Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06229


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Full Text
Anno XXV.
O DIA ttl publicare todo os diaiq.e nao
forera de guarda. O preco da asignatura he
de 4(000 r. porqt.arlcl, pagoiaitiantdoi. O*.
annuncios dos assignantes sao Inseridos a
rasao de 20 rs. por linba, 40 rs. em tjpo 0l
fcrenle, eas repelieses pela wctade. Osi nno
assignantes pagarao 80 rs. por liuh {W '*.
em tvpodiflercntc, por cada pubhcafau.
PHASRS DA LA NO MEZ DE JANEIRO.
Crescente, a2. s5 horas e 9 t.iln. da manh.
ua cheU a 8, s 8hora, e M rain, da Urde.
Coante, a 16, 4 horas e*... n. da manh .
Su ora, 24, s 7hora, e 43...i, da manh.
Quinta-feira 25
meas
PARTIDA DOS COBREIOS.
Golanna e Parahiba, s segs. e scxtas-feiras.
Rio-G.-do-Norlo, qulnlas-feiras aonieio-dia.
Cano, Serinlifiein, fllo-Formoso, Porto-Calvo
Macelo, no 1." 11 e 21 de cada mez. .^aq
Garanl.uns p Bonito, a 8 e 23.
Iloa-Vista e Flores, a 13 c 28.
Victoria, s quintai-fei.ai.
Olinda, todo; os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Prinielra, s 6 horas e 6 minutos da manh.
Segunda, a' (horas e 30 minutos da tarde.
de Janeiro de 1849.
N. *0.
das da semana.
22 Segunda. S. Vicente. Aud. do J. dos
orph., doJ. dociv.edo J. M. da2. v.
23 Terca. S. Ildefonso. And. doj.doc. da 1.
v. e do J. de paz do 2. dist. de t.
24 Queta. NossaScnhorada Paz. Aud. doJ.
doc.da 2. v.edoJ. de paz do 2. dlst. de t.
25 Quinta. S. Ananias. Aud. do J. dos orph.
p. do l. M. da 1. v.
20 Sexta. S. Polycarpo. Aud. doJ.do civ. c
do J. de paz do 1. dist. de t.
27 Sabbado. S. JoaoChryostomo. Aud.doJ.
do c dal. v.c do J. de paz do 2. dist. de t.
28 llamingo. S. Carillo.
CAMBIOS NO DIA24DE JANF.IBO.
Sobre Londres a 25 '/, d. por 1/rs. aOOdlar
Paris
. Lisboa 110 por cento de premio.
Rio-de-Janelro ao par.
Desc. de lett. de boas lirm.is al1/, % ao uiez,
Accoes da coinp. de lleberibe, adUf rs.'an p.
C/uro.Oncas hespanholas. 29*000 a SftJMO
Mu, das de 6/400 v. 16/800 a I7/H0l>
. del>/400n. 16/100 a luy30P
dctyOOO... 9/200 a 0/400
Prala-Pataccsbrasileiros 1/940 a I/&60
Peso, columnarioi. 1/940 a 1/960
Ditos mexicano..... 1/880 a 1/900
PARTE OFFICIAL.
i
) GOVERNO DA PROVINCIA.
Ilm. e Exm. Sr. Tenho a honra de participar
V. Ex. que ,,0J tomc posse da presidencia desta
provincia, para a qual fui nomeado por carta imperial
dfltl do dexomhro protimo passado ; cumprindo-mo
declarara V. Ex. que me achara sempre prompto pa-
ra rinanto 6r do servico publico e do particular de
V FlT
Approveilo a ocessifio para communicar a V. Ex.
que a provincia goza de soccgo;epara assegurar-
Ihe os votos da tninha perfoita eslima e conside-
racffo. ..
lieos guarde a V. Ex. Palacio do governo do Mara-
nhflo, 7 de Janeiro de 18*9. Illm. e Ex. Sr. presi-
dente da provincia do l'erna mbuco. erculano Fer-
reira Peina.
. Illm. e Kxm. Sr. Tenho a satsfacAo do comiu-
nicir i V. Ex., que esla provincia esl em paz.
Dos guardo a V. Ex. Palacio flo governo ds pro-
vincia do Para, 19 do Janeiro de 18*9. Illm. e Exm.
Sr. presidente d provincia de Pernambuco. Jer-
nimo 11 ancisco Cotiho.
Illm. e Kxm, Sr. Tenhoa honra de participar
V. Es. que esta provincia contina a gozar do so-
cogo.
Dos guarde a V. Ex. Palacio do governo do Ma-
ranhlo, 1.6 de Janeiro do 1849. Illm. e Exm. Sr.;
presidente da provincia de Pernambuco. 0 presi-
dente, Herculano Ferreira F*nna.
Illm. t Exm. Sr.,Tenho a satisfac.lo de confirmar
V. Ex. a pnrticipacflo, que Uve occasiflo do fazer
V. Ex. em mcu odlcio de 9 do corrente mez, do que
era infundado o boalo de haverem apparecldo movi-
mentoscontra a ordem publica na comarcado Gra-
to, como lalvez de proposito muito deliberado se
haviaespalhado nesta cidado sabida do vapor para
OSul
Approveilo a occasiflo para communicar V. Ex.
que na rrontcra do.'sui desta provincia mando pos-
lar um destacamento de 50 pracas, como Torca de
observaglo, na villa do Jardim, e augmentar a forca
dos destacamentos ja existentes no Ico e Grato, li-
cando elevada a do Cralo ao n. de 80 pravas, e a do
Ico a 39; e que dei as convenientes ordens para que
se rennissein em um s ponto, e auxiliassem mosmo
as Porgas lgaos dessa provincia, mas immedages
desta, se laes medidas fsscm necessarias, nutor-
sando tainbcm maior destacamento se as circums-
lancliisexigissem augmento de lores.
A' vista de taes medidas, e da coulianca que depo-
sito nos amigos do governo, espero nflo seja altera-
da a ordem publica naquella parte da provincia, a
qual felizmente posso assegnrar a V. Ex. que se a-
cha to,i plenamente tranquilla.
Dnos guarde a V. Ex. Palacio do govorno do Coar,
em20 de Janeiro de!8i9.Illm. e Exm. Sr. desem-
bargador Mano'cl Vicira Tosa, presidente da provin-
cia de Pernambuco. O presidente, Fautlb Augutto
d'Aaular.
EXPEDIENTE DO DA 23 DE JANEIRO.
Ollicio. Ao commandanteda praca, participan-
do que,por decreto de 27 de novembro do auno pr-
ximo lindo, bouveS. W. o Imperador por bem con-
oo.lcr passagem f>ara o corpo de artilharia a cavnllo
oo 1.* tenante dacompanhia de artfices desta pro-
vincia, Ricardo- Pires de.Macodo. ScienliGcou-se
o inspector da psgadori militar.
Dito. Ao delegado do termo do Limoeiro, djzen-
do que muito aprecio os servicos que S. Me. lia pros-
lado a Causa da legalidade, e con lia que mantet a
ordem iiessa enmarca, auxiliado pelos prestantes ci-
dadflos mencionados em sou ollicio, aos quses, em
nomedeste governo, S. Me. aggradecer a leal o Tran-
ca coadjuvagflo quo Ihe lem prestado ; e declarando
que, quanio aguarda nacional, dar com brovidadu
as convenientes providencias.
Dito. Aocommandanlo da rca da guarda na-
cional estacionada no ungonbo Dos-lrmflos. Pela
leilura do sen ollicio do 20 do corrento lien scientu
dehaverVni. explorado as multas uu rc-jo, Ywtrwi,
Cova-da-nca e (ienipapo, sem que ncllas oncon-
trasse gente armada, bem como do se estar prepa-
rando para continuar etn senielhanlo diligencia,
rslendendo-a a lleberibe, Paiulibc, Mfli-Cuthari-
Ha, etc.
Apreciando em jnuito este seu servico, que gran-
demente concorre para desassomlirar os nimos dos
boatos assusladores, que adrede fazem correr nesta
oidado, espero que Vm. o continuara a prestar com
o necessario desvelo.
Dito. Ao inspector da thesouraria da fazenda,
Iransiniltindo para que seja paga no dia do seu ven-
cimenlo urna lellra da qumilia -36M80 ris saca-
da pela thesouraria da Tazenda datarovincia das Ala-
goas sobro a desta, o a favor de Euiz Anl.' Alvos Mo'n-
leiro pela importancia de um pao de sicupira que elle
nlregou nodeposilod'alli por conla dus madeiras
que,pelo contrato celebrado em ib de Janeiro de 1847
elle se obrigou a fornecer para a barca de escavarfl
queseaetHKwnstruimlo no arsenal de marinha des-
ta provincia. Parlicipou-se ao presidente da refe-
rida provincia.
Dito. Ao inspector da pagadoria militar, decla-
rando que be bem fundada a opiniflo que S. Me.
emita acerca da necossidade de continuar a fazer os
pagamentos de que se acliav Incumbido antes do
decreto n. 568 de 24 de dezembro fiado; porque, nflo
so schsndo por ors organisada a repertieflo nos ter- Appellante, Antonio Manoel de Moraes daMesquita
mos do referido decreto, he inapplicavel a disposi- | Pinientcl; appellada, Anna-Francisca dos liis Mi-
eflo do cdigo criminal por S. Me. citada; e ordenan-1 randa,
do que prosiga como at aqu no ejercicio das func- Appellante, Francisco Jos Rarboza; appeliwo, An-
iga
QOes de pagado, para que nflo sutTram as necesida-
des do servido.
Portara. Nonseando subdelegado da freguezia
de San-Jos desta cidado o bacbarel Thom Fernan-
dos Madeira de Castro. Partcipou-se ao chefe de
polica.
Dita. Nomeando a Manoel da Silva Queiroz para
o posto do olleros de cavallaria de voluntarios da
Varzca, vago pcla'demissflo pedida por Jos Correa
Leal. Participou-se ao commandaule respectivo.
COMMANDO DA PRA^A.
Quartil do caminando da praca na cidadi do licife ,
21 de Janeiro di 1849.
ORDEM DO DIA N. 3.
0 coronel commandante louva e agradeco ao Sr.
mejor Joflo Pedro de Araujo o Aguiar, director do
arsenal de guerra, pela promptidffo e zelo com quo
se prestou hoiitoui, indo pessoalmentu em soccor-
ro da casa incendiada na Iravessa da Concordia ,
com a bomba do msmo arsenal, e a guarneflo
competenlc de artfices e volunlarios operarios aos
quses tambem agradece pela actividade que osten-
ta rain. Ora, Ionio mais louvavel tornou-se o digno
procedimento do Sr. msjnr director, por ser urna
hora svancada da noite, e haver conseguido por scus
esforcose com a maior presteza apagar-seo incen-
dio que poda ser fatal.
..Tambem agradece ao Sr. inajor do corpo do poli-
ca pela promptdflo com que envou a frca e pa-
trulhas necessarias a coadjuvar o trabalbo e man-
tee a ordem; bem como s pracas do corpo do volun-
tarios que promptamente se apresentaram no lugar
do incendio,e bem assim palrulha que o Sr. lenon-
te-coronel Antonio Carneiro Machado Uios, delega-
do da Roa-Vista, envin logo no comeco do referido
incendio. A todos finalmente o coronel comman-
dante da praca agradece o zelo e actividade com que
se prestaran!. Assgnado. Juti Vicente d> Amo-
rim Becerra coronel graduado caoimandante
Quarlel do caminando da praca na cidade do Itccife, 24
de Janeiro lie 1849.
ORDEM DO DIA N." 6.
O coronel commandante lem a maior satisfacflo to
declarar'quo o 2.* sargento ds companbia (xa de ca-
valloria.Jos Victorino (czar, que, havendo marcha-
do com uma palrulha no da 8 do crtente a explo-
rar a dreceflo do immigo pela estrada de Sanlo-An-
tflo, fra sorprendido o aprisionado, pode eva-
dir-se no ataque de Camaragbe enm n mair porte
das ditas pracas depos de haver scITrdo os niaiores
trances; pois, nflo lendo querido proslar-se porl-
Ihar do crime com promessas seductoras, oatnr.,m
para ser fuzilado, valendo-lhe a compaxflo do um
quo por elle interceden. Esta prova deleuldnlc ao
governo, este enlhusiasmo de dodca^flo ordem
publica, esta fidelidade ao juramento de seguir suas
bandeiras, merecem o :nais subido elogio, que por
esta occasiflo dirijo igualmente ao cabo da mesma
conipanha Ignacio Pereira Sena, que pnmeiro pode
evadir-so no ataque de Carana.
Soldados tflo briosos e valen tes como os defenso-
res da le em Pernambuco sflo invoncveis, o como
taes dignos das boneflos da patria, e do respeito e
estima dos seus concidsdflos.
Assignado. Jos Vicente de Amorlm Deurra, co-
ronel graduado commandante.
tnnio Gomes Villar.
Appellantos, Rento Jos da Costa e sua mulher ; ap-
pollados, JosJoaquim llezcrra Cavalcanti o sua
mulher.
Revista crime em quo sflo :
Rccorrente, l.uU Antonio do Sexas; recorrido, An-
tonio da Silva Castro.
Passaram do Sr. desembargador Rabcllo ao Sr.
desembargador PonceasseguinlesappellacOcscives
em quo sflo :
Appellante, Francisco Soares da Silva; appcllado,
Pedro Mullcr.
Appcllantes, os administradores o herdeiros da ca-
sa deJoflo Mara Svc; appellado, Elias Coelbo
Cintra.
Passou ao Sr. desembargador Rabello a seaunle
appellaffio cvel, que eslava sobre a mesa at haver
juiz na casa, c em quo sflo :
Appellanlc, Benlo le Barros Fnlcflo de I.acer.la ; ap-
pellada, Petronilla Florentina da Soledado.
Fo assignado dia para ser julgada a seguinte ap-
pellacflo civel cm que sflo:
Appcllantes, os administradores do casa fallida do
Francisco Jos da Cosa ; appellado, Joflo Vicira
da Cunha.
Distribuid'!-
Ao Sr. desembargador Sou?a o aggravo do pelic.flo
em quo sflo
Aggravantes, Nuno Marn de Sexas o l.uz Amavcl
Dubourq ; agaravado, Gabriel Antonio.
A appcllagflo crime em que sflo
Appellante, o juizo da comarca do Cralo; appella-
dos, os vereadores da cmara da mesma comarca.
As appellacOes civeis em que sflo :
Appellante, Anlono RtbeiroGumartes como admi-
nistrador do patrimonio do Nossa Senhora do Ro-
zarlo da cidade da Fortaleza; appcllado, odoutor
promotor do juzo de espolias o residuos da mes-
ma cidade.
Appellanlc, Alexandre Fernandes dos Sanios Cami-
nha ; appcllado, Joo Francisco Pegado.
Appellante, Joflo Francisco dos Santos Squcirn;
nppoilado. Francisco Anlono Lina.
Ao Sr. desembargador Rabcllo a appellacflo cvol
em que sflo:
Appellanti*, AnlonoGomcs Villar: appcllado, Joflo
Pires Ferreira.
Ao Sr. desembargador Ponco a nppollasflo civel
em quesflo:
Appellaiile, Arceno Fortunato da Silva.j appcllado,
Gabriel Antonio Peona.
AoSr. desembargador Ba;tos a appcllacflo civel
00) que sflo :
Appellanlc, o juizo da cidado da Fortaleza ; appclla-
do, l-ulz Gonzaga de Menczcs Lira.
I.cvanlou-seascssflo.
TRIBUNAL DA RELACAO.
SESSAO E.M 23 DE JANEIRO DE 1849.
PRKSIORNCIA' DO BXH. SNS. CONCELOEinO AZEVBDO.
As horas do cojtume.aeh.indo-se presentes osSrs.
dosembahgadores Ponco, Ramos, Bastos, Souzn e Ra-
bcllo, c n Sr. juiz do di re In Pereira Monlciro, falton-
do os Srs desembargadores Villares, Nunes Macha-
do, Ayres o Lefio, o Sr. presidente abri a sessflo, c
apresentou um officio do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, coinmunicando-lhe que por decrelo imperial
bavia sido removido o bacbarel Vicenle Ferreira C-i-
rnos da segn la vara muncinal desta cidado para
* do jo i/.o municipal ed'orphflos do tormo do Villa-.
Nova da provincia de Sergipo.
Fo proposlo o processo do habeat-corput dos pa-
cientes Vasco Joflo o Jos Eugenio de Moraes Silva ;
e, i vista da informaeflo do Sur. chefo de polica,' su
mandn nnvamente informar o mesmn chefe. exi-
gindo do delegado que effecluou a priado dus mes-
mos pacientes todos os eselarocimentus.
Fo distribuida a petieflo de Euzebo Teixeira, In-
dio, ao Sr. desembargador Soiua, o sendo proposia
so m andn ouvir ao juiz municipal da pnmeira vara
desta cidade. ,'
liiviiocs.
Passaram do Sr. desembargador Souza aoSr. dcs-
emburgador Rabcllo as seguinte dppellacdes civeis
em quo sfl :
Appeliautes eappellados conjunctamente, Bernardo
Lasserro & Companliia e Bornardino Gomos do
Carvalho.
MANIFEST DO PRINCIPE I.UIZ N.\POLF..\0.
Cidadiios, para o fim de me chamardes do exilio;
vs me nomenstes vosso representante, e meu nomo
se vos aprsenla agora as vesperas da cleicitu do
p'rimeiro magislrado da repuhlca, comoum symbq-
lo de ordem o seguranca.
Estas nrovas de lfl honrosa ennfianca sflo mui-
to mais dirigidas, eu (em o sci, ao meu nomo do
quo a mim inesmo cine nadn tenho foto ntida por
mcu paiz ; porm quauln mais me protege a memo-
ria do Imperador, e mais inspira os vossos sulIVa-
gios, mais cu me julgo ohrigadn a informar-vos de
meus seiilmentos e principios. Entro vos c mim nflo
deve l.avcr nenhum engao.
Eu nflo sou um ambicioso, o qual sonha um dia
com o imperio e com n guerra, o no outro com n ap-
phoae'io do tlieo ias subversivas. Educado cm pai-
zes livres, o na escola da adversidade, cu permane-
cer! sempre lel nos doveres que o vosso voto e a
vonladeda assemhla mehouvcremde mpr.
So eu Mr cleito presidente, nflo recuare diantn
de nenhum pergn, nem dimite de nenhum sacrifi-
cio para defender a Socedade, presentemente tflo
audaciosamenle atr.cada ; en mo dodicarei lodosein
nenhum designio secreto consolidnQflo do nina ro-
publica, saba por suas leis, honcsla por suas in-
tensos, grande e poJerosa por scus actos.
s Eu considerare'! como um ponto de honra o dei-
xar, a quem qur que baja de succeder-mo no fin
dos quatro anuos, um governo consolidado, li-
berdnde inlacla, e um progresso real effoiluaJo.
Qual i|tier quo seja o resultado da cleicflo, eu me
subinetterei vontnde do povo. o dosde j mecom-
promello a apoiar todo o governo justo e firme, quo
restabelecer a ordem no espirito publico ; que pro-
teger eflicnzment a rcligiflo, a familia c a propric-
dade, que sflo as bases eternas de toJo o estado so-
cial ; que completar todas as reformas possVeis, a-
caloiar a anmosidade,- reconciliar os partidos, c
der assim ao nosso paiz a esperanza do urna fclicida-
dc futura.
Restabelecer a ordem lio restaurar a confianza;
occorrer por mco do crdito n nsuITlcienca tem-
poraria do nossos recursos he restaurar as finanzas.
Proteger a religflo e os lacos de familia desase-
gurar a liberdado do cullo publico e a liberdade de
instruceflo.
. Proteger a propredadeho manter a involab-
idado de produeeflo o do lodo o trabalbo ; lie garan-
tir a independencia o n seguranca de posso, funda-
mentos indispensayos da liherdade civil.
o ouantn s reformas possives, ns seguintes sflo
oquellas'quo me parecem seras mais urgentes:
- Admitlir toda a economa que, sem desorgan-
sar o servico publico, permitlira reducc.flo da la-
xaQflo que opprmo dcmasiaifamente o povo; ani-
mar omprozss que, tlesenvolvendn os recursos da
agricultura, possam dar emprego tanto em Franca
como na Algorn aos brngos dosoecupados; provorem
os operarios, quandq em avangada dade, por mco
do nstituicOes bonificas ; introduzr em nossns lea
commcrcaes mclhoramonlosque tendam, nflo aar-
rtiinar OS ricos para a vanlagem dos pobres, mas a
fundar o hom-estar de cada um sobre a prosperidade
de lodos.
" Restringir dentro do justos limites o numero dos
empregos quo dependem do governo, e convertem
froquenlomenlo um povolivre em urna nacflo deoa-
cadores do emprogos.
Evitar esta tendencia fatal que nduzo proprio
governo a cxeciilnr ai|tlln que os inlividuns podo
rain fazer Iflo bem ou nielhor do que elle. A centra-
llsseflo dos nteresses c das emprc/ns perlence a es
senoia do depotismo. A nattiio/a mesma de uma re-
pblica rejeita o inono|>olio. Finalmente preservar
a libordado da imprensa dos dous excessos quo sem-
pre Ihe sflo fataos : o po-lr arbitrario, e sua pro-
pria licenca.
Nflo lio un guerra que acharemos remedio aos
males quo nos afiligem. A paz. porlanlo, ser ornis
ordenlo do inens desejos. A Franca fo guerreira no
periodo do sua primeira revolucflo, porque fo obr -
gada n so-lo. Ella responden invasflo pela eon-
qultta. Presentemente, cmo nflo lio ilesaflndi, ella
podern consagrar os seus recursos a pacficos melho-
laiiionU sem renunciar unta pollicn honrosa e re-
soluta, ma nacflo grnnde devo observar o silencio,
ou enlflo nunca fallar cm vflo.
Atlendcr digndade nacional lio attender ao
excrclo, cujo patriotismo tflo nobre o tflo desinle-
ressado lem frequentemento sido menosprezado. lio
necessario diminuir o aligoinir a pesada carga da
conscripto, sem todava dei xar do manter as leis
fundamentaos quo ennstiluein a forrea de nossa o'ga-
nisaoflo mililar. lie necessario vigiar sobre a con-
digno presento e futura, nflo somonte dos ofllciaes
em sorvigo activo, seuflo (nmbom dos reformndos e
dos soldados, e nssegurnr sustento para aquellos bo-
mens que tiverem completado um longo perodo de
servico.
A repblica devo ser generosa e ter f em sua
prolongada existencia. Eu, que infelizmente tam-
boril j experinYeiitei oesiloo o captivero, desojo
ardenlemoiild vor o din em que o paiz possa sem pe-
rigo fazer cossar lo las as proscripefies, c em que fl-
quem para sempre apagados os ltimos Iracos do
nosaas dissences.
Taes sflo, choros ooncidadflos, as ideias quo leva-
ro commigo no excrcicio do governo, se me, eleger-
dcs para n presidencia da repblica,
u Eu b(yn sei que a tarel'i lio dilliciiltosn, o que a
ilssflo be immensa porm .nflo desesperare de
cumpr-la, o convi lai'i'i a trabalhar commigo todos
os liomens, sem distinecAo de parlido, que from re-
commendados u opinilo publica por sua elevada in-
lelligenca e honcslidado.
II i, alni disso, para o liomem que tver a honra
de ser enllocado a frenlo do povo francez um meo
in fal 11 vol de fazer o bem, e eslo mco he quer-Io.
Pars, 27 de iioviiiibro de 1818.
,i Lu* Napole&o Bonaparte.
Rupoila do iri da Prussia dep'it&fto de Butlau na
occasi'io di; dar-Ihe tHa os agradecimenlos pela cont-
tiluicaii que oiilorgra ao /ni.
Eu nflo posso oxpressar bem, sonhores, o pra-
zcri|no mo causa u vossa viuda. Ouo sonts no co-
rceo ludo qunnto me hnveis dito, eu sinceramenlo
ocroio; os nomos daquellos de entre vos quemo
sflo conhecdos, dflo-nie urna plena garanta do que
assim obris. Rom como vos nicsmos haves cn-
fossailo, eu tenho ultimamento recebido do Brcslnu
pouca couaa de um carador obsequioso e amigave!;
o que eu tenho ouvido, tu lo lem sido penoso o af-
fliclivo. Crde-ine, sonhores. quo Ito. deplorado
isto, muito monos pela inorllicacit pessoal quo me
oauaa porque j estou acoslumado co.n a ngrat-
dflo-do que pelo amor que consagro a tneu proprio
povo ; eu nflo posso dcixar de allligir-mo ao vor uma
porcfl'o dcllo deshonrar-so assim. Eu declaro livro-
iiiente que a deputagflo de Rrcslau, a qual veio ter
commigo em o mez do. mugo passado, trouxe-me
mais Insultuosi rei>roseiil>c3o.que nunca fui diri-
gida a tim soberano. Neslo lempo todava, sem em-
bargo da ri-ma dsrospoilosa pela qua! os pedidos f-
ram felos, creio que cuncoJi pelo mou edicto de
22 do margo ludo quanlo el les requeruram de mim,
pois espero que a forma hostil,pela qual uma ropro-
sentaeflo fr feila,- nunca me, privara de examinar
desapaixonadamente o pedido que ella conlver.
Porm llcai cortos que experimento o maior prazer,
quaudo mou povo, como vos boje o fazes, me pro-
cura com um espiritoamgavel.
Eu bem sabia quo na Silesia a massa do povo per-
maneca tambem sfla em seu coraeflo ; porm a
falta du coragem e actividade de sua parte- permit-
tio que uma pequea poreflo de individuos, indignos
Vv
*
\
i
ILEGIVEL


i
do honroso nome do Prussianos, podcsse por um
momento dominar o escravisar tudo. 0 que succo-
deu em ltreslati he semelhante o que tem tido lugar
'ni as oulras grandes cidades do reino, e os aconte-
cimentos que uestes sete mezes teem occorrido, silo
taes, que todo o verdadeiro patriota devo desojar quo
podessem ser riscados de nossos annaes. O que me
sustentou e reforcou ncsto periodo, abaixo da trate
tencia de Dos, M a fidelidade da populacflo das
provincias; sim, a conducta da populacho rural
tem por toda a parte onvergonhado a das cidades.
Na Pomerania, na provincia da Prussia, em urna
parte da Silesia, porm mais especialmente na Wcst-
phalia e nos condados ile Mark e Ravensperg, o povo
ha mostrado um espirito de fidclidade que me tem
compensado de minios dissahores.
>0s honrados mponezesnflos teem resistido ao
convites que Ihes foram feitos para que levantassem
oestandarte da revolta, senflo tambem se hilo apre-
sentado com gosto a correrem em soccorro de sou
soberano. Desde o llheno at Veichsel, elles pedem
a pcrmissilo do alistarem-se, para que possnm dc-
hellar os inimigos de seu rei. Porm, louvado seja
Dos, nSo tem havido ainda nenhuma precisilo de
seus servicos, porque meus inimigos s3o presente-
mente, como o tem sido sempre,covardes. Senho-
res, demos juntos os nossos agrsdeeimentos hon-
rada populacho das provincias. que recerileineiitc
liz, fui obrigado a f.i/o-lo para u salvado de psiz, e
com a assistencia dn [)eos espero que as cousas irfio
agora mclhor ; assim como que concorrereis tam-
bem da vossa parte, para que se oblenha tSo feliz re-
sultado. Itecebei outra vez a seguranza que vos dou
de que a vossa amigavel vinda me ha cuusado o maior
prazer.
DIARIO 01 PERNAIOl'CO.
BlCiri, 34 DI JANEIBO DE 18(9.
JUCA O r.ADRO Ol'E TODOS O SAO.
A VniSo, estomagada srm justo motivo contra o
Diario de Pernambuco, acaba ullimamento do dar
urna prova mais da malevolencia quo nos lem.
Ao termos com effeito o artigo Noticias estran-
geins, inserto em o scu numero G", publicado
hontem, 23 de Janeiro, deparamos estupefactos com
a seeninte dcrlaraciln, aqual nilo podemos dcixar de
qualificar deaecusacio perfHiosa.
Quanlo ceremonia da proclamaco do novo
presidente iln repblica, dizem os Ilustrados es-
criptore, tratando dos negocios da Frang ) trnns-
crevciiios um trecho iln um artigo do hrening
u Nuil, que velo hontem tiaduzido no Diario de Per-
u tiambuco.
raquea L'niaii, a qual he uscira c viseira om dar
como seug arligos alheios, do que nfio ha muilo
tora plenamente convencida, transcrevesse, sem de-
clarar donde o tinha tirado, tudo quanto flarca da
proclamadlo do novo presidonte da repblica fran-
ceza dissemos em o n. 1" deste Diario, era cousa
que nilo estranhariamos, porque ella j outras ve-
zei assim tem pralicado : mas asseverar que o que
dissemos he a tradcelo i'e um trecho de um orti-
go do Evening llail, nilo lendo nos recebido, nem
visto um tal jornal, he urna calumnia 1:1o negra, que
indignara ainda mesmo ao homem o mais phleug-
matico; he una acQfioto pou?o decente qucjulgava-
mos nilo liouvcsse qnem so atrevesse a obra-la.
Vivendoem Pernamhuo, nfonos be possivel sa-
ber o que na Kuropa se'possa, seniio por meio dos jor-
nacs que de la recebemos. Foi, portnnlo, ilenmar-
tigo i'o Tima de 22 de dezembro prximo passado,
o qual tem por titulo Proclamara/i do preiidtnle da
repblica francesa que extractamos oque a esto
respeito havemos communicado aos nossos subs-
criptores. Masninguem, que comparar os dous ar-
ligos, o nosso c o do jornal inglez dir certa-
mente que nos limitamos ao papel do simples tra-
ductor ; porquanto ver q ue, desprezndo as cir-
i'-.instancias tilo essenciaes, colligimos somonte a-
quillo que nos pareceu bastante para dar urna ideia
clara da ceremonia que naquella occosiflo Uvera lu-
gnr eos que nos fazein a honra do Icr o que es-
crevemos.
Nos nada diriamos sobro este assumpto so uo fd-
ra o grande respeito que I ri bula mol ao publico
pota quanlo VniaO, assim como nunca nos quoix-
mos dos diverso, roubos que es nos lem feito ( *)
assim tambem nada respondiriamos perfidiou ac-
cusaglo em que acaba de envolver- nos, opresenton-
do-nos como capazos do dar por nosso um artigo
que apenas traduzcamos; porque estamos persua-
didos queos habitantes desla provincia,os quaessem
duvida hflo de ter observado o procedimento da V-
nia a esto respeito, Iho diriam por nos : Julga o
iadrflo que todos o silo.
VAVOB l>0 NORTE.
Temos a vista as diversas gozlas quo nos trouxe
o Vapor Imperalrit, chegado boje dos portos do nor-
te, a que alcancam : as do Par a 10, as do Maranlulo
a 16 e is do Cear a 20 do correte.
Em nenhuma dessas provincias havia o minimo
receio sequr de que fsse perturbada a tranquilli-
daile publica.
Para cnnlinuava a merecor os mais serios cuida-
dos do Exm. Sr. Coclho, que cada vez se torna mais
digno da consideracio e respeito dos homens sensa-
tos pela maneira como se afana por bem desempe-
iilia i" a nobre missSo que Iho est confiada.
Por portara de 13 de dezembro prximo passado,
S. Exc. incumbir i urna commissilo composta dos
Srs. Drs. Jos da Cama Malcher, ('.millo Jos do Val-
le Gumanles o Joaquim Fructuoso Pereira Cuima-
riles o examo do estado da sade publica de toda a
provincia. O resultado de semelhante exame habili-
tar sem duvida o Exm. Sr. Coelho a adoptar medi-
das capazes de attenuar ao menos a fdrea das moles-
tias quo mais aUligcm aos habitantes da trra que
preside.
Durante o precitado mez, aihesouraria provincial
parense arrecadra 17:053/037 ris.
Marn hilo j tinha \or director de seus destinos o
Exm. Sr. Ilerculano Ferrcira Pcnna.
S. Ex. chegra cidude do San-Luiz no da 6 do
correte, e lomara- posso da presidencia no inme-
diato.
Quasi toda a imprensa maronhense saudra odis-
tincto Minciro como o homcm mais proprio para ad-
ministrar a provincia.
O Progretto eo Publicudor, nicos jornaes que nTo
emittiram juizo seu a respeito do Exm. Sr. Peon.
reprodu ziram nos respectivas columnas os ltimos
ortigos que escrevmos Acerca de S. Ex. dando
desl'artc urna prova de que nos acompanham na boa
ideia que formamos delle.
O htlandarle fdra mais expressivo do quo todos os
contemporneos: hypolhccra S. Ex. o seu apoio,
lovonilo a modestia ao ponto de qualifica-lo do limi-
ladissimo.
No prirr.oiro semestre do anno finaneoiro de 1848
1849, o tliesoi.ro publico provincial maranhenso ar-
recadra 85:578/735 ris.
A 26 de dezembro ultimo, suecumbira a um tiro,
dentro da prop'ia casa no Perito, termo dcltapicur-
mirim, o cidad.lo Juo l.uiz Concalves.
Em Cear, nada novo occoircra.
O officio do Exm. Sr. Fausto, que com oulros pu
blicamos s6b a rubrica Parte o/ficial, inteirar os lei-
tores da situoeflo dessa provincia, e desmedidas que
S. Ex. ha tomado em pro da causa da ordom.
Deicarregam hoje, 25 de Janeiro.
Calera Serafina mercaduras.
Ilrigue Deavjeu itlem.'
Ca lera Bonita idem.
Escuna Galanle-Maria pipas vasias.
Ilrigue Destino sabio e funio.
Calora Columbus tai xas.
Rriguc fila bacalho.
Escuna Curioia passas.echnrutos.
Gcral .
Diversas
MAIS UM AUXILIO AOS OMKNSORES Ot LEr.ALIDADB.
O Imperatris conduzio a seu bordo 90 proras do
5. balalbro de fuzilciros, viudas Jo iiar*ntiio, e 170
do 3.* ile artilharfa'n p, sabidos do Para, onde o
resto deste corpo se Picar aprestando, afim de partir
para aqui no prximo vapor.
Esta Corea, logo que licsembareou, dtrigio-sc em
colunia para o largo do palacio do govenio : ah alle-
gada, forn.ou cm linlia sobro o prmeiro pclolilo, o
fez as devidas continencias toExm. Sr. presidenlo
da provincia, que da varanda de palacio a observa-
va, bem como ao Sr. coronel commandanlo da proca,
que se aprestan em ir recbela
Cumpridoeste dever, oSr. mijor graduado Flix
Pereira Douradu, quo commandava o contingente do
sobredilo 3. batalhilo de ai tunara, enloou vivas a S.
M. o Imperador, familia imperial, cooslituicllo po-
ltica do imperio, aos Exs. Srs. presidentee comman-
dante das armas da provincia, aos bravos defensores
da legalida.de, emfin
Fstes vivas fram correspondidos enlhusaslica
mente, n;1o s pela tropa, como pelas multas pesso-
as do povo que a contemplavam.
Manlfeslados descarto os nobres senlimcnlos do
que a frca vem animada, o aquellos de que esl
possuidaa maoi ia do povo pernombucono, desfilou
aquella para quarleis.
l'ubCAQO a IXMJf).
lie bem fundada a opnilo que V. Me. emitte acer-
ca da necessidade de continuar a fazer os pagamen-
tos de que se chava incumbido antes do decreto n.
568, de 24 de dezembio lindo; porque nilo, so achan-
do por ora orfcmiisada a loparticflo nos tormos do
referido decreto, he njpplicavel a disposiefio do c-
digo criminal por V. Me. citada. Cumpre, por Unto,
quo V. Me. prosiga, como al aqu, no ejercicio das
fi.ncccs de pagadir, para quo nilo soTrain as ne-
resMdades do servifo. Fies por esto modo respon-
dido o seu ofiicio de hoje.
heos guarde a V. Me. Palacio do governo do Per-
nambuco, 23 de Janeiro de 1849. Manoel Vieira
Ioita. Sr. inspector da pagadura- militar. Coit-
lernla.-Juaquim Pereir* Xavier de Oliveirrr, em-
pregado addnlo. '
CONSULADO GERAL.
RENDIMENTO DO DA ?*.
....................... 4:745,371
provincias............... 66,020
4:811,391
CONSULADO PROVINCIAL.
(lEtNMMENTO DO DA 24.......... 2:157,619
Movimento do Porto.
Navioi entradot no dia 24.
Para, Maranlulo e Cear ; 12 das edo ultimo poito
75 horas, vapor braiilero Imperalrit, de 467 tone-
ladas, commandante o capilflo-tenente Jesuino
Lamego Costa, equipagom 30. Passageiros : para
esta provincia, Joilo Dusrle Franco, padre Manoel
Cordeiro da Cruz com 1 escravo, Domingos Tho-
filo Alves Ribeiro com 1 escravo, 4 olliciaes, 170
pracas de pret do teroeiro batalhilo de artilharia,
' 3 olliciaes e 85 pravas do quinto de fuzilciros, 2
senhoras de olliciaes e 2 escravos a entregar; para
o sul, Adilo Fortunato o 1 escravo a entregar.
Em commissilo ; vapor de guerra Vranta. comman-
dante o capitilo-tonente Jos Eduardo Wanden-
colk.
Navioi tahidot no mamo Ha.
Cotinguiba; patacho brasileiro lagoense, capitSo
Antonio Si inflo dos Res, em lastro,
liba de San-Thom; patacho portuguez D.-Anna, ca-
piliio Jos Cuerreiro Mendonca, carga ago'arden-
te.assucaremelaco.
Canal ; brigue inglez Lena, caplflo Henry Plain,
barga assucar.
dem; barca ingleza Ben-Nevii, capitao Petor
Dorwood, carga assucar.
ObiervacaO.
Fundeou no Lameirflo a barca prussiana WUhmi-
na, caplflo F. Schmedt.
EDITA L.
CURSO JURIDICa
Foco siibcr a quem convier, que desde o dia 3
de fevereiro at 15 do marco prximo os que se hou-
verem do examinar em preparatorios se-lo-bo na
rasSodoscxamcsque j tverem fcilo ; pelo que os
requerimentos que para sso fizerem deverSo ser
instruidos com as cerldoe dos exames j feitos. Os
requerinicnlos que nilo apresenlarcm nenhuma des-
sas certidOes, aerflo considerados como de quem
pretende fazor os seus primeiros exames no curso
jurdico.
Olinda 8 do janoiro de 1849.
O director.
Padre Miguel do Sacramento Lopes Gama.
Declarares.
(*) Estamosprnmptos para declarar quaes as passa-
gensquc, copiados do Diario de Ptrnambuco, palavra
por palavra, teem sido publicadas pela VniaO, sem
declaracao alguma, dado caso que seus redactores
assim o oxijuin.
l'OMMERCIO;
ALFANDLGA.
I RENDIMENTO DO DIA 34........
6:320,162
-- O arsenal de guerra precisa comprar panno azul
em quantidade do 210 covados para fardlas da
companhia de arlices; brim branen, 390 varas;
panno slvadio para capotes, 369 covados; e 78 es-
leirs de Angola : quem taes gneros se propozer a
vender, comparecer na sala da directora do mes-
mo arsenal, no dia 27 do corrente, com sua propos-
ta em carta fechada o as amostras.
Arsenal de guerra, 23 de Janeiro de 1849.
O escriplurario,
/'. Sera/Ico de Anii Carral fio
-- Pela subdelegada de S.-Jos do Recife foram
apprehcndidos, no dia do 10 corrento, 2 quartos
nn;os os quaes acham-sc no deposito gcral : quem
so considerar com direiloa elles, compnreca na
menina. Subdelegada de S.-Jos do Itecifo 23 de
Janeiro do 1819. Manoel Joti Teixeira llastoi.
- O subdelegado supplcnte da freguezia de S.-Jo-
s do Hccifc d as audiencias cm casa de sua resi-
dencia, na ra dos Mailyrios, n. 21 prmeiro andar,
nos dios quarlas-fcims e sabbados. e, sendo estes
feriados, nos das antecedentes. Subdelegada de
S.-Jos do Recife, 23 de Janeiro do 1849. -- Manoel
Joii Teixeira llastoi, subdelegado supplento.
Acha-se rccolhido cadeia dcsla cidade o preto
Amaro por estar fgido o qual]diz pertencer a Jos
Joaquim Corrria da <".: u;,morad.i.- :u CRgaolto Novo;
quem so julgar rom direito ao referido escravo, com-
prela reaia subdelegada, munido de seus ttulos,
para Ihe ser entregue. Uoa-Vista, 23 do Janeiro
de 1849. Espirito-Santo.
O vapor Imperalrit recebe as malas
para os portos do sul umutiha C 26 ) ao
incio-dia.
THEATRO DE SAN-FRANCISCO.
IIOJK, 25 DE JANEIRO DE 1849.
0 CAPITAO ROUND,
Vaudcville cm m acto por Mr. Arago.
BANCA.
Pai de deux noble, dancodo pela Sr. Camoin e o
Sr. Adolpho.
OS VISTE SOLOS DE PERI.NETTE,
Canconela moderna, cantada pela Sr.' Nalhalie.
UM ROMANCE NOVO,
Cantado pela Sr.' Nalhalie.
1 g=a
PAI E PORTEIRO,
Vaudevillo jocoso em dous actos.
PASS STYMANO*
lianeodo pela Sr.' Camoin e o Sr. Adolpho.
SER AMANTE DE SI MESMO,
Vaudcville em um aclo por Mr. Scribe.
0 theatro eslari aberto as 7 1/2 horas da larde e o
espectculo comecar as 8.
Em pouco lempo subir a scen a pr.
mc'ira represcnlacSo da Graca de Deos
opera cmica em cuco actos, c a Torre
de Nesle, drama de grande espectculo,
em oito (jtiadros
THEATRO DE APOLLO.
SABllADO, 27 DE JANEIRO.
Urna representaco extraordinaria.
A CHACA DE DOS,
Drama intermediado de cinto, a grande especia- I
culo, e em 5 actos.
DANCA,
Um Pai de deux nobre, novo.
BELLA E POBRE,
Romance novo, cantado por Madama Alexandro.
Urna grande aria variada em rabees, tocado sobre
o scenario por Mr. Aloxandre.
Danca.
A CACHUCHA,
naneada no fim do espectculo por Madama Ca-
moin.
O theatro abrir-se-ha s 7 e meia horas da noite,
e o espectculo principiar depois da chegada do
Exm. Sr. presidente da provincia.
Mr. Dupr lem a honra de prevenir ao publico que
na sexla-feira ao meio-dia lera promptos resumoi
exactos da Graca de Deo, traduzidos em portuguez,
e ao preco de 500 rs. cada um.
wammmamemmmamammmmmmmmmm
Publica?Ao literaria.
Sabio i luz o resumo da historia do Brasil, com-
posto pelo professor publico S. II. de Albuquerque.
Esto resumo, intermediado pelas mais bellas estan-
cias do poema Caramur, e terminado por qualro
interessanles ndices chronologicos e por una es-
talistica dos hachareis formados em direito ofTere-
ce ao leitor instrucco e recreio e acommpdidade
de encontrar em um volume mui hem impresSo a
por mdico preco aquillo queso adiara em vari
obras e por mais dinheiro. Acha-se a venda na ra
do Crespo, toja n. 16, do Sr. Jos Azevedo de Andra-
de, e cm Olinda ra de Mathias-Ferreira sobrada
n. 6, brox. 4,000 rs. Nestes mesmos lugares pdem
os Srs. assignantes procurar os seus ciemplares, por
cada um dos quaes s pagarO 3,000 rs.
Avisos martimos.
Para o Rio-de-Jaoeiro segu, com muila bre-
vidide o briguf nacional Alalia -. para o resto di
carga passageiros e escravos a frele, trata-se cora
Joilo Francisco da Cruz, na ra da Cruz, n. 3.
O patacho S.-Judo-Yenceii Janeiro com a maior brevidade possivel, para o que
j lem parte do carrngamento- prompla : quem no
mesmo quizor carregar, ou ir de passagem, ou
embarcaralgum escravo a fete, dirija-so ao seu
consignatario, Francisco Alves da Cunta., na rus
do Vigario, n. II, prmeiro andar..
Para a Babia sahe, em poucos diss o liiale
Flor-de-Cururipe, novo e de primeira viagem quem
no mesmo quizercarregar, ou ir de passagem, di-
rija-se a ra do Vigario, n. 5.
-- Para o Ilio-Crande-do-Sul sahir, em poucos
dias, o brigue Juno, por ter a maior parte do seu cr-
regamento, porm ainda pode receber alguna volu-
mes, escravos o frete e passageiros : quem preten-
der carregar ou embarcar escravos, pode entender-
se com Amorim Irmios, ra da Cadeia, n 39.
Para Macei sahir, com toda a brevidade, o
muito veleiro hiato Santo-Anlonio-Flor-do-Pio : quem
nelle quizer carregar ou ir de passagem, dirija-se 1
Lino Jos de Castro Araujo, na praca do mniercio,
n. 2, prmeiro andar.
--Para o Aracaly seguir mpreterivelmenle ni>
prximas aguas o hiaie Noru-limla, mostr Antonio
Jos Vianna, por ter quasi completa a sua carga:
quem nclle ainda pretender carregar ou ir de passa-
gem, se entender com o mesmo m.estre, ou na ra
da Cadeia-Velha, n. 17, sogundo andar.
Para a Babia sabe, com a mnior brevidade pos-
sivel o hiato nacional S.-Joao quem no mesmo
quizer carregar, ou ir de passagem dirija-se a Nu-
vaes& Companhia na ra do Trapiche, n. 34.
-- Para o Rio-de-Jancirosahe, em poucos dias,
barca nacional Tenlaliva-I'eli;, por j se acllor coiu
Erando parto da cargA a seu bur.lu : um ', ,-!,). es-
cravos a frete e passageiros para que offerece os
mais rices e asseiados commodos : trala-se na ra
da Moda, n II.
-- A barca Bella-Pernambueana pretende sshir pi-
ra a cidade do Porto com brevidade por ter a raiiof
parte de sua carga prompla: para o restante e p-
sageiros para o que tem asseiados commodoi, en-
tondam-se com o seu caplflo na praca do Comer-
cio ou com o consignatario Antonio Francia
de Muraos, na ra da Cruz, n 34, tereciro andar.
Para Lisboa sshir, com a niuior brevidade po-
sivei, o bem conhecil o brigue portuguez Tami*
Primeiro, capitSo Manoel de Oliveira Faneco: l*m
parto de sua carga engajada : para o restante e pas-
sageiros para o quo oferecoasseiados commodos,
trala-se com o capitn na praca ou com o consig-/
oatarioFirminoJ. F.daltosi, na ra do Trapiche,/
a). 44.
Leiloes.
-- Jos de Almeida Brrelo Bastos far leilflo, Pr
nlerveiicflo do correlor Oliveira de varias porcc
do chi verde e preto Unto cslrangeirp como ""
cional, em lotes a vonlade dos compradores, e q"er
a dinheiro ou a prazo conform e se convenciouir '
ILEGVEL i
v>


s
hoje, 25 do correnle, as 10 horas da manh3a,
no primeiro andar de sua casa, na ra da Cruz,
" 63- ,. j .
O correlor Olivoira far leilBo de urna lina cot-
Itccflo do livros mpressos, algiins magnficamente
cncadernadoa, consistndo em obras poticas, hist-
ricas e outras recreativas dos mais estimados o
bem conhecido autores principalmente mglezes ,
Cm cujo idioma 8.1o composlos; e assim mais de
m sortimento de tnhos do Porto. Madeira, Xerez,
Sluterne a corvis l'reston pan a -ponche sueco ,
ele. ludo engarrafado e das maisapreciavois qua-
li.lades, escolhidos pelo seu propriotano o nesto
enoro um dos mais delicados connoisseurs : sab-
Jado, 97 do corrente, as II horas da manhSi em
r ponto, no saino do Hotel-Francisco.
,3
4J-
Avisos diversos.
O BRAD DA ItASAO N. 15,
lha-se venda nos lugares do oostume.
AI o ga-se o si lio n. 2 da estrada do Heme I io, com
mui boa casa grande quantidade de arvoredos de
fructOjCom sejam larangeiras, coqueiros, jambei-
ros, romeiras, cafeseiros, jaqueiras, etc., en-
cllenlo agoa de beber urna grande baixa para ca-
p m por prego commodo : a tratar na ra da Cruz,
n. 54, doposito de rap.
Precisa-sadeuma ou duas pretas quo sejam
diligentes para vendercm louga vidrada :| paga-se-
Ihi's boa vendagom : na ra do Rangel, n. 17.
Jos Correa Cabral rotira-se para Tora da pro-
vincia a tratar da sua saiule.
Aluga-se urna canda de milheiro com sou ca-
noi'iro, ou semclle, meusalmente : na ra larga do
Rosario, padaria n. 18.
Na ra da Cruz, n. 21, precisa-se de um bom
cozinheiro forro ou captivo o igualmente de um es-
cravo para o servido de casa.
-- Precisa-se de um feitor para um sitio perto da
praCe : na ra deS -Amaro, venda n. 10.
C. F. Snow relira-sc para fura do imperio.
Quem precisar de 200,000 rs. a juros dirija-se
io paleo do Terco, n. 28.
(I Sr. Manuel Jusc liibeiro Jnior quo diz mu-
dar seu no me por haver outro igual ao seu, nada
adianla mudando para Manoel Riheiro de Carvalho ,
visto havor ouiro igual.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 18 da
ra do Burgos, com limito bons commodos para
ma grande familia f muito fresco e com bonita vis-
ta porprC-o pommoMo : a tratar no primeiro an-
dar da inesina casa ou na praca da Independencia,
ni. 13 o 15.
OlTorece-so um rapaz brasileiro para caixeiro de
qualquer esiaholecimonto, ainda que nflo tenba pra-
liea para aquillo que se Ihe offerecor, comtudo lem
intelligencia ; e aplidflo, para O quo da (indor de sua
conduela i quem do seu presumo se quizer ulilisar,
annunCie.
Aluga-se o primeiro andar da casa da ra do
Queirhado, n. 32 : a tratar na luja do mesmo.
- Precisa-se, para urna encomrnenda,
de duas escravas que nao sejam viciosas,
que engominem e cosam pcrl'cilamente, pa-
gando se bem a tratar na ra da Agoas-
Verdcs, n. ^6.
Clemcntina lloss, subdita brilannica, com urna
(llia menor, retira-so para o Rio-de-Janeiro.
Quem liver penhoresem mflo de Manuel Frrei-
ra Ramos baja de os ir tirar no prazo de oito das ;
do contrrio'seriJo vendidos para pagamento de seus
dbitos.
Oflferece se urna mulher de boa conducta para
ama do qualquer casa para fazer lodo o servco de
portas a dentro: quem de seu prestimo se quizer
ulilisar, dirlja-sea ra de Cadeia-Velha, .loja m 33."
Manoel Jos Riheiro Jnior faz scicnte ao publi-
co que, por haver outro do igu >l no me so assigna-
l le boje cm (liante Manoel Riheiro do Carvalho.
Aluga-soum mnlalinho proprio para pagem ,
ou para Outro qualquer servigo : quem o precisar,
dirija-sc a ra das Cruzes, n 12.
Lotera do llteatro publico.
Nflo obstantes morosdnde que tombavido na ven-
da dos hlhetes da ultima torca parte da 18.* lolcria,
todava o tbesoureiro, desejoso de fazer andar as res-
pectivas rodas o mais breve pOssivel, convida e ro-
ga aos amadores desto jogo que se apressem a com-
prar o resto dos bilheles que exUleiu.afim do que,at
o m do corrente tnez, e quindo muito no |>riiicipio
de fevereiro prximo futuro, possa sor marcado o
dia infnllivcl do referido andamento.
: Kstando o abaixo assignado em qualdado do
testamonleifo proceden.lo a nverrtrio nos bens
quo ficaram por fallecimenlo de sua mili, I). Louren-
ca Correia pido jnizo do civel ta primeira vara
desta ci gar creJor nnssc inventario, que comprela cm F
ra-de-Portas, em casa da residencia do mesmo aba-
xoassignado dentro do prazo de 8 dias, com as
competentes contas legalisadas.
SI a noel da Silva Necs.
--Desappareceram do primeiro andar n. 16 da
ra da Cadcia defronto do hotel 5 tomos do "Pa-
norama e o primeiro da historia de Inglaterra, com
estampas; suprOc-so quo um scravo da casa os
vender. A quem os entregar se recompensar.
i'rePKa-sf1 ilo tjifi muier DorttlCUCZa "sra ir
em companhia de urna familia para Lisboa pagan-
do-so-lhe a passigem : quem se quizer ulilisar. do-'
la occasiSo, annuncie sua morada para so tratar a
respeto.
-- Precisa-se alugar um sitio perto da prara, que
tenha pasto para 2 ou 3 vaccas de Icile e com al-
guna arvoredos de fructo : na ra de Moras, n. 52.
HOJH, a5 do corrente. te hade
arrematar obrigue Austral, perlencenle
lieranca do finado Jos Francisco Coila-
res, eavaliadoem3:oooooo rs.U s preten-
dentes comparecam s 4 horas na porta
do Dr. Juiz de orphos e ausentes.
-- O abaixo assignado vende um excedente torre-
no, por ser em unidos melhorea locaes da Ponte-dc-
lichdc MSom 200 palmos de frente "e prximo a mil
de fundo com alguna arvoredos um formidavel
viveiro com a competente porta d'agoa e com
mais prnporc.oes para outro viveiro : a tratar no
mesmo sitio !So mesmo sitio ha urna feitor das ilhas
queso offerece para trabalhar em algum engenho.
Jos l'crnandes Eira.
-- Precisa-se de um prelo para andar com um la-
boleiro de fazendus na ra: na la Imperial, n. 47.
Antonio Forreira Braga faz solete a quem con-
vier, que tem"feito sociedade commercial com seo
caixeiro Domingos los Ferrefra, na sua loja de sei-
leiro narua doCabug, n. 3, entrando o annun-
ciantecomo capital, tendoosocioa melado nos
lucros deduzidas as despezns, e ficando o socio en-
carregado de comprar vender e fazer todas as tran-
saccOes inherentes a mesma sociedado, tflo smente
com a firma de Antonio Ferreira Braga & C sendo
obrigadoa pagaras dividas passivas que o cslahcle-
cimento dever, nfto se respousabilisando o annun-
ciant,e por mais do que o que fr restrictamente re-
lativo a sociedade. Recife, 22 de Janeiro de 1819.
Joaquim Jos Ferreira embarca para o Rio-de-
Janeiro a sua negrinha crioula de nonie Andreza ,
de 12 annos.
r-Na ra Direita, n. 37, bolam-se vlJros do to-
dos os tamaitos por prego commodo : tambem se
vendem vidros para ospelhos.
FUNDI.O DE FERRO.
Na fabrica de Bowman & U. Callum enge-
nheiros machinistas e urididores de ferro, na ra
do Brum, no Recife-, continua haver um grande sor-
timento do laixas para engenhos e moendas de can-
na de todos os lmannos o dos modelos os mais
modernos e approvados. Na mesma fabrica conli-
num-se a construir de encommenda machinas de
vapor, rodas d'agoa, rodas dentadas e todos os mais
objectosde machinismo, com a perfeicflo j conlie-
cida, por preco commodo.
Bowman & M. Callum desejam chamar a alten-
SodosSrs. proprielarioa de engenhos as machinas
o vapor construidas na sua fabrica visto serem el-
las de um modelo muito forte e seguro e todas as
pecas perfeitamenle adaptadas urnas as outrns, por
meio do tornos automticos, machinas de aplaiuar
forro,e outros appsrelhos modernos: alm dislo, as
machinas de sua eonstruCQTo leen as vantagens se-
guidles: possuem urna cisterna de ferro, onde a agoa
destinada para a caldeira se deposita por meio de urna
bomba movida pela machina, o onde se acha aquen-
tada pelo vapor superfluo antes de ser por meio da
segunda bomba de l introduzida na caldeira, afim
de n!o esfriar a agoa nclla existente, pola indroduc-
efo d'agoa fra [como he de coslume em machinas
inferiores ]e assir produzir grande economa de
combuslivel.
Alm da supradta economa de combuslivel na
producco do vapor, estas machinas possuem urna
modlicacSo nova das vlvulas por onde o vaporen-
Ira e sabe do cylindro, pela qual a mesma quanti-
dade do vapor produz maiiir clVcito do que as ma-
chinas do conslruccSo anliga augmentando assim
de urna maneira, nio pequea, a economa do com
Imslivel necessario para manter a machina em mo-
vimento.
As ditas|macliinas possuem tambem um apparc-
Ibn pelo qual a quantidade d'agoa introduzida na
caldeira se acha regulada automticamente com a
maior certeza pela machina mesma evitando des-
la maneira o grande perigo que existe as machi-
nas, onde por causa da mesquuha economa dos
fabricantes o fornecimento d'agoa para a caldeira
ha de sor regulado por mo de negrot.
Estes esclarec montos silo respeilosamento offere-
cidos aos Srs. proprictarlos de engenhos, quo anda
perseverara era o melhodo fraco, dispendioso o
insatisfactorio de moer com anmaos, al'nn de sa-
tisfaze-los que, no emprego destas machinas, uo
existe o menor motivo para receio, nem de cxplo-
sflo, nem de quebra nem de demasiado consumo
de combuslivel.; o Bowman & M." Callum nilo
teem pequea satisfcelo cm asscgurar-lhes que pe-
la pericia dos seus administradores e ofliciaes. pela
[leifeico dos seus instrumentos eapparelhos o pe-
la abundancia e bou qualidade das suas materias
primas, se acham habilitados para construrem ma-
chinas de vapor do lodosos tamanhose para todos
os lins ; assim como toda especie de machinisino ,
com urna perfcicflo n.lo inferior iis obras .das mtlho-
rei fabricas de Inglaterra e inui superior s geral-
mente importadas dnquollo pa'iz.
Aluga-se a casa do theatro da ra
da Praia, prumpta de ludo para qualquer
espectculo: a fallar no Aterro-da-lia-
Vista, n.'io.
-- Antonio Joaquim do Mello embarca para o Itio-
de-Janeiro o suu escravo-Antonio, prelo.
D. Roscnmuud rcliru-so para fura desta pro-
vincia.
O professor publico do latim da frrguezia do
S.-Jos desta cidade abaixo assignado, laz scienle
ao publico que o exercicio da sua aula comecara
da primeiro do fevereiro prximo futuro : quem
quizer matricular, dirija-se a ra Augusta, 11. 54.
Manoel Francisco Cotlho.
de
5|CMAPEOS DESOR
Ra do Passeio, n. 5.
O fabricante dcste ostabelecimento adverte ao res-
peitavelpublico desta cidade que ello possue pre-
sentemente um rico sortimento de chapeos do sol,
assim como chapeos de sol do seda furta-cores, .los
mais ricos que teom apparecdo nosto mercado, o de
cores conhecidas ; ditos para senhoras de bom tom.
adamascados, lavrados.com suas competentes fran-
jas de retroz, ludo que tem do mais moderno e do
melhor goslo : um completo sortimento de chapeos
de sol de panninho de todas as cores o de todos os
tamaitos, para homens, senhoras e meninos: na
tambem igual sortimento do fatendas para cobrir ar-
mar-Oes, tanto de sedas de cores, como de panninhos
trancados e lisos imitando seda. Adverte-se que os
reguezesserao servidos com brevidede, o se acha-
rllo satisfoitos da boa qualidade, do bom gosto e do
bom preco.
rUNDICAO
r .
D'/l vnoPs/L
~ Alugam-sc mobilas para casa conforme o lem-
po que convier aos pretendonles, por preco commo-
do : noarmozem da ra Nova, n. 67.
AOS PAS DE FAMILIA.
Urna sonliora que tem longa pratica do encinar
primeiras lettras, offereco-se aos pais de familia que
lueiram dclla confiar o ensino de suas lilhas tirff-
metiendo desvela.-se em dar-lhes as precisas ins-
trucQOes, nflo 10 no le, e,crover grammaticalmente,
como nos principios de ai tlimetica e doulnna ohns-
tna: quem de seu prestimo so quizer ulilisar, dl-
rja-se a ra da Ribeira da Roa-Vista n. 86.
Precisa-se de um caixeiro para padaria que la-
nlia pralica de negocio, o seja maior de 20 anuos,
abonando sua conducta : na pratt da S.-Cruz, pa-
daria de umasporla.
--Aluga-se urna loja bem repartida e nova na
ra da llniilo por detrs da casa do Manoel Alves
Guerra: a tratar com o mesmo Cuerra.
Precisa-se alugar um prto para o servijo ordi-
nario do padaria, pagando-se por me/, o que se ajus-
far : na praQa da Santa-Cruz, padaria de urna su
porta. ,
Precisa-se alugar urna preta para o servido de
casa e ra : na ra larpa do Rozario, n. 48.
Officina de mctidernaco, dirigida pelo P. i. C. de L.
. e Silva, ra enrulado Rosario, n 8.
Kslaofllcina acha-se provida de lodo o necessano
pfra o bom desempenho de qualquer ciicadernacno
por mais rica que seja ; bem como tem e abre qual
quir emhlpm9propriadn as mrsmas obras e pro-
metto promptidao por ler algumas pessoas tralia-
Ihando e pode com facilidad* aparar una grande
uorcSo de resmas de papel diariamente, doura-ia
Rielas boiras, ele : ludo a um preco moderado.
IRIS.
Os Srs. assignanUs pdem mandar buscar os ns.
13,20 0 21, o completo do segundo semestre u do
segundo volume desta publicacSo na ra da Cadcia
do Recife, loja do livros do Cardozp Ayres e na ra
do Trapicho, n 34, cscriptoro de Novaos & Compa-
nhia onde acharflo a venda o primeiro e segundo
volumes, a 10,000 rs. cada um. paraos que nao ro-
remassignanlcs, continuando a assignatura desle
auno em vanlea 6,000 rs. por semestre o 12,000 rs.
por anno como na corle.
Esto peridico, collaborado por muitos homens de
lettras e redigido pelo Ilustre poeta portuguez, dou-
torJos Feliciano de Caslilho Brrelo e Noionha,
desompenhou ealliegoricanicntc nos dous prmeiros
volumes o (im para que foi creado, e he de presu-
mir que contine da mesma forma, sempre a me-
Ihorar; por sso sflo convidados os amantes da litio-,
rafura a concorrerem com o seu contigente, assig-
naudo a dita obra c cooperando desla forma para o
adianlamento de urna obraescripta debaxo do bcl-
zosoldoRrasil rosbosauapicios dos mais abali-
sados escriptores brasileros.
-Precisa-sede urna ama que tenha bom leile:
na ra Direita, n. 69.
.No pateo da matriz de S.-Anlonio, 11. 4, segundo
andar, lram-se passaporles par dentro o forado
imperio e para escravoa ; tambem corremse fo-
lhaacom a maior brevidade possivel e por pre<.0
muito commodo.
C. Starr A C, rngrnhriroi, com funditao de ferro e
bronze, e ferrara, liidocm ponto grande, movido por
duas machinas de vapor, montadas as casas novas na
ra da Aurora em Santo-Amaro avisain aos seus fre-
g11e7.es, e ao publico cm gcral, que tecm acabado dca-
promlar para vendcrwarias machinas de vapor de bal-
ka e de alta pressao, e de diversos tamanbos : estas ma-
chinas sao providas de bombas para lupprif a caldeira
com agoa j qurnle, c com vlvulas com os seus arran-
jos muito simples para regular a quauliilade da mesma
agoa ; mas.os anntinclanies, longe de inculcarem estas
[iivriiiucs como mas, advertem (|iie a primeira foi adop-
tada pelo celebre Savary em 1698, e asegunda inventa-
da por Rrindlcv j mais que cen anuos passados, c
ambas introduzidas nesta provincia em 1836 pelos an-
nunclantes na machina de vapor do engenho Caraune
(o primeiro fabricado neste imperio) o qual ainda esl
em ellectiva operaciio, c desde enliio se ha rxlrahido
prrio de nina duzia das mcsiuas machinas, l'eilas nesta
fabrica, conteudo os inesmos apparelhos.c com stimmo
aprovritamento dos compradores portanlo impingir
isto agora como cousa nova, era impostura. Os annun-
ciantes teem slm a satisfacao de informar o respeitavcl
publico, que bao conseguido um inellioramcnto de nao
pequea importancia, c verdaderamente novo nesta
pa7., que he por meio de nina inodilicacao da caldeira
e mu simples arraujo de canos e regislos, aprovcilar
o fogo superfluo do assentainento para faier mover a
machina de vapor scn mais gasto de combuslivel de-
pols do engenho ter ganho sua marcha : esta muito til
leinbranca tem sido experiineul ida com bons resulla-
dos cm os engenhos Trapiche c Jardlm. Esta fabrica es-
ta sempre sortida de
Moendas de tambores abertos para huchas de ma-
deira, grandes c pequeas coui seus pertences.
Ditas com agtiilhoes acmihados chamadas nielas
moendas,' de todos os tamanhos c com rodetes de ferro
ou sem eiles, para agoa ou animis.
Ditas inteiras, todas de ferio, cndcpcndentc, com a-
marras diagonars de gancho, invencao dos annuncian-
tei, c muito approvadas pela sua fortidao c facilidadc
d'arinar c desarmar.
Alambiques de ferio, cousa nova e inuilo approvada.
Muinhos e prensas de mandioca e fornos de familia.
Carros de mo e arados de Ierro.
Grande sortimento de hronres, aguilhdes, chumacei-
ras, parafusos e mais pertences de engenho.
Rodas e rodetes de varios taiiianbot.
Boceas e crivos de furnalha.
Buchas para rarrocas, seria d'aco para serrarlas.
bol,ocies, broi zes c roldanas para navios.
Os annunciantcs, pelos longos annos de pratica nes-
te paiz, pela grande capaiidade e coimnodos ile seu
novo estahelecimeiito, e pelo erfSCldo numero c limita
experiencia c pericia dos seus operarios c enipregailos,
olleieccm ao fregueics vantagens nao possuidas por
nenliiima oulra fabrica ueste Imperio, e eslfio, porlanto,
verdadeiramente habililados a eniprchcnder C exrcu-
tar com a maior piompliilao e |icrl'eifiioqual(|ilcr obra
de engennaua ou inachinismo.
Seiueules do flore* as mais bel-
las da Europa.
Hechcgado na luga do Rosario, n.
ili, o mais bello sortimerUo de gementes
de llores das bellas damas, como sejam :
cravos c cravitias, rainticulos de diversas
cores, borbolt'Usde HoJUnda, goiv.s de
Cre si gelos cdolirados, Jacintas, lopcs
de damas, junquillios, necias dobradas,as-
sim como a venladeira sement de cve-
flor. Us amadores di nalureza cnconlra-
rao aln com que, em pouco lempo, pus-
sam lomar a admiracao da Europa no
Brasil.
--Prccisa-se de urna ama rom bom c bastante
Icilo : no Aleiro-ila-lloa-Vsta, loja 11. 78.
-- Aluga-se a cusa da esquina da la do Caldei-
reiro para o porlo do embarque com armaeflo pa-
ra venda e commodos para morar familia : na pra-
ca da Independencia livrariu us. 60 8,
IIOTEL-COMMERCIO.
Ilua da Cadtia de Santo-Antonio, n. 13.
Contina a ler sorvelo. lodos os dias de varias qua-
lidade, ssim como acharflo qualro salas decente-
mente mohiliadas, sendo duas para senhoras o duas
para homens.
Vigiles, fabricante de pianos,
11a 1 na do Queimado, n. i 'i.
tem panos de novo modelo felosde proposito pa-
ra esto paiz : sflo riquissimos, o do machinismo o
vozes superiores, o que so (auca ao comprador:
tambem tem pianos inglezcs que silo pouco usa-
dos ; concerta e afina pimo* com loda a perfeicfl" .'
vende cordas ,camuri;ase lodosos aviamcnlos nc-
cessaros para ditos instrumentos : ludo por preco
oommodo.
0 abaixo assignado, temi comprado aos her-
deiros do engenho Belm duas partes deslc, quer
votido-lasagorajse ha algum embarazo quem se
julgar prejudieado declare por esla folha dentro
do prazo de 8 dias documentando o embaraco que
hnuvcr, 'porque do contrario ser nenhum.
| Lourento liettrra Carntiro da Cunha.
Compras.
Compra-se urna marquen do cnduru, ou ama-
relio, ainda quo seja usada, com tanto quo a pa-
Ihinlia estoja cm bom estado : quem tiver annuncie.
Compram-so pos de coqueiros pequeos : 110
sitio defronto da capella, na estrada do Joio-de-
Barros.
~ Compra-sc um diccionario porluguez-francez,
por Roquete em segunda mflo na ra Nova, n.
52, terceiro andar.
Compram-se garrafas e botijas vasias : pngam-
se bem na ra Direita n. 17.
-- Compra-so urna escravaque nflo (enha vicios ,
seja possantc o Iculia cria ja em estado de ser des-
mamada : na ra do Mondcgo, 11.16 das 5 as 7 ho-
ras e mcia da manhfla e das 4 as 8 da tardo.
Compram-se, efectivamente, garrafas o botijas
vasias: noAterro-da-Boa-Visla, fabricado licores,
I. 17.
--Compra-se um bonito cavallo. que seja bom
andador sem achaques e novo: paga-so bem: na
piara da Independencia n. 19.
IMPggMWP"
Vendas.
de arruar: na ra
. confronto a tra-
Vendc-se una rica cadera
Relia ultima casa do lado do sol
vessa do mesmo nnme.
Vendem-seossogiiintes livros: Diccionarios
Magnum Lexicn Fonseea, de compoaicjlo e da f-
bula .Solela, rbulas. Cornelio, Rutropio, Cartas
do Cicero Cicero do oflilie Ovidio Horacio, Ar-
les latinas de-Maya, Antonio l'ereira e outros auto-
res, Saluslio, e tambem tradtr/Mo .10 p da letlra,
carias do a b c laboada*, cartllh, catliecismosde
doulrina rliristfla de (lifforcntes autores procura-
Coes baslantos, lellras paulas, traslados, Director
Espiritual, Breviarios romanos em *v mu ma-
ncirosdo reimpressflo o encaerhacflo, Synopsis ,
ResposAp aoconegoJanuario, CdlecQflo das lea do
imperio e algumas lela provinciaos de diuVrantcg
annos, Prosodia de Antonio l'ereira, Calipins da
ultima edicflo.e outros muitos livros; na ra cs-
Iroita do lloznrio, n. 8.
Vendem-se. saccas com superior
arroz pilado, e saccas com farinlia. ludo
por preco commodo : no Forle-do-Mallos,
defronle da fabrico de cif.
Vendo-so um prelo de 22 anuos bom cozinhei-
ro e de bonita figura : no caes da Alfandega ar-
ma zem de Antonio Aunes se dir quem vende.
Vendem-se dous livros j riscados para diarios
e contas correles para casa de commcrcio muito
bem feitos ; duas carteiras em bom uso, sendo de
urna face ; una marqueta de amarello nova ; um
par de jarros de procellana com flores do ultimo gos-
lo ; urna banca nova de amarello ; um tanque muito
rornido de boa madeira o forrado de folha. que ser-
ve para qualquer oleo e leva de 60 a 700 caadas :
ludo por preco muito barato, por seu dono retirar-
se para Tora : na Troupe, sobrado n. 1.
Vendem-se lijlos de ilrcnaria grossa de bom
barro e de boa marea por pceo commodo, no por-
lo da otaria ou posto na obra : a tratar na ra es-
trcila do llozario, 11 15,
Vendem-se 5 lindos moloques de 12 a 16 annos;
* raidos de 16 a 25 annos ; 3 pretos de 25 annos;
urna panlinba de 16 aunes ; -1 pretas de 12 a 20 an-
uos algumas dellas com habilidades: na ra do
CollegiO n. I, se dir quem vende.
.Vendem-se 10 millieiros do palhas de carnauba,
chocadas ltimamente pela barcaga S.-Joo-llaptista:
na ra da Cruz, no llecife venda do Joo Jos Ro-
drigues l.olller, oua bordo da mesma barcaca, tun-
deada defronte do trapiche novo.
Vi mle.-se, a quem tiver bom gosto e quizer pos-
suir, um bom cavallinlio perfeilo em ludo com
as melhorcs qualidades possivcis.e por sso mu pro-
prio paia sonliora 011 menino : na ra Nova, 11. 95.
--Vemlem-se queijos de Minase Bamengos os
mais superiores que pparecom chegados lti-
mamente, por preco commodo : na ra Nova, n. 50.
Vendse una canoa grande, bem construi-
da ,cm muito bom uso, -' '!'!" ''"'';;' .""a lijlos
de alvenaria grossa na ra do Aragflo, n. 19.
INTOBMACOrSSKMESTRES.
Vendem-se lnformas de primeira linbu: na pra^a da ludopondoncia, li-
vi alia ns. 6 c 8.
FOLIIINIIAS
para sacerdotes paia algibeira, para eKriptoroo
vendem-so na praca da Independencia,
para poita
livraria di
6 c 8.
,. I Id IIO W *y u- #. -
Vendc-scba salsa-parrnna,
viuda do Pata, em casa de KaU
kmann finaos, ra da Cruz,
11. 10.
Vende-se um ravalln castanho, de bonita (gu-
ia com loilos os andares, assim como o apparelho
do'mesmo, inda novo :11a ra Ja Cadeia do Reci-
fe loja do ferrogens, 11. 56. Na mesma casa vendem-
'farJos com fumo para charutos, por preco com-
Vende-se, n travessa do Corpo-Sanlo, n. 27,
um pardo bou Quicial de sapateiro e sem vicio al-
gum, o qual vende-so por seu douo ler de relirar-se.
jm -
_


.
5
* Vende-se nm Brande sorlimcnlo de movis, eom-
Tretiendendocadeiras de palhinha a 24,000, 32,000,
46,000, 50,000, 72,000 c 84,000, rs, a duzia ; bancas,
mesas do meio de sala redondas, sofs, camas, tanto
pora solleiro com lastro de palhlnha, como para ca-
sado, estantes para livrns, guarda-vestidos, onec-
lentes horcos do difTercntes modas, carteiras para
scriptorio, ditas de viagem com todos os seus por-
lences, espedios para sala, mesas elsticas para 20 o
30 pessoas, um palanqun), o ouli os muitos ohjcctos
que vista do comprailor se farflo patentes, por
preco muilo em conta : no armazem da mal Nova,
n. 67.
Vendem-seqiioijos londrinos muito frescaes;
frascos com mosinrila ; ilitoscom fructas para pas-
tis ; ditos com conservas ; latas com sardinhas ; di-
tas com hervilhas ; ditas com (agosta guizada ; ditas
com leitn em conserva ; garrafas com ago'ardente de
Franca ; ditas com vinho do Porto; Sherry Mndei-
ra Constancia Uncir.; chi hysson e prcto ; sobre-
casacas e palitos do brim pardo, a 3,500 rs. cada um ;
camisas brancas com peitos de bretanha ; dilas de
riscado ; ditas para pretos ; ditas de baeta : na ra
d Trapiche, armazem n. 4*.
Na padaria da ra da Guia, no Recifo havera
todos os diasa venda o novo pilo de I'rovenca fa-
bricado por nutro modo que o actual e da melhor
farinha que ha no mercado : por esto motivo n3o se
pode fazer senSo a 40, 80 e 160 rs.
Ven.le-se na ra da Cadeia do Recife floja de'
Jola da Cunta Magalhftes.o primeircvolume dos Se-
to Peccados Mortaes, por Eugenio Sue traduzido
cm portuguez por 1,600 rs.; o Mendigo negro de
Paulo Feval, Iraduzidoem portugus por A. llego,
1 v. por 1,000 rs ; as poesas de Jofio de Lomos Sei-
xas Castcllo-Rranco ; Amor e Melancola, por Cas-
tilho ; o primeiro, segundo o lerceiro voluntes da
Lizia Potica.
Vende-se a verdadeira e muilo superior fari-
nha SSSF, a retalhoe em porg.lo ; dita dcutros au-
tores na ra do Vigario, arniazem do Francisco Al-
ves da Ciinita, n. 11.
Vendem-se saceos com farelo,
chegados ltimamente, pelo diminuto
preco de 3,4oo rs.: na ra da Sanzalla-
Velha, d. i38.
No deposito do Me. Calmont & Companbia na
ra de Apollo, armazem n. 6, acha-se constante-
mente grande sortimento de ferragens inglezas para
engeridos do assucar corro sejant : luisas do ferro
rnadn de difFeronles modelos, os mais modernos;
dilas do ferro batido ; ntoondas de ferro do mode-
lo adoptado, para armar cm madeira ; ditas todas
de ferro, lauto para agoa como para animaes; ma-
chinas de vapor de forra de quatro cnvallos o de al-
ta press.lo o mais moderno o simples quo he possi-
wl ; repartideiras ; espumadeiras ; resfriaderas do
ferro estanhado; formas de ferro :'ludo por preco
com modo.
Vende-se urna pteta moca, de boa
figura, lavadeira e ccslureira, e proptia
de lodo o servico de casa : r.a itia do
Crespo, loja n. i A, se dii quuu vende.
lladeira de pinho
Vende-so a melhor madeira de piiho que tcm
viudo este mercado: na ra da Madrc-i^e-Deos ,
armazem de Vicente Fereir da Costa.
Algodo trancado da fabrica
de Todos-os-San tos da
Baha ,
muito proprio para saceos de assucar e roupa do es-
cravos: vende-se em casa de N. O. Ilicber & Com-
panhia na ra da Cruz, n. 4.
Vende-se champanhn, marca C& C, o vendo-
so boje este superior vinho ao reduzido preco de
24,000 rs. a duzia, em porefios de 5 cestos para mais,
e a 25,000 rs. a relalbo; dito Xerez engarrafado e
melhor que ha ueste mercado a 14,000 rs a duzia ;
dilo de llordeaux cm barris o engarrafado do boa
qualidade a diversos procos : na praca do Corpo-
Sanlo, n. 11, rasa de Me. Calmont & (',.
Vende-se fumo em folha, para fa-
zer charutos, por preco commodo : no ar-
mazem de Joaquim Flix da 1' o/a, na ra
da Madre-de-Deos.
Vondem-sc semeas em saccas muilo grandes ,
a'4,500 rs.: na ra da Madrc-dc-Deos, armazem de
Vicente Ferrcira da Cosa.
nheira bolrira e quilnndcira sem vicios hem acha-
ques, oquese garante : prefero-se para fr da 'pro-
vincia : n,a ra Nova, n. 58, primeiro andar at as
9 horas da mantilla o das 3 da tarde cm diarle.
Vendem-so pregos balidos, milito prnprios para
barricas de assucar: na ra do Trapiche-Novo ,
n. 16.
Vende-se muito superior lagedo de Lisboa, e
cal virgem em barris de 4 arrobas, por mdico preco:
na ra do Vigario, n. 19.
Na roa do Crespo loja de 4 portas n. 12, ven-
dem-se chapeos de castor pretos, de muito -boa qua-
lidade a 4,400 rs.
No armazem de Joaquim da Silva
Lopes, na ra da Madre-de-Deos, 10,
vendem-se saccas com G arrobas e 8 li-
brnsde superior farinha de trigo, da me-
Ihor qualidade que vem a este mercado,
e chegada ltimamente, pelo barato pre-
co de iG,ooo rs. a sacca.
Gangas da India,
amrellas a peca
ile ditas larguras pelo barato preco de dez tusles,
para rcalisar contas : no armazem do fazendas de
Itaymuudo Carlos Lcite na ra do Queimado, n. 27.
do
Golas egypcias
Extracto de salsa-parrilha con-
centrado do Mr. Ucad.
lia quatro annos, desde queesla superior prepa-
racffo de salsa-parrilha fn conhecida no Brasil ,
principalmente ao sul onde osla conhecida romo
um dos remedios mais eflicazes para todas as moles-
tias produzidas pela impureza do sangue como
sejam escrnphulas ou alporras, molestias vatdi-
cas e mercuriaes iheuroatisino, chagas ulcerosas,
tumores brancos, dorn^as do ligado e da culis ,
debilidade geral etc. ; hetanihcni recommendada
para as molestias interiores em que se suppOem
os bufe e |n i.. atacados, 6 hem assim nuquciias em
que a conslituieflo estiver arruinada pelo uso exage-
rarlo de preparares mercuriaes. As curas que tem
ciTectuado tiestas molestias silo tfio numerosas e
completas, que all lemganhoo ululo de vordadeiro
restaurador da sade. Vende-se na ra da Cadeia do
Recifo, botica n. 3 de Pimcnla & Cruz.
Vendem-se chapeos de castor brsnco, a
4,000 rs.: na ra do Qneimado, ti. 99.
Vejadem-se presuntos para Hambre; queijos
londrinos; ditos de pralo ; latas com bolachinhii
fina de Lisboa ; ditas de ano uta ; conservas novas ;
mostarda ; potes com sal fino ; lalas com inarmela-
da nova ; ditas com hervilhas; caixinhas com mas-
sis linas ; vinho moscatel de. Selubal; dilo Sherry ;
licores linos ; e oulros mais gneros, por prcc,o com-
modo : na ra da Cruz, no Recife, n. 46.
FARELO
em saccas muito grandes,
a 3'6oo rs. a sacca:
no armazem do Braguez ao p do arco da ConceicSo.
Vende-se urna eacrava engommadeira, cozi-
Remedio sem igual para dr de denles, j hem co-
nhecido noRio-de-Janeiro provincias do sul eulli-
mamenlo nesta provincia pela sua elllcacia em alu-
vial a dor mais tenaz qur seja motivada pela ca-
rie, qur por inflammaclo ; mas so a experiencia de
urna prova lite dar o devido jperreimento. Vend-
se na uta da Cadeia do Recife, botica n. 3 de P-
ntenla & Cruz.
Vendc-sea venda da rita do Apollo, n. 21, com
BOOMS fundos: quem a pretender, dirija-se a ra de
Madre-de-Deos, Iratar com .Vicente Ferreira r-
Cosla.
Vende-se cal virgem de Lisboa em barris de
arrobas chegada pelo ultimo navio, por pre; o commo-
do : a tratar com Almeida Ir Fonseca,narua do Apollo.
PURO VINHO DA FICUEIRA.
Existe no armazem do molhados. atrs do Cor-
po-Sanlo n. 66 urna grande porcilo (leste genui-
no vinho quo se est vendendo pelo diminuto pre-
co do 1,120 rs a caada o a 160 rs. a garrafa ; lam-
bem ha em pipas que se vender mais em emita : he
esto o inelhor de todos os vinhos que se teem an-
niAiciadn pela sua simplieidade o ptimo paladar :
quem urna vez o beber jamis deixar de o com-
prar.
Vende-se a verdadeira potassa da
Ihissia, desembarcada hontem, por pre-
co muilo rasoavel, vista de sua muito
superior qualidade : na ruado Trapiche,
n. 17, e ra da Cadeia, n. 34.
Novos riscads roonslros chi-
nezes, a 560 rs ocovado.
Na loja dcGuimariies & Companbia, na ra do
Crespo n. 5, vendem-se os novos riscados chine-
zes finos dernos que teem a'pparecido nesta eidado, de vara
do largura pelo barato preco de 360 rs. o covado.
As novas casimiras de algo
dao, a IStiOrs. o covado.
Na loja n. 5 da ra do Crespo, vondem-so as novas
casimiras do algodilo de padroes os mais ricos quo
teem apparccidn nesle mercado pelo barato preco
de 560 rs. o covado.
M
CHA' BRASILF.IRO.
Vonde-se, no armazem de moldados atrs do
Corpo-Sanlo, n. 66, o mais excellcnle cha produzi-
do emS.-Paulo, quo tem vindo a este mercado ,
por preco muito commodo.
Vendem-so barriquinhas com cal virgem do
Lisboa, muilo nova ; fechailuras para pollas de
armazem ; relroz do Porto ; barris com Icatrfio da
Suena; pillas da familia ; ancorlas com azeito-
nas, por preco commodo : na ra do Vigario n. 11,
armazem de Francisco Alvesda Cunha.
Vendem-se taimas- america-
nas ale palmos de largura
o de todos os comprimcntos.que ha miiilotempo nlo
teem vindo e os frepuezes experimentando a falla
desla expeliente qualidade. A ellas que sSo poucas o
o proco he barato. Atrs do thealro, nrmazcm jun-
to a maro, do Joaquim Lopes de Almeida.
Farelo,
em barricas a 4,000 rs. ; saccas grandes, a 3,50o
rs., ditas pequeas a 2,800 rs : no armazem do i.
i. Tasso Jnior, na ra do Amorim, n. 3.
No armazem de Joaquim da Silva
Lopes vendem-sc saccas com caf de es-
colha de primeira qualidade. a 1,700 rs
a arioba ; bonicas com bacalho de esca-
ma a 9,000 rs. ; dilas com Trelos a
4,000 rs.
Veiidcin-se barris pequeos com cal virgem de Lii-
ba, a mais nova que ha no mercado, por prefo com-
modo : lia ra da Moda armazem n. 17.
Potassa.
Desembarcou lia poucos das urna por-
cao de liarris pequeos, com muito nova
e supetior potassa, e se acham venda,
por preco mais barato do que ultima-
mente se vendia, na ra da Cadeia-Velha,
armazem de Baltar&liveira, n. 12.
Cha nacional de S.-Paulo.
Vende-se o muilosuporior chi de S.-Paulo, em
caixns do 1, 2, 6 e 13 libras ni ra da Cadeia
Recife loja de Jofio da Cunha Magalhfles.
vendem-se 9 lindos moloques de naclo e criou-
los, de 18 annos, sem vicios nem molestias! um mu-
latiriho de Uannos, muito lindo ; 3 pretos de boni-
tas figuras de 25 annos sendo um delles bom car-
reiro ; um dito bom rarpin; 4 bonitasescravas com
habilidades, sendo urna dolasdn meia Made por
muito commodo preco ; urna parda de SO annos de
bonita figura e rom algunas habilidades : na ra
do Vigario, n. 94. .
Presuntos.
Vendem-se superiores presuntos inglezes para
fiambre, chegados no ultimo navio; no armazem
do Hrsgiiez ao p do arco da ConceicSo.
Vende-se una eacrava de20 annos propria pa-
ra todo n servico de urna casa de familia : no pateo
da S.-Cruz, n. 18.
FARELO EM SACCAS DE 90 LIBRAS :
vende-se no armazom de Vicente Ferreira da Costa
na ra da Madre-de-Deos, a 3,500 rs.
Vende-se ca] virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte: na ra do Trapiche, arma-
zem n. I7.
Vende-se vinho do Porto, muilo superior, e,
do nutras qualidades em barris de quurlo, quinto,
sonto, stimo,oitavo eetn pipas, por preco muito
commodo : na ra do Vigario armazem de Fran-
cisco Alves da Cunha, n. 11,
Tapioca do .tlaranhao.
Vende-se, no armazem de farinha, na roa do Col-
legio, n. 91, tapioca do Maranhilo, muito alva por
preco menor do que o do costume. Ao mesmo ar-
mazem ha inUlio novo em aaccas, e lambem fari-
nha.
Vende-se urna casaca nova de panno azul, por
preco commodo : na ra das Cinco-Pontas, n. 95.
Vinho barato.
Acha-se estabelecido na ra da Madre-de-Deos,
n. 36, um armazem de
Vinhos da Figueira,
de ptima qualidade, a preco de 1,200 rs. a caada,
e a 160 rs a garrafa ; e para no haver dolo do com-
prador serilo lacradas as garrafas e com rotulo, re-
cebendo-se a garrafa vasia, o dando-se inmediata-
mente a outra cheia r lambem ha barris muito pe-
queos, proprio para quem passa a festa. O pro-
r notario deste estabolecimento pede encarecida-
mente que se no illudam avahando, pelo diminuto
preco e sem conhecimento de causa a qualidade de
sua fazenda digna por corto da estima dos verda-
delros amantes da boa pinga. Elle conta que quem
urna vez provar, continuar com gosto o sem arre-
pendimento. E o bom preco!!.' A todo o exposto
accresce o asseio e boro acondioionamento o que
tudo se poder verificar em dilo estabelecimenlo.
Agencia da fundicao
Low-Moor, ra da Senzalla-
nova, n. 42.
Neste estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de moendas
e meias moendas, para engenho; ma-
chinas de vapor,e tachas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, para dito.
Tahoado de pinito da Suecia,
de 10 a 15J palmos
decomprimenlo, o melhor que tem chegado a este
mercado, em razilo de se poder envernizarem qual-
qner obra por nlo ter nos e ser muito slvo sen-
do costado, costadinho, assoalhofforro o para fun-
dos de barricas : vende-se a preco que o comprador]
far todo o negocio : atrs do thealro, armazem de
Joaquim Lopes de Almeida.
Vende-se o Musru l'iiloresco com ricas eslam-
pas ; diccionario porluguez por Fonseca : ludo por
preco commodo: na-ra do Queimado, n. II.
Vendem-se, no armazem da
na da IIdre-de-leos ,
n. 31 ao lado da alfandega saccas com farinha ,
alguilarea vidrados de todos os tamanhos ; penetras
de rame : tudo por preco commodo.
--Vendem-se 3 canoas 'aherlas de conduzir male-
riaes, em bom estado, uma dolas fui rejuntada de
novo e a i oda est por CHlafetr : no Aterro-da-Boa-
Visla, n. 29.
--Vendem-so ditas pardas com boas habilidades,
sendo urna dolas muilo carinhosa para enancas : nol
Atcrro-da-Roa-Vista, n. 29. *
- Vcnde-so um cirro de quatro assenlos mo-
derno e asseiado, com 1 parclha de cavallos, por
preqo commodo : na ra Nova, cochoira do Sr. Adol-
phu, 11. 54.
Vende-se umn mulatinha do 7a 8 annos, com
principios de costura: na ra do Livramento, por
cima da venda n. 3 com a entrada pela ra do Ilan-
gel.
Na loja n. i> A ao p do arco
de f?.-Amonio,
vende-fe relroz prelo, azul e sorlido em crqs, a
12,000 rs. a libra; casimira encarnada, azul-claro e
azul-escuro .com 6 palmos do largura propri pa-
ra fardas de voluntarios a 3,000 rs. o covado.
Fabrica dcTodos-os-Santos.
Fu-mino Jos F. da Rosa com escrlptorio na ra
do Trapiche, n. 44, avisa aos seus freguezes quo aca-
ba de receher pela escuna Curiosa novo sor lmen-
lo do exceljenle panno de algodilo enlrancado da-
quclla fabrica ptimo para ensaccar assucar e pa-
ra roupa de esravos. O annuncianlo conla que,
alm da fazenda, o desejo do animar o desenvolvi-
mento de urna fabrica inleirameule nacional, pro-
mover o prompto consumo da sua roceita.
Vendem-se, por preco commodo, 14 asseiados
vasos para jardim\: na ra do Trapiche, n. 44, pri-
meiro andar.
Vendem-se queijps londrinos, presuntos in-
glezes para fiambre : conservas de fructas psia po-
dini, latas com bolachin'ha fina toucinho Inglez
ludo chegado pela galera Cnlumbei: na ra da Ca-
deia do Recife, n 2, renda de Jos Goucalves da
Fonle.
Vende-se um pequeo sitio com casa de vi-
venda na Soledade, junto do sitio do finado Jos
Roberto, na estrada do Boi; bem como um terre-
no com casa de taipa na.ra que segu para o Man-
guinho: a tratar no sobrado de um andar e solSo
no principio da dita estrada que vai para o Mangui-
nho, ou na ra da Concordia, com Jos Antonia
Corris Jnior.
Ruado Livramento,!). J4.
Nesta loja ha ricos cortes de cassa a 3,200 rs.
chitas rouxas muito finas, para alliviar luto, a 20o
rs. o covado; dilas de cores (isas a 160, 900 e 210
rs. ; madapono de jardas, muilo fino; dito de 20
varas a 4,300 rs.; casimira preta ; merino ; lencos
de m.lo com trico nos ponas e bordados; tnelirn
azul, a 160 rs. ocovado; e outras murtas fazendas
quo silo pechinchas pelo barato preco por que te
vendem.
Ka ra de Agoas-Verdes,
n. m,
vende-se um lindo moleque de naciTo, de 18 annos,
proprio para todo o servico, quo nflo tem vicios, <
vende-sc por necessidade; um bom escravo, oOlcial
do pedreiro ; 3 ditose um lindo mulatinho de u
annos ; 5 escravos para todo o aerrico por com-
modo preco ; um bonito mulatinho de 15 annos.
Lotera do Rio-de-Janeiro.
Aos 20^)00^000 de i is.
Na praca da Independencia ,loja n. 37, vendem-se
bilhetes e cautelas da 9." lotera das casas de candi-
da do Rio-de-Janeiro, por preco convuodo. A elle
antes que so acabem. '
Toda altenefto ao que lie bom.
Deposito de rap andarahy
e imperial.
N5 r,a ?f'?!! n J63' l,rimei> '"'r, escriplo-
rio de Jos de Almeida Brrelo Bastos, vonde-se o
bem scrediUdo rapndarahy e imperial, fabricado
no Rio-dp-Janeiro, sendo o nico deposito nesta
provincia; assim como se vende a rctalho as se
guintescasas : ra da Cruz, n. 63 ; becco da lia.
gota n. 3 ; ra do Pilar em Fra-de-Poltes n
86;rua da Cadeia do Recife, ns. 17 e 19; ra do En-
cantamento, n. 4J; ra do Vigario, n 14; ra da
Cacimba, n. 2; ra do Conloniz, n. 11 ;rua do Col-
leglo, n. 9 ; pra do Queimado, ns.10, 16 e 33; ra do Livramento,
ns. 4, 5 e 38 ; ra da Pcnha, venda da esquina, por
baixo do coronel Joaquim Bernardo deFiauciredo
rus D.re.la. ns 6, 16, 53 95 e 141; ra das Cinco-Pon-
tas, ns. 50e82; ra Imperial, n. 2; pateo do>Car-
mo,n. 2; ra larga do Roaario, ns. 29 e 35; ra das
Cruzes, n. 40 ; ra do Cabug, ns. i e 7 ; ra Nova,
n 50;Aterro-da-Ba-Vista.ns.2.46 e54; praca da
Boa-Vista, n. 17 ; Ponte-Velh. ns. 23 o 54 pateo
da S.-Cruz, n. 106. '""'
Vende-se sarja de aeda hespa-
nhola muiloauperior, setimde Ma-
co proprio para vestidos, loa de
linho pretos bordados a seda,meias
prettis de seda de peso, panno pre-
to muito finoe prova de limo,
caz mira preta elstica, sarja de
listras.selim proprio de collete, as-
sim como outts milita. fazendas
finas, proprias para a quaresma :
tudo mais barato ao que em outra
qoalqner parte: na loja de.Jos
Woreira Lopes & Companhia, raa
do Queimado, quatro cantos, ca-
sa amarella, n. jo.
Vende-se vinho verdo do melhor que ha no mer-
cado, o chegado ltimamente; queijos de Minas:
ludo por preco barato : na ra Dreila n. 18.
Escravos Fgidos
_
-l.uiza, crioula, de boa cslalura, reforcada do
corpo, rara nfln pequea pellos grandes e rom um
slgnal levantado em cima do esqunrdo e outro maior
na pA do mesmo lado j tem o andar vagrroso ; lovou
veslido do riscado escuro em assento encarnado,
panno da Costa j usado: quem pegar leve-a a
ruado S.-Cruz, n.66, defronte da ribeira que se-
r recompensado.
Fugio, na tarde do da 21 do corrento, a preta
Rosa deiiacilo Carange, cr fula j idosa rom
urna costura do talho entre as sobransclhas falla
descansada ; tem algumas marcas de chicote ns
costas ; levoa vestido do chita j usada panno di
Costa um taboleiro o um guardanapo de cercadura
azul: quem a pegar leve-a a ra da Madre-de-Deos
11. 1, que ser gratificado.
Fugio, em dias de fevereiro, o moleque AntO"
nio,crloulo|cvoii camisa doIgndo riscado .Mi-
cas do mesmo azul j bstanlo velhas : tem a cane-
ca um tanto redunda, os cabellos, estando crescidos,
loom a cor um lontoavormelhada rosto redondo ,
cor agagerusada ; quando anda parece puxar P"r
urna perita nao obstante nSo ler doenTa algu'*
nella ; tem.14 anns pouco mais ou menos de esta-
tura regular ebeio do corpo quando em compa-
nhia de seu senhor, que he Francisco de Castro, in-
da va embarcado: quem o pegar ievo-oMprua da
Cruz, 110 Recife, venda de Luiz Jos de S Anujo ,
quo gralificar com 100,000 rs.
wss
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CMi. : NA TJf. DB m. 9. DI VABIA.18"9
/-' '


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