Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06156


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Full Text
I -
AI10 IIITtI IU1EKO 67
Por (res mezes aditutados 5$000
Por tres "-mezes Tencidos 6J000
.tUi 13 >P.Al/
yjuu&ai k oiAjc
QDI1T FEIBA 21 DE MARCO DI ISSI

PoraiQoadianladoi^SOOO
Porte frasco para osibseriptor.
ENCARRBGAD09 DA 8BSCRIPCAO DO NORTE
. Parahiba, o Sr. Antonio Aleandriao de Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Ataca-
ty, o Sr. A, de Lemos Braga; Cear o Sr. J. Jos
de Olivoira; Maraobo, o Sr. Manoal Jos Mar-
tina Ribeiro Guimares ; Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa. -*-
PAK11DA.S UUS CUKHKlU.
Olinda todos oa das as 9 1/2 horas do da.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho e
Garanhuns as lergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correiospartem as 10 horas da manha)
EFHEMERIDES DO HEZ DE UARgo.
3 Quarto minguante as 4 horas e 56 minutos da
tarde.
11 La nova aa 11 horas e 18 minutos da man.
19 Quarto crescente as 3 horas e 12 horaa da
tarde.
26 La cheia as 11 horas e 55 minutos da man.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro aos 54 minutos da manha.
Segundo aos 30 minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
18 Segunda. S. Gabriel archanjo; S. Narciso.
19 Terca. S.Jos esposle Nossa Senhora.
20 Quarta. S. Martinho Domrense are.
21 Quinta. S. Berilo ab. fundador; S. Berilio b.
22 Sexta. As Dores de Nossa Senhora.
23 Sabbado. Ss. Flix e Domicio mm.
24 Domingo de Ramos. S. Agapito ab.
AUUlKNUfAS DOS 1'RIBNaKS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundase quintas.
Relago: tergas, quintas e sabbados ss 10 horas.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Jnizo do commercio : quartas ao mel dia:
Dito da orphos: torgas e sextas as 10 horss.
Primeira rara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda rara do civel
hora da tarde:
quartas e sabbados a 1
Secretaria do governo de Pernambucq 19 de ,
margo de 1861.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
convidar aos senhores chefes das repartigoes pu-
blicas civiso militares, aos empregados das mes-
mas, e aos de mais cidadaos para assistirem ao ,
cortejo que se tem de fazer efugio de S. M. o
Imperador, no palacio do governo, as 5 horas da
tarde do dia 25 do correte, anniversario do ju-
ramento constituido do imperio.O secretario I
do govemo, JoSo Rodrigues Chaves.
ENCaRREGADOS DA SUBSCRIPCA DO SU La
Alagoas, o Sr. CUtMlino
Sr* Jos* Martina Aires;
Joo Pereira Martin.
Falcio Dias; Baha,
Bio de Janeiro, o Sr
EM PERNAMBUGO.
O proprietario do maio Maooel Figneixoa de
Faria.na sus- liTrari* praga da Independencia ds
6 8.
PARTE OFFICIAL.
Ministerio la fazenda.
EXPEDIENTE DE 21 DE J/OE1RO DE 1861.
Circular 9 thesourarias.Em additamento .
circular- n. 92 de 31 do mez prximo pretrito, i
cora que foi remettido o decreto n. 2,713 de 26
do dito mez,mandando executaro regulamento do I
imposto do sello, chama-se a allencao das mes-
mas thesourarias especialmente para o que dis-
poem os arts. 6 o 1 21 1., 32.2., 58 1.,
observares 1.* e 2.a, e 89 do citado regulamen-
to, aura de que recommendem & reparticoes
que Ibes subordinadas a maior pontualidade no
cumprimento de taes artigos.Communicou-se
directora das rendas.
. 22 -
A' thesouraria da Bahia, communicando que o
tribunal do theaouro, tomando conheclmento do !
recurso transmitido em offlcio de 4 julho do an- i
no rindo, interposto por Joo Jos Fernn-
dea Magalhes da decisao da dita thesouraria
confirmatoria da recebedoria, que o julgou'
incurso na revaldago das qualro letras de
que trata o processo, resolveu dar-lhe provi-
mento para o Gm de doclarar nulla e de neohum
efTelto a decisao recorrida ; porquanto, nao sendo
o recorrerle quem aceitou ou negociou as letras
em queslo antes do pagamento sello, eportan-
to o responsavel pela multa nos termos do art.
13 4." da lei de 21 de outubro de 1843, nao po-
da, sem violceo da lei instaurar-se contra elle
o processo pela relerida mulla, o que a recebe-
doria deve fazer contra o aceitanle e o negocia-
dor das letras ; ficando advertida da irregulari-
dade que commetleu e bem assim pelo fado de
haver retido, contra a expressa disposico do art.
14 do decreto de 30 de aelembro de 1859, as so-
breditaa letras, que alias foram appresentadas ao
sello dentro do prazo legal, e por|con3eguinte nao
estavam sujoitas revalidado, quando, para ins-
taurar-se o processo contra os responsaveis pela
infraeco, do citado art. 13 4., era sufficienle
a copia authentica dos ttulos.
23 -
Ao Sr. visconde de Jequilinhonha, para que a
secg.io do fazenda do conselho de estado consul-
te sobre a representago de diversos negociantes
da provincia das Alagas, exportadores de ma-
deiras, contra a der.iso da presidencia daquella
provincia, pela qual determinou thesouraria
provincial a execugo do 14 do art. 3. da lei
de 19 de julho de 1839, que decrelou a cobran-
za de 10 [0 de todas as raadeiras sahidas da pro-
vincia, quando este paragrapho da dita lei pro-
vincial foi mandado suspender pelo ministerio da
fazenda de 1841 por offensor dos tratados que o
Brasil tem com as nagoes amigas, e submettido
esse imposto decisao da assembla geral legis-
lativa ; para o que se remetlem mesma seceo
todos os papis relativos a este assumpto.
- 24
A' recebedoria, declarando que, indepen-
dentemente do requerimento de partes, per-
mitida a substituirlo do papel sellado com as
antigs taxas, vendido por conta do governo,
tanto do sello Oxo como do proporcional, por
papel das novas taxas estabelecidas no regula-
mento annexo ao decreto n. 2,713 de 26 de de-
zembro do auno passado, embora da substituirlo
resulte a entrada ou saluda de quautias em moe-
da correle: observando-se este respeito os
modelos juntos sob ns. 1 e 2, e as disposigoes se-
guintes:
1" Apresentando-se papel das antigs taxas
para ser trocado pelo das novas em quanlia infe-
rior importancia do que fr exigido deste ulti-
mo, escripturar-se-ha o papel apresentado para
a troca, na pagina de entrada do respectivo li-
vro, fazendo-se no de receita e despeza um as-
sento da despeza do seu valor, com declaracao
do proceder ella de indemnisagao feta por igual
quantia recolhida em papel do atiligo cunho
modelo (n. 1). E pelo que respeita importan-
cia do papel do novo cunho, dado em virtude
desta transaego, ser lancada como receita do
recebedor do sello, nao obstante entregar a parle
smente a differenga, entrando o dito recebedor,
para saldar a sua conta, cora o papel antigo que
tiver recebdo, cuja importancia ser considerada
como dinheirocorrenle.
2a Na hypothese contraria, de ser a quanlia
entregue em papel sellado com as taxas superio-
res do novo que se exigir, e de ter a parte de
receber um saldo em dinheiro, o processo ser
o mesrao, cora as devidas niodificacdes na es-
cripturago das quantias e valores. (Modelo
n. 2.)
3* Como das despezas lanzadas no livro de
receita e despeza, proveniente destas substtui-
ces, nao (Iva documento algum na recebedoria,
devem as mesmas despezas ser legalisadas, con-
frontando-se as entradas do llvro do papel sel-
lado cora os langamentos respectivos daquelle
livro.
4a A substituigo s ter lugar quanto ao pa-
pel de sello Qxo, se nao conliver palavras es-
criptas, rasuras ou outro3 defeitos que o inuti-
lise ; c quanto ao do proporcional, se nao tiver
assigoatura alguma.
5a Fica om vigor o regulamento n. 248 de 28
de agosto de 1855 para a substituigo do papel
inutilisado das novas taxas do sello proporcional,
menos na parte em
uistrador e remessa
publicas.
6a finalmente. Todo o papel recebido em subs-
tituirlo ser remettido officina de estampara
e impressao, acompanhado de guias, fazendo-se
i mencionada directora as participages conve-
nientes.
25
Circular s thesourarias, ordenando que abram
concurso para os lugares de praticante e quaes-
quer outros das mesmas thesourarias sujeitos
concurso, na forma do decreto de 14 de margo
de 1860, que estiverem vagos.
A' de Pernambuco, ordenando, em resposta
ao seu officio n. 96 de 6 de setembro ultimo, que
abra novo concurso para preenchimento das va-
gas de praticante, e se aioda assim nao appare-
cerera concurrentes, annuncie de novo outro
concurso at que apparecam. E por eata occa-
sio autonsa-se a mesma thesouraria par, ad-
mittir lanos colaboradores quantas sao ou fo-
rera vagas de escripturarios e amanuensea, me-
diante a graticagao de 600$, devendo desped-
los proporgo que se forem preenchendo as
mesmas vagas.
A' do Cear, declarando, em resposta ao
seu officio de 30 de novembro ultimo, que bem
procedeu mandando sobrestar nal mesas de ren-
das a arrecadaco do expediente de 1/2 OO das
mercaduras estrangeiras navegadas de urnas pa-
ta outras provincia* ta cartas de guia, 4 vista.
do disposto no 2 do art. 625 do regulamento
de 19 de setembro de 1860, que determina que
tal imposto s pode ser cobrado pelas mesas de
rendas para esse fim habilitadas.
28
A" thesouraria do Para, participando que o
tribunal do thesouro indeferio o requerimento de
Gualter Jos Ribeiro, sobre que informou a res-
pectiva presidencia em 10 de abril de 1859, pe-
diado ser indemnisado do valor de urna caixa
desapparecida da alfandega por occasio do em-
barque, o qual deveria correr por conta do sup-
plicante : curaprindo, portento, que a thesoura-
ria faca effertiva a cobranza dos direitos de con-
sumo, os quaesse acham caucionados na forma
do regulamento de 22 de junho de 1836, enlao
em vigor; ficando livre ao supplicante reclamar
a referida caixa de seus prepostos. E por esta
occasio communica-se mesma thesouraria que
n>am demiltidos os guardas Sabino Francisco
Ferreira e Joaquim Pedro da Assumpgo, pela
incuria, se nao connivencia com que se houve-
ram a respeito do dito embarque, como consta
das informales da respectiva alfandega.
-31 -
Circular s thesourarias, transmittindo, para
que sejam adoptadas as alfandegas, as tres ta-
bellas abaixo transcriptas, sendo urna para a re-
duccao de jardas, metros, aunas, etc. a varas
quadradas ; outra para o calculo dos direitos ad-
dicionaes de 2 e 5 por cento, dos de reexporta-
gao de 10 por cento, etc. ; e a terceira para o
calculo da armazenagem na forma da regra se-
gunda do art. 692 do regulamento de 19 de se-
tembro da 1860.
TABELLAS A QIE SE REFERE A C1RCILAR SUPPA.
Taboa para reduzir varas quadradas qualquer
quantidade de jardas, metros, aunas france-
sas, aunas de Brabant, e covados de 10 al 60
pollegadas de largura. (*)
. w M0 uv OBIIV piV|JVtLlUUBI,
que exige despacho doadmi-
directora geral das rendas'
Vollegadas
de
largura.
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
2
25
2G
27
28
29
30
31
32
33
31
35
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37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
51
52
53
54
55
56
57
58
59
60
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1
2,078
2,182
2,286
2.390
2,494
2,598
2,702
2,805
2,909
3,013
3.117
3,221
3,325
3,429
3,533
3,637
3.741
3,844
3,948
4.052
4,156
4,260
4.364
4.468
4,576
4,676
4.780
4.884
4,987
5,091
5.195
5,299
5,463
5,507
5.611
5,715
5,819
5,923
6,027
6,130
6,234
6,338
6,442
6.546
6,650
6,754
6,858
6,962
7.066
7,169
7.273
7,377
7.481
7.585
7.689
7,793
7,897
8,001
8,105
8,209
8,312
8.416
8,520
8.621
8,728
8,832
8.936
9,040
9,144
9.
9,352
9.455
9,559
9,663
9.767
9.871
9,975
10.079
10,183
10.287
10.391
10.494
10,598
10.702
10.806
10.910
11.014
11,118
11.222
11,326
11.430
11,534
11.637
11.741
11,845
11,949
12,053
12,157
12,261
12,365
12,469
248 10,
2.273
2.386
2,500
2,614
2,727
2,841
2,955
3,068
3.182
3,295
3,409
3.523
3,636
3,750
3.864
3,977
4.091
4.205
4,364
4,432
4.545
4.659
4.773
4,886
5,000
5,114
5,227
5,341
5.455
5,568
5,682
5.795
5,909
6,023
6.136
6,250
6,364
6,477
6,636
6.705
6,818
6,932
7,045
7.159
7.273
7,386
7,500
7,614
7,727
7.841
7,955
8,068
8,182
8,295
8,409
8.523
8,636
8,750
8,909
8,977
9,091
9,205
9,318
9,432
9.545
9,659
9,773
9.886
10,000
1.114
10,227
10,341
10.455
10,568
10,682
10,795
10.909
11.023
11,182
11,250
11.364
11,477
11,591
11,705
11,818
11,932
12.04*
12,159
12,273
12,386
12.500
12.614
12.727
12,841
12.955
13.068
13,182
13,295
13,455
13,523
13,636
s
3.1
2.700
2,835
2,970
3.105
3,240
3,375
3,510
3,645
3.780
3.915
4,050
4,185
4,320
4,455
4,590
4,725
4,860
4.995
5.130
5.265
5.400
5,535
5,670
5.805
5.910
6,075
6,210
6,345
6.480
6,615
6,750
6,885
7,010
7,155
7,290
7.425
7,560
7,695
7,830
7,965
8,100
8,235
8,370
8,505
8.640
8,775
8.910
9,045
9,180
9,315
9,450
9-585
9.720
9,855
9.990
10.125
10.260
10.395
10.530
10.665
10,800
10.935
11.070
11.205
11,340
11.475
11.610
11,745
11.880
12.015
12.150
12,285
12,420
12.555
12,690
12,825
12,960
13,095
13.230
13,565
13.500
13,635
13.77o
13,905
14,040
14.175
14.31o
14.445
14,58o
14,715
14,850
14.985
15.120
15.255
15,390
15,525
15,660
15.7W
15.93
16.065
16,200
82
O t
1
1.562
1,641
1.719
1,797
1.875
1,953
2.031
2.109
2.187
2,263
2,344
2,422
2,500
2.578
2.656
2.734
2.812
2,891
2,969
3,047
3.125
3.203
3,281
3.357
3,439
3,516
3,694
3,672
3,749
3,826
3,906
3,981
4.062
4,141
4,219
4,297
4.375
4.453
4.531
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4.687
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6.562
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7,500
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7,656
7.734
7,812
7,891
7,969
8.047
8.125
8,203
8,281
8,359
8.437
8.513
8,594
8,672
8.750
8,828
8.906
8.934
9,062
9,141
9,219
9,297
9,375
o
<3
s>
o
1.531
1,608
1,694
1.761
1.837
1,914
1,991
2,067
2.144
2.220
2,297
2.373
2.450
2.527
2,603
2,680
2,756
2,833
2,909
2,986
3,062
3.139
3.216
3.292
3,369
3.445
3.522
3.598
3.675
3,752
3,828
3.905
3,981
4.058
4.134
4.211
4,287
4.364
4,441
4,517
4,594
4,670
4.747
4.823
4,900
4.977
5.053
5,130
5.206
5,283
5,359
5,436-
5.512
5,589
5.666
5.742
5,819
5,895
5,972
6,048
6,125
6,202
6,278
6,355
6.431
6,508
6.584
6.661
6,737
6.814
6.891
6,967
7.044
7.120
7.197
7,273
7,350
7,427
7.503
7.580
7,656
7,733
7,809
7,886
7,962
8,039
8,116
8.192
8,249
8.345
8,422
8,498
8,575
8.652
8.728
8.805
8.881
8,998
9,034
9,111
9,187
Taboa para te calcular os direitos addicionacs
<* 0/0, e 3 Om de reexportando de 1 o/O, e ot
de expediente a 1 1/2 q/ das mercadorias que
tem taxa\ /tac na tarifa (*)
Itazo
dos
direitos.
5 0/o...
100/0...
20 O/o..
30 0/0...
40 O/o...
50 0/n..
itos addicio-
naes
20/6
Multi-
plicado-
res.
4/10
2/10
1/10
1/15
5 0/o
Reexpor-
taco
1 O/o
Divisores.
1
2
4
6
8
10
5
10
20
30
40
50
Expediente
1 1/2 O/o
Multipli-
cadores
3/10
15/100
75/1000
5/100
375/10000
3/100
(*) Calculados os direitos de consumo, procu-
re-se na columna respectiva o numero corres-
pondente razo dos ditos direitos, e por elle
multiplique-se ou divida-se (se for multiplica-
dor oti divisor) a importancia dos mesmos di-
reitos.
y
Tabella para se calcular a armazenagem a que
esto sujeitos as mercadorias na forma da re-
gra segunda do art. 692 do regulamento de 19
de setembro de 1860.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
mez.
.
.
.
B .
.
.
.
.
.
1
2
3
4
5
6
10.5
12
13,5
15
16.5
18
26
14 mezes.......... 28
15 ..........
16 ..........
17 ..........
18 ..........
19 ..........
20 > ..........
21 > ..........
22 ..........
23 .........
24 ..........
Mais de 24 mezes.
30
40*
42,5
45
57
60
63
77
80,5
84
88
V.
(Multiplique-se a importancia dosdireuos pelo
numero correspondente aos mezes de armazena-
gem, e divida-se o productor por 100.}
A' presidencia do Maranbo, communicando
que, em attengo ao que representaran a direceo
do novo banco de Pernambuco e o fiscal do ban-
co rural hypothecario da corte, e vista da dis-
posigao do art. 1 8 1 do decreto n. 2,664 de 10
de outubro de 1860, fica prorogado por mais 60
das o prazo marcado pelo mesmo decreto para
os bancos de circulaco, creados por decreto do
poder executivo, e suas eaixas filiaos e agencias,
retirarem da circulaco suas notas de quanlia in-
ferior a 50# ; cumpriodo que os respectivos ban-
cos facam os competentes annuncios ni forma do
citado decreto. Findo o prazo assim prorosado
se observaro o art. 1 3o e mais disposicoes do
referido decreto.Officiou-se igualmente s pre-
sidencias da Bahia e Pernambuco eao presidente
do novo banco da ultima provincia, para cumpri-
rem esto aviso na parte que lhes toca.
A' thesouraria do Cear, declarando, vista
do seu officio de 23 de agosto ultimo, acerca das
porcenlagens e flangas das colleetorias, que pro-
cedeu regularmente na xago da porcentagera e
prazo para a entregabas rendas, mas nao em ha-
ver aceitado as fianzas cujos processos se acham
sob ns. 2, 3, 4, 5, 6 e 8, visto nao ter sido exigida
dos fiadores a jusfilcacjio administrativa na for-
tn a*orden8 de 28 de maio e 10 de agosto de
1859 e 19 de Janeiro de 1859, cumprindo portan-
lo exigir das pessoas a que se referen) os ditos
processos, que ora se lhe devolvem, n apresenta-
gao de novos fiadores ; e caso o nao facam, de-
vero apresenta-los os agentes fiscaes.
(*) Haltiplique-se a quantidade que te quizer
reduzir pelo numero correspondente & largura, e
separe-se do producto 4 aliaramos.
Ministerio da justica.
Mioisteuo dos negocios da jusitca.Rio de
Janeiro, 21 defevereiro de 1861 Illm. e Exm
Sr.Levei ao conhecimento de S. M. o lmpera-
5or. nfflcu) dessa presidencia de 2 de novembro
de 18o9, sob n. 201, acompanhado da copia de
outro do juiz de dreito da comarca da capital e
privativo dos feitos da fazenda nessa provincia
consultando : '
Io, se tendo de sahir para fora da comarca em
exercicto das funecoes de juiz dos feitos, deve
passarao juiz municipal a vara de diroito ;
2 se neste caso pode o juiz municipal exercer
tambem actos de juiz dos feitos com o outro es-
envo que nao o privativo ;
3, se passando a referida vara, de que acces-
8orio a dos feitos da fazenda, perde a graticaco
de juiz de direito. *
E o mesmo augusto senhor, por sua immediata
e imperial resolugo de 16 do correte, dada so-
bre consulla da secgao de justiga do conselho de
estado, houve por bem mandar declarar a V.
tic. :
Quanto 1.a e 3.a duvidas, que o juiz dos Tol-
los da Tazenda.sahindo em diligencia deste ulti-
mo cargo, deve passar o exercicio de juiz de di-
reito criminal aojuiz municipal, percebeudo este
a graiicagao, e aquello o ordenado e emolumen-
tos que lhe tocarem ; e quanto 2.a, que o iuii
municipal que em tal caso substituir ao juiz de
direilo da comarca, nao pode exercer as funecoes
de juiz dos feitos da fazenda visto como a jurs-
dicgao deste esteode se a toda provincia, em cujo
territorio se acha funecionando.
Releva accrescentar que em reara o juiz de di-
reito da capital que accumula as funeges de juiz
dos feitos da fazenda s deve em casos de maior
urgencia sahir da sua comarca, para diligencias
deste ultimo cargo, as quaes podem ser commet-
lidas, na forma das leis e instrucedes em vigor
s juslicas territoriaes ; porque da sua ausencia'
da sede do juizo podem resultar graves inconve-
nientes a adminlstracSo da justiga.
eus guarde a V. ExcJoao Lustosa da Cu-
nha Paranagu.St. presidente da provincia da
Sergip9.
Governo da provincia.
Expediente do dia 18 de margo de 1861.
Officio ao Exm. presidente da Parahyba.Pas-
so s mos de V. Exc, para ter o conveniente
destino a guia de aoccorrimento ao soldado de-
sertor do corpo de guarnigo dessa provincia An-
tonio Paulo Gongalves.
Dito ao coronel commandante das armas.
Sirva-se V. S. de mandar com urgencia substi-
tuir por outra praga o soldado do 9o batalhao de
lufantana Jos Leopoldo dos Santos Lino, que est
destinado para o presidio de Fernando, visto ter
de responder o processo por crime de estupro,
como declarou o juiz municipal da V vara deste
termo, em officio desta dati.Comraunicou-ae
ao mencionado juiz municipal.
Dito ao mesmo. Remeti incluso o requeri-
mento documentado em que Jos Rodrigues Sor-
dos reclama a entrega do sen escravo Franosco,
que diz achar-se com praga em um dos corpos
era guarnigo nesta provincia, para que verifl-
cando-se a identidad de pessoa, V. S. se sirva,
de mandar dar-lhe baixa e enlrega-lo ao suppli-
cante, se nao estiver Ando o praso marcado no
art. 23 do regulamento do Io de maio de 1858.
Dito ao mesmoP.aso s mos de V. S para
ter o conveniente destino, o processo do conselho
de aireegao, que se procedeu, para a qualiflca-
*?.?" dle do soldado do baUibo de^
artilnaria p tianoel doNascimento Cesar Bur- do anno pasudo.
iamaque. i Dito o prowdo da Sania Usa
Dito ao mesmoPasso s mos de V. S. os
autos de processo verbal do conselho de guerra
dos soldados do 2o batalhao de infantera Jos
Francuce dos Santos, Jos Henrques dos Santos,
Domingos Jos Thomaz, Antonio Coutioho do
nascimento, Mauoel Francisco do Rosario. Au-
fus' Teixeira Torres e Harcolino Jos de An-
drade, aura deque sejam cumpridas as sentencas
proferidas pelo conselho supremo militar de ins-
tiga nos meemos processos.
Dito ao mesmo.Uivendo-me o Exm. Sr. mi-
nistro da guerra declarado, como melhor se v
do aviso de 25 de fevereiro ultimo, constante da
copia junta, nao poder ser atlendida a pretengo
do 2 cirurgiio do corpo de saude, Dr. Manoel
Alvesda Costa Brancanle, que solicitou o abono
de urna gralificago pelo tratamento dos africa-
nos livres empregados no servigo do arseaal de
guerra ; assim o communico V. S. para que se
sirva de o fazer constar ao pretendente.
Dito ao mesmo.Respondo ao officio que V.
S. me dingiu, sob n. 355. e data de 11 do cor-
rente remetlendo-lhe por copia a informago que
ministrou o coronel director do arsenal de guer-
ra, acerca do fornecimenlo dos artigos de equipa-
menlo mencionadas no officio que devolvo. do
tenente coronel commandante do 9o batalhao de
infantaria.
Dito ao Dr. chefe de polica.Ao officio que V.
S. me dirigi, sob n. 182 e data de 15 do cor-
tente respondo declarando-lhe que fica approva-
da a deliberago que tomou o delegado de polir
ca do termo de Santo Anto de remover o des-
tacamento ali existente, para urna casa, cujo alu-
guel foi justo por 6# mensaes; cumprindo que V.
S. advirla ao mesmo delegado por ter tomado
essa proviJencia sem ordem desta presidencia.
Dito ao commandante tuperior do Recite.
Expeca V. S. as convenientes ordens para que
esteja postada junto ao caes 22 de Novembro.
noje s 5 horas da tarde urna guarda de honra
de um dos corpos da guarda nacional, sob seu
coramando superior, am de asslstir ao embar-
que do Exm. Sr. presidente do Maranho, Dr.
Pedro Leao Velloso.
Dito ao mesmo.Para que eu possa resolver
acerca do pagamento da importancia dos livros
fornecidos por Santos & C, ao Io batalhao de in-
tentara da guarda nacional deste municipio, e
que se refere o seu officio n. 17 de 8 do corre-
le, couvm que V. S. informe em que data to-
ra m receidos os livros no mesmo batalhao.
Dito ao mesmo.Envi por copia V. S. para
sua sciencia e dovida execugo o aviso circular
expedido pelo ministerio da guerra, em 2 deste
mez explicando o de 10 de maio de 1859, que
regula os casos em que as msicas ios corpos da
guarda nacional podem perceber vencimentos
por conta desse ministerio. Reraetteram-se
iguaes copias aos demais comraandanles superio-
res da provincia o thesouraria do fazenda.
Dito ao commandante superior de Olinda.
Lxpega V. S. suas ordens nao so" para que urna
guarda de honra do 9 batalhao de iofanlaria da
guarda nacional sob seu commando
acompanhe a iroagem do Senhor Boc
Passos da Graga, no dia 21 deste mez, _
da noite, do convento do Carmo para a egreja de
Nossa Senhora do Amparo, nacidade de Olinda ;
mas tambem para que o referido batalhao acom-
panhe o mesmo SenAor em procisso no dia sub-
sequente s 3 1/2 horas da tarde.
Dito ao capito do porto.Fago apresontar c
V. S. para o servigo da armada, no caso de ser
esnsiderado apto em iospecgo de sade, o re-
crula AlexandreJoa Vers3imo, que foi posto
mioha disposgo com o nome de Manoel Jos
Verissimo pela repartigo da polica.Commu-
nicou-se ao chefe de polica o destino que so deu
este recruta.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Remeti V. S. o requerimento e documento
inclusos de Jos Cesar de Albuquerque e Manoel
Antonio de Albuquerque, para que, de confor-
midade com o aviso da repartigo da fazenda de
6 de fevereiro ultimo, constante da copia junta,
mande passar aos supplicantes titulo de terreno
de marinha, de que lhes fizeram transferencia
de dominio os herdeiros de Manoel da Silva Lopes.
Dito ao mesmo.Certo do contedo do officio
que V. S. me dirigiu em 16 do correte, sob o.
206, tenho dizer em resposta que cumpre
aguardar que baja crdito *para ser satisfeila a
graliQcago, que tem direito o tenente Antonio
dos Santos Caria pelos recrutas e voluntarios, que
apurou, e assentaram praga no exercito, e bem
assim que, de conformidade com os artigos 7 e
9o das instruegoes de 14 de abril de 1855, fica
arbitrada ao mesmo lenle a gr "
59000 res pelo recruta aproveitado
mada.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar aos ne-
gociantes Andrade & Reg, em vista da inclusa
conla em duplcala, que me foi remettida pelo
chefe de polica com officio de 15 do correle,
sob n. 187 a quantia de 119570 res, em que im-
porta m as despezas feitas nos mezes de dezem-
bro e Janeiro prximo Ondos com o fornecimen-
lo de luz para o quartel do destacamento de
Flores.Communicou-se ao chefe de polica.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Tendo em vista a sua informago de 14 do cor-
reate aob n. 97, autoriso V. S. mandar pagar
ao professor interino da cadeira de instruego
elementar di villa de Cabrob, Feliciano de Ol-
veira Diniz, nao s a gratificara o que venceu
contar de 15 de julho do anno prximo passado
at 14 de Janeiro ultimo na razo de 400y000 an-
nuaes, por que foi contratado, e nesta data ap-
provei, mas tambem o luguel destinado sua
aula, relativamente aquello lempo.Communi-
cou-se ao director geral da instruego publica.
Dito ao mesmo.Aos negociantes Andrade &
Reg mande V. S. pagar, conformerequisilou o
chefe de polica em ofucios de 15 do correte,
sob ns. 183 e 188, a quantia de 253j60O ris,
sendo 1419800 ris despendida nos mezes do de-
zembro e Janeiro ltimos com o sustento dos
presos pobres da cadeia de Villa Bella, e 1119800
ris proveniente de egual despeza feita com os da
do Flores nos mezes de novembro e dezembro do
anno prximo passado, como se v das inclusas
conlas.Communtcou-ae ao ohofo da polica.
Mandou-se timbera pagar a quantia de 899000
ris, que deve ser entregue Manoel Jos Gon-
galves Pereira, despendida com o sustento dos da
cadeia de Olinda nos mezes de outubro dezem-
bro ltimos.
A' Eslevo dos Aojos da Porciuncula a quantia
de 629400 ris despendida com o sustento dos
presos pobres da cadeia do Cabo no mez de feve-
reiro nodo.
A' Maooel Ferreira Accioli a quantia de 3149800
ris daspendida com o sustento dos da cadeia de
Villa Bella nos mezes de outubro 4 dezembro
prximos passados.
Ao procarador do delegado de Ouricury a quan-
tia de 2158600, despendida com o sustento dos di
cadeia daquelle termo, nos mezes de margo e ju-
lho do anno passado.
Communicou-se ao chefe de polica o paga-
mento de todas essas daspezas.
Dito ao commandante superior de Santo An-
to.Recommendo 4 V. S. a expedigo das con-
venientes ordens para que os destacamentos da
guarda nacional existentes nessa comarca, sejam
rendidos regularmente no fim de cada mes, como
se determinou em circular datada de3 de margo
mente declarei, e
outro qualquer emprego.
Dito. Recommendo ao conselho administra-
tivo que, na forma do seu regulamento, compre
para fornecimenlo do arsenal de guerra, os objec-
tos mencionados no pedido inclusa.-Communi-
cou-se thesouraria de fazenda.
Dito cmara municipal de Flores. Tendo
em consideragao o que me represento a cmara
municipal de Flores, era offlcio de 22 do feverei-
ro Ando, acerca da arrematago dos impostos da-
quelle municipio, ltimamente feita em sesso
da mesma cmara, composta apenas de quatro
vereadores contra o disposto em lei expressa.
Ora rana vnrifl^iA,. .-. i. % '
e
nS,?f,i'U6/d7',e.poU,ic8,' *el* q elamav"m*
antigs de tantos secuto, nao sej alterada.
nosso aPv?ria D*C5e* m"3 adif,nta<*** *
cida^mD.'P?,'d*ie,B!,*d0 ede "iberdadeque
rop 5o *-P?" -!??. ",0S co.nelhos d* Eu-
plausos.)
K' a
a urna organisaclo diferente, viereis porque
5".l'.b",rt!de.po'lica/ "*- qual cn.mavsmqos
nos sao menos propicios
i L .cienle do qu* "P66 v- s- en> eu offlcio
de hoalem datado, cabe-me responder-lbe que.
devolvendo o provecto de regulamento para
hospital Pedro II, formulado pela maioria da com-
mtssao por mtm nomeada para esse Qm, recom-
mendo junta administrativa da Santa Casa que
trate quanto antes de organisar o regulamento
de que carece aquelle estabelecimento. como in-
cumbe o art. 157 do respectivo corapromisso, ser-
vindo de base esse trabalho o projecto, que de-
Conm, outro sira, que a junta administrativa
trate tom urgencia de preparar a enfermara para
os mendigos, que devo estabelecer-se no hospi-
tal, ora virtude do ccordo eito com a Associago
tommercial Beneficente, bem como de reparar o
h08PItaoye Olinda, destinando para isto a quan-
tia de 2009, que mandei adiaular pela thesou-
raria provincial para esse fim, como j anterior- ,
'que nao pode i junta dr itai!s%^^^^^^^
' A Fr*C* e a llana, cuja raca. tradieces
teMS&fi ">"'-*" "^ rapos
oenoJegaZf.evS,0|feria'3 Uma Ui"-S> 1l
vivos ap-
,. p"Pri." Ital' u se ha de tornar uma
fS *.de 0*?eni de P". auxiliando podero-
samente a civihsagao Diversa!. i"""
o nrinS".?0'' ^""""".sustentando firma
o principio da nao intervengo. m, !
._ tervencao.
vanidoso julgou dever retirar
xador.
BSM,e.f"ct0 D0* fo*9e toboso, nao dimi-
menos l-""e-B-fL*,.",0*a *"M*o.
que nos to
o seu embai-
e muito
O governo e o povo da Inglaterra essa sn-
r.m que..lem8 tfe ";""?; com *s s*us hons officios ; nunca
' o nosso reconhecimeno (ap-
Prussia subi
esquecido
plausos.)
. Ao throno da n
estomunh'ii mandei a,t UI embafxadTp ?a
uohar-ihe a nossa consideragao, assim
0,Dani!!.LderJa o!T,oder nem os direos nem
nteresses das outras
ap-
ea que venflcou-se haver leso de mais da terca -
par e de suas reodas, tenho resolvido considerar : J!?.": s"'mP8'hia P com a nnbre nago
nulla e insubsistente a prodita arrematago, e de- CSft que' esPero- 8e na d convencer cada
termino cmara que ponha novamonte em pra- i;. 'f de 1ue. a "Jistiluigao da unidade ita-
ga os mesmos impostos cora as formalidades le-
gaea. dando-me opporlunamente sciencia do re-
sultado.
Dito aos agentes da companhia brasfleira de
paquetes vapor.Mandeai Vmcs. com urgencia
desembarcar o soldado Joao Luiz de Paula Caval-
canti, que veio da corte no vapor Oyapock com
destino esta provincia, como Vmcs. declararam
em seu officio datado de 17 do correte. Offi-
ciou-se ao coronel omraandante das armas para
mandar receber o referido soldado.
Portara.- O presidente da provincia, alten- SU* ?**5", "l8
dondo ao que requereu o promotor publico da co- yeL n.a" "'"" 1
marca do Rio Formoso, bacharel Ayres de Al- '!?.,nte"a 8a
ipauMsT30" 0"lraS naS6eS (TV0S
Senhores senadores.
Senhores deputados.
re m.cert0 de que ni0 he8eis em forne-
rm.J5u 8/ero osmeios de completar o
arraameuto da trra e do mar.
I Desta maneira, o reino da Italia collocado
as circunstancias de nao temer um ataque
encontrar mais fcilmente na consriencia d
da sua prudencia opportuna
ctreumstanejas a minha palavra foi
... Ayres de Al- STSSUVt sabedoria nao consiste em fazer
buquerque Gama, resolve conceder dous mezes .. empo, do que transigir a propo-
de licenga com vencimentos para tratar de sua 1 -a. t. .
"if- n Lnr fnf C -Va1-1?'nuQCa hesitei em arriscar
Dita. O presidente da provincia, altendendo ?-* nn<'r,d. a minha corda: mas
ao que requereu Francisca dasChagas Ribeiro de ..f ^a,em d,r.eito,?* ""sear a existencia e
Oliveira, proessora publica de instrueco ele- : n ?a nacao- (APPlaosos.J
mentar da freguezia da Boa-vista, resolve conce- ..L,?,?0" fss80alad8 victorias, o exercito
der-lhe dous mezes de licenga com seus venc- ,!.. i J" g se enrandece todos os das,
mentos para tratar de sua saude. """ de conquistar novos ttulos fazendo-s
Expediente do secretario do governo. snior de umacidadelia das mais terriveis.
Officio ao Exm. director geral da secretaria de r,L VI consolador peusamento de que esle
estado dos negocios da marinha.-O Exm. Sr. c0,Q armas fechar Paaempre adolorosa
presidente da provincia manda aecusar recebido "ene.dos B0.8808 conflictos.
A armada provou as aguas de Ancona e de
-i. que os manubeiros de Pisa, de Genova e
eneza reviveram entre na.
conceder a graduago honoriflea do"poto"d''2 ,,**; moci,1|ade corajosa, guiada por um capito
_ -----------. r...vi. luuujj attuaar receoiuo a ,
lando superior, o officio- que V. S. lhe dirigiu eni4 do correte,' alZ '
Bom Jess dos; communicando que por decreto de 12 de fevo- a '
nez, s 7 horas reiro ultimo. S. M. o Imperador houve por bem e V.e"
O
oaizi" Lt 8eu noine nos mai8 re">e'os
R2 mfosl,rou. iue nem a escravido nem os
n^l ,frlUD10S enfraqueceram a tempera dos
povos italianos. (Applausos.) R
Sao estes fados que teem inspirado nago
Brand,"-n"n......- seus proprios des-
nos
uma grande confianca
, tinos.
> Julgo-me feliz em manifestar ao primeiro
parlamento italiano a alegra que experimenta o
aTplaSr d r9 6 de SOldado- ^-g.
tenente da armada Manoel Estanislao da Cas-
ta, 1. pratico das barras e porto desta cidade.
rizeram-se as communicacoes do estro.
ito ao inspector da thesouraria de fazenda.
i,.Y. I?-- ?," Presdente da provincia manda
iransmitlir-lhe as duas inclusas ordens do t lie-
souro nacional n. 43 (2.a via) e n. 45.
1 ao commandante superior da guarda na-
cional de Garanhuns.De ordem de S. Exc. o
&r. presidente da provincia, passo s mos de
v. :>. a nota junta, em vista da qual pdem ser
organisados os prels e folhas dos vencimentos ---------------
aos officiaes e pracas que foram em diligencia f Messoa foram presos tres franceze* u*m
d,,im?%a-,POVOaSdVlAguas-Be,Us;ficando sados de conspirar UmTuSSS^u'
cTt%WVy-^a0l?l0aemaom- %lm de er '"Penados ;,".""%"'
nuo i Ll^J!7Hreirc Ullm2- efm h*Te-m corrido 8rae p.Fso de uma parte
uno irmaodade do Senhor Bom Jess dos da Populago. Y
.ia3,S;? Gr8SaO E*n>- Sr. presidente da pro- Els o que a este respeito extrahimos de uma
vincia. acceitando com agrado o convite qe correspondencia ds Opinin Nalionale
RLSf/.ftDdade d? Senhor Bom Jess dos O aviso da marinha real sarda Plebiscito
cXha Graa'da c>dade de Olinda. por offi- apreenlou-se mesperadamente no porto para
co de 6 do correte, para acompanhar a procls- "ceber a seu bordo os presos francezes viscon-
sao do mesmo Senhor no dia 22 deste mez, man- de de No, La Pierre. Saint Martin e Rudele
1 resposta aceitado officio, "ssim como o prussiaoo Kalkrent, o'coronel La-
que comparecer
possivel.
ao
acto no caso de lhe ser 8oge, e um calabrez preso ha poucos dias
As tres horas da tarde, sahiram do forle
Dito ao engenhoiro fiscal da estrada de ferro GoDrayaem uma carroagem'escoltada por um
O Exm. Sr. presidente da provincia manda ac- '""e^destacamento de carabineiros sicilianos,
cusar recebido o officio desta data, em que V.
Rratificaco de!S- S" ec'P"*u haver eDtrado em exercicio o sen
, !a. de ldante 1 tenente Jos Carneiro da Rocha.-
H-" ar Communicou-se thesouraria de fazenda.
O boato da sna partida espalhou-se c
rapidez do raio, e o caes do theatro Martimo foi
mmedialamenle invadido por uma multidoque
acompanhou os presos, soltando gritos de
ameaga e de maldigo.
De todos os lados se griUva aos carabinei-
ros : c Matai esses malditos bourbonicos.
Quando chegaram ao desembarcadoiro, si-
Dito ao gerente da companhia pernambucana.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda de-
volver V. S. o certificado, que acompanhou o
seu offlcio de 15 do correte, relativamente ul- ,
tima prestago da conservago do canal do Are- ent freDle da unicipalidade, os presos ti-
quind, am de ser ella apresentada na thesou- veram de apear-se da carroagem. A exasperago
rane provincial, quem j se expediu ordem em D0Pul tomou entao um carcter mais ameaca-
7 deste mez para o pagamento da mencionada / : a 6uarda nacional correua juntar os seus
prestago. estorgos aos carabineiros para protegerem os
Dito cmara municipal do Limoeiro.S. Exc. Pr8808f cuja situsgo foi por um iostante muito
o Sr. presidente da provincia, manda declarar crUlca- Finalmente, gragas dedicago da for-
camara municipal do Limoeiro, que, pelo seu ?a PuoUcat conseguiu-se fazer com que elles
officio de 27 de fevereiro ultimo, Ocou inteirado embarcassem saos e salvos ; so prussiaoo Kal-
de haver a mesma cmara procedido apuTaco ? *ldo Precipitado na agua, mas foiim-
dos votos dos novos vereadores, convidando-os medialaa>ente salvo.
para no dia 4 do corrente prestarem juramento
e e ntrar-m em exercicio.
DESPACHOS DO DIA 18 DE MARCO DE 1861.
Requerimentot.
4085.Bacharel Ayres de Albuquerque Gama.
Concedo dous mezos de licenga na forma re-
querida.
4086.Bernardino Pereira de Brito.Passe-se
portara concedendo a licenga pedida.
4087.O barodo Livramento.Indo praga
o empedramento deque trata, pode o supplican-
te concorrer elle se lhe convler.
4088.Feliciano de Oliveira Diniz.Dirija-se
thesouraria provincial.
4089.Joao Pinto de Lemos Jnior.Como
requer, pagos os foros devidos.
4090Isabel Mara das Chagas Guimares e
filhos.Passe-se titulo, uma vez que mostr ter
salisleito os direitua uauiuuaea.
4091.Joo Jos da Silva. Passe-se pa-
tente. r
4092Manoel Orsinio Granja.Passe-se pa-
tente.
4093.Salustio Gomes da Costa Granja.Pas-
se se patente.
4094.-Timoteo Peres de Albuquerque Mara-
nho.Remettido ao Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda, para mandar entregar os docu-
mentos, nao haveodo inconveniente.
Alguos instantes depois, iam em caminho de
Genova.
EXTERIOR.
de ttofricoc-
Discurso de Vctor Emmanuel.
Senhores senadores
Senhores deputados :
Gragas & Providencie, ao concurso de todas
as vontades, e ao valor das nossas armas, a Italia,
quasi toda libertada e unida, descanga na rosta
sabedoria.
E' vs que perteoee dar-lhe instiluigoes
commins e uma organisaglo determinada.
Estabelecendo as maio res liberdades adnji-
miUaUvaj aitre os poros habilusdocoitunet
Escrevem de Constantinopla ao Morning Post:
O principe Labonoff, ministro da Russia,
apresentou Porta uma nota violenta do prin-
cipe de Gortschakoff, em resposta do relatoro
redigido pelo grao-visir em consequencia da sua.
misso na Romelia. N'este documento reitera o
governo russo as suas assenzoes a respeito dos.
abusos a que eslava sujeila a populago chris-
taa do imperio, e d um desmentido a Mehe-
met-Kiprisli em termos to francos quanto lh'o
permitleSn as conveniencias diplomticas. Clas-
sifica de inexacta a censara feita por S. A. aos
superiores do clero grego, e declara que todo o
inquerido uma comedia.
O ministro russo accrescenta que, sendo esta,
a sua opinio, e seu governo se nao deixar il-
ludir, e que continuar a advogar a causa dos
seus inelizes correligionarios, e a chamar sobra
ella a atlengo das potencias, at que a Porta
faga justiga. A Porta respondeu immedistamen-
te a esta coraraunicacio insolente, e depois de
naver manifestado a admirago que causava o
contedo e o tom d'essa nota, deu um desmen-
tido verso do principe de Gortschakoff em
termos tao francos como aquellos de que costu-
ras fazer uso. As copias d'eatas notas foram com-.
municadas por Aali-Pacha as grandes legagoes, e>
na trez ou quatro dias que se trata d este ne-
gocio.
< O principe Labanoff, que sem duvida espe-
ra v esta replica, apressou-se a propor uma. con-
ferencia europea. Ha razes para acreditar qua.
nem o embaixador inglez nem o de Frang team
at agora apoiado esta proposta. Assegura-se
de boa origem, que desde a erra da Crhna
nanea a aclividade russa foi tamanha na Turqua
como actualmente. Em todas as provincias, nao
pensara os sgeotes seoo em obterem assigna-
turas com deejaracoea de oppressnes, ou de ex-
polic5es,, M qu*es sao diariamente transmit;
das para S. Pterburgo.
.-- i


--3-
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R f C 4
t;li TBIEO
UBIO DI f ERIA-NCO, QUINTA. XUU U U MARCO M 1M1.
3 oinn fltxii cim
E8p.e7.TJeHP.r,esbUrg0ii,!,",fl^.enD' : _qu,,eUo .'* d0 q^ aceitar na confederado Italia e o papado temporal nao acaeci M
Para vos dar urna ideos"*"* perqiwl.um lugar j^or e urna sugeigao lo humillante dicoes do sea equilibrio. '
zer-Tos^que ] enneu^en/r como contraria a seus interesses
A aua aegeranga.
A eleigo do candidato republicano parece ter
-esoim levado seus extremos limites o antago-
nismo^que eiislia desde a origen) da republi
se pagara os impostes, prec
S de Janeiro (oi o gap rttigado a mandar
para Balassa-Gyarmalh 31,090 oos, e para
Rosemberg 15,000, porque sen -ceta pwridoa
cia os (uncciuoarios nao poderiam ter recebido
os seo ordenados: Usna carta faz Bienejra e
deioiio oosamuoas onde aapadrap.laem do aUo
do pulpito exhortado os -seus parechianos re-
cusareui o imposto, a onde eagereaaae nao Asen)
querido continuar para a percepgo
me
as
O Sr. Buchanan decidio-ae eram pela aecio.
Tomando ew< resolucao na* su* iodecisao an-
terior nao deiiaxa_tfe*er, o.preeidaote dos Es-
tados-Unidos permanece JJel ao seu juramento,
e compre em todo o Jfor seu dever lie poder
fiecutivo. Ae mesmo lempo nao possivel dis-
si mular que tal ptocedimenlo, -mrmente adop -
tado ultima hora,, antes capa-de exasperar do
que de acalmar os separatistas.
fot pela frca dea ciicuaisU'Btias que o Sr. Su-
chanan dispoz-se a ejnpregar medidas nergica*.
Farece que ao principio se convencionou entre el-
le e os comtnissarios da Carolina do Sul delega-
dos em Washington que o slatu quo seria provi-
soriamente observado de parte parte nesse es-
tado que ae afia declarado independente. As-
aim, promelleram os careHnienses do abster se
do quatquer acto de aggresso contra os forte
federaos, e de eeu lado o presidente assegurar*
aos carolinienses [que a guarnicao dpJojp Mpyl-1
trie conseriarw urna "aUUadofwwa, Todava,
o commandante dessa nraca, o maior Apder&uo,
vendo que naa lhe vinha fle Washipglon refprco
algum e julgando que devia pretnuujr-se contra
um ataque, refugiara-se, como vimos, no forte
Sumnter, cuja posco oa enseada de Charles
towon era a todos os.resueltos oais vanlajpaas
Esse movimenlo estratgico causou um gran-
de irrtalo na Carolina do Sul; exprobuaoi
vehementemente ao governo o ter faltado sua
patavra. Assim pensaram os tnembros dogabi-
uete de Washington pertencentes aos estado do
*ul. Pediram elles com os delogados da Caroli-
na que o major Andcrson Tosse reprehendida e a
guarnicao relinda. Tses exigencias foram te-
pellidi's pela maioria do_gab,inele. -
E' o que afftrma uma correspondencia que
chaaos nos jomaos americanos, eotre o Sr.
Floyd, miuistio da guerra, e o Sr Buchan.ui. O
Sr. Floyd, ao pedir a detpisso, lembra que 'um
CQnselho de ti de dezerabro ello derlarpu as pro-
messas feitas Carolina do Sul infringidas em
cousequencia da manobra do majpr Ahderson, e
iiun propoz, como nico meio de reparar essa
taita e prevenir a guerra civil, que a guarnicao
federal deixasse inteirameute a enseada de Char-
lestown. Tendo sido rejeitada su proposla, ppn-
a que una colliso est inminente e que a
(aterra civil ha de ser inev^tav.cl; pe Je poisaua
demisso, nao quereudo, pelo que lhe diz res-
peito, assumir a respoosabilidade de tal desen-
lace.
I.01 resposla a essa comniuuicaco, informa o
Sr. Buchanan ao Sr. Floyd que a sua demiasao
acceila e que as fuucces do ministro da guerr*
passam a ser desempenhadas pelo Sr. llolt, di-
rector geral dos correios.
Triurophava, pois, no gabinete o partido da
Uuiao. A opiniao publica cui o ti.urte pronun-
ciou-se no mesmo sentido. Apenas se soube que
as tropas da Carolina do Sul auara oceupido
os fortes Moullrie e Piuckmy e que o estandarte
da palmcira tretnulava nos outros estabeleciaieu-
los federues, taes como o coircio, a casa da al-
fandega, bradaram os jornaes de .Nc\v-Yoik que
esses actos equivaliam a urna declara^o de
guerra, e instaram com o Sr. Buchanan para que
lomasse medidas detisivas.
Alguns outros incidentes vicram aggravar a |i-
luago: um cutre da alfandega fui entregue
populaba de Charlestown pelo comunndanle de-
rcillio. O capitao de um uavio negreiro que ha-
via sido apresado fui arrancado das maos dos
soldados de marioha que o vigiavam. Emlim,
iioo tardn a legislatura caroliuieuse em declarar
que os direitos at ali pagos ao goveruo federal
seriara desde eolio receidos por cunta daquelle
estado.
Foi nessas conjuncturas e em presenta desseg
fados que o Sr. Buchanan tomou a resolucc de
obrar, conforme, alias, urna das opimes enjil-
lidas em sua rcenle meusagem. Kespondeu s
exigencias dos commissarios da Carolina do Sul,
declarando que nao so as trepas nao seriam reti-
radas do forte Sumptcr, mas que elle quera fa-
zer executar as leis da Unio, receber os direitos
ederaes, e ernpregar lodos os meios a seu alcan-
ce para defender as propriedadi-s uacionaes.
I'assando logo d-is p.ilavns s obras, ordenou
o Sr. Buchanan a dous vapores de guerra que se
dirigissem para CharlestTO, aflm de soccorrer a
gimrnico do forte Sumpter,, ajudar ao recebi-
inenlo dos direitos federaes e retomar o cter da
alfaodega de qm-ra o retivesse. Tambem desig-
nou un etdaJio de um oslado do norlc, o Sr.
Mac Iutire, para exercer om Charlestown as
unecoes de recebedor que nao fossem acceitas
por nenhum ridado do sul. Esso aovo oflicial
dere partir para seu posto em um navio da al-
fandega, e no caso de lhe impedirem o desem-
barque, tem ordem d ficar sobre a ancora e as-
sim proceder ao exereieio de suas funeces.
Corra tambem em Wrthinglon o boato de qne
iom ser onviados sem demora para todos os pon-
tos importantes ros de tropa.
Assim que essas medidas chegaram ao conhe-
ciraenlo dos delegados da Carolina, informaram
elles pele telegrapho ao governo de seu estado,
e cenvidaram-no a concentrar todas as suas tro-
pas e a pd-las em pe de guerra. Em seguida,
deixaram a capital federal.
Sallemos mais quo a convenci caroliniense
declarou reo de pena capital todo aquella que
pegasse em armas contra o estado. Tratava-se
tambem de vencer a guarnieo do forte pela fome,
de toma-lo ao depoia por meio de jangadas, e de
melter a pique o navio em que viesse o recebe-
dor federal. A Carotina do Sul nomeou e man-
dou alguns commissarios para junto dos estados
de escravos. Elles devm apoiar o projecto de
uma confederado dos estados do sul e pedir que
se convoquera imoaedialameole por toda a parte
as couvenefes.
Emquanto a Carolina do Sul adianta-se cora
tanta resolucao no caminho da separacin outros
estados parecer impacientes por seguir este
exemplo. As tropas do estado da Georgia oceu-
param, segundo dizem.os fortes de Pulaski e Ja-
cksoH, assim como o arsenal federal de Saran-
nah. As de Alabama se tornaram senhorasdo for-
te do Mobile. Segundo uui despacho de Rich-
raond, o governador da Carotina do Norte man-
dn iropaa para se apoderaren! do forte Macn em
Beaufort, dos fortes da Wilmington e do arsenal
federa| de Fayetteville.
Attribuam tambem algumas caberas exalta-
das do partido separatista o projecto de atacar a
capital federal com o amrHo das milicias de Ma-
ryland e da Virginia. E' sabido que existe a es-
cravido no districto da Columbia, que compre-
hende e cerca Washington; um territorio de
dez milhasquadradas, sob a jurisdieco exclusiva
do congresso, e enera vado nos estados de escra-
vos da Virginia e da Maryland. Essa temeraria
tipediQo ter por fim impedir a posse do
Sr. Lincoln, cujas rnlences enrgicas contra os
estados separatistas (orara reveladas, como sa-
bido, por certos jornaea acredifados. O gover.no
federal julgou que devia preparar-se para preve-
nir esse ataque, e convocou-se a milicia da Co-
lumbia.
A confederacao americana ve-se, ppis, empe-
nhada em uma luta que pode dar lugar a derra-
mamento de saogue. Chegando-nos por um dos
prximos correios a noticia de haver comegado a
guerra eivil, nada terla de sorprehendedur para
nos. Os acontecimentos suceedem-se mais rpi-
dos do que o suspeKavam ha muito penco lempo
os republicanos que deram ao Sr. Lincolu a ca-
deira presidencial. Haviam-se habituado ataqui
a considerar como um simples processo eleitoral
ameaas do desuniao proferidas pelo sul.
E' talvez rerdade dizer que se o norte tivesse
desta vez adevinhado o carcter serio e previsto
a execucao prxima dessa ameagas, terla de boa
monto, como d'antes, subordinado seus escrpu-
los relativos i escravidao ao grande interesse na
manulengo da Unio. Mas compxeheude-se que
elle nao possa hoj'e renegar seu proprip irium-
pho, e que recuse depois da eleljo as conces-
es que podra fazer antes.
Por outro lado, o sul, convencido com razao ou
"lew
semilla, de que-o pacto federal folinjri ^
detrimento sea, e guo a subida do Sr. Lincolu ao
poder tira-lhe (oda a esnra&a de reentrar seus
Hf re los, pensa que a nica cousa que o .pfle..Ml-
far a separacSo. E' lo viva sua co'qvlccjo a
este respeito que sa mpstra disposto a arpntar
todas as eventoalicrades, at a arroeUr-as proba-
bilidades da guerra com e norto mais forte do
-----------.i-"-' ^j.i
entie o norte e
tn#ule eeaciUsci* aom baldada* at hoje.
mas.dtkMcaouQise&u, *Kolhidas urna no 4__
do.^aaiwdo, pera a aseara dw xeoreseniaalaa,
rsiinisp a contatMcetJi-ee acidas depoia de
hMtttem mivido e deacuUdo todos os proielae
Mate podetaan iasaginar no ictuito de reataee-
tMCv coAsotidar feor-asjUi.
E me, utfeluaMaie p*e*a*el. abundo a di-
recfiao fue tomara oaeconteimeatoa, venM6s
cous**Mnaf-ae a separacio da grande repeblica
americana. Pois, anda quando a nova poltica
do^r. fiuchanjn fi a sj.ue sem duvldj ~tfss^-
guir seu successor conseguir Uiumphar da pr-
meira resistencia dos astados separatista, qual
podgr ser aflnal o resultado dessas vaniagens
momentneas, senio uma separaco moral nao
menos profunda que s separacSo material, que
nao lardaria em operar-se por si mesma 1 A me-
nos que o notte, duas veze victofioso, no cam-
po eleitoral assim como 00 campo de batalha,
nao consinta em aceitar o papel de vencido, nao
vemos como a confedcracSo poder ter ainda urna
robabilidade de restabelecer-ee e conservar-se
por muito lempo.
H.>MiBiBaLutiuu.
fte Constitutionnet.lt. uperron).
CORRESPONDENCIA DO DUfil OE PEBAAM-
_ BUCO.
fari, SI ae fevereiro le fMftj
Durante a ultima quioaeoa os uegocips a Por
ninsula italiaua uram ainda os nicos que ab-J
so*vram a attencao europea: verdadeiros auc-
c-assos obljdos em Gaela, em Paris, em Torim,
ate mesmo em Berlio deram um grande impulso
a esses negocios.
Io Capitulado de Gaela.
2? Breeura .aemi-official intitulada : A Fran-
ca, Roma, e a Italia, a
3 O primero parlamento italiano.
A" A proposta do Sr. de Wincke, na cmara
dos depulados prussanos.
A unificacao da Italia acaba de avancar um no-
vo passo e decisivo; a 13 de f erereiro eorroote
Gaeta capilulou.
A' 10 pelas 10 horas da .manhaa os sitiadores
recomer vm o fogoj bastante forte desda o dia
5 : dous dias depois voaram es rmaseos de pl-
vora, cahiam os priocipaes baluartes. A' vista
desses novos desastres turara enceladas as nego-
ciacoes paca a entrega da pttqa.
Coovencionou-se que o rpi seria llvre, mas
que a guarnicao de Gaela caria prisioneira de
guerra at que se rendessem Messina e Biailella
tfeH'ioato. .Caldini com aa suas tropas tomou
posse de Manto Orlando, e de todas as fortiflca-
_ .toa- comxuberancl infaligavel bda vonUde do go-
Unam-ve embes,^ -Km fraoa, ^ jaTincomprehensivel obetinaeao
dessa a hanca ahir a sua grandeza ce.*., de goverao poetifie.I: n'uma palafra. podem
E* tao difflcil conceber-se a It.Ua esa e P*- sjuti fc% ser esfmtados com a brochara do Sr.
pa. como o Papa sem a Italia ; porwaoie Ae frr liatnraaeseo
acham ligados um ae outro peta traditsio, pela- _______
historamelo respeito universal de todas as ns- Em Berln a discossao da
S6esca^^s^g_cm osj^Mieipj,. efcrono mxmtm ct deput
JioWim^m*ftel)0j m MS4a_a-4e per uWIe_*-Importan
se.consMMf.;. fUfc filil lesf torea ee> eke pre#ez que a eos
Jca da ene ledapeodenCM fore*soral dessa. He e. a Mkfolidadse de
al .fue da&asaz a paUia *M
iaoaco toe> excepcin
urna nova o
aobai^aapirltaal, c&M***~ esle.de MAei.^^nJin^o^TmTaV^t^^*-
edosea-slMdoaundo. le.uaju>p,rm otle tteria ao iniareaae allemao, e ne_ uteassaie
ao muir, apezar 4 que aa ha passado, B*essiano. Deao* de seis horas lisUlLUi-
rar da tecusa ooposla j_iervaicio generosa apezar das ~"Yrr-;'-- e Mpcdiees do Sr. 'da
Fraoa,eapezardeiasi,|pJuSt$M>que,iiili Schleinitz, a casaaea adoptou eaaTpropost per
ao conseguirm amda eprafuecer a dee^caco ama raaioria dr3>olo.. r ^
do imperador, este estamos disto bem conven- O Sr. de Schlentz linha declarado que. sem
^>Ui llULUil pvrv
manas para decidir-se. A opiniao publica dioa-
marqueza encaroa a resoluco da Mota como
verdadeira declaracao de guerra. O gabinete de
Copenhague resistir i opiniio publica, o far as
concesses? Assim dizem, mas, se o negocio se
concluir sem derramsmento de sangue, ser sem
' 'ida alguma devido aa potencias que empre-
em s seus exfoxcas pas eonciliaraa as atas
paites adversas. *^
G.M.
cipos cooscrvai a sua papada __
proteger a seguridade do Santo Padre.
Fiel ao seu d^tyilo devee 4e soberano eleilo
pela vontade ntfciodal e de priabgiiito da igreja
elle pAo pode aacrjcar a Italia -tVe de Ro-
ma, nem deixar o papado entregue s garras
da revoiugao : impassivl como a consciencia e
o direito de um grandepovo esperar com pa-
ciencia a ora prxima em que o governo poo-
Qcil afinal desepgaBadp dos perigosos allUdgs,
que lhe impozeram o seu apoio, saber distinguir
aquelles quebw feito tudo para salva-lo daquel-
las que ludo oaa"eito para perde-lo I
Qualqiier -qua-tenha sido u_dio prnrfnTiitn
por estas Inrhis semt-offlcjacs na ct)rte pontifical
o certo 6 que o na*creado padre Passegiia foi
ocif regado da uma miasen a Turiu : esse ec-
eleslasliao eonbecido como um dos membros
mait coneitiadoro e ntelllgeutes do clero, e foi
eaviado por Pa IX pessoaiaaente indepeodenle
da vontade do cardeal Antotielli a de monseobor
de Merode. Ha quera se aventure a ver nesse
passo o indicio de uma condluco provavbl en-
tre sua senttdade e o gabinete italiano ; ba quem
jul.ue que a escolha dessa ea vis do lea uma alta
signiUcacao quanto as negociacoes activas ence-
ladas entre Paria, Turia e Roma. Nao podemos
combinar com esse sentimonto; acreditamos pelo
contrario as dores, inquietares e angustias pas-
sivas da corta pontifical, tanto mais quaoio m
torno della a popuiacao romana acaba do festejar
com maBiesUcea mai viras je expootaneas a
entrega de Gaela em maos dos Pieroontezes, tan-
to mais quando ha em Roma um eomitate nacio-
nal quo espa'.ha proclamares aununciand que
Vctor Emmanuel ser bem depressa aclamado
sobre o capitolio, no aeio da cidade eterna, onde
a Italia tem necessidade de consumar e consagrar
a obra de sua unidade.
A imprensa franeexa se acha ainda sob um ra-1
gimen mui contiario toda a independencia para
que tenham algum valor as suas apreciaces so-
bro a brochura, de que fallamos. Os jornaes so-
ml-ofliciaes leeein louvores exagerados, os oulros
goardam um silencio atravez do qual impos-
siet penetrar para coohecer-se o seu pensa-
mc-oto.
Os jornaes inglezes teeni fallado eomo se devia
esperar de orgios de um povo protestante. Ad-
nacionandade, nao julgava com tudo que se lhe
devia aUriboir uma importancia tao soberana:
acerasceotara ** a Vanecia, per sea posictro es-
tratgica, era de muiti rantagem para a Austria,
e udirecUmenle para a Atlemanr*, para qua a
Prussta podtsse acoaetlhar corte de Vienna e
renunciar i essa provincia. A'vista dos deba-
tes importantes, que a atsambl&a aucetou coa
sse voto to siguicativo, resulieu uma tenden-
cia nova e moifesta da Auemanha em aproxi-
tnar-se da Italia, nao stj poV sympsthia, mas
tambem por interesse poltico.
PERMMBUCO.
REVISTI DIARIA.
^0 oco Banco de Pernambuco paga o sexto di-
" tS^ra***H*2"l& ^B* ****> 12500 por cad!uma des-ias.
m?r Tnut ^uto', ** *'* oio.-
Ita-iinem diga-qoa aim sn rleclaroun-espiato WoCorpo Sao
coes, ao mesmo passo que Francisco II seguido
de sua familia e dos embaixsdores se embarca*
no vapor La Monttte posto sua disposico pelo aitiem cmofacte"abso7uTamenie fcru de 'dulda
governo fraocez.
A'esse soberano sem corda, que lutou com
Unta energa e resolucao, foram feitas a bordo
todas as honras reaes. Em Terracina deserabar-
couelle: dahi seguio em direilura para Roma
escoltado por uma guarda de dragues francezes.
Chegando citada eterna no dia 15 tarde diri-
gio-se logo ao Quirinal, onde foi visitado pelo
Papa.
Corre que a sua residencia all ser por pouco
lempo, e que dever tomar o camiuho de Trieste
com direccao Munich, para junto do rei da Ba-
viera, a cuja familia se acha ligada por sua es-
posa.
Os ofQciaes das guernicoes de Gaela, de Civi-
lella e de Mcssiua, consrvaram seus graos no
caso de eucorporarcm se ao exerclto italiaoo, ou
recebero o sold por iuteiro se se quizerem re-
tirar.
Esse grande successo desperlou em lodosos
nimos um duplo sentimento : de um ladores-
peilosa sympathia por esse joven rei que to de-
dicado aos seus principios nao poda mais delles
duvidar vista de sua posico, de outro lado
uma satisfago baslaute ;iva pela nova victoria
da causa sagrada da independencia.
A sorte de Messina e de Civiletta del-Tronto
ser bem depressa unida sorte da patria com-
mum.
Dous das depois que se terrainou esse grave
incidente dos negocios italianos, esse longo cer-
co de Gaeta que por muito lempo paralysou a
marcha da unificado da Pennsula, appareceu
em Paris uma brochura, que de novo trouxe pa-
ra o campo das discusses a grande questo ro-
mana.
Essa brochura, obra do Sr. de La Guerenon-
niere, membro do con3dho do oslado, publicada
com auloris3co do ministro do interior, 6 de um
alcance immenso; e por seu* carcter semi-ofl-
cial causou universal e profunda sensacao. Se-
melhante documento, lendo por UluloA Fran-
ga, Roma, e a Italia reveste-se de uma im-
portancia ainda maior vista da seguinte decla-
racao, que a precede :
Os documentos diplomticos sobre os nego-
cios de Roma, publicados pelo governo, e a no-
lavel exposico do Sr. ministro dos estran-
geiros esclarecern) de sobra a lealdade e mo-
dersco da poltica franceza; mas essas nego-
ciacoes, que revelara de uma maneira mui to-
cante a dedicacao do imperador para co.ra o
samo padre e a resistencia absoluta do governo
poutiGcal, nao devem ser soladas de uma ordem
de fados que ejas se ligam directamente. Des-
de sua elevaco ao poder o imperador nao tem
eessado de multiplicar os seus protestos em favor
dos interesses religiosos: digno herdeiro do ira-
mortal autor da concordata, elle tem empenhado
a sua honra em dar igreja tudo o que pode
realcar a sua uloridade, e embravecer asna
raisso.
* Para bem se julgar da situaco presente,
tal qual se acha ella consignada as pecas sub-
raeltidas actualmetite apreciacao das cmaras,
importa que essas pegas sejam coordenadas e ex-
plicadas em todas as sua*s circumstaocias mais
pequeas, e em lodos os movis conhecidos ou
secretos que as caractorisam.
E' de grande interesse que o paiz seja com-
pletamente edificado antes das discusses .que
va o comecar no senado e no corpo legislativo ; e
foi esta a razo que me decidi a emprehender
este trabalho.
Parecau-me que o meu carcter offkia), looge
de impor uma reserva i minha missio de escrip-
tor, deveria pelo contrario torna la ainda mais
seria. As fuaeces, que exerco, sob a altj res-1
poBsabilidade do seohor ministro do inierior,
nao me per miniara tratar assumpto tio grave
sem a sua approvagao.
Depois deste prembulo segu-se uma exposi-
(o dos fados consumados de dous anoos para
c, uma narracao dessa phase mais recente du-
rante a qual a corte pontifical solada na Italia,
abandonada pela Austria, censurada pela Europa,
privada das suas provincias o redozida um peda-
50 de territorio quo amanha mesmo perderla, se
nao estivesse amparada peles armas da Franca,
tem visto succossivameole escapar-lhe todos os
recursos com qua cootava. E o autor diz mais:
-Ella (acert pontifical) nem mesmo con segu o
formar uro exercito apezar do grandes deepezas,
ea eieepfao dos francezes animosos e valeotes
sob quaesquer bandeiras, os seus soldados deser-
taran) antes de seren vencidos. Appeilou para
a agitaeo das conseiencias, e a sua voz que ain-
da hoje abalara o mundo, se partiese da cadeira
do S. Pedro ea defeza de um dogma ou de uma
verdade divina, foi acolhida com a ndiffereoca.
Eisaqui a qae estado reduziram a autoridde
pontifical as influencias fataes, que infelizmente
conseguirn: lornar-lhe suspeia a Franca, e odio-
sa a Italia I a
Finalroepte 9 autor chegn a esta conefuso que
todos conslderaram como e echo do pensa meo lo
imperial, o que vamos aqui reproduzir por ex-
tenso :
O .mal sem i_.r_fi.dio ? Nao o o suppomos.
J hoje se pode julgar em Roma do mesmo mo-
que a brochura exprime oproprio pensamenlo
do imperador, e dizem que, se a primeirn bro-
chura U Papa e o Songresso cuslou Santa
S a perda das Rowanhas, esta segundaA
Franca, Roma e a Italia custar.lhe-h,o a perda
do resto do seu poder temporal. Dizem mais
que com quanto o Sr. de La Gueronuiere uo ti-
rasse a conclusao, todava esta era fcil de indu-
zir-so de premissas te bem estabelecidas. Se-
gundo o Daily-News a esse manifest imperial
6 o signal da morie do poder temporal do Papa.
Depois deste jornal lord John Russell, e o Jor-
Mng-Post, orgfio de lord Palmerslon, exultara de
alegra, e apeilidam a brochura a mais im-
portante das publicacoes semi-ofllciaes pelas
quaes o governo franeee lera procurado influir
sobre a Franca e sobre a Europa para explicar a
naturoza das suas retardes eom a Italia e com a
corte de Roma.
A imprensa italiana nao tem menos applaudi-
do ao Sr. de. La Gueronnire. Finalmente at
na Austria aTraprensa de Vienna declarou, que
o poder temporal se tem mentido pela presenca
das tropas austracas e fraa:ezas ; que a medida
que essas tropas estrangeiras se reliram dos esta-
dos pontificaes, estes vao desabando pouco a pou-
co ; que essa soberana, como se acha constitui-
da, e faltando-lhe a intervencao, torna-se urna
impossibilidade poltica : em summa que para
lastimar que semelhante solucio que constilue o
successo mais grandioso, o mais fecundo em con-
sequencias do secuto XIX seja devido Franca I
cQoes
Amanha ter lugar a proeis3o do Senhor
Bom Jess dos Desamparados, que sahir da
Igreja do Terco, expensas de cuja irmandade
ella feta.
Em seu itinerario tem ella de percorrer as reas
Direta, Livramento, Quelmado, Crespo, Impera-
dor, a trareua de S. Francisco, Crutes, Pra?a da
independencia, Cabug, Nova, Flores, camboa do
Carmo, pateo do mesmo, Hurlas, Martyrios, Au-
gusta at o vlveiro, Cinco
publico allemao, porqou se ada cioso do protec-
loiato fraaeez para com aoagaa irtlina, a que
subtrafaira a pennsula iaSuestcaa da Franca, fa-
zeado della um nova e.serio elemento de equi-
librio europeu.
Qualqtrer tflfe terrha Sido o morelrque doter-
minou a cmara dos depulados prussianes, o cer-
ta que esta prestan um ser*ico assgnalado
Europa, Italia o Allemanha : Europa, por-
que deu urna garanta du mais i auuiutenco da
paz geral; Italia, porque recusen xombater o
movimento que conduz a peqinsola. indepen-
deocia e i unidade; AUeinauha, finalmente,
porque despnrolOu o estandarte de uma poltica
verdadeira c njcionjl, jeparando os interesses
allemes dos interesses austracos.
A elovagp ap thrpno do Guilbarmo I, e seus ,
T-'TMV,?lfjfm.*fusa_ ftU D1,,ieU- Foram recolhidos d casa de detenco no da
cao; e agora podem lados desoaogar seguros
de que a oaco prussiapa nao. acora pan har a
^orpo Sanio leve haver amanha uma-|->-
missa cantada, das 8 para as 9 horas da mantiia X
e ae 7 da noite iadiuha em commemorace de
N. S. das Dores.
Hontem perante o juizo commercial lave
lugar a sesso da-concordata da Qrm fallida Ca-
minha & Filhos, na qual convieram os credores
conceJer-lh'a sobre as bases offerecidas aos mes-
oos credores pelos respectivos representantes.
1 Por portara de 18 foram concedidos dous
mezes de licenga ao promotor publico do Rio Far-
inoso, becharol Ayres de Albuquerque Gama,
com os respectivos vencimentos, para tratar de
sua saude.
Por portaria de igual dala foi concedida
professora da Boa-vista, Francisca das Chagas
Ribeiro de OUveira licenc por dous mezes com
seus vencimentos.
seu soberano na suas vistas. Nao que se de-
va eragar-ranpiniia paeasadi pata Sr.da Wi-
cke assegura-se que etla devida sobretudo
opposcao sistemtica dos deputados polone-
zes : mas cumpre eotac que essa maioria em fa-
vor da urna proposta da opposico., coia quanto
de 13 votos, e quo ainda muito pouco para de-
cidir da poltica de uma grande uaco, todava
nao deixa de ter a sua importancia significativa.
Sobre tudo deve dar muito quo pensar ao novo
rei, deve mostrtr-lhe que u3o bom romper com
as velhas tradiccees da sua dynastia, que nao foi
sobrj 0 M.ioc.iojjue 0 grapde Prejerico formn a
Prussia, e que Javer do Vstula ao Rueo, de
llamburgo a Trieste, aignera maior ainda do que
a hroe que formou a Prussia ser o hroe
que formar a Allemanha.
A sensago produziia na Italia por esse inci-
dente allemao fui mui vira. Em Milo aburara
urna suosciipgo para ofletecer-se aoSr. de Winc
ke uma medallia do honra em memoria do tri-
uinpho ganho por elle na cmara dos depulados
em favor da causa italiana. A Italia, sent que
uma vez leodo-se pronunciado a naco pxussia-
na, embora a poltica do rei resista al certo
ponto, todava nem por isso deixar ella de guar-
dar uma linha de neoIraliiTade.
A resposla foi votada por 240 votos contra 105
Guilherme I tem continuado nos desvos dos seus
primeiros discursos. A cmara electiva uo pas-
sar muito lempo sem mostrar-lhe de aovo a sua
resistencia ; porquanto val pronunciar-so contra
o augmento crescente das despezas militares.
Esse raesme incidente de Wincke produzio em
Vienna profunda i npresso. 0 Ose Deulsch Post
v nesse acto uma aggravagio da situago em
geral: representas Allemanha offerecondo ao
rei Guilherme I a corda imperial, a Franja en-
viando os seus regimentos sobre o Rheno, a
Prussia privada de concurso da cavallaria aus-
traca, e a Germania do norte reduzda a oppdr
invaso gauleza por nico meio de defeza este
famoso estribilho.Vos nao eris o nosso Rhe-
no allemao I
Que estranha illusao I
do que na Franc*--(e questo italiana nao
um accidente coma so tic-a pealado antes e de-
pottda sjuerra. A Italia 6 om grande interesse
ide cwneagl da ordeei europea: ellasotl-
nha um lugar na historia, cooquistou-o tamtem
na poltica activa e na diplomacia das naeoes:
fez muito mais.pos pode-#e dizer que a intro-
dueso da sua nacionalidade na caita da Europa
tem j modificado a situaco geral.
< Porm se a Italia se acha libertada, 4a se
acha inda constituida, e Roma 6 o antee obst-
culo sua eepaeitopd. Em quanto durar o fu-
nesto antagooisme que ae' te craada .entre or-
c* coia usiao orrespeode i la*loe aaterese_s, a
Existo ainda um governo sardo ou piemonlez;
porm a diplomacia ter mui depressa nova for-
mula a dar s suas pegas efflclaes. O senado de
Turin discuto um projecto tendente a revestir-se
Vctor Emmanuel do titulo de rei da Italia, e sto
dou ltimamente lugar a uma exploso magnifi-
ca de enihusiasmo desde os Alpe3 at as extre-
midades da Sicilia.
Alguns dias asios desta moco o primero par-
lamento italiano tiuha sido aberto em Turin.
Vctor Emmanuel inaugurou os trabamos a 18 de
fevereiro com um discurso que assim se pode re-
sumir : A Italia livre e unificada quas toda,
confia na vossa sabedoria; compete-vos, pois,
organisa-la : estabolecereis as mais fortes liber-
dades administrativas, velando era que a unidade
seja garantida. A opiuiSo publica nos favora-
vel. O imperador dos France7es assegurando-
nos os beneficios da nao intervenfo, julgou to-
dava conveniente retirar da nasa capital o seu
ministro : este fado excitou o nosso vivo pezar,
sem comtudo alterar o nosso reconheciraento. A
Franja e a llalla conlrshiram em Magenta e em
Solferino lacos que secao jndiisoluveis. A In-
glaterra, antigo bergo da liberdade, reconheceu o
direito que tinhamos de regular os nossos nego-
cios : guardaremos urna recordado immorre-
doura do apoio que ella nos prodigalisou com os
seus bons officio*. Subindo ao throno da Prus-
sia um principe Ilustrado, enviames para logo
um embaixador nosso para lestemunhar-lhe nos-
sas sympathias par sua pessoa, e pela najo alle-
ma. Vos ajudareis o nosso governo a completar
os armamentos.
Em ouiras circunstancias, as minhas pala-
vras leriam ido mais arrojadas : a sabedoria,
porm, consiste tanto em emprehender as cousas
em ordem, cono em temporizar convenientemen-
te. Dedicado Italia, nunca hesitei em arriscar
por ella a minha vida e a micha corda, mas ma-
guera tem o direito de arriscar a existencia e a
sorte de ama aaeto.
A tomada de uma fortaleza formidavel acaba
de coroar ea proezas do exercito e da marioha:
ambos e'lee, assim eomo os voluntarios, sdquiri-
ram una gloria que permute ao pas ter uma
juste coofiaaea em si mesmo. Alegro-me por
poder testemunhar ao primeiro parlamento Ha
hano o meu prszer como rei e como soldado I
Vctor Emmanuel, como ae v, circumscreveu
o seu pensamenlo nos limites do ama extrema
reserva; neo disse uma nica palavra sobre Ro-
ma, nem sobre Voneza ; mas uma especie de en-
thusiasme concentrado, uma aspirago conlida
prudentemente se faz notar as ultimas palavras,
que nao obstante uo podem dar lugar recri-
misaco alguma.
Esse primero parlamento italiano, com a mis-
sao que lhe est confiada de fundir a organisaco
poltica di grande patria italiana, ser, pois, al
certo ponto uma assembla constiluiote, e sas
circumstancias aetuaes essa obra do reorganisa-
Ce se vae concentrar na questo romana, quan-
do ss tratar de uma capital para a pennsula, ca-
pital quo sao pode ser Turin, como at agora, a
nem tio pouco Florenea ou aples.
O Sr. de Cavour conta eom a maioria no control
dessa representseao nacional para poder prose-
guir na sua amao, o vista disto nao tem mais
que recelar que um punhado de aventureiros te-
merarios laace a Italia em obstculos e aventu-
ras capaze de corapromeer os immensos resul-
tados adquiridos.
Em Paris os deputados receberam de governo
o rotatorio sobre a situaco do imperio,, e os do-
cumentos diplomticos.
A 13 de fevereiro nomearim elles uma com-
misso encarregada de redigir a respecta: o pro-
jecto {{oi j apresenlado, e a discusse oatecar
em quilquer desles.dias. O paiz aspara eom im-
pacieacia a manestago prxima do peosaraeato
da reprosentagao nacional. Hararp ah rauitos
discursos, que sedo eaciados vidamente sobre
a questo romana, e sobre a oppoclunjdide da
oceupacao ranceu. Os amigos de poder lempo-
ral do soberano pontfice, e da immahilidao da
suas iostituices, lalfez qua ormem na assem-
bla urna certa phalaage: mas albas eoeoolraro
oppositares ios defeoseraa da causa da kbatdade,
do progresso 1 da civilisseao. Os documentos di-
plomaticoa enviados ao corpo la*j__a*i*o Iralri
J ninguem mais pode duvidar da gravidade
da situago na Hungra. Os jornaes do Vienna
mais bem intencionados do o signal do rebate.
0 rescripto imperial de 16 de Janeiro que devia
restabelecer a calma so tem feito excitar ainda
mais os seniimentos patriticas da raga dos Ma-
gyares. A Hungra offereceu o seu ultimtum :
o restabelecimenlo integral da conslltuigo de
1348, isto uma independencia completa, sal-
vo o viuculo pessoal que a liga ainda casa da
Austria. Mas a corte de Vienna repellio desle-
nbosaratnto esse ultimtum.
A conciliacao parece impossivel. Os Slavos
do norte, o as pepulagoes Slavas e roraanhas do
sul se acham merguihados n'uma agilago vio-
lenta, e o gvemo turco est, como a Austria,
oceupado em lomar sobre tudas es pontos medi-
das militares insufiicienj.es para comprimir a ex-
ploso, que o ameaca.
Com eleito a situago nao someole assusia-
dora, j desesperada, o lauto que em Constan-
lioopla preoecupam-se mediocramente da propo-
sigo da Rusta, que indica a reuuio uessa ca-
pital de uma conferencia dos enxbaixadores es-
trangeros para dehberarem sobre a situaco do
imperio ottomano. Esta proposta foi regeitada
com altivez pela sublime Porta, com alteolatoria
da sua digoidade e independencia.
Nesle ponto o governo turco obrou como de-
vera ; porquanlo prestar-seaoaproiedesda Rus-
ta sena o msrao que abdicar, e Abdul-Medjid
pretende resistir at a ultima extremidade. To-
dava a proposla do prncipe de Gortskakof nao
menes importante : ella prova que na opiniao
do gabinete de S. Petersburgo, e da Europa, e
imperio dos Osmanlis oessou com elcito de
existir.
As carias vindas de Con&tantinopla sao concor-
des em representar como imminente a catastro-^
phe que deve assignalar a queda desse caduco
imperio. As ponulages se preparara para uma
insurreigo geral: as financas se acham em pes-
situo estado: os empregads e a tropa reclamam
o pagamento dos seus vencimentos atrasadas, e
a maasa do poro morre de fome Os vinte mi-
Ihes recocidos pela sublime Porta consumiram-
semelado no serrarhometade nos preparati-
vos milares. Para oppor-se tempestado, que
a ameaca, a Porta deve chamar, s armas todos
os seus corpos de reserva : como fazer face ao
augmento enorme de despesas? Ninguem o sa-
be, nem mesmo o gro-visir o saberia responder.
A conferencia .encarregada de pronunciar-se
sobre a questo da Syria comegou j nos seus
trabalhos. O governo francez pedio essa reunio
dos representantes das pracipaes potencias por
uma circular datida de 18 do Janeiro. Segundo
as noticias, que corren, ogibioele das Tulhe-
rias se declara prorapto a preencher as coodices
que lhe foram impostas na conrenco de 5" de
selembro, com a condiego de que pesar so-
mente sobre as cortes europeas a" grave oespon-
sabilidade dos successos do que a Syria 'podei
aiuda ser o lb.eatro.
E' de suppor qua as potencias uo queiram
aceitar semelhante roapoucabitidade ; porm de
outro lado de que forma proceder reorga-
nisacao administrativa da Syria? Fuad Pacha
anima serias pretences i vice-roaleza ou ao go-
verno geral: elle espera como Mehemei-Alli
constituir um governo hereditario ea sua amUU,
e coraega reduindo 6 impotencia os Christes
da Syria o da Palestina. Os governos europeos
fazi&aa beta em tomar ae -serio seruelhanfae pro
tencaodocommissariooUomano. Esse ailo unc-
cioaario tem-se tornado um objecto de espanto
para os chrietios do Oriente, e tai scolha seria
to injusta quaulo imprudente. <
A vice-realeza a Syria estara mais bem col-
locada em mo de AMel-Jtader: mas se esta
combo*-e nao pqder eflectuac-aexsari to-
da o caso prefarUl o\e*aco.de Fuad-Pach a
aaneMCo pota e simples da Syria ao Egypto,
gonftiaada, verdade, pr uma d-ynastia turoa,
porm em costaoto por todos os ledos coa a in-
fluencia e a civjjisacjtp dos pavos chiaios: a
uereria mais a vaatagem .deque fortificando o
Egypto ella vr-ie-kUi vre por uma vez de coc-
as vistas ambiciosas e iotereaseiras.
A queslo diMBurque** entrou n'uma pbase
que oria decisiva,, se a diplomacia germnica
mase manee facunda eca meios dilatorios. A
Dieta de Francfort topas i Diaamarc* o canfor-
mflfitse em es reaoiuooes federaas Ae 28 de mar-
especska-nJe im aegooios de Rama, e proram go de 1860 marcando-lhe um prazo de sais
19 do corrento 3 fiomens e 1 mulher,' todos li-
vres ; 2 i ordem do Dr. delegado do 1 districto,
1 ordem do subdelegado do Recite e 1 ordem
do da Magdalena.
O vapor nacional Versinunga, sahiJo para
os por tos do sul, levou seu bordo os seguiutes
passageiros
Jos Antonio Loureogo do Souza, Jos Azeve-
do de Andrade, Joo Evangelista Bello, Francisco
Jos de Magalhes Bastos, Jos Antonio dos San-
tos Andrade, Jos Ignacio Romo Nilo, Estanis-
lao Lopes de Carvalho, Wiiatn G. Jermely. Ro-
sendo Jos Moreira, Autonio Joaquim de Mello,
Manoel de Matto Teixeira Lima, Francisco Ge-
nuino Correa, Antonio liento da Silva Coelho,
Joaquim Cordeiro Ribeiro Campos, Jos Paulino
de Albuquerque Sarment.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
6.a SESSO ORDINARIA AOS 12 DE MARCO
DE 1861.
Presidencia do Sr. Reg e Albuquerque.
Presentes os Srs. Reg, Barata, Dr. Henri-
ques da Silva, Mello, faltando sem causa partici-
pada os mais senhores, abrio-se a sesso, e foi
liJa e approvada a acta da antecedente.
Foi lido um oicio do procurador, remetiendo
o balancete da reeeita e despeza do mez de feve-
reiro ultimo.A' commissao.de polica.
A' reg.uarimento.do Sr. Reg, raandou-se offi-
ciar a Carlos Luit Cambronoe, empresario da
limpeza das cafas desta cidade, duendo que ero
vlrtude de seu contrato, era elle obrigado a fazer
i limpeza das casas, ras e pragas, o que tendo a
cmara de contratar o servie ds limpeza das
ras, o convidava a apresenlar sua proposta.
E nada mais harendo a tratar-so, levantuu-se
a sesso.
Despacharam-se as peligdee de Antonio Jos
Ribeiro do Moraes, Dr. Benlo Jos da Costa e Do-
mingos Antonio Villaga.
Eu Francisco Canuto da Boa-Viagem, official-
maior eserevi no impedimento do secretario.
Barros Reg, presidente.Cesado de Mello Re-
g. Henriques da Silva.Barata de Almeida.
Mello.Reg Mala.
COMMERCIO.
Praca do Recife 20 de
ociarlo de 1861.
iVs tres oras Aa tarde.
Cota^ocs oflciaes.
Cambio sobre Londres26 li- d. por 19 90 dias
de vista.
Descont de letras12 CqOao anno.
Leal SevePresidente.
Frederico Guimaressecretario.
Lita xi ilega.
Rendimento do da 1 a 19. ,
dem do dia 20.....
237:62_917
14:0778*7
251:7008396
Hoviiueuto da alrandega,
Volnmes ealrados com tazendas.. 140
> com
Volumes
sabidos

gneros..
com fazendas..
com gneros.
590
------730
55
329
------ 384
Descarregam hoje 31 de fevereiro.
Barca ieglszaQueenferro e machinismo.
Brigue iqglezMinatillanfasendas.
Barca brmenseClarissamercadorias.
Brigue nacionalDamo idem.
Importacie,
Barca bremense, Clarissa, vioda de New-York,
consignada a Saunders Brothers & C.; manifes-
lou o seguinte :
25 barris e 1 caixa unto de porco e 1 caixioha
amostras ; C. J. Astley & C.
1 caixioha amostras ; a Souza Rarnberger
&C.
1 caixiuha amostras ; a Been.
- caxas saias ; a P. Suavage Si C.
1 dita retroz de seda o instrumentos ; a F. La-
cerda.
14 cairas 15 machinas de costura, 2 ditas saias ;
a Rostrn Roocker l C
4 volumes relogtos ; a Johnston Saunders
&C.
470 barricas farinha de trigo ; a Sohmann La-
porte & C.
5 caixas algodszinho e 15 fardos de.algodozi-
nho; a Hoffmaon Laport 1 caixa uma larrterna, lencos e papis ; a W.
E. Burrell.
80 barricas graxa, 10 caixas oleados, 8 ditas
cadeiras, 8 ditas cora 3 carrinhos, 31 ditas ma-
chinismo, 15 ditas a 22 fardos algodozinho, 2
ditos, 19 feites, 1 barrica e 33 caixas ferrsgens,
3,000 resmas de papel; a N. O. Biebar & C
1866 barricas farinha de trigo, 500 ditas boh-
xinha, 100 barra breu, 229 barris unto de porco,
3,900 reamas de papel, 49 caixas cha, 1,000 ditas
fogoda 'China, 14 ditas drogas, 4 ditas erragens,
5 ditas agua-raz, 1 batrioa graxa, 1 dita e 3 cai-
xas vdros, 2 ditas perfumaras, 6 ditas com 6
machinas, 4 ditas fluido, 1 dita ateUe, 1 dita e 1
embrulbo ignora-so ; a ordem.
Es.porta?e.
Da 10.
Brigue portuguez Amalia I, para o Porto, car-
regam :
Antoaio P. de Oliveira 5 barricas com 20 arro-
bas e 29 libras de assoesr.
MenaeiGoogalves da Silva 1 barriquinha com
2 arrobas e 4 libras de assucar.
feehsee C. 88 saceos eom 190 errabas de $-
sucar.
Urbapo Jos de Souza, 8 barricas 23 arrobas e
25 libras assucar.
-JS*-.fwrM 70courO "^gdos verdes com
HfiMtm' Bar*.
Ja9 SHuaiO 198 couroa.salgados com 5,690
libras.
Becebddloria.de rejadas Interna *
de Pernambuco.
ento.
do dkt *,
a 19.
*
aadimeratu do dia 1 a 19.
do da 0.

4A_a_7_ft_ft
T4tM39
4:223767
40 8070952
20WW5
49Wt647
Movimnto do porto.
Navios uhidos so dia 20.
GenovaEscuna sarda Annessione, capito Ber-
nardo Gerogeiao, carga assuoar.
Parahhba Barca inglesa Dona lena, capito*
John Cohu, era Lastro. Suspeodeu do lamaro.
Portos do sulVapor nacional fersinunqa, com-
- mandante our.
Nao bou vetara entradas.
" ea'1- <_ 'da
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Francez.

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I
fnglei.
3
-i
o se
I
na
A eoite nublada, reato regular de SE at a
amanhecer que roniou para o terral.
0SC1LAC\0 DA HAR*.
Proamar as 11 b. e 6' da manha, altura 5,4 p.
Baixamar as 5 h, e 18' da tarde, altura 2. p.
Observatorio do arsenal de marioha. 20 de
margo do 1861.
rtOHANO Stepple,
1 ten ente.
Editaes.
O Dr. Francisco Domiognes da Silva, juiz de di-
reito da segunda vara criminal da comarca do
Recife, por S. M. o Imperador que Deus guar-
de etc.
Fago saber em vrtude do art. 286 do cdigo do
processo criminal, que tendo sido convocada pa-
ra o dia 18 de fevereiro a primeira sesso do ju-
ry deste termo, iastalou-se no dia 21 do mesmo
e encerrou-se no dia 9 do corren te, sendo n'ella
julgados 27 processos, contendo 32 reos presos.
Foram assiduos os senhores jurados seguin-
tes-:
Antonio de Hollanda Arco-Verde Cavalcanli.
Antonio Jos da Costa Reg.
Alexandre da Silveira Lima Veneno,
Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce de Len.
Antonio Conrado Sabino.
Bernardo Falco de Souza.
Candido Jos da Silva Guimares.
Cae tao de Carvalho Raposo.
Domingos Nanee Ferreira.
Francisco Cosario Branco.
Francisco Manoel da Rosa.
Uedeio Forjaz de Lacerda.
Joo da Rocha e Silva.
Joo Antonio Coelho.
Joo Baptista Cezar.
Joo Francisco do Nasciasento Feilosa.
Joo Alvos Ferreira.
Jernimo Gomes da Fonseca.
Dr. Joaquim da Silva Guimo.
Joaquim Vital do Amaral.
Jos Elesbo Borges Uchoe.
Jos Anastacio do Albuquerque.
Jos Francisco de Moura.
Jos Francisco Alves Monteiro.
Jos Pacheco de Medeiros,
Jos Joaquim Ramos e Silva.
Jos Joaquim da Costa.
Luiz Jernimo Ignacio dos Santos.
Dr. Luiz Jos Caroeiro de Souza Lacerda.
Luiz Jos de Oliveira Diniz.
Luiz de Franga Lins de Albuquerque.
Ludgero Antonio de Albuquerque Mello.
Manoel Antonio da Silva Ros Jnior.
Marcolino Dornellas Cmara.
Manoel Ignacio de Torres Bandeira:
Dr. Pergentino Saraiva de Araujo Galvo.
Thomaz Garrelt.
Virgilio Jos da Motta.
Foram menosfassiduos pormotivos justificados
os senhores jurados segoint.es:
Antonio Jos de Moraes Sarment.
Bernardo Luiz Ferreira Cezar Loureire.
Francisco Pereira Vianna.
Ignacio Nery Ferreira.
Jos Feliciano Pereira de Lira.
Joaquim Cavaleanti de Albuquerque.
Leopoldina Ferreira da Silva.
Marlins de Oliveira Borges.
Ullisses Pernambucaoo de Mello.
Foram multados na quantia de 360J000 cada
nm dos senhores jurados seguintes:
Eduardo de Souza Vianna.
Jacintho Antonio da Silva Pessoa.
Jos Gongalves de Luna.
Joaquim Francisco Ribeiro.
Joaquim Jos de Sani'Anna Cardozo.
Luiz de Franga Rodrigues.|
Leoeadie Henriques da (Jonceico.
Foram multados em 34n$0O0 cada um dos se-
nhores jurados seguintes:
Antonio Pinto d'Azevedo.
Caelanode Uattos Simdes.
Jos Francisco dos Santos.
Jeo Valentira Dias Vilella.
Vicetoe Ramos e Silva.
Foi tambem multado em 3205000 o Sr. Joo
Antonio da Cunha.
Foram finalmente multados era 3008000 cada
um dos senhores jurados seguintes;
Francisco Jos da Silva Araujo.
Jos Gongalves dos Santos.
Manoel Lucio de Albuquerque Mello.
Manoel Lopes Rodrigos.
E para que chegue ao conhecimenlo de lodos
mandei passar o presento fue ser publicado pela
imprensa.
Eu Joaquim Francisco de Paula Esteres Cle-
mente, escrivo do jury a subscrevi.
Pecife 12 de margo de 1861.
Francisco Do mingues da Silva.
A cmara municipal desta cidade faz publi-
co para conhecimenlo de quem interessar, que
vai dirigir ao Exm. presidente da provincia uma
proposta de alterago da planta da cidade, com-
prehendendo o areial das Cinco Pontas.cooeistiado
a alterago na suppresso do quartc-iro de casas
da roa das Cinco-Pontas, ao lado da fortaleza
deste nome, que avaocam do alinhameoto das
outras ; no proloogame'nto at a prala de S. Jos
da ra que vem da fabrica de gaz etc. A refor-
ma da planta est patent na secretaria da mes-
ma cmara para ser examinada pelos interes-
sados.
Paco da cmara municipal do Recife em sesso
de 18. de margo de 1861.-rLjiii FfapcJsco de Rr-
E,aa sarda Aneseione, para Genova, car- ,ffi0. PrWeBle" noelPerrelra AccipH,
Bastos & Lemos, 100 saceos omWOarroro- O Illm. Sr. inspector da thesouraria provia-
bas de assucar. cial manda fazer publico, para coonecimaata dos
Galera ingleza Delphin, para Liverpool, candeiroa o foreiros de propriedades perieaca-tes
carregam : ao eafciposwe,do orobeos desta cidede. m de-
Palpn Naab tC, IjOOO saccoacom 5,000 ano- 'ae pagar seu debitoe aroctaaaeata peaU toa-
bas do assucar. sowruia, caries da e.ue, se p nao Uerem, sarao
Barca franceza Solpheriao, pera e Havre, os meemos debitas ramoitides paca juo, a_n 6
"egam: aetam cehredes j*eiae*(<-



-- -.
X
'^wq Kmmm-.r-ww .* mm/mm,
-
E para constar, se mandn afiliar o presente e
publicar Dejo Mino. Secretaria da thesouraria
provincial fe Peiaatlbuso, 5 de arco de 1861.
O secretario
A. ?. d'Amorim.
Capitana do porto.
De ordera do Sr. chefe de driaao, capitio, do
Sorta, se faz publico que nenhura navio, fundei-
o tro porte, poder. em vista do art. 26 do re-
glamento n. 447, de 19 de malo de 1846, deitar
t> pao de bujarrn antea da vespera da sahida, e
isto n^smo depois de obtida nesta repartido a
respectiva lieec*.
Capitana ?"> Port"> de Pernambuco, 20 de malo
de 1861.Osecvts.rio, Joo B, de Mello llego.
Decara?6es.
Fel coatadoria da cmara municipal do
Recite se faz publico, que a Brazo marcado para
pagamento do imposto de esUbelecimentos, An-
da-s no ultimo do correte mez, e todos aquel-
es que nao pagarem dentro do prazo marcado,
icam sujeitos multa respectiva.
Coatadoria municipal do Recite 20 de marco de
1861.O contador,
Joaquim Tarares Rodovalho.
Pela admiaislrago do cerreio desla cidade
se faz publico que as malas que tem de coqduzir
o vapor americano csiisaisipe para o Rio de Ja-
neiro, ser fechada hoja ao mel dia em ponto.
Os seguros at 11 horas.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
Por ordem da directora e em cum-
primento do disposto no an, 4 do de-
creto n. 2685 de 10 de novembro do
armo lindo, vai-se proceder dentro do
prazo de 4 mezee a contar desta data, a
substituirlo das notas de 20$ da emissao
da mesma caixa.
Caixa filial no Recife aos 20 de mar-
c,o de 1861O secretario da directora
Francisco Joao de Barros. ^
Vice consulado de Espna.
De orden del Excmo. Sor.
ministro residente y cnsul
general de S. M. Catlica en
Rio de Janeiro, prevengo
los subditos espaoles resi-
dentes en este districto con-
sular que, siendo indispensa-
ble que se hallen provistos de
una carta de nacionalidad,
tanto por inters propio para
acreditar sus personas y po-
der reclamar la proteccin de
los agentes de su nacin, co-
mo por convenir al servicio
del estado, el tener una noti-
cia exacta de los cuidadanos
que residen en el extrangero;
debern en el termino de 15
dias presentarse en este vice
consulado a renovar sus car-
tas de nacionalidad proveer-
se de ellas los que no las tu-
vieren.
Pernambuco, 25 de febrero
de 1861. El vice cnsul de
S. M.Juan Anglada Hijo.
Pela contadoria da cmara municipal do
Recife se faz publico, que o prazo marcado para
pagamento do imposto de estabelecimento rnda-
se no ultimo de marco vindouro, e todos aquelles
ue nao pagarem dentro do prazo, fleam sujeitos
q multa de tres porcento.
Contadoria da cmara municipal do Recife 26
de fevereiro de 1861.O contador,
Joaquim Tavares Rodovalho.
Vice Consulado de
Espi
Hibiendo expirado el plazo del aviso de 25
del pasado para l renovacin de las cartas de
naturalid iJ y cornos algunos subditos do S. M.
no hayan cumplidos con la que en el mismos se
dispoaia ; los emplazas nuevamente con 15 dias
de trminos para verimcar-los, advirlieodos que
ademas del derechos del documentos, tendrn de
pagar 200 reales de velln de multa, con destinos
51a Sociedad Ep2nola de Beneficencia en Rio
de Janeiro.
Cinco dias despus de este nuevo emplaza-
miento, los que no se hayan presentado no
sern considerados como Espaoles y no recibi-
rn proteccin y auxilio de este vice consalado
cuando lo necesiten.
Pernamb'ico, 20 de marzo de 1861__El vice
cnsul, Juan Anglada Hejo.
Novo Banco de Pernambuco,
O novo banco_paga o 6* dividendo
de 12#500 por accao.
Arsenal de guerra.
Por ordem do lllm. Sr. coronel director do ar-
senal de guerra se faz publico a quem convier,
que nos termos do aviso do ministerio da guerra
de 7 de margo de 1860, se tem de mandar ma-
nufacturar o seguiute:
161 sobrecasacas de panno azul.
161 caigas de dito panno.
70 capoles de dito.
161 pares de polainas de panno prelo.
Quem qutzer arrematar o fabrico de taes arti
gos no prazo de 25 dias, comparega na sala da
directora do mesma arsenal, pelas 11 horas do
dia 22 do corrente, com suas propostas em que
declarara o menor prego e quaes seus fiadores.
Arsenal de guerra de Pernambuco 19 de margo
de 1861.O amanuense,
JoSo Ricardo da Silva.
Inspeeco do arsenal de marinba.
De ordom do lllm Sr. inspector, fago constar
.e nos dias 15. 19 e 23 do correte mez, se
acbar venda em hasta publica na porta do al-
rnoianfado desta inspecgo, comegando as pra-
Cas s 11 horas da manha. o casco do hiate Pa-
rahxbano, de 78 pea de comprimento, 21 de bo-
ca. e 7 de pootal, cavilhado e pregado de cobre
at a altura de 8 ps, contados da quilha, com os
segulntes pertencis:leme, canna deste, dous
pares de turcos de ferro as amuradas, bolinele,
e suas barras, cmara e baleos com as respecti-
vas escadas, fogo o seus pertences ; esse navio
tendo sido desarmado pelo estido de ruina em
que se acha.
Inspecgao d arsenal de marinba de Pernambu-
co, em 12 de margo de 1861.
O secretario,
Alexandrt Rodrigues iot Anjos.
NOVO BANCO
Pernambuco.
O novo banco de Pernambuo conti-
nua a substituir ou a resgatar as nota
de lu emiisao de 10f e 20# em prejui-
zo dos passuidores por mais don raezes
que hao de lindar em 9 de maro do cor-
para L. Roy.
10 garrafas de zarope labelooy.
50 vidros de xarope de naf.
30 vidros de xaropo peitoral brasileiro.
8 libras de iodureto de potacio.
Para o fardamento do corpo da guaroico.
563 1|2 covados de baeU verde.
241 1|2 varas do brim da Rassia.
3381 botoes grandes de metal lisos.
1449 ditos pequeos de dito.
9 grosas deditos pretos de osso.
Para o arsenal do guerra.
500 caadas de aserte de corrapato.
rame grosso de ferro, arroba* 4.
500 meioi de sola.
Quem quier veoder taes objectos, aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manbaa do dia 26 do
corrente mei.
Sata das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 18 de
margo de 1861.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Per eir Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Arsenal de guerra.
Por ordem do lllm. Sr. coronel director do ar-
senal de guerra se faz publico a quom convier,
qoe eos termos do aviso do mioiatario da guerra
de 7 de marco de 1860, se tem de mandar ma-
nufacturar o seguale:
161 mochila da brun da Russia.
Quem qpsioat arrematar o fabrico de ditas mo-
chilas, comparece na sala da directora do mes-
mo arsenal, pelas 11 horas do dia 22 do correa-
te, com suas propostas em que declarem o me-
nor prego, e quaes os seus fiadores.
Arsenal de guerra de Pernambuco.19 de marfo
de 18610 amanuense,
Joto Ricardo da Si[va.
Conselho auUnlalstratlTO.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguiules :
Para o fardamento do corpo da guarnigo.
563 1(2 covados da baeta verde.
241 1|2 varas da brim da Rosna.
3381 botos grandes de metal amaxello lisos*
rente anno, em conformidade do aviso
do misterio da fazenda d *1 de ja-
neiro atHmo e fndo e?te p?ao s po-
der' ter lugar a ubsfltuicSb ou re$-
6* te com o descont mental e progreasi-
vo de 10porcento por eada mez.
Recife 9 de marco de 18o" 1. O di-
rectores gerentes, Luiz Antonio Viera,
JoSo Ignacio de Medeirot Reg.
a ~^,. j"5"6*"0 da cmara municipal da cidade
de Ollnda, abauo assignado, faz saber a quem
convier, que pela referida cmara foi marcado o
prazo de 30 das, a contar da dala do presente
annuncio, para os foreros de terrenos pertencen-
tes ao seo patrimonio s recanhecerem, com es-
pecialidade os forekos das Curcuranas, Morihe-
ca, Ponte dos Carvalhos, Ilha dos Martns e Joo
grande, Gaib, Nazareth, Boto, etc., etc., depois
do que ella tratar de fazer eflecliva aos ommis-
sos as penas da lei, annullando taes contratos.
Olinda 15 de marco de 1861__Gamillo da Silvei-
ra Borges Tavora Indigina.
Conselho de compras navaes.
Promove este conseibo em sesso da 21 do an-
dante mez a compra do material da armada abai-
xo declarado, mediante propostas apreseatadas
nessedia al as II horas da manha, acompa-
uhadas das amostras do respectivos objectos.
Para o arsenal e navies.
50 pegas de brim,83nroxas sortidas, 4 arrobas
de cola da Baha, 6,000ps de pioho de rezina
de arimeira qualidade,30 latas de tiata preta.
Para os navios.
100 colheres de ferro, 8 tences de cobre de 80
ongas, 10 grozas de penoas deago.
Para a enfermara.
200 camisolas de brim, MO froahas de dito,
200ienges dedlto.
Para o arsenal.
100 travs de qualidada de 30 a 40 palmos cam
6a 8 pollegadas de faco.
Sao as condigfiss para a effectuacao da compra
ser paga logo no mez subsequente do recebimen-
to dos objectos, e sujeitarem-se os vendedores
multa de 50 0(0 do valor dos mesaos objectos,
caso nao sejam entregues ua porcao, e fla quali-
dade contratados. ;
Sala do conselho de compras navaes de Per-
nambuco 16 do margo de 1861.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, par fornecimento
do arsenal de guerra, lem de comprar os objec-
tos seguintes :
Para o hospital militar.
48 libras de acool em garrafas.
48 libras de agurdente branca em garrafas.
24 libras do agurdente de canna em garrafas.
16 libras d'agua de Rosa em garrafas (franceza).
16 libras d'agua de flor em garrafas (Lisboa).
8 arrobas de assucar refinado.
4 libras de annis estrelado.
8 libras de balsamo tranquillo.
10 borrachas de gorama elstica de 12 ongas
vulcarisada com bocal e pipas de metal.
1 libra de balsamo de ltu.
4 grosas de caixas poriuguezas para pilulas.
32 libras de carbonato de potassa.
16 libras de cytrato da magnesia bem soluvel.
40 caixas de capsulas de cuyahiba.
30 caixas do capsulas de flgaao de bacalho.
32 libras de cevada.
2 libras de espirito carminativo de Selvios.
2 libras de espirito de meliga.
12 vidros de elixir de Guilher.
2 ongas de extracto de coloquintdas.
21 varas do emplastro adezivo estendido.
4 ongas de ergolin*.
2 ongas de extracto de chicoria.
2 ongas de extracto de tarroxaes.
4 ongas de extracto de Ruibarbo.
1 libra de extracto de muluDg.
4 libras de estanto laminado.
8 esptulas de ago sortidas.
2 ongas de oxlracto de sabina.
4 esptulas de marQm.
20 papis de encerado inglez (numero).
12 vidros de olixir estomtico.
30 rolos da encerado de Peldriel n. 2 e 3.
16 libras de flores do borragem.
8 libras flores de violas.
8 libras de flores de malva?.
4 libras de flores de altha.
2 fuos de vidro de 8 ongas.
2 funis do vidro de 4 ongas.
2 funis de vidro de 2 ongas.
64 libras de gomma arbica Gna.
8 ongas um vidro de byanato de quicino.
8 ongis de iodureto de chumbo.
8 ongas de iodureto de amonio.
12 vidros de iogegao refrigerante de Chable.
2 ongas de iodhydrargi>ato de potacio crysta-
lisado.
8 libras de jslapa em p.
64 libras de linbaga.
128 libras de manna.
16 libras de massa caustica.
50 moscas de Milo.
64 libras de oleo de amendoas.
12 vidros de oleo de raastrucos.
8 ongas de oleo voltil de moslarda.
1 onga de oleo esseocial de sabina.
12 potes de louga com lampa de 4 ongas.
12 ootes de louga com lampa de 2 ongas.
1 libra de pommada de pipinos.
2 libras dS pilulas de Blancarde.
2 resmas de papel pautado almago de primeira
qualidade.
25 caixas de pastas de naf.
20 caixas de pastas balsmicas de Rogmauld.
1 resma de papel branco de feltro.
30 vidros de pos de rog.
5 mos de papel decir, folhas grandes.
20 vidros de pastilhas vogetaes vermfugas.
8 ongas de prol iodureto de mercurio.
20 garrafas de Rob Leffeleur.
2 libras de raiz de espargo.
2_ongas de resina de escamonia branca.
25 garrafas de sueco de grozellas.
128 libras de salsa parrilha.
8 ongas de sulfacto quinino.
32 libras de senne.
4 ongas de lanino.
2 libras de lurbilh em p.
24 garrafas de vinho branco.
24 garrafas de vinho Unto.
50 vidros vasios
1449 Sitos pe'qiieflda de dito dito.
9 grosas de ditos pretM aosso.
m
corrente mez.
Sala da acudas dio ca*4bf> sdministrativo,
para fornecimento do arsonal de guerra, 15 do
ateo de 186
B$nto Joti Lamenha lint.
Coronel presidente,
francisca Joaquim Per tira lobo,
Cetanel vogal secretario interino.
tT DaMd*m do.lMm, Sr. chefe de divisao, ca-
pitao do Porto, ao faz publico que Manoe.1 Anto-
o Freir nSo tem gerencia alguma nos nego-
cios-desta capitana, e nem come despachante e
perante ella reconbecido.
Capitana do porto de Pernambuco 15 de mar-
co de 1861.O secretario, J. P. Brrelo de Mello
Reg.
'"- i i
f
le ter dado um engao na HumeracSo
do predios, visto nao ser 36 e 38 como
estar annunciado, e sim metade do
predio n. 38 e o predio n. 40, traba-
Ihando porem em ambos a fundicSo do
Sr. D. W. Bovrman, no dia cima as
11 boras dar' principio ao leirto- na
ra do Brum nos meimoi predios.
Avisos martimos.
Para a Baha segu em poucos dias a es-
c"os nacional Carlota; para alguma carga que
the falta, trata-se com seu consignatario Fran-
cisco L. O. Asevedo, na rua da Madre de Dos,
n. 12,
Para o Aracaty
O hiate Camaragibe: para carga e passageiros,
trata-se na rua do Vigario o. 5.
Porto.
Sae al o dia 24 do correte o brigue Amalia
1. : para passageiros, psra o que lem excelentes
commodos, trata-se com o consignatario Manoel
Joaquim Ramos e Si.va, ou com o capito.
COMPANHA. PERNAMBUCANA
DE
Navegaco costeira a vapor.
O vapor Persinnnga, commandante Moara,
segu para es portos do sul de sua escala no dia
20 do corrente mez s 5 horas da tarde.
Recebe carga para Macei e portos intermedios
al o dia 19 ao meio dia.
Psssageiros e dioheiro a frete at o dia da
sahida s 2 hora : esorpjori uo Forte do Mal-
los n. 1.
O vapor americano Mississipe que segu
para o Rio da Prata com escala para o Rio de
Janeiro, Oca transferida a sua sahida para o dia
22 do correle ao meio dia.
Aracaty.
Para este porto segnirJ brevemonte o hiate
Exhalagio ; pora carga e passageiros, trata-se
com Gurgel Irmios, na rua da- Cadeia do Recife,
primeiro andar n 28.
Para a Babia
A sumaca nacional Hortencia pretende se-
guir com rauita brevidade, tem parte de seu car-
regamenlo promplo : para o resto que Ihe fatta i
trata-se com os seus consignatarios Azevedo <&
Mendes, no seu escriptorio ruada Cruz o. 1.
Rio de Janeiro
O veleiro e bem conhecido brigue acional
Damao pretende seguir para o Rio de Janeiro
at o dia 28 do corrente ; s recebe passageiros
e escravos a frete, para os quaes tem excellentes
commodos : trata-se com os seus consignatarios
Azevedo & Mendes, no seu escriptorio rua da
Cruzn.l.
COMPANHA BRASILEA
DE
MiVlS & OTdl.
Espera-se do norte at o dia 24 de margo o
vapor Paran, commandante o capillo tenente
Jos Lepoldo de Noronha Turrezao, o qual de-
pois da demora do costuma seguir para os
portos do sul.
Recebem-se desde j passageiros e engaja-se
a carga a" o vapor poder conduzir a qual de-
veri se<* embarcada no dia de sua chegada : agen-
cia rua da Cruz n. 1, escriptorio de Azevedo &
Mendes
COMPANHA PERNAIBUCANA
DS
Navegatfh cosleiraavapw
Parahiba, Rio Grande do Norte, As-
su', Aracatv e Ceara*.
O vapor Iguarast, commandante Moreira, sa-
hir para os portos do norte at ao Cear no
dia 22 de margo s 5 horas da tarde.
Recebe-so carga at o dia 21 ao meia dia. En-
commendas, passageiros e dioheiro a frete al o
da sahida} s 2 horas : escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
A agencia do vapor de
reboque acha-se estabele'ida no escrip-
torio di companhia Pernambucana no
Forte do Mattos n, .1, onde se recebem
avisos para qualquer servido tendente
ao mesmo vapor.
Segu no dia 21 do cor-
rente para o Ri j da Prata com
escala o iio de Janeiro, o
magnifico e exceliente vapor
americano MississijTe de
marcha mui rpida e de bel-
los commodos: recebe passa
geiros: tratar com o seu
consignatario Phipps Irmaos
& C, rua do Vigario n. 2.
Os precos das passagens
sero:
Para o Rio de Janeiro 40 pesos
Rio da Prata 100 pesos
Para o Afaranho
tecaado no Aearac, segu com pouea demora,
por ter grande parte do carregamento arraajada,
o patacho Emulagao, capitio Antonio Gomes
Perefra : para o resto, trata-se com Moreira &
Farreira, raa da Madre de Daos n. 4, oa com o
capiUo no trapiche do algodo.
Leiloes.
Sexta-feira t do corrente.
O agente Hvppolito da Silva trsmsfe-
no o leilSo dos predios que estavam asi'
nunciado paraitontem, em Trtude de
Urna taberna.
Sexta-feira 22 do correte.
As I! hwas em ponto.
O agente Camargo fara' leilSo por
mandado do Exm. Sr. Dr. juz especial
do commercio, e a' requerimento dos
depositarios da massa fallida do Jos Fer-
nandes Agr, da taberna da rua estreita
do Rosario, consistindo em armacSo, g-
neros e mais objectos; na mesma occa-
io se ventlerSoasdividas^da mesmo fal-
lido,
ItSllJB
DE
Urna taberna.
NA
Rua do Rangel n. 18.
Sexta-feira 22 do crvente.
Antunes far leilio por mandado do Exm. Sr.
Dr. juz especial do commercio e a requerimento
de Silva 4 Santos, dos gneros, dividas e ulen-
cilios da taberna sita na rua do Rangel n. 18 a
qual perteoceu rmaSouza & Peixoto.
Na referida taberna s 11 horas em ponto.
LE1LA0
Segunda-feira 25 do cor*
rente.
O agente Camargo tara' leilo por
mandado do Exm Sr. D.juiz especial
do commercio e a' requerimento de
Campiano & Cordeiro, da taberna da
rua do Rosario da Boa-Vista, perten-
cente a Francisco Ferreira Fialbo,a qual
consiste era armacao gneros te :
segunda-feira 25 do corrente, a's 11 ho-
ras em pomo, na referida taberna.
LEILAO
Quinta-feira 21 do cor-
rente,
O agento Camargo far leilo por mandado de
Exm. Sr. Dr. joiz especial do commercio, e re-
querimento do curador Cscal, e dapositario da
massa fallida de Antonio Jaciotho Pacheco, das
dividas pertencenles ao mesrao fallido, no seu
armazem na rua do Vigario n. 19, s 11 horas em
poulo. Os Srs. pretondentes poderlo entenderse
com o mesmo agente para ver os nones dos de-
vedores e suas moradias. __
Predios e
escravos.
Quinta-feira 21 do cor-
venteas Ijl horas.
Antunes autorisadol pelo Sr. Jos Nu-
nes de Paula, fara' let\o em seu arma-
zem na rua do AmoVira n. 48, dos
predios e escravos perteiicentes ao dito
senhor que para liquidar sero entre-
gues pelo maior prec,o alcancado, a
saber:
O sobrado n. 48 de 2 andares e sotao si-
to na rua do Amonm, com chaos
proprios.
ito em Ohnda de um andar e sotao
sendo atraz terreo, com a trente pa-
ra os Quatro Cantos e ladera da Mi-
sericordia, clios pioprios.
Urna casa terrea no Varadouro, con-
cluida ha pouco tempo, com 5 quar-
tos, 2 salas, grande quintal, e urna
grande padaria no mesmo, com oi-
toes dobrados, foreira a cmara mu-
nicipal.
A terca parte da casa terrea sita na rua
da Impera triz onde tem padariao Sr.
BaTiher.
4 escravos de muito boa conducta, sen-
do um del les excedente padeiro e
forneiro, as 1 f horas em ponto.
LEILAO
Quinta-feira 21 do corrente.
SEM LEMITE.
Costa Carvalho far leilio por coala de quem
pertenoer de 40 barricas de cerveja a 11 horas
em ponto na porta do armazem do Sr. Annes
defronle da airandega, a relalho ou em um s lo-
te a vontade os compradores.
LEILO
Dia 21 do corrente
f. Souvage tendo de lerar-se par a Europa
pelo prximo vapor tari leilio por iiUervenco
do agente Oliveira. da mobilia e mais pertences
da casa de sua residencia no campo, mesma
que tora edificada peto ultimo proptieUo pro-
curador MagaHiaeeno sitio i margem do ame-
no Capibariba e no luar da Ton o correr e
quaai eentiguo ao do referido agente, cooiiatin-
do a mesma mobilia (a maior parte nova e de
aparado goito da poca de Luiz X.V) em mesas
e esdeiras para salea de divesoa taltos. Mas-
los, lavatorios, eommodas, almarios, goarda-rou-
pas com espelhos e setu elles, secretarlas, livra-
rlas. aofs, ottomanas, tofletes, bofetee, tapetes,
cortinas, camas de (erro e bronze para efcsados e
sotlelros guarnecidas de mosquftefros, esleirs,
nm magnifico piano, pndula, crystaes, Joucas
dejaotar e aloioeo, candela boas, lonteroas e lam-
P*0". quadros, mesa elstica para jan tai oa
trsi com abas e para logo,
de encost
o
etal
710*0 hs i0if' d0 P* Joio de Pi-
nho Borges, um ooleque de oome Paulino bs
Jante conhecido as Boa-Vista, onde mora'- pe-
de-se encarecidamente a quem o apprehe'nder
leva-io a seu senhor, quesera bem remunerado'
compra-se um pardo moco, sadio e inteli-
ite, cuja idade nao exceda de 16 aonos ; o
Cotnpro-se
prego com aro do :
ser procurado.
"*?' cttaf* P* avmio, da
qoem a ver annuncie para
a-
e encost e de balando, vasos para flores e para .r:-? T"^ ao>aeto moco e robusto para o
doraos, facas j, Kos, colheres e platea/ d> I ne^|r0o, d%SlmD0 : ,rar <> ondego. casa
jetaj, aoparelbo de prata para cha, um cmale- T_rSm
to irem de cosioha, utencllos pira la'nfla To- jk. coffi^ a. "? 9lei* moa e robasl. q
cheira. bomba, banheiro. carroy. ^atro sobar- Ss?mo^ST. sr22t?Siul,ia c*" e .&
bos cavatlos de carro e um dsela, selliris para *'0#inM- ^UnamUopdego, case a. 10SL
montarla de homem e senhore e Analmente entre
numerosos outros objectos, um bollo carroVic-
toriacom os competentes arreina, urna canoa
waoeira e um ^^ com "asiros e vela.
N. B. No lancheon nao fallemos, porque ser
certo ; mas para commodldade dos conoorrentes
ao reiendo leilo, que lera lugar
Quinta-feira 21 do corrente,
sahir um omnibuss 10 horas e outro is 10
meia da manha da rua do Imperador al ao
sitio do bario de Beberibe aa ponte de Ocho,
onda eetario canoas colbcadas pora transper-
ta-los margom opposla, lugar do indicado sitio
do leilo.
9
Avisos diversos.
Oueijes.
, Vendom-se. queijos os melhores qae ten
vindo a este mercado a J700 cada um ; no an-
tigo estabelecimento junto ao sobrado novo do
sr. Figueira. Assim como no eslabeiecimoote
da raa larga do Rosario de Joaquim da Silva Cos-
ta di Irmao n. 50, taberna da esquina.
-- Francisco Jaciotho de Sampaio, acadmico
do 5. anno da Faculdade de Direito, faz sdenle
a quem convier, que contina a onsinarlalira na
rua Direila n. 131, tendo aulorisacao do governo
provine^, e promelte esforgar-se' para o adian-
tamenlo" seus alumnqs.
O abaixo assignado declara que desde o da
t9 do correte mez deiiou do ser caixeiro do
Sr. Manoel Alves Ferreira.
Jos Mara Nones.
Acham-se a venda os novos bilhetes e
meiosda quinta parte da quinta e Dri-
meira da sexta lotetia a beneficio do
hospital Pedro II, na thesouiaria das lo
terias rua do Queiinadon. 12, primeiro
andar, e na lojas commissionadas na
praca da irndepndehcia n. 22 do $r-
Santos Vieira, rua ireita botica n'. 3
botica do Sr. Chagas, no Recife rua da
Cadeia loja n. 15 dos Srs. Porto Irmaos.
Ae.vtraccao tera' lugar impreterivel-
meme no dia de abril prximo, as
sortes serao pagas com promptidiio a
entrega das listas no dia immediato ao
da extraccao. Othesoureiro, Antonio
Jos Rodrigues de Souz.
ComprasB-e* moeas
va n.22.
de ooro ; na rua Ko-
NoTatt^J-o^lS isas'j9'
de2 rodas.Vom o arreioVr^^sT bm'
vende um par de arreios, guarnido praeale
tres apparelhos de ferros proprios, para cortar
carne nos acoogues, viodos de Franca, e duw
SV1 "**,*" pM,priM P ca ou do!
psitos, e dous terne, fc peao^ ^ ^ ^
tr '' Vi9,Ul1rino Teiooira Leite ale ae pode re-
t ar da capital da p/ovie.i. de Pernambuco sen
?end0 iT^d?6 Dl" % S,Ta 1uo "5
1 J 8 conIQo para se Ihe propr
w oe polis para privar-lho a sahida.
U*.r7o 5tCU*"8e^*r V WpMa o servico io^
k- *d? CS3a de">fe; a rua do CoLio
boje do Imperador n. 83. eroeiru andar: W *
B hTmA^a"*e.um "^e de .^5 aonos. esperto
e bem comportado ; quem pretender, diriis-ae a
raTara'fi.';'!**0?" Um* ">Mt" en8<>"a .l."q^W,a/*Ceu 5o en89nho Velho da freguexia
(Saf,l *'n(>. ^ Jaboatao o escravo Germano,
ZjLSr "P ,V d0 Sr- Uanoel 4" Mesq.iita.do
engeuho Gamelcira. emSerinhem. procurando-
nw para u comprar : s pos o dito senhor
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo. Jos
Luiz de Oliveira Azevedo e Francisco L.
O. Azevedo, convidam a seus amigos para
assiilirem a missa que tem de fazer cele-
brar pela alma da sua mui extremosa mii
D Rosa Joaquina dos Anjos e Azevedo, na
sexta-feira 22 do corrente na igreja do Corpc
Santo pelas 7 horas da manha.
Continua a estar fgido o moltT-
queAntonino, de idade de 15 annos
pouco mais ou menos, fulo, seco, mui-
to ligeiro, foi escravo do Dr. Lopes Net-
to, continua estar pelos arrabalde da.
Cidade e principalmente pela Passa-
gem, aonde mora o pai o ci ionio Flix,
que tambem foi escravo do mesmo Dr.,
mas ltimamente foi preso era Beberibe
aonde diaem que hara feito um roubo
deroupa: quem o apprehender leve o
a rua do Imperador n. 73, que sera' re
compensado.
Manoel Ferreira da Silva Tarro
zo, na rua do Apollo n. 28, saca sobre
a cidade do Porto.
Desappareceu da rua da Cruz n.
28, primeiro andar, no da 18, pelas 5
horas da tarde, o mulatinho hvre.de
idade de 5 annos, de nome Miguel, e
levou trajo, timSo de riscado encarna-
do esapato de tapete, cujo mulatinho
ja falla alguma cousa que se entende, e
desconfia-se que esteja em alguma casa
porque anda muito maldfco : por isso
roga-se a qualquer pessoa que o tenha
em sua casa, de o mandar levar no la-
gar cima indicado que sera' genero;
smente recompensado.
Como a pessoa que tem as noven-
ta acedes da Companhia do Beberibe e
quer vende-las, respondendo ao annun-
ci daloja da rua aa Cadeia do Recife
n. 41publicado no Diario de Per-
nambuco, esqueceu-se de mencionar
entre as vantagens futuras dessa Com-
panhia que apresentou, a que podem
vir a ter seus accionistas se os rend men
tos procedentes da venda da agua, em
vez de continuar a ficarimproducti-
vamenteem poder do caixa da dita
Companhia como at boje tem succed-
do, pagando-lhe 2 por cento para que
tenha por sto um iiel, seja indemnisado
de quebrase faca despezas a seu cargo,
forem recolhidos 'ao Novo Banco ou a
ocedade bancara em commandita
que*pagarao juros,a apresenta.
Um dos accionistas.
Contrata-se o fornecimento de pao para o
hospital militar, quem se quizer eocarregar com-
prela no mesmo no dia 28 do corrente ao meio
dia. Hospital militar de Pernambuco 18 .de
marro de 1861.O almoxarife, Tbomaz. Antonio
Haciel Monteiro.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n.
112 sito ns rua Imperial junto a fabrica do ai-
bao, com bastantes commodos para urna familia
grande : quem o pretender, dirija-se a rua Di-
reila, casa n. 6.
Precisase alegar urna casa em qualqnor das
ruis de Santo Antonio ou S. Jos, paga-se bom
aluguel : quem tiver annuncie.
Flix Dapelo, Jeroeimo Larco, subditos ita-
lianos, retiram-se para fura de imperio.
Francisco Aatonio Piscopo, subdito napoli-
tano, retira-se para Europa.
Escrava ou forra.
Na raa do Cadeia do Recite a. i, primeiro an-
dar, precisa-so de urna amo ferro ou captiva, que
ceziohe, eogwmne e f$a is compras do usa caao
de peeca familia, e pega-te besa.
Aluga-oe urna eocrare 400 cozioHa o diario
de urna casa, engomma e fas o eerrieo oeceasa-
rio : a tratar aa rua Bireita a, 17.
O Sr. \Scnte oVrreira Coaita tem urna caria
viada no ultime vapor do Rio de Janeiro para
Ihe aer atreguo ; oa rua 00 Cruz a. 24, escrip-
torio.
Precisa-te de osea ama de leite sem filho : *
na ma de Hartas o. seguodo audar, ou no
pateo do Tere/) o. fio.
^fUt d Ptedito escravo ; a*.por oenaum dos
negocios ditos nao convier ae senhor do dito es-
cravo, quanto antes baja de o mandar conducir
retirando a minha responsabildad no que diz
respeitoao dito escravo.
Jos Francisco Pereira da Silva.
Fuglo no dia 11 de mareo corrente, do en-
genho Jaguare, um eseravo cacreiro, de oome
desdeiuado.folla grossa. tem deleites nos dedos
da mao dueiia, principalmente em um delles
que tem urna junta de menos, representa ter 4(J
annos, ou pouco menos ; foi do coronel Lame-
nha ecapitaoJosAbano, esteve hypotheoado
ao Sr Gabriel Antonio, e pertence hoje a Blanoel
de Hesquita Barros Waoderley, que d 1003 a
quem o levar ao dito engenho.
Na rua do Camioho Novo ha tres salas psra
aiugar. r
Precisa-se de dous trabalhsdores do charu-
tos : na rua do Camioho Novo n. 64.
Fugio no dia 14 do corrente mez a escrava
ignez, negra fula, representa ter 17 annos, pouco
mais ou menos, levou vestido um roupao de chi-
la escura cora chalas encarnado, e sahio com um
vestido de cassa rdxa, feito orna trouxa, de baixo
do braco, indo calcada. E" negra acostumada a
lugir para as bandas de Isuarass. d'onde foi
vendida pelo Sr. Sibastiao de Mello Reg, a
quem pertence : quem a pegar ou della der no-
ticias ao abaixo assignado, na rua do Trapiche n.
II, sera recompensado convenientemente.
m Augusto Pinto de Lomos.
Attenco.
Perdeu-se na terca-feira 19 do corrente mez.
urna chave de fechadura ingleza (patente) estan-
do amarrada na dita chave um pedaco de uta:
roga-se a pessoa que achou, queira entrega-la no
escriptorio da airada de ferro, rua do Crespo n.
4, que receber urna gralicaso.
ViDho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmaos & C., rua da
Cruz n 10 encontra-seo deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Freres a
dos Srs, Oldekop Mareilac & C, em Bordeaux.
Tera as seguintes quadades:
De Brandenburg frres.
St. Estph.
St. Julien.
Margaux.
La rose.
Cha tea 11 Loville
Chteau Margaux.
De Oldekop A Mareilhac.
St, Julien.
Si. Julien Mdoc.
Cha teau Loville.
Cognac em barris qualidade fine.
Cognac em caixas qualidade inferior.
Na mesma casa ha para
vender:
Sherry era barris
Madeira em barris.
Rival sem segunde.
Na roa do Qaeimado o. 55, loja de miudezas,
est queimando os seguintes artigos abaixo de-
clarados, todas as miudezas estao perfeitas, e o
prego eon vida :
Caixas de clcheles a 40 rs.
Cartes de ditos a 20 rs.
Groza de pennaa de ac muito finas a 500 rs.
Charutos mnito finos, caixa com 0028600.
Groza de botos de looea a 120 rsl a Anda OOu
Carretel de qninaoOO jnhtomso ulesmmrsl rd
BOita itd ctoa a 32o
Bao he em lata com lr2 libra a 500 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 rs.
Cnixas com obreias mnito novas a 40 rs.
Ditas com ph> sphoros especiaos e melhor que
hs a 160 re.
Pares de meias cruas pera homem a 160 rs.
Ditos de ditas moito finas a 200 ra.
Pegas de franja de 18a muito bonitas cores &
800 rs.
Duzla de tabonetes moito finos a 600 rs.
Iscas para aceoder charutos a 60 rs.
I'hosphoros em caixa de lollia a 100 rs.
Cartas de alQne)es finos a 100 rs.
Caixas de aguThas frsucezas a 120 rs.
Pares de sapaios de tranca de algodo at|.
Ditos de la para mentos a 200 rs.
Fraseos de maces* perola a 200 rs.
Ditos de oteo 120 rs.
Duiia de facas e garlos de cabo preso' a 3f.
Pares de lurte do fio de Escocia a 920.
Massos de grampas finos a 40 rs.
Caivete 00 aparar poma a 80 rs.
Tesoaras poro untas o costura muito fiaas a
500 n.
Pecas de tronga do lia com 10 Taras o 820.
Escovas pon dente* mulla loas a 200 rs.
Cordjiojatnarial fino a 40 rs.
Dito 0M0 a 80 i. *
Cordoe par* esfarlbo a80 ra.
' Caixa para rapo suito oa a 1|,
Pace ajhouiou do coro* orra aaeiuaoB a 160 rs.
Uoo* df marcar (noveWe) 20 re.
Groza de marcas para cobrir a 60 rs.
.
<>
ILEGVEL
m



duio
.-l. ipmk rt*A ii KuMte imi.
T

O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA JPAMMLHA B R. T0WN8ER
MELBORADO E FARMCADO SOB ADIRECCAO' DO R JAMES R. CBILTON,
chimlco e medico celebre de New York
New-York, ha vemos vendido durante muitos an-
EX-
GRANDE SUPERKHUDADE DO
TRATO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo sea extraordinario
e qoasi miraculoso effeito no
sangue.
Cada um sabe que a saade on a infermidade
depende directamente do estado deste fluido vi-
tal. Isio ha de ser, visto o partido importante
que tem na economa animal.
A quantidade do sangue n'um homem 'es-
tatura mediana est avallada pelas as priraeiras
autoridades em vinle e oito arralis. Em cada
pulsacao duas ongas sahem do coracao nos bofes
e dalli todo o sangue passa alem no corpo huma-
no em menos de qatro minutos. Urna dis-
posigao extensiva tem sido formada e destinada
com admiravel sabedoria a destribnir e fazer
circular esta corente de vida por todas as
partes da organisaoo. Deste modo corre sem-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
de fonte de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se empregna
de materias ftidas ou corrompidas, deffunde
com velocidade ELCTRICA a corrupcao as
mais remotas e raais pequeas partes do corpo.
O veneno ianca-se para tras e para dianle pelas
arterias, pelas veias, e pelos vasos capillarios,
at cada orgo e cada tesgem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maneira
a circuladlo evidentemente se faz um engbnoo
poderoso de doenga. Nao obstante pode tam-
bera obrar com igual poder na criagao de saude.
Estivesseocorpo infeccionado da doenca maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se smente o san-
gue pode fazer-se puroe saudavel ficar supeiior
a doenca e inevitavelmente expedir da consli-
tuicao
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, considera mo -lo ser o extracto original e
genuino de salsa parrilha do Dr. Townsend.
o qual primeramente sob este nome foi
apresentado ao publico.
BOYD A PAUL, 40 Cortland Street.
WALTER B. TOWNSEND 4 Co, 218 Pearl
Street.
LEEDS& HAZARD, 121 Maiden Lae.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Sireet.
M WARD 4 Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F.TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAMA Co, 10 Od Llip.
OSGOOD & JENNINGS, 188 Pearl Street.
R. B. HA VIL AND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON,ROBNS & Co, 134W ater Street.
THOMAS & MAL, WELL 86 William Street.
WM. UNDERHILL, Junr, 183 Water Street
DAVID T. LANMAN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, CLAY & Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M KFSSON&Co, 127 Maiden
Lae. e
A. B. <& D. SANDS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFELIN, BBOTHEB & Co, He*
10G Jobn St.
LEWIS & PRICE. 55 Pearl Street.
HAVILAND.KEESE& Co, 80 Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK & Co, 110 Broadway,
lOAstor.
House, and 273 Broadway, cor.ofCham-
bers Street.
PHILIP SCHIEFFELIN, & CO107Watr
Street.
POU & PALANCA, 96 John Street.
j ij j t SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Streot.
O grande mananc.al de doenca entao como RUST & HOUGHTON, 83 John Street.
I.MINOR& Co, 214 Futon Street.
INGERSOLL &BROTHER, 230 PearlStreat.
d'aqui consta no fluido circulante, e ne-
nhum medicamento que nao obra directamente
sobre elle para purificar e renova-lo, possue al-
gum direito ao cuidado do publico.
O sangue O sangue o ponto no qual
se ha mysler fxar a altengo.
O ORIGINAL E O GINUINO
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguista na cidade de
JOSEPHE TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortland
Street.
HAYDOCK, COBLIES & CLAV, 218Pear
Street.
CUMIMG & VANDUSER, 178 Greenwch
Street.
HASKELL & MERRICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK & Co. 49 John Street.
CONHECEM0SAARV0RE E SUAS FRU-
TAS $
IGUALMENTE
Conhecemot um Medicamento nos seus Effeitot
O extracto eomposto de Salsa parrilha do
Dr. Townsend est.
Q1EDIC4MENT01OP0Y0!!
Adata-se to maravillosamente a constituidlo
que pode ser utilisado em quasi todas as enfer-
midades.
ONDE E DEBIL1DADE,
FORTALECE',
ONDE E' CURRUPCO,
purifica;
ONDE E' PODRIDO,
AL1MPA.
Este medicamento celebrado que lio grandes
servicos presta a humanidede, prepara-se agora
na nova fabrica, na esquina das ras Front e
Washington), Brooklym, sob a inspecco directa
do muilo conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilton, da cidade'de New-York, cuja cer-
lido e assignatura se'acha na capa exterior de
cada garrafa de
ORIGNALE GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSA PARRILHA
DO DR. TOWNSEND.
O grande purlttcador do sangue
CURANDO
O Herpes
A Hertsipbla,
A ADSTRICCAODO VBN-
TRE,
As Alporcas
OsEffeitos do AZO-
GUE,
Dispepsia,
AS DoENCAS,DE FIGA-
DO,
A Hydropesia.
AImpingb
As Ulceras,
0 Rhecmatismo,
As Chacas
A DEBIL1DADE GERAL
AS DOENCAS DE PELLE
AS BORBULHASNA CA-
RA;
AS TOSSES,
Os C atarreos, As Tsicas, etc.
O Extrato acha-se comido em garrafas qua-
dradas e garante-se ser mais forte e melhor em
todo o respeito a algum oulro purificador do
sangue, conserva-se em lodos os climas por cor-
lo espado de lempo.
Townsend tem assignatura e a certido do Dr. J. R. Chlilton, na capa
Cada garrafa do original e genuino extracto do Dr.
exterior de papel verde.
No escripiorio do proprietario, 212 Broadway, New York, e em Pernambuco na ra da Cruz n. 21, escriptorio, 1. andar, tam-
bem na botica da ra Direita n. 88 do Sr. Paranhos.
Pianos,
CONSULTORIO
DO
MEDICO" PUTEI RO E OPERADOR.
3 Rl JA IV Y<~l OHI \.< \ VV IHM I \T>V03
Clnica por ambos os systemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela manha, e de tardedepois de 4
horas. Contrata partidos para curar annualmente, nao sopara acidado, como para o engenhos
u outras propriedades ruraes.
Os chamadosdevem ser dirigidos sua casa at s 10-horas da manha e em caso
de urgencia outra qualquer horadoMia ou da noite, sendo por escriptoem que se declare
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro doRecifepo-
derao remetter seus bilhetes botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou loia de
aivros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p d ponte velha.
Nessa loja e na casado annuncianleachar-se-ha constantemente os melhores Medica-
mentos homeopalhicos ja bom conhecidos e pelos presos seguint.es:
Botica de i 2 tubos grandes.....,.....109000
Dita de 24 ditos........;........159000
Dita de 36 ditos.................209000
Dita de 48 ditos................. 259000
Dita de 60 ditos................ 309000
Tubos avulsos cada um.........:.. 1*000
Frascos de tinturas. ; j..........# 2JJ00O
Manualde medicina homeopa.thica pelo Dr. Jahr, tra-
duzido em portuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia eto.*etc........209000
Medicina domesticado Dr. Hering, coro diccionario. 109000
Repertorio do Dr. Mello Maraes........ 6900A
Olieiua de marmore.
Caes do Ramos n. 30.
Pela escuna sarda Aonessione receolemente
chegada a esle porto, receberarn-se pedras de
marmore de Genova, proprias para aparadores,
banheiros, mesas, consolos, etc. Recebem-se
encommendas de tmulos, urnas, e todos os oais
objectos proprios para o ornamento dos monu-
mentos funerarios. Gravam-se epitaphios e toda
a sorte de inscripcoes para os mesmos monu-
mentos. Precos mdicos.
- Na travcssa da ra
das Cruzes n. 2, primeiro andar, conlinua-se a
Ungir com toda a perfeigo para qualquer cor, e
o mais barato possirel.
Aluga-se, exclusive a loja, o sobrado o. 31
sito na ra ou pateo do Livramento, tem dous
andares com encllenles accomtnodacoea, e que
se acham em bom estado de aceio, prncipalmeo-
te o primeiro, que tem um famoso terraco com
coberta, tem cacimba e pequeo quintal, e tam-
bera solo com cozioha espagosa e 2 quarlos :
trata-M do aluguel, na ra Direita, pa*daria nu-
mero 84.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho saccam
sobre Lisboa e Porto ; no largo do Corpo Santo,
escriptorio.
MalMgk
Quer-se alugar urna preta escrava que saiba co-
ainhar, engommar e lavar : na ra da Cruz do
Hecfe n. 27, armazem.
Pelo presente sao convidados os senhores
devedores i extincta firma de Machado & Souza a
virora pagar os seus dbitos no prazo de 30 dias,
na loja a-e ferrageosque foi da dita firma, na rus
do Queimado n. 49.
Troca-se um preto de 40 annos de idade,
sendo bom cozinheiro, por um preto tambera de
idade ; quera quizer fazer este negocio, annun-
cie para ser procurado.
Precisa-so de orna ama de leite sem filho ;
na ra do Rangei a. 7, segundo nd*a>
. Precioa-se de um hornea pdrtuguez para
fetor de um engento lisiante desU yraca 7 le
oat: a tratar na ra do CaWeireiron. 42.
Aluga-*e am bom aveleque *fi8 anaOarAi-
ra lodo o servico : B. r-t j InjHkatrlz, loia
numero 6. '
Mudanza de domicilio.
Joao Laumonnier transferio seu estabeleci-
mento da ra da Gudeia do Recite para a da Im-
peratriz n. 23, aonde abri um vasto deposito de
pianos dos melhores autores da Europa. Encar-
rega-se de afinar e concertar os mesmos instru-
mentos.
M. J. Le te, roga a seus deve- S
dores que se dignem mandar pa- ,
gar seus dbitos na sua loja da I
ra do Queimado n. 10, enten-
tendo-se pai a esse fim com o seu
procurador o Sr. Manoel Gomes
Leal.
O bacharel A. R. de Torres Ban-
deira mudou sua residencia da ra da
larga do Rosario n. 28, para a do Im-
perador n. 37, segundo andar, onde
continu no exercicio de sua proissao
deadrogado.
Mudanza de esta-
belecimento.
Jos Moreira Lopes avisa aos seas amigos e
reguezes desta e de outras provincias, que mu-
dou o seu estabelecimento defazendas quetinha
no sobrado araarello da ra do Queimado, para a
Joja e armazem que foi dos Srs. Santos & Roiim.
onde tem o mais completo e variado sortimento
de fazendas de todas as qualidades para vender
ea grosso e a retaiho por pregos muito baratos:
roa do Crespo, sobrado de 4 indares n. 13, e ra
do Imperador, outr'ara ruado Collegio, sobrado
de um andar n. 86.
Ama de leite.
Precisa-a de urna araa de leile, e paga-se
bem : na na da Cadela de Recif6 n. 26.
Ouem precisar de LoWo notas a Mello,
jRossi-direilo pepa!, Kluberdireito das gentes
VMackeldeydireito romano, dirij-se a loia n.
13 da praca da Boa-Vistt.
Acaba de sahir dos prelos desta typographia
urna nova edic.au da cartilha ou compendio de
doulrina christa, a mais completa dequantas se
tem impresso, por quanto abrange tudo quanto
continha a antiga cartilha do cbbade Salomonde
e padre mostr Ignacio, acrescentando-se muitas
oracoes que aquellas nao linham ; modo de a-
coropanhar um moribundo nos ltimos memen-
tos da vida, com a tabella das festas mudaves,
e eclypses desde o correte anuo al o de 1903,
seguida da folhioha ou kalendario para os mes-
mos annos. A bondadc do papel e excellencia da
impresso, do a esta edi;o da cartilha urna
preferencia asss importante: vende-se nica-
mente na livraria ns. 6 e 8 da pra;a da Indepen-
dencia.
JOliS.
Joaquim Monteiro de Oliveira Guimares com
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos freguezes e ao publico em
geral, que se acha sortida das mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e prata, e querendo acabar
com o negocio, est resolvido a vender mais ba-
rato do que em outra parte, garantindo as ditas
obras, passando conla com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca obras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em outra parte.3
CASA
de commissodeescravos, pa-
teo do Paraizo n. 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo.
Para a dita casa foi transferido o antigo escrip-
torio de commissao de escravos, que se achava
estabelecido na ra larga do Rosario n. 20 ; e
ahi da meima maneira se contina a receber es-
cravos para serem vendidos por commissao, e
por conta de seus senhores; nao se poupaudo es -
forgos para que os mesmos sejam vendidos com
promptido, aflm de que seus senhores nao sof-
fram empates com a venda delles. Neste mesmo
estabelecimento ha sempre para vender escravos
de ambos os sexos, bellos e mogos.
ASSOCIAfjiO POPULAR
DE
Soccorros Mutuos.
Domingo 17 haver sessao extraordinaria da
assembla geral ; os senhores socios dignem-se
de comparecer as 10 horas da manhia na sala
da mesma, aura de scienliQcarem-se do resulta-
do dos trabalhos principiados as anteriores ses-
sdes. Oulro sim declaro aos senhores socios que
o novo thesoureiro j est habilitado a receber
as mensalidades daquelles que nao quizerem
continuar com o deb.o das mesmas.
Secretaria da Associacao Popular d Soccorros
Mutuos 12 de margo de 1861.
Joo Francisco Marques.
1. secretario.
*" Aluga-se urna casa terrea na ra do Padre
Floriano o. 59 : os prelendentes dirijam-sea ra
de Hortis, loja o. 26.
Prncezas pretas a 280 rs. o covado, alpaca
preta a 480 rs. o covado, meias para homem a
160 rs. o par : na ra do Queimado n. 47.
Roga-se ao Illm. Sr. Dr. Joao Alves Mer-
gulho, de ter a bondade de chegar ra do
Crespo loja n. 10, para seu ioteresse.
Irmandade do Senhor Bom
Jess dos Passos do Corpo
Santo. i
Convida-se a todos os nossos charissimos ir-
ruios para comparecerem no consistorio da nossa
irmandade na aexta-eira 22 do correte pelas 2
1|2 horas da tarde, afim de encorporados irmos
acompanbar a procisso que tem de sahir da
igreja de Nossa Senbora do Terco, para o que
fomos previamente convidados. Outro sim pe-
de-sea todos os nossos irmads que nao pode-
rosa acompanbar de mandarem entregar as ca-
pas ao thesoureiro ou ra da Cruz n. 60.
Francisco Jos dos Passos Guimaraes,
- Becriro interino.'
Qaem precisar alugar um escravo moco e
robusto para todo o servico por SO* mensaes. di-
rjja-se a ra da Maogueira o. 16.
FOIH1NKAS K M
Acham-se yenda na livraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, as bem. conhecidas folhnhas impressas nesla
typographia
Folhinha de porta ou Kalendario eeciesiastico e cvi para o
bispadode Pernambuco..
r.
160 rs.
Dita de algibeira contando alm do kalendario ecelesiastico e civil,
explicago das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das nares e nascimento e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos impostos geraes, provinciaes e munieipaes, ao
que se juntou urna collecco de bailes e divertidos
n. Jog8 de prendas, para entrelenimenio da mocidade. 820 re.
Ulta dita .... contando alm do kalendario ecelesiastico civil, expli-
cacao das festas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commertio ; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e munieipaes, ao que se reuni o
modo de eonfessar-se, e comungar, e os officios que a
igreja eostuma celebrar desde domingos de Ramos, at
. sexta-eira da Paixo, (em portuguez). prego.....
Vitado almOnah eivil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao prego de:........
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e fizeram-se muitas alteraces, sendo a correc-
co a mais exacta que foi possivel, em materia dsta ordem,
(que todos os dias soffre mudancas) acrescentando-se a nu-
mera^o dos estabelecimentos commerciaes e industriaes ;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pela oceupaco do individuo de quem se quer
saber a residencia.
320 rs.
19000
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHICO
DO DOCTOR
n SABINO 0. L. PINHO.
nuade Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
al meio dia, acerca daa seguiutes molestias :
1. molestias das tnul*res, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias stphiliticas, todas as especies de febres,
febres intermitientes e suas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos pregos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenbam na lampa o no-
roe do Dr. Sabino sao falsos.
bR'iIiw'tosKIsw'wkJwSSm
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederic 6autier,cirurgio dentista, faz
todas as operacoes da sua arte e colloca
8 dentes artificiaos, tudo com a superiori-
dade e perfeigo que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentifricios etc.
Aos consumidores de gaz.
A empreza da illuminaco
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregarem aos seus machinis-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro qer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigido. Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
Camargo Silva.
compradores da loja dos Srs. Campos & Lima,
sita na ra do Crespo o. 1, rogam aos devedores
desta firma, que se dignem vir pagar suas conlas,
ou enlenderem-se a respeito com os referidos
compradores; certos deque sero chamados a
juizo os que assim nio fizerem.
0 bacharel WITRUV10 pode ser
procurado na roa Nova n. 23,primeiro
andar, do sobrado da esquina que volta
para a Gamboa do Carmo.
Aluga-se o primeiro e (erceiro andares do
sobrado n. 112 da ra da Senzala Velha : quem
os pretender dirija-se ao solo do mesmo so-
brado que acharo com quem tratar.
Agencia dos fabricantes americanos
Grou ver & Baker.
Machinas de coser: em cssad a Samuel P.
Johston & C, ra da Senzalla Neva n. 52.
Precisa-se de una ama que saiba engom-
mar e par* comprar ; na ra do Seve, casa ter-
rea n. 1, aonde tem um lampio, por detraz da
ra da Aurora, passando a pootezinha.
Pede-se ao Sr. O. de C. M. que responda a
caria que a mais de dous mezes lhe escrevi acer-
ca de sua divida, do contrario ser publicado por
extenso o seu nome e a vergohosa origem desta
divida.J. J. C.
m* 9 vm**mm* te *******
s
3-Rna estreita do Rosario-3
Francisco Pinto Ozorio continua a col- S
locar dentes artiOciaea tanto por meio de A
molas como pela pressao do ar, nao re- #
cebe paga alguma sem que aa obras nao
fiquem a vontade de aeua donos, tem pos A
e outras preparages as mais acreditadas S
agio da bocea;
Para urna casa
franceza.
Precisa-se de urna escrava que saiba engom-
mar, coser, e fazer todo o servigo de urna casa
de pouca familia, e que seja fiel e diligente. Na
mesma casa precisa-se de um escravo para o ser-
vigo de cozinha : quem tiver pode dirigir-se
ra do Imperador n. 27 confronte a ordem ter-
ceira de S. Francisco, que achara com quem Ira-
lar, das 9 horas da manha s 4 da tarde.
Aviso
deS.
aos terceiros da ordem
Francisco.
Na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas,
vende-se estamenha para babito3 a 2200 o co-
vado, ese apromptam os mesmos hbitos avon-
lade dos irmaos a 45 cada um. obra muito bem
feita.
SYNOPSE
DE
ELOQIEMIA E POTICA NACIONAL
PELO ACADMICO
MANOEL DA COSTA HONORATO.
Sabio do prelo a indispensavel synopse para os
exames de rhelhorica, a qual se torna recora-
mendavel aos esludantes nao somenle pela cla-
reza e conciso do phraseado, mas tambem por
urna taboa synlhetica qne tem junla, a qual, de-
pois de terse estudado o compendio, de impro-
viso traz memoria tudo quanto ha deessencial.
A' venda na typographia commercial, ra estreita
do Rosario o. 12, e na livraria classica, praca de
Pedro II n. 2, a 2 cada exemplar.
Attenco
a para conagrvacio di
w V9v99)99l
CIDADE DO ASS, 18 DE FEVEREIRO DE 1861.
Eu abaixo assignado, tendo justo e contratado
com dous officiaes para fazerem urna pintura na
malriz da cidade do Ass, o tendo eu me apre-
senlado com os ditos oDiciaes, os encarregados
da obra nao deram cumprimento aos seus tratos
em lempo marcado, eu esperei mais seis mezes,
eelles nao deram cumprimento aos seus deveres;
eu, me vendo as cirenmstancias de fazer vollar
os ditos olciaes, nao tive oulro remedio seno
mandar fazer algumas obras por minha conta,
para uo vollarem depois de terem empalado
com isto o lempo dos seus negocios, e ainda ga-
nharam em miobt mo a quanlia de 2610150 ; os
outros oiciaes a quanlia de 138)000, e livres de
todas as suas despezas. O abaixo assignado, pois,
quem fez todas as despezas de passagem, casa'
e sustento ; todas as mais despezas at hoje fl-
cam pagas; os dous ofciaes anda me vem a
restar. E para levar ao conhecimento de todos
os habitantes dessa cidade do Recite, fago o pr-
senle em que me assigno. Cidade do Ass, 18
de fevereiro de 1861.Com loja na ra da Impe-
ratriz n. 72.
Manoel Ignacio de Oliveira Martins.

Agencia de passaporte e folha
corrida.
Claudino do Reg Lima tira passaporte para
dentro e fora do imperio por commodo prego e
presteza : na ra da Praia, primeiro andar, nu-
mero 47.
Vicencio d'Antoioe, subdito italiano, reti-
ra-se para o Aracaly.
Piet'isa-se de um rapaz portuguez,
de 12 a 1 i annos de idade, e com pra-
tica de venda, para um estabelecimen-
to na Gamelleira a tratar na ra Direita
n. 68 loja.
Na ra de Pilar n. 82, sobrado,
ha para vender urna mobilia de jaca-
randa', e alguns outros trastes tudo em
conta, por ser de urna pessoa que se
retira da provincia.
Ama
Precisa-se de urna ama secca para casa de pou-
ca familia na loja de livros ao p do arco de
Santo Antonio.
Perdeu-se na noite de domingo 17 de mar-
co do correlo, na ponte da Boa-Vista, um relo-
gio de prata dourada patente suisso com un.i
correte chata de ouro, e portento roga-se a pes-
soa que achou querendo reslui-lo pode entre-
gar ao Sr. Germano relojoeiro na ra Nova, e do
qual recebar 609 de gratificado.
Precisa se de urna ama que saiba
engommar e cosinbar para casa de um
inglez na villa do Cabo : a tratar na
ra de Santa Rita sobrado n. 40, no
primeiro andar ou na mesma villa com
Sebastiao Antonio do Reg.
Claodio Dubeux, proprietario das lionas de
mnibus flz sciente a todos os senhores que
compram bilhetes para entrada dos meamos m-
nibus, que os referidos bilhetes s do entrada
e sao admissivels tos dias uteis, como est es-
cripto margem dos mesmos, sendo os respecti-
vas passagens pagas a dinheiro nos domingos e
dias santos. E', portsnto, para evitar qualqoer
equivoco que se faz este aviso e para que nin-
guem ignore que nos domingos nao se rocebem
bilhetes e a lim as liadas sedulas novas ou
mesmo patacoes reinos.
Cura completa
SEM RE8GUARD0 NE INBOMMOuO.
lnflanimafto do sftoumco e alores
* de caneca.
Rogo-lbe, Sr. redactor, de inserir no acu jor-
nal a segutnte declaracao, que julgo ser pro-
tettosa a algumas pessoas.
Ha basUntea annos padeci urna horriuel ior
de cabec* Qee me prenda a nuca, tioha r.uitfl,
i-ertijena.algumas vezea soffria dor no tstomoao
acompanhadas de clica, flatolentas ; mande vir
una das chapas edieirtoe do S:. Hcardo Kirk
morador na ruedo Parlo n. U9, appliquei-a so-
bre a bocea do estomago, e no espaco de 18 dias
achei-me completamente bom, e as dores de ca-
neca desappareceram.
Por isso agora posso dormir com soceeo fle-
nbo de idade) 68 annos e 4 mezes). e f%co' esta
advertencia a todas as pessoas que padecerem tal
molestia para tentar o dito curativo, para que
aasignei a presente declaracao em gralidao e para
ser conhecido do publico.
Cralo de Santa Cruz.
r L Emigdio oa de Faria.
"lava a firma reconbecida pelo tabelliao
Jos Feliciano Godiobo.
tZ}l* roa da Cadeia Recif. loj" *l, exis-
tem as seguintes cartas para os senhores :
renx de Araujo Albuquerque.
Francisco Jos Tarares.
Joaquim Machado Vieira de Aragio
Manoel Joaquim Alvares de Oliveira.
Manoel Jos de Oliveira Lima.
Passaportes.
Tiram-se passaporles para fra do imperio, e
despacham-se escravos, para cuiofim procure-se
o annonciante na ra do Queimado n. 29, arma-
zem de fazendas do Sr. coronel (iouveia, na ra
da Cadeia do Recife n. 30 armazem de fazendas
dos Srs. Monteiro Lopes &Companhia, e na mes-
ma tua, escriptorio n. 3 doa Srs. Gouveia St
rilho.
Aluga-se o primeiro andar e loja
do sobrado de 4 andares no becco da
Boia ; a tratar na praca do Corpo San-
to n. 5.*
Peiido.
Roga-se ao Sr.....o obsequio de devolver um
banquinho de piano, que pedio emprestado na
loja da ra Nova o. 43.
Traspassa se urna nova padaria com todos
os seus pertences, prompta de um tudo alraba-
iharam muito bom lugar e bem afreguezada, o
motivo da venda por seu dono ter de relirar-se
para lora da cidade: quem pretender dirija-se
ra do Queimado loja n. 30.
W. G. Fennelles vai a Maeei.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragozo. Santos & C. mu-
daram o seu escriptorio para o pavi-
mento terreo da casa da praca do Cor-
po Santo onde funecionou o consulado
geral.
SOCIEDADE BWCAU4 EM COM-
MANDITA.
Amorim, Fragoso Santos
Companhia
fazem publico que d'esta dala em diante as suas
conlas crrenles serao reguladas da maneira se-
guinte :
Receber-se-ha qualquer quantia de 100$ para
cima, e pegar-so-ha vista at 5:000f sendo
dan para mais eom aviso de 10 dias, contndo-
se juros de dous porcento, menos do que a taxa
por que a caixa filial do Banco do Brasil descon-
t letras, sendo esles juros contados e capitali-
sados de 6 em 6 mezes.
Tambem sero abertas conlas correntes sob
condicoes de ser pagas vista qualquer quan-
lia ndependente de aviso, contando-se somenle
juros de 3 0|0 ao anno na forma cima declarada
Reeife 1. de margo de 1861.
Um mogo habilitado a leccionar msica,
flaula e-mais alguns iostrumenlos de sopro, of-
ferece seu prestimo ao respeitavel publico e
quem se quizer ulilisar dirija-se ra estreita
do Rosario n. 3 a tralar com o mesmo das 9 ho-
ras da manha s 3 da tarde.
OSr. Dr. Epiphanio Jos da Rocha Bitan-
court por favor annuncie sua morada, que dese-
ja-se-lhe fallar a negocio de seu inieresse.
Precisa-se do alguma quanlia de dinheiro
a premio sobre hypolheca de predios nsla cida-
de : quem pretender fazer este negocio dirija-se
livraria n. 6 e 8 da praga da Independencia em
carta fechada com as iolciaes A. B. C. indicando
sua morada para ser procurado.
AVISO.
Quem se julgar credor da barca Emma Eu-
genias, abandonada nesle pono, queira mandar
suas coutas no escriptorio de Saunders Brolhers
& C, al o dia 21 do correte.
4 quem eonvier.
Um ompregado publico bem conhecido, e que
offerece as necessarias garantas, recebe em sua
casa 10 a 12 estudanles de preparatorios sob sua
direcgo, nao tendo seus paes ou corresponden-
tes o menor cuidado com elles para que enlrem
na academia. Urna casa commoda, bom trata
ment, a maior solicilude pela sua applicago
para que tenham bom resultado nos seus exa-
mes o finalmente urna gralicago a mais mdi-
ca e razoavel, taes sao aa vantagens que encon-
trarlo. Podem-se informar dos Illms. Srs. Fi-
gueiroa, Drs. Sabino, Gabriel, Soares Rapozo da
Cmara, Luiz Filippe de Souza Leo, Agostinho
Eduardo Pina, major Jos Joaquim Antunes ou
dirigir-se ra do Raogel n. 73, onde se tratar.
Francisco Falco, Vicente Falco, Archa ojo
Cernicaro, embarcan) para o Bio Grande do Nor-
te no vapor Iguarass ; Vicente embarca para o
Aracaty.
O escrivo da irmandade do SS Sacramen-
to da freguezia de S. Jos do Recife convida a
lodos os aeua chaissimos irmos para compare- ,
cerem na igreja de N. S. do Tergo, que ora ser-
ve de matriz, sexla-feira SS do correte, as 2112
horas da tarde, aflm de em corporago acompa-
nhar-se a procisso do Senhor Bom Jess dos
Desamparados, para o que houve convite.
Deseja-se saber se existe nesta cidade Joa-
quim Ferreira de Souza, PorlugBez, natural da
freguezia de Souzella vindo no brigue portuguez
Trovador, em abril do anno de 1857, nao sen-
do outro de igual nome que leve padaria na ra
da Guia, a pedido de sua familia : quem do mes-
mo touber e quizer fazer o favor de dar noticia
dirija-se a ra da Cadeia do Recife n.29.
Procisso do Senhor Bom Je-
ss dos desamparados, sex-
a-feira de triumpho.
A mesa regedora da irmandade de N. S. do
Tergo, tendo de expr, como eostuma, em solem-
ne procisso, as sacrosantas imagens do SeDhor
Bom Jess dos Desamparados e de Maria Sanlis-
sima Seohora da Soledade, aexta-feira de trium-
pho 22 do correte, pelas 3 horas da tarde, con-
vida por isso a todos os seus charos irmaos para
comparecerem a to brilhante quanto solemne
acto, e bem ssim s illustres corporagdea reli-
giosas, que para tal fim foram convidadas, para
que a bora indicada se acharen) em nossa igreja,
para com lempo se fazer o transito seguate : ru
Direita, Livramenlo, Queimado, Crespo, Impera-
dor, travesea de S. Francisco, Cruzes, Praca da
Independencia, Cabug, ra Nova, Flores, cam-
boa do Carmo, paleo do mesmo, Hortas, Martv-
rios, Augusta at o viveiro. Cinco Ponas a reco-
Iner. Espera a mesa regedora que seus dignos
irmaos e devotos do Senhor Bom Jesu, coadju-
vem este acto to religioso com figuras' para seu
maior brilhantismo.O secretario,
Henriques Jos dos Santos.
Aluga-se urna pardinha escrava que sabe
coilorar, pentear e preparar urna seobore, beta
como tratar de meninoa: quem qoiier, dirija-se
a 'S do Imperador, ontr'ora Collegio, sobrado
n. 81, primeiro andar, que se dir quem aluga.
Offerece-so am mogo brasilelrg para caixei-
ro de qualqoer casa de commercio ; a tratar na
ra da prtia, armazem n. 13.
* .-.
TT
i 'i'



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ftBkliO D* PERKAMDCO. QWN1 FEttAll B0 DI 18fi
()

COIFANHUDA YIAERREA
- no
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(limitada.)
Avisa-se ao respeitavel publico que do dia 1*
de fevereiro atoulro aviso o trem que parte da
estadio das Cinco Ponas as 8 1)2 horas da ma-
nha correr somente at a Villa do Cabo, e o
trem que at agora ten sahido da Escada 1 3i4
horas da tarde ser discontinuado, mas sahita
do Cabo s 3 horas da larde como costuma:
As horas da partida dos trens sero regulada*
pela tabella seguiute :
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H O -e> C C3 -C 'J
fe
_ Assignado'. J7. Bramah,
Superintendente.
coimnisso de eseravos
-na ra da Penha, sobrado
numero 2.
Nesta novacasa de commisso de eseravos, re-
cebem-se eseravos por commisso para serem
vendidos por coota de seus senhores, afianzndo-
se a prompta venda, assim como n bom trata-
meoto pira os mesmos. afim de que os senhores
dos .mesmos eseravos flquem satisfeitos com 13
diligencias que da paite do commissionado fizer,
para em tudo agradar aquelles senhores que o
quizerem honrar com a sus confianza, no que es-
pera merecer attenco tanto dos senhores que
'.'.'os quizerem confiar para vender, como aquel-
les que pretendan) confiar, poisospera ter sem-
pre para vender eecravos de ambos os sexos e
dades.
Aluga-se um sobrado na ra Imperial de-
fronte do chafariz, de um andar, salo e mirante,
com cacimba e quintal: os pretendeotes dirijetu-
se a ra da laiperalriz o. 36.
OJorieo Alves Raposo da Camwa, cidado
brasileiro, vai a Europa.
Aluga-se urna mulatioha propria para an-
dar com meninos: na ra do Hospicio n. 64.
Aluga-se urna loja no becco do Padre, pro-
pria para qualquer officina ; a tratar na ra do
Queimado o. 48.
Eliseu Bernardotti
subdito hespanhoi
ltimamente chegado esta provincia no vapor
francez Navarre, tendo passado pelo desgoslo
de ver frustradas as tentativas de seu collega
aeronauta, vem partieipar ao publico desta cida-
de, que se acha escolhendo local proprio para
fazer urna ascencao do balo HESPANHO-
LA.DA, cheio por um novo systema de sua io-
venco (fumaca de pilhas seccas) e q jo ser
esse'espectculo gratis, visto nao querer por
arder as bolsas dos espectadores. Os bilhetes
acbam-se, desde j, venda em todas as taber-
nas da visinhanca do local em que liver de subir.
&*00fa;A0 npoQ trapu ca
Pctrnamhucaua.
Domingo il de correte, s 10 horas da mauh,
haver sesso extraordinaria do conselho direc-
tor e da assembla sera].
Secretara da Asiociacio Typograpnica Per-
mbucana 80 de marco de 1861.
J. Cesar,
1," iwritorw;
Avisa aos deyedo-
res da maSsk fal-
lida de Siqueira
Pereira*
Joo Jos de Figueiredo ar-
rematante da massa fallida
de Siqueira & Pereira avisa a
todos os Srs que sao devedo
res a mesma massa, queiram
vir satisfazer seus dbitos no
prazodel5dias, porque pas-
sado este prazo proceder-
se-ha a cobranca judicial.
Na Hvraria n. 6 e 8 da praqa d
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
lissex Cok les Cavalcanti de Mello.
Aluga-se a loja do sobrad da ra das Cru-
zas n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
Attenco.
Antonio da Costa e Silva Maduro testa-
menteiro e inventarime do casal de seu
fallecido pai o Sr. Miguel Antonio da
Costa e Silva, tendo de prestar contas aos M.
mais herdeiros pede encarecidamente aos 5c
devedores ao dito casal de virem ou man- |k
darem pagar as suas contis na pra^a do &
Corpo Santo n. SI, loja de cabos. *
eie^eieai& ****& &&&&!&$!&&
Precisa-se singar urna casa em qualquer
das ras de Santo Antonio ou S. Jos, paga-se
bom aluguel :quem liver annuncie.

O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por'ojjl
Tira ratratos por 5$
Tira retratos por 3$
Tira retratos por 3^(
Tira retratos por 3^
Tendo recebido um sortimento
xrnhas novas
yeneravel ordem terceira de
S, Francisco da cidade do
Recife.
De ordem da mesa regedoia, convido
a' todos os nossos charissimos irnjaos,
para que se dignera comparecer em nos-
sa igreja a's duas horas da tarde do di
22 do corrnnte, par amen tados'oom seus
hbitos, afim de acompanharmos a
procissSo do Sr. Bom Jess dos Desam-
parados, para o que ibmos convidados
pela irmandade de Nossa Senhora do
Terco.
Secretaria da veneravel ordem ter-
ceira de S. Francisco, 18 demarco de
1861.--0 secretario, Francisco Lopes
da Silva.
Sitio.
Aluga-se um sitio na Torre, a margem do Rio,
com boa casa de sobrado, com bastantes com mo-
dos, estribada, cocheira, cacimba com boa agua
de beber com bomba de puxar agua, fructeiras,
capim, etc., muito bom banho e sitio murado ;
quem pretender, dirija-se a ra Nova n. 15, pri-
meiro andar.
Feitor.
Precisa-se de um feitor para tomar conla de um
sitio no logar da Torre, d-se morada ainda que
tenba alguma familia, porm quer-se pessoa
muito capaz : a quem convier, dirija-sa a ra
Nova, loja n. 17, que se dir quem precisa.
Aluga-se urna escrava com todas as habili-
dades para casa de pouca familia, preferindo-se
casa eslrangeira : a tratar na ra do Sebo n. 20.
Precisa-se fallar ao Sr. alteres do C. bata-
Iho da guarda nacional Flix de Arauj Albu-
querque a negocio de seu muito inleresse; na
ra do Queimado, loja n. 47.
Precisa-se de um rapaz com pralica de ta-
berna ; na praca da Independencia n. 22.
Aluga-se urna ama, ou negro ou negra que
seja captiva' paracozinbar e fazer todo o setvico
de um casa de das pessoas ; na rna do Quei-
mado n. 69.
A pessoa que tem as 90 apolices d3 Compa-
nhia de Beberibe, de que trata o anouncio publi-
cado no Diario de Pernambuco de hoje, deseja
seriamente trsspassa-las, nao porque eslea per-
suadida que essa Companhia vai em decaden-
cia, e sim porque tem motivos para querer dei-
xar de ser um de seus accionistas; mas nao pos-
suindo somente essas 90 apolices, nem achando-
se vexada por dividas, nao as kaspassar por
trenos > sessenla mil ris caJa erna, pois que,
contentando-se por vezes com descontar letras
a 10 0|9 ao anno, nao se ioquieta por ter apoli-
ces que, reodendo annualmente mais de seis mil
ris de dividendo pagos por semestres com toda
a regularidade e promptidao, do mais do que
islo ; alem deque, augmeolasdo continuamente
a populacho desta cidade, e crescendo todos os
anuos o numero de contratos para fornecimenlo
de agua celebrados com o governo e particulares,
o rendimento da Companhia deve elevar-se pro-
gressivamenle, como tem succedido. visto que
ella tem o previlegio, e flxo o preco da agua ;
excepto se* ha certeza de que alguma epidemia
levar metade da populacho.ou de -que atgum ter-
remoto ou cataclysrca distruir as obras da Com-
panhia.
Precisa-se de urna ama de htitrem
a tratar na ra da Praia n. 13.
Jos liarla S.lito, .
rera-s pa fir dirprovIoaH.
filhos
subdito portoguez,
.*- Precisa-fatag/** rftieqsjB de 12 i 14
aonos; paga-se bem, na roa da Aurora, passan-
do a 1* ponte da fondicao, Ia casa:
Pesca-se.
Na lerfa, qulrta, quinta osexta-feira da sema-
na sania no vivefro do Moniz, no sierro dos
Affogados.,
Compras.
Compram-se garrafas
jua Dlreila n. 8.
e botijas vasias : na
Compra-e
Um ou ous eseravos que tennam o officio de
chapalero ou sirgoeiro, a tratar na ra da Crui
n. 27. .
Compram-se eseravos.
Compram-se, vendem-se, etrocam-seeseravos
de ambos os sexos efleloda idade : na ruado
Imperador n. 79. primeiro andar .
4o~"nmpram"8e escravos do so masculino de
12 a 20 annos, cabras ou negros na ra da Impe-
ratnz n. 12 loja.
Compram-se notas de 1$ e 5# velhas, com
mdico descont : na praca da Independencia
numero 22,
Vendas.
Calvice.
Como se pode ver pelos
livros dos capilea Cook,
Bougainville e outros via-
jantes, os habitantes de al-
gumas ilhas da Oceania,
conservam ainda era sua
velhice cabellos que causam
admiraejio dos eslrangei-
ros. O chimico de Paris,
autor da pomada'indiana,
depois de ter estudado suas preparases, conse-
gro enrar-seda carnee e foi a pedido das pes-
soas que j Dzeram 90 della que se resolveu a
introdozi-la no comroercio. Deposito em Fcr-
nambaco na ra do Imperador n. S9 e ra do
Crespo n 3, e em Paris Boule7rd Bonne Nbu-
vdie. Preco cada frasco 3.
Vendem-se ai seguintes propriedades
novas, bem construidas de tijolo e cal,
proprias para todo e qualquer estabe-
le^imento por serem todas as ras priu-
cipaes da cidade de Goianna, a saber :
Urna casa na esquina da ra Diieita
e becco do Pavao, conlndo 4 porrtas
de cada lado.
Urna dita na esquina da ra Direita
e ra do Padre Reinaldo, com 9 portas
de um lado e 4 para a ra Direita.
Urna dita confronte na outra esquina
da ra Direita e ra do Padre Reinal-
do, com 2 portas n'um lado e 6 n'ou-
tra, com 2 quartos na ra Direita e ca-
da quarto contm 2 portas.
Duas ditas na ra Direita que servem
de armazem de assucar, sendo urna i
com 5 portas e outra com 2.
Duas ditas na ra do Padre Reinaldo ]
annexascom 2 portas cada urna.
Urna dita em Portas de Roma esquina
da ra do Rosario, sendo divididas em
o moradas, todas oceupadas com esta-
beieci cuentos.
-Urna dita nova na ra do Rio ainda ,
em respaldo, perto do embarque, cuja i
casa esta' confronte ao theatro do illm, \
Sr. tenente-coronel Antonio Francisco,
tendo 70 palmos de frente e 90 de fun-l
do, podendo alevantar-se um bom so-
brado. Vendem-se estas casas barato a;
dinhefro ou a prazo com garantias a
contento : a tratar na cidade de Goian-
na com o seu proprietario abaixo assig-!
nado na ra de Jos Gaetano n. 24.
Bartholomeu Gomes de Albuquerque. '
BWSJW VSvvWinnDSva
ll
Para desenho.
Mu boni'.as caixinhas envernizas, com tintas fi-
nas, lapis, piccels, e os mais necessarios para
desenho. E' o que de melhor e mais perfeito se
tem visto aqu ew tal genero, e vendem-se a 5J>,
8#, 10$, 12$ e 14 : na ruj do Queimado n.
laja 4 Aguia-firanca.
MNKfKewgnw otseieeeeeieii
[ROVPA FEITA ANDA MAIS BARATAS.]
SORTIMENTO COMPLETO
DI
Fazendas e obras feitasj
a*
LOJA
E ARMAZEM
DE
de
car
Aviso.
O abalic assignado declara ao publico e a quem
ioteressar possa, que oiDguem faQa negocio al-
gum com um sitio e duas casas de taipa no lugar
lendo receido um sortimento de car- do Barro Vermelho, reguezia de Afeados, per-
tencente ao Sr. llaooel Gongalves Telles, cujosi-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo reoaoidoum sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cei-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
No grande salao dama do Imperador
No grande salo da ra do Imperador
No grande salaoda ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. \V- Osborn, o retratista america.
no tem recentemente recebido um gran-
de e variado sortimento de caixas,qua.
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte-
Como tamhem um grande fornecimen-
lo de caixas para retratos de o#000 rs-
cada um, as pessoas que desejarem ad-
quirir conhecimentos praticoc na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob eondiroes muito
razoaveis.
Os cavalbeirosesenhoras saoconvida-
dos a visitar estes estabeiecimentos, pa-
ra examinaren os specimens de que
cima fica anunciado.

CO^iSLXTORIO ESPECIAL
UOttEOPATHICO
DO
DB. CASi.WOVA,
30Hua das Crnzes-30
tteste consultorio tem sempre oe mais
novse acreditados medicamentos pre-
parados em Paris (as tinturas) por Ca-
tellan e Weber, por precos razoaveis.
Os elementos dehomeopathia obra.re-
commendada intelligencia de qualquer
pessoa.
Traspassa-se o aluguel de urna casa terrea
no bairro da Boa-Vista, pagando-se urna peque-
a bemfeitoria, e dando-se alguna mezes adian-
tados : a tratar na ra da Matriz da Boa-Vista
numero 22.
No cscriptorio de Claudio Dubeux vende-se
muito baralinho, dinheiro avista, o seguinte :
chumbo de muni^io de todos os nmeros, ti-
aras de todos os tamanhos para vidr;as, estam-
pas e oratorios, os qoaes se vendetn tambem em
caixas, chicotes de baleia para carro e cabrio-
le!, velas mixtas de aova composico para matar
formigas, as quaes com uro s mago de 10 velas
e pela diminuta quanlia de 59 se dialroe um ou
Dais formigueiros
Ha para alugar um escravo pardo e bem
mogo, proprio para criado: na ra da Cruz n.
64, primeiro andar.
0 medico Jos de Almeida Soares Lima
Bastos vai a Europa tratar de sua saude. Os se-
nhores que tiverem contas a receber, queiram
apresenta-las at o dia 28 do corrente para se-
rem pagas.
Precisa-se fallar ao Sr. lente Viegas, que
foi empregado no arsenal de marinha : queira
annuneiar. -
Oflerece-se um rapaz portuguez de idade de
18 annos, para cilxeiro de qualquer negocio, ou
mesmo para cobranzas, e sendo negocio prefere
para o mato, o qual inda est arrumado, e quer
sahir da casa aonde est, e d fiador a sua con-
ducta de pessoa estabelecida nesta cidade : quem
de seu presumo se quizar uttlisar, anuuncie por
esJe Diario com as iniciaos I. M. P. A.
A pessoa que talvez por engao levou do
escriplorio da via frrea um chapeo de sol de seda
novo com cabo de gooco, queira mandar entre-
gar para prevenir contra-duvidas, pois sabe-se
quem .
Bernardino da Silva Costa, subdito portu-
guez, vai a Europa tratar de sua saude.
Clemente Ferreira de Carvalho vai a Euro-
pa tratar de sua saude, e deixa com poderes es-
peclaes para o representar em seus negocios ao
Sr. Fructuoso Martios Gomes, e em segundo lu-
gar o Sr. Jos Joaquim Teixeira, em terceiro ao
Sr, CvjlQdio Goliajo Pereira Jnior,
to acha-se hipotheeado ao abaixo assignado por
dous annos pela quantia de 700, cuja escriptura
de hypotheca foi passada em o cartorio do tabe-
liao Costa Monteiro. Recife 18 de marco de 1861
Joaquim Acacio da Silveire Pacheco.
Joaquim Vieira Coelho, subdito portuguez,
retira-se para Portugal.
Constantino GooQalves subdito portuguez
parte para o Rio de Janeiro.
Attenco.
Pede se aos Srs. superintendente e
engenheiro fiscal da estrada de ferro,
de fazerem annuneiar quando rece-
bem-se as propostas para a conduccao
do attaca r da esacao das Cinco Pon tas
para o bai'-ro do liecife, isto a bem dos
intereeses dos senhores de engenho, pois
muito convm que baja ampia concur-
rencia a este cootrato.
-Precisa-se alugar urna preta es-
crava para urna casa de familia de duac
pessoas, que seja de boa conducta, que
saiba bem cosinhar e (ngommar, dan-
do- se-lhe de aluguel 20$ mensaes : na
Attenco.
Joo Miguel Teixeira .Lkna, anligo fogueleiro
de fogos ariifioiaes, avisa aes seus freguezes, bem
como aos Srs. thesoureiros de todas as irmanda-
des que elle tem estabeleeido a sua fabrica no
Chora-menino, -sitio da aoUga Capellinha, onde
tem sempre exposlo venda foguetes do ar coro
3 bombas pelo pte;o de I96OO a duzia.
Attenco.
Grande cosmorama.
(ialiu:le de alegra.
Na ra da Imperatriz n. 21.
Representa todas as noites as priocipaes cilia-
dos da Europa, Azia, frica e America, os mais
notaveis jardios, pracas, palacios, grandes edifi-
cios, agadas de ammaes ferozes, cavalhadas, a
grande guerra da Bussia e da Austria, e todas as
facanhas de Garibaldi. As vistas sao mudadas
duas vezes por semana. Entrada IgOOO.
David William Bowman,vendo no Diario de
sabbado e de hoje (18) um annuncio do agente de
leiles Hypolilo da Silva, acerca do leilo de dous
predios sitos na ra do Brum ns. 36* 38 para ser
effecluado no dia 20, adverte ao mesmo senhar
agente e previne ao publico de que o predio n.
36 de propriedade exclusiva do mesmo Bow-
man, que tambem consenhor do predio n. 38
pormetade, e nao aulorisou semelhanle leilo.
rithmlica, algebra e de
geometra.
A. E. da Silva, professor de nuthematicas no
Gymnasio Provincial, pretende abrir particular-
mente no l.do mez vindooro um curso dearl-
thmetica e algebra para aquelles senhores que
pretendem estudar o curso commercial, e oulro
de geometra, para os exames em novembro na
Faculdade de Direito. A matricula est aberta
at 31 do correte: os senhores que quizerem
frequentar qualquer destes cursos, dirjam-se
roa Direita o. 74 para serem matriculados.
Aluga-se a loja do sobrado da ra
da Imperatriz n. 38; a tratar na mes-
ma, ra n. 40.
Roga-se a Sra. D. Luiza, que tem por alcu-
oha GaviOa, de vir tirar os seus penhores, que
sao 2 parea de argolas a um annel, os quaes es-
to empenhados pela quantia de 13 quasi a um
aono sem premio, e cuja pessoa quem esUo
empenhados, nao podendo mais esperar, marca-
lhe 10 dias da data deste para o fazer, lindo os
quaes serlo vendidos para pagamento de dtla
quanlia ; se bem que mesmo assim nao chega, e
desde entao dita senhora nao ter mais direito
algum en reclamar; ra de Aortas n. 82.
4 fama trinmplia.
Os harateiros da loja
Encyclopedica |
DE
Guimardes & Villar.
jRua do Crespo numero 17.]
Vendem riquissimos chapeos de seda \
brancos para senhora a 15J, admiravel S
a pechincha. :,
Riquissimos chapeos de palha da lia- ?
lia ricamente enfeilados a 289 e 35?.
JPara a quaresma.
Superiores corles de seda preta borda-
dados a velludo de 2 saias e outros de 7
babados por precos baralissimos.
Oros prelos de todas as qualidades pe-
los presos de 1900, i$, 2J100, 2*700 o
covado affianaDdo-se ser estes pregos
menos 400 rs.-em covado do quo so pode
comprar em outra parte.
Ricos enfeites imperatriz o melhor
que tem viudo a.provincia.
Cortes de colletes de velludo preto
bordado a 5g o corte, incrivel s se
vendo.
A 280 rs, o covado.
Organdizes de ricas cores e desenhos
pelo baralissimo prejo de 280 rs. o co-
vado, affianca-se serem to boas fazendas
que muito se tem vendido s primeiras
pessoas da provincia,
Carabraias da China bordadas a mao
com 9 varas a peca por 6*500, ricos cor-
tes de cambraia bordadas com 7 e 9 ba-
bados por 35J, cortes de lias a Garibaldi
a 10* com 25 covados, baldes de 30 ar-
cos e outros de musselina a 5*.
Salas bordadas a 2#200 cada urna.
Ditas bordadas.a 45 com 4 pannos.
Manteletes pretos compridos bordados
a 305, sahidas de baile o que ha de me-
lhor, espartilhos de todas as qualidades.
Grande sortimenio de
roupas eitas, sobrecasacas, piletots, col-
letes, calcas, camisas, seroulas, meias,
grvalas etc.
Calcado Meli
g ltimamente ohegado de Paris, incrivel B
3| s se vendo. |S
Na loja de fazendas
ao pedo arco
de Santo Antonio,
Chegou um rico e completo sortimento de
coeiros bordados j preparado para baptisado,
assim como chapeos do ultimo gosto para bap-
tisado e touquinbas para dito, lencos de laby-
rintho e fronhas, bieos da trra, bo'ncls de vel-
ludo do ultimo gosto para meninos, gollinhas e
punbos para camisas do menino, saias balo com
babados, ditas sem babados e oulras muitag fa-
zendas de gosto por barato preco.
Vinho de Bordeaux em barris
e em caixas.
Agua de Setz (da Fonte) em
botijas.
Espingardas de caga de 1
canos.
Vende-se em casa de J.
Praeger & C ra da Cruz nu-
mero 17.
Venie-se urna escrava com habilidades ;
na ra do Collegio, hoje do Imperador n. 83, ter-
ceiro andar.
Vende-se um preto bastante robusto, com
a habuidade de ser bom forneiro e perfeito amas-
sador, e juntamente trabalha em massa una para
bollos : na ra Direita d. 66.
Ceblas novas a 1#280 o
de pechincha
NA
Encyclopedica i
LOJA DE
[Guimares Villar.!
Jlwa do Crespo n. 17.
A 320 rs. o covado.
Riquissimos bareges de la bordados a
seda.
A 30#000.
SobrecsMcas de superior panno fino
preto do fabricante Colar-
A 240 e 280 rs. o corado.
Riquissimos organdys de cores.
*^ vm m varm uiav ffOl VW uiu arm VW CD* wWsm gtm
Vende-se urna escrava inora e
1.5 a 16 annos, sadia e semdefeitos, boa
costureira .: a Passagem da Magdalena
passando a ponte pequea, casa n. 15.
- Vende-se urna excellente escrava
croula clara, idade 15 annos pouco
mais ou menos, propria para mubanda
na ra da Cadeia n. 55, loja de Figuei-'
redo 4 Irmao.
Telhas de zinco.
No armazem de materiaes de Manoel Firmioo
Ferreira silo na Tua da Concordia, ainda existe
urna porcao de teihas de zinco qu se vende per
menos prego pasa liquidaco.
IGes & Bastoi
NA
Una do Queimado
n. 46, Trente amareUa.
Constantemente temos um grande e va-
riado sortimento de sobrecasacas pretas
de panno e de cores muito fino a 28,
30S e 35$, palelots dos mesmos pannes
a '0$, 22$ e 24$, ditos saceos prelos dos
mesmos pannos a 14$, 165 e 18g. casa-
cas pretas muito bem feitas e de superior
panno a 28, 38$ e 353. sobrecasacas de
casemira de core muito finos a 153,16$.
o 18$, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 10$, 12 e 14$, caigas pretas de
casemira lisa para homem a 8, 98. 10J
e 12, dilas de casemira decores a 7$, 8$h
99 e 103, ditas de brim brancos muito
una a 5$ e 63, dilas de ditos de cores a
3*^|50, 4 e 49500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4$500, col-
letes prelos de casemira a 5 e 69, ditos
de ditos de cores a 4$500 e 5, ditos
brancos de seda para casamente a 59,
ditos de 6, colletes de brim branco e de
f usto a 39, 39500 e 49. ditos de cores a
4J500 e 39, palelots pretos de merino de
cordo sacco e sobrecasaco a 7f, 89 e 99,
cclletes pretos para lulo a 4{50O e 59,
eas pretas de merino a 49500 e 59, pa-
lelots de alpaca preta a 39500 e 4$, ditos
sobrecasaco a 69,79 e 8$, muito Gnocol-
rt tetes de gorguro de seda de cores muito
% boa fazenda a 3*800 e 4$, colletes de vel-
tt ludo de crese pretos a 79 e 89, roupa
I para menino sobre casaca de panno pre-
ios e de cores a 149, 159 e I69, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 6&5C0 e
879, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
39500, dilos sobrecasacos a 5$ e 59500,
caigas de casemira pretas e de cores a 69,
65500 e 79, camisas para menino a 205
a duzia, camisas inglezas pregas largas
gy muito superior a|329 a duzia para acabar.
H Assim como temos urna officina de al -
X faiate onde mandamos executar todas as
J obras com brevidade.
xieiMieeifisiSfiM acresicdKeit*
Rap de Joo Paulo Cordeiro.
Vende-se rap de Joio Paulo Cordeiro, na ra
larga do Rosario, loja de miudezas n. 38, pas-
sando a botica a segunda loja. Na mesma loja
tem para vender linhas e carto de Pedro V, o
muitas mais miudezas em conta, e a vista dos
compradores se dir o prego de tudo.
- Vende-se um bom escravo e escrava para
qualquer servijo : na ra do Imperador n, 50,
9
terceiro andar.
Paletos.
Para bailes.
vende-se na loja do
Botinas de selim braoco
vapor, no ra Nova o. 7.
Vende-se a casa terrea da ra do Jardim n.
6, livre e desembaragada : a tratar com os her-
deiros, no poleo do Paraizo n. 10.
CALCADO.
45 Ra Direita 43
i. .,.... c: ass,m como oulros bonc,s de Plha epsn-
1 or sem duvida que o Sr.ex-mmislro da fazenda i fit,. le., ele, e mui bonitos a 2J500 3a o
| eslava despenado cornos delicados ps das nossas ** melhor possivel: na ra do Queimado a
I amaveis patricias! Prova-o bastante o augmento !,6' loJa d'aguia branca:
Vendem-se paletos de panno preto fino, muito
bem fetos a 2-2 rs.; ditos de brim branco de
linho a 59 rs.; ditos de setioeta escuros a 335CC.
muito barato, aproveitem : na ra do Queim*-
do n. 22. loja da Boa f.
Para marcar ropa.
A loja d'aguia branca receben a apreciavel tin-
ta para marcar roupa, a qual por sua bondade se
torna necessaria a todas as familias, porque com
ella se previne a perda das pegas, e muito me-
lhor e mais comniodo que a marca com linha As
caixinhas trazem 2 frasquinhos, e dellas se v o
modo fcil e seguro de que se servir a pessoa
para marcar ; cusa cada caixinha o diminuto
prego de 1600: na ra do Queimado, loia da
aguia branca n. 16. .
Bonets de gorguro avel-
ludado.
Vendem-se mui bonitos bonets inglezes de gor-
guro e velludo, mesclados e de mui bonitcs pa-
droes a 1$500. Esses bonets por suas boas qua-
lidades e muita duragio lornam-se mui proprios
para os meninos do escola, e mesmo para pas-
seio :---------------- ....:
de 160 |0 nos direitos que pagam
gmento
as botinas do
que apenas ti-
Fraojas de seda com vidrilhos
e sem elles.
Na loja d'aguia branca se enconlra um bello e
variado sortimento de franjas de seda de differen-
les larguras e cores, ihelusive a preta, tanto com
mundo. Ma" leve Z! ?f Cm T elIe3' e d" lar8us de um
s.gao firc e enStc no Sfa^ZV S'1.0'/M pre?,S de ^ rs' a
cimento da ra Direita n J^ f Ja ; i comprador todo nego-
..........."_.""-" ilr I C1 se far para apurar dinheiro: na ra doQuei-
senhora em relago s de hmem
veram o de 25 |01 S.Exc.desejava q*ue ellas tr'o-
cassem urna bem feita botina joly.poialgum chi-
ndo mal amanhado, encoslurado de popa proa,
afim de obstar a que ostenlassem com garbo o mi-
moso p da bella pernambucana, que nao tem ri-
val as cinco partes do mundo. "
de encontrar urna oppo
proprietario do estabeleci
43, que nao quiz vender as suas bolinas a 79000 7 i7 A lra :
como S Exc. prelendeu, e sim pelos pregse- # V'* J i8"" "IU-\
gu mtes :
Borzeguins para senhora.
Joly (com brilhantina).
Dito (com laco e fiyella). .
Austraco (sem laco). ,
Joly (gaspa baixa).....
Para menina.
De 23 a 30.......
De 18 a 22......!
Para homem.
Nante (2 bateras). .
Francezes (diversos autores, .
Inglezes de bezerro, inteiricos
Ditos (cano de pellica). .
Ditos vaqueta da Russia .
Ditos oernambucanos .
Sapates para homem.
6,$000
5^500
50000
40500
40000
30500
100000
90000
90000
80 00
80500
60000
centf.
Vendem-se ceblas a 1$280. toucioho novo a
320, alpista e paingo a 200 ra. a libra : na ra
das Cruzas n. 24, eaquina da traveasa do Oavidor.
Deposito da fabrica do
Monteiro.
Rwd de apollo n. 6.
Vende-se aaaucar refinado desda 3#a00.396OO,
49 e 4$480 por cada arroba, e por 59120 e 69400
flo crystalisado.
! Na taooaria da ra da Moeda coatronte ao
trapicha do Cunha, vende-se cara de carnauba e
saceos de arinha de mandioca, por prego muito
barato.

2 bateras (Nantes)..... 50600
1 batera )Suzer).....50200
Soladebater (Suzer). 50000
Meos borzegas (lustre). 60000
Sapatues (com elstico). 50000
Ditos para menino 50500 e 40000
Muito calgado bem feito no paiz por precos ba-
ralissimos : assim como couro de lustre, marro-
qoins, bezerro francez, courinhos, vaquetas pre-
Earadas, sola, fio etc. em abundancia e muito
arato. v
Queijos do vapor.
Vendem-se queijos viadoa no ultimo vapor a
1*900 e 19600, s serve para comer j- por nao
poder aturar muito lempo de frescos que sao na
travessa do paleo do Paraizo n. 16-18, casa pin-
tada de amarello.
Queijos muito frescaes a
1J700.
Vendem-se queijos muito frescaes
1 ultimo vapor francez a 1|70Q ; na .
Cruzas b. Si,' esquina 4a travs do Ouridor.
Enfeites de vidrilho a 2#.
A loja d'aguia branca est vendendo mui boni-
tos enfeites de vidrilho pelo diminuto prego de
29 : em dita loja, ra do Queimado n. 16.
Linas de Jouvin.
Vendem-se as mclhores e mais frescas luvas
de pellica de Jouvin que se podem desejar, por
lerem sido recebidas pelo vapor francez, sendo
brancas, pretas e de cores, tanto para homem
como para senhora : na ra do Queimado n. 22,
loja da boa f.
Bonitas figuras
de porcellana dourada a mil
ris.
A loja d'aguia branca est vendendo mui bo-
nitas figuras de porcellana dourada, de um pal-
mo de altura, proprias para enfeites de mesa,
ornato de gabinete, etc.. etc.,.a I9OOO cada urna.
Na verdade admira lal obra por to diminuta
quantia. e para se conhecer da barateza diri-
gir-se a ra do Queimado, loja d'aguia branca p.
16, que vendo comprar.
Manguitos egoila.
Vendem-se guarnigdes de cambraia muito fina
e muito bem bordadas, pelo baralissimo prego de
59 cada ama: na ra do Queimado d. 22, loja
da boa f. *
Vendem-se noventa apolices da
companhia do Beberibe : na ra Nova
u- 14, prmiro andar.
Pianos
/a>
Saunders Brothers & C. tem para vender em
V armazem, napraga do Corpo Santn. 11,
Sfirni piaios do ultimo gosto recentinenta
nos multo frescaes chegados' ihegado gfti bem conhacido e acreditados fi-
no ultimo vapor francez a 1|700 ; na ra das Bttantes-T Broadwood A SoniT^Londre. a
muito propriopara este clima


I1
()
ma nfMmmDco-^-.cfcfflTA fihu.ii m mvjo di imi.
^V
As melhores machinas de co-
zerdosmais afamados au-
tores de New-York, Singer
&C, Whecler A Wilsou e
Geo. B. Sloat & C.
Estas Bi-
chnas uue
s5o as melho-
res e mais
4 u r a i ouras
' mostram-se a
qualquer hora
e ensina-se a
ttabalhar as
casas dos com-
pradores ga-
rantindo-se a
sua boa quali-
dade e dura-
cio : no depo-
sito de ma-
-ui chinas de
liyraundo Garlos Leite & Irmo, ra da Impe-
ralriz n. 12, adUgamenle aterro da Boa-Vista
Para a quaresma.
Ricos cortes de vestidos de grosdenaple preto
bordados a velludo com algumas pintas de mofo,
Jue mal se cochee?, os quaps se tem veodido por
0>, eque se vendem por 80;).
Ditos ditos sem ser bordados a velludo, fazen-
da muito boa e encorpada por 559 c 603
Mantas pretas de linho bordadas a 89.
Visitas pretas muito bem enfeitadas a 12$.
Ditis de seda de cores muito lindas a 20$.
Grosdenaple preto superior de 2200 e 2, e
muito largo a 29800.
Sarja preta hespanhola boa a 2$.
Velludo preto liso muito bom a 43. 59 e 6J.
Cortes de casemira preta bordada para collete
59090.
Ditos de velludo preto bordado para collete
a IO9OOO.
Caigas de casemira preta fina a 10 e 129.
Casacas esobrecasacas pretas bem feitas a 30o.
Gorgurao preto e bordado de cor delicada, o
covado 49.
Colletes da casomira pretos bordados a 89.
Paletots de panno preto a 129 e 18$.
Ditos de alpaca preta a 39, 4, 5 e 63, e muito
fino a 89000.
Saias balao a 4-;.
Chales de merino bordados, grandes a 59, 69
e 7j000.
Ditos de seda pretos grandes a 149.
Vestidos de seda de cor bordados de duas saias,
fazenda muito boa com algum mofo a 40 e 60.
Ditos oe phantasia en carlo a 159.
Calcas de casemira de cor a 69,8, 9 e 109.
Saceos de tapete de diversos tamanhos para
viaeem a 59.
Malas desoa para viagem de 12- a 18$.
Chapeos pretos francezes tinos a 8j
Ditos de castor branco sem pello muito bons a
I29OOO. E outras multas fazendas, que para li-
quidar, vendera-se barato : na loja de fazendas
da ra da Cadeia do Recite n. 50, do Cunha e
Silva.
Vendem-se
Na ra das Cruzes n. 38,
segundo andar,
Caigas de casemira.
Yendem-at calcas de casemira preta muito bem
feitas a 10, dita* do dita de cor aiaito superior a
99, estao-aoaealaetda s a* ni do Queimado n.
22, loja da boa f.
A 1^000.
Gravau pretaa deseiia : aa ruado Qaeima-
do n, 22. loa da boa f. H*wa*
r **
Remedia americanos
9
A_ UU DOCTOR
ajRad way fe C, de New-York?
8 Pilulas reguladoras. %
9 Estes remedios jaao aqoibem conhe-
w ctqos pelas admjraveiaeuraaque tem ob-
lido em toda a sorte de febres, molestias
J cnromcas, molestias de senhoras, de pe-
le etc., etc., conforme se v as instruc-
W coes que se acham traduzidas em por-
tuguez. (g.
_______
f Salsa parrilha legitima e
original do antigo
DR. JACOB TOUNSENDl
u melhor pnrificador do sangoe
a cora radicalmente
# Erisipela. Phtisicas.
9 Rheumatismo. Catarrho.
ej Chagas. DoencasdeQgado.
O Aiporcas. EfTeitosdoazougue.
g Impingeos. Molestias de pelle
m Vende-se no armazem de fazendas de
9 Raymundo Carlos Leile jlrmao, ra do
lmperatrizn 12
Deposito das manuf actaras ImpeTiaes doranea
*^!nRteJ|H^ ^ua da'Crespo n. 8, loia
OA DOCAKMO, o qual se vende por mseos de 2 beetterames a UOOQ a em norrio <*. J r r J
Pechincha que admira.
.*m ^'^"" CT* flXM e Ko* desenos
aS40rs, o covado do-se amostras com panhor.
LAMUUA UUUUlMU, o qual se vende por mseos de 2 heciagraraes a 1*000 e em poreao da
10 mascas paro cima com cesconto de. 2 por cento; no mesmo estabelecimenlo acha-se tambe
a verdadairo papal de linho para cigarros.
CEIVTRO C0MNERGI4L
15 RuadaCadeiadoRecife 1S
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E CIGARROS
DE
Atten^o.
N. 4r)~Rua do Amorim-N. 40.
Vendem-se saceos grandes com tres quartas de
fannha de mandioca a 29500.
metal a 19 cada um, ditos para cigarros a
?roprios para os fumantes de cigarros
ielogios
Suissos.
e cigarreiros que fabri-
a qua-
para cigarros e ca-
pot mu i barato preco os movis seguin-
tes : urna cama de casal, embutida ;
un porta-seiviior ; um colxao de mo-
las ; urna commoda : um espelho gran-
de ; utn armario com outro espelho ;
utn apparador ; urna mesa para doze
pessoas; um porta-licores ; servido de
porcelana para jantar ; um relogio de
mar more negro, representando Miguel
Angelo ; duas bellas gravuras (Apollo e ,
as musas, Moliere em casa de Xinon de |
i .11 dos), ero duas ricas molduras. Ten-
do seu dono da retirar se para o campo,
por i>so destaz-se destes objectos, man-
dados vil evpressa mente de Paris, aon-
de foram confeccionados com pereico
e apurado gosto.
Baratissimos palileiros da
pojrcelaDa dourada.
A loja da agnia branca est vendendo palitei-
ro de porcelana dourada de muito bonitas figu-
ras e moldes pelos baratissimos presos de I9,
1900 e lg500 cada um, por tao diminutas quan-
ti.is ninguem deiiar de comprar urna obra de
que precisa lodosos dias e se pela barate/.a al-
g-.i .11 duvi lar da bondado e perteigao delles
duisir-se ra do Queimado n. 16 loja d'aguia
branca, que se convencer da verdade e infalli-
vclmente comprar.
Manteiga iagleza
EmcasadeSchafl.eitlIn& C,ra da Cruz n.
38, vende-seum grande e variado sortimento
derelogios de algibeira horisontaes, patentes,
enronometros, meioschronometrosde ourolpra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
giosdos pnmeirosfabricantes da Suissa. que se
vanderao Dor precosrazoaveis
I 4. r C. Sh du Ml lsLalhara & C na ra
@ da Cadeia do Recite n.52, vende-se m
3 Vioho do Porto.
Dito Xerez engarrafado da muito supe- S
@ or qualidade.
@ Oleo de linhaca.
@ Alraiade.
9 Secante.
Azarco.
Encarnado veoerianoem p
S99SSS9 S9 9@99S
Veodo-se a taberna era Olinda no Varadou-
ro n. 17, muito afreguezada e com poucos fon-
dos, propna para principiante : quera a preten-
der, dirija-se a ra das Cruzes n. 42

4 dioheiro.
[Fazendas boas e baratas.!
t GUHfiEL A PERDIGiO.
\inda vendem grosdenaples preto mui-
, to largo e encorpado a 29, tao bar
que todos que tem visto nao deixaram
i comprar
Vestidns "bordados a velludo, FarrT
_ajuille, ditos de seda de duas saias.
lose Leopoldo Bourgard
nelro oor fSffflf'r l^\\6 Kmi 4e.P08Lu"le superiores charutos do Rio de J.
porca-f e arel m, ?"dHi[?br.'C4 dS SrS DomiD8os Alve. Machado & C. vendendo-aa em
sPuisVos e haSSg'o. d"l *em Sempr8 g"Dle ",rti-entl> d charutos m.nilha, h.van
Charros8 mssoaSS9* mMn- f"enda *a*rot e iu <> *end.. 43.
g hespanhoe,^?eesuXh^^
Bocaes para charutos com agarr,s da
a oau rs.
Papel para cigarros propriospara
cam os cigarros de papel de linho e seda.
lidade.09^0 ranc. verdadeiro em maco's de diversos tamanhos, garante-se
Tabaco fl^detarlebeke''" ^ *?" "^ Cachmbs'
chimbos, fazendo s l^e^e- -f0^ ^-rsos tamanhos,
Cigarros de manilha depapeI brdnco, pard0 a o
RamTG Pa P"a dgarros demani'ha-
Vo?^ ^ fr"Cez em m8ss de uma bra e ditos de meia libra fazenda superior
V a sos de louQa eb3rro par, tabaco e rap-
Cachfmbo08 G 8CaS de di7e"as qualidades para charutos'
deira barro a^c "^mrsneamJ>resotlimoi'lo espantoso de cachimbos de gesso, louca, ma-
Tnl, j n ? verdadeiros e sempre apreciaveis cachimbos de espuma.
labacodo Rio de Janoirn
r-Vendem-Se lo 1 "M^"u Picado para cachimbos e cigarros a800 rs. a libra.
Garant l0raS fazendas mais barato do que em outra qualquer parte.
do nta^d'^raao0 coK.tdor?.eaddOS lraand-3e r6Ceber DC,uindo os ch'l<) *
^S!Fe. a 'U _Se eocommendas, encaixolam-se e remeilem-se aos seus deslinos com bre-
mantea?6 Ca eXPSl tCm Um 7"iad<> S0rlim3nl de objectos proprios para os senhores fu-
barato d?w*i&\vl^iin^m'akl''moli7pe,qual8eplevender muilBais
Vender muito para veuier barato
Vender barato para vender muito.
Mantas pretas modernas com 4 palmos"
de largura por 89 val_14g.
Manteletes, taimas, vias de filrde"
gorgurao liso e bordados e mais modernos.
Chales de cachemira ponta redonda e
bolota, ditos de touquim brancos supe-
riores. r
Sedas ae quadriohos, grosdenaples de
todas a? cores e raoreantique.
Pentesde tartaruga modernos e dos
mais acreditadas fabrisantes de 109 a 30.
Saias balo lisa e com babados
arcos para senhora e meninas.
e de
em oarris de vinte e
dv Tasso Irmaos.
tantas libras : no armazem
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Sea, Joo Soum & C nicos possuidores des-
te xarope j bem coohecido peles seus bons ef-
felos, continuam a vende-lo pelo preco de 19
cada vidro, fazem uma differen;a no preco aos
collegas e a todas as pessoas que tomarom de 12
vidrospara cima.
Rap princeza gasse da Bahia
Em casa de Lopes Irmaos, no caes da alfande-
f,a n. 7, acha-se estabelecido um deposito dessa
fabrica, onde se vende em porcoes ou a retalho.
Farinha
a tres mi! rs. o sacco,
muito nova, reeenteraente chegada do Ass; na
ra do Caldeireiro o. 94.
Loja das seis portas em
frente da Livramenlo.
Roupa feita para acabar,
Paletots de panno preto a 229, fazenda fina,
caigas de casemira pretas o de cores, ditas de
brm e de ganga, ditas de brim branco, paletots
de bramante a 49, ditos de fustao de cores a 49,
itosde eslamenha a 4$, ditos de brim pardo a
39. ditos de alpaca preta saceos e sobrecasacos,
colletes de velludo pretos e de cores, ditos de
gorgurao de seda, gravatas de linho as mais mo-
dernas a 200 rs. cads uma, collariohos de linho
da uliima moda, todas estas fazendas se vende
barato para acabar; a loja estfi aberla das 6 ho-
ras da manha ateas 9 da noite.
borda-
Vestidos de cambraia brancos
dos, de barege e gaze de sedas.
Vestidos ae seda de cores, ditos de
blonde com manta, capella etc.
Camisas de linho para senhora, ditus
para meninos de todas as idades.
Cassas. organdys. diamantina,
clara e escuras, francezas e inglezas
chita
Franjas pretas manguitos, gollas de
traspasso, florea solas. Olas para sinto.
ROUPA FEITA.
Venle-se neste estabelecimenlo um
complHiosortimento de fazendas e roupa
fela por preco lo barato que parece
ncrivel : na ra da Cadeia loja n. 23
confronte ao becco largo de Gurgel &
Per.ligo, rtao-se amostras.
Velas.
Pechincha.
Vendem-se baloes de 30 arcos, pelo diminuto
pre;o de 49 : na ra da Cadeia n. 24.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C.
ra do Vigario n. 3 um bello sorltmento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambera
uma variedade de bonitos Irancelins para os
mesos.
AttencSo.
[E' barato que admira
Uma 6#000.
Mantas pretas de fil de seda, blonde
e dentelle : na ra do Crespo n, 8.
Manteletes de grosdenaple
t e Ql e da dentelle, pretos.
SEDULAS
de A#e 5^000.
Coatinua-se a trocar sedulas de uma s figura
por metade do descont que exige a thesouraria
aesta provincia, e as nota dao mala pracas do
imperio com o abate de 5 por cenio: no escrip-
lorio de Azevedo & Mendes, ra da Cruz
o. 1.
Pechincha!?!
Aletria. talharim e macarro a 400 rs. a libra:
vende o BraodoA na Lingoela n. 5.
Aos seahores de engenho
grande reducto.
Braga, Silva & C, achando-se em liquidaco,
e para fecharem contas, resolvern) fazer lima
grande reduego nos preces das moendas, e meias
moendasde todas as dimeoses existentes no seu
armazem na ra da Moeda (Forte do Mato).
03 compradores queiram dirigir-se ao escrip-
torio n. 44, ra do Trapiche.
Recife, 11 demarco de 1861.
Na cocheira do Sr. major Quln-
teiro estao para vender-se dous cabrio-
lets de 4 rodas, muito maneiros e em
bom estado.
Vidrilhos de todas as
cores.
Na loja da aguia de onro, ra do Cabug n. 1
B, vende-se vidrilho preto, azul e branco asse-
linado, que se vende por bsralissimo preeo de
,500 rs. a libra, s na aguia branca.
Estampas finas e interes-
santes.
A loja d'Agoia Branca recebeu mui finas, e gran-
des eslampas, de fumo e coloridas, representan-
do urnas a morle do justo rodeado de aojos, etc.,
e outras a morte do peccador cercado de demo-
nios, etc. Sao na verdade interessanles essas
estampas para quem as sabe apreciar, pelo que
se tornom duus quadros dignos de se possuir e
mesmo pela raridade delles aqu. Vendem-se
a 29000 cada estampa, na ra do Queimado n.
lo, loja d Aguia-Branca.
Barato que admira.
Vendo-se no armazem de Moreira & Ferreira
ra da Midre de Dos o. 4 :
Farinha de mandioca de superior qualidade a
39200.
Saceos com milho de 22 cuias muito novo a
3J4oO.
Farelo, saceos grandes, a 49500.
Gorama muito nova o de muito boa qualidade
a 395OO.
Cera de carnauba, arroba a 99.
Grosdenaples baratis-
simos.
Vendem-sejresenapas prtU apele barafai-
mopreco de 11600 e 29 o covado: na- ra do
Queimado n- 5, loja da boa fe.
Na ra das Cruzes n. 4, vendem-se velas de
eomposi^o, aflancando-se a qualidade, e mais
barato que em ontra qualquer parte, e na meama
tambera se vendem charutos muito bons para
Oris.
Vendem-ae urnas caldeiras de folha e uma
f orco de trmaa para faaer velas na ra do
Mondego n. 61.
_ Vendem-ae per preco com modo uma por-
eao de toneis de varios lamanhoa, muito proprios
naca depsitos de mel, ou para as deatilagfle!
eos eogeohos, assim como para deootitoa de
agoa m casas particolarea: para vT t"*w,
loja da ra do Queimado b. 41. *'
Casacas, calcas, colletes
pretos muito finas e baratas.
mzbwiyi&m m mm*____
Sarja esetimmaco preto
! grosdenaple e nobreza lavrada, pretas
i- mais barato db que em outra qualquer
I parle para liquidar : na ra do Crespo n.
, toja do sucessor de Antonio Francisco
1 Pereira.
ear
naba,
No largo ds Asaembla n. tS, armazem de An-
tunes Guimareg & C., ha conltnuamenta deate
genero parr Tender.
A loja d'aguia branca recebeu pelo vapor fran-
cez uma nova remessa das verdadeiraa luvas de
Jouvin, cuja superioridade j bem coobecida
porquantos as tem comprado, e ser mais por
aquelles que se dirigirem ra do Qaeimado,
loja d'aguia branca n. 16, asseverando que sio as
melhores e mais novas no mercado. Tem sorli-
menlode todas aa cores tanto para hornera como
para senhora.
Machinas de vapor.
Rodaad'agua.
Moendas decanna.
9 Taixas.
9 Radas dentadas.
9 Bronzes e aguilhdes.
9 Alambiques de ferro. S
9 Crivos, padroes etc., ele: 2
0 Na fundifio de ferro de D. W. Bowman
% ruado Brum passando o chafariz. m
I
Vende-se um terreno com 30, 40 oa 50 pe-
mos de frente, conforme melhor convier ao com-
prador, lado aterrado, situado na ra do Brum,
junto a fuudieao inglea, com mais de 300 pal-
mos de fundo, e promplo para se edificarem re-
flnacies, padanaa, ou outros quaesqueresio>le-
oimeatos por ter excellente porto para embarque
e desembarque de gneros,: aa ra da Madre de
Dos, armazem n. 20,
Queijo suissa
?indo pelo vapoi rancex a 600 ri. a li-
bra : vende-se na ra da Cruz n. 17.
Vendem-se por prego comraodo caixas com
vidros para vidraca a chumba em barra a tra-
tar na ra do Queimado o. 41.
IELOGIOS.
Yeade-sa em casa de Saundras Brotlm 4 C.
praca do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
bneauta Hotkeil, por presos commodos e um-
a e cadeias para os mesraos
,500 rs. a libra, s na aguiabranca. -, _* _._ ^ ^______
Asverdadeiras lu- GRANDE SORTIMENTO
vasde,0UiB Roupa feita,
Na loja e armazem de Joa-
quim Rodrigues Tara-
res de Mello.
Hua do Queimado n.S9
Loja de quatro portas
Sobrecasacas de panno fino obra muito bem fei-
ta, de 355 a 40cada urna.
Paletots de panno fino preke, de 25 a 30.
Golletes de velludo preto bordado, a 1-2 oda
um.
Ditos de gorgurao preto a 7 idem.
Dtos do setim macao a 6$ idem.
Ditos de casemira preta a 5idem.
Calcas de casemira preta fina de 14.a 14.
Paletots de eslamenha a 5.
Ditos de alpaca preta, saceos de 4 a 5.
Ditos de dita sobrecaseos de 8 a 9.
Ditos de bambolin preta superior fazenda a 12
Ditos de meia casemira a 10.
Ditos de casemira muilo fina a 145.
Um completo sortimento de paletots de fasta o e
brim, a calcas e coletea, que todo ae vende or
preco em coala.
xcellente gosto,
*.
eobertos e descobertosr pequeas e grandes, da
ouro palete inglez, para hornera a senhora da
osa dos mdhen labricaates da Liverpool, Tin-
dos pelo ultimo'paquete iaglet : em casa de
Soathall Mellor & C.
Labyrinthos.
Ka ra da CadVia'do Becife n.1primeiro an-
dar, veadea-sa lencos Ualhude labyiinthoa.
Superiores fitas de velludo
e de seda.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
acabara de receber de sua proprla encommend
pelo vapor francez, filas de velludo de tedas as
Jarguras pretas e de cores, sendo Usas, aberlas e
lavradas, de lindos padroes, que se vende por
preco muilo em conta, assim como Otas de cha-
malote de todas as core proprias para cintos,
cintos com fivela preta proprios para luto, luvas
oe lorcal com vidrilho muito novas a 1J200 o
par, ditas-sera vidrilho a 800 rs., ditas do seda
entenadas com bico e vidrilho a 2fl ; iato s6 se
vende na aguia de ouro.
Vende se em c*sa de I. Mendibou-
re & C. ra do Trapiche, seis quartolas
com excellente vinho de Bordeaux che-
gado a poucos dias pelo yapor francez
Navarre.
Vende-se um avallo rugo, grande, e bom
andador: na ra largado Rosario, padaria n. 16.
Amendoas confeitadas.
. AJ<& fc. "e Uno de goiaba a l,queiios
a 1SC00. vinho do Porto engarrafado a 800 rs
manteiga ingleza a 960 e 800 rs., talharim e ma-
carro a 400 rs., aletria a 560 ; no largo do Pa-
raizo, taberna da estrella n. 14.
mwzm mmma oh mmv&zMa
Potassa. *
Vende-se a 2*0 rs. a libra, a 1|
superior e al va potassa doacredi- fg
tado fabricante Joao Casa-nova S
cuja qualidade ereconhecido ef-
eito igual ou superior a de
Hamburgo, feralmente conheci-
da como da Russia : no deposito,
ruada Cadeia n. 47, esenptorio
. de Leal Reis. a
Farelo e milho
Saceos muito grandes e de muiio boa qualida-
de ; no largo da Assombla n. 15, armazem de
Anlunes Guimaraes & C.
Atlencao.
_ Em S. Jos do Manguinho vende-se um grande
sitio com bastantes e bons arvoredos de fructo,
grande baiza para capim. casa pay grande fami-
lia, cocheira, estribara, casa para pretos, cezl-
nha com boa agua, bomba e tanque para banho.
quem o pretender, dirija-se a ra da Cruz n. 51,
ou a ra da Praia, serrara n. 59.
Vendem-se,
Diversas casas terreas as freguezias
de Santo Antonio, S. Jos e Boa-Vista,
assim como um sobrado de tres andares
em uma das principaes ras da fregue-
zia de Santo Antonio : na praca da In-
dependencia loja n. 22, se dir' com
quem se deve tratar.
Attencao.
Na ra do Trapiche n 46, em casa de Bostron
Rooker & C, existe um bom sortimento de li-
nhas de cores e brancas em caneteis- do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendem por
preces mui razoaveis.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e de-cores fiza;
a doze vintenso covado, mais barato do qn
chita, approveitem em qaanto nao se acabam
oa ra do Queimado n. 22, na bem conhecida lo-
ja da Boa F.
A loja da ba-f
na roa do- Queimado m. %%
est muito sortida,
e \ende muito barato :
Brim branco de puro linho trancado a IgOOO e
1400 rs. a vara ; dito pardo muito superior a
pUO a rara; gangas francezas muit finas de
padroea escuros a 500 rs.; riscadinhoa da linho
proprios para obras de meninos a 20O rs, o co-
vado: cortes de caiga de meia casimira a 1J600 ;
ditos de brim de linho de cores a 2 ra>;. breta-
nha de linho muito fina a 20, 22 e a 24 rs.
pe^a com 30 jardas; atoalhado d'algodao muito
superior a 140Q rs. a vara; bramante de linho
com 2 varas de largara a 2400 a vara ; lencos
de cambraia brancos para algibeira a 2400 a
duzia; ditos maiores a 3}; ditos de cambraia
de lioho a 6. 7 e 8J rs. a duzia ; ditos borda-
dos maito finos a 8 rs. cada um ; dito de cam-
braia de algoddo com breo largo de linho em
volta a 1280; ditos com renda, bico e labyrin-
lo a 29000; e alm disto, outras muitas fazen-
das que se vendem muito barato a dinheiro a
vista: na ra do Queimado n.22, loja da Boa \
Cheguem ao barato
O Praguija e&li queimando, am sua loja aa
raa do Queimado n. %.
Pecss d bretanha de rolo com 10 varas a
28, casemira escura infestada propria para cal-
a, colleta epalitots a 960rs. o covado. cam-
braia organdy de muito bom gosto a 480, rs.
> Tara, dita liza transparente muito fias a3$,
4, 59, e68 a pega, dita tapada, com 10 varas
a 59 a 69 a peta,chitas largas de modataaa e
escolhidos padrees a 240, 26Oe280 rs. a cova-
do, riqaissimos chales de merino estanpado a
7 a 89, ditos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 9 eada um, ditos com
uma s palma, muito finos a 8*500, ditoslisos
com franjas de seda a 59, lencos de cassas com
barra a 100, 120 a 160 cada um, meias muito
naas para senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidade a 3 a 39500 a duzia, chitas fran-
cezas de ricos descaaos, para eobecu a 286 rs.
o covado, chitas escuras inglesas a 5900 a
peca,a a 160 rs. o covado, brim branco de puro
linho a 19, 19200 e tf 800 a vara, dSto preto
muito encorpada a 19500 a vara, krimantia
azul a 400 rs. o cavado, alpacas da difarantes
Ore a 380 rs. o covado, easamiras pretas
nasa 2500, 39 e 39500 o covado, cambraia
preta a da salpioos a 500 rs. a van, a outras
saitu fazendas qua sa far patente ao compra-
dor, da todas se dara amostras coa panhor.
Fil preto.
Vende-se fil de linho preto liso pelo barata-
simo preco de 800 rs. a vara: aa ra do Quei-
mado n. 22, laja a bea f. v
81
DI
Chapeos na roa larga do
Rosario a. 32.
Finisiimes chapeos de castor branco a 121.
Ditas de dito rapadas a 12.
Ditos pretas com pallo a 10.
Diloa altos rapadlas a S.
Ditos da masca fino a 7.
Diloa de dita a 8.
Bitoa de fellro o mais flno neste genero a 4
Dltoa de palha a 28500. 6 "'
Ra do Crespo,
vara,sedu)haa de quadros finas a 800 rs ca!
vequesde cambraia e fil, a B. pesnaaioraTSo
cambraia bordados a 5. goUinba fcrfaB .
640, ditas com puntas a 2J0O', manguitos bora-
dos de cambraia e fil a 2. damasco de la. ca
9 parmos de largara a I96OO, bramante de linho
com 5 palmo de largura a 900 rs. a vara, luvas
E1I. 0/' 10 rs- par> C8p, fw** en-
u I 5** pe5as de madapolao fino a 49 laa-
ainha de quadros para vestidos a 320, camisusde
cambraia bordados a 2. sobrecasacas de pauto
?r. on2Je?5S'Palflol*d<: Pnnoe casemira tfe
I?;**?' dlt08 de alpaca de 35O0 a 8, ditos de
brim de coreae brancos de 3500 a 5, calcas a
casemira pretas e de cores para todo? ps preco?
ditos de brim decores e brancos de 2 a 5 cav
misaa brancas e de cores para todos os preces
colletes de casemira de cores finos a Bj; assim
corno outraTmuilasfaxendas por menea do seu
valor uara fechar contas,
Fazendas pretas para a -
quaresma
TXa ra Ao Queimado n. 39
Loja de quatro portas
DE
Joaquim Rodrigues Tavares
de Mello.
Corte de veslidos de seda pretos bordados a
velludo muilo superiores 20#, ditos bordado
a retroz e vidrilho a8. ditos bordados a sedas
fazenda muito superior a 70, manteletes de fil
de lindos gostos a 2fg, ditos de grosdenaple pre-
to ricamente enfeitados a 20, 25, 30 e a 851
cada um, ricas mantas de blonde hespanholas a
20, dilas de fil bordadas a seda a ii e a 15
cada uma^grosdenaple preto de superior qualida-
de de 1800 at 3S20O o covado. luvas pretas en-
feitadas e de superior fazenda 23200 cada uma. e
outras multas mais fazendas proprias para a qu-
Vende-se um carro da alfandega e uma
carroga nova, tres bois mansos de puxar carro a
carrosa, multo em conta ; 00 aterro da Boa-Vis-
ta n. 19, hoje ra da Imperatriz.
Cintos
para senhora e menina : na ra do Crespo n 8
toja de Leandro Lopes Dias.
VENDE-SE
Um escravo e uma escrava,
de todo o servico : na ra do
Sebn 20.
Enfeiles de cabeca
muito barato para chegar
a lodos
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n J
vende-se enfeites pretos de vidrilho pelo baralis-
simo preco de 2, ditos de velludo de escama a
4, ditos de tranca a 3, assim como luvas-pretas
de lorcal com vidrilho, ditas de seda preta e de
eores. assim como pubeiras de contnhas, ditas
de missanga de cores, e gollinhas muito lindas
de vidrilho *tudo se vende por barattssimo pre-
co para acabar r
Pechincha para a -
quaresma.
Manteletes de grosdenaple e da fil de aeda
J??M d!lores' pel b'simo pre5o de 5,
>i ujj e 12: na ra do Queimado n. 44.
Vende-se na cidade do Aiacaty uma casa
terrea com sotao, bom quintal e cacimba, na prin-
cipal ra de commercio, propria para quem nui-
zer a estabelecer-se, por ter nao s commodos
precisos para residencia, como tarebem loja arma-
zem, etc. : a tratar na mesma cidade com os Sr
Gurgel Irmaos, que estao autorisados para esse
Om, ou nesta praca na ra do Cabug, leja n. 11
Superiores manteletes.
Vendem-se superiores mantelete pretos rica-
mente bordados, pelo baratissimo preco de 35 -
na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Ruada Senzala Nova n.42
Vende-se em casada S. P. Joanston &C,
sellinse silhes ngleze, candeeiros e casticaes
bronzeados, lonas nglezes, fio de vea, chicote *
para carros, emomaria, arreios para carro da
um a doua cvales relogios da ouro patente
inglez.
Caes do Hamos armazem
n 24.
Vendem-se taboas de amarello, louro e pinho
por preco razoaveis.
Loja das 6 portas
EM
Em frente do Livramente
Lavas de toreal a 884) rs, o par.
Chitas escuras frauceza, tintas segura, a 220
.rs. o covado, ditos eslreiloscem muito boaa pan-
oa 160 rs. o covado, cassas de eores segaras a
aw rs. o covado, pecas de bietaoha de rol a 2f
brimzinho de quadrinhos a 160 a covado muse-
lioa encarnada fiba a 39 o covado, ta>d*o de
duas larguras a 640 a vara, lenco de caasa pi.
lados a 120 rs. cada um, seda preta de raaegesa
a 800 rs. o.covsdo. filo de lioho preto coa sal-
pico a 1JS400 a vara, luvas de toreal muito una a
00 re. o par : a loja est aberU das & huras da
manhaa i 9 da noite.
Casa terrea.
Vende-se au casa terrea feita a moderna.com
4 qurtos,gabiBete,qointal,cacimba ecorinha fora.
em chao propnos, com 30 palmo de frente
*m larwwio jumo a mesma eom 9 aalaDoa. do
frente etffidafuode : a tratar na ruaVottoguei-
Arcos para saias a balo.
No armazem de fajendas da Joo Josa de Gon-
vea, ra do Queimado n. 9, vende- a 10 rs.
a vara.
Vende-se Masa, Droit Commercial 6 rol
em oitavo : na pra; de Pedro II n> j V l.
da Cxuz do Racife n. W, Uvraria. '
TT
VT -v
.
j


1
rumQx*wm%M^Ktmu
m
ROJPA______
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RUADO QUEMADOR
Defronte do beeco da Con^regaco letreiro verde.
Nesle estabelecimento ha sempre um sortiraento completo de roupa feita de todas as
qualidades, e tambem se manda aiecutar por medida, vontade dos freauezes para o
ue temum dos melbores professoree.
UC I^kU u ui WW9 tMwauwawo |>ivivodVIVDi
asacas de panno preto, 40, 35 e SO3OOO
Sobrecasac de dito, 85 e 3000
Palitots de dito e decore*, 35}, 30,
25$00O e 20*000
Dito de casimira de cores, 129000,
15, 129 e 99000
Ditos de alpaka preta eolia de vel-
ludo, 11000
Ditos de merio-sitim pretos e de
cores, 9g000 89000
Ditos de alpak* de cores, 59 e 3500
Ditos de dita preta, 99, 79. 59 e 35500
Ditos de brim de cores, 5a, 4*500,
4$000e 39500
Dites de bramaste de linho branco,
6$00. 59000 e 4g000
Ditos de merino de cordao preto,
159OOO e 89OOO
Calsss de casimira preta e de cores,
129.109, 99 e 6$O00
Ditas de priuceza e meriB de cor-
dio pretos, 59 e 4*500
Ditas de brira branco e de cores,
5$008, 4;500 e 2*500
Ditas do ganga de cores 3S000
Golletes de velludo preto e de co-
res, lisos o bordados, la, 9$ e 8*000
Dils de casemira preta e de corra,
lisos e bordados, 6*. 5*500, 5*e 3*500
5*000
5*00
39000
3*000
29300
1$280
2*300
39000
1*800
1*000
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco, 6* e
Ditos da guraurao de aeda pretos e
de cores, 7$000, 69OOO e
Ditos de brim e fustio branco,
39500 e
Seroulas de brim de linho
Ditas de algodao, 1(600 e
Camisas de peilo de fuslo branco
e de cores, 29500 e
Ditas de peito de linho 6$ e
Ditas de madapolao branco a de
cores, 39, 2>500, 29 e
Camisas de metas
Chapeos pretos de massa, fraocezes,
formas da ultima moda 10g,8c500e 7S00O
Ditos de ellro, 6*. 5$, 49 e 2*000
Di los de sol de seda, ingiezes e
franoezes, 14*. 12$, 11$ e 7*000
Collariohos de linho muito Anos,
noves feilios, da ultima moda *800
Ditos de algodao $500
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes, 100*. 90*. 80* e 70*000
Ditos de prata galvanisados, pa-
tente hosontaes, 40$ 309000
Obras de ouro, adereces e meios
aderecos, pulseiras, rozetas e
anneis g
Toalhas de linho, dnzia 12*000 e 10*000
flWBStW.
Vende-se elgodio monstro com duaslarauras,
muto projriopara toalhas e lences por dispen-
to projrio para toalhas e lences p
' toda e qnalquer costura, pelo baratissimo
SC 600 re. a vara
, u loja di boa f.
na ra do Queimado n.
\GlLttClA
DA
jaetie gete eieMSfiKcieeKMsi
0 B4ST0S
EAU MINERAL
NATRALLEDE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n.22
* M .^^^^K^^^O^^W^'^-^'
Calcado barato na roa larga do Rosario n. 32.
O dono deste estabelecimento tendo em vista acabar
com todo o calcado at o Jim de marco, expe ao publico pelo
preco abaixo:
Para homens, senhoras e meninos.
Porzeguine de bezerro de Helio a lOjOOO
Ditos de Naates sola patente 9*000
Ditos de dito sola fina 800O
Ditos dito de dito 7$0O0
Ditos franoezes de lustre de 6*. 7* a 8*000
Ditos todos de duraque 6500
Ditos de couro de porco a 5$000
Sapatos de lustre a 3J at 5*000
Ditos de bezerro a 3*500 at 5&000
Ditos de dito de 2 solas 4*000
Ditos de 1 sola com salto 3$000
______ Ditos de 1 sola sem salto 29500
Borzeguios de setim branco
Ditos de duraque dito
Ditos pretos
Ditos de cores
Ditos de cores panno de duraque
Ditos dito de dito
^. |a^
6*000
5500
5*000
4*000
4*000
Ditos de cores para menina 3*000
Ditos de dito todos de duraqua isonn
Dttos de dito dito H 1*500
Sapatos de tranc^ pr mAninrisde 10 a i%-XV\
Ditos de lustre para senhora jJSq
Ditosjlejmjsajxancezes para homem lQQQ
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que outt'ora liuha loja na ra do Quei-
mado a. 46, que gyrava sob a firma de
Ges A Bastos participa aos seos nume-
rosos freguezes que dissolveu a sociedade
que tinha com o mesmo Ges tendo sido
substituida por um seu mano do mesmo
nome, por isso ficou gyrando a mesma
firma de Ges & Bastos, assim comoapro-
veita a occasio para annunciar abertura
do seu grande armazem na ra Nova jun-
to CencetQo dos MiLitares n. 47, que
passa a gyrar sob a firma
DE
Bastos (L Reg
com um grande numeroso sorlimento de
roupasfeitas e fazendas de apurado ges-
to, por precos multo modificados como
de seu costnme, assim como sejam : ri-
cos aobrecasacos de superior panno fino
preta e de cor a 25$, 28g e 30*. casacaa
do mesmo panno a 309 e a 35*. paletots
sobrecasacados do mesmo panno a 189,
209 e a 225, ditos saceos do panno preto a
12* e a 14, ditos de casemira do cor
muito fina modelo ioglez a 9$, 10*. 139
el49, dites de estamenha fazenda de
apurado gosto a 59 e 6J, ditos de lpica
preta e de cor a 49. sobrecasacos de me-
rino de cordao a 89, ditos muito superior
a 129, dites saceos a 59, ditos de esguiao
pardo fino a 4#, 49500 e 5$, dMos de fus-
ta* de cor a 3*. 3*500 e 4*. ditos tran-
cos a 4*500 e 5*500, ditos de brim pardo
Bno sacco a 2J800, caigas de brim de cor
Cuas a 3*. 3*500,4*e 4J50O. ditas de di-
to branco finas a 5$ e 6*500, ditas de
princeza proprias para luto a 4$, ditas de
merino de cordao preto fino a 5* e 69,
ditas de casemira de cor e preta a 89, 99
e 109, colleles de casemira de cor o pre-
ta a 4$500 e 59, ditos do seda branca pan
casamento a 59, ditos de brim branco a
39 e 49, ditos de cor a 39,colletes de me-
rm para luto a 4J e 4*500, ricos rob-
chambres de chita para homem a 109,pa-
letols de panno uno para menino a 12S e
14*,casacas do mesmo panno a 15J,calcas
de brim e de casemira para meninos, pa-
1 letotsde alpaca ede brim para osmesmos
sapatos de tranca para homem o senho-'
lo a 'L,6 l>500' ceroulas de bramante 1
18* e 209 a duzia, camisaa francezas 11-
?2i .er,core braDCs de bovos modelos a
175.18*, 20*. 245, 28 e 30* a duria!
ditas de peitos ae linhoa30*a duzia di-
tas para menino a 1J800 cada urna, ricas
gravatas brancas para casamento a 1*800
e29 cada urna, ricos uniformes de case-
mira do cor de muito apurado gosto tanto
no modello como na qualidade pelo di- 11
minuto preco de 355, e s com avista se 1
pode reconhecer que barato, ricas capas fl
ae casemira para senhora a 188 e 20a o
e muitas outras fazendas de excellente fl
gosto que se deixam de mencionar aue
5 Pr sej grande quantidade se torna en- 1
5 ladonho, assim como se recebe teda e S
|f qualquer encommenda de ronpas feitas
fpara o que ha um grande numero de fa- 8
zendas escolladas e urna grande officin* X
de ajfaiale que pela sua promptidao e per- Z
fecao nada deixa a deseiar. II
9MM9-filMK filMKMeSKMOMsi
Cassas de cores.
Anda se vendem cassas de cores fixas, nadres
muito bonitos, pelo baratissimo preco de 340rT
ocovado, e mais barato que cbiiV. na na "
Que.rn.do n. 22, na bem conhecida lo?a da
Gomma doAracaty.
rreHndr"f .'"ente gomma do Aracaty; na
rea da Csdea do Recite, primeira andar, n. 28.
resu esubelecimento contine haveruv
eompleto sornjento de moendis emeias moen-
das para en^enho, machinas de vapor e tajxas
te ferro batido e coado, de todos os tamanhos
para dito?
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no sen depo-
sito da ra daMoeda d. 3 A, nm grande sor-
menlo de tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwia Mawa tra-
tar no metmo deposito ou na na do Trapiche
n. *. r
S no largo da Al-
fandegan. 18.
Parioha superior a 3*520.
Feijo branco e mulatinbo;
Macarrao, talharim e letria,
S barato a 5* e 8*000 rs.
Franjas.
Na loja d'agua de ourp,
ra do Cabug n. 1 B.
Vendem-se franjas proua com vidrilao ou sem
elle, de lindos padrees, que se vende muito bara-
to, ditas de cores de todas as larguras e por todos
os precos, ditas de rrnho tanto de cores como
brancas, dita oom boleta c sem ella para corti-
nados ou para toalhas,, e para panno da Costa,
ludo fsto por p.rero.a que admiram, e s se vende
na loja d agoia de ouro na ra do Cabug n. 1 B.
Pennas d'aco.
A loja d"Aguia-Branca recebeu um grande sorti-
mento de pennas d'aco de differeetes qualidades
as quaesest vendendo de 506 a 1#000 rs. gro-
sa. E o mais barato possivel: na ra doQuei-
mado loja d'A'gufa-Branca, n. 16.
Cheguem alojada Boa f
Chitas francezas muito finas de cores fixas
zoOrs. ocovado; cambraiasfrancezas muito fia
53?aa 64<>rL;r!.ftfB: idem' muit0 flna*
4*500 e a 6$00fi A peje com 81 iS veras : di-
muilo superior a 85O0O a pejacom 10 varas":
diU fina com salpicos a 4*800 a peja com 8 12
varas; fil de linho liso muito fino a 800 rs. a
vara; tarlatana branca e de cores a 800 rs. a va.
raje outras muitas fazendas que, sendo a di-
nheTo, vendem-se muito baratas: na ruado
Quemado n. 29. na loja da Boa f.
Lencos para rape.
PolassadaRussiaecalde
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da ra
jWi o Becife n. 12, ha para vender a ver-
oedere potasea de Russia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; tedo or prejos mais baratos do que em
outra qualquer parte.
Vende-se ou permut-se por escravos acoa-
tumados a agricultura um grande sitio com por-
eio de coqueiral, olaria, diversas arvores de
fructo viveirai de peixe, pastagem para vaccas
de leite, bsixa para capim, bom porto para em-
betune em qualquer mar, distante desta cidade
urna legoa ; a fallar com Manoel Firmino Fer-
reira, na ra da Concordia, ou com Balbino Luiz
r ranga, no Giqui.
SYSTE HA MEBICO Ufe HOUOWAY.
PILLAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, compostointeira,
mente de hervas medicinaes, n8o conten mercu-
rio nem argoma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenrainfancia, e a eompleiomai
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal ne compleis mais robusta ;
e enteiramente innocente em suas operacSese ef-
fettos ; pois busca a remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais amigas e tenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muilae que j estavamas'portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrara saude e forjas, depois dehaver tenta-
do multimente todos os outrosremedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se a des-
esperado ; facam um competente ecsaic dose
efiBcazes effeitos desta assombrosa medicina,
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao sej perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
Vendem-se lencos muito finos proprioa para os
tabaquistas por serem de cores escuras e fixas a
SJHJOO a dnzia: na ru do Queimado n. 22, na
loja da Boa f. '
Sorlimento de chapeos
/fu do Queimado n. 39
Loja de quatro portas.
Chapeos pretos francezes de superior qualida-
de a 7*.
Ditos dos mais modernos que ha no mercado
a yg.
Ditos de castor pfttos e brancos a 16*.
Chapeos lisos para senhora a 25J;
Ditos de velludo cor azul a 18*.
Ditos de seda para meninas ricamente enfeita-
dos a 8ft.
Ditos ditos para menino a 5*.
Lindos gorros para meninos a 3g,
Bonets de velludo a 5*.
Ditos de palha muito bem enfeilados a 4.
Chapeos de sol franceres de seda a 7a.
Ditos mglezes de 10*. 12 e 13* para um.
Vende-se ume veranda de ferro com 30
E5&Z**"*''a tra,ar na rua d0
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampo I as.
Areias (mal de).
Astbma.
Clicas.
ConvulsSes.
Debilidadeou extenua-
ro.
Debilidade ou falla de
forjas para qualquer
eousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos ria.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Ditas no figade
Ditas venreas.
Encbaqueea
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto dae specie.
Gotta.
Hemorrhoidas. "
Hydropesi.
Ictericia.
Indigestes.
Inflamfflajdes.
Irregularidades
menstruac^o.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedia
Manchas na cutis.
Abstruccao de ventre.
Pbtysica ou consump-
puJmonar.
Retenrjao deotirina.
Rheumaiismo.
Sym plomas secundarios.
Tumores.
Tieo doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Aftazem de
DA
Rua do Queimado n. 19.
Coberlaa de chile, gosto chines, a 1*600.
Lentes de panno de finho fino a IJ900.
Cortes de uemira.
ratpr^co^nr1" COr *" >* ^
Tarbtuta.
Tarlatana branca para forro de vesdo npJo
baratissimo precn de 260 rs. a vara. P
Garobraia de cdr.
Cambraia matizada fina a 249 rs. o covado.
Chita francesa.
codo? francem Pel b'Mt0 P"50 de 220 rs. o
A K E8tel'a d* lBd
3d.ei.4e5cam6.s",B108,,e,arBO' **
Cortes de collete.
Cortes de velludonreto bordados a 64.
Mantas de l loode.
Mantas de blondo preUs de todas ae qualidade*
Cambraia branca.
35oTSd' C<"Bbrai' BrMca floa 2W00, 3)000 e
Toalhas.
Toalhas de fustio a 00 rs. cada uma.
Eserayo fpgidos.
Febreto intermitente.
Vende-seestes pilulas no estabelecimento ge-
ral de Londres n. 224, Strand, e na loja da
todos os boticarios droguistaeoulrs? pessoas edo
carregadas de sua venda em toda a America n-
Sul, Havaaa e Bspanba.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs. cada
uma deltas, con tem uma insiiucc.80 em portu-
guez para explicar o modo de se usar des las pi-
lulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
dharmaceatico, na rua da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
E' baratissimo!
Rua do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Cassas de cores fixas miudinhas a 240 rs. o co-
vado, cambraia, organdys lindos desenhos a 400
rs. o eovado, e chitas largas finas de 240, 260 e
280 o covado, e outras muitas fazendas por ba-
ratissimo prego : do-se amostras com penhor.
=TFSgO#nod,a9do cn-ente um escravo de
nome Bonifacio, crioulo, Intitul se curandeirl
gagueja alguma cousa quando falla levo paleto
de brim azul e caiga de algodao de lista supne-
f%eDrd.MfteSiCn"PSCr'n3e 6 seu""do?ePSPpoc
Nova n. 5 que ser recompensado:
Fugio da cidade do Aracaty, no mez de se-
tembro prximo passado, um escravo do com-
mandante superior Manoel Jos Penna, Pacheco,
que ha pouco o havia eoraprado ao Sr, Bento
LourenSo Collares, de nome Joaquim, de idade
de emeoenta e tantos anuos, fojo, alto, magro,
denles grandes, e com falta de. alguna na frente,
queixo fino, ps grandes, e com os dedos gran-
des dos ps bem abertos, muilo palavriador, in-
culca-se forro, e tem signaos de ter sido surrado.
Consta que este escravo apparecera no dia 6 de
corrente, vindo do lado das CincoPontas, e sen-
do enterrogado por um pareceiro seu conhecido,
disse que tinha sido vendido por seu senbor para
Goianninha: qualquer pessoa que o pegar o po-
dara levar em Pernambuco aos Srs. Basto te-
mos, que gratificaran generosamente,
Fugio do eogerrho Maranho da freguezia de
Ipojuca, no dia 3 do corrente, o escravo Izido-
ro, de nacao que foi do Sr. tenente-coronel Jos
Candido de Barros, tem 35 annos, pouco mais ou,
menos, toa estatura, corpolento, poucas marcas
de bexiga, eum lalbo j cicatrisado em uma per-
na, diz-se quebrado, pelo que anda com funda.
Do mesmo engenho, no dia 16. fugiram mais Ircs
escravos todos tambem de naci, cuios nomes
sao : Geraldo, Benedicto e Manoel por appellide
> 'gano, quasi que todos.de igual estatura, e essa
regular, um pouco magros ; os dous primeiros
sao fulos e tem marcas no rosto,- sem barba e
bastante mocos, o lerceiro mais preto, tem bar-
ba e pode regular 35 anoos; nao se sabe do des-
tino que tenham tomado, porm prezume-6e que
procurem a praga ou seus suburbios ; pede-se,
porianto, as autoridades policiaes e capitesde
campo de os apprehenderem e de os conduzirem
ao dito engenho, ou nesta praca roa de Hortas
n. 14, que sero satisfeitos debidamente.
No dia 18 do corrente fugio da rua do Quei-
mado n. 12, terceiro andar, um cabocolinho de
12 para 14 annos de idade, de nome Bibiano i
bastante cheio do corpo, tem a cara larga, ca-
bellos estirados, levou caiga de casemira mes-
ciada com listra encarnada, camisa branca e cha
peo de baeta : quem o pegar, queira leva-lo i
casa indicada, que ser generosamente gratifica-
do. Desconfia-se ter ido em companhia de um
malulo para Pao d'Alho : recommenda-se, pois,
as autoridades desse lugar a maior vigilancia.
B
Si
Dos premios da quarta parte da primeira lotera, concedida a beneficio
da igreja do Espirito Santo do Coliegio desta cidade, extrahida em 20
ae marco de 1861.
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
Vendem-se pecvs de franjas de seda com
10 varas por IjaOO, charutos cavalleiros em meias
caixas de muito boa quilidade por 2$5O0 : na
rua do Queimado n. 47.
Arado a me r cano se machina-
para lavar roupa: em casa de S.P Jol
hnston & C. rua daienzala n.42.
Kovos cintos
com fivelas de a(jo.
A lea d'aguta branca recebeu nevos cintos pa-
-'j-a senhora e meninas, cem Gvelas de ac p-
lido e lapidadas, e bortae fitas de chamelote, m
quaes poderao ser substituidas.por oukae4evel-
ludo cor de caf, roxo. azul, encarnado e pret,
liso ou de listras, conforme o gosto do compra-
dor, e como sempte eat endeud por menos do
que em outra auelquer parte a 48 o c_ento : na
rua do Queimedo, oj d'aguta branca ni lp>
Apoees.
Vendem-se 10 epelicase extinota companhia
ae Pernambuco e Parahiba : rua do Crespo nu-
mero 1. ^^
Ges k Bastos.
Rua do Queimado d. 40.
Tendo os annancisntes conseguido elevar este
esubelecimento a um engrandecimento digno
desta graade cidade, apresentam concurrencia
deste lilastradoptlico, o mais moderno, varia-
da a eseolbido sorlimento de rotipaa divemee e
de fazendas escolhidas para todas ae esta^ee,
Sempre solicito* em bem servir aos aees nume-
ran tregeles nao s em preces como em bre-
vidade, acaba de augmentar jo peeeeal de aua of-
flna, sendo ella d'ora em diaote dirigida pelo
insigne meatre LAUftlAJO JOS' DE BARROS,
o ual oe sena nome roaos fregnexas podem pro-
ewrar na loja n. 46 oa ae primeiro andar do
mesmo estabelecimenie, asiim poia em poneos
dias se nroeapU qnelqmer eneatamenda, quer
casaca, quer farde*dos Srs. officiaes de marinan
e exerdte. Oatreeini raecanmendem aoa Sra.
paes de familia, grande eormeato e renpea pa-
ra menindnde tedaa ae idadee.
3
7
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5$ 80
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NS. PREMS.
20ft
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NS. PREMS.
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5
NS. PPEMS.
5
Oscrw3o Smrmo /ase de Moura.
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5
Pernambuco:Iyp.de M. F. de Faria861.


s
y ""!"'
(O
ww<* .0* raW&Q, fiBj(j4,*euu ti di iuco JEaaiM
1
Litteratura.

-!
O tributo, e a sua destribuico.
A ecoaomia poltica scieucia mais neces-
saria pira a boa odministracSo, e na economa a
cjiGsto roais interesssnte, aquella que mais deve
csiudar o homem, que quer tomar parte na di-
recgao dos negocios de estado, o tributo.
Se este deve ser directou indirecto, ponto
eootroverlido, sobre que tum scripto multos
economistas ou aquelles que se dizem taes, sem
que tenham podido produzlr razoesque obriguem
us sous adversarios declararse encidos.
O tributo directo e de reparticao teria urna
grande vaotagem, nao a negaremos : a siraplici-
dsde, se fossem exequiveis as Iheorias.dosseus
apologistas.
Depois de Ceito o ornamento da despeza, ver a
razaj em que esta ost para com a propriedade,
e achada esta razo coohecer a quota que cada
proprietario deve pagar, nao ofTereceria diflicul-
dades quem tivesae os mais trviaes cooheci-
mootos de aritlimetica, mas esta operaco de
extrema (acilidade se existase um cadastro exac-
to da propriedade, impossivel tallando esta
base.
Como se ba de sem ella proceder diviso da
coolribuigo ?
Tde a lei crear,commissoes de reparticao do
,mposto, pode determinar sejam chamados essas
commissoes os bomens que parecam mais com-
petentes, pode recommendar-lhes o mais minu-
cioso exameda propriedade de cada um dos coo-
tribuinles, podo exigir-lhes responsabilidade pe-
lus seus actos, pode dar ao contribuate o direi-
to de reclamar; mas todas essas cauches da lei
nem do ao repartidor os meios de ser exacto
na destribuico, nem ao contribuinte garanta
alguma contra a injustica voluntaria, i que fica
exposto.
Ora o primeiro cuidado do legislador deve ser
evitar o abuso, tanto quanto seja possivel ; mas
o imposto de reparticao, sem ter sido precedido
pelos inbalhos que Iho sao indispensaveis, abre
portas (raneas ao patronato e compadrio, e bas-
tav isso para elle ser regeitado por homens,
quepresassem mais a jusliga, para quem nao
fosse urna irriso a moralidade, o quem does-
sem os males do povo.
Sao innevilaveis os abusos, porque o homem,
fllho do peccado, est sujeito todas ss ruins
paixes, e nos vamos commetter abusos e gran-
des abusos no langamento da decima, mas se se
commettiam abusos quando a lei expressa e ter-
minantemente dizia cada um deve entrar nos
cofres pblicos com dez por canto do seu rendi-
mento, que abusos se nao pdem commetter e se
nao commotlero, quando a lei simplesmente
diz: sao necessarios para as dospezas publicas
tantos mil contos, fazei com que a propriedade
os pague, impondo cada proprietario a quota
que vos parecer proporcional ?
Por este systema lnulilsa-se at o direito de
reclamar, porque ao contribuinte falla a base,
em que fundamente a reclamando.
E' poiso imposto de reparticao, em quanto nao
houver um cadastro exactissimo da propriedade,
um impossivel ;e ludo quanto queiram estabele-
cer sob este nomo um despotismo de novo ge-
nero, quo se vae exercer sobre o povo, despo-
tismo lio atroz que al tirar ao proprietario o
direilo de dizer o provar : fui losado na contri-
buido que me foi imposta.
Mas este tributo, anda quando fosse laucado
com lodasas circunstancias que a justica exige,
tioha nosso ver um grande inconveniente, que
era o ser directo.
Grilem quanto quizerem os economistas desta
escola, que nunca chegarao provar que me-
nos oneroso para o povo o tributo directo que o
indirecto ; pdem dizer o que quizerem, ma3
nao chegarao provar que o tributo directo
mais proporcional que o indirecto.
Pdem ser muito seductoras as theorias, mas
a pratica ha de mostrar que o Iributo de repar-
ticao favorece mais o compadrio ; que o tributo
directo mais oneroso, e mais difQcil de pagar
que o iodireclo.
Este parja-o o povo aos reaes, paga-o sem
sentir que o faz ; para aquelle necessita fazer
economas por mezes, e estas serao facis de
aconselhar, mas de urna difcil execuco pratica
para o pobre, cujos lucros diarios mal lhe cne-
gim para o sustento de cada dia.
Argumeota-se anda contra o tributo indirecto
por ser desegual, por gravar egualmente o pobre
e o rico ; mas este argumento nao absoluta-
mente verdadeiro, pois que consumiodo o rico
muito maiores porgues dos objectos tributados,
claro que paga muito mais que o pobre.
Mas tanto em um como outro caso, a quota
levada pelo pobre ao3 cofres do fisco nao estem
proporcao com a que leva o rico, pois claro
que aquello que tem mil de rendimento faz me-
nor sacrificio em pagar cem, do que em pagar um
aquello que tem apenas dez.
Nao o entendem porm assim os nossos fioan-
ceiros, como o provaram anda ha pqueo deter-
minando quo os servidores e pensionistas do es-
tado que percebem trezentos mil ris paguem de
imposto cinco por cento, e que fosse conservado
o imposto de cincoenta por cento classes mais
necessitadas, e cuja maior verba de vencimenlo
nominal nao excede cento e cincoenta mil ris 1
Quer dizer, aquelle, cojo vencimento nominal
sao Irezeotos mil ris, decidiu-se e decidiu-se
bem, que pagava muito, pagando trila mil tis,
- mas nao sojulgou que um individuo, cujo ven-
cimento nominal por exemplo, setenta edous
mil ris, pagava de mais, pagando trila e seis
mil ris 1
Se nao achamos o tributo directo e de repar-
ticao preferivel ao indirecto, porque se torna
mais dificultoso para o pobre o seu pagamento ;
confessamos com tudo que nao este o princi-
pal defeito que lhe notamos. Reprovamo-lo
principalmente pelo receio que temos de que na
sua destribuico sejam poopados os mais favo-
recidos da fortuna, e que este favor, que se faz
aos ricos, seja todo em prejuizo dos pobres.
E este receio passa a tero carcter de certeza,
quando vemos que se prticam factos como o
que cima citamos.
( Natao ).
expediente das caitas do ni, rus quaes se.com-
preheadlan as lei.
Nessa poca, pois, essas leij obrigavam quando
conhecidas fra da corte, on publicaco na cor-
te se julgava suffcisnte e bstanle para lodo o
reino.
E' as ordenacoes Manoelinas que se declara
expressamente que a publicaclo das lcis compe-
te ao ehanceller-mr ( I. 1. lit %. 9j ), que
as leis obrigam na corte oito das', as provincias
tres mezes depois da referida publicaco, incum-
bindo ao mesmo chanceiler enviar os traslados
das leis aos corregedores das comarcas.
Os compiladores haviam, pois, seguido o direilo
romano do cap. 1. da hovella 66, onde se Java
dous mezes para" a lei obrigar as provincias,
quando anteriormerda a lei obrigava em relajo
cada um dos. lugares do dia di publicaco ex
de, quo publcala est, suas vires oblinere.
Esto disposicao passou para a ultima coniptla-
cao Philippina, onde no liv. 1. lit. 2. 10 se
regula a materia da publicaco das leis.
Eis-aqui o texto da ordenacao : O chancel-
ler-mr ha de publicar as leis e ordenares fer-
ias por nos, as quaes publicar par si mesmo na
chancellarla da corte no dia da dada das cartas.
Em nossa corle ha ve rao effeito e vigor, como
passarem oito das depois da publicaco.
Para os dominios de Ultramar, entretanto, pe-
las razes especiaos que milltavam seu favor,
repellindo a distancia a presumpeo do conheci-
mento da lei, findos os tres mezes da ord. cita-
da, mandou a lei de 25 de Janeiro de 1749 que as
leis obrigassem no Ultramar s depois de publi-
cadas as caberas das comarcas.
A lei de 20 d oulubro de 1823, art. 4., orde-
nou que a publicaco das leis fosso (eita na
chancellara, remettendo-se exemplares delles
lodos os lugares que se costumam remeller.
Uma'lei moderna, a de 4 de dezembro de 1830,
abolindo a chancellaria-mr do imperio, mandou
que a publicarlo das leis se Qzesse as secreta-
rias de estado respectivas pelos seus officiaes
maiores, e que estes remeltessem os exemplares
que deviam ser deslribuidos polas cmaras e mais
autoridades (art. 3.), concordando nesta ultima
parte com o arl. 7." da coostiluico, que havta
imposto a obrigaco de se remelterem os exem-
plares de qualquer lei inpressos todas as c-
maras do imperio, tribunaes e mais lugares onde
conviesse fazer-se publica.
O art. 18 do acto addiccional o mesmo dispoe
quo o art. 7." da conslituico.
O regulamenlo de 1.a de Janeiro de 1838, auxi-
liando-se da publicaco da lei por meio da re-
messa 0*03 exemplares todas as autoridades,
tribunaes e cmaras, incumbe.de accordo com a
le citada de 1749, aos juizes de direito a publi-
caco dos actos legislativos e execulivos as ca-
beras das comarcas, por editaes afBxados nos lu-
gares mais pblicos, ordenando-lhes que eoviem
a certido aos presidentes das provincias que
tambem o mesmo regulamenlo proscreve que
parlicipem ao ministerio respectivo a data da pu-
blicaco da lei e decreto para os effeitos legaes.
Claro era portanto :
Primeiro, que a publicarlo da lei incumba
aos officiaes maiores das secretarias de estado
(lei de 4 de dezembro de 1830, art. 3.) e as
comarcas aos juizes de direito ( lei do 25 de Ja-
neiro de 1749 e regulamenlo de 1." de Janeiro de
1838) ; .
Segundo, que a lei ou decreto coraecava
obrigar na corte 8 das depois da publicaco na
secretaria, conformo a ord. 1. 1." lit. 2. 10, e
as comarcas da data da publicaco, na con-
formidade da lei de 25 de Janeiro de 1749, e re-
glamento de 1. de Janeiro de 1838, arts. 20
e24.
Tudo isto apenas regularidade escripia : a
realidade, como sabida, cousa muito Uis-
tincta.
A Dublioc3n n nrroUrias consisto n'um
verba laucada pelo empregado, izen Jo que a
le foi publicada tantos de tal mez, que
o dia em que elle laura no papel a sobredita
verba I
A publicaco as comarcas l a vi algumas
vezes fazer em S. Paulo al ao som de tambor
e de trombeta na frente dos destacamentos E'
provavel, porem, que se dessem irregularidades,
A remessa das leis sabido como se fazia ; no
Um de cada anno se remelliam os exemplares
das leis e decretos do anno antecedente l
Hoje o que regula a materia o regula ment
de 1. de Janeiro de 1838, o decreto de 6 de se-
tembro de 1859 e o regulamento de 30 de setem-
bro de 1859.
De tudo resulta que :
Primeiro, a lei deve obrigar na corte oito das
depois de publicada na secretaria de estado,] e
as comarcas depois de sua publicaco pelos
juizes de direito ( ord. citada e regulamenlo de
1838);
Segundo, que este mesmo systema se deve se-
guir respeito dos actos do executivo com forca
de lei, porque sao leis ;
Terceiro, que respeito dos reglamentos pa-
ra boa execuco das leis, pelo regulamenlo de
1. de Janeiro de 1838 o mesmo se deve ob-
servar.
O que se tem observado,porem,'praticamente
urna tal miscollanea, que nao se pode descobrir
regra, nem costume.
A relaco da corte, por exemplo, applicou em
urna especie litleralmente a ord. liv. 1. tit. 2.
10, sem attender lei especial para o Ultra-
mar de 25 de Janeiro de 1749.
aos, e mais filtrar $at do que a da relami da
corte.
O aviso de 5 de maio.de 1836 manda que 04
effaitof legaes de urna fcesojuco da assembla
geral de 24 de oulubro de 1835, Se contem do dia
da su publicaco (26j, quando alias derera ser 8
dias depois.
A circular d t A abril de 1819 declarou que
do dia 3 de novembro de 1848, data da publica-
co da lei d 28 de oulubro de 1818, g[ue se de-
viam pagar aos parochos as suas congruas, quan-
do alias devera s-lo : -
1, ou 3 mezes depois da publicaco;
2, ou depois da publicaco na*comarcas, con-
forme o regulamento do 1 de Janeiro de 1838 ;
3, ou do 1 de julho de 1849, .visto que a lei
era do ornamento.
Todas as leis e regularaenlds relativos venci-
menlos de empcegados tm sido^executados desde
odia de sua dala.
Citaremos entre outras : a lei n. 779 e 6 de
setembro de 1854, art. 17, queelevou os venci-
mentos dos eonselheiros de 26 de setembro de 1857 arts. 25 e 29 3.
elevndoos veocimentos dos em pregados dos cor-
reios e as congruas dos paroehos collados, e a de
n. 1,114 de 27 de setembro de' 4860, art. 12 10
e tabella B; e o decreto n. 2^)64 de 16 de Janei-
ro de 1858 rogulando o numero % veneimentos
dos empregados das alfandegas.
Sobre outros objectos de maior gravidade o
mesmo se lem dado.
A lei de 18 de setembro de 1845 rr. 389- o& art.
51 estabeleceu a prescripjo aonoa para 09 lit-
los de dividas militares, provenientes de forneci-
mentos tropa, que nao sejam aprsenteos den<-
tro de um anno contado d data da transacco ou
contracto ; determinando, oulrosinjf, que respei-
to das. dividas desta procedencia, confrahidas an-
tes della. o anno de vera ser contado da dase/ do
sua publicaco, e esta leve lugar na secretaria da
fazenda om 19 do mesmo mez.
Em consequencia, pois, dessa disposico, e da
pratica seguida de que as leis obrigam desdes
sua publicaco na respectiva secretaria, o anne-
para a prescripcao foi contado, quinto j ento existente, do referido dia 19 de setem-
bro de 1815, de modo que prescreversm diversas
dividas, cujo pagamento foi reclamado posterior-
mente 19 de setembro de 1848.
A lei de 28 de oulubro de 184S o. 514, pelo sen
art. 43, sujeitou ao juro de 9 por ceuto, como pe-
na, os alcances dos thesoureiros. cc-lleclores, ou
outros quaesquer empregados ou pessoas encar-
regadss da gesto de dinbeiros puWicos por todo
otemp4dttindevidadetencio; e seguindo-se a
pratica estabelecida de que as leis obrigam des-
de a data de sua publicaco na respectiva secre-
taria, foi resolvido por diversas ordens que,
respeilo da divida anterior mesma lei. os juros
deviam ser contados desde a sua pubHcaco fei-
ta nos referidos termos, isto desde 3 de no-
vembro de 1848, em qua esse acto teve lugar, o
ssira se tem procedido desde ento al hoje.
Os decretos ns. 1,939, 1,967. 2,139, 2,248 e
outros que alteraram a tarifa tiveram, excujo
desde sua publicaco.
Para remover duvidas, em 2 de oulubro de
1858, em aviso dirigido alfandega da corte, o
ministro Sr. Soma Franco esfabelweu a seguin-
te doutrina, que confirma o que acabo de dizer :
E porque convenha remover as duvidas que
se tem suscitado sobre a occasio em que podem
aproveitar s mercadorias propostas despacho
as alteracoes da tarifa das alfandegas, e fiar es-
te respeito urna regra iuvariavel; declaro outro-
sim, V. S., que urna vez opresentada a nota de
que trata o art. 193 do regulamento de 22 de ju-
nho de 1836, e feita a destribuico, nos termos do
or. 196 do mesmo regulamento. ficam as mer-
r.xrt""" j.!4 u>, iivicus eui vigor na datada
destribuico, embora durante o processo ulterior
do despacho se publiquen alleracfies tarifa.
Os regulamenlos do sello de 10 de julho de
1850 e do 1 de maio de 1888 foram de faeto exe-
cutados pelo mesmo thoor, conforme os mesmos
principios.
-*
prensa real pelo nosso chanceiler ministro da
Jastica, quecatatar em am registro a poca do
recebimento.
Art. 3. As ieis e ordenarles aerio eaeqol-
veis em cada um dos outros departamentos do
reino, depois de expirar o mesmo p'rto, segmen-
ado r|e tantos dias quaotos [oreas os myrtame-
tros (cerca de 20 leguas antigs) entre a cidade
em que a promulgaco liver sido feita>e a capital
de cada departamento, segundo o quadro anne-
xo ao decreto de 25 thermidor anno II (ou 15 de
ulho de 1803).
Arl; 4. Todava, nos casos e nos lugares em
que julgarmos conveniente abreviar. sua exe-
cuco, as leis e as ordenacs sero reputadas
publicas e exequiveis desde o dia em que chega-
rem ao prefeito, que constatar o seu recebimen-
to em um registro.
O que est em vigor o 3.do art. 3. da lei
de 4 de dezembro de 1830, que eslabelece o
prazo da execuco da lei, da data da sua pro-
mulgarlo as respectivas secretaria de estado.
Uaqui se dedoz a carencia de razio daquelles
que censuram o acto do governo.
(Jornal do Commercio do Rio.)
Pablieaco do regulamento do sello.
A questo que se tem levantado sobre a exe-
cuco do regulamenlo do sello, ne proprio dia
em que foi publicado pelo Jornal do Commercio
me d occasio para, sustentando o acto do go-
verno, demonstrar a necessidade de sobre seme-
lhaule materia o eorpo legislativo providenciar.
as ordenacoes Affonsinas nao se ech'ava ex-
pressamente declarado que ao chancoller-mr do
reino incumba a publicaco das leis : provavel
que fosse esta urna das suas muitas attribuicoes,
nao s porque o reputavam o medianeiro entre o
Um accordo de 17 de maio de 1851 absolveu
os marinheiros do biate Rolha, processados co-
mo importadores de Africanos, julgando-os com-
prehendidos na lei de 7 de novembro de 1831,
por nao Ihes ser spplicavel de 4 de setembro de
1850, visto nao haverem decorrido os tres mezes
de sua publicaco, nos termos da ord. liv. 1 til.
2o 10.
O conaelho supremo militar, por urna decisio
no processo de Raphael Tobas de Aguiar, revo-
grju a do conselho de guerra que declarara in-
competente para julga-lo, rejeilando o mesmo
conselho a declinatoria opposta pelo reo.
Nesta declinatoria oppoz o reo qu a lei de 3
de dezembro de 1841 Do fra publicada na pro-
vincia de S. Paulo seno depois de pacificada;
mas o conselho supremo desprezou a excepcio,
fundando-se em que a ord. lir. 1 til. 2* 10 era
a que regulava a materia da publicaco das leis,
e que, segundo as suas disposicoes, as leis obri-
gavam as comarcas tres mezes depois de publi-
cadas ns edite.
re e o
Seguindo esta intelligencia dos desembargado-
rea, o conselheiro Pimenta Bueno, no seu Direi-
to Publico n. 192 (nico que ha escripto sobre es-
la materia), opina que a ord. citada est em vi-
gor em todas as suas partes, tallando no -191 da
lei de 25 de janelro de 1749 como que nao vigo-
rando mais actualmente.
Se das decisoes dos tribunaes passamos para as
. 1
povo, como porque lhe perteocia lodo o | decisoes dogorerno, maior actaac*' enconiw-
Resla-me acresceotar que s ltimamente, e
especialmente depois do actual mnistorio, que
tem havido alguma regularidado este respeito,
Uto os decretos expedidos pelo governo tem
marcado um certo prazo para sua execuco na
corlo e provincias depois de sua publicaco, as
folbas officiaes, que a verdodeira publicaco,
por exemplo : os decretos de 15 de iulho, 24 o 30
de setembro de 1859, e o de 19 de setembro de
1S60, art. 169.
O regulamento do sello foi publicado na secre-
taria da fazenda em 28 de dezembro de 1860,
e na folha official em 9 de Janeiro prximo pas-
sado.
0 certo que at ha pouco lempo nenhuma
regra fixa e positivava se observa este respeito.
Executavam-se es leis e os decretos do gover-
no quando se publicavam nos jornaes, ou quan-
do se communicava oflkialmente s repartieres,
e muitas vezes foi retardada a sua execuco an-
da depois da poca era que legalmente obriga-
vam, assim como foi antecipada em outras, man-
do-se vigorar as leis e decretos, nao da data da
publicaco, mais de sua propria data.
De ludo ha innmeros exemplos.
Dado, porm, que o regulamenlo do sello fos-
se executado no mesmo dia da publicaco feita
pelo Jornal do Commercio, isto o que se ob-
serva em siguas paizes.
Correa Telles em seu Digeslo Porluguez. til. 2.
n. 30, diz o seguinte:
Desde que a lei publica pela Caseta Ofi-
cial do governo, os direitos e obrigacoes, que ella
produz, sentem o seu offeito, anda que os lnte-
ressados o igoorem.
Liz Teixeira no seu Curso de Direito Civil,
accresceota o seguinte:
O mesmo poder conhece-la, que'coobece-
la; mui graves inconvenientes se dariam no
contrario : deve dar-se favor do conhecifirento
da lei, logo depois de publica as provincias e na
corle, um tal gru de presumpeo que nao ad-
mita prova em.contrario, a qual em jurispru-
dencia sediz presumpeo y uris ei de jur. A nos-
sa ord. 1.1. til, 2. 10 deve-se repulir abolida
com a publicaco das leis na chancellaria-mr
do reino: o prazo de oito dios para a oOrte o de
tres mezes para as provincias depois de publica-
da a lei,.que esta ordeqaco estabelece, nao est
nos bons principios para territorio tal como o
nosso.
Pela lsgislacio franceza, quanto ao modo da
promulgaco, eis o quo estabelece a ordenacao
de 27 de novembro de 1816:
Art. 1*. D'ora em diante a promulgaco
dos leis e de nossas ordenacs se contar da
sua publicacio no boletim official.
Art. 2i Ser considerada coonecido, na con-
formidade do art. Ia do cdigo civil, un dia de-
pois que o boletim das leis fr recebw d la- [
Memorias de am baile.
SGENA.
Anle'tala. Durante um baile.A Marqueza rt-
chnada em un sof, em allude de quem es-
cuta. Estevao de Mello apurando ao espe-
Iho o lago de sua gravata branca. Ouvem-se
os sons da orcheslra do baile.
Marqueza. incrivel l Caidei sempre que
dsse atteaco, seno msica desla walsa, ao
menos s lembrancas que ella lhe deve sus-
citar I
Estevao. A marqueza tem a minha desculpa
nos meus trinta annos. Se en ttvesse vrirte, en-
tregara a alma recordacao daquelles momen-
tos rpidos como or instantes do cu, era que a
apertei ao peito durante esta walsa 1 Eu devia
ser bera moco nesse tempo : dansava anda 1
Alm deque, marqueza-,lembre-se bem, queessa
noite e essa walsa fizeram-me promesas que nao
esto cumpridas I
Marqueza Escute : essa noute vae longe, e
nao a esqueei anda. Era- nos fins do oatomno,
se bem me record. Fot durante um concert
que conversamos pela primeira vez, e concedi-
Ihe a primeira walsa no baile que so lhe seguiu.
Emquanto promessas... Nofhe disse eu-que
decidira hoje ersfim ? Nao lhejarei que respon-
dera neste baile ? Tenho at meia noite para
resolver. Quero estrear o dia pela felicidada V
Estevao.Quo valor consagro, meu bom Deus I
que valor consagro este casamento Tem pa-
recido curto marqueza o tempo deste amor ?
mim parece-me eterno, pelas aspiraees e pelos
soohosl Aslutas da vida politiea gaslarom-me
as crencas as cousas- sociaes, mascosservaram-
me o coraco virgem pora os aftectos leaes. a
primeira vez que anso-I SacriQquei-lhe o futuro,
sabe-o bem. A politiea era para a marqueza urna
rival Iraicoeira (quasi ao ouvido), e abandonei-a
por ti 1-
Marqueza (brincando com o leque.) Os ho-
mens fallam sempre em sacrificios. Nos sacriQ-
camo-nos sem fallar nisso I Nao rae me tenho
eu comprometlido aos olhos do mundo, por sua
causa V- Nao lhe dei j mil provas de um amor,
que me vence e me encanta 1 Nao lovei mesmo a
minha imprudencia abandonar-lhe o meu an-
nel ? (Reparando). A* proposito nao o traz?
Estevao (tem urna s luva calcada). E' urna
incrivel historia a deslo Minel I Eu creio que foi
o mar que m'o roubou l Ah I urna cousa me-
donha o mar I Anda cuido estar vendo as ondas
erguerem-se tempestuosas paia m'o arrancaren)
do parapeito do barco. Tirra-o um instinto do
dedo para o beijar mais livremente 1 Caprichos
rt .0.0, I AJc.lulirl alBo,o Bioodo r.t.lidado,
quando acordei na manhadesse dia I Parece um
cont I o sol eslava de vermelho, nio, rouxo !
Rouxo anda pouco, sanguinolento 1 A marque-
a toma banhos de mar?.'
Uaqusza (erguendo-se).Perder-o meu annel
\a\ annel.que o marquez, que Deus naja, me of-
fertra no dia de nupcias, o que eu Uve a levi-
andado horrorosa de esquecer quando Ih'o dei 1
Oh I...
Estevao Por Deus I Por Deus.aarqueza nao:
me fallo-de seu defuote- esposo, oem do annel,
viste ser elle quem lh'o- deu I Nao imagina que
effeito produz urna seuhora na flor da vida, ati-
rando em rosto ao noivo recordares do marido I
E' collocar-me no situado de ceder o ca'mpo
urna sombra. Ninguam se bate com um defuo-
to, e nao ha ente mais perfeito, virtuoso e com-
pleto do que todo aquelle queja nao pode errar...
porque morreu I
Marqueza.Porfa em me ver chorar *
Estevao.Conseguira eu este fim ? Bu adoro
as lagrimas quando ellas oascem em dous lindos
olhos I Eu, que sou um pouco Othello no carc-
ter e na cor. Esta tez morena e africana nao lhe i
d porventura idea daquolle persoasgem ? Sou
zeloso al do passado, o goslo de ver soffrer a
alma por qaem eu soffro I Otbello fazia chorar
Desdemona para se dislrahir. Era um Mouro
excntrico, de quem eu dou mullos ares I
Jfarouesa.Nunca li a tragedia. Sabe o meu
desdem por tado que vive do thoatro. Todava,
se eu fosse Desdemona de quem nao dou a me-
nor idea, e V. Exc. oMouio.de Veoeza.com
quem diz parecer-se, Desdemona dira Othello:
a Nao junlarei a minha mo em signal de alli-
anca seno mo que nao desdenhe como sym-
bolo de felicidada o ana>el que lhe offertei I (In-
clina levemente a cabeca e sahe devagar.)
Esxevo s.
Estevao.Perdi-me I do baixel desla mentira
uo me resta taboa de salvado I A marqueza tem
urna penelraco Ooissima, e sabe ler-me na al-
ma como em umlivro aberlo I (Ouvs-se urna pol-
ka,) Oansem 1 Amem I Soffram I Imprudentes
que vera pedir o amorem um baile I Amorl a-
quelle estofo magnifico da naturesaquea ima-
ginaco bordou i Passaporte para lodasas loucu-
rasdavida 1 Se en anda amasso... Nao 1 nao po-
de ser. rido de mais o pragal deste peito,
para haver iocendio eelte I E, todavia, adoro com
amor de artista a belleza prestigiosa de Gandida,
quem apresento no mundo como minha irmaa
e que tenho pena de nao haver feito minha aman-
te 1 Serve-me (anto para os meus projectos po-
lticos, nao receio encanega-la tambem dos in-
teresses do corago I Os seus grandes olhos szues
brilham por um fogo ardente, cejo explendor en-
tristece..., E' como urna lampada qoe vae mor-
rer I As mulheres como a marqueza, de cabel-
lo preto o pestaas longos, podem ser bellas eomo
a baixao, mas nio tem nada que nos falle do
cu. (Entra Paulo).
ESTEVAO E PALLO.
Pauio.Estevao I
Esfafltfe-Tu I Paulo 1 Tu I Supfunha-te era
llalia, me(f amigo I f
Paulo Veoho de aples. Cheguei ha dei

dias, fui w s asintu sliUia, toIU hontem i
Lisboa.
Esttvo. E'vens anda entusiasta como oa-
tr'ora 1
Paulo.Utis do que nunca 1
BslevSo (dando o braco Paulo, passiioml.
maso ioflo talvez alguma pifto que trazas)!
Paulo.Influe Disto orna paixio que levei.
stevo.E nem os maccarrtnis napolita-
no?, nem a polenta de Veneza le flzeram es-
quecer algura nanioto de homem do mundo.?
Paulo. Tudo me accordava a saudade do pri-
meiro amor da minha vida I
Estevao.Vens casar-te t
Paulo.Impossivel U
Weiao.-Eucontrasle-a casada ?
Paulo.Enconlrei-a morta para mira. (Sentara-
se em sofs frontfirtfs.) Essa mulher foi como a
imagem seductora de um sonho. Nio a..vejo ha(
eis anuos, e cado anda que est a meu lado I
Eu tinha quinzo annos e ella treze quando nos
separamos. Foi ua daquelles amores de crian-.
Cas, que deixam na alma saudades eternas. Part
para Coimbra, e jurou que ha fia de esperar-me
solteira. Seis annos depois fui procura-la jes-
lava j advogado, e ia reclamar o seu juramento.
Havia deixado o oldeia, enloguem sabia quedes-
lino levara.,. Foi ento que part para o Italia,
porque quiz ver se em presenta da pintura ami-
ga e moderna me tornava um pouco artista, poro
apreciar nessa falta da lealdode o clero escuro dos
ofTeclos humanos 1 Quiz esqnece-ia: busquei os
divertimenlos, viv nos bailes e nos thealros ; em
vez de prazer encontrei a saciedsde. Depois,
como estou rico, o mundo chamou-me feliz. Por
que o mundo assim I Se quekraes um perna,
toda a gente te lastima, porque te v de mole'as :
se tiveres urna grande dor moral, se pedir
Deus misericordia e aos homens piedade, diro
que s doudo, que a tua aaude magnifica,
porque nao le veem a alma, e porque para a alma
nio ha moleta I
Hslevo.Offendeu-se lalvez por preerires ao
seu amor as ordenacoes do reino e ante quere-
res ser advogado do que permanecer na aldea,
lo raelhor para li. Ha uma edade na vida dos
homens em que o amor a mais perigosa daa fa-
talidades ; a mulher nao d futuro, annulla-o. Tu
ests nessa edade. Olha, ou- teoho em minha
coinpanhia uma rapariga do campo, que mais
bonita do que um raio da la ; aniada de uma
viuva, que morreu, dama anda formosa que me
fazia as caridades do seu corac.ar>. Achei-a to
gallante, que Uve a idea de a tornar minha espo-
sa. Podia-o haver feito ; prvar-me-hia da so-
ciedade, que ia rir-se della e de mim. Edu-
quei-a o raelhor que pude, e apresetHei-a como
minha irnsa. Como extremamente bonita, e
muito dedicada ser-ano agradavel, pedi-lheque
acceilasse a erle de a-m inimigo poltico que as
soprava os meus caslertos de cartas, que lhe des-
viasse a attenejiq dos negocios pblicos e lhe ii-
zesse perder o lio por amor; como ella fez ludo
isto, gaohei as eleiges.
J*au/o.E' uma mulher que deves amar I
Eslcvo.Nao se deve amar ninguem. Alera
de que, eu recompense!-lhe essa graja com ou-
1 ra que rae compromette boje 1
Paulo.Oftertaste-ihe o tea nome e o tua-mo?
Estevao. Dei- lhe um annel qoe ella me gabou,
prenda de uma marqueza com quem estou para
me casar.
Paulv.Ests para-casar com uma marquesa?!
Estevao.Duzentos coritos. O sufficiente para
eu ganrur terreno e ser anda ministro. E' uma
viova de 22 annos, que perdeu o marido no dia
das nupcias ; quando digo perdeu... ganhou I E'
o typo apurado da aristoeraeia poflugueza. Vive
ler romances e assislir lausperenoes I E
uma alma delicada e fina.- Vaes fazer-lhe a corte
esta noite I
Paulo.Qoe ?
Estevao.E' a maneira do me salvares. J
vs que no-posso agora pedir de atovo o annel
Gandido I
Paulo.Candida ?!
Estevao [sorrindo).Minha iraa I
Paulo.Ah I Contina. Sbresaltou-me esse
orne.
Estevao.A' marqueza ha de eseutar-te, ao me-
nos; A scena dos meus ciunres far esquecer o
annel, e meia noite, que a bera marcada para
a deciso, ella prometter ser minha ; peco dis-
pensa banhos, e dentro de uma semana danca-
rs no meu baile de nupcias. Convem-le ?
Paulo.Tu nao sabes, meu amigo, quo eu ju-
re* nao fallar de amor.
Estevao.Pro ar-me-has que s generoso, fal
r Ei7,mo',M,t0 *">*
..'tow"*"vltaDt?,'>wil Seria crueles
sampararem o baile. (Consulta o reloefol. A
'^Sf ^suIe-Sia?le,n me,d!' 'v p*ul iro"
Blc}. Vel qe josso entender, o men amito
noaatro 10 Va seu idylio pastoril ?
Paulo.Se ka a mais leve irona no que diz...
,_ Estevao.Cono qneira. Tenho apenas um 11-
geiro favor snpphcar-lhe. Candida ; mas, como
esse favor importa urasegredo quenaoe s meu
permittir-me-ha um iostste de" conversaco
porlicular? (Paulo affasto-se. ststevo toma
Candida pela mo). E' pena quo assim me fuja.
Candida I Que futuro a esperava 1 To dia em
que eu fosse ministro, todos os sales desejariam
receber.... minha irma 1 Como pdj> renunciar
assim a idea de continuar i ser o anjo tutelar da
minha existencia? A sorle que a espera nao
digna de si, e, se desoja uma posico e um titulo,
em vez de minha irnia...soja minha esposa t
Candida.Impossivel I
Estevao.Que ha no mundo impossivel ?! Quer
de novo deslerrar-se ns solida desesperadora da
sua aldea ? Agora, que j coabec a vida, quer
sepuliar-se naquelle rido berco da sua infancia?
E os itiumphos qu a esperavam aqu, as glorias
da formosura. as victorias da sociedade,ha de
morrer para ellas no instante em que ellos oas-
ciaru paro sil Nunca lhe Uve amor, cetto;
mas agora que vae deixar-me, cieio que j a
saudade que me fazaoscer a esperaBca, e espero
que ficar 1 (Frentico). Oh l Nao has dejpartir,
porque preciso de li como do sr e da vida r (Cin-
ge-a com os bracoa).
Candida (em um grito de susto).Paulo I
Paulo (sorriudo).Que podes t temer d Sr.
Estevao de Mello ? Serlas louca, se pensassea
que elle te quera para esposa; seria privar-as
da sociedade....que servirla delle e de til No o
que ha pouco me disse ?
Estevao.Nao me lembro; Embora 1 Fique
entre nos tudo isto. Ouga, porm. Candida: fiz-
lhe presente de "um annel que alg.uem me dra,
e que me liga uma senhora desoc.'edade ; res-
liluam'o, como ultima iraca qoe lhe peco I (A
marqueza que appareceu a fuado, vem at
elles).
Marqueza.Esse anuel.... (Vendo o annel que
Paaulo tira do dedo e lhe offerecej. O meu an-
nel l... (Com um triste sorrtse). Oh t Eo niere-
recia outra gratido e outra lealdade Embora I
Foi anda tempo. (Ouve-se meia norte !) Meia
noite 'aqui instantes soria tarde j 1 (Vae ao
fundo ; um criado que passa). Faya chamar o
meu Irem f
Estevao f si proprio). Infernal noile f
Marquesa ( Candida). Pego-lho qoe eeeile
um logar ua minha carruagem : ficar em mi-
nbacompaohia^..
Candida. Ohl senhora, marqueza I
Marqueza (da lado Estevao).Veja que son
generosa alao im! (VCandida) Como este an-
nel se havia perdido... ( Estevao) uo mar I
que, bemdito Deas- eu o encontrei... (A'Estevao)
em trra, offereco-o quem elle j fra offere-
cido I (Entrega e anuel Candida: asi pro-
pria, eem as lagrimas nos olhos!. Trahitfa I En-
gaada I Que ia eu fazer. Deus meu 1?
Um criado annunetov ao fundo. A carruagem
da senhora marquez* (Musrea na orcheslra do
baile).
Estevao [i Paulo).O'meu amigo quer ser mi-
nha conlra-Ugura ?
Paulo. Nao danso esla noite.
Marqueza (quando passa por Estevao, meia
voz).Em vez de pedirmos esperanzas ao amor
quando ellechego, porque nao lhe pedimos n
que nos deixe saudades ao partir ?...
Jumo Cesar Machado.
(Correio-Mercantil do Rio).


lando de amor.... a minha mulher!.... (vendo
eotrar Candida). Cala-te. Candida !
ESTEVAO, PALLO E OAXMIM.
Paulo (vendo-a).Ah I
Candida (vendo Paulo).Ah I....
Estevao.Minha irma. (Paulo inclino-se so-
Jrcsdllado ; Cauido, (lalllUa d exlakica, fi uma
leve mencao com a vista). Dispensa-me agora o
tempo apenas do me procurar um legado. ( A'
taulo). Deixo-te s para representares bem o
leu papel, se aqui vier s marqueza. (A Candida).
3 meu amigo campestre como uma eslrophe de
Marilia de Dirceta. Conversem respeito de ar-
vores, de sombra e de flores (V-se ao espelho,
concerta o ponteado e sahe).
CA5D1DA E PALLO.
(Longo silencio. Candida de olhos baixos. Pau-
lo olhando-a, exttico. Ouvem-so d? novo es
sons da orcheslra do baile).
Paulo (vencendo-se).Fallemos da aldea 1
Candida (rpido).Oh 1 Teoha d de mim,
Paulo I
Paulo.i$ esse o nome, realmente ; era assim
que me chamavom d'antes; Paulo I Mas foi ha
muito tempe, o era na nossa ira minha trra.
Candida (em um tora de indisivel melancola).
Alguem ha para quem o seu nome de baptismo
nao perdeu com a ausencia o encanto que lhe
en contra va outi'ora I Seja franco ; para que fin-
gir que nao me conhece ? Lembre-se bem que
sou a sua enliga namorada da aldea, aquella Can-
dida pequea, com quem brincava na hurta, com
quem corra no monte, e para quem apanhava
flores na varzea I (Tomando-lhe as raaos). Lem-
bra-se?
Paulo.-Louibro-me que mentiu promessa
de me esperar solteira I lembro-me que fez do
seu amor um leilo de impudicicia, e vendeu o
suo corda de virgem aquelle que mais loncou 1
Candida* Oh 1 Por Deus-1 Nunca fui de ou-
tro, Paulo, fui sempre sua I
Pauto(oltHBdo para o annel do Candida, irni-
co).E' um precioso annel!
Candido.Bonito 1 Aeba-lo bonito ? Toma-o I
guarda-o t dou-te 1 pora til
Pauto (i si proprio).Ah I
Candida.Oa\e. Vou contar-te tudo. Espe-
rei tres annos por li, na anciedade de quem vae
morrer. Minha me enviou-me para Lisboa, pa-
ra, cosa de minha madrinaa. Conheci abi Es-
tevao, que era, para l'o dizer assim, o verda-
deiro dono da casa. Minha madrinha adorava-o,
e pela sua merte legou-lhe o resto da ana for'u-
na, que elle quasi dissipra na vida poltica e no
vido elegante I Aquetli alma estril nao teve
uma sombra de saudade pela sua protectora.
Conservou me em sua companhia, e um dia ex-
plicou-me o seu carcter e a sua ndole.
Paulo.Diat.. tudo I
Candida.Confessou-me que era incapaz de
amor, equoa nica corda vibrante na sua alma
era a ambico; que ia continuar educar-me, mas
que para o mundo nao se offender, me apresen-
taria como sua irma. Que nao me pedia amor,
nem m'o darla,e que aspirava apenaa a minha
gratido I
Esttvo (despeitado).Hyppocrita I
Candida.Apezar dos grandes attencoes que
sempre me guarda, entend ji as saos ideas a
meu respeito. Nem me quer para si, nem para
os outros; mas deseja ler em mim uma executo-
ra cega dos seus caprichos polticos I
Paulo.E. dize-me. Candida, tu foste sem-
pre.... sua irma t
Candida (altiva).Esperei por ti 1
Pauio (beijando-lhe a mo).Oh I Salvas-mel
Logo que terminei o curso fui nossa aldea na
esperanca de te tornar i ver 1 Mas, tinha, desap-
parecidoe fugira comligo o antigo encanto da al-
dea I Oiie onde nos d'antes briocavamos estova
secco ; os montes por onde corramos, vi-os er-
mos e tristes; os chos da serraj nio sablam re-
petir as nossas caucoes favoritas I Fugi de l,
com a alma cheia de terror o de fri 1 No bu-
licio do mundo, todava, vi-te sempre, em so-
nhos, em devaneioa, e nos extasa da saudade I
(Estevao de Mello apparece no momento de Pau-
lo beijar as mos da Candida).
Candida.Moa sou tua agors, Paulo, tus para
sempre!
Paulo.Voltaremos aldea ; queres
Candida.Levas a tua namorada r
Puulo.Levo minha muU>$r|!
eneza eTrieste.
Condueo.
Nao dizemos mais nada da-somma de*embara-
Cos que o governo da Austria impe- Venecia.
A fazenda nacional comprometlida om papel
moeda depreciado eque imposto Venecia em
nominal, as contribuices excessivas; cujo pro-
ducto empregado ao menos em grande parte,
juntamente era conservar a Venecia sob o jugo
do governs de Vienna, a perturb*co Desnimos,
a oquietaco constante dos habitantes, a estag-
nacae do commercio, a deseonflanca entre o go-
verno e os govsrnados; taes sao as condices de
existencia que uma uno inconveniente d a
Veneza sob o reinado austraco tal como se acha
hoje constituido. Ninguem admirar-se-rra de
que ella aspire uma sorte raelhor, nrmente em
presenca dos iriumphojde ama rival feliz e pre-
ferida como Trieste.
Mas concluir dos soffrimentos de Veneza qae
reina em Trieste um desojo do mudanca; igno-
rar profundamente as condices de prosperidade
em que se acba collocado este ultimo porto as
mos da Austria.
PACTO NEftRCAU.
(le Constitucionnel.U. Duperron.)

Variedades.
Escrevem de Vienna Gazeta de Colonia :
O estomago vosio do povo produz. as revo-
luces, e os cofres do estado vasios reformas pa-
pulares. So-este ultimo ponto verdadeiro,
Austria ter dentro era pouco instituicoes liba-
raes, porque o Ihasouro nao pode eslar mais va-
sio do que- actualmente. A anarchia oa Hun- "
gria j tero causado um atrazo de 10.a 12 mi-
Ihes de florins no- producto dos impostos, a
segundo a maneira de proceder da adrainistra-
Co financeira junto dos ministros Steczen e Vay
s se cooseguem respostas escripias que pro-
mettem tudo da dieta. Mas so se reunir em
Bude no mez de abril, nao pode oootar.-se loto-
cora a entrada de todas as contribuicoes, e as-
sim havor na primavera 20 a 3t>mlhes de flo-
rins de dficit as receitas.
a E se ordenare preparativo pora a guerra,
ser Decesssrio ao governo uma. somma muito
naior, emquanto que o seu crdito est x-
haustro, e que as notas do baoco perdem j 30
por oento. Para augmentar a divida Guxluaote,
o estado paga 6 por cento de jaro aos que tomam
os ijiulos hypethecarios a seis mezes; est juro
allraho os capiloes particulares, mas quaotos
raaw d'esles ttulos houver na circulaeo, taolo
maior ser operigode um reembolso.
a. Mas s se quer ganhar tempo at que o con-
selho do imperio tome alguma resoluto sobre o
estado finaneeiro. Milhares de patriotas ca-
mam, todos oa dias ao governo que so uma *re-
preseotacao nacional da monarcaia pode acon-
selhar e auxiliar os meios.
Acamara do commercio*Be Gralz, propos*
como meios para restabelecer os fundos pbli-
cos 1* a independencia da lingua nacional d
estado ; 2o uma boa iostituico liberal com *
responsabilidade dos ministros.
DESCOBEBTA.
Acaba de descobdr-se emKikara, perlo do-
rintho (Grecia) um antigo aaso de bronze, con-
tendo 9,170 moedas e medaibas muito bem con-
servadas.
As mais modernas remontam liga das doae
cidades do norte do| Peioponeso, contra o re de
Macedonia, 230 annos antes da era christa. Es-
ta descoberta um acontecimento de uma impor-
tancia archeologica irarnensa.
O precioso vaso foi offerecido rainha da Gre-
cia que se iateressa muito por tudo que respeita
s arles.

V
EXEMPLO DE ECONOMA.
Seguado conta um jornal hespanhol, exista
era Madrid um homem de boa sociedade qae jo-
jua lado o anno para poupar o almoco ; deila-se
frequentemente na cama fingiudo-se doente para
economisor as botas : diz que padece dos olhos
para estar de noite s escuras no sea quarlo.
Entre os seus .vicios conta o {amar, e tem a
habilidade de nao tirar nunca o cigarro da bocea,
fumando de groga dos qoe pede T um e outro.
Ha pouco foi ao theatro, convidado por um ami-
g, cora o qaal sahiu n'um entre-acto para be-
ber agua.
Junto ao balcao dosldoces, o amigo pedio qua-
tro pastis para si, e dous]para o econmico, e^-
poz sobre a bandeja dezessois quartos. 0 econ-
mico gritou logo :
Eu s quero um pastel.
E metteu na algibeira os quatro quartos, im-
portancia do||que deixou de comer.
Conta-se que este hroe tinha d'antes muito
mu genio, e que os seus ataques de ira o raziara,
e veras doente, obrigando-o i despezas de boti-
Ica, a que por economa conseguir at rege-
nerar o genio, & ponto de nada o ineemnaadac
hoje.
(Jafio.)
-


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