Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06244


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Full Text
--......v**t
Auno XT
1
Sabbado 11
PARTIDAS DOS OOBBXIOS.
Cois na eParahiba, segundas e sextas-felras.
- lo-Grande-do-Nortc, qulntas-felras ao mel-
dia.
Obo.Serlnhern, lUo-Forrnoso, Porto-Calvo
Macelo, ao 1.', a II c 21 de cada inei.
CaranhuD e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista Flores, a 13 e 28,
Victoria, as quintas-felras.
Olinda, todos os dias.J
a*-"*??
irBT.mtn laxa.
Phases < toa, Chela a 4, s 1 h. e 32 m. da m.
Ming. a 11, as 11 h. e 13 m.dam.
Nova a 18, s 3 h. c 13 m. da t.
Gresca 2.5,s ih.eHm.da t.
PBEAMAH DE HOJE.
Prlmelra s 10 horas e 54 minutos da ni.inli.
Segunda s 10 horas e 18 minutos da tarde.
de Agosto de 1849.
N. 177-
VHEQOS DA SUBSCRIPTO
Por tres inezes (attnlados) 4/000
P0rscisme7.es 8>000
Por uui anno 15/000
das da swaka.
6 Seg. S.Thiago. Aud.do J.dos orf.edom.da l.v.
7 Tete. S. Caetano. Aud. da chae, do J. da 1. V.
do civ. e do dos feilos da faxenda.
8 Quart. S. Cyrlaco. Aud. du J.da 2. v. do el.
0 Quint. S. Homo. Aud. do J. dos orf. e do m.
da 1. v.
10 Sext. 'J- S. Lourcnco.
11 Sab. Ss. Tiburcio c Susana. Aud. da Chae, e do
J. da 2. vara do crlme.
12 Doin. S. Clara.___________________
CAMBIOS W 1 DX
Sobre Londres, 25 d. por 1/000
Pars, 380.
. Lisboa, 1 lw por cento.
Ouro.Oncaa hcspanlioef........
Mocdas de 6/400 velhas.
. de tfiMo novas.
de 4/000..........
Prata.PatacOes brasileiro.....
Pesos colu limarlos......
Ditos mexicanos
AGOSTO.
rs. a 60 das.
31/TOK) a
17/200 a
16/200 a
9/200 a
1/990 a
1/990 a
1/900 a
31/500
7/400
lGflOO
9/400
'2/010
2/11111
1/920
DIARIO DE PRMMBICO.

PARTE OFFIC1AL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DI A 9 DE AGOSTO.
Ollieio. Ao inspector da thesouraria di
fazenda, transmittindo a conta documenta-
da dasdespezas feitas pelo director do ar-
senal de guerra cora os concert que se
mandou proceder no pavimento terreo do
lado de oeste do palacio da presidencia, a-
fim de que, a vista detla, mande pagar ao
mencionado director a quantia de 406,680
rs Communicou-se so director do refe-
rido arsenal.
Dito. Ao delegado do termo da Boa-
Vista, declarando que deve propr pessos
idnea para oceupar o cargo de director dos
Indios da ilha da AsumpcSo, afim de que
possa resolver cerca do que S. me. repre-
senta.
Portara. Nomeando o coronel refor-
mado Joaqun) Cavalcsnte de Albuquerque
para o posto vago de coronel chufe da se-
guida legiflo ds guarda nacional de Olinda
e Iguarass. Scientificou-se o nomeadoe
o commandante superior interino da refori-
J^la guarda nacional.
Hila. Nomeando o juiz municipal da
segunda vaiadestacidade, .Manuel Jos da
Silva Neiva, para o cargo de delegado do
primeiro dislriclo do termo do Recife.
lnteirou-se o chefe de polica.
Dila. Demittindo a Jofio Salvador da
Cruz do cargo de delegado do termo de Ca-
ruaru. Cuinmunicou-.se ao chefe de po-
jis.
Dita. Nomeando para os lugares de su ri-
pente do delegado do termo du Caruar,
abaixo declarados, os cidadSos'seguintes :
2 u Joflo Vieira de Mello.
3.* Manoei Simes Cavalcanle de Albu-
querque.
4 Domingos Vieira da Cosa Romeu.
5. Jos Vieira de Mello. lnteirou-se o
chefe de policis.
Dita. Dispensando o coronel Joaquim
Cavalcanle de Albuquerque do lugar de de-
legado do termo de Olinda. Scientficou-
se o chefe de polica.
Dita. Greand", cm vrtude do artigo
8.* doregutaTnenlo 11. 113 de .1 du jatidiv Jo
1842, e em consequencia de requisiQflo "do
major director do aYacnal de guerra, urna
cideirade prmeiras Miras para instrucco
dos aprendizes menoAs do mesmo arsenal,
e nomeando para re A a referida cadeira o
cdadflo Joo PereirjF da Silva Cuimarfles
com a gratilicaSo Anual de 400,000 rs.
Communicou-se aof director daquelle ar-
senal e ao inspecllr da pagadora militar.
.*
filSI'ADO DE PER1NAMBC.
D. Joio ia Vurifieacio Hatquts Perdigto, conejo
regranle di Sanln-Agoslinhu, por grata de Dtat
e da santa l apnitolica, bispo di Pirnambuco, do
amctlhodt S. N. 1. eCvnHUmciuna,tte., ele.
A lodos os nossos diocesanos sade, paz
ebenclocm nome de Jesus-Gliristo, prin-
cipe dos pastores.
O dia 15 de agosto, dilectos diocesanos,
apraiivuloente venerado em todo o orbe
calholico com o mais profundo acatamenlo
e eminente solemndade, nos persuade qual
deve ser a fervorosa devic3o, com que at-
lentsmentedeveroos festejar o grande mis-
terio que em tfio rr.enioravel e venturoso
dia celebramos.
Ja vt-salies o alvo 4 que se dirige nossa
presente allocucSo, persuasiva do brillian-
tissimo triuntpho que Mara Sanlissima re-
portou no setnpre ditoso dia, no qual foi ele-
vada pela divina vrtude sobre todos os cos
em corpo e alma para em seu felicissimo
transito ser cordada de singularsima glo-
ria, mais sublime que a dos anjos, e desta
eternamente gozar junto da Trndade Sanlis-
sima, sendo nos annualmente proposta pe-
la sania igreja a recordaeflo deste portento-
so prodigio, para excitar seus flllios pie-
dade com que devem solenmisar a principal
feslividade da Sanlissima Virgen), asylo e
amparo dos que a ella recorren) e nella con-
llam.
Hespeitaveis silo, e consideravelmente at-
lendveis ns aulliplicadasexpressesde que
o* sintissimos padres (guardas e defensores
do estado da igreja) se servem para por seus
eserptos mbuirem nos corajes de seus
leitores os senlimentos de que esiavain pe-
netrados em obsequio de (Ao ineffavel mys-
trio, cuja sublimidade a mente humana
nflo pode comprehender, convencida de sua
insuflicieucia para escrutar e investigar os
divinos designios em favor deuma creatura,
a quem a Sanlissima Trndade constituio
digno objecto de suas complacencias.
O* meamos santissimus padres, exhortan-
do-no a louvar e bemdizer o Eterno Po-
der, demonstrado na singular e extraordina-
ria gloiilicscflo de Mana Sanlissima, enno-
brecida com as eminentes prerogalivas de
lilha predilectissima de Dos Padre, d'a-
ntissma niai de DeosFilho.de chanssima
iposa do Espirito Santo, e de purissimo
lehplo das tres divinas pessoas, nosens-
nam igualmente qual deve ser nossa eUec-
uosa veneraefio para com a Sanlissima Vir-
im, digna de nossos maiores cultos.
Nflo duvidemos que o Eterno Pai etnpe-
nhasse lodo o seu poder para exaltar urna
lilha que Ihe foi grl|stima desde o jruiC!
po e antes dos seculos.
Nflu deixeinos de acreditar que Josus-
Chnato, seu unignito Illho, se maoifeslas-
* exiraordnariamente generoso no acto de
glorificar aquella, em cujo virginal seio in-
carnou para remir os agnlhoabos pela culpa
Vil
Convencamo-nos de que o Espirito Santo
quizesse premiar congruentemente a sua
esposa, ornada de virtudes e privilegios
privativamente prodigalisados a urna crea-
tura que gozou a ventura de serescolhda
como o sol, formosa como a celestial Jeru-
salm, sentada mais leve sombra de culpa
desde o primeiro instante de sua inmacu-
lada concejero, quem foi conferida a inau-
dita qualdade de Mili Virgen), exactamen-
te (idelissima na observancia da le divina,
jamis dexando de accumular mritos sobre
mritos em todos os momentos de sua pro-
longada existencia sobre a trra.
Quem Yolera comprehender a magnifi-
cencia com que Mara Sanlissima subi ao
co? Podr-se-ha imaginar acto mais bri-
Ihanle, mais glorioso eadmravel depois da
ascenso de Jesus-Christo ?
Contemplemos, quanto nos seja possive
qual fsse a complacencia da Trndade San-
lissima em collocar junto de seu luminoso
throno urna creatura bomditi pelos anjos,
exaltada pelos archanjos, venerada pelas
virtudes, suave e harmoniosamenle applau-
dida pelos principados, acclamada pelas po-
testades, solemnemente apregoada pelas
dominacoes, felicitada pelos Ihronos, lou-
vada petos cherubins, engrandecida pelos
serafins e reconhecda por todos os santos
e sanias da corte celeste, rainha do co e
soberana do universo, medianeira entre os
peccadoros e seu bemdilo lillio !
Em presenca de tanla sublimidade, per-
suada mo-nos que todos os elogios atlribu-
dos Mara Sanlissima pelos prophetas, pa-
triarchas e todos os seus fiis servos, que
existirn), existen) e devem existir no por-
vir, so inui diminutos comparativamente
quelles que deveriamos tributar Sanlis-
sima Virgem (por excellencia) pela qual re-
cebemos o beneficio da redempe^o, e espe-
ramos o da salvac.'io.
Talvez muitos'dos qne prestarem benigna
atii'iic.H) (qual supplicamos) leilura desta
nossa pastoral e mu succinta exposiptlo, se
nllamem em desejos de ver e gozar esta ine-
fabilissima creatura, por cuja IntervencJIo
silo participantes de reiterados beneficios
emanados doscelesliaeslhesouros, cuja dis-
triliuiciio Ihe osta altribuida. Se, porm,
sinceramente queremos desfructar com pra-
zer eterno a presenta de Mara Sanlissima,
everciarameiiBiv..v a qua foi elevada
em vrtude de seus relevnjssjmos mritos,
epreeminentissima di^n(j]l(je, determine-
mos imitar suas virtudeS| seguir seus exem-
plos e implorar sua Poderosa protec?flo,
mu particularmente no Uja ,je SU8 admira-
vel assumpcSo, no qtiaj grata ihe ser a
pratica de aiguma obra n,eritoria, dirigida
em seu obsequio, preveni,i0.a para 0 pe.
rigoso momento em que devt,m09 compare-
cer no formidavel acto de nosgo f|na| julga-
mento.
O mrito, o reconheciinento ,. 0 poder so
efficazes motivos para excita, n08Sa verdadeira
devoco para com quelles qUe acreditamos
superabuuJantes hesiestrcs attributos.
Que mritos, porm, Pedemos imaginar,
cuino os da Mal de Dos. A <|Uessi deaemos ser
lao gratos e reconhecidos, orno aquella, por
quem temos sido considerave^ econlinuanicn-
te protegidos Quem nos poje SOceorrer como
r rainha dos ecos, e senhora de t0o 0 orbe,
constantemente propensa a benefriar e felicl-
1 tar todo aquelle que a ella reeorrc
Jamis se ouvio dixer (he >rrdadrJ que hou-
vesse algum atlribulado, ou quieto que.recor-
rendo sua piedosa protcc^|0 e poderosa iu-
tercessao. Implorando sua leni^na ossbteii-
cia, e reclamando seu efTica/. exilio, fosse dcs-
attendldo Assiin o atlirnia .-iicrnardo na
alTectuosa oracao que dirigi a canlisslma
Virgem. I
Estas apreclaveis rcrord.ifows(.jam oTunda-
ment, ein que esleja firmadaBOisa terna all'ei-
co para com a mal dos degitdados rilbos de
Eva.
I Se admiramos suas vnlujet> protestemos
sua fiel imltacao. Se proferin09 teu9 |UUvores,
sejam estes a manifestacao ij0 cordial afi'ecto,
com que a pretendemos lion,ar. Se Ihe pres-
1 tamos cultos e respeitos, compativels com a
' nossa fragilidade, exista en, nos a pureza de
' costuines, sein a qual nao lnc pdem ser gra-
I tos os nossos votos, nem ru(li'iii ser altendidas
as nossas aupplicas.
i Se nesta perfeillssiina crtalurl, a quem foi
.estranha, eda qual foi alheig qualquor sombra
que pode manchar, colliicklol nossa firme
confianca, nao nos constitujnos |minerecedo-
res de que em na se verlfi trocinio.
Vivemos veaados e p<'rsr(,ujos pelas per-
turbafes loseparaveis de nussa triste condi-
co e precaria existencia ; r.pUlaln0i em pe-
rigo nosso venturoso desliuo na futura eterni-
dade ; elevemos os olhos e ag (ll05 a corre-
demptora do genero human., untando as
amarguras que supportamos, fa por nos
occasionadas, e nossas lagrlm. 8Crao mais
"altendidas que as nossas votes. .
A solida piedade, com que a pjjjtectora dos
attribulados protege os que a ef|a recorrein
com plena confianca em sua miseriCor(}ai nos
convida a prestar-lhe oa profundo, respeltos,
c amorosa veneracao que os chrl*j0, ,j0, pr.
meiros seculos Ihe tributaran! elogiando com
a mais eloquente erud9ao sua en,|lien(e ai,t.
dad, ao mesmo lempo que pub|CaTatn feliz
a aorte daqnelles que contavain, co,0 indicio
certo de sua salvaco, a verdajeira devocao
nara com Mara Sanlissima, cuja nome, o mais
melodioso, os anjos reverenlemekte respeitam,
o cominum iuimigo coui todo inferno teme
e horrorlsa.
A sublime e magnifica prole -a daquellea
que a honram e veneram com i ssantes cul-
tos, invocando sua mediacao, digne favo-
recer os nossos Intentos a pro. ebanho que
- -i est confiado, para cujo ttin j (1(e oH'ere-
uo\M u,a oulra occasiao de luclar| pe|a ter-
CE!' indulgencia plenaria0 ja referido
ceirdj al conceduios a todos otjue, sincera-
'^Soutriclos, secoiifessarers], .-oeberem
"'"Whiiii Eucharislia, em con/ormidade
a :,a"7Jlcu|dade pontificia que gotmos para
exercer ,ile acl de jurldlcSio delgada.
" .... 'anusima, como yol d' ^gt conj-
prehcndlda entre os Involvidos no mortfero
decreto.'irrevogavelmente oommum a todos
os Albos de Ado, quando pamente acredita-
mos purisslma a vossaconcfijao, na qual
com assombrosa adralracio da naturea fosles
Isenta da culpa original, e suas deploraveis
consequenclas !
Os pos e orthodoxos escriptores narrando
vosso maravilhoso transito com a maior digni-
dade fallam d'uin doce soinno, ou extasc mais
extenso, que de vos se apoderou no tempode
vossa emlgracao.
bernardo, vosso fiel servo, diz que o Espiri-
to-Santo, avivando em vosso purissimo peilo o
mais ardente amor, (por uin prodigio igual -
quelle que vos conservou intacta neste mundo)
consentio todava que o fogo da vehemente ca-
ridade que vos domlnava.excedesse seu violen-
to ardor, para se effectuar o termo de vossa
existencia.
Cessando, pois, este prodigio na occasiao de
vosso discesso, e nao mais suspenso o elieito
desle sagrado fogo, determinou Dos que a
chainma da mais ardente carldadc exercesse
toda sua fdrea sobre vosso Innocente coraco,
nao sendo naturalmente possivel que cstesus-
tentasse seus esforcos consumido pelos divinos
ardores.
Ildefonso, famoso pregoeiro de vossas virtu-
des e supereminente dlgnidade, pensou que
vos, ou nao devieis morrer, ou devieis morrer
nicamente d'ainor.
Protege! a diocese, cuja administracao pesa
sobre meus debis hombros, e dirig mcu pro-
cedlmento de modo que, nao me soja formi-
davel a responsabilidad!- que mVspcra.
Palacio da Soledade, 9 de agosto de 1849.
Joo, bispo diocesano.
EXTERIOR.
I Mara
A POLTICA EXTERNA DA FRANgA.
Londres, 28 de junho.
Mr. de Tocqueville, o actual ministro dos
negocios estrangeros da Franca, pronun-
ciou ltimamente na assembla legislativa
daquelle paiz urna falla sobre algumas das
quesloes as quaes seacham invollas nsre-
laces externas da repblica, que o eleva a
urna pos (,'lo entre os estadistas e oradores
de sua patria, igual dignidade do cargo
queoecupa e reputarlo dos seusescriptos
polticos ; porm os elTelos que esta falla
ha de produzir sobre a marcha do ministe-
rio e sobre a paz da Europa sero provavcl-
mente anda mais nolaves. Pela pnmeira
vez depois da revolu?o de feveroiro, o go-
verno francez expressou suas npiniOes e n-
ten(0es sobre Uo importante assumptoscm
urna reserva equvoca em favor desses prin-
cipios revolucionarios que lavram pelos es-
lados estrangeros; principios que elle pa-
reca receioso de repudiar, posto que se en-
vergonhasse de approvar. Vimos Mr. Lamar-
tine qualificando o seu zelo pela causada
paz por meio das mais imprudentes promes-
sas e animacOcs ao que lord Joflo llusscll ap-
pellidou depois a giria das nacionalidade
Vimos Mr. Ilaslde obrigado por suas anti-
gs alliancas polticas a ulTectar urna forte
sympathia pelas guerras o nsurreices da
Sicilia e Lombarda, bem que nflo tvesseo
poder nem a resolugflo de impedir a ruina
do parlido, cuja causa havia esposado. Vi -
moa depois Mr. Dfouyn de Lhtiys levar o
mesmo systema de lergiversilurio aos seus
ltimos limites no negocio da intervenido
romana ; pois, entretanto que seus prede-
cessores tinham professado opinioes para
cuja susteniagflo nflo estavm dlspostos a
obiar, elle ohrava sobro principios que nflo
ousava professar. Files eram os ministros
de urna revulusSo, nflo obstante nflo se lo-
rem querido metter as revoluf0es da Alle-
maiiha e Europa meridional; Mr. Drouyn de
Lhuys prOcurava restabelecer o governo
papal de accordo com a Auslra, llespanlia,
e aples, lodavia elle illudio estas poten-
cias e at alTectou estar obrando em um es-
pirito de amizade com os Romanos. Com
esta poltica clandestina, quer de conni-
vencia, qur de reacio, a falla de Mr. Toc-
queville aprsenla o mais notavel contraste.
Elle declara francamente seu designio e
suas inteneOes a respeito das questes sub-
mettidas consideradlo da assembla, e
comquanto nessa occasiflo nada se dissesse
acerca do estado da quaslo romana, as re-
lacOes da repblica franceza com a Allema-
nha, a hussiae a Inglaterra fram explica-
cadas sem reserva.
A poltica do governo francez nunca foi
mais decididamente pacifica ; e he satisfac-
torio perceber que esta dispos;flo de adhe-
rir causu da paz assenla nSo smente so-
bre urna incapacidade de fazer a guerra sem
extrema inconveniencia eperigo.senflo tam-
ben) sobre a desapparieflo ou uiitigac,3o das
causas que teem parecido conduzir mais di-
rectamente as hostilidades geraes.
Enlre estas causas a nsurrecflo do Pala-
tinado bavaro e ducado de Badn fui urna
das mais porigosas. A revolta do exercto
de Haden, a qual foi acompanhada do assas-
sinalo de alguna de seus oflicaes, a lomada
de urna fortaleza federal, e a completa i ai
subordinado militar foi considerada em
Franca como um exemplo funestissimo es-
pecialmente para as guarnieres de Alsace
O governo provisorio de Kuiserslautem li-
nda appellado para o parlido ultra-dcmo-
cratico de Paris. Gombatentes Ihe ebega-
ram e armas Ihe fram despachadas do ter-
ritorio da repblica, que lho lica contiguo.
A Urca dos insurgentes nflo se achava tanto
as margena do Rhoiio, como nos assenlos
da tnoutanha na assembla nacional fran-
ceza ; elle* fundavam suas esperanzas de
successo no triumpho anticipado de l.odru-
Rollin e na possbilidade de fazer reviver a
paixfio do povo francez pelas acquisicOes
lerritoriaes na fronteira rhenana. Entre-
tanto um grande exercito paussianosereu-
1 oa na margen esquerda Ueste rio, e as ope-
ra^Oes dirigidas pelo prncipe da Prussia
estendiam-se al o Soar e os Vosgos. O go-
verno francez houve-se nestas transaeces
perfeitamente de accordo com os princi-
pios restrictos do direto das gentes, o sem
ntervir nos negocios de seus vizinhns in-
mediatos, elle mostrou que a verdadeira
neutralidade consiste cm prevenir a inter-
venido clandestina e a assistencia Ilcita
da insurrec.flo por seus proprios subditos.
Comblos de armas fram detidos o os
emissarios dos demagogos allemfles, os
quaes tinham ido a Paris para saudarem a
inaugurar;lo do dictador I.edru-Roln,parti-
lharam depois, como conspiradores, a aorta
deste patriota fugitivo, ou de seus partida-
rios menos felizes. Em nenhuma circuns-
tancia podia a Franija dar s potencias ger-
mnicas urna prova menos equivoca da rc-
soluflo em que est nflo gmenle de man-
ter a divisflo territorial daqqfllas provincias
que oulr'ora j Ihe pertenceram, senflo tam-
bem de prohibir toda a especie de anima-
c,3o aos fanticos agitadores dos paizes es-
trangeiros, os quaes se acham identificados
com as doutrinas extravagantes e as faeces
audacosas que ella propria lio obrgada a
combater no seu interior.
Emquanto esta continuar a ser a poltica
da repblica franceza, absurda ser toda a
tentativa de Mr. Maugun para reproduzir
seus ataques conlra Casimiro Perer, e ate -
morisar a naqflo franceza com o espanlalho
de urna liga. Temos em nosso paiz alguns
escriptores e politicosque, com igual lou-
cura, contam com a ignorancia do genero
humano ; elles estilo continuamente de-
nunciando os projectos dos que chamam
absolutistas os quaes representan) co-
mo activamente empenhados em alguma
vasta conspirado contra as liberdndes da
Europa. Quem sflo estes absolutistas ? On-
de est o partido que imagina que o gover-
no absoluto pode ser restabelecido, e o se-
r em alguma destas partes da Europa em
que tem sido destruido ? Onde estilo es-
sas potencias que se julgam sufflcientemen-
te seguras de sua victoria sobre os princi-
pios populares no interior para podrem
empenbar-se em urna cruzada contra as
insttuiQes republicanas da Franqa ? He
evidente que osles termos de ligas absolu-
tistas nflo silo empregados por quelles que
delles us.im senflo como meros artificios
derhelorica para justificaren urna guerra
de palavras e urna poltica desuspeila e in-
sulto para com as autoridades da Europa.
Mr. de Tocqueville dispoz effeclivamente
testas pretendidas apprehcnses, o com
igual ingenuidad'1 o dignidade usou de urna
lincoagern que ser bem recebida, anda
mesmo em S.-Petersburgo, sem o menor
sacrificio dos interessos reaes da Franca.
A paz da Europa o as ntenrjes amiga-
veis da Europa parncom a repblica fran-
ceza assentam sobretudo em duas grandes
consideraces polticas, cuja verdade esim-
plieidnde dilo irrcsistivol frca ao discurso
do ministro francez. A primeira he que
nenhuma combinaeflo poltica das grandes
potencias da Europa contra a Franc pode-
r ser duradoura ou formidavel para este
paiz emquanto a Inglaterra nella nflo tomar
parto ; a segunda beque o estabelecimeii-
to da liberdado constitucional na Allema-
nha j tem nflo s dissolvdo a estreita
uniflo que havia enlre as principaes cortes
germnicas desde 1815, senflo tamben) ma-
terialmente diminuido os motivos o recur-
sos de urna combinac;flo geral daquelles es-
tados contra o povo francez. As inclna-
^es forlemento pacificas do povo inglez,
neutralidade da cora britannica e a cres-
cente indifferenca desta naci as formas de
governo que as outras julgarem convenien-
te adoptar. s5o suflicienlemonle concluden-
tes quanto ao primeiro destes pontos
Quanto segunda poako, a qual mais par-
ticularmente se dtflK proposta de Mr.
Mauguin, o mais lgro conheciinenlo do
estado presente dilkwpa basla para per-
cebor-se a impossibildadp absoluta de urna
lgaoffensva entre a Russia e a Allemanha
contra a Franca. Som a Inglaterra, sem a
Russia e anda sem as provincias externas
da Austria, urna liga com a Franca he a ul-
tima cousa que a nogo germnica dever
provocar. _
(rimes.)
ossas. V0T0S-
Antonio dos Santos Lopes 76
Joflo Antonio Ribeiro 7
Agento do correo Bernardoda Silva (.ui-
marfles J?
Francisco Gandido das Cliagas <5
RELACAO- DOS RAPTISADOS NA.MATRIZ DE
S.-ANTOMO DO RECIFE NO MEZ DE Jl'-
LIIODEJ89.
Dia I.Marianna, creoula.Escrava.
Com 3 annos de nascida.
Idem.Emlia, parda.Nascida em 16 de
fevereiro deste anno.
Idem.--Catharna, creoula.Escrava.
Com 1 anno de idade.
dem.Geraldo, creoulo.Nascdo em 5
deselemhrode1841.
dem.Joflo, branco.Nascido ha 1 mez.
dem 2.Manoei, braoco.-Nascido em 9
de julho de 1818.
dem 5 Luiz, braoco.-Nascido em 11
de mar^o deste anno.
dem 6.-Manoel, branco.-Nascdo era 15
de abril deste anno.
dem 8Theofanes, parda.Escrava.
Nascida cm 27 de desembro de 1848.
Idcm.-Filinta, creoula.Escrava.Nas-
cida em 1 ile junho de 184G.
dem.Mara, branca.Nascida em7de
alo deste anno.
dem 10,-Francelina, parda.-Nascrda otn
10 de abril desle anno.
dem 12.-Belisaria, branca .-Nascida ha 10
mezes. ., ,
I Jem.-Francisco, pardo.--Nascrdo a 6 des-
te ,nez- .. ~ j
Uem.-Mara, branca.-Nascida a 20 de
maio dcstoanne.
llem 15.Benedicto, crooulo.-Escravo.
Nascdo a 3 de junho deste anno.
dem.Justina-, parda.Escrava.-Com 9
mezes de dade. .
dem 19.-Atnerico, branco.-Nascdo ora
2 doste mez
dem 20.-Juliana, creoula. Escrava. --
Nascida a 25 de maio deste anno.
dem as.-Josefina, parda.Com 2 mezes
de idade. _
dem 27.Catharina, preta.-tscrava.
Benguella.-Com 20 annos.
dem 28.-Antonia, branca.-Nascida em
7 deste mez.
dem.J0S0, pardo.-Nascido ha 1 mez.
Idem.-Manoel, branco.-Nascdo em 19
de setembro do 1848.
dem 29 -Anna, branca.-Nascida em 22
de maio deste anno.
dem. --Luisa, parda.Nascida em 24 de
abril de 1848.
Idom.Ignez, parda.Escrava.Cora 3
mezes de dade.
dem.Jos, pardo.Escravo.Nascdo a
28 de marco deslo anno.
dem.Joflo, creoulo.Escravo.Nasc-
do a 29 de marco deste anuo.
dem.Salusliana, parda.-Com 11 annos
de idade.Sanios leos.
Idcni.Delmira, brarica.Nascida a 1C de
junho deste anno.
dem.Olimpia, branca.Nascida em 31
de Janeiro desle anno.
dem.Augusto, branco.-Nascdo em 7
de maio deste anno.
Idein.-Ainelia, branca.Nascida a 8 de
julho do 1848.
dem.-rsula, branca.Nascida em 21 de
outubro de 1818.
dem Brasilina, branca Nascida em 21
do novembro de 1818.
dem.-Anna, branca.Nascida em 22 de
junho deste anno.
Ao todo 37.
Santo-Antonio do Recife, 5 de agosto de
1849.O vigario, Vcnancit Benriqut de Re-
ztnde
PEiNAMBUCO.
ELE1TORES DA FRECUEZlA DA SE DE
OLINDA.
os ss. votos.
Major Joflo Baptisia da Silva Mangurnho 253
Gapilflo Joflo G. Rodrigues Francs. 253
Gollector F. das Chagas Salgueiro 253
Tenente Francisco do Reg barros 251
Dr. Antonio Jos de Souza Gomes 251
Cirurgiflo-mr Francisco J. do Amaral 250
Escrivflo Jos Antonio Serpa 250
Alferes Francisco llomem da G. d'Ega 250
Empregado publico Vicente Ferrer da
Silva Braga 25
Professor Manoei J. Texeira B. Jnior 249
Teneute Manoei da Porciuncula Ferreira 249
Dr. Manoei Joaquim de Miranda Lobo 249
Tenente Jos de Barros Cavalcanle S48
SUPPLENTES. /
OS SHS IfCTOS.
Proprictario Joflo Severino do BomirnV 79
Manoei Antonio de Brito s2
Tericnte-coronel Jgnadlo A. de B. FalcSo 77
Alferes Francisco Podro Celestino 77
Jos Francisco Baptista 77
Francisco das hags do Rozarlo 76
Artista Marioc. Alves de Sanl'Anna
Tenente Joflrf Baptista de Azevedo 76
Mauoel AU Cavalcauto
HiAlllil ll PliHVillUICO.
BECirE, 10 SK AGOSTO SS 1849
O vapor Theiii, chegado hoje a esle porto,
voltou de Tamandar, para onde partir
conduzindo urna ambulancia para o 8 bata-
Ihflo de caradores, bem como algumas pra-
ras do mesmo corpo, que se Ihe deviam
reunir.
Elle trouxe a noticia de que reina perfei-
ta paz em Una e Rio-Formoso; bem como a
de se achar o Sr. general commandante das
armas na povoac,3o de Agoa-Preta, sem que
anda nada se soubesse do resultado da sua
l'IIIIMH I.V-flll. ^___
VAKIKUAt.
MONUMENTOS GIGANTESCOS. A PONTE-
TUBO DO CONWAY.
O London llluitruted Newi d a seus leito-
res os uesenhos e adescriprflo de duas gi-
gantescas constricces emprehendidas em
Inglaterra peloengnheiro M. Stephenson,
una das quaes j lev* completo resultado.
Trata-sede um tunnel de ferro fundido o
balido, cujas duas extremidades descansan
as margena de um rio', e por baixo do qual
pdem passar os maslros dos navios, em-
quanto a/locomotiva, puxando numerosos
wagonsjo percorre com toda a fr^a do va-
por. Mas deixemos fallar o jornal inglez do
qual trasladamos a descrpc,3o deste gigan-
tesco monumento.
A fonle-ubo do Conway,ideiada para fa-
zer passar por cima do rio Gonway o caml-
nlio do ferro de Chester a llolidead, he um
dos mais notaveis exemplos do grao a que
pdem ebegar a sciencia do ongonheiro e a
ousadia de suas coneepc.es. He sabido qu


m
as pontespcnsisnOo sao adaptadas loco-
moco rpida dos caminhos de ferro por
causa das oscillacfies provenienlos da mn-
noira por que silo construidas. I.ancar cu-
mulos de pedras no rio seria cmbaracar a
navpgacHo, a sorem muitos ; ou suhjeitar-sc
a dar aos arcos da ponto uma dimcnsao quo
iria muito alm das regras da prudencia, e
quetalvez mesmo fosso inteiramente im-
possivel :devia-se, portanlo, ou dcsistirdo
intento de fazer passar ocaminlio de ferro
de uma margem para outra, ou ochar um
meio que reunisso aextensiJo obrigada da
ronte pensil com a solidez da ponte do pe-
o^Aladn* >
rwrtvett
carrejgh M.
uimo'osas
eder inns-
ra. O tubo de-
lira, ou de ferj
do probloi
por meio d
Este li
Fairb
oxperi
truectf
veria ser circular, elliidico ou rectngula
Taes fram as primeiras ndacOes em que
ontraram os enpenheiros. Itejeilaram-seas
dota primeiras formas por motivos quo nlo
cabo em nossa exposico descrever, e con-
vieram em preferir a forma rectangular.
-) lunnel n!Jo foi construido no mesmo
lugar que liojeoccupa : escolheram a cen
pos de distancia mais ou menos perto do
rnnr una legoa de trra que se prolonga po-
lo Conway, eahi, sobre um extenso terra-
pleno, parte situado em trra firmo, e parte
sobro estacada feita no leito do ro, eslabo-
leceram uma ferrara completa, machinas
de vapor, forjas, caldeiraria, etc. Nesso lu-
gar dons mezes continuos ni!o parou o mar-
tello, c a machina de vapor cnnlinuou a es-
poliar pelos ares nuvens de fumo, aloque
obra irno-cnsa, desembaraza la dos andai-
ines interiores, slidamente assentada em
hasernabalaveis, n.1o levo mais um furo
para jo fazer, ou um prego para pregar-so.
rorm ainda restavaque fazer. A ponto li-
nba 412 ps do comprimento, pesava 1,30o
toneladas,eslava em linba borilonUl, dis-
tante lOO ps do lugar de seu destino, o em
linba vertical tnba quo vence' o espaco do
SO a 24 ps de altura at chegar aassentsr-
so no ponto em que deva licar. Como mo-
ver um tal colosso? Tomo levn-Io suspenso
alo p.VIo cm seu nivelamento ?
l'ara a sciencia nflo he embaraco to
pouca cousa : M. Stet hensou saliou pela dif-
liculdade, e leve o mais satisfactorio resul-
tado.
A G de marco de 1848, depois do ter so-
parado o terrapleno da trra firme, colloca-
lampnrbaixo 'lo tubo, duranlo a vasanlc
da maro, barcAcas com lastro d'agoa. Ao
comrcar da enchenleesgotar.im a pressa o
por meio de machinas a aga iiue assim pouoo a pouco so fram levantan-
do, judo logo depois tocar o fundo do tubo
com as bor.las chatas ; com mais um im-
pulso da maro a ponte-tubo sabe do terra-
pleno sustentada pelas duas extremidades
as barcacas; a maro contina a enchor,
cobra o terrapleno fazcudo subir ao mesmo
tempo as barracas e a pontc-lubo, e asshn
todo o apparelho se deslaca a pouco e pouco
per entre milhares de vivas dos espectado-
res em dlrccco aos pegues quo devem rc-
rohero monumento, oqual leva cm trium-
pbo nasua paite mais elevada MM. Georges
o llobert Stephenson, llrunel, Itendel, Fair-
buirn, liidder, Franck Forsler, o capilao
laxlon, ocapiloMoorson, e o constructor
Eva no. Esta marcha triumphanle be guiu-
da por cm rentes amarradas em boiasquose
acham collocadas de distancia em distancia,
linalmenlc a ponte-tubo chega junto aos
pegues : he preciso ica-la altura marcada.
as duas extremidades da ponte esl3o
unas machinas de vapor e duas prensas hy-
rauliras confiadas ao zelo e experiencia do
O pegSo de Angleacy tcm a obra de alve-
mii.i acabada, e ja se tlraram os amlalmes :
rila ifin i-'i pe's e meio de altura e 173 de lar-
gura. O priinciro pilar que lambem se aelia
na margem de Anglescy, he tep ruin do pe-
pao por mu esp.-ir i de consa de 30 ps. Todo
osle esparo esl tomado por andaiines de 98
ps de alto, que contcm cerca de 70.000 ps
cbicos de madeiras de conatruefao. lie nesse
lunar que se devem construir as duas pontei-
tubos que imirao a Iba Inglaterra. Opilar
Anglesey j,-i tem 150 ps de altura; e deve
chegar a 190 ps. O pavimento da ponte-tubo
deve ter nesle ponto 124 ps cima da baixa-
inar. O pilar tem 55 ps de largura sobre 31
de comprimento.
Bm meio doafitrcito demora o roebedo
chamado Hritannja, nome que tomou a obra
todaj e sobre es rochedo se levanta o pilar
Britatinia. Este ollar, menos ndiantado que os
outrbs, .iikI.i nao tem senao 131 ps cima do
mar, c tiiu smenle 7 ps cima do fundo dos
tubos. Tem 55 ps sobre 45 cm quadro, c ha
de ter de altura i 10 ps ; acha-se etn distancia
igual, sto he, a 40 ps comprrhendidos ua
coiistrnccao do pilar de Aiiglrseyc do de Car-
navon, e liado sustentar as extremidades dos
quatro lunnels que partem dos dous lados do
estrello. O pilar de Carnavon cst, quasi con-
i Idilio, c he cm ludo seinelbantc ao de An-
glcsey. O pego de Carnavon aprsenla a mes-
na forma que o da outra margem ; apenas por
ser o lado mais alto tem menos obra de pedra,
230 ps separan! o pilar c o pego, e no Inter-
vallu acham-se um andalineeos preparetivos
de cnnstrureo dos dous tubos.
Se entramos nessas minuciosas explicables
a respeilo da altura c outras dimensoes de taes
pilares e pegues, foi para que nossos leilorcs
compreheiidain beiu ludo quanto de agiganta-
do aprsenla urna tal einprria que deixa milito
atrs todas quautas construccoes antigs teem
chegado ao nosso conhecimento. E na rerda-
dc.dous pegues e tres pilares que teem un> cu-
bo de obra de alvenaria cujoal^arisino se eleva
a un valor espantoso, de un ao onlrn dous
lubos pa,rallelos prolongando-sc por todo o
comprimento, ou com mais exaclidao quatro
tubos de 250 ps de comprido,laucados de cada
pegan ao primelro pilar, e uniros quatro tubos
de 470 ps sahidus dos primerns pilares e que
se vao encontrar no meio do estrello sobre o
pilar frilannia, e por baixo de tudo islo, a
tais de 100 ps de profundidade, o mar bra-
miiido, ai reno i-ando sua espuma e suas la-
nicntacoes eternas aos ps da obra dos hoinens,
ou quebrando suas vagas com furor impotente
contra alicerces inabalaveis; tudo isso nao
ser um desses espectculos que cxaltam o
bomem a seus propriol olho?
A'quellcs que duvidarem da solides drsles
1111 I -. pensil, diremos que pelas experiencias I
preliminares feitas por AI. Fairbairn reconhe-
ceu-sc que a resistencia de um lubo construi-
do segundo taes princ'|)ios equivale a mais de
onze vezes o seu nropno peso.
Tem-se calculado que o tubo total das
obras de alvenaria ser de um mllhio e qua-
trocentos mil ps cbicos, que as madriras-de
construrfo rmpregadas nos andamies orca-
rao por 4S0 mil pes cbicos, que nos tubos
gaslar-se-lio 10,000 toneladas de Ierro, e 1,400
toneladas de metal fundido. I. para a fabrica-
cao dcsta obra gigantesca edilicou-se una ci-
dade, levantaraiu-se otenta casas, estabele-
ceram-se lugares de reunan e tO'los os acces-
sorios das grandes puvoaces. Honra ao genio
inglrz que nos faz presenciar taes maravi-
lhas >
(Jornal tloi eaminlint de ferro.)
(Joniolrfo CsMMisrste.)
duzia 20,000 rs., total 120,000 rs ; 2* pares
de suspensorios do talagarca, por factura
duzia 10,000 rs total 20,000 rs.; 50 metros
ou 45 varas do talagarca do seda, por factu-
ra vara 400 rs., total 18,000 rs. ; duas e
moia libras de seda froxa sortida.por factu-
ra libra 18,000 rs total *.,000 rs.; o tres
libras do lio de 1,1a, por factura libra 4,000
rs total 12,000 rs.: tudo impugnado pelo
segundo osenpturario Antonio Francisco de
Moura, no desoachn n. 219, sendo a arro-
niaiacio subjeita a direito*.
Alfandega, 9 de agosto de 1849. --O ins-
pector, /,(//; Antonio dtSampaio Vianna.
Pela inspectora da alfandega s faz
publico, para conhecimento do commercio,
odequem mais possa interessir, o seguin-
te decreto, que boje foi communicado ofli-
cialmcntn pela thesnnraria da fazenda ;
Dtcrtlo n. 019, de 7 dejulho de 1849.
II 'i por bem ordenar que, emquanto
nflo fr refrmala a tarifa das alfandegas
lo imperio, o despacho do calcado ostran-
geiro seja feito por factura. Joaquim Jos
Itodrigues Torres.do meu concelho.'senador
do imperio, ministro e secretario de estado
dos negocios da fazenda, e presidente do
tribunal do thesouro publico, o tenha as-
sim entendido e faca executar.
ii Palacio do llio-de-Janeiro, em 7 deju-
lho de 1849, vigesimo-oitavo da indepen-
dencia e do imperio. C.am a rubrica de Sus
Magostado o Imperador. Joaquim Jos lio-
driguet Torree,
Conforme. O escrivSo da alfandega,
l.ilmachi.
K para que o referido consto se mandou
publicar pelos peridicos.
Alfandega de I'erriamhuco, 10 de agosto
de 1849. 1) inspector, luis Antonio de Sam-
paio Vianna.,
ti lllm. Sr. inMj.4C.lor da tbesourariada
fazenda provincial, em v.rtude da resolupSo
~ tribunal administrativo, wanda fazer
corrente mez o|brigue brasilero Firiato,
por ter a maior parte da carga promtpa: pa-
ra o rostoe passageiros', para o que offerece
os melhores commodos, trata-so com os
consignatarios, Thomaz deAquino Fonse-
ca&Flhos, na ra do Vigario, n. 19, pri-
meiro andar, ou com o capto na praca.
Para o Aracaty tem de seguir viagem o
hiato Novo-Olinda, mestro Antonio Jos Vi-
anna : quem nelle pretender carregar, so
entender com o mesmo mestre no Trapi-
Novo, ou na ra da Cadeia-Velha, n. 17, se-
gundo andar.
--Para o Maranhiio pretende seguir via-
gom, por estes tres dias, a bom conhecida
escuna Galante-Maha : ainda pode recebor
alguma carga o passageiros, para o que tra-
la-se com Silva & Grillo, na ra da ilo-
da, n.II.
trimonio das ordens rejfullres, e mesmn
bens das igrejas, nao pdem ser alheiart!
por nenhuma via que seja, dados, ven r
dos, hypothecados pelos administrador
dos ditos bens, fque no caso em questaoh
o prior do convento de Olinda e nfio o m,-
tador. e nem o prior provincial and||nIl',
mocom tolo oseo capitulo da Babia coX-,-
arei vor n'outra occasISo) nem ditos'aiin/
nislradores pdem fazer auto algum 0n
criptura, pelo qual traspassem o erjlinr-"
directo, ou til dos ditos bens a 1^2'
pessoa, posto que sej a outra igreja "
em caso do evidente utilidade, ntcessidid
ou rom modula.le do mesmo convento ,p?'
Leudes.
lili
COf
k
.10.
ALFANDEGA.
Rendlmcntoido da 10. ; .
CONSULADO GEKAL.
Rendimcnto do dia 10.......
Diversas provincias........
11:846,487
1:581,715
202,204
1:783,919
'hus peritos engenheiros bydraulicos, MM.
Rasin o Amos. A prensa era sustentada o
segura por enormes travesses de forro fun-
dido, os quaes se schavam slidamente mot-
ilaos o.is paredes dos pegOes. Por cima ha-
via oulro travesslo fundido, afastado das
primeiras, cousa de 18 a 20 pos, e a ellas li-
bado por dous varOes que servia m para guiar
paite superior do braco da prensa.
No alto desle braco havia una travessa
de cabeca, lambem de ferro fundido, da
grossura de dous ps e com dous furos, pe-
los quaes deviam psssaras grossas curen-
les de suspender. Cada braco fazia mover
duas destas correnles por meio de quatro
rodas pequenes que gyravam sobre os lados
dellas. O movitnenlo do braco era de seis
pes. de sorte quejogo que o tubo linba ven-
cido esta dislancia de seis ps, as correnles
se desprendiam, a prensa voltava aoseu es-
tado normal, e o tubo suba de novo, o
movimenlo Ihe era communicado por uma
machina de vapor. Finalmente, a peca Im-
portante do apparelho era um cylindro pe-
queo que communicava com as bombas.
A forca de que este pequeo cylindro era
conductor, corresponde a 1,296 toneladas :
mis, nflo pesando a ponte-tubo senflo 1,300
toneladas, bastava desenvolver-se em cada
uma das prensas a frca de 650 toneladas.
Tinha-se acautelado ludo alim de que o ap-
parelho resistisse anda aus maioresempu-
Aoperacilo leve o bom resultado que
OS engenheiros esperavam ; a mole enorme
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 10...... 570,356
Movimenlo do Porto.
Navios entrad t no dia 10.
Liverpool 45dias, barra inlcza Tleatrice,
de 278 toneladas, rapitn Joseph Me. Coy,
equipagera 14, carga fazendssj a Deane
Youlo Gompauhiii. Ficou do quareti-
lena por das.
Da roiiiiiiisso Vapor de guerra brasilciro
Thctis, rommandante o capitilo-icncrito
AnloniVranciscn Pereira.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio-de-Jaiieiro Patacho americano It -
F.-Lnper, capito 'I humas J. Wallon, em
lastro.
Mein p -!.i Babia Rrigue americano Fal-
tnouth, capildo John S. Oliver, carga par-
te da quo trouxo do llaltimoie.
Maranlio o Par Talacho hrasileiro For-
tunii, opilo Manuel Francisco dos Iteis.
Ro-dc-Jaueiro Polaca sarda Conte-Cor-
vetla, capitfio M. Ilevello, .em lastro do
ireia.
Benguella por Novo-Hedondo o Angola
Drigue brasilciro Destino, capitao Joa-
quim Antonio Goncslvos dos Santos, car-
ga ago'ardenle. Passageiro, Jos Picheco
Ozorio, Brasileiio.
publico quo, em cumprimento di lei, pe-
ranto o mcsino tribunal, vai novimonte a
praca no dia 16 do corrente o nyoslo de
2,500 rs. por cabeca de gado vaccim que
for consumido no municipio de Po-J'Albo.
avaliado annualmenle por 2:560,000.
A arrcmalacio ser feita por tempo Je um
amo e 10 mezes a contar doprimeito de
selembrode 1849 a 30dejunho de 185..
As pessoas que so propozerem i ?sla
arremataciio,comparecam na sala das les-
sOes do referido tribunal, no dia cima In-
dicado, pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
F. para constar se mandou afiixar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria da fazenda pro-
vincial de Pornamhuco, 6 de agosto de 1819.
O 2.seciiplurario,servindo de secretario,
Francisco Antonio Cava/cante Cousseiro.
Pela mesa do consulado provincial se
faz publico, pelo presente edilal, o art. 46
da lei provincial vigente, o qual he do te-
orseguinlo :
Fica concedido por 6 mezes o pagamento
da meia cisa dos cscravos que se olivera
dever, contando-so osle prazododia da pu-
bhcac.nodos editaes, ese nullincar.lo as ac-
cOos j intentadas contra os devedores des-
te imposto que o pagarem dentro doste tem-
po
F. para que chegue ao conhecimento
de todas as pessots, a quem possa interessar
o prsenle, assim o faco publico Mesa do
consulado provincial, 6 de agosto de. 1849.--
I'elo administrador, o escrivlochefe da se-
gunda secefo, Theodoro Machado Fre/re Pe-
reira da Silva.
-- Schaflieltlin& Tohler fsrOoleilSo, por
ntervencflo do corretor Oliveira de gran-
do variedade de fazendas de seda, linho, 13a
e de algodfio as mais proprias do mercado,
oque seriTo vendidas para ultimacto de
varias cotilas antes da prxima retirada
para a Europa do socio Schafhoitlin : segn-
da-feira, 13 do corrente, s 10 horas da ma-
nh.la em ponto no seu armazem da ra
da Cruz.
Alachado & Pinhciro far.lo leilSo, por
conta e risco de quem pertencer, e por in-
tcrveiicao do corretor Oliveira de 100 bar-
ris inteiros de manteiga inglcza sb duas
differenles marcas, vindns proxiinamente
do Rio-de-Janeiro pelo brigue In ancavel-
Maciel, e desembarcados para esta alfan-
dega no dia 6 do corrente. lotes a vuntsde
dos compradores lerca-feira, 14 do cor-
rente s 11 horas da manilla em ponto,
no largo defronte da porta da alfandega.
--Vicente Ferreira da Costa far leillo
lerca-feira, 14 do corrente s 10 horas da
mantisa, no seu armazem da ra da Ma-
dre-do- Dos, de 50 cursas de massss, 120
barricas com bolacha e uma porclo de
charutos.
Avisos diversos.
Declara-se ao Rvm. Sr. Fr. Jo.lo Lucas
do Monto Carmelo, prior do convento do
Carmo da cidado da Baha, e visitador do
convento do Carmo de Olinda, e as pes-
soas a quem interessar : pnme'ro, que
o engenho Camassari he _do patrimonio
do convento de Nossa Senhora do Carmo da
cidai'o de Olinda, e no he patrimonio dos
ronrentosdo Carmo da provincia da Babia,
como falsamente foi dito pelos que preten-
den! vender dito engenho. O Rvm. visita-
dor que tem, por ter pedido, o livro do tom-
bo do convento de Olinda, contesto, se pode,
esta propriedade que tem este convento no
dito engenho; e como prior do Carmo da Ba-
ha mostr se pode, se dito engenho algum
dia portenceu aos conventos do Carmo da
Baha, dos quaes elle be visitador, posto que
ainda aqu nilo abrisse a visita, devendo t-
la feito e retirar-se em paz, deixando nos
conventos subjeitos sua visita o que a
estes pertence lloje o convento de Olinda
nao tem oiko, prata, nem dinheiro, para a Goianj.a Kvf.xis pVtfarrt
Rabia tem ido tudo. '* '
pertencerem esses bens, e concorren do ,
solemnidades requeridas por d i re tosm'1
primo evidem necesiUai tul utilUat eti crnH'
moditas inlerveniat, etc., etc., Incorrendo ni
que o contrario fizerem, os vendedores j,
suspensSo do oflicio ip'd faeto, e tanto tul
como os compradores em ex.communh.flo;,
so fado, e oulras da constituicHo leonioj ,
as contedas as extravagantes do sinti
mo padre Paulo II ameti7ma,etc.,Q nai dh,
quo, pelos sagrados caones, (cap. 0wW|
ecclesice, etc.) Ibes s5o postas alm da nul|.
dado da venda ; leis elas quo esto era ,.
gor, e sobre islo fallarei ainda em ouui
occasi.lo, sendo necesssrio.
lie de reparar n'uma triste coincideneii'
agora que prelendem vender o engenho dj
patrimonio do Carmo deOlinda, grande part
do telhado da groja desle convento cihio
na vespera ou poneos dias antes do dia dafes.
ta de N. S. do Carmo, o parte da igreja esit
ao tempo,e o forro est todo a cahir.. Aini
quererilo vender o patrimonio do convenio
para levar o dinheiro para a Baha ? R hi.
ver quem compre? E haver quem annu
aesla venda em taes casos .'
O Rvm. prior do Carmo da Babia e visiti.
dor do convento de Olinda entregue os note
eonlos que est a dever o rendeiro, oont
dizem, ao prior do convento do Olinda,
promova o reparo da igreja e do convesto
com esse dinheiro, coocorrendo para tus
hajam bons priores, e retire-se em paz de-
pois de sua visita.quej devia ter feito.enSo
concorra para que va para a Babia o redo
do que tem o convento de Olinda, que tem
sido marlyr de alguna priores, proTinciie
e locaes, os quaes teem levado ouro, prt>
escravos, e at j quzieram levar para t Ba-
ha o sino grande da torre do Carmo de
Olinda, o qual la estara se os irmos doV
l'assos a islo se nSo oppozessem..... Coa
a resposta do Rvm. visitador ao protesto pu-
blicado nesle Diarioem 1* de novembrodo
anno passado e por vezes mandado publicar
pelo Rvm. prior do Carmo de Olinda, volts-
rei, na certeza de que estas declarares sao
publicadas com muila pressa, para evita-
rom a venda, que dizem ter de ser feita
agora; ma la I vez que com os protestos do
Rvm. prior do Carmo de Olinda e quo con
estas Indias escripias a pressa tal venda ais
se faga.
Roga a publcacito destas linhas ao Sr. n>
dador um
2
ido I
pro
elevou-se mageslosainente e veio pousar, c
para todo o sempre, pelas duas extremida-
des, em seu leito do alvenaria. Accrescen-
tenios que estaj extremidades desdnsam
sobie48 toldanas de ferro, presas urnas s
oulias por um forlo caixilho de ferro bali-
do, eque o proprio tubo he em parle sus-
tentado por grandes Iravis-Of do forro fun-
dido, os quaes teem poi baixo duze balas
de artillara do dimetro de seis pollegadas,
cqueservem como doioldanas pesada
machina para lhe facilitar o elasterio ou
contracco, conformisiiiduencias da tem-
peratura ; circumslanoia esta que deu a
ideia de fazer da ponteVtunnell, por meio
de mostradoras conveniehlemenle prepara-
dos, um t/.ermometr., mansito.
A ponte-tubo de Conway ho o primeiro
ensaio de tal genero; daqui a bem pouco
tempo os Inglezes bao de vr um segundo
exemplo, mas em propones ainda mais
collossaes. Queremos fallar da iionte-tubo
por cima do estrello do Menai. q\ie lem por
im reunir iihade Anglesey Inglaterra
Desta segunda ponte, que tambemhe desti-
nada para o mesmo caminho de ferio, ho
utor o mesmo engenbeiro. A distancia a
vencer de uma margem a outra do estreilo
ho de 1,833 pes. A maior altura acVma da
mar vasanle be de*240 ps.
A ponte-tubo deve apoiar-se em dous
pegese tres pilares, dos quaes um s sera
collocado no estrello.
UU1TAK.S.
Pela inspectora da alfandega se U-,
publico que, no dia 11 do correlo, se hilo
do arrematar em hasta publica, na poita
da mesma, depois do meio-dia, 2 barricas,
contemlo 12 duzias c um pote com grata.
avahadas, segundo a tarifa, a duzia l,50t
rs .total 18,125 rs. ;e 1080 ha ral nos de car-
tas para jugar, produzindo 90 massos do 12
baralhos cada u n, avaliados, legundq a ta-
rifa, masso 3 0(10 rs. total 270,0110 rs. : to-
do apprehcndido no acto do despacho feito
pelo ajudanle dos confereiiles Caelano Pin-
to de Veras, em confunnidadedo artigo 203
do regulaineiilo das alfandegas : sendo a
rramstacSo livro dedireitos.
Alfandega de Pe -na m buco, 7 d'agoslo de
1849. O inspector. Luiz Antonio deSampaio
Vianna.
-- Pela inspectora da alfandega se faz pu-
blico que no dia II do correle mez, ao
nieio-dia, e na porta da mesma alfandega
se bao de arrematar em hasta publica, as
mercadonas seguintes: "7 e meia duzias
de botina de 18a para criancas, por faclura
uzia 3,400 rs total 263,500 rs.; seis ditos
de ditas sortidas para ditas, por factura du-
zia 10,000 rs tu tal 60,000 rs.; 24 pecas de
franjas de seda com 273 varas, por factura
vara 88 rs., total 24,024 rs.; 25 grozas de
bvellinhas de cobre lustradas, por factura
groza 320 rs total 8,000 is.; tres duzias de
charuleiras, por factura, duzia 8,700 rs., to-
tal 26,100 rs.; 24 bonecas, po/factura uma
2,000 rs., total 48,000 rs.; sjs duzias de
Deca racoes,
- A thesouraria da fazenda, lendo de rc-
metler para Londres e na falta de navios
com diraccflo para este porto para Liver-
pool 225 quintaos de pao-brasil, o lllm Sr
inspector da n esnia thesouraria manda con-
vidar aos donos consignatarios, ou capi-
tiles de navios que queiram azer esta ron-
duccSo, hajam de remetiera mesa da sobre-
dita thesouraria suas propostas nos dias 13
e 14 do corrente mez. Secretara da the-
souraria da razenda de Pernambuco, 10 de
agosto de 1849. O official maur, Ignacio
dos Sanios da Fonteca.
0 capitSo do porto desta provincia,
leudo do engajar.em cumprimento d'ordem
dohxin. Sr. presidente, 3 marinheros c8
grumetes para a guarnidlo do briguo-escu-
na Canopo, convida a maruja que quuira
servir dcsla forma a apresenlar-se nesla ca-
pitana com a maior brevidade.sendo o tem-
po de engijamento de 1 a 3 anuos, como
conrencionar-se; e a gratificaeBo adar-se
a cada uma praca, na ordem desses nrazos
de 20, 30 e 40 mil rs ao que fr mar.nliel
ro; e semelbanlemento dolo, 15 e 20 mil
rs. ao que fr grumele. Alm dessas gra-
Ulicacoes sedara mais 4 mil rs. ao que en-
pajar-se directamente, sendo estrangoiro-
e ."> mil rs sendo nacional. Os que se en-
gajarem dcrerSo ter a idade de 18 a 40 an-
nss; o dar-se-ha a quem incumbir-se de
agenciar o referido engajamento a gratill-
CacJJo de 4 mil rs. por cada praga, sendo es-
tra.-.gcira, o 5 mil rs., se fr nacional. Ca-
pitana do porlo do Pernambucco, 10 de
agosto de 1819 llodrigo Theodoro de Frei-
tns, camuflo do porlo.
avisos martimos.
u seu prior firovunfal ja quizeram levar pa-
ra a Bahia at o prosrfo sino grande da tor-
re da igreja do Cardo deOlmJa, visto que
eslo convento nflo/inha outros bens que
podesse levar. .. Vlllarei esta materia se
o Rvm. visitador qitzer.
2." A provincia jos carmelitas da sntiga
observancia, cujolssento he a Babia, com-
prehendo os concentos das provincias da
Rabia, Pernambu0, Sergipe e Alagas. Na-
zarelh nflo tem patrimonio : Sergi,e leve
por patrimonio um engenho que venderam
alguna bons padres, queja deram contas o
Dos dessa venda milla que lizeram. Os
oulros conventos nao teem engenho, e s a
Babia he quo tem um prximo a cidade, e
o convento da Bania deve e nlo p.le pagar
lendo de rendimunto annual muito mais de
15 contos em foros, duguel de predios ur-
banos, productos agrcolas, etc., como ds-
e o Lxm. Sr. Moura no relatorio do anno
passado em a Httobll provincial; o con-
venio de Ohnda.... nao est obrigado a ven-
der o seu engenho para solver o que deve o
da Baha (Conllssao do Rvm. provincial
da Babia Fr. Thomz de Aquino.) Se o Rv.n
visitador quer isi0 mais claro, diga alguma
cousa pelas f,.U. ,,, serao presentados
documentos mu, importantes, os quaes S
Rvn.1 nao ignora.
Rvm Sr prior do Carmo, V. Rvm", no
caso de chegar a se vender o engenho Ca-
massari governando V Rvm- de prior, he
quem ha de assignar o escriplura, e por
conseguinte responsavel a essa ven I. Fr
ni. !r" na.'"tarda venda do enge-
nho Camassari, e
Irmao dos bentinhot de N. S. do Cvm.
--Jos de Barros Fac.lo de Lacerda fax
saber que Pica do nenhura elTeito i procun-
c3o bastante que elle declaranto deu 10 Sr.
Francisco de Moura Acciole para a cidade de
sar os po-
ra m cotice-
l'ara o Rio-dc-Janeiro sabe com brevi-
dade a polaca N.-S.-do-C,mo para ca.ea
ou pas.ageiro, trala-se com oseuconsi--
natario, Francisco Alves da Cunha, na ra
do\igario, n. 11.
--Freta-se para qualqucr porlo o brigue
rancez Armvrique, de perto de 3,800 sac-
cas : quem o pretender dirija-se aos seus
consignatarios, N. 0. Bieber & C. m ra
da Cruz, n. 4.
Para o lWo-de-Janeiio sahe,
por estes oilo dias, o brigue nacio-
nal Bom-Jesus : para o resto da
caiga, passageiros e escravos a fre
le, traia-secom ocapitaona pi*a
ca do Commercio, ou na ra da
Madre-dc-Deos, n. 3
and: r.
sim pedir ao governo a
iiuMieira de Ufr|, 0s 70 contos quo de-
m^.,A,".Vm- P.aure meslre Prior do Car-
mo de Olinda, op>onha.se Tend(, d
Sor No'hH* d C0^Vent0 de 1" "
prior. Nflo he necessario que o espirito
2! rUld2rr"b0f-om as ordens rafias"
basta que algu.a I pildre esquecido ^s seu'
juramentse cW|u,ado com outros queiram
acabar come las, vendendo os bens quo a
P.edade dos l.e.s.deu a ess.s casas para sus-
lentacaodosseu; religiosos e do culto. Al
ordens religiosas'acabam, porque de ordi-
nario alguns frailes
bem, L
quereni quo ellas aca-
terceiro
T r*,oCeara sane 'mpreterivelmente
no da 20 do corrente o brigue-eacuna Fe-
lii-ienlura, por Ur parte da carga promp-
ta :para oreslaiile passageiros, trata-so
na ra da Cruz, n. 33, com Luiz Jos de Ss
A MUJO.
o do Carmo de Olinda tem
al de 984 missas ditas na igre-
a mesma cidade, e para a es-
missaseslsubjeito diloenge-
; e note-se que este legado
3. O con
pensflo au
ja do Carino
mola destas
nbo Camas
pi nao lem fajdo totalmente cumprid'.'pVr-
que os provii^ciaes e capitulo da Babia teem
para ,sto concorrido; ale o anno de 1842
devoVraumC;r,St1 d C0"Vento "Olinda.
aeyer umgrando numero de mil missas
l.UreV.Uceretidf le'" aW^. p
deasa, mi sf' ei? q? dec,ar'' """"
her v. a .r Pre!?0 fr> e 1uem 1uiler ""
A o i? car,ono do escrlvao Cynaco.
' es convenluaes com o seu
uto de Olinda nSo requere-
a, desse requerimenlo ubo
, como diz o dito prior deSO-
a ob e subrepticiamente! e
por isso lodfc IIU||,. e lieceasario que no
casos permitidos etu direito para ser "
Ihantes veni|u8 que conceHtu, vnm sie-
eMid'Mufradant, maior par, consenta! '0T.e
.ente, de tart.rug. ^ ^^11" -ft. LisbO. pretende sabir por UtoA^ A^mieii ^^J^ "/
prior do cor
ram essa v
sabern ; foi
linda, reque
deres que, em virtude (lella,
didosao mesmo Sr. Moura.
AVISO IMIfJRTANTE.
Acaba-sede ter seria n-ticia, dos escra-
vos ahaixo mencionados andarem pelos
suburbios desta cidaile commetlendo rou-
bos e sendo a noile reeoihidos em diversos
sitios, por consentimento dos escravos;
portanto previne-.se a qualquer que nisto
possa iniei essur-se, e para que melhor pos-
sam ser capturados. Adverte-se que, po*
dendo constar-Ibes deste aviso, queiram
evadir-se para mais longo, o assim pois, pe-
de-so toda vigilancia as estradas e lugares
suspeitos, para poderem ser apprehendidos.
Nao obstante darem a certeza de estirera
tao perto, pede-se encarecidamente is au-
toridades e a todas outras pessoas dos luga-
res longincuos, do continuaren na inces-
santo diligencia para os aprisionar, para o
que sogue este outro annuncio:
200.000 rs.
D-se esta quantia de graliflcacSo a quera
levar ao engenho Agoas-Claras, de Uruc,
da vi uva do Burgos, ou nesla praca, do
pateo do Carmo, n. 18, segundo andar, a
Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce da
Len, os dous escravos seguintes que fu-
giram nos dias sabbado para domingo, 2
a 27 do corrente : Vicente, pardo, de 26 se-
nos, de altura regular cabellos crescidoj
carapinhados, testa sobresabida olhos pe-
queos, nariz chalo, tomador de tabaco de
caco, rosto descarnado e com espiuhai,
sem nenhuma barba; lovou I camisa do ma-
dapol.io, uma calca de casimira usada, um
jaquela de bretanha, um bonete de velludo
azul ja usado, um chapeo de palha, um
dito de pello preto : Joaquim, crioulo, bas-
tante preto, de 38 anuos, alto secco, cara
pequea bem barbado ; tem o cosiume de
levar a mflo 4 barba ; he gago ; andar com-
nassado; dizem ter mf em Pajah-de-Flo-
res; foi escravo do capito Leandro Bandal-
la de Moura do Apody o qual se acba pre-
sentemente na comarca de S.-AntSo, e lera
um sitio cm Cravat; presutne-se terem
partido para o Apody, onde lia muitos p-
renles do dito Moura; comquanto o primei-
ro andasse sempre em viagens dos sertoe*
do su! ao poenle, com os cobradores desli
casa : este ultimo escravo levou um chap"
preto de pello e outro de couro, duasjs-
quetas brancas, 1 calca do briui pardo, i di-
ta de riscado, 1 camisa de madapoiao,
duas ditas do algodao da trra e ceroulas.
Roga-se a vigilancia nesles dous escravos,
que vindo com muita brevidade, serSo
gratilicados ainda com mais do que se ofle-
rece.
;| Na pra.ca da Independencia,
| n ni, aovoltar para a roa
| das Cruzes, alugam-se, veo-
| dem-se e lambem se app
g cam as melhores bixas que
* he possivel havarem no mer-
- CIjC; !f^-e-ttrarn-se delito
com toda a perfeicSo: lambem se ap J
plicam ventosas com a maior delica-
desa que ho possivel e faz-sa tudo
o mais quo+ertence a arle de sangra-
dor : tudo- por preco muito rasoaeL
.
n
d
la
gl
l'l
C.
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ci
,
dt
H
l i
te
di
re
ni
co
av
.he



A "Aurora,
Ac8t)8mdes8hro*.0e5. nmeros des-
eo peridico, eacham-se as livrarias da
sauina do Collegio ; napraca da Indepen-
dencia ns. 6e8, eem Onda, no lugar do
Itostume.
| O BEIJA FLOR N. 5
esla a venda nos lugares do coslume.
FNDI^AO DE'FERRO
E FABRICA DE MACHINAS NA RA DO
BliM. Bowman & Me. Callum, engenhei-
,., niochinstas t> fundidores de ferro, mu i
rcspcilo.sument annunciam aos Senhores
nroprii'ienos decngenhos, fazendeiros, mi-
neros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, que o sen estabeleciment
de ferro movido por machina do vapor con-
tina etn effecvo ejercicio, e se aclia com-
plotamente montado com apparelhos da pri-
meira qualdade para a perfeita confecfo
| jas meieres pecas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
I obras da sua arte, Bowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
ttencao publica para a sseguinles, por
terem deltas grande sortimenlojprompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir rom as fabricadas em paiz es-
traugeiro, tanto em preco como em qua-
ldade das materias primas e inflo d'obra,
I a saber:
Machinas de vapor da melhorconstrucc,So.
Moendas de caima pura engenhos do to-
Idqs oslamanlios, movidas a vapor por agoa
louanimaes.
Rodas d'agoa, moinhos de vento e serra
Irias.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguillioes, brouzesechumaceiras.
Cavilhoes e parafusos de todos os taa-
nnos-
Tai xas, pares, crivos e boceas de forna-
I lh.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo ou
[por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogiio e frnos de farinha.
Canos de ferro, loroeiras de ferro e de
| brnnze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
jas mfio, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensahydraulicas e deparafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
[blicas.
Columnas, varandas, grades e porloes.
Prensas de copiar cartas e de sellar.
Camas, carros de mflo e arados de ferros,
l&c, 4c.
Alm da superioriade das suas obras, ja
genlmcnte reconhecida, Bowmu & Me.
Callum girantem a mais exacia-crinfpnni-
dade cora os moldes e dezenhosf emeltidos
pelos Senhores que se dignaren^ de fazer-
llu's encommendaa, aproveitanda a occasifio
para agradecern aos seus numerosos ami-
gse freguezes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e asseguram-lhes
que nilo pouparfio esforcos e diligencias
para eontinuarem a merecer a sua conli-
anca.
- OSr. Jos Rodrigues do Paranho tem
urna carta na ra do Rozsrio, n. 2.
Muita attenco.
Sabbado, 4 do corrente, pretos largaram
urna quartola com bastante falta de azelte
de peixe, no meio da ra da travs.a da
Madre-de-Deos ondee tem conservado ha
lempos, e hoje achare recolhida na mes-
mi ra, n. 5 onde seu dono dando os sig-
naes cortos e pagando as despezas a pode
procurar.
Na ra do Queimado, n. 20, deseja-se
filiar a negocio e aeu i ulerease co# o Sr.
Francisco Corris de Quadros. natural da
Iha Graciosa, vindo para esla provincia ha
22 nnos, ou a pessoa que de noticia do
mesmo
OSr. Dr. I.ourenco Bczerra Carneiro da
Cunha ten ha a liondade de ir ou mandar
rasa de Burgos no pateo do Carmo, n. 18,
que ha um negocio a communicar-se-lhe.
-- Precisa-se alugar um escrava que lave
e engomme soffrivel: paga-se bem : na ra
do Vigario, n. 20.
I'recisa-se, na ra do Queimado, n. 37,
prmeiro andar, de urna ama de leile e de
umaescrava que saiba comprar na ra e
fazer todo o servido interno do urna casa.
I'recisa-se de um amassador : na ra
larga do Rozario, n. 48
Precisa-se deum forneiro; na padaria
do Maiiuinlio.
-- Anda est por vender a venda do Aler-
ro-du-Boa-Vista n 22, com poucos fun-
dos e com commodos para morar familia :
tam bem se vende um braco do balanza
grande com 9 arrobas em pesos, proprio
pira armazem de assucar, ou carne do
Cear : a tratar na mesma venda.
Peante o lllm.Sr. Dr. juiz de direito
da I.* vara do civel, no dia 14 do corrente,
a [orla do mesmo juiz, he a ultima praca
da easa terrea de prdra e cal, sita na estra-
da que val da Soledade para o Manguind,
achando-se dita casa collocada em uru mag-
nifico terreno de 30 palmos de frente e fun-
dos bastantes lendo cacimba propria com
exrellente agoa, tanque para banho, diver-
s ps de fruteiras, eercado de lmflo e es-
pinho, fechada a frente do muro com grade
de ferro sendo o solo proprio o avahada
em 900,000 ris, penhorada a seu legi-
timo proprietaiio e sua mulher por exe-
cucSo de'seu credor e hypot beca rio da mes-
nreisa. Os pretndeme A dita e sitio p-
dem dirigir-se ao indicado lugar para seu
exame, onde verflo que boa propriedade por
diminua quantia, a qual daiia em outro
lempo Ires contos de res.
Peranto o lllni. Sr. Dr. juiz de direito
primeira vara do civel, no da 14 do cor-
"oo, a porta dn mesmo juiz, he a ulti-
ma praca da casa terna n. II, sita do bec-
co tapado, de fronte da malrizdeS.-Anlonio,
vahada em 600.000 rs. e poiihorajla aos
"rdeiros do Jos Mauricio de Oliveira Ma-
> por eiecuQilp de um aeu credor.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
" 14, no becco da Liugoeta : a tratar na
/m do codorniz, n. S.".x-
k W. E. Sswth, por seu bastante procu-
embarca para o MaranhSo os seus
Pelo juizo do civel da segunda vara se
ha de arrematar no da sabbado, 11 do cor-
rete, por ser a ultima praca, As 4 horas da
tarde na porta do mesmo juiz, urna morada
de casa terrea no lugar do Giqui, em ebrios
foreiros, avahada em 350,000 rs., por.exocu-
cSo de Amaro Goncalves dos Santos contra
a viuva e herderos de JoSo Antonio dos
Santos.
Desappareceu, do trapiche do Starr da
ra da Auiora, urna canoa nova, com dous
bancos ainda por pintar, com urna argola
de ferro na proa : quem della tiver noticia,
a conduza ao mesmo lugar que sera re-
compensado.
Pommateau, culileiro,
no Aterro-la-Roa-Visla -p n. iG,
recebeu agora mais um sortimonlo de
esporas de ac de todas as qaalidades e
feitios ; colheres de metal novo que nSo
desmerecen! com o uso; caixinhas com espo-
letas das melhores que ha na praca, e ludo
quanto pertence ao sou ofllcio.
Precisa-se saber se existe
nesta praca ou lora della Manoel
Moiiinlio dos Santos ou a familia
deste mesmo Sr., a negocio de in-
teresse.
Antonio Martins Saldanha declara ro
publico que,tendo dado liberdade a seu mu-
alo Anto, nfio se responsabilisa por qual-
quer fazenda que ao mesmo se entregue.
O Sr. Christovilo de Ilollanda Cavalcan-
(e, morador em Ipojuca, ou alguem por
si queira dirigir-se ao pateo do Carmo ,
o. 18, segundo andar.
m i
V Caetano Xavier Pereira de Brito, A
> Dr. em medicina, annuncia ao respei- 4
9 tavel publico que Mxou a sua residen- <;<|
ti cia no Aterro-da-BOa-Vista n. 43 em >
% o primeiro andar, aonde poderA ser 4
# procurado a todas as horas ; e tam- 4
# bem adverle s pessoas pobres que 4
fr sempreo terfloa sua dfsposicHo das
. seis horas da manhila at As nove gra- #
tuitamente. 4
Aluga-se o primeiro andar da casa da
ra da Cadeia do Recifo, n. 40, com expel-
ientes commodos para escriptorio, ou fami-
lia : a tratar no segunda andar da mesma.
--Aluga-se o sitio da estrada do CorJei-
ro, bem condecido, so proprio para nego-
ciante eslrangeiro, ou quem lenha Iraia-
mento, assim como varios silios e casas
pequeas para passar a fusta, tonto na cam-
pia, como na ra. da Casa-Forte : a tratar
na ra do Amorim, n. 15.
da matriz de
ador ,
travos Miguel e JoSo a entregar ao dito
'serihur.
31 obilias de aluguel.
SNa'rua Nova armazem de trastes de-
"oi,le da ra de 8.-Amaro, alugam-se ca-
i c''as para bailes e ofHcios functires : tam
Wfflseiiugiin mobiliasa vontade dos pre-
nuentes po. pre90 commodo.
So pateo
S -Antonio, sobrado n. 4,
tiram-so passaportes para dentro e fra do
imperio, despacham-se escravos e corrm-
so rol luis, por preco o mais commodo pos-
sivel.
Denles artificiaes.
J." A. S. Jane, dentista participa ao res-
peilavel publico que contina a exercer a
sua profissSo, na ra estrella do Rozario ,
n 16, primeiro andar.
O cirurgio Miguel Felicio da Silva
mudou a sua residencia para a ra da Pal-
ma*, sobrado novo de um andar, defronte
do becco do Pocinho.
Demingos Alves Matheus, agente da fa-
brica de rap superior areia preta da Ha-
ba, tem aberto seu deposito na ra da
Cruz do Reeife, primeiro andar da rasa n.
38, onde se achara sempre desle cxcellenle
o mais acreditado rap que al o presente
se tem fabricado no Brasil: vende-so em
botes de urna c do meia libra por preco
mais commodo do que em mitra qualquer
parte.
--Quem livor para arrendar um sitio
grande, com cssa de vivenda arvorodos
de Inicio, terreno para plantajes, e pas-
to permanente para 12 vaccas de leile di-
rija-seA ruado Collegio, n. 3.
Aluga-se urna casa terrea cm Ulinda ,
na ra do Amparo, n. 31 :a tratar na ra
da Cadeia do lenle, n. 52.
Adolfo Schalheitlen retira-.se para Tora
do imperio.
Precisa-se de urna criada poitugueza ,
ou das ilbas de bons costumes : na ra da
Cruz, no Reeife, n. 2.
Manuel Joaquim Pascoal Ramos con-
tinua a reeeber escravos por commissiio
para fazer vendas dclles, por conlae risco
de seus senhores : quem de seu prestimo
sequizer ulilisar dirija-se ra do Colle-
gio, n. 21 primeiro andar.
--Alugam-se e vendem-se superiores bi-
sas de llamburgo: na ra das Cruzes,
n. 40.
Quem precisar de um administrador
para engenho, o qual enlende de todo o tra-
Ijalho dirija-se a [nuca da Independencia,
loja do relojeiro do Sr. Meroz, que so dir
quem he.
Precisa-sede um feilor que trabalhe,
entenda de arvoredos de horla e de vaccas:
na Magdalena estrada nova, primeiro por-
13o de ferro.
O doulor I.ourenco Trigo de Loureiro
reside actualmente as lejas da casa do
lllm. Sr. desembargador Bastos, na ra da
Aurora .entrada pelo lado da mesma ra ;
e i.iii se offerece para advogar, tanlo no
civel como no crime, e para ensmar as lin-
gnas latina e franceza a quem se quizer
ulilisar de seu prestimo.
Custodio Jos da Silva Moroira cida-
dao porluguez vai a Porlugal.
O abaixo assignado faz publico pelo
presente que, no dia primeiro do correle,
v. ndeu aos Srs. Narciso Jos Netto e Jo.to
Jos dos Santos a sua taberna da prnen da
Roa-Vista, n. 15, que outr"ora pertenceu a
sociedade de Paulo Jnior & C., e ulli.-
menlo ao abaixo assignado e por isso so
os ditos Srs. os legtimos donos da referi-
da taberna desde aquello dia em dimite,
por Ibes a ler o abaixo assignado vendido,
livre e desembarzala devendo loda e
qualquer pesssoa queliver transaeces teu-
leulea exlincta liima do Paula Jnior &
C. enieoder-se com o mesmo abaixo assig-
nado), conforme A por vezes annunciou.
Joaqun de Paula Lopu.
000 de gratificarlo.
na madrugada do dia 4
pardo claro, de iHa 19 anuos, bai-
xo, cara larga c de corpo regular ;
levou comsigo um cavallo de es-
tribara lazSo, com UlU p bronco,
tendo manta de couro de onca,
sellim e bridas inglezas, e igual-
mente toda o roupa que tinha,
entre ella um fardamenlo de boli-
eiro, sendo sobrecasaca de pan-
no azul com galio de prata e bo-
t5es de metal branco : suppe-
se ter ido para o Cear, donde he
natural : quem o apprehender le-
ve-o ra da Cadeia do Reeife,
n. ai, a Luiz Antonio de Siquei-
ra, ou na mesma ra, n. 48, casa
de Augusto S. Corbett, que rece-
ber a gralificaco cima.
Offerdce-sa urna ama para casa de ho-
rnera solteiro, porluguez, onde outra qual-
quer nacflo estrangeira,para engommar, co-
zinhar, e todo o servico de porlas a dentro :
naruadoRangel, n. 29.
Jos Thomaz de Campos Quaresma,
lendo de entrar no exercicio da capatazia
da alfandega d'esta cidade, no primeiro de
setembro prximo vindouro, c sendo urna
das condi;0es desse contrato com a thesou-
raria empregar no servico da mesma capa-
tazia que he dentro da alfandega e no tra-
piche honiens livres at o numero de cin-
coenla ; convida aos quequizercm empre-
gar-so no dito servico quecomparecam na
casa da residencia do annunciante, das 5
as 7 lloras da manhila edas 5 da tarde em
diante, nos dias uteis, com aLmnar.no de
pessoa reconhecida e idnea para ser escrip-
lurado : o jornal he de 500 rs. em cada um
Jia de trabalho.
AO PUBLICO.
Em mui crescido numero contavam os
mdicos at agora molestias incuraveis,
contra as quaes s era permittido ao paci-
ente resignacSo para soffrer um mal deque
jA n.1o havia esperanzas do poder librta-
lo, e ao medico philantropiro a dAr de ver
muitos de seus scmelhantes viclimas de
enfermidades, contra as quaes se deelarava
impotente, podendo apenas lamentar a fra-
queza da inlelligencia humana. Mas, gra-
cas aos progressos da medicina, gracas ao
zelo de honiens incansaveis, que, mo des-
esperando da perfectibilidade da scicncia,
se teem dedicado a nvestigacHo de reme-
dios que possam alliviar A humanidade de
alguns males que a aUligem, o numero das
molestias reputadas incuraveis vai de dia
em dia diminuindo. Assim, aehar depnis
de longos trabadlos, de profunda me.lila-
cao reiteradas experiencius, medicamen-
tos que nosrestiluam o uso dos dous mais
importantes sentidos de que he dolado o
homem, quando estes ja se achavam no sup-
posto estado de incurabilidado e inteira-
mente perdidos, he por cerlo um dos maio-
res servidos que se podia prestar huma-
nidade; eis o que eslava reservado A um
homem philantrnpo da cidade de Braga, em
Portugal, cuja sciencia, cujn amor de seus
semelbantes se teem feilogeralmente co-
nhecer. Os remedios que ora offerecomos
ao publico, nao cntram na classe daquelles
que o vido e misado charlatanismo incul-
ca com roucos n descompassaJos brados, e
que o crdulo vulgo por ignorancia recebe
na boa f osem discernimento, achando-se
depnis Iludido; tem, porin, de orcupar
nuil dislnieto lugar entre OS medicamentos
que maiores benelicios preslam ao homem :
constam elles da dissolucSo aquosa deex-
Iractos de plantas medicinaos, de virtudes
mui recouheridas e verificadas. O longo
uso, as continuadas e seveius experiencias,
A que por toda a parte teem elles sido sub-
meltidos, sem que nina s vez hajam falla-
do em seus bons efTeitos, e desmentido as
esperanzas que sobre elles havia fundado
o seu inventor, 1 he teem grangeado cons-
tantes e repetidos elogios dos mais sabios o
respeitaveis mdicos, assim da Europa, co-
mo da America, que unsonos abonam e
proclamam sua aceito sempre certa e beni-
gna. Um destes licores be destinado a
combater as molestias de olhos, e tem por
principal vi 1 lude restituir aos orgilos da vi-
silo suas funccOes ; reanimar e fazer reap-
parecer em sua natural perfeicSo a vista,
quando esla esliver fraca ou quasi existir-
a ; comanlo, porm, que nSo liaja ceguei-
ra ab.'oluta com desorganisacao das partes ;
nao menos til e enrgico he para desfazer
as cataratas, destruir as nevoas e de proni-
pto debellar qualquer inllainiiiacfio ou ver-
melhidflo dos olhos. Mo causa dr, nem
estimulo na parle.
Oulro liquido reslitue a faculdade de ou-
vir os sons ao ouvido tocado de surdez, ain-
da que inveterada, urna vez que o-mal nlo
seja de nascen^a, sem causar em lempo al-
gum o menor ncoinmodo ao doente, e sem
priva-lo de cuidar em seus negocios.
INSTRUCgES PARA 0 USO DOS RE-
MEDIOS.
O dos olhoi tmprega-se do modo seguate :
O doente pela manhila, emjejum, urna
hora pouco mais ou menos depoisquecr-
guer-se do leilo, lomar sobre a palma da
mito pequea porrino daquella agoa ; e com
ella molhar bem os olhos, fazendo que al-
gumas golU.scaiani sobre o fclobo oceular :
sem os limpar. os conservara motilados al
que natural mente enxugucm : ao lidiar-
se i nenio praticar o mesmo : durable o
lempo que usar do remedio evitar o calor,
aCQSo de fumaca e o vento ; fai abstinen-
cia de comidas salgadas, azedas, e adula-
das com especiaras.
Pernambuco, pelo preco de 2,240 ris cada
vidro.
.. C. J. Aslley relira-so para.fra da pro-
vincia ileisando com a procurarlo de sua
casa oSr. Rodolpb Kruckenberg.
Lotera do Guadalupe.
As rodas desta lotera andam n-
fallivelmenteno dia i3 do corren-
te m, e os bilbete-4 que restam
acliam-se venda nos lugares an-
nunciados.
- Precisa-se de um calxeiro que tonha
pratica de venda o qual deeonhecimenlo
de sua conducta : cm Fra-de-Portas,
n. 135.
Aluga-se no Monteiro a casa torrea
contigua o sobrado que flea defronlo do
Sr. Joaquim Tiburcio,, com lodosos com-
modos, equehe ptima para so passar o
verfio : a tratar na ra da Aurora n. 48.
eo Sr. Pedro Muniz Rarrcto do Aragilo
e Menezes queira dirigir-so ra da Cruz
n. 33, casa deSA Araujo.afim de recelier
urna carta da Baha, o urnas encommendas
viudas na sumaca Flor-do-Angelim.
Opera da Norma.
Quem annunciou querer comprar a opera
Norma da maneira que exige dirija se
ra da Cruz venda n. 3-2, que achara mili-
to mais em conta do quo cm outra qual-
quer parle.
Com nras.
Compram-se diarios, al20rs. a libra
na ra Direita.n. 58.
Compra-se ouro e prata em qualquer
estado que esteja : na ra do Queimado,
n. 14.
Compra-se urna preta o um prelo ve-
llios, e que sejam por preco commodo : na
ruado Collegio, n. 21, primeiro andar, se
dir quem compra.
Compram-se algumas canoas de estru-
mi-de lua qualidade, postas cm um sitio
na Passageiii-da-Magdalcna : na ra do l.i-
vraniento. n. 33.
Vendas.
- Na livrarians. 6e8 da praca da Inde-
pendencia vende-so o scguinle :
Manual feleitoral
contendo a lei regulanicntar das elcigOcse
os decretos e decises do governo quo dilo
esclarerimentos sobre sua execucHo.
-- Vende-se urna preta de ntetto, do 20
annos: sabe lavar, engommar, cozinhar : ao
comprador dir-se-ha o motivo da sua venda :
n ra do Brum, n. 5.
Cortes de brim entranca*
do de puro M11I10 a
1,280 rs.
Vende-se brim pardo do lnbo a 1,280 rs
ocite, ecrtr do ganga muliollno a 1,500
rs.: na ra do Queimado, n. 8.
Vendem-se 2 casas terreas, urna na ra
da Assumpcflo, n. i0, eoutra na ra do No-
guero, n. 47 : trala-se na rila da Praia, r-
mazeni de carne-secca, 11. 8-
Voiifleni-se
balaucas decimaes
para pesar de 100 at 200 libras.
Cofres
de ferro balido com duas ferhaduras e cha-
ves de segreclo, muito bem feilos,
e mais ferragens,
como lacCcs, parnahihas, facas de sapateiro,
serrotes e folhas de serra, ludo muilo em
conta i-ara fechar contas : na ra da Alfan-
'dega-Velho, n. 5,
JVovidade!
Bixas recentemente chegadas de
Lisha no brigue Sublime a pro-
cos de 32o a 1,000 rs. : na venda
da ra do Collegio, n. 5, de An-
Pechincha.
Na ra do Vigario, taberna n. 15, ha para
vender superiores charutos, desembarcados
hontem. A elles, freguezes, que ostflo fres-
quinhos e muito baratos.
Para escaros.
Vendem-so cobertores de a'.godito ameri-
cano a 560 rs. cada um; zuarte do chadrez.
alGOrs. o coyado; dito trancado a 200
rs. o covdo ; pecas d com 4 palmos do largura e 12 covados a
2,400 rs.: na ra do Crespo, loja n. 10.
Vendem-se riscados escocezes ,- com
vara de largura, a 290 rs. o covado ; cassas
pintadas de edres fixas, 240 f-s. o covado;
pegas de pannnio do vira de-largura, com
12 jardas, a 9,000 rs. \ na rila do Crespo,
loja 11. 10.
RPK' DE I.ISItOA^fc
ViAdodo Irto-dc-Janciro no ^Br ///"-
ralriz: vendo-se na loja de Antonio Joa-
quim Vidal, ra da Cadola do Recifo, n.
56 A.
Vende-se urna escrava de 22 annos ,
crinla, com principios de cozinha, engom-
mado e costura; urna dita de 30 annos,
boa lavadeira de sabilo cozinha soffrivel-
inenle e he muito diligente para todo o
servico do urna casa : na ra do Brum, no
tereciro andar do sobrado por cima do ar-
mazem de llego te Medeiros das 6 s 8 ho-
ras da mantilla, ou das 2 As 4 da tarde.
BENEFICIO A HUMANIDAD!;.
Mphubelo ji'irn ot surdat:mudot.
He de grande utilidado para aquellas pes-
soas que quizerem fallar com as mitos ap-
plicado a primeira vez para u inslruccSo dos
mudos de Franqa, com signaes para con-
soantcs vogaes algarismos alphabeto
maiusculo.
Por meio desle alphabeto pde-se ensinar
a qualquer surdo-mudo de nascimento ; he
una lingoagem muito fcil o correcta quo
se rede aprender cm poucas horas.
O abaixo assignado surdo-mudo, chegado
lia pouco da America do Norte, vem respei-
tossmODle implorar a proteccSo deste gene-
roso povo pernambucauo.
Cada alphabeto cusa 1,000 rs. c vende-so
na ra da Senzalla, 11. 38, na casa do Sr.
Ceorge Francisco, ou 110 llotel-Franoisco,
ra do Trapiche, n. 3. /. IU. Baker.
-- Vende-so urna boa casa terrea com
grande quintal, cacimba e su lucientes com-
modos, sita n s Cinco-Pontas defronte da*
fortaleza : os pretendenles dirijam-se ra
da Cadeia de Santo-Antonio, no segundo
andar do sobrado da osqtiina do Ouvidor.
O O
0 Na loja da ra do Crespo,
^ n. G, ao p do lampeao, ven-
i dem-se os acreditados brins 0
trancados de puro litibo. O
O Corleado brim trancado pardo, a
1,280 rs. ; dito cor do ganga, a 1,440 &
rs.; dito muito fino, a 1,600 rs.; di- O
to branco listrado, a 1,500rs.; pico- <-3
0 te, a 180 rs. o covado; chitas escuras $J
q o de cores fixas a IfO e 180 rs.; co- (5
rx bcrlores americanos, muito encor- q
pados a 640 rs. o corla ; cortes de g,
cassa branca pa-a vestidos, a 2,000 j..
o escravo Do
O remedio doi outidot ser applicado do modo
que iiqve :
0 doente pela manhSa. urna hora pouco
mais ou menos depois de orguer-se, ainda
emjejum, far derramar dentro dosouvi-
dos quatro ou cinco gottas do liquido, (a-
pando-os depois com algodo em rama ; a
noite aodeitar-se repelirA a mesma opera-
(80. Durante o uso do remedio evitarA ex-
pr, osouvidos principalmente, A aceflo do
calor e do vento, afim de evitar grande
transpirarlo, bavendo cuidado em nlo mo-
Ihar os ps em agoa fra ; finalmente deve
abster-se de comidas salgadas, azedas e
adunadas.
Estes remedios estilo A venda na botica de
Barlholomeu Francisco de Souza, na ra
larga do Rosario, n. 36, nico deposito em
tonio Jos Alves da Fonseca.
Vendem-se 10 prelns de naco, bonitas
figuras: na ra da Cruz defronledo becco
da Lingoeta casa da esquina, terceiro andar.
Vende-so caf de escollia por prer,o
muito commodo, para acabar no becco do
Azeile-de-Peixe, armazem 11. I(, ou a fallar
no caes da Alfandega com Manuel dos San-
tos Pinto.
Vende-se urna loja e armnciln na ra
Nova, n. 1!): o local he o niclbor possivel pa-
ra o negocio : quem a pretender dirija-se
mesma loja que achari com quem tratar.
Na ra do Queimado,n. 8,
vendem-se chitas de cores bons padrOes
a 140 rs. o covado ; cassas de quadros para
babados a 2,000 rs. a pega, com seto varas ;
algodilo muito azul e meselado para roupa
de escravos a 200 rs. o covado ; cortes de
fusllo alcochoado para collcle a 320 rs; len-
cos de cassa grandes, com cercadura a 240
rs.; meias finas para meninas a 320 rs, o
par,- brim pardo liso de bobo a 800 rs. o
corle de caifa, e oulras fazendas por preco
commodo.
Vendem-se 8 lindos moleques de 12 a
20 annos; 10 pretos de 25 a 30 annos,
sendo um delles ptimo cozinhe'iro outro
carreiro oulro canoeiro c outri oflicial de
alfaiate ; 2 ncgiinlias de 9 a 12 annos; 3
pardas com algumas habilidades, de 20 a
24 annos 3 pretas de 20 a SO anuos sendo
urna dolas ptima cozinheira : na ra do
Collegio, n. 3, se dir quem vende.
Na ra do Vigario, n. 7, vonde-se urna
bonita preta de nacito apo, ainda moca.
Vende-se cera deJcamaijba de boa qua-
lidade : na ra da Cniz, n. 3.
Vendem-se 3 safadas de podra da trra,
urna cama de angicrA 1 mesa, 1 marqueza,
8 elegantesquadroa, 12 garrafas, 3 com-
poteras de vidro : fia ra das Larangeiras,
n. 29. I
-- Vende-seceraie carnauba, muito su-
perior, em por^ilofea retalho ; sebo em ra-
ma : na ra Nova J armazem de trastes, de-
fronte da rus de SJ-Amaro.
Vende-se um cavallo mnto bom para
carro: na ra da CooceicSo da Uoa-Vis-
la, n. 60.
Na ra do 'labug loja de Francisco
Joaquim Duari vendem-se ricas loucas
com flores fin pennas, para baplisados
de crianzas, r .mdico prec,o.
O
lii rs. ; pecas de ditas para babados a S
* 2,400 rs. e a 32o rs. a vara ; chapeos Jj:
de massa a 1,600 rs. ; ditos de seda y*
a 640 rs.; ditos a 400 rs. ; fustes pa- v*
O racollete, a 480 rs.; .dito superior a O
O 6,400 ris. O
o &
GS>00
-- Vende-se urna preta da Costa, muito
moQa de bonila figura e sem vicios nem
achaques: o motivo por que se vende so
dir ao comprador : no Alerro-da-Boa-Vis-
ta, n. 17, fabrica de licores, do I'rederico
Chaves.
Vende-se rap de Lisboa a 3,600 rs.,
dinbeiro a vista : na ra da Cadeia lo lle-
cile, botica de Vicente Jos de Brito, n. 01.
Vendem-se* lindos meleques de na-
ca, de 18 annos; 1 dito de 16 annos,
ciioulo, ptimo para pgeni, e que he ofli-
cial do alhuate; 2 inulatinliosde 16 annos,
muito lindos; 3 pardas do 20 annos, mui-
to prendadas ; 4 pretas com algumas habi-
lidades ; 3 pretos, sendo um delles perfei-
to cu/1 uiiei i o ; bem como outros muitos es-
cravos : na ra da Cadeia do Itecife, n. 40,
segundo .-ni lar, se dir quem vende.
.MadapolOes muito linos.
Vendem-se pc^as de madapolOes muilo
(nos largos e encorpados proprios para
camis ras a 4,500, 5,000,5,200 e 5,500 rs. ; dito
ordinario com 20 varas a 3,000 rs.; len-
cos de toquim.com franja, proprios para
meninas, a 640 rs.; luvas de pellica, peque-
as, a 500 rs. ; chitas de cores muilo fixas,
a 140 rs. o covado e a 5,000 rs. a peca : na
ra do Passeio, loja n. 17.
Vcnde-se um cavallo muito bonito a
pequeo proprio para montara do me-
nino, e do senhora, bom carregador e que
esquipa decarrelllha: naruada Praia,n. 20.
Vendem-se luvas de pellica muito ricas
para senhora a 1,600 rs o par : na ra
larga do Rozario, loja demiudezas, n. 26.
Vende-se um ou dous sobrados na ra
Ja Senzalla-Velha, n. 50 ou 42 : a tratar na
ra larga do Rozario, boliquim Cova-da-
Onc,a.
Vendem-se duas balancias romanas .
urna propria para pesar couros pois pega
em 1,500 libras, ea oulra para posar qual-
quer cousa por ser mais inanoira e pegar
em 500 libras: na ra de Apollo, n. 2.
Vendem-se 8 vaccas do Porto que
dao diariamente de 4 a.5 garrafas de leile :
na estrada Nova casa do Snr. Jos Xavier
Carneiro Campe'lo.
-Vendem-se os Mysterios de Pars: na
ra do Queimado, n. 24.
Vende-se um sobrado de um andar,
em chaos proprios paredes dobradas, boas
madeiras, com trinla palmos de terreno
bruto porcada lado do dito sobrado eem
frente na mesma cordeaeflo, com fundos
bastantes para grandes quintaes : a tratar
na cidade da Victoria em S.-Ant3o com
Amaro do llego Barros.
Ilebrard &Compauhia, com armazem
na ra do Trapiche-Novo, n.22, participara
ao publico quo aesbam de reeeber pelo ul-
timo navio chegado de Franca, um bello
soi ti ment de conservas, como sejam : lin-
goicas com irussas julienne cocumelos ,
ditos cbampiguvus, tnoslarda franceza, her-
vilhas sardinbas enrolles : tu lo multo
fresco. No mesmo armazem se encontrara
todas fs qualidades de vinhos cognac ver-
dadeiro absinllio kirch de Suiss.i lico-
res azeile superlino do Sr. Plaguol.


- .:_*
i"**, ''
Acha-sc a venda pelo prego de 3,000
rs. o milito curioso romance om sntc can-
tos I'almira ou a Coguinha Itnsileira ,
pele doutor francisco Bonifacio do Abreu :
na praga da Independencia, livraria ns. 6 8.
N. 9.
Ruada Madre-de-Deos.
P
nho da Figueira.
0
O
O
'oro v
O novo armazem dcsta pinga deliciosa
acaba de so abrir nesta ra, defronte do ex-
tincto armazem ao mesmo prego de 180
rs. a garrofa e a 1,360 rs. a caada. Os
amantes deste licor alli encontrarlo garra-
fas promptamento lacradas e com o seu
competente rotulo para trorarem por outras
promptamento ; assiin como tambem en-
conlrjrflowjiarris de diversos tamanhos
por pregosbom rasoaveis ; bem como vinbo
hranrode Lisboa a 1,600 rs a caada e a
i>'_>0 rs. a garrafa. O proprictario deste esta-
belecimento pede oame para poderem ava-
llar a pureza de sua qualidade e asseio e
que em nada desagradar aos concur-
rentes.
No armazem da ra da Moda, n. 7, con
tina-se a vender superior colla das fabri-
cas do Rio-Crande-do-Sul, por preco ba-
rato.
FARINIIA DE MANDIOCA.
A melhor farinha de mandioca que tem
venda lie a bordo do brigue minerva, ebega-
iln deSanta-Catharina, e Tundeado na praia
.lo Collegio, onde se vendo a preco mais
rommodo que em qualquer oulro barco ; e
tambem se pode tratar na praca do f.oin-
mercio, n. 6, primeiro andar.
Vende-se om pardo robus-
to, de 24 annos, perfeitamente en-
tendido no sor viro de campo e sem
vicios : na loja da ra do Crespo,
n. 15, de (.'unha Guimarfies &
Companhia.
Superior cli brasileiro.
Vendo-se superior chi de S -Paulo errj
caixinhas de umae duas libras: na ruada
C.adeia do llecife, n. 51.
Vendem-se no armazcm, 11.
1, do Calaia, no caes da Alfande-
'ga, por preco commodo, barricas
com farinha de mandioca, muito
fina, ( soruhy ) assim como saccas
comfeijao novo, muilo grandes e
baratas : trata-se no mesmo arma-
zem, 011 com Novaes & C."
Vendc-se, por preco muito
commodo, no armazem de Dias
Terreira, no caes da Alfandega,
farinha de Santa-Catbarina, em
saccas graudcs,e barriqninbas com
potassa, muito superior : trata-se
110 mesmo armazem, ou cora No-
vaes & Companhia.
-- Vende-se urna parda de boa conducta,
com algumas (labilidades por preco com-
modo ; um moleque de nagio, do 18 a 20
annos de boa conducta, tambem por pre-
co commodo : na ra das Cruzes, 11. 20, as
tojas.
Charutos de llavana
verdadeiros em casa do Kalkmann Ir-
mSos na ra da Cruz n. 10.
Alolduras (.miradas
do todas as larguras : vendem-se em casa
de Kalkmann IrrhSos, na ruvda Cruz, n. 10.
adciras de palhinha c
de halai en,
liem com outros muitos trastes : vendem-se
em casa do Kalkmann Irniflos, na ra da
Ciuz, n.10.
Vendom-so alguns escravos e cscra-
vas mocos e sadios e que tilo bem pren-
dados : na ra da Cadeia, n. 39.
.ll.*. mirlada nova.
chegadn ullimamenlo do Itio-de-Janeiro,
vende-se por prego commodo: atrs do Cor-
po-Santo, armazem de moldados, n. C6.
Na loja de selltiro da
ra do Queimado, n. O,
vendem-se sellins de trulas as qualidades,
tanto para 11 onUria de bomem como para j
a de aenhora; cabreadas inglezas, rolics pi,rH curar da phlvsica em
e chatas ; ditas de couro de lustro, bran-
cas e pretas ; talinse cananas de todas as
quididades ; correiames de lustro ; barreti-
nas para ofliciaes e soldados de cavallaria e
infantaria; bandas, etc.; perneiras e guar-
da-lamas de todos os f'ios; canhoes de
rouro de lustro branco e amarello para
botas de criados ; fundas inglezas de .urna e
duas venillas; colcliOes de todos os tama-
itos e fetios. Na mesma loja se forram sel-
lins com couro de porco inglez (icando
comonovos, e se faz toda qualidade de
concert : ludo por preco commodo.
Vende-se um alambique francez e de
cobre com pouco uso que leva a caldeira
50 caadas com muilo boa serpentina de
rstanho fino que pesa 300 libras : esle
alambique trabadla por dous systemas, um
que serve para destilar gazapa c oulro pa-
ra resillar ago'ardenle ; para esle tem tres
ratilicadores osquaes fazem com auo u
alcool saia sem clieiro muito superwrem
grao e muilo simples para qualquer pessoa
poder trabalhar: adiase montado e promp-
to a trabalhar para o comprador ver : tam-
bem se vende urna machina de fazer limo-
nada gazoaa, agoas mineraes e vioho
champanha : ludo por preco commodo : no
Aterro-da-Boa-Visla n. 17 fabrica de li-
cores, de Krederico Chaves.
Vendem-se escravas com habilida-
des; urna parda de 30\annos que enleude
de lodo o servigo de uoia casa por 300/
rs.; um pardo de 18 asnos, de bonita fi-
gura, que he de boa cornuda e por laso
proprio para pagem ; um\iolcc3o de nagio,
de 18 a 20 annos bem robusto, sem vicios
nem achaques, e que he p\oprlo para todo
o servigo: no pateo da matraz de S.-Anlo-
nio, n. 4, se dir quem vende.
Vende-se urna escrava de nacflo boa
quitandeira engommadeira e que coli-
nda o diario de urna casa e faz lodo o ser-
vico de portas dentro; representa 23 an-
nos pouco mais ou menosj: na ra Diieita,
n.53.
Vende-se urna barraca de 'otacSo de
19raixag, nova c promptade linio; urna pa-
rclha de embonos de sedro ainda em bru-
lo ; 2 tone's de madeira de bordo: na ra
Formosa da Boa-Vista na penltima casa
quom vai para o Hospicio.
desfamantes de bom gosto.
No armazem de molhados atrs do Cor-
po-Santo, n. 66, ha para vender, chegados
pelo ultimo vapor vindo do sul, superio-
res charutos S.-Felix, e de outras muitas
qualidades quose venderSo mais barato do
que em outra qualquer parte : bem como
cigarrilhos hespanhes ditos de palha de
mili.o, que socstfo vendendo pelo diminu-
to proco do 500 rs, o cento.
A 400 ris.
Vendc-se superior euuiflo de algodilo de
qualro palmos e meio de largura, proprio
para camisas de senhora e jaquetas pelo
barato prego le 400 rs. a vara ; bretanhas
do rolocnm 10 varas, a 1,600 rs. ; supe-
riores cuites de fustOes alcochoado a
1,98o rs.; ditos miudos a 400 rs. o corto :
na ra do Crespo n. 14, loja de Jos Fran-
cisco Dias
A 200 rs. o covado.
Vende-se zuarto azul trancado, muito en-
enrpado e com 4 palmos o meio de largura ,
a melhor fazonda para vestir cscravo pelo
barato preco de 200 rs. o covado: na loja da
esquina da ra do Crespo, que volta para a
cadeia.
Vende-se a casa terrea de pedra e cal
ti. 136 da ra Imperial ; um terreno junto a
mesma para outra casa j aterrado, ludo
al o rio, e em ctiSos proprios : na ra do
Collegio, n. 6.
Rap rolofrancez.
Vende-seo superior rap rolSo francez,
nicamente as lojasdosSrs. Caetano luiz
Ferreira no Aterro-da-Roa-Vista n. 46 ;
Tlinmaz de Mallos Fstima na mesma ra,
n. 54 ; Francisco Joaquim Duarte ruado
Cabug ; Pinto & Iranio na rua da Cadeia
do Recife, n. 19.
QOQQQQVQQQQ0
0 0
O 5 loja da esquina que volta g
0 para a cadeia, vendem-se q
Q os acreditados brins trancados bran- 0
4
Vende-se um bonito mloeque de 12
annos; um bonito mulatinho de 13antios,
ambos proprios para aprenderem ollicio:
porserem muito espertos : na rua larga do
Rozario, loja n. 35.
Vioho de Bordeaux e de
Champanha,
de superior qualidade : vende-se em casa
de Kalkmann lrmSos na rua da Cruz ,
n- 10- ,
-- Vende-se um preto com offlcio ue sa-
palciro : na rua do Queimado, n. 14.
A 640 rs. a libra.
Quecos londrinos.
Vcndem-se, pelo barato preco de 640 rs. a
libra queijos londrinos, chegados recen
temente : na rua do Amorim, n. 36.
<# Vende-se superior farinha de man-
S> dioca, muito nova por preco mais
I> commodo do que em outra qualquer
^ parte: a bordo da sumaca Btlla-krge-
& lina, fondeada defronto do caes do
W Ramos ou na rua do Vigario, n. 19,
g segundo andar, casa de Machado &
gj, Pinheiro.
Cortes de hrim de puro
linho, a 1,280.
-- Vendem-se corles de brim trancado
pardo de pu'o linho, pelo diminuto preco
de quatro' patacas : na rua do Crespo, loja
da esquina que volta para a cadeia.
Eslo-se acabando
os superiores queijos de prensa : na rua do
Queimado, loja de miudezas n. 25.
Vioho da Figueira.
Aviso aos amantes da
boa pinga.
No novo armazem deste delicioso licor,
na rua do Collegio, n. 13, vende-se a 180
rs. a garrafa e a 1,280 rs. a caada : tam-
bem ha em barris. O proprietario deste es-
tabeleci ment assevera aos seus novos fre-
guezes que este liquido he o melhor e mais
puro quedesta qualidade se pode apresen-
de;trastes, defronte da rua de S.-Amaro,
11 59
- Vende-se, ou aluga.-se um preto pro-
prio para todo o servigo, tanto decampo
L ,A* .. or ser muito robusto, e nao
q ros.lftos, de hstras o de linho puro, @| lar no mercado o quem urna voz exper
a 1,500 rs. o corte; dito amarello a a mentar
1,440 rs.; dito muito superior, a X
1,600 rs.; picote muito encorpado X
nfio deixar de continuar.
RUA DA CRUZ N.
AI1MAZF.M
15.
DE FORNECIMENTOS PARA
NAVIOS.
N'este armazem vende-so o seguinte :
Carne salgada
de porco e vacca om barris, de muito boa
a 0 qualidade e muito nova ;
Remos de faia
do todos os tamanhos ;
Lanleinas de patente
de varios tamanhos proprias para navios;
Cabos da Russia,
de patente, os melhores que ha no merca-
do, e de todas as grossuras;
Lonas inglezas
e da Russia, de varias'qualidades tanto
,., proprio para escravos a 180 rs. o _^
} covado; panno preto muilo fino, a **
O 3,200 rs. o covado ; cassa de quadros ti
O para bahados, a 2,000 rs. a peca ; lu- 0
O vas dealgododecfir, muito finas, a 0
';/ 240 rs o par ; rhilas rouxas com fio- 0
Qf res encarnadas, de tintas seguras
180 rs. o covado; cessas pretas, pro- Q
prias para lulo, a 160 rs. o covado,; q
pecas de plalilha de algodSo com 25 ,
varas, a 4,200 rs.; e outras muitas V
fazendas por prego commodo. V?
Pa travessa da Madrc-de-Deos,
aitnazem n. 9 ,
vendem-se quartolas com vinbo de Ror-
dcaux ; frasqueiras com muito superior ge-' largas^como estreitas ;
nebra de llnllanda ; caixas com superior vi- j Brins ta Russia
de supeiior qualidade | ara velas ;
como de casa por ser muito
regeitar qualquer trabalho quejiM
rua: do Collegio, n. 15, segundo andar
Ao barato
Vendem-se alguns livrose folhatos : [na
loja da esquina do arco de S.-Antonio, n. 1.
-Vende-so um cavallo alazflo muito man-
so, bonilo.que anda bem baixo, e he ptimo
para carro.assim como urna carmea nova to-
da pintada de oleo.com fortes rodas de sicu-
pira, cixos de ferro, etc.: esta obra pela sua
construccBo he a melhor que rote ppare-
cer: na rua da Florentina, n. 16, deronte
da cocheira do Sr. major Sebasliao.
- YMk-se cera de carnauba:
i rua da Madre-de-Deos, loja
n. 34.
Vendem-se oilo casaes de pombos to-
dos juntos, ou separados, sendo elles mili-
to bons batedores, grandes, de excellentes
ragas, muito bonitos, e proprios para qual-'
querencommenda: na rua da Florentina,
D. 16, defronto da cocheira.
Vende-se um bom escravo de meia ida-
de, e que entende de campo para trabalhar
de enxada e alguma cousa de plantacOes:
o motivo por que se vende he por haver pre-
cisflo : na rua de llortas, n. 120, das 6 s
9 horas da mandila, e das 3 da tarde em
diante.

>' Vendem-se lindas cambraias de se- #
da a 400 rs. o covado; chitas franca- #
i9 zas, a 320 rs. ; riscados francezes, #
4 a 200 e 210; lencos de seda para mfo,
* a 1,200rs. cada um : na rua doCres- A
4) po, loja n. 9, de Domingos GuimarSes. (i*
i
ris pelo barato prego de 1,280 rs.: na ru.
do Crespo, n. 14, loja de Jos Francisco
Dias.
iV.ha de Flandres.
Vendem-se caixas com folha de F|tn.
dres: em casa de J. J. Tasso Jnior: na ru
do Amorim, n. 35.
Barricas.
Vendem-se barricaa vasiss queforamd
farinha, em p e bem acondicionadas
na rua do Amorim o. 35, casa de j, 1'
Tasso Jnior.
o moscalel ; ditas com azeile doce em
garrafas; papel drete; dilo almago de.
primeira e segunda surte ; dilo de machi-
na ; dito pardo para botica o cbapeleiros;
Bnneles escocezes
para marojos.
banha de porco, em barris e'meios ditos ; e OWB&iWKKKaMCK'vCiJ',C'A
outros muitos gneros proprios para venda. I{ ?^?????????????? T^
>0 % DO S0
lodos os seus
lili'* rentes graos, ou motivada por al-
guma das seguintes molestias: conslipa-
gOes, tosse, aslhma pleuriz escarros de
saogue coquelucho dr de costase pei-
tos, bronebites dr na garganta e todas as
molestias dos orgilos pulmonares. Este ex-
cedente remedio que tem gozado de 13o boa
reputBgflo nos Estados-Unidos da America
do Norte, pelos seus bous effeltos na cura
das varias molestias acin aimencionadas, in-
duzio os proprietarios dele a manda-lo pa-
ra o Brasil, onde a espera liga de suas virtu-
des nao fram sem fundamento como a
experiencia tem mostrado desde a sua'in-
troducco poisos admiraveis eeilos que
tem produzido aqui s3o iguaes aos melho-
res que alli tem fcito e que s8o bem altes-
lado pelos varios (estemunhos o certifica-
dos das pessoas que leem sido curadas por
este medicamento sem igual, particular-
mente ao sul deste imperio oode foi pri-
meira monte introduzido, e j nesta mesma
provincia receilado pelos mdicos e sem-
pre com bom suceso. Novaes & Compa-
nhia, os nicos agentes nesta cidade e pro-
vincia, nomiados pelos, agentes geraes do
Rio-de-Janeiro os Sr. K. C. Yates & Com-
panhia mudaram odiposito deste xarope
para a botica do Sr. Jote Maria llamos, na
ru dos Quarleis, n. 12) junto ao quartel de
polica onde sempre adiarflo o nico ver-
iladciro, vindo daquellej deposito a 5,500
rs. cada garrafa.
- Vende-se superiorWl virgem do Lis-
boa em barris pequeos,; feches de arcos
de pao e rodas de dito para barricas; ru-
ndeles de pinho abatidds para assucar ;
pregoscaixaesdo Porto, em barris de 10
milheiros: ditos de esluq^n, em barris de
32 a 45 milbeiros ; marniNada de Lisboa ,
em latas del e2 libras; pimas de familia:
na rua da Cruz, 11. 49, printeiro andar a
fallar com Joaquim Ferreii Mendes Cui-
mariles. *.

Vendem-se molecfles'de 16 a 20 an- m
nos de nagSo e crioulos, sendo um j[
de 16 annos e de nagflo bom cozi- "*
nlieno e de ptima conducta na
:>
->
^, nheiro e do ptima conducta : na s
."> rua das Larangeiras n. .14, segundo l
!> andar. ^
Vende-se um Thompson e um Atlas
geograpdico por Coujon ainda novo, por
prego commodo : naiua do Cabug loja
n. 7.
~ Vendrm-se ricos coeiros de casimira
bordados : no Passeio-Publico, loja n 11.
-- Vende-se una preta com una (Iha de
10 annos : a prela cozinha, lava o vende na
rua ; urna dita boa para o Iraballio decam-
po por 1 si.11 a i.s.lo aro.stumada na rua do
Collegio, 11. 21, primeiro andar, se dir
quem vende.
Vendem-se relogios de ouro e prata,
patentes inglezes : na rua da Seuzalla-No-
va, 11. 42.
~ Vende-se um pardo mogo, de bonita
figura proprio para pagem, ou ou'ro qual-
quer servigo : na rua da Cadeia-' ha n.
33, se dir quem vende.
Vende-se urna barrica com gomma de
engommar, por prego commodo: na rua
das ( ruzes, n. 40.
Vende-se sag de primeira sorte, gom-
ma de araruta tapioca do MarantiSo, ceva-
dinda de Kranga cevada : na rua das Cru-
zes 11. 4o.
Calcados.
Vcndem-se sapates de couro de lustro
para domeni a 5, 6, 7 o 8,000 rs ; borze-
guins a 4,500 rs.; saj>al6es do bezerro, a
5,000 rs. ; ditos do Aracaty, a 1,200 rs.; sa-
palos de marrnquim para seniora a 2,000
rs ; ditos a 1,000 rs.; ditos de duraque de
Lisboa ,a 1,200 rs. ; ditos francezes, a 2/
rs. ditos de lustro e setim a 2,500 rs. sa-
patos para meninas a 640 rs.; dilos com
clchete a *00 rs.; pelles de bezerro fran-
cez, a 3,500 rs. ; dilas de lustro, a 4,500
rs. ; dilas hamburguezas, muito superio-
res, a 4,000 rs.; marroquim de todas as
cores, a 1,920 rs. ; ricos cortes de sapalos de
tpele para bomem e senhora ; chapeos
francezes para bomem ; ditos de sol; um
sortitnento de perfumaras, por prego com-
modo : na praca da Independencia ns. 13 e
15, loja do Arantes.
Na rua das Cruzes, n. 22, segundo an-
dar vendem-se 6 escravos, sendo : 2 mole-
cotes de nagflo, de 18 a 22 annos. sendo um
delles ptimo serrador, e oulro cozindeiro;
urna linda rabrinha de 16 annos, com ha-
bilidades ; duas pretas lavadeirase quitan-
deiras.
-- Vendem-se cadeiras de palhinha pro-
prias para sala de jantar e caaa de campo ,
a 2, 3 e 4,000 rs. : na rua Nova, armazem
~ Vende-se um carrinho inglez, de 2 ro-
das ecm bom estado, com os competentes
arreios : na ruada Cadeia do Recife, n. 57.
Vendem-se cortes de cambraias ada-
mascadas proprias para vestidos, a 3,000
rs. ; dilos de talsgarga, a 1,600 e 2,500 rs.;
cassa-chita decores fixas a" 300 rs.; lan-
zinhas para vestidos, caigas e roupa de me-
ninos a 320 rs. o covado ; fazenda de |fla
com listras de seda, propria para vestido
de senhora a 640 rs.; ISas para caigas, de
muilo bom gosto e de superior qualidade ,
a 2,200 rs. o corte ; cortes de cassa, a 1,400 j
rs. cada um ; panninhocom vara dejar*
gura a 240 rs. a vara, e a 2,800 rs. a pega
com 10varase meia chales de pura 13a,
a 2,000 rs. cada um ; fustOes para rolletes,
a 500 rs. o corte ; e outras muitas fazendas
por barato prego: na rua do Crespo, loja
n. 15, de Cunha GuimarSes & Compsnhia.
Nada tilo bom at hoje se ha descober-
ta'para curar vista caneada ou curta como
sejam nonios apropriados, os quaes se
vendem por diversos pregos.e muito em
cunta, por haver sortimento : na rua larga
do Rozario, loja de miudezas, n. 35.
Vende-se cal virgem de Lisboa de
superior qualidade, em barris de 4 arrobas,
ebepaila neste mez pelo brigue Maria-Jot :
a tratar na rua do Brum, armazem de
Antonio Augusto da Fonseca, ou na rua do
Vigario, n. 19.
Vendem se presuntos inglezes para
fiambre; latas com bolachinhas de Lisboa ;
ditas de araruta ; ditas de marmelada de
1, 2 e 4 libras ; ditas de sardinhas ; ditas de
hervidlas ; ditas de chncolate de Lisboa ;
frascos de conservas ; ditos d'agoa de llor
de laranja; barris com azeitonas brancas de
Elvas; garrafas com vioho moscalel de Se-
Inbal e da Madeira ; queijos de prato ,
frescaes: ludo novo e chegado ltima-
mente de Lisboa : na rua da Cruz, no
Recife, n. 46.
- Vende-se champanha da mais superior
qualidade que tem vindo este mercado :
ia rua da Cruz, n. 27, armazem de Crocco
fcCompanbia.
Vendem-se sellins inglezes e
camas de Ierro: na rua da Senzalla-
nova, n. l\i.
CJul brasileo.
Vende-se chi biasileiro no armazem de
moldados, alias do Corto-Sento, n. 66, o
maisexci lenle cha produzido em S.-Pau-
lo que tem viudo a este mercado, por
prego muito commodo.
AGENCIA
da fundicao I.ow-Moor,
BA D\ SLMZALT A-NOVA, N. l\"i.
Neste estabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas e meias nioen-
das, para engenbo ; machinas de
vapor, e taclias de ferro batido e
roado, de todos os tamanhos,
para dito.
A 640 rs. cada un.
Vendem-se cobertores de algodSo ameri-
cano, encorpadose grandes, a duas pata-
cas ; chitas escuras, de honspadroes e co-
res seguras, a meia pataca o covado : na
rua do Crespo, na loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.
Vende-se aIgodao trancado
da fabrica de Todos-os-Santos a
370 e a 3oo rs. a vara : na rua da
tladeia, n. 5a.
Taixas para engenho.
Na fundigSo de ferro da rua do Brum,
acaba-se de receber um completo sortimen-
to de taixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por prego com-
modo e com promplidfio embarcam-se,
ou carregam-se em carros sem despezas ao
tomprador.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Baha.
Vende-se em casa deN. O. Ufeber^i C.
aa rua da Cruz, n. 4, algodflo trancado
aquella fabrica, muilo proprio para aaccoa
de assucar e roupa de escravoj. .
i,a8o ris. '
Vendem-se superiores cortea di brim
trancado de puro linhocr de lama/de Pa-
A 640 rs.
Vendem-se cobertores de algodSo, muilo
ncorpados, proprios para escravos a duis
patacas cada um : na rua da Cadeia-Vclh,
n. 33.
Bombas de ferro.
Na fundigiio de ferro da rua do Brum
vendem-se superiores bombas para cacim-!
ba assim como de repucho para fazer su-
bir agoa casas al altura de 4 a 5 andar*.
Sorte grande de 20:000$
Lotera do Kio-de-
laneiro-
SSo chegadas as listas da matrizes e 4
misericordia, e com ellas grande sortimta-
to de bilhotes meios, quartos, oitavos
vigsimos da 19.a lotera do Mente-Po : ni
rua da Cadeia loja de ferragens, de Anto-
nio Joaquim Vidal.
Pecas de esguo com i
varas, a 5,200 rs.
Vendem-se pegas de esguiSo de algodJo,
com 10 varas a 3,200 rg., e a 360 rs. a .
ra : na rua do Queimado, loja n. 8.
Cha brasileo.
Vende-se o melhor cha brasileiro qoe
(em apparecido oeste mercado, a retilho
por prego muito commodo: na rua do Sol,
n. i, em casa d Elias Baptista da Silva.
Cobre para forro de
navios.
Vende-se cobre para navios: no arma-
zem de A. V. da Silva Barroca : na.rua da
Madre-de-Deos, n. 26. defronte da Igreja.
-- Vende-se um cavallo assa de estribi-
ria : no pateo do Carmo, n IB.
VenJem-se pipas vasias: na rua di
'.rur, no Recife, n.| 14.
Vendem-se 2 caxOes de casas de pe-
dra a cal, na rua de S.-Amaro; um sitio
na mVla Torre com frente para o rio,
com 600 pumos de frente, 1,200 de fundo,
bem plintailo de capim ; o sitio da cipelli
do Remedio, com urna boa casa de pedra a
cal, duas ditas mais pequeas, todas ni
frente da estrada 4 ditas no fundo do mes-
mo sitio urna grande olaria com bom bar-
ro para toda a qualidade de obra com um
grande viveirocom mtjttobom peixe : ven-
de-se tudo junto, ou separado, a dinhejro,
ou permuta-se por"casas nesta cidade: i
tratar no Remedio, com Manoel Ignicio
Avilla ou no Alerro-da-Boa-Vista, na pri-
meira venda passandoa ponte.
Ao bom e barato.
Na rua do Queimado, vindo do Rozario,
segunda loja n. 18, fiontina-se a vender
panno fino preto e verae a 2,000 rs. o co-
Vfdo ; suspensorios del seda a 500 rs. o
par ; Itngos pretos de sda, a 200 rs. ; len-
gos linincos de cassa ;', 160 rs.; pegas de
pan ni tilio com 10 varas e meia, a 9,000 rt.;
chapeos de sol, de seda para meninas, a
2,580 rs.; e outras muitas fazendas por
prego commodo.
^SaHB>naKJi
fe'scr&vos Pupiao*
Fugiram, no dia 30 do prximo patu-
do, os pretos Joaquim de naglio Carnun-
dongo fula, de 24 annos pouco mais ou
menos, estatura regular ; tem aigumis
marcas de ventosas noestamago: Joo, de
nagSo ConRo, de 24 annos pouco mais ou
menos estatura regular grosso do corpp;
tem dous dedos meioaleijados na mlodi-
reila urna cicatriz e principios de um lo-
bnbo as costas de dita m9o. Roga-se is
autoiidades policiaese capitea de campo,
queoappreliendam e levoro-no a Fra-de-
Portas, venda n. 135 a seu senhor, Dlogo
llodrigues, que recompensar com 100/ri.
Fugio, no dia 30 de julho, do Monleiro,
um pardo de nome Cornelio, perlenceote
M. C. A. I. com ofllcio de sapaleiro o*
18 annos, secco do corpo, pernaa roropri-
dii.s, ps grandes e largos ; tem os dedoi
das mitos compridos e tinos, olhos grandes,
nariz largo bocea grande denles largos,
cabellos crespos ; quando falla gagueja >
vezes ; alm de outra roupa tevou caigas ue
panno fino azul jaqueta da mesma fazen-
da com botOes amarellos e bonete; coas-
la ter procurado servigo nesta praga en
varias lujas de sapateiro quem O pegarle-
ve-o ao Monleiro, casa onde morou o Sr-
Jos Camello, ou nesta praga a cata doSf-
aleres Maranbo, que gratificara con
20,000 rs.
Fugio, no da 15 de julho pr.iximo pli-
sado o escravo Manoel, baixo chio *
corpo de 22annos .cabra claro, cabellos
de caboclo ; tem |ta de denles na frente,
falla muito aprfijsdo;ha noticias de ter
sido encontrado no caininho do aerlo:
quem o pegar leve-o a seu senhor, Jo
Francisco Paes Brrelo no engenho Flores-
ta ou no Aterro-da-Ooa-ViaU n. 8, se-
gundo andar, que recebar 80,000 rs. <"
gralificagilo.
Fugio, no dia 8 do corrente, do enge-
rfhoCaiar, Freguezia da S-l.ourengo-d-
Matta, o crioulol.oorngo, bastante pr*Wi
alto e magro,, com alguns signaes de o-
xigas no rosto ; lovou caigas e camisa o*
algodilo azul: quem o pegar leve-o ao a
engenho a seu senhor, I.uiz Francisco*
Barros llego, ou no Alerro-da-Boa-viaia,
n. 18, segundo andar.
Fugio, no di# 18 do corrente, do en-
genho S.-Jos, um escravo de nome Anttf=
nio de nagSo MogamWque, alio, secco ao
corpo; levou camisa do algodflo aaui
quem o pegar leve-o ao dito engenho, a ca-
sa d lavrador Jos Bernardo, qUe gratme-
ra generosa loen le.
Pian.: na ttp. dk m, i, di rtau.
11M6J


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