Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06222


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Full Text
Auno XXV.
0 0/ilJJIpiittHca-setod.ia o diasque naV
fcrem de guarda. O preeo da auigiuluia he
de 403O r. porquartel, pogot ndtantadot. uj
annunoioi <1oj asfignantc sao inseridos a
rasao de 20 rs. por linha, 40 rs. ein typo dii-
ferente. cas repelic.Vs P'l\,"f**te-jl*j?
asslgnante pagar 80 rs; por linhae 150 rs.
em typodlfferente, por cada publlc5-">-
ffPrUSES DA LA NO HEZ Dr. JANEIRO.
Crecente, a2. ,5 hora, e l *
iuano?a,aHa7helw.e43min.dainann.
Qnarta-feira I y
PAIITIDA DOS CORREIOS.
Goianna c Parahiba, as sega, e exta*-feiras.
R|u-G -do-Norte, qulntas-felra* aomeio-dia.
Cano. SerlnhSem, Ulo-Kormoso, Porto-Calvo
Macelo, no 1. a 11 e 21 de cada mez.
Garanhuns e"Bonito, a 8 e 23.
Iloa-Vlito o Flores, a 13 e 28.
Victoria, ris quintas-feiru.
Olinda, todo* os das.
PRAMAR DE HOJE.
Primeira, s 10 horas e 54 minutos da manh,
Segunda, s 11 hora* e 18 minutos da larde
de Janeiro de 1849.
N.
15.
toa
DAS DA SEMANA.
15 Segunda. S. Amaro. Aud. doJ.do* orph.
doJ.doclv.edo M.daS.v.
16 Terca. S. Berardo. Aud. do i. do c. dal.
v, e do 1. de pat do 2. dlst. de t.
17 Quarta. S. A nlo. Aud. do J. do c. da 2.
v. c do i. de pai do 2. dist. de t.
18 Quinta. S. Prlsca. Aud. do J. do* orph.
.- do J.M.da 1. \.
19 Sexta. S. Canuto* Aud, do.J. do civ. c
do J. de pai do 1. dist. de t.
20 Satinado. S. Sebas tifio. Aud. A" J. do i .
da I. v. e do J. de paz do 2. dist. de l.
21 Domingo. S. Igne/.
CAMBIOS NO DA 16 DE JANEIRO.
Sobre. Londres a25 'A d. por l^rs. aGOdlas.
a Pars
Lisboa 110 por ccnlo de premio.
Ro-de-Jani'iro ao par.
Dse, de lett. de boas firma* a ll,'i X a me*.
Acert da comp. de lleberibe, a 50 rs. ao p.
Uuro -Oncas bespanholas. 29.?0(.0 a 29/W10
Modas de (#400 v. IB#000 a l/lOo
. de (i/400 u. 16/100 a IK/200
de4/000.... 0/21)0 a 9#40.i
PrataPatacc* brasileiro 1/930 a 1/i.H
Pcos columnarlos. 1/930 a l/90ji
. Dito mexicano*..... 1/880 a 1/90(1
DIARIO DE
PARTE OFF1CIM.
GOVERKO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 13 DE JANEIRO.
OITlein.-Ao itwpector da thesoumia da fezenda,
trnsmittndo o aviso, communicando o que da
, antia de um eonto de ris, feito pola Ihcsourar.a
da provincia do Ro.Grndo-do:Norte sobra sa a
careo de S. 8. e a favor de Jos Gomes oa Silva. -
Scientiflcou-se o 'presidente da mencionada pro-
V' Diio.-Ao mesmo, transmiltindo o aviso da the-
souraria do Rio-Grande-do-Norle, participando o
que da quantia decenio noventa c ete mil nove-
cento o dez ris obre essa n cargo do S. S., >-
vor deJoaquim Soaros Rapozoda Cmara. Inlei-
rou-e o preidente da referida provincia.
Dito Ao mesmo. transmiltindo o aviso da tho-
sourarU do ftio-Gcande-do-Norte, communicando o
saque de urna lettra da quantia do 1:367,660 sobre
essa cargo de S. S., e a favor de Barroca &c. Pinhei-
ro. Parllcipou-se ao presidente da mencionada
provincia. .'...," ,
Dito Ao mesmo, transmiltindo o aviso de um
leltra da quantia de 500,000 r, sacada pela thesou-
raria da provincia do Rio-Grande-do-Norte sobre
essa a cargo de S. 8., e a favor de Antonio Bonto da
Costa. Communicou-se ao presidente da referida
provincia. 111
Dito.--Ao commandanto das armas, declarando
quevai levar ao conbeclmonlo do Exm. Sr. minis-
tro da guerra urna copia da ordom do dia de 8. Ex-,
rccomtpcndando ao mesmo lempo munificencia
imperial os valentcs defensores da legalidade, cujos
nomes vem declarados n'aquelle documento.
DitoAo director do arsenal do guerr, ordenan-
do mande receber o guardar nos armazens d'a-
quelle arsenal cineoenla cunhetes iiiconrados de
cartuxamo embalado do adarme 17 com cincoenta
mil carluxos, que recebeu na corle o commandan-
te do vapor Pernambucana. N'este sentido oflci-
ou-se ao director do arsenal de guerra da corte.
Dito Ao mesmo, determinando preste urna cha-
pa de ferro para ofogfio do hospital regimental a
cargo do 2. batalhflo de artilharia a pe. Parlici-
pou-ao ao commandante das armas.
Dito. Ao inspector da thesouraria da fazenda,
transmiltindo o aviso de una leltra da quantia de
1:229,070 ris, sacada pela Ihesourana do Bio-Cran-
dc-do-Norte sobre essa a cargo de S. S., e a favor de
Diogo &c. Honriquos. Communicou-se ao presi-
dente da referida provincia. "
Dito.Ao mesmo, transmitlindo o "aviso da tlie-
souraria do Bo-Grande-do-Norte, communicando
o saque de urna lettra da quantia de 1:100,000 so:
bre essa a cargo de S. S., e a faVor de Francisco Jos
Comes. Scronlilicou-se o presidente da menciona-
da provincia. j
Dilo.-Ao mesmo, transmiltindo o aviso de urna
leltra da quantia de 127,722 reis, sacada pela the-
souraria do Bio-Grande-do-Norla sobre essa a car-
go de S. S a favor de Joaquim Jos da Costa do Al-
ineida, e porconla dosdireitos d'aquella provincia
arrecadsdos na mesa do consulado desta no auno
financeirocorrenle.Parlicipou-se ao prosidenle da
referida provincia.
EXTERIOR.
FRANCA.
PARS, 27 DEOUTUBR0.
Na cssflo do 96 da asscmbla nacional subi M.
I.uiz Bonaparie tribuna, levando na inflo algumas
folhas de papel, e leu o seguinte discurso :
Cidadfios representamos O desagradavcl inci-
dente que honlem aqu se suscitou a meu respailo
nflo me pcrmitle o ficar silencioso. (Ou>i '. outl \)
Profundamente doploro o ver-me obrigado a fal-
lar outra vez de roim, o lamento o tralarem-se na
assembla queslOes pessoaes, qunndo nflo temos um
momento que perder pera podermos tratar dos gra-
ves ioleresses da patria.
Nflo allodiroi aos meus sonlimenloa, nom aa mi-
nlias opiniaes. J os inauifeslei peranto vos, o viu-
da ninguem pode duvidar da minlia palavra.
Quantoao meu proceder parlamentar,.ssim como
nflo pedir! contas a nenhum dos meus collegas do
sou comportamento, assim tnmbom nilodoua ne-
nhum delles direilo de me inlerpellar a semol liante
rolpeito.
lima vos :-Bclora, porm, que os vossos constl-
tuiitcssejsm disso informados.
il. mi Danapare Da.que mn aecusam ? De
O Prtsiitntt:-Responderis, seohores, opportu-
nameulo ; nflo interrompais, porm, o orador. Peco
assemblc que so abstenha de qualqucr manifcs-
V'l.uif BonaparU : He rouito possivel que a
Franca entenda que este nome |Jde c?n.corrfr, Pars
a consolidaeflo c prosperidad da repblica. (Rumo-
re* diverios.) '.
Os nue me chamam ambicioso conliecem bem pou-
co o meu caracBo Se um dever imperioso aqu mo
nflo detivesse, W a .ympalhia de mcus conci. ad:,os
me nflo compensasse da violencia do alguns ataques
e da impetuosidade de algumas defesas, lia longo
tompo que me lembraria com saudades do meu des-
'TiSnoma. :-Peco pal.vra. M. F/ocen :Pe?o tambem a palavra.
V hi'i Bonaparle :-continuando a lr :Ccnsu-
ram'o meu silencio A poucas pettoas he dado pCo-
reriraqui urna palavra eloquente em favor das ideas
sflas o prudentes. Havora s um meio de servir o
patria? Da actos lie que mais se carece, bem como
uo um ooverno firme, intelligenta e sabio....
M Anthony Thourrel:-E para o qual se precisa
de habilitacOcs. .
N. Luiz Bonaparle:-Quo trate mais de curaros
males da sociedade que de vingancas...
Algum Rtpresentnlet: -Oplimamento .
ti L'dt Bonapaite :-Um overno quo se colloquc
lisamente A frente das boas ideias, repellindo assim
mil ffczes mclhor de que recorrendo as baionelas,
as theorias nflo fondadas na experiencia erasilo.
Sai que me q,uorem juncar ocaminlio de abrolhos
o ciladas, mas nflo cahirei nellas Seguirei sempre.
como entender, a linha que tracoi sem me inquie-
tar, nom irar. Nada me alterar a placidez de ani-
mo 0(1 me fari esquecer de mous deveres So tenho
um fim : o de merecer a estima da assembla, e com
sta a de lodos os homens de bem, e a i-onanca
desle novo magnnimo quo honlem foi tratado com
tamanha leviandade. (Fim* denegaos.)
Declaro, pois, aos que pretenderom organisar con-
tra mira um syslema de provocaeflo que, de hoje
vnnle nflo responder! a nenliuma intorpelUcao ou
excitaeflo. (Oh oh .')
Um BepreicntanU :-Na verdade he o syslema mais
Wfa *wif :-Vemo-nos todos o dias obrigados
a explicar-nos acarea de facas pasoaes.
M.Lmz llonaparte :-Nflo Trel cso de provoca-
ros cujo fim he forenrem-me a fallar quando quero
eslar calado. Com a consciencia tranquilla conse -
var-me-hoi firme contra lodos os accommcltimen-
tos, o impassivol confra todas as calumnias.
Urna l'o* :-Esl bem Basta por hoip.
(Jovrnal de$ Dbats.
(Jora*/ fo Commercio. i
BlAKIoHaPEBSAIBIlCO.
xor*. i d jasxiBO "O.
0 EXCHU.BSTISSIIIO WNHOll IIASOSt. V1EIIU T0STA 8 OS
I1KI)\CT0RKS DO DIARIO-NOVO.
Indirectamente, e contra sua vontade sem duvida,
os redactores do Diario-Novo acaba m do tecer 11 m
elogio pomposo ao Kxm. Sr. Manoel Vieira Tosta ; -
ncabam de tcstomunhar ante o Brasil inteiro qucS.
Exc. linba a mflo na consciencia quando disse em
sua proelamaefloque nflo vacillaria ante smeJidas
mais enrgicas para por termo guerra fratricida
com que a provincia inda lutaem alguns dos scus
pontos do sul, no momento em quechegasse a con-
vencer-so de que a ceguoira o i reluctancia daqucl-
les que a promovern e uind* a romenlam os leva-
vam ao desespero do nflo codorem aos moios brandos
o suasorios.
Do feito; ao inscrevercm noscu numero 11 de 15
docorrenteaspalavras com quo S. Kxc. respondeu
pessoa quo, buscando cxcitar-lhe a commiseraeflo
j>ela sorledc urna viuva c quatroorphflos, como que
nada mais linha em vistas do que mov-lo polo lado
das paixOes a consentir quo continuasso a propa-
ganda do, exterminio, conllagracflo e desordens, a
que. de encontr aos nter** reaos deluda a
aceitar da auVicflo popular urna candidatura quo que, uo ...v. ......------ -
nflo solieltel. (/tumor dt incrtdttlidade.) Pois bem ciodade pernambucana, o por conseguinto dessa 1a-
Arpiliirm pir>-
nao olicttel. Itumor de tncreilulidaae.) hoi ubiii ; cictlaae pornamuucaua, o pui .u"b"
Accitaroi esa candidatura, uflo *6 porque me hon-| .,. -b nolidlanamenle se d
ra, como timbem porque tres eleiqOes goccessivns o "'" 1 ^
o decreto unnime da
'ic,Oos soccessivns
.. uiv.pw u..o.,..o n aggemhla nacional contra a
proscripeflo da minbo familin me autorisim a julgar
que a Franca considera o mou nome como o mais
proprio par8 promover a eonsniidacfln da aociedado
abalada at os cimonlos... (fanga explos&o de mur-
uuripi.)
A/gumnt Vosa :Nflo rcconbecemoa aristocracia
de nascimento.
Outra Vo* :-i\flo fallis em repblica. Estaris
pela repblica democrtica? ~ .
Foro llrprtsenlanlts ao mesmo lempo :k gloria e o.
prestigio nflo se transmiltem por heanca... Invocar
O voos feilos a nflo os do vosso lio,
va o Diario-
Noto ; ao accrcsccntarem quo S. Exc. Iratou com
tola aurbanidado a essa pessoa, e raljou-lhe como
maior sangue-frio, os redactores do mesmo Diario
nada menos ficram do quo declarar mu) calegorica-
mente que, ao exprimir-se por tal guisa, o Kxnr.
8r. Manoel Vieir Tosta obrnva com a conviceflo do
homem que cumprc um dever Unto mais sagrado,
quanto involve o futuro de todo um povo, que, vic-
tima ** tde insaciayal dp manijo do tlguns indivi-
duos, se acha a bracos com s mais injustificavel das
revollas de que temos noticia.
Afimquo os leilores possam ajuizar mais ajusta-
damonte de quanto ah fles dito, passaremos para es-
ta pagina do nosso jornal os termos de que S. Exc.
so servio para certificar oVidividuo, que o buscou, da
firme e inabalavol resolucflo emque ostava do ja-
mis permillir quo gyrasse impunemonto polas nas
desta capital, e corresse pelas mflos da genio inex-
pariento e menos pensadora a follia incendiaria, i
que, anda nflo ha dous annos, certo sujeito do nos-
so conhecimenlo qualificou do oarrrt de plvora,
n'um artigo cm que proeurou demonstrar quo nen-
hum Brasileiro sensato devia consentir que a lessom
os membros de sua familia ; artigo que, se a memo-
ria nos nflo fall, foi publicado no peridico Carran-
ca, qooesso sujeito enriqueceu de varias produccocs
suas, inclusivo as tflo famosas caricatural, em que
eram rediculsrisados muitos nomes, so nflo respei-
ttfveis, ao menos dignos das altc-ices de quem os
expunba irrisflo do publico, pois quo eram os de
alguns parentos o amigos seus.
Ignoro todos os factos quo refere, nom ellos fo-
ram pralicados por minha ordem ; mas estoii re-
1 olvido a tomar sobro mim a responsabilidndo de
lodos elles.e de qiiaesquer outros para fazer calar
o Diario-Novo, e at, se fr preciso, a mandar fe-
n chara lypographia ; e ltimamente tambom estou
. determinado declarar esta cidade em estado de
< sitio, e a obrar em conformidade desta medida.
Eiscmo seexpressou oExm. Sr. Manoel Vieira
Tosa, ao terminar o seu interlocutor as phrases com
quo pretenda faz-lo persuadir da necossdado de
consentir que um peridico continuasso a aconsc-
Ibar a morto dos que so empenbam pelo triumpbo
da sagrada causa da legalidade; a justificar os
roubos eos assassinatos commetlidos por essas hor-
das do salteadores, quo ahi vngueam pelas matlas,
commellcndo todas as atrocidades deque lio capaz
um eora$f[o pervertido oem quo nflo teem cabiJa os
maislriviaesscntimcntos de humanidade; a afa-
nar-so popseduzir a briosa tropa de linha, prgan-
do-lho diariamente que dalia do foliar as armas
contra a conslituicSO ju'ada, contra seus obeles c
contra a nacflo inteira, psra om?rega-las na suslcn-
lacflo dasdoutrinas anarchicas queja tc^m castado
tanto sangue, e que hflo precipitado as angustias
daorpbandado o viuvoz a militas dezenas de meni-
nos omullicres innocentes, cujol pas o maridos
tecm expirado no combato, ou traspassadospeln pu-
nhal o pelas balas, qufl o brago forte e criminoso do
malfeilor desalmad j Ibes ha levado sobre o peito,
quando, inermes e espavoridos, esforcam-se pores-
capar-so ferocidadocom que os vndalos soem nn-
nunciar sui presenca em qualqucr paragem que sor-
pren.lem.
Cavaignac, esso general famoso, que o vellio e
o novo mundo proclaniam o salvador da Franca, nflo
proceder cortamente de outro modo, se algucm llie
fsse pedir nflo pozesso cm execuffio os decretos
por quo suspender a publicado dos jornaes que
prgavam aos Francezes theorias quasi iguaes a es-
sas com queo Diario-Novo so esbofava por lllaquwr
a bda t do -ublico menos ajuizado.
Noenlanto, enlre o procedimento de Cavaignac
eodoExm. Sr. Manool Vieira Tosa ha umaduTo-
renca mui palpa?el, o quo corto Doestversnda
ignorada, se os redactor os do Diario-Kovo houves-
sem lido a lealdade do referir tudoquanlo se p.as-
r. entre S: Ex. oapossOaque osinfbrmou do laclo
dequenosoecupamos; queremos dizer. se ellos li-
vessem declarado que.S. Ex. ao passo quo .Oirms,
vaachar-so disppsto a envidar o. ull.moa de s.cus
esforcos por conseguir quo o sobredilo D.ar.a nflo
proseguisso n4ruim tarefa de concitar as massas e
promover a anarchia, pouco se importava que, posto
de lado esseabjecto c vergoi.boso Irabalbo, se oceu-
passe elle de sua pcssa e da dos scus mais pronun-
ciados amigos ; (he fizesse mesmo a mais desala-
da o pposic.fi o.
Se aquclles redactores nflo livossom occultalo es-
ta circumstancia, muilissimo importante na verda-
de, ja se salteria que o emponho do Exm. Sr. Tosa
nflo eslava, como o de Cavaignac, cm suspender a
publicacfloda gazeta anarchica, mas sim esmcnle
em dispr as colisas de maneira quo ella soabsti-
vesse de concorrer para que aindamis scaggrave
o sorto do paiz ; j so saberia que S. Ex., no en-
tanlo quo assim se esmerava cm cortar por nina das
difflculdadcs queenconlrava na grande obra da pa-
cificaeflo da provincia, soofferocin, como cm holo-
causto, sanha daquclles cujas icnnas venenosas
nlosouberam respeitar nem mesmo arcpulacflo do
dislincto Sr. Costa Pinto, que clles prnprios haviam
laudado como a um anjo tutelar, cscnlhido mui cal-
culadamente pelo governo de S. II, o Imperador pa-
ra governar esto Pcrnambuco como o homem mais
proprio para conjurar n tempestado que eslava pres-
tes a estalar, o quo outra tifio ora senfo oque ro-
bentousb aadmiiiislraco do Sr. Ferreira Peniia,
o quo temos f ser inlairamenlc deshila pelas bem
combinadas o providentes medidas quo oF.xm. Sr.
Tosta tcm empregado, oso dispOea adoptar.
Nflo arrefeca, pois, S. Ex. no (Tan com que se val
empcnliando por livrer esta trra da sanguinolenta
o vprgonliosa guerra civil que nimia a a di i ge cm al-
guns lugares; continu a lutar pcilo a peito com
os degenerado* Perna miniemos quo se nflopejain
de ver um Brasileiro nasci do em outro provincia sa-
crificar-so por salvar a nossa dos males a que clles
querem subjeila-la com o enenrnicamento do furio-
so quo crava o eslylctc as entranbas da propria
mfli: oslenlc-so desfarlo mais patriota do que cl-
les, e cont com o reconhecimenlo, amizade e dedi-
cado de lodos que sabom prcrorirobom-estardopiiz
on quonasceramaosiiilercssos mesquinhos cpes-
soaes; que, quando se Irata do bem da eommu-
nliflo no uicio da qual vivem, osquecem-se do si
inesmos, o s curam da sorlo da lotlidade.
NOTICIAS RSTRANGEIRAS.
A barca llopixctll, entrada boje de Liverpool, Irou-
xc-nos o Times ate 18 de novembro. .
A Inglaterra conlintinva tranquilla. 0s''oa'',07 '''
carao. a86 3/V; as plices do banco dn 188la 189 ;
os lies por ccnlo roduzidos, do851/aa5 8, o>
Ircseum quarlo porccnln, dc86a 86 1 8.
Os fundos brnsileiros. os novos, licnam a ,0; os
tres or cont portuguezei 227/8; os qnalro por
cento ditos a 31; os dous e meio por rento hollan-
dOZM de 45 3 V a 6 ; os tres por ccnlo hespanlu.es,
do j 3 8 a 23 8/4 ; OS cinco por cento francezes de
63 Ir. 60 e. a 64 fr 3c; os tres por cento ditos, do M
ir 10 e S*l fr. 60 c. ,. s ,
Na Franca nada de exlraord.nar.oliav.a occorrido,
a DOOUlscflO cootinusva em socego, posto que toda
occapadacom as mingas eleitorae os pa.inanos
do MI eral Cavaignac proseguan en. aouaosforQOS
a favor do mesmo, o tal he o energa quo hflo dpsan-
volv o ue ja mu.la gente er quo elle sera o ele.lo.
I ollcia de Naiboona dcscobr.ra nos muros daquol-
la cidade o seguinte pasqu.m:
BEPUBLICA l'UANCEZA.
Vinoanra, terror, crueldad*.
CrMo-mc, cidadflos, vos nflo tercia minea urna
boa repblica, emqnanto osles nstrumenlos nflo ro-
rem poatoa em pralica. "
lima forca o urna guilhotina "Uvam represetit .-
das, urna direita o outra esquerda UMIU-
nbas; sobre a primeira eslava esculo I o. I
tentado lyrannos, c sobro a segunda I o. la op
'"pal.eTeitresconhecam quanto le, anjrj-
a Franca pela revoluto que ull.mamenle .d v, d
feiluar, e lossam calcular os mi '" u^ !^I(..
a nos- chara patria, se porvenlua uml'
cimento cutre ts livor lB'r.Mn jornal
M a.u o "ue a este respeito PUu,,c,j" .......
francoz Liljaj" "= c dc ,luvcmW' '"l '
sado : ...r.Ainras e o commercio
A propriodade, na- uhcl ras L^
rslflQ cm Pars ""1cl,am""l-1I,0,ulacflodsla grande
mil individuos PO'^SSo "al alelade delles
cidade, acl.am-se sen mrtjo" ^^ ua reVolucflo,
pelo menos S'<"''"aa,";(; um grande numero de ca-
Je 3 Sif' 1.1 O Poprictarios deslas casas, nflo
sas nosAiirourgr Vondimentos, c leudo quo
recebendo boje nen ,,cham-sc qoasi rc-
pagaMaxsc o ws \ \ cym> au0Sseus
aozldos .u"'ncXo"lcParia existe a meama mu-

_



2
P^os unios dii revolugRo por opulentos proprieta-
nos, por pessoas que oecupavam empregns rendo-
sos as publicas re artigos, ou por manufacturemos
neos ; mas esles quasi todos hilo desaparecido, e os
pourAsqiic restam leem insistido coi una reducgiio
tal de renda, que os proprielarios nSo recobem pre-
sentemente nielarlo da quaniia que liantes recebiani.
Se uin proprietario, vendo-sc sem meins para occor-
rer as niais urgentes necessidades resolve-saa hypo-
llieoarsua propriedade, mo acha quem tal negocio
queira fazpr> qualquerque seja o interesse que offe-
roga. Aqticlles que leem dinheiro recusan) emprega-
lo, foja por medo, seja porque esperam comprar as
mesmas propriedades, quando seus donos lo re ni a
finl nbrigados a vend-las por menos de metade
deseu valor.
A Italia conservava-so tranquilla, mas parece que
a agiacTo pela independencia italiana havia come-
gado de novo em Florcnca. Diz-se qne o novo minia*
loriotosca no, re torca do pela chega la doscidadflos
Mazzini, pice, e outros amigos seus, enlrelm o
projrlo de convocar urna assembla constiluinte
'aquella cidado para o lim ilo convidar o rei de Sar-
d'idia a emprobender urna nova cruzada contra a
Austria. Urna circular neste sentido Coi ja dirigida a
Indos os agentes loscauns nos nutres estados italia-
nos, assignada pelos ministros Gut-razzi, Montancll,
d Avala, Krancliiui, Mazzauie Adam. Nesta circular
ellos declaran] que todas as queslOes de rcgulamen-
to interno devem ficar adiadas al a completa expul-
sao do3 estrangoiros.
Cartas de liorna, datadas de 6 denovembro, noti-
cian) urn moviinenlo insurreccional entre us tropas
pontificias acampadas na fronteira austraca, e que
por esta raso partir repentinamente daquellaci-
dade para Itoliinha o Ferrara o general Zuctihi, mi-
nistro da guerra.
Na Austria contins a guerra civil.
Cartas de Warasdin.datadas do 8 de novcmbro.an-
uunciam que as tropas hngaras em numero de 34
mil liumcns linham invadido Styria, e atacado a pe-
quena cidade do Fiiedau. '
Caitas da Servia, recebidas em Vicnna, noticiam
lamben que os Magyares baviam atacado Sivig e
Tomezlgt, poremquctinham sido duas vezes reeel-
lidos pelos Servios, tendo todava logrado apossu-
ren.-so,la fortaleza de l^sek. Os Servios alluiam cu
pitido numero para Dalja, onde Kossuth se acbava
a frente de um corpo cons.leravel de tropas para o
i) de atacar aquella cidade e a de San-Tnomaz.
Cria-ae que os Magyares serian, derrotados, por is-
2 tlr,oa,Md" ',rovinc'ss Has iam avangan-
docontra clles com um exercilo assaz numeroso.
A Prussia_conlii.ua no mesmo estado de lermenta-
cilo de que ja em outra occasiao informamos os lei-
lores: nenhuma colliso tinlia anda occorrido entre
opovo cas tropas, porem crij-se que aflnal islo
lena sempre lugar.
Noumla cdades, inclusive todas as capitaes li-
nlia.ii enviado suas congralulagoes aos inembrosda
assembla, a qual.depois de liaver feilo duas tental-
vaspara reunir-se, rcsolveu adiar-se sinedie; per-
nianecendo,porem,todosos seus membros na capital
ilo reino para o lim de observaren) o curso dos acon-
tecim.-ntos.c tomarem as medidas que parecessem
ncccssnriai.
Na Ciecia un novo ministerio fora organisado;
poreni o paiz Ccara em plena trauquillidade.
VAKIK|)A')17
O MAGNETISMO. ,
O magnetismo est hoje sb a prolecQ.lo do ce-
lebre e no Diario duas cartas suas ao redactor da Prcisc,
ni que elle conrluo a verdade do magnetismo e do
suas maravlhas, agora um dos collabaradores do
Sicclc publica na revista de l'aris o fncto seguintc:
Sabbado passado jantava o Sr. Alexandrc Hu-
mas em casa de um ileputado, oSr. (J. I). Numerosos
convivas ouviam vidos a palavra do brillianto es-
criptor, que, dirigindo a conveisagfio sua vontado,
li-VOU-a logo ao terreno do magnetismo.
O orador desenvolveu sua these, fallou de sua
omnipotencia, o para dar una prova d'ella disse :
Conlieco urna Sr." que mora na ra des Ma-
rais-du-Temple ; basta quo eu queira para que ella
aqui venda.
Vejnmos isso, responderam os assistentcs, ce-
dendo ao prestigio que o Ilustre romancista exerce
fallando tilo bem couio escreve.
Dai-me um copo grande, disse o Sr. Dumas.
Trouxera'ii o copo, o Sr. Domas encheu-o d'a-
gna, depois com admiravel sangue-frio fez os sig-
naos CuhnlisCOS indicados pela Irndcgilo ; langou
n'agoa o' fluido magntico, o disse a um criado :
a Ponha e.-tc copo em cima da aba min do
saino.
O criado eslava para executar esta ordem quan-
do 1 lie disse o magnetisador.
< He verdade, tende o cuidado de por debaixo do
copo urna falla de papel limpo. He indispensavcl
para o solaniento.
Dito islo. pergunlou :
b Quo horas silo?
i. Sete boras e meia.
liem. Que lempo be preciso para vir da na
des Marais-du-Templo ra d'Anjou-Saint-llo-
nor ?
Conforme.
Ha do ser preciso una bora para urna mulber
que vem a pe c dormimlo.
Poisseja nina bora.
Bem. Sabio agora de casa. Dentro de urna bo-
ra ve-la-heis apparecer, salvse estiver agora do
vestido do seda, ou livor alguma barbatana do ac,
porque a seda c o ago preservan) do fluido magne-
livo.
Acabado 0 janlar, passaram para o salio, c con-
tinuaran] a conversar sobre o magnetismo. OSr.
A. Dumas linda a reunilo captiva pelo encanto de
seus discursos esmaltados das flores da imaginadlo
e das pendas do engenho.
<< Deram oito boras o meia, abrio-se a porta.
He ella ? disseram osassistentes.
He ella, disse Al. Dumas.
* Entrou um bomem.
liste bomem era inteiramcnle desconhecido
aos donos da casa. Tinba luvas amarellas, gravata
branca, casaca prcta, boa cara e a apparencia pro-
fundamente convencida do um adepto alistado para
os papis de utilidado e terceiros as provas e as
ceremonias da sciencia.
Antes de o annunciarcm, deu tres passos no
saino, exclamando com voz meio comprimida por
urna intcncflo mysleriosa :
Ei-la aln, cija me segu I i 4
0 Sr. be o marido, disse Dumas com gravi-
dade.
Eusouo marido, disse obomcm cumpri.-nen-
tandoa todos.
Onde deixastes vossa mulber ?
Na escada. Ha urna bora estemos ein nossa
casa vestidos para irmos a um loire. De repente
Zas vejo mirilla mulber dormndo. Disse eu enm-
migo : bom .' he o Sr. Dumas que Ihe mandn o flui-
do. j sei ; ella ir onde o Sr. Dumas quizerque v.
Com effeito minba mulber levsnta-se, sahe, sigo-a
com mello de algum accidente, e ella me conduz
aqu. Subi primeiro para annuncia-la. Ja moviste,
agora idos v-la.
A oslas palavras todos os ollios se vollaram
porta que tinlia licado aberta. Apparereu urna mu-
lber, moca, loura e de lindissimas foigOes. Caroi-
nhou lentamente, porm com passos seguros e com
os olhos abortos e fixos ; sua attitude e physionomia
tinham a oxpresslo particular aos somnmbulos, o
que tem sido reproduzida por vezes no tboalro por
cmicas babeis.
Foi direito ao lugar em que eslava Al. Dumas,
uiclinou-se dianle d'elle e beijou-lhe as mlos. 0
mestre recebeu estas mostras de respoito com a ma-
gostado benvola que em taes circumstancias devia
desenvolvor o grande Balsamo.
A caminhada que deu fatigou-a, disse o mag-
netisador ; vou acorda-la.
Em urna reviravolla de mitos ficou feila a ope-
rago livre do fluido que Ihe encadeava os senti-
dos, a senhorasuspirou, cstendou os bracos, fecbou
os olbos, tornou a abri-los c correu a reunio com
uinolbar admirado.
A vista de Dumas revclou-lhe o segredo do sua
presenta em urna sociedado nova para ella, e quo
a considera va com curiosidade. A SCSSIo, porm,
nao poda temada de inleressante com a somnm-
bula acordada o magnotisador tornou-a ao smniio
tilo rpidamente como a tinba libertado d'elle.
Depis, dcixando-a no sabio, retirou-se com algons
ilos assistentcs para um dos quartos mais remotos
do aposento.
Quando quizordes, disse elle, ella vira ter
comnosco.
Em cinco minutos.
Seja. Que emoc^o queris que sinta quando
abrir a porta ? Escolbei; ser alegra, terror, ou qual-
quer outrosentimento vossa vontado.
Pois seja o terror.
Pois bem ; ao entrar ella julgar vrdianle de
si um abysmode fogo.
Passados os cinco minutos, abrio-se a porta
o a somnmbula parou logo com urna rxpressto de
terror muito bem indicada, mas que todava pare-
ceu branda para um abysmode fogo.
Que tondes? pergunlou o magnetisador.
()b .' nilo be nada, respondeu a somnmbula
abaixaiulo-sc e fazendo o geito de apandar alguma
cousa ; tinba medo de esmagar este niubo do tuli-
negras.
O erro be meu, disse o magnelisador. Outra
ideia me ter vindoao espirito, quando Dio mandei
a cmo;3o.
A sciencia tudo explica.
Ficai abi, continuou elle dirigindo-se som-
nmbula ; nos vii] la mus para o sabio.
No salan Al. Dumas dirigio-se s senhorase
disse-lhes:
A somnmbula abi vem; um dos privilegios
do scu estado he licar, pelo somno magntico. Ufo
leve como una sombra. Queris que ando por ci-
ma de flores sem as esmagar, ou por cima do ovos
sem os quebrar?
Escollieram os ovos e espalharam-spelo as-
soalbo.
Entrou a somnmbula e nperou-se o milagre
de modo que pruduzio completa illus.to. O pr des-
lisava pelo ovo e pareca pisa-I, upoiar-se n'ctle.
Carlota Clise nilo teria dancado melhor este passo-
didicil. Fcz-se o trajelo da porta chamin sem
accidente, isto he sem omelcta
i Depois d'esto triumpho poz-se a somnmbula
om rolacilo com diversas pessoas da sociedade;
suas respostas sempre acerladas, lisongeias e chis-
tosas, provaram que ella eslava em communi-
i'jta directa com a graga o o talento do magneti-
sador.
Foi urna scss.lo curiosa, divertida, que nada
provava todava. Para provar alguma cousa seria
preciso, em' vez da somnmbula escolhida pelo
magnetisador, urna pessoa designada pela c3C.oltia
da siieii'i.linle. O Sr. Al. Dumas adopta a crenga do
magnetismo com o enlhusiasmo que rerlence aos
espirilos elevados e s maginaeoes vastas ; presla
cssa doulrina o apoio do subs poderosas faeuldades,
a auloridade de scu nomo, a magia de sua palavra
c sua grando arte de per as cousas em scena. Se
quem o ouvo e v operar nilo lica inteirame.nle con-
vencido, ao menos lica seduzido, fascinado, encan-
tado. Depois de Caglestro, a causa do magnetis-
mo nilo fui a inda sustentada por tilo maravilhoso
cncanlador.
Joaquim de Azcvedo, carga assucar, ago'ardente e
sal Passagniros, o coramissario da arnrada nacio-
nal imperial Manoel da Silva GuimarSes, o escri-
vao Fernando Jos Claudio de Mello, Gregorio
llunriot e 4 cscravos a entregar,
dem; brguo bfasileiro Ligeira, capilfio Domingos
HenrjqueMafra, carga assucar, ago'ardente emais
gneros. Passageiros, Clemente Eleuterio Freir,
Portuguez; e t oscravo a entregar.
EDITAES.
C Do Diario do lio )
COfMERCIO.
ALFANDEGA.
UENDI.MENTO DO DA 16......... 2031,233
Dacarregam hoje, 17 de junnro.
Brguo Putuam farnba.
Brigue Amlrcw-M .-ontt dtm.
Brguc Vclooi/ero idem.
Brigue Sem-Par pipas vasias.
CONSULADO GEKAL.
RE.\DIMENTO DO DA o.
Joio Xavier Cartieiro da Cunha, fiJalgo eavalleiro da
casa imperial, eavalleiro da ordem de Chrielo e ad-
ministrador da meia do consulado detta provincia,
porS. M. o Imperador que Deot guarde, ele.
Faz saber que nodia 20 do corrente, a urna hora
da tarde, se ha de arrematar em praca, na porta des-
ta administrado, urna caixa com assucar maseava-
do do engenho Campina-Nova, n. 9, consignada a
Joaquim Flix Machado, e apprebendida porfalsifi-
raciioda tara pelo guarda agente do trapiche Ramos,
Francisco Jos de Veras ; sendo a arremataco livre
de despezas ao arrematante.
Mesado consulado do.Porn a mbuco, 17 de Janeiro
de 18*9.
Administrador,
JoSo Xavier Carmiro da Cunha.
GUItSO JURDICO.
Faco saber a quem convicr, que desde o dia 3
de feverero al 15 de margo prximo os que sehou-
verem de examinar om preparatorios se-lo-hSo na
raso dos oxames que j tiverem fcito; pelo que os
requerimentos que para isso fizerem devenlo ser
instruidos com as cerlidOes dos examos, j feitos. Os
roquerimontos que nilo apresentarem nenhuma des-
sas cerlidoes serflo considerados como de quem
pretende fazer oa seus primeiros exames no curso
jurdico.
Olinda 8 de Janeiro de 1819.
O director.
Padre Miguel do Sacramento Lopes Gama.
Publcri^ao literaria.
UM GALUCHO,
Romance dr C. P. db Kock.
Esta obra mpressa em bom papel, e limpa de er-
res typograpbicos, constar de quatro volumes a
500 res cada um.
Ol. volumedevecbegaraqui nocorrente mez, e
os outros de 20 em 20 das.
da
res
Assigna-se as lojas de livros scgujntes : ra
Cadeia do Recie, luja da Sr.' Vuva Cardoso Ayr
largo do Collegio, n. 6, luja do Sr. Oourado; e n. 2'
loja da Sr. Viuva Roma.
Cera I .
Diversas
provincias.
4:05,5H
113,314
44 09,828
CONSULADO PROVINCIAL.
RENDIMENTO r>r> ni ta
TMEA.THO DE AFOLLO.
Hoje, 17 de Janeiro de 1849.
Para a segunda representag3o de assignatura.
UM ANJO NO 6.' ANDAR
Vaudevillo em 1 acto por Mr. Scribe.
0 FUSO DE IZABEL,
Romanee novo cantado por Madamc Alcxandro.
DANCA
OPasdedeux nolire, novo,'da ngado por Macla me
Camoin e Mr. Adolpbo.
OS OLHOS DE UMA Mil,
Romance novo, cuitado porM. Achule.
ESTKI.LA
ou
A RAPARIGA DESVALIDA,
Drama intermediado decantoria, em 2 actos.
DANCA A HNGARA .
Pai ile deux dancado por Mdame Camoin 0 Mr.
Adolpho.
A MOI.EIRA DE MARLY,
Vaudevillejocoso, em 1 acto.
THE A TRO DE SAN-FRANCISCO.
Mr. Dupr tem a honra de prevenir o publico que,
alm das representagOes por assignatura, dar no
Diestro cima dito, quinta-feira, 18 do Janeiro de
1849, urna represontago distribuida da mancirase-
gunte :
OS DOIS ANJOS DA GUARDA,
Vaudeville novo em 1 acto por M. Carmouche.
DANCA
Um novo Pai de deux, dangado por Madamc Camoin
o Mr. Adolpbo.
Um romance novo cantado por Madame Nalbalie.
EI-LO AQUI O DOl'DO
Romance cantado por M. Achule.
COMMIS E CIDSETTE
Vaudeville jocoso cm laclo. .
: O PARASO DE MAIIOME'f (por instancias genes;
Vaudevillo em 1 acto, no qual Madame Camoin
daiieai:i valsa, polka, bolero.
A VALSA DOS KANGIARS
Encentada por Madanies Camoin, Nalbalie, Broska.
Mr. Dupr (cm a honra de prevenir o publico que
acaba de diminuir o prego das entradas no theatro
San-Francisco.A saber:
Camarotes de frente de I.* e 2* ordem
Dito do lado de I.* ordem
nio Jos Vianna, por ter j quasi todo o sen cirro
gatnento tratado : quem nclle anda quizer arregI.(
ou ir de passagem, contender com o mesmo mes-
tre, no-Trapiche-No?, ou na run da Cadeia-Velha, M.
17, segundo sndar.
Para o Cear sahe, com milita brevidade, por
ter a maior parte da carga prompla, a sumaca Car-
ila : para o restante o passageiros, trats-se com o
mestre, Jos Gongalves Simas, ou com Luiz Joso de
S Arsujo, na ra da Cruz do Hecife, armazn) n.
26, ou no 2.'andar do aobrado n. 97.
-* O brigue-escuna nacional Olinda deita de se-
guir para o llio-de-Janeiro hoje, 15 do crrante ,
por inconvenientes mas sahir impreterivelmente
no domingo, 91 do corrente : para o resto ds carg,
passageiros e cscravos a frete trata-secom Macha-
do & l'inbeiro, na ra do Vigario n. 19, segundo
audar.
A barca Bella-Pernambucana pretende sabir pa-
ra a cidade do Porto com brevidade, poa ter a maior
parte de sua carga prompla : para o restante e pas-
sageiros para o que tem asseiados eommodo, en-
tendmn-secomo seu capitilo na praga do Commer-
cio, ou com o consignatario Antonio Francisco
de Moracs, na ra da Cruz, n 34, terceiro andar.
Para o Rio-de-Janeiro sahe, com a maior bre-
vidade possivel, o brigue tala por ter mais da
metade da carga engajada : para o resto passagpl.
ros e escravos s frete, trnla-se eom Jofio Francisco
da Cruz, na ra da Cruz, n. 3.
Para Lisboa sahe com -muifa brevidade o bri-
gue portuguez Conceic/lo-ii-Matia, por ter grande
parte de sua carga prompta : quem no mesmo qui- .
zer carregar ou ir de passagem, para o que offere
excedentes commodos, dirija-se aos seus Consigna-
tarios, Thomsz de Aquino Fonseca & Filho, na ra
do Vigario, n. 19, ou ao caplOo na Praga-do-Com-
mercio.
Para Lisboa sahir, com a maior brevidade pos-
sivel, o bem conhecid o brigue portuguez Tvujo-
Primeiro, capilao Manoel de Oliveira Faneco: tem
parte de sua carga engajada: para o restante e pas-
sageiros, para o quooffereco assoados commodos,
trata-se com o capito na praga, ou core o consig-
oatario Frmino J. F.da Rosa na ra do Trapiche .
n. 44. '
Lcilfto.
O corrotor Oliveira far leililo, por ordem do lllm.
Sr. cnsul de S. M. B. ,e contada John Wilson da
mobilia da casa desto consistindo em cade i ras, so-
phs, marquezas, mesas de todas os lmannos, can-
oa ps, loucadoros, lavatorios, commodas, leito com
seus pertences espedios, quadros urna machina de
engommar lougas, barmetro candiciro abun-
dancia detrom decozinba, gamellas roupas e mui-
tosoulrossrtigos: hoje, 17do corrente,s 10 horas
da manhla, na ra de Fra-de-Porlas, n. 12*.
Avisos diversos.
DO DIA 16.
2:405,865
Movmento do Porto.
Navios lahidos no dia 16. ,
Rio-de-Janeiro ; brigue brasileiro Auombro, capitao
Dito dito de 2.' ordem
Dito dilo'de 3.' ordem
Cadeiras por pessoa
Platea
12,000
8,000
7,00o
4,000
2,000
1,000
Avisos martimos.
Par* o Aracaly sahir impreterivelmente as
prximas agoas o biale Novo-Olinda, mestre Anlo-
Preclsa-se de urna ama parda ou prota para
urna casa estrangeira de pouca- familia, quo aaiba
bem engommar e fazor o mais sorvigo: adverte-se
que nilo precisa de cozinhar: na ra da Cruz, arma-
zem, n. 48.
Para as pessoas que tcncio-
11 a m seguir viagem.
Na ruado Rangel, n. 9, conlinuam-se* tirar passa-
portes para dentro efra do imperio, despacham-se
escravos e correm-se folhas, tudo eom brevidade e
prego eommodo, como se leem dado provas ha oito
annos.
Alugam-se mobilias para casa conforme o tem-
po que convier uos pretendentos, por prego commo-
do : no armazem da ra Nova, 11. 67. .
-- Jacinlho Jos da Costa, vendo no Diario de Per-
nambuco um annuncio eilo em nome de sua mu-
lber, Mara Francisca d Paz, para quo ninguem
faga negocio com elle, respeito s duas crias, Joilo
e Juliana, porque obteve mandado para serem ellas
depositadas, em vrtude d'acglo quo Ibo move, do-
clara ao publico que aegilo nenhuma existe em jui-
zo, movida por sua dita mulber, que, tendo sahidu
de sua companhia, o tornado-se adullera na sabida,
levou comsigo as ditas duas crias, das quaesoan-
nuncianto lomou conta por ordem do lllm. Sr. Dr.
juz municipal e civel da 2.1 vara, que lb'as mandou
entregar 00 manteve na posse, conio se podo ver
no cartorio do escrvuo .Mulla portanlo, deixe-so
a annuncianlo de fabricar Msidades, que nSo tirar
dolas proveilo algum.
Pcrdcu-sc urna carleira, no dia 15 de Janeiro
de 1849, tendo dentro da dita cartira algirmas so-
dulas miudase varios papis ; assim como umalet-
tra passada em 15 desetembro, do 1848, sacada pnr
Jos Francisco dos Santos e Silva, e aceita peloSr.
Joao l^oite de Azcvedo, da quanlia de 141,700, a seis
mezns.: portanlo o mesmo sacante faz sciente 10
respeitavel publico que nnguom faga negocio com
a dita leitri, e so alguom acliou a dita cartira o a
quizar restituir, dirija-se a ra Direita, n. 18, quo
ser recompensado.
Manoel Tosta Vieira, Portuguez, retira-so pan
o Rio-de-Janeiro.
-- Perdeu-so um quaderno pequeo, imitando
cartira, contendo urna conta, urna relagfio de di-
vidas e um titulo de residencia: om virlude dos ob-
jeclos mencionados nada podo interessar a quem
achar; por isso, querendo entregar na ra larga do
llozano, n. 29, se gratilicar.
Cuilherme Augusto Rodrigues Sel-
le va i ao Rio-de-Janeiro.
Prcoisa-se alugarm a dous escravos pars ser-
vigode armazem u'assucar: na ra da Cruz, arma-
zem n. 27, de Seve.
Joilo Costn abridor continua a abrir flrmss
emsineles, faqueiros salvas e outros quaesquer
objectos tanto do ouro cumo de prala com mu-
la presteza e prego eommodo: na ra da Cadeia do
S.-Anlonio ,n. 26 segundo andar. O mesmo lera
umsortimenlode siuclcs promptos para abrir fir-
mas.
Augusto Tappenbeck cidadflo brmense re-
tira-separa o Para.
Joaquim Rodrigues Vieira reiira-se para o Rio-
de-Janeiro.
-- Roga-se ao Sr. Dr. procurador fiscal interino da
lliesouraria da fazenda que tenha a hondado de
de dar andamento a causa que contra a fazenda ge-
ral movem os berJeiros do finado Manoel Luiz la
Veiga relativa ao terreno pertencente a mesma fa-
zenda na estrada nova de&.-Amaro. --Um del is-
Itrusadof.
. -Precisa-se de urna ama com boro e bstanle
leile : no Aterro-da-Boa-Visla, loja n. 78.



~ Tem-se justo a compra de urna nasa lo tsipa ,
no lugar da Gapunga pcrtencenle ao Sr. Manoel
(limes da Silva : quem se julgar coin direlto mes-
ma casa annuncie por esta follia no prazo de tres
tlias, a contar ti data Jcsto.
~ Bernardno Jos da Silva, vendou a sua vejida da
ra da Cadeia do S.-Anlonio, n. 2 o Sm. Jos Pe-
dro Marques da Silva no,dia 30 de dezemhro pr-
ximo paitado rdesembarazada da praca licando o
venda subjeila ao novo imposto que deve.
Precsa-se alugar um molequoquo sai lia cozl-
nhar o diario do una casa de pouca familia: na ra
larga do Hozarlo, n. 26.
Sociedade Harmonlco-
Thelral.
O primeiro cretario avisa aos Srs. socios, que a
recita transforida Jo dia > de dezembro lera lugar
no dia 20 do correte. A dlstrbuicGo dos bilhetes
ser toda no sallo do theatro, nos dias 17, 18 e 19 ,
eneste ultimo.dia a direcgu rcunir-se-ha para a
approvaQito dos convidados.
Sr. Redactor. Vendo no seu jornal de boje, n.
12, umannuneiocomat lettras segainles J. M. C.
A.,desojo que Vene, declrese o mesmo annuncio
se enten le com o abaixo asignado a quem o seu
autor; pois, qualquer que elle seja e entendendo-
se o dito annuncio com o abaixo assignado he n-
teiramenle falso. Recife, 16 de Janeiro de 18*9.
JoOquim tiende da Cunha Asevedo.
Adiga-se um sitio no pjincipio da estrada do
Arraial, com grande casa pinlada o concertada ,
niuitns arvoredos de fructo', riacho corronle no fun-
do exrellente agna de beber, por prego comino lo :
a tratar na ra da Alegra, n. 31.
--Jos Gomes dos Santos Pereira do Itastos eiti-
linrra para o Rio-do-Januiro a sua esclava crioula ,
dcnomcFilina.
.-- Precisa-se de dous oulciaes cbaruteiros para o,
Ro-Grande-do-Norle: quem esliver nestas circuns-
tancias dirija-se a ra larga do Horario, n 50.
Offerece-se um mojo hespanliol, vindo ha pou-
co do porto para caixeiro do qualquer cata ou pa-
ra cozmbeiro : quem o pretender annuncie.
Acha-se nesta lypographia urna carta para Ro-
dolpho Gomes da Silva.
Na ra Augusta, n. 91, se acna um candiciro.
trance/, que um prelo foi offerecor, dzendo que o
tinha adiado na ribeira: quem for seu dono, dando
os siRnaes, Ihe ser entregue.
J/* A-pessoa que annunciou no Diario do quinta
feira querer comprar um viollo, sendo anda quena,
dirija-se a roa de Un las, loja de tariaruguoiro, n.
30, que achara um de Jacaranda com excedente voz.
Quem annunciou querer cobrar dividas no nor-
te querendo prestar (ador idneo pola sua boa
conducta dar-so-lho-h diversas dividas quo mon-
ta m em urna qnantia bem avultad, da qual, cobran-
do mesmo a quarla parte, tirar bastante vantagein:
hero como a pessoa que, com igual condigno quei-
ra cobrar nos sortesda parlodosul, com que so
dan as mesillas circunstancias dirjam-so ao paleo
do Carmo n. 18 segundo andar.
Precisa-se de um preto cuzinheiro,
que seja fiel e diligente no servico, e pa-
ga-se bem : na rna Nova, armazem
n. 67, ou na praca do Gommercio, loja
de ralios, --Nodla 18do corrento, pcranleoSr. Dr. juiz de
orphilos eausentes, so hade arrematar, pelas ho-
ras da larde, a taberna sita no Aterro-da-Ra-Vsto,
pcrtencenle a hersnga do frhado Jos Vicente da
Cruz, Os pretendentos comparogam na porta da
mesma venda.
Aos pas de familias.
Josepha Henriqueta do Miranda lluros, professora
particular de jirmeiras Jellras avisa aos pais do
suas alumnas que abri a sua aula no dia 16 do cor-
rente ; e a mais alguns pais do familia que quizerem
mandar educar su3s fillias quo ella est prnmplu
paraensinar a ler, escrever, contar, arilhmetica ,
doutrina chrstila grainmatica nacional, marcar,
bordar o fazer lavariuto : Tiuem do seu prestmo se
quzer utilisar, dirija-sc a lloa-Vista ra da Ale-
gra, n. 42.
I'recisa-se para urna cncommenda do duas
esclavas que saihani porfeilamente engommar o co-
ser, e que nflosejam viciosas :.pa'gam-se com genc-
rosidade : na ra de Agoas-Verdes, n. 46.
I'recisa-se de unta ama, anda mesmo idosa ,
parab servigo de portas a dentro do urna casa com
inuito pequea familia : na ra do Noguera n. 26,
primeiro andar.
Aluga-se um molcque para o servico de cas ,
o qual tem algnmn pralica do cozinha preferindo-
se para casa eslrangeira : a tratar 1.1a ra do Cres-
po n. 19, loja dos Srs. Carvalho & Maja.
D-so um contooccm mil rs. a juros a um c
meio por cenlo sobro hypotheca cm nlgnma pro-
priedade nesta cidade : o paleo Collegio 11. 6, se
dir quom faz este negocio.
I'recisa-se de um menino para caixeiro do ven-
da : as Cinco-Ponas, 11. 1C
Precisa-sealugar um preto: as Cinco-Pon-
tas, n. 16.
Urna parda de bons cos 11 mes, livreo desemba-
rgda, por ler vindo do mallo so offerece para o
servico de qualquer casa de fairrila : quom a preten-
ler dirija-se a ra da Sen/a 11 a-Vel lia, 11. 21.
~A|uga-soum prelo para todo o servico: bem
como um niulalnho muilo alvo, proprio para pn-
gom: 110 largo da lloa-Vista no principio da ra do
Aragflo, ri. 19.
-- l'rocisa-se do um fritor para um sitio perto da
[naca : no For te-Ma tos casa de Jos Francisco Bo-
lea.
Aula de primeiras lettras.
ose Xavier Faustino llames partici-
pa aos seus amigos, e particularmente nos
, pais de seus alumnos, que os excrcicios
Ida aula que elle dirige, tiveram comeco no
dia 8 do crreme ma na mesma casa em
que reside,, no principio do Aleo da
la-Vista 1 obrado n. 5 prximo o
ponte.
Mara Francisca da Paz annuncia que nin-
guem faga negocio algurri cun seu marido, Jacinlhp
Jos da Costa, relativamente as duas crias do casal,
Jo3o e Juliana esta de 5 unos e aquello de 7, vis-
to i|ue oblcve a annunciante mandudo para serem
ellos depositadas, em consecuencia da acgio que
move a seu marido o qual as tem oceultas.
No dia 12 do corren te, ippsreceu em casa do
abaixo assignado o escr.ivo JoSo, cabra, que diz per-
tencer ao Sr. Joaquim Felicio de Carvalho da villa
dos Touros procurando o annunciante para o com-
prar : por isso, sendo que o dito Sr. o queira vender,
dirija-so a Fra-da-Portas n. 95,. pera Iralar do
ajuste. Dominijot da nota.
Rernardo Gomes de Souza, subdito portuguez,
vai a Portugal tratar do sua saiide, deixando por
seu procurador bstanle ao Sr. Jos Marlins Podras
igualmente pede a todos os Senhores que com el-
lo teem tido contas, e aos que so julgarem seus
crodores, liajam de apresenlar suas contas no p/a-
zo de oito dias para serem pagas anda que o an-
nunciante julga nada devera pessoa alguma.
Prccisa-se alugar urna escrava para o servigo
do casa do pouca familia : na ra larga do Rozario,
n. -18.
Aluga-se urna casa de umsndar, com mu tos
commodos grande quintal com cacimba no meio ,
sits na ra das Trincheras perto do largo do Car-
mo': a tratar na ra da Cadeia do itecife, n. 25.
Quem tiver dividas para cobrarem-se polos ser-
ios do Itib-d.o-Peixe, Ico, Pombal, Cariry, Aracaty,
Abrlo.Inhamuns,Sobral,Rio-Grande-do-Norto e (ca-
ra,urna peasoa casada, moradora nesta praca,basiau-
(e activa e capaz se offerece para cobra-las : quem
de seu presumo se qiiizer utilisar, annuncie e pe-
der informar-se de sua capacidado dos Snrs. Fi-
gueira Manoel Jos Gongalves e Jos Joaquim da
Costa Le te.
Manoel de Souza Cuimares vai a Portugal Ira-
lar de sua sade : por isso roga a todas as pessoas
que Iho ilevom lettras vencidas ou por oulroqual-
quer documento que hajam do llic pagar ; do con-
trario, ter o annunciante de deixar poderes a quom
as cobre judicialmente; bem como avisa a quem
livor penhores em poder do annunciante de os
resgalar no prazo de 8 dias, e deixando de o fazer,
ter do os conduzir. 0 aniiunrianto.est persuadi-
do de riada dever a pessoa alguma; mas, so houver
alguma pessoa quo so julguecredora do annuncian-
te por qualquer titulo liaja de se apresenlar a ra
do Rangel, n. 36, primeiro andar para ser paga
Precisa-se alugar um sillo, anda que pequeo,
perto da praca que tenlia .arvoredos d fructo e
nao exceda a renda a 120,000 rs. por anno, preto-
rindo-se na estrada do Pombal, Jolio da Barros
Estancia e Soledade : quem tiver annuncie por es-
ta folha.
Antonio Joaquim Gongalves GuimarSes retira-
se para lora da provincia. -
I'recisa-se alugar um sitio da Trompe al a l'on-
lo-de-Ucha e da Passagcm al a Torre: 11a ra
Imperial, n. 39;
Aluga-sc urna grande propriedade na povoa-
gflo doMonteiro quo foi do fallecido Francisco da
Silva : a tratar na ra da Cadeia do Recife, n. 55,
com J. J. de Carvalho Moracs.
Alugam-scos segundo e tereciro andares da
propriedade da travessa da Madre-de-Deos n. 16,
no Recife.
-- O Sr. P. M. profossor publico de... da..., quei-
ra ira ra do Amparo, cm Olinda 11. 36 pagar o
quo deve desdo 1835; quando nao, ver o seu nomo
por extonso.
No pateo da.matriz de S.-Antonio, 11. 4, segundo
andar, liram-se psssaporles para dentro e forado
imperio e para escravos : lambem oorrem-se tu-
llas rom a maior brevidade possivel e por prego
minio coiiiinodo.
Ao respeilavcl publico.
O proprictario do armazem de vinho
da ra da Madre-de-Deos n. 36, de-
clara que este estabelecimento nao tem
outro armazem filial, como alguem lia
que o inculca ; e para conhecimento do
publico, faz o presente annuncio.
IRIS.
Os Srs. assignanU-s pJem mandar buscar os ns.
19, 20 o 21 o completo do segundo semestre o do
segundo yolume desta pulilicac.no na ra da Cadeia
do Recit, loja do livros do (ardozo Ayres o na ra
lo Trapicho, n. 31, cscriptorio do Novaos & Compa-
nha onde aelianlo a venda o-)uimeirn e segundo
voluntes, a 10,000 rs. cada um, paraos que nflo fu-
ro m assignantes, continuando a assignatnra ileslo
anno cm vnntca 6,000 rs. porsomeslreo 12,000 rs
por anno como na corlo.
Ksle peridico, collaborado por mutos homens de
lettras o rodighLi pelo illustrc poeta portuguez, dou-
lor Jos Feliciano do Castilho llarreto o Noronha,
desompenhou ralliegoricamcnto nos dous primeires
vollimes o flm para que' foi creado o lio de presu-
mir que contine da mesma forma, sempre a me-
Itiorar; por isso silo convidados os amantes da lille-
rafura a-coneorrercm com o sen contigcnle, assig-
nando a dita obra c cooperando desta forma para o
adinnlameiilode urna obra escripia debaixo do bcl-
zo sol do llrasil o sobos auspicios dos mus aliali-
sados escriptores brssilciros.
Lotera do theatro publico.
Olhesoureiro desla lotera, impossibiltado anda
de poder marcar o dia para o andamento das respec-
tivas rodas, por isso quo a venda dos hilhetes lem
sido Traca, oscm nenlium adiantamcnlo, jnlgodo-
ver declarar ao respoilavcl publico, que, logo quo a
mesma venda so adianto mais alguma cousa, ser
entilo designado o din definitivo para o andamento
das roJas ; c para que islo se verifique com brevi-
dado roga aos amadores destejngo, que se apressem
a comprar os lillietes que oxislein cm ser.
Aluga-se a casa da esquina da ra do Galdei-
rciro para o porto do embarque com armacflo pa-
ra venda e commodos para morar familia : na pra-
ca da Independencia livraria ns 608.
1IOTF.I.-COMMERCIO.
11.-; d.t Cadeia di Sanio-Antonio, n. 13.
Contina a ler sorvelo todos os dias do varas qua-
ldade, assim como acbarflo qualro salas decente-
mente mobliadas, sendo duas p6ra senhoras o duas
paraliomens.
Vignes, fabricante de punios,
na ra do Queimado, n. I 'i.
lem planos do novo modelo feilos de proposito pa-
ra este paiz : silo riquissmos, e de machinismo o
vozrs superiores, o que se afianca ao comprador:
tamhein tem pianos inglezcs que sito pouco usa-
dos ; concerta c afina pianos com toda a perfei8o;
vende cordas ca'murcaso lodosos aviamentos ne-
cessarios1 para ditos instrumentos : ludo por prego
commodo.
g Sorvclcs.
O respeitavel publico achara no
S boteqtiim francez da ra Nova, n.
y. 69, um lugar muito agradavel e
fresco para tomar sorvetes ; todos
os dias das 6 horas da tarde em di-
ante.
Si
:5
m
: ............. ^ m
7% ff % M 9j'5(3^3^55Jui^ KWlUiWliKiVK
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio, n. 10, e no Aterro-da-Boa-Vis-
ta lojas ns. 481 78, continuam-so a tirar passapor-
tes tanto pira dentro como para fra do imperio ,
assim como despacham-se escravos, ludo com bre-
vidade.
Prccisa-se de urna ama para todo o servigo de
urna casa do pouca familia o juntamente do urna
pessoa para traanle um sitio e fazer todo o mais
serviQo que se ofToreccr: na ra da Cadeia de S.-An-
tonio, n 21.
OSr. J.M. C. A. queira mandar pagar 46,000
rs. que deve ha mais de um anno do subscripto
de um peridico', cuja quanlia recebeude GoBnna ;
do contrario se publicar seu nomo por extenso.
Aluga-so urna casa na Passagem antes de cho-
gar a ponte pequea e confronto a casa em quo foi
theatro com excedentes commodis grande quin-
tal murado cacimba, estribara, quarlo para pre-
e
do
de
D.
e*
A. OaumQnn, afinador
concertador de pianos
principe de Joinville e
S. A. a Sra. princeza
Francisca, tem a honra de
prevenir o respeitavel pu-
blico que chegou ltima-
mente n'esla cidade ; e as
pessoas cjue quizerem ulili-
sar-se de seu preslimo, o a-
cliaro na casa de sua resi-
dencia, ra larga do Rosa-
rio, n. H, primeiro andar.
wmmwmmmm mwsmsmm^
Compras.
Vondem-se, na ra do Crespo, loja n. II, caixas
do lnbas com 8 nvelos a 80 rs.; urna cabelleir.
para senhora chegada no ultimo navio ; urna ca-
saca nova que se vendo por nSo servir ao dono; a
colchoesdellahespanhola, para passageiros, por
precocommodo; urna obra ;de Magasin universal,
7 voluntes novos eencadernados, por 18,000 rs. ; o
Capibaribe a 80 rs. avulso.
* CHA' BARATO.
Na ra do Crespo loja n. 83, vende-se cha em la-
tas o em caixas, a500 rs. 1 quem quizar procure na.
roferida loja aondd ha tamben] cha preto que se
vender mais barato. .
Vende-se urna armacflo de toja, envidraeada 1
no Aterro-da-Ba-Vista, n. Ti.
Na ra de Agoas-Verdes, n. 46, vendem-se 4 es-
cravas mo$as com habilidades ; urna bonita mula-
tinha para todo o servico ; urna escrava quitandeira
e lavadera por 280,000 rs,; urna bonita escrava f
um lindo mulalinho; um escravo padeiro: ludo por
menos preQO do quoem outra qualquer parte.
Vende-se urna venda com poucos fundos, na
travessa do Marisca, n. 2 : a Iratar na mesma venda.
Vende-so urna casa torrea sita na ra de S.-
Bom-Jesus-das-Crioulas, n. 35: a tratar na mesma
casa.
Vendo-so um par de rodas de sicupira, propriM
para carrosa de eavallo, novas : no Recco-Largo do
Rocife .junto as taixas do ferro ondo se vende tU
jlo e telha, por barato prec.o.
Millio,
a 120 rs. a cua e o alqueire a 3,800rs.: no psteo
do Terco, vendas ns. 1 e 139. '
Vendem-so bules o cafeteiras de metal, de ricos
padrocs : na ra Nova, loja de Jos Luiz Peroirs.
Vondem-se espadas com bambas d'aco e tam-
bem pratcadas : na ra Nova, n. 16.
_ Vende-se um deposito de assucar e caf com
poucos fundos, na ra Direita, n. 54 : a tratar na
ruadellortas, n. 7.
Vendem-se meias de lnho muito linas e abor-
tas para senhora : na ra do Queimado, loja de miu-
dezas, 11. 25.
Vende-so urna nrotade 30annos, sem vicio, e
que faz todo o servido de urna casa de familia: na
ra da S.-Cruz, n. 18.
Gangas da India,
amrellas a peca
[de duas larguras pelo barato preco de dez tustOes,
para rcalisar contas: no armazem do fazondas de
llaymiiudo Carlos l.eite na ra do Queimado, n. 27.
No armazem do Hacelar defronte da escadi-
nia do caes da Alfandega vendem-so caixas com
velas do sebo de superior qualidade : os pretenden-
tes drijam-se ao dito armazem ou a ra da Cruz ,
no Recife n. 66.
Vendem-se saccas com boa farinha : na ra do
Rangel, n. 8, o 110 becco do Carioca, armazem do
Pinto.
Gotas egypcias.
Compra-se um oratorio pequeo, de quatro a
cinco palmos, sendo novo ou usado : na ra Augus-
ta, n. 94.
Compram-se garrafas pretas sendo lmpas.a
80 rs. cada urna : na rna da Madre-do Dos, n. 36.
Compra-so urna armacffo que sirva para loja de
miudeyas 1 no Atcrro-da-Iia-Vista, n. 21.
-- Compram-se, eFectivamente, garrafas o botijas
vasias: noAterro-da-lloa-Visla, fabricado licores,
n. 17. '
Vendas.
INFORMACKS SEMESTRES.
Vondem-se informnc/ios semestres para os corpos
do primeira Itilia : na praca da Independencia, li-
vraria ns. 6 6 8.
FI.III.NIIAS
para sacordotcs para algihrira, para escriplorio c
para porta vendem-se na pra?a di Independencia,
livraria ns 608.
Vendem-se 5 molequcs de 12 a 1C annos ; 3 pre-
tos de 23 annos ; 4 pardos de 16 a 25 anuos ; urna
pardinlia de 16 annos ; 5 pretas de 12 a 20 annos
Icndo algumasdellas habilidades: nsjPUB do Colle-
gio n. 3. se dir quem vende.
Vendem-sequeijos londrinos muito ftoacMfj
frascos com moslarda; ditos rom fruclas para pas-
tis ; ditos com conservas ; latas com sardinllas ; di-
tas com hervidlas ; ditas com lagosta guizada ; ditas
com lcite em conserva ; garra fas om ago'ardontu de
Franca ; ditas com vinho do Porto; Shcrry Madci-
ra Constancia dock ; cha bysson e preto ; sobre-
casacas e palitos do briin pardo, a 3,500 rs. cada um ;
camisas brancas com petos de brelauha ; dilas do
riscado ditas para prctos ; ditas de baota : na ra
do Trapiche, armazem n. 44.
Vende-se um palanquim por preco commo-
do : na ra do S.-Rita, n. 18.
A pccliincha, fregueses.
Na loja da ra do Queimado, n. 51, de Manoel Flo-
rencio Alves deMoraos, vendem-se chapeos de cas-
tor branco pelo, baratsimo preco de 2560 ron. ca-
da um. ,,-.
Vendem-so 250 pares do formas do sapalciro,
5 pares de encospias de lUm 5 pares de vpjtoadeje
ras suvelas inglezas fio inglez
pertenconle ao olUcio dosapatero :
pa; n. 13, a tralar com Jonh VVilson
Vende-se um grande sorlimciilo do 1noveivcorn-
prchendendocadoiras de pall.inha a 24,000 32,000,
16,000. 50,000, 72,000 o 84,000, rs, a duza ; bancas,
mesas de meio desala redondas, sofas, camas, tanto
nara sollciro com lastro de palillo ha, como para ca-
sado, estantes para livros, guarda-vestidos, escol-
enles horcos de dilTerciitcs modas, carteiras para
cscriptorio, ditas de viagom com lodos os seus per-
tenec, espedios para sala, mesas elsticas para 20 o
30 pessoas, um palanquim, o outios mutos nbjectns
que vista do comprador se far.1o patentes, por
proco muilo'eui conta : no armazem da ra Nova,
u. 67.
mais lerramonia
na ra da 1.a-
Remedio sem igual para dr de donles, j bem co-
ndecido no Rio-de-Janeiro provincias dosul e lti-
mamente nesta provincia pela sua elcacia em alu-
vial a di'ir mais tenaz qur seja motivada pela ca-
rie, qur por 1 nllamuiacao ; mas s a experiencia de
urna prova dio dar o devalo merecimento. Vende-
se na ra da Cadeia do Recife, botica n. 3 de Pi-
ncola & Cruz.
Livros baratos para aulas.
Na ra do Crespo loja n; 11, vendem-so os so-
giiinlcs livros: diccionario portuguez-francez e
francez-portuguez por Jos Joaquim da Costa o
S 2v. por 25,000 rs. ; Diccionario Magnum Le-
xicn por 5,000 rs.; dito do composclo por 5/
rs. ; dito francez de Constancio por 3,000 rs.; dilo
ingle/do Vicira, por 3,000 rs ; Atlas de Simencourt,
por 10,000 rs.; melliodo do piano por 4,000 rs. ;
Grammalica fianceza doSovenc, por 5,000 rs.; dita
do Constancio, por 1,200 rs.; dita do l.homond, por
1,600 rs.; dita do Monteverde por 1,600 rs.; Geo-
metra do l.acroix por 5,000 rs.; Algebra por
1,000 rs.; Aritlnneliea por 1,600 rs.; Trignome-
tria, porl,600rs ; Diccionario geographico por
5,000 rs.; l'liilosopbia por Cousin por 6,000 rs.;
Tratado da religiflo, por 4,000 rs. ; Biblia portugue-
za, por 4,000 rs. i Atlas do gcogaphia por de La-
marelic el Ralb, por 3,000 rs. ; les ept codes, I v. ,
por 1,600 rs. jPracticnl navegalon, 1 v., por 4,000
rs. ; Memorias histricas do Rio-do Janeiro por
8,000 is. ; Tratado da navegaetlo, por K. X do Re-
g, por 3,000 rs.; Memoria sobre a litteratura por-
lugucza.7 v., por4,000 rs.; Tratado de rhctorica
eral romanceada, por J II. Cordeiro, por 1,000 rs. ;
Tilo l.ivo 1 v. por 2,500 rs. ; Horacio, 2 v., por
3 00O n.; Virgilio por 3,000 rs. ; Saluslio por 1/
rs Goraelio, por 1,000 rs.; Fbulas, por 800 r. -
Eulropio, por 1,000 rs. ; OragOos do Cicero om por
tugues,por 3,00rs. Grammalica latina, por Anto-
nio Pereira, por 600 rs. ; Resposta do general Abreu
o Lima, por 1,000 rs.; Historia gcr.il da Blgica, 7
v pnri.000 rs.; exereciossobro os participios da
lineoa francew, por 5,009 rs. ; Chofi d'cenvro do
Voitaire, por 2,000 rs. ; livros de dlreito; e oulras
militas olirasqueso vendemCom vinto e trinta por
cenlo de rebate.
- Vcnde-se urna escrava de 12 annos, com prin-
cipios de costuras, Taz renda, he sadia e robusta,
veio do Aracaty para ser vcalida nesta praga, por
prego commodo : na pracinha do Livramenlo, n. 45.
Vcnde-se a loja do couros da ra Direita n. 49:
a Iralar na mesma loja.
-- Vonde-se a armacilo de urna loja de fazonda, que
tambem servo para miudezas no mclhor lugar uo
Atcrro-da-Boa-Vista feila de amarello enverniz-
da e onvdracada a moda o he nova U
passa-so a chave da dita casa
Vista, n.2l.
110 Aterro-da-Boa-
12, ven-
da-deNaruVda Concordia, i .. mmmAf. I
cisca Romana da Cruz, vondem-se cigarros, a mil
r8:- Vende-se bolacha para escravos. mI. b.r.to
proco de 2,560 rs. a arroba : na ra D.re.tn pada-
r'-n'ven'de-se champanha, marca C&C, venda-
se hoioesle superior v.nl.o ao reduzdo prego d.
04 00 "a Suila, om porpes do 5 costos pa? ">'*.
71 090 rs. a retadlo ; dilo Xeroz, engarrafado
ilho'r que ha neslo mercado a 14,000 rs a duz.a ;
do do liordoaux em barra e engarrafado do bo.
uua lidado, a diversos pregos: na praga do Corpo-
santo, n. 11', casa de Me. Calmonl&C.


3
No armnzem de Joaquitn Ja Silva
Lopes, na ra da Madre-de-Deos, n. 10,
vendem-se saccas coin 0 arrobas e 8 li-
bras de superior farinha de trigo, da rae-
Ihor qualidade que vem a este mercado,
e chegada ltimamente, pelo barato pre-
co de iG,ooo rs. a sacca.
Macaas e caslanhas.
Hoje eslao a venda, no arco da Concei-
cao, o restante das barriquinhas com ma-
cfias, viudas no gello. Aproveitem-se do
preco e da qualidade, que poralgum tem-
po c nao vem mais c tambein se vende
na rua do Vigario, artnazem do Cunha.
Extractado salsa-parrilha con-
centrado do Dr. SIcad.
lia qimtro annos, dosde que esta superior prcpa-
rac.lo de salsa-parrilha fui conhocida no Brasil ,
principalmente ao sul onde est conhecida como
um dos remedios mais eftlcazes para todas as moles-
lias produzidaspela Impureza do sanguo como
sejam escrnphulas ou alporcas, molestias syphili-
case mercuriaes rheumatismo, chagas ulcerosas,
tumores l>rancos, doencas do (gado o da cutis,
dchilidnde gctal, etc. ; hetamhem recominendada
Tara as molestias interiores, em quo se suppflem
os hofes e pcito atacados, e bem assim naquelUsem
que a constituirn esliver arruinada pelo uso exage-
rado de preparacoos mercuriaes. As curas quo tcm
cffeetnario tiestas molestias s1o tfio numerosas o
completas, que all lem ganho o titulo fie verdadeiro
restaurador da sade. Vendc-se na rua da Cadeia do
liccife botica n. 3 de Pimcnta & Cruz.
Vendem-se saccas com arroz de va-
por, de superior qualidade, a 2'ao rs. a
arroba, editas do mais ordinario, a i'6oo
rs. : no armazem do fallecido Bregues.
Vendem-se charutos da Baha, os melhorcs qus
tecm ;i 1 i> nvri Id vendem-so nflo s em grandM
porcOes como em pequeas at umacaixa, por pre-
co muito em conta : na rua da MaJrc-de-Deos, loja
Ue chapeos, n. 32.
CHARUTOS DA BAHA.
Vciiilem .-('i s melhores charutos da Bal) [a : na
rua da Cadeia do lenle, 11. 48 primeiro andar.
Pao de tnilho.
Na rua dos Guararapcs, n. 5 em Fra-de-Portas,
ha todos os das encllente pilo de milito a venda,
feito com o maior asseio possivel; e igualmente
quatro difTerentes sorlcs de familia de milho, sen-
don primeira finissima e propria para cangica e
as nutras mais grossns para ang pflo-de-l epa-
ta sustento de passarinhos. 0 proprielario desle es-
taheleciinento, lendo um bom mnlnlio de vento cm
que faz esta farinha, se com prometi a fornecer
nalquer padaria com a poreflo que quizer diaria-
mente. O mesnio proprietario chama a atlcntiln dos
Srs. commandantes dos coraos do primeira liona
pura este pflo, que, nflo sendo no paladar inferior ao
ue trigo e sendo mais nutrienlo e barato que este ,
parece por issomui propriopara a tropa.
-- Acaba dechegar pela barca franceza/u/e* mui-
. to superior vinho de Uordeaux, tanto em quartolas,
eiimo engarrafado, em ca xas de t duzia, assim como
tambero sardiuhas em latas de 1/4 e 1/2, azeile do-
co em caixasde urna duzia ue garrafas, cxcellenlo
vinhode Borgonlia em cestas del duzia, ago'ardente
de l'ianra, Cliampanha en garrafas, e meias ditas da
verdadeira marca Cmela; o que ludo se vende por
piucos rasoaveis, em cazado Fredcrico Robilliard,
rua do Trapiche-Novo, 11. 18.
Vendo-se una pore,"o de tabeado de sedro, pro-
prio para marconciro : no becco do Concalves ar-
mazem do Ara ojo.
Vendem-se presuntos para fiambre; queijos
londrinos ; ditos de prato ; latas com bolachinha
tinado Lisboa ; ditas do araruta ; conservas novas ;
mostarda ; potes com sal fino ; lulas com mermela-
da nova ; ditas com hervilhas; caixinhas com mas-
siis linas ; vinho moscatel de Setubal; dito Sherry ;
licores linos jeoutros mais gneros, por prec,o com-
inodo : na rua da Cruz, no Kecife, n. 46.
FARELO
em saccas muito grandes,
a 3s'6oo rs. a sacca:
no armazem do Braguez ao pe do arco da ConcoicSo.
Na rua do Crespo loja de 4 poitos n. 12, ven-
deni-sc chapos de caslor prclos, de muito boa qua-
lida-le a 4,400 rs.
Vendem-se saceos com farelo,
chegados ultimamcnle, pelo diminuto
preco de 3,4oo n.: na rua da Sanzolla-
Velba, n. i38.
Vende-se a verdadeira potassa da
Russia, desembarcada iiontrm, por pre-
co milito rasoavel, vista de sua muito
superior qualidade : na ruado Trapiche,
n. 17, e rua da Cadeia, n. 3'j.
CHA' BRAS1I.K1RO.
Vennc-se, no armazem ue moinauns anas uo
Corpo-Sanio, n. 6G, o mais excellcnte cha produzi-
do emS.-Paulo, quo tem vindo a este morcado ,
por preco muito commodo.
'" Vende-se um moleque de7 annos; nma esera-
va com cria muito lina costure i rs e que faz cha-
peos e toncas e engomma bem ; 3 pretas de 16 a 20
annos com habilidades, e que silo mas quitan-
deiras ; um pardo de 18 annos, de muito boa con-
ducta, e he ptimo para pagem : de todos estes es-
cravosse afianca a conducta : no pateo da matriz de
S -Antonio sobrado n. 4, se dir quem vende.
JVovosriscados njonslros clii-
nezes, a WiO rs o corado.
Na lnjadeGuimaraes & Companhia, na rua do
Crespo, n. 5, vendem-ae os novos riscados chine-
M,
zcs, finos, do padroes muito lindos, c os mais mo-
dernos que teem apparecido nesla cidade, de vara
de largura pelo barato preco de 360 rs. o covado..
As novas casimiras de algo*
da o, a 560 rs. o covado.
Na loja n. 5 da rua do Crespo, vendem-so as novas
casimiras do algodfio de padres os mais ricos quo
teem apparecido neste mercado pelo barato prego
de 560 rs. o covado.
Vendem-se chapeos de caslor branco, a
4,000 rs.: na rua do Qneimado, n. 22.
Vende-se na loja de quatro portas
da rua do Cabug, sortimenlo de bi-
cos feitos as ilhas, de linbo puro ; e li-
nas de linbo, proprias pora lavarintos,
as mais finas que teem apparecido.
Vende-se una venda com poneos
fundos, no inelhor local do Recife, a rua
da Madre-de-Deos, n. 5 : o tratar na
mesma venda, ou na loja de ferragens n
56, da rua da Cadeia do Recife.
Vendem-se navalhas do ac da China, para
barbo ; oculo para todas as idades ; tesouras para
1,nlias; lonetas ; e outras muitas miudezas baratas :
na rua larga do Bozario n. 35. *
NOVO PAO A PROVENA F. BOLACHINHA
REGADA.
Fabrica-se na Santa-Cruz, padaria de urna s por-
la, com a frente para a rua do Sebo; assim como
tambem toda a qualidade de bolacha de differentes
lmannos, entro ellas a bolachinha d'agoa e sal de
30 em libra, furadinha, (orradinha e ludo o mais que
he proprio destes cslabelocimentos, empregando-se
sempro as melhores e mais novas familias que ha
no mercado : o mesmo so acba a venda na travessa
da Madre-de-Deos, n.13, deposito da mesma pada-
ria ; o na esquina da rua do Collegio, venda do So-
bral, tfiosmenlo a bolachinha regala doce.
Vende-se urna casa terrea de podra e cal na
estrada de S.-Jos do Manguiuho, por barato preco :
na rua da Cadeia de S.-Antonio n. 21.
Rap princeza de Lisboa, a
2,000 rs. a libra !
Vende-se rap fino princeza d Lisboa a dous mil
rs. a libra : nada ha mais barato, a elle : na rua No-
va n. 30, loja de domingos Antonio de Olivcira.
.- Vende-se um piano perpendicular, de Jacaran-
da muito commodo, por nflo occupnr muito es-
paco de sala em bom uso : na rua da Cadeia de S.-
Antonio, n. 17, por cima do armazem de lijlo do
lado da cadeia.
Vendem-se barriquinhas com cal virgom de
Lisboa muito nova ; fechaduras para portas de
armazem ; relroz do Porto ; barris com nlcatrflo da
Suecia ; pilulas da familia ; ancoretas com azeito-
nos, por preco commodo : na rua do Vigario n. 11,
armazem de Francisco Alvesda Cunha.
Vendem-se tahoas america-
nas ateo palmos de largura
e de lodos os comprimentos.quo ha muito lempo nto
teem vindo e os freguezes experimentando a fulla
desta cxcellenle qualidade. A ellas que silo poucas e
o preco be barato. Atrs do thcatro, armazem jun-
to a mar, de Joaqun) Lopes de Almeida.
3.onas inglczas.
Vendem-se pecas de lona ingleza, de
boa qualidade, e por preco mais barato
do que em oulra qualquer parte : na rua
da Cadeia do tecife, armazem n. 1a.
Vinho barato.
Farelo,
em barricas a 4,000 rs.; saccas grandes, a 3.50o
rs., ditas pequcuas a 2,800 rs : no armazem de J.
i. Tasso Jnior, na rua do Amorim, n. 3.
Cal de Lisboa.
. Vende-se muito nova e superior cal
virgen) de pedra, desembarcada lia pou-
cos dias, e em bairis pequeos de quatro
arrobas e mcia : na rua da Cadci-i-Velha,
armazem n. ia.
Vendem-se pecas de madapolo muito largo,
com 20 varas proprio para foiro c roupa do escra-
vos a 2,800 o a 3,000 rs.: na rua do Caes, n. 17.
Cha nacional de S.-Paulo.
Vende-so o muito superior cha de S.-Paulo em
caixasde 1, 2, 6 o 13 libras : na rua da Cadeia do
Recifo .loja de Joflo da Cunha Magalhflcs.
No armnzem de Joaquitu da Silva
Lopes vendem-se saccas com cafe de es-
culla de primeira qualidade. a 1,700 rs
a arroba ; barricas com bacalbo de esca-
ma a 9,000 rs ; ditas com lardos a
4,000 rs.
Vendcm-e barra pequenoi com cal virgem de Lis
boa. a mal" nova que ha no mercado, por prejo co-ui
modo : na rua da Moeda armazem u. 17.
Potassa.
Dcsembarcou lia poucoa dias urna por-
cao de barris pequeos, com muito novo
e superior potassa, c se acbain venda,
por prrro mais barato do que ltima-
mente se venda, na rua da Cadcia-Telha,
armazem de fialtar&Oliveira, n. 13.
Na padaria da rua da Guia, no Recife haver
todos os dias a venda o novopflo de l'rovonca fa-
bricado poroutro modo que o actual e da melhor
farinha que ha no mercado : por este motivo uiio se
pode fazer senSo a 40,80 e o rs,
Acha-*eestbe!ecdnna rua da Madre-de-Deos,
n. 36, um armazem de
Viiihos da Figucira,
de ptima qualidade, a preco de 1,200 rs. a caada,
e a 160 rs-a garrafa ; e para n3o haver dolo do com-
pradorserfio lacradas as garrafas e com rotulo, re-
cebendo-se a garrafa vasia, e dando-se inmediata-
mente a outra cheia : tambem ha harria muito Ro-
queos proprios para quem passa a festa. O pro-
prietario desle estabelecimento pede encarecida-
mente que ae nSo illudam avallando, pelo diminuto
preco e sem conbecimenlo de causa, a qualidade de
sua fazenda, digna por corto da eslima dos verda-
deros amantes da boa pinga. Elle conta que quem
urna vez provar, continuar comgosto e sem arre-
pendimento. E o bom proco !!.' A todo o exposto
accresce o asseio e boro acondicionamento, o que
ludo se podar verificar em dito estabelecimento.
Vende-se a verdadeira e' muito superior fari-
nha SSSF, a relalho e em porcBo; dita de outros au-
tores : na rua do Vigario, armazem de Francisco Al-
ves da Cunba, n. 11.
Vende-se vinho do Porto, multo superior, e
de outras qualidades, em barra de quarto, quinto,
soxto, stimo, oilavo eem pipas, por preco muito
commodo : na rua do Vigario, armazem de Fran-
cisco Alves da Cunha, n. 11.
Agencia da fundico
Low-Moor, rua da Senzalla-
nova, n. 42.
Neste estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de moendas
e meias moendas, para engenho; ma-
chinas de vapor,e tachas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, para dito.
Vende-se um lindo moleque do 12 annos; urna
bonita mulatinha de 7 annos: todos em conta por
serem de pessoa que se retira : na rua larga do Bo-
zario loja n. 35, se dir quem vende.
Taboado de pinbo da Suecia,
de 10 a 55 palmos
de comprimento o melhor que tem chegado a este
mercado, em razito de se poder envernizarem qual-
3ner obra por nflo ter nos e ser-muito alvo, sen-
o costado, cosladinho, assoalho, forro e para fun-
dos de barricas : vendc-se a preco que o comprador
far todo o negocio: atrs do theatro, armazem de
Jbaquim Lopes de Almeida.
FARELO EM SACCAS DE 90 LIBRAS :
vendc-se no armazom.de Vicente Forreira da Costa ,
na rua da Madrc-do-Deos, a 3,500 rs.
Vinho barato.
Vende-se, na venda n. 88, defronte da matriz da
Boa-Visla .junto a bolica vinho de Lisboa a 1,120
rs. ; dito do Porto, a 1,200 rs. a caada, o a garrafa a
160 rs.; letria a 260 rs.; presuntos a 320 rs. s
libra ; arroz de vapor, a 100 rs. a libra ; e todos os
mais gneros de venda por preco commodo.
Vende-se ca) virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte : na rua do Trapiche, arma-
zem n I7.
Vendem-se semeas em saccas muito grandes ,
a 4,500 rs.: na roa da Madre-de-Deos; armazem de
Vicente Ferroira da Costa.
DEG RORTAS N2
Nesla loja ha urna grande porcSo de chitas
finas e de cores fixas, que para se tcabarem
com brevidade, vendem-sc, as pecas a 5,800
rs., e o covado a 160 rs.; bem como um res-
to de riscBdo monslro a 240 rs..
Vende-se a venda da rua do Apollo, n. 21, com-
poucos fundos : quem a pretender, dirija-sea rua da
Madre-de-Deos, 1 tratar com Vicente Ferreira da
Costa.
Vende-se cal virgem de Lisb em barris de i
arrobas chegada pelo ultimo navio, por prefo commo-
do : a tratar com Almeida it Fonieca,narua do Apollo.
PUBO VINHO DA FIGUKIRA.
Existo no armazem de moldados, atrs do Cor-
po-Sanlo n. 66 urna grande porcflo dcste genui-
no vinho que se esl veudendo pelo diminuto pre-
co de 1,120 rs a esnada c a 160 rs. a garrafa ; tam-
bein ha em pipas quo se vender mais em conta : he
esto o melhor de todos os violtos que se teem an-
ntinciado pela suasimplicidade e ptimo paladar:
quem urna vez o beber jamis deizar de o com-
prar.
Vende-se muito superior lagodo de Lisboa, e
el virgem ero bsrr'S de 4 arrob; or mdico prec.n:
na rua do Vigario, n. 19.
Chcgou da Franca na Ivlet e cha-se a venda no
seu nico deposito em casa de Kalkmann IrmSos, na
rua da Cruz, n. 10, o vinho de
Chnmpanha marca estrella
da fabrica de Moet & Chandon emEpcrnay cujo vi-
nbo uUjmamcnteacliou a maior approvefilo na Eu-
ropa. w
A bordo do patacho sflagoense, ero
frente do trapiche do algodao, vende-se
farinbade mandioca de muito boa quali-
dade, em grandes e pequeas poredes,
por prego commodo.
Vende-so na rua da Cadeia do Recife, |oia do
Joao da Cunha Magalh.tes.o primeiro volume dos Se.
te Peccados Mortaes, por Eugenio Sue traduzido
emportuguez, por 1,600 rs.; o Mendigo negro de
Pauto Feval, traduzido em porluguez por A. Reg,
1 v. por 1,000 rs.; as poesas de Joilo de Leinos Sei-
xas CaSlello-Branco ; Amore Melancola, por Cas-
tilhojo primeiro, segundo e lerceiro voluntes da
Lizia Potica.
Vende-se caf modo para as tabernas milito
bom, e mais barato do que em outra qualquer parte:
limhem se recebe caf parase moer, por .preco
commodo : atrs da matriz da Boa-Vista, n. 96.
VEiNDE-SE,
no pateo do Terco, venda n.
7, farinha
em saccas de alquoire dajmedda velha eemeuas'
a 160 rs.
Vendem-se doas ramas, ama de angico e 1
outra de Jacaranda, usadas : no Alerro-a-Boa- Vista,
loja de trastes do Leal, junto a matriz.
FREGEZA.
ffo pateo do Terco, venda n.
7, continuarse a
a v ender a boa pinga da Figucira, a 160 ra. agarra-
fa, e de Lisboa, a 1,120 rs. a caada, o a U0 rs. 1
garrafa.
Vcndc-sc um pequeo sitio com casa de viven-
da, na estrada do Bol, junto do aillo do tinado Jos
Roberto na Snledade, em chitos proprios : bem co-
mo os foros de uns terrenos na rua do Joilo-Fernan-
dcs-Viei ra: a tratar com Jos Antonio Corris Jnior,
na rua da Concordia quo se acha autorisado para
vender.
~ Vendem-se dous cavallos mellados, novos e
com bons andares e que sSo proprios para carro,
por serem muilo iguaes : na rua Diroita, n. 88.
Na rua da Bibeira da Boa-Vista n. 86, vendo-so
o milagroso oleo de curar glndulas, j experimen-
tado por muitas pessoas deste paiz.
Vende-se urna casa lerroa assobradada o junto
a mesma um terreno com 30 tantos palmos de fron-
te, com muro e portfo em chitos proprios, sita
nos A Togados, no becco do Quiabo : na rua de S.-
Amaro tonda deserralheiro n. 5.
Vendo-se um ptimo candicro francoz por
proco commodo : na rua Nova, loja de funileiro,
defronte da ConceicAo dos militares.
Na Livraria nova do pateo do
Collegio, n 6,
acaba-sede receber o mais excellente cha bysson,
3ue vonde-se de quarta para cima por muito comino-
o preco.
Vende-se farinlia.de man-
dioca em saccas: na rua da Madro-do-Deo, ao li-
tio da alfandega n. 31.
Vendo-se a traduccSo de Tito Lirio em porlu-
guez : na rua Nova loja de ftiuileii o defronte di
Conccicio dos militares.
Sor vete, a 200 rs,
Vende-se sorvetc bem feito e com todo asseio: ni
rua da Cadeia loja que faz esquina para a rua di
Madre-de-Deos, das GJioras da larde em diant.
Contimia-sc a vender espirito de
36 a 41 graos: na rcstilacio da travessa da Concordii.
Madeira de pinho:
Vendc-se a melhor madeira de pinho que ten
vindo a este mercado: na rua da Madrc-de-Deos,
armazem de Vicente Ferreira da Costa.
Algodao trancado da fabrica
de Todos-os-Santos da
Baha ,
muilo proprio para saceos deassucar e roupa de cs-
cravos: vende-so em casa de N. 0. Biober & Com-
panhia na rua da Cruz, n. 4.
Vende-se, por prego commodo um lindo cir-
ro de duas rodas, que os Francez.es chamam tilburr,
com osseus competentes arre i os : na rua da Cadeia
do Recita, n. 53.
.\o deposito do Me. Calmont & Companhia, ni
rua de Apollo, armazem n. 6, acha-se constante-
mente grande sortimento de ferragens inglczas p1
engenhos tle issuear corro sejam : taixas de ferro
coado de dilTerenlea modelos, os mais modernos;
ditas de ferro balido ; moendas de ferro do mode-
lo adoptado para armar em madeira ; ditas todis
de ferro, lauto para agoa como para animaes; im-
cliinaa do vapor de frca do quatro cavallos o de il-
la pressio o mais moderno e simples que he possi-
vel ; repartideras; espumadeiras ; resfriaderas de
ferro eslanhado; formas de ferro: ludo por preco
commodo.
Vendem-se rices apparelhos de metal para cbi,
do elegantes modelos ; bem como ricas inachinaspi-
ra se fezer caf ; panellas, (.frigideiras e chaleini
forradas do porecllana para cozinbar as quars se
lornam recommendaveis pelo seu asseio: na rui
Nova loja de ferragens n. 20, de Joflo Fernandes
Prente Vianna.
em
Escravos Fgidos
Contina a estar fgido desde deiembro do
1848, o pardo Jacob, dn 18 annos, serco do corpa >
cabellos estirados ; tem falla de um tienten frente,
e a m irqa de um caustico as costas : quem o pcgr
leve-o a rua Nova i Jos Luiz Pereira que gratn
cara.
-- Fugio, no dia 8 do corronle um isjolaqiie do
nomeLuiz, crioulo, do 19 annos; levou camisa "
riscado dealgodilo ceroulasde algodo da lem
chapeodo-palha e tambem levou outras calcas"'
riscado de algodao, p porisso lalvez as tragacalcad's.
lem andar vagarpso falla mansa ; he rlaoiino
quem o pegar love-o ao Alerro-da-Boa-Visla n. *
quo ser recompensado.
'&?
f*iN, i N TTP. Dlaf.F/ DK FABIA.H


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