Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06214


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Full Text
Auno XXV.
Segnnda-fera 8
O VIAII 10publica-se lodosos diasque lio
forrin de guarda. O prejo da ossignalura he
de fflOOU rn. porquarlel, pago$ ajinnlaiot. Os
ainiuncios dos asslgnanlrs sao inseridos
rasao de 20 rs. por linha, 40 rs. em typo dlf-
ferenlc, cas repelifflcs pela metade. Os nao
asilgnantrs pagaru 80 rs. por linha e 160 rs.
em typo difireme, por cada publicaco.
PI1ASF.S DA LA NO MEZ DE JANEIRO.
Creicenle, a2, s5 horas e 19 min. da nianli.
Lua clieia, a 8, s 8 horas e 31 min. da (arde.
Mlngoante, a 16, s i horase'S niln. da manh.
Lua nova, a 14, s7 horas e 43min. da manh.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Gpianna e Parahiha, s segs. e sextas-feiras.
R'io-G.-do-Norlc, quintas feiras ao uieio-dia.
Cal><>. Serinhem, Rio-Pormoso, Porto-Calvo
Macelo, no 1 a 11 e 21 de cada mez.
(i.iraiihiins c Bonito, a 8 e 23.
Iloa-Vista e Florea, a 13 e28.
Victoria, s quimas-fcirai.
Olinda, todos os das.
PREAMAR DE 110 JE.
Prlinelra, s 3 horas e 42 minutos da Urde.
Segunda, s 4 lloras e 6 minutos da inanb.
de Janeiro de 18*9.
IV. K
DAS DA SEMANA.
8 Segunda. S. Louronco lusUniano. Aud.
doJ.dosorph.,doJ. duciv.cduM. da2.v.
0 Terca. S. Jullio. Aud. do J.doc.da I. v.
i-doj. de pai do 2. dist. de t.
10 Quarta. S. Paulo 1.eremita Aud. doj.do
c. da i. v. e do J. de pasi do i. dlsl. de i.
11 Quinta. S. Hygino. Aud. do J. dos orph.
e do 1,11, da 1. v.
12 Sexta. S. Salyro. Aud. do J. do clv. c do
J. de pai do I. dist. de I.
13 Sabbado. S. Hilarlo. Aud. do J. do c. da
1. v. e do J. de paz do 2. dist. de t.
14 Domingo. O Santissluio Noinc de Jess.
CAMBIOS NO DA .1 DE JANEIRO.
Sobre Londres a 25 V. d. por l#rs. alio das
i Paris
Lisboa I1C por cenlo de premio.
> Hin-ilo-JaiuIro ao par.
Deac. de leu. de boaslirmas al'/, :.' ao inca.
Accoes da comp. de Beberlbe, a ji rs. au p
(Juro.Oncas Despachla. 29*500 a 30/000
Mocdas deltfiOOv. 17'00U a 17/200
deOffODn. 16/200 a liwino
de4^000... 0/200 a MMP
Prata-Patacocsbrasileiros 1/940 a 1/Wfll
Pesos coluinnarios. 1/1140 a 1/TX'
Oitos mexicanos..... I/9IHI a 1/920
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 2 l)E JANEIRO.
Oflicio.Ao major Ignacio do Siqueira Lefio Silva
Cruz Tenho presente o offlcio do 26 de dezembro
ultimo, em que Vmc, ao passoque refere os incom-
mudos que sofTre cm consequencia da ferida que ro-
cebeu combalcndo pela causa da legalidade e da
ordem na comarca do llio-Formoso, declara que,
_ penas poder vestir a farda, proseguir no honroso
empeuho de concorrer para anlquilamento da re-
volts, e lem a hondada de ofTerccer-me osseus pos
limosos scrvicos. gradecendo summamente o scu
obsequioso ofJTereci ment, e dando.-lhe os deviJos
louvores peles senlimentos de que Vmc. se ocha
possuido pelo restahelecimento da paz nesta provin-
cia, resta-me declarar-lhe quo muito desojo cessem
quanto antes os seus padecimentos.
Dito. Ao cpuimandante superior interino da
guarda nacional do municipio do Cabo.-Recehi o
olllcio de 27 de dezembro ultimo, om que Vmc. nao
s me participa que, indo varejar o engenho Concei-
fle leve o prazerde ver fugirom espavoridos ante a
Orea quo o acompanhava, e sem que esta disparas-
ce um s tiro, trinta revoltosos que all so achavam
homisiades, mas lambcln me declara quo 3o pou-
par esforgos para conseguir a upprchenso dos fu-
gitivos em qualquer ponto onde apparcgam reuni-
dos, manifesia a louvaVel disposigiio em que est
de envidar lodos os seus estarlos em pro da ordem
oda tranquillic'adu publica.
Apreciando em omito os nobres senlimentos de
que Vmc. se acha possuido, cont que continuar a
prestar relevantes sorvicos causa da legalidade que
corto ha de triumphar da revolta, j por ser justa e
santa em si mesma, e jrporter defensores tilo es-
trenuos e denodados como Vmc.
Dito.Ao administrador do corroio. Transmiti
a Vmc, para o devido conheciinento, a inclusa copia
do oflicio do administrador do correio da Parahiba-
do-Norte,que me foi remeltido pelo respectivo Exm.
presidente com ontro de 20 de dezembro ultimo, e
que refere havorem os revoltosos tomado em Maneo-
ta ao pedestre Joflo Pedro do Nascimento a mala das
correspondencias com quo olle sahira daquella
para esta provincia em 27 de novombro prximo nas-
sado.
Hito.Ao presidente da relucho, participando ha-
ver S. M. I. dignailo-se do conceder ao bacharcl
Alvaro Barbalho Uclta Cuvalcanle, juiz de direito
da vara crimedo Limoejo.lres mezes do licencia com
vencimonto do respectivo ordenado para tratar de
suasade.-lntelligenciou-se o inspector da thosou-
raria da fazenda.
Dito.-Ao director do arsenal de guerra, autori-
sando-o a despender a quantia du 83,490 ris com a
compra de papel almago o de peso, pemos de ocre-
ver, lipis, obrejas e tinta, de que precisam os ar-
mazens desso arsenal para fornecimotito dos traba-
dlos do expediente da respectiva directora.Scien-
tillcou-se o cominissario-pagndor.
Mito. Ao ailmiiiistr..ilor das obras publicas, de-
terminando mande proceder ao concert do arrom-
bamento feilo em urna das prisOes da codeia desla
cidade por alguns presos dos que embarcaram ulli-
mameote para a illia do Fernando, alim do que a-
quella prisilo passo a tora devida seguranca.Parli-
cipou-so ao chufe de polica.
direito da 2.' vara enme da cidade da Baha Fran-, masiada consideragno ao principio exagerado da i vertidos a homrcopalhia suas duvidas a respailo
cisco Concalves Martins. Expediram-sc as convc-. associagSo, foi rcjeitndo pela cmara depois do sor |doste novo niethoJo de curar; propoz-me estas du-
nientes parlicipacOos. | vivamente combatido pelo tnini.slro da guerra. Aero- vidas resolvi-as do melhor modo quo me fui pos-
Dilo.Ao mesmo, scienlificando-o de que S. M. | ditamos que a cmara obrou bem, mas esperan,os
I. houve por bem remover o juiz do direito D. Mi quo os operarios peticionarios apro iarHo com
noel de Assis Mascarenhas ila vara civel da comarca jostiga o sem paixfio o sentido o alcancodesta vo-
do Brejo desta provincia para a 1." vara civel da cor-
le, exllnguindo aquella vara pelo decreto n. 565,
que por copia remelle. l'i/erani-su as partid-
pagos necossarins.
Dito. Ao mosmo, transmitlindo copiado aviso
do rjual consta que S. M. I. houve por bem re-
mover o juiz de direito Alexandie llcrnardino dos
liis o Silva da comarca do Brejo no Maranho pura
a vara criminal da do Bonito nesta provincia. Ex-
pediram-se as convenientes participares.
tagilo.
Repartidlo da polica.
EXTRACTO DIARIO DO DA 5 DO CORRENTE.
Frsm prosos :-*- ordem do Sr. desembargador
chefe do polica, o Portuguez Jos de Olivcira, por
Sor encontrado com urna navallia ; Domingos, escru-
to de Antonio de Cirqueira Cavalcante, por andar
fgido; Jos i: uli no, portar sido nconlrado.com
um cavallo furia Jo ; e Francisco Jos de Veras, por
dar em um Portuguez : do delegado do 2. dist) ic-
io, o paisano Joilo llaptista da Silva, do qual nao
consta o motivo da prisilo.
01." Amanuense,
Aprigio Jos du Silva.
EXTERIOR.
FRANCA.
Paris, 19 de selembro de 1818.
COLO.NISACAO DA ARGELIA.
IDI M DO DA 3.
Oflicio.Aocommandante das armas, participan-
do que S. U. I. houve por bem conceder passagem
para o imperial corpo duengenheiros a l.uiz Alfonso
de Escrsgnole, l. lenle do 2 halalho de arti-
Ibaria a |.e, e tonto substituto da escola militar.
Scientilicou-so o commissario-pagador.
Mito.-Ao mesmo, declarando que, para poder cum
prir o disposto no aviso da secretaria d"eslado dos
negocios da guerra de 18 do dezombro ultimo, pre-
cisa que S. Kx. faga exlrahir o lemetler secreta-
ria da presidencia as guias o mais assentos dos ca-
detes do 2 batalhao de artilharia a p, F'rancisco
Cosme Maniiao c Jos d' Oliveira Calheiru de Albu-
querque e Mello, que ullimamenlo seguiram paro o
Itio-Craude-do-Sul, alim de servirem nos corpos all
estacionados.
Dito.AO ageiiteMa companbia das barcas do va-
por, ruconiiiiuiiil.iii lo a expodiciio das convenientes
oidons para que o comniaudaiita do vapor S. ,S'e6ai-
tiau entregue a ordem do commandanto das frcas
navaes os cinco recrulas destinados ao servico d'ar-
inada, bem orno o S. mariiiheiro Bernardo da Cos-
ta, e -o soldado Jos l.uiz Thomaz, que ello condu-
/.lodii Baha, deleruiinandoao mesmo temoo an sn-
hrcdito cominainlaiite ic-nictla para o arsenal le
guerra os quarenla mil carluxos embalados de aJar-
iiics 13 6 17 que recebeu n'aquella provincia para
tle.xar nes a. -Ofllciou-se ueste sontido ao com-
n.andante das forjas navaos, ao presidente da pro-
vincia da Babia o ao director do arsenal do guerra
lito.-Ao presidente da relaeno, participando que"
S. M.o Imperador houve por bem determinar quo
p*ssem a ter exercicio na relaciiodo Rio-de-Janolro
os desembar^adores desta provincia, Antonio da
Costa Pinto e Lourenco Jos lliboiro. Fwerain-so
as pailcipages do eslylo.
l'm projeclo de le tal como o que na sess&o de
hontem foi tilo rpidamente discutido e votado pela
assembla nacional teria sido ha um anno ohjccto
de longos dbales. Tralava-se dessa quesillo eterna
e por tanto lempo insoluvel da colonisagilo da Ar-
gelia. Iloje hastarum algumas horas e algumas pa-
lavras simples e precisas do Sr. ministro da guerra
para resolv-la. He norque superior a esta quesillo
adejava outra muito%>ais importable que a domi-
nava, quo a fazia urgente etornava lodo o a llmen-
lo o quasi toda a diseussao impossivel. Fallamos da
quest.lo do trabalho e da subsistencia a dar s rlas-
ses necessitadas.
E pois nfiu su apresenlava hojea colonisagilo da
Argolia senSo em segunda linha. J nao era um (iin,
massim ummeio, um mcio de satisfazers exigen-
cias tilo imperiosas e tilo respeitaveis, creadas pe
revoluto do fever,eiro, pois que so trata de raudo
numero-dos nossos scmelhanles. Nilo se discuta o
systoma das colonias militares, nem o plano do go-
ncral Lamoricire, opposto ao do marechal Bugeau I.
Tratava-so du estabulecer na Argolia, i mino liat mien-
te e a ldoofcuslo, ( ogovemo pedia 50 millies, o
obtovo-osj grande parto da populacho supcrabuii-
dantoe neceSsilaila das nossas grandes cidades. O-
anlo desta necessidade pode dizer-se que se cur-
varan! os syslcmas, que desappareceu toda a contro-
versia grave, quo so manifestou na assembla una
especio de unaiiiiuidado.
') ministro da guerra nao fovo sonfio do resumir,
en fez com talaA), as inlenges benvolas quo tilo
visvelmnte animavain toJa a assembla.
Nilo compreiipndemos, porni, o motivo por que os
moiybros da co/nra que mais particularmente rc-
presenlam a Wgel"
NOo se trata, de feito, do prohibir as associaces
livres no territorio rolonisado do Argelia, mas o mi-
nistro n.lo quer ter paite nisso, n;1o quer ler essa
rcsponsabilidade. Outro qualquer systema doixaria
o governo sem garanliu. E do feilo, qual seria a po-
sio.'iu do podr- para comessas associaces quem a
Fraiiga dara tudo, dinheiro, Ierras o ferramenia, e
que au entraran) com cousa alguma para a massJ,
que esca paria ni pela irresponsabilidade de urna acgilu
collectiva a todas as obrigaces serias, a todas as
regrus duraveis? E se porventura se impozessem
urna regra, qual seria a sua sauocao '! As associaces
religiosas teem a lo, as militares a disciplina : qual
Serlafl lei da associaclo agrcola? E depois. como
muito bem disso o ministro da guerra, aquellos que
pedern ao estado que assalarto associaces sao quasi
sempru delegados que se querom fazer cheles ; silo
(aquellos que nspirun a fui mar o estado-maior das
aggrcsses operaras, que querem vestir casaca pro-
la, Irazer chapeo redondo, e receher salarios lixos.
O simples liabalhador nilo pedo tanto. Dai-lhe tra-
balho, una existencia modosla, um canto du torra
' rotear, e seguranca para si e sua familia. A vo-
lacao da assembla Ibes assegura, por pouco que SO*
jam prevideutes o trnhalhadores, (Odas cssas vanta-
geus. Vos nilo substituiris com algarismos, dissu
o general Lamoricirc, a santa assoeiaQDo da fami-
lia .' A familia, quando nuo se quer fundar um mos-
telro, nem formar um regiment, he a verdadeira
associae.Vi \ a
Quanto Argelia lomos a qucsUo por julgada. So
o socialismo quer fazer all una cainpanha, l'aga-u
emlora, mas o MU exercilo nuo ser organisado pe-
lo governo, nem o thesouro pagar aos seas solda-
dos. Poder-se-ha fazer na Argelia o quo so faz em
toda a parte, o quo se faz em muilas provincias da
frailea, como provou o ministro da agricultura. Po-
der haver associaclo para rotear, para ceifar, mas
o governo nilo apoiar o estabelecimento dos plia-
lansteres. O estado nilo ser na Argelia, assim como
nilo he'era Frang, instituidor o tliesoureiro du so-
cialismo. Compraz-nos a franqueza loda militar, e
a decisilo verdadeirameuto poltica com quo o ge-
ueral l.ainoi 1,-iero cortou todas estas questes, no
meio dus applausus quusi unnimes da assoiiiblca.
( Journal da Debis. )
PEHNAiVIBUCO.
ia se a presen ls rain a sos a fazer
3o cruenta oppusigao ao'projecto do ministro da
guerra, nilo parj rejcila-lo,*ho fferdade, mas si ni
para exagerar e desfigurar as dispdSiges irais bem
calculadas desso projeclo. Kslamos que os Srs. do
Rauco e II. i'idior conliocem a Argelia, mas o gene-
ral l.amoriciere, que; or espago de 18 anuos desem-
penliou cm frica coih lilo bom xito as fiincgcs
de general, do administrador o do colonisador, sabe
por certo lambem alguma cousa desse paiz. Assim,
a cmara em*realidade nao prestou atteugilo seno
s palavras do general, adoptando sucessivair.ento
lodos os artigos do projeclo apresentado pelo minis-
tro, o repellindo todas as ouiendas que tinbam por
lim onfraquecer a acgilo do poder central na exe-
cugio desla grande medida desalvagTo publica.
A Franga d Argolia a colonisagflo. A Argelia llic
dar lalvez a segurauga o o repouso que perdeu, a-
nindb urna carreira de trabslhn e do hom-estar ao
oxeedeuio da sua populagio necessilada. Era una
quest.lo gravo a
Cmara municipal do llecife.
SESSAO ORDINARIA EM 25 RE DEZEIIORO
DE I8W.
PHESlUENCIA DOsn. BBBOBAWOUBBOIJB.
Presentes os Srs. Carneiro Monteiro, Barros, (,m
djlno. Barala e Man.cde, convocados para darem pos-
suao Exm. presidente nomeado pura esta provincia,
o desembargador Manoel Vieira Tosa, foi lidaoap-
prova la a acta d'auteecdente.
0 secretario fez a loitura do oflicio do l-.xm. resi-
dente da provincia, commiiiiicando a Chegada do S0U
stjecessor. o que asna posse seria hejo, ao meio-
dia. ira.ismilin lo o aviso da secretaria de esludo dos
negocios do imperio, em quo se parlicipava a esta
cmara somelhaiilo nonieago. .
Ahora indcala coniparecuu o Exm. prosi
sivel .uconvidei-o puraque frequentasse amiudoo
meu consultorio. Como lioiuem amanto da verda-
de n1o desprezou o meu convite e lovc occasi&O de
ver e observar tartos que aisai o maravilharam ; o
com a indo na contciencta e ot ulltos de Dos se fez lio
mcaotba,
Estot, portanto milito persuadido que o Sr, Ca-
sanova lia do tratar a pobre/a com toda a caridado
recommonds.da pela religiflo chrislSa o pelo ins-
tituto homoaopa tilico do Brasil, a quem lica osle
consiillorio subjeito.
Depois do pouca demora no Cear Maranhilo o
Paia pretendo viajar at os Esta los-Un idos Para
qualquer parte onde fr olfereco meu diiniuulo pres-
tmo aos iiious amigos, u muito parlicularmentu aos
amigos da hoimi'iipalhia a quem de coracSo dvsejo
as mais prosperas venturas
Os inimigos quo me quzerem dizer alguma cousa,
iliiijum-so a inim emquanlo nqui eslou ,c nilo dci-
xom-ine ir para no depois inonlerem-nie polas cos-
tas. NOolenli algum remorso do que me l/era>n ;
porque desde ja Ibes perdo todas as injuslieas,ludas
as calumniase todas as traigoes; pedindo-llies t:lo
somonte em recompensa que, quando vicr aqu ou-
tro lioiiiceopailia, alim de estabelecer urna socie-
dado o a congrcgacfio das irinilas da caridado quo
com (rundo petar deixo de promover, em rasao dos
acoiileciinetitos polticos i|iio teem coliorlo do lulo
esta bella provincia uiio u persigan!, nilo o mal-
traten! o n.lo o cu lira id do injurias.
Despedindo-me do consultorio, eu entrego este es-
labulociineiilo de caridade a sen novo direclor, re-
c mu alendando-!he que do ve o ai ludo O por ludo SO-
guir os dictamos da boa rasrio c observar rigorosa-
mente os deveres da caridade ovangelica lilo recum-
monJadus pelo instituto homiuopalliico du Brasil.
Pernambuco, 1. de dezembro de 1SI8.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Illllllil IIKI'ERMBIirilll.
BICIF, DE JANEIRO DE 1849.
noineaJo, c leudo sido iiitroduzdo com sscoromo-
nios do eslylo na sala das sesses, ah, apresentando
a carta imperial de sua nomesco de 11 do crlente,
prestou o juramento do eslylo, o depois dcussig-
nar o respectivo termo, relirou-se oencerrofl-se a
l\a mesma seisOo foi juramentado o 4." vico-pre-
sidente desta provincia o couimeii lador trancisco
doCurvalho Paos do Aiidrado, nomeado por carta
imperial do C do passado. Ku, Joto Jote terrena de
Aguiar, secretario I escrevi. llego AlbuqutrqiU. presi-
dente. Carneiro il.nleiro. llanos. anduw. -
larala. lumede.
PROPAGANDA HOMOEOPATIOA.
XXXII.
Em mcJuiuj WbcloilioIllJa, U pjliw,. ]t>>uro.
I .i > l Ll 1 ., tf 31 Hit
Pe non .'eibi
Scndo-mo necessirio seguir para o norteo pr-
ximo vapor, aiinuncio a to las as passoas pobres e
do sabrseos operarios das nossas! Pernambuco que QUJ doixu o primeiro consulloiio
grandes'cidades aceitara ni a emigragilo quo Ibes! homccopalhico on^o conliiiuariioa ruceber gratti
~) s
tam, scuiioque a pedirain. J an.ilysainus a patig
prupe o projeclo do decreto.
ni a enngrug.io quo mes noitiGeopainico, on^o cuiiiiuuaraun iuwui hi.mi-
elo. N3o sinculo a acci-l tamonto todos os soccorros da homooopathia quo
. J analysmosa paticito ataqui Ibes Icnhp adminiIrado sem interrupgo
Dito.Ao inosn.o, commiinicaiido haver S. al. I.
nomeado desembargadores da rolagao desta pro-
vincia o juiz de direito criminal da comarca do Bo-
nito Bernardo Rabillo da Silva Pereira, o o juiz de
dirigida por vi ule mil d'cntra clles a assombla na-
cional. A assembla responden volaiido-lhes 50 mi-
litos, reservando ao mesmo lempo os direitos do
estado e a acgilo da auloridade publica na repar-
tilo e em prego dcsle douativo patritico. .Nao quiz
que a Argelia se tornassd um campo de asylo do so-
cialismo, e que o espirito de l"acga(> ou de systema
se substituisse na nossa colonia de frica acgilo
do governo central e benelica influencia do espi-
rito do familia. Um artigo addicional, apresentado
pela commissoo de Argelia, o que pareca dar de-
alguma. Fica incuaibido da direccao do mesmo
consultorio gratuito o Sr. Casanova, medico francez,
o distiucto pralico desta cidade, que, reconhcccn-
do a supremazia da hoinwopalliia no curativo das
molestias, oobsoivando por si mesmo os ell'eilos
miraculosos quo 89 dses iulinitissimas pruJuzem
no liomein dooule nao hesilou em abraca-U como
a nica medicina capaz de cuiar com proinplidao
todas as molestias que aflligem a triste humani-
dade. Tiitha ello a principio assim como eu livo, o
como tiveram todos os outros allopathas baja con- quo nflo ne seu
OS CONFLACORES DA PROVINCIA SO FKRTKIS EM FMBUS-
TtS !: FALSIDADKS.
Logo que os promotores da revolta teem setnela
de algum acta horroroso das bordas de salteadores,
que, em nomo da I.IBEIU) A DE, o sb o pretexto de
quercrcm a convocgilo de urna constituintc, abi va-
gueam por alguns pontos da provincia saqueando,
assassinanilo, incendiando, e at mesmo estupran-
do ; logo que sabem que una nova atrocidade foi
ouuiuiotii la pelos bandidos quo j n.lo obedecem
aos chefussenilo movidos pelo ouro, recorrenrao sou
bem prvido arsenal do mentiras, o, lomando ahi
anillada porgilo dellas, passsm-nas para as pnginas
dos seus jumaos, na es peranga sem duvida deque
por osle meio conseguirse atlenuar a impressSo do-
lorosa que deve do fazer no publico a noticia de
Scenas tilo barbaras e sanguinolentas como essa a
quo servio de tbralro o rngenho Aguiar, cojo inof-
fensivo o pacifico pio| lietario leve dofer sacrifici-
do, segundo gcralmenlec cn\ no furor brulal dos
vndalos, depois de haver leslcmunhado oassassi-
nato de dous lilhos, bem como o roubo e o estrago
de seu eslahelecimenlo, smente porque se esmerou
cuidar bom gasnlhado s torcas legalistas quo em
Mussupinbo triu mpharam complvlameulo dos ban-
didos que nesse lugar ousaram receber combate se-
rio c renhido.
Foi, pois", do cenfortiiidado com tal plano doom-
bustus e falsidados que no mesmo da om quo dava-
mos cotila desse nirocissimo canibalismo, um dos
clios da revolta repela urna unia todas as calum-
nias quo em oulras occasies ha alkado sobre as
tropas da legalidado, o Ihesaddirionava a de um
souliado roubo no engenho Abreas, onde nilo se pas-
sou sciiilo o que vamos referir.
Esse engenho naoieilenco aoSr. Joaquim Fran-
cisco Cavalcante, mas sim a outro cidado cojos di-
reilos hilo sido rcconhccidos por lodos os tribunacs
a que elle ha arrastrado o usurpador de sua propric-
dade; as decisOes, porm, dt.'S*es tribunaos haviam si-
do ludibriadas pelo inlruw rossuidor, que, apoiado
pelas autoridades de uvitia era, erespeitado por el-
las como urna influencia elciloral, zombava de ludo,
e ia-se conservando na posse do estabelccmeiito
fBBI


li'
'
..
Semelhante escndalo nSo devia de continuar, lo-
go que as COU888 entrassem em sua marcba regular ;
pois, apenas a oxecucflo das leis foi confiada a bo-
mens nada dispostos a cpndescendorem com o cri-
me, o verdadeiro propriotario do engenh Implorou
seu auxilio em pro da juslic.a ultrajada j auxilio que
Hie foi inmediatamente prestado, e que nSo poda
dexar de o ser sem que aquellos que o denegas&em
se tornassem conniventes no crime, at entilo tole-
rado, senilo protegido pelo proprios a quem corra
rigorosa obrigacflo de puni-lo.
O delegado de Nazarcth, portento, nflo.foi a breos
autorisar um roubo, pois que era incapaz disso;
massim esmenle concorrer, como era de seu dc-
vor, para que o legitimo propriotario desse engenlio
entrasse na posse dclle, da qual desde muito se ocha-
va csbulhado, mao grado asdecises dotrihunacs
a cujo conhecimento levara a espoliado de que es-
lava sendo victima ; o por esse procedimcnto torna-
se cerlamenle digno dos encomios Jo todos os ho-
mensquesabem respeitaro dirofto de propricdadc
e nto estilo dispostos a sf fazerem sectarios do om-
muntimo.
O que temos dilo fura por si so bastante para de-
monstrar quanlo ocho da revolta adulterou a vcrde-
de, quando fallOu de breos entretanto, sempre ar-
crcseenlaremos que all no houve lugar um s dos
actos criminosos que o tal peridico attribue po-
lica, a que corto nSo houveram sido inventados o
propalados, seassim nfp conviesse aos tramas dos
queseniocansam de osforcar-se por Iludir o pu-
blico, sempre que entendem que do to nojento tra-
balho pode resultar algum lucro pessim causa que
to eyn-camente advogam.
3
batalhfto de catadores, mas que, tendo este carre-
gado sobre elles, tugiram at Mussupinbo; bem
como que o Exm. genoral commandante das armas
marchou inmediatamente para esse lugar com a co-
lumna nsou mando, e queconseguio encontra-los.
Aparagem em que os vndalos se aclism sb as vis-
tas do nclito general he de mao agouro para a cau-
sa criminosa que defendom : fui abi que o bravo
coronel Dezerra deu-lbes a primeira ligSo, o conven-
ecu-os de que o soldado brasileiro nto ssbs voltar
costas ao inimigo quando pugna pelo throno e pela
constituicSo; entretanto, talvez que as folhas da
opposclo, phantasiandocomodecostume, seapres-
sem a cantar amanhiia o triumplio de urna acedo que'
anda se nRo deu, e que lazamos preces ao TODO-
PODEROSO afim de que lermne pela mais completa
victoria das armas legaes sobre as fratricidas.
Movimento do Porto.
Correspondencia.
MA PHOVA DA B.NOADE BO COBA?AO DO EXM. SNB.
M/. Querendo julgar das cousas por si mesmo, S. Ex.
o Sr. presidente da provincia tem em vistas visitar
todas as repartieres publicas; e hontem princpiou
a por om execu$Ho esse seu projecto, indo ao hospi-
tal regiment!, onde seacham traUndo os bravo
eriilos em os varios cncontros que as armas libe-
raos hilo tido com as fratricidas, bem como diversos
militares que, vctimas dessas molestias a que est
subjeito o genero humano, ah recebem ossoccor-
rosda medicina.
8. Ex. gastou para mais de duas horas nessa pia
visita, demorando-so alguns minutos ao pede cada
um dos luitos, e dirgndo palavras consoladoras
aos enfermos que nelles descansavam, o que nao po-
diam esconder p prazer deque se senliam repassa-
dos por vercm junto a si, informando-se minucio-
samente dos seus padccimeolos, e mostrando vivo
interesse pelo elimo do seus males, a, primeira au-
toridadoda provincia, o delegado de S. Hagestade o
Imperador, que, ao passo qae pensa nos meios de
por termo revolt que anda nos afllige, e cura
dos negocios ordinarios da administrarlo, no so
esquecc do examinar pcssoalmente a maneira como
vilo sendo pensados os doenlos que ahi esto confia-
dos aos cuidados do Sr. doutor Lobo Moscos.
Zeloso como he, S. Ex. nao se limitou a otormar-
se do estado dos enfermos; revistou todo oestabe-
lecimento, inclusive as propras cozinhas.
Felizmente para os empregados do hospital, S.
El. veio convencido de que elles se esmera m por
cumprir as respectivas ohrigacOcs ; pois qu, leudo
sido a sua visita inesperada, nada vio que indicasse
delpixo da parlo desses empregados; ao contrario,
observou que "tudo eslava na melhorordem.
Compararn os leitoros esse passo do S. Exc. com o
que hilo assoalhado a seu respeito os echos da o'ppo-
sqo, medlem sobro o faci du haver ello dado co-
incco s suas visitas administrativas pela estaco om
que geme urna poreflo do biioso exercito brasileiro,
e fiquem saliendo que mentem despejadamente, que
faltam verJade com nconcebivel cynismo aquclles
que publicam pela imprensa o de viva voz, que, ao
partir para esta cidade, S. Exc. trouxera a missiio
do perseguir e trucidar os Pernambucanos; pois
que nao lio possivel que se en carrogasso do seme-
ntante larefa o eidado de sentimentos to [ li i 1 ,in -
tropos, que, ao sabir pela segunda voz do paludo do
sua residencia, deu-so pressa em oncaminhar-se,
no nma* paragem onde houvesse folgnrcs em que
fsse tomar parle, mas sim aquella onde no encon-
trara sonro lagrimas a onxugar, soffrimentos a mi-
tigar!...
He com actos dcsta especie que S. Exc. ha de con-
fundir os seus inimigos gratuitos.
Sr. Uedaclor.I,en do o Diaiio Novo de hoje, depa
re com um artigo extrahldo do Correio Mercantil de
20dedezembro lindo, em que com a maior virulen-
cia he atacado o Sr 1.* teneute Jbs Antonio de Sl-
quera, oflicial immediato da corveta Eulerpe. Para
me orientar bem aobre o espirito de tal nrligo, re-
corr ao peridico do onde se tlzera o extracto, e vi
que no era nicamente o Sr. Squeira u que se pro-
curava desconceiliiar na opinio publica, mas tain-
liem os ofllciacs da fragata que tenlio a honra de
commandar; porquanto se alTIrmava quo a bordo
dola fram maltratados varios presos cujos uomes
se indica.
Indgna-mo ver que, para fins polticos, a que he
intoiramento alhea a corporaQilo da marinha brasi-
lera, se infame com tanta impudencia essa parte
da sociedade que, tanto no paiz, como lora delle,
goza de s, mpalbias ijue a lionram, e do um nomo
sempre illibado. Ecouio no artigse falla em no-
mes, appello para a honra dos Srs. Thomaz e Car-
neiro, para quo digam so no he a mm que devem,
um ter sabido da Trgala para tratar de sua ferida, e
o oulro passar para, a corveta Eulerpe para livrar-so
do enjo que o atribulava. Quem ha no Drasil que
ignore quo a inariuba brasileira no be composls
de verdugos ? quo os navios do guerra da nossa ar-
mada leem disciplina que os proprios almirantes es-
trangeiros elogian que os castigos se fazem com
toda a formalidade e Justina ? e que nflo ha um s
commandante que nilo queira antes levar a sua
guarnidlo pelo bro e pundonor, do quo pela ch-
bala e Trros 1 Os Srs que escrevem no Mercantil
sabem por certo que tudo islo be verdade; mas Tul-
lam-lbes erros e crmes quo lancem em wato sos
sous advrsanos polticos, e veulia portanlo a scena
a Torca que, desde a independencia tem frustrado os
planos tenebrosos dos pescadores de agoas tuivas.
E pois, saba o publico, saibao Diario Naco, seo
ignora, que o artigo do Mercantil, a que me retiro,
forjado aqu, ou na edite, '' aj^puitoailo de oa-
lumuias O Sr. I.' lenlo Siqutra p,,oa ofliciaes
da Trgala ConstituicSo leem o seu crdito de hmeos
de bem o de militares briosos suflicienlemcnte es-
tablecido, o por" isso nfiu tcmem a venenosa baba
do reptil da calumnia.
Bordo da fragata Comtituicao, 5 d Janeiro de 1849
Jouquim Josa Ignacio.
(OMMERCIO.
ALFANDEGA.
RENDIMENTO DO DA 5 .'....... 8:213,275
Descarregam hoje, 8 le Janeiro.
BrgUC Cynlhia bacalhao.
Barca Navarro farinha o bolachinha.
Barc,a laura carvo do pedra.
Escuna Frederica Ierro o la boas de pinito.
Cera I .
Diversas
CONSULADO GERAL.
RENDIMENTO DqJdIA 5.
....... 3:308,847
g ..... 37,662
3:346,509
provincias.......
Navio entrado 0 da 5,
Uar-Paciflco, tendo sabido de Sae-Habor ha 29 me-
zes a pesca, galera americana Fanny, de 390 tono-
ledas, capitSoHanry H. Edwards, equipagem 97,
carga azeite de peixe ; ao capitilo.
fiarnos sabidos no mesmo Ha.- __^ ,J
Em commissllo do governo; brigue-escna de guer-
ra brasileiro Legalidade, commandante o capitSo-
tenente Joo Custodio d'llondain.
Philadelpliia ; brjgue americano Brandy-Win, ca-
pilflo Luiz P. Cassen, carga assucar.
Genova ; polaca sarda Nlarco, capitilo Vincenco Fer-
rara, carga assucar e coaros.
Sag-llabor; galera americana Fanny, CapitQoHenry
H. Edwards, carga a mesma que trouxe.
Navio mirado no dia 8.
Parahiba ; 24 horas, hiato brssilelro.SonM-Cms, de
24 toneladas, capitao Antonio Manoel Aflonso, e-
quipagem 4, carga toros do mangue; ao capitBo
llovi* sabidos no mesmo dia.
Rio-de-Janeiro; patacho americano Fabius, capitilo
Samuel Munson, em lastro.
Para o i.ameirflo; barca ingleza Thomas-Mellon, ca-
pito John Shadrack.
Navios entrados no da 7.
Liverpool'; 53 das, barca ingleza Cumberland, de
386 toneladas, capitio 1. Aitkin, equipagem 17,
em lastro ; a Deane Youiln & Companhia.
Ilha da Terceira ; 31 das, brigue portuguez Ttrceira,
de 330 toneladas, capitilo Jos Antonio Haberlo de
Ircitas, equipagem 33,carga batatas, trigo, feijilo
e mais gneros; a Oliveira lrmlos. Conduz 120
passageiro* que despacharam para o Itio-de-Ja-
neiro.
San-I.ui'z-Senegal; 15 diaa. brigue francei Yerfinia,
de 166 toneladas, capitilo Pedro Bertram, equipa-
gem 10, em lastro; a Avrial Frre.
Cenova ; 53 das, polaca sarda 'Antonistta, de 185 to-
neladas, capito JoSo Baplista Fravego, equipagem
' 13, om lastro ; a Joaqun) Mara Ribeiro de An-
drade.
Loanda ; 21 dias, brigue portuguez Flor-do-Tejo, de
125 toneladas, capitao Frederico Carlos Roza, e-
quipagem 17, carga esleirs e crs; i Jos Fran-
cisco da Costa Rocho. Passageiros, o capitilo Cle-
mente Eleolerio Freir com criado, Joo Valen-
to), 4 marnheiros e 2 prctos forros, todos mar-
timos.
Alivio sabido no mesmo dia.
Ttio-dc-Janeiro ; patacho brasileiro ous-Irmos, ca-
pito Jeroiiyme Jos Tcllos, carga assucar e agoa-
ardeate. Passageiros, Bernardo Alves de Moura e
dous eaCravos a entregar.
Observac*o.
Fundiou no l.ameirSo. para acabar do carregar, a
polaca sarda Ctuieppina, capito C. Chiappe.
THEATRODE APOLLO.
Muito interessante 1.' represenUco da companbia fran*
cua sdb o direcco do Mr. Dupr.
As represen lacees consta rilo de dramas, cantigas,
operas dramticas o jocosas, pantomimas, dansas,
romanses e chansonetas.
As pessoas que quizerem subscrever para dez re-
presentares, tenham a hondadedo dirigir-so casa
do director, ra da Senzalla-Velha, n. 142.
EDITAES.
0 lllm. Sr, inspector da Ih'esouraria da fazonda
provincial, em virtude da resolugo do tribunal ad-
ministrativo, manda fazer publico que, perante o
mesmo tribunal, se ha de arrematar quem mas
der, nos das 16, 17 e 18 do correle, a renda da si-
tio que foi d Sebasliflo Jos da Silva Braga, no bec-
co do Espinheiro, com casa de vvenda, cacimba e
arvores de fructo, avaliado animalmente em 150,000
ris.
A arrematadlo ser feita por lempo do dous annos
ecinco mozos, acontar do 1 do fevereiro docor-
rente anno at 30 de junho de 1851.
As pessoas que se propozerem.aesta arremalaQo
comparecam na sala dassessdes dosobredito tribu-
nal, nos dias cima indicados, pelo meio-dia, com-
pelenlomenle habilitadas.
E para conslarse mndou uflixar o presente o pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda provincial de
Pernambuco, 5 de Janeiro de 1840.
O 2. cscriplurario,
Antonio Ferreira d'Annunciacio.
CONSULADO PROVINCIAL.
iEISDIMENTO J)0 DIA 5 .1...... 3:197,630
PRAfA DO ECIFE, 5 DElANF.lftO DE 18*9,
AS 3 HORAS DA jARDE.
Revista semi
K0VA8 DOS BF.V0LT0OS.

Cambios-------------Houve lr
" 25 1/2 d.
Algodffo --------Apenas-'
Nflooffr
Assucar- Vicram
Conse!
na piss
Agoaniciite Vneta
Couros Pouco p
Bacalhio ------ Floaram
barricas.
ramefii
ra. por b
(arno secca Vender
lias, efi
Farinha de trigo Odeposi
1500 b.
mana.
baso os
rs. por
t.
hsaccoes diminuas a
ir 1.000.
Iraram 91 saccas.
I altera tu o no preco.
mercado 1S2 caixas.
bumis (i-ecos ds sema-
5,0 rs por pipa.
Idos.
ender quatorze mil
i vendas anda Id-
i de 11,000a II,MO
rea de 3000 a rro-
cn sor- 5000.
.augmentado com
cas cliegadas esta se-
s vendas liveram por
de 17,000 a 21,000
10*1
CURSO JURDICO
Faco sabor a quem convicr, que desde o da 3
de fevereiro at 15de marco prximo os que sehou-
vercm do examinar em preparatorios se-lo-IHo na
raso dos exames que.j tiverem fcito ; pelo que os
requermenlos que para isso flierem deverifo sor
instruidos com as certidfles dos exames ja feitos. Os
requerimontos quo nilo aprcsenturom nenhuma des-
sas certidfles, sero considerados como de quem
prelonde fazer os seus primeiros oxames no curso
jurdico.
OlMida 8 de Janeiro de 1819.
Odireetor,
Padre Miguel do Sacramento Lopes Gama.
Publicarlo literaria.
Sahio a luz o resumo da historia do Brasil
composto pel professor publico S. II. do Albpquer-
que. JSste resumo intermediado pelas mais bellas
estancias do poema Caramur, e terminado por
qualro inleressanles ndices chronologicos e por
urna eslstistica dos hachareis formados em direito,
olTerece ao leitor nslruc^o erecreio.e a commodl-
dade de encontrar em um volume muito bem im-
presso e por mdico preco aquillo que s acharii
em varias brase por mais dinhero. Acha-sei ven-
da na ra do Crespo loja n. 16 do Sr. JosAzevedo
de Andrade, e em Olinda ra de Malinas Ferreira
sobrado n 6, brox. 4,000 ris. Nestes mesmos lu-
gares pdem os Srs. assignanles procurar os seus
exemptares, por cada um dos quacs s pagarfio
3,000 ris.
Avisos martimos.
Deca races.
- Psra o Aracaty tem de sahir no dia 18 do cer-
rante hiato Novo-Olinda, por ter ja. tratada gran-
de parte de sus carga : quem nelle pretender an"
carregar, ou ir do passagem dirija-se ao mes.1
do mesmo, Antonio Jos Van na no trapiche novo,
oa na ra da Cadeia-Vclha, n. 17, segundo andar,
Vende-so o patacho nacional Anglica de lote
de 154 e meia toneladas, recenlemcnte forrado de
cobro eprompto do um ludo para seguir viagem :
a tratar na ruada Cruz, n. 37, segundo andar, ou
com o capitilo, Manuel Aulunes de Oliveira, ou com
Luiz Jos do Sa Araujo.
--O brigue-esouna nacional OUnda segu para o
Rio-de-Janeiro impretcrivelmontc no da 15 do cor-
rele : para o rosto da carga, escravosa fretee pas-
sageiros trata-sc com Machado & Phiheiro, na ra
da Cadeia n. 37.
Para a Ualiia segu impreterivel-
mente, no dia 12 do corren te, o hiale
S.-Benedicto : para p resto da carga,
trata-se com D. G. de Moraes Jnior, na
ra da Cadeia do Recife, armazem n. 64.
Para o Porto segu viagem co* muta brevi Ja-
de o bergantn! portuguez San-Manuel-I, capitilo Jo-
s Francisco Carueiro : anda recebe algum resto de
carga e passageiros : a tratar com o mesmo capitilo,
ou com seu consignatario, Manoel Joaqun Ramos
e Silva.
Frcta-se a barcada Conceicdo-de-Naria, de Iota
do 30 caixas, bem esquipada e nova, para qualquer
porto do norte ou sul, com preferencia psra o da Pa-
rahiba, por menos um terco dos frates do costume :
Suem pretender, pode enlender-se com o meslre 1
ordo da mesma, ancorada 110 Forte-do-Mallos, jun-
to i nspccco.
Para o AraCaly sali, o mais breve possivel, o
hiato Novo-Olinda mostr Antonio Jos Vaoua :
quem quizer carregar, dirija-so ao mesmo mostr ,
ne trapiche novo ou na ra da Cadeia-Velba, n. 17,
segundo andar.
Para o Jti-de-Janero sahe, com a maior bre-
yidade possivel, o brigue tala, por ter mais da
melado da carga engajada : para o resto, passagei-
ros e escravos a (reto, trala-se com Joo Francisco
da Cruz, na ra da Cruz, n. 8."
~ Para Baha segu com brevidado, por ter. parte
da carga prompta, o hiato San-Joo: para o resto e
passageiros, trata-se com Francisco Alves da Cunta,
na ra do Vigario.
Para o Rio-dc-Janeiro segu at o dia 10 do cor
rente o brigue Assombro, por se adiar com o seu
carregamento de sal; recob'e Iguma carga miud
o passageiros, para o que tem bons eommodos: os
prctendentes drijam-se a ra da Cadeia do liecife,
n. 61, a fallar com Joflo Jos Fernandos llsgalhes.
Paia Lisboa sahe com umita hrevidade o bri-
gue portuguez Conceicilo-de-Uctia, por ter grande
parte.de sua carga prompla : quem no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passagem, para oque ofTereci
excellentes eommodos, dirija-so aos seus consigna-
tarios, Thomaz do Aquiio Fonseca & Filho, na ra
do Vigario, n. 19, ou ao capitilo na l'raca-do-Com-
mcrclo.
Para Lisboa sshir, com a maior brevidado pos-
sivel, o bem condecid o brigue portuguez Tapujo-
Primeiro, capilfio Manoel de Oliveira Fanoeo : ten
parto de sua carga engajada: para o restante e pas-
sageiros, para oqueofferecoassciados eommodos,
trala-se com o capitn na praca ou com o consig-
natario FirminoJ. F. da Rosa na ra do Trapiche,
11. 44.
-- Para Lisboa sahe, com a maior hrevidade pos-
sivel a barca porlugueza Tejo capito Manoel dci|
Res, por ter parte de seu Carrrganiento prompta:
quem quizer carregar, ou ir do passagem para o
que tem excellentes eommodos, dirija-se sos seus
consignatarios Oliveira lrmlos & Companhia, ni
ra da Cruz, n. 9 ou ao referido capilDo, na prics
do Commercio. *
Para Lisboa partir, com a maior brevidado pos-
sivel o hiato portuguez hspecnlador fabricado re-
Exislem no porto 8-2 cmbailMces, a saber : 9 ame-
prfA chilna, 2di-
lllarnleza, 12 inglczas,
Jtumezas, t n
revoltosos ousaram disparar alguns tiros sobro o 6.h prussiana, 1 siciliana, ViSrUs tjliuecat.
jricanas, 1 austraca, 21 braS/ras"/1 chilmia, 2 d-
Consla-nos que, enguerrilhados em tinga, os I ,"iarquez"s' 3 fra.nceM>' TOHawdeza, 12 inglczas,
..____________ ,,*_________ "h '"''equenso, 1 onentil, 8 ajugtizas, 1 russiaua,
Pela segunda secco do consulado provincial se
faz publico que os 30 das uleis para "a cbranos,
bocea do cofre, da decima uabana no primeiro se-
mestre de 1848 a 1849 se uHmamnodia 12 do crran-
le, lindos os quacs fleam subjeiloa a mulla de 3 por jcentcment"e7lem patTd'se'u rraamcnto prom'p
cento todos aquclles quo donaren, de ter pago seus hlUndo:ie ^rca do 3 000 ,r"g,a.. lie|,
dbitos.
~ O arsenal do guena compra laduziasde taboas
ue asaoaiiio u pHinu q o iiivarri genero 56
propozera vender poder comparecer na sala da
directora do referido arsenal, no dia 8 do-corren-
te com sua.proposla em caria fechada.
Arsenal do guerra, 5 de Janeiro do I8V9.
O escripturario,
Francisco Serfico de Assis Carvalho.
CONSULADO DK PORTUCAI, EM PERNAMBUCO.
A chancellara desle consulado foi mudada para a
casa n. 1 defronto do Trapiche-Novo:
AGENCIA DA COMPANHIA BRASILEIRA DE PA-
QUETES A VAPOR EM PERNAMBUCO.
O escriptorio desta agencia foi mudado para a ca-
sa 11. 6 defronte do Trapiche-Novo.
quem nelle
quizer carregar a fretc, dii'ija-se ao consignatario, I
I mil i no J F. da llosa na ra do Trapiche, 1.. 44.
Avisos diversos.
F* Quem nnnunciouquerer500/000ris ejnrn
sobro hypolheca em urna propredaile, sendo lh*
convenha a 2 por cento, dirija-se a Roa-Vista, ra
Velha, casa n. 55. I
O abaixo assignado participa ao Sr. collector da
bebidas .espirituosas de prmluccSo brasileira qur,,
desde o dia 1 de Janeiro de 1849, deixou de vender
dilo genero ussuas vendas da ra da Scnzalla-Vc-1
Iba, 11.15en. 48.
Josi Joaquim da Cnnka.
Domingos Jos Soares, subdito portuguez, rt'|
lira-se pira a cidade da Baha.

O
ILEGIVEL


'

Jos Soares de A zevedo, professor do lingoa
franceza no lyceu, tem aberto cm sua casa, ra lar-
ga do Itozario, n. 36, segundo andar, uin curso de
GKOGRAPHIA e HISTORIA e outro de RHETORICA e
POTICA. As pessoas que desejarem seguir urna, ou
oulra distas disciplinas; pdem dirigir-sc 4 indica-
da residencia a qualquor hora.
OCAP1BARIBE.
Estilo a venda os nmeros avulsos,|na ra do Cres-
po, loja O bacharel.Joaquim Jos de Carvalho Siqueira
Varejflo fascientcqueno mezseguinte de feverei-
ro|pretendo abrir urna aula do desenlio e pintura,
e |iro:nctte presentar os seus alumnos aptos do de-
senlio nofim do anno, e outro anno de pintura:
quom pretenderseguir o curso, diri|a-sea ra No-
va, n. S8, primeiro andar.
--Desencaminhararn-se dous rolos de fumo, da
marca G, os.quacs foram entregues a um prelo, no
armazom d Sr. Joaquim Flix da Rosa na Madre-
de-Deos para levar a i'ra-de-l'orlas, venda de
Rento Antonio Coilinho ,'o qual roga a quera dcllos
soubor do dar parte na mesma venda, quo gratifi-
car.
A mesa regedora da rniandade de N. S. da Ba-
Viagom faz selente aos intuios da mesma, quo, na
forma dos artigos 14 e 15 do compromisso, so devem
reunir em mesa geral no consistorio da dita innart-
dade nos das 7 o 1* deste mez [para a nomoaeflo do
novo juiz e mois funecionarios que tecm de, no cor-
rente anno, exercer as funches inherentes a seus
lugares. '
__Alogam-se os altos da osa da ra da Cadea.n.
40, tcnlo todas as c'ommodidades para urna cata
grande de commercio ou grande familia : a tratar na
praca-do-Commercio, n. 8.
Jos Mara do Figueiredo, professor particular
de primeiras leltras, participa aos pas do seus !um-
nos o ao respeilavel^publicu, que a 8 do corrcjitu a-
bre a sua aula, adinilliudo smenle 40 alumnos, o ro-
cobendo alguns miemos: cnsiua tambem por prin-
cipios as lingoas portugueza, franceza e latina
quem quizerapplicar-so a algumas destas discipli-
nas, dirija-se ao boceo de Jos da Coala, n. 8.
Jorouymo Francisco da Cunha declara ao publi-
co que desde odia 2 do Janeiro de 1849 deixou de
vender ago'ardenlo por motiv de ae lite levantar,
alm do consumo que pagava sendo 4,000 rs. ,
niais 4,000 rs. por quarlel.
Agencia Na ra do Cllegio, n. 10, e no Aterr-da-Boa-Vis-
ta lojas ns. 48 78, continuam-se a tirar passapor-
tes tanto para dentro como para fra do imperio ,
assim como dospacham-se escravos, tudocom bre-
vidade. ...
O abaixo assignado, tigario da reguezia de S -
PeJro-Martyr deOllnda, annuucia a quem convier,
que, aprcsenWndo-se-lhc na laide do dia 3 do fr-
rente mez de Janeiro os pretos vclhog, Luiz e J ir-
quina duendo serem casados, e, hojo pertenecntos
ao dominio delle annuitciante como prente que era
de sua finad senliora, D. Francisca da Cunha e Mel-
lo, que, leudo do casada com Antonio l.ourenco de
Mello fallecora depols deste em descendentes ,
na fregiiezia de Una elle annunciante, quo com ef-
feilo he primo da dita finada I). Francisca da Cunha
| c Mello os rceolheu em sua casa at que appareca
quem tenha melhor direito ao scnliorio delles.
Quem, pois, o liver apresonte-se ao annunciante
que, mostrando-se-lhe melhor titulo, promplamen-
te os entregar nno se responsabilisando todava
por elies, se succeder fgirem ou morrerem antes
dijso.- Olina, de Janeiro do 1849.- O' vigario,
Joo Jos l'treira.
Aluga-seum moleque acostumado ao servico
de casa cstrangeira ; o qual he crioulo e sabe com-
prar : na-rua Aluga-se o segundo andar de um sobrado na ra
cstreila do Rozario com 5 quartos cozlnha mili-
to grande, e a sala he muito fresca : a tratar na mes-
ma rua u. 31, loja de trastes.
Precisa-se de com mil rs. a juros com penho-
resdoouro : quem quizer darannuncie.
--Quom perdeu una carteira pequea com urnas
cdulas miudas e dous lencos, dirija-se a rua da
Cloria n. 87, quo, dando os signaes Ibo ser en-
tregue.
--Alugam-se os dous andares c sotilo da casada
rua da Cadeia do Recifc, n. 37: a tratar no arma-
zem da mesma casa,
OSr A. S. C. queiramanlar pagar o que deve
do subscrpc.So decerto peridico ha tantos annos ;
| do contrario, se publicar o seu nome por extenso.
~ Procisa-se alugar um moleque para o servico
de uma casa : na rua do Trapiche-Novo, n. 22.
--Na rua da Cruz, n. 21, pordeu-se um cachorro
[ do fila novo gruida o com as orellias cortadas :
da-sts boa gratificarlo a quem o levar.
IIOTEI.-COMMERCJO.
Rua da Cadeia de Santo-Antonio, n. 13
Contina a ter sorvelo todos os das de varias qua-
lidadc, assim como olanlo quatro salas decente*
mente mobiliad'as, sendo duas para senhoras o duas
para lioinens.
Aluga-se o primeiro andar da casa da rua do
' Queimado n. 32, com commodos sulllcienlos para fa-
1 inilia : a tratar na loja do mesmo.
Aluga-se U'O andar o loja de um sobrado na rua
da Aurora : a Iratar na mesma rua, n. 24, comF.
Pires.
Ao rcspeilavc-1 .publico.
O pioprictaiio do armazein de vinho
da rua da Madrc-dc-Deos n. 36, de-
clara que este estabelccment nao lem
outro armazem filia!, corno alguem lia
que o inculca ; e para coiihecimcnlo do
publico, f|j o prsenle aununcio.
COMPANHIA RIO-CRANUENSK Ofi REBOQUES DE
VAPOR.
No porto
D'eale sncoradouro, do do canal da barca, ou do
norte para a barra, ou vice-versa :
III. Por embarcaban de menos de cem toneladas
brasileiras 60,000 rs.
IV. Para as que from deasa lotacflo para cima,
600 rs. por cada tonelada.
V. As embarcacOes que frem rebocadas para f-
ra da barca, ou vice-versa partindo d'esle ancora-
douro, do norte, ou canal da barca, pagarflo 130.000
rs., sendo de cem toneladas para menos ,, e 1,300
rs. porcada tonelada, sendo embarcacilo de mais d
cem.
VI. Os navios, tanto de entrada como do sabida ,
que qoizerem ser rebocados devem icar os signaes
u'agoa cm que estiverem .e por cima desles a ban-
deira da naco a queperlenccrem,
Vil. O escriptorio da companhia he a rua da
Praia, n 167.
Rio-Gran Je, 18 de novembro de 18*8-
Joti doi Sanloi Magano.
fariltll James.
C- H. Clmtun. ',
Quem annunciou querer comprar urna marquo-
za sendo queira uma de amarcllo" em muito bom
uso dirija-se a travessa do Arscnal-de-Guerra, ar-
inazem n. 5 : bem como se vendem 5 duzias do ca-
deirasdopalhiuha.
Jos Nica'cto da Silva tem aula particular de
grammatica latina cm sua casa : as pessoas que a
quizerem frequentar, dirijam-se a rua do Hospicio,
n. 5.
Precisa-so alugar um moleque de 14 a 16 an-
nos para algum servico de casa e mandados o que
seja lid : na rua larga-do Rozario, n. 32. .
Os rendeiros dos trapiches elfandegados e por-
tos do embarque da rua de Apollo fazem seiento a
quem competir que est em vigora tabella da Ihe-
souraria geral, de 10 de fevereiro do 1847, desde o
principio do correute mez,
A pessoa em cujo poder se adiar um cavaijo
futo. grande, faca com uma lislra branca no bei-
co superior, estradeiro at meio, sendo a estrada
do passo, desrabado, o qual fui tomado no enge-
nho Mussupe pela tropa do Moraes e retomado pe-
la torcas logaes no eifgenho Miiasupinlio para con-
duzir bagagens, queira annunciar onde se devo
procurar ou dirigir-so ao mesmo engenho Mussupe
a Manoel Germano do Albuquerque Mello, que grati-
ficar.
Precisa-se de uma ama capaz para todo o servi-
co do urna casa de muito pouca familia : no pateo do
S.-Pedro, n. 22.
O abaixo assignado lem honra de participar
aos Srs. propietario dos engenhos de fabricar as-
sucar, e mesmo as pessoas quo o receben nesta pra-
5a, que o annuncianlose cha de novo eslabcleci-
do com armazem na rua do Apollo, n. 24, com gran-
das depsitos o todos os mais preparos precisos,
com bom embarque para roJer receber, tanto pelo
lado de trra como pela mai pequea todos os as-
sucares que seus donos, ou queffl os representar qui-
zerem guardar para so embarricar j> cnsaccar
como melhor Ibes convier para a csprlacSo a fim
do poderem vender com maior vantagem, c no
osacrificarom quandu liega ao mercado por no
haver ondeo depositen, o isto por uma mdica
commissao que se convciicionn a vista no mesmo ar-
mazem onde so achara presente lodos os dias e a qual-
quer hora o mesmo abaixo assignado bem conde-
cido no s como por ler negociado de 1832 al
1844 com assucar, mas como agento das cobrancas
da adminislracflo da exucta companhia do Pernam-
buco o Parahiba onde tem merecido a conlianca
dosSrs administradores da mosma.
Jote Antonio de Souza Vacilado.
IRIS.
Os Srs. assignanUs plem mandar buscar os ns.
I9,20e21, o completo do segundo semestre c do
segundo volume drsta publicarlo na rua da (.adea
do Recife, loja de livros do Cardozo Ayres e na rua
do Trapicho, n 34, escriptorio do Novaos & Compa-
nhia onde acharSo a venda o primeiro e segundo
volumes, a 10,000rs.cada um paraos que uOoTO-
remassignantes.contiiiuanao a assignatura .leste
anno em vantea 6,000 rs. por semestre c 12,000 rs.
por anno .corno na corte. .
r-Mo reriodico, collaborado por muitos homens uo
lellras redigido pelo lllustro poeta portuguez, dou-
tor Jos Feliciano de Caslilho Itarretoe Noronha,
desompcnbou calliegoricamciilo nos dous pnmciros
volumes o lim para que foi creado, o lio de presu-
mir que contine da mesma forma, sempre a ine-
ll.orar; pgr isso silo convidados os amantes da littc-
rafura a concorrercm com o seu conligenlo, sig-
nando a dita obra e cooperando desla forma parta
adiantameulo de urna obra escripia debaixo uo lol-
zosol do Brasil ,csobos auspicios dos mais auaiir
sados escriptures hrasilci/os.
- Manoel Masimiano Cuode* embarca para o Rio-
Grande-do-Sul, com escala pelo Rio-de-Janeiro ,. o
Lescravo crioulo do nome Marlinlio.
--O abaixo assignado abre a sua aula de latim o
franceznodia8docorreirte,e de primeiras letras
no dia 15 : contina a reeobor pensionistas na rua
do Queimado, n. 37. Tadro JoaoJosc da Lotta iu-
--Ouem precisar de uma ama que coso, ongom-
ma o faz lodo o mais servico para casa do um bo-
mem solteiro, dirija-so rua do llortns, n. "
-- Existe ira rua do Nogueira, n. 3, urna sennora
que coila e coso capoles de carregaco por cora-
do ereco. e com gratulo desembarace.
--Exialeua ruadaSe.tzalla-Nova.n. 40. prime-
ro andar, uma carta para oSr. Gustavo Gancio de
"--Precisa-so de uma ama de leite, que soja cscra-
va : na rua das Cruzes, n. 18, primeiro andar.
- Joaquim Facundo do Castro Silva segu viagcm
para o Rio-de-Janeiro. ... .
-Aluga-se a casa da esquina da rua do Caldei-
reiro', para o porto doembarquo com rmno pa-
ra venda e commodos pura murar familia : na pra-
ca da Independencia livraria ns. 6 o 8.
- Fr. Joflo Capislrano do Mcudoiica lem aberto
no convento de S.-Antonio desla. cidado um curso
do philosophiao outro de geograplna : us pessoas
frequentar, poJonlo dirigir se
Hio-C.rantle de forra de cent cavallos aclia-se j
promploa empregar-so no servico de rebeques,
qur ncsle porto, qur na barra -, o que o preco por
oa ser :
Na barra, por entrada ou salada.
I. Por embarcaciio de menos do cem toneladas
brasileiras 100,000>s. '
II. Para aquellas que frem de mais de cem, 1,000
rs. por cada tonelada.
uo
que o quizerem
. mencionado convenio a qualquor hora
O eoncellto de directo faz publico que o vapor' Quem precisar de um fettor porluguoz para um
sitio ou outra qualqueroecupas3o, dirija-so a iua
' jsVaicnlim da Silva, bem conliccido por en-
sinarha 13 annos, avisa a quem convir quo abre a
sua aula do Utim a 8 do crrenle, ua rua da Alegra,
n. 3S\
Joaquim Soares Barboza faz sciente ao publico,
que, desde o dia 1. de Janeiro, deixou do ser caixei-
ro do Sr. Manool Ferroira Raats.
O abaixo assignado com najara noAterro-da-
Boa-Vista, n. 66, leudo de retirar-se para a Europa
no primeiro navio quo para alti paria, o qual devo
de ser por todo este mez, avisa a quom tem penho-
rescm sou poder, que os v resgalar da data deste
a quinzedias, do contrario passa a vende-!os para
seu pagamento.
Manoel Ftrrelra dos Santos.
~ Prcisa-so alugar um prcto para entregar p;W
na rua cm companhia do um caixeiro dando-se-
Ihe o sustento e boa paga sendo possante e sadio :
na rua larga do Rozario, padaria n. 48.
Iiessppsreceu, no dia 4 do correnlo da casa
de Rotho & Bidoulac rua do Vigario n. 4, um ca-
chn inho de raen ingleza com os signaes seguin-
tes : pequeo, todo proto, o orelhas grandes: quem
o achare levar a casa cima ser bem recompen-
sado.
AULA DE PRIMEIRAS LETTRAS.
O abaixo assignado, tendo determinado dar prin-
cipio aos trabalhos de sua aula do primeiras lellras
e grammatica portugueza no dia 8 do corronto, avi-
sa aos pais de seus alumnos, e em particular aos
Srs. pais de familia que quizerem matricular os
saus filtras, quo o podjtrao procurar na casa de sua re-
sidencia na rua Velha, n. 32. Tambem se bnsint mo-
ninas a ler e a todas as qualulades de costuras por
urna mensalidademaiscommoda do quo em outra
qualquer parte. Vicente Ferrelra da Cruz.
Contina no mesmo gyro o boti-
quim da lsperanca na casa n. i2fi da rua
da Sexuada-Velha, confronte a travessa
do Compeli, no bairro do i\ecife,no qual
acbarao os freguezescom lase bebidas de
diversa* qualidades, assim como apromp
tam-se ptra lora quaesquer comillas de
toda- as qualidadc.*, com o maior asseio e
perfeicao : tudo porpreco commodo.
Lotera d. liten tro publico.
Olhesouroiro desla lotera, impossibilitado ainda
do poder marcar o dia para o andamenlo das respec-
tivas rodas, por isso quo a venda dos billieles lom
sido fracs, esom nenhum adiantameulo, julgodo-
ver declararao respeilavcl publico, quo, logo que a
mesma venda se adianto mais ulguma colisa, ser
entilo designado o din definitivo para o andamento
das ro las ; o para que isto so verifique com lucvi-
dado roga aos amadores deste jugo, que so aprossetn
a comprar os liilheles que cxisloni oin ser.
Deposito de rap andarahy
c imperial.
Na rua da Cruz, n. 03, primeiro andar, escripto-
rio de Jos de Almeida Rarreto Raslos, vende-se. o
bem acreditado rap andarahy e imperial, fabricado
no Rio-de-Janciro, sendo o nico deposito nesta
provincia ; assim como sempre so schar no mesmo
deposito o melhor cha nacional brasilciro, emeai-
xinhas de 5, 8* o IC libras, por prego commodo. O
rap vende-so a rotalho nos seguintcs casas : rua da
Cruz. n. 62 ; rua da Cadeia do Recil'e, ik. 17 ; rua do
Encantamento, n. 4 ; rua do Vigario, n 14 ; rua da
Cacimba, n. 2; tua co C.unroniz, n. II ; rua do Gol-
legio, n. ; piaca da Independencia, ns. 4 e 39 ; tua
do Queimado, ns. 10, !Ge 33; rua du l.iviamento,
ns.'4, 5 c 38 ; na da Penlia, venda da esquina, por
baixo do coronel Joaquim Bernardo de Figueiredo ;
rua Direila, ns 6, 16, 53 e 141 ; rua das Ginco-Puu-
tas, n. 50 ; pateo do ('.armo, n. 2 ; rua larga do ltoia-
rio, ns. 29 e 35 ; la do Cabug, n. 7 ; rua Nova, n.
50; Alerro-da-ba-Viita, ns. 2, 46 o 56.
Vendom-se, na rua do Crespo n.14, lercciro
andar, das 6 as 8 horas da manilla o das 2 as '. da
Urde, os livros abaixo declarados lo>los em bom
estado: i
I Atlas (cSimmencourt.
I RhetoricadeQuinliliano^Bv.
I Cicero rraliones, 1 v. .
1 Camfles, luziadas, 1 v
1 Vicira, diccionario iuglcz, 2 v.
t lloinere, lliade.
1 Historia da Grecia.
KlomerUos de civilidado.
I Montcpelirr.
1 Grammatica portugueza.
I Fonsccn, diccionario F P. ej\ F. 2 v
1 Meslre franecz.
Compras.
Compra-se papol de embrulho ( diarios i, a 100
rs a libra : na S -Cruz, padaria de unta s porta o
no Recifo travessa da Madro-Doos n. 13.
Compra-sc urna ou duas casas terreas em boas
ras : na rua da Cruz, no Recifo, n. 43, se dir quem
compra.
Compra-se uma mappa geographico desla pro-
vincia, ainda tnesmo sendo daqitclles elaborados pe-
lo coronel Cornado : na secretaria do corpo do
pulira. ,
Compra-seo livro Flor-Santorum, em bom uso:
ua ruada Gloria, n. 87, segundo andar, ou an-
nuncie. ,
Compra-so uma marqueza do ronduru ou ama-
rell"; ainda que seja nsada, eorntiinto quo a palhinln
esteja em bom estado : nnniincie.
Vendas.
F01.III.M1AS
para sacerdotes para algiheira para escriptorio c
para porta : vendem-so na praca da Independencia,
livraria ns 6 o 8.
Sorvelc.
No botiqnim juntoaollicatro, bnver sor-
veles toilos osdias, cora muito asseio n bem
feito das 5 horas o meia da tardo em
dianto.
Vcndem-se saceos com arroz de va-
por, de superior qualid.ulc, a a'aoo rs. a
arroba, editas do mais ordinario, a i s6oo
rs. : no armazem do fallecido Dragues.
__Vcndcm-se superiores lonas americanas, de
todos os nmeros chapos do Chill, finos o de cOr
rr.wlo Iva, como teeiit vindo poucos potassa no..i,
superior, por proco muito commodo : lia I laca-'lo-
Commercio, ti. 6, a tratar cun Manoel Ignacio de
Oliveira. ,
-- Vcndcm-se 4 bonitas cscravas, sendo duas per-
fcilas engomma leiras, cozinlicirns o coslurciras,
muito mocase san vicios ; duas ditas boas para lu-
do o servico; 6 bonitos moloques de lia 20 annos,
som vicios nem mol stias ; um inutalinliodc 14 mi-
nos, ptimo psra pagem ; 3 prclos Irans para todo
o servico, sendo um delles bom carreiro ; um dito
do meia idade bom pescador o canoeiro por pro-
co commodo; na rua do Vigsrio, n. 21.
cobhi:.
Vende-se cobre para forro e caldeirei-
ro : na rua da Cruz do Hecife, n. 17.
5,000
0.000
1,000
1,600
16,000
2,000
1,000
80
1,000
610
10,00(1
2.000
2,000
1,280
4,000
1,600
1,280
3,000
1,60o
4,000
1,000
800
2,560
1.000
4,000
1,280
1,280
1,280
3,000
3,000
1,280
1.2S0
t.liOO
800
1,000
8,000
1,000
l.hmond.
I Telemaque.
1 Sevcne.
1 Historia anliga.
1 Geographia do Gauticr.
1 Historia sagrada.
I Diccionario dr. fbula.
1 llora to 2v.
1 l'hedro, 1 v
1 Virgilio.
I Tilo l.ivio, 1 v.
1 Salustio.
1 Oraccs de Cicero em portuguez 3 v.
11. J0.I0 de Castro.
Dito dito.
I Klemenlo do civilidado.
1 Manual enciclopdico.
I Quintilianode Vilalolos. _'
1 Lgica do Condilac.
t Melhaphysica do Cardozo.
I roz, aplicaQflo da moral.
1 Luziadas, 2 v.
1 l.icfto de geographia.
I Manual du agricultura brasiloira.
1 Auxiliador da indust'ia nacional.
A bordo do patacho sJlaoeine, em
lente do trapiche do algodao, vende-se
fuiiha de mandiocj de iiiuilo boa quali-
dade, em grandes e pequenis porcocs,
por pieco commodo.
Vcnd-so um esciavo crioulo, bom carreiro, la-
vrador de machado, de 40 anuos pouco mais ou mo-
nos ; uma osera va crioul, du 25 anuos, que lava e
cnlendc alguina colisa do cozinha : na rua dos Ta-
uoeiros armazom 11. 5.
Vende-so urna vacca-com urna cria na estrada
do lli'lm junto 10 sitio do Sr. Claudio: a tratir na
rua dos Taiiociros, armazom. n ^
-- Vende se umamulatinha, de II nnos, queco-
ze sofTrivel o lem principios de cugommar ; uma nc-
gra do 18 annos, boa quilandeini; uma dita, quo en-
gomma, cozee cozinha o diario do uma casa; uma
lila, de 35 annos, boa co/inheira ; uma dita, de 40
anuos, quo tambem cozinha o vendo na rua: ludo
por procu commodo : na rua Nova, n. 5.
NOVO PAO A PROVEZCA K DOI.ACIIIMI.V
REGALA.
Fabrica-se na Santa-Cruz, padaria de urna s por-
ta., com a frente para a rua do Sebo; assim como
tambem toda a qualidado de bolacha de difforcntes
tamaitos, entro ellas a bolachinha d'agoa e sal do
30 em libra, furadinha, lorradinha e tudo o mais que
lio proprlo desles cslabelocimentos, empregando-se
sempre as mclhores e tnars novas farinhas quo ha
no mercado : o mesmo se aclia a venda na travessa
da Madro-de-lteos, n. 13, deposito da mesma pada-
ria ; e na esquina da rua do Collegio, venda do So-
bral, tito smenle a bolachinha regala doce.
~ Vende-se uma loja de miudezas bem afregueza-
da, sem alcaide, e rnuito convenieiilo para qualquer
pessoa, a dinheiro ou a prazo. por precisar seu do-
no retirar-so para fra da provincia : a tratar na rua
larga do Rozario, n, 20.
Vendo-sc urna grande gaiolla com rolas, sendo
trocal, galegas e nutras qualidades : na rua de San-
Fia ncisco, n 52.
Vende-se uma bonita negrota de
naco, qiic engomma e cozinha; um dita
criulq ; tres moloques de bonita figura ;
um molecSo de nafao, bom cozinheiro ;
um dito muito forte, bom para trabalbar
armazem de assucar; um prelo de
meia idade, por 210,000 rs., caais al-
guns escravos que se mostraro aos com-
pradores : na rua das Larangejras, 11. 14,
segundo andar.
Acaba dechegarpela barca franceza Jales min-
io superior visito do Bordoaux, tanto em quarlolas,
cmo engarrafado, em caixas de I duzia, assim como
lambem sardinhas em latas de 1/4 e 1/2, azeite do-
ce em caixas de uma duzia de garrafas, cxcellenlo
vnihode llorgottlia em costas del duzia, ago'ardenlo
do Franca, Champanha 011 garrafas, e meias ditas da
vordadeira marca Cometa; o que tudo se vendo por
procos rasoavois, cm cazado FreJcrico Robilliard,
rua do Trapiche-Novo, 11. 18.
Vendem se a5 pias de filtrar agn,
lodas juntas ou a rctalho : na serrana do
Cardcal, Praia de Sinta-Uila, 11. i5.
Vendein-se rolos de fumo averia-
dos por barato preco ; na rua da Cadeia,
armazem de lijlos, n. 17.
Vcndc-se a venda da rua de S.-Thoreza ti. 60 ,
bem afrogttczada para a lona o com poneos fun los:
vendo-so por seu donoso retirar para fora : a tratar
na mesma venda.
Sorvelc na roa da Aurora.
nominco, 7 do correnlo das 7 horas da noito em
dianto, se dar principio ao sorvelo, por preco
C0-" Vendem-so cadeiras de Jacaranda de dilerentes
modelos, porpreco commodo, cl.cgadas ltimamen-
te do Porto : quem precisar, podo d.i.g.r-so ao cap -
Io da barca Betla-Ptrnambueana, na Praga-do-Com-
"'^("'."i'aU-se a venda do 200 a 300 bar.is do ex-
cclloi.tc mel de furo novo : queraos pretender di-
rija-se a prac. do Coitiniorcio, n. 2, ptimciro andar.
Sardi has-
.. Vendem-so latas do excellonlcs sardinhas viu-
das do Lisboa, mclhores do que as de Nantcs : na
rua da Cadeia do Recifo, loja de ferragens, u. 56.
I

ILEGIVFL




No deposito do Me. Calmont & Companhia na
ra de Apol)o, armazem n. 6, aclia-so conslante-
mente grande sorlimcnto de ferragens inglozas para
cngcnlios do assucar corro sejatn : laixas de ferro
rondo de diffcronlcs modelos, os mai modernos|;
lilas de ferro balido ; moendas de ferro do mode-
lo adoptado para armar em madeira ; dilas todas
de ferro, lano pa'ra agoa como para animaes; ma-
chinas do vapor de frca de quatro cavallos e de al-i
la pressiio o mais moderno e simples que lie possi-
vol ; repartidoras ; espumadeiraa; resiriadcras de
ferro estanhado; formas de ferro: ludo por prego
conimodo.
- Vendem-se accoes da ex-
tincta companhia de Pernambuco
e Parahiba: no escriptorio de O-
liveira limaos & C, ra da Cruz,
n. 9.
Venderri-so presuntos para fiambre; queijos
londrinos ; ditos de pralo ; Utas rom bolachmha
lina de Lisboa ; dilas de ararula ; conservas novas ;
musanla ; pules com sal lino ; latas com niarmela-
da nova ; dilas com hervidlas ; caixinhas com mas-
sas linas ; vinlio moscatel de Setubal; dilo Sherry ;
licores linos ;e outros mais gneros, por preco com-
modo : na ra da Cruz, no Itecife, n. 46.
RA DO CRESPO, W. 5.
Noves riscados indianna, a
itO rs. o covado.
Na ioja de Cuimariles & Companhia, vendem-se
osnovos riscados indianos, de quatro palmos de
largura crtres fitas e padrOcs muilo modernos pelo
barato prego de 280 rs. o covado.
-FARELO
emsaccas milito grandes,
a 3/6oo rs. a sacca:
no armazem do Braguez ao p do arco da Conccigo.
Na ra do Crespo loja de 4 portas, n. 12, ven-
dem-se chapeos de castor pretos, de mu i lo boa qua-
lidade a 4, ion rs.
Vendem-se saceos com farelo,
chegados ltimamente, pelo diminuto
preco de 3,/}00 rs.: na ra da Sanzalla-
Vel'ha, n. i38.
Vende-se a verdadeira potassa da
Bussia, desembarcada hontem, por pre-
co nmito rasoavel, vista de sua limito
superior qualidade : na ruado Trapiche,
11. 17, e ra da Cadeia, n. 34
CHA'BRASli.EIRO.
Vende-se, no armazem de molhados atrs do
Corpo-Santo, n. 66, o mais excedente ch produzi-
do emS.-Paulo, quo tem vindo a este mercado ,
por preco muito commodo.
Lonas inglczas.
Vendem-se peras de lona ingleza, de
boa (|iialidade, e por preco mais barato
do que em outra qualquer parte; na ra
da Cadeia do Hecife, armazem n. 12.
Vende-so a verdadeira e muilo superior fan-
nha SSSF, a relalho c em porgAo ; dita de outros au-
tores: na ra do Vigario, armazem de Francisco Al-
vt'S da Cuuha, 11. lt.
Vendem-se barriquinhas com cal virgem de
Lisboa, muito nova ; fechaduras para portas de
armazem ; relroz do Porto ; barril com alcalino da
Suecia ; pillas do familia ; ancorctas com azeito-
nas, por preco commodo : na ra do Vigario n. 11,
armazem de Francisco Alvesda Cunta.
No armazem de Joaquim da Silva
Lopes vendem-se saccas com caf de es-
collia de primeira qualidade, a 1,700 rs.
a arroba ; barricas com bacarho de esca-
ma a 9,000 rs ; ditas com fardos a
4,000 rs. '
Vende-se gelo, na ra da Senzalla-
Vclba n. 112, a '1,000 rs. de una arroba
pira cima, e a meia pataca por libra. O
deposito so estar aberto s 11 lloras e
meia da inanhaa e depois das a horas da
tarde.
Contina-se-a vender, na ra da
Cruz, n. Go, caixas com cera de Lisboa,
sorlimcnto vonlade do comprador.
Madeira de pinito.
Vende-se a melhor madeira de piuho que tem
vindo a esto mercado: na ra da Madrc-iie-Dcos ,
armazem de Vicente Ferreira da Costa.
Algodo trancado da fabrica
de Todos-os-Santos da
lialiia ,
muito proprio para saceos de assucar e roupa de cs-
cravos: vende-so em casa de N. O. Bicber & Com-
panhia ua ra da Cruz, n. 4.
Agencia da fundicao
Low-Moor, ra da Scnzulla-
nova, n. 42.
Nesle estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimeulo de tnoendas
e mcias moendas, para engeoho; ma-
chinas de vapor,e tachas de ferro batido e
n
*
coado, de todos os tamanhos, para dito.
Vende-se um lindo molecote, de
17 a r8 annos de idade, que sabe cozi-
nhar : na ra da Cadeia do Recifc, ir. 37-.
A 1,800 rs. a peca de 20
Jardas.
Na loja do Cuimariles & Companhia, ra do Cres-
po n. 5, vondem-se pecas de algodilozinho de boa
qualidade, com um pequeo toque da avaria,
pelo barato pre?o de 1,800 rs. a pega de 20 jardas.
Na padaria da ra da Guia, no Recite, haver
todos os dias a venda o novo pfio de Provenga, fa-
bricado por outro modo que o actual, e da melhor
farinha que ha no mercado : por este motivo nflo se
pode fazer senSo a 40. 80 e 160 rs.
Vende-se vinho do Porto, muito superior, e
do oulras qualidades em barris de quarlo, quinto,
sosto, stimo, oitavo eom pipas, por prego muilo
commodo : na ra do Vigario armazem de Fran-
cisco Alves da Cunta, n. 11.
Taboado de pinho da Suecia,
de 10 a 55 palmos
de comprimento o melhor quo tem chegado a osle
mercado, em razo do so poder envernizarem qual-
quer obra por nflo ter nos e ser muitp alvo, sen-
do costado, costadinho, assoalho, forro o para un-
dosde barrca: vende-se a preco que o comprador
far todo o negocio : atrs do theatro, armazem de
Joaquim Lopes de AI incida.
PRELO EM SACCAS DE 90 LIBRAS :
vende-se no armazem de Vicente Forreira da Costa ,
na ra da Madre-de-Deos, a 3,500 rs.
Vendem-se semeas em saccas muito grandes ,
a 4,500 rs.: na ra da Madre-de-Deos, armazem de
Vicente Ferreira da Costa.
Vende-se, por preco commodo, para se fechar
conlas bom fumo em folha para fazer charutos,
cin fardinhos pequeos: no armazem de Joaquim
Flix da Rosa, na ra da Madre-de-l)eos.
Vendem-se 3 escravos de bonitas figuras, ten-
do um dellcs principios de alfaiale, por prego com-
modo : na ra de Trapiche, n. 34.
Vende-se muito boa macella em caixas., cho-
rada pelo ultimo navio do Porto : no armazem de
Dias Ferreira no caes da Alfahdega.
Vende-se um cavado com bons andares: na
cocheira da ra da Florentina.
Vende-se a venda da na do Apollo, n. 21, com
poucos fundos: quom a pretender, dirija-se a ra da
Madre-de-Deos, tratar com Vicente Ferreira da
Costa.
Vende-se cal virgem de Lisboa em barra de 4
arrobas chegada pelo ultimo navio, por prefo commo-
do; a tratar cora AlmeidaSt Fonseca.narua do Apollo.
Abordo do patacho Alago nu, ancorado m
frente do trapiche do algodflo, vende-so farinha do
mandioca de boa qualidade.
PURO VINHO DA FICUEIRA.
Existe no*armazem do molhados, atrs do Cor-
po-Santo n. 66 urna grande porgio deste genui-
no vinho que se est vendendo pelo diminuto pre-
co do 1,120 rs a caada e a 160 rs. a garrafa ; tam-
liein ha em pipas que se vender mais em conla : he
esto o melhor de lodos os vinhos que se teem in-
nunciado pela sua simplicidade e ptimo paladar:
qom una vez o beber jamis dcixar de o' com-
prar.
Vende-se muito superior lagedo do Lisboa, e
cal virgem em barris de 4 arrobas, por mdico prego:
na ruado Vigario, n. 19.
Vende-se um bonito cavado gordo ptimo pa
ra viagem, por ser muilo passeiro e maniendo : na
ra dos Quartois, n. 10, ou na cocheira do Sur. Joflo
da Cucha Rcis.
Vende-se umacaixa rom relroz sorlldo vindo
do Porto : no Forte-do-Mallos prensa de algodflo,
de Joaquim Jos Ferreira.
Chcgou da I i anca na Jyle$ e acha-se a venda no
seu iniii'o deposito em casa do Kalkmann Irmflos, na
ra da Cruz, n. 10, o vinho de
Champanha marca estrella
da fabrica do Moct & Chandon em Epernay cujo vi-
nho ultimamcnleachou a maior approvagflo na Eu-
ropa.
Vende-se um cont de ris de faadas com 20
porcentode abale.* na ra do Rozario, venda n.
39, se dir quem vende.
Vende-so um sobrado de 2 andares esotio, si-
to na ruado Burgos, n, 1, em chitos proprios: na
lrave.-sa do Arsenal-de-Guerra, armazem n. 5.
Vcndc-se Tito Livio em portiigucz por prego
commodo : na ra Nova, loja de funileiro, defronle
da Conccigfo dos militares.
Vendem-se muilo superiores batatas a granel ,
chegadas no primeirodo correille tnez a 720 rs. a
arroba porgflo de 10 arrobas para cima e menos a
800rs.: na travessa da Madre-de-Deos, armazem
n, 16.
Vemdem-so 3 sacadas de podra da Ierra urna
camadeangico com colchOcs, 8 quadros grandes
pora sali, urna mesa, urna marqueza, urna frasqueira,
I .selI i m frunce/ : na ra das l.arangeiras, n. 29.
~ Vende-se umearncirogordo e manso, proprio
para carregar enanca, por j estar ensillado: as
Cinco-Ponas, n. 83.
Vcndc-se na ra da Cadeia do Recifo loja de
Joflo da Ciinlia Magalhfles.n'primeiro volunte dqs Se-
to Pcccados Mottaes, por Eugenio Sue traduzido
cmporlugucz, por 1.600 rs.; o Mendigo negro de
Paulo Feval, traduzido em porluguez por A. llego,
1 v. por 1,000 rs .; a> poesas uc* Jo xas Caslcllo-Branco ; Amor o Melancola, por Cas-
tilho ; o ptimeiro, segundo e lerceiro voluntes da
Lizia Potica.
Vcndc-se, na ra do Trapiche, n. 44, um | re-
to crioulo bom vaqueiro, e que enlende perfeita-
mentu de agricultura ; 2 pelas una de 16 annos,
e a outra de 24 a 25 ; de todos estes escravos se
aflanga a conducta e perfeito cstado.de sade.
Calcado para lioniem.
Vendem-se sapatoe* de lustro muito boa fazen-
da ; ditos de duraque com ponteira de lustro, cha-
fados iillimami'iile por preco nlais barato do que
em outra qualquer parto : na-rua Nova n. 30, loja
de Domingos Antonio de Oliveira.
Vendem-se muito boas nozes, cliegadas lti-
mamente por prego commodo : no caes da Alfanc-
ga, armazem do Das Ferreira.
Vende-se, na ra do Crespo, loja de miudezas,
n. 11, linha emeaixinhasde oito nvelos sortida.a
80 rs. a caixinha ; frascos do veruiz para lustro do
toda a qualidade de couro, e para correiame, a 320
rs. cada frasco.
Venda-se a venda da Iravessa dos Remedios,
na Passagem-da-Magdaletia com poucos fundos, o
que he muito afreguezada: a tratar na mesma
venda.
Na ra da Cruz, armazem n. 26, vendem-ie os
seguintes objuctos para liquidagflo de contas: sola ,
couros miados, chapos de palha esleirs ceta de
carnauba saccas com farinha, e outros objectos.
Vendem-se taboas america-
nas at 3 palmos de largura
o de todos os comprimcntos.quo ha muito lempo nflo
teem vindo eosfreguezesexperimentando a falta
desta excedente qualidade. A ellas que sflo poucas e
0 prego he barato. Atrs do theatro, armazem jun-
to a maro, de Joaquim Lopes de Almeida.
Cha nacional de S.-Paulo.
Vende-se o muito superior cha de S.-Paulo em
caixas do 1, 2,6 e 13 libras ; ua ra da Cadeia do
Recife loja do Joflo da Cunta Magalhfles.
> Vende-se cal virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte: na ra do Trapiche, arma-
zem n. >7
Vendem-se barril pequeos com cal virgem de Lis.
boa, a mais cova que ha no mercado, por preco co-m
modo : na ra, da Moda armaaem n. 17.
Potassa.
Desembarcou ha poucos dias urna por*
cao de barris pequeos, com muito nova
e superior potassa, e se acham venda,
por preco mais barato do que ltima-
mente se venda, na roa da Gadeia-Velha,
armazem de Bailar & Oliveira, n. ia.
Vinho barato.
Acha-seestabelecidona ra da Madre-de-Deos,
n. 36, um armacem de
Vinhos da Figtieira,
de ptima qualidade, a prego de 1,200 rs. a caada,
e a 160 rs a garrafa; e para n3o haver dolo do com-
prador serflo lacradas as garrafas e com rotulo, re-
cebendo-se a garrafa vasia, e dando-se immediata-
mente a outra cheia : lambem ha barris muito pe-
queos proprios para quem passa a (esta. O pro-
pietario deste estabelecimento pede encarecida-
mente que se nflo illudam avadando, pelo diminuto
prego e sera couheci metilo de-causa, a qualidade de
sua fazenda, digna por certo da estima dos verda-
deros amantes da boa pinga. Elle conla que quem
urna vez provar, continuar com gosto e sem arre-
pend ment. E o bom prego!! / A todo o exposto
ccresce o asseio e boro acondicionaroento, o que
ludo se poder verificar em dito estabelecimento.
Farelo,
em barricas a 4,000 rs.; saccas grandes, a 3.50o
rs., ditas pequeas a 2,800 rs.: no armazem de J.
J. Tasso Jnior, na ra do Amorim, n. 3.
Gal de Lisboa.
Vende-se muito nova e superior cal
virgem de pedra, desembarcada ha pou-
cos dias, e em barris pequeos de quatro
arrobas e meia ; na ra da Gadeid-Velha,
armazem n. ia.
Vende-se na ra da Cadeia do
^ Recife, n. 37, cera em velas, fabri-
% cadas no Hio-de-Janeiro, em urna
das mcldores fabricas, e em caixas
pequea*, muito bem sortijas, por
1 ser de 3 at 16 em libra; e tam-
K bem ha velas de urna e de meia libra,
0 branddes, por preco mais barato do
que em outra qualquer paite.
>^^0fe0l*tfft0lfeaft0te0tetW
A !#'2ttOrs.o par.
Vendcm-sc sspalosde cordovSo para senhora a
qualro patacas o par : na ra Nova, n. 30, loja de
Domingos Antonio de Oliveira.
Vendem-se os seguintes Itvros: o Panorama,
segunda serie, 3 v. encadernados e novos por 12/
is.; a Chronica dePalmeirim 3 v. novos, por 10/
rs.; Chronica de Clan mundo 3 v. novos, por 6/
rs. ; diccionario liespanhol o francez, 2 v- por
6/ rs.; dilo italiano c porluguez 2 v., por 10,000
rs.; Alinuereve de pelas, 3 v. por 6,000 rs ; Ca-
mara-olica 1 v., por 2,000 rs.; o Enjertado da for-
tuna, 1 v., por 2,000 rs.; Codito do bom tom I
v,, por 1,500 ra. 1 Diccionario potico 1 v., por
2,000 rs.; o Gentil enamorado -, i v., por 320 rs.
Uezoul, calculo 2 v., por 3,000 rs.; Pcleja do
diabo, por 320 rs.; Testamento do cachorro, por
160 rs. ; Candil economa, 2 V., por 3,000 rs. ;
collece.lo das leis de 1838, encadenladas e novas ,
por 3,u00 rs. : na praga da Independencia, 11. 19,
loja de cucadernago.
Vendem-se 75 bracas de rede divididas em 3
paites tendo cada, ume25, anda pouco usadas : em
linda no Varadouro, venda 20.
Na loja de cambio da ra da
Cadeia do Itecife, n. 58 ,
vendem-se meios bilhelesda 4.a lotera do thoalro
de S.-Pedro. A cites anlcs que se acabem coitos de
que nesta casa eslevo a venda o ineo billtele n. 5,243
que sahio premiado com 10:000/de ris na ultima
lotera que correu no Rio-de-Janeiro, e veto a lista
pelo ultimo vapor chegado em2 do correte.
-rVende-soumearmagUoquese vai desmanchar,
propria para quem quizer p6r alguma venda do no-
vo ou mesmo para qualquer outro estabelecimon-
to, por ser de madeira mu'to grossa ; um. bom bal-
cilo e mais pertences : na ra da Cruz, no Recite, ar-
mazem n. 26.
Vende-se urna preta djj 30 annos que cozinha
o diario de urna casa lava de sabSo e varrella o faz
o mais servigo de urna casa ; sem vicios tem acha-
ques : ao comprador so dir o motivo por que se
vende : na ruado Livramento, n. 19.
Vende-se, no pateo do Tergo yenda n. 7, vi-
nho daFigueira, a 1,280 rs. a caada e 100 rs. a
garrafa ; dito de Lisboa, a caada a 1,120 n., e >
garrafa a 140 rs.
Vende-se no pateo do Tergo, renda n 7, ar-
roz do Waranhio a 2,000 rs aatroba, e a libra a
70 rs.; manleiga ingleza, a 640 rs.
Vendem-se lindos niergulhos de p a freir mos-
catol-jasniim com caixos de uvas e Sem elles, em
caixOes para screrri conduzidos para onde os quiza-
rom levar': na S.-Cruz, padaria de urna s porta:
lambem se vendem algumas libras das mesmas
uvas.
Vende-se urna porgo de lijlos de alvenaria
grossa da marca maior que ha presentemente, qo
multo bom barro e bem cozidos} os quaes se apromp-
taram para urna encommenda e por nao se preci-
sar delles agora lio quo se vendem, e mesmo tro-
cam-se por algtim cscravo : no Passeio, n 13.
Vendem-se pegas de -madapolto muilo largo ,
com 20 varas, proprio para forro e roupa*de escra-
vos a 2,800 e a 3,000 rs.: na ra do Caes, n. 17.
Vende-seurna porgflo de bolacha ordinaria,
propri para escravos, por prego commodo : na ra
Direita padaria n. 26.
Escravos Fgidos
Fugio, no dia 3 do passado un) cscravo, de no-
mo Manot de altura regular, cheo do corp,
tem bastante marcas de bexlgas; levou caigas d
riscadp velhas e camisa de algodftozinho : quem o
pegar teve-uo a seu senhor, Miguel Jos Rarlioza
Cuimariles, na ra do Crespo n.5, que ser grati-
ficado.
Fugio, no dia 18 de outubro do engenho S.-
Joflo, no Cabo, Marcolino, pardo trigueiro, de 19 an-
nos, estatura regular, cara redonda; odios penuenos,
denlos limados-; levou duas caigas, urna de brim
pardo e outra do riscado azul; quem o pegar leve-o
ao referido engenho ou a casa de Lulz Gomes Fer-
reira o Mondego, que ser generosamente recom-
pensado.
Fugio, de bordo do brigue Sirtorio, na mauhffa
do dia 5 de judio prximo passado, um escravo mi-
rinhero de notne Francisco de nagilo Jang; re-
resenta ter 30 a 35 annos; tem um signal na face es-
qut.da, falla muito descangada ; lvou caigas e ca-
misa de algodfio azul, chapeo de palha pintado de
branco, o balde de trazer ragoelfe 7,000 ra. em ce-
dulas; falla hespanbol: quem o pegar leve-no a
ra da Moda n. 7, que ser bem recompensado.
Fugio, no dia 20 de noyknibro prximo passa-
do, as 7 horas da manliaa urna preta de nome Filip-
pa, criottla de 38 annos ; (oi escrava do Sr. briga-
dero Aleixo, possuindo o mesmo Sr. uro lidio que
essa escrava linha; he de boa estatura cheia do
corpo cOr afulada, com o semblante carrancudo ;
tem as costas marcadas ; levou vestido de chita ver-
de cora quadros azues. Esta prela ja foi escrava do
finado coronel Brederode e de Piuho llorges, por fo-
so he bem condecida ; consta que ella vai algumas
noites pedir aos pretos do tinado coronel agasalho,
esuppOe-se que ella anda pelo bairro do Recife e
que muitas vzes vai dormir m Fra-de-Portas, em
casa da urna preta forra que diz ser sua madrinh ;
lambem consta que as vezes anda pediudo roupa pa-
ra lavar de ganho, e vai lavar no Monleiro, e se-
gundo consta, dzem que tem para as bandas do Cor-
deiro um irmfio forro, ondo doroie muitas vezes ;
foi comprada em dias do mez de outubro prximo
pessado ao Sr. Jos da Silva Monleiro, vendedor do
escravos morador na ra do'Fogo, o qual decla-
rou no papel de venda a ler comprado ao Sur. Jos
Antonio Bastos < morador ua ra da Cadea-Vellia.
Quem a pegar leve-a a ra da Aurora, sobrado n.
32, que ser generosamente recompensado.
Contina a estar fgido o cscravo pardo, de
nome Jos, comprado pelo abaixo assignado ao Sr.
Francisco Miguel de Siqueira, morador na comarca
de l'ajai ; cujo escravo he bem mogo alio, reforga-
do do corpo ; lem urna cicatriz em urna das maguas
do roslo em procura do canto do olho proveniente
de umcouce de cavado, e uut calombo do um lado
do pescogo, que as vezes so deixa ver. Roga-se ao
mesmo Sr Frauciscu Miguel de Siqueira ou a qual-
quer outra pessoa quedo dito escravo tiver noticia
o favor de promover a sua prisfio e romessa para o
engenho Covas, que se dar aos conductores 50,000
rs. de gralilicac.au.
Manuel Lucat de Araujo Pinheiro.
Ausentou-se da casa' de Jos Rodrigues Pereira
um cabritilla que representa 14 annos, de nome
Benedicto natural do Rio-Crande-do-Norto; tem
alguns denles podres na fenle e acabou ha poucas
satnauas de ter bexigas, das quaes tem as marcas
no roslo e pelo corpo; he baixo e muito ladino :
3uem o pegar leve-o a referida casa, ou a Yiclu ino
o Castro Moura, na ra da Cadeia, n. 20. lia no-
ticia que o dilo cabritilla anda por aqui porto do Re-
cife.
Fugio, no dia 4 do corronte, a escrava Julianna,
da Costa, baixa, grossa do corpo; ten um furo na
venta e um talbo n cara; lio bem parecida, de 30
anuos pouco mais ou menos; levou vestido de chita
branca com palmas rouxas e panno da Costa :
quom a pegar leve-a re* !> Quei'.!1!'.1, : 10. ler-
ceiro andar, quesera recompensado.
Desappareceu, da futidigo de S.-Amaro no
mez do noveinbro proxoto passado o preto Anto-
nio de nagflo Congo altura regular grosso com
marcas do bexigasuo tost, falla muito moderad*;
he malhadorde ferreiro; consta quo tem andado
em torras do engenho Pao-Santo : quem o pegar le-
ve-o a dita fuudigilo ou ao escriptorio, na ra da
Aurora, ti. 30, quesera recompensado.
--Fugio, no dia 12 de dasembro prximo passa-
do O escravo Itay inundo, cor cbra baixo, espa-
dado ; levou camisa de algodao d lislras o calg-'S
de duraque preto : quem o pegar leve-o ao engenho
Caiapi, ou nesta praga a Jos da Silva Coy.
Pon. : na ttf. di it. r. de fama.i84 ILEGVEL L


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