Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06233


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Full Text
Anuo XXV.
Ter O D/aA70ptiblca-setodososdiasqne uo
foretn de guarda. O prefo da aasfgnatura he
de i.MIOfl i s por quarlel, pagos ailiililltnlot. Os
annuncios dos assignanios sao morillos i
rasao de 20 rs. por lliiba, 40 rs. ciu typo dif-
fernile, cas repelilos pola inol.nl,'. Os nao
asignantes jiagaro 80 rs. por Iitita e lO rs.
em typodill'eronlc, por cada publicarlo.
. PIIASES DA LA NO HEZ DF. JANEIRO.
Crescenie, a 2, s5 horas e 19 mili. da maiih.
I.u.i chela, a 8, s 8 horas c 31 lilil, da larde.
Mingoante, a lt, .is A horase 35 miii. da manta.
La nova, a 24, s7 horas e-)niiii. da niaiili.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Ciiianna e Parahiba, s srgs. e sextas-feiras.
Rio-G.-do-Norle, quintasf'eiras ao meio-ilia.
Cabo. Seiinhcni, Itio-Korinoso, Porto-Calvo
Macelo, no I." a II e 21 do cada moz. *
Qaranlium < Boullo, a 8 e 23.
Roa-Vista e Flores, a 13 c 28.
Victoria, s quintas-friras.
Olinda, todus os das.
PREAMAR DE HOJE.
Prinirira, s lOhoras e 6 minutnsda maiih
bcguuda, s 10 horas e30 minutos da larde
de Janeiro do 18 t).
N. 24.
fif,-rtntm
m fc.,1 4* JH tu.**
DAS DA SEMANA.
2'J Segunda. S. Pranciscode Sillct. \ud. do
J. dos orpli., doJ do civ edo l. M di2. v.
30 Torca. S. Marimba. And. do.l.doc.dal
fy v. o do J. ilo paz dn i dit. de I.
jyt 31 Oiian.i. Pedro Nolasco. Aud. do I. do c,
/ a i. v. eilo J. le par. do i. dist. de l.
r"*j I Quinta, S. Ignacio, Aud. do .1. dos orph.
e do i M. da I. v.
2 Sexta. %% I'nrificaoaodcNossaSciiliorra
3 Sabbado. S. Rrat. Aud.doJ. do o, da I, v.
e do J. de paz do 2. dist. de t.
A Domingo. S. Audi Corsino.
CAMBIOS \0 DI \ 20 DE JANEIRO.
Sobre Londres a 25'/., a:!f d.p. 1/ rs. a00 dlu*
.i I'iris
I.isli.ii K8 por eonlo de premio.
Kin-do-.Ianeiro ao par.
DeO. (lelett. deboasdrinisal1 ','.'ao me/.'
Acedes di conip. de Ueberibe. a50} rs. ao p
(uro.(Incas liespaiiliol.is. 2'i.,'ii mi a 29/50"
Mocd.i (l.'-i' 10 c. 17/200 a I7>10I>
* doMOOn. I/H:> a KW3IM'
rtejfOOO.... 9/900 a 0/10O
PraaPatacoejbrasllclroi I'iMO a I^tiO
. Potos coluiiiuarios. U0i0 a 1/MfO
Ditos mexicanos..... L/SS0 a 1/90(1
EXTFRIOR.
MANIFEST DO PAPA.
Pi IX ao novo roma?o.
. 0 ullragn rommcllido uestes ultimas ilias enu-
tt*A hossa pessna, e Intenco dirimente manifes-
tada ile proseguir nesles actos de violencia, (o que o
Omnipotente tem prevenido, inspirando nos espiri-
tes dos homens sonlimenlos de uniao e moderaco)
obrigou-nos a separar-nos temporariamente de nos-
sos vassallos e filhos, os quaes amamos, c sempre
amaremos.
Os motivos que nos induzirnma dar esto passo
imporlanlc o co sabe quilo doloroso ello he para
o nosso enraeflo nasccram da neressidade de gozar-
mos de plena lbenla le no exercicio dos sagrados
devores lia santa s, visto que dehaixoilas circuns-
tancias croque enlio nosachavamos, o mundo calho-
lieo podia rasoavclmnnte duvidarda lihcrdado deslc
exercicio. Os actos de violencia de que nos queixa
mos, so pilcm ser allribuidos s marhinares que
h3o sido empregadas, e s medulas que teem sido
tomadas por urna classe de homens depredados fa-
ce da Europa e do mundo. Isto he lanto mais evi-
dente quanto a colera do Omnipotente jlem cabi-
do sobre suas almas, c chamar sobre elles, mais
cedo oti mais larde, o castigo prescripo pela sua
igreja. Nos reconhecemos humildemente, na iu-
gralidfo desles filhos desvairados, a ira do Omnipo-
tente, o qual permute as suas infelicidades para pu-
nicffo, assim dos nossos peccados como dos de nosso
povo. Porm nos, sem traliir os devores sagrados
que nos sflo impostes, nflo podemos deixar de pro-
testar formalmente contra seus adis hem como \er-
balmcnle o fizemos no din 16 de noverabro de dolo-
rosa memoria, em preseuca de todo o Corpo diplo-
matieo, o qual nesta nrcasiflO honrosamente dos
cercou, e conforlou e consolou o nosso espirito atri-
bulado, assegurando-nos que ncnlium sacrilegio
vilenlo e sem exemplo tinhn sido commcliido.
Nos intentamos publicar este protesto, bem como
8gora o fazemos, nflo s porque entilo un parenla
redemos n violpneia. oiifln lamhcni porque deseii B
mos, c ainda desejamos que se saiba que todos os"11
procedimentos que cnianaram de laes actos de vio-
lencia, fram e silo privados de loda a cflicncia e
legalidad. Este protesto be urna consequencia ne-
cessaria dos Irabalbos maliciosos (lestes homens per-
versos, e nos o publicamos pelas sirfgestfles de nos-
sa propria consciencia, estimulada, como ella o
tem sido, pelas circunstancias em que fomos eol-
locados, c pelos embaraces OppostOS ao exercicio de
nossos sagra Jos deveres.
Todavia confiamos no Altisgimoquo a continua*
eflo desles males ;:ci de pouea d ornean, e humilde-
minie supplicanis ao Heos do co quena apartar de
nos a sua ira, exclamando com o proplirla rei.
Memento Domine David, e omnit munsueiudinis
/m.
a Afim de que a chinde de Roma o nossos estados
no gejam privados da um exi-cutivo lena!, temos
torneado urna commissflo go-vernaliva composia das
seguidles pessoas :
O rardeal Castricane, presidente.
llonsignor Huberto Roberti.
0 principe di lloviano.
O principe Barberini.
O marquez Bevilacqua di Bolonha.
u O lenenle-general Zucclii.
Conflando esta conimissllo a dlrec^So tempo-
raria dos negocios pblicos, nos recommondainos a
nossos vassallos filhos, seui oxcepgilo, n conserva-
53o da Iranquillidudu c boa ordein. Finaltiietile pe-
dimos o rccoimnendainos que oraces diarias u ff!-
vorosas sejain offerecida pela cguranc,a de nossa
icssoa, o pela preservacllo da paiedu mundo, espe-
cialmente da de no*>Sn estado de liorna, onde e com
cujus ti I tos eslara o nosso coracSo, qu.dquor que le-
ja 0 lugar que pefcSualiiienlO habitemos uomeiodo
iiTianho de Chii.stn, o em Cumpriineiilo de nossos
deveres como supremo ponliflce, nos invocamos bu -
milde e devoluinente a Grande W3i de Misericordia e
Matulos apostlos, Pedro e Paulo, queirum inler-
por a sua inlcrcessSo afloi de que a idade e estado
de lio na jeja ni salvos da colera do Omnipotente.
!>..I lu (.,oi, die Nov. 28.
Po Papa ix.
commcnilarquose Facam tratados para o fim exprs- .estamos convencidos que, eombatonlo por um prln-.liorroriam-se toda a ve/ i|iie |em escritos, como
so de ohrigar as tincos que nelles tomarem parle a j ripio basculo sobra a ver lude, o sanecioando pela ,esso do Mercantil, que, adulterando a ver.la.le e pro-
submetter suas futuras questffea i decisilo de arbi- lei de Dos, bastar que lonliamoi algumi perseve-1 palando ideias perlgosas. s lendom a abusar da re-
ros. Eu creio quonSo ser fcil adiar um objectol ranea para convertormos em maioriaa nnssa mimo-'dnliilade das clisos inferiores do puvo brasileiro,
mais digno de um tratado especial do que este que be. ria. Este congresso ser o protesto desla miioria concitando-as a iiuarcliia ;del-slain e volam ao ana-
gno de um tratado especial do que este q
contemplado na presente clausula.
2* A propriedadrt de oslahelecer um congresso
de naeoes para o fim do organisar um cdigo inter-
nacional.
Emquanlo eu n3o otivir os argumentos sobre
que esta recotnmendai;3o se funda, permantcerei du-
vidoso acerca de sua conveniencia.
3.' Ilccommendar aos dilferentes governos chris-
t3os um desarmamento geral, como materia de im-
portancia primaria.
o Espero que o congresso procurar abriros ollios
a todas as naeoes da Europa sobro a enorme dospe-
7a e os males causados pelos seos armamentos per-
manentes.
Para elle conseguir este fim, bastar que publi-
que as difforcntes lngoasconlneniaos alguna sim-
ples lacios. Qiiamlo cm c> auno prximo passailo via-
gei pelo continente, siguas esforens flz afim de ser
exacto nos clculos estatisticos que vou apresen-
lar.
n Allenda-se quenenbuns symptomas revolucio-
narios tinbam ainda appareci.lo. e que os armamen-
tos lulo sido por toda a parle augmentados durante o
prsenle atino.
Eu avallei anido a forca total effocliv.i duSexcr-
eitos regulares da Europa, inclusive o da (Ira-lire-
tnnha.em 2.200,000 homen-, e o numero los indi -
viduosempregados a bordo dos navios de guerra em
150,000, fazendo ludo 8,350,000 soldados regulares
0 ntarinhoiros. A guarda nacional da Franca e da
Suissa, a laniltech" da Allemanha c os otitros corpns
subjeitos temporariamente aoservico militar, eu o<
avaliei cin 1.000,000 de homens, o juntando a estes
a policia armada, as guardas cvicas, a gtndarmtrii
c os guardas das fllfandegas, ler-sc-lu um total i'
perto de 4.000,000 do homens com as arnns u/s
m.Soa, .Ms limitemos por agora a nossa allencSoaos
2.350,001) soldados regulares e mariiilieiri)S. lio isto,
co
paz
contra um systema que repugna assima bu manida-
do, como ao sanso commiim ; eu nfio posso fazer
nutra cousa que repetir 0 pe/ir que sinlo por no
poder lomar parte pessoalmonte nos Iraiiilhos de
loo-tlistinrla associaciu. Cri, met cburoSlurge,
que son seu &c.
Ricardo CebJen
>V r '7 2&TtW3JQ!RjkiMB* 4/ 3CBC3^
IMTERIOR,
www.
I.e-se no farr$h Mercantil do Rio-le-Janciro, n.
321 de 24 de novo:nbro p. p., pag. 2. col. 2, o se-
guinle:
Pelo vapor lmp'ralriz. en'r.ido Innli-m dos por-
tes do norte, reeeliinos ornaos do Para at 29, o do
Mira'lulo al 31 de oiitiibrn ultimo : hem como di
Oar ali6, da Parahiba at 8, de IVroambnco ati
H, e ra Baha al 18 iloeorrnnto,
Em lodas as provincias (*) a oppressao se d sen-
volee enm rapidez, o vai minan lo a IranquiHMad*
de todos os idasiloiros. O snnguo snderrama pelo
norte, n proprlcdado Individual e geral he profanada,
e insultados iodos quantos nao se prestam a tazar gy-
rar o carro da raacc.lo.
Ora, a presidencia doSr. Ooelho, que algumn al-
lenciin tem prestado s necessidades di provincia,
que algum servieo Ihc tem feito o que por isso tem
sido elogiada pe i iinprensa do paiz, no exceptan
do mesmo a dos inlinidos polticos daquflla Sr., ana-
Irinha, no entender do Mercantil, a onpressfio dos
Paraenses,que Drasileiro* sd>, mina-Ibes a tranquil
lida le, derrama-Ibes o singue, profana-Ibes a pro-
priedade e insulta aquellos Paraenses que se nfio pres-
lo, tangido no Para.
gmefToito.O que se chama o estabelecimento de Jam a fazor gyrar n carro da reacc '"; J^.-; "',,;
az ; po.m duvidu que no mais activo periodo das jMli entendido-polo honesto correligionario ida
tierras de Napoleo, bmivease na Europa urna frc. J*n{ do Mercantil,-0 Sr. leronjmo Francisco Coe-
lio.aiiun -yni.smo !
Tambem se 10 no n. 332 do m^anio amal pg.
2. col. 5." oseguinteO Sr. Penua que governou o
Espirito-Santo o Para, provincias que nao teem |iar-
li los em sen seio, eslo, por assim di/er, antes urna
Napoloto b'iiivn.sse na EuroC
rmniln ecmcilrii ifl. iiiiiri'Tu.i. ivffr. i........I., fc. li;'Brtttft cyiurfmo !
lenlos. Sea Tambem se le no n. 332 do m**mo nromi pmg.
Carla de Mr. Cobden, emrespotta ao convite que se Ihc
fe: para lomar parte nos traballioi do coiiyresso de
paz em Bruxellas.
llha de llayling, 10 de selembro de 1818.
Meu charo Sturge,Milito sin lo nao poder acei-
tar o convite que me lazcni para turnar parle nos
Irabalbos do congresso de paz etn Bruxell is, e rogo-
llie queira inleirar ota Ilustre rssossiacilo dos ar-
ilenli s e sinceros votos que f.i^o pelo botn resultado
de sua pacifica empresa.
Como me pedem a ininba opinlfio a respoito das
Ires prupusifOcs que devcui de ser submellidas a
considerac3o do congresso, diroi sobio ellas algum.i
cot so.
1." A conveniencia de recommcnlar que em lo-
dos os tratados inlernacionacs se introduza um arti-
go, o qual determine que ss disputas que para o lu-
luro liverein lugar entie asna(0essejam reguladas
por pelo de arbitros.
Eu approvo de bom grado esta proposigflo; mas
calcular o costo preciso desles armam
despeza total no continente livessea mesma propor-
efla por rabees, a qual tem na Inglaterra, ( mas isto
seria urna avaliaco exagerada ) a despeza d:-
ecla somante para as torcas regulares montarla a
250.000,000 (l ) de libras esterlinas r auno. No
continente faz-se, alm disto, um- grande despeza
com a tnanuteuc3o c os reparos d i.s diversas forta-
lezas, do que a Inglaterra est em grande pite Istm-
ia; Deve-se lmbem altander quaos homensq te sflo
assim inteiramente retralos do'trabalho pro Iqcli
vo, sao lo los vigorosos c mocos; o suppnndc
que, em. regados n industria agrenla ou fabril, p i-
tieriam.prodtizlr 50 libras por auno rada un.-ava-
liacju mui moderada isto montara a urna perla
addicional de 100 000,000 f2j de libras por anuo. Na-
da lenho dito anda a respoito do ru-to d is anuas o
los otitros trepar, s bellicos dn guarda nacional o
tandwekr, ncm sobre o valor do Irabajho que elles
liram das emprozas parlicularos e sacrilicam a ser-
viQos.militaros occasionacs SemafluClar nenliumn
exactidSo cm minlia avaliaco, en obviare! todas as
objecfOes contontando-ine com afilrmar que o cus-
i dos armamentos pennanenies da Europa, sem fal-
lar na polica, sobe a mais de 200.0;)0,ti00 (:l. do li-
bras esle linas por anuo. Esta enorme carga devo ter
grandemente aggravado os soffrimeiitos das popu-
lares industriosas durante as ultimas eslc p lem lorcm pane causa lo esse doscontcnlameolo
que lanas vezes lem terminado por liuia revolu-
Cao.
(i Plc-sc objectar que cu appollo para motivos
baixos, encalando assim a quoslio pelo lado finan-
ceiro somonte. Isto he verdade; mas, se o cvangclbn
no tem podido inspirar s naeoes cliristjes a le
nos principios de paz, por carto que morreo des-
culpa, procurando domon '' dispendioso
he o conliarem OllaVa sua a espirito de
guerra. Quando Jenacr "iu >|UO lalhuvam todas as
su is appclla^fs para! a humanidade de corlas auto-
ridades parochiaes, procurou persuad-las a adop-
taren! a sua descoberta, provando que custariu me-
nos vaccinar os pobres do que pagar os caixes pa-
ra aquellos que morriam de hexigas. Porm nao lia
petio que o congresso perca de vista o ispelo mo-
ral da quesillo. Systema moderno (pois he de mo-
derno nascimento; do manlor pesados armamentos
permanentes no lempo do paz, lie um escndalo para
a tao gaba.da civilisacSo do secuto. Elle proclama
ao mundo urna total falla de conlianca da parlo de
cada potencia europea as ptolisses pacificas das
outras, fazendo-UOS retrogradar assim para aquel-
lo estado do sociedade, o n que as tribus barbaras
estavam constantemente armadas, esperando a cada
momento seren atacadas por seus vizinhos sclva-
gens. os mombros do rongrosso senlo provavelmen-
tolilo ridiculisados no continente, quautoeu o In-
ulto sido na Inglaterra por advogar um projodo liio
ciiimerico, qual lio u de um desarmamento geral. A
maiuria Uo genero humano, talvez, he presente-
mente opposia ou iudiu"Vrenlo as nossas vislas. Mas
(i) 2.500,000.000,000 de lis, ou 8,250 milboos de
cruzados.
2) 1 000,000.000,000 do res, ou 2,500 millies de
cruzados.
(3) 2.000,C0O 000,000 de ris, ou 5,000 milhOes de
seja-me permiltido declarar que julgo meior re-,cruzauos.
sin' cura do que um encargo ..
Ora, essesorvico n oloeiosde que cima fallamos
n a conviccao em que eslios Paraenses deque o
Sr. Coelho, querendn, pdefelicla-bis, -consecuen-
cia tu lo, no entender dos homens sensatos, il > li-
no administrativo de S. Es., de sua activilale a lo-
cubraco's na presidencia, nilo passa, no pen-ar do
Mercantil, dn dnnrados fructos da *tn* tura do" que
esta do posse o presidente do Pira. Di sorle que o
arlo do um correligionario honesto da grei do Mer-
cantil mise rolvllarcom ella, o preslar-sn a servir
a um g ivernosabioe |ust > ha moHo sufliciente pi-
ra ser por elle tratado como tem sidooSr Ponnie
cono o vai sondo o Sr. Roolho Do form.i qf
gundii la mis principios .! sciencia so'al inventados
pelo Mercantil, a nica missiSo nobroe irabalhosa da
uni presi lenlC de provincia be a tarofa de nliuient ir
o guerrear parcial! lados poltica*. S assim, e, con
seqiientemcnle, < os presidentes das provincias
onde liouver partidos p dilicos tora... govcrtiando as,
um encargo. -Os Olllro*, aquellos que govoruaivm
provincias cojos habitantes felizmente unidos so
procurarom engrandecer-si sem se imporlaroni c mi
as mesquinlias rivalidades da nossa nauseabunda
poltica, esses presidentes, diz o Mrreantl, esta i a-
penas de posso de urna sine cura; embora envi lem
todos os esf.ircos, traballi ni lia e lloilo para desc >-
briros moios de prover da remedio as necesidades
roaos da provincia entregue a seus cu'da.los, pro-
curando-Ibes o son ongrau lecimento moni a mato-
n.d y le principios s"io es-es do Mercantil, que
assim dosconhecn que fra das raas da poltica lom-
beui ha outrus inleresses sociaos do Ifanscodontc
m.ignilu le, que deve atlender un govem int ; iu-
loiesses que tiesta provincia mais do queem nenliu
ma nutra do imperio exigcm seria altencao dos go-
vemos geral e provincial?
Talvez que o s.ltsnic.u desejode ver em todas as
provincias do noiln realisadas as scenas vergonho-
sas de oncommendada rebol lia que se estilo actu-
ando em l'ernambuco lovasse o Mercantil, nos deli-
rios do suas Iresloticadis e lor es paixoes, a figurar
que em todo o norte do imperio se desenrolle a opprewo,
que se mina a tranquilad ide dm Bratilelrot, que sr der-
tama o seu tangue, que a iua propriedade individual t
geral he profanada, e finalmente que $o insultados ladee
quantos se no preslnm a impel ir o carro da reaecilo
mas a evidencia dos fados ilosmetite essas assercOes;
as provincias do norlo permanecom tranquillas, e
dopl ,rain dentro d'alma 0 desatinado phronesi desses
pequeos grupos de dissideolOS Pornambucanos, que
tflu inconsideradamente se prestanm a servir de
ceg, instrume .tos aos sinistros llns de rlenos a-
narchistas; cssas provincias fazeni ardentos voto;,
tazn tolos ossaciiliciosa buui da conservae .o di
ordem publica, poique < mhecein, pela dolorosa ex-
periencia das cominocOes por que teem passado,
quanto s3o deploravois os resulta los da anarcliia o
da desorden), e no se deslcmbram nem um I
lliema os autores dosses escritos, o depositam a
mais plena eoniailQa na punza de inlenQoes dos
dislinclos varos que por merc da DIVIDA PIlOVl-
DE.VCIA se achnm testa dos negocios pblicos.
Emliiii, que <> Mercantil calumnie a seus adversa-
rios polticos traiwtit, mas que idTen la a seus mais
disllIIClOS 0 dedicados correligionarios, he o que.
com efifoito causa nausea. Que o Mercantil minia,
va; mas que de envidia com as suas mentiras nos
mimosee com asnoirolis do qutalo da que revela es-
si dislinccilo de encargo 0 sni'-cura, lie o que, na
verdade, causa d. -Sr. Jos (demente Poreira poi-
quen) he, pelos votos que llio deram una cadeira no
senado, se lauto he inisler ; altan la a que o Mercan-
til nao esl em melbnr uso ilo i ia raso.) do que esses
pobres que atulliain a casi de qu V. Esc. he diguissi-
imi provedor. Pregue cutn o mercantil no hospital
da Misericordia, que con issn fu maisum relevan-
lissimo servido a Ierra que ja Ihe deve lantOj OU-
Iroi.
NiTu fui o desi'Jo mesquinlin de inseasar a presi-
dencia do Sr. t'.o'llio, iiem loo pouco o de desligurai
o estado, em ver.lado pono lsongero, do oranismo
social la provincia e das i .sli!ireoe.< que a rogeni, n
que nos nduzio a escrever este artigo, uo : o Para
esta lia muilo lempo regido exce;>eiona!uienle ; con-
tra o preceilo constitucional elei exprest i subMs-
lem aqui as medidas casusticas, adoptadas para re-
primir o horrivel movimeiito annrcliico de 1835, es-
sas medidas ja ciduciram. e, n.ln obstante, subsis-
ten) sin la inalloraveis, sotn que lio ivessem altend-
do a isso os liomons da poltica do mercantit. pido
que respeila ao Sr. Coelho, fez S Ese. su-vico pro-
vincia, atienden lo BO oslado lastimavel em que esla-
va a sania casi da Misaric irdia, r. npeuhando todos
os seus osfoi^ is afim do minorar o 11 ig dio do enga
jmenlo e das iiicessantes levas de recentas,des-
creyendo com franqueza o loaldade o verdideiro es-
lado da provincia no seu rotatorio a assombla pro-
vincial ; mas he tambeni eerlo que anda n3o foram
realisadas militas das i-leias conslsnn I >s por S. Etc.
uaquclle relatu io. la- ',"'j1k /V1" 4 a,M,f0? ^UB
.s>. mitai oht Twim, o.jj.*,... lep ui lem su de uin
arlo administrativo son,- Tr^rnini: na nwmfi
laees de militas funccOnspublicas inenmparaveis no
mesmo individuo Oque quizemosfoi letnfarar ao
Mercantil quo os Paraenses, esesrmontados pelas tre-
mendas ciinscqiiQueias da anarcliia de 1835, delottam
a desurde n e aliominain os esenptos quo as insi-
nan), O Para, he c rio, nao osla no seu desojado es
Udo i.orinal ; lielle ain la oxisldll coilas .1.....'pcoo*.
cerlosdesirranjos causados pela fatal rovolla de 1835,
le que ain la depois do tintos aiiios ii os resentimos.
Anda estilo mal cicatrisadns as pr.ifin las fu-i las
abei las pe i inflo da itifrono demagogia e feroz anar-
clna que naquella poca dolor-si nosuu'rgnlhou no
abysmo dos males cotn que luamos dos lo entilo.
i'ae.s mol i vos, pqrm, cnssaram, o nos snfiVomos;
mas Mid'iouios, pe i i lo e esperando que dn fonte le-
gititn i nos vedi i n reuiedio ; osperaroo- lo, confiados
na pureza de iulencA-'S do actual presidenti', 0 na
coadjuvico e apoio que nosse intuito Ihe hlode
prestar os dist indos Brasileiros que se achain no m-
nisterio; nos soltiomoscoiii restgnacflo, o nao nos
rovoll unos, porque lie.iia nos e.n peno UslaJ com
a rovolla, porque cm vez den-is recoitslituirmos, a
revolta mi aiiiquiUri i.
O Para, lem-so dito, esta lora dos crculos polti-
cos no paiz. Nlo ; o o desment lo m lis solemne des-
so errado juizo ho u que agora vmi is : a maioria da
provincia urgucti-so cuino um gigante, o saudou o
da 29 do selembro, com da em que iam redobrar
suas esperaneas ,- saudou a nova poltica que come-
c na a dirigir nossas rautas, e esss maioria dos Pa-
raenses nflo cesa ira de pmlire esperar, o com tran-
iiiilliilade de que go/a, desmentir sempre os impro-
visos dosses I dio ilai los que nao conlleoeui quanro os
Pai acuses sflo apaixonados pelo socogo e ordem pu-
blica, quinto os Paiaeusct so oapHzes do sacrificar
fiara nilo ver n rasgadas as entraiilias da patria por
vis inleresses individuaos, por sophSUCOS Uibunos,
ou por pr.'adores da oiqiosiclo armada.
*
Artigo colimunicado ao Doutrinario. )
111*11(1 lEPEHiABBCO.
RECirE, 29 DE JANEIRO DE 1849,
NOVAS Di nKVOI.IA.
Os revoltososcontervam-so acantonados em Agoa-
Preta ; mas o Kint. Sr. goneral commandanto las ar-
mas Ibes esl punca distancia, pois que acha-so em
Almeceg* com [arte da frc,* a seu mando, da qual
destacara nina porc,3o para o cngenho C.aniotim.
Com essa for^ i o com outra queja partir das Ala-
gflas, preparava so S. I'.\c. pa tacar os revoltosos,
que he para crersejam agora coaipletamenlo desla-
rolados.

i,*) Note-se bem, em lodas at provincias
MUTILADO








as:
Publica^oes a pedido.
.o vuinei Ja ///m.' >. I). Mura Ungida da t'onse-
ea dt Brederotlet, finada rnnmrle do lllm. Sr. Pra-
xedudn Fnniecd tiouttnho, caoalleiro da ordetn de
C/iristo, viee-eoneul da Nova-Granada, t feiUir do
(emulado gcrai tela eidade ; o>r Judo de Barros
Jlelo de Albuqiierque Maranhao, baekanl formado
tm ciencias Jurdica! e soeiaet, sucio correspondente
las sociedadesAuxiliadora da Industria Nacional,
na provincia do H/o-de-Janciro, do Instituto Histo-
rio de l'ranca, t Eumeiiio Elladiense na academia dns
Amules rfc Huma,
as las fallas placida ternura
No corafila bondadr sem limite .
Doce briii lu'i'iirt. ora a divisa
!)< leus braiocs honrados.
'eui remorsos, con animo son-no,
us bracos da virtude repensaste :
D'alli ans altos rus le lrrslad.ir.iiu
N'inu iloco soinnoos Bcoscs.
Kl.PINo DUIUINSK.
I'ersogusles, cruel, Icrrivel morte,
\ consorte fiel, das milis o exemplo,
F fosle collorar leu estandarte
No leilo dn virtude i1
> esposo nffo viste envolto en maguas,
Hcpassado de r o de amirgura,
\ perda dn consorte virtuosa
Carpindo iuconsolavcl ?
A su.-i alma innocente, o n lulo pura,
lamis leve doorgulhoa mrnor sombra,
lovcu, esposa o nifli, era tim prodigio
l>ii amor, ternura e afleclo.
Sacrosanta virtude, quanlo s bolla !
Fosle a gloria do Armia o seu encanto,
is sel vivificante Farol da humaiiidade.
Santuario de candidas virtudes,
I" ni mijo entre os moraos reprcsonlava,
singular protectora da pobreza,
K ila innocencia esteio.
Moraos! onde vos leva o extremo orgulho'
\o throno ila vaidade e prepotencia ?
Delirante Musito quanlo < Cinesia,
llorrivcl, tenebrosa!
Vai lado na opulencia o n > sopulehro,
Em ludo crime, liypocrisia om tu.lo,
Vileza, ostentadlo, loucura, emperr,
las dn grandeza os foros.
Dizci-hns, justos coas! cmodo possivel,
ler o crime o rome da innocencia '
Como a virtude desvalida genio
.Vis garras da miseria
Ha de morte feroz, ecfar as llores,
Que onfeitavam a candida virtude '
Ha do ao golpe fatal ealiir por lona
o lirio recomiente?
Dercarregam hoje, 30 di Janeiro.
Escuna Curios i fumo.
Ilriguo llciiujeii manteiga.
(alera Serafina morcadoi as.
HIPO!'. TAC.YO'.
lieaujeu, hrigue franco/, viudo do Havre, entrado
no crrenle mt*z, consignado o B. Lisscto &C0111-
panhia, manjfegtou oseguinto :
Scaixas faxmilas de algo lito o seda, o ditas ditas
de nlgo.lflo, 1 dila susnensoVios de aUodlo, l dita fi-
las do seda, 2 ditas objoclos dosclleiro; aSchafei-
tlen e Tobler.
t lanlinliD livros;a I.. C Ferrcira.
3caixas la/ondas de soda, 1 dila miudezas, I dita
f.r/en las do algodflo. I dita ditas do se. la e algodflo;
a Kalkmann o Itoscnmun I.
I raixa o l fardo fazendas do algodflo, I caixa cha-
I oos de palha ; a K. Ilolly.
3 caixas lencos o fazendas do soda, 3 ditas ditas
loueinho de Santos, vinho tinto o brinco, vinagre
de Lisboa. Os prelendenles dirijnm-se no lugar e
hora aprazpdos, munidos de suas propostas, as quacs
poderflo conlor lodos os gneros cima menciona-
dos, ou smenlo aquellos que a cada um dos concur-
rentes cndor forneccr.
Administradlo gcral dos estabelecimentos de ea-
ridade, 22 do Janeiro de 1840.
O escriturario,
/'. A. Cavalcunte Coussriro.
.w ,v,.s n-n,-. i/on.ias de seda ,3 .utas di as la palrio a rocu du ministra des allaires
dosedao^gmlfio SdiUsp.anos, o dilig fazendas |os H5Sf."formant leprodoitdo la so.
do algodflo, SO ditas conservas; a J. Keller&Lom- patriotiqueouverte d Jns vo tro consola t.
panlua.
35 caixas follias do chumbo, t hcela com una
garrafa de tinta azul; a Uetuon & Compaiiia.
200 barricas bacalhno, 1 ca* i brins, 2 ditas car-
noiras, i ditas fazendas de algodflo. 6 ditas chapos,
t dita ditos de sol do iL-o lito, I dita couros, I dita
objeclos deselleiro, t dita obias de miro, l dita lon-
cos do algodflo, l dita sedas o cale ido, i dita pellos,
I dila relogios, I dila fazendas de s -da ; a Didier Co-
lombio/. & Companliia.
Scaixas c a barra miu lozas, calcados, nenies de
clufreo modas, 4caixas queijos, perfumarlas ecai-
xasde papelflo, 3 botijas acido, Scaixas chapeos
para Iiouii'iii ; a urde n.
Ili caitas queijos, 0 liarris c 10 ineios ditos man-
Iciga, 6 catxa* ervillias, (i ditas sardiuhas, l ditas
iiianlciga e.ii f ascos; a J. Itoutur.
95 haiiis o 20 molos ditos maiiteiga ; a \. 0. Itie-
ber & Companhia.
(i cautas chapos, t dita flores o plumas, I dita cha-
los desold algodflo, I dita calalo, 1 dila poifa-
lliarias e Hgnu do Ctiloillli, editas papel para rscre-
ver, I dita I .zondas do algodflo, I dita caneiras, I
dita miudczns, 1 fur lo costos; a Cals Fiero.
I caixa mu.lozas ; Everss.
I7j haiiis o loo unios ditos manloiga, 300 barri-
cas Tai liba do trigo, 192 gigos batatas, 67 poc,as do
pannos para saceos, 50 saceos f.ii'olos, t" lardos ca-
llos, jo caixas velas, l ditas chapos, io ditas cober-
tores, 180 (lilas queijos; a II l.asscrru & Companhia.
I caixa livios ; a rranci&co Dubarry.
CONSULADO GKHAL.
IU.NIH.MKNTO Id) DA -2')
CON8UL\T DE FRANGE A PERNAMIRY.O.
lo cnsul do la rpubliqun francaiso est heu-
rouX de commiiniquer ses cnnciloyens par la voic
delapresso la leltre qu'il vient derecevoir de l'il-
luslro poete Itranger, vice-prsident ile la commis-
sion cntrale, pour les dor.s el oltrandes la patrie.
Cello leltre Imnoro i un-haut degr colui dul I'a
cntoct ceuxqu'ollo concerne.
1.a voiel :
Ciloyen.
La COmmission cntralo des dona el ofTrandes i
etrangres
uscrlpllon
Ello vous exprimo et vuus prin d'exprimer aux
gureux Rouscripteurs tonto sa gratiludeau nom
i ilo la Franco, pour coito noble ollVande. I'.n la por-
n ta la connaissaneo dla patrie, la commission
i remplira un dovolr d'autant plus doux, qu'elle
metlia en relief lo patriotismo et los sympalhl
lpublicaines qui animent les Franjis do votre
rsidenco.
Saint et fraternit.
I/un des membres
f Sign i Branger.
AUDA DE OBSTRITICIA.
A matricula sera abcrlano primeira de fevereiro,
o no ultimo encerrada : as lioOos principiarSo no
da 15.
Mara Tboodora Vianna do Carvalho, professo-
ra publica de primeiras lettras do bairro do HecilV,
participa ao respoitavel publico quoabro a sua aula
no da 5 do fovereiro.
'... i..*.v^, cu
^ peilMia, ;, |r., -
I- o vicio torpe,
coloeados,
no i
, a
,,'TTT,TT.riW,
l'iolan.lo ui3 do sai
A*iriude uo viste foragida,
Em pranto debulhada, om ais desfoila,
lio destino fatal victima infausta,
I.otando co'a indigencia '
>os maros procelosos da penuria,
Nos arrancos fataes do desespero,
Messe abysmo insondvol de desgranas
Armia era o Santelmo.
Coral .
Diversas
proviucit
;*58,C59
171,600
r, fito.iii!)
CONSULADO PROVrSCUL.
KKMuMKrrro do da as.......... 2:753)788
IVIovmciHo do Porto,
sSrs. accionistas que anda nao receberamo pri-
meira dividendo pdem remetter as suas apolices
ao psci pimo da companhia nudo se Ibes dar urna
cautela para recobercm o referido primeira divi-
dendo.
O secretario,
1 fl. J. Fernundes Barros.
labios puros
lula
Porque cerraste, oh mole: os
Diviriusa Armial1 Tu nflu viste,
Tfio afllicta, enlutada a natureza,
Em ; erenne delirio?
I nlo lo alo ste em convulso s, oh '. I
Ao \i-r de Ai ma o triste passa mont,
r.rguendo as mflos nos rus na despe
Do charo esposo o lilhos '.'
Ab se os campos da Ingujiro existencia
Silo rogados co'o fol do amargas dores
Quem v.i para o roo, perdciuloa vida,
He mais que venturoso.
Armia! vive em paz, nos cns dosean^a,
Respira o elber, nos mortaes vedado,
Mortal, que os iminorlaos eoutempla unidos,
Como ellos nao inurre.
equipagoni
lilil. Sr. Deixando hoje deexorcor o cargo de
piosidoiiio dosta provincia por ha ver-so dignado s.
M. o Imperador nomear-mo para a do Marnnhflo, cu
fallara tjuslica se uflo desse a V. S um teslemunhii
da r onsidcracflo om quesempre live os seos serv-
vicos, o do meii particular recoiibcciinenlo p la
promplidSo livro vontade co'o que V. s aceilou o
cargodachefode polica para preslar-nio, con i leni
prestado, a mais leal coa Ijuvacflo desde o da da
miliha pOSSO al o prsenlo
Cunheceiidodri lempos anteriores ozelo o a pro-
bida le com que V. S. costuma cumprir os devores a
sen cargo, a sua imparcialidado na i lmiiiislrai,'flo da
jStic* e O vivo iulorosso qoo s -muro lo na pela con-
serva^flo da Iraiiqillidado o seguranza publica, oo
live, nns circuiiislanci is ostraor.linarias em que so.
toril ochado esta provincia, novas occasides deapro-
oi- r tflo excellentes quali lados, o esperando que V.
S. aceite esta sincera expressflo dos meiis seniluien-
tos, ronovo-llio os protestos da minha particular
nmizade.
Dos guarde 1 V. S. Palacio do governo do Per-
iiaiiibiien,Sdodezemhro do tsis. Herculano l'er-
relra Peana. Sr. dosembargador Firmino Antonio
de Souza, chele de indicia desta provincia.
Navios entra/los no da 29.
Hondee ; Cl dias, barca inglez Cltanore, de 29" to-
nelaaas, capilflu Thomas Oaniford
12, em lastro ; i nrdem.
Londres; 48dias, hrigue Inglez WiMam-Rdtcard,
do 106 toneladas, enpipo J. Munroe, eqiiipsgem
lO.em lastro ; I. G. lerreira & Companhia. Fi-
eoiiemohso'vacfl'i com (dias do qunrenlena.
Kiliar.ly 7dias, briguo inglez Halcolm, do-je;, [o-
neladas, ca pi lito Ja mes Maieol.n, equipagom 1.3,
carga carvflode pedra; a ordem.
Iloston ; 34 das, h rea americana Smyrna, do 278
toneladas, capitflo Georgo Se.II. cquipagem 10,
carga razn 'as; n I..G Kerrcra & Companhia.
nos; 2 di s. baica ingleza Indas, do 368 tone-
capitflo Frankl'reii, cquipagem 17, om las
no capitflo.Ficou em observueflo com C
(Has lie qnaienti'ii i.
dem ; 57 das, barca inglez.) Elerprtu. do 288 to-
neladas, capitflo (ioo-g K. Fiador, cquipagem 15,
ein lastro ; n Nascimenlo c Amor i m Eicomem
olisoivacflo com (dias dequaientooa.
Havre; 4toas, barca rranceza Borneo, de406 tone-
ladas, capitflotJMriM Bougourd, cquipagem 17,
em lastro; aLoHreloiiSchrainin.
lu
tro
Mario saliido
no mesmo dia.
As su
I
; patacho brasileiro iaurentina-Bratileira, capi-
llo Joflo Mallos dos Santos, om lastro do areia.
THEATRO DE SAN-FRANCISCO.
QUAliTA-IT.IRA, 25 DE JANEIRO HE 1849.
A instancias goraos do publico,
i<..v aaa/tn itt, DAZA.'V,
Opera dramtica em cinco actos, em grande es-
pectculo e com dancas.
DANCA,
O Jnlo, dancado no terceiro acto pola pola Sr
Camoineo Sr. Adolpho.
CANTO INTEBUEDIRIO.
Grande aria da Judia, cantado pola Sr Aloxui-
DANCA,
.Novo Pas de deux galop, dancado pela Sr Ca
moni ooSr. Adolpho. *
O espectculo comecari s8 horas.
uriMw ',ViV.,..l,.S0','",'' '"'.....,ra "-'senlacflo de
IIELOlSh b ABEILARD, ou h: Utonaelfre d'Areonte-
nil, drama a earaeler, om cuco actos e em arando
es,., ctaculo ; o a TOltHE DE \ESI.E, drama em cinco
acios.
Para o Rio-de-Janeiro sabe, cm poneos dias, a
barca nacional Tentativa Feliz, por ja se achar com
grande parte da carga a seu bordo : para 0 resto, es-
cravos a fretc e passageiros para que olTorece os
mala ricos easseados commodos: trata-so na ra
da Moda,' n 11.
Para a Baha sabe, em poneos das o hiato na-
cional S.-Joo, por Icr a maior parte da carga
prometa: para carga c passageiros trata-so com o
capitflo a bordo, ou com Novaos & Companhia, na
rua do Trapiche, n. 34.
Para Artgoia ( Loanda ) sabir em poucos dias
o muilo veleiro, forrado o encavilhado de cobro pa-
tacho americano Lnuiza-llealon, capitflo J. Chesler :
recebe anda nlguma'carpa e passageiros, para o que
lem os melhores commodos : a tratar com Francis-
co Sevenano Itabelio & Pililo, no largo da asseinbla
provincial.
O Date Swo-Ollnia parlir para o Aracaty no
dia sahbado, 3 do feveroiro c s receber carga. al
o dia 2 Ignorando-se a morada do alguns Srs. que
trateram passagens, so Ihos convida a compsrecerom
al o dia priniero para decidirem definitivamente
com o meslre, no trapicho novo ou na ra da Ca-
deia-Velha, n. 17, segundo andar.
~ Para o Cenri sabe no dia 4 do fevereiro a suma-
ca Carlota, por ler a carga prompla : para miudezas
o passageiros, Irata-se com Luiz Jos de S Araujo,
na ra da Cruz, n, 37, segundo andar.
Leudes.
dro
~ Richard Royle fara leilfo por inlervencio do
corretor (Hivcira do grande poreflo do fazendas in-
glezas as mais proprias do mercado e que vende-
r para fechar conlas: boje, 30 do correte, as 10
horas da maiihfla, no seu armazem da ra do Trapi-
c'ie Novo.
-- Ceorgc Kenworthy & C. farflo leilflo por inler-
veneflodo corretor Oliveira, o por contado seguro,
ou de quem perlencer de urna poreflo de madapo-
locs, algodaozinhos e nutras fazendas inglczas ava-
lladas: qiiarla-IVira, 31 do correle, s 10 horas da
iiianhfla no seu armazem da ra da Cruz.
G. T. Show leudo do retirar-so para fra da
provincia fai leilflo por nlervenco do corretor
Oliveira, do toda a mohilia e mais perlenccs da ca-
sa de sua residencia no campo coiisislndo om ricas
mesas redondas, dila pira cha consolos, sophs ,
cadeiraa ditas dio bataneo, tanto do Jacaranda, fei-
U8 na Ierra com a.maior perfoieflo, como de ferro ,
e ou tras americanas, um ptimo lu.itro de bronzo
com quatro luzeso viilrosdc sobressalento globos
do cima do mesa, ditos de corredores palmatorias,
linternas de metal lino com mangas loilos ingle-
zes de forro com todos os partences anda nflo usa-
dos lavatorios grandes, guarda-vestidos, apara-
Jores secretaria, armarios, tapetes, esleirs de sa-
la jelosius cortinados, cxcellentes vasos para flo-
res, relogios do paredo e do cima do mesa urna
machina galvnica, mascaras o mais perloncos para
aprender esgrima a mais linda e admrravel collec-
(;flo do quadros existentes nesla eidade, lauto a oleo
como em gravuras (nissimas representando as-
suinplos histricos os irais interessanles louca de
porcellana edo uso apparclbos do cha, gurfos ,
facas, colheres e salvas de metal lino, copos para
vinho ditos para champanha e para agoa, crystaes
diversos om completo trem do cozinha e ootros
muitos objeclos ules, e que sera desnecessario
...U..IV...., i.m ainrmar-se serem inleirnmente no-
vos felos com peifoigflo o dos goslos mais moder-
nostodos os artigos suprameucionados. cuja venda
ser iiidubitavelmeule eloctuada sem limites em
rogo: soxta-feira, 2 do prximo fevereiro, s 10
horas da manhfla em ponto, anda que poucos lid-
iantes tenliain comparecido a tal hora na primeira
das duas casas novas ltimamente edificadas no sitio
do Sr. Cox sou prop ietario na estrada de Joo-
de-llarros, quasi defronte do Sr. inspector da al-
fa ndega.
Publicacao literaria.
EMT.

raco saber a qliem
fevoreiro al 15 l
C1.IISO Jl.lillUCO.
convler, que
LommEmio.
ALFA NDEGA.
liENHIMENTO DO DIA 29 ,......
7:331,035
lesde o dia 3
marco prximo os que sehon-
verem c examinar em proparalorios se-lo-hflona
rasflo dos oxames queja liverom leilo; polo que os
requerimenlos que para isso fizormn deverflo sor
instiiii los com as cerldoosdos exames ja feitos. Os
requorimcntos que nflo apresentarem nonhuma d
sns corldflos, serflo considerados como de
pretende f.tzor os seus piimoiros exames no
piridico.
O! I (ido 8 de Janeiro do 1859.
O director,
l'adrc Vigiiel do Sacramento Lope* Gama.
arTrTuMwjcgassaapta.-mmmmmmtmm
Oeciaracoes.
os-
quoiii
curso
Sabio a luz o resumo da historia do Brasil, com-
posto pelo professor pblicos. II. do Albuquerque
Esto resumo, inlormodiado pelas mais bellas estan-
cias do poema Caramur, e terminado por quatro
int<>ressantosndices chronologicos e por urna es-
lalislica dos hachareis formados em direito, olTorc-
eo no leiior instruccfloe recreio, e acommodidade
le encontrar em um vo|Ume mu bem Imprcsso a
por mdico proco aquillo queso adiara om varias
obrase por mais di' 0. Acha-se a venda na ra
10 Crespo, I Sr. Jos Azevedo de Andra-
do o em o,.,,,,, Malllias-Ferreira sobrado
II. (>, brox. 4,000 rs. .Nosles mesmos lugares pdem
os Sis. agsignailtes procurar os seus cxomplares, por
cada um dos quaes s pagarfl 3,000 rs.
Avisos oiaritimos.

Avisos diversos.
-- Para o Rio-de-J*neiro pretende seguir vageni,
com hrevidade, a escuna nacional Curiosa, por ter
parlo da carga prompla : para o restante e passagei-
Domingos Antonio de
do S Araujo, rua da
A adminislracflo geral dos cslabelccimenloa de
candado manda fazer publico que, no dia 99 do cor-
rele, polas 4 horas o niein da lardo sala das suas
sosmios .contraan Porar-cimento dos vveres abaixn
declarado; arroz hraneo, assucar refinado, 1 raneo redondo .azote doce, dilo do arrpate
cha hysson caf em grito carne verde, farinha da
uiuiulioca leile puio, le,ha de mangue do aqhas
regulares,galinbas, manleiga franceza, maesas,
ios, (rata-so com o meslre.
Azevedo, ou com Luiz Jos
Cruz, n 37, segundo andar.
-- Para o P.io-de-Janeiro segu, com muln bre-
vid;ilo. o briguo nacional Alalia : para o resto da
carga passageiros e escravos a froto trata-aa com
lona Francisco da Cruz, na rua da Cruz, ti. 3.
O patacho S.-Jno-Venced-r sabe para o Itio-dc-
Janoirocoma maior hrevidade possivel, para o que
ja lem parle do earregamcuto prompla: quem no
mosmo quizor carrogar, ou ir do passagem, oo
embarcaralgum escravo a riele, dirija-so ao seu
igualado, Francisco Alvos da Cunha, na
n. II, primeiro andar.
do Vi
rua
l'recisa-sa de 200,ono rs. a premio sobre boas
Urinas : qilem quizor dar anuiiiicH.
--Carlos Corroa .Mendos Simos, morador em
Olinda, faz soientoao Sr. a.iomataiit.i do capim de
planta, que ello nao vende maisca|iim desde o prin-
cipio de Janeiro do co rento anuo do 1819
--Os abaixo assignados fazem seiente ao rcspoila-
vei publico quojQiloBiptiitados Pasaos doixou de
ser son caixoiro desdo o dia 28 do COI rento : por is-
so nao so rospons.1hilis.1m por transaceo alguma
que o dilofizesse, a uo serem as conlas que em
pudor dos iinnuiKaiites existen).
Josii Joaquim Lopes Moreira & Irmo.
--Duarle V. MiJail retira-so do fra do imperio.
I recisa-se do um homem para dar licOes de pri-
meiras lettras a uns meninos: a fallar na ruado
rasscio, loja 11.19.
Precisa-sede um preto mensalmente, para tra-
tar do cava Ibis : na rua de Apollo, 11 25.
-: Hoje, 30 do corronto finda a au lienco do Sr.
w.juizda primeira vara lo eivel, so ha de de arre-
matar um escravo ponhorado por execueflo de l)o-
logosda Silva Campos : he a ultima praca.
rvRojo, 30 do corren te,-linda a auliencia do Sr.
I)r. juiz d primeira vnra do civol so liflo do arre-
matar 20 barricas com rarinba SSSF, penhoradas
por execueno de Manoel Francisco da Silva : be a ul-
tima praca.
I'rtcisa-se do una pretl para o servico interno
e externo do urna casa: paga-so bem: na rua lar-
ga do Lozano, n. 48, segundo andar.
-O padre Francisco Joflo do Azevedo participa
aos pas de seus alumnos que lem abertn a sua
aula no mesma casada rua do Rozario, 11 48 se-
gundo andar aonde contina a en.sinir os prepara-
torios lalim, rrancz o geomotria ; o promcllo des-
velar-so no adiantamonto dos alumnos auellhe -
rom confiados, lano internos como' externos
um inoiiino do 12 a II anuos, quo
' a de venda: na rua Nova, ven-
-- Precisa-so di1
Icnhn nlgumn prati
da 11. 55.
-- lrecsa-so fallar com o Sr. Dr. Lourenco Bozer-
i.i Carnciro da Cumia a negocio de sou i.iteresse.
annuncio sua morada
ou a quem faga suas vezes
poreta folha.
--oga-so a pessoaque.no dia 28 do correte,
leveasom-cenmonia do ti-ar do nina bocela en.
so com Amorim Irmos, rua dVcadeiafn. s'g!""^'"! poslos'.'"*88"" de an,M dVile ^ a"ca'S7os"ex-
MUTIL


.
'
3*
-Iinja-se.no Sr. Manoel Romfo Corroa que haja demandar bu,car urna marquczn que man-
dnii empxlhar ha muito lempo no prazo de s das
contados da da data destc ; do contrario, ser ven-
dida para pagamento da palha : na ra das Larati-
geiras, n. 5.
~ O abaixo assignado, lendohojc deixsdo de sor
caixoiro dos Srs. Mosquita & Dutra [ ir um dcsgos-
lo qai leve com utro ooixeiro da mesma casa de-
saja obler urna arrumacen eai algum estabolecimen-
to cnmmerchl e pira referencia da sua conducta
olH-roco os meamos respeitaveis Srs. Mezquita & Da-
Ira a quem de todo o coragao agradece o bom e
urbano tratamenlo que del lea sempre recoheu du-
rante o lempo que estere em seus aervicns.
L B. Maya.
Sor vele, a 200 rs
Na ra da Cadeia do Rccife, esquina que vira para
a ra da Madre-de-Dcos, com muilo asseio o promp-
tidfffl las 6 horas ein dianle.
d'orge Williams, subdito inglez, | relra-se para
Inglaterra levando sua mullier o lilba de menor
ida.de.
.^Fabrica de todas as qualidadesde mobilia
franceza no ultimo gosto de Pars cm
Pernambuco.
I.ourengo Pugi, marceneiro francez na ra Nova,
n. Mfbem conbeei'io tal por fabricar trastos do ultimo gosto avisa aos
seus numerosos frcguezes o geralmcnle a lodo o
respeitavel publico pernambucan que j Ihe deu
tantas provas Je ser amante do bom gosto, que el-
le" lem augmentado sua fabrica e que esta habilita-
do para emproliender qualqucr mobilia que se llio
eucoinmcndar. Asarles vilo de par com a civjlisa-
gio, quanto mais um povo hocivilisado, quanlo mais
os artistas devcm produzir obras linas c delicadas:
ncsle sentido o annunciante cmpregar tolos os
seus esforgos para salisfazer a todas as pessoas que
se quizerem ulilisar e sen presumo. Na mesilla ca-
sa fazcm cortinados para cama franceza.
Vicente Jos de llrito manda para o Itio-de-Ja-
neiroo seu cscravo, de nomo Antonio.
I'recisa-se de urna ama para o servido do urna
casa de pequea familia: na ruadj Agoas-Verdes,
n. 86, primeiro andar.
Quem precisar de um feilor dirija-se ra
Imperial, n 3!).
--Hilo se 100,000 rs a juros sobre penhore de
ouro ; na travessa do Peixolo, n. 40.
O abaixo assigna lo, em resposta ao annuncio
doSr. B. F. d'A. Campos, inserto no Diario ;le l'er-
nambuco n. 22, lona responder que jamis foi cai-
xeiro do S. S.j poia que, se o fosse, devena perceber
um ordenado qualquer, e as suas despe/.as de co-
mesliveis n.lo leriam enlrado nos balancos que
se derain em solembro do 1818 e Janeiro crrente,
ele.....Porm, dex.uido de parto oslas rasoese qui-
ta algumas fluirs, co iteiito-mo com dar publieida-
de a carta titira, que por cerlo S. S. nao me ha de
negara paternidade.
Ilirei algumas palavrasa respeilo da segunda par-
te do seu annuncio : se S S. pagou algumas das di-
vidas que contradi na alfandcga em meu nomo para o
estahelecimeiito ; o raciocinio menos lgico que se
pode deduzir beque me aulorisava para contraliir
laes dbitos...logo est Abrigado por todos muelles
que, durante o lempo que estivo ueste estabelcci-
meuto, contado para elle.
Quanto a ultima parlo do clebre annuncio doSr.
Campos, parlicipo-lhc que jamis mechafurdarei no
lamaral dos convicios ; porquaulo s acho isso pro-
prio para essas mulheres a quem os francezes ciia-
niam de demi-vcrlu.
. Concluirei, recoinmcndando a S. S., leia a sua
carta, que realmente deve estar esquecido dola, e
que a fago publicar com a propria oilhograpliiu de
S, S.
Jeroiiymo Manoel de Jess.
CARTA A QUE SB REFERE 0 ANNUNCIO CIMA.
n Sr. Jernimo.
Querendo o Snr. Teixeira largar a Suciedado que
tinlia comigo na fabrica ; demos Da I anco e achanios
pertode quindenios mil rcis de lucro ivre, cm seis
nii'zes. Hora eu como tenho os Mulcquos que sao suf-
liceutes par o (raballio, leulio vonlado de tica i
com o negocio, principal monte por estar ao pe de
miin, poi isso (>fl'crcgo-lbe o niesmo enlctesse que
t i lilla o Sr. Teixeira, que hora, a melado dos lucios,
e cagar-llio alem disso os charutos que elle fazia
portanlo pode Vmc. os seus ioo^dOO e mais o Offlpor-
to dos charuto! que fixer ; por isso se lieide olleiecer
este negocio a oulro lembiou-iiie oll'eiece-lo a Vine,
pois que Ihe tcnbo aiiiizadc a muilo lempo ; por isso
queio que me mande resposta a Ihe a noute ou pre-
cure-mo as horas que quizer porm devo ser hojo a
resposta para eu me saber detremiuar.
Kue o Sr. Teixeira sempre lizemos muito boa
armona, o apartamos a Suciedado sem termos quei-
xa liuni do DUlrOj como elle mesmo o pode afirmar.
Seu Amigo
Carnpoi.
S. C. 15 de Marco do 1848.
Os credores de Couto Vianni & Fillio leem au-
torisado a Ceo : Kcnworthy & Compaiiliia credores
tambem doa mesmos, para vendaren! a eaaa lo so-
brado de ous andares n. 33, na ra do Amorin ,
bairro do Reeife a nielado do sobrado da ra da
Cadeia, n. 27 que Ibes foram adjudicadas por sen-
tenga para seu pagamento quem quizer comprar
um e oulro predio, entenda-sc cum os cima men-
cionados quo estilo aulorisados para essa venda.
Teda iifliiu;ao ao que lie hoin.
Deposito de rap andaraliy
c imperial.
Na ra da Cruz, n. 63, primeiro andar, escriplo-
rio de Jo.- de Almeida Itarreto Bastos, vende-se u
bem acreditado rfl| andaraliy e imperial, fabricado
no Rio-do-Janeiro, sendo o nico deposito nesta
provincia; assim corno se vmde a retalhu as se-
guintes casas : ra da Cruz, n. 62 ; beceo da lan-
gosta n. 3 ; ra do Pifar em Fra-de-l'ollas n.
86;ruada Cadeia do Itecife, jis. 17 e 19; ra do En-
cantamento, n. 4?; rua do Vigario n lt; roa da
Cacimba, n. 2; la do Conlouiz, n. 11 ;rua doCul-
legio, n. 9 ; praga da Independencia, ns. 4 e 39 ; ra
do Queimado, ns. 10, I6e33; ra do l.ivrament,
ns. 4, 5 e 38 ; ra da l'eulia, venda da esquina, por
baixo do coronel Joaquim bernardo de Figueiredo J
rua Direla, ns 6, 16, 33 93 e 141; ra das Cinco-Pun-
tas, ns. 50 c 82 ; ra Imperial, n. 2 ; pateo do Car-
ino, n. 2 ; ra laiga do Itozano, ns. 29 e 35 ; la das
Cruzes, n. 40 ; ra do Cabug, ns. 1 e 7 ; ra Nova,
n 50 ; Aterro-da-lia-Visla, ns. 2, 46 e54; praca
Roa-Vista, n. 17 ; l'onte-Velha ns. 23 e 54 ; pa
da S.-Cruz, n. 106.
LADO
J. A. S. Jane, arlisla, (cm a honra de avisar ao
respeilavel publico, que contina a por denles arti-
ficiaos de porcellana, assim como tambem tira as
caries dos naturaesque tanto damnilicam os dentse
cooperan) para o mao hlito da bocea, nao sendo li-
radas ; caiga com ouro, prata o metal hraneo os den-
les forados, na sua residencia, na ra estrella do
Rozarlo, n. 16. 0 aniuiBciante assevera a todas as
pessoas que se quiserem ulilisar doa seus servgos,
que ii.'io exige paga alguma, uo (cando ns (lentes
tilo bem postos que uo se possam differengar dos
proprios naturaes, podendo-se mastigar com os mes-
mos toda a comida sem a menor dr ncm receio, e
por cujo motivo o aniuinciante espera na bondad*
de todas as pessoas que precisaren) de seu prestino
quenflo oueixom de procurar, a vista dosmuitos
exemplos que lem dado as pessoas que o lem pro-
tegido. -
A DO M no,
meslrc de cianea da academia
de lJaiis,
chegado ltimamente de Franca, offere-
ce-seao respeitavel publico, e principal-
mente aos amantes do bom tom, para dar
liedes de (tanca, lano em sua casa como
em casis particulares, por preco comino-
do ; c se obliga em d.zc licoes a dir por
prompla qualquer pessoa que queiri a-
prender : quem se quizer utilisar do seu
prestimo, dirijase ao pateo do Ha raizo,
u. 8, segundo andar, das G s o horas da
manbaa.
0 abaix assignado com loja de selleiro na ra
Nova, ii. 5, declara ao publico que a dita loja a
hotive por compra que (z ao Sr. Joo da Silva Bra-
ga, em 29 do oulubro de 18i8, como consta do pa-
pel de venda c balango da mesma dala, e como bem
se observa pelos annuncios que o annunciantc fez
da referida compra, inseridos no Diariode Pernam-
buen, ns. 254, 255 e 256 : e como lenba constado ao
abaixo assignado que rerto sujeito lem reeebide
SU*S dividas contraliidas desdo aquella data em di-
anle sem que lbo pcrlcncam, e nem para isso o ter
autorisado, por isso o annunciantc se apre&sa cm
prevenir aas seus llovedores que a nica pessoa com-
petente para receber suas dividas he o seu caixeiro
Justino da Silva Hala Jnior.
Dijgo Jos .tile Guimarie.
Pretende-sc comprara casa terrea n. 24 do pa-
lco do l'araizo : quem soiulgarcom dirito a ella,
por qualquer ttulo declare por esta folha no pra-
zo de tres dias.
No dia 20 do crrente mez de Janeiro fugin um
molcque, cabra, de lime Gaudencio; levando cami-
sa e coronta de algodilozinho, bonetdc ordo de pan-
no das cOres azul c branca ; estatura regular, com
cicatrizas de bexigasaind i mu vivas: dcsappaTeceu
com una gaineluilia de madeira branca : os appre-
heiisnresdirijam-soa ra do Queimado, n. 27.
Serafim de Sena Jorge retira se para Portugal
Ijiz Jo- de Sa Araujo embarca para o lio-
Crandc-do-Snl o seu oscravo ci ioulo, de nome Pa-
tricio.
Kscravos de habilidades vilo em praga por de-
bito*, sem vicios, por a primeira vara do eivel, n
lergn-feira, se bouver, na sala das audiencias, senfio
na soxla-feira.
C. J. Aslley nuidou o seo armazem o escripto-
rio para a ra d Alfaiidega-Velba, n 5.
o Sr. I)r. Lourenco Bezerra Carneiro da Cimba
baja de rao paleo do Carino, sobrado n. 18, que se
Ihe querfallar, a negocio de inic.esse.
O abaixo assignado participa ao corno do com-
mercio desta praca que elle formou sociedade com
oSr. I.uiz l'hilippeCrocco, da Haba c quo"s ne-
gocios que elle fez desde o primeiro de dczombro
prximo passaJo pe leucoma nova firma de Croc-
co & Compauhia. Kilo refere-so asentas circualos
quo se enviara prximamente as casas desta praca.
Viciar l.asne.
I'recisa-se de um pequeo para aprender o olli-
cio de cabelleireiro : na ra .Nova n. 39.
Na ra do Rnngcl, n. 43, fazem-se espoliado-
res ile molhor goslo queem oulra qualquer parle e
por menos prego.
Precsale de um feilor que sirva para'tomar
conta de um sitio nos Alegados : no Aterio-da-lloa-
Visla, n. 10.
Aluga-se urna escrava q ra : paga-se-lhe bem : quem a Uver, dirija-se ao
qiiartel do quinto halaltiflo de fuzileiros a fallar
com o Capilflo Joaquim llelfoll Comes.
Quem tiver urna imagem crucificada, com o
vulto de palmo e mcio, oulra imagom das Dores ,
oulra-do S. Agosliuho o oulra de S. Joao Raplista ,
dirija-se ra .la Florentina n. 10.
Em 23 dejaneiroausentoii-.se do sitio da Passi-
gem-ile-oliiiiln, de Francisco Ali'onio de Carvalbo Si-
queira, o preto I.uiz Paulo, cun ossignaes seguin-
tes : alejado das duas mflos que as uno abre bem, be
bast.mie relho, do mediana estatura, levotl um ferio
no pi'scog.o de marca pequea ejvelho; presme-
se que irla pura Caranhuns para a fazenda do Ma-
chado, donde elle j foi escravo. pois ja lem sido por
muitas vezes pegado em viagom para la : quem o
pegar pode dirigir-so aodilosiiio, ou a ra larga
do Rozarloaodito Siqueira, quesera recompensado
J. B. C. Tresse faz scicnle a pessoa que comprar
o sitio do Sr. Claudio Jos dos Sontos, em S. Ama-
ro que Ihe comprou o terreno que (lea e.n frente do
niesmo sitio, com 15 palmos o com fundo do silio
do Sr. Antonio Flix dos Santos e que faz entrada
do sitio do aiinuncianle Ihe est vendido por es
criptura publica que lizeiam o mesmo Santos e sua
mulher : o para prevenir engaos para o futuro faz
o prsenle annuncio.
FranciscoGoncalvos de Moraes, doulor em (
medicina, mu lou a sua residencia para o pri- *
meiro andar da casa n. 59 da mesma ra da O
Cadea-Vclha onde morava. (
balxa para ca-
a tratar na ra da Cruz,
Alosase o sitio n. 2 da estrada do Remedio, com
muilo boa casa grande quantidado de arvoredos de
fructo com sejam larangeiras, coquoiros, jambei-
ros, romeiras, cafeseiros, jaqueiras, etc., ex-
cedente agoa de beber, urna grande
pini, por prego com modo
ii. 51, doposito de rap.
-Na ra da Cruz, n. 21, precisa-so de um bom
cozinheiio forro ou captivo o igualmente de um es-
clavo para o seivigo de casa.
Na Camb i-ilo-Cai'ino, sobrado n.
io, primeiro andar, precisa-se de urna
mulber lona
temo de
casa e cngomnie
ta de tres pessoas, c piga-si
todo o ser vico in-
a familia cons
bem: fiuein
estiver neslas circumslancias, dirija-se
casi cima
-- I'recisa-se alugar um escravo para car regar pao
e fazer mais algum servigo ordinario: na ra do
Pires ii. 44, ao j da caixa d'agoa.
I'recisa-se alugar um pelo para andar com um
laboleiro de fazendas na ra daudo-se Ihe 12,000
rs. mensaes : na travessa do Marisco u. 24.
O/peina de encada nacui, dirigida pela /'. F. C. fie i.
e Silva, ra ettrttt't do Rotarlo, n 8.
Esta ollicina acba-se provida de lo lo o necessario
erra o bom dosempenho de qualquer oncadernaeflo
por mais rica que seja ; bem como lem e abre qual-
quer emblema apropriado as mesmas obras, o pro-
meta promplidfio por ler algumas pessoas traba-
ibando e pode com fa^ilida le aparar Ulna grande
porglo de resmas de papel diariamente, doura-las
pelas boiras, ele : ludo a um piejo moderado.
John Carson com sua mtilhcr, subditos i-) S.
51. llritaniiiC'i, rctiram-s i do imperio.
ATbnso Saint-Martn,
com loja na praga da lo lepndoncia n. 33 lem pa-
ra vender manteletas, v'.- as c palitos de ;:ros lo
N poles guarnecidos acoro franjas da retro/, vindos ultiman, jnl de
Pars, superiores sedaspretas para vestidos lucos
do blondo para os mosmos, chapeos de seda pira
sen hora ditos de palbinba abortos o lisos, flores
linas fiancezas do lodo O genero cortes .le seda
para vestidos maulas e 1 'iigos do seda com franja ,
ele. : se levara a domicilie
Lotera do lltcatro publico.
Nao obstante a morosidad^ que lem bavido na ven-
da dos bilhetos da ultima terg.i parta da 18.' lotera,
todava o tlies.mreiro, desejoso de fazer andar as res-
peelvas rodas o mais breve p>s.ivel, convida ero-
ga aos amadores deste jugo que se apressem a com-
prar o resto dos bilheles que existoin,afim de que,al
o lim do crrenle mez, equandu minio na principio
de fevereiro prximo fuluro, possa ser marcado o
dia iufallivel do referido andamento.
Ana
DESOL
do Pusseio, n. 5.
o rubricante desta estabeleciment advorte ao res-
peitavel publico desta eida le que elle possuo pro-.
sonlenienle um rico sorlimenlo do chapeos de sol,
assim como chapeos deso de seda furia-cores, dos
mais ricos que teem npparecido ne ito morcado, e de
cores couheci las ; ditus para senhoras de bom tom.
adamascados, lavra ios, com suas competentes fran-
jas de retroz, ludo quo tem de n ais moderno e do
loelhnr goslo; um completa sorlimento de (diapeos
de sol de pauniiho de todas as cores e de todos os
tmannos, para hnmens, senhoras e meninos: ha
tambem igual sortimeiito de fatcndaS para cobrir ar-
magOes, tanto de sedas de coi es, como ib; paniiiuhos
traillados e lisos imitando seda. Adverte-se que o*
rreguezesserloservidos com brevidade, oseadla-
ro sati.-leitos da boa quali la Je, do hom gosto e do
bom prego.
llomiropatbia.
Primeiro consultorio gratuito para os pobres
na rua da Cadeia de S.-Antonio, n. 22, dirigi-
do peloSr. J. I!. Casa 11 ova me lieo'fr.incez.
lisie consultorio estar aberlo desde as bo-
tas da man lula at as da Urde. Os pobres
recbenlo consultas e remedios gratuitamen-
te: apresentando un alicatado da pobreza de
seus vigarios, ou mesmo .le mitro qualquer
sacerdote.

m
a.
pa
Zefirino Jos dos Santos, Drasleiro, relra-se
ra o l'enodo com sua familia.
Aluga-se a casa da esquina da rua do Mondego
para a Trempe, muito acreditada para venda pela
sua antiguidade, leudo ja armacfld para esto estaba-
lecimenlo: a tratar na botica do largo da Santa-
Cruz, 11. 4.
Ollerecc-se um rapaz brasilero para caixeiro de
qualquer calahclocimento, anda que mo lenha pa-
tica para aquillo que se Ihe oHerccor, cointudo tem
ilitelligeilCia ; o aptdfio, pata o que da fiador de sua
conducta : quem do seu piesliuio se quizer ulilisar,
annuncio.
Ullereco-sc uina rapaz porluguez para feilor de
sitio, engenho ou para oulro qualquer servigo:
quem de seu presumo se quizer Ulilisar, dirija-se
la e.-treita do Hozario, n. II.
'w M. S Mawson, cirorgiSo dentista, lem
a honrado participara seus frcguczrs,e
em geial ao respeitavel publico, que tem
mudado sua residencia para a rua Nova
11 21, primeiro andar. Espera que todas
as pessoas que piecisarcn de sen presti-
mo bem reconliccido nesta cidade por moi
tos anuos, continen) com a sua proteccao ;
esmerando-se elle no dcsempcnbo di sua
arle, e remunerando as coma sua prom-
plidao c coiiiniddi lade nos pncos.
-- liei'iiardino Francisco do Azcvedo Campos, len-
do 110 Diario n. 21, de 2(1 do cm rente, um ilinunciu
feiio pelo seo ex-caixeiro Jeronymo Uanoel de Jess,
declarando acbar-se o annuiiciante obrigado ao 1 a-
gment das dividas conlrnlndas pelo dito seu ex-
caixeiro, declara que desdo odia 23 deste mizque
o despedir de sua casa, o une nlo se rcsponsabili-
sa por divida nlguma por ello coulrahiibi, seja qual
lr a Urina de que o mesma se valerse, poi uo ti'i
lido com elle sociedade alguma comiiieicialj assim
como declara igualmente as pessoas que se achaill a
dever algumas quanlias a fabrica do charutos da 1 na
i'Slieila do Rosario, n. 45, nflo paguem senlo ao
abaixo assignado sb pena de Ihe ser exigido de no-
vo o pagamento, salvo aquellas divi as quo por
nina re la gi o assignada pelo annuncianlo fdreni
exigidas pelo referido seu ex-caixeiro
Can,ios e Soma.
Aluga-se a casi do tbeatro d-i rua
da l'iaia, prompla de ludo para qualquer
espectculo: a Callar 110 Alcrro-da-l5a-
Yist, n. 10.
Anda.eih praga por venda, um terreno com ca-
sa do vivenda e algumas bemfeitorias penborado s
Maiioi 1 FranciscoGuimarfics, porcxecugUo de Ma-
IheusAustin &C, pelo juizo do clvel da segunda
vara o qual ha do ser arrematado no dia .1 de feve-
reiro por ser a ultima [raga, na sala das audien-
cias e que lera lugar das II horas ao meo-dia no
lim da audiencia.
--Aluga-se a casa da esquina da rua do Caldei-
rero para o porlo do embarque com armagfto pa-
ra venda e Con)modos para morar familia : na pra-
ca da Independencia livrariu ns Ce 8.
O abaixo assignado,como administrador de sua
mulher,Angelica Mara do Kspirito-Sanlo, faz publi-
co que uiugiiem faja negocio algum com nina parte
Conceigo da Roa-Vista,
>"SP*f fl>9fl>'>1''*,?>'?'<**'5'***???.
Compras.
1-Coinpia-se una prensa de copiar carias que
seji cm s'guma nio masque esteja em bom es-
tallo : na praga da Independencia, n. 37, ou annun-
cio.
Compram-se, orToctrvamonte, garrafas e bol jas
vasias: no Aterro-da-l!oa-Visla, fabricado licores,
II. 17.
cf xadocaviKai
Vendas.
Lotera do Itio-de-Janeiro.
A !>; 20:000^000 do s.
Na praca da Indepen 'enca loja n. 37, vendem-se
bilheles o cautelas da > lotera das casas de canda-
do do lui-li! -Janeiro por prego com nodo. V el les,
antes que s- acabeui.
Veo le-se um rieoai'oarelho para nfiicial suial-
lerno da guarda nacional, coutendo una barretina,
estala toda pinteada, lia lor, banda,dragonas, ta-
Mi C canana ; I nube 1 se ven le una oulra espada,
b t rielan de couro de lustro, banda, tal un e canana,
mais ordinario para o servigo : 111 rua Nova, n. C3.
1 Na rua do Aragao, ii. l, existe para vender urna
negra ci mus, de dado de 18 a 0 anuos, propria para
qualquer servigo de Casa ; a vala do Comprador Se
1I1: a iioi qoe se vende.
Vcude-se manteiga ingleza, a (i-o
a oo rs.
rs.
'I"!\
rs. a
rs. ;
libia ; dila de poico.
de una casa sita na rua da
n.7, assim como um terreno sito na villa de Cara-
nhuns, cojos bens loca rain a dila sua mullier por
bcrauga que huuve de sua mili e irnio; bem como o
abaixo assignado declara que de presente os ditos
bens se acliaui livres e dosempedidos.
Maneol Mun ira de Vello
Aluga-se un sobrado piulado de novo, de um
andar e soto lujas e sitio na rua da (doria, 11. 7,
com bastantes comino los | ara familia, armazsm
para esclavos: o si lio lem bastantes arvoredos de
ruclo parreras, cacimba com bomba banbo sal-
gado, estribara'o nutras comniodidadcs : para
ver, no niesmo sobrado achara quem o mustie e
para tratar do ajuste, 1 a rua larga do Rozaro, loj
de niiudezas, n. M. Na mesma loja tambem se alu-
ga nina casa tcriua na rua da (dona, 11. I, por9,000
rs. mensaes.
5
os, a i,3oo; sal>fto cm caixas, a 110
luna, de mellior qualidade a iao
arroz, a 2,000 rs. a arroba, e cm li-
bra a 70 rs. ;iiiillio, l'eijo inulalinlio e pre-
lo, enisaccas,quai leiiocsecuias, por preco
.i .i- 1 ni conta do (jiic ni iiii a qualquer
parle : no palco do Terco, venda 11. 7.
Vende-sc violto da Ficueira a 1,280
s a caiiaiia, c a :(io rs. a garrafi : no
pateo do Terco, vendan. ~.
Vcndcni-se liacas de vimes : na rua
da l'raia, destilacSo n. 17.
Vende-se muilo hom queijo londri-
ni); dili) de pralo ; presunto ingle, para
liamb c ; conservas; latas com biscouli-
11 lio lino: liidocbcgado pela barca Colum-
bas : na rua Nova, n. '5, venda de Anto-
nio i'Yneia Lima.
Vende-se um piano forte, vertical e de Jacaran-
da, chegado ultmame uto cnm niuito boas vozes,
e de um macliinismu de nova iuvengno para por as
vozes mais baiHas at dous tons, o que torna esto
inslrunicnlo muito vanlajoso para canloria; cha-
rulosde llavana por prego iniiis commodo do que
cm oulra (jualquer parte ; 11 n completo soi tmenlo
de instrumentos do msica, tanto de mol o I como
de madeira ; bustos io gesso representando muito
lielineulo a ranha Vicloiia e o principo Alborto:
relogos de ouro o de prata chegados ullimaineiilo
da Sussa. Estes relogos quo sao muito bem aca-
bados, se tornam muilo recommendaveis a qual-
quer particular, o adverlo-se que ha entro el lea
alguna que andam uitn das sem precisarem (le cur-
das : ua rua da Cruz, 110 Recite, n. 55.


V

No armasen, de Joaquim da Silva
Inopes, na na da Madre-de-Deos, n. o,
vendem-sc sacras com G arrobas v S li-
brasdesuperiorfarinlia de lii^n.da me-
lnor qnalidade que vem a este mercado,
e cliegada ltimamente, pelo liaralo pre-
co de 10,ooo rs. a sarca.
Gangas da India,
amrellas a peca
deduas larguras pelo barato prego de tlez tostos,
para realisar rontas : no arroaz..... de forondas de
Itayinuudo Carlos Leitc lia na ilo Queimado, II. -27.
4otas egypciay
Remedio sem igual para dr de (lentes, ja lieni eo-
nheci'o no Rio-dc-Janeiro provincias do sul e ulii-
mamenlo nesta provincia pi la sua efllcacia em alli-
viar a dr mais tenaz qur seja motivada pela ca-
rie, quer por inilrt 11:muelo ; ii;as so a experiencia de
urna prova llia dar o devido merecmonto. Vend-
se na na da Cadeia do lente, bolita 11. :! de T-
menla >\ Cruz.
Vendem-se barriquinlias rom cal virgeni de
Lisboa, muilo nova; fechaduras para portas de
armazem ; retroz do Porto; larris com alcatrito da
Suecia ; pilulas da ramilia ; aurrelas com a/eito-
nas, por prego commoilo : na r.ia do Vigario 11. II,
rmazem de Francisco Al ves da Cunha.
Vendcm-se laboas america-
nas al 3 palmos de largura
e de lo ios os romprimonlos.que lia muilotempo nfio
teem viudo e os frepuezesexperin entondo a falla
desia cxci II ule qnalidade. A ellas que silo puncas e
o preco he barato. Atrs do Ihealro, armazem jim-
io a maro, de Joaquim Lopes de Almeida.
Fardo ,
fin barricas a 4,<>oo rs. ; sacras grandes, a 3,50o
rs., ditas pequeas a 8,800 rs : noarmazein de J.
J. Tasso Jnior, na ra do Amorim, n. 3.
No arruazem re Joaquim ta Silva
Lopes vcndein-se saneas com cali'- de es-
colha de primeira qnalidade. a 1,700 rs
a arroba ; tnicas com huculho de esca-
ma a 0,000 rs. ; ditas com lardos n
4,000 rs.
Vendem-ae barra pequeos com calvlrgemde Lia-
boa, >inaii nova que ha, no mercado, por preco 10111
modo : na ra da Molda arumcm a. 1?.
Polassa.
Deseitiljaieou lia poneos das tuna por*
cao de barris peqtunos, rom milito nova
e superior pntas>a, e se ncliam venda,
por preco uais unidlo do que ultima-
mete se venda, na ra da Cadeia-Velha,
armazetn de Bailar & Uliveira, n. 12.
Cha nacional de S.-I'aiilo.
Vende-so o moilo superior cti de S.-Panlo em
caisas do 1, 3, 6 e 13 libras : na roa da Cadeia do
Recite loja de Joo da ( unlia MagalhaCS.
Vendem-se presuntos para hambre; quoijos
londrinos; ditos de pruto j latas rom bolnchinlia
linaje Lisboa ; ditas do araiula ; conservas novas;
mosturda ; potes com sal lino latas com marnela
da nova ; dita:, com brrvillias; eHixiiiias com mas-
sss linas vinbo moscatel de Sctubal; dito Klieriy ;
licores linos ; e ouli os mais gencios, por prego com-
modo : n 11 n,a da (iiuz, no Itecil'e, n.46,
, .AKELU
em saccas muilo grandes,
a .Vioo rs. a sacca:
no armaz' mdo Bragezao p do arco da Conceic.no.
As seguintes modn has para
plano,
na loja nova Jofio da Costa Duurado: Que trasteaos moraos que
preste; A escollia das tres llores do i:aiioraina;Quem
um leu sorriso goza ; Poupando votos, a Lama Isa-
bolla.
Vende-se superior cbi bys-on a 2,fl00, 2,240 e
2,5Go rs. a libra ; manteiga inglcza a 6i0 rs. a li-
bra; superior vinlio da Figueira, u 1,120 rs a Ca-
nad ; dito mais superior a 1,280rs. a caada ; su-
periores bixas de llamburgo, as quaes lanibcm se
alugam poi piegocon modo: no Alerro-da-lloa-Vis-
ta II. venda que fui do Maya.
Batatas
ltimamente chegadas de Lisboa em eanaslrinhas
de arroba e meia, pelo diminuto picgu de 1,000 rs. :
no Cuesila Alfandcg, aritu-zem 11. t.
Vende-se um cava I lo bastante gordo que an-
da balso at meiivpor preco com mudo: na 111a es-
trella do P.ozario, n. 13.
Va PiiaNova, n. o,
vendem-sc dona uiolceoli sde nago, de tc a unos 0.1-
la mu muilo linios ; un dito de muo, iiel2nn-
iios; urna nuilalinlia de 12anuos, que ja cose h f-
l'rivel; una preta boa quitan lena urna [dita boa
eoziiihcira ; una dita de is anuos t|ee cngoinma c
roziuba, da-sc barato, poi ler um diTeito em um
dracada, propria para qiia|qucr cstabele-
cimento :a Iratar na na da Cadeia do l\c-
cife, n.
35.
Vende-so nina preta moga, que cozinba, lava,
vende na ra e he boa compradeira ; un moleque
1I0 10 nonos; urna mulalinlia com principios de cos-
tura ludo em conta por ser de pessoa que se re-
lira : na ra larga do llozario, 11. 46, primeiro an-
dar.
Vende-so superior oleo do linhaga, lauto em
porcSocomoa rotallio, por prego mais commodo
do que <'in oulra qualquer parte ; na ra Nova, fa-
brica de caldcireiro, n. 27.
INFOIIM A COKS SKMF.STRF.S.
Vciiilcm-se infoi magnos semestres para os corpos
lo primeira linlia: na pragada Indepoiideucia, II-
vraria lis. fi e H.
rOLIIIMIAS
para sacerdotes para algibeira,?para escriplorio o
para piula : vendeui-.su na praga da Independencia,
livrana ns C o 8.
Veiule-se 11111 preto do22 annos bom cozinhci-
ro,ede bonita figura : no caes da Alfandega ar-
ma /em de Antonio Aunes se dir quem vende.
Bombas de Ierro.
Na fundiefo de ferro da ra do Brum, acham-sc
a venda suporiores bombas para cacimba, assirn
eoniodc repudio para fazer aagoa subir as casas de
a 5 andares.
Vende-se en.' virgem de Lisboa,
ehegada no ultima navio, cm barra pe-
nenos, por menos do que em ontra qtnl-
qner parte; na ruado Trapiche, arma-
'em n. 1 7.
Vende-so vinho do Porto, muilo superior
de Mitras quididades, em baris de quarlo, quinto,
scitu, stimo oilavo c orn pipas, por prego muilo
commodo: na ra do Vigario, armazn de Fran-
r-isco Alves da Cunha, ti. II.
Tapioca do liara nliao.
Vende-se, no armazem de farinha, na ruado Col*
legio n. 21, tapioca do Marnhfio muilo alva por
prego menor duque o do costume. o mesmo ar-
mazem ba mull) novo em saccas, e lambem fari-
nha.
Vende-se na ra da Codeia do Rcrife- luja de
lorio da Cunha Magallifies,o primeiro volume dos Sa-
lo Ceceados Moitaes, por Kugonio Sud traduzido
em i'iirliiguez por I ,(!d0 rs. ; o Mendigo negro de
l'aulo l'eval Iradu/ido em portliguez por A. Itegn,
I v. ,| or 1,000 rs ; as poesas de Joao de l.emris Sei-
iaa Caslello-liranco ; Amor e Melancola, por Cas-
lilho jo'p'imeiro, segundo e lerceiro volume da
Lizia Potica,
Vende-se sarja de seda hesp- gh
^ nhola mullosuperior, setimde Ma- p
jejj cao pioprio para vestidos, los de 3j
; ^ prelbs de seda de peso, panno pie- ^
3 lo muilo lino e piova de lunao, Sr'
'm caz mira pida elstica, sarja de f?'
yi lislias.siiin proprio de collele, as- ^
l sim romo oulias militas fazendas 5
;^ lins, propiias para a quaresma : S
Indo.mais barato do que em oulra ^
;.5S .Morena Lopes &: t!oinp niliia, r.ia m
i-ojj do Queimado, qualro cantos, ca- f
sa amarella, n. iq.
m
Agencia da fundicao
Low-illoor, na da lienzaIIu-
nova, n. 4'2*
Nesle eslabelecmento contina a ha-
ver um completo sorlnvento de moenda6
e u ias moendas, para cnj>enbo ; ma-
cbinas de vapor,e tachas de ferro batido t-
coa do, de todos os tamaitos, para dito.
Falioado de pinho da Suecia,
de 10 a 55 palmos
ile comiiriment o inelhor que tem chegado a este
mercado, em razilo do se podr envernizarem qual-
qner nina por nao ler nos e ser mudo alvo gli-
do costado, cosladinbo, assoalho, forro e para fun-
dos de barricas : voilde-se a preco que o comprador
far lodo o nepocio! atrs do lliealio, armazetn de
Joaquim Lopes de Alnieida.
Presuntos.
Vendom-se superiores presuntos instezes para
fiambro, rbejtndus no ultimo navio: no armazom
du llragucz ao | do aico da Cunccifflo.
FAREI.0 l-M SACCAS DE 90 LIBRAS :
ven do-se no aroiszcm de Vicente "ci reir da Costa
na ma da Madic-de-Dcos, a ^,S0Ois.
Tai vas para engeaho.
Na fniiilii ande forro da ra do Brum ucha-fo a
\cinlii um rnoiplcto soriimcnto de la i xas del a 8
Jilo ; urna moler-ola de 14 anuos, sum li.ibilidades, I palmos de bocea, por (rc^o commodo, c cun proinp-
muilinda c propria paraaeensiuar, lidflo embarca-so, ou carrega-seein carros seindcs-
iiezas no com rador.
Alndeira de pinho.
Na ra de Ai pollo, pegado ao armazem do Sr,
Molla, ba i un novo armazem com niadeira de pi-
tilla da melbor qnalidade que tem vi ti o a esto mer-
cado c serrado de todas as grossurti.s e comprinien-
tos : vende-se i elo menor preco que ho i ossivel.
Vende-se urna armacao toda euvi-
Kiui do Livrainento.ii. Mi
Nesla loja ba ricos cenes de cassa a .1/200 r. ;
editas musas muilo finas, para alliviar luto, a 200
is. o n v. i!.j ; dilus de (i'ues livs a ICO, 200 v UU)
rs. ; madapoln de jardas, milito lino; dito de 20
varas, a4,300rs.f casimira preta; meiin; lencos
de mo com bicu as ponas e bordados; ineliiii
azul, a 160 rs. o covado ; o oulras muitas fazendas
que silo pechinchas pelo barato prc^o por que se
vendem.
Na paitara da ra da Gua, no Rccifc haver
to los os das a venda o novo pito de Provenga fa-
bricado poroulro modo que o actual e da melhor
farinha que ha no mercado : por este motivo n3o se
podo fazer sen3o a 40, 80 e ICO rs.
Vinlio barato.
Aclia-se eslabelecido na ra da Madre-de-Deos,
n. 36, um armazom de
Vinhos da Figuera,
de ptima qualidade, a preqo de 1,200 rs. a caada,
o a ICO rs a garrafa ; e para no haver dolo do com-
nrador serio lacradas as garrafas e com rotulo, re-
ccbe.ndo-se a garrafa vasia, e dando-se inmediata-
mente a outra cheia : lamben, ha barris muito pe-
queos proprios para quem passa a fesla. O pro-
nrietario dcste estabelccimento pede encarecida-
mente que se nfio illudam avahando, pelo diminuto
prego e sem conliecimento de causa a qualidade de
sua fazenda digna por certo da estima dos verda-
deros amantes da boa pinga. Elle corita que quem
urna vez provar, continuar com gosto e sem arre-
pemlimenlo. E o bom preco!!.' A todo o cxposlo
accreseo o asseio e boro acondicinnamento 0 que
ludo se podera verificar em dito estabelccimento.
Vende-se a verdadeira e muito superior fari-
nha SSSK, a retalho e em porgfio ; dita dcoutros au-
tores : na ra do Vigario, armazem de Francisco Al-
ves da Cunha, n. II.
Vcndeni-se saceos com farclo,
chegados ltimamente, pelo diminuto
preco de 3,4oo rs.: na ra da Sanzalla-
Vel'ba, n. i38.
.No deposito de Me. Calnionl & Companbia na
ra de Apollo, armazem n. C, acha-se conslante-
nienle grande snrlimeiito de ferragens inglczas para
engerihos dn assucar cono sejani: taitas de ferro
coado de dillercnlcs modelos, os mais modernos;
ditas ile ferro balido ; inoendas de ferro do mode-
lo adoplado para armar em inadcira ; oilas todas
de ferro, lano para agoa como para animaes ; ma-
chinas de vapor de torga de qualro cavallos e do al-
ta pressao o mais moderno c simples que he possi-
vel ; repartideras ; espiiinadeiras ; le.sfriadeiras de
ferro cstanhado; formas de ferro : ludo por prego
commodo.
-- Wndom-so, por prego commodo 14 asseiados
vasos para jardiin : na ra do Trapiche, n. 44, pri-
meiro andar.
Vende-se a venda da ra do Apollo, 0.21, com
poucos fundos: quem a pretender, dirija-sea ra da
.Madre-de-Deos, Iratar com Vicente Ferreira da
Costa.
Vende-se calvlrgemde Lisboa, em barris de 4
arrobas ehegada pelo ultimo navio, por preco commo-
do : a tratar com Alnieida & Konseca.ua ra do Apollo.
PURO VIN'IIO DA FICUF.IRA.
Existe no armazem de molbados, atrs do Cor-
po-Santo n. GG urna grande porefio deste genui-
no vinho que se esl vendendo pelo diminuto pre-
go de 1,120 rs a caada e a ICO rs. a garrafa ; tam-
bero ha em pipas que se vender mais em conla : he
este o melhor de lodos os vinhos que se teem 8n-
Dunciado pela sua simplieidade e ptimo paladar :
quem urna vez o beber jumis deixar de o com-
prar.
Fabrica de Todos-os-Santos.
Firmino Jos F-.da'Rosa enm escriplorio na roa
do Trapiche, n. 44, avisa aos scus fregueies que aca-
ba de recebar pela escuna Curiosa novo soi ti men-
t do excellentc panno de algodfio cntrangado quclla fabrica ptimo para ensaccar assucar, c pa-
ra roupa de esravos. O annunciaiitc conla que,
alm da fazenda, desejo de animar o desenvolvi-
menlodeuma fabrica nteirainento nacional, pro-
mover o promptu consumo da sua receila.
Vende-sc nina negrinha de 13 anuos, de linda
figura,com aljamias habilidades e que lie propria
para mucama por ser roculhida o n.uilo carinhosa
para enancas, a qual se vende por haver grande
precisDO : na ra do Fogo, n. H3, se dir quem vende.
Algodao I raneado da fabrica
de Todos-os-Sanlos da
Uftliia ,
mullo proprio para saceos de assucar e roupa de es-
clavos : vende-sc em casa de N. O. Bicber & Com-
panbia na ra da Cruz, n. 4.
Vende-se a verdadeira potassa da
lins.sio, desembarcada bontcm, por pre-
co muilo rasoavel, vista de sua muito
superior qualidade na ruado Trapiche,
n. 17, e ra da Cadeia, n 3.
Notos riscad s rnonslros chi-
nezes, a 500 rs o covado.
Xa loja de Cuimaraes & Cnmpanhia na ra do
llrespo n. 5, venilcm-se os novos lascados chjnc-
zes fin s de padrocs muilo lindos e os mais mo-
dernos que teem apparecido nesla eidade, de vara
de largura pelo barato prego di; 3G0 rs. o covado.
t\s novas casimiras de algo-
dao, a {$60 rs. o covado.
Xa loja n. 5 da ra do Crespo, vendem-sc as novas
casimbas do ulgodito de padroes os mais ricos que
leem 8| parecido ueste meicado pelo barato prego
de 560 is. o covado.
Vendeiu-se semeas em saccas muilo grandes ,
a 4,300 is. : na ra da Miidre-de-Dcos, armazem d
Vicente Fe reir- da Cosa.
Extracto de salsa-parri!lia con-
centrado do I>r. Ifcad.
lia qualro anuos, desde que esta superior prepa-
ragao de salsa-parrilha fui COlihecida no ltasil ,
piiiicipalmeute ao sul onde esl conhecida como
un dos remedios mais eflicazes para todas as moles-
tias produzidaspela impureza do saugue como
sejam eseropliulas nu alporcas, molestias syphili-
case mereuriaes rheiimalismo, chagas ulcerosas,
tumores brancos, doengas do ligado e da culis,
debilidade gcral, etc. ; he tamhem recommendada'
para as molestias interiores em que se sunpOcm
os bofes e peito atacados, e bem assim naquellasem
que a consliluigfiocsliverarminada pelo uso exage-
rado de preparagocs mereuriaes. As curas que tem
enVctuado nestas molestias sao tfio numerosas e
completas, que all tem ganho o titulo de verdadeiro
restaurador da sade. Vende-se na ra da Cadeia do
Recito, botica n. 8, de Pincola & Cruz.
CIIA'BRASILEIRO.
Vende-se, no armazem de molbados, atrs do
Corpa-Sanio, n. 6C, o mais excellente cha produzi-
do emS.-l'aulo, que tem vindo a este mercado ,
por prego muito commodo.
Vende-se muito superior lagedo de Lisboa, e
cal virgem em barris de 4 arrobas, por mdico preco:
na ra do Vigario, n. 19.
-~ Na ra do Crespo loja de 4 portas, n. 12, ven-
dem-se chapees de castor pretos, de muito boa qua-
lidade a 4,400 rs.
Vende-se una porgo de nzc te do carrapatr),
at.GOOrs a caada ; 4 depsitos para o mesmo; 4
folbas com suas medidas cfuuiz; urna cama deau-
giCO, por muito commodo prego; um capote do
panno para senhora, obra boa e em conla: na ra
das Cruzes, n. 36, primeiro andar.
Vendem-so csibros de mangue de butilo, a 20o
rs cada um madeira propria para o ar e CllfiO : uO
paleo do Tergo, piulara n. 30.
Vende-se nina mohilia de oleo em bom uso
sendo umsoph, 12 cadeiras, duas rnosas e Urna
banca de ineio dn sala : na ra Nova, n. 56.
Vendem-secadeiras de Jacaranda de difTerenies
moilelos chegadas bllimamehlo do Porto a tralar
com o eapftSo da barca Helia-I'ernambucanu, na pra
gado Corpo-Santo, n. 6.
Vendem-sc lindos moleques de 10 a 18 anuos;
4 pretos do 25 anuos ; 4 pardos de 16 a 25 anuos ; 3
negrinhas de 8 a 12 annos ; urna mulalinha de 16 an-
nos ; 4pretasdel8a 20 anuos, com habilidades:
na ra do Collegio, n. 3, se dir quem vendo.
-- Vendem-se na quarta-feira, 31 do corrento, no
largo do Collegio, 8 a 10 bois mansos, proprios
para cairoga.
Vende-se urna pr.cla moga rom muito bom
leitc para criar um menino, e que cozinba, engom-
ma e cose.: na i ua do Fogo, n. 23.
*
Ya ra de A goas-Verdes,
n. 40 ,
vende-sc um bonito pardo sem vicios nem acha-
ques que he bolieiro c com mais habilidades; 1
dito proprio para engenho, por ser bom carreiro e
bom pagem ; 3 ditos; um bonito moleque de nagilo,
de 15 annos; urna bonita mulalinha com boas ha-
bilidades a qual so vendo por estar grvida ; 4 cs-
cravas para todo o servigo ; urna dila boa qiiilan-
deira |>or 280,000 rs.; um bonito mulatlilio do 14
anuos.
^ -- Vende-se um carro novo de 4 rodas com r-
rcios, proprio para 4 a 6 pessoas, de muito boa
conslrucgo, por prego commodo : para ver. na pra-
ga da Boa-Vista, coebeira do Sr. Franco, e para tra-
tar na ra cstreita do llozario loja de trastes,
*" ',", Ven,,em-S0 casaas bordadas brancas o do cores ,
a 320 rs. a vaia ; ditas de corea o-uito linas a 500
rs.; sarja hespa nhola, muito superior, por prego
commodo: na ra do Queimado, n. 47.
- Vende-so una preta de 35 annos, mullo Ral,
quocoznna lava sol', ivelmente c be boa compra-
dena; urna parda do 16 annos, de bonita (gura,
que lio boa costreme propria p.ra mucama, por
ser rcci-lliida : na ra do Sebo, n. 34.
-Vendem-so barricas com cal virgem de Lisboa ,
uesomoarcada neslesdias, por menos prego do que
em oulra qualquer parte; ua ra do Brum, armazem
ue Antonio Augusto da FonsCCa.'
Aviso sansfactorio.
0 al.aixo assignodo, agente do doutor Braodreth,
fazscienleaorepeitavel publico, que pela escuna
americana Oulesie,onirda no corrente mea de Janei-
ro racebeu um novo provimentq do piloltg vee-
taes de seu propiio autor. Kslaa celebres r.ilulas
sao recommeudadaa por militares de pessoas como
bem demonstra o receiluarin que acompanba' ns cai-
Xinbas i quem ellas tem cura lo de tbvsica,influen-
cia calarios,indigestOes,ilcspe.p.va,doi'esde' rabega,
dores ou peso na nuca, que feralmente sao sntomas
d'apoplexia, ictcricic, febres intermitentes bilis es-
carlalinas, febre amarella e toda classe de febres' as-
lhma,(ola,ieiiinatismo,enfermidailes uervosas.drtres
no ligado, pleuresa debilidade interior, aba t-
menlo de espirllo, roturas, inflammaedoa, incbacOes
dos olhos, accidentes, naralesia, hidropesa, bexi-
gas, sarampo, enferinidades dos meninos toase de
toda clas.M-, clicas cholera-morbus, dr de pedra.
lombrigas, dcsinloria surdez, vagados de rabega,
erisipela uiceas algumaj de 30 anuos, canearos,
tumores, mcliagoes nos pese peinas, almorreimas,
erupgfio do polio, apulioa horriveis, pesa.lelios,
Inda aaualidadededdrese molestias de miilbcres,
como abslrugOes relachagOes, ele.; he um medi-
camento inleirametile inoHensivo, podendo-so ap-
plicar at as ci iangas recemnascidas eultiinomen-
to setcni applicado a una inlinidadede molestias
julgadas incuiaveis, de cuja applicagao se teem lira-
do lao l'elizes resultados, que parece cada vez mais
resolvido o pioblema de um remedio universal Ven-
de-se na'ra da Cadeia-Velha, botica u. 61.
fcenle Jos de Urilo.
--Vendem-sc < s nicos c inolhores charutos que ha
no mercado, que sSo os apraziveis, generosos epil-
lorescos, e tumbea regalos do llavana, doputados,
a vibta faz le, regalos de Jaia, o oulivs muitos j sa-
bidos, por inuuu bnalo prego : na fabrica nova do
Aterru-da-Uoa-Visla, n. 43.
-Vendom-se, noarmazein que fui do finado Fer-
nando Jos liraguez, ao p .lo neo da Conceigao,
barril com superior louciubo do Santos, por coin-
modo prego.
Escravos Fgidos
PC i : NA TTP. DI m. F. DE FARIA. lo49
MUTIL


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