Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06197


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Full Text
I
Jtni*
XXIV.
Quarta-feira 15
, ni MI publicare todo 01 di que no
, de eiiada: o preco da alKaatura he
^hhi r. por quirwl. pf *<*>/. 0
' \?.,-in* &' a8nte "' tnerido i
'"'" ur. porllnh. 40 r. en tjrpo dlf-
"'"',. .i rrielicoC pela metido. O nao
'''"".'ule pagarSo 80 r.. por liohae 180 rj
'^"podiilereote, por cala publlcaelo.
plIASES DA LA HO HEZ DE DKZEMBBO.
.u a 3, i hora e 47 mili, da Urde.
C !Z*ii 10, 9 hora e25 inln.da aanb.
*M,a 17, 8 hora e 53 ma.da manh.
f %i, a 26, a 2 hora e 3 ralo, da Urde.
PARTIDA DOS GORREIO.
Goianna e Parahiba, i teft. e sexlat-fciraa.
Ro-G.-do-Norte, .|iiinta-felra ao nirio-dia.
Cabo. Serinbcm, RloKormoo, Porto-Calvo
e Macelo, no 1.', a II e 21 de cada mea.
Carauhun e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vi.w e Flore, a 13 e 28.
Victoria, i qulnlaa-felra.
Ollnda, todoi ot da.
PREAUAR DE BOJE.
Primeira, i G hora* e 54 mi nulos da manh
Segunda, al borai e 18 minuto da tarde
W&
de Dezembro de 184?.
DIAS DA SEMANA.
11 Segunda. S. Damaio. Aud. dol.do or-
photdo J. el, r do J. M. da 2. V.
12 Terra. S. Juttino. Aud. do J. do c. da
1. t. i' do J. de pal do 2. llit.de I.
13 Quarla. 8. I.iula. Aud. do J. do e. da 2.
v. e do I. dcpatdo 2 dial, de t.
14 (iiiini i. S. Ariu-IIo. Aud. do J. de or-
pbo e do J. M. da I v.
15 Sexta. S. Euxebio Verelene. Aud. do J.
doclv. edoJ.depaidoldlil.de t.
10 Sabbado. S. Anania. Aud. do I. do c.
da 1 v. e do J. de pai do 1 diit de t.
17 Domlnfjo.S. BartholomeodeS.Gemluiano
If. 70.
CAMBIOS VO DI A DK II DEZEMBRO.
Sobre Uudre a V> d. por I fOOO r. a 90 dial.
Par! ,
IJabM 120 pr cento de piamlo.
a Rlowle-Janero ao (>ar.
De*, de lelt. de boa firma a 1" X ao me
Aecoe.da comp. de lleberlbe. iM/W.*:
rVroT-Ones hrapanholaa ao^M a SIM0
Modad ; de 4/U00...
PraUPatacOe brasilelro
Peo oolumnarloa.
> Dito mexicano.....
IT/000 a
Ki/Jml a
9/200
1/940 a
1/940 a
1/880 a
17/i0n
16/40..
9/300
1/BflO
1/B0
1/MO
DIARIO DE PERIAMBUCQ
___PARTE OFFICIAL.
G0VERNO DA PROVINCIA.
Opresideato da provincia rosolve, a-bem do ser-
vido publico, auspender ilo exercicio do comman-
dsntesuperior da guarda nacional dos municipios
jcOlinda o Iguarass a Francisco Honorio Bczcrra de
Henezos, e ordena que o dito eommando passe a sor
nlerinamenle exorcido pelo tencntc-coronol do pri
neiro halalbao da primeira legiSo, Francisco de Pau-
la Souza LoBo.
Palacio do governo de Pornamhuco, 12 dodozem-
bro de 18(8.
Hrbccuno FkRKEIRA Pbnna.
Keparlieao da polica.
EXTRACTO DIARIO DO DA 12 DO CORRENTE.
Fram presos: ordem do Sr. desembargador
rliefc de polica, o proto Anastacio, escravo do Flo-
rencio de llarros, ea preta Paula, escrava dol. Ma-
rianna, dos quaes nflo consta o motivo das prisOes.
O 1. Amanuense,
Aprigio Jos da Silv
EXTERIOR.
A MARINIIA INf.LEZA.
Paris, 29 de agosto de 1848.
Acamara doeommons volou a semana passada
o oreamentoda marinha inglcza para o anno de 1818
-18*9. A discusso fot mais calorosa do que cos-
lumava er, ou, para fallar com mais exaclidilo, li-
nha sido preparada com mais cuidado, Urna com-
miss3o composta em grande parte do horneas es-
peciaes, mas na qual entrou gente de todos os par-
tidos incluindo o proprio Sr. Humo, foi encarrega-
dade fazer um longo inquerito sobre o osudo da
marinha militare do rovero seu orea ment.
Ofimquesetiuha em vista era satisfazer a opimflo
publica, que comegava a queixar-se dos augmentos
consideraveis que se faziara todos os annos nns dcs-
pezas desta repartg3o. Apressomo-nos a dze-lo, 0
resultado dos trebalhos desta commissflo, consig-
nados em um relatorio muito volumoso, foi o do
approvar ludo o quo o govomo faz lia annos. Quan-
to a economas que propoz, reduzem-se somma
(le 43,000 libras.
0 total do orcamento votado para 1849 monta a
7:961,000 libras ( 79,610 contos ), por moio Jas quaes
so manterilo no mar 266 embarcaces de todas as
classes, guarnecidas por 43,000 marinheiros e sol-
dados do marinha. Alm disso, compromette-so o
govorno a doiUr agua tres naos de linlia, a pflr 12
a 15, que estilo no estaleiro, em estado de cahirem
ao mar, e continuar com actividade a construccHo
da immensa osquadra do vapor que decidi crear
ha poucu mais de tres annos e que (Icar prompla
dentro defiotico tompo. Esia esquadraacabar-se-ha
do construir com urna rapi lez que deve causar ad-
miraQilo ao mumlo, o dar serlos motivos de reflexio
aquellos que eliegaram a acreditar quo a appllcaQao
do vapora navpgaQSo trazia a decadencia martima
da Inglaterra. Segundo disie o Sr. tobJen, quo cen-
surou vivamoiile as drspezas feitas com esto ramo,
compr-so-ba esta esquadra do cem navios ja cons-
truidos ou em construccflo, da lolaQilo media de
1,000 toneladas, e armados de machinas da Torga to-
M de 3W,000 cavallos.'A esto numero cumpro ac-
cressenUr 60 a 70 vaso de frca menor, barcos do
'eboque, yachls roaos o do almiranlado, hateras
luetuaBle, etc. etc. que conlam cerca de 10,000 ca-
pullos, da frca. A despeza total occasionada pela
cieaco desta terrivel esquadra moitla pelo menos a
*eis niilhOes de libras.
'^ontriio aos erros da administrado franceza
qnc, som contar o mui dispendioso cstbeleciment
lo Indrol, quiz dotar, lio este o termo consagrado,
cada um dos nossos porlos com olTIcinas capazes
nflosmenlc de leparar, mas tambom de fazer ma-
china do vapor, nao inandou construir o almiran-
lado inglez nenbutn do apparelhos empregados na
esquadra. l.onge disso : eslava 15o convencido das
vaniageivs que I he offerece o concurso da industria
Prticular que al procurou reparar as machinas
dosgeus navios em ollicinas particulares. A experi-
encia n8o foi bem succedida, e foi mister crear olfi-
cinus em Woolwicb, no Tamisa o enflloly-llcad,
Prto de Liverpool, ondo os Irabalhadores dos ar-
senaes fazem todus os concertos. Cumtudo, vai ven-
der-se o estabeiecimcnlo de lloly-llond quo ser
subaiituido por urna nUicina que actualmente est
em conslrucc.lo em Kayliam, petto de Plymouth, e
ondo se concentiarao todas as ollicinas de reparadlo
, da mariiihu a vapor de guerra. Este estabelecimento
cuslara tins 30 milbOos de francos. O do Woolwicli,
que custou daz, nSo lora novos desenvolvimentos,
nu ser em verdade seno um appendice de
secretarlo do almiranlado, um fado occorndo ha
das, o sobro o qual chamamos a atteneno ue todos
aquellesque se oceupam dcstas quostOes. Organi-
sou-se em Porlsmouth, sOb as ordens do capitao
Austin, auxiliado smento por 270 homons, nma ro-
serva do doze barcos de vapor, dos quaes seis dovom
estar sempro promplos para sabir ao mar doze horas
depois de receberem ordem para seguir viagem, o
osoutros seis dentro de tres dias. Ora, em27dojn-
Iho p. p. tondodecidido ogovernouma horada
larde mandar reforqos Irlanda, quatro desses bar-
cos, prevenidos immedatamento pelo telegrapho,
complelaram nesso mesino dia suas guarnices, pro-
visoes e combuslivel, e no dia seguinte, s 10 horas
da manhila, estavam Tundeados em franqua, ondo
recebam a sua plvora, e donde, seguindo logo para
Plymouth, embarcavam all o regiment de linha n.
35 que desembarcaram em Dublin no dia 29. A or-
ganisaqio dos arsonaes inglezes nos tinha habitua-
do, porm, a esta maravilhas. Na primavera desta
anno o arsenal de Woolwich armn completamente
em 14 dias urna nao de 120 pocas, a flaiw, que osla-
va coberta com um lelheiro de madeira, o nem li-
nha mastros reaos no dia om que chegou ordem para
armar Em Franca vimos a nao Friedland, lanqada
agoa em abril de 18*0, sabir ao mar smento om
junho do 18*1, bom que durante esses quatorze me-
zcs so oropregassem nella e sem concurrencia todos
os mcios do porlo de Cherbourg !
Ao^asso que a marinha a vapor so desenvolve com
Una energa, a marinha de vela ve diminuir gra-
dualmente a sua importancia. A esto respeito o dis-
curso do secieUrio do almirantado revelou-nos um
facto que causar orpreza a muita gente, mas do
qual nao se pJo duvidar sabendo-o de tal fonte. A
Inglaterra, que em 18*1 conlava 199 naos de linha,
117 em 1835, 97 em 1835, nilo possuia scn5o *7 em
1848, figurando neste numero 3 naos lineada! ao
mar oslo anno. Todava considera o almirantado es-
to algarismo como o menor aquejoossa propon que par o futuro se lancen) ao mar 3 naos
por anno.se tenjiam 12 n 15 no estaleiro promptas
a caliir ao mar, o se conservem nos arsenaes de-
baxo de coberta as madoiras necessarias para cons-
truegao de mais 12 ou 15. S para as naos de liona
ha um deposito do madeiras de 70 a 80 mil tone-
ladas.
A discussao nao teve a menor referencia u pall-
uca. N3o se tralou das nacfies estrangeiras senHo
para deplorar a ruinosa emulacao que arrasta ha
muitos anuos lo.las as nacos europeas a despender
improdiictvamenle, nesias custosas machinas de
guerra, somnias immensas que ompregadas em tra-
ba Ihos uteis Icriam contribuido para o desenvolv-
monto da civilisaco e da riqueza publica, e podo-
riam ler servido polo monos para coinbalero terrivel
flagello do paupeiismo.
( Journal des Debis. }
cessidade.faUa-lbesautindadop^^e^^
tiQcar todas estas propos.ces.^ Antes Rejudo con^ ^j ^^ hj ug'ura Q propriel,rio tendedor que
vem exai
remedi
miseria ua prupriu""" ,-....------ .i..1.r,i
em erro, o sobre osle poni de.xaram-mo cblupcT-iclo
as asserces com quo deparc no relatorio da coin-
miss:1o. .. .,.
A propriedado territorial era Franca, i
todas estas propo-igj-. JuU.. dj ludo con- jajj, ~p- --^^ et,rio vendedor que
laminar qual a .^' ,U e h,0 crodor hypolhecario, nflo exerce usura; por-
remcd.ar, po.s como re-nedia-lo se n o cinneco i pagamentos retardados.
Ora quem I6r o ^"'J* """'/^"uCu~al ^ Supponhan..s que se emiti 2 mil milhOes. Pen-
voncido que sen autor ^**'2SV12E^\JkSarmt1lumA esta somma se empregara em
de miseria se? orv^nlur. sais" Ventura quest, somma se empregara em
sitas f!9? ^VSfi S5. "i*! ^^^sk^- LlMaJiiaia
:n a
qi
existo.
IIHillluiaiii^m-".-. ft. 'w.......----------------- ----- -.
ia miseria gerai: rwr '"-' -.- :f" ',rr da'os randes nropretarios, n3o lera isso mlluencia al-
Ut, 6 brbaro para *E%*&f \**SEl' guma sobre'o melhorame'nto de suas trras. Quanlo
llgeria da rnfAl^V^^J^*^^^ pequeos, olios se laucaran con. ma.or av.dez
v-
m
sobre a torra, c farHo subir anda mais o rreeo dos
predios.
Assim tirai logo o principal, o mais interessanle
KayllMB,
Para dar ama idea dos sorvigo que a
Poda es Dorar da sua marinha a vapor, e da
to organisacao que se Ihe ueu, ciiou o
DISCURSO pronunciado por Mr. Thiert na alambica
nacional de Franca por occaiido de discu-
tir-te o projeclo aposentado pela commis-
iaO do crdito territorial, o qual cria um
banco hypolhecario con autoritaca de emil-
tlr bilheles que tenham curso forcado.
Cidadaos representantes, nao he para responder
s accusagOes quo me fez o respeilavel Mr. Turck quo
subo a esta tribuna. I'cdi n palavra para Iratar da
quesino, porque ella me paroce una das mais graves
quo P lem sersubmeltidas ao vosso julgamciito.
V tendes discutido eresolvido, lio verdade, nes-
ses ltimos dias algumas que tinham a mainr impor-
Uncia, porque, dellas poda depondor o repouso do
paiz; todava nfo lendo&disculido ncnliuma quo po-
desse ter consequoneias mais graves.
timoterin, portanto, olhado como culpado, so
n;io livesse vindo dizer aqu o qu pens aesln res-
peito, o espero que demonstrarci peremptoriamen-
te, e islo sem exagcrag3o, porque no goslo, nem
costumo usar deltas, que, se votardos pelo projeclo
queacommissao vos aprsenla, votareis pela ruina
do pah.
Senhores, cu nunca rebaixci, nem avilto a rovo-
Iug3ofranceza (falla da primeira); pele contrario,
tenho procurado cxalta-la, sempro que seus inimi-
gos victoriosos leom procurado humilha-la. Porm
nao posso deixar de reconhocer que sem ombargo
dos immensos servigos quo ella preslou Franca c
ao mundo, duts lembrangas terriveis pesom subre
sua memoria : pcdafalso, co papel-mooda.
Todas as vezes quo estas lembrangas seapresen-
tam ao nosso espirito, um impulso do coraca, ini-
rulso que muito honro, repelle o cada falso. Porm,
Iliando se traa do papel-mooda, homeus mu sabios
pareceni olhar esta como urna das cousas que se p-
dom imitar da rcvolugilo. Islo prova que nossos co-
ragOes leem feito mais progressos do quo nossos qs>j
pirilos, que nossos senlimcnlos bao mclhorado ;
porm que relativamenlo economia poltica, n3o
sabemos nada mais do que sabamos ha mcio sec-
lo. E todava a experiencia da nossa revolugo, e
das crises inancoiras por que muitos oulros paizos
leem passado, ahi est pa ra nos insstruir.
Se, anda agora me livossem feito a honra de citar
todas as passagens que acerca do papel -moeda so
lem em um livro que puhliquei sobro a revolugno
franceza, ter-se-biam visto estes dous pensainenlos
bem dislinctos:- Como meio poltico opapcl-
moeda oi indispensavol na revolugao; como nicdi-
'da Unanceira, foi urna m medida.
Inglaterra' He som nenhuma rasSo que hoje se equiparam os
" so quer
a ne-
i eicelTen-1 assianados aos bilhotes hypotliecarios que so quer lo resto ; elle hypoltieca, nao so o que i
PS^^ktS&^St o penhor. ralta-lhcs aue-' senQo ta.nbem o que acaba do comprar.
n ni-fiiiriiMi-in> un i iliii iui v>a iaUV'*t ,,'*-",'f A33IIII li""H- r" "I"" I-----' ------------------------- -
individalTemlimilhes, sendo seu valor total de dos vossos clientes, Islo lio, a .agricultura ; ella nHo
10 milbes: islo quer dizer que olla esta individada tom nenhum intoresso no projecto. N.sso estou ccr-
om i/3 do seu valor. So una tal asserC3o fosso ver- l0 que no sore. contestado pelos verdaderos ob-
dadeira vos seriis bom infelizcs, porque e.Uaneis servdorcs dos factos. Scguramcnlon3o quoro dizer
quasi completamente arruinados. Mas vejamos. que as diversas classes de 1^***** +
Em nenhum dos paizes em quo tem existido o (ya* I numerar, mo sejam dignas do mtoresso, que seus
tema das subslituices aristocrticas, systema que S0|Trimentos n5o nos deva.n tocar. Porom M|MM-
leva osproprictarios lilo fcilmente a conlrah.rom s0 examinar qual a cusa, qual I 0WMO deJWHi
emprcslimos, a propriedado nunca esteve mdmda- solTlimcntos. I'riuie.ramentc ha chef*s do familia
da om tal proporgao. Em Franga quando so conce- que leBm administrado mal suas ArtUMIj'-^
deu indon!nisag.3o aos emigrados, acliou-so que el a imprudencia e 'nl'ab.hdado no^ rigitlo-bem
eslava ndividada om urna proporgao inQnIUmente SSeus negocios; ha depois edificadoreg do c.lsas
menor. Nunca, repito, ella esteve indivdada em um que por falta de numorano aa nu pu.lom bar.
tergo do sou valor, como pretenda o relatorio lia, e.nllni, industriosos e man.ifacture.ros de todo
Querisconhecer o computo n3o s da divida hy-'n
polhocaria senSo tambem do valor da propriedade
em Franga? Consultai o trabalho que os inspecto-
res da administragao da fazenda li/.cram quando se
tralou do imposto sobre os crditos hypotliecarios.
Resulta desle trabalho quo ha com efleito 12 mil mi-
Ihesem hypolhecas registradas. I'orein deve-so de-
duzir desta somma: 1.", as hypolhecas prescriptas,
as quaes j nilo teem valor, e nflo subsistem senilo
porelleito de urna negligencia doploravcl; 2.', as
hypolhecas de garanta para os menores o para as
mulheres. Tiradas estas, a divida hypolhecana se
reduz a 4 mil milhes e 500,000 fr. E a melhor prova
da exaclidaodesto calculo he que ello devia servir de
baso para o novo imposto quo se quera estabele-
cer. (Movimenlo.)
Agora qual he o valor da propriodade territorial ?
Ser 40 mil milhes, como proteo lo o relatorio ? lio
esta urna das avaloges que nao se pilem obtor de
um modo prociso. O mais quo se pode fazer he pro-
curar limites, he fixar um mnimum e um mximum
Pois bom II i pouco tempo, cu avaliava nesta tri-
buna em 2,100, em 2,200, ou mesmo em 2,300 mi-
lhes a renda da propriedado territorial, o cu a ava
liava nesta somma, bascaudo-me em um documenti
serio c no trabalho dos agentes do governo. Fra
pois preciso, tomando pelo termo medio da renda
2 mil milhes c 200,000 frs., que a propndade pro-
duzsso 5 por 100 para qQa rabiase em capital a 4*
mil milhes. I'orventura, dirijo-moa todos os espi-
ritos praticos desta assembla ; por ventura a pro-
priedado torritorial ronde entro nos 5%? (Nao'\
nad itso he evidente). N3o s ella nflo produz 5 /0,
como mesmo o mais que ella rendo lio 3 o- Seria,
pois, 72 mil milhes, o nao 40, ou Hmil quo repre-
sentara o capital da propriedade torritorial.
N3osedigs, pois, quo a propriedade territorial
est individada em um tergo do seu valor; ella esta
ndividada em 4 mil milhes o 500,000 ir. en-
treunto que representa um valor do 72 mil mi-
lhes, logo a sua divida he de 1/17 o u3o do 1/3 do
seu valor. ... i ->
ual he a propriedado que esta hoje opprimida:
Nao he a propriedado territorial. A propriedado ter-
ritorial, a agricultura, ho a primeira induslria da
Franga; he por ella quo mais mo Inleresso, porque
som olla nao comprendido Torga nem grandeza pa-
ra um paiz. Poi.n nao exageremos ; o quo he que a
faz solIYer ? O imposto territorial, esto he o seu mal.
( He verdade He verdade !)
Ha quem admiro os progressos que a agricultura
tom feito na Inglaterra ; e na comparocHo quo nella
so faz com a nossa, multas vezes so he injusto.
lio corto que a nossa agricultura tem feito, ha
cincoenla anuos, mui grandes progressos; porom
por que rasSo est ella menos adiantada do que a
agricultura ingle/a t Porquo carroga com 301) mi-
lhes de impostus, entrotanto que a agricultura in-
gleza osla completamente livre.( Apoiados. )
. Vejamos agora quanlo soffro a agrcdltura na op-
pressao geral em que seach o paiz. Allega-se que
ella so v ohrgada a conlrahir emprestimos. Primei-
ramente ser verdade quo o agricultor contralle em-
prestimos para fazer molhoramentos? N3o. Ha om
Franga alguns propietarios, bom poticos, quo leem
conservado 0 goslo dos molhoramentos agrcolas,
porm be raro que elles sendivdem para realisa-
los. Ha depois os rendeiros, porm o titulo s por
si ndica que elles nao contrabem emprestimos pa-
ra melhorar os terrenos quo cultivam. Secontra-
hain emprestimos ho para lomar urna helado mais
consideravel, assim como um commerciante toma
emprestado para engrandecer o seu commercio ; po-
rm ellos nao lomaiii emprostado para fazer melho-
ramentos, islo n3o pode sor contestado seriamente
por ninguom.
.n jo lia, pois, mais quo urna s classe da propieta-
rios quo tomam emprestado, sao os pequeos culti-
vadores.
Ha um phenomeno notavcl em nosso paiz, o ho
que o cultivador, o penueuo proprietario, tem urna quizme iiuiwr oju v-"''----------r"'""ill'
verdadeira paixoporsua propriedado, pajxao ho- mo me oppore a isso. Digo smenle que vos uei-
nesta, excellento mesmo, porm que, como todas xais dominar por grandes illuses, e que por essa
as paixcs, arrastra a oxcessos que se tomam funes- mudanga nao tereis mais do quo ja tendes.
tos He assim quo o cultivador compra muitas ve- Agora que ja concordamos om que se pode lazer
zes, sem saber como pagar. Elle paga o quarto, o urna experiencia, examinemos se esta que a com-
terco conformo os paizes, o depois obriga-so po- missito do crdito territorial prope, he admissivel,
lo resto; elle hypotheca, nao s o que tinha antes, so ella he daquellas que so podem solTrer. DiscuU-
mos os meios propostos pela comtnissao. Os paru-
II, ciiiniii, --------------------.....-- ,,
o genero, que para continuarom com sous trabamos,
quereram tomar emprestado sobro suas fabricas.
Esta he a verdadeira natureza do mal; elle n.lo
afTecta em nada agricultura ; ha sin pas, ou filhos
familias esperdicados, ha sim edificadores de casas
que leom necessidado de dnheiro para acabar os
trabadlos comegados, ha sim inJuslriososque que-
reriam tirar partido de suas fabricas, tomando em-
prestado sobre elas. Seus soffrimentos me inte-
ressam, porm ho preciso saber se para soccorera
alguns querereis decidir a ruina de lodos. Vos soc-
correis a alguns, e islo j he urna njustiga, porque
aquellos a quem soccorreis no sflo os nicos que sof-
frem. Porm ha miisainda. Vos soccorreis custa
de todos a ostes que nilo sao os nicos que soffrem,
mas que s3o os nicos a quom queris soccorror. lio
cusa daquelles a quem abandonis que ides soc-
corror a osles.
Mullas votes: Isso he verdade I isso he verdade!
Mr. Thiers :Quarois que examine agora os meioa
de favorecer a propriedade dos bens immoveis ?
Queris que discuta a questito puramente theorica f
Oh! ha 20 anrtos quo oogo tratar osta questo. Ea
a" mo dou por suspeito, porquo sou mu pouco inno-
t0 vador para o mnu tempo, e pego-vos tenhais a bon-
dade de aceitar a minha suspeg3o, visto a averslo
' que tenho a ludo quanlo he nnovagSo em materia
" social. Agora me permiltireia osaininarse as ilieo-
rias annuncadas sao admissiveis.
Qual a raido por que a propriedade territorial
contralle emprestimos mais dimcilmonto do quo a
propriedado de bens movis ? Isso depende da na-
turoza das cousas ( Num-rosos sigaaes di adhesao.)
Entrotanto, so queris azer urna experiencia que
nflo arrastro a ruina do paiz, fazei-a.. .. Sim, en sou
de paroecr quo se fagam certas experiencias, no caso
que dellas nao possam resultar senflo pequeos in-
convenientes. Pois bom I Fazei estas experiencias
eu mo nflo opponho a isso, repito; so pego que
n3o Tugis nonhuma quo possa ser ruinosa e desas-
trosa.
Na ver.Iado nos somos um povo singular. Urnas
vezes exaltamo-nosde mais, outras vezos pomos a-
cima do nos todos os oulros povos; mostramo-nos
os ltimos de todos. Nos nos collocamos abaixo do
ducado de Badn, a baixoda Russa, da Polonia, da
Prussia Emquanto a mim estou convencido quo
nosso systema torritorial be um dos mclhores que
existom. o que quaesquer quo sejam as mudangas
quo so fagam nada se conseguir que seja sensivel-
mento melhor. Porm omfim fazei experiencias.
Sabis por que rasan os capitaes nflo procuram a
propriedade territorial ? He porque elle gostam do
ir para a industria om um paiz, quo, como a Franga,
he eminentomente industrioso. PorquerasilO he
que na Silesia, em urna parle d'Ademanha, e na
Prussia, so obtm dinhcro, liypolhecando torra,
com melhores condges do que em Franca ? Ho por-
quo ncsles paizes nflo ha um foco de industria muilo
activo. Alm disto os capitaes que procuram as tr-
ras, sao pequeos capitaes tmidos que n3o so tran-
quidisam sen3o por urna boa hypotheca : s3ocapi-
taes do economa, capitaes laboriosamente amon-
toados durante a parte activa da vida para assegurar
urna pequea renda na velhce ; aquolles que procu-
ram obloressas especies do pensos, querem penho-
res duraveis. Que offereces vos a osses capitaos
com o vosso systema ? lima maior mobilidade. So
offerecesseis mais seguranga .' porm mu longo dis-
so vos Ihes otTereceis urna maior mobilidade.
Agora ser preciso fazer no systema da familia,
tal qual ella ost constituida pelo cdigo civil, mu-
dangas consideraveis. Ser preciso suppnmir a hy-
polhoca legal. Nflosei se a pretendida vantagem quo
queris obler, poder comparar-e com essa prolec-
g3o palernal que o cdigo civil concede a mullier, o
ao menor, protecgflo quevssuppnmirieis. (Nume-
rosos signaes de assentimenlo.)
Por minha parte declaro anda urna vez que, se
auzordes imitar o systema prussiano, ou o polonez.




.




^DO
i)





i
darjosdoi lyilemaiji postoi rm pial ira om noilM
pai/es ii.lo lei-iii que combater-mo, porqueeu aceito
.1- experiencia!; que su repulo con Loila u ener-
ii d queaou capaz, he <> que aeommlasto Jo ero-
diln territorial hoja boj tropoe.
ii i iloui matos: eraaefio de um banco lerriloriel o
papel d'-t <;iilr>.
Os beos territoriaea nanea snrtiram bem. Mobi<
lieer > ierre be nina empreza que mo permi tt iris
cliamar absurda. Todas M retel quo so lem <|iieri-
.lo ra/cr isto, a nato reza, qco escarnece dos falsos
inventores, os tcein inmediatamente punido. Per-
initti-mo examinar rapidamonlc a organisac.lo dos
bancos para mostrar que estas patarras, multiplica-
c,ao dos capitaos pela mobilidade dos mesinos rapi-
es, eneobrem rlumeras mui perigosas. [Fallas]
fallai.) .Nao, os bancos do descont nilo mullipli-
nam os capitacs ; ellos preslam sorvicos, he vei dade,
mas nao criam capitaes onde os iifin ha.
A carteira do banco de Franca pJe srr avahada,
termo medio, durante os vinte anuos ltimos em
200 milhOes. O deposito mctallico pode ser avaha-
do, do niesmo modo, em 100 millioes.
Qual o phenomeno que so opera pelo descont ?
Ei-lo : erreitoscommerclaesinuieis, oscm valor as
maosdaquelles que os possuem, sflo apresentados
io banco ; o banco os examina Quando elle reco-
nbece a solvubilidado das assignaturas, pc esses
'.betesem sua carteira, e em troco da um liilhele
do banco que corro como dinbeiro.
Kilo tomou assim 200 milhOes de cITeitos quo nffo
liubam curso, e os substituio por 200 millioes de bi-
lhetos que loem curso, o diz-so vulgarmente : ello
rreou 200 millioes du valor. Porem com queeondi-
<3o faz elle isso ? <;<)in a condicilo de ter loo millioes
rm seus cofres, 100 millioes inactivos que elle tcm
retirado da circulaoSo. Assim ve-so que realmente
elle nflo creon mais que 100 mullos do valor.
Agors, dspoisquo por umi muito louvavel medi-
da, pela qual eu rendo bomon.igem ao nosso ro
tavel collega, II. Carner-Pags, os bancos do....
parlamentos Tr.im reunidos ao binco central, ludo
dobrou. lia 400 milhOes do carteira, e 200 militos
de reserva nietallica, de tal so re que, substitu ndo
a 400 milhOes de cflbits400 milhjs de bilhetcs do
banco, o banco nao cria oiurealidadosenao 200 mi-
Jli "es de valor.
Qual ho relacffo desla eroagao do valor com o ca-
pital -eral em CrculagflO? lia muito ilillicil c nies-
mo quosi impossivel avaliar exactameiiro o capital
gernl quo circula em Franca ; todava julgo appro-
xiiiar-mo bastante do sen verdadeiro valor, esti-
iiiando-o em 12 mil millioes, c como so ve, cutio
essea 12 mil millioes s 2)0 milhOes ha a titulo de
cenacho du valor pelo banco.
Sera isto dizer que o banco nao presta servidos no
piiiz? Nflo; nilo. Este grande concurrente, quando
Cboga ao mercado, tcm urna aci;o enorme; quan lo
Olio lixa o descont a 4 por eento, obliga logo os
banqueiros a abaixar alo seu descont. Elle pres-
t outro servico immenso e he que o banco s des-
cea os cITeitos commerciacs a tres mozos, o lia na
circiilaciio bilbetes a seis, oito e dez mezes ; os des-
contadores recebem estes bilhotes; o dopois, quan-
do so fallam tres mc/.es para o seu vencimento, Ic-
vam ao banco os bilbetes do quo so acliam de psse.
O banco os examina, disctelos, e faz urna cen-
sura muito moralista, muito elllcaz. O banco prosta
porlanlo esse segundo servico, dp assegurar a sol-
vabilidadc, o do tornar maior a moraliJede. ler-
reiro servigo quo ello presta, ha facilitaros paga-
mentos. Tara que em urna cidade como Pars lodos
os pagamentos se lizessem em moeda do prata e co-
bre, Cira preciso que se empregassem no traiisporr*1
lessas moodas, para assim dizer, tantas carrossas?
qnantas vemos trilhar as nossas ras, transpor-
tando os materiacs deconslruecfio. O banco subs-
litoo o papel prata o ao cobre, cujo transporte
seria demasiadamente ineommodo. IS os tros ser-
vicos que o banco prcsla ; porm pretender que elle
jiossa crear um capital be urna falsi.lado.
Agora, aqliillo rnesmo que os bancos nao pdem
fazer pela propriedade movivel, vos me dizeis que
pudem fazer pela propriedade territorial lio isso o
que eu neg o declaro quo he impossivel. A assom-
Vla inepermitlira entrar em alguus dotalhes. [Fol-
ln fallui'.) Esles clculos sio necessarios para fa-
0r callir essa perigosa phantasmagoria do urna croa-
gao de valor ; o iuimigo contra o qual so devo mar-
char, o iuiiiigoque convem debellar, he essa llii-
Sao queso podo crear um valor por meio dos bilhetcs
bypotbecarios. Atacando essa illusfio nos bancos do
descont, eu creio destrui-la dcbaixo do todas as
formas que ello podo tomar.
(Continuar-se-ha. 1
Misccllanca.
OCOVEHNO PROVISORIO DA REPULICA FIUNCE-
ZA E A ASSEMBI.EA NACIONAL
A assembla nacional vai rovogando um a urna
quail todas as medidas decretadas pelo gnverno pro-
visorio da repblica fraucoza. Na sesso de 30 do
agosto rovogou quasi unnimemente o decreto que
aboli o imposto de carne vorde. A inteiiclo daquol-
les quo decrotaram a sup;>rcsso do imposto ora sem
dunda louvavel. Esperava-se dar um passo para al-
canzar o fim a que almcjam todos os espiritos escla-
recidos : a vida a boro mercado. Esta esperance fo
complctamonlomallograda ; o prego da carne infe-
rior nao diminuto nein um centesimo, e a suppres-
so do imposto tirou a cmara municipal om quatro
mezes urna quautia do dous milhos de francos- oi-
to centos contos de ris ) que podiam ter dado tra-
balho a umitas familias pobres. Ncm sempre as boas
inlengcs.apoiadas por palavras sonoras, bastam
para qualquer larefa, he preciso mais alguma coli-
sa para bem administrar um grando paiz e urna
grande cidade.
RESULTADO DAS DESORDENS EM PARS.
Ha ueste momento, diz oJorHaltlos Debates, vinto
e cinco mil aposentos por alegar om Paria, princi-
palmente os do maior importancia.
No boulevard Reaumarchais ha 85 rasas acabadas
do novo ; nao conten ao tojo trinta o cinco mora-
dores isto he, um por casa.
O Jornal dos Debales, examinando a stuaciTo da
cmara municipal de Pars, demonstra quo o alga-
rismo da despeza extraordinaria dos quatro primoi-
ros mezes que seguiram a revolucn.j excede muito a
conta primitiva do maire do Paris, oreada em
5,325,000 Trancse 2:130,000/) Por mais diversos,
diz esta folha, que sejain os caracteres das revolu-
cOus, qur conlinuem a monarchia, qur trgama
repblica, asscmelliam-so todas urna a oulra em
ponto : trazem todas comsigo o abalo profundo da
lortuna publica. Possa a cmara municipal nao Ibes
tornara dar (fio cuslosa liospitalidado
RiO'Formoso eAgoa-Prela, dito dito 2:500,000
K nos municipios seguintes, nosquaes spagam
aq lidies quo tildaron carne para negocio, c o cria-
dores o dizimo.
Rontn, avahado animalmente por 2:SOO,0O0
l.imoeiro, dito dito 3:500,000
llrejo, dito dito I:600,U00
Cimbres, dito dito 800,000
Caraiihuns, dito dito 2:500,000
Flores o Floresta, dito dito 3:500,000
Roa-Vista e Kx, dito dito 3:500,000
E para constar so maudou allxar o presente o uu-
blicar pelos Diarios.
Secretaria da thesourara da fazenda provincial de
Pernambuco, 11 de dezembro de 1848.
O segundo escriptur.irio,
Antonio Ftrreira da Anminciafa'o,
Declara^ocs.
Cara
Rabia sihe
r carregar, i
(endcr-SD com o mestre e dono
O h.te S.-Bntdielo: nUtm
nelle quizer carregar, on ir do pasMfem pode ,?
'. > do Am
rim n. 19, prjmriro indar. .""" """^
- Para o Rio-dc-Janelro sihc, Impretervflm.^,
ate odia 15, o patacho Alfredo anda recobo k\Bll "lc
carga, oscravos a frete e passageiros, para o qUo
assoiadoscommodos : a tratar com Franci da Cunha, na ra do Vigario, n II, primeiro ini!"
Pira o Rio-dr-Janeiro segu, com brrvd.H
o brlgue S.-Mmioel-Augusto, capitfio Minoel SimoV'
recebecirg lrele psssagitirose escravos au.
pretendorcarregar .ou embarcar, falle corno eV
capitao na pra^a, ou com Manoel Ignacio de n
veira ni praca do Commercio, n. 6.
bonc
DIARIO DKPIRNABDr.0.
nECITE, 11 DI SXZEMBRO DE 18(8.
VOLT* DO COnPO DE rOLICIX A' CANTAL.
O corpo do polica que laza paito da columna ao
mando do Sr. coronel Cypriano no alaqun do Ca-
tuc, foio primeiro quevoltou capital : bonleni a
imite recolheu-sc ello ao respectivo quartel, no meio
das acclamacoos do povo que o saudava com vivo
enthusiasmo, dando assim um solcmno tostemunho
do apreco em que os bous Pcrnainbucanos sabem
ter todos aquellos que pugnam pela ordem pu-
blica.
CHA OPINIAO' DE BRAZ TIZANA.
Parece quo lord Palmerston nio desiste da dea
de querer incendiara nossa visnha l>. Iberia Nar-
vaez. Os Inglezes sao vingativos. I.uiz XVI favore-
cen a independencia dos Estados-Unidos c morreo
no cada falso .' Nupolefo irrilou os inglezes, e vcio
a morivr no roebedo solitario de S.-Helena Carlos
X conqiiistou Argel, o Carlos X perdeu o throuo em
1830! I.uiz Pbilippo casou o lillio com a infante de
llaspanha e perdeu a cora no Carrouzel .' Portu-
gal iidoreformou o tratado de 1810, o levo a Mara
da Ponte! aples uo esleve pelos enxofres, caca-
ba por perder a Sicilia Sirv-lhe isto de governo.
( l'eriodico dus Pobres.)
[Jornal do Commercio.)
-- 0 escrituraria da inspeccilo, do algodilo da me-
sa do consulado provincial, Manoel Zelirno de Castro
Pimentel, Ionio sido oncarregado pelo respectivo
chele do proceder ao lancamonlo do imposto de 20
por cenlo sobro o consumo das ago'ardentes de pro
duccSo brsileira neste municipio, avisa a quem pos-
sa interessar, que tem do dar principio a dita col-
locta pelo bairro do Itecife 110 da 12 ( hoje ) do cor-
Recife, 11 do dezembro do 1848.
O escriplurario,
Manoel Zeftrino de Castro Pimentel.
I.o cnsul do I3 republique francaiso a Fcrnam-
inc a riionncur do prevenir ssconcitoyens ar-
rivauten pafs lrangnr, qu'ils sonttenus, aux tor-
mos de 1'ordonnanco du 25 octobre 1833, de so prc-
senler au consulnt do Franco, pour V Taire vser
leurs passeports.
II ost de son devoir galement d'informer les
raneis qui habitont cotte provinco, qu'il est de
Icunnlcrt, s'ils veulent s'issurer la protection du
consulat, Uc se faire nscriro sur le registre malri-
eule, selon les prescriptions do 1'ordonnsnco du 28
novembre 1833, aprsavoir toule Ibis iustifi do leur
iiationalit.
Pernambouc, le ll dcembro 1818.
I.o cnsul de la republique francase,
Aug.'" li lie.
Piiblrcagao Littcraria.
rom-
m>nac:s
comEco.
ALFANDEGA. s
RENDIMENTO DO DA 12...........
Descarrtgam hoje, t:i ile dezembro.
Rrguo Westmonlani bacalho.
Barca Tentatitia-Fellt ~ mercadorlas.
Hiato Exhalaclo dem.
Hirca Jane-11 roten corveja e louca.
Briguo Randolf bacalbo.
CONSULADO GEBAL.
RENDIMENTODO DA 12.
5:263,142
Sabio a luz o resumo da historia do Rrasi. ,
posta polo professor pblicos. H. do Albuquerquo
Este resumo intermciliado pelas mais bellas estan-
cias do poema Caramur o terminado por qua-
tro nUressantcs ndices chronologicos o por urna
estatistica dos hachareis formados em direito ofTe-
reco 10 leitor instrucc.lo e recrcio e a commodida-
de de encontrar em um volume muito bem impresso
e por mdico prego aquillo que s adiara em va-
nas obras o por mais dinbeiro. Acha-so a venda na
rundo Crespo, ioja n. 16, do Sr. Jos Azevedo de
Andrade, e em Qlinda rui de Wathias-Ferreira ,
sobrado n. 6, brox. 4,000 rs. Neates mesmos lugares
podem os Srs. assignanls procurar os seus oxem-
plares, por.cada uo> dos quaes s pagarlo 3,000 rs.:
vende-se Ljmbem na livraria da prca da ludepen-
ns. 6 e 8, a 4,000 rs. cada cxemplar.
dencia
Pira o Rio-Grande-do-Sul seguir breve o n
tacho l)ous-de-Marco, o (|ual anda pode recebar 1
guma cirga o escravos a Trole: quem no rnesmo au
zer cirregirou embarcar escravos, entenda-se Kn
os consignatarios, Amorm lrm9os, rui da Cadei
- Para o Rio-nerJanelro sahe, com muita breriii
do o brgue brasiloiro Ledo, por ter a maior n-,
do seu carregamento prompla :' quem no mm
quizer carregar, ou ir de passsgem dirji-se ao n.
teodoCarmo.n. 17, a tratar com Gabriel Antoni
Para o Ro-Grande do-Sul sahir, breve 0 bri
gue Ledo, recebo carga e escravos: quem preten
dor pode entonder-se com os consignatarios Am!
rim Irmos, ra da Cadeia, n. 3i. ,
A barca nacional Tentativa-Feli soguepar.
Rio-do-Janeiro com muita brevidade, por ler eran
do parle de seu carregamento prompia : para o res
lo c passageiros para o que offerece os mais ricn<
assciados commodes, assim como para escravos
trata-se na rus da Moda n. 11, com Silva 6 Grillo'
-Para o Aracaty sali, impreterivelmnte ate i!
da 20 do corrente a mais tardar, Coma carga ou.
tivcr a bordo o hiato Novo-Olinda, por ler i enea
jada parte de seu cirregamenlo: quom nelle qui-
zer carregar, se entender com o mestro do rnes-
mo, Antonio Jos Vianna no trapiche novo ou ni
ra da Cadela-Vollii, n. 17, segundo andar.
-- l'ara o Aracaty sahe, em poucos das, por ji ter
parle de aeu carregamento jirompia, o hiato Flor-do-
llscife, forrado o pregado de cobre : para o resto da
carga e passageiros, trata-se na ra do Vigario, n. i .
Para o Ro-de-Janeiro sabe, com a maior brevK
dado possivel, o brigu nacional Ligeiro, de pri-
meira marcha : para carga, escravos a frele e pas-
sageiros, para o aue tem excellentes commodos, tri-
la-se com Manoel Joaquim Soares na loja de'fer-
ragens ao pedo arco da Concoic^o, ou com No-
vaes k Companhia na ra do Trapiche, n. 34.
Para o Rio-de-Janeiro segu, com brevidade o
brigue-escuna nacional O linda : tem parle de sui
carga engajada para o reato, passageiros e escra-
vos a frete, trata-se com Machado & Pinheiro, nnut
da Cadeia do Itecife, n. 37.
-Para o Ro-de-Janeiro sahe, imprclerivelmenta
no dia 15 de dezembro o brigue A nombro, forrado
de cobre e de primciri marcha por-ter o seu car-
regamento quasi completo : para o reato da carga e
passageiros trata-se com JoSo Jos Fernandos Ma-
galh.tcs, na ra da Cadeia do Itecefe, botica n. 61.
Para Lisboa pretende sahir, nodia 24 do cor-
rente, o brigue brasileiro Viriato : quem quizer car-
regar ou ir de passagem para o quo tem os me-
Ibores commodos dirija-se ao consignatario, Tao-
maz de Aquino Fonscca, na ra do Vigario, a. 19,
ou ao capitn na praca do Commercio.
Coral .
Diversas
provincias.
4:144,303
4:144,303
CONSULADO PROVINCIAL..
RENDIMENTO DO DIA 12.......... 2:539,705
Movimento do Porto.
DESMENTIDO S0LF.M1E.
Estamos autorisados pelo proprietaro do enge-
nbo Algodaes a declarar mui categricamente quo o
Sr. coronel Joo do Reg Barros 11S0 passou com
gente armada em trras do rnesmo engenbo, e que
por conscguinle he nteiramente falsa essa historia
do tiro que um dos echos da oposito disse hoje ha-
ver sido disparado pela Torca ao mando do sobre-
dito coronel cm um dos moradores daquclla pro-
priedade.
He corlo que houve all um tiro ; mas parti elle
do dentro das maltas, e o individuo que o rece
bou ficou apumia ftjriilq jpvomenle,
Navios entrados no da 12.
Porto ; 32 dias, barca austraca Joachimb, de 306 to-
neladas, capitlo Geovani G. Stuporch, equipagom
14, em lastro ; a N. O. Rieber.
Angola ; 20 das, barca portugueza Invcja, do 167 to-
neladas, capitilo Antonio Domingos do Carvalho
cquipagem 27, em lastro ; a Olveira limilos.
Parabiba ; 12 horas, hiato brasileiro l'arakihano, de
36 toneladas, capitilo Nicolao Francisco da Cosa,
cquipagem 3, carga ngo'aidenU o (iros do man-
gue ; ao capitilo. Passagero, Antonio Rufino A-
rauba.
, Natos sahidos no mesmo dia.
Baha ; barca austraca Joachimb, capitilo Covani G.
Stuporch, carga a mesma que Irouxo.
Em commissilo; brigue-escuna de guerra brasileiro
I traja, commaiidanto o primeiru-lenento Nuno
Alvos Pereira de Mello.
Observaban.
Fundeeu noLameir.lo, para acabar do carregar
galera ingleza Kevelow, capito Julia Wilson. '
EorrAi;."
-- O lllm. Sr. inspector da thesourara da Tazend.
provincial, cm virtudc do resoliiQilo do tribunal ad-
ministrativo, manda fazer publico'que, em cumpli-
mento da le, pcranle o mesmo tribunal, vai nova-
menloa praga.no dia 14 do crrenlo, o imposto se
gu i n le:
2,500 rs. por cabeca de gado vaceum quo fdr con-
sumido nes municipio* abaixo declarados.
Olinda,avahado novamsnle or mino cm
Pn-d'Alho, dito dito
INazarclh, dito dito
Sanlo-
4:000,000
5:000,000
PURLICACAO' DIARIA NA BAHA.
OTEMPO.
yerna/ poltico, commercial, Iliterario esrientifivn.
Parte poltica. Sem ter urna opnio cga a respei-
to de ncnlium partido, o Tempo adoptar os princi-
pios que Ihe parecerern justos reprovando sempre
os actos mos de quem qur que soja. Suas colum-
nas estaro abci tas aos escriptns dos dilTerentes par-
tidos, com tanto que nflo v3o ferir a delicadeza de
pessoaalguma. Para os aitigos deque fr mister
ignorar-so o nomo do autor haver um copista in-
capaz de violaro segredo quo doliese confiar. Tal-
vez se oceupe com os cmaras ; mas he ceito que so
oceupara com o polica e asseio publico.
Parte commercial. Todos os das dar o Temaoum
esboco exaelo do estado do commercio do dia ante-
cedente, as entradas e saldaselas embarcacOes as
noticias commerciaes que ellas trouxercm, te c
nosabbado asduas ultimas paginas do Tempo o'fle-
recerllo um resumo do acontecido durante a sema-
na. Este resumo nHo lio menos de que urna folha
ja existente com o nome de Frece corrente o que
Continuar a sabir sb a mesma directo.
Parte Iliteraria. A lilteratura do 7empo'ser folho-
tim, artigos sobre diversos ramos do commercio
poesas, criticas sobre as obras que so frem dando
aluz, c muitos oulros pontos difierentes sobre que
so ha do escrever.
Parle scientipca. Sendo o Tempo Tranco cm rece-
tor escripias com que se Ihe quizer honrar, he mui-
to provavel quo se veja muilas vezes ventilare sus-
tentar questOcsscieiilificas, qur medicas, qur ju-
rdicas, quer niesmo do outras sciencias; alcm das
descobcrlas importantes quo chegarem ao conheci-
mento dos directores do 'lempo.
. O 7mpo, tendoum numero de assignanls sull-
cienie a sua despeza, subir luz, pela primeira
vez em Janeiro de 1849, e continuar diario. Seu for-
Bilito lie o mesmo que o do Diario de Pernvmbuco
sen prego 20,000 rs. por anuo; os annuncios dos aa-
|"gnanlcssrraoimprcssosjrfis,emquanto que os
ae oulra qualquer pessoa scnlo a 80 rs. por linha
as noticias ebegadas ao escriptorio do Tempo al a
meia 1101 te cslarflo 110 outro dia ao romper da auro-
ra em casa dos seus assignanls. Haver correspon-
dencias na Inglaterra, na Franga, cm Portugal, no
hsiados-Uiudos.em Pernambuco c no Rio-d-Ja-
jieiro ; emlim nada so poupar para que o lempo sc-
wrlanci'a ^ 8U:'leil0rcs "ment sua im-
Recebcm-se assgnaluras na livraria da ra da
cruz, no Recifo, n. 56.
Avisos diversos.
i^-.-VV-fJ.-J.^^yyT,.Tlr|T.p^inMJ
Avisos
martimos.
Anillo, dito dito
jSeriiihflem, dito dilo
- Para a Babia sabe, impretcrivelmonto no dia 22
do corrente, a sumaca Flor-do-Angelm coro a car-
ga que tiver a bordo : para a mesma o passageiros,
trata-se com o mestre, Bernardo do Souza ou com
Luiz Jo.sc do S Araujo, na ra da Cruz, n. 26.
f-H l-" a Araca,y whe no dia 12 do crreme o
o:uo,ooo hiate Hor-do-R cife : | ara o resto da carga o passa-
7O0,00O| geiros, trata-e o ra de Vigario, n- 5.
-- Um mogo, filho das Alagoas, e de excellenta
conducta se oTTeieco para caixeirode escripia, por
ler ptima leltra, ou mesmo para cobrangas de qual-
quer casa de nogocio, anda niesmo por mdico or-
denado por sso que doseja arrumar-so o qual di
fiador a sua repulagao : a fallar na praca do Com-
mercio 11. 2, primeiro andar, ou annuncie.
--Jos Mara de Fgueredo, professor particular
de prioiciraslettras leudo de fazer examinar a 3
de seus alumnos em grammatica porlugueza ari-
Ibmelicac oul-rina chrstila, convida aos pas de
seus alumnos, e a qualquer pessoa que quizer assis-
lir para que comparegam no dis 13 do corrente ,
a tarde, cm sua casa, no becco de Jos-da-Costa,
n. 2.
Aluga-se o lercciro andar do sobrado da rus do
Torres, pegado ao escriptorio do Sr. Jofio Pinto di
Lmos, com urna boa cozinha o soto: a tnUr na
ra da Cruz armazem n. 26.
-- O professor de inglez e francez do collcgio das
artes tem aberlo um curso deslas disciplinas em sua
casa ra da Roda, n. 9 : as pessoss que quizerem
a prender as ditas lingoas, pdem dirigr-e refe-
rida casa do sua residencia.
-; Dcfronle da matriz da Boa-Vista, por cima da
botica, prmeiro andar, existe urna pequea Irou-
xa de roupa suja deixada por urna prela ha 3 das:
quem fr seu dono a piocure.'
-- Aluga-so um sillo na Soledade, com bom sobra-
do estribara, cacimba tanque para bando, jar-
dim fumar de larongeirasediversisTructoiras : n
ra do Hospicio, n 21.
-- OSr. Aotunio Carlosqueira dirigir-se a botica
do Torres & Caslro na ra Dreita, n. 131, para Hi-
tar de nogocio de sen inteosse.
-- No dia 15 do julho prximo passado, desappi-
receu, do engenbo Gregorio, comarca de Nazirelb,
um mcu lilbo solioiro, de 27 anuos branco, de ne-
me Manoel Uarboza Ribciro Lima por se echar ma-
luco ou vario alto, secco moreno da cor, odos
prctos u grandes, cabellos pretos, pouca barba nSo
be bem corado anda meio envergado monta mal
acavallo mcllido a poeta loca viola o rabeca sa-
"io muito despido de roupa, com os cabellos da
cabeca rapados sabe ler : quom o adiar leve-o ao
dito engoiiho quo ser recompensado com 100,000
rs., e a quem levar urna noticia documentada qjie o
deixou acautelado, ser recompensado como tain-
bem quem com elle liver alguma despeza, seri pa-
ga e quem por annuncio publicar, dirija-se a praga
ao Sr. Jos Mara lcrreira da Cunha.
D. Varii deSanta-Anna.
Furlaraiu, ha tros dias, debaixo do copiar de
una casa 110 Pco-da-Panella, um cachimbo de bar-
re branco, muito grosso, com guarnigOes do prata :
quem o levar ra da Cruz do Recife, n. 10, reco-
ber 10,000 rs. de alvigaras.
O meio bilbele n. 200 da ultima terca parte da
dcima oitava lotera a favor das obras do llieatro
publico perlencpao Sr. Malhias Loopoldino de (l-
veira Nobre com o Sr. Ivo Cassiano Panpolour, exis-
tentes no Araealy.
- Arrcnda-so um sitio na estrada da Reim quo
vii pira Santo-Amaro, com boa casa de vivonda o
boas arvores fruveras: no aioiro-ija-Ba-YislB,
111,48, segundo andar,
ILEGIVEL



i
.. nceja-sc fallar rotn o Sr. Jos Alfonso Guedoa
tlcanforadoa negocio de mu iitleresse, 011 com pos-
a que dar osadas informigo* deslo Senhor :
, rui lu CabuR*. n. I C.
.. ii- Srs. Fr. Mannnl Joaquim de N. S. Mili ilos II.--
nions o vigafio Caiuillo de Mondonga Furtado quei-
r,i;n procurar ditas cartas queesislom na rua du C-
bij-j, !'!
_. Appareceu, no dia II do corronle, pelas 10 ho-
juda mantilla, na rua Imperial n. 37, ama parda
je nomo Aun, com urna cria de (rea niezes, quo diz
,er escrava do Sr. Joaquim llarboza de Moura, mo-
rii|(ir em Santo-Amaro-Jalmatllo, pedindo para com-
rl.|;i : assim, o dito Sr. appareca na caa indicada,
lini Je ver se pode fazer negocio, assim cono ao faz
JerioditoSr. quo sonrio respousabilisa pela Tuga
.liJii:' escrava, ou por qualquer ouiro aconteci-
tiirfitu quo possa apparocer.
.. precisa-sedemaamado leilo Torra ou capli-
Vj : na rua da Santa-Cruz na Boa-Vista, n. 82.
.. Quem annuncio querer comprar um bom ca-
rliorro para guardar quintal, dirija-se a rua da San-
la-Cruz, n. 3.
.. jo"io Dubois emborca para o Rio-dc-Janeiro a
iua escrava crioula, de nomo Joanna.
... No da 14 do correte, pelas 4 horas da tarde,
fe ha de arrematar, na porta dojuiz dos orphilos o
tsenlos, na rua da Aurora, escravos, movis e rou-
pas, perieneentea la-ranea lcenle do finado Jos
Francisco Collares. Os protendenles pdem compa-
r,,,.|.r .i/mi'.i annunciada.
_ /.ourenco /os das Neves declara a quem inte-
ffgtt, que nflo vende em sua taberna, n. 64, na rua
JaCriz do Rocife, bebidas espirituosas de prodc-
elo lirasileira.
-- Muga-so urna casa terrea na rua Augusta n. 30,
r,,mduas salas tros quarlos, cozinha lora, quintal e
cacimba : na rua larga do Itozario, padaria, n. i s.
Precisa-se de um trabalhador de massoira, e
quo este se queira subjeitar a entregar pilo com um
nreto em alguma freguezia : paga-so bom : no pateo
a Santa-Cruz, padaria n. 6.
Na rua das Cruzes, casa terroa n. 19, precisa-
se do uina ama para o servico interno e externo de
ama pessoa solteira, o sem lilhos. Dirigirse mes-
ma casa qualquer hora.
- Narua do Crespo, n. 11, deseja-se fallar com o
kr. Joaquim Jos Ferreira natural da freguezia de
r s.-Miiria-de-Adarife, em Portugal a negocio deseu
interesse.
-Na rua do Sol, n. 13, so aluga um moloqueacos-
tumado ao servico de casa estrangoira e que cozi-
nlr.i o compra na rua.
- precisa-se do um caixeiro para tomar conta do
urna venda por balanco, e que d fiador sua con-
duela : se fr brasileiro mclbor ser mas que nao
seja lillio desta provincia : defronto da matriz da
lloa-Vista n. 88, junto a botica.
-- l'rccisa-se alugar um preto para conduzir p3o
todos os dias de manhfla para .fura : na rua larga do
Hozario, padaria, n. 48.
--0 secretario da irmandade de N. S. da Conccicao
dos Militares, avista do artigo 18 dosostatulos que
regem a mesma convida a todos os irmios para
que no dia 17 do corrento, pelas 8 horas da manhua
comparegam no consistorio da referida irmandade ,
fim Ae elegor-se o presidente que hade servir no
anuo ile 1849.
-Precisa-se a lugar urna olaria que soja grande ,
no lugar da Boa-Vista : na rua da Senzalla Nova ,
n. 7, ou annuncie.
-- l'iecisa-so d-j urna pessoa capaz para ama de
una casa de pouca familia dando-se o sustento e de
vestir: na rua do Queimado, n. 40, segundo andar,
passando a luja de chapeos.
- Precisa-so de um caixeiro para loja de fazendas,
que tonba pratica : na rua Nova, n. 4U.
-Aluga-soo segundo andar do sobrado da rua
Nova, n. 12. ., .
-Joaquim Pereira Molla retira-se pura fora do
imperio.
-Oabaixoassignado faz publico que n.nguem
faca negocio algum com o bens do padre Alexandro
Bemardino Goncalves do Iteis visto como foii jul-
gadodemente por sentenga dada pelo juizo de or
pilaos, de 11 do correle sb pena do seiem julga-
dosnullos quaesquer trato ou negocio.
Anianio Vtmardino dot Btit.
--Precisa-se do um caixeiro brasileiro, de 1* a
16 anuos : na rua Nova n. 16.
- Precisa-se do um pequeo que seja de menor
iade, para servir de criudo a um moco soltciro,
morador nesla cidade, dando-se-lhe do comer e ves-
tir, e para diante um salario conformo o comporta-
miento que aprcsenlar: na rua do llangel, n. 9, se
oir quem precisa.
-- O abaixo assignado tem encarregado ao Snr
Joo Gualberto de Carvalho de promover a cobran-
za das dividas da loja que leve na rua Nova, ti. 5 ,
tanto amigavcl como judicialmente para cujo fim
o dilo Sr. Carvalho desde liojo llica autonsado por
procuracflo bastante : por isso faz corto aos seus dc-
vedores que nflo dovorlo pagar a oulra pessoa sb
pena do o fazerem segunda vez a dilo Sr. Carvalho.
- Ilccife, 4 de dczeiubro de 1848. Joto d
traga
Lotera do thcatro publico.
A venda dos respectivos hilhetesnsta quasi para-
usada, e por esta rasflo deisaram ainda a roda de
ter andamento no dia a do corrente, segunda vez
para este lim marcado. A vista, pois, disto o thesou-
reir so escusa por ora de marcar novo dia, o que
far brevemente, visto quo est disposto a empregar
todas as diligencias para quo as ditas rodas andem
antes da Testa.
A. I*, de Figueircdo tcm uherto
um curso de pliilosophia, geometra, in-
gle e francez, na rua estrella do Rosario,
n. aa, primeiro andar.
Precisa-se de urna mulher idosa para ama do
urna casa de pouca familia, quo seja fiel o capaz :
na rua da Moda, n. 15, primeiro andar.
--Aluga-seo bemeonhecido sitio na estrada uo
Cordeiro, de Nuno Mara de Seixas, s proprio para
algum negociante estrangeiro ou oulra pessoa que
tenha tralamcnto : na rua do Amorlm, n. 45.
Agencia de passaportes.
Tira-se effectivamenlc passaporlcs pa-
ra dentro e lora d6 imperio, e tambem
para esclavos : na rua das Trincheiras,
sobrado de um andar, n. iG.
--Iiesapparcceu, no dia 4 do corrente da casa
de Rothc & llidoulac rua do Vigario;, n. 4, um ca-
chorrinho de raga ingleza com os signaos seguin-
tcs : pequeo, todo preto, o orellias grandes: quem
o achare levar a casa cima, ser bem rcconipen-
--OSr. Franklim Pinto de Azerbona, queira man-
dar receber urna carta, vinda da Parahiba : na pra-
ga da Independencia livrarla ns. 6 e 8.
Fabrica de Todos os Santos
da Babia.
Firmino Jos Flix da Rosa, com cscriptoro na
rua do Trapiche, n. 44, avisa aos seus freguezos .
que receben pelo hiato S.-Uenediclo, novo sorlimon-
to do excellente panno do algodlo etitn.ngado da-
quella Tabrica ptimo para ensaccarassucar, c pa-
ra roupa de escravos. O annuncinnte conta, que,
alm da bondade da fazenda o desojo de animar o
dcsenvolvimenlo de urna Tabrica inleiramente na-
cional promover o prompto consummo da sua ro-
ceita.
flores arlificiaes, Us para 'os meimos, CijaJUf *
flore-, de phintaif, liUs de flores da laraiiReira pa-
ra noivas. e ramos dasmesmas pira pello. MI-
re sedas prelas ara vestidos, bicoi l'lond par.,
osmesmos, manlolotas, visitas e palios nenenlo
guarnecidos, cortes desoda ,-ara vestidos, manUs o
loncos grandes de soda com franjas, etc. : so levara
ao domicilio.
Deposito de rap atularabv
e imperial.
Narua da Cruz, n. 63, primeiro andar, ecnplo-
rodoJos deAlmeida Brrelo llastos vonde-sn o
bem acreditado rap andarahy e imperial, Tabncauo
no llio-de-Janeiro, sendo o nico deposito nesla
provincia ; assim comosempre se achara no mesmo
deposito omelhorcli nacional brasileiro, om cai-
xinhas de 5, S e 16 libras, por preco commodo.
rap vende-so n retalho as seguinles casas : rua da
Cadeia do llecife, n. 17 ; rua do Collegio, n. 9 ; pra-
i-a da Independencia, ns. 4e 39 ; rua do Queimado,
ns. 10, 16 e 33; rua do l.ivramento, ti. 4 ; rua ISo-
va, n. 50; rua dos Quarleis, n. 84.
(*
Compras.
Na padaria do becco das Barrciras o deposito
i) da estrella n. 39, no Aterro-da-Boa-Vi>ta
* fabrica-seo novo pilo de Provenca o qual be
1 abrieado pelo methodo do seu primeiro in-
traductor nesla provincia com as melhotcs
farinbas e asseio quo he possivel: leinbem so
$> fazem fatias do gosto hespanhol, biscpulos,
liiscoulnbos fatias, boliubos, cavacas : ludo
do nielhor goslo possivel, o proprio para cha.
Sft# s - \luga-se urna casa terrea na rua Bella com
2 salas, 3 alcovas cozinha fora quintal e cacim-
">: a tratar na rua do Collegio, n. 15, segundo
andar.
Bernardo Mello de Figuciredo, subdito porlu-
6>ie7, relira-so para fra do imperio.
-O hachan-i Miguel Archanjo da Silva Costa.profes-
sor do inglez c francez do collegio das artes.avisa a
quem convicr que se achara regularmente no exer-
ciciodo seustruhalhos desdlo horas da manhfla
t urna da tarde dos dias uteis, no tereciro andar
da casan. 56 da rua da Aurora.
Trocam-so tres bonitos ssncluarioscom assuas
competentes imagens, assim como as imagens de
Cliristo, N. SenhoracS. Joo, para se botarcm em
sanctuarios ; urna imagem de Chrislo, grande, muito
l'fopria para um altar do igrejn, ou para algum ora-
torio particular, de se dizer niissa em casa ; um iiiui-
to iieo e asseiado piczepo do Menino Dos nascido,
n'uito proprio pera os festejos d Testa : ludo viudo
!!o uinio nsvie ehegado de Portugal : isa ry da
'"'i do necife, n. 34, tereciro andar.
f+. Aluga-se, para o tempo da csla ou vende- 4
se um pequeo sitio na Capunga com casa #
? de pedia e cal, concertada e pintada de novo, B
,f com cacimba de boa agoa de beber .bastan-
? les arvoredos de fructo, o ludo cercado de li- *
j inflo : queui o pretender dirija-se a casa do #
H Sr. Jos Antonio de Lima morador no mos-
mo lugar.
2
s# ##s
-- Quem precisar de roupas tintas de todas as co-
res por prejo mais commodo do quo se cosluma ,
dirija-se a rua de Borlas, n. 116.
-- Os Srs. que subscreveram para a publicaQflo da
orthograpliia do Sr. Antonio Ajvares Pereira Coruja,
impressa no llio-dc-Janeiro pdem vir receber na
livraria da ruada Cruz, n. 56, os exomplares quo
I lies pertencem (a 3,500 rs. os encarnados, o a 3,000
rs. os broxados ) at o dia 9 lo corrente, poss.ido o
qual, osexemplarcs que sobrarom serflo vendidos
s pessoas que os procurarem.
Ao respeitavel publico.
O proprietario do armazem de vinho
da rua da Madre-de-Deos n. 36, de-
clara que este estabelecimento nao tem
outro armazem filial, como alguem ha
que o inculca ; e para conhecimento. do
publico, faz o presente annuncio.
-- Alugam-se dous sitios com muito boas acommoda-
ffles 'un na campinha da Casa-Forte e outro na rua
da dita povoacao com cocheiras e cavallarices ; assim
como varias casas, de preeos commodos para e pa-
aar a fe su : a tratar na rua do Amorlm, n. 16.
>CHAPEOS DE SOL:
Rua do Passeio, n. 5.
O fabricantedesle estabelecimento adverte ao res-
peitavel publico dcsla cidade que elle possue pre-
sentemente um rico sorlimenlo do chapeos de sol,
assim como chapos de sol de seda furta-cres, los
mais ricos que teem apparecido nosto mercado, o de
cores conhecidas ; ditos para senboras le bom tom,
adamascados, lavrados, com sua* competentes Tran-
jas do retroz, ludo que tom de uiais moderno o do
nielhor gosto; um completo sorlimenlo do chapos
de sol de panninho de todas as cores o do todos os
tamaitos, para homens, senhoras e meninos: ha
tamhoin igual sorlimenlo do Taicndas para cobrir ar-
macOes, tanto de sedas de cores, como de panninhos
trancados e lisos imitando seda. Advorle-so quo os
Treguezes serflo servidos com hrevidede, esoacha-
rfo satisTcilos da boa qualidado, do bom gosto e do
bom preco.
Aluga-se, para sepassara Testa uina casa na
bequinha do S.-Pedro, em Olindn, n. 2. com 4 quar-
tos, mirante quintal murado, cacimba e lauque
para banho, o bastante fresca : a tratar junto a mes-
ma casa, ii. 3.
30,000 rS. de gratificaclo
a quem touxer a escrava crioula, de nome Calhar-
na com una filha cabrlnha de 3 anuos cujos sig-
naes acham-se neste Diario nos ns. 210 a
crava foi seduzida por o pai da cabritilla .
pescador, ou pombeiro e mora em uina deslas
praias. at Po-Amarello.
l'recisa-se alugar
--Compram-seduasescravasde bonitas figuras,
que saibam perfeilimonte engommar o coser c nao
sejam viciosas : na rua le Agons-Vordes, n 46.
Compra-so um par le brincos com diamantes ,
ja usados: na rua da Cadeia, loja de ferragens,
n. 59. .
-- Compra-se um cavallo para sella que csteja
gordo : rto principio do Aterro-dos-Afogados, n. 39.
Compram-so escravos que sejam olhcias de car-
pina, do 18 a 25 annos e de boas Figuras ; pagam-se
bem sendo de bons costumes e peritos no seu olli-
eio poissfo para urna encommenda do Itio-do-Ja-
neiro: na rua do Amorim,u. 35, a fallar com J. J.
Tasso Jnior.
-Compra-se urna escrava que saib;i coser; n.lo
sendo viciosa paga-se bem : na rua de Agoas-Vcr-
des, n.46.
Compra-so una escrava tnoQa, do bonita ngu-
ra, propria para mucama, que nflo tetilla vicios ou
achaques, e seja perita engommadeira, costuroira,
o cozinheira ; paga-se bem: na rua do Vigario n. 7.
Compra-se um sobrado do um andar, em boa
rua: dirijam-se a praQa da Independencia, livraria n.
6 e8. .
-- Compram-so ciTectivamcnle, botijas o garraias
vasias : no Aterro-da-Boa-Vista fabrica de licores,
n. 17.
Compra-se urna prctaou parda, que tenha h-
gurae alguma hahijidado : no becco do Sarapatel ,
sobrado n. 12.
um bom coz-
iheiro, que cntenda bem de cozinha:
quem esliver neslas circtimstancies diri-
ja-se rua larga do Kosario, n. !\i, que
se dir quem precisa.
Vendas.
NIllAS PARA 1849.
FOI.HINIIA DE PORTA, a 160 rs.
Dita do ALCIBEIRA, contondo, alm do kalenda
rio, urna colIecQffo de segrodos e remedios para uso
domestico, a 320 rs.
Dita a que se reuni o ALMANAK administrativo
mercantile industrial da provincia : este almanak es-
t accrcsccntado com todos os cstabelocimcntos d
porta a berta, a 320 rs.
Vcndcm-so na praca da Independencia, livraria
ns. 6 e 8; no Atcrro-da-Ba-Vista, botica do Scnho
Morcira ; o em Olinda, botica do Senhor Bapozo, rua
do Amparo.
Novas pecliinchas.
Vcndem-se suecas com farinha finada Muribeca .
ditas de reijno mulatinho ebranco; ditas de arroz
pilado; ditas de milho e de arroz de casca ; balaios
o condessas de verguinha, de todos os lamanhos ;
baldes para compras ; esleirs finas da India ; ditas
de Angola, grandes e pequeas ; ditas doAracaty:
na rua da Cadeia do Recito, armazem, u. 8.
--Vende-so um negro de boa figura ; ao compra-
dorso lita o motivo : na rua das Cinco-Pontas, nu-
mero 69.
Vendcm-sc duas travs de 62 pal-
mos cada uina ; 11 ditas de 4> 45 e 5o
ditos de comprimcnlo, ede o a 10 polle-
gadas de grossura, de qualidade de sicupi-
ra ; 5 pranclioesde dito de 3o palmos de
comprimentoe 2 de largura, e de 9 a 12
pollegadasde grossura : 20 pas de pedra
para filtrar agoa : ludo a retalho : na rua
da l'raia, n. 15, serrara de Silva Car-
dial.
Vendc-se, na rua do Trapicho, armazem de
Baymond & Companhia, n. 34, defronle do hotel
Pistor, queijos de Minas de superior qualidade, avul-
sos ou em latas le 12 cada urna, por prego commo-
do, vindas do Bio-de-Janciro no brigue brasileiro
Ligeiro, em 20 do passado, com urna viagem de 8
dias.
Na rua Nova loja de ferra-
gens, 11. 20, de Joo Fernan-
dos Prente Vianna,
vendom-so os mais ricosapparelhos do metal fino quo
a es a1ui leom vindo Para cna-tsi,m como ptimas ma-
onual he ''""'s Para s0 r,uer car' superiores facas de ca-
bo de marlini, eolheres do metal do principo o de
casquinho para sopa, cha, terrina e arroz i assim
como ricas bandejas do loilos os lamanhos o os mais
superiores estojes de navalhas de barba que se teem
visto.
Vcndc-sc farinha de mandioca ensacada muito
superior om porcflo c a retalho por preco commodo :
atratar na rua da l.apa, n. 6.
Batatas,
Vendcm-sc tJ Hhras de retro/, iorli-
,lo, de primeira qualidade : M rua 10
Tnrre 11 'iG. seyundo andar.
'lrrS,"m.!e 20 scravos entre elle, v.ri.is mo-
loques ......grinhas I na mi WmH*. ". n0 .
-. Vande-M um moloque peca, to IJ 11
na rua do l.ivramento ... M venda *> **9~T
mesma venda precisa-se le una criada que so aun
jeileas compras.
.joeeeojMOM
, Nova refinacoFranQo- i
O Brasleira,
@ Na rua da Concordia.-n. 8 por
j) detrs do (armo.
^ (i respeitavel publico achara em dita re- |
W finacno assucar de qualida.lc superior, re-
m finado a moda do Fra.iQa devendo moro- I
W cerapreferenca.tanto polo asmo da sua ,
^ rahricac.fo,com pela clareza, pureza .bom
fila gosto cando dito assucar'. refinado re- ,
*& comineiuliivel por suas qual.dades l.ygie-
O nica sendo desembarazado do mo c ci-
SS ro, ptassa, niel, assidos e outras subs-
Uncas mu nocivas a snudc.
Os preeos ido os stgwntcs :
ltefinailoempr.es 011 ton Oes primeira
nuali.lade. a 160 rs. a libra : dito de se-
gunda qualidade a 140 rs. a libra ; refina-
lo em p. primeira qualidade a 140 rs. a
libra; dito de sogunda qualidado, a 120
rs. a libra.
Vcndem-se 6 lindos moloques de 12 a 18 annos;
4 prelos do 25 a 30 annos; 4 pardos do 12 a 20 anuos ;
uina mulatlnha de 7 anuos ; 3uegrinhas dol 12
anuos; 2 pardas com habilidades, lo lu annoi ; 4
pretas de 16 20 annos, com habilidad : ni rua ao
Collegio, 11. 3 se dir qUBffl ven le.
Na rui de Agoa*- Verdes, n. 4G,
vendom-so 3 bonitas escravas cjm h ibilididas; urna
escrava le 26 annos, por 39J.000 rs.; lous inole-
(ines pecas de 12 a 18 anuos ; 11,11 bonito cscravo |>o-
rlreiro ; um cscravo para todo o servico. por prego
commodo, por seu dono ter de rclirar-so.
Uina tnobilia moderna toda
de Jacaranda
e com pouco uso consistindocm soph, cadeiras ,
mesa redonda Iremos com espelhos guarda-ves-
tidos toucador grande mesa clstica para jantar ,
aparador, lavatorio, o outros objectos portoncon-
tes a sala : estes trastes vendem-so por esta familia
ter de relirar-se: tu>lo em bom oslado o por prego
commodo : na rua da Soledade n. 40, ou annun-
cie. \
Charutos bons c baratos.
No anligo deposito de charutos da rua larga do
Itozario n. 32 acha-so um sorlimnnlo do superio-
res charutos da Babia pelo mais barato proco pos-
sivel ; pois j ha muito que se conserva neste depo-
sito as melhorcs qualidades quo teem vindo a esto
mercado.
Vcnde-se una casa terrea na rua de Moras, por
prego commodo: a tratar na mesma casa, n. 45.
Chrislopliers& Donuldson teem anda dos seus
bem conhecidose mui superiores vinhos do Porto ,
Scheri o Teneriffe, tanto em barris como engarrafa-
do : bem como ago'ardentede Franca a nielhor quo
ha o quo vendein agora mais barato para fechar
conlas: na rua do Trapiche, n. 40, no Becifo.
-- Vende-se boa marmclada; muito bom doce !lo
ginja a 320 rs. a libra : no largo do Carmo, venda
Vondc-se muito bom vinho verde proprio pa-
ra refrigerar o calor, por nao ter confeigilo a 200
rs. a garrafa o a caada a 1,280 rs.: no largo do
Carino, venda 1.
Vendc-se, no armazem do Vianna no
Forte-do-Mattos,
um completo sorlimento de taboas do pinito da Sue-
cia chegado prximamente, ludo sonado a vapor,
sendo taboas do 10 a 30 palmos de comprido, sem
nos proprias para se envernisar c pinho de riga :
os entendedores dirijam-se para ver, queso agrada-
rito da qualidade e prego barato.
Vendc-se superior sal do Ass, e palhas do
carnauba, muito alva : na rua da Cruz, no Becif,
n. 6t.
Vendc-se espirito de 3G graos em pipas e a
lalho : na tlcalilacio da travessa da Concordia.
Vendc-se urna mulalinkl le II anuos muito
linda que coso soffrivel o tem milito geito para
ser boa engommadeira ; ummolequedo 13 anuos,
bom robusto ; una preta do 16 anuos que cozinha o
diario de urna casa o vende narua; urna dita, por
300,000 rs., por ter um defeito em um olho : na rua
Nova, n. 21, segundo andar.
Vende-se um piano de boas vozes e era bom uso,
por prego commodo: na rua larga do Itozario, n.
48, segundo andar, se dir quem vende.
Vende-so um checheo muito grande, bonito,
escolenle cantador e manso : na rua da Florenti-
na, n. 16. ,
Vendem-se casaes de pombos minio bons ba-
ledores bonitos edo boa raga, por prego commo-
do : bem como um casal do pombos mariolas mul-
to lindos o chegados ha pouco : na rua da Florenti-
na n. 16. ,
Vende-so urna parda, de 18 anuos, do elegante
figura, perita engommadeira, costurcira e cozmhoi-
a : na rua larga do Itozario n. 26.
Feijao barato
m saceas do 3 quarlas pelo diminuto prego de 5/
s : 110 caes da Alfandega armazem 5.
Vendc-se una canoa aberla que pega oilocen-
tos lijlos, por prego commodo : na rua iroila, fa-
brica de licores, n. 17.
-- Km casa de Kalkmann & Bosonmund rua da
Cruz, n. 10 vende-so champanhada macea cometa,
verdadeira por ser recebida dos proprio* fabrican-
tes em Ay ; ago'ardento da Franga, de boa qualida-
do a 10,000 rs. a duzia ; um resto de dtizias do mui-
8 (Jira quem preciau. Jjaiaius, do, a lO.OOO rs. a uuza ; um resto ue uuzasuu mu-
VfonsoSaint-Martin, con. tSftitZZSZSZSX.^^ "-Tt.^:^
loenfeilados como su oscfluco, mies ramos do|doHotro, k.21.
re-
^m commodas, mesas, cadeiras ,
de ferro 1 e outros mais objeelos.
MUTILADO


A*

\.ij.!,i,,--, barril natj aa un ealrirgaM ooa, ,1 man i.ov.1 ue lia no uu-rrailo por proco com-
snodo na ra da Mjoda atniat.-m u. 17.
<:iiA'uitA.sii.t:ino.
Vende-se, no armazem do (moldados atrs do
(.orpo-s.iiiio, n. fi(, o mala escolente rh produci-
do amS.-Paulo, <|iie Um rindo a cslo mercado .
por proco inuito commodo.
Vende-so muito superior lagedo de Lisboa e
cal virgem em harris do i arrobas, por mdico preco;
na ra do Vigario, n. 19.
-- Na padaria da ra da Guia, no Recito llavera
todos os das a venda o novo pilo de l'rovenca fa-
bricado poroutro modo que o actual e da melbor
familia que ha no mercado : por este motivo nao se
pode fuzer scnSo a 40, 80 e 160 rs.
Saccas com milito ,
a 5,200 rs.:
vondem-ss no armazem do Bacclar.no caes da Al-
fandega.
Vendem-se os filenos e halco que
forom (harmaeao vellia da loja do Duarte,
propries para qualquer cslaueleciiiicnlo,
por preeo muito commodo : a tratar na
inesina.
I
<
DE6

P.
j3 Xcsta luja cxisle urna grande porreo de lis
^ cadomoiistru, que para so acabarom antes
vjr da festa voude-sca 210 rs.
Vende-sc a verdadeira potassa
Russia, desembarcada hontcm, por pre-
co muito rasoavcl, vista de sua muito
superior qiialidade : na ruado Trapiche,
n. 17, e ra da Cadcia, n. 34.
Agencia da ftindicao
! ow-Moor, ra da Sen-zalla-
nova, 11. 42.
Nesle estabelecimento contina a ha-
ver 11111 completo sortimento de moenilas
c mcias moendas, para engenho; ma-
chinas de vapor.e tachas de ierro batido e
coado, de todos os tamaitos, para dito.
I'otassa.
Desembarcou lia poucos dias urna por-
cao de harris pequeos, com muito nova
c superior potassa, c se acham venda,
por preco mais barato do que ltima-
mente se vendia, na ra da Cadeia-Velha,
armazem de Hallar&Oliveira, n. 12.
Na roa do Crespo loja de 4 portas n. 12, ven-
dem-sc chapeos de castor pretos, do muito boa qua-
lidade, 11,400 rs.
Vendem-se saccas com tres quaitas o melado
ninilonlva cengommada, a 3,000
renda da esquina lefiunto da igreja dos llarlvrios ,
Mm os fuudosdc 300.001 a 400,000 rs. : quem'a pre-
lender dirija-sc a ra da kladrc-de-l>cos tratar
com Vicente Ferroii da Cosa o qual prometi fa-
/er negocio e vender barato para roalisar.
- Acaba de chegnr un completo sai lmenlo para
os Srs. armadores, bem como trina, volantes lar-
gos 8 Mtroltoa galflo de todas as qualidades finos
o ordinarios ; c outros uiuitos objeelos que so acham
a venda na ra larga do Itu/.ario, 11. 24.
Rap novo Lisboa.
A eli^c antes que se acabe.
Quem nilo tomar urna pitada desto rap, certamen-
te nflo saliera apreciaros deleites da vida contem-
pornea. Acaba de chegar do Itio-do-Janeiro e ven-
ilc-so no deposito do mesmo, na ra dos Quarteis ,
n. 24.
Vende-sc urna bonita negrota pe-
ca, de naci, que engomma e cozinha ;
una dita crioula, que coze e cozinha ;
una moleca de idade de i.\ annos, boa
para se ensillar a engommar, por ser
mutO forte; tres molequcs de bonitas
figuras, de idade de i3, i5 e 17 annos ;
um bonito negro de nacao, muito moro
c boin para Iraballiar cm algiiin armazem
de assucar, por j estar acosluniado a
este servico ; um dilo de mcia idade,
bom para algutn sitio, por entender de
planlacoes ; um dilo que nao tem mais
de a5 annos, bom ganliador, por 35os'ooo
rs. ,11111 mulato bom cozinheiro enaomo
inarinheiro 5 todos estes escravos
dem-se baralissmos, por de>cjar-se
char as contas desle annO : na ra
Larangciras, n. i/j, segundo andar.
Cobre
para forro de navios e para caldeireiro: na ra da
Croi, no Recife, n. 17.
Vende-sc farinha c niilboem saccas, por prc-
cocomniodo : na ra larga do Rozario.'n. 27.
-- Vende-so algodao da trra de superior qualida-
de : na ra do Queimado, n. 20.
Vende-so urna mobilia de Jacaranda c cadeiras
de oleo em muito bom estado : na ra das Cruzes
n. 31.
Vende-se cal virgem de Lisboa em barris de 4
arrobas chegada pelo ultimo navio, por prejo commo-
a tratar com Almeidafc Fonseca.narua do Apollo
le instrumentos de msica, tanto do metal como
o madeira ; bustos de gesso representando muito
uelmonlo u rainba Victoria e o principe Alberto ;
relogios de ouro o de prata chegados ltimamente
la Suissa. Kstes relogios que sOo muito bem aca-
bados se lornam muito recommendaveis a qual-
quer particular, e adverlo-se que lia entro ellos
alguna que audam oilo dias sem precisaron! do cor-
da : na ra da Cruz, no Recite, n. 55.
td0la7!01010*10k,l10iJlt7*AI0ai(7fel0
9 Vende-se na ra da Gadeia do
| Recife, n. 37, cera em velas, fabri-
^ cadas no Hio-de-Janeiro, em urna
das melhores fabricas, e em caixas
O pequeas, muito bem sorlidas, por
% ser de 3 at 16 em libra ; e tara-
fe bem ha velas de urna e de meia libra,
W brandes, por preco mais barato do
H que em outra qualquer paite.
ven-
fe-
das
do
farinl
caes da Alfandcga
rs.
lio
armazem 11. 1.
I Vinho barato.
Aclia-se estabclccido na ra da Madre-dc-Dcos,
n. 36, um armazem de
Yinlios da Figtieira,
, do ptima qnalidade, a prego de 1,120 rs. a caada,
e a 160 rs- a garrafa ; c para n5o baver dolo do com-
prador scrilo lacradas as garrafas e com rotulo, rc-
cebendo-so a garrafa vasin, c dando-se immediata-
mente a outra ebeia : tambem ha barris muito pe-
queos proprios para quem passa a fcsla. O pro-
pietario desto estabelecimento pedo encarecida-
mente que se no illudam avaliando, pelo diminuto
prego e sem conbecimento de causa a qualidado de
ua fazenda digna por corto da estima dos verda-
deros amantes da boa pinga. Elle cotila que quem
urna vez provar, continuar com gosto c sum arre-
pendmento. K o bom preco !!.' A todo o cxposlo
nccrescc o asscio e bom acondicionamento o que
ludo se poder verificar cm dito estabelecimento.
Vcndcm-se barris com quatro ar-
robas de superior cal virgem de Lisboa,
por preco muito commodo: na ra da
Cadcia do Recife, loja n. 5o, de Ctinha
& Amorim.
"- Vcndcm-se presuntos para fiambre; queijos
londrinos ; ditos do prato ; latas com bolachinlia
Algodao trancado da fabrica
de Todos-os-San los da
Bahia ,
muito proprio para saceos de assucar e roupa do es-
cravos : vende-se em casa de, N. O. Bicber & Com-
panbia na ra da Cruz, n. 4.
Chapos do (bil.
Na praca da Independencia, n. 37 lia supcriQeSr
chapos do Chili chegados no ultimo vapor.
Cigarrilhos despatillos.
O propietario do armazem n.66, atrs da igreja
do Corpu-Santo no Recife, faz sciente aos fuman-
tes do bom lom que elle recebo por todos os vapo-
res viudos do sul, estes deliciosos cigarrilhos, que
so do nico deposito hespanbol que lia no Itio-de-
Janciro. -
Bolachinha de ararnta.
Vende-sc a mais nova e superior, 110
caes da Alfandcga, armazem n. 7, con-
fronte a arvore : no mesmo tem saccas
com boa farinha, por preco commodo.
Chocolate amargo de musgo
islndico, 011 thcsoiiro do
peilo, preparado por Mr. J. G. C.
As nfTcocoes do pcito offereccm todas um sympto-
-ral o constante. A tost, esta doenca I'o com-
bando descuidada, tito graves so suas con-
Venclem-se accoes da ex-
mela companhiade Pernambuco
e Parahiba: noescriptorio de O-
liveira Irmaos & C, rua da Cruz,
n. 9.
Vendem-sc os verdadeiros
charutos de San-Felix: na rua da
Cruz, n. 43.
Vende-se um indo moiecoie, de
17818 annos de idade, que sabe cozi-
nhar : na rua da C'adeia do Recife, n. 37.
Vondc-se urna banca redonda do mcio desala,
do Jacaranda; um trem com espelbo; toucadores pe-
queo; jogos de bancas de amarello; sophs de oleo;
mesas com duas gavetas ; um relogio patente de
prata ; 2 caixas de prata sendo urna dourada ; la-
vatorio de amarello : na rua da Cadcia de S.-Anto-
nio, n. 21.
Vende-se ca.' virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte: na rua do Trapiche, arma-
zem n I7.
Contina-se a vender, na rua da
Cruz, n. Go, caixas com cera de Lisboa,
sortimento vontade do comprador.
ma gen
mnm c
scqueiicias quanto parece ligeira cm seu principo,
lio matadora por si s como lodas as oulras docn-
cas que consouiem a especie humana nilo liona pa-
ta combate-la e destruida um medicamento especial
eunicn. Todas as paslillias exaropes que teem ap-
parecido al boje, leem sido impotentes.
NO tem acontecido islo cum o chocolate de mus-
cu preparado rorJ. <;. C. O principio que rrma a
sua base principal ollerece propriedades inconlesta-
veis e rccunhccidas depois de muito lempo, c nin-
guem ignora os felizes rdsullados da sua applieacflo
cm todas as phlcugmasias agudas, ou chronicas
do pulmilo aflcccOes do peilo .plhysica, dclluxos,
toces, etc. para dar tom ao estomago, abrir o voli-
tado de comer conservar as gengivas c o bom au-
to mataras lombrigas, principalmente as crian-
fas.
Toma-so puro mascando-o, c pde-sc tomar i;
bem combinado em agoa como oulro qualquer clio-
lina de Lisboa ; ditas de ara ruta ; conservas novas '. colate e com leilu, lomando-sc urna das doses niarca-
mostarda ; potes com sal fino ; latas com marmcla-
da nova ; ditas com be'rvillias ; caixiuhas com mas-
saa linas ; vinho moscatel do Selubal; dilo Slierrv ;
licores linos ;e outros mais gneros, por preco com-
modo : na rua da Cruz, no Itecifo, n. 46.
A 1,800 rs. a peca de 20
jardas.
das em urna cbavanados ditos lquidos ou mais'dc
urna conformo a gravidado da doenca. Vende-so
nicamente na rua lio Queimado, 11.17.
RUA DOCRESJ'O, & 5.
[\ov s riscados indianna,
280 rs. o covado.
Ka loja de Guimaritcs & Companliia rua do Cres-
po ,11. 5, vendom-sc pecas de algodilozinlio ilo boa
qualidado com um pequeo toquo de avaria,
polo barato preco de 1,800 rs. a peca de 20 jardas.
VQnde-se urna venda muito boa para quem
quizer principiar, o com os fundos a contendo do
comprador, ou smento a armacao sita na rua do
Caldeireiro n. 94 : a tratar na niesma venda ou no V0Z,CS """S, ,'a,Sa?. al (,0"s lon" 1uo l0,rna eslv
pateo doTer^o, n. 139. 'nsinimrnlo muilo vantajoso para cantona; cba-
Ni iojado Cuimarflcs & Companbia vcndcm-se
osnovos riscados indianos, do qnalro palmos de
largura cores (xas o padres muito modernos pelo
barato preco de 280 rs. o covado.
Vcndc-se um piano forte, vertical c de Jacaran-
da, chr-gado ltimamente com muito boas vozes,
odeiini machinismodenova inveneflo para poras
Farelo,
em barricas a 4,000 rs.; saccas grandes, a 3,50o
rs., ditas pequeas a 2.800 rs : no armazem de J.
1. Tasso Jnior, na rua do Amorim, n. 3.
FARELO
cm saccas muito grandes,
a 3|Goo rs. a sacca:
no armazem do Bragucz ao p do arco da ConceiQflo.
Na rua estreita doRozario, loja do encaderna-
eflo 34, vendem-se as seguintes obras : o Panora-
ma, 8 v. ; o Museu l'itlorcsco, 1 v.; Historia de Por-
tugal, 2 v. ; o Esputado campo neutral, 4 v. ; Eva-
risto c Tbeodora, 4 v. ; Fonnidoro o /.clin la, 2 v. ;
Ca las do Klloisa a Al.cillard, 3 v. ; pormosa donzella
de Perlh, 2 v.; Historia do Brasil, 1 v.; Justino Lu-
sitano 1 v. ; Vozes saudosas 1 v.; Novo testamen-
to .1 v. ; Meditaccs de. Krvei 1 v. ; Moilitacoo de
Jos Agostinho, t v.; Poesas de Costa e Silva 2 v.;
Malaca conquistada 1 v. ; Ceorgicas portnguezas ,
1 v.; KstacOes do anuo, 1 v.; ditas do dia, t v. ; Jor-
nal potico I v.; Caramur .1 v.; Animaes fallan-
tes 3 v.; Cora Serfica 1 v. ; Manual Chrislilo, I
r. : a l'hilosopba por amor, i v.; Brulo, tragodia 1
v.; Clara de Alba, 1 v. ; Elogio da loucura, 1 v. ; Mi-
santhropia e arrependimenlo, i v. ; Tito Livio, t v. ;
Historia de Inglaterra 1 v.; Curro de Salustin 1
v. ; Crammatica latina, 1 v ; dita ingleza 1 v.:
tambeni se vrndcnt livroscm branco para escriptu-
rac-lo ; encadernn-se com muita perfeico e segu-
ranza : ludo por preco muito rasoavel : bem como
Irocam-so quaesquer destas obras por outras.
runo vinho da ficueira.
lxisle no armaaem de moldados atrs do Cor-
po-Santo n. C6 urna grande poreflo deste genui-
no vinho que se est vendando pelo diminuto pro-
co de 1,120 rs a caada o a ICO rs. a garrafa ; tam-
bem ha em pipas que se vender mais cm conla : be
esto o mollior de lodos os vinbos que se leem an-
nunciado pela sua simplicidade e ptimo paladar :
quem urna vez o beber jamis deixai de o com-
prar.
Vendem-se saceos com farelo,
chegados ltimamente, pelo diminuto
preco de 3,4oo rs.: na rua da Sanaalla-
Velha, n. i38.
Vende-sc um oilante cm muilo bom oslado,
por preco commodo : na loja de cabos do Sr. Caeta-
no da Costa lloren a.
Vende-se um bonito molequc de 13 annos ; um
dilo do 12; urna iniilalinliade 7 annos, mu linda ,
e que cose : linio para fechar contas do venda esle
anuo: na rua largado Itozario, loja.de miudezas,
n. 35.
Vendc-sc urna casa terrea cm bom logar na rua
ilo Nogueira : na rua da Cruz, n. 50, so dir quem
vende.
Vendem-se canoas grandes quo sorvem para car-
regar arcia lijlos, ou outra qualquer cousa, por
preco rommodo; as quaes cslflo ao n do clufariz de
Kra-de-Porlas : na rua do Trapicho, defronte do
caes da l.ingocla, n. 30.
Conliiia-se a vender manleiga a 400, 500, 600
e 800 rs. a libra ; bom cha a 2,000 rs.; ca mol-
do, a 160 rs. ; dilo em grlo a 120 rs.; cevada nova,
a 100 rs.; carnauba de 6, 7 e 9 em libra, a 280 rs. ;
alas novas a 40 rs. : pastas, a .120 ra ; bol.cl.i
...gleza, a 200 ra.; dita doce a aoo ra.; dit di.'"
ruta a 480 rs.; faijflo arelo e mulalmlio, i?
a cuia ; arroz de casca a 140 ra. a cuia ; vinholw.^
a 160, 200, 940, 280 e 400 rs. a garrafa caUfli??
guiaba de 6 om arroba a 800 ra.; queijos TS
ra : no palco do Carmo loja do sobrado d r.,\, ,
Antonio n. 17. "wiei
Madeira de pinho.
Vende-se a melbor madeira de pinito que um
vmdoa esto mercado: na rua da Madrc-de-iw?
armazem de Vicente Ferrelra da Costa '
-- Vende-se um preto de 18 annos, de bonita n
gura, proprio para qualquer servico: na ruadnv
gano, n. 8. Ul1-
- Vendem-ae as eslampas lyUograoliadaii ,i
Exms. conde daa Antas viaconde de S 3a BaLT
ra e coronel Antonio Manoei Soarea Cilamh.
rua da Cadeia do Recife, n. 23. ^'moi.
No Aterroda-Boa-VMa de-
fronte da bonecra, '
ha chegado um novo o completo sortimento da mi
endo francez de todas as qualidades, lano nira h
neni como para scnl.orae meninas bem como os
bem conhecidos spalos do Nantes, e do Aracatv
por prejo commodo. "> <
Xo A tcrro-da-Koa-Vista de-
fronte da bonecra,
ha sapalos francezes de couro de lustro para senhn
ra a 1,900 rs. o par. Cheguem Tregeles quo o tem
po lio proprio. A elles, que se estilo ucabando.
superiores charutos baratos.
Na rua nova, n. C, deposito
daestetia ,
acha-seum sortimento de superiores cliarulos da
Babia de diversas qualidades pelo mais barato
preQo possivel ,cafiancando-se pelas qualidades ao
compradores.
--Vende-se um rico piano com oicellentes vozes
na ruadoQueiuiado, n. 17. ,
K
I--:"--------...... >".*JV*W l'tllil l.il IM.I/I lil VI
rulos do llavana, por preco mais commodo do quolespennacetede 6 em libra, a 880 rs.; Una nova ,
_ em outra qualquer parle; uji completo sortimento U 200 o 280 rs.; macarrao etalharim a 200rs.;ba-
Fugio, de bordo do brigue Sertorio, na msnhia
do dia 5 de julho prximo passado, um escravo ma-
rinheiro de nome Francisco de naclo Jang; re-
resenta ter 30 S5 annos; tem umsignal na face es-
querda, falla muito descancada ; levou calcas e ca-
misa de algodao azul, chapeo de palha pintado de
branco, o balde de trazer racOes e 7,000 rs. em c-
dulas ; falla hesponhol: quem o pegar love-no a
rua da Moda n. 7, que ser bem recompensado.
Fugio, no dia 18 de outubro do engenho S.-
Joio, no Cabo, Marcolino, pardo trigueiro, de 19 an-
nos, estatura regular, cara redonda, olhos popuenos,
denlos limados ; levou duas calcas, urna de brim
pardo o oulra do riscado azul; quem o pegar leve-o
ao referido engenho ou a casa de Lulz Gomos Fer-
reira no Mondego, que ser* generosamente recom-
pensado.
-Fugio, no di%7 do crranle, o preto Francisco,
acabralhado ; tem urna forida na perna esquerda ; he
de estatura regular ; tem algumas faltas de denles;
he bastante alegro principalmente quando se eni-
breaga ; levou camisa azul, calcas de riscado com
vivos aos lados imitando suprimento; lio nalural Ja
villa do Crato : quem o pegar leve-o a rna da Cruz,
n. 26, quesera grulifcado.
Fugio, no dia 10 do corrento, a tarde, o' proto
Antonio de na^lo Angola que representa ter 40
annos pouco mais ou menos, porm tem ainda o
cabello preto ; bode estatura regular ; levou caigas
de algodao branco, m tanlo curtas, camisa e cha-
peo de palha; tem os pus em baixo um lano gros-
sos e o melbor signal que lem he ter urna ferida
pequea em urna perna d muitas rhetoricas ou
para mclhor he esportalhflo ; lio do suppor que to-
masse a eslrada de ('linda por I lie dizerem que por
esto caminlio so vai para o sertto ; veio do Cear no
vapor passado. Roga-se as autoridades polioiaes ,
pessoas do povo c capities do campo quo o appre-
liendam e levem-no a rua da Cruz, no llecife, n. 37,
segundo andar, que ser3o gratificados generosa-
mente.
Fugio.no dia 28 denovembro do enrrente an-
uo, pelas 9 horas da noilo, urna cscrava de nomo
Catharina do 22 annos pouco mais ou mrnos, do
naco Angola estatura regular ch ia do corpo ,
cor fula,rosto redondo.Jnariz chalo; tcnic,)em ima do
nariz buscando as sobranselbas 4 marcas de bexi-
gas,c na perna dircita tres marcas de feridas, per-
itas grossasque parecem incluidas | s malfeilosc
apallieladus c com ambos os dedos grandes abortos
para dentro ; tem a marca de una cora uo | cito di-
reilo ; levou vestido j vcllio camisa de olgodJo-
zinho panno da Costa um taboleiio e urna game-
la om que andava vendendo fructas : quem a pegar
leve-a ao pateo do Carmo loja do larlarugneiro, ou
no sitio do Caiuciro, junto a Francisco llibciro de
Urilo.
Fugiram, no dia 8 do correntc do engenho
Ramos freguezia do l'o-do-Alho dous escravos
crioulos um do nome Angelo, alio, preto um pou-
co vesgo, desdentado na frente bem ladino do 30
e lanos anuos : Diogo de estatura mediana pe*
alguma cousa apalhelados, gago, do 20 e tantos a-
llos; suppOc-se que o primeiro ter ido para o C-
luc reunir-sc aos rebeldes e o segundo estar acoi-
taJo porceita pessoa nosla cidade Quom os pegar
leve-os ao mesmo engenho ou na rua do Collegio ,
n. 5, quese recompensar : bem como so protesta
contra quem os livor orcullo.
Fugiram, no dia II do crranle do engenho
Novo de Mussupinlio, de Uanoel Cavalcanti de Al-
buquerquo Una, 2 escravos, sendo : l'odro, criou-
lo, dee.-tatura icgular, denles abeilos, bem fal-
ladlo bonita figura bem preto; levou calcas de
algudilo a/nl camisa c chapeo de pello : Venancio,
crioulo, baixo, grosso, nariz chalo, ventas abcrlas ,
pes curtos ; levou camisa o ccroulas do algoJlo, c
chapeo do couro : estes 2 escravos silo irmflos : quem'1
os pegar leve-os ao dilo engenho o sonhor ou nos-
la praca a Guillienno dos Santos Sazes, na rua do j
Vigario, n. 10 que se recomponsar com 50,000.ra#
era:.: na ttp. oe m.
. OjII
r. OE rARlA. im
MUTIL


Full Text
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