.
Na fundlco de ferro da rua do Brum,
acaba-ae de recetor um completo sortimen-
tode talxas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por preco com-
modo e com promptidfio embarcam-se,
ou carregam-seeih carros sem despezas ao
tomprador.
Deposito da fabrica de
rodos-os-Snitos na Rahia.
Vende-se em casa deN.O. Bieber & C.
a rua da Cruz, n. 4, alcod3o trancado
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar c roupa de escravos.
1,780 ris.
Vendem-se superiores cortes de brim
trancado do puro linho cor de lama de Pa-
rs pelo barato preco de 1,280 rs.: na rua
do Crespo, n. 14, loja de Jos Francisco
Dias.
,- Vendem-se 2 caixes de casas de pe-
draecal na rua de S.-Amaro; um s lio
na malta da Torre com frente para o rio,
conT2oo palmos de'frente, 1,200 de fundo.
bem plantado de capim;
o sitio da cipella
m
W Vendc-sp superior farinha de man- 4
^ dioca, muito nova por preco mais "fJ
& commodo do que em oulra qualquer ]2
parte: a bordo da sumaca Bella-Arge- ^
'> lina, fondeada del'ronle do caes do ^-,
w Ramos ou na rua do Vigario, n. 19, J
f segundo andar, casa de Machado & 2
^ Pinheiro. ^
;->
Vendem ae presuntos inglezes para
fiambre; latas com bolacbinbas de Lisboa ;
ditas da araruta ; ditas de marmelada de
1,3 e 4 libras ; ditas de sardinhas ; ditas de
hervilhss ; ditas de clincotate de LisbOa ;
frascos de conservas ; dilosXd'agoa de flor
de laranja; barris com azeitluas brancas de 'do algodao
FoEha de Flandres.
Vendem-se caixas com folha de Flan-
dres : em casa de J. J. Tasso Jnior : na rua
do Amorim, n. 35.
Barricas.
Vendem-se barricas vasias queframde
farinha, em p e bem accoudicionadas
na rua do Amorim, n. 35, casa de J. J.
Tasso Jnior.
A 640 rs.
Vendem-se cobfrlores dealgodSo, muito
encorpados, proprios para escravos a duas
patacas cada "Um : na rua da Cadeia-Velha,
B. 33.
Bombas de ferro.
Na fuidicfio de ferro da rua do Brum ,
vendem-se superiores bombas para cacim-
ba assim como de repucho para fazer su-
bir agua casas al altura de 4 a 5 andares.
* #
f Vendem-se lindas cambraias de se- ?
*) da a 400 rs. o covado; chitas france- 4
4 zas a 320 rs. ; riscados francezes, 4
4 a 200 e 240; lencos de seda para niTio, ?
4 po, loja n. 9, de DomingosGuimarSes.
i
lecas de esguio coro 10
varas, a 3,200 rs.
Vendem-se pecas de esguifio de algodSo,
com 10 varas a 3,200 rs. o a 360 rs. a va-
ra : na rua do Queimado, luja n, 8.
Chc brasileiro. *
Vende-se p melhor cha brasileiro que
lem apparecido neste mercado a retslho
por preco muito commodo : na rua do Sol,
n. 1, em cusa de Flias Baptista da Silva.
Cobre para forro de
navios.
Vende-se cobre para navios : no arma-
zem de A. V. da Silva Barroca : na rua da
Madre-do-Deos, n. 26, defronle da Igreja.
- Vende-se um cavallo assa de estriba-
ra : no pateo do Carmo, n. 18. W'
Vendem-se pipas vasias : na rua da
Cruz, no Recife, n. 14.
Vende-seo armazem de molhado da
ruada Cruz, n. 17.: a tratar no mesmo ar-
mazem.
Vende-se um relogio de ouro, hori-
zontal moderno e bom regulador : na rua
do Collegio, n. 6. _,
Vende-se um escravo de idade pro-
prio para trabalhar de enxada em algum
na rua estreita dp Rozario, n. 16.
sitio :
Vende-so urna barcaca de lote de 24
caixas, bem construida prompla a nave-
gar e bem apparelhada : na rua do Vigario,
n. 5, e para examina-la junto ao trapiche
do Remedio ,cUom"um. boa esa de pedra e
cal, duas ditas ma.s pequeas .todas na
frente da estrada 4 ditas no fundoi do mes-
mo sitio, urna grande otaria com bom bar-
ro para toda a qualidade de obra com um
grande viveiro com muito bom peixc : yen-
de-se tudo junto, ou separado >dinbeiro,
ou permuta-se por casas nesta cidade., a
tratar no Remedio, com Manoel Ignacio
Avilla ou no Aterro-da-Boa-Vista, na pri-
meira venda, passando aponte.
Ao bom e barato.
Na rua do Queimado, vindo do Ilozario ,
segunda loja n. 18, contina-se a vender
panno fino preto e verde a 2,000 rs. o co-
vedo; suspensorios de seda a 500 rs. o
par; lencos pretos do seda, a 200 rs. ; len-
cos brancos de cassa a 160 rs.; pecas de
panninho com 10 varas e meia a 2,000 rs.;
chapeos de sol, de seda para meninas a
2,580 rs.; e outras muitas fazendas por
preco commodo.
o 9
O Na loja da rua dd Crespo, O
n. 6, ao p do lampeSo, ven- j|
^ dem-se os acreditados brins '<
O trancados de puro linho.
O Cortes de brim trancado pardo, a *>
O 1,280 rs. ; ditocOr do ganga, a 1,440 &
& rs.; dito muito fino, a 1,600 rs.; di- O
O lo branco listrado, a 1,500rs.; pico- O
Q te, a 180 rs. o covado; chitas escuras Q
q e de cores fixas, i 160 e 180 rs.; co- (J
pv bertores americanos, muito encor- q
? pados, a 40 rs. o corte ; cortes de
JiJ cassa brama para vestidos, a 2,000 *,
% rs. ;pecas de ditas para babados a ij
VJ 2,400 rs. e a 32o rs. a vara ; chapeos Js
2 de massa ,a 1,600 rs. ; ditos de seda J|
O a 640 rs. ; ditos a 400 rs. ; fustOes ps- 9
O racollete a 480 rs.; dito superior a &
0 6,400 ris. V?
Q &
OOQOO03O ooooooooo
--Vende-seorna preta da Costa, muito
moca de bonita figura e sem vicios nem
achaques: o motivo por que se vende so
dir ao comprador : no Aterro-da-Boa-Vis-
ta, n. 17, fabrica de licores, de Frederico
Chaves.
Vende-se rap de Lisboa a 3,600 rs.,
dinheiro a vista : na rua dn Cadeia do Re-
cife, botica de Vicente Jos do Unto, ii. 61.
Madapolflcs muito finos.
Vendem-se pecas de madapolOes muito
finos, larROs e encorpados proprios para
camisas de homem e senhora com 20 va-
ras a 4,500, 5,000,5,200 e 5,500 rs. ; dilo
ordinario com 20 varas a 3,000 rs.; len-
cos de toquim com franja, proprios para
meninas, a 640 rs.; luvas de pellica, peque-
as, a 500 rs. ; chitas de cores muito (ixas,
a 14o rs. o covado e a 5,000 rs. a peca : na
rua do Passeio, loja n. 17.
Vende-se um ou dous sobrados na rua
da Srnzalla-Velha, n. 50 o 42 : a tratar na
rua larga do Rozario', btlquim Cova-da-
Onca.
Vendem-se duas balancas romanas ,
urna propria para pesar couros pois pega
em 1,500 libras e a oulra para pesar qual-
quer cottsa por ser maismaneira e pegar
em 500libras: na ma de Apollo, n 2.
Vendem-se os Mysterios de Paris : na
rua do Queimado, n.24.
Ilebrard & Companhia, com armazem
na rua do Trplche-Novo, n.22, participan)
ao publico que acabam de receber pelo ul-
timo navio7 chegado de Franc, um bello
sorlimento de conservas, como sjam : Iin-
goicas com uuffas julirnno cocumelos ,
ditos champignons, mostarda franceza, her-
vilhas, sardinhas carottes : lulo muilo
fresco. No mesmo armazem se encontrar
todas as qualidades de vinhos cognac ver-
dadeiro absinlho kircli de Suissa lico-
res azeile superfino do Sr. Plaguol.
Na rua do Queimado,!!. 8,
vendem-se chitas de cores hons padrOes
a 140 rs. o covado ; cassas de quadros para
babados a 2,000 rs. a peca, com sete varas ;
algodlo muilo azul e njeselado para roupa
de escravos a 200 rs. o covado ; cortes de
fustn alcochoado para odele a 320 rs; len-
cos de cassa grandes, com cercadura a 240
rs.; meias finas para meninas a 3-20 rs, o
par ; brim pardo liso de linho a 800 rs. o
corle de calca, e oulras fazendas por preco
commod*.
Novidade!
Bixas recentemente chegadas de
Lisboa no brigue Sublime a pre-
cos de 32o a i.poo rs. : na venda
da ruado Collegio, n. 5, de An-
tonio Jos Alves da Fonseca.
_ Vende-se urna parda de 26 annos, sem
vicios nem achas : o motivo por que se ven-
de se dir ao comprador: na rua do Roza-
rio da Boa-Vista, n. 11.
s
Vcndem-st atoalbados de puro li- a
nho com t palmos de largura a
a 2,&00 rs. a vara ; dito muito supe-
rior e com a mesma largura, a 3,200 ;
guardanapos, a 3,000 rs. a duzia ; di- ?
tos superiores, a 9,600 rs. ; toalbas da t
mesma fazenda, e de varios lamanho, %>
!$) por preco commodo : na rua do Quei- g
^ mado, loja do sobrado a marello, n. 29. y
# -a>#
Vendem-se 3 molecoles de 12 a 14 an-
nos ; um roulatinho de 13 annos; 4 ditos
de 25 anuos ; 2 escravos de bonitas lisuras,
denacSo; duas escravas de nacfio quecn-
gommam ocozinham ; una dita de'
nos ; 3 ditas do servigo de campo :
Direita, n. 3.
Vendc-se urna preta do Angola que
cozinha, engomma e cose : no Aten
boa-Vista, u. 22.
Vende-se urna burra muito nova.^boa
para carga ,jpor aer muito passeira ; n
ruado Queimado, n. 14.
Domingos Antonio Comes Guirr-rSes
novamente olTerecea sua loja de | fe das
da rua do Crespo cora um ahut nto
nunca menos de 85 a SO por canto :. unm
convier, dirija-se a rua Nova, em sua' a
V lii i iAn
ou na mesma loja a seu irmfio : igualmeni
offerececom um abstimento nunca menot
de 50 por cento urna relaefio de divid,
tanto contas de Ilvros como lettras venc'
das e a vencerem-se em somma de trinti l
tantos contos de ris, cuja relaefio ipre
sentar pessoas que queiram fazer um
feliz especulacfio.
Vende-se urna canoa de carreira pttt
conduzir familia de 30 palmos de cornpri-
ment e seis e meio de bocea : no Fort8-d0.
Mallos, estaleirode Jacinlho Elesbfio.
Na loja do sobrando amarelfo, na roa
do l.ivramcnlo, n. 29, vendem-se
corles de vestido de cambraia de se-
da de moderno gosto, proprios pa-
ra baile ,a 15,000 rs. ; ditos de cam-
braia com listras de cores imitando
seda a 4,000 rs. ; chitas largas Tran-
ce/as padrOes modernos e de cora
fixas a 360 rs. o covado ; lencos da
seda da India, para hombros, a 1,800,
2,000 e 2,240 rs. ; ditos brancos da
cambraia de linho, a 800 e 1,000 rs,
e outras fazendas de gosto a prtco
commodo.
Na loja n. 2, ao p do ar-
co de S.-Antonio,
vendem-so meias de seda preta curji,
1,000 rs. o par ; dita de laias, a 800 r.; di.
tas brancas para senhora, a 1,500 rs.; cor-
tes de gorguro de seda para collele, (
1,600 rs.; ditos de lfia, a 1,000 rs.; IIJij
para calcas, a 640 rs. o covado; lencot
desetim para grvala do ultimo goilo;
cortes de cassa a 3,200 rs. ; e outras bW
tas fazendas por barato preco.
.Na rua Nova, n. 5,
vendem-se dous moleques pecas; umpr.
to de 25 annos, de muito linda figura bog
trabalhador de enxada; urna preta boa
quitandeira ; duas ditas para o Irabalhodt
enxada.
Vendem-se cassarolas e
ncllas Jorradas de porcellana I
completo .sorlimento : na loja de
erragens da rua da Cadeia do Re
cife, de Antonio Joaquim Yid
O
0 Cortes de calcase jaquetas. qi
J Na rua do Quejmado, loja do sobra- 0
0 do amarello n 29, vendem-se cortes $
de calcas e jaquetas de brim liso par* t\
a do, a 1,000 rs.; ditos de dito de qua- m
Y, drinhof, a 1,120 rs. ; ditos de hrim
l
Q
de listras, a 1,280
0\
trancadvo branco e-,..., ,, ,
^f rs.; ditas de dito amarello a 1,500 *
X rs- d',0l de casimira encorpada de
O algodfio,% 2,000 rs. ;ditos de lfia ,i&\
x 2,000 rs. { ditos do casimira elstica 01
O e do cores, a 4, 5, 5,500,6 e 7,000 rs., 01
O leudo muito sonde escolher. Qi
OOOO0OOOO ooooooooll
-- Vende-se urna escrava de 22 annos,
crinla, com principios de cozinha, engora-
mado e costura ; urna dita de 30 annos,
boa lavadeirade sabfio cozinha soffiivil-
nienie e he muito diligente para todo o
servico de urna casa : na rua do Brum, no
terceiro andar do sobrado por cima do ar-
mazem de Reg & Medeiros das 6 s 8 ho-
ras da mantisa, ou das 2s4da tarde.
ttscravos tu .ir o*
t
- Fugio, uo dia II do correte, de Olin
da um moleque de nome Joaquim, de II
a 19 annos pouco mais ou menos; lie lm-
xo, grosso do corpo ; he um pouco cambi-
bado das pernas, e os ps largos ; tem o
denles perfeitos roslo chalo ; tem um sig-
nal muilo visivel por onde fcilmente ser
conhecido que he um talho sobre o nariz
j antigo ; falla expedito e alm disto t
muito vadio ; levou calcasazues, canina d
ciscado e oulra azul. Iloga-se as aulorid
des policiaes o capit.Vs de campo, que
aprehendam e lerem-no a Olinda ruada
S.-Pedro-Novo, casa do acadmico Jds ii
cente Duarte Brandfio, que gratificar.
-- Fugio, no dia 15 do julho prximo pas
sado o escravo Manoel, baixo chio do
corpo, de 22 annos cabra claro cabello-
de caboclo ; lem ralla de denles na frente,
falla muito apressado;ha noticias de ler
sido encontrado no caminho do serlao:
quem o pegar leve-o a seu senhor, Joo
Francisco Paes Barrlo no engenho Flores-
ta ou no Aterro-da-Boa-Vista n. 8, se
gundo andar, que recebar 50,000 r>. *
gralificacilo.
- Fugio, no dia 8 do corrente, do eog-
nho Calar, Freguezia de S.-l.ouronco- Malta, ocriouloLourenco, bastante prelo,
alto e magro com alguns signaes da !*
xigas no rosto: lovou calcas e camisa
algodfio azul: quem o pegar leve-o ao ai
engenho, a seu senhor, I-uiz Francisco"0
Barros Reg, ou no Alcrro-da-Boi-vitWi
n. 18, segundo andar.
ATTENCAO J ,
Um pardo claro, de alia estatura, ce'
lo torcido; representa 40 annos pouco roa
ou menos e he escravo do reverendo viajan
de lina leudo ido preso em Barreiros pi"
se llie tomar um bahuzinhocom roupa,1
o mez dejiuvembro prximo passado, i"
ao depois visto nesta praga em fevarero,
emabmpanhia de um moco de nomo M '
raes, e como at o presente nfio tentiar
parecido dito pardo, roga-se as sutorio-
des policiaes e capilfies de campo, 1u*
apprenendam e levem-no a rua das Cruz* i
n. SO, ou na rua da Cadeia do Recite,
36, ou em Un os engenhos Pr*ini'">
Uom-Dia e Serra>-d'Agoa que serfio gawj
rosamente gratificados, e se pagarfio lo
as despezas.
- Fugio.no dia 8 do corrente, doi
jgenho S.-Jos, um escravo de nome A ni i
nio de nacfio Mocambiaue, alto, secC0 ^
'fes e mfios grandes, cor PTe}*>r^}
to comprido ; levou camisa de algodao
e calces de algodao grosso .- quem o p
levo-o ao dito engenho, a casa do lavr
Jos le Andrade, que gratific"
genero
de m. BE Fai^
'v y


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