Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06182


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Full Text

Anuo
xxiv.
Suxta-feira 24
Hlll(i publica-* todoi oa dia< que no
,11 de guarda: o prevo da assicnatiira he
''"iamilrs por miartcl, pojo adunia*.. Os
J'/' .;.. din amignaiilcs ao Inserido* a
Aaoic>ors norlnha, 40r..cmtypodir-
r""0 ,Ta, repetic-ocs pela mclade. Os nao
flg,l'dinerenle, por caapublicacSo.
MUfiBS DA LA M0 MEZ UBOVEHimO.
.. -i a 4. a 3 horas e 44 mln. da anh.
L'""?.i a 10. s 11 horas e l uiin. da tard.
*ga 2.'), s 7 hora* e 10 min. da tard.
PARTIDA DOS CORltEIOS.
Ooianna e Parahiba, s sega, e sextas-ferraa.
Rio-G.-do-Nortr, qiilntas-feiras ao mcio-dia.
Cabo, Scrinhaem, lo-l'ormoso, Porto-Calvo
e Macelo, no I.', a 11 e 21 de cada mea.
(laranliuiis c llnnito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Florea, a 13 e 18.
Victoria,.s qulntasrrelraa.
Oliud.-i, todos os diaa.
I'IIEAMAR DE HOJ>..
Primeira, s 3 horas e 42 minutos da larde.
Segunda, s 4 horas e (i minutos da manh.
(I c Novembro de 184?.
das tm sema**.
20 Segunda. S. Mil de Valoli. Aud. do J.
dos orph., do J. civ. edo I. M. da 2. v.
21 Terca. Aprcscntaciin de K. s. Aud.do J.
do c. da 1. v. e do J.de pa/.dn'2. dial de l.
22 (.marta. S. Cicilia. Aud. do J. do O. da 2.
v. c do J. de pa/. 23 Quinta. S. Clemente. Aud. do J. de or-
phos e do J. M. da 1 v.
24 Sexta. S. Joao da Cruz.. Aud. do J. do ctv.
e do J. de paz do 1 disl de t.
25 Satinado. S.Catharina. Aud. do J. dn e.
da I v. e do J. de pa/. do I dist. de t.
2ti Domingo. S. Pedro Alexaudrino.
N. Sft4.
CAMBIOS NO DA 2 I DE NOVE MIRO-
Sobre Londres alr>d. por IfOOOn.aOO das.
Pars .
. I.lshna 120 por eenlo de pia.iim.
Rlo-de-Janeiro ao par.
I)ec de leu de lioa< Arana* al t s n"1
Acedada oawj. ** "eiierihe. *
wrO.-IICS liespanbolas 'MfMM a
M.idasd.-B^OOv. IttfHOO a
de 6/400 n. 10/200 a
de4#oU0...
PrafnPalaeoes brasileiros
Pesos columnarlos.
. Ditos mexicanos.....
9/200 a
1/940 a
1/940 a
1/900 a
;IJMNi
17/lKKi
10/400
O/KMI
1/900
1/90)1
1/WO
i. .,ii.i. ,i,,.y'.gP^g
PARTE OFFICIAl.
Rcpa-rtcao da polica.'
EXTRACTO DIARIO DO DA 23 DO C0RRENTE.
Filram presos j ordem do 8r. desembnrgedor
che-fe de polica, os paisanos Marcellino Antonio,
DOr ler sido encontrado com um devnole euf"
naco de carluxo, Jos Francisco Carneiro e tho-
mnz Francisco Poreira, para averjguages ;do sub-
delego do Recife. o paisano Gonzalo Fihppe, por
suspeito, e o Americano Assik, por estar ebrio, ra-
yendo insultos e atirando podras ;e do subdelega-
do de S.-Antonio, o preto Paulo Gomes, do qual mo
consta o motivo da prisflo.
0 1. Amanuense,
Apriglo Jos da Silva


INTERIOR.
PARA'.
COI.ONISACO.
J em outra occasio o oscriplor deslo artigo apon-
tou qu'eHes que, se interessam pelo governo, ne-
gocios e prosperidade do Urasil a importancia do
assumpto sobre a emigragao o colonisacilo, com ps;
pecislidade pelo que diz respeto a esta provincia.
Circumstancias o acontecimentos do um carcter
extraordinario tem depois disso tido lugar na Euro-
pa, como em varias partes deslc paiz, quo doviain
oais do que nunca chamar a altengno riaqiicllcs que
se interessam pela materia, e por consequencia pe-
lo bem eslar do paiz. Portanto, algumas bem inten-
cionadas reflexes Teitas aos habitantes do paiz, tal-
vezquesejam rocebidas com o mesmo espirito com
que lo offorecldas, e indusam outros a em pregar a
sus allencSo sobre o assumpto proinovendo melho-
roi senlimentos e infundindo um espirito mais har-
monisadorc benvolo entre o povo. Se o resultado
corresponder a estes desejos ser a molhor recom-
pensa pelo trabalho aqui empregado o ainda mais
grata a reflcxo de que oslo trabalho nao foi eito
ero vao.
Em quanto nos vemos na America do Norte o pro-
gresso inmenso que so tem felto como acontece
que aqui, onde as vantagens naturacs sit tio gran-
des lito pouco se tenha Tuito ? Um eitame imparcial
e sincero pdetalvez mostrar-nos a rasilo. Comtudo,
antes de entrar no assumpto, sera bum fazer al-
gumas observares sobre p que tem ltimamente
occorrido, e que sendo to recente, nlo se admira
quea maiorado povo aina se ache debaixo da in-
lluencia das falsas e erradas impressoos que so ilie
lem procurado infundir, lsto he, em urna palavra ,
a nnimosidade que infelizmente prevalere contra os
olrangeiros o particularmente contra os Portuguc-
zes. E he isto justo ? Agoia que os Brasileiros teem
consolidada a sua independencia podem o certo
ser mais generosos para com os decendentes do
mesmo paiz que elles. Quem he quo tem mais di-
reito hospitalidade do Paiz do que aquellos quo
por todos os lagos da mesma religio, Jingoagom,
fostumes, o parentesco silo na verdade irmosi A
quem he que o proprio paiz devo a sua civilisagao se
njo aquelles meamos Portugezes que pelo sen m-
dumavel espirito aventureiro, coragem pericia, e
l)om coinpoilamento primeiro descobriram e so es-
tabelcceram no paiz?Seguo-se justamente o contrario
do que deveia ser considerada a verdadoira poltica
c interese d paiz. as gazetas dos Estado-Unidos
lemosda chegada all de milharesde omigrados do
todas as classes vindos de todas as partos d Europa
civilisada, trazendo comsigo seus capitaes e o seu
trabalho os seus talentos e a sua energa, para seu
uoneficio, eem retorno para beiieficiarem o paiz que
' Lio alegremente os recebe ; e com raso como se
l'rova pelo immenso progresso na riqueza, grande-
za e poder da America do Norte. Aqu lomos da en-
Iraaa clandestina de milhares de negros barbaros
vinJus de frica em menoscabo nlo so das leis e tra-
dos, porm para a destruicuo dos melhores e mais
V'laes imcresses do paiz E devemos acaso deiiar de
aJo'iidr a m e atr.zada condicflo em que este paiz.
senchaomquanto se pratica scmclhanto systeina >
O'lwi para ambos os quadros. Ambos^ os pa.zes ne-
Maulandouma industriosa e intelligentei popu a-
aodehomonslivres: um lancando mBo do odos
os meios para a promover, o ooutro fazendo todos
os possiveis para a desanimar.
Ho pois para admirar que nos '.nos conserven)
<" estacionarios, e elles se adiantem f b mo
" lomarcm medidas para influir em lugar do
impedir a chogada de povo da Europa as cousas nao
nielhorarao. Os inglezes e outras nacOcs do norte da
Europa encontr ni lugar ampio em outras parles. Os
'ofluguezes, a nica nacao mais apta por lagos so-
ciaes, inclinacaoo coslumes para sorvirem de co-
lonos aqui abaudonarilo taes.idei.as quando spu-
bcremdos scnlimenlos hostsque oulra vez ao ma-
nifeslam coutra elles anda mais mu los aqu
Ja CFlabelccidos pdem retirar-se. E quom perder
inaitt com islo ? Allega-se que os cstrangeiros so de-
dicam inteiramenloao commercio. Quem temdirei-
to de os censurar por lo ? Cada um tem o dtreilode
ercuther o seu mei~
' nulrcs mcios qi-e
I =uu uiauulcngo
semoutros canses na agricultura e manufacturas,
que mpodeasseverarque nlo se al legue a mesma quei-
xa contra os estrangeirosPQuem deixaro seu paiz na-
tal para ir para oulro onde nao pode gozar do privile-
gio de ganhar o seu pSocomolhe parecer ou segundo
se acha meluor adaptado? He indispensavel urna
liberdado perfeita na oseo 1 ha de urna occupagiio em
um paiz novo como ale. Seguramente so por outros
meios ibes fsso possivel ohter emprego mais lu-
crativo, seriam pora Iguns promptamente adoptados.
N;lo so enlregariam todos ao commercio. Porque
nao preferem os naturaos, acostumados ao clima,
ahracarero oulro qualquer mel de vida em lugar
de tambern manifeirtarem o desejo de serem com-
merciantes? I'orem, mesmo concedonlo que nao
ho vedado aos estrangeiros formarem cstabeleci-
mentos do agricultura, que garanta teem elles n este
paiz por emquanto, qiiando mesmo as cidades mais
populosas as suas vidas e bens ncm sempre se acham
seguras? Tal lie o rancor contra os eslrangeiros,
particularmente contra os Portugueses, quo rara
he a' gazeta, que alludindo a qualquer festa, como
porexomplo, a da independencia nacional, que nlo
contenha phrases taes como sacudimos o jugo
estrangeiro &c., exprsanos que doveriam ler,
sido banidas do uso desdo o momento em quo ees-
saram as causas que Ibes deu motivo. At mesmo
patiioliamo be aponas um sontimento egosta,
comparado com a benevoleuoia e earidnde univer-
sal para toda bumanidade. Porm, pode so cha-
mar a ludo islo patriotismo ? oertamente quo nao.
O que leria sido da America, se livesse seguido este
syslema ? Aonde estara a sua agriculturas, os seus
caminhos de ferro, os seus navjioa, e o seu commer-
cio? Voltemos ouira vez para este paiz. Onde cxis-
tem os monumentos da gloria nacional ? Quasi todos
os edilicios pblicos mostram ser bastante antigos.
Aquellas obrase instituigoes de data moderna teem
sido levados a efleilos, principalmente por omprezn
o com capitacs estrangeiros. Os itnposlos aqu ja
silo immensos, e o rendimenlo grande em proporguo
do quo deveriam ser as necessidades do governo
executiyo de um paiz novo como o Brasil. I'orem
estas silo qucstOcs alheias da malcra, o nao pre-
cisara ser agora discutidas. Bastante se lem demons-
trado, ou antes esbocado, para mostrar a necessidade
o chamara altenglo ao assumpto de protecgflo aos
Portugueses -n'csle paiz. Ha uiuitos entre elles que
tcen dado provas ao paiz; do seu valor se nao fosse
oreceode oflcntler, podia-se nomear entro varios
estabelecimenlosaqui, um em particular, que pelo
seu carcter elevado, talento comniercial, e prudeu-"
te gerencia, tem ebegado uno s maiiter extensM
relegles com as priocipaes pragas da Europa e Amo-
rica, como faz honra ao paiz em que reside, e ao
nome porluguez. Para, 30 de Bgosto de 1848.
? **
( Do treze de Maio.;
DIARIO BE PERNAHIiUCO.
mxoirc, 3 di movimbu di 1S48.
A opposiglo est delirante: ella mesma o confes-
sou por um de seus orglos as seguintes palavras:
aloucura tem atacado a todas ascabegas;
palavrastanto mais apreciaveis, tanto maisjuslili-
catvas da proposigSo com que demos comego a ts-
te artigo, quanto por sem duvida foram escripias em
um dos lucidos intervullos que nflo falham aos mais
furiosos loucos ; -r palavras que domonslram que
quem qur que asdeixou cahir no papel, casman-
dou para o prclo, reconbeeou quanto hclasmavcl,
a siluagflo da genio de seu lado. E, de feito, como se-
n3o pelo delirio se pode explicar o procedmento da
opposigSo? Ora proclama que as frcas liberan nio
depor.lo as armas senSo depois do ter dcbollado o
governo; quo vao levando ludo a ferro efogo;
quo fazem prisioneros por toda a parle ; quo as-
saltam povoagocs; que resisten autoridades
constituidas, denunciando dcsfarle a Heos o ao mun-
do quaes os seus planos, quacs as Suas intcngOes,
quaes os senlimentos de odio e vnganga, de que se
acha possuida : ora esquece ludo isto, fue de parle
as suas bravatas, c aecusa o governo pela derrota
que os revoltosos soiTrcram em Mussupinlio, dzen-
do que se alrou sobre liomens que anda no linl.am
declarado o que queriam. Ora. concita o povo a ar-
mar-se, a resistir sordens da presidencia, a balcr-e
denodadamente no campo da batalha al perder
vida, valondo-so pira isso de todos os embustes ima-
gnaveis, sem esquocor mesmo essa ogerisa contra
estrangeiros. que se acljava adormecida, e que ella
nao poupa csorgos para fazer reviver: ora, imagi-
nando que os Pcrnambucanos sensatos silo IDo ira-
dos pulmOes que o sangue derramado as estancias
om que os legalisl as so hilo encontrado com os re-
voltosos cabe em jorros sobre o governo, o n.1o
sobro ella que para ah lom arrastrado os incau-
tos!.....
Mas no lio s isso; o quo altamente revela a lou-
rura da opposiglo, be a maneira descommunal o ri-
dicula por que ella, ao passo que exige grande res-
peito e ncatnmonto para qualquer dos individuos
que lhe pertcncem, salta por cima de todas as con-
sideCages, o, raivosa o phrenetica, atira quotidia-
nanienteum montao de insultos e improperios so-
bre a primeira autoridade da provincia, sobro os
funecionarios pblicos mais graduados, inclusivo o
Sr. desembargador chefe do policia, que sempre ha
gozado de summo conecito em todas as paragens em
que tem exercido jurisdicglo, j por sua inlegri da-
de, j pelos seus conheclmentos jurdicos, cj pela
moderago e placidez coi que sabe desempenbar
as obrgages de qualque r cargo de quo se incumbe.
Na frga do delirio de que desgragadamente se
acha accomeltda, c que em verdade desejromos
poder curar radicalmente, a opposigao depara moti-
vo para censura nos actos mais caridosos, naquclles
que mais do accoido estilo com os preceitos da santa
religiilo que professamos; c, furiosa, cobre de bal-
dees o Exm. Sr. presidente da provincia por ter ido
ao hospital rogimental visitar os bravos quo csta-
riamhojo silos, e sem aschagas que llies maceram
as carnes, se ella nSo houvesse insuttado alguns
inexperientes a ircm correr os riscos de urna bata-
lha, na esperanga de, por lio nefando trama, conse-
guir perpeluar-se nopo#ftr.
Abr, urna a urna, as paginas desses livros glorio-
sos om que so acham estampados os reilosd'armas
denossosmaioros e das nages mais civilisadas do
mundo; 16 le plcidamente os elogios que ahi se loccm
aos gencraes que, terminado o combate, iam dirigir
palavras de consolagao aos soldados cojos membios
mutiladosdescansavam em duras barras; o depois
dizei-nos se vos no envergonhais de baverdes vo-
mitado tantas injurias sobre o presidente que, an-
gustiado e animado dos senlimentos do verdadeiro
chrislao, foi poisar a mo sobre a de cada um dos
valentes P.r.isileiros que haviam sidoferidos susten-
tando a causa da ordom e da legalidadc ; foi in-
formar-se da manoira como elles eram pensados ;
foi, emim, recommendar que nada sepoupasse para
que esses benemritos da patria fossem tralados com
todo o desvelo, com todo o carinho.
Mes no foi por julgardes a aegilo m, que vos vi-
luperastes'quom a praticou, nlo foi por enlcnderdcs
quo ella nlo teve por motivo' os mais puros senli-
mentos de bumanidade; ao contrario, foi porque
reconhecesles a importancia desso acto, as sympa-
thias que conquistou para o cidado prestante que
com ello se ennobreceu, eassentasles que podicis
neutralisar os seus efTeitos, derramando toda a vossa
bilis por sobro esse dislincto servidor do estado, quo
nilo deve a posigilo em que boje so acha senao
conducta sempre honrosa que ha desenvolvido em
[os lugares pblicos que tem servido.
Coraoflm, sem duvida, de completar sua obra,
islo be, com o proposito de desvanecer no animo do
publico a impresso quo fuera a piedosa visita do
Exm. Sr. Penna aos feridos, a opposigao inventou
que o seu correligionario que osla no hospital, nao
s nBo ha sido tratado devidamenle, senao tambera
veioap desde Mussupinbo al esta cidade : entre-
tanto he mais que cci lo que esse homem foicondu-
zido para aqui no mesmo carro que trouxo os solda-
dos do ." batalhao deartilharia a p, oque, apenas
aprisionado; foi entregue aos cuidados do Sr. doutor
Moscoso que al boje n3o lem sido menos desvelado
para com elle do que para com os outros doenles
que es 1.1 o a seu cargo.
Eassim ho ludo o mais: falsidadcs, calumnias,
aleivosias e intrigas pequeninas. Mudai de rumo ou
contai com o mais pleno descrdito.
pur lalu Caa un "i" o ""m uanuo que va ,. .".--------------
o do subsistencia. E quaes sOo os | memoria, que de um dia para outro olvidara
IUT.onBm an* rangeiros nara i cos """'." ..i,e < f.\reai
i ? Vn'daniesmo que se oibracat-'! quaiUo teem lido e ouvido, grita co.u && .orgas
Pelo vapor Pernambucana, ebegado boje da Babia
recebemos jomaos que alcangam a 19 do corronle.
A provincia Hcra em piona tranquillidado, e ludo
induzia n crer que nenhum tropeco encoglraria alli
a poltica dominante, valcntementoiislenlada pelo
peridico Tolerancia, c pelos actos prudentes e enr-
gicos do Exm. Sr. Gopgalves Martina.
0 Secuto, gazeta opposicionista, suspender a pu-
blicago; e suppunha-so quo tambem deixara do
apparecer o ftossff, cuja lingoagem pouco decente
nada acrodita a quem qur que o redige.
Corra que a presidencia tencionava convocar ex-
traordinariamente a assembla provincial para pro-
videnciar acerca da grande dilVerenga que sedava
entre a despeza e a receita da provincia.
Cartas de Santo-Se annunoavam que Mrgas dn
Militan haviam accommeltido os restos do partido
Gucrreiro que se refugiara no lugar denominado
Sorra, e accrescentavam quo de scmelhante encontr
tinham resultado porto de fio morios.
Sabia-se quo em l.arangoiras, dislricto de Sergipe,
os camondongos hnvain feito correr sangue dentro
do templo emflue se proceder s eleigfies raun-
cipaes.
0 vapor Pernambucana trotixe a esta cidade urna
porgaodo exerc.ilo brasiloiro, que se aeiiava na pro-
vincia da Babia. Os bravos do que se ella compile, e
queja estao no anlgo quaitel dos operarios en-
gajados, vem coadjuvar os seus irmaos d'armas,
que pertencema esta guarnig3o, na meritoria obra
que tao gallardamente bao encelado; queremos di-
zer, veem ajuda-los a debellar a anarchia, a manter
o imperio das leis, o a consolidar a ordem e a tran-
quilliilaJe publica, amoagadas por esses bandos cri-
minosos que infestan alguns pontos da nossa bella
provincia, o quo teem o sen principal couto as
mallas do Caluc, donde j expediram urna partida,
s para saquear a casa do subdelegado de Ueheribe,
denunciando dosf aricas malvolas ebaixasinten-
ges que os dotninam.
lio solieitude c patriotismo do Exm. Sr. Fran-
cisco Gongalves Martins que devemos a prompla
vinda do auxilio de Torgas do quo tratamos mais
cima ; auxilio tanto mais poderoso, quanto veip
acompanliado do Exm. Sr. brigadeiro Jos Joaquim
Coellio, que, sendo commandanlc das armas na-
quella provincia, resolvcu-s'e a partir para aqui afim ^
do pugnar ainda urna vez pela causa dn legalidade,
que sempre ha encontrado nello um esforgado de-
fensor.
A presteza com quo o F.xm. Sr. Congalves Mar-
tins se decidi a man Jar para esta capital o 1." ba-
talhao de cagadores he tanto mais digna do nosso
reconhccimenlo, quanto para habililar-sea faz-lo .
foi-llie necessario chamar a servigo a guarda nacio-
nal, como consta da proclamagao de S. Ex., abaixo
transcripta :
fiOABOA NACIONAL BAHNA !
Tendo muito e sempre concorrido com vosso
constante trabalho para manter-se a tranqnilli-
dado publica nesta cidade, onde um servigo po-
sado tem carregado sobro vosso hombros, n.lo
a he tempo ainda de descansantes.
. a ambilado mando, o orgulbo despoitadoper-
turbamalgunslugarcsdoinlcriorda bella provincia
do l'crnambuco; homensquehontem professavam
os principios de que era inepto o governo que tole-
rava nos empregos pblicos seus adversarios po-
Uticos, ainda quo pacilicos. langam boje mo da
< resistencia o d*s armas, e derramara o sangue de
seus irmaos s porque desconiam que o governo,
usando de iim direito constitucional, lom inten-
. cao de dar algumas demisses, nao do adversarios
iiacricos, porm de inimigos que ameagam a aulo-
ridade, e lhe querem tirar toda dignidado nnpon-
desordeiros, dispersou estes era um combate on-
de fram completamente balidos. Em taos cir-
do-lho preceitos. Ornando ou a resistencia, a
cuerra e a anarchia, eis os principios de homeus
tao desvairados, para quom a constituido e as
leis sao objoctos de rris3o. O presidente de Par-
nambuco, liel sordens do Imperador, manlmha
alli a mais extrema moderagao ; e, como os lac-
ios nao provocas'som, a guerra e a resistencia ae
apoiam noque aautondado tinha intengao de Ta-
zer I Forgado o governo a defender-se e a po-
1 pulagao ameagada com aousadia de um bando do
i

LADO
KsiM
^dssi


cumsf ncias, o govsrno enrgico he sempre o
mais humano; a aulor.dado que mostrar desor-
- dem uina lorca superior que llie (re lodi possi-
lulidade do successo, poupura o dorramsinento
desangue. He por csles motivos quo o govorno
desla provincia delibera enviara de Perna.nbuco
l-arte da forc. de |. |ha aqui existente, porque
< orilla na lealdade dos guardas nacionaes bahia-
nos, o no espirito de orden., quo tanto distingueiu
esla importante e bella provincia. O presdeme
que lem esta conlianca nflo a funda em presump-
COes; hrma-a nos Tactos por elle observados:
lem elle sempre cooperado com a guarda nacio-
nal .parle da qual tem pessoalmente onimanda-
o;roi com ella que oncetou acarreira dos seus
servicos,e cornos guardas nacionaes da llaliia
pretendo aluda fazer outros muitos.
VivaS. M. o Imperador !
Vivaaconslilulcflo!
Viva a unido do imperio I
Viva ni os llaliiauos 8 a guarda nacional !
de MH. g0Vern a al'a' ,8 do ovembro
Francisco <;onc*lves Maitins.
Commanduite das armas da Babia em commssflo
ncsla provincia, o Exm. Sr. brigadeiro Jos Joaquim
Coelho, logo que aqui chegou, tomou contadocom-
mando das armas do que eslava interinamente en-
ranegado o Sr. coronel Francisco Josu Damaceno llo-
sodo, a quem nflo podemos dexar do tecer os dev-
dos encomios pela lealdade com quo servio este im-
portante cargo.
Miscellaiiea.
A METROPOLE INGLZA.
Londres lem dez milhas de comprimenlo e sele
de largura, o numero das suas casas excede a du-
/entos mil, e a sita populaco a dous mlhes de al-
mas. Conta perto de dez mil ras, Iravessas, bec-
cos, pragas, ele Consom por semana mala de
*,369,4(io libras de carne, e por atino mais de
1,400,000 barricas de cerveja, alm dos oulros li-
quidos. Tem 537 igrejas da rcligiflo do estado, -_07
eoulras religiOes, mais de 5,000 casas de pasto
hospedaras, etc., e 16 theatros.
I'OMBOS AGENTES DE PERIDICOS.
Osjornaes de l'hiladelphia revelam-nos urna nova
combinacllo em consequcncia da qual obtiveram as
noticias do vapor friannia dliag horas mais cedo
que os jornaes mais emprehendedores e mais bem
servidos de New-York. Pareo, que se linbam man-
dado alguns pombos para llalifax o que fram postos
a bordo do Ihiinnnia. A 80 milhas nouco mais ou
menos de Itostou fram sollos, levando ao potoco
um resumo da ebronica europea, e chegaram alal-
inas horas antes do vapor. Ilcmettidas entflo direc-
tamente a l'hiladelphia pelo lelegrapho elctrico,
easaa noticias loram all publicadas em splemen-
os a urna hora da tarde, cmquanto quo apenas as
tullamos as Iros. Nflo se pode dizer onde S'oro em
(liante parara esta lula do rapidez.
Courrier des l'.tals-Vni.)
Roger, como verdadeiro artista, ousado sem pro-
suinpc.o, e seduzido pela propria audacia da tenta-
tiva, respondeuquesabao papel, anda que nunca
o l.vesserepresentado, uem aequr ensatado, mas
que o sabia smente em francez. Nflo importa,
respondou o director aceitando, tfvra-nos-heis de
grande embarace Com eiTeito rwferacoit.
As 8 lioras apresenla-se na scena, cania em fran-
cez, com grandes applausos da mullidflo, o roman-
ce e o duotlo do segundo acto. No septuor augmen-
ta anda o cnlhusiasmo dos espectadores, o o artista
da notas do poilo tflo bollas e tilo vibrantes na ramo-
sa pluase el bonne rpee el bon courage, quo todos os
assistentes pedem a repeticilo do soptuor, que he
v.clonado con. um trovflo do applausos.
No quarto acto Mme. Viardot Carcia que aabe os
papis em todas as linguas que se prestam canto-
na, conhecendo que urna situaeflo tflo patbetica
nao poda deixar do perder multo com um dialogo
em italiano e em francez, decide-so de rcuento a
cntaro papel de Valentina em lingua franceza, e
esta scena maravilhosa, o mais espantoso esforco
do genio de Mcyerbeer, assim interpretada felns
dous artistas, excita um cnlhusiasmo que lie dilli-
cil imaginar.
Upe. Viardot Carcia e Roger, chamados duasve-
zes a scena depois do duetto, liveram de voltar lam-
bem duas vezes no lim da opera para serem victo-
nados com os applausos de un immenso auditorio
o- 2Se aCaba de scr tratado, pelo preco de
2.7,000 francos por dous mezes, pelo Sr. Lumley,
director do theatro da rainha, para ir cantar as
provincias de Inglaterra com Jenny Liad.
[Journal des Debat.)
Paria .
Ilarnburgo
Lisboa .
nominal
120 p. c.
Mutrn.
lluras hesponlllfls......
mexicanas ......
Pecas de 6,400 .......
Modas de 4,000.......
Patacoes brasileiros.......
hespanhes.......g'.OOO a 2,020
mexicanos.......2,000
t Mercantil.)
3l,0O0a 32,800
31,200a 31,400
17,200 a 17,500
9,200 a 9,400
2,000 a 2,020
31 ov i me 11 lo do Porto.
DECADENCIA DO COMMERCIO DA FRANCA.
0 l'ROPRIETARIO F. 0 INQUILINO!
Enlre as dcploraveis theorias proessadas pelos re-
formadores socialistas, una sobretudo oceupa o nt-
teneflo publica : be a theoria que quer pcrinitlir une
os inquilinos nao paguen, o luguel das casas em
que residem. Murta gente esta demasiadamente dis-
posta a adoptar este principio espoliado!'.
Um plnlosopho (da escola dos que uo pneam o
atuguelj mora cm um bai.ro afaslado, em unia c 1-
su.lia, em urna ermida quo Ihe fui alugada por 600
francos annunes. Lonco Ihe importa o preco do
luguel,.que se abslm regularmente de pagar e
ha muilo lempo, porque o plnlosopho lie mo pa-
gador da vespora, e a revoluto nflo fez mais que
anuna-loem um systema adoptado de antcmflo O
seu proprielario, tmido e essustado, inquietndo-
se pelo presento o tremendo pelo futuro, nflo se atre-
ve a processa-lo ; apenas nrrisca-sc de tempos a lem-
pos a razci-lhe algumas observares que reiterou
ltimamente quando eslava para se vencer o quartel
. Jisei, dissc-lhe impudentemente o philosonho
ii.lerrompendo-o, ides dizer-me, como o Sr. Van-
loor, quo quem nflo lem com que pague o aluiruel
deve ter urna casa sua. B
Sm, respondeu o desgrocado proprielario
mas nao me limito a urna moral estril; Taco mais
dou-voa nflo smenle o conselho, mas lambem o
predio Esta casa em que moris, rjgo-vos a acei-
tis : he vu.-sa.
Como! retorquiosorrindo o plnlosopho, Que-
ris dar-me a vossa casa ?
Do graca; o se quizerdes, iremos immcda-
lamcnle fazer redigir e assiguar a cscripiura de
uoarjflo.
Obrgado : nflo aceito.
- Porque esseescrpulo?
Oh.' nflo hepordiscrieflo, conlinuou oesloi-
co plnlosopho; em outros lempos talvez meachas-
seis mais tratavel, porm boje este negocio preiud-
rana os meus interesses. Inquilino, nflo pairo o
aluguel.... BU
Isso ja o sabia.
E proprielario, ver-me-bia obrgado a pagar
os impostos quesflo muito pesados, os 45 centesi-
mos addicionaes, e o mais. Bem vedes que a truii-
sacgflo me sera prejudicial.
Eslava reservada a poca em que vivemos ver aue
um proprielario nflo pode livrar-se da sua casa uem
dando-a de graca.
Os cITeilos desastrosos que das desordens polti-
cas em Frauca resultaram ao seu commercio acbam-
so demonstrados na seguinteanalyse dos documen-
tos olhciaes relativos ao rendimento publico dos
pnmeiros cinco mezes do correnteanno.
Consta da referida publicaQflo que o rendimento
da airandega nos primeiros cinco mezes de 1846
montou a 62:064.171 francos, no mesmo periodo
de 1847 a 54:776,512 francos, e que em 1848 desceu
a 32:2(>0.22-2 Trancos. Esta differenca extraordinaria
loma-so anida mais saliente sn considerarnios que
o rendimento dos primeiros dous mezes do auno
correnle, foi tflo avultado como o do mosmo pe-
riodo de 1846, c que a diminuicilo deve ter tido
lugar nos tres mezes decorridos desdo a revolucflo
de feverciro. Torna-so anda mais evidente este
desfalque pela comparaeflo do rendimento loUI
do niezde marco nos dous annos passados. Em 1846
loi de 13:117,984 francos, em 1847 de U:0..245, em
1848 de 5:473,254 francos.
A dniiiiugflono commercio do exportac^Io nflo
lie tflo notavel, porque os negociantes leem embar-
cado muitas mercadorias que j nflo acbam com-
pradores no paiz. Comtudo v-se dos documentos
que este ramo lambem se resente da decadencia ge-
ral No artigo modas, urna das fontes principaesda
industria em Franga ha prova deste fado. Em maio
de 1846 montaram os direitos pagos sobre essla clas-
se de mercadorias a 293,633 francos; em maio de
1847 a 263,620 francos, eem maio de 1848 a 114,213
francos. Se houvo augmento no artigo seda em rama,
e porque estando paradas todas as fabricas nflo ha
procuraalguma para a materia prima.
A navegaeflo mercante ndo apresenta um estado
mais favoravel. Nos primeiros cinco mezes de 1847
entraram nos portos da Franca 7,979 embarcacOes
com 1:006,395 toneladas; no mesmo perodo de
1848, 0,293 embarcacOes com 752,043 toneladas ; lia-
vendoassim umadiminuieflodo 2,686 embarcacOes
e do314,352lonelagas. as saludas, por causas i
indicadas nflo houvo diminuieflo tflo grande; fui
de 624 embarcacOes o de 62,021 toneladas.
Ao mesmo lempo quo a industria commercial e fa-
bril s acham neste estadodesgracado, estilo osar-
mazeos da allandega entulhados de mercadorias
para asquaes nflo ha extracto. A tabella oflicial dos
dcposilosmostraum incioinenlo enorme de alguns
artigos O deposito de assucar en. maio de 1846 era
ue 141,471 quintaes, cm 1847 do 103,207 ouintaes
I SaVSS^J^'f4 "Ul"la,s: de cuf en. maio'de
84(5 de93 265 qumlaes em 1847 de 111.160 quin-
taos em 1848 de 117,017 quir.laes : de madeira de
ma.cenelro.em 1846 de 16,660 quinfa., em 1847
a,mwn?r ,a6S' "',8Wd.Wquinfas: de
algodflo em rama em 1846 era de 87,095, em 1847 de
141,59b, em 1848 de 270,151 quintaos
Osseguintes lacios provam Umbcm s nue nonio
deinhoua industria franceza. No mez de marco fa
br.caram-se na pequea cidade de Houbaf 20M0
pecas de pannos, cm abril 14,000 pecas em maio
somanto 9,000, e a eoi.dicflo de I oui a^xTsseme
ha-se a de todas as cidades mar.ufactreiras da"
Franca, Os labr.cantes de mobiiia en. Harta emnrLi-
em maio de 18*8 cousum.r.m somente 114 quimes!
( Economa.)
. ( Jornal do Commercio.)
Navio entrado no da 23.
Babia ; 3 dase 15 horas, vapor brasilero Pernnmbu-
cano.de 240 toneladas, rommandat.te J080 Milito
llcnrique. Conduz o brigadeiro Jos Joaqun.
Coelho com dous filhos, o estado-maior e menor,
o primeiro butaltiflo de cagado/es e urna compa-
nIna do primeiro baflhflo de artilharia, bem co
ni o armamento, corroame e cartuxame.
Navioi tahidos no mesmo da.
Havre por Para ; brigue francez Yo/of, capullo JoOo
Pedro Mannier, carga asaucar.
Macei ; biale brasilero Santo-Anlonio-Flor-do-lllo,
capitflo Hypolito Jos da Silva, carga varios gene-
ros. Passageiros. o .padre Francisco Marques da
Silva com 1 escravo, o vigario Joaquim Manool
\avouro com 1 escravo, o padre Antonio Joaquim'
Soares com a criados el escravo, Brasileiros:
Francisco Ferreira de Andrade, Benlo Joaquim de
ledeiros, Portuguezes.
Avisos diversos.
-- Precisa-se do um pr.-to coznheiro. qU'a..X I
ama que saiba coz.nbar, lavar e engomm.r n, "
da cadea de Santo-Antonio; n. 21 ru
j Na ra do Rosario da Hoa-Viaa, n. 48 nr-
ae de urna ama que lenha bom leile. rara rr.. ,sa-
mseja. """' ,dlB,Ue-,B de Hflquar c-c"-
SOCIF.DADE APOLI.INEA.
ondicao
Acommissito administrativa faz ciento a. e
socios, que foi transferida a partida do corante >
para melhoroccaaiao, a quaso annunciari. ""'
AVISO INTERESSANTIS8IMO AO COMMfltrm
Existe nesta cidade um rapaz braa eiro u :
de de 18 a 19 anno, quo, Mbfndo bem |e'r ''l*3'
contar, deseja rranjar-se ; por es.emf""-
vor e
EDITA L.
Miguel Archanjo Monleiro de Andrade oficial da im-
perial ordem da Roa, cavalleiro da de Chriito e ini-
pector da alfandega de Pernambuco, por S. M. o
Imperador, que Deo guarde, etc.
Faz sabor que no da 27 do correte se bao de ar-
rematar em hasf publica, ao meio-dia, e na porta
da mesma, 30 colheres para soupa, 30 ditas para
cha, 2 ditas grandes para arroz, 1 dita para soupa e
1 dita para assucar : ludo de prata, no valor de 210
mil reis, impugnadas pelo guarda Joflo .Manuel de
Caslro, no despacho por factura, sdb n. 2121 : sendo
dita arrematado subjeta a direitos.
Allandega, 33 de novembro de 1848.
Miguel Archanjo Monleiro de Andrade.
Declaracoes.
ARSENAL DE GUERRA EM PERNAMBUCO.
Convidam-seaoscidadflos brasileires que frem
artistas e que quizerem trabalhar as ollicnas do
mesmo arsenal, pelos odieios de ferroiro, serralhei-
ros, allaiate corneiros o surradores, pdem com-
parecer na salada directora, aim de serem contra-
tados com vantajosos jornaes.
O escripturario,
Ir ancuco Serfico de Aitiz Carvalho
O arsenal de guerra compra azeite de carrapa-
to, dilode coco, velas de carnauba, fio de algodflo e
pavios : quem fes gneros se propozer vender, com-
pareca na sala da director do mesmo arsenal, no
motivo participa aosSrs. negocanlesque llZ "m
naacrcumslancias de necessitarem -do urna I?"'
intelligente e.ctiva par. tomar sobre si a e.aiK,^
cito o masmo branca, com muito selo enFom
tidflo, medrante a mensalidade porque se ah?.?1'"
que annuncemsuas morada com brevidadlr, "
rem procurados. """parase-
-- No dia 18 do correte, foi pegado em ni>, 1
pelo annunci.nte um cabra clao, de 3\1 "'*'
pouco ma.sou menos, de nome Antonio o aU.?T
!n0nChr,V, d?c,DlWo MBnof| Antonio K^
engenho Jund.a no sul ; cujo escravo fo re" 1, ,"
peloannuiic.anle a radeia da mesma cidade de f,
da aondo fica at quo o dono, ou algucm por U.
procure pagando ao annunciante a cJZ, i,
clara-sequodever o dono do dito escravo drf. '
se a casa da Sr.' I) Anna ladeira do v.1 R,r"
am Olind. que dir onde mor.Tanuncf lB,'
-ugio.nm cabra, de nomo Francia^, de Im,1
altura o grossura de 45 unos, cara l.rKa oitl
tr.zesde rolho as costas; falla bem explicado S,
regulares mas com os dedos n.ito curtos-Jum
o pegar leve-o ao engenho Ginipapo, junto a ciS
da Victoria que ser gratificado com 40.000
- Carlos da Costa Ribeiro, subdito portue'uez
rctira-se para o Ro-Grande-do-Sul. ,,or",u -
- Parante o juiz do civel da segunda vara eseri
vflo Cunha se hflo de arrematar os gneros armiV
Cflo e nais utenc.spertencentes a venda de Luiz P
dozo Monte-Negro, constante do balance ni pode,"
do portero. Serra-Grande, ludo em bom esK
cujos se emregarflo pelo maor lance quo appsracer'
por ser a intima praca sabbado, 25 do cnrrVntfe'
depo.s da audiencia do mesmo juiz da segunda lm'
porexecueflodoscredores, e para ratcio dos me"'
C."t/o Mora """ ''"' Victorino d^
r."m,tC.a"hed,eum mvOpara caixeiro de pada
"SVe'enha al8um P^lica e d fiador su,
soporta naPraadaS-Cruz, p.d.ria de Z
Rio"dAe-J.0nnei'roOS ^k" BaS'S n,llr** ^
_ --Na ra Nova, n. 18, loja de M. A. Caj, rece-
muio.'.n/'00 sorflime", ^ casimiras le cores,
muito superiores; fustOes para colletes, os mais fi
nos que teem v.ndoao mercado; merino; csim -
ra preta; panno do todas as qualidades; e toda e
ffl2feiri.r:r.d"iP'r'h0,nt,5'' um ^timenf de
?.* i,e.todaS8S qualidades, tanto superio-
Sf*.1 fcT' K" mcsma oja contina a rece-
i..?.Il'"8 Ch"rUlos rc8a,ia bom-gosto e popu-
lares; assim como vci.de-se um preto de 40 anuos
iZlT011 men.os' Pipilo pira o campo ou
ZTir P?r f moleque de 10 a 12 annos, ou por
imb qualquer negocio a vista de
paraca na sala da director* do mesmo arsenal, no a ,... 1
da 27 do crreme, com sua proposta em carf fe- L ", hnT S f.ra?" d bri8 *-*ar/a-Boo-5or-
*hada. Arsenal de guerta, 23de novembro de 1848 VJ? ait'.u 1 s-8para as 9 hor,s da manhaa,
JuaoRivardadn 1, aJ8J:"*. "J,.dl.en?!,.i a lercra e ultima ha de
{Courrier des ElaltUnii)
ALFANDEGA.
REND1ME.NT0D0 DIA 23 ......... 5:9i6>m
Deicarregam hoie, 24 de novembro.
Rrigue Alaria mercadorias.
Barca -Bella-Pernambucana dem
CONSULADO GERAL.
RENDIMENTO DO DIA 23.
Jo do Rivardo do Silva,
Amanuense.
PUBLICA CAO' AGRCOLA.
Manual pralico do fabricante de assucar, por
Agoslinbo Sommier. Esta obra ensina pralicamenle
o modo de fabricar o assucar demonstrando os in-
convenientes da antiga pratica os meios de as re-
mover e finalmente ludo quanto se precisa para ti-
rar maior e melhor resultado de sua factura e esta
escripia em urna lingoagem que qualquer pessoa
percebe; podendo-se mesmo dizer que os Srs. de
engenhos com ella s errarflo se quizerem : vnde-
se por 2,000 rs., na praga da Independencia livra-
rians. 6e8,
Avisos martimos.
Para o Rio-Grande-do-Sul pretende sabir breve
o patacho Dous-de-Agotto, o qual inda pode receber
alguma carga, assim como cscravos e passageiros :
os pretendentes pdem enlender-se com os consigna-
fros Amonm Irmflos, ra da Cadeia, n. 39.
Para o Aracaly segu o hiale Flor-do-Recife:
quem quizer carregarou ir de passagem, dirija-so a
ra do Vigario, n. 5. J
Para a cidade do Porto pretende sahircom bre-
vidadoabarca Bella-Pernamfiucana, capilflo Manoel
Francisco Nogueira, por ter a maior parte de sua
carga engajada : quem neila quizer carregar, ou ir
de passagem, para o que ofTerece bons commodos.
enteiida-se com o consignatario, Antonio Francisco
de Moraes, na ra da Cruz, n. 34, terceiro andar, ou
com o capitflo na Praca-do-Commercio.
Leiies.
"n^ q?e fz ;-J- Tasso lun'^T, por co'nf dos
HdgWay;amie80,,& Compinhla de 62 baMs
JrT"1^ '"I1'"'.ch"gados ltimamente, a qu.
sera vendido pelo maior proco quo se adiar, em ra
seauenoia < min^n.uBu..I._.. .hi, ciii con-
CONSULADO PROVINCIAL.
ROGER E MME VIARDOT GARCA.
Roger acaba de obter em Londres um successo e*
o*nario. e em crcumslancias ssaz si,Sar0s 1 --------:
nofic o'Z M,denCOve,'t;G"rde,'.annu,,ciaM' em beJ nE^niMENTO DO DI A 23......... 8-2,, 097
Z,T A. ,- }"Td"} Garcia' a P* o> Hugue-' '
notei. As quatro horas da larde, tendo llover d,dn
..arte de doente, iam transferir a re,, ,J., I
quando os directores la.nbraram-sc doJSESft' '"A'
Roger se sabia o papel de Ram.l. o affirtV.
ncar a laze-lo sem se preparar. '*'"""' "~t. "sv "a "G-
I Londres..........____24
f'9ral...................... o.afi-, o, s^8,^";.,8 ,lel nmor, Prcco 1uo adiar, em con- ec os Iue ne t!am n.ubados ,
Diversas provincias.............. rl'-*l ?'?uonc,t mso acondecionamento dos barris em t0 ds bandidos do Brejo, foi um
........ J4.7/8 loles a vontade dos compradores : hoio 24 doldo dons ">nt9' do ris, saca la
720 o \rZa?' aSl' h0r" da man,,a. n Porta da al- V,coita Pe' Sr'.'anoel Aloxan
.aaq.gQS randega. "' cida a 14 do maio do correnle
2:320,6051 landega.
-OcorretorOliveirafar leilflo de
le do Para, osera vendida sem limites de preco:
emn"^'25 d C're"le' aS "oraa da "
em ponto, noarmazem do Sr. Jos Rodrigues Pe-
reira, perto do arco da Conceicflo.
-- O leilflo de mobiiia, inclusive um bom Piano,
o.rasdeourQdepiaf,aiinunciado pelo corretor
(1 tVPira nuru or l.nnH --______i_ __._ _. .
n!^^fc^
Boa-Visf ,ficayansforfdo^^
correnle, s 10 horas d. manhfla.na referida casa.lrua d.Truz] lTi!
sernasegunda-feiravindoura.as mesm.s horas, e
fndenTe's g"r a0"de deVem con,l,aror os p're-
."h A,u2a-se um sobrado de dous andares, na pr-
Cada.Boa-Visf;atratarno mesmo lugar, botica
S ciedade de leitura franceza
cm Pernambuco.
Os Snrs. socios que anda teem em seu poder li-
vros perlencentes a cireulaeflo, quo lindou om 15 de
clembro prximo passado queiram ter a bonda-
de de manda-Ios entregar ao socrelario para se po-
der elie.tusr a rcsolucflo lomada na ultima sessao
da mesma sociedade.
Manoel da Silva Lopes Taz sciento aos eolIceV
lores, ou arrematantes do consuma de bebidas es-
pirituosas de produceflo nacional, que deixou de
vender ago'ardenle desde o dia 15 do correnle na
sua venda da ra da Senzalla-Velha, n. 102. .
0 abaixo assignado faz publico que deixou de
ser caixeiro de sua casa, Jos de Almeida Brrelo
"asios; por isso est desonerado do fazer transac-
Cuo alguma. Manoel Alve Guerra.
Precisa-se de um pequeo de 10 a 12 annos : na
ra Nova, n. 30.
-- Antonio Joaquim Pacheco Bastos, suhdilo por-
lugucz, ret.ra-se para Tora da proviucia.
Alfonso Sant-3Iartn,
com loja na praca da Independencia n. 38, tem pa-
ra vender chapos do seda do mais elegante goslo
para senhora ; ditos de palha aberta e lisa Unto
entenados como smenle os cascos ; boas fitas para
?\Sm0S' a 1,00 rs''' ram08 de flures 'as, a
1 .ouo rs.; capellas e ramos de llores do larangeiras,
e oulras de fanlezia ; manteletas ; visitas e palitos
de grs de aples, ondeados e lisos do blonde ver-
dadeiro ; cortes do seda para vestido ; mantas e len-
cos de seda, grandes e com franja. Se levara a pe-
dido. r
Boavenlura de Mello Caslello-Branco, faz pu-
blico que no assalto que soiTreo no da 22 do cor-
renle em sua casa em Bcbiribo, alm de muilos ob-
jectos que Ibe fram roubados pela forca insuigen-
,ti1d!f?a"did?f d," BriPJ foi uma ,oUra da fl"'flia
sacada pelo annunciaiite,
Aloxandre do Souza, ven-
. ..iTcnie anuo, por isso pre-
vine o dito Sr. aceitante que a nflo pague a quem
Ihe apresentar.
Os Srs. assignantes do Irii pdem mandar bus-
or os ns.16 e 17, na casa de Novaes & Companliia
e ni1 loja de livrosdo Cardoso Ayres, onde anda se
continuam a receber assignaluras para este excelv* ,
lente jornal.
ioaquim Jos Rebello faz sciente ao Sr. arre-
uoaatv de produeflo bra- ,
[enero desde o da
na sua venda da '
!
MUTIL)


k
_ llonlem, 92 do corrente, pelas 8 horas dodia,
iMuniMininhou-o, dwde ra da UniSoal a ra
l's-Amaro, procurando para adoSr. Rom-Joius-
J,s.(-,rioulas, um preto com uui bal decourocor
id'oilarai. i. com 3 e meio palmos, lavando den-
tro un porcS" do roupa da homom, de aenhora c
' ,1,,,-s, mitando-se para maior aignal um paul de
|.,aoi ja miiilo usado ; o lovava na milo um chapeo
ifp'loi usadu, oqueludo a acudo conduzido para
aru da Florentina, n. 7, onde so gratificar a quom
j,r uiicia dos olijeclos cima referidos.
\-joilo Maria Tavare Foireir relira-se para o Rio-
je-Jatioiro.
_ o director do theatro nacional da ra da Praia
declara que, alm das dez meninas que estilo quaii
onsaiadas para o divertiment pastoril, precisa de
mais duas que tenham aptidilo para ditodivertimen-
. que sorln consideradas prime-iras partes, e terflo
j,.'gratilicacao40,000 rs cada urna : quom aslivcr,
jrija-so a senhora do director, no mesmo theatro,
j,s 6 as 8 horas da noite, ou a qualquor hora do da,
sobrado, n. 35, primeiro andar, junto ao theatro.
Sr. Jos Jonquim Moreirc tcm urna carta no
escriptorio de> Novaos & Companhia.
.-precisa-sedo um menino de 12 annos, para
caixeiro de vendo : na rna de Moras, n. 16.
_ David Lzaro, subdito allemTo, retira-se para o
Itio-de-Janeiro.
Uoga-se aos benhores credores do
fallecido Jos Pinto Moreir, se sirvam
spresentar suas coritas, bem como os do
cimientos que as legalisem, afim de pro-
videnciar-se o que fr possivel em bene-
ficio Jos mestnos; islo no termo prefxo
de oilo dias, contados da data do pre-
sente, (indos os quaes nao sero mais
attendidos : na ra da Cruz, n. ^3.
Recite, a3 de no ve muro de 18/48.
- Na casa de modas francezas, de madama Millo-
chau na esquina do Atcrio-da-Roa-Vista dtfron-
ledo chafariz ha para o escolhimento das senho-
ras, um lindo sortimento de toucados chapos de
sed o de palha, tanto para senhora como para me-
ninas; camisinhas e punhs bordados para vestidos
afngados e montara ; lucos de blondo ; capellasde
flores linas, de laranjas; ramos do ditas para en-
feitesde vestidos de noivas ; fitas de todas asquali-
dades; liicos de linho ; manteletes-palitos de seda
edebico; trancase botos para enfeitos de vesti-
dos ; luvas de seda verdadeiras, curtas e compri-
das; capailas e llores linas para bailes; plumas pa-
ra ciihecn e para chapeo; bicose rendas bordadas ;
embrarao larlatana ; niejas brancas de seda, lisas
e bordadas; gravalinhas de lita para sonhora. Na
mesma casa contintiam-sea fazer chapeos, loucas e
vestidos de senhora por proco commodo e da ul-
tima moda.
--A pessoa que annunciou pelo Diario de segun-
da-feira 20 do corrente querer comprar urna car
leira em bom uso dirija-se a ra Augusta, venda
n. 58 que ahi ha urna cm muilo bom uso c por pre-
go commodo.
Quem annunciou querer um mole-
que cozinheiro, dirija-se atrs do theatro,
armazem de taboas de pin lio, que se dir
quem o tem.
I'rccisa-so de um caixeiro portuguez ou brasi-
lero para um deposito do padaria, que entenda da
mesma e d fiador a sua conducta : no pateo da S.-
Cruz, padaria n. 6.
Desaparecen, do armazem n. 7 da ra da Cruz,
umoculo do ca xa encarnada, Je un s cano, som
tapador no vidro'de cima roga-se a quem fr nfiere-
ciilo, de o apprchendcr e anuunciar por esta folha,
ou diiigir-se ao mesmo armazem cima.
--Aluga so un molequo para cozinhar : quem li-
vor annuncie.
--Una pessoa queprelendo rctirar-se para lora ,
vende a sua vendado paleo do I'araizo 11. 14, com
cummodos para familia :a tratar na nicsnia venda.
--Aluga-se o primeiro andar de um sobrado na
ruii de Apollo, n. 22 : a liatar no armazem da mea*
ma casa.
O bacharel A. R. de Torres flan-
deira propoe-se a dar liedes de francez,
jihilosophia e rhetorica. Quem de seu
prestimo se qnizer ulilisar, dirija-se
.niaestreita do Rosario, n. 4' segundo
andar.
--Aluga-seum primeiro andar, ainda que seja
pequeo 'ou mesmo urna sala e urna alcovn smen-
le.eni qualqucr ra do biirro do Itecife: quem,
liverannuiicie.ou dirija-so a ra do Itangel, 11. 11,
que se dir quem precisa.
Quem qnizer fazer algum eegocio com um titu-
lo de formal departilha.de um herdeiro existente
naprovincia da quantia de 152,314 rs., cujos bens
silo existentes na ilha do S.-Miguel em Portugal-,
dirija-se a praca da Independencia loja n. 14, quo
so far todo o negocio. .
O Sr. Joaquim Ferrcira dcaloraes queira ir bus-
car una caria, Vinda de Portugal, em Fra-de-Por-
tas, n. 95.
Vgnes, labricaole de pianos ,
na ra do Qtieiroado, n. i 'i,
em pianos de novo modeo, fcitos do prepsitos pa-
a'esle paiz ; sfio riquissims, do machinismo c
vozes superiores o que so aiaiiea ao comprador :
lanibem coucerta o afina pianos ; por prego com-
modo, o vende cordas camurcas e todos os avi-
ntenlos necessarios para ditos instrumentos.
-- Precisa-se de urna caixeiro de 12 a .1* annos ,
para urna venda, o quedo fiador a sua cunducta :
no Aterro-da-Boa-Vista venda 11. 20.
PARA A FESTA.
>'a ra da Calcada por detrs da I'enlia n. 6 ,
sefazem chapeos para seoliora por 2,000 rs., o
pondo-se os aviamentos por 8,000 rs. ; ditos de se-
lim enfoitados com litase flores, sendo este o me-
nor prego, e por oulros precos maiores conforme
furem onfeilados; vestidos para sonhora de 1,000
a 4,000 rs. conforme a qualidade e trabalho, e sen-
do para menina por prego mais em conla ; espar-
lillios por 640 rs, de feilio, e pondo-so os aviamen-
' tos a 2,000 rs.; toucas o todas as mais costuras pro-
prias para senhora, bem como camisas para homem.
de abertura atrs e adlante : ludo por prego com-
modo com perfoigflo o som demora por quanlo
3o oito pessoas atjserom. A Testa est porta ,
bom he que quetri-precisor nao deixo para uuima
hora como quasi sempre acontece.
Lotera do theatro publico*
O facto de existir perto de mtade
dos bilbetes da lotera por vender, deu
occasiao a que as respectivas roda nao
podessem ter andamento no dia ai do
corrente, como se annunciou ; persuadi-
do, porem, o thesoureiro que semelhantc
venda nSo deixar de ter impulso, marca
novamentc o dia 9 de dezembro prximo
futuro para q referido andamento, e es-
pera que esta nova designarlo ser im-
prorogavel.
Aluga-se o segundo andar da casa da ra da
Senzalla-Nova n. 42 : a tratar no armazem da mes-
ma casa.
Aluga-se o bem condecido sitio na estrada do
Cordeiro, de Nuno Mara de Sexas, so proprio para
algum negociante estrangeiro, ou outra pessoa que
leuda tralamento : na ra do Amorlm, n. 15.
Deca racfto.
O arrematante da nferigSo declara que tondo a c-
mara municipal desla cidado marcados os mezes de
outubro, uovembro e dezembro desto correte an-
uo para a afericilo dos pesos medidas, e balangs,
o que lindo este prazoos fiscaos respectivos passa-
rilo a multar todo aquello individuo quo dentro do
referido prazonfio ti ver aferidu ; e para quo alguem
por ignorancia deixe de aferir e por coiisequeucia
subjeitar-sea ser multado em 1,000rs. porcada um
peso e medida nao aferido; por isso avisa aos 11-
teressados que quanlo antes corran) a Itoa-Vista ,
ruada matriz, n. 33 a cumprir esse dever, poiso
mez de dezembro ( para quando guardam ) nfio he
sufliciente para o arrematante vencer tanto tra-
balho.
Os credores de Couto Vianna & Fillio teem au-
lorisado a Geo: Kenworlhy & Companhia, credores
tamboril dos meamos, para veuderem a casa do so-
brado dedous andares, n. 33, na roa do Amorim,
bairro do Recife, a meladedo sobrado na ra da Ca-
deia, n. 27, quelites fram adjudicadas por senteii-
ca para seu -pagamento : quem quizer cbmprar um e
oulro predio, entenda-se com os cima mencina-
los, quo estilo aulorisados para cssa venda.
OSr. Jos Antonio BrandSo Gomes queira an-
nunciarsua morada, poisse Ihodeseja fallar.
~ Alugaoi-se dous aillos com inulto boas acoinmoda-
;oes um na caiiipinha da Casa-Porte e oulro na ra
da dita povoafo com cocheiras e cavollarices; assim
como varias casas, de precos coinmodoi para se pas-
tar a lisia : a tratar na ra do Amorim, a. 15.
OSr. Jos Noberto Casado Lima quoira declarar
a sua morada.
Ao respeitavel publico.
O proprietario do armazem de vinho
da ra da Madre-de-Deos n. 36, de-
clara que este estabelecimento nao tem
oulro armazem filial, como alguem ba
que o inculca ; e para conbecimenlo do
publico, faz o presente annuncio.
Oabaixo assiguado faz ver ao respeitavel pu-
blico, que pessoa algum contrate negocio da ven-
da, ou hypothcca com Andr de Albuquerque Mello,
sobre urna pequea parle que o mesmo tem no
engeuho Soccorro, |a freguezia de S.-Amaro-Ja-
boalflo ,c igualmente duas casas de taipa em o mes-
mo engenho, visto que a mesma parle e casas so
acliam embargadas pelo annuneianle pelo juizo do
civel e cartono do escrivao liegos, para pagamento
da quanlia de 1:404,000 rs.; por isso faz o presente
anuuncio para qu pessoa alguma se chamo a igno-
rancia. Ignacio Luis de Albuquerque.
CaetanoEstellita Cavalcanti Pessoa, esludantc
no quinto an.no de direlto contina a ensinar os
preparatorios, excepto lalim : quem de seu presti-
mo se qoizer ulilisar o encontrarilo sempro assiduo e
activo alim decora brevidade dar a o va me os scus
alumnos, ajudado pelo melhodo que emprega as-
sim como sucedeu no anno electivo ^ dirija-so a ra
eslreita do Rozarlo, n. 15.
Joo CirillodeSouza Carneiro, Brasileo vai
fazer una viagem ao llio-do-Janeiro.
()fi'erecc-se utn rapaz bi asilen o para caixeiro
de qualquer estabelecimento, excepto venda: na
ra de S.-Francisc, casa da esquina que volta para
a Florentiua.
Ko Alerro-da-lloa-Vista, n. 1, primeiro andar ,
precisa-so de urna preta captiva, para todo o servico
do casa.
. Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
Direita 11. 20, com bastantes comtnodos para fami-
lia : a tratar na mesma ra n. 93, primeiro andar.
30,000 rs. de gratilicag.lo
a quem touxe'r a escrava crioula, de nomo Calhari-
na com una lillia cabritilla de 3 annos, cujos sig-
naesacham-se ueste Diario nos us. 240 a 250 : a es-
crava foi seduzida por o pai da cabrinha oqual lio
pescador, ou pombeiro e mora em urna destas
praias, al Po-Amarello.
Alugam-se e vendem-se bichas
bamburguezas, por preajo asoavel: na
1 ua das Cruzes, n. 4.
Quem souber do duas ovelhas que fugiram no
lia 2 to corrente, queira leva-las ra das Trin-
edeiras, ao pe do sobrado do Sr. cscrivflo llego, a
Lino Joaquim de Santa-Anna, quo ser recompen-
sado.
Compram-se escravos que sejam oflicias de car-
pina, de 18 a 25 annos e de boas figuras ; pagam-se
bem sendo de bons coslumes e peritos no seu ofli-
eio poisso para urna encommenda do liio-de-Ja-
neiro: na ra do Amorim, n. 35, a fallar com J. J.
Tasso Jnior.
Compra-se urna negra de to a aj
annos de idade, que seja de bonita figu-
ra, e saiba engommar, cozinhar e cozer
perfeitamente : na ra da Cadeia do
Recife, n. 37.
Compram-se qualro duzas de pranchoe*, de
oiio bon amarelis : q-am o '.i">r o uuizor vender,
m
Compra-se umravalln gordo para scla : na ra
coila sobrado n. 16 na esquina que volta para a
Dir...
travesa de S.-Pedro
Vendas.
annuncie para ser procurado.
Chapos do Chili.
Ventlem-se na praga da Independencia n. 37, roui-
tos superiores chapeos do Chili, chegados no ultimo
vapor.
F.XTItACTO DF. SALSA PARRILIIA CdNCK.V-
l hado DO DR. .mi-:\ii.
lia qualro annos tlesde que esta superior prepara-
gflo de salsa parrilda foi condecida no Brasil, princi-
palmente ao sol,onde he condecida como um dos mo-
ldures remedios para todas as molestias produzidas
pela impureza do sangue, como sejam escrfulas ou
alporcas, molestias syphilicas o mercuriaes, rheu-
matisino, cliagas ulcerosas, tumores brancos, do-
engas do ligado e da cutis, debilidade geral, etc.; e
he tambem recommendado para as molestias interio-
res, em que so suppem os pellos e bofes atacados,
e bem assim n'aquellas 0111 quo a consliluig.lo esli-
ver arruinada pelo uso exagerado da preparagoes
merctiriaos. As curas quo teem cffectuado neslas
molestias sfio ISo numerosas o completas, qucalli
teem ganlioo titulo de verdadeirorostaurador da sau-
de. A grande procura deste excellente medicamen-
to para as provincias do norte, induzio os agentes
geraes no Rio-dc-Janciro osSrs. R. C. Yates & C. a
eslabeloeerem um deposito nesta cidatlc, ra do
Trapiche, n. 34, escriptorio do Novues & C. Cusa
2/000 cada frasco envollo no seu competente recei-
luario.
FARELO
emsaccas muito grandes,
a 3'0oo r8. a sacca:
no armazem do Braguez ao p do orco da Conceici
Farclo ,
em dnicas a 4.C00 rs."; saccas grandes, a 3,500
rs. dilas pequeuas a 8,800 rs 1 no armazem do J.
J. Tasso Jnior, na ra do Amorim, n. 35.
f spadas praleadas c dourarias,
com roca escm ella : vendem-se na ra Nova, loja
deferragens, n.25.
Ferro in^Iez, sonido,
por prego commodo vende-se na ra Nova loja de
ferrangens, n. 25.
Vpndem-so canoas do amarello de difTcrentes
tamanhns por prego commodo no Forte-tlo-Mal-
los, eslaleiro to Sr. Jaciuih HesbHo.
Vende-so um sellim inglcz com poucouso, e
com todos os arroios : na ra da Cadeia-Volha, n. 38.
Vendc-se um bonito crioulo, do 25 annos, seni
defeito, com o ofilcio de carpina, o qual d duas pa-
tacas por dia una ra Imperial, n. 39.
Para o novo esquadrao de voluntarios.
Vendom-so talins, cananas, bonetes e palatinas pe-
lo llgurim approvodo, por menos prego do que em
outra qualquer parte : na ra do Cabug, loja de se-
leiro, 11. 3. ,,
Vende-se cha nacional, ebegado
ltimamente do Rio-de-Janeiro, a 1,200
rs. a libra : na ra do Rosario, n. i3.
Na ra das Cruzos, n. 22, segundo andar, von-
dem-so 3 escravos, sondo una mulatinha de 20 an-
nos, que cngommii, cozo cho, faz renda clava de
sabflo ; urna prota da Costa, de bonita figura, que
c-.zinlia, lava e hequitandeira ; um lindo moh-que,
de nagilo, de 16 annos, com principio de cozinlia.
Vendem-se, 110 armazem de Dias Forroira, cai-
xas de macarrfloe taldariin a 3,000 rs. odealolriaa
5,000 rs.
Vende-se sal de Lisboa a bordo da barca Bla-
Pernamhurana : a tratar com Antonio Francisco de
Moracs, na ra da Cruz, n. 34, Icrceiro andar.
Luvas de pellica.
Vendem-se luvds de pellica, .enfeita-
tadas, para scnboras, pelo diminuto
preco de 2,5oors. o par. a' ellas, na ra
Nova, n. 3o, loja de Domingos Antonio
de liveira.
Vende-se um venda com poucos fundos ecom
bastantescommodos para moradia : na ra Impe-
rial, n. 3).
Vondem-se escovas e almofagas para limpar ca-
vallos o mais superior que lem apparecido ; bem
como molas para esporas feitas cm Lisboa e ulti-
mamento chegadas : na ra do Queimado, n. 4.
Vende-se urna porgilo avultada do travs do 35 a
45 palmos madeira de qtialidado ; um escravo de
bonita figura, oplimo pura qualquer aplicarlo, do
20 anuos jum'quarlo novo jumcavallo de estriba-
ra ; utn moleque do 10 annos sadio, e de bonita
figura : na ra do Crespo ,n. 5 A, loja do fazendas.
Chapeos de palha para
senhora.
Vendem-se chapeos de palha, arren-
dados, muilo superior fazenda, para se-
nhoras, mais baratos que em outra qual-
quer parte; na ra Nova, n. 3o, loja de
Domingos Antonio de liveira.
Vende-se um preto mogo de bonita figura :
na ra da Cadeia do Itecife, loja n. is
Vende-so um carro de qualro rodas, com os
competentes arreios para dous cavallos: ludo em
bom estado : na Ponte-do-chda casa de Urendera
Rrandis de manliaa al s 8 horas e- de tarde ate
s5.
--Na ra da Cadeia do Recife, n. 25, vende-se
um vioiaocom pouco uso, e doexcellentes vozes,
por commodo preco.
Vende-se um par de brincos, muito bem feitos,
feitos de our de lei, por prego commodo : na ra do
Itangel, n. 17.
Ceblas, batatas e macaos,
prximamente chegadas na Bella-Pernambucana:
vendem-se na ra da Cadeia do Recife, armazem
In. 64.
Vendc-se, no lugar da Raixa-%t*"
de, na Capunga una casa de taipa rom nm tei-
rcno e um viveiro no Tundo, lugar para baiihfiro ,
com embarque o desembarque por prego comino-
do : na na das Cineo-Poiitas n. II. Na mosma ca-
sa vende-so una espada pral*ad um llinv, >",r"
retina e canana ludo para oflleial da guarda nacio-
nal por preco muilo barato. ,
a loja da ra do Crespo, ao p
da arco de Santo Antonio, n. 5 A, do
Ricardo Jos de Freitas Ribeiro, ven-
dem-se chapeos de sol de seda, astea de
ferro, os mais super-ores e modernos
que teem apparecido nesta praca, pelo
diminuto preco de 5,000 rs; ditos de astea
de baleia a 3,5oo e ^,000 rs., tambem de
seda, preco por que estilo boje os de
pnnninho.
Vende-se a louga vidrada existente no arma-
zem da rna do hnrantamento, ao pe da cacimba ,
por prego commodo : a tratar no mesmo armazem.
Vendem-se cortes de seda para
vestidos, tanto branca como de cortes
muilo linda (azenda; boas mantas de
seda de furta-cores ; chales dito ; cortes
de barege de seda, de excellentes gostos ;
luvas de pellica, brancas e decores, para
senhora ; dilas para homem ; lencos de
garra com ramo de matiz, fazeuda nova ; e
outras fazendas por pre<;o muito commo-
do : na rna Nova, n. 3o, loja de Domingos
Antonio de liveira.
Vende-se urna negrinha de 8 annos, propria
para se educar ou dar-sede mimo a una rpenina,
por ser muilo linda e esperta; um moleque de 13
annos, muilo robusto ; um prelode22 annos, bom
cozinheiro; una mulatinha de 11 anuos, quo coso
sofTrivcl; urna preta de ng."io Costa de 18 anuos,
de luida ligera que engomma com pcrfeigfo coso
c cozinlia ; uina dita boa quitandeira e que he do
boa conducta, oque se afianca ; una dita que en-
gomma ; um preto bom traballiador de enxada : na
ra Nova, n. 21, segundo andar.
Vende-se um carro de duas rodas,
com coberla de couro de lustro c pouco
uso: na ruada Sanzalla-Velha, n. \\t\-,
cocheira do Augusto.
Vende-se a peso dArenles obras de ouro epra-
ta.pelo valor inlrinsecco, assim como um negro.mo-
go, alto esodio : na ra do Crespo, 11. 17.
Vende-se alcatro da Suecia, de
boa qualidade, em barra bem acondicio-
nados com arcos de ferro: na ra do Vi-
gario, 11. 4.
VALSA PARA PIANO.
Acba-se venda urna brilhante valsa para piano,
composta e gravada nesla cidado ; e por isso o autor
espera que os amantes da msica indignen) animar
esta industria aqu recente, e prometi ir dando a
luz nutras pequeas composicOes vocaes e instru-
mentaes : no pateo do Collegio, n. 6 ; ra larga do
Rozario, n. 35; e no Recife, ra da Cadeia, loja dos
Srs. Ilaslos o Lei trio
Vcntlem-so lijlos de marmorc brancos c azues,
de 10 pgllegadas quadradas e por prego commodo ;
em casa do J. Sapoiiti, na ra da Cruz, n. 18, pri-
meiro andar.
~ Vende-so 1 ponche do panno azul, forrado todo
debaota, ao gosto he-qiaiihol com 32 palmos de
roda, oin bom uso, por prego commodo : na ra do
S.-Ria, H.9I.
Vendem-se saccas com iarinlia ue
mandioca, de boa qualidade; na ra da
Cadeia de Santo-Antonio, n. ?-5.
Novo arniazeni tle vinhos na
ruadas Cruzes, o. 57.
Vende-ee neste armazem superior vinho de Lisboa
e Figueira, pelo commodo prego de 160 f.tnxnn,
e 1,120 rs. a caada do tinto, o branco, a 200 o 1,400
rs. a caada. O proprietario deste novo estabele-
cimento afianga que os freguezes que Ihe comprarem
a primeira vez hilo do continuar. .
-Yendo-SO na ra da.Aurora, n.4, um jogo de
tambores anligos rodetes, aguill.Ocs e dous col-
deirotcs: tudo^muilo em conla.
Vendem-se, ou trocam-se por urna casa de pe-
drae cal, na cidado do Recife, ou mesmo por es-
cravos duas casas novas do taipa e unidas bem
arraigadas, com janellas do vidragas colocadas
na travessa da ra Real da Capunga a tratar com
o podre Jos Antonio dos Santos Losssa no pala-
cio da Solodadc, que far qualquer negocio.
- Vendem-se toucas para enancas ornadas com
peonas o outras com flores polo jtauntofNI*
2,000 a 3,000 rs. : na ra do l'asseo-l'ublico loja
B.I8. ._
- Vende-se, por commodo prego, um piano no-
risonlal, faJjrieado pelo Broadvvood & Sons, mell.or
autor ingle/, o qnal uno tem falta e ho ptimo para
se aprender a locar: na praga da Independencia, ns.
o 8, setlir quem vende.
Vendem-se os mais lindos cortes
e seda para vestido de senhora, sendo
trancos c das cores as mais bonitas que
se pdem imaginar, e por commodo pre-
co j.bem como ricas mantas de furta-c-
res, e de mu delicados padrSes; lencos
de garca com ramo de matiz e barra asse-
linada'; luvas de pelica para senhora,
de todas as cores e com belotas ; bellos
cortes de vestidos de barege de seda, e
ontras militas fazendas, tudo por preco
commodo, na ra Nova, defronte da
Conceicao, n- 3o, loja de Domingos
Antonio de liveira.
Na ra da Moda, n. 7, contina-se a vender su-
perior colla fabricada no Rio-Grando-do-Sul.

ADO
i'.'


'...'
Pasta de flor de lyrio.
Kiti fuperior preparado, a molhr at boje co-
HMM|4t para limpar os (lentes e conserva-Ios wm-
pre ajvos livre* da podra e cario conserva a forli-
Jioaciio dasgei.givas o evita aaccumulac3o dolar-
larojielo ou uso regular : cuita cada boiSu ,000
n. c vai oiivollo no competente reccituario : ven-
de-se no escriptorio de Novaos Companhia, na ra
do trapiche, n. 34.
Agn de pcrola.
para tirar sardas, rugas e cm-
hellezar o rosto.
Lste celebre cosmtico foi por muilo lempo s
comiendo de poucas pessoas nos Estados-Unidos;
porem sua grande ulilidade tornou-o o comestico
mais.popularqu.;se usa nostoilets modernos : cus-
a cada Irasco 2,000 rs. envolto no competente re-
ceiluano; vonde-se no escriptorio de Novacs &
.ompanhia, na ra do Trapiche, n. 34.
AVISO AOS SUS. DE F.NCEMIO HOTICAItlOS E
IIF.FINADORKS.
Agostinho Sommier & Companhia eslabelccoram
um deposito de carvilo animal, em p o em grilo ,
deprimeira qualidadc, na ra da Concordia, n. 8,
aonde vendem pelo preco do 1,500 rs. a arroba.
cata
Cha brasilefro, hysson. 2
Sempre se encontrar muito bom cha na S2
nova loja delivros do pateo do Collegio, H
ii. (>, de Jo3o da Costa Ilourado : vende-se
do meia quarta para cima, por preco com-
modo.
ee 888 @m so
SALSA-PARRILIIA DESANDS.
Este exccllente remedio cura todas as enfermi-
dades, as quaes s3o originadas pela impureza do
sangue, ou do systema ; a saber :
Escrfulas rheumatismo erupges cutneas .
brebuthas na cara, hemorrhoides, doencas ebroni-
cas, brebulhas, bertoeija, tinha, inchacOes, dores
nos ossos e juntas.ulcaras, doencas venereas.ciatica,
enfermedades que atacara pelo grande uso do mer-
curio, hidropisia, expostosa urna vida extrava-
gante Assim como chronicasdesordens da cons-
liluiCSo serilo curadas por esta tilo til e appro-
vada medicina. KK
Itio-de-Janeiro 14 de dezemhro de 1g47.
Sr. I'rederic H. oulltworth.
Tendo cu lido no Jornal do Commercio e no mari-
do /do de Janeiro por diversas vezes annuncios da sal-
sa-pamlhadeA. B. o I). Sands que se vendo na
ra uo nozario, n. 73, por Fredenco H. Soulhworth
n este mo dirig o Ihe comprei urna caixa com 12 vi-
dros do dito extracto, e achnndo-me com um gran-
de tumor no sovaco do braco direito a parte do pei-
10. soffrendo .inmensas dores por todo o corno me
Ichhere a tomar o extracto da dita salsa ; tendo
tomado dousvidro.se usando delle, lopo ao segun-
do vidro ronheci immensas melhores, e continuan-
do liquei perfeitamente bom ; e tendo aleuns
amigos meusfeuo uso do dito extracto para rlieu-
mai.smo, lem no uso delle por fin do terem tomado
8 a 10 vidros ficado hons. do que lem resultado man-
darem-me de diflercntcs partes encommendas da
dila salsa para fora destacone a diversos que leein
oiflo uso dclla e se teem restablecido perreitamcnte-
emandondo-me agradecer, assiin considero ser un!
acto de hunianidada e obrigacAo minha fazer publi-
co t3o emcaz e salutar remedio. Joaqun Ferreira
uf .Soasa Flores.
licconheco verdadeiro o signal supra. Itio. 15
dedezembro do 1847. Em leslemunho de verda-
ue Joaqunn Jos de Catiro.
Vende-sc nicamente em Pernambuco na botica
de Vicente Jos de Brilo, na ra da Cadeia do lte
Vende-se farinha e milhocm saccas, por pre-
go commodo : na ra larga do Rozario, n. 27.
Algodo traneado da fabrica
de Todos-os-Santos da
llahia ,
muito proprio para saceos de assucar e roupa de cs-
cravos : vende-se em casa de N. O. Bicber & Com-
panhia na ra da Cruz, n. 4.
Flores artificiaos.
Na loja da ra do Cabug, do Duarte
acaba-se de receber um completo sorti'-
mento de flores finas, ramos, capellas de
flor de laranja, pennas para enfeites de
chapeos de senhora e cabeca, guarnir-Oes
de vestidos de casamentos : d-seao amos-
tras com o competente penlior.
Vcndem-se 6 lindos moleques do 12 a 16 an-
nos '-o -i- o /.--
SO, 120 e 240.'; agulheiros de vidro, a 200 ra. ; li-
ta do oh a 80 rs. a peca ; sapatos de setim a 640
rs. o ptr.
Vendem-se sellins inglezes para montara de
senhora ; ditos elsticos de patente, para homem ;
couros de porco e de bezerro envornizados : ludo
receutemente chegado : na ra da Cruz, n. 9,
do Cco : Kcnworthy & Companhia.
Fitas baratas.
Na loja da ra do Cabug, do Duarte,
ha fitas prctas, lavradas, a iso, a/jo e 320
rs. a vara.
-- Vende-se urna prcta do gento de Angola, de
35 annos, que cozinha e vende na ra ou se troca
por oulra que seja mo;i c saiba cozinhar e engom-
nm' bom : o motivo por que se vende he por nao sa-
ber engommar : na ra Imperial, n. 25.
Vendem-se saceos com trelo,
chegados itltimamcnte, pelo diminuto
preco-dc 3,400 rs.: na ra da Sanzalla-
Velha, n. i38.
BICOS BARATOS.
Na loja defronle da matriz da Boa-Vista vendem-
se bicos, a 120 rs. a vara e a peca a 1,000 rs.
P ('chincha.
Na loja de qualro portas da ra do
Cabug, do Duarte, vendem-se setins de
diversas cores a 800 rs. o covado.
Vende-se a casa da ra Imperial, n. 9 por pre-
co commodo : na ra Augusta, n. 94.
Bicos de cores.
Vendem-se na loja da ra do Cabu-
g, do Duarte, bicos bordados, decores,
1I0 ultima moda usada no Kio-de-Janeiro,
iao rs. a vara : as amostras se acham
patentes aos Srs. compradores.
Bicos de seda.
No loja da ra do Cabug, do Duarte,
vendem-se biccosa imilaco dos de Lolon-
de brancose pretos de diversas larguras :
linhas de 200 jardas, a 16, 12O e 7oo rs.
a duzia ; e de 100 jardas de 16, 120 e 280
rs. ; crep de cores e preto a 900 rs. o co
vado ; bandejas de meio charao a 16, 2O
o 28 rs. a pollegada ; suspensorios finos,
escovas para cabdllcs (inglezas) ditas para
dentes, finas, e enterfinas, filas proprias
para sentura dcsenboras, com iranias e
seto ellas, de ns 9 e 12 a 1,00o rs. a vara;
papel proprio de cartorio a 2,200, 2,600
e 3,Goors. a resma; trancas de cores, tan-
to de seda como de laa a 120 rs. a peca :
trina branca e amarella.- asamostras.se
acham patentes aossenhore compradores
mediante ocompetenle penhor.
CHA' HYSSON,
de ptima qualidade a 2/240 rs. a libra : na ra da
m no 1!.cilc ,armazem n. 13.
- Na loja de quatro portas da ra do
Cabug, n. 1 C, do Duarte, vendem-se
bengallas de canna da India, de casles de
prata e de madre-perola, e de ganchos,
por precos commodos.
Venderr-se 300 pares de sapatos a dinbeiro a
vista ; esleirs; courinbos de cabr^ ; cera de car-
nauba ; pennasdeema ; chapeos de palha, feitos no
Aracaty na ra da Cruz, n. 24.
Um novo sortimento de
r*-cado monstro.
Vendem-M na loja de GuimarBca & C, que faz
esquina para a ra do Collegio, n. 5, novos risca-
dos monslros de padrdes modernos o lindos, pelo
mesmo preco de 390 rs. o covado.
Agencia da TundicSo
Low-Moor, ra da 8enzalla-
nova, 11. 49.
Ncste cstabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de moendas
e meias moendas, para engenho ; ma-
chinas de vapor,e tachas de ferro batido e
coado, de todos os taannos, para dito.
Vendem-se (soplis de oleo, bancas pequeas
doamarello, ditas grandes com 2 gavetas, louca-
dores de Jacaranda, um trem com espelho dito
nm relogio patente de prata 2 caixas de prata, sen-
do urna (Inorada : na ra da Cadeia de S.-Anlonio ,
n. 15.
Farinha
Vende-se muito boa farinha em saccas,
e por barato preco: no ultimo armazem do
caes da Alfandega, de Francisco Das Fer-
reira.
Na loja de quatro portas da ra do
Cabug, n. 1 C, do Duarte, tem um
completo sortimento de perfumarlas, por
precos mais commodos do que em outra
qualquer parte.
-- Vende-se ago'ardente de Franca, verdadeira,
em barris pequeos: na ra da Cruz, n. 38.
Vend-se a dinbeiro ou a prazo, por inteiro,
ou por melado, urna legoa de trra no riacho Caru-
r termo da villa de Alhalaia com urna legoa de
Tundo confronte a torra denominada Casa-de-Pa-
Iha, de Jos Pires da Silva que (lea do lado do su I
do dito riacho : o preco de toda a ierra a dinbeiro
lie de um cont e duzentos mil rs. e de seiscentos
mil rs. sendo metade : a prazo ser pelo que se ajus-
tar : na ra do Rangel, n. 45.
Vendera-ie barril pequeam com cal virgem de Lis-
boa a maii nova que ha no mercado, por preco cora-
nodo : na ra da Moda armazem n. 17.
Vende-se', para pagamento dos credores a
venda da esquina defronte da igreja dos Marlyrios ,
com os fundos de 300,000 a 400,000 rs. : quem a pre-
tender dirija-se a ra da Madrc-de-Deos, a tratar
com Vicente Ferreira da Costa o qual prometi fa-
zer negocio e vender barato para realisar.
Veuu'e-so,no anim/dii de Vicente Ferreira da
Costa, na ra da Madre-Dos, someas em saccas
grandes chegadas ltimamente de Trieste; vinho
da Figueira em barris, ornis superior que tem
viudo a este mercado, do muito condecido autor Fa-
biSo; vinho abafado, emancoretasde 4 e meia a 5
caadas.
Pechincha.
NoAlterro-da-Boa-Visla, n. 78, vendem-se sapatos
de cordoAQo de lustro para senhora a 1,600 rs ;
dilnsde marroquim, a 800 rs. 5 botina de duraque
para senhora a 2,000 rs. ; sapatos de bezerro de
sola e vira, para homem, a 2,240 e 3,560 rs.; butins,
a 6,000 rs.; bonetes de riscado a 320 rs.
Vende-se, a dinbeiro, ou a prazo, meia legoa
ds trra de frente, com urna legoa de fundo, na
margem do rio de Una, da parte do sul, con-
fronte a Ierra do eng^nho Jeparanduba >r!ncin!sn-
do na barra da Trombeta pelo rio de Una' cima al
onde se completar a meia legoa cujos fundos vilo
terminar com a trra concedida por sesmaria ao fal-
lecido sargento-mr Antonio Casado Lima, as mar-
gens do rio Preto em que estilo situados varios en-
genhos : tambem se vende melado da dita torra ,
Vendem
-.--------. ....,.,,,.. .V..HV ...*.u UH UII.a leu
saber : a meia legoa da margem do rio Una, com o
fundo tambem de meia legoa e na mesma forma a
outra meia legoa de fundo : o prego da meia legoa da
margem do rioUua he de dous contos de ris a di-
nbeiro ; o da outra meia legoa he de um cont de
Borzeguins gaspeados.
i-seborzeguins gaspeados francezes paralre,s e sendo Pra* ser Pel 1ue se ajustarrna
telo barato nreco de 5.000 r o mr ,!; ra do Raneel. n. 45.
---------- -----c----- .,..,.. ,,,,., iiiinnvcs para
homem pelo barato prego de 5,000 rs. o par : ditos
para senhora a 3,000 rs.; ditos com pona de lustro
para homem, a 3,200 rs.; bolins francezes. a 5 500
rs.; ditos de Lisboa, a 2,560 rs.; sapales inglezes
a 3,200 rs.; sapatos de duraque de Lisboa, para se-
nhora a 720 rs. ; ditos de lustro para meninas, com
fitas a 1,000 rs.; ditos de lustro e de um sola na^
ra homem a 2,000 rs. : na ra da Cadeia do Iteci-
e n. 3o. Adverte-se que he a ilinheiro
-Vendc-seumapreta crioula, de muito bonita
figura, que engomma, cozinha o cose chilo n3o
tem vicios nem achaques : na ra da S.-Cruz. n 22
Vende-se a verdadeira potassa da
Bussia, desembarcada hontem, por pre-
50 muito rasoavel, vista de sua muito
superior qualidade : na ra do Trapiche
17, e ra da Cadeia, n. 3J.
"'a tfS Cm Prn,C,'0S de ^'CdS "i Sd? ?, 4,P400S rtC8Slr PrCtS' U mUt b0" ^ua-
-Vel-seum alambique de cobre
------......" "" uaiiuus, z |Kii (loa niOl
vo bom caiador: na ra Direita, n. 3.
Vendem-se relogios de parede.dc cordado 8 dias
mgiezes, Cegados pelo ultimo navio, o garantidos
por seren de ptimo autor: na ra da Cruz n 2 casa
de Ceo : Kcnworthy & Companhia. 2' CaSa
Cruz, n. 1.
Vendem-se sapales de
couro de lustro muito bons, por
2.5G0 e 3,000 rs.; ditos brancos;
ditos de lustro para senhoras e
meninas, feitos no paiz, por pie
Luvasde pellica.
Na loja da ra do Cabug, do Duarte,.
ha luvas de pellica, bordadas a seda de!
cures, e enfeitadas de setim e frocos, e C commodo: na ra da Cadeia
de cores exquisitas, as mais novas que ha, 'do Recife, 11. 9.
f>or terem vindos no ultimo navio de' -Vende-se urna canoa aberta de carga de 700 ti-
ranca. jlos ou tambem se aluga ; na ra da Cadeia do
NTE DA MATRIZ HA rha.vict m Ih -Anjn>. ." Jf.
armazem n. 26
ra do liangel, n. 45.
Na ra do Cabug, loja de quatro por-
tas, do Duarte, vendem-se capachos a
5oo rs redondos e compridos, para aca-
bar.
Anda resta para vender urna pe-
quena poican de bonetes de panno risca-
do, a 380 rs. : na loja de quatro portas
da ra do Cabug, do Duarte.
DEFnONTE DA MATRIZ DA BOA-VISTA N 84
vende-se Italia de carretel
duzia ; su
ensoriosde
Cerveja preta ero botijas.
Contina-so a vender esta tSo afamada cerreia
em lotes de urna barrica para cima a vontade do
comprador : em casa de Frederico llobilliard na
ruado Trapiche-Novo, n. 18. Na mesma casa ha
tambem um pequeo resto da mesma cerveja em
botijas, muito propria para casas particulares.
Yinhobom e barato.
Na esquina da ra do Vigario, n. S3, vonde-se su-
perior vinho de Lisboa e da Figueira a 150 rs a
garrafa, e em caada a 1,100 rs.
Sapales de 5 solas, a I^OOO
flhDAlerr0"da"Bo,-.VisU'lo'"-78. oaba-se de
eceoerum novo sortimento de sapatde 3 solas
tanto de ps pequeos como grandos. As pessoas que'
encommendaram, he lempo do virem a elles '
- FirminoU. F. da Rosa vende muito superior pan-
no de algodflo trancado feito ... Babia 'muito Kro-
pno para saceos de assucar assim como para roupa
doescravos.porser mu.lo encorpado: Ss preten-
dentes dinjam-se a ra do Trapiche, n. 44, prime.ro
- Vende-se muito superior lagedo de Lisboa, e
! ^V,?"1 rns de "'obas, por mdico preco:
na ra do Vigario, n. 1.
Xa ra Direita, n. 7C,
vende-se canella superior, em grandes e peque-
Vende-M ca.' virgem de Lisboa
chegada no ultima navio, em harria pe
quenos, por menos do que em outra quaJ
quer parte: oa ra do Trapiche, arma-
zem n. 17.
Saccas com milho ,
a 5,200 rs.:
vendem-ssnoarmazemdoBaeelar.no caes da 11
fandega. **
Potassa.
Deaembarcou ha poucos dias urna por.
co de barris pequeos, com muito nova
e superior potassa, c se acham venda
por preco mais barato do que ultima-
mente se venda, na ra da Cadeia-Vellia,
armazem de fialtar & Uliveira, n. 12.
Vendem-se os lile i ros e balco que
f'oram daarmaco vellia da loja do Duarte
proprios para qualquer estabelecimenlo
por preoo muito commodo : a tratar na
mesma.
Champanha da marca cometa.
Frederico llobilliard acaba de receber urna peque-
a, quantidade deste muito apreciado vinho, tanto
em garrafas grandes, como tambem em garrafas pe-
quenas, e esta vendend.00 mesmo por preco muilo
mdico, no seu escriptorio da ra do Trapiche-No-
vo, n. 18.
* Vendem-se aceces da ex
tmeta companhia de Pernambuco
e Parahiba: no escriptorio de 0-
liveira lrmos & C, ra da Cruz,
n. 9. \
Vende-se cal virgem de Lisboa em barril de 4
arrobas chegada pelo ultimo navio, por pre9o commo-
do : a tratar com Almeida ai Fonseca,na ra do Apollo
A 1,600 cada um.
Na loja de GuimarBes & .., que faz esquina para a
j-ua do Collegio, n. 5, vendem-se barretes de seda
para padre, pelo barato preco do 1,600 rs. cada um.
FARELO,
a'4,500 rs. a barrica : no armazem n. 20, de Joaquim
da Silva Lopes, confronte a guarda da alfandega.
Toncas do Rio-de-,Janeiro.
Na ra do Cabug, loja de quatro por-
tas, do Duarte, recebeu-se pelo ultimo
vapor do sul um sortimento de toucas
de laa, para senhoras, a 2,5oo rs.; e
continuar a ter por todos os vapores,
conforme sua cxlracciSo.
Figos de Comadre,
em seiras e barris de urna arroba : defronte da por-
ta da alfandega armazem n. 20.
A inda resta a vender na loja de
quatro portas da ra do Cabug, do
Duarte, urna pequea potcode chapeos
de palha da Italia, para homem e se-
nhora, a 6,ooo, i,a8o,e 5,ooo rs. A'
elles, antes que se acabem.
Vendem-se espadas prateadas para olliciaes de
cavallariae enfantaria : na ra Nova, loja de ferra-
gens, n. 16.
--Veedem-se, effeclivamente, lijlos de alvena-
ria grossa de multo bom barro e bem cozidos, por
menos preco possivel, posto na obra, ou na otaria,
eomo melhor convier ao comprador: na ra estrel-
la do Rozario, n. 15.
Vende-se urna cano de conduzir familia : atrs
dos Marlyrios estaleiro de Manoel da Silva Mariz.
Vende-se umcasal de escravos : na la larg\
do Rozario, n. 20, junto a padaria. '
Escravos Fgidos
aDotte:raei20 ftT *J 2 ^^^^^^^ArlZ^m^J'S^ii """? r* > em 8"ndM *- **
borarha" SL1*" cada.um sus" ". vinda do Ceara por preco a I barato d a, .""J101^"" Pcl b" > PSO de" 800 rs. a libra ~----------n,
oorracha a 200 rs. o par; tosouras, a cm outra qualquer parte -i------,- ...-----__._ | i tan. ; iva
-- Fugio, no dia SO do crrante, o preto Jos Ma-
theus alto ; tem os dentes da frente fallos ; ja foi
surrado; supp0e>se ter seguido para o serillo. Ro-
ga-se as autoridades pliciees e capildes de campo ,
que o appreiiendam e levem-no a ra do Apollo, ar-
mazem n. 22, que serlo generosamente recompen-
sados.
Fugio, ii* noile do dia 18 do corren te um pre-
to de Angola, de nome Jos, cheio do corno, pernas
finas, ca ra bastante larga ; tem um calombo em um
P da parto inferior, de nacencia : quem o pegar Ic-
ve-oa ra Formosa ne lerccira casa a sua senho-
ra Antonia Francisca de Albuquerque, que recom-
pensar. O escravo trabalha ha muilo oo arsenal, por
isto ho bem condecido.
Fugio o escravo Maximianno, cabra do 35 an-
nos pouco mais ou menos, cabellos alguma cousa
corridos ; lem urna belida em um ollio ja bastante
crescida ; lera os dedos dos ps bstanle abortos uns
dos ou tros e principalmente os pollegacs ; he alto,
grosso docorpo pouca barba; quando est crimi-
noso lica gago ;ha denuncias que tem andado pela
cidade de Olind*. Koga-se as autoridades policiacs
ecapiUles de campo, que oapprehendm e levcm-o
ao Alerro-do-lloa-V'ista, casa amarella, que lira coni
a frente para a matriz, segundo andar, que serSo
recompensados.
Fugio, no dia 18 de outubro do engeiiho S.-
Joo, no Cabo, Marcolino, pardo Mgueiro, de 19 an-
noa, estatura regular, cara redonda, olhos penuenos,
dentes limados ; lovou duas caigas, urna Je brioi
pardo o outra do riscado azul; quem o pegar leve-o -
ao referido engenho ou a casa de Lulz Cornos Fer-
reir no Mondego, que ser generosamente recom-
pensado.
itr. i ai, r. viitnU.'

1L
MUTIL


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