Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06215


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Full Text

.

Auno XXV.
liJLLIJLg
vTer$a-felra O
O D//l/t70publica-se toduaua diasque lino
fnrein de guarda. O preco da nssignatura he
ilc -i.HMill rs. porqtiartcl, pagmatlianlailm. Os
aiiniiiicio* des assigii.lnt rasiio de 20 rs. por liaba, 40 rs. em typo dlf-
ferrutCi cas rrpeti<;d>s pela inrtade. Os nao
asslgnantes pagarao 80 rs. porlinlia c 160 rs.
em typodifl'crentc, por cada publcaoslo.
PHASES DA I.UAN MEZ DR JANEIRO.
< osenle, a8. s6 horas e 19 rola, da inanh.
La chela, a 8. as 8 horas e3l mili, da Urde.
Mingoante,W,as4horaac.ttiiiin.daiiianIi.
I La nova, 84,4? horas c 43ruin, da inauli.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goianna e Paraliiba, s segs. e acxtas-IVir.is.
Hio-G.-do-Nortc, quintaa-felraa ao melo-dia.
Cabo, SeriDliarin, Rio-Pormoso, Porto-Calvo
Macei, no-1.* a 11 e 21'de cada mcz. '^3
("1 n,inluiis bonito, a 8 e 23.
Iloa-Visla c Flores,, a 13 e28.
Victoria, s quintas-reirs.
Olinda, todos .os das.
PREAMAR DE HOJE.
Priuieira, s 4 horas e 30 minutos da Urde.
Segunda, s 4 horas e 34 minutos di manli.
de .Janeiro de 18*9.
RUS DA SEMANA.
8 Segunda. S. Lourencn .lustiniano. Atid.
doJ. dosorph., do J. do civ'. e doM. daS.v.
9 Terco. S. Julio. Atul. do J.doc. da I. v.
e do J. de pai do 2 dist. dc-l.
10 Qnarta. S. Pauto I. eremita Ajid.doJ.do
c. da 2. v. c do J. de pa/. -lo 2. dist. de t.
11 Quinta. S. Ilygino. Atid. do J. dos orph.
e do '. M. da I. v.
12 Sexta. S. Salyro. Autl. do J. do civ. o do
J. de pai do I. dist. de t.
13 Sabbado. S. Hilario. Aud. do J. do c. da
I. v. e do i. de paz do 2. dist. de t.
14 Domingo. O Santissimo Pime de Jess.
N.
cambios no ni v 8 df. Janeiro.
Sobre Londres a 25 '/., d. por li/ rs. ati'J dios.
Pars
I.lslioa |IC por cont de premio.
Rio-de-Janoiro ao par.
Detc. delo.lt. de boas Onnasa l'A '.'.'ao mex,
Acoi-s da CQinp. dr Bebei bo, aaOJ rs. ao n.
Curo.Onca liespanholas. 20/500 a 30/000
Hodal de (1/400 v. I?#t)00 a 17/200
> dc6#400n. Kililil a I0/40U
de 4/000... 9/200 a tl/400
PralaPaUcOCi brasileiros l/:)4l) a 1/1KKI
Pesos eolumnarios. 1/040 a I/9PC
" Ditos mexicanos..... 1/000 a 1/1)20
PARTE OFFICIAi.
COVERNO DA^FROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA ? DE JANEIRO.
(tlTlcio.Ao major commandanlo do destacamento
da VicloriR, Francisco de Paula-Paz Brrelo, decla-
rando que cerca do pagamento dos veocimeiitos c
demais despezas if fa/.er com'o destacamento a scu
mando doveS. me. onlender-se pon o coronel Jos
Pedro Velloso da Silveira qae na qualidade de com-
mandanlo em che fe das forcas do sul da-provincia
tem junto a si um commissnno-pagador.
Dito Aomesmo,I.ouvando muitoossentimentos
patriticos deque V. m. se confessa animado nooffi-
cio que dirigi ao meu antecessor com data de 31 de
derembro ultimo; contando que continuar* a prestar
valiosos servicos a causa da ordem o ta legalidade,
e agradecendo-lh'e em nome ta provincij a genero-
sidade com que se don lo a ceder para as despezas
da guerra civil todos os vencimcnlos a que tem di-
rcilo como commandanlo do destacamento de guar-
das nacionaes eslacionado na cidado da Viciarla', te-
nlio de signifcar-lhc que inleirei deste seu oiTcrc-
cimeolo nslo s o coronel commissario-pagador mas
tambero o coronel commandanle das forcas do sul da
provincia.
pilo. Ao director do arsenal de guerra, autori-
sando-o a despender a quantia de 50/000 ris com a
compra de 125 libras tic rame de ferro u de ura.bar-
ril de breu de que precisa csse arsenal, nflo s para
provimento dos respectivos armazena, cmo para a'
conlinuafilo dos trabalhos das olliomas de -ter'ceira
equarta elasse. Communicou-so ao couimissario-
pngador.
Dilo. Ao mesmo, autorisando-o a despender a
Suanlia de 120g000 rcis com a compra de a.duzias
o.taboas do assoalho de pinito que se fazem neces-
sarias para provimenlo dos armazens daquelle arse-
nal e continuadlo dos trabalhos das oilicinas de pri-
meira e segunda elasse. Parlicpou-se no commis-
sario-pagador.
Dilo. Ao cemmanejante superior e delegado da
comarca de Santo-Anto, declarando que, como jun-
io ao coronel .Jos Pedro Velloso da Silveira existe
um commissario-pagador e as frgas destacadas na
cidado. da Victoria lambem estej m subjeitas ao
mando em chefo do mesmo coronel, cumpre que se-
ja l'oiio por intermedio tlclle o pagamento dos sol-
dos e mais venciineutus das mencionadas forcas.
Portarla. Demitlindo o bacharel l.ourcnco Jos
deFigueirdo do lugar de ajudante do procurador
fiscal da thesouraria da fazrn-ia provincial na comar-
ca do Pao-d'Alho, e nomeando para substitui-lu o
promotor publico daqtiella comarca, Antonio Joa-
quim de FigueirloSabra. Fizeram-se as parti-
ciparles do estylo.
Dita. Creapdo um corpo de voluntarios na l'rc-
guezia do Santo-Amaro-Jaboalflo do conformidade
com o plano abaixo transcripto.
PI.A.1XO para a creaedo de um corpo de voluntario/.
ESTADO MAI0II.
Tenenlo-coronel. ..
Capililo mandauto .
Ajudanle........
ijuai icl mostr .
ETAOO HCtOlt.
Sargento-ajudanlo......
Dito quartel mestre .. .
Coruela-mr..........
torisada pelo artigo l.'dasdisposi^cs geraes da le
n 63 do 2 de mato do 1838, mas smenle conserva
nos dcmiltiilos as honras dos postos, resolve nesta
conformidade dispensar do-servigo da mcsm'a guar-
da nacional o coronel chofe da segunda legislo dos
municipio!' fio Serlrrhtlom e Rio-Pormoso, Jofl Bap-
lisU Paes Brrelo, por ussim ronvir ao servido pu-
blico. Pnrticipou-se ao commandanlo .superior
respectivo.
DEM DO DI.V 5.
Odicio. Ao inspector da thesouraria da fazenda,
devolvendo os balancos da recila, e despeza da pn-
gadoria militar, relativos no ido/, de dezmbro ulti-
mo, e o pedido para os dispendios daquetla reparti-
cflo no correnle mez, e declarando que pJe salis-
fazer o mesmo pedido visto estar elle conforme.
Dilo. Ao juiz de orphfls desta ciliado, deter-
minando dsuas ordens, para que Francisca Mana
to Espirito Santo, cojo requerimenro remelle acom-
panhado de informaco do director do arsenal do
guerra, ou qualqucr outra pessoa idnea assigno an-
te este juizo o termo do que trata o artigo A." do rc-
gula ment n. 113 de 3 de Janeiro do 18i2, o ultima-
da esa diligencia devolva a secretaria do governo
o mencionado rcquerimenlocDmosobredilo tormo,
para que possa a presidencia ordenar quo- os
doUs sobrinhos da stipplicanlo sejam admiltidos na
companliia dos aprendizes menores daquelle estabe-
lecimenlo.
Dito. Ao delegado do termo de Goianna. t- Foi-
me presente o ollicio que Ym. me dirigi, com dala
de 2 do correnle1, dando conta de haverem os revol-
tosos ar>fJrchendido em Itamnrac urna barca que
(razia cinco rccrulas para esta cidde Responden-
do o mencionado oCRcio tenlio de signifcar-lhe que
he i providenciado para que o porto da mencionada
i I ha (que acoberto dasinvases dos mesmo* rcvol-
tosos,que, segundo consta do patlicipagOos oHiciaos,
j a evacuaram.
Dito. A* administroslo dos cstabclecimenlos do
candado, ordenando dem as suas ordons, para que
soja recebido no hospital de candado, e ahi tratado
competentemente sb acondicHo desercm as res-
pectivas despezas intlemnisadaspelo arsenal de ma-
rinha, um dos marinhciios da fragata ConslUui&o,
que so aclia allicnado e que Ihc ser apresenlado
por parte do inspector do sobredilo arsenal. Par-'
ticipou-se ao referido .inspector.
Dito. Ao commandanle das forjas navaes, ap-
provando a deliborc,flo que S. S. tomn denomear
o praticanlo da fragata ConrUuicio, Jos Soarcs, pa-
ra servir no euler Esperuucu de Ueberibe, exurcendo
ao mesmo tonipo as fuifcos ilo escrivtio ; bem co-
mo do declarar pracas effectivas do mesmo cter as
ta mencionada liagata que ahi cstavam destacadas.
Scienlificou-se o contador de marraba.
Dilo.Ao inspector da Ihesouraria da fazenda,
remetiendo copia do aviso no qual so declara as
i|tinntiasj|tit: locaram a esta provincia na'dislribui-
cslo do crdito to ministerio do imperio para o exer-
cicio correnle.
Qualro companhiai que te comporto da maneira
teguinle:
Pira cada componhia.
Capito.................... Tenente ou altores............ 1. sargento................ 2." dito. ................... Furriel .................. Cabos ................... Corneta.................... Soldados......-...'......... . 1 1 1 .' i 1 4 i 40
SECAFlTULlCAO.
Estado maior................ Estado menor ... ir........... (illiciaos .'............'..... Pi iinciros sargentos........... Segundos ditrw 4 3 8 4 1
Furrioia................... Cabos ..,.............;, Cornetas ................... A 16 4 ICO
207
Poilaria. Nomeando o tenente-coronel do esta-
do maior do excrcito Antonio Pedro do Su Brrelo
commandanlo do corpo de voluntarios da fregue-
Zia do Sanlo-Ainaro-Jalioalo. IntcirQU-se o Ho-
rneado. -'
Diia O presidente da provincia, lendo em visU
que o artigo 49 da lei n. 73 de 30 de abril de 1839 nilo
veda a deuiisssio de ofliciMs da guarda nacional, au-
TR1BUNAL DA RELACAO.

SESSAo'E 8 DE JANEIRO DE-1849.
IMlKSIIil'M.'U DO SMI. OESEUDARCADOr. A/1 \ mil
Acbando-se presentes os Srs. descmhaigadorcs
Poncc, llamos, Bastos e Lefio, fallando com causa os
Srs. desemhargadores Villares, A y res c Ntincs Ma-
chado, deixon do haver srssilo por falla do nu-
mero.
Rcparlicao da polica.
EXTRACTO DIARIO DOS P.IAS6, 7 E 8 D0 CBRENTE.
Fdram presos: ordem do Sr. desembargador
chefo de polica, Maimel Siniilo, p.ircrimedo inju-
tias; Matnildesl'ereira Maria, por insultos; a preta
Catliariu, pof furto ; Manoel llarboza de Menezes,
por furlo do cavallos; Jos l.ourenQo Martins, por
criinedcmorto ; Joanna Pellina Tertuliana, por ter
dado urna fabada; Joaquim Rodrigues Vieira, por
so oppr execueflu drigues, porsus|icito; Manoel Florentino, por des-
orden! ; JoiTo Rufino Fcrreira, pnr crime de sedicslo;
o Inglpz Joon Wilson, por insultos; GeJcilo Forjaz
de Lacerda, Joo Al ves Fercira, Cosme Rolrigiirs
da Costa, Feliciano Jos de Aducida, Ignacio dos
Res Camatrlie, o o marujo Joaquim Jos .do dele-
gado do 2.' dislrito, o menor Joilo Galdino do Nas-
cimento: do subdelegado do Rccife, Joaquim Lo-
pes de Ameida Jnior;do subdelegado do S.-An-
tonio, Saturnino Adriano Percira da Silva.uestes
nove ltimos nilo consta o motivo das prUOos.
O (.Amanuense,
Aprlgio Jos"da Silva.
EXTERIOR.
CHICHI.AR dirigida pilo gencialCavaignac a ludat as
autoridades chis e militares da repblica
fiancza.
Cidadflos.A assembla nacional acaba justa-
mente d completar por um voto definitivo a impor
lante obra que emprehendgra, o em que trabalhai j cara s e desamparada.' Vos mo liaveis de ter esque-
com Iflo porscveranlc quanlo escrupulosa energa.'"
a A consliluiclo republicana esta volada, c sua
promulgar;s"io dar ao povo o conhocimento do lexlo
da lei tundamonlal que para o futuro devera regular
os seus destinos.
Em urna conjunclura tilo importante, quandn
todos vos sois chamados a cooperar, segundo as vos-
sas finiCQOes, nosls) rilomne medida, eu por una
cxcepcflo que a gravldado da pircumstanoia explica-
r, lenho rosolvido corfespnndcr-ine direclamonto
co'mvosco, alim lo decl.irar-vos quo novas garantas,
otie nova frca a constituicno dar vossa aulori-
dade.
Desde o mez de feverciro at o prsenle- dia s-
menlo o principio tinha si lo proclamado, mas ao
principio faltava-lhe a lei, a regra escripia que he
sua final consagroslo'. Desta falta nasceram a irre-
solucflo, a hostilidade perseverante, as prclcncocs
exclusivas, c finalmente os extravagantes e insensa-
tos projectos do um pequeo numero.
Como qur que a rcvoluefo nio cstivessn defi-
nida, e um intervallo ilc lempo'necessnriamenle
tlevess'n mediar entro a dostruic.HO do odilicio mii<
narchico o a contlrucclto do republicano, parecen
aos espiritos audaciosos que ludo se dovia rnzer de
novo, e quo nada da snciedado exlstonte dovia sor
preservado. Eslas fataes llieoriass potiiam produ-
zirfrticlos amargosos, o vos sabis que (errivel ros-
pon-aiiilidado pesa sobro os que as prgavain pelos
aclos de sacrilega preparadlo ou de solvagem aggrcs-
silo com que, di baixo do urna bandeira emprestada,
atacaram ludo quanto ha de mais respeilavel.do mais
sagrado, o de mais vital na sociedado humana. Estos
crimesdcploravcis causaran! a vos tanto quanto a us
bem sriasdilliculdadcs, o quando foi chegada a oc-
casiao do combal-los.lriumplisisles menos pola forcn
que vos teria sido dada por una lei escripia, do que
pelas in.spiiac.ues de urna con.'Ciencia Ilustrada, o
por urna uedicaeflo illiinilada ans vossos devres para
com a nacslo co todo da sociedado.
Urna arma poderosa e irresistivel vai scrajunla-
da aquellas do quo ja estis de posse. A cor.slitni-
flocst feita, ede boje em diento a revoIucSo aolia-
so definida em sua organisafflo c em sua lei; quoni
qur, poifrj que levantando-so contra a nova lei. pro-
tender exigir da revolucjlo quo ha sido completada
o rompimiento de quaesquer devores marinarlos,
incorrer mu justamente nos rigores da lei.
A le poltica fundamental collocoii-se ao lado
da lei eterna da oidem u estaliilidsulc que lio si con-
digno necessaria de toda a sociedado humana. De
boje por diantu ambos silo insoparavels. A existen-
cia da repblica est indissoluvolinenle ligada com
a manutaneno da boa ordem poltica c social A re-
publica sem a boa ordom, a boa ordem sem a repu-
lilica silo de boje em dianlc dous factos igiialniuulo
iinpossiveis; oaqueljequc pretender separa-los, ou
sacrificar um ao oulro, be Din cidaduo porgoso,
condemnado pela raso e rojoitado polo paiz.
Procurai convencer-voi da verdadedpsles prin-
cipios, e fazei quo cites penetrem nos espiritos da-
i|uellosquo vos assslem ou frequentam. Pundada
sobre o grande principio do sulTragio universal, tal
qual fra definido c determinado om sua applicacOo
pela conslituiciio da repblica, a constluicio delXI
toda u liberdadede discqssiu, -o lira lodo0 pretex-
to para a insurreiCilo o revolla. Com eflelto com
que direito se pretender fa/.er que provalcoa pela
violencia o voto que nflo f>dfl piovalccer |cla le r
E por oulra paite, em prtsenca desta continua a.p
plicacSo do sull'rago iitiivcrsal, qual be a autor ida-
do quo poder tentar corromper a sua expresado?
O sull'rago universal be a revolucao inlcira ; lodos
os outros principios niio sao seuo cunsequencias
deste.
a Na primeira ordem dcstas conscquencias, todos
vos collocas aquella que.consisto em manter o go-
verno debaixo da acgiio e do respeilo inviolavol da
maioria. Em o novo i slado de cousas quo a consli-
tuiciio vai crear para a repblica, esquecer osles
principios seria da parle 'da todos urna culpa gravo,
cun crime da parte daquelles que, revestidos t
urna autoridado do qualquer genero, dispulassem
assiin a origom e baso desta nn smaautoridado. O
primeiro resultado, o primeiio perigo do um tal
erro, seria a deslruicfiodo propiio poder, cuja ori-
gem. livesse sido rejoitada, e cujo valore siguih-
caeflo livessem sido desconliecidos.
A consliluicilo lutando, se assim podemos di-
zer, com as llieorias subsversiVrfS que alacam a pro-
priedade ea sociedado lano quanto as condiccs
possiveis e saudaveis do Iraballio, nada tinha quo
aectescentar no poder dos principios atarnos, sobro
osquaos estos dircitos repotisam. Ella lunitou-s
a rccorda-los, rcconliect>-los a consagra-los por
una declaroslo solemne. Scu lexto, porlanto, nada
accrcscenla os vossos deveres a esto respeilo Cada
pe iodo tem seus prigoi o scus erroa. Vos conhe-
ccis os erros e os pongos ta nosaa poca, c dovois
conseguiuletncnle continuara combale-los com a-
tiuella dedicaco que a repblica tem direito de es-
perar tio vosso patriotismo. ..
u'Oapoioda autoridado quo vos dinje, e-a opi-
ni.lo do toda a nacflo, sslo as fnica donde triareis
com qua reforcar.a coragein requisitada para nflo
i-ocuardesiiapioseiica de aggresses audaciosas, se
porveulura livureui oulra re/, lugar.
I.ongas lulas polticos precederam a rcvoluQflo,
que esl sendo completada dianlc do nossos olhos,
o pelos nossos estreos. Os djlVercntcs partidos, em pr. par
cidoque a repblica, o objeclo das esperanzas oda
anliga veneroslo de um pequeo numero do cida-
dlo, proclamada em o dia em que o paiz so vira
sem governo, sem autoridades, foi aceita e legiti-
mada* pela acclamacflo do tola a nsic.lo. o que cu-
tre nos so tem passado ti,*o vejo urna conspirarlo
que tcnlia Iriumphado e se tnanlonlia pola violencia
c pola c"xclnslo ; o que vejo he sini acvoluoao, pa-
nosa sera duvida em suas ciiscs, porm feliz e natu-
ral, de uma nacslo quo SofTril om snsis llCCOaSidadCj
o em seus mais charos o ni lis respeitaveis direili-a.
Debaixo da influencia dcslas salulares verdades vos
licarcisconvonci los que as l.emhrancas das prlmoi-
ras lulas o dassympalhias ou repulsos quodeHas
resultaran), se anda subsistan, dovem ser apaga-
das e exlinclas. Vos deveis enipregar lo !o os vos-
sos rsforcos nesta obra de paz o COliciliaciiO. A re-
pblica ngo foi imposta naono, ella nflu se submet-
ter nunca a urna misiona, qualquer que olla soja.
Soria e IrrevogBvcl.mcnlo empenhada no caneira re-
pnblcaiia, ella lisio olhar jamis para lias. l'M.i
olhar semprc para diante; ella progre lira; olla al-
tomloi a seus pruprios negocios e promover seus
nteresses, o esto senliinento he legtimo; para al-
gno.n niio roconhecer islo, seria preciso quo apus'a-
tsis-io do direito, la verdade, da taslo publica. Oc-
cu pando o posto que oceupais, osffeicoados como
sois s novas InslituicAcs, as quaes asseguram o
futuro da rtpublic.i.'iiDo lio pnssivel que abriguis
em VO8S0 animo alguui sentimonlo de exclusslo sys-
(lienialioa. a esculla que liverdcs que propr ou
que fazor, ndmilli rcsolulsinicnto todo aquello quo
vior a v<; com um corao-lo sincero, c honestas in-
loiio'los. Examinil o que elle val, e n;lo donde ello
rain. Seja bastante para vos quo 0 seu carcter ga-
ranta as suas palavras. Rejeitai, porm, a isto sem
hesitaeflo, todo aquello quo nflo vos morecoT a ilius-
Irada conllanca que deveis procurar em vossa oona-
ciencia. Applicai-vos, porlanto, a conciliar os ho-
incus, ca reconcilia-loa una com os outros. O vosso
primeiro dever hesoivir lielinenlc na interesaos da
repblica. Nada Ihc assegurara inelhor as rotivic-
cOcae oscoraoes do que oespililo de sabedoria o
iniparrialidadi! que desonvolvordcs em vossa escu-
lla. Segulndo a verc la que vos Irafo, liaveis de
infallivelinenie sofficr os mais contradictorios ata-
ques.
a Alguns vos aecusarflo de abandonar a causa o
ns principios quo sois obrigados a defender e fa/.er
prevalecer. Deixai aos fados o ao lempo o cuidado
ile demonstrar quem cninpiehendou melhorosin-
leressos da repblica, se vs, so elles. Outros, pelo
contrario, vos aecusarflo dnneftacflo, deexcuaSo,
talve/. niesilio que de diiplicidade. Em face do todos
estes obstculos nem accelereis nem rolanlcisa vos-
sa marcha ; o sentiiiionto de quo estiscumprindo o
vosso dever, vos indicar o Justo molo;n(Io vos a-
parlois doli, ti lando vos caiiimiiiarom, nflo aojis
ardoiitc em deloiider-vos ; ssbel quo apenas urna ca-
luinua fr destruida, oulra oslara j proinpta. Dc-
dicai antes o vosso lempo a vosso paiz do que a vos
mosmus. Se no exercicio do vossas funcfOos liver-
dcs quo experimentar alguns desgostos, algum de-
sanimo, reflccl que lodos estes ataques, lo las oslas
calumnias nslo tecui mais longa doroslo que a vossa
temporaria auluiidade, equodepois que ella ter-
minar, nada restar senflo os vossos actos, os quaes
smento vos furflo merece loros da Icmbr.uio i ou do
esquecimento, da prntid.lo ou lo desprozo de vossos
couridadsios. Lcmbrai-vos que ns necOes livres afio
desconfiadas, c que lio com rastfo que ollas o silo.
Mais do una natjtlo tesn suffbeado suas propriaa l-
herdades debaixo do peso do sua gralidflo ; porm
ncnliura conheo quo as tenha perdido por sontir
rpmnrann do haver sido Ingrata, lie anima los por
esto espirito que deveis cumpliros deveros que a
constituoslo vai impr-vos. O paiz solTre o alguns
cidadflos sem illustracflo estilo disposlos a nltribuir
os solTrimentus e as privaoOcs que padecem aos prin-
cipios mesmos do governo republicano. Procurai
combalor estas ms tendencias, nada despie/.ois pu-
ra aprossar o termo desloa solTrimontos, o lcmbrai-
vos que a coofianca na cslabilidadc do presento, o
nas pi'oinessas do fuluro, tcstiluirslo ao povo aiiuello
bcm-csiar quo s espora esta Dpnflanca para revirar
por si mesmo. Contai que o governo ha.dojrjudar
vossos esfortjos, ha Uoaninar-vosjBonisuaapprovaQflo,
ha do guiar-vos com seus conselhos o suas inslruc-
Ooos. Kilo sent, como vos, todo o valor da rolla
da conflanca, a qual he o fundamento do crdito pu-
blico.
Os penssmonlos do paiz estilo lambem vollados
para os acontecimenlos que leem lugar no oxlerior
Possuindoa boa ordem no interior, elle se inquieta
pelas agitsfOos. pelas comn.ooocs o lulas cansadas
pera mudanoa de ideias om as na(0es fixinnas. i-
zel a todos quo vos frcquciilam, oquizerem esru-
tar-voS 6fazei-0 sem modo de eng*na-loa, uno, gra-
bas aoa'leaese generosos principios da poltica tra-
cada pela assembla nacional, o governo (la reptt-
l.lici onlia que cliegara ao tormo do ,ua autoridado
provisoria sem quesojam perturbadas oslas relaeOes
pacilicas. que cusa do eslurcos ni linilos ellotem
conseguido manter e consolida;; elle espera legar
aopoJur definitivo um estado de cpiMS, no qual a
manutenoslo da paz nada cusiera I honra nem aos
intoressosda Framja.
, a assembls nacional quia que arogifli
chamada para
consagrar a solcmnidadc (|UO so est
adTO governo auticipou esla i.loia, e asse-
realisa-la. A
exer-
fessa
. venJosem odio o suicidio da monarchia, a qual II-' Vos adiareis todos os ministros da religue prorap-
.^-w'


'
los para acudirem ao vosso chamado. F.lles s au-
dam com sincera homenagem o estabeleciment da
repblica, por isso que acham nella a applicas.'o
de todos os principios de liberdade, igualdado o fra-
terndade quo fram revelados ao mundo pelo E-
vangelho, e seenconlram cuidadosamente inscrip-
tos na coiistituicfo. Klles elevaro piedosamenle
os seus pensamentos a Dos, o qual protege a nai;o
e a repblica. Elles lhe darilo inlnilas grasas pelos
benelicios quo nos tcm outorgado, o Ihe pedirfig
derrame novas beneSos sobre o nosso cummum
paiz.
O presidente do concelho gado do poder oxecutivo,
Caraignac.
PE^NAMBUCO.
CLNICA HOMOEOPATII1CA.
Non vtrbt tii arta.
t'rocurou-me o lllm. Sr. Francisco da Silva Medei-
ros no dia 3 de dezembro prximo paando flan de
receitar urna sua cscrava de nome Landelina, com
ida Jo de 12 .-linios, temperamento sanguinco-nervo-
so, compleieHo robusta, que se acbava com febre lia
4 bs, etintM accessos despasmos. l)isse-me que
notava na pelle da doenle alguna bnlOes, que llie la-
/ain desconfiar screin buxigns. (guando Iho appa-
reciam os accessos convulsivos perda ella a falla e
os midos. Tendo eu muila proliabilidade quo es-
ses incommodos eram produzidos pela varila, ad-
ministrei-llie um dissolucaodc 4 gl. de vacc. (5; pa-
ra tomar um cnpinho de 6 em 6 horas, No dia segua-
te j huvia desapparechlo a febre, e as postulas co-
mec,aram desenvolver-se, c smente cem este me-
dicamento ficou curada e:n 12 das. OSr. Medeiros
dignou-se agradecer-me em a carta abaixo trans-
cripta.
Trinta c cito bexiguentos mais tcnlio curado no
decurso dos mezes de novembro odezembro. Mor-
rcu um escravo do lllm. Sr. Jos Antonio Pires Fal-
efio, que me procurou quando j nenhum remedio o
poda salvar, o que no mesmo dia da consulta com-
muniquei ao dito Sr. Pites; eacliam-se em trata-
ment 22, que com a merc do Dos lulo do escapar
Primero consultorio faomceopathico de l'crnam-
buco, 4 de Janeiro de 1849.
Dr Sabino Olegario l.udgero l'inho
lllm. Sr Dr. Sabino Olegario Ludgero-Pinho.
Participo a V. S. quea minha esciava i.andolina qui-
se achara alacada de bexigas soaclia completamen-
te restxbelccida, depois que usou dos remedios ad-
ministrados por V. S., do quo Iho dou mil louvoros
por tilo acedada cura, tendo do mais a homoeopalhia
este tiiumpho.
a Sou com todo o respailo de V. S. alenlo venera-
dor c criado
Francisco da Silva Medeiroi.
Sua casa, 18 de dezembro de 1848.
UlAKiO HE PEBNAUBUC.
azoiri, dx Aimao di iso.
NOVAS DA REVOLTJL.
Batidos em Ulinga pela vanguarda da columna ao
mando do brioso general Jos Joaquim Coclho, os
revoltosos embrenharam-se as mallas, e, sempro
caminhando por ellas, ebegaram, niToa Mussopinho
como dissemos cm o numero antecedente por estar-
mos mal informados, mas sim a Maricota : dahi, e
por caminlios tortuosos, fram seguindo al que as
9 horas da noilc se approximaram do engenho C-
mara gibe : uo se demorando cm Ierras dessocsta-
bclecimenlo, passaram por Penedo e Pcncdinho, e
tomaram a estrada de S -Jos com direccio, segun-
do se suppe, comarca de Santo-Anio.
Algumas pessas que poderam esprcilar a passa-
gem dos bandidos, asseveram que viles v3o muito
reduzidos, levan grande poreo doferidose quasi
nenhuma municHo.
Assim, pois, cada vez nos capacitamos mais do
que a rcvolla est nos paroxismos da moite, e de que
dentro em breve (Icaria provincia intoiramente li-
vre desses bandos do salteadores quo ainda infestan)
alguns do seus pontos, cobrindo-se com urna ban-
deira polilica quo uo leem ncni sabom comprc-
bender.
OSa.JOSB' PEDRO VEtLOZO DA S1LVEIIU ESTA' SAO
E SALVO.
Acabamos de conversar com varios in lividuos che-
gados boje do engenho Tres-Bracos, e lodos elles
nos assegiiraiam que baviamdeixado o Sr. coronel
Jos l'edro no gozo da mais perfeita sa Je, o que eslo
prestante cidadao nlo fra ferido ncm mesmo leve-
mente em nenhum dos encontros que balido com
05 rVoilas.
A'vista disto, -nada arreceiamos em asseverar aos
nossos leilres que silo inleiramenlc falsos os boa-
tos que ltimamente tcem corrido a respeito do nos-
60 dialiitcto patricio, c que, felizmente para a causa
da ordem, est elle lito vigoroso orno noprimeiro
dia em que se apresinlou em campo, na disposiefo
de baler os quo se armaran) contra a auloridado pu-
blica. '
Correspondencia.
transcrever em seu jornal o offlcio que Ihe remello,
a mim enderezado peloxm. Sr. Hercu4an Ferrei-
ra i'eniia, quando deixra o cargo de presidente des-
ta provincia;
Rucife, 6 de Janeiro de 1849.
Firmino Antonio de Soma.
lllm. Sr. Deixando hoje do exercer o cargo
de presidente desta provincia por haver-se dignado
S. M. o Imperador nomear-me para a do Maranhlo,
cu faltara jstiqa se ntto dsse a V.-S. um tcsto-
munho da consideraefio em quo sempre tiveos seus
servicoi.edo meu particular rcconheciment pela
promptidfloe livre'vontadecom quo V. S. aceitou o
cargo do chefe de polica para prestar-me, como
tcm prestado, a mais leal coadjuvacao desdo o da de
minha posseal o presente.
Conhecendo de lempos anteriores o zelo e a pro-
bidadecom que V. S. cosluma cumpriros deveres a
seu cargo, a sua imparcialidade na administraco da
justica e o vivo inleresse que sempre toma pela con-
servagflo da tranquilliilade e seguranca publica, eu
live, as circumstancias extraordinarias em que se
Icmachadoesla provinoia, novas occasies do apre-
ciar tilo excellenles qualidades, e esperando quo V.
S aceite esla sincera cx'prcssfo dos meus sentimen-
tos, renovo-lhc os protestos da minha particular
amizado.
leos guarde a V. S. Palacio do governo de Per-
nambuco, 23 de dezembro de 1848. llerculano
Vertiera l'enna. Sr. desombargador Firmino An-
tonio de Souza, chefe de polica dcsla provincia.
__________i
tOMMEriCIO..
ALFANDEGA.
BENDIMENTO DO DIA 8 .......... 6:532,471
Deicarregam hoje, 9 de Janeiro.
Barca lauracarvno de pedra.
Barca Navarre farinha o bolachinha.
Briguo Cynlliiti bacalhio.
Escuna l'redcrica laboas de pinho.
1MP0RTACA0*.
l'lor-do-Tejo, brigue portuguez, vindo do l.oanda,
enfrailo no corrente mez, consignado a Jos Francis-
co da Costa Rocho, niauilesUiu o seguinte :
1182esleirs, 9 gamelas cera branca, 2bnrris ju-
juba, 6 latas collas ; a Jos Francisco da Costa Rocho.
1210 esleirs ; a l.uiz Caetano llorges.
2 barrs azeite de jujuba, 300 peras d'ouro, 23
oncas hespanholas, 44 soberanos e 70 pesos;
ordem.
1 gamola cera branca, 220 esleirs ; a Jos da Cos-
ta Ribeiro.
160 mullios de malcha ; a Manoel Ferrcira Piulo.
4 gamelas cora amarella ; a Francisco Sevcriano
Ka bello.
1 sacco ei'vilhas ; a Gabriel Antonio.
CONSULADO GERAL.
RENDIMENTO DO DIA 8.
Geral........................3:473,346
Diversas provincias............... 96,211
3:509,557
CONSULADO PROVINCIAL.
RENDIMENTO DO DIA 8 .*....... 2.736,705
Movimciiio do Porto,
^ Navios entrados no dia 8.
Mar-I'acifico, tendo sabido de Sag-llnbor ha 43 me-
zes, galera americana John-Jay, de491 toneladas,
capllflo W. Ilarwood, equipagem 29, carga azeite
de peixe ; ao capitilo.
Terra-Nova ; 30 dias, hriffue hamburguez l.-D. de
250 toneladas, capitilo W. VV. Sleeboonr, cqupa-
gom 14, carga 2600 harneas com bacalho; a N O.
Biehcr.
Vegenia ; 37 dias, escuna americana Iiaac-Pranklin,
ilc 130 toneladas, capitSo Crosby, equipagem 6,
carga fu inlia do trigo ; a II Fosler & Coinpanhia.
Em commsslo; brigue-cscuna brasileiro Canopo,
commandaiite o prmeiro-tenente Jos de Millo
Christa d'Ouro.
Torra-Nova ; 28 dias, patacho americano Hope, do
205 toneladas, capitilo Henry Hall, equipagem 8,'
carga 2171 barricas com bncallio; a James Crab-
'Irce.
Navios tbidos no mesmo dia.
Parabiba ; escuna americana Isaac-Franklin, cap-
Lio C Crosby, carga a mesma quetrouxe.
Sag-Habor ; galera americana John-Jay, capitilo W
Ilarwood, carga a mesma que Irouxe.
* poila da alfandega, se hffo de arrematar 15barricas
com 141 alquehes de alpiste, no valor de 240 OOOrs.,
impugnadas pelo amanuense Gabriel Alfonso Rcguei-
ra, no despacho por factura n. 2794, sendo a arre-
matacSo subjeila a direilos.
Alfandega, 8 de Janeiro de 1849.
Mtgvel Ardan jo Monteiro de Andrde.
Declaracoes.
Em virtudedas disposiQOesdo regulamento abai-
xo transcripto, que acomnanhou o decreto n. 562 de
18 de novembro p. p-, S. Ex. o Sr. presidente da pro-
vincia manda convidar aos que so queiram contrae-
lar de voluntarios para os corpos do exercito, em
coiirormdadodoartgo6. 21 da lei n. 514.a apro-
senlar-s tiesta secretara, nos dias uteis, das 9 horas
da manhia as 2'da tarde.
Secrctarirdasordens do governo da* provincia de
Pernambuco, 8 de Janeiro de 1849.
Francisco Raphael de Helio llego,
Ajudanted'ordens.
Regulamento para o contrato i voluntarios para ot
corpos do exercito conformidad* do or. 6.' 21 da
lei n. 514 de 28 de otltubro, de 1248.
Art. 1. Os presidente* as provincias, e o com-
mamlanie das armas na corte, contratarflo volunta-
rios para servirem nos corpos do exercito por lempo
de seis anuos, tendo, lm das vanlagens concedi-
das pelas leis anteriores, o premio nunca tnajor de
200,000 tis aquelles que.houverem ja servidii em
qualquer corPo militar pago, e ate 150,000 ron os
que mo estiverem nestas circumstancias.
Art 3 Melado do premio cima determinado po-
der ser pago vista, e o resto em prestares de
20,000 mil ris mensaes.
* Art 3,o para execur.no do disposto no artigo an-
tecedente, nugraenUr-se-ha na telacjo de moslra
mansal urna Casa com otitulo-Gralificacesde on-
gajamento-para nella se lancar a quantla queJiou-
ver de tirar-sc no mez para cada praga.
Art. 4." Os contralados, emquanto tiverem praca
cffectiva nos corpos do exercito, terflo direito ao
respectivo premio; mas, conimeltendo ocrime de
desercio pelo qunl frem sentenciados, ainda que
depois tornem a continuar no servico, ou tendo bai-
xa por qualquer causa quo nfloseja desastre adqui-
rido em bcqSo do servigo ou molestia, perdorflo o
direito percepeflo da parte do premio no recebida,
desdo'o dia da baixa em (liante.
Art. 5. Os contratados n8o assentarflo praca sem
quo urna junta sanitaria declare terem, elles a sade
e robustez necessaria para bem servirem. Palacio
sageiros trata-se com Machado* Pinheiro, na ra
da Cadeia n. 37.
Para o Porto segu viagem com muila brevi Ja-
de o berganlim portdguez San-Manuel-l, capilfio Jo-
s Francisco Carneiro : anda recebe algum resto de
carga e passageiros : a tratar com o mesmo capitilo,
ou eom seu consignatario, Manoel Joaquim llamos
o Silva. .
-aTara o Rio-dc-Janeiro sahe, com a maior bre-
vidade possivel, o brigue tala, por ter mais da
melado da carga engajada: para o resto, passagei-
ros e escravos a frete Irala-se com Joflo Francisco
da Cruz, na ruada Cruz, n. 3.
-- Para o Rlo-dc-Janciro segu at o dia 10 do cor-
rente o brigue Assombro, por se adiar com o seu
carregamenlo de sal; recebe alguma carga miuda
c passageiros, para o qu tem bons commodos: os
pretendentes dirijam-se a ra da Cadeia do Recife,
n. 61, a fallar com Joflo Jos Fernandes Magalhes.
Paia Lisboa sahe com muila brevidade o bri-
gue portuguez Conceicllo-de-tlati*, porter grande
pa.rtede sua carga prompla": quem no mesmo qul-
zc'r carregar ou ir de passagem, para oque offereca
excellenles commodos, dirijo-so aos seus consigna-
tarios, Thomaz do Aquino Fonseca & Filho, na ra
do Vigario,. n. 19, ou aocapilo na Praca-do-Com-
mercio. _
Para Liabi^a sabir, com a maior brevidade pos-
sivel, o bem conhecid abrigue portuguez Taruj*.
Prtmtiro, capilo ManoeT do Olrvcira Faneco: tem
parte de sua'carga engajada : para o restante e pas-
sageiros para o queolTerecc asseiados oaimodqs,
trata-se com.oeapilSo na praca, ou coro o consig-
natario Firmino J. F. da Rosa na ra do Trapicho,
n. 44. ,
Para Lisboa sabe, com a maior brevidade pos-
sivel a barca portugueza Tejo capitilo Manoel dos
Res, por ler parte de seu caregamento. prompta :
quem quizor carregar, ou ir de passagem para o
que tom excellenles commodos, dirija-se aos seus
consignatarios Oliveira Irmffos & Companhia, na
ra da Cruz, n. 9 ou ao referido capitilo, na praca
do Commercio. 4R*>
do Rio-d-Janeiro, cm 18 de novembro de 1848.
Manoel Felisardo de Souza e Mello. Conforme.
francisco de Paula Vieira do Aseiedo.
Pela segunda seceo do consulado, provincial so
faz publico que o 30 dias uteis para a cobranca,
bocea do cofre, da decima uabana no primero se-
mestre de 1848 a 1849 se ullimam no dia 19 do corren-
te, (indos os quaes licam subjeitos a multa de 3 por
cenlo todos aquelles que doixarcm de ler pag seus
dbitos.
CONSULADO DE PORTUGAL EM PERNAMBUCO.
A chancellara deste consulado foi mudada para a
casa n. 1 defronlo do Trapiche-Novo.
AGENCIA IVA COMPANHIA BRASII.EIRA I)E PA-
QUETES A VAPOR EM PEUNAMBUCO.
O escriptorio desta agencia foi mudado para a ca-
sa n. 6 defronfe do Trapiche-Novo.
O brigue-escuna de guerra Andorinha e o brigue
Pavuna recehem as malas para Macei hoje, 9 do
corrente, s 11 horas da manhia.
HIMTAE8.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade oficial da im-
perial ordem da Rosa, cavalleiro da de Christo e ins-
pector da alfandega di l'err.sn-.buco, por S. M. o
Imperador, que Ueos guarde, etc.
Faz saber que no dia 11 do correlo mez, ao ineio-
dia, na porta da mesma, se bflo de arrematar em has-
la publica cinco corles de chita, no valor de 12,100
rs.; umi peca de dita, no valor de 6,875 rs.; duas
loalhas do linliD adamascado, no valor de 14,000
rs j Ires bandejas*, no'valor de 6,600 rs. ; um bote,
no valor do 10,000 rs ; dous chapeos de sol de seda,
para homem, no valor do 14,4*0: ludo apprehendi-
do no mar, sem despacho, pelo guarda Jos de San-
l'Anna, cuja arremalacu ser livru de direilos ao ar-
rematante. .
Allandega, 8 de Janeiro do 1849.
Iliguel Archanjo Monteiro de Andrade.
TIIEATRODE AFOLLO.
Quinta-fi'ira, II do correnlo, ter lugar no thea-
tro do Apollo, com aulorisac.no dor. chefe de poli-
ca, a primeira representadlo da companhia trance -
za, sob a direceflode Mr. Dupr.
Esta representaefio constar de um drama cm
grande espectculo c a carcter, em 5 actos, inter-
mediado de cantona, dansa, ele., odeum vaudevil-
le, seguido de romances modernos.
PRECO DAS ENTIUDAS.
Cifirole de bocea da scena h 2.GCG rs., a por as-
signatura a 10,000 rs. ; primeira e segunda galera,
por cada pessOa, a 2,500 rs. c por assignatura a
2,000 rs. ; terceira galera, por cada possoa, a 1,800
rs., e por assignatura a 1,500 rs.; platea, por cada
pessoa, a 1,200 rs. e por assignatura a 1,000 rs.
I'nra assignalursou compra debilhetcs com an-
tecedencia, dirijan) -se a casa de Mr. Dupr, ra da
Sen/alla-V ellia, n. 112, das 10 horas da manhiia s 3
.da lardo, o no theatro, no dia da represonla?fIO, das
2 horas da tarde e;n diante.
Avisos martimos.
Sr. Redactor do Diario de Pernambuco. Muilo o-
luigai Vmc ao abaixo assiguado se dignar-so do
Miguel Archanio Monteiro de Andrade, etc.
Faz saber que no dia 11 do corrente, ao mcio dia,
--Para oMaranhaosaho.com a maior brevidade
possivel o hrigue-escuna nacional 'Laura de ex-
celente marcha: quem no mesmo quizer carregar,
ou ir de passagem dirija-se ao capitSo na praca, ou
a Novaes & Companh'ia na rna do Trapiche, n. 31.
Para o Rio-.de-Janoiro sahe por .toda a presen
la saiiUnq CH fSlS bf'^'JO Un!T0 '. '.SfS O Tifi
da carga, passageiros, ou escravos a fete, trata-
so com Manoel Joaquim Soares ,_ n> loja de fejra-
gcn's ao p do arco da Coneoi^Sb, ou com Novaos
& Companhia, na ra do Trapiche, n. :H
-- Pata o Araeaty tem de sabir no dia 18 do cor-
rele o hiatoJVopo-O/ndo, por ler j tratada gran-
de parle de sua carga : quem nellc pretonder ainda
carregar, ouirde passagem ,* dirija-se ao mestro
do mesmo, Antonio Jos Vianna no trapiche>novo,
ou na na da Cadeia-Velha, n. 17, segundo ailar.
Vendc-sO"o patacho nacin)I 4i><<> do lote
de 154 o meia toneladas, receplcmente forrado do
cobro e promplo do um ludo para seguir viagem :
a tratar na ra da Cruz, n 37, segundo andar, ou
com o capitilo, Manoel Anlunea de Oliveira, ou com
l.uiz Jos do S Araujo.
O brigue-esouna nacional O-'inda seguo para o
Ilo-de-Janeiro impreterivelaunte no dia 15 do cor-
rente : para o resto da carga, escravos frete e pas-
Avisos diversos.
Jos Soares do Azevedo, profesaor do lingoa
franceza no lyceu, tem aborto cm sua casa ra lar-
ga do Rozarie n. 36, segundo andar, um curso de
PHILOSOPHIA e outro do LINGOA FRANCEZA. As
pessoasquoquizeremostudar urna ou outra destas
disciplinas, pdem dirigir-se indicada residencia,
a qualquer hora.
Precisa-se de urna ama para o servico inlorno do
urna casa de pouca familia : na ra da Cruz do Reci-
fo, loja.de barbeiro, n. 53. .
Na ra da Cruz do Recife, loja de barbeiro, n.
53 precisa-se de um ofllcial e um aprendiz, para o
mesmo odldo.
A pessoa que annunciou querer comprar urna
marqueza, dirija-so a ra da Trompe, sobrado n. 1,
que achara urna de amarello com pouco uso, asSitn
como outros mais trastes quo precisar.
Oflerece-se m Portuguez para fetor do sitio ,
ou engonho o qul sabe tratar de toda a qualda-
de de arvoredos e jardim : quem de seu presumo so
quizer utilisar, dirija-se ao Mondego, n. 70.
--0 bacharel em direito Luiz Lopes Castollo-Bran-
co e Silva offerece seus servigos a quem delles se
quizer utilisar, podendo ser procurado das 6 horas
damanhflaomdianto.narua do Queimado, n. 19,
rimeiro andar. .
. Precisa-se do urna ama forra que cozmhe o
ario do urna casa do pouci familia: na ra larga
do Itozario, n. 26.
AULAS DE PRIMEIRAS LETTRAS.
Do dia 10 do corrente mez em dianlo, estaro
aberlas as aulas de meninos o meninas dirigidas pe-
lo abaixo assiguado na mesma casa de sua residen-
cia na itoa-Vista, travessa do Veras, sobrado n. 13-, e
promptas a recebor, nlo s seus anlgos alumnos,
como outros novos que seus pas queiram conliar-lho
a sua educaco com toda deconcia, morafidade o
promplo adiantament.
Policarp Nunes Corrtia.,
FURTO.
Furtaram da ra /Jo liangel, sobrado n. 51, um ba-
laio com utensilios de armacflo contiendo duas col-
chas de damasco encarnado, 1 tapeto, 4 jarrlnho* do
louca, urna porcflodecspiguilha branca e amarella ,
outra dita de volante branco: a quem forem otTeroci-
do ditos objectos far o favor do os a pprehender o
leva-Ios a mesma ra, ou no Recife, a ra do Encan-
tamento casa de armacflo, n. 4, que sci gratificado
genero smenle.
--Quem precisar i'eum administrador som fami-
lia, quelem pralica o conhecimentos necessarios pa-
ra administrar qualquer engenho ou qualquer es-
ta helecimento agrcola, para o quedconhecimen-
todeseu proced ment e conduela nosta praca, ou
fra della pelos homens probos., dirja-sea ra do
Itangel, venda do Luiz Jos Marques.
-- Precisa-se alugar um prelo, ou moleque, quo
coziube o diario de urna casa de pouca familia : na
ra Nova, n. 20.
Machado c Pinheiro mudaran a sua residen-
cia para a ra do Vigaiio, n. 19, segundo andar.
Aluga-seo sitio da Tacaruna, eom casa para fa-
milia mullos arvoredos de fructo bastante terre-
no para plantar lodo coreado : a tratar no Aterro-
na-Roa-Visla, n. 47, segundo andar? ,
Prerisa-sc alugar urna prela para o servico do
urna casa eslrangcira : na rua'Velha, i>.'92.
Aluga-seum gVande sitio no principio da estra-
da do Arratal, com grande casa uiuilos arvoredos
de fr uctn < sediente agoaJle bebe por preco oom-
mniln : tratmM f'-'a di A!ejri n. SI. ou un mos-
mo sitio.
O lintureiro que morava na ra de Horlas n.
116, mu'lnti a sua fabrica para as Cmco-Ponta* u.
41, aono ha-tim rotabulo na porta e est promp-
lo paralingirtodaa qualitado do facen las o obras ,
Unto de lila como de seda de todas a* coros o tam-
ben) chapos do pallia : tdo por proco commodo.
Muilo so precisa comprar nina escrava sem vi-
cios, de bonita llgura recolbida quo cosa e engm-
ate : paga-so bem : na roa do Ayoas-Verdes, n. 46.
A pessoa queanaunoioii precisar de I00#rs. so-
bre penhores de ouro, dirija-se a travessa do Peixo-
to casa ila esquina n 40.
--Precisa-se de urna mulher forra ou captiva quo
soqueira subjeitar a cozinhai comprar na ra,
para urna.casa de homem solteiro : na ra doQuei-
mado, loja n. 44.
Precisa-sede um trabalhador de masseira : na
ra larga do Itozario, padaria n. 48.
II FniVFI I



t

Precisa-fiarte urna ama para todo o"servido de
urna rasa o que enzinhe : no Forle-do-Mattos, ra
do Codorniz n. 4, por cima de urna fabrica do cha-
rutos.
Precisa-so alugar urna escrava para o servico de
u na casadepouca familia : na ra larga do Roza-
rio, n 48.
l)-sep,1o de vendagem de liom tamaito, e
coni mairoros vantagens que em oulra qualquer par-
te : na ra larga do jtozario, *s
--Ptecisa-aealugar unr prcto para conduzir pilo
para a ra oon um caixefro, dando-se-Ih o susten-
tu o liom pagamento sendo o preto possanle : na
[ra larga do Itozario padaria n. 48.
I --1'reaija-se alugar urna preta ou preto, oue en-
' tema de eozluha para urna ca eslrangcira : na
ra da Cruz.n. 1.
Precisa-se deum rapaz brasilciro para caiieiro
de venda que tenha alguma pratlcae de liador a
I sua conducta : na ra Nova, n. 67.
.-Manofilde Souza Cordeiro Simes professor
[particular de primeina leltras, faz seiente ao res-
Ueitavol publico o particularmente ana pais de sous
[alumnos, que abri a sun aula no Jia 8 do corror.le,
|na ra estreta do Rozario, n. 23.
Pretende-secompraraeasa terrea sita na ra
Ido Rozario da Boa-Vista n.19,se Itouvcr alguma
jiessoa que na referida casa tenha penhora ou- ou-
lra qualquer obrigaeflo dd, pagamento, annuncie
floresta folha no prazo de 3 dias. .
Aula de trmetras lettras
O ahaixo assignado participa aosSrs. pas de seus
.himnos, e bem assim ans Srs. ohof64do familia
jiieosexorcicinsda nula por elle dirigida comoca-
t-fi'ti no dia 8 do correnle na mosma casa em quo
tesido na ra do Aterro-da-Boa-Vist, n 5, onde es
la promptoa recohere leccionaros (Unes daquellas
bessoas que, nelle confiando quizerem encarrega-
|o da educacflo dos meamos :prevenindo porm que
etn seu eslabelerimento tom cessa lo por ora o rece?
bimento de alumnos internos.
Jos Xavier Faustino Ramos.
No dia tt do correnle se lia dea.rremalar, poran-
ia o Sr. Dr juiz de orphins e ausentes a taberna o
beusperlencea, parte da lioranv'auoixada pelo Una-
lio Jos Vicentoda Cruz. A taberna he sita em muito
(iom lugar do Aterro-da-oa-Visla. Os licitantes com
paraca ni pelas 4 horas da tarde.
O ahaixo assignado participa aoSr. collcclor de
Ihobidas espirituosas do producto brasileira, qu,
[desde o dia 1. de Janeiro de 1849, doixou de vender
dito genero as suas rondas da ra da Scnzalla-Ve-
|lha,ii. 15 0H.48.
Josi Joaquim da Cunha.
-Desencminhuram-so dous rojos de fumo da
I marca G os quacs fratn entregues a um preto, no
[armazem do Sr, Joaquim Flix Ja Rosa na Madre-
Idc-Deos para levar a Fra-de-Porla venda de
ltenlo Antonio Coilinho o qual roga a'quetn dellos
Isouber de dar parto na mesma venia, quo gralifi-
Icar.
A- mesa regedora da irmandado de N. S. da Ra-
IViagem faz ciento aos millos da mesma, que, na
[forma dos artigos 14 e 15 do compromissn, su devem
reunir em mesa geral no consistorio da dita trnian-
Idadenos dias 7 e 14 destemz para a nomeaefo do
jnovo juiz o inais funecionarios que teein do, no cor-
Ircnte anuo, oxercer as funches inherentes a seus
[lugares.
Alngam-se os altos da esa da ra da Cadeia n.
140, lendo todas as commodidados para urna casa
grande de commercio o grande familia : a tratar Mi
|Praca-do-Coinmerco, n. 6.
CHAPEOS DESOL
Ra do Passehf n. 5. .
O fabricante desto estahclecimento advorte ao res-
petavel publico desta cidade que ello possue pre-
sentemente um rico sortimento de chapes de sol,
assim. como chapeos de sol de seda furta-cures, .dos
mais ricos que leem apparecido neste mercado, e de
cores conhecidas ; ditos para senhoras de bom tom,
adamascados, lavrados, co jas de retroz, ludo que tom.do inais rqoderno e do
melhor gosto; um completo sortimento de chapeos
de sol de panninho de todas as cores e do lodosos
tamaitos, para homens, senhoras e meninos : ha
tamitem igual sortimento de fazendas para cobrirar-
maces, tanto de sedas decores, como de panninhos
trancados* lisos imitando seda. Adverte-s-e que osl
freguezes serflo servidos com brevidade, e so acha-
rflo satisfnitos da boa qualidade, do bom gosto e do
bom preco. i '*'.
Aterro-da-Boa-Vista, n. 16,
Pommaleau cutileiro c
armciro.
Acabarse de recebar, pelo ultimo navio chegado da
Franca, um sortimento de entilarla fina, bem co-
mo : tesouras grandes para alfaiato ; ditas para cos-
tura de senhora molde rico o do ultimo gosto ;
ditas do jai dim para cortar flores ; ferros de varios
moldes para o asseio dasuuhas ; caivetes de mo-
la ; ditos para aparar peonas ; estojos de viagem pa-
ra liomem ; espingardas ; brides ; cabezadas ; chi-
eptes para carros ; fundas ; navalhas para barba ,
ele : ludo de superior qualidade. "
OSr A. S. C. qiieira mandar pagar o quo deve
'de su lis'cri pello ilecerlo peridico lia tantos annos;
do contrario, se publicar o seu nomc por oxlcnso.
Procisa-se alugar um moleque para o servico
de orna casa : na roa do Trapiche-Novo, n. 22.
I Na ra da Cruz, n. 21,- perdeo-so um cachorro
do fila novo grande e com os orelltas cortadas :
d-seboa gralilicaciio a quem o levar.
II0TFX-C0MUERC10.
Ilua da Cadtia de Santo-Antonio, n. 13
Contina a ter soivelo lodos os dias de varias qua-
lidade, assim como achar.lo quatro. salas decente-
mente mobiliadas, sendo duas para senhoras e duas
pora homens.
A'luga-sc o primeiro andar da casa da rea do
Queimadun. 32, com coniniodpssullicienles para fa-
milia : a tratar na loja do mesmo.
Ao respeitavcl publico.
0 proprietatio do armazem de vinho
da ra da Madre-de-Dos o. 36, de-
clara que este cslaheiccimcnto nao, tem
oalro"afBta"rn filial, como alguem lia
que o inculca ; e para conliecimnlo do
publico,-fat o prsenle annuncio.
-- Qyemannunciou querer comprar urna marque-
za sendo queira urna do amarello em milito bom
'uso dirija-se a travessa do Arsenal-de-Guerra ar-
mazem n. 5 : bom como se vendem 5 duzias de ca-
deirasde palhinlia.
Jos Nicacio da Silva lem aula particular de
grammaliea latina em sua casa : as pessoas que a
quizercm IVcquentlr, dlrijam-so a ru do Uospicio,
11.5.
Agencia de passaporles.
Trccisa-seBlugar um moleque de 14 a 16 an-
nos, para algtim servico do casa e mandados e que
Beiaficl : na ra. larga do Rozario, u. 32.
Na ra do (.ollegio, n. 10, cno Aterro-da-floa-Vis- .. y* rendeiros dos trapiches alfandegados c por-
tosdo embarquoda ruado Apollo fazm seionto a
quem competir que est em vigor a Tabella da tlte-
souraria geral, du 10 do feveretro de 1847, desde 0
principio do crlente mez,
Precisa-se de urna ama capaz para lodo o servi-
co de Urna casa de muilo pouca familia : no paleo de
S.rPedro, n. 22.
Srs. pas de ramilla qoe quizerem matricular os
seusfillios, que o pdenlo procurar na casa de sua re-
sidencia na ra Velha, n. 32- Tambem so cnsina n e-
ninasa ler ea todas as qualidades do costuras por
urna mensalidaUemais commnda to que em outra
qualquer parle. Vicente Ferreira da Cruz.
Itesapparcceu, no.da 4 do correnle da casa
de Rothe & liidoulac, ra do Vignrio n. 4, um ca-
chorrinho de raga ingloza ,eom os sigrtaes seguid-
les : pequeo, todo prolo, o orelltas grandes: qnem
o achare levar a casa cima, ser bem recompen-
sado.
Contina no mesmo .gyro o boti-
quim da Ksperanc-i na casa n. i2Gdarua
da Senzalla-VeUta, confronte a travessa
do Campcllo, no bairro do I\ecife,no qual
acharao os'fregnezes com Jase bebidas de
ivjersas qualidades, assim como apromp-
tam-se pura ora quaesquer comidas de
todas as qualidades, com o maior asseio e
pcrfeico : ludo por preco commodo.
Lntera do theatro publico.
Olhcsourctro desla lotera, impossibilitado ainda
de poder marcar o dia para o andamento das respec-
tivas rodas, por isso que a venda dos hilliclcs tem
sido, fraca, e som nenhum atlianUmento, jnlgo do-
ver declarar ao respcilavel publico, quo, logo que a
mesma. venda so adianto inais alguma cousii, ser
entilo designado o dia .definitivo para o andamento
dasro las ; o para que islo so verifique com brevi-
dade roga aos amadores dcslejngo, que se ipressetn
a comprar os bilhelesquc c%stctli em ser.
Deposito de rap andaraby
ri .- c imperial.
Na ra da Cruz, n. C3, primeiro ailar, escriplo-
rio de Jos de Almeida Rarreto Itaslos, vende-seo
bem acreditado rap andaraliy e imperial, fabricado
no Rio-di;-Janeiro, sendo o nico deposito nesta
i niviiicia ; assim comosempre se achara no mesmo
deposito o mi I lior cha nacional brasilciro, em cai-
xinbas de 5, 8 e 16 libras, por proco commodo. O
rap vende-sea retalho mis seguintes casas : ra da
Cruz, n. 62 ; rua.da Cadeia do Recite, n. 17 ; ra do
Encanlamenlo, n. 4 ; ruti do Vigaiio, n 14 ; roa da
Cacimba, n. 2; tua do Corddniz, n. 11 ; ra do Col-
legio, o-. 9 ; ptaca da Independencia, ns. 4 e 39 ; ra
do Queimado, ns. 10, 16 c 33; ra do l.ivramento,
ns. 4, 5 e 38 ; ra da Penhn, venda da esquina, por
baixo do coronel Joaquim Remani deFigtteiredo ;
ra Direila, ns 6, 16, 53 e 141 ; ra das Cinco-Pon-
tas, n. 50 ; pateo do Carmo, n. 2 ; ra larga do Roza-
rio, ns 29 e 35 ; tua do Cahug, n. 7 ; ra Nova, II,
50; Alciro-Ua-ba-Visla, ns. 2, 46 e 56.
Na casa de sorvetesda ruido Han-
ge! contina a ler promptos. todos os
dias s 11 lnir.is da inanbaa, e das 6 ateas
lo 11 ti ras da tarde, sendo cada dia de
urna qualidade, com o maior asseio pos-
sive!.
Compras.
la lojas ns 48-o 78, conlinuam-sa-a tirar passapor*
les tanlo para iHenlro como para fra do imperio,
assim como despacham-se esert. ms ludo com bre-
vidudo.
O ahaixo assignado, vigario'da frcguezja de S.-
Pe Iro-Marlyr de Ollud.i, antiuticia a qwem'convier,
que, nprcscntaiido-su-llic na laide do dia 3 do cor-
renle mez de jneiro os prelcs velhos LUiz e Joa-
quina dizendn screm casados e hojo perlenccntes
ao dominio delleanniiiiciiinle con.o prente que ora
tle sua (nada senhora, D. Francisca da Cunha e .Mel-
lo, que, lendo sido casada com Antonio Lourenco de
Mello fallecer depois desle, sem descendentes,
na freguezia de l.'na ello annunciante, quo com ef-
fcilolie piimo da dita finada I). Francisca da Cunha
c Mello os recolhcu em sua casa al. que apparrija
quem tenlta melbor direilo ao aenherio delles.
Quem, pnis, o tiver apresente-se ao annunciante
que, moslraudo-se-lhe melhor titulo, promplamen-
le os entregar tifio se rcsiiunsabilisando lodavia
pgr tdles se sucerder fygircrr., ou.n>orreiein ank
di-so. (Unida, 4 do Janeiro do 1849.- O vigario,
Juo Josi: l'rreira.
Aluga-so o segundo andarde um sobrado na ra
cslroita do Ruzarro, cm 5 quaitos cozinha mili-
to gran lo ea sila he muito fresca : a tratar na mes-
ma roa n.81, loja de ttasles.
Prccisa-so decem mil rs. a juros eos pitilio-
resdeouro : quem quizer dar annuncio.
Quem perdett tuna cartoira pequea com untas
cdulas miudas e dous lencos dirija-so a ra da
Gloria ; n. 87, que, dando os signaes llic ser cn-1
trege,
Alugam-so os dous andar e soto da casada
ra da Codeia do Recife, n. 37 : a tratar no arma-
zem da niesnia casa.
Alujase ti ni moleque acostymado ao serviQO
de casa ealrangeira o qual sabe cozinhar o com-
prar: na ra do Sol, n. 13.
Sementes las du uiron.-K
Hecbcgado ra larga do Rogarlo, n.
24,0 inais bello sorlinicnlo de sementes
de flotes das bellas damas, como sejam :
era vos e cravinas, rainuctdos de diversas
ctirfs, borbobtasde Hollando, goiv s de
core singelos edotrados, Jacintas, topes
de ('anas,jiiiKjuillios, sccias dolnadas,as-
sim como a ven'adeira sement de cve-
llor. Us amadores d<* nattncza onconlra-
rao altt (oin qtn, em potico lempo, pe.
san tornar a
Brasil.
admiraco da Kuropa no
IRIS..
Os Srs. assignanL-s p lem mandar buscar os ns.
19,20021, o completo to segundo semestre e do
segnnilovoltimn.de.sta public*'cSo4 na ra da Cadeia
do Recite, loja de livros do Cardoto Ayres e na ra
to Trapicho, n 3t, escriplorio do Novaos & Conipa-
nliia onde acharlo a vetilla o primeiro e segundo
voluntes, a 10,000 rs. caifa lim paraos que nilof-
rem assignantrs, continuando a assignatura desle
anoo em van te a 6,000 r-\ por semestre e 12,000 rs
por anuo como na corle.
K lettral redigido pelo Ilustro poela portuguez, don-
lorJos Feliciano de Casliiho Raireloo Noroitha,
deseitipenhou catltcgoricanicnlo nos dous primeiros
voluntes o fim para quo fui creado, o lio de presu-
mir quo contino da mesma forma, seniprc a tne-
itiorar; por isso silo convidados os amantes da lillc-
rafura a coucorrerem com o sen conligejite asslg-
nando a dita obra e cooperando desla frma para o
adianlaiiienlo'de um obra escripia debaiio do bcl-
zo sol do Brasil, o sb os auspicios dos inais abali-
zados escriptores brasileiros.
--Manoel MaximianoCiicdes embarca para o Rio-
rande-do-Sui, com escala pelo Rio-de-Janeiro, o
cscravo crioulo de nome Martinho.
O abafxo assignado abre a sua aula de lalim c
ftancez no tlia 8 do correte e do primeiras letras
nodia 15 contina a rcclter pensionistas na rita
do Queipiado, n. 37. Padre Jo"oJosc da Costa Iti-
beiro.
Aluga-sea casa da esquina da ra do.Caldi-
reiro para o porto docmharquo com armacnot>a*-
ra venda e commodos para morar familia : na pra-
CS da iiniepeiideniia iivraria lis oes.
Fr. Jnilu Capistrano de .Mcndbnca tem aborto
no convento do S.-Arllonio desla cidade um corso
le p'hilosophia e ottlro de nographia : as pessoas
qnoo quizerom frequentar po ierlo dirigir se ao
mencionado convento a qualquer hora.
Jos Valontim da Silva", bem condecido por en-
sinar Iwi I:) tunos, avisa a quem convir quo abro a
sua aula do latim a 8 do correnle, na ra da Alegra,
n. 3S.*
r- Joaquim Sores Rarboza faz seiente ao publico,
que, desdo o dia I.9 de Janeiro, deixou desercaixei-
ro do Sr. Manoel Ferreira Ramos:
. AULA DE PRIMEIRAS I.F.TTRAS.
O almixo assignado, tchdo determinado dar prin-
clpiu aos traba Utos do sua aula de primeiras ledras
o grammaliea portugueza no dia 8 do concille, avi-
sa aos |>ais de seos alumnos, e em particular aos
Compra-se papel do embrulho ( diarios ), a 100
rs. a libra : na S -Cruz, padaria de unta s (orla e
no Recife Iravessa da Madre-Reos n. 13.
Compra-se unta 011 ditas cesas terreas em boas
ras : na ra da Cruz, no Recife, n. 43, so dir quem
compra.
Compra-se urna mappa gcograpliico desta pro-
vincia, ainda mesmo $endo diiqnelles elaborados pe-
lo coronel Cornado : na secretaria do corpo de
polica.
A bordo do pa|actio y//ogoense, e,Jl
freute do trapiche do algodo, vende-se
Infinita, de mandioca de muito boa quali-
dade, em grandes c pequeas porcSes,
por pceo commodo.
-- Vcnde-se'um escravo crioulo, bom carreiro, la-
vrador de machado, de 40 annos pouco rrrais ou me-
nos ; una escrava criolita, de 25 annos, que lava e
entendo alguma cousa de cozinha : na ra dosT"-
noeiros armazem n. 5.
NOV PAO A PROVENCA F. BOLACJIINHA
REGALA.
Fabtica-se na Santa-Cruz, padaria de um so por-
ta, com a frente para a ra do Sebo; assim como
tambem toda a qualidade de bolacha de diflerentes
tamaitos, entre ellas a bolachinha d'agoa e sal de
30 em libra, furailinha, torradinha eludo o mais quo
he proprio destesestabclccimenlos, empregando-se
seinpi e as mellioi es o inais novas farintias. que ha
no mercado : o mesmo se acha a venda fia Iravessa
da Madre-de-l)eos, 11.13, deposito da mesma pada-
ria ; o na esquina da ra do Collegio, venda do So-
bral, tilo smenle a bolachitiba regala doce.
Vende-se tuna loja de miudezas bem afregueza-
da, som alcaide, e muito conveniente para qualquer
pessoa, a dinheiro ou a prazo, por precisar seu do-
no retirar se para fra da provincia : a tratar na ra
larga do Rozario, n,|20.
Vende-se urna bonita negrota de
naca.o,qtic engommac cozinha; tim dita
crioula ;lrcs moleques de bonita figura ;
um molccdo de nardo, bom cozinllciro;
um dilo muilo lorie, bom para traballiar
em armazem de assucarjum prelo de
meia idade, por 220,000 rs., e a ais al-
guna escravos que se moslrai 5o aos com-
pradotes: na ra das Larangeiras, n. i4,
segundo andar.
-- Acaba dechegar pela barca franceza Julet mul-
to superior violto do Rordeaux, tanto em quartolas,
como engariafado, em catxas de 1 duzia, assim como
tambem sardinhas etn latas de 1/4 e 1 2, azeite do-
ce em caixas de utna duzia ie garrafas, excellenle
vinltode Rorgonha em cestas dd-'t duzia, ago'ardento
de Franca, Cliampanha en gat rafas, e int-ias dilas da
verdadeira marca Cometa; o que todo se vende por
procos raioaveis, em cazado Frederico Robilliard,
ra to Trapiche-Novo, 11. 18.
-- Vendetn-se, na tua do Crespo ,
andar, das 6 as 8 horas la matilia ,
larde os livros ahaixo declarados ,
estado : !
I Atlas de Sitnmencourt.
I RheloricadeQtiinliliano, 2v.
I Cicero ('rallones, 1 v.
Cames, luziadas, I v.
Vteira, diccionario iliglcz, 2 v.
Homero, lliade.
Historia da Grecia.
n. 14, lerceiro
c das 2 as 4 da
lodos etn hora
t
f
l
<
Elementos de civilidade.
1
1
t
I
I
1
i
1
Vendas.
FOLIIINIIAS
para sacerdotes para algiheira, para escriplorio c
para potla vendem-sc na pr.ica da Independencia,
Iivraria ns 6 e 8.
Vende-se um moleque do 12a 14 annos, de
bonila figura esem achaques : na ra do l.ivramen-
to, n I. ..
Na rita de Agoas-Verdes n. 46, vendem-se 3
cscravas do ncno] rom. habilidades e que n.lo silo
viciosas; unta tlila boa quandeira, prirSOO.OOn rs. ;
tttn famoso e ptimo escravo ofllcial de jetlrciro ; 2
ililos para todo'o servico ; umdilo sem vicios tem
achaques de 25 ntinos ; 2 bonitos moloques ; unta
bonila niolaliiba picol,e, motivo por que se vende.
Sorvele.
No botiqun! junto ao theatro bnver sor-
veles todos osdias com mitiloasscio o bem
l'eito das 5 horas e meia da tarde em
liante.
Veridem-se saceos com arroz de va-
por, de superior qualidade, a as'200 rs. a
arroba, editas do inais ordinario, a is'6oo
rs..: no armazem do fallecido Ilragucz.
-- Vendem-sc superiores lonas americanas, de
todos os nmeros ; chapos do Chiti, unos c do cAr
muilo alva, como teein viudo poucos ; putassa nova,
superior, por proco muito eommudu : na Praca-do~
Commercio, II. 6, a tratar com Manoel. Ignacio de
Dlivcjra.
(OBiu:.
Vende-se Cobre para forro e caldeirci1-
ro : na ra da Cruz do Ilecife, n. 17.
Vende-so-iima vacc cotn una cria na estrada
do Relm junto ao sitio do Sr. Claudio : a tratar na
ruados Tanoeiros, armazotn. 11. 5
-- Vende se urna muattilia, de II annos, quo co-
ze soffrivel e tom principios de engommar; urna ne-
gra de 18 annos, boa quitattdeira ; uinn dita, que cu-
gomina, coze e cozinha odiano tle tima casa; unta
dita, de 35 anuos, boa coziulieira ; unta dita, de 40
anuos, quo tambem cozinha o vendo na ra; linio
pur preco commodo: na rita Nova, 11. 5.
Contrata-so a venda do 200 a 300 uarris do ex-
ccllenle niel do furo novo : quem os pretender di-
rija-se praca do Commercio, 11. 2, primeiro andar.
5,000
6,000
1,000
1.600
16.000
2,000
1,000
800
1,000
610
10,000
2.000
2,000
1,280
4.000
1,600
1,280
3,000
.60o
4.000
1,000
800
2,560
1.000
4,000
1,280
1,280
1,280
3,000
3,000
1,280
1,280
1,600
800
1,000
8,000
1,000
avaria-
Monlepelier
Ciammatica portugueza.
Fonseca, diccionario F P. o P. F. 2 V.
Mestre franecz.
I.hmond.
Tclomaque.
Sevcno.
Historia anliga.
Ceographia de (.mliei.
Historia sagrada.
Diccionario da fab.la.
llorat'o 2v.
Phedro, 1 v.
Virgilio.
Titol.ivio, t v.
Si ludio.
Oragos de Cicero em porluguez 3 v.
I). Joflode Castro.
Dito dito.
Elemento de civilidade.
Manual enciclopdico.
Qttintilianode Vilalolos.
I.ogtca de Condilac.
Methaphysica de Cardozo.
Droz, apicaein da moral,
l.uziadas, 2 v.
I.icflo de geographia.
Manual de agricultura brasileira.
Auxiliador da industria nacional.
Vendem-se rolos de fumo
dos por barato preco ; na ra da Cadeia,
armazem de lijlos, n. 17.
Vende-se a venda da ra de S.-Thereza n. 60 ,
bem afreguezada para a Ierra o com poucos fundos:
vende-se por sen donse retirar para fra : a tratar
na mesma venda.
Sorvelc na ra da Aurora.
Domingo, 7do correnle, das7 horas da noite em
dianle, se dar principio ao sorvelo, por preco
commodo ?
Vendem-sc cadeiras de Jacaranda de diflerentes
modelos, por preco commodo, chegadas ltimamen-
te do Porto : quem precisar, podo dirigir-so ao capi-
lo da barca lliila-I'-inamliurana, na Praca-dO-Com-
mcrcio, n. 6.
Sanlh.has.
Vendem-se latas de excedientes sardinhas vin-
das de Lisboa, melhores do quo as de Nanles : na
ra da Cadeia do Recife, loja de ferragens, 11. 56.
Pasta ele flor de lyrio.
Esta superior preparacilo, a melhor at hoje co-
nltecida para impar os dentcs o consrvalos scai-
prc alvos o livres da pedra e cari. conserva a i'orli-
licacilo dasgengivas c evita a accumulavo do tr-
taro felo seu uso regular : costa cada boiilo 2,000
is ,c vai envolto no competente rcceiluario : ven-
de-se no escriplorio de Novaos c\ Compaiiliia, na ra
do Trapiche, n. 34.
Agoa de perola.
para tirar sardas, rugas e em
bellezar o rosto.'
F.slo celebre cosmtico foi por muito tempo s
conhecidode poucas pessoas nos Kstados-Unidos ;
porcm sua gratulo utilidade tornou-o o comeslico
inais popular quo se usa nostoilels modernos : cus-
a cada frasco 2,000 rs., envolto no competente re-
ceiluano; vende-se no escriptoiio de Novacs &
Companhia, na ra do Trapiche, q. 34.
! MUTILADO



4
s==
Vcndcm-se 75 brajas do-rodo divididas cm 3
Paites londo rada urna 25, a inda pouco usadas : cm
Olinda no Varaduuro venda II. 20.
Na loja do cambio da na da
Cadeia do Recife, u. 5,
vcndom-semeiosbilhctesda 4.' lotera do llioatro
de S.-Pedro. A elles anlcs que so acal)cm certos que nesta casa estevc a venda o meio btleto n. 5,2*3
quo sabio premiado com 10:000/lo ris na ultima
lotera qun corren no l!io-dc-Janeiro, e veio a lista
pelo ultimo vapor chegado em 2 do corrcnte.
Vcndc-sc urna armagflo que se vai desmanchar,
propria para quem quizer por alguma vcmla de no-
vo ou mesmo para qualquer outro estabelecimcn-
to por ser de madeira muito grossa ; um bom bal-
ello e mais pertcnces : na ra da Cruz, no Recito, ar-
mazem n. 28.
Vende-so urna preta de 30 annos que cozinha
o diario de urna casa lava de sahflo e varrella e Taz
omaisservicodeuma casa ; sem vicios nom acha-
ques: ao comprador so dir o motivo por que se
vendo : "na roa do l.ivnmento, n. 19.
Vende-so, no paleo do Terco vend ti. 7, vi-
nho da Flgueira, a 1,280 rs. a caada ea 160 rs. a
urrara i dito do Lisboa, a caada a 1,120 rs., e a
garrafa n 110 rs.
.- Vende-se no pateo do Tergo, venda n 7, ar-
roz dn .Maranliio a'_>,000 rs a arroba, o a libra a
70 rs. ; oantuiga nsleza, a 610 rs.
Vcndcm-so lindos mcrgullos de parreira nios-
catel-jasmim com caixos ilo uvas o sem tiles, em
oaixocs para serein condu/idos para onde os quizc-
rom lovar: naS.-Cruz, paiiaria do una s porta:
lombem se vendein algumas libras das mesillas
uvas.
Vcnde-se urna porgflo de lijlos de alvenaria
grossa da marca maiorqne ha presentemente, ile
muito bom barroc bem co/idos; os quacs se apromp-
taram para urna encommenda c por nilo se preci-
sar dilles agora hoque se vendem e mesmo tro-
ca m-se por algum escravo : noj'asseio, n. 13.
--Vcndcm-so pegas de madapolflo muito largo ,
com 20 varas proprio para forro e roupa do cscra-
vos a 2,800 c a 3,000 rs. : na ra do Caes, n. 17.
Vendse una porgflo do bolacha ordinaria,
propria para escravos, por prego comniodo : na rua
Direita padaria n. 2G.
Ven.Ic-se, na ruado Trapiche, 11. 41, um prc-
to croulo bom vaqueiro, c <|uo enlcndo perfeila-
mente de agricultura; 9 nrelaa, urna de 1G anuos,
e aoulrade 2* a 25; de todos estes escravos se
aflanca a conduela c pertoito calado desande.
Calcado par/ hocnem.
Vendem-sc sapalOos de lustro muito boa .fazen-
da ; ditos de duraque com pnulcira de lustro, bha-
gados iillimanieiitc por preco mais liaialo do (|iic
em outra qualquer parte na ra Nova n. 30, loja
de Domingos Antonio do Oliveira.
-- Vrinlum-se milito lioas no/es, ebegadas lti-
mamente por prego commodo : no caes da Alfande-
ga, armazcm do Diai Ferreira.
.Na ra da Ciu/., armazcm n. 26, voiidcm-se os
SOguintcs objectos para liquidac&o de contas : sola ,
couros miudos, chapos de palha esleirs cera de
carnauba saccas com familia, c oulros objectos.
Ycndcnvse taimas amcrica
as atS palmos de largura
c de lodos os coniprimciitos.qiie ha muito lempo nflu
teem viudo c os freptiezcs experio cnlando a falla
desla excellenle qualidadc. A ellas que sao poucas c
O prego he barato. Atrs do Ihcalro, armazcm jun-
to a maro, de Jnaquim Lopes de Alincida.
Cha nacional de S.-Paulo.
eos ilms, c cm I
arrobas c meio.
armazcm n. la.

larria pequeos de quatro
: na na da Catleia-Vclha,
i
Vendc-se na ru da Cadeia do
Recife, n. 37, cera em velas, fabri-.
cadas no Itio-de-Janeiro, em urna ML
das melhorcs fabricas, e cm caixas g
pequeas, muilo bem sorlirlas, por '
ser de 3 at 16 em libra; e tam- j
bem ha velas de urna e de meia libraii
brandSes, por preco mais barato do '
que em outra qualquer paite. \
A l^iaq rs.o par.
Vcndem-se SIpatos de corilovio rara sonbora t
qualro patacas o par i na ra Nova, rj. 30, loja dt
Domingos Anlonio de Oliveira.
Agencia da Aiiidico
Low-lloor, rua da Scnzalla-
nova, n. fi*l.
Ncslc cstabelecimento rontina a ha-
ver un completoortimento de moendas
e meias moendas, para engenho ; ma-
chinas de vapor,e tachas de Ierro batido e
rodo, de todos os tamaitos, para dito.
Vcnde-se um lindo molecote, de
17 a 18 annos de idade, que sabe cozi-
nliai
Vcndem-se muito superiores batatas a granel 1 Vendem-se 5 lindos moleques de 12 a 16 annos;
chegadas tto primeiro do corrente mez a 720 rs. a 3 pretos de 25 a,80 .annos ; 4 pardos de 16 a 25 an-
arroba, porgflo de 10 arrobas para cima, e menos a nos las mulalinbas de.16 annos, com habilida-
8O0rs. : na travessa da Madrc-de-Deos, armazcm des; 5 pretasde 12 a 20 annos olgumas dallas com
"l", (Viabilidades : na rua do Collegio, n. 3, se dir queni
Vemdcm-so 3 sacadas depedra da trra } urna vende,
cama dcangico com colchCes, 8 quadros grandes Vendem-se 2 molccolesde 18 annos; 3 rscra-
para sala, urna mesa, urna mzrqueza, urna frasqueira, vos de 30 annos sendo um delles cozinbeiro, e ou-
tsellim francez :'na ruadas Larangeiras, n. 29. j tro serrador; i pardos mocos o do bonitas figuras I
Vcnde-se um carncirogordo e manso, proprio sen lo un delles mestre do assueare outro carpira ;
para carregar crianza, por j estar cnsinado: as 4 negrinhas de naclo ; Sescravas mocas com habi-J
Cinco-Ponas, n. 83. Ilidades: todos por preco commodo : na rua Oireila.
' Venderse na rua da Cadeia do Recito, loja de n. 3.
Joo da Cunha Magalhfles.o primeiro volurae dos Se- Vendem-se duas prelas urna do nacio de 16
le Ceceados Morlaes, por Eugenio Sue Iradpzido a 18 annos que cosealguma cousa-, cozinha e faz
em portugtiez, por 1,600 rs.; o Mendigo negro de todo o Servido de urna casa, e a outra crioula,
Paulo Feval, traduzidoem portuguez por A. Rogo, jo vendedeira de rua : vendem-se por seu senhorre-
1 v. por 1,000 rs .; as poesas de Joflo de Lemos Sei- tirar-se para fra com brevidade : na rua da 7'rem-
xas Caslello-Rranco ; Amor e Melancola. por Cas-! pe sobrado n. 1.
na rua do Trapiche, arma-
Vende-sc o muito superior cha de S.-Paulo cm
caixas do 1, 2, 6 o 13 libras ; na rua da C:idcia do
Recife loja Jo Joo da Cunha Magalhitcs.
Vende-afl coj virgem de Lisboa
chegada no ultima navio, cm barris pe
(penos, por menos do que cm outra qual-
quer pirte
zetn n. I7.
Vende m-se barris pequeos com cal virgem de Lia.
Ixi.i, a mais r.ova que ha do increado, por preco co-111
modo : na rua da Moda armazcm u. 17.
Potassa.
Dcscmbaicou La poucos das urna por-
cao de barris pequeos, com muilo nov,
c supciior potassa, c se acham vend,
por preco mais barato do que ltima-
mente se vendia, na rua da Cadeia-Velha,
armazcm de Bailar & Oliveira, n. 12.
V11 lio barato.
Acha-se eslabelccido na rua da Madrc-de-Deos,
n. 36, um armazem de
Vinhos da Figueira,
de ptima qualidadc, a prego de 1,200 rs. a caada,
e a 160 rs- a garrafa ; e para nSo haver dolo do com-
prador scrflo lacradas as garrafas e com rotulo, ro-
cebendo-se a garrafa vasia, o da.ndo-se Immediata*
mente a outra chcia : lamben ha barris muito pe-
queos proprios para quem passa a tosa, o pro-;
I notario deste cstabelecimento pede encarecida-
mente que senflo illudam avahando, pelo diminuto
preco e sem conhecmento de causa a qualidade de
sua fazenda digna por certo da eslima dos verda-
deirosamantca un boa pinga. Rile cunta que queni
urna yez provar, continuar com goslo e sem arre-
pendimento. K o bom preco!!/ A todo o cxposlo
accresco asseio e hntn'acondicionamcnlo, o que
ludo se podera verilicar em dito cstabelcciincnlo.
Fardo,
em barricas a 4,000 rs. ; saccas grandes, a 3.50o
rs., ditas pequeas, a 2,800 rs : no armazcm do J.
J. Tasso Jnior, na rua do Aniorim, n. 3.
Cal de Lisboa.
Yende-sc muito nova e superior Cal
virgem de pedra, desembarcada ha pou-
na rua da Cadeia do Recife, n. 3^.
A 1,800 rs. a peca de 20
jardas.
Na loja ilo Cuimarfles & Coinpanhia rua do Crcs
po n. 5, vendem-sc pecas de algodflozinho do boa
qualidadc, com um pequeo toque de avaria ,
polo barato prego de 1,800 rs. a pega de 20 jardas.
Na padaria da rua-da Cun, no Recife llavera
todos os dias a venda o novo pilo de Provenga fa-
bricado por outro modo quo o actual e da melhor
farinha que ha no mercado : por este motivo no se
pode fazer sendo a 40. 80 e 160 rs.
Vcnde-se vinho do Porto, muito superior e
de ouliv.s qualidn.dcs em barris de quarto, quinto,
sevlo, stimo oitavo eem pipas, por prego muilo
commodo : na rua do Vigario trinasen! do Fran-
cisco Alvcs da Cunha, n. II.
Tahoado de phiho da Succia,
de 10 a.53 palmos
de comprimenlo o melhor que tem chegado a este
mercado, em razflo ilo se podiV envernizar cm qual-
quer obra por mo ter nos e ser muito alvo sen-
do costado, cosladinho, assoalho, forro e para fun-
dos do barricas : vende-so a prego que o comprador
far todo o negocio : atrs do thealro, armazem du
loaquioi Lopes de Almeida.
FARKI.O EM SACCAS DE 90 LIBRAS :
vcndc-sc no armazem de Vicente Fcireir da Costa ,
na rua da Madrc-do-Deos, a 3,300 rs.
Vendem-sc semeas em saccas muito grandes,
a 4,500 rs. : na rua da Madrc-de-Deos, armazcm de
Vicente Perreira da Costa.
Vende-se, por prego commodo, para se fechar
conlas boni.fumo em folha para fazer charutos,
em fardinhos pequeos: no armazem de Joaquim
Flix da Rosa, na rua da Madre-dc-Heos.
Vcndem-se 3 escravos de bonitas figuras, ten-
do um delles principios de alLiiatc, por prego com-
modo : na rua de Trapiche, n. 34.
~ Vende-se muito boa macella cm caixas che-
gada peloullimo navio do Porto: no armazcm do
lias Ferreira no caes da Alfandega.
Vende-so a venda da ma do Apollo, n. 21, com
poneos fondos: quem a pretender, dirija-sea rua da
Madrc-de-Deos, Iratar com Vicente Ferreira da
Cosa.
Vcnde-se cal virgem de Lisboa cm barra de 4
arrobas chegada pelo ultimo uavio, por prefo commo-
do : a tratar com Almeida & Fonscca.iiarua do Apollo.
PURO VINHO DA FICUF.IRA.
Kxislc no nrmazcm de moldados, atrs do Cor-
po Sanio n. 66 una grande porglo deste genui-
no vinho queso est veiidcndo pelo diminuto pre-
go de.1,120 rs a cunada e a 160 rs. n garrafa ; liim-
bem ha cm pipas que se vender mais cm conta : he
este o melhor de lodos os vinhos que se teem an-
nunciado pela sua simplicidade o opllmo paladar :
quem urna vez o beber jamis dcixai do o com-
prar. .
-Vcnde-se muito superior lagedo de Lisboa,
cal virgen) em barris de 4 arrobas, por mdico prego:
na rua do Vigario, n. 19.
Vende-so um bonito cavallo cordo oplinjo pa-
ra viapem, por ser muito passeiro o maniendo : na
rua dos Quedis, n. 10, ou na cocheiru do Sur. ioflo
da CiioIih Reis.
Vende-se umacaixa rom relroz surtido vindo
do Porto :_no Forte-do-Mattos prensa de algodilo,
de Joaquim Jos Ferreira.
Chegou da Fianga na Jule e acha-se a venda no
seu nico deposito cm casa de Kalkiiiann Irmilos, nu
rua da Cruz, n. 10, o vinho de
Champanha marca estrella
da fabrica de Moet & Chandon em Epcrnay, cujo vi-
nho ultima metilo achou a maior apj'rovagao na Eu-
ropa.
Vende-se iim cotilo do ris do fazendas com 20
porccnlode abate: na rua do Rozarlo4 venda n
39, S" dir quem vendo.
Vende-se um sobrado de 2 andares esoto, si-
to na rua do llurgns, n. 1, em chilos proprios :. na
travessa do Ar.'enal-dc-Ciicrra, armazem n. 5.
Vendc-se Tilo l.ivio em portuguez por prego
conimod na rua Nova, loja de* unileiro, defronte
da Conceicao dos militares.
tilho; o primeiro, segundo e terceiro volumes da
Lizia Potica.,
No deposito de Me. Calmont & Coinpanhia na
rua de Apollo, armazcm n. 6 acha-se constante-
mcnle grande sortimento de ferragens inglezas para
engenhos do assucar con-osejam : taixas de ferro
coado de difTcrontes modelos, os mais modernos];
(lilas de forro balido ; moendas de torro do mode-
lo adoptado para armar cm madeiru; ditas todas
de torro, tanto para agoa como para animaes ; ma-
chinas du vapor do Torga do quatro cavallos o de al-
ta pressSo o mais moderno e simples que he possi-
vcl ; repartideras espumaderas ; resfriadoiras de
torro cslanhado; formas do torro: ludo por prego
commodo. I
Vendem-se aceces da ex-
onda companhia de Pernambuco
e Parabiba: no escriporio de O-
liveira Irmos & C, rua da Cruz,
n. 9.
Vcndem-se presuntos para fiambre; queijos
londrinos ; ditos de pralo; latas com bolachinha
linaje Lisboa ; ditas do araruta ; conservas, novas .
mostarda ; potes com sal fino ; talas com mermela-
da nova ; ditas com hervilhas ; caixinhas com mas-
sas linas ; vinho moscatel de Setubal; dilo Sherry ;
licores linos ; e oulros mais gneros, por prego com-
modo : na rua da Cruz, no Recito, n. 46.
RUA DO CRESPO, N.5.
Nov ariscados ndianna,
280 rs. o covado.
Na ioja do Cuimariles & Companhia vondom-se
osnovos riscados indianos, do quatro palmos do
largura a rres (xnse padrOes muilo modernos, pelo
barato proco de 280 rs. o covado.
FAHELO
einsnecas muilo grandes,
a 3s'6oo rs. a sacca:
no armazcm do Rraguez ao p do arco da ConceigSo.
Na rua do Crespo loja de 4 portas, n. 42, ven-
dem-se chapeos do castor pretos, do muito boa qua-
lidade a 4,400 rs.
Vcndem-se saceos com farelo,
dictados ltimamente, pelo diminuto
precode 3,4oo rs.: na rua da Sanzalla-
Velha, n. i38.
Vende-se [a verdadeira potassa da
Rtissia, desembarcada hontem, por pre-
90 muilo rasoavcl, S'-vista de sua muito
superior qualidade : na ruado Trapiche,
n. 17, c rua da Cadeia, n. 34.
CIIA'BRASII.EIRO.
Vcnde-so, no armazcm de molhados, atrs do
Corpo-Santo, n. 66, o mais excellenle el prod'uzi-
do.emS.-Paulo, que tem vindo a este mercado ,
por prego muilo commodo.
i.onas inglezas.
Vendem-se pecas de lona ingleza, de
1)a tpialidadc, e por preco mais barato
do que em outra qualquer parte : na rua
da Cadeia do Recife, armazem n. la.
Vendc-se a verdadeira e muito superior fari-
nha SSSF, a relajlio e em porgflo ; dita dooutros au-
tores : na rua do Vigario, armazem de Francisco Al-
ves da Cunha, n. II.
Vendeni-so barriquinhas com cal vigem de
Lisboa muito nova ; Techadoras para portas de
armazem f relroz do Porto) tiarrls com nlcatrilo da
Suecia ; pillas da familia ; ancorctas com azeito-
nas, por prego commodo : na rua do Vigario n. 11,
armazcm de Francisco Alvcs da Cunha.
- No armazem de Joaqujm da Silva
Lopes vendem-se saccas com cafe de es
colha de piimcira qualidade, 8*1,700 rs
a anoba ; Lanicas com bacalliodecsca-
dilas com fardos
Vende-se um pardo bancas de oleo, do uso c
bem feitas por prego commodo : na rua de lloilas,
loja do sobrado 11. 48, bem defronte da lorre de S.-
Pedro.
Vende-se um sobrado de dous andares, na rui
ostreila do Rozario n. 6 : a tratar na rua da Con-j
cordia com Jos Antonio Concia Jnior, que esti|
autorisado a vcndc-lo.
Vendem-se superiores queijos londrinos, Tras-]
eos com conservas, ditos para podios, latas com
hervilbas; ditas com sardinhas, ditas com lagosta,
guizada vinho do Porto Madeira, Sherry, Constan-
cia llock Trasquciras com genebra da Hollando,'.
ago'ardente de Franca, latas com seidlilz ; sobre-I
casacas de brim de linho'e palitos, a 3,500 rs. eada|
urna : na ruado Trapicho, armazem n. 44.
Vende-se urna planlagilo do capini muito boa,
a margem do tapibaribe, lugar do' Monteiro:ni|
rua da Cadeia de S.-Antonio ii. 11, nos das 9 cli
do correte, se Tara todo o negocio.
Vcnde-se um bonito cavallo com lodosos anda-
res : na rua Nova n. 56, primeiro andar.
Escravos Fgidos
5
ma a
4,000
9,000 rs
rs.
* Conlina-se a vender, na roa da
Cruz, n. Go, caixas com cera de Lisboa,
sortimento vontadedp comprador.
Itladeira de pinho.
Vendc-se a melhor madeira de pinho que tem
vindo a esto mercado: na tua da Madrc-de-Deos,
armazem de- Vicente Ferreira da Costa.
Algodao trancado da fabrica
de Todos-os-Santos da
Btaliia ,
muilo proprio para saceos* deassucar e roupa de es-
cravos : vende-so em casa de N. 0. Biober & Com-
panhia, na rua da Cruz, n. 4.
Fugio, no dia 3 do passado um escravo, de no-
me Manoel, de altura regular, chcio do corpo ,
tem bastante marcas do hexigas; levou caigas do
riscado velhas e camisa de algodflozinho : quem o
pegar leve-no a seu senhor, Miguel Jos Uarboza
Cuimariles, na rua do Crospo, n. 9, quo ser grati-
ficado.
Fugio, no dia 18 de outubro do engenho S,-
JoSo, no Cabo, Marcolino, pardo trigueiro, de 19 an-
nos', estatura regular, cara redonda, olhos pepuenos,
denles limados ; levou duas caigas, urna de brim
pardo e outra do riscado azul; quemo pegar lev-o
ao referido engenho ou a casa de Lulz Gomos Fer-
reira no Mbndcgo, que ser generosamente recom-
pensado.
Fugio, de bordo do briguo 5ror do dia 5 de julho prximo passado, um escravo ma-|
rinheirn de nome Francisco de nagfio Jang ; re-1
resenta ter 30 a 35 annos ; tem um signal na Taco es-
querda, falla muito descansada ; levou caigas eca-l
misa de algodflo azul, chanco do palha pintado de
branco, v balde de trazer rages e 7,000 rs. em ce-
dotas; Talla bespanhol: quem o pegar love-noa
rua da Moda n. 7, que sera bom recompensado.
~ Fugio, no dia 20 do novemhro prximo passa-]
do, asriiora* da maiihaa urna preta de nomeFilip-.]
pa, crioula de )8annog ; Toi escrava do Sr. briga- .
doiro Aleixo possuindo o mesmo Sr. um filho quo
essa escrava (inda ; be de boa estatura chcia do
corpo cor afiliada, com o semblante carrancudo;
tem as costas marcadas ; levou vestido de chita ver-
de com quadros azues. F.sla preta j Toi escrava do
finado coronel Brcderode e do Pinho Itorges, por Ja-
so he bem condecida ; consta que ella vai algumas
noiles pedir aos pretos do (nado oronel agasalho,
esuppOe-se que ella anda pelo bnitrodo Recito, el
que muilas vezes vai dormir cm Fra-ile-Portas eml
casa de una prcla'forra que diz ser sua inadi inha
lambem' consta que as vezes anda pedindo roupa pa-'
ra lavar de ganho, e vai lavar no Monleiro, e se-l
Lgundo consta, dizem que tem para as bandas do Cor-
deiro um irmfio forro, onde dorme muitas vezes;
Toi compiada cm diasdo mez de outubro prximo
pi's.-adu, ao Sr. Jos da Silva Monleiro vendedor de
escravos morador na rua do Fogo o qual deca-
rou no papel de venda a ter comprado ao Sur. Jos
Anlonio Bastos morador na la da C.adeia-Vilha.
Quem a pegar leve-a a rua da Aurora, sobrado n.
W, quesera generosamente recompensado.
Ausentou-se da casa de Jos Rodrigues Pereir
um cabritilla que representa 14 anuos, o nome
Benediclo natural do Rio-Grandc-do-Norlo ; tem
atgunsdenles podres na Tiente e acabou ha poucas
samauas de ter hexigas, das quacs icio as niarcis
no rosto e pelo corpo; lio baixo e muito ladino :
quem o pegar levo-o a referida casa ou a Victoi no
de Castro Moura, na rua da Cadeia, n. 20. Ha no-
ticia que o dito cabritilla anda por aqu perlo do Ue-I
cife.
Fugio, no dia 4 do corrcnte, a escrava Juliann!
da Costa, baixa, grossa do corpo ; tem um furo na
venta e um talbo na cara ; lio bem parecida de 3fl'
anuos pouco maisou menos; levou vestido de cliili^L
blanca com palmas touxas e panno da Costa:
quem a regar leve-a a rua do Queimado, n. 10, ter-
ceiro andar, quesera recompensado.
Dcsapparcccu, da Tundiglo de S.-Amaro nol
mez de novemhro prximo passado, o preto Anlo-j
uio denagflo Congo alluiu regular grosso coral
marcos de bexigasno rosto Talla muito moderd;l
he ma'lhador de toireiro; consta que tem andado]
em ierras do engenho Pao-Santo : quem o pegar K-1
vc-oa dita fundig.lu ,ou ao eseripiurio, Da rua ds,
Aurora, n. 30, quesera recompensado.
Fugio, no dia 12 de dezerobr prximo pass-
do o escravo Raywundo, cor cabra baixo, cspa-l
daudo; levou camisa de algodilo de listras ecalgml
de duraque preto: quem o pegar leve-o ao engenliol
Caiapi, ou nesta praga a Jos da Silva Loy.
Fugio, antes do dia de Testa do Natal O preto1-
Jo.lo, de nncilo Angico ;. levou camisa e ecroulas de ]
algodflo; he bsstanto alio, secco do corpo, cauce,
pequea ; tem tolla de dontos ps grandes dedoj
rombudos; tem um ;rcbinho cima da cxa dirci-k
la ,cabegaj pintando de cabellos brancos, bastan-]
le emharagado no Tallar; ho tirador do ca-anguei-
jos; tem sido vislo no lugir dos Remedios c Man-
guinho : queni o pegar leve-o a rua do LivramenlOi
n. 45, ioja de Tazendas, que ser recompensado.
P<-. : NA TYP, DI M. F. DE FAMA. l84ol
ILEGVEL I
,w


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