Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06193


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Full Text
j,ni XXIV.
**--
. n; jA/Opublica-ic todo o da que n"o
, "... (Wuir'U: o pr-<0 da aisiifiial'ira he
J' *" :.nrio* do* aMiajiiaiiU* ao Inserido*
'"de -i r. por llnha, 40 r. eiu lypo dlf-
"W.tr e a repelicde pela metade. O nao
'.'luuic pagarlo 80 r. por lint e KM n
JJJtypodill'ereiilo, por cada publicado.
PIIASKS DA LA NO MBZ OK DKXEMBRO.
.violto, a 3, as .1 hdra* e47 mln. da Urde.
,1,,ki: a 10. 9 hora* e25 inin.da manh.
Irt,a 17, 8 hora eMmla.damanh.
fMii a 2,> 2 horMe3 mln*da Urdc-
Quinta-fe i ra
PARTIDA DOS COR REOS.
Goianna e Parahlba, i leg. e fit*-felra,
Rio-G.-do-Nortr. qnintaa-reira ao meio-dia.
Cabo, Srrinhaem, r.io-Fonnoo, Porto-Calvo
e Macein, no 1.a, a 11 e 21 de cada mea.
(aranhuni i' lionilo, a 8 e 23.
Boa-Vi.ta e Plore, a 13 t 08.
Victoria, aaquintaa-feira*.
Olluda, todo* o dial.
PREAMAR DE HOJK.
Primeira, as 3 hora e 0 uilnato da tarde
Segunda, a 2 hora e 30 minuto* da manh
Dozembro de 1840.
K. 75
i
OAS DA SEMANA.
Secrunda. S. Sainara. Aud. doJ.doi or-
phoidn J.clv. edo J. M.da S. r.
5 Terca. S. (irraldo. Aud. do J. do e. da
I. r. e do J. le pai do 2. dial d'- t.
(i Qaarla. S. Nicolao. Aud. dn J. do e. da
2. v. >' do .1. de patdo 2 dist. de i.
7 Quinta. S. A morn. Aud. do J. de or-
phfios c do J. M. da I v.
8 Sexta, tff^f Couceiriio de \osia Senhoia,
Padroeirado imperio.
0 SabbadO. S. Leocadia. Aud. do J. do c.
da I v. e do J. de paz do I dUt de t.
10 Domingo. S. Melquades.
CAMBIOS NO D|A DE 0 MK/KMIIRO.
Sobre Londres a 2.id. por 1(01X1 r. a0 di i*.
Pars
l.iil.o.i 120 por .ni" dj pu-
Kio-di'-l inelro ao ca'.
I>ec. de lett. de bita* ItriM is a I ?,' ao me
Acede da eomn. de Hel.erilif. a.W r. aoi..
Oaro.-Oiicas hespnhola 30*1100 a 30*22
. Mueda. delifiOO v. I7/00U a 7#i0o
. deo/lOOn. I(**200 a 16/40..
. de4/X)0... 9/200 a fl/W
PrtlaPalaccs brasilciro 1/940 a bf<>
> Pean columnario. 1/M0 a j/w
. Ditofiiirxieanoa..... 1/S80 a I*11
MBUGO
PARTE QFFIC1AU
C0VERNO DA PROVINCIA.
0 presiden I o tU provincia, altendendo ao que Ibe
,,.(j-.'.siMilriu i cln-lt; interino da legiflo da guarda na-
cin! de Oliiida, resolve reformar a Antonio Fran-
cisco da Cunta no posto do-tencnlc d 5."companhia
! Jo I" bala.flo da inesina legiflo, por se liaver in-
mlviilo maiiifestamenle nos movimentos revoltosos
jnparnridos rUTlrovinria.
Palacio do govornode Pcraambuco, 21 de novem-
l>rodci8j8,
Hl-IlCl I ANO rBIIBKIRA I'f.SNA.
0 presidente da provincia, rnnfbrmando-se com a
pmposla do deseinnargador chefe de polica, datada
lioj.-, ha por liom demittr osedadSnsabaixo men-
ciwudos dos cargos policiaca que oceupam na co-
iiurra do l.imoeiio.
Delegado do termo do l.imoeiro, Ignacio Correa de
Mello.
prinvim supplente do mesmo delegado, llcni iquo.
Pereira de l.uccna.
Subdelegado da freguezia do I.imociro, JofloR-
beiro Pessoa de I.cerda.
Subdelegado do t districto da freguezia do Bom-
Jardtm, Caudencio Vieira de Mello.
Subdelegado do 2. districto da sobredila fregoe-
/,, llernanlino Barbosa da Silva.
Subdelegado da fregue/.ia de Taquarilinga, Brea
Je Yiveiros Camello l'csson.
I'rimuiro supplente dn supracitado subdelogado,
Mtnoel da Triudade Camello l'essoa.
Palacio do governo de Pernambuco, 33 de novem-
brn de 1848.
Ukccl'Lsno I'kkueiua 1'knna.
0 presidente da provincia, conrormandose com
n |iri,|osla do desembargador chele de polica, data-
da Je boje, lia por bem uomear;
Tara delegado do lenno do I.imociro a Jos Cor-
i de Oliven;!.
Para 1." supplente do mesmo delegado o major
rebumado Antonio t;ume da Silva Cumar.
Para subdelegado da freguezia do l.imoeiro a
francisco Antonio da Cos" Cabral.
I'ara subdelegado do I.' districto da freguezia do
llum-Jardiin o major reformado Jos Cactano Perei-
rn de Oueiis.
Para subdelegado do 2." districto da sobre Jila lio-
Kuczia Jos Francisco de Arruda Jnior.
Para subdelegado da freguezia do Taquarilinga a
Miguel Tbomaze Araujo.
Para 1.* supplente do supradito subderegado a
Juaquim da Silva Ciuvello.
Palacio do governo de Pernambuco, 23 de oovem-
brodelSS.
IIkbciia.no Fbkreiha i'ehna.
Opresidente da provincia lem resolvido que lique
de nouhum offeilo a portara de 22 d abril dcsto an-
uo, que manda passr Ululo de coronel diere da 2.*
lexio da guarda nacional dos municipios do Olmda
e lauarassii ao tencnle-c'oronel reormado da mes-
ma suarda nacional, Manoel Pereira de Moraes, vistu
nnd achar-se titulado, o constar que cominanda as
Aireas que se teem revoltado contra o governo.
Palacio do governo de Perna mbtico, 23 de novem-
brodcl8l8.
llKRCtl.A>0 li:r.KEIRA PESHA.
0 presidente da provincia resolve reformar o to-
neiite-coronel do 1 balalbflo da guarda nacional
do municipio do l.imoeiro, Jofio Itibeiro Pessoa de
Lcenla, e nomea para substilu-lo no referido pos-
to a Francisco Lopes de VasconceHos CalvSo : pela
secretaria se passai ao Horneado a respectiva pa-
tente. .
Palacio do hoverno de Pernambuco, 2o do novem-
bro ,1b tais.
IIKHC.IU.AN0 FBRHEIHA I'F.SHA.
0 presidente da proviucia, conformando-se com a
propusta dodesembargador chee de polica, desta
Jala, resolve exonerar do cargo deprimeiro sup-
plenie do subdelegado da freguezia do Limoeiron
Josquim Theodoro de VasconceHos Aragilo, e no-
mear para aubslilui-lo o cidadDo Dernardino Nunes
llibeiro.
Palacio do governo de Pernambuco, 27 de novora-
brd do 188.
Hkkcoum) Fk.uheiua Pbkma.
0 presidente da provincia resolve reformar o co-
K'iiel da .segunda lenifiu da guarda nacional da co-
maica do l.imoeiro. Ignacio Correia de Meilo, e no-
nier para subsiiiui-lo o lenenle-coiouel reformado
Jos l_e3o Pereira de Mello ; e ordaua que pela so-
cietaria se passe ao nomeado a espectiva patente.
Palacio du governo de Pernambuco, 28 de uovem-
"'Odo 1848.
HdBCrjLANO FIlBBIBA l'KNSA.
O presideule da provincia resolve reformar o ma-
jor oommaiuianle do esquadifto do cavallaria da
Kiarda nacional da comarca do Limoeiro, Joao llar-
'oza da Si|va, e nomear para suhslilui-lo o major
reformu.io Jnce. Caelaoo Pereira do Queroz ; e orue-
iiue nela secretaria se passu ao nomeado a ios-
Pectiva 'ptenu.
Palacio do governo de Pernambuco, 28 de novem-
w> de 188.
(IWlCnUNO FeURlIRA P(NN*,
F.XPF.IHKNTE DO WA S DF. DF.ZKMI1RO.
OlTicio.Ao inspector do arsenal demarinlia, de-
(criniuando expeca as convenientes ordons para que
o patacho l'irapama oilejn promplo a seguir em
coniinissilo para a liba de Fernando, conduzindo g-
neros para fornecimento do presidio e diversos
olijeetns.
lulo.Ao commandanle das armas, parlicipando-
llie ler a comniissSo encarregada do melboramenlo
do porto desla cidade declarado que nao Ibe era
mais necessara a coadjufag3o que Ibe preslava o
l.o lenle do 2.P balalhlo de ariilbaria a p, Fran-
cisco da Costa Itego Monliro; afim deque nesta u-
telligencia dA a esse ofllcial o edstino que julgar
eonveniente. Parlicpou-se a upradita com-
missHo.
IMto.Ao director do arsenal de guerra, ordenando
inderonise o commandante do brigue escuna Ugali-
dade dos vnle e sisalqueires do farinha e qualro-
cenlos carluxos do adarme 17 que o mesmo prest o u
ao enWsnel Jos Vicente de Amoirn Bezorfa para
fornecimenlo da columna a seu mando. Scientii-
coii-so o commandanle das frcas navaes.
Iiilo.Ao mesmo, remetiendo om pedido ru-
bricado pelo inspector do arsenal de marinlia. para
quo haja de mandar concertar as armas nello men-
cionadas e fornecor ao almojarife d'aquell repar-
tlcBo 4 arrobas do plvora para a fragata Conttl-
(Micdo, 2000 cartunos do adarme 17 e 60 pederneiras
para o brigue-escuna Ltgalidailt e ordenando que
remella a conta da despeza que sq.houver defazer,
para ser paga pelo referido arsenal. Commtini-
cou-so ao inspector do arsenal de marinha.
Dito.Ao commissario-pagador, ordenando pa-
>uo ao capililo Francisco l.uiz Virfies a quaulia do
354*210 rs, importancia do sold, etape efardamenlo
quo vencen, de 16 a 30 de uovembro ultimo, o des-
tacamento de guardas nacionaes estacionado na ci-
dade de Olinda sobo mando do mesmo capilflo.
Parlicipou-se ao commandante das armas.
Dito.Ao mesmo, remetiendo nina conta em du-
plcala, para que a vista della pague ao patrSo-mnr
do porlo a quanlia de 7/560 rs que se despendeu
com o desembarque do fardamento o baga geni do
|> batalhito de cecadores, vindo da Bahia no vapor
l'nraeme. Participou-se ao inspector do arsenal
de marinha.
Dito.Ao director do arsenal de guerra, determi-
nando compre com brevidade 990alqueires de fari-
r,lia de mandioca pela medida vclba para forneci-
mento da illia de Fernando no someslre que hade
de correr do 1. de Janeiro a 30 do junho do anuo
prximo futuro, e bem assim os medicanienlos e
mais artigos indicados as duas requisices quo re-
melle ; re ominen,lando que guarde S. me. uessa
compiae na promptificacAo dos gneros, nio so as
observaces l'eilas pelo commissario-pagador, como
tambein as ordena anteriormente dirigida*a aquella
directora a seinelliaule respeito ; e dizendo deixe,
de comprar o xaiopo e o cha que o mesina com-
missario-pagador julga desuecessarios, o envo
secretaria du presidencia una rclacilo do todos os
artigo* de que se lem tratado.
COLMANDO DAS ARMAS.'
Jote Juaquim Coellio, nfficial da imperial orden do Cru-
zeiro, commendudor da de San-llento-de-Ava, conde-
curado com a medulha de ditlincc&o concedida ao
exercito cooperador da boa ordem, brigaileiro e com-
mandanle das urina da provinoiu de Pernambuco,
por S. IU. o Imperador que Deot guarde ele.
Faz publico que o Sr. leneute-eoronol craduado
do 1." balalhlo de caca,loros do'xorcito, Francisco
Antonio Touiinlio, se acba ausente porexcesso de
licenca que obleve do governo imperial, desde 16
do incz passado; c, para que possa evitara i cna im-
posta no artigo 1. da le de 26 de malo de 1835, paa-
aando a desertor, lio pelo presento chamado aapre-
senUr-se no iinprorogavel przo do dou* mu/es, na
forma disposta no artigo 3. da citada le.
Quarlel-general do commaudo das armas do Per-
nambuco, 6 de dezembro de 1848.
loti Joaguim Coelho.
Julgamenlot.
Foram propostns as seguiules pelices d haheaz-
ii,/ius :
De Tliomaz Francisco Pereira. Concejera m.
De Marcnlino Antonio Pereira. j
De Jos Francisco Carnoiro. f Negram-
os Malaquiastomes deJezus Vianna. a soltura.
De Joilo Antonio Bezerra. ]
Foram proposlas as seguinles appellacOes ciyeis
em que sio:
Appellanles, J. Danel Wolfop v Companhia ; appcl-
lado, Frcderico Colln. Desprezr.ram os em-
bargos.
AppellantP, Jos Rodrigues do Paco ; appellado, Ma-
noel Filippe da Fonseca Candi. Julgaram pela
reforma da sentenga
Appellante, Ponciannol.ourenco da Silva ; appella-
do, Joilo Pereira do Oliveira. Dcspre/aram os
embargos
Appellanles, os berdeiros de JoseJnaqunn do Es-
pirito Sanio; appellado, Joilo Fihppe de Souza
l,eto. Mandaran) proceder a novo arbitramenlo.
Appollante, Bernardino Comes do Carvalho ; appcl-
lados, Bernardo l.asserro & Companhia. Conlir-
maram a aenlcnca.
Appellanles, Ignacio Joaquim Fomandes coulros;
appellado, Manoel C.laudio de Queiroz. Confir-
maram asonlenqa.
Appellanles, Gabrinl Afl'onso Begueira e oulros ; ap-
pellnda, a fazenda provincial. Dcsprezaram os
en>hargos.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Joaquim do
llego Barretn. Mandaran) ir com "vista ao Sr.
desemhargador procurador da cora.
Appeliante, Joo Al ves de Carvalho Pono; appellado,
Jos Joaquim da Cosa Maciel.
Foi proposlo o recurso criine om que sio :
Itecorrente, o juizo; recorrido, Jos dos P.eis Comes.
Confirmaram a sentcnca.
?o igualmente proposlo o aguravo de petieno de
Cyprianno l.uiz da Paz. Negaran) provimenlo.
Foi assignado o da da primeira scssilo para seren
julgadas as seguinles appellacOes civers em que
silo:
Appellante, Antonio Fernandos llibeiro ; appellado,
Manoel Florencio Alvos de Moraes.
Appellante, Jos Herculano de Carvalho : appellado,
Alcxaudie Jos Concalves Bastos.
Appellanles, Manoel Antonio da Silva c sua mulber ;
appellado. Domingos Jos pereira Pacheco.
Appellante, Cabriel Antonio ; uppollados, l.uiz Fran-
cisco de I! uros, sua mulber oulros.
Appellanle, Anlonio da Silva A Companhia ; appclla-
dn, a filien la nacional.
Dislribuir.'ifs.
Ao Sr. desembargado!- Bastos aggravo civel em
que silo :
Aggravanle, cabrinj Anlonio; aggravados, aviuva
c berdeiros do Antonio da Silva.
AoSnr. dMcmbargador l.eio o aggravo civel em
que sao :
Aggravanle, Joilo Nepomuceno Ferien a de Mell.) ;
aggravada, I). Mana Carolina Kcrreira dfl (.ar^
valho.
I.evantnu-se a sesso as i horas da larde.
Repartidlo da polica.
EXTRACTO DIARIO DO DI \ 6 DO CORtUiNTE.
Fram presos :a ordem do Sr. descmliaraadoi'
chere do polica, os pretos Aloxandrc, Sobosltlii
Joaquim, cscravos de Antonio Rodrigues de I ima, c
Joaquim, escravo de Jos Rodrigues d,- Araujo Por-
lo, por screm encontrados em barullio; bem como os
Ingle/es Tliomaz Jumes o Joltn Itlrtiell, dos qnaes
lito consta o motivo das prisocs.
0 i.0 Amanuense,
Aprigi" Jos' da Silva
PERNAMBUCO
FREG6EZIA (JO l'.OMTtt.
rRIMBIBO UISII1ICTO.
Eleicad dejuitet de paz (tita 1" ''"""'"'"" ,8W-
1, volado Candido Jos da Silveira.
Jos Joaquim Bezerra de Mello
Pedro Icrreira l.eile.
Virgilio Cardo/o l.inia.
2.
3.
i.'
III.IKIII HE PER\ 1 aBI'IMI.
RECirE, 6 DE DKBUBHO DE 1S8
Quarlel-general na cidade do Re i fe, 6 de detembro
de 1858.
--OIIDEM DO DA N. 9.
O Exm. Sr. general commandanle das armas man-
da declarar ausente por excesso de licenca ao l-
ente-coronel graduado do 1.* balh.lo de cacadores,
Francisco Anlonio Tourinho.
Assignado. Andr l'inlo Huarteda Cosa Pereira,
Capilflo ajudanle de ordena euca regado dodelalho.
Conforme. Cuilherme rf Sanios Sazet Cndel,
alteres servindo de secretario militar.
'IK1BUNAL DA RELACAO.
- o
SESSXO DE 5 DE DKZEMBItO DE I88.
PRES1DRNC1A DOSS. DBSMiRC*D0r; AZEVEO0.
AcluuUo-'se Msenles os Srs. Jce!>'i'fgsdores
Ponce, llamos. Villares, Bastos, l.eflo, Nunes Macha-(
__ ___i...;.l.;tni)...iri Man*.ir,i e Vi. .
fcfiiSes.
Passaram doSr. deseinhargador l'once ao Sr. des-
ombargador Hamos as seguinles appellacOes :
Appellanle, o juizo criminal da cidade da Fortaleza ;
appellado, Joaquim Marques de Oliveira.
Appellanle, Anlonio Pedro deMendonca Corle Bcal;
arpellada, Mara Candida de Magalhflcs.
Appellanles, I). Mara Anglica Carneiro deSampayo
o Jos Nicolao Bezerra ; appellado, Anlonio de
Santiago Pacs de Mello.
ApjicllantP, Antonio Joaquim Ferreira de Souza;
appellado, Caudino Agoslinbo de Barros.
Passou do Sr. dcsenibargador Ramos ao Sr. des-
emhargador Villares a seguinte appellaCSo :
Appellante, Vicente da Silva Ramos; appellado, o
juizo de direilOdeMacei.
Passaram do Sr. desembargador Villares ao Sr.
desemhargador Bastos as seguinles appellacOes :
Appellante, Jos Comes Villar; appellado, Leopoldo
Jos da Cosa e Araujo.
Appellante, llonriquc Merges; appellado, Ignacio Jo-
s de Mello.
Passaram do Sr. desembargador Bastos ao Sr. des-
emhargador l.eflo as seguinles appellacOes:
Appellante, Luiz Pires Ferreira; appellados, Manoel
Pires Ferreira e oulros.
Revista crime em que sflo :
Recorrerrle, l.uiz Antonio doScixas; recorrido, An-
lonio da Silva Castro.
Passaram do Sr. desembargador Nunes Machado
ao Si. desembargador Ponce as seguinles appella-
cOes :
Appellante, Jos Joaquim da Silva Maia ; appellado,
Antonio Ignacio da Roza.
Appellante, Agostnho Fernandes Catanho de Vas-
conceHos ; appellado, Joflo Frcderico de Abren
Rogo.
Appellanles, Amador de Araujo Pessoa de Mello c
outros ; appellado, Jos l.uiz Innoccticio Pogge.
Appellante, Jos Joaquim Comes Duarle ; appellado,
Caudino Agoslinbo de Barros.
Appellante. Bernardo Jos de Barros; appellado, Mo-
ren Bern.
Passaram doSr.juiz dedireito Peixotode Briloao
Sr. desembargador Nunes Machado as seguinles ap-
pellacOea; fc-^ j
Appellante. liento Jo da Costa; appellado, Jos
Joaquim Bezerra Cavalcanli,
xoto de Brlu, abrio-se a sessflo. Eram 10 lloras. | Antonio pereira.
O SR. GKNBRAI. JOSl! JOaoL'IM COHI.UO.
Apenas O Sr. brigadeiro Jos Joaquim CoelllO
aporlou a esta cidade, nos o saudanios, nflo como
oorgflo de mi) partido, porque lelzmcnle nflo o so-
mos de nenhum; mas sm como justo apreciador
das qualidades nflo vulgares do militar brioso que
nflo cito hrasilero senflo ao donodo e bravura com que
sempre lem pelejado no campo da honra e da legali-
dade, expondo em muitas occasiOcs a vida lan-
o mais preciosa qua'nto della dependem a de urna
esposa desvelada e I de varios lilhos anda nao aca-
bados de educar. Entretanto, qual he o modo como
iflo procedido para com o distincto general cssas
azea que ah se apellidam de liberaos, e que se
dizom echos de um credo poltico'.' Teem-no insul-
tado, coherlo de baldOes, e fi rceonimendado ii
iras populares. Mas, onde o motivo de tanto odio
contra o liomem que, vindo vver entre nos, dedi-
cou-se todo aoservico do Brasil, e ainda nflo dexou
dcalTronlarperigose correr riscos, sempre que
sua patria adoptiva, a patria de sua mullici, a palra
de scus lilhos, ha reclamado os seus serviros v Inda-
gai, pesquiza, esquadrinhai mesmo, que nao o
acharis senflo na presteza com quu O-Sr. lose Joa-
qun) Coelho dexou a Baha, onde viva em plena
paz, osem o mnimo recco desses incummodos a
queso expOe um general quando drgo tropas (|ue
teem de entrar em aeflo, para voar em soccorro
dcsle Pernambuco, que, a bracos com a guerra ci-
vil, nflo poda onerercr-lho senflo vigilias, desgos-
tos e dissabores. Sim; doslos n dissabores, por-
quanto he sabido que, com um coracflo todo per-
nambucano, o Sr. Coelho sent o sent profunda-
munte sompre que v correr o sangue dos naluraea
desla bella provincia, que homens degenerados e
sem f se esforcam por aniquilar, smonto porque
reconbeccm quo he chegado o momento de dcixa-
rem de exercer sobre ella um dominio exclusivo o
voxa lorio.
Assim, pois, aquillo que aos olhos da genle
sensata conslilue o mais nobre ttulo de gloria do

-ADO


I

h.
i
Si urigdeiro Jos Joaquim Coelho, iquillo que ala-
da mu* ) rrrommcndn *s wmp.-uliias 0 a estima des
verd.deiroi l'ein.nibucano, daquelles que liad*
musquerem sendo a proaperidada desia latereaMnta
poicio da Ierra da Santa-Cruz, he justamente o que
o ex|e aos lurores da* folh.s opposicionist is, o
que a* arrastra aoexcesso de vomilarem as diao-
les injurias contra o vlenle general, cujo corpo co-
bertu de cicatrizas honrosas, c devidas Indas ao va-
lor POm que elle lem unido sustentar o tlifono c a
< 'nstiluicilo do rniz, he um documenlo vivo contra
a injuslica eom que o UlMlhan esses meamos que
em eras nao muito remolas leoorreram anseu braco
lorie .- poderoso, a sua reronhecida pericia militar,
i a sua un o equivoca bravura, para suslciilar-lhes a
autoridad* varillante, aproxima a escapar-Ibes das
mlos.
Qual he, porin, o proposito dos que desenvolved)
sementante proceder? Tenlam, porventura, ame-
dronlar o benemrito general, eleva-loa ai ripiar
carreira, doixando de coadjuvar o Exm. presidente
da provincia na sublima empresa de pacilica-la ? Se
este o seu lim, perdn) o lempo: -quem Dffo empalli-
dece nem reraiin campo de batalha;-quem nflo per-
de o sangue-fro ao ouvirnagudo sibilar dos mos-
quetes, eoalroador rebombo dosconhOoa ; qum
1)30 rolla costas ao Inimiga enfurecido, sabe despre-
r bravatas, e cons>rvai-se no posto de honra em
que ocolloearam, man grado as amoscas daquelles
cujos inlercsses pessoaes possam soffier com isso.
Esperam assular o povo contra o Sr. Coelho, e arras-
tra-loa mais um crime, a mais um acto de caniba-
lismo ? Temos t que nfio o consegurflo : o povo j
-m conhecendo os seus verdadeiros amigos ;j sa-
li que nao he para fa/er a sua felicidade, nem a das
siias familias, que os condu/em ao matadouro ; mas
-ime smenle para disprtrem-sc as cousas de modo
a podrrem os especuladores polticos desfrurtar ex-
eellentos posicocs, fruir pingues ordenados o incul-
car influencia que niio leern.
O que resta, prtenlo, aos que tito desabridamen-
te alaeam o Sr. Jos Joaquim Coelho, pondo rm du-
vi.la o escurecendo os relevantesservicoa que elle ha
prestido ao paiz A vergonha, o opprobro, c o rc-
morso que nunca doixa de aflligir a todos quanios
trucidam a propra conciencia para dcclaniarcm
contra cidadffos respeitaves, cujas reputares Lem
Jundadas achani-sesobrancciras aos tiros da male-
dicencia e da calumnia ; ao pasa que elle, em por-
leita harmona com o Kxm. Sr. presidente da pro-
vincia, a quem merece Ilimitada coiiiarica, escuda-
do na eslima e censderaeflodo lodos os bons'Per-
nfn.bucanos, eaminha ovante na carreira de gloria
queaempre hatiilhado.
ja vo* demonstramos em uta orr.siflo : S. M. a
Itiinba l idrli.-sna o* u indou para aqui lim de re-
ceberem a bordo c porem a salvo de pongos aqurl-
lesda srussuhditn contra osquaes os cibccilhasse
lambraaaam de assular os incautos, como icon-
leceii nos diis 86fS7 do junho prximo pastado;
neaaesdiaa de excrr.vel memoria, e que jamis qui-
mera mos citar. Istn mesmo refiri o nosso corres-
pondente de Lisboa em urna das c.rt.squo ltima-
mente publicamos.
Sendo islo assim, para que buscis inocular o
contrario no animo de alguna do nossos millos me-
nos esclarecidos, procurando al fazer reviver essa
r=
i. aiLhai
lflo mo como eu nsuppunha. Odo este primero
rao, o mais por si mesmo operou-se. Osear anda
"tu o mesmo : jovial, elieio de espirito e de inexh.u-
rvel loqu.rid.de Comumi a fallir, c nunca mais se
culn. \nuca liuha desenvolvido lana vea, nunca
mostrara maior amabilidade. Quera levar ao cabo
a sua conquista, e assim conseguio-o. Km menos do
vinte minutos js nos estavamos tflo bous amigos co-
mo danto*. Tinha-se fallado e repisado em mil ob-
jectos, sem ordem, sem nexo, ao acaso eao alvodrio
dopensamenlo.
Ora dize-me, Jeronymo, disse-me elle passando
do um remoque a outro, nflo chegou tu. provincia
a fama das nossas facanhas?
Que laganbas, Osear ?
Roa duvida parece-meque he escusado per-
gunta-lo, pois o naso lem sido bem fallado! Ora con-
fesas que fizemos urna guapa e excellentc revolucAo.
anligo odio contra a nacflo poitugueza.i qual no* I "" ')evs ? pois tamben) be obra tua ?
h porque nflo, meu charo O que nflo perten-
.'odio! ce a ninguem pertence a todos. Eisomeu direito ;
prenden)lanos lacos de parentesco edeamizade?odio! co a ninguem pertence
que j eslava quisi extinelo, e que smente ascon-|nada mais claro.
.i.B I.M.......r-u- iik____rA___-.,____I. T bem m o-corto he qu com a (al revo-
Dtiearrigam hojt, 7 dedezembro.
Iliale Sim-fentdielo fumo e charuto.
Escuna Oulflt barricas abatidas e com lampo
Escuna llnda mitidczss.
(alera .foord-Fi'i merradorias.
Barca Tenlatirn-Felh pipas e barricas va
CONSULADO CERA...
RENDIMENTO r0 DA ti.
fiern'......................... 3:661 ti".
Diversas provincias........... 'Z*
.....____""iWS
tinuadas intrigas dos falsos liberaes lram capazos-
de alear, sem atlencflo aos males que devia tr'azer
a este paiz nascente, e anda nflo adianlado em ne-
nhum dos ramos de industria que locm feito a fol-
cidade das nacOes civilisadas He muita perversi-
dade, he muita falta de f; c cerlo vos recuaricis
ante semelhanle embuste, se nflo o considerassis
como a ultima talioa de salvacflo ; se nflo pensasseis
que, atacados e desbaratos em todos os pontos onde
lendes basteado a bandeira da revolla, desmentidos
em todas as assercoes calumniosas que ah tendes
propalado, apenas vos restava lancar mito desse alvi-
tre, que va aptesenlar-vos aos olhos do mundo ci-
vilsimo como um orda de selvagens, como casta
deases gentos barberos que assassiname estrangu-
lar os infolizes nascidos em outras Ierras, que o
mo fado conduz a inbospitaleiro deserto em que
demoran).
Knlretanlo, perdis vosso lempo e vosso nefando
trabalho : os l'ernainbucanos nflo quererao degra-
dar-so a tal ponto; repellirflo as vossas sugestoes,
e provarflo aos seus concdados, ao lirasil o ao
universo lodo, que, verdadeiros chrhUflos, saben)
resucitar as vidas de seus semelhanles, qualquer que
seja a paragem em que lenham nascido, embora
pertencam a esla ou aquella nacflo.
Sim, esperamos em Dos, que, por maiores que
sejam os tramas e os aleives dosdesorderos, elles
nflo conseguirflo reproduzir aqui as scenas horro-
rosas que enlutaran) esla capital nos ja referidos
dias 26 e 27 de jimlio, e de que nos nflo podemos re-
cordar sem dr pi(llanda.
lucflo ficastn apeado.
M)IS DMA CtLlMMA ATROZ
.Nflo lia ardil a que a opposicto nflo recorra para
co.M-'issAo po propbio came.
l-ouvado seja Dos .' J urna vez fallaran) verdade
os redactores do Diario Novo, conressando, na 4.' col.
da I,' pag. da sua folha de boje, que o Sr. comman-
danle superior de oianna, francisco de Paula Ca-
valcanlcde Albuquerque l.acerda, fora aorlalmen-
tc Iciido polos liheraet. Ora, sendo publico c no(o-
no que esto distnclo cidadflo vinjia de vagem -para
esta capital, aconipanhado apenas de dus ordenan-
rs e tlous pagons, quaiido foi assaltado por urna
excitar a suscepUbilid.de do povo pernambuc no ,r u T ^ Um
, .... ,e,",,muucaM0' ['"rtidade revoltosos emboscados na malta, torna-
desse povode quem se e la Unge amiga ao passo que L ....bem evidente que o seu ferimento, quo s
o arrastra para o matadouro. elheesl cavando a dzem sor gr.visai.no. he mais um dos muilos assas-
iuhu com malda-dc calculada e quas inconcebivel : natos com que oseen.//*,**, procuram facilitar
nos, porem, que. tambero, somos do pavo, equeo o seu liiumpho.
impunidade
.miamos sinceramente, nflo consenlirenios que illa-
quera a sua boa f, e semprc que o quizaren Ilu-
dir, alearemos a voz para dizer-lhc a verdade.
Islo posto, nflo podemosdexar de declarar que he
inicuamente falsa assa historia ia desembarque da
murinhv jiortugw.za en. a noite de 3 do corrente. Es-
so desembarque he mais urna iovneflo da perversi-
Jade: nunca existi, nem tal lembranca jamis oc-
correu ao Exm. Sr. presidente da provincia,
Quaesque que sejam. as circumstancas dadas,
ronliami s que o governo nunca lera precalo de re-
correr a bracos eslrangeros para manter a ordem o
a tranqiillidade publica; ellecont.i rom o apoo
franco e leal da maioiia da provincia, dos l'einam-
bucanos sensatos, que nflo so negain a sacrilcar seus
interesses aos da patria, e q*uc se bao apresentado
dispostos a vender caras as vidas semprc que os pro-
motores da revolla teem espalhadoquo seus sequa-
zes querein invadir a capital, romo succodeu na noi-
te de 4 deslc mez.
Estes l'crn.mburanos teem bastante biio, o com-
prehendcni quanto sera triste que, para garantir as
vidas e as propiedades dos habitantes desta capi-
tal, o governo se rase na necessidade de valer-sc do
auxilio de qualquer nacflo cstrangoira ; e, pois. con-
tinuarflo a agrupar-se m derredor da auloridade, u
lano arrojo, tanta conlanga na
nunca esperamos ver en) nussa tena !..
VAIKI)AI)E.
JKKOKYAIO I'ATl'UOT
Eli BC8CA da mi:i no os m-.i-i ni.n: v-
l'or Luiz Heijbaw!.
A MI h Ull \ K O BtVKRSO.
Tu aqu! di aqu! repeta Osear. Quem podera
ndivinha-lo? E para eu vir a sahe-lo foi preciso que
casualmente le enconlrasse ,\flo izeste bem, l'aiu-
r.it. naozesto hpm. Tmlio rasflo de resentir-rno
por pouco que nflo Reo mal comligo.
Em vez do resp-nder a esta explosflo do artista
conservronme cu acanhado e com cerlo -nleio. Ti-
iiha-nicullimamenU.ddle separado em desintelli-
gencla, n as reenrdacoes que me rostavam da sua a-
mizade nflo cram extremes de tal ouqual desagrado
Osear percebeu-o, e logo lialoi decombaler o des-
armar as miiihas preveocoes. l-oi o primciro a f.l-
lar-inc de Malvina, e por modo que nflo podii deixar
dceomn.over-me. Ressumbrava em sitas palavrasa
expressflo de un profundo respeito a par do urna af-
reicflo sincera. Sor. preciso confessado? Essas nar*-
vi as foriui-mc ogradaveis. e me cxpelliram do espi-
to visoesque o teinpu tiulia enfraqu^cilo, mas njkl
AlOin disso, Osear Unlia so mostrado mais nosso ami-
go do que eu esperava ; havia aconipanliado com so-
-----> -. licito mleresse o* triumplios decolleaiodo meu Al.
eaprcst.r-lhelodo osoccorrode que baja ella de 'rodo. E pois, a ausencia e a desgr.g, esses do us
precisar para debellir a anarchia e consolidar n im |ma,es..imPer*,0veis nos tinham elo decahir da
sua estima : era, portanto,-justo quo me eu moslras-
Como assim ?
Pois nflo eras pintor aflectivo da cmara de S.
Mageslade ?
Sim ; mas oque tem isso ?
Essa he boa hn evidente que, nflo havendo
mageslade. tambem doixa do haver pintor elTeetivo
da sua cmara.
Forte bomcdi como estis pouco ao faci da
historia da huinanidade Revolveos annaes dos po-
vos. O que he que vea nclles .* Cahirem res, mas
nunca pintores. Deixo de ser pintor effectivo d. c-
mara de s Mageslade, nflo lia duvida; porin fleo
sendo pintor elTeetivo da repblica. As cores nao
teem partido poltico.
Principalmente o ver.le, queho tflo mudavel!
Palurot, Palurot, isso he opigramma : pois
bem, tralarei de responder-lhe! S tenho culpas,
estou prompto a expa-las. Alguem mudoii, dzes
tu ; pois procuremos descobrir quem he o culpado,
acaso fui cu? Nflo. Nessecaso, foi o governo; e eis
a sua condemnaeflo.
A islo nflo ha que responder.
Osear era, pois, um dos vencedores de fevereiro :
gloria era essa de que elle nflo quera desistir por
modo algum. Eslive por isso, e o pintor logo abusou
da concess.lo. Arvorou inmediatamente nova pre-
lengflo, a de ter sido republicano desdo lempos im-
memoriaes A hyperboleera muito excessiv. ; nflo
eslive por ella: nflo se deve brincar com as opi-
nines. O artista nflo se deu por vencido, voltou car-
ga, tomou o negocio mais de cima, e remontou-se
ato seus .vos para por fra de toda a duvida a ori-
gem das suas opiniOcs polticas.
A medida que elle mais se emhrenliava nessa de-
monstradlo, erijav.-se-lhe a barba ao maior gr.o
do cxallagiio, e apresentav. ffetos de luz de exta-
siaren) a um colorista.
Sim, exclamava elle, ouj era republicano an-
tes da revolucflo, fui-o durante ella, o anda conti-
nuo a s-lo; republicano por genio, republicano de
nascenga, ludo o que ha de mais republicano.
Pois entilo andavas bem eneoherto !
lie essa a propriedade das convicroes profun-
das ; escapan) simples apreciaeflo dos olhos. Con-
sulla a historia.
Toistu, tflo folgisflo, tflo distrahido edescui-
doso, tiuhas sequr opiniflo pulilic. ? Quando he
quo os loncos a (iverami'
l-oucura de Brulo, Paturo(. Estratagema das
grandes paixes da alma Ilom se v que nunca
conspiraste.
Pois tu conspira vas ?
Se eniisp ira va t retorquio o pintor com voz e
o gesto de um actor trgico. Pergunl.-ine'se eu cons-
pirava I Pois osseera o meu elemento, Jeronymo. o
meu mister, a minba honra e o meu titulo Quem
he que pode viver sem conspirar o seu bocadiihoi'
Conspira-so como se respira, meu charo ; alias ca-
ho-se na classe dos moluscos ou das organisaces
rudimentacs.
. Osear a-se escandescendo, e nessa eseandescenei*
mais se illudia. O exallamenlo d. imaginaQflo de or-
dinario se desenvolve a cusa da boif: o cspiriio
acaba emlim por acieditar no phantasma qiieengnn-
drou. O quecumpria lazer o oppr a isso? Comba-
tir a illusflo, dobcllar a nuvem. Mas de que servira
isso ? Qualquer constesta;flo poria as cousas em
poiore.st.do. Eu o comprehendi, e rvlugieUme no
silencio como om um ultimo protesto. M.s Osc.r nflo
era homcm que assim se resignasse: o impulso es-
lava dado, e ia-o arrastando
Ab : enlflo duvidavas de mim 9xclamou elle;
duvidavas de mim! o caso he gravo, Jeronymo.
Nflo ha tal, lespondi-lhe eupara cortar toda a
discussflo.
Enlflo, com que, .ssentas que nflo sou republi-
cano ? que nflo me corre as veas sangue republi-
cano :'
Esl boa), Osear, eu me retracto.
Nflo aecuso o leu cor.cjlo, Palurot; smente
acenso a tu. orudieflo. J duas veze* te disse que fo-
Iheasses as paginas da historia, pela terceir vez .
elljs le remello.
Est bem, acabemos com islo.
Sim, consulta a historia que vers se lodos os
grandes pintores nflo teem sido republicanos. Onde
lie que tem desabrochado o genio dos nossos mes-
tres Na Grecia Repblica. Em Rom. Itepnl'i-
ca. Em Florenc. .' Repblica. Em Vi-neza .' Repuut.-
ca. Na llollauda Repblica. Cnio que. he ist'bein
roncliidenle Em todos os (empos o em lodas pocas
a repblica tem sido .'mili radiaidc da arlo E que-
nas que eu renegasse a mnli. liliacflo natural' E
quenas que. eu nflo fsse. que nflo livesse sido sm-
pre eiuv.ri.velineiilerepublic.no! Ests atacado
do mal doseculo, Jeronymo! estasevadode senti-
cismo, meu amigo.
Est boin, Osc.r, sucega, dou-me por venci-
do : so te peco que moderes essu leu vivo acciouado-
o!ha que no* estas dando em espectculo.
AinJa bem, folgo de ver que rcconieces o teu
erro; nisso piocede* com siso e pru.iuncii esc
assim nflo fuesses, ja eu eslava par. fulminar-te
KlMl II.,., .... I .,,-.,
CONSULADO PROVINCIAL.
RE^DlMENTO DO DA 6.......... 229f,O30
i*BBija!a9aJa*a*s,ss,**BasHseHBsa*J!
Movimento do Porto.
Navio sabido na Ha 6.
Camaragibo ; hlate brasileiro Now-Dj$Uno, canil Ib.
Estevflo Ribeiro, carga varios eneros. Passaee
ros, llannel de Jess Marinho, Manoel Joaquim p,-
ca, Jos Al vas Pcreira, Fr. Rento do lonte-C,rmel
lo, Rrasileirof. "
Deca raides.
O arsenal de guerra tem de conlratar o fume-
cimento de vveres, paran sustento dos aprendizes
menores do mesmo arsenal, porespapode 3 mezes
sendo do primero do Janeiro'ao ultimo de marc'
prximo vindouro a saber: pites, carne verde, dil/
secca, larinba, feijo, arroz branco, toncinho, bcn-
IMo, azeile doce vinagre assucar branco cha
nysson, cale, man(eiga o lenba : As pessoas que es-
te con(r(o Ibes convier, comparecerflo na sala da
directora do mesmo arsenal, no di. 7 do corrente
com su. proposta em carta fechada, alim de so reali'
sar os convenientes ajustes.
Arsenal de guerra, X do dezembro de 1818.
O escripturario,
I-rancheo Sernfico de Auit Carvalho.
PURI.ICAgAO'ACRICOEA.
Manual pratico do fabricante d assucar, por
Agoslnho Sommier. Esta obr. ensina praticamente
o modo de fabricar o assur.r demonstrando os in-
convenientes d. antig. pralic. os meios de as re-
mover e finalmente ludo quanto se precisa para ti-
rar maior o melhor resultado de su. factura e esta
escripia em urna lingoagem que qualquer pessna
percebe; podendo-se mesmo dizer que os Srs. de
ongenhos com ella s errarflo se quizerem : vnde-
se por 2,000 rs. na praca da Independencia livra-
ria ns. fe8.
Avisos martimos.
-- -r-r --"- ..... "'i'cwio, 11111.1 ||;|i.j
le tolo dissipado. Jnflo havia duvidar;sua lio- -""" au uesm
guagem liuha o cunti da Tranqueza e da verjade. |co"' '""" palavra.
S0-Gs'a Ora.' enlflo qu.l he essa palarraf
Eslava pura cli.m.r-tedynaslico'/ He um epi-
theto de cujo opprobro ninguem se levanta.
Pois bem, desde j dou-me por morto ; porm
peno da le.
Esses navios de guerra porluguezes, queahi vedes
esl.eioi.ados no porto, nflo trouxerara a missfio de
so involverem nos nossos negocios, pois que nflo f-
ram requsilados pelo governo brasileiro, segundo
cala-te, ollia que estamos sendo alvo de todas as
vistas. 'Continuur-sc-h'i.
so penhorado por lito rara lidelidadu.
A' proporeflo que o pintor se abra commigo, e que
"e roMuvii todos esses pormonorei, seolia ou dir-
aea indiirir.nca que entre nos existia, e r-seresta-
beleceuilo a cunlianca.
ravois, disse commigo, deixo-me talvczem- ALFANDEGA.
bar por falsas conjactur.a! Este pobre rapaz nflo he | JtENUWBNTO DO DA 6........... *:3,7
COfrIMERCiO.
- Para o Rjo-Crande- do-Sul sahir, breve o bri-
gue /.fu, recebe carga e escravos: quem preten-
der pode en ton ler se com os consignatarios Amo-
rm Irmflos ra da Cadea n. 3.
~ Para o Rio-de-Janeiro seguir em poneos das,
a barca Tentativa a qual esta com sen carregamen-
(o engajado ; pode, porm, receber escravos, o tem
bous co mu ocios para passageiros, para estes pde-
se tratar bordo com o capitflo o aquelles com os
consignatarios Amorim li mflos.
A barca nacional Tenlatioa-Felit segu par* o
Itio-.ic Janeiro com muita hrevidade por ler gran-
de parle de seu canegamenlo prompt. : para o res-
to o passageims para o que oltorece os mais ricos e
sschidos commodes. assim como para escravos,
trata-se n. ra da Moda n lL.com Silva a Grillo.
Para o Aracaty sahu, mpretervelmente at o
dia 20 do corrente a mais tar tiver bordo obi.te Novo-OUnda, por ler j enga-*
jada parte do seu rarregamrnto : quem nplle qui-
zer carregar, so entender com o mestro do mes-
mo, Amonio Jos Vianna no trapiche novo ou-n
ra da Cadeia-Velha.n. 17,-s-gundo andar.
Par. o Aracaty sahe, em pouco* dias, por j ler
parte de seu carregamcuto prompt., o hito Flor-do-
llecife forrado e pregado de cobre : para o resto di
carga e passageiros, trata-se na ra do Vigario. n. 5.
Para o llio-de-Janeirosahe, com a m.ior brevi-
dailo possivel o brigu" nacional Ligeiro, de pii-
meira marcha : para carga, escravos a frele cpis-
sageiros, para o que tem excellentes coinmodos, tra-
ta-se com Manoel Joaquim Sos ros no loja de fer-
ragens ao p do arco da Conceicflo >u com "ro-
vaeso; Compauhia na ra do Trapiche, n. 31..
Para o Rio-de-Janeiro segu, com brevidade o
brigue-escuna nacional Olinaa : tem pirte de sui
carga engajada para o resto, passageiros e escra-
vos a fete, Irata-se com Machado & Pinheiro, na ra
da Cadeia do Recife, n. 37.
Para a Babia sabe, em poucos diss, com a cir-
ga que houvcr", a sumaca Flor-do-Agelim : pan
inesma e passageiros tral.-se com o meslre Ber-
nardo de Son/a ou com l.uiz Jos de S. Ar.ujo na
ru. da Cruz, armazcm n. 26.
--0 brigue porluguez Marla-Ftl ; cipilflo l.ou-
renco Fernandos do Orino, alie para o Porto uo dil
12 do corrente por ler a maior parle de mu carre-
gamento prompto: quem no mesmo quizar" carre-
gar ou ir de passagem par. o que tem excellen-
tes commodos, trate com o capitflo na pr.if*, ou
como consignatario, Antonio Jouqulm de Souza
Ribeiro.
-Por. o Itio-de-Janciro sabe, imprcterivelmente
nodia 15de dezembr, o brigue Atsombro forrado
de cobre e de primuira marcha por ter o seu ctt-
regamento quasi completo : para o resto da carga t
passageiros trata-se com Julio Jos Fernandos M-
galhfles, na ra da Cadei. do Itecefe, bo(ica n. 61.
Para a eidade do Porto pretende sabir com hre-
vidadea barca llttlc-Pcrnambucana, capitflo Manoel
Francisco Nogueira, por ler a maior parte de sua
carga engajada : quem nella quizer carregar, ou ir
de passagem, para o que' ofleroce b,ns eammodos,
eiitcnda-secoiii oconsignata Ue Moraes, na ra da Cruz, n. 3t, terceiro andar, ou
com o cipito na l'raca-do-Commercio
I
MELHOR EXEMPL



"'

*
-:'
.. para Lisboa pretenJe aahir, no da 24 do cr-
venle. |i:'"'"'' brasileiro Viriato : quem quizar car-
rfgar', ou ir Je passagcm para o quo tom o me-
Idro commodo*, dirija-se an consignatario, Tho-
m,nle Aquino Fonioca na rua ilo Vigario, n. 19,
,,ii au capiljo na praca ilo Commercio.
____ i i
Leudo.
.- ii.nnngosAlves Mallieus tranaerio o leilflo de
veame, cabos. ancoras, ancoris, verga, o urri
nimio cinonomctroiiovoe domis ocreJilado au*
tur ing|M l,ara Mgunda-feira, 11 do corrente l
10 horss da mantilla quando ser cffecluado, por
iilrrvencSo do corrctor oliveira no armazcm do
Araujo, becco do Goncalvcs.
Avisos diversos.
^^^_^_ i I III I lili I II
Constando ao aliaixo assignado que ha alguem nes-
l,icidade, que se diz procurador de Madama viuvi
Krenionl de Pars, declara que por ora anda mo
i; 1,.1-almciilo intimada ao mcsmo abaixo assigna-
do alguma nova procuracfio da referida Madama viu-
va Fremont, e quo ello he o procurador aulorsado
comprocuracio legal, quepo Je apreseutar a quem
convter.Joao fignes.
~ Jos Massa regraasa para Lisboa na barca U-
qeiru. .
-William llenry Kuglily, subdito britannico ro-
lin-se para Tora d imperio.
-Oprofessorde inglez o francez do collr-gip das
' arles tem aborto um curso destas lingnas cm sua
rasa ra da lloda, n. 9 : as nessoas que desejarcm
eudar alguniBS desls disciplinas pdem dirigir-
se a referida casa do sua residencia.
Sr. que Coi loja do Sr. Moro/, na praca da
InJepcndcncia, no dia j do corrente, a tarde, per-
guntar quanto valia um reiogio de miro, Oom cor
rento o edave tambem de ouro, equedizia que llie
tinham ido empenhar, dirija-se a esta typograpliia,
>que sollie desoja fallar sobre o dito relogio ; ou an-
nuncie a sua morada.
,\ direcgiio da asssociacao pira o un si no e pro-'
pagacSo da f catholica convi la os aras associados
para assistirom a urna missa solemne que tem de
celebrar-se em hour doseu pa.lroeiro, o apostlo
das Indias, 5. Francisco Xavier, no altar em que se
tena enllocada a sua imagen., na igreja de S. Pedro,
emoilii 9 do corrente, pelas 9 horas ila mauhla.
Precisa-se de urna mulher de bons coslumes'
parda ou preta, independente do pensos, quo de
liadur de sua conducta, Pura fazer compendia a
una pequea familia, dando-se-lhe o sustento ede
vestir: dirija-se a o liedle, becco do Azeite-de-Pei-
xe, n. II, on nesta lypographia.
A. P. de 'igueircdo lem uberto
ii'n rumo de pliilosophi* geometra, in-
glez e francez, na ra estreila do Rosario,
n. ao, primeiro andar.
Jos Soares de AzeveJo, prol'essor de lingoa
/rareza no lyceo, tem aberto em sua casa, ra do
Uozario larga n. 36, segundo andar, um curso de
pliilosophia eoulro delingoe franceza. As pessoaS
que desejarcm estudar urna ou oulra destas disci-
plinas, plem dirigir-se indicada rosidoncia a
qualquer hora.
Joaqiim Lopes Cabial de
Teve
abri sua aula de desenlio e pintura em a casa da
i na Helia n. 3, ai giin lo andar, onde leccin das
9 as It horas da inaudita e das 3 as 5 horas da lar-
de pelo preco de 6,000 rs. mensacs, o desenlio, e
R.OOii rs., a pintura : tambem lecciona cm collcgios
de meninos c meninas.
ACRAMiCIMENTO.
Bllonlem, chpgandn de o.cu sitio encontrai um po-
dio joven quo alronva com gritos a vizinhauca do
lliealro pnis ha 15 dia padeca do dores de denles,
dci.-lde um simples escrii to pura o Sr. doutor (llega -
rio,cisque dahia pouco o pobresito sem despeza
algum eslava .bom : muilo agradeco ao mesmo Sr.
fr. o apreso que fez do mcu pedido sem haverde
iiiiii cotiheciniento alguna. Dos Ihe compensar ,
anda que os homens Ihe sejam ingratos Seu ros-
pcilador. F. t'. Gamboa.
Iieaappareceu, no dia 4 do correnta da casa
de Rolde & liidoulac, rus do Vigario n. 4, um ca-
ehorrinlu) de raen ingle/a com ns signaes seguin-
tes : pequeo, todo preto, o oreldas grandes: quera
o achare levar a casa cima, ser liem recompen-
sado.
-OSr. Franklim Pinto do Azerhona, queira man-
dar receber urna carta, vinda da Parahiba : na pra-
" da Independencia livraria ns. 6 e 8.
Alugain-se dous pretos robustos para ai mazem
de assucar, ou qualquer oulra oceupaeflo : no Ater-
ro-ua-Boa-Vista u. 36, seg\indo andar.
Fabrica de 'Todos os Santos
da Baha.
I irniiiio Jos Flix da Rosa com oscriptorio na
ra do Trapiche, n. 44 avisa sos seus freguezos ,
que receben pelo hule .V.-/fen*rfcro, novo sortimen-
to do encllente panno de algodilo entunicado da-
jui'llt fabrica .ptimo para ensaccar assucar, e pa-
ra roupa de escravos. O aununciante conla que,
alm da bondade da fazenda o desejo de animar o
lesenvolvimento de urna fabrica inleiranienle na-
cional promover o prompto consummo da sua ro-
ceita.
- Quem precisar de roupas tintas de todas as co-
res. por preco mai commodo do que se costuma ,
dirija-se a ra de Hurtas, n 116.
--Jos deSouza Toiseira faz scicnte a quem cou-
vierque n udou sua venda de Fro-de-Porias paia a
fu nova da Aurora-de-8 -Amaro, n.
Aloga-se para se passar a festa urna casa na
bequinlia de S.-Pedro, em.Olinda, n. 2, com 4 quar-
tos,mirante quintal murado, cacimba o lauqu
para banho, e bastante fresca : a tratar junto a mes-
'"a casa, n. 3.
Precisa-se de um caixciro'de 10 a ISaunos, pa-
ra una venda o qual tenha alguma pralica : na ra
bin-it, ii. 80, se dir q icio precisa.
-HSr vicluiiuo Jom de Suuza pode procurar
u'na carta na loja de lvros da praca da ludepen-
C'i,ns.6e8.
B.-p.-a.
Tendo de haver hoja scssiTo garal e extraordinaria
para Iratar-se denbjeclo que muilo affecta o inle-
res que nflodeixem de comparecer, it horas do eos
turne.
Precisa-so de urna ou auas pretas para vonde-
rem Imica vidrada pagando-se-lhes a vendagetn :
na ra do Itangel, n. 17.
-- Cqstavo I.utz, natural da Snisss, retira-se par
a Europa com escala pelo Rio-de-Janeiro.
- Precisa-se do um ciixeiro para tomar cont dt
urna venda por balanco, o qual d llador a sua cn
duela : no pateo do Carino, venda n. 17, na loja do
sobrado do Sr. Gabriel Antonio.
A luga-se o primeiro andar do so-
brado em Fra-dc-l\jrtas n. 63, com
excellente vista, muito fresco, pintado de
novo, com quintal e cacimba, mu lo
bons commodos, e pr*90 muito em con-
la : a tratar na ra da d tu, n. 63.
- IVr leu-s urna le ira da quanlia do 100,000 rs ,
pertencenlo a Manoel Jos de Barros Veigns, aceita
por Francisco Antonio da Silva, cuja letlia lem re-
cibo de 60,000 rs por cunta, restando o aceitan*
le 40,000 rs., a quem j se prevenio o dono para n!lo
pagar ; mas poresle nnnuncio se previne algum si-
nisiro, pnrissoque os 40,003 rs. somante tom di-
reito a ellos o dilo Veigas.
i s Srs .que subsCrevcram para a publicaQilo da
orthngraphia do Sr. Antonio Alvares Pereira Coruja,
iinpressa no llio-dc-Janeiro pdom vir receber na
livraria da ra da Cruz, n. 56 os exomplares que
Ibes perteneci (a 3,500 rs. os encarnados e a 3,000
rs. os broxados ) at o dia 9 do corrente, passado o
qual, osexempiares que sobracein serio vendidos
s pessoas que os procurarem.
CURSI) DE RIIETORICA E POTICA.
Fr. Joflo Capistrano de Mcndonca lem aberto no
convento do S.-Antonio dcsla cidaile um cuiso par-
ticular de rhelorica c potica ; as pessoas quo o qui-
zcrem frequenlar pdenlo diiigir se ao mencio-
nado convento a qualquer hora do.dia.
CURSO DE HISTORIA SACRVDV F. ECCI.ESIVSTICA.
Fr. Joflo Capistrano de Mendonc* tem aberto no
convento deS-Antonio desla cidade um curso par-
ticular de historia sagrada e ccclesiastica : as pes-
soas que o quizrrem frequenlar, podero dirigir-se
ao mencionado convento, a qualquer hora do dia.
9> ?

? se o ni pequeo sitio na Capuuga com casa ?
<> de pedia e cal, concertada o pintada de novo, ?
? com cacimba de boa agua de beber bastan- ?
? tes arvoredos de fruclo, e tudo cercado de li- 4
? ni;o : queui o pretender dirija-se a casa do ?
0 Sr. Jos Antonio de Lima morador no mes- ?
> mo lugar. l
m
(j^#j^*y^^^^^ ?????????
Aluga-se um sobrado de dous andaros e slito ,
com um grande quintal, e urna casa terrea no fun-
do do mcimo, que bota para a parte da maro gran-
de na ra Imperial, n. 169 ; a Halar no Aterro-da
Boa-Vista, n. 27.
Aluga-se o segundo andar da casa da ra da
Moda n. 9 : a tratar na ra do Vigario, n..
Lotera do Ifieatro publico.
O facto de existir perto de mtade
dos liilbetes da loleria por vender, dru
occasiao a que as respectiva rodas uo
poile.ssem tir andamento no dia i\ do
corrente, como se niftiunciou ; persuadi-
do, pe rrin, o theaouieiro que srmelbantc
venda nao deixar de ter impulso, marca
novamentc o dia (j de dezembro prximo
futuro para o ieferid > andamento, e es-
pera que esta nova desigmicSo seta im-
prorogavel.
CASA DE MODAS FRANCESAS.
A. MII.I.OCIIAIJ.
Esquina do Alcrro-da-Roa-Vista, defronte do
chafariz.
Recobcu-se pelo ultimo navio um muito lindo soi>
tmenlo de modas ; chapos de senhora e meninas
tanto de selim seda, e de palha fina de todas as
qualidades ; toncas da ultima moda para senhora:
ricos bonetes do velludo bordado, para motilara;
camislnhas bordadas de todos os padres ; mante-
letes-pal i los ultima moda de Pars; ricascapellas
oramos finos iln flores de cores ; luvas do pellica,
lisas e enfitadas ; trancas de se.la de todas as cores;
ditas de algodflo para enfeilos de vestido ; capellas e
ramos de (lores de larangeiras entro linas e de di-
versos modelo para noivados ; bicos de blondo ; cha-
peos do luto, para senhora ; ricas plumas de todas
as cores paracaheca e chapeos ; bicos de lindo;
ricas filas para cinteiro; filas de todas as qualidades;
tiras o eMre-meios bordados ; cainbraia de lindo ;
ineas de seda ; saioles de clina etc. Fazem se Aon*
tituladamente chapos, louens o vestidos de senho-
ra ile gosto fiel a moda por preco commodo
CHAPEOS DE SOL
Ra (lo Passet'o, n. 5.
O fabricantedeste esladelecimento adverle ao res-
peilavel publico desla cidade que elle possuo pre-
aeuleineiiU um I ico sortimento de chapeos de sol,
assim como chapeos de sol de seda furta-cres, do
mais ricos que tecm apparecido nesle mercado, e de
cores condecidas ; ditos para senhoras de bom tom,
adamascados, lavrados, com suas compelenles fran-
jas de retroz, tudo que tertl -do uais moderno o do
melhor gosto ; uin completo sortimento de chapeos
deso depanninn-o de todas as cAres e do lodosos
tamaitos, para homens, senhoras e meninos : h
lamdeiti igual .sorlinreolo de far.ondas para cobrir ar-
maques, aniodesfi'asJcAre;, "oniade panniulios
trancado* e lisos imitando seda. Adverle-se que ut
freguezaaserao servidos com brcvldade, escacha,
rao satisicitns da boa qnalidade, do bom gnsto c da
bom prego.
Ao respelavel publico.
O proprietaiio do armnzem de viuho
da ra da Madre-dc-Deos n. 36, de-
clara que elleestabelecmento nao lem
oulro armazn lili il, como alguem da
que o inculca; e para conliecimenlo do
publjco, fat o prsenle annuncio.
Aluga-se o liem condecido sil mi na eslrada do
Cordeiro, de Nuno Mara de-Seixas, s proprio para
algum negociante eslrangeiro ou outra pessoa que
tenha lcalamento : na ra do Amorlm, n. 15.
Alugain-sc don sitios com mullo boaa acoimuoda-
;8ca um na camploba da Casa-Forte e oulro na ra
da dita poroaflo coui cocheira< e cavallaricea; astin
como rariai casaa, de prrjoa commodoi para se paa-
aar a festa : alraur na ra do Ainorim, n. !5.
novopAode PROVENCA. 9
Vendt-ie ludos os diat. XI
0 proprietario da padaria e pastellaria. fr.incr/.a i\
do Aterro-da-Boa-Viata. n. 50, deiejando agradar W
W cada vez mais .ios leus Tregeles, resol ven ollVre- 00
r ccr-lhes um pan que ae fabrica em Proven;a por ,_^
y um procesio multo diftereote do ordinario, e que, rxigindo farinha das lucidores qualidades, mere- j
ce a preferencia do publico, pela aua alvura, O
pureza e delicadeza de sua fabricaro. A
S ae farao pes de 40, 80 e KiO ra., e ser fcil w
conhccr-los pela aua forma oblonga c elegante. A
Na incsina casa contina-ae tambem a vender '*
A bolinhos para cha de todas as qualidades, e tmn- Qp
_ tem a enfeinr bandejas ricas para bailes e sa- ,
9 ros. \f
Mt'DAN'A.
I). W. Bbjnon, cirurgiilo dentista dos Ksla-
dos-Uni los rospeilosamentn noticia aosseus
amigos e ao respoilavel publico, que tem mudado a
sua residencia da casa n. 10, da ra da Cruz do Ite-
cife, para a don 20 da rita da Cadeia de S. -Anto-
nio, terceiro an lar anudo ullimamenlo resida o
retratista americano Frcdoticks e onde daqui om
diante o aununciante ter muito gosto de receber os
que preeisarem dos seus serviros piofessiottacs.
.10,000 rs. de gralilicacflo
a quem louxera escrava crioula, de nome Cathari-
na com urna filha cahrinha do 3 anuos cujos sig-
naes acham-se nesle Diario nos ns. 210 a 250 : a es-
crava fui seduzida por o pat da cahrinha o qual lie
pescador, ou pombeiro e mora em nma destas
nraias al Po-Amarello.
Mil (i auca.
Aoflicina de eneadernacio que o P. F. C. do l.e-
mos e Silva dirige acha-se cm a ra estreila do Ro-
zarlo, n. 8, prvida de todo o necessario para o bom
ilesempeiiho.de qualquer obra de cncadernaQSo ,
por mais rica que soja ; assim como tem e lamben)
aprompla qualquer emblema apropriado as mesmas
obras e promette proniplido por ler algumas
pessoas Irabaldando : bom como pode com facilida-
de aparar una grande porcilo de resmas de papel
diariamente i tudo a um preco moderado.
Deposito de rap andarahy
e imperial.
Na ra da Cruz, n. 63, primeiro andar, escriplo-
rio de Jos de Almeida Brrelo Bastos, vende-se o
bem acreditado ra andarahy c imperial, fabricada
no Rio-de-Janeiro, sendo o nico deposito pesia
provincia ; assim como sempre se achara no mesmo
deposito o inaainorcb nacional brasileo, emeai-
xinhas de S e 16 libras, por prego commodo. (I
rap vende-se a relalho mis segninlos casas : ra da
Cadeia do Recite, n. 17 ; ra do Collegio, n. 9 ; pra-
ca da Independencia, ns. 4 e 39 ; ra do Queitnado,
ns. 10, 16 e 33; ra do l.ivramento, n. i ; ra No-
va, ti. TiO ; ra dos Quarleis, ti. 21.
CASA HF. MODAS FRANCKZAS >A BA NOVA, N.
52, t. ATOAR.
Madama Theard lem a honra de participar ao res-
pelavel publico e particularmente a suas fregue/.as,
quo acaba de receber pelo ultimo navio, viudo de
Franca um lindo sorlimenlo-de chapos de selim
lisos o lavrados de grs de aples, de palha lisa
caberla dilas para meninas, enfeitados do melhor
gosto ; loucadosda ultima moda de Paris; chapeos
mais ordinarios para meninas do ir na escola ; fimos
finas e plumas para chapos e para cabeca ; bicos de
seda ; maulas de grs de aples; fitas de todas as
qualidades. Na mesma casa coiitinuam-s a (azor
clni|os, toucas o vestidos de senhora da ultima
moda o por preco mais commodo do que em oulra
qualquer parle.
I'recisa-se alugar um bom c.ozi-
nlu-iro, que enlenda bem de cozinlia :
quem esliver ueslas circumslancias diii-
ja-se na larg.i do Rosario, n. '(' M1"
se dir quem precisa.
FIILII!\IIAS PARA IS4I.
KOI.IIIMU lF. PORTA, IMri
liila'dc AM.II'.KIIIA. .oiili-iido, atlD in Lalenda-
rio, mu collcc; la de iwgi das irWR4ias para M0
(loiiie-liio, a 32Ur-.
Dita a que a reuni ai.manak adti*itintOi
mercantil tndtutrtal da provincia : osle almauak *-
laccrcseontadocom IoIos r>* eslabolocimentos de
porta liberta, a 320 rs.'
Vonilem-se na praca de Independencia, livraria
ns. 6 o 8; "O Atcrro-dn-Boa-Vista, botica do Sendo.-
Moreirn ; o cm Olinda. botica do Snior Rapo/o, ra
do Amparo.
FOUIIMIAS DI. PORTA E AI.CIBF.IRA COM ALMANAK:
vendam-so na livraria da esquina do Collegio pelo
preco docostume.
Chapaos do Cliili.
Na praca da Independencia, n. 37 ha superiores
eliaioosdoC.liili chegadoano ultimo vapor.
Chocla le hunctc latWoo.
Xa.fabtica dolicoros lo Atorro-da-Boa-Vists n.
17, alm do chocolate de canda, lisunilha, s Je .
ferruginoso e musco islniificu ha do hornea a-
Utico, O qual he muilo til para as pessoas que -e
ciiram pela medicina bninecepalhlca.
Vende-so um inulalinlio de l anuos minio sa-
dio por |ireco romuioilu; um cliedio j duaa aa-
biascutna pataliva ludo muilo barati: >' 'iia da
(loria,ti 108.
Vende-se urna crnica nova e ole ni i i azul.
com rodas fortes de sicupira c:^;'. I rn, can-
gas, etc. : na ra da Florentina, n. I
I

Compras.
Compram-se escravos que sejam ofitcias de cr-
Cina, de 18 a 25 anuos e de boas figuras ; pagam-se
em sendo de bons coslumes o peritos no seu oli-
eio poissflo para urna encommenda do Itio-de-Ja-
neiro: na ra do Amorim,n. 35, a fallar com 1. ).
Tasso Jnior.
Compram-se 400 palhas do coqueiro, para ha-
nheiro: no Aterro-da-Boa-Visla, li. 29, do dia 6 em di-
ante.
l.ompra-se urna ticrava que saiba coser ; n3o
sendo viciosa paga-se bem: n ra do Agons-Ver-
des, n. 46.
..... ........-----.....__________
. .

Vendas.
Na ru de ^goas- Verdes, n. '!<>.
ven.le-se um bonito escravo de na<;8o perito olli-
cial de pedreiro ; dous linios moleques ; dous es-
cravos para todo o servipo ; 3 bonitas escravas con,
boas habilidades; urna moleca ; nma muala boa
ama de urna casa por 300,000 rs.
Na lpla.de ferragana da Juaquim da Cola Max a
recebcu-sede novainente umsrtrtimfinlo de | pare-
Ihns de metal fino para cha, jarros, barias, pilles a
cateterasde metal, por puco commodo.
Ven'lein-sc os verdadeiroa
charutos de San-Fclix : un na da
Cruz, n. 43.
-- vendem-se velas de cera de carnauba cIiom-
das ltimamente do Ararat y no hlate Oueldoto, ja
hem condecidas ueste mercado, sendo em Caias
do urna arroda de fi om libra o de piimeira surte ,
a 280 rs, e de 7 em libra, a 260 rs. ; urna mulati-
ndadell a12annos, bem parecida faz renda, e
de propriapara quem ver fnnilia : na pracinda do
l.ivrameuto.'loja de fa/.onlas, n. 5i
___ iNo paleo do 'Perro, venda n. 7,
vende-se violto da l'igueiri a iGn rs. a
garr (a.
__ Vende-se om lindo molecote, de
\n a 18 anuos de idide, que sabe coi-
nliar: na ra da l'adewd ecife, n, .^7.
Cobre
para forro de navios e para caldeiieiro : na ra da
Cruz, no llccifo. n. 17.
Vende-se urna rica toalda toda aberta de lava-
tinto com bico bastante largo muito bem feita e
do gosto : na ra do Cahuga, loja de otiMves, junto
a botica n. 9.
Vcnde-sc urna bonita negrota pe-
ca, de nacao, que engmala e cozinba ;
tuna dita crionla, que coze e cozinba ;
urna moleca (le dade de lannos, ba
para se ensillar a engommar, por ser
muito lorie; lies moleques de bonitas
figuras, de idade de i3, 1 > e 17 a 11 nos ;
um bonito negro de naco, muilo moco
e bom para trab.lliai em ali-nni armazem
de assncar, por j estar aioslnmaJo a
esleservico; um dilo de meia idade,
bom para algum sitio, por .nlender de
planiaccs ; um dito que nao lem mais
de 2> a'nnos, bom ganlialor, por 3.)<>s'ooo
rs.; um mualo bom gOjdnbeiiO o nao mo
marinlu'iro ; lodos estes escravos veti-
dem-se bavatissimos, por de.ejar-sc fc
cbar as tontas dcsle auno: i;i na das
l.aran^oiras, 11. i'i, segundo a'niTa.
Cha braseiro, r ^,
^^ Sempre se eiiconlrar.i muito I' > :<'..< t,.i /T?
Q
nova
rose eiiconirar.i m...... uvm > un fj^
uja delivros do piilrodo l II O)
ti. 6, do Joilo da Cosa ll.iiii. .1 : veild04a
dB da meia quad par cuna, purpr^.......1
SB,oa0,
Vistas de Pcfnambuco,
coloridas e em fumo proprin para n.ain uto .lo
sala (Olido Ulna lomada ila ladeira da Misericordia.
em Olinda, outra do lorio do liru ni, e outrasem
collecccs de seis em formato mais pequeo: na
ruada Cruz, \\. 10, casa na ra da Cadeia do llocilo, loja da viuva Cardozo
Ayres.


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Na Jmj i Ja ra do (Ycspo, uo ai
da ireo de Sanio \nlnnio, n. 5 A, de
Hic.nl.. \at de Frailas Kilieiro, ven-
dem-se chtpdoa de sol de .sedn, astt-a re
ierro, os aut'u Mficriorea e modernos
aue Irem apparecido ncsla praca, pelo
diminuto prero de 5,ooo rs; ditos de astea
dcbalcia a ,'i,5oo e 4,000 rs., tambem de
seda, prero por que eslao boje os de
pantiinbo.
- W-ude-se urna porg.lo de cera de carnauba,de
-niMTior <|iialidade ehegada do Aracaly ii hiato
Puvutoto :i tratar eom Antonio Joaquim'de Souza
.'..lll'IMl
Vende-se panno tino azul,
proprio para fardas dos Sealiore*
voluntarios, e juntamente casimi-
ra encarnada ; no Aterro-da-Boa-
Visto, luja 11. 24.
Vt-iidcm-sc barris coni quatro ar-
robas de superior cal virgem de Lisboa,
por pieco omito eommodo: na mi da
Cadeia do Retle, lojo n. 5o, de Cimba
>\ Vniortm,
Vende-se panno de aloJoila tor-
ra, a joo c aao rs. a vara: na rna do
Queiinado, loja n, an.
^ Vendem-se presuntos para fiambre i quoijos
iondrinos; dilos.de pralo; Utas rom bolachniha
nna de Lisboa ; ditas de. aramia ; conservas novas
rnoslar.la ; potes eom sal fino; latas eom marmcla-
la nova; diias eom hervilhas; cmiutiaa eom u:as-
sas linas ; vinlio moscatel do Setubal; dito Sherry ;
licores linos ; coutios mais geneos, par preco eom-
modo : na ra da Cruz, no Itecife, n. 46.
>
\ende-Muma inobilia do Jacaranda, ecadeiras
de oleo ca milito lium estado : na ra das Cruzas,
n. 31.
Vendem-se superiores queijns dn Minas, che-
gadoa prximamente roiitina-se a vender a boa
tinta do raerrer, na ra do \ igario, venda n. 15.
Algodfto trancado da fabrica
tic Todos-os-San los da
Baha ,
mullo proprio para saceos de assucar e roupa de ea-
eravos: vende-se em casa de Y. O. Bichcr & Com-
pauhia na ra da Cruz, n. 4.
Vende-se ca.' virgem de Lisboa,
ebegada no ultima navio, em barra pe-
queos, por menos do que em outra juer parte : na ra do Trapiche, arma-
zem n n.
Vende-se cal virgem de Lisboa em barra de 4
arroba* ebegada pelo ultimo navio, por pr<-cu coinuio-
do : a tratar eom Almcida Si Fonsrca.oa ra do Apullo
Contina-se a vender, na na da
Crac, n. Go, caixas eom cera de Lisboa,
sortimento ventadedo comprador.
Fardo,
em barricas a 4,foo rs. 5 saccas grandes, a 3.500
rs., ditas pequeas a 2,800 rs : noarmnzem de J.
J. Tassn Junior, na 111a do Aoioiim, n. 3.
FAKEL
em saccas muilo grandes,
a 3'(5oo rs. a sacca:
no armazcm do Rraguczao pe do arco da Conrcigflo-
Vende-se gonuna de mandioca, em
saccas: na na da Cadeia do Itecife, 11. g.
Vendem-se esleirs de palba de car-
nauba ;cbope'osde dila, por preco eom-
modo, em porcao e a relalbo : na ra da
Cadeia do itecife, n. <)
Vendem-se barra pequeos eom cal virgem de La-
boa, a inai. r.ova<|iie lia no mercado, por piejo eom-
modo : na ra da Muida arm.-ueiu n. 17.
CHA' BIIASII.KIRO.
Vende-se, no armazcm de fmolhados atrs do
Corpo-Sanlo. n. 66, o mais excedente cha produzi-
do emS.-Paulo, que tem viudo a esle mercado,
ior prego muilo eommodo.
> i 11 lio l)oni c barato.
Na esquina da ra do Vigario, n. 33, von.le-se su-
perior viudo de Lisboa e da Figueira u 130 rs. a
garrafa ( ,, em caada a 1,100 rs.
-- Vende-se muilo superior lagedo do Lisboa e
cal virgem em barrs de 4 arrobas, por mdico preco:
na ra do Vigario, n. 19.
Na padaria da ra da Cuia, no Rccifc llavera
todos os diasa venia o novo pilo de l'rovenca fa-
bricado poroutro modo que o actual e da melhor
fariuha que lia no mercado: por esle motivo nao sn
pode l'azer seno a 40, 80 e ICO rs.
e superior potassa, e e acbam venda,
por preco mais barato do que ltima-
mente se venda, na ra da Cadeia-Velba,
armazem de Bailar & Uliveira, n. 12.
Na ra do Crespo loja de 4 portas, n. 12, ven-
dem-se chapos de castor prelos, de muilo boa qua-
lidade a 4,400 ri.
Vendem-se saccas eom tres quartas e meia de
familia muilo alvaeengoinmada, a 3,000 r*. : no
caes da Alfandega armazem n. I.
V11 lio barato. ,
Aeba-se esUbelecdo na ra da Madre-de-Deos,
0.36, um armazem de
Vinlios da Fgucira,
de ptima qualidade, a prego de 1,120 rs. a caada,
e a 160 rs-a garrafa; e para n3o ha ver dolo do com-
prador serflo lacradas as garrafas e eom rotulo, re-
cebendo-se a garrafa vasia, e dando-se inmediata-
mente a outra cheia: tanihem ha barra muilo pe-
queos proprios para quem passa a fesla. 0 pro-
rrietario desto estabolecimento pede encarecida-
mente que se nao illudam avallando, pelo diminuto
prego c som conbecimenlo de causa a qualidade de
sua fazenila digna por corlo da e.-lima dos verda-
delros amantes da boa pinga. Elle cunta que quem
urna vez provar, continuar eom gosto e sem arre-
pendimento. V. o bom preco!! .' A todo o exposto
accresco o assoio e boro acondicumamento, o'que
ludo se podera veriliear em dito eslabelccimenlo.
Vemlc-se alcalino da Suecia ; fariuha de trigo
sss e de nulros autores em moias barricas ; vi-
lio do Porto em pipas e barra do todos os tama-
itos ; fechaduias grandeade bioca para portas do
armazem; coeiros dealgod.lo ; peneiras de rame;
cal em barra pequeos ; arcos para barricas : ludo
por preco eommodo : na ruado Vigario n. II, pri-
meiro andar.
Vcndc-se tuna armagio eom balcilo, oplima
tfio matadora por si so como todas as oulras ilnai
gasqucconsnn.ein a especio humana nlotinhai
-a combate-la e desinfla um medicamento espeeit
eunieij. Todasaspanihaaoxaropes quo leem ,
parecido alo tiojo, teem i lo i-npolpnles. v~
Nflo Um acontecido islo cuino chocolate de m
cu preparado i-or J. (,. principio qua &,;
sua base principal offerece propriedades inconlesi
veis e reconhacidasdjposUe.muito lempo, e ni,V
guem ignora os felizes rdsultadusda aUa aplicari
em ludas as plileuguiasias agudas, ou chrouca*
do palmito aiTeccOes .lo peito pthvsica, delW'
toces, etc. para dar tom ao estomago, abrir o vo.'
tado de comer. conservar as gengivas e o bom al!
lo, mataras lombrigas, principalmente as criin-
Toma-so pqro mascando-o, o pde-se lomar (am
bem combinado em agoa como outro qanlquer chn"
colate e eom leito, loinaudQ-so urna das doses mar"
das em urna chava na dos ditos lquidos, 011 mais ,1
urna, confoMiioa gravidado da doenca. Vend*.
nicamente na ra lo Queiinado, 11.17.
laicos batatos.
l>e(ronte da matriz da Boa-Vista n 84 vende-se
bico a 120 rs. a vara, e a peca a 1,000 rs.
Vendem-se tesourascom toque de ferrugem
80,120 e 210 rs. ; torcidas para candieiros francezs
a 100 rs. a duzia ; agulhas franrezas em caixinlus'
a 320 rs. : no Atmo-ila-Hoa-Vista, n. 84. '
Ven guras, de 10 a 20 anuos, sem vicios ; 3 pretos de M
a 25anuos; I dilouoin cozinheiroe carpina; t mu.
lutnbode launos, bom para pagein 011 para offl
co; urna mulatiuha recolhida, de 16 anuos- una'
preta de nagilo, d 16 anuos, de bonita ligura nue '
engomma, coze. fea lavarinlo e marca ; 2 ditas, que
engommam 1 erfeilamonle, cozem ecoziuham/uina
dila de meia idade, quo he perfeilamente lavadeira
d-se muilo 0111 conia : na ra do Vigario, 11. 24 sa'
dir quem vende.
- Vende-se um piano forte, vertical e de Jacaran-
da,, chegadoulimmente eom muito boas vozes.

Fariuha de mandioca,
m armazem da ra do Collegio, vende-se fariuha
le Mano, limito Ima em saccas grandes : e lamboni
mais grossa de Caravellas Ce...a e da tena por
inciinr prero de quo em onlra qiialqucr parle.
Vende-se nina venda muilo boa para iiiiein
quizer principiar, o eom os rumlus a couteiidu do
.omprador ou smenlo a ar.nac.Ao sita na roa .lo
>.a .leire.ro n. 94 : a Halar na mesri.a venda ou no
pateo .lo I eren, 11. i:ir>.
--Vende-se, para pagamento dos credores a
venda da esquina lefroi.ioda igreja dos Martvrios
'".iosluu.losde:!00 00ila4U0,00rs. : quema pre-
loilder, dinja-se a roa da Miulre-de-lieos a Iralar
n VicenleFerreia .da Costa o qual proincllefa-
/cr negocios vender barato para realisai.
-Vemlem-se pecas de madapolSo eom so varas,
'-'.OOrs. .carctalbo a 7 es vinlcns: na ruado
l'dsscio, n. 17.
-- Acaba d.- ebegar um completo sortimento para
oms armadores, bem como trina volantes lar-
gos _estrenos galfio de todas as qnalidades linos
ooriiinarios ; o outros muilos objectos que so acham
a venda m na larga do Itozario, II 24.
Rap novo Lisboa.
A elle antes que se acabe.
Quem n3o tomar urna pilada desto rap, cortamen-
te iKlosabei apreciaros deleites da via contem-
pornea. Aeal.a de ebegar do Rio-tto-Janoiro. e ven-
de-seno deposito do mesmb, na rna dos Ouartuis.
n. 24 '
Vendem-se acc6ea da ex-
mela coinpanhia de Pernanabuco
e Paraluba: no escriutorio de O-
veira limaos & C, ra da Cruz,
n. 0.
-- Vende-se urna casa terrea sita ao lado da matriz
do s.-lose, n. "., eom muilos bous commodus, e eom
''<".....nlal:aoco..,|rad..r se .lira o motivo por que ,J'", "" n de molliados atrs do Cor-
s vende : na ra das Cinco-l'ontas, nC9 11'-s!""', n. i.h urna grande porc.lo deste genui-
- Vemle-scuin pieto bom c.rrciro o de ensada '''0 V .,. ^quu S" Psla,ve,"le', Pelo diminuto pre-
para engenl.o : vemle-so por preeisAo de o senh. r CJb'i '? C>n*A* ",1fi0 r8- W* '"-
rel.rar-se para lora por preeo cominodo ni !''" '"' V ^TS? sevenilerA m* 'm onta : be
.las Mrangeirsa, n. 10. oMo iMlhorda lodos os viubos q.,e se teem n-
\ etde.se um nnn:rll, .,..., n- ,,uncl"do P*1 simpeidade^.opHmo paladar:
in.ae se tim npp.rellio para OI- quem urna vez o beber jamis deixar de o eom^
nal da guarda nacional, coi.len.lo os scgninles ob- ; |rur. J COm
jccios: urna espada plateada muilo nova, u.nta-1 ___ Vr.,1. =0 r .
um urna canana, una bandacum bacalliausle ou- vcnuem-se saceos eom furelo,
10 em minio bom estado u.na barrotina de niui-|cbegados ultiniamenle, nelo diminuto
to boa seda, apparelliada e milito moderna, urna nrr(.0 J,, ^ /l0O ,., n, J
dila em o mesmo oslado: tudo por prero como" V .1 '" ra da i>ar.zalla-
do : na rna das Ciiico-I'oul.is, n 25. I Velba, n. I 38.
-- Vndese a ..rmaqflo da loja ,| miudezas do u ,. .
Aierm-d-itoa-Nisia, n. 58, pelo bmaio preco de1 en"c"*se os bteiros e balcAo que
50,000 rs. : a Halar no mosino Aterro, n. 8. foiarn da armacao velba da loja do Uarte
proprios paraqnabpier eslabelecimenlo'
por preco milito eommodo : a tratar na
mesma.
Vende-se a verdadeira potassa da
. .. ...._.... .>.... .... ... 1.,.. 1..... ...... ..... nj.. u. 11 >,, i.ii,, me vvni mu.tu
para qualquer estabolecimento ol para um prirtci-Je de um maeliiiiisino do nova inveiico para poras
piante que qnera botir venda : a tiatar na mesma .Ivozes mais lia i xas al dous lons, o que torna estrf
que ora servA de fabrica de charutos, na ra do Co-linslrumenlo muilo vantajoso para cautoria cli.v
dorniz no l-'orte-ilii-Miillos n 9. at n da 7 U ,..,..,.,. i., i
Saccas eom milho ,
a 8,306 rs.:
vcndein-ss no armazem do Bacelar, no caes da Al-
fandega.
No armazem de Uias '?'erreira, no
caes da Alfandega, vende-se, por pieco
milito eommodo, potassa muilo superior,
em pequeos barris de too libras cada
um, desembarcados ltimamente.
mtoviMi0n.\rir,uf:iRA.
i:\isle no armazem de moldados atrs do Cor-
ilorniz no Forte-do-Mnttos, n. 9 at o da
coricnte que se da i or preco eommodo.
Vende-se, para fra da provincia urna escrava
da Cosa de bonita figura de 16 a 18 annos eom
habilidades: na ra Augusta, n. 94.
Vendem-se 300 couros de cabra vindos do
serian : na rna larga do Itozario n. 24.
Vende-so um fileno grande o novo por 3,200
rs. ; cinco casaos do pombos latedores e do boa
raen por 4,500 is.; um casal de rolas de llambur-
go.por 1,000 rs.; una cabra; biso}, por 2.50O
rs. : na ra dos Copiares, n. 27.
-- Vendem-se, no armazem n. 31, da ra da Ma-
dre-do-lcos,ao lado da alfan.loga batatas, a 800
rs. a arroba ; boas peneiras do rame.
Ven.le-se, no arma/e-n defronte da escadinha,
de Francisco Dins Ferreira feijio mulatipho por
barato prego.
Cigarrilhos hespanhes.
O propriel.ii 10 do armazem n. lili, atrs da igreja
do Corpo-Sanlo no llecife, faz scienle aos luinan-
les do bom tom que elle recebe por todos os vapo-
res viudos do sul, estes deliciosos cigarrilhos que
s3o do nico deposito hespanhol que ha no llio-de-
Janeiro.
Vendem-se 6 lindos moleques de l a 16 annos ;
4 pretos do 25 a 30 annos; 4 pardos de 12 a 20 an-
uos; urna mu!tinha de 7 annos ; 3 negrnbasde II
a 12anuos,eom principios de habilidades; 4 prelas
de 16 a 20 annos coni habilidades : na ra du Col-
legio, n. 3, se dii quem vende. .
Vende-se urna porco de bolacha ordinaria, pro-
pria pura escravos por diminuto preco : na ra Di-
rcita n. 26.
Yendo-se urna por?aode lelhase laboas de pi-
nito e mais pertences do um tclheiro que so desman-
chou : ludo em muilo bom estado e proprio' para
quem quizer armar alguma estribara poisa.com-
moda bem tresou 4cvallos, ou mesmo para sitio
para rancho de pelos : na ra de ilortas, n. 120.
!#%laf!af:^!#%V%v.t%!#b9e1bf%v%]tf
Vende-se na ra da Cadeia do ^
rulos de Ha vana, por prego mais couunudo do q
ero oulra qulrquer parle; u n completo so' lirneuio
de instrumentos de msica, lano de metal como
do madeira ; bustos i|u gesso represenlamlo muilo
fielmente a ranilla Victoria e o principo Alberto
relogiosdeouroe de prala chegados ullmamenio
da Sussa. Ksles r'elogios.que silo muilo bem aca-
bados se tornam muito reconimendaveis a qiul-
quer particular, o adverte-so que ha entre cites
alguna que andam oilo dias sem precisarcm de coi-
da : na ra da Cruz, no Recite, n. 55.
Escravos Fgidos
f Hecife, n. 3;, cera em velas, fabri
% cadas no Kio-de-Janeiro, em nina 3
das melbores fabricas, e em caixas 1
t pequeas, muilo bem sor ti das, por 1
J ser de 3 al iG em libra ; e tain- g
a bem lia velas de urna e de meia libra, 2
jjj branddes, por preco mais barato do 1
|, que em outro qualquer paite.
A I,00 rs. a pega de SO
jardas.
Na loja de Ciiimarfies & Companbia rna do Cres-
.._,,,...........-------...)..mi...i, i u,i uo .res- v.rai.-n a tcrunui'ira nolassa da
P<>, n. 5, vendem-se pegas de algodilozinho do boa Rtissia. desembarraba l.n.,1.
qualidade. eom um poqueno toque de a va ra n,,s,'Ma' "-setnuarcada nontem, por pre-
polo barato | rego de 1,800 rs. a pega de 20 jaulas. ro """o rasoavel, vista de sua muilo
supeiioi iiualidade : na ruado Tranirhe
BA UOCHESl', N.o.
[>ov s rsea(Ios Indiaima, a
2IO rs. o covado.
Na loja de Guimarflea o: C<>mpanlua vendem-se
osiiuvos liscados indianos, d qualro palmos de
largura ertroslixaso padrfles muilo modernos, pelo
barato prego de 280 rs. o covado.
Vende-so urna mobilia moderna toda do Jaca-
randa eom pouco uso cousistindo em sopha, ca-
leiras.mesa redonda .tremeseom espellios, guar-
da-vistldos, loucador grande, mesa de ianlar els-
tica aparador lavatorio e outros ohjcclos pe*
tenecntes a sala: estes trastes vendem-se porque a
jami.u. te.u ue retirar-se : ludo em bom estado, por
prego eommodo: naSoledade, ,. 40, ou ann.
Vende-se fariuha e milho em saccas, por pre-
co eommodo ; na ra jurga do ftozai o. n, 27,
n. 17, e rna da Cadeia, n 'M.
Agencia a fundicao
Tow-lloor, ra da fecnzalla-
nova, n. 42.
Neste eslabelecimenlo contina a lia-
ver um completo sortimento de moendas
e meias moendas, para engenbo ; ma-
cbinas de vapor,e taclias de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, para dito.
Polassa.
! Deaembarcoii lia poucos dias urna por-
cSo de barris pequeq0s, eom muilo nova
\enile-se um silio na estrada de Belm no lu-
gar denominado Maiigueira eom arvqredos de fruc-
lo trras para | lai.tagoes urna boa casa nova re-
la a moderna estribara para dous eavatios ca*a
foia para esera vos, um bom poco d'agoa de beber-
vende-se em conlo por seu dono estar para se ret
rar : a tratar na ra do l.ivramcnto, n. 38. venda
junto aolampeflo. '
Conlna-se a vender manteua ingleza nova
a 500 600 08OO rs ; bnm cha, a 2,00o rs ; esperma'
cele de o cm libra a 880 rs. ; carnauba de 6. 7 e 9
em libra, n 280 rs. ; caf em grao a 120 rs : dito
moldo a 160 rs.; passas novas, a 320 rs.; bolachi-
nha ingleza o doce, a 200 rs. ; letrla a 200 e 28. rs <
macarra clalhanin, a 200 rs.; toucnlu. do San-
tos a 300 rs ; caixO.-s de goiaba de 6 em arroba a
800 rs. : no paleo do Carino, loja do sobrado 'da
Gabriel Antonio, 11. 47.
Bo.nchnha de araruta.
Vende-se a mais nova c superior, no
caes da Alfandega, armazem n. 7, con-
fronte a aryore; no mesmo tem saccas
eom boa farinba, por prero eommodo.
Chocolate amargo de musgo
islndico, 011 thesouro do
peito, preparado por Mr. J. G. C.
As aiTecgoes do pedo ofTerecom todas um sympto-
ma geral e constante. A tosse, esta doenga tflo eom-
niuin quando descuidada, tilo graves s3o suai con-
seq.ienres ijuanlo parece ligoira em seu arlncipio,
Fugo, de bordo do brigue Serorio, na manb&a
do .lia 5 de julho prximo passado, um escravo na-
rnbeiro de nomo Francisco de nagilo Jang; re-
resenta ler 30a 35 annos ; tem um signal na lace es-
querda, falla muitodescangada ; levou calcas e ca-
misa de algodio azul, chapeo de palba pintado da
braiico, o balde de trazer ragpes e 7,000 rs. em ce-
dulas ; falla hespanhol: quem o pegar leve-no a
ra da Bloda n. 7, que sera bem recompensado.
-- Fugo, no dia 18 de oulubro do engenbo S.-
Joflp, no Cabo, Marcolino, pardo triguciro, de 19 an-
uos, estatua regular, cara redonda, olhos pepuenos,
denlos limados ; levou duas caigas, urna de brim
pardo e nutra de riscado azul; quem o pegar leve-o
ao referido engenbo ,u a casa de l.ulz (lomes Fer-
reira no.Moiidego,queser geiierusamenle recom-
pensado.
Iesappareceu, no dia |30 denovembro, un
preta de nagilo Angola de 35 anuos pouco mais on
menos de estatura regular secca do corpo an-
dar vagaroso e oomo quem v pouco ; tem um dos
ps incluidos ; suppe-se nilo andar fra da cdade.
Esta escrava servia ltimamente a Antonio da Cos-
ta Ferreira no poder do qual veudeuagoa eoulris
cousas de vendigem; levou vestido azul eom vivos
luaneos no rolle!.: do mcsijio ; panno da Costa, s
missanga no pescogo. Quem a pegar leve-a a ra di
Calleia do Recife, loja de ferragetisde Antonio Jos-
quim Vidal, 11. 56, ou no Forte-Jo Mallo na ra do
Amorim, 11. 3C, quesera recompensado.
Fugo, no dia 20 do prximo passado um pie-
. de nome Dionzio que diz ser crioulo, poicm
no he, de estatura regular, bem delgado, bastan-
te prclo, picado das bexigas, pouca barba e levou-
as um tanto crescid; tem no brago esquerdo mili-
tas cicalrizes de ferdas; he pudeiro pi* fara is-
so tem as nulas das costas daa mfios todas cheias de
calos de aibassar ; tem sido visto em a I guias par-
tes desla cdade Itoga-seas autoridades policiaca,
ca pilaos de campo o pessoas piirliculares que o
apprehendain e levoiu-no a ra da S.-Cruz na Boa-
Vista, 11 24, que scrilo recompensados.
Fugio, no dia 26 de novembro o prelo ManoW,
fulo, baixo; grosso do corpo ; lem um talho no lin-
go inferior,e falta de dous denles na fenle ; le"1
os pes apalhetados e urna ferida na perna ; levou ca-
misa e ccroulas de Oslupa e calgade casimira ja ve-
Ihas ; falla a moda do mallo por ja ler estado wn
engenbo; tem sido visto em diversos lugares dos
arcedo res desla cdade: quem o pegar leve-0 a iua
do Trapiche, n. 30, quesera gratificado.
Fgn, no da 28 do prximo passado, as 4 bo-
as da ta.do do sitio do Deburque unta pela, de
nome Joanna crioula, de20 annos pouco mais ou
menos; foi escrava de Jos Concalves de Araujo,
genro de Francisco Gongalveg, da Tazenda do l'ogo-
da-l.aina u Um lado do llrejo-d'i-Madre-ile-l'e '<
desconlia-se que fosse em algum comboi para as
partes da deta fzcnda ; he de boa eslalol-a cheia dn
corpo, cor ahilada rosto um tanto achatado ; tem
as costas eom bstanles laiihos ja cieat. izados que
parecera de chicote, e nos dous bragoa marcas de
bexigas, por ser vacciuada ha pouco lempo ; Kvou
vestido de chita cum lislrasazuos e rouxas j des-
bolada oulro do chita do ramagem verde, lina, i>o-
rm velho, camisa demadapolSo ja velha cuino ba-
hado arrancado, panno da Costa anda por emba-,
nhar, pofin usido; cosluma trazar um annel de
metalamarelloc.n um dedo; foi comprada ha 26
dias aoSr. Francisco Jus Duarte negociante de
escravos, morador na ra da Concordia: qu.f,n_
pegar cVrd-a ao Passeio-ruuco ,
quesera recompensado.
ncorilla : qunm
.......i lulhar, i
'.
_
Pefi-N.; sa ttp, o *r r, i> rkrt
1a,-M8
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


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