Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06152


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Full Text
4110 XIIT1I IDIE10 63
Por tres mim idiaatades 5S000
Por tres mezes veneidos 6$000
SiBBO 16 DE MABCO BE 18(1
PorBMdantol9SOOO
Porte franco para o subscriptor.

BNC.VRRBGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Sra ; Araca-
ty, o-Sr. A, de Lemos Braga; Cetra o Sr. J. Jos
de Olireira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mar-
tos Ribeiro Guimares; Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
FAKllDAS UUS (.UKHblUS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Ciruar, Allinho e
Garanhuns as tergas-feiras.
Pao d'Albo, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas feiras.
Cabo, Serlnhiem, RioForraoso, Uoa,Barreiros,
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correiosparlem as 10 horas da manha)
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARgO.
3 Quarto minguante as 4 horas e 56 minutos da
tarde.
\\ ua n0Ta as !1 hora8 18 minutos da man. I
1 Quarto crescente as 3 horas e 12 horas da 2
tarde. U3
-26 La cheia as 11 horas e 55 minutos da man. 114
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 8 horas e 30 minutos da manha.
Segundo as 8 horas e 54 minutos da tarde.
das da semana.
Segunda. Ss. Candido e Heraclio mm.
Terra. S. Gregorio Magno p. doutor da egr.
Quarta. S. Eufrazia r. m. ; S. Rodrigo m.
Quinta. S. Mathildes rainha ; S. Afrodizio m.
Sexta. Commemorago da Paixio de J. G.
Sabbado. Ss. Cyriaco e Tariano mm.
Domingo da Paixio ou de Lzaro; S. Patricio.
Auuie.rti.tA3 uus TRlbUNAba UA laPIal.
Tribunal do commercio : segundas quintas.
Relacio: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Fazeada : tercas, quintase sabbados as 10horas.
Juizo do commercio : quartas ao meio dia:
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas o meio
da.
Segunda vara do cirel: quartas e sabbados a 1
bora da tarde.
PARTE 0FF1CIAL.
Go verti da pro vi acta.
Expediente do dia 13 de marco de 1861.
Officio ao Exm. presidente da Baha. Acen-
sando recebido o officio que V. xc. me dirigiu
eir o 1. do correnie, cabe-me dcciarar-lhe era I
resposta que forara entregues ao arsenal de'
guerra como V. Exc. raelhor ver da copia junta,
os artigos de fardameuto remeltidos para esta
provincia cora destino ao 2o batalhao de infan-
tina.Igual communicacao se fez ao director do
arsenal de guerra d'aquella provincia.
Dito ao coronel commaodaolo das armas.
Sirva-se V. S. de mandar por em liberdade.
dando-Ihe baixa do servido, se j estiver alista-
do, o remita Joaquim Francisco da Torres Galin-
do, que provou ser odicial de marcineiroe como
tal comprehendido na 9 isenco das instruccoes
de 10 de junho de 1822.
Mandou-se tambera pi'ir em liberdade o recru-
ta Silverio Lenidas da Fonseca, que provou ser
Olho uoico de vinca.
Dito ao mesmo.Queira V. S. mandar trans-
ferir para o quartel do 10" batalhao de infaolaria
o alferes reformado do exercito Francisco de
Paula Carneiro LeSo, que se acha preso na for-
taleza do Brum, visto nao haver inconveniente
nessa mudanza, como V. S. informou em seu
officio de 11 do correte. Comraunicou-se ao
chefe de polica.
Dito ao coronel commandante superior interi-
no da guarda nacional do Recife.Expeca V. S.
as suas ordens para que ura dos corpos da guarda
naciooal sb seu commando superior v acom-
panhar a procisso do Senhor Bom Jess da
Cruz que tem de sahir da egreja de N. S. do Ro-
sario do bairro da Boa-Vista na tarde de 17 do
corrente.
Dito ao lente coronel Sebastio Lopes Gui-
maraes. Convm que V. S. se preste servir
de membro da comraisso de exames pratlcos
da arma de cavalliria, entendendo-se para isso
como coronel commandante das aroias.Com-
municou-se ao coronel commandante das armas
e ao coronel commandante superior da guarda
nacional do Recife.
Ditoao inspector da thosouraria de fazen-
da. Visto que, segundo se nota de sua in-
formago de hontem. sb o. 187, nao ha in-
conveniente no pagamento da quantia de
546J300 rs., era que importara os objectos vendi-
dos por Jos Rodrigues da Silva Rocha, e Joo
Carlos Augusto da Silva ao conselho adminis-
trativo do arsenal de guerra, cora destino ao pre
sidio de Fernando, como se v das ioclusas con-
tas em duplcala que devolvo, e me foram re-
mettidas pelo presi lente do mesmo conselho
com oflicio do Io do correte, sdb n. 18, auto-
riso V. S. mandar effecluar esse pagamento
aos signatarios das referidas coutas. Comrau-
mcon-se ao presidenta do referido conselho
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes os
inclusos docimeulos, que me foram remeltidos
pelo commiodante superior interino da comarca
de Flores, em officio de 2 do corrente, mande V.
S. pagar os vencimentos relativos aos mezes de
novembro fevereiro prximo Ondo dos guar-
das nacionaes destacados na villajde Ingazeira
sendo a importancia do taes vencimentos entre-
gue um dos procuradores do mesmo comman-
dante superior Marcolioo Antonio Xavier, Jos
Ignacio Xavier e Alexandre Americo de Caldas
Brando. Commuoicou-se ao sopradito com-
mandante superior.
Ditoao mesmo.Annuindo ao que me requi-
sito u o gerente da companhia pernambucana em
officio de hontem, recommendo V. S. que
mande pagar a quantia de 239M20 rs., era que,
segundo a conla em duplcala e mais documen-
tos juntos, importara varas passagens mandadas
dar bordo dos vapores d'aquella companhia
por conla do ministerio da guerra,
Dito ao inspector da thesouraria provincial.__
Mando V. S. pagar Jos Meodes Bastos, ou
ao seu procurador nesta praga o negociante Joa-
quim Antunes da Silva, conforme requisita o
Chele de polica em officio de hontem, sb n.
172. a quantia de 735300 rs., em que. segundo
as inclusas contas importou as despezas feitas
nos mezes de novembro Janeiro prximo Cndos
com o sustenlo dos presos pobres da cada de
Garanhuns.Communicou-se ao chefe de po-
lica. r
Dito ao director das obras militsres.Mande
Vmc. cora urgencia substituir por outro um dos
portaes da pnso dos calcetas do 10 batalhao de
infantaria. como requisita o respectivo comman-
dante no officio constanlo da copia junta.Com-
municou-se ao commandante das armas e
thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo. Recommondo i Vmc. que
examinando o quartel do batalhao de artilha-
jia a p, me enve o orcamento di despesa
azer-se cora os reparos, de que elle necessita
segundo declara o commandante do mesmo ba-
talhao no officio de que lhe remetto copia.
Dito ao director do arsenal de guerra.Ap-
provo o contrato que Vmc. celebrou com o mos-
tr o dono do hiale Sergipano para conduelo
dos offlciaes. pravas de prot e objectos deslina-
dos ao presidio de Fernando, o qual consta da
copia annexa ao seu officio de 12 do correte.
Communicou-se thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.De conformidade com o offi-
cio do coronel commandante das armas datado
de 11 do corrente, recommendo a Vmc. que
mande fornecer ao quartel de Santo Amaro, actu-
almente guardado por pracas invalidas, o azeite
e pavios necessarios para dar urna luz diaria,
bem como um lampio e vasilha para guardar
t> azeite.Commuoicou-se ao commandante das
armas.
Dito ao mesmo.A' vista da sua informacao
datada de 12 do corrente, o autoriso mandar
admitlir na companhia de aprendizes desse arse-
nal, depois de satisfeiti a disposicio do art. 4 do
regulameuto de 3 de Janeiro de 1842, o menor
Joo Athanazio Walpp, filho de Mara Egypciaca
do Sacramento.
Dito ao director geral da insiruccio publica.
Mande Vmc. admittir no collcgio dos orphos,
haveodo vaga, o menor de nomo Maooel Joaquim
de Jesu3,4 que se referem os papis inclusos.
Dito cmara municipal do Bonito.De posse
do officio que me diriga a cmara municipal do
Bonito com data de 19 de dezembro ultimo, te-
nho dizer-lhe era resposta que approro a arre-
remaiaco eita das reas desse municipio na
importancia total de 1:3388900, derendo porm
su arrematado vigorar nos termos da ordem
m Presidencia a 28 de abril de 1858, que
auude a cmara em seu citado officio, visto co-
mo nao lhe permittidp alterar o anno munici-
pal, que se acha marcado por lei, como na pre-
ENCARREGADOS DA, SUBSCRIPCAO DO sul
Alagoas, o Sr. Claudino Faleo Das ; Baha
Sr. Jos Msrtlns Alvos ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Tereira Martin.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do dubjo Manoel Figueiroa de
Paria,na sus livraria praga da IndependeDcia os
6 8.
padre Antonio Generoso Bandeira no exarae
que se sugelou, resole coosidera-lo habilitado
para perceber as vantagens de que trata o art.
26 da lei o. 369 de 14 de raaio de 1855.
Dita.O presidente da provincia attendendo .
ao que lhe requereu o promotor publico de Pao
d'Alho, bacharel Jos Maria Ribeiro Paraguass,'
resolve conceder-lhe um mez de licenca som
vencimentos para tratar de sua saude.Fie-
rim-se as communicagoes do costume.
Dita.O presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o primeiro sargento da terceira
companhia do corpo de polica Joaquim Harcu-
lano Pereira Caldas, resolve conceder-lhe 15
das de licenca de favor para ir villa de Seri-
nliaein tratar de seus negocios.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao engenheiro Jos Mamede Alves Per-
reira.O Exm. Sr. presidente da provincia man-
da devolver V. S. j approvads, e para o Gm
conveniente, a planta que acorapanhou o seu of-
ficio de 4 de Janeiro ultimo, da ponto de ferro
que V. S. pretende construir sobre o ro Monjope
na villa de Iguarass.
Dito ao promotor de Pao d'Alho.O Exm. Sr.
presidente da provincia manda aecusar recebido
o oflicio de 5 do corrente em que V. S. partoci-
pa ter assumido nessa data o exercicio do seu
emprego.Fizeram-se as necessarias commu-
nicacoes.
Dito ao juiz municipal deGaranhnns.O Exm.
Sr. presidente da provincia manda aecusar rece-
bido o officio do Io do correnie. em quo V. S.
lhe commuoicou ter reassuraido nessa data o
exorcicio do seu cargo, em consequencia de ha-
ver Gnalisado a luenga que gozava.
DESPACHOS DO DA 13 DEMARCO DB 1861.
Requerimtntos.
4044 David Ferreira Balthar.Informo o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
4045.Auna Thereza de Jess.Nao ha vaga.
4016. Bernardo Jos ds Costa.Informe o Sr.
director geral da instrueco publica, ouvindo o do
collegio dos orphos.
4047. Francisca Mara da Conceic.5o. Infor-
me o Sr. inspector do arsenal de marinhn.
4048.Ignacia Maria de Sani'Anna,Informe
o Sr. director da instrueco publica, ouvindo o do
collegio dos orphos.
4049.Joaquim Francisco de Torres Galindo
Jnior.Esto expedidas as convenientes ordens
para a soltura do supplicante.
4050.Joaquim Policarpo de Lima.Prove o
que allega, no praso legal.
4051.Maria Joaquina Ribeiro. Informe o
Sr. director geral da instrueco publica, ouvindo
o do collcgio dos orphos.
4052 Joo Pereira Damasceno Chaves.Pas-
se portara aposentando o supplicante nos ter-
mos do 2 do art. Io da le provincial n. 276
de 7 de abril de 1851.
4053.Manoel de Almeida Nobre.Informe o
Sr. director geral da instrueco publica.
4054.Manoel Antonio Viegas Jnior.Selle o
documento que se refere e volte quereodo.
405. Maria Egypciaca do Sacramento.
Aprsente o menor ao Sr director do arsenal de
guerra.
4056Pedro Barbosa da Silva.Informe o Sr.
inspector do arsenal de marloha.
EXTERIOR.
Discurso da rainha de Inglaterra
no Parlamento,
Milords e sonhores. Com grande satisfago
torno a encontrar-me no meio de vs no parla-
mento, e recorro ao vosso auxilio e aos vossos
cooselhos.
As minhas relac5es com as potencias estran-
goiras continuara ser amigaveis e satisfatorias,
e topho coofianca de que a moderago das po-
tencias da Europa ha de corlar toda a interrupeo
da paz geral.
Aconteciraentos de grande importancia tem ti-
do lugar na Italia.
Acreditando quo aos Italianos se devo deixara
liberdade de rogular por si os cus proprio3 ne-
gocios, nao julguei que devesse exercer interven-
Cao alguma activa para com elles. Ser-vos-ho
aprosentados documentos relativos este as-
sumplo.
Quando se encerrou a ultima legislatura an-
nunciei-vos que as atrocidades que recentemeole
se tinham commettido na Syria, me induziram,
em coocurrencia com o imperador da Austria, o
imperador dos Fraucezes, o principe regente da
Prussia, o o imperador da Russia, i contrahir re-
lativamente ao sullo, ura compromisso? em vir-
tude do qual se lhe devia conceder um auxilio
militar temporario com o fim deestabelecera or-
dem D'aquella parte dos seus estados.
Este auxilio foi dado por um corpo de tropas
francezas, mandadas para a Syria, representando
as demais potencias.
O sullo mandou tambera torgas consideraveis
para a Syria. debati das ordens de um official
experimentado, e lonho a confianc,a de que a
tranquillidade ha de ser restabelecida prompta-
mente paquella provincia, o que o objecto de
convenio se conseguir completamente.
Annunciei tambem, quande se encerrou a ul-
tima legislatura do parlamento, que nio tendo
alcangado um resultido satisfatorio as propostas
pacificas que o mea enviado na China tioha feito
ao governo imperial em Pekin, as minhas forcas
de mar e de trra, assim como as do meu alliado
o imperador dos Fraocezes, iam partir contra as
provincias do norte da China, com o fim de
apoiar as justas reclamaooes das potencias sitia-
das, e que o conde de Elgin tinha sido mandado
para a China na classe de embaixador especial,
para tratar com o governo chioez.
Tenho a satisfago de vos informar que as ope-
rares das torcas sitiadas foram coroadas de um
bom xito.
Depois da tomada dos fortes na emboccadura
do Pei-ho, e de varias batalhas dadas contra o
exercito chinez, as forcas adiadas apoderaram-se
da cidade imperial de Pekin, e o conde de Elgin
e o baio de Groa, embaixador do imperador dos
Francozes, poderam obter urna solueo honrosa e
satisfatoria de todas as questes que suscitaram o
letigio.
Nestas operaedes e as negociagoesque se Ibes
seguirn, os coamandantes e embaixadoros das
potencias alliadas obraram no mais amigavel ac-
eordo.
Sobre este assumpto hio de ros ser presenta-
dos os respectivos documentos.
O estado dos meus territorios indios melhora
progressivamente, e tenho a conaoca de que a
sua condicao econmica ha de gradualmente par-
ticipar do melhorameoto geral.
Na Nora Irlanda urna insurreigo de urna par-
te dos indgenas interromoeu a tranquillidade em
^iSS^S^a^ r.^a^urco,onia. m nuteo ,
ves, continuo do Gymnasio provincial, resolve
aposenta-lo nos termos do art. 1 da le n.
276 de 7 de abril de 1851, visto contar 30 annos
de effectivo exercicio.Fizeram-se as communi-
cacoes do estylo.
Dita.O presidente da provincia tendo em vis-
ta a informacao do director geral di instrueco
publica de 9 do corrente com referencia s pro-
tas por escripia apresentadas pelo profeasor pu-
blico de instrueco elementar da Fedrss de Fogo,
lamente cessar a porturbaco e permiltirao ao
meu governo combaler as causas que possam ex-
citar a sua reprodcelo.
Nos Estados-Unidos da America do norte tea
surgido serias desintelligencias ; toroa-se-me
imposivel nio contemplar com vivo interesse es-
tes aconteciraentos susceptiveis de affectar a ven*
tura e o bem-estar de um poro estreilamente li-
gado aos meus subditos pola sua origea, e nti-
mamente unido* & elles pelas mais continuas e
amigaveis relac.o.fs,
O meu cordeal desejo que as desintelligen-
cias possam ser susceptiveis de um accordo sa-
tisfatorio.
O interesse que tomei pelo bem-estar do povo
dos Estados-Unidos nao pode deixar de augmen-
tar-so pelo benvolo e cordeal acolhimento que
leve o principe de Galles durante a sua recente
visita ao continente americano.
Aproveito esta occasio para manifestar o meu
apreco bem sincero, fidelidade e adheso rai-
nha pessoa e ao meu throno, manifestadas pelos
meus subditos do Canad, e outros subditos da
America do Norte, por occasio da permaneucia
do principe de Galles entre elles.
Celebrei com o imperaJor dos Fraocezes ura
convenio supplemenlar ao tratado de commercio
de 23 do Janeiro de 1860, e fundado no intoresse
de realisar os assumptos que aquelle lratado4i-
nha em vista.
Tambem celebrei com o rei da Sardenha um
convenio para a prolecco reciproca dos direitos
da propriedade Iliteraria. Estes conveoios ho de
ser submellidos ao vosso exarae.
Senhores da cmara dos commuos: mandei
que vos fossem presentes os orcamenlos do pr-
ximo anno. Foram orgaoisados com espirito justo
de economa, que se concilia com a necessidade
de assignar a efficjcia dos diversos ramos do ser-
vico publico.
Milords e senhores: ser-vos-ho proseles me-
didas para a consolidaco de alguns pontos ira-
portantes da legislaco criminal, para raelhorar a
le de fallencias e insolvencia, para facilitar a
transmisso da propriodade territorial, para o es-
ta belecimento de um systema de imposto em In-
glaterra e no paiz de Galles, o para outros dife-
rentes objectos de utilldade publica.
Entrego cora cooQanca os grandes interesses do
meu reino vossa sabedoria e vossa sollicitu-
de, e rogo ao co com fervor que a beogo do
Todo Poderoso presida aos vossos conselhos, e
torne amadurecidas as vossas deliberares com o
fim de realisar o objecto do meu constante dis-
vello, e bem estar e felicidade do meu paiz.
DI scurso do imperador ftapoleao
ao corpo legislativo.
Srs. senadores e Srs. deputados. O discurso
da abertura de cada legislatura resume em bre-
ves palavras os annos passados e os projectos fu-
turos. At hoje ejsa communicacao, restringida
por sua natureza, nao punha o meu goveroo em
relacoes bastante intimas com os altos corpos do
estajo, e estes riam-se prirados da faculdade de
robustecer o governo com a sua adheso publi-
ca, ou de Ilustra lo com os seus conselhos.
Kesolvi que em todas as sesses se vos apr-
sente urna expsito gersl da situaco do impe-
rio, e que vos sejam apresentados os despachos
diplomticos mais importantes.
Podis igualmente manifestar em urna mensa-
gem a vossa opiuio sobre os fictos que se rea-
lisam, nao como d'antes por meio de urna sim-
ples paraphrase do discurso da coroa, mas pela
livre e leal expresso da vossa opioio.
Este melhorameoto inicia com miisamplitude
o paiz nos seus proprios negocios; d-lhe assim
melhor a conhecer os que o gorernam, assim co-
mo os que tem assento as cmaras, e, apezar
da sua importancia, em nada altera o espirito da
conslituico.
Em outro lempo, como sabis, haria restricto
no suffragio. A cmara dos deputados tinha,
verdade, mais implas prerogailvas ; mas o coo-
sideravel numero de empregados pblicos, que
formim parte delta, dava ao governo urna aeco
directa sobre as suas resoluces. A cmara dos
pares votava tambem as leis; mas a maioria po-
da a cada passo ser alterada pela aggregaco de
novos raembros Finalmente as leis nao eram sem-
pre discutidas pelo seu valor effectivo ; mas. se-
gundo as probabilidades que a sua adopeo ou
desapprovaco poda ter em sustentar ou derri-
bar um ministerio.
D'aqui resultava pouca sioceridade oas delibe-
rares, pouca eslabilidade ua marcha do gover-
no, e pouco trabalho til realisado.
Hoje todas as leis esto preparadas com cuida-
do e madureza por um conselho compotto de ho-
nens alustrados, que emittem a sua opinioso-
bre todas as medidas que tem de tomar-se. O
senado, guarda do pacto fundamental, cujo poder
conservador nao faz uso da sua iniciativa, seno
em circunstancias graves, examina as leis de-
baixo do nico aspecto do seu constitucionalis-
mo nao obstante, como um verdadeiro tribunal
polilico que compe-se de um certo numero
de membros que nao pode augmentar-se. E' cer-
to que o corpo legislativo se nao envolve em to-
dos os pormenores da adraioistraco; mas elel-
to directamente pelo suffragio universal, e nao
coma no seu seio nenhura funccionarlo publico.
Discute as leis com a mais ampia liberdade, e se
sao rejeitadas, este um aviso que o governo
tem em attenco ; mas essa desapprovaco nao
transtorna o poder, nio detm a marcha dos ne-
gocios, nao obriga, finalmente, o soberano a ele-
ge r para conselheiros seus homens que nao me-
rer.am ioteira conflanca.
Taes sao ^as principies differencas entre a
coostituicao actual e a qae precedeu revoluco
de fevereiro.
Esgotac, senhores, durante a votaco da men-
sagem, todas as discussdes, segundo a sua maior
ou menor gravidade, afim de vos poderdes con-
sagrar em seguida completamente aoa assumptos
do paiz, porque, si aquelles reclamara um exa-
rae profundo te consciencioso, pela sua parte os
interesses esto sequiosos de promptas soluces.
Em vespera de expcaces matsdetidas limit-
me a recordar-vos summariamente o que se tem
feito no interior e no exterior.
No interior, todas al medidas adoptadas ten-
dem a augmentara producto agrcola, industrial
e commercial. O maior ralor de todas as cousas
a consequencia inevitarel de urna prosperidado
crescente-; mas ao menos deriamos procurar os
meios de fazer coa que os objectos de primeira
necessidade fossem o menos caros possirel. Com
este proposito diminuimos os direitos sobre as
materias primas, assignamos um tratado de com-
mercio com a Inglaterra, e projectmos fazer
outro com os paizes risinhos, facilitando em
toda a parte as vias de communicacao e os trans-
portes.
Para realisar estas reformas econmicas live-
mos renunciar 90 milhoes da importaces
annuies, e todava, ha de vos ser apresentado o
orcamento equilibrado, sem que tenha sido ne-
cessario appellar nem pan a crpaco de novos
tmpostos, nem para o crdito publico, como vos
bavia anounciado no ultimo anno.
As mudaocas feitas na administraco da Ar-
gelia poseram a direccao superior dos negocios
no seio das povoacOes. Os illustres servicoi do
general que ro posto i frente da colonia sao
garantas seguras de ordem e de prosperidade.
No exterior esforcei-me para provar oas mi-
nhas relacoes com as potencias eslraojeiras, que
a tranca desoja va sincera meu te a paz, qae sem
renunciar urna legitima influencia, nao preten-
da ingerir-se em parte alguma onde nao se jo-
gavam os saos interesses ; por ultimo, que se
tioha ympaihias por ludo quanto nobre e
grande, olio racillari ata condemnar ludo quanto
violan 0 dlreito das gentes e a justica.
Aaontaitaenloa difficeis do prever, rieran
complicar na Italia urna situaco da ai j imu-
Iracosa. 0 mea gorerao, de, accordo con i seu,?
sitiados, julgou que o melhor meio de combaler
pengos maiores, era recorrer ao principio di nao
interrencao, que deixa cada paiz senhor dos
seos destinos, localisa as questes, e impede que
degeneren! em conflictos europeus.
Nao ignoro seguramente, que este systema tem
o mconreoiento de parecer que autorisa excessos
bem deplorareis, preferindo as opinides extre-
mas, amas que a Frang abra;asse a causa de
lodas as rereluces, e outras que se collocasse
testa de urna reago geral.
Nao me deixarei desviar do meu esminho por
nenhumi d'essas cxcitac,es oppostas. Basta
grandeza do paiz manter o seu direito onde elle
fr indlspensavel ; deffender a sua honra onde
lor atlacada, e prestar o seu apoto onde se lh'o
implore favor de urna causa justa.
Assim mautivemos o nosso direito fazendo
acceitar a cesso da Saboya e de Niza ; aquellas
provincias esto hoje irrevogavelmente unidas
Franca.
D'esta mineira, para vingar a nossa honra no
extremo do Oriente,a nossa bandeira, ligada da
Gr-Bretanha, tremulou victoriosa as muralhas
de Pekin, e a cruz, emblemajda ci>ilisac.o chris-
ti, coroa de novo, na capital da China, os tem-
plos da nossa religio, fechados ha miis de um
seculo.
Assim, em norae da huraanidade, forara as
nossas tropas Syria, era virtude de ura conve-
nio europeu, para proteger os christos contra o
ceg fanatismo.
Em Roma julguei devor augmentara guarni-
do, quando me pareceu ameacada a seguran
do santo padre.
Mandei a minha esquadra para Gaeta no mo-
mento em que pareca ser o ultimo refugio do
rei de aples. Depois de a haver conservado
all por quatro mezes, retirei-a, por mais digno
que fosse de sympathia ura infortunio real sup-
portado com tanta nobrezi. A presenta dos nos-
sos ni vios obrigava-nos affastar-nos lodosos
das do systema de neutralidade que eu tinha
proclamado, e dava lugar errneas interpreta-
res. J sabis que em poltica ninguem acre-
dita em urna gesto puramente dcsinteressada.
Tal a rpida exposico da situaco geral.
Percam-se, pois, os receios, e restabelea-se a
conflanca. Porque que os negocios comraer-
ciaes e industriaes nao hivism de retomar novo
movimento ?
Estou na Arme resoluto de nao entrar era
conflicto algum em que a causa da Franca nao
esteja baseada no direito e na justi;a. Que te-
mos pois que receiar ? Por acaso urna naco
uuida e compacta, que conti quaronta milhoes
de almas, pode temer, ou ver-se arrestada lu-
las, cujo fim nao approvasse, ou ser provocada
por urna arneaga qualquer.
A primeira virtude de ura povo ter conQan-
Ca era si mesmo, e nao se deixar commover por
alarmas imaginarios. Contemplamos, portinto,
o futuro com tranquillidade e com a plena cons-
ciencia da nossa forc, assim como das nossas
leaes intencoes ; consagremo-nos, sem preten-
qoes exaggeradas, ao desenvolvimento dos gr-
meos de prosperidade que a Providencia deposi-
tou as nossas raaos.
L-se na Patrie:
A' respeito das ultimas operaces em frente de
Gaejp, recebemos alguns novosdetalhes. A lu-
la, recomecada 22 do Janeiro, s 8 horas da
manha, continuou at 12 de fevereiro, data em
que se assigoirim os preliminares da capitula-
gao. Durante vinte e dois das os sitiados os
citados atacados por mar e por trra, devem
ter soffrido um bombardeamento sem exemplo na
historia.
Experimentaran) perdas sensiveis, principal-
mente deste 5 at 12, mas os sitiantes tizeram
soffrer perdas nao menores. As cxplosdes que ti-
rona lugar na praga parece terem crescido urna
coosiderarel influencia no resultado da luta.
_ A causa de um destes accidentes, a explo-
so do grande paiol anda nao est explicada.
Este paiol estar coostruido prora de bomba,
disposto de maneira para que nenhum projectil
podesse all penetrar, e o facto tere lugar em
um momento em que os sitiantes nao atiraraiu
daquelle lado hara muito tempo.
< Assegura-se, que o rei tinha tido 8, um
conselho de guerra, no qual se decidir que a
deffeza poda continuar ; batteram-se anda por
espac.0 de quatro dias com urna energa sem
igual de parte parte ; mas a praca ra que se
produziam oras exploses.quemataram os seus
deffensores, exauriam as suas municoes, e des-
truan) as suas muralhas; por outro lado, o nu-
mero dos feridos augmentara cada instante;
tendo morrido urna das religiosas francezas do
hospital militar, a rainha aubstituio-a po seu
servigo com admiravel dedicaco ; mas isltava
tudo, e nio se podiam encontrar nem I medi-
camentos, nem os objectos necessarios Ipara o
tralameoto.
c No estado em que se acbavam, hoave um
novo conselho de guerra; reconheceu-se que
se tioha feito tudo quanto era possivi 1 para
hoera da bandeira ; que a proloogaco da de-
feza, as circumslancias em que se achai am, se
lornava impossivel, e que havia motivo [ ara ca-
pitular.
Asegura-se que o rei, e os membros da sua
familia, nao qoerendo embarcar em urna fragata
piemonteza, pediram um navio francez, qi e o go-
verno do imperador se apressou i por t ua dis-
posicio. A corveta i vapor tionette, qui
estacionada em aples, recebeu orden
dirigir Gaeta, e parti para aquelle det tino no
dia 13 de fevereiro.
Da Preste extrahimos a seguate conaspon
deocia, em que se encontram importante i deta-
lhes sobre a explosio das paioes de G; eta, os
quaes nao deixam de offerecer grande inte-
resse.
Nio de ua coabate sanguinolento, diz o
correspondente, nio de um assalto dado bre-
cha da praca inimiga de qae vou fallar-rbs, mas
de urna dessas catistroppes, tanto mais doloresas,
quanto que as victimas nao pozeram termo todas
as miserias e as dores da rida, mas anda jizem
em grande numero envolvidas nos desibamen-
tos das batterias e dos baluartes.
c Apezar d6 j turerea decorrido desasis ho-
ras desde que tere logar a explosio qu s derru-
bou a batteria coaprehendida entre o bi stio de
Santo Antonio^ e a cidadella, sinda se a con-
serva a sensago que me produzio este laaea-
tavel acontecimenlo.
c J outro dia a explosio de om piiol col-
locado na extremidade aul da bilterta Plisplad,
occasionou a'.gumas perdas aos sitiados.
a Nao obstante, esta explosio nio loi causa
sufflcieni.e para suspender o logo da parte de
Francisco II; pelo contrario, presistio i elle com
mais torca e rjgor do qoe nunca.
Hontem,. porm, prximo s cloi o horaa
da larde, una bomba das lionas pien ontezas,
penetrando em ua dos armazens de plvora
da praca, fe-lo saltar; communicaodo < fogo ao
grande deposito che de proiectU que tambem
roou,
t'A explosio foi tio grande, qae darou \-
gons minutos, prolongando-so de echo a echo
com um ruido sordo e terrirel pelos ruis lon-
ginquoa Talle,. Um nario triacea qoe ta occa-
* SS
sentio o choque, apezar de estar na distancia de
urnas seis milhas.
.MAS!.ga2,,0 meu cslue. tinhs sahido da
aldea de Caslellone s qualro horas, cora o Um
de passear atravez dos desQladeiros que condu-
jera ao castello Honorato, quando suba urna al-
tura que domina o golpho, senti-me sacudir vio-
lentamente, em consequencia da explosio que
acabava de ter lugar minha esquerda.
Voltei a rista para o lado de Gaeta, e da mi-
nha alma apoderou-se um profundo senttmento
de horror.
Immensos destrocos de construcoes, pedras
enormes, fragmentos de baluartes, os armazens
eas ballenas todogyrava no ar no meio de urna
densa columna de fumo, que cruzava serpentean-
do era direccoes distinctis, viara-se milhares de
centelhas de fugo, e pela parte detraz destaca-
vam-se. aluminados por urna luz phanlastica
os campanarios, as torres e os edificios da cida-
de. ja quasi destruida.
O espectculo nao poda ser mais horrivel!
Lommovido e ancioso por saber algumas noti-
cias d aquelle espaotoso acontecimenlo, desci da
altura em que me achava. e dlrigi-me Cistel-
lone, onde cneguci ao descahir da Urde.
Sube ali que a explosio nao s tinha custado a
vida ua grande numero de soldados napolita-
nos, mas que muitos outros tinham ficado sepul-
tados vivos debaixo dos fumegantes destrocos
d aquella immensa ruina.
E assim era efectivamente.
c Os gemidos eos lamentos desses desgracados
podiam ouvir-se claramente uo silencio da nou-
le, silencio solemne que nenhum outro rui'do
vinha Interromper, pois que as bateras piemon-
tezas em presera de to horrivel catastropho
tinham cessado o fogo por ordem do general
Cialdim. i
Um parlamento nipolilano. tinha j rindo
apresenlar-se ao quartel general do comman-
dante em chefe para lhe pedir um armisticio de
quarenta e oito horas.
Pedia-o em norae da huraanidade, porque,
dizia elle, nao se podia fazer idea do numero de
victimas que reclamavam o soccorro dos seus
companheiros d'armas.
O general piemontez nao hesilou por ura
instante era conceder a suspenco d'armas pedi-
da, e isto com a unir-a condigo de que os sitia-
dos nao trabalhariam na repafacao dos estragos,
que nos ltimos dias osPiemoutezes tiuham feito
soffrer praca.
t As bateras da cortina que deffendera Gaeta
do lado do golpho, soffrerara consideravelmente
pelo sudaz ataque verificado contra ella na ulti-
ma noute pela fragata sarda Garibaldi. que est
commandida pelo official napolitano Araico.
Protegido pela noule, o audacioso capito
aproxiraou-se mil metros da cortina, oconser-
vou-se ali debaixo do fogo do oimigo por espaco
do hora e meia.
Agora vamos publicar o que diz o Contlitu- '
exonel narrado por um hornera que fazia parle
do navio Garibaldi.
O fogo continuava sempre com grande inten-
sidade no nosso campo.
A' noute as canhoneiras avangaram e obra-
ram de umi maneira conveniente contra a
praca.
A 2 fez a fortaleza pelas cinco horas da tardo
um fogo muito vivo, ao qual responderam os
nossos com igual energa.
O navio recebeu ordem para se dirigir ao
ataque, que executou promptamente.
No dia 4, s cinco horas da tarde subimos
todos ao torobadilho para ver o bombardeamen-
to. De repento, ouvimos urna espantosa expo-
sao em Gaeta, que nos deixou estupefactos, por
espaco de alguns segundos.
Apenas o grande fumo, que cobrio logo a
prsca, se dissipou um pouco, soubemos que ura
paiol se linhi incendiado com as nossas bombas.
Imagioai os desastres que deve ter causado este
lerrivel acontecimenlo I Logo que o fogo so
suspendeu do lado da praca, comegou com mais
energa no nosso campo.
A' 5, pelas quatro horas estavamos reunidos
a mesa, quando urna forte detonaco abalou a
fragata.
Subimos todos ao convez, e vimos Gaeta no
meio de um fumo espesso, ianundado por urna
chuva de destrocos.
Tinha saltado um grande paiol. A batera
de S. Antonio Abatte, esl quasi destrui-
da. Aproveitando a desorden inevitavel que ura
semelhmte sinistro occasions, todas as bateras
do nosso campo Qzeram um rogo bem sustentado
contra a praca.
E' impossivel descrever o effeito do bombar-
deamento que teve lugar; quando chegou a
noute, as bombas confundiam-se com as es-
trellas.
o Aponlam-se incendios graves n'alguns pontos
da cidade sitiada. |
As 7 horss e meia, transmitliram-se ordens
superiores; actlvou-se a machina, e nos parti-
mos. A fragata Garibaldi dirigio-se para em
rente das bateras collocadas do lado nordeste
da praca, bateras muito perigosss. i
< Quando chegmos certa distancia rompe-
mos o fogo com toda i nossa artilharia. Eram
oito horas e meia. Tinhamos apenas lancado a
primeira banda, que as bateras attacadas res- '
ponderara com um fogo infernal. Por espaco de
hora e meia nao cessmos de oppnmir aquellas
posicoes.
c Nao soffremos perda alguma e todaria as
billas incendiarias e projectis de toda a especie
cahiam sobre nos como geada.
O almirante e as equipagens da esquadra
Acarara espantados quando nos riram saos e
salros.
Tinhamos estado lio completamente envol
vidos no fumo durante a acgo, que julgaram
que haramos sido mettidos pique.
c Dentro em poucos dias deve abrir-se a bre-
cha, e prometiese um grande trabalho do lado
do mar.
< Hei de- mandar-vos novos detalhes, se Deus
me permittir que os d.
Em Palermo acaba de se formar urna com-
raissao de soccorros para Roma e Veneza, a qual
publicou a seguinle proctamaco, que traduzimos
do Siicle;
< Concidadios:
< Quando a Sicilia sollou o grita de guerra
contra o Bourhoo, toda a Italia se abaloo, e
othusiasmada pela nossa vos, chimou s ar-
mas seos Ulnas. Um puohado de hroes reuni-
dos presea pelo capito do povo, foraa os pri-
meiros que correram em nosso auxilio, e que
oneraraa esses ailagrea que aaravilhaa a
Europa. Todavia os nossos hroes, inferiores
empreza, seriara inefficazes a Garibaldi, se por
um sabio peosamealo, nio tiresse promptamen-
te instituido ea cada cidade da Italia, coamis-
soes de aoccorros para a Sicilia, com o Gm de re-
torcer a nossa insurreicao coa homens, armas
e dinheiro..
c tiracas 4 actividade dos homens goaMosos
eocarregados da santa aissio, graodes o traquea-
les soccorros chegaram-nos, sea inAerrupeio,
coa es quaes podemos ea poucos mezes des-
truir na exercito numeroso, libiciar % uha edes-
ear ao continente para oQesecu '.nao segura aoa
nossos irmaos.
c A Italia maredlonal foi reagaiada I Viole e
uous, aiihes da homens, regudos pelo lago da
fraternidade coro Viclor Emaanuel, rei cons-
'l"f'na|. forman J* familia italiana. Ma9 a
a anda nao est completa ; Boma e Veneza
, o'iam-oos gemidos de dr que dilacerara a al-
' ?Vh m ,ue1n,>a P" r.nquillidade, e
?.rrnpm S' P0VS. dec \lZr Em^"Bt0 Rnw e Venen nao estire-
^eml.vrese forera nossas. nao h.verl p.,' no
Preparemo-nos, pois, para o resgite eslP
iterar ~A
CaZr',3 '"P*"?. e Presidenc de
Garibaldi, com o fim de recolher armas e dinhei-
tadorPreP"" COnlin8enfo 4 cito K-
Na Sicilia ainda nio esto creadas essas
DeUmcTmi -3 abStX "si8"^os cJnvid'dos
m\*omKm,ssao .tral de Genora, para por
efe raifr aCe,,Sm "foBlW o enc.r-
oa,raRZ.0Uev,B"See,n *> e soccorros
para itoma e Veneza.
Concidados, cooheceis por experiencia r.
qaecttata. liberdade de un poro. T quinto
i..exl.ra.vel a conquista. Vos, lo nadosTvres
contrahis.es dereres sagrados para com a patria*
e sempre os pr.raeiros nos sicriOcios, cumsni-
los-heis fielmente e com sitisfaco. P
I Roma e Veneza ros estendem os bracos e
ri? ~V V0S0 8CC0"- A resposta da Si-
cilia ser digna de Roma e de Veneza.
Palermo, em 4 de ferereiro do 1861.
[seguem-se as assignaturrs dos membros aue
compoera a coromissio.) H
m.ari0i* Roma contm seguiotes por-
menores rolatiros ao combate de Banco :
t As correspondencias de Frosinona dizem
que um corjo de militares napolitanos que con-
seguir arranjar clandestinamenle armas e rou-
nigoes. illudindo a rlgilancia das autoridades e
d.s tropas pontiflcia, se reuna em Banco ci-
dade desta delegagio. O nosso gorerno por
' ".conde Carpegna. comminjante
militar de Veroli, mandou intimar esses milita-
res para se separarem e abandonaren! as suas
armas, o que elles nio quizeram fazer.
fcmquanto o commandante adoptara as suas
H.,-Sl.COe- P1a!3-'S 0brig" isso- nma columna
de peno de 2,000 piemootozes, com carallaria
e b pecas de artilheria, que partir de Isola-di-
Sora, cercou Banco, e s oito horas da manha
atacou fortemonte os napolitanos Estes defn-
aeram-se com a maior bravura, occasionando
peraas graves aos piemontezes, tanto era morios
como em feridos, obrigando-os a cessarem o
logo, e a pedirem para Sora reforeos e artilneria
de cslibre raais grosso
No mesmo dia, outra forte columna piemon-
eza. composta de infanteria, carallaria e arti-
tneria foi oceupar Caprino no territorio ponti-
Ucio, lomando posico ao loogo de Slrangola-
galli, Outras tropas chegadas a Palvalena pare-
ciam dover dirigir-se sobre Banco. Todas em
torcas requisitiram provises de differentes a
aeas, conlaado igualmente cora oulras tropas
que erara esperadas a todo o momonto. No dia
seguinle, porm. ellas abandonaran lodo o ter-
ritorio de Ceprana.
Umi relatorio recebido em Veroli esl em per-
leita harmona com o que levamos dito. Diz este
documento, que um corpo piemontez, coraman-
aado pelo general de Sonnez se reirou s tres
Horas o meia da tarde das posicoes que oceupa-
ra emi frente de Binco. depois de um tiroieio de
seie horas, deixando as tropas napolitanas se-
nlioras do paiz.
O chefe d'esles soldados affiancoua ura enviado
do commandante de Veroli, que Banco serii por
StSS- A ar,ilbaria pequeno8 h ***
Nenhum habitante foi feridos.
Vamos publicar o texto da resposta dada pelo
re da Prussia deputaco que lhe apresentou a
mensagem rotada pela cmara dos deputados.
m lioguagera do rei parece rerem-se reproduzir
as preocupares que j se teem manifestado por
muitas rezessobre a conserrscio da paz no inte-
rior da Allenanha. E difficil eocontrar nessa res-
posta urna allusio clara e directa ao roto eraitti-
ao pela cmara a respeito da emenda rotada a
faror da Italia.
Todaria, deve notar-se a passagem em que o
re declara que c a respeito das questes da pol-
tica interna e externa, que sio tratadas na men-
sagem, o seu governo persistir as vistas que
caramente tem definido. A uniio faz a torga, dis-
se o re; logo, para ser forte, necessario que
permanecimos unidos.
Eis a resposta proferida pelo rei :
Senhores.
Recebicom o coragocommovido a expresso-
dos sentimentos que me aprsenla acarnerados
deputados por occisio da morte de meu muito
amado irmo, o fallecido rei.
As vossas vistas estio flxas em mim, con-
soladas e cheias de coofianca como eu esDe-
rava. r
Pronunciei-me iterativamente sobre os prin-
cipios em que estou resolvido a continuar no exer-
cicio do poder que Deus me confiou. O paiz- nao
tem a meoorduvida a este respeito.
Espero cora seguranza que os seus represen-
tantes me auxihario a realisar as ninhas inten-
SoesDo sentido da nanutencio iategral da auto-
ridade da minha cora, porque assim o exige o
verdadeiro bem da patria.
Pelo que toca s questes de politice interna
e externa que sao tratadas na vossa mensagem,
de que j coohejo o contheudo, segundo o regu-
la ment de ordem existente, reguiamento quo
espero comrosco rr melhorar mais tarde, o meo
Soverno tem claramente definido as vistas que o
ngem segando as minhas intenges.e as quae*
Fiersistir. Espero tambem que os. vossos traba-
hos, qoe vio coraecar, cooduzixio a urna solu-
Cio satisfatoria pelos importantes projectos de lei
qae o meu governo vos ni sunmetter.
Trataremos de melhorar as iostituicoea no
terreno da legalidade; a este respeito nao pode-
r haver duvida.
c A uniio fas a fcnca, uaa re que deremes
ser lories, necessario tambera que permanece-
mos unidos. Islo 4 urna rerdade para a PruesM.
assim como para a. aua poaigao na Allemanha. Qe
meus esforcos aeate seotido teem sido coreados
dos melhores. resaltados.
Sei que o raou poro me conserva una. fide-
lidade inalietarel, Unto nos diaa (elseo, cono
oos adversos; reoeei con prazer a homeoagem
que ne renovaos pelo orgo da cmara doe depu-
tados.
El-rei fez com que o presidenta Iktt dirigs
se individualnente cada um doe membros da
deputaco,eos quaes dirigi algumu palavras af-
faveis.
Despedindo-sa doe depitedos. o rei disee-
Ihes:
< Pois bea, senhores, roltae, aos rossos traba-
Ihos. Espero que quando nos separarnos, d'aqui
a algn tempo, ser n'um bom accordo e como
a algo. >
Do rolme apresentado. s cinaras francesas
em qae M contefloj 0 docamentos diplomticos.


(*)
%f] r

US HC c
'
MARIO DI tERHiMlWX), SABIADO 16 M ARgO DE 1161.
:a figwni

extrahimos os seguintes sobre a entrevista Ae
tllWtl,
O duque de llontebello m laiatcstro
dos negocios estraageros
i. i.
no T Ha apena* guiara das, que o re tena os, sempre team vivido era boa intelttgeacia. Sa-
seus genera, e Itrwdizii :
Sub aothrono era urna poca cheia de peri-
f''. e cdm a prospectiva de cata balea para os
S. PETEKSBUiiGO, 17 DE SEtEBJ&JlfiiSfitU qeslWez tenha a necessidade de toda a vossa
[Extracto] "ddicagao.
22 i 11 i
(Extracte.)
Sr. --'-'" '-iniiiiai nr aotetde hoatoa
pele telagrapho, que o imperador Alexandre ti-
xtha pedido pera me ter:
Sabis, disse-me aua magestade, que o prin-
cipe regente 4a Prussia e o imperador d'Austria
irao ver-mea Varsovia; a opinie publica est
muito preoccaaada cora esta eniievist, desde an-
i preoccaaaaa cora esta entrevista, desde aa- cnar ministro, nao e un leito de rosa
tes mesmo delta ter sido reeoWida. V se Delta o armen de una collig vosco quinto s disposicoes que all lomarei ; proteger o psis.
nao carei;o dizer-voe que bao de ser amigaveis .* N0 nos entreguemos i illusoes vias. Se
para a Franca. Nao e da colluaco quo eu vou niio cooseituirmos evitar o conflicto, estaremos
tratar em Varsovia, mas da conciliacao, e con- envolvidos em urna balalha, em que ta de ser
mdero-me feliz de ver que o principe regente procise vencer ou inorrer....
sidero-m feliz de ver que o principe
tem os mesmos sentimentos. Dizei ao
regente
imi>era-
cu, ,,3 uicjiuui jvuuiueuun. unc no impera- Aiguns oas aepois, o re recebia
dor Napoleo que podo depositar conanga em gem da cmara alta, e responda a ella
Assignado.Duque de Monlibello.
O ministro des negocios esirangei-
ros ao duque de Montebello em
S. Petcrshurgo.
Paris, 25 de setembro de 1860.
c. .__ mas que quauaaue ae advertencia se pode da
-ir. deque. Annuneando-uos a entrevista que aquellas que deuam cahir as esciUcoes da ooi
evo ler lugar ero varsovia ealre o mnerador da rio m>ii iau.,.i, .... ._ _____. ____":
a- ir\ i -----ir ----- -"I"""'""- '*"" aqumiesque ueixam calar i
deve ter lugar era Varsovia eotre o imperador da gao mais elevada, e que no mesmo lempo dis-
?eUn?e,artflp!f.Ps?.r'l0n 0? ? ^"T 2" "5em Uo 'ilmeote da vid. dos hornea e dos
ente da Prussia. o principe de Meterntch man- deslinos das nacoes? Que quer dizer o re da
{ SS22 de,Sle, qUe- SeU suberano l,oha de Prussia? Com que titulo e a proposito de que,
c^rSo eraf^r '?!!? S"* P."""" ""r"" ^aiio de que'prelexto. chama elle a todo '
CordO eral entre as Brandes iinti'iirins a fa7or ..-i_____*___\_
cordo geral entre as grandes potencias, e fazer
desapparecer 3S desconflancas que existem de
que os interesaos goraes-ho de soffrer.
O imperador Alexandre quiz-Dos dar directa-
mente as seguranzas, e coulirmar em lodos os
pooios a lingmgem do seu gabinete. Animada
lestas disposicoes, a curte da Kussia pede-nos
somenle para Iho fazer saber quaes os medidas
que adoptaremos para poder secundar estes es-
forgos.
Desojando corresponder a estas propostas, *i-
Oe era face da evenlualidado que Mujo preoccupa
leo rivduieule os gabitieos, a de un ataque do
Piemonle cm Vvoeza, e no memorndum inclu-
so indiquei o que julgavaraos dever observar no
caso cm que se realizasse essa hypoihese. Fi-
caes autorisado, Sr. duque, a communicar este
documento ao principe de GurlschakotT, e o sa-
tnele de S. Pelersburgo far delle o usoquejul-
gar conveniente.
Deveis, ao mesmo lempo, enviando esta com-
municacflo ao ministro dos negocios estrangeiros
da Russia, fazer-Ihe notar que flzemos o nosso
arrazoado nicamente na previso do una ag-
gresso da Italia contra a Austria, e que alm
desta conjecfura nao antevemos circumstoncia
alguma qual possamserapplicadas estas bases.
E' sle um ponto, a cujo respailo nos impozemos
o dever de esclarecer completamente o gabinete
de S. Pelersburgo, e nao duvidamos que elle lia
de apreciar a frauquezi das nossas explicares.
(Assignada.) Thouvenel.
Memorndum anaexo ao despacito
de 25 de setembro de iHi.
1. No caso da Austria ser atacada em Vene-
za, a Franca nsulveu nao dar apoio algum ao
Piemonle.
Para que esle compromisso calhegoriro conser-
ve at ao lim um valor obrigatorio, presuppde-se
que as poloocias allemaas se cooservem u'uma
atutude de abstengo.
2." Concordou-se que o estado de cousas que
oi o verdadeiro motivo da ultima guerra, nao
pode lomar a roslabelecer-se.
A garantia contra a volla dessi situaco seria
a mauulencao das bases concordadas em Villa-
franca, e estipuladas em Zuricb. A cessao da
Lo.nbardi nao poda per consequencia ser posta
eu, duvida, e a Italia seria constituida em sysle-
roa federativo e uacioual sob a salva-guardado
direilo europu.
3." Todas as quesles relativas s crcumscrip-
Soes terriloriaes dos diversos estados da Italia, e
ac estabelecimeulo dos poderes destiuados aos
governos, serao examinadas em um congresso,
atteodendo se tanto ao direilo dos soberanos ac-
tualmente depostos, como s concessoes neces-
sanas para assegurar a eslabilidode da nova or-
dem de cousas.
4. Quando mesmo o Piemonle veoha a perJer
as acnuisies que fez, alm das eslipulaces de
Villafranca e de Zunch, o tratado pelo qual cedeu
a Saboia e o condado de Niza Franca nao seria
objecto de discusso n'um congresso, e a Franga
-----------------------,.___ Hvav kWIIWV dHtl^iVlllf #o ocua
compromissos, reiterando o ollerecimenlo de se
substituir, no que diz respeilo neutralisaco de
urna parle da baboia, s obrigacoes contranidos
pela Sardenha, e que resultam do arl. 92 do aclo
de Vienna. Os direitos e os deveres que se diri-
vam da neutralidade eventual desle terrilorio se-
riam determinados por urna convenco concluida
directamente entre a Franja e a Suissa, e sub-
metlida s potencias quogarantem a.neutralida-
de helvtica.
< Se em todos ai jiriafif i am muT eu
jare* ceiHenrajaoda paz, na cosseguirmosevi-
Urocaeflicto que se levante, carecemos de le-
das ea noeese forcee pera nos defeodermos...
c Depois o re dlrigindo-se ao seu mioietro da
guerra drz-lhe :
c eu charo ministro, nao um leito de rosas
bendo da marcha das cavallarias drocaa, os chrls-
laos fugiram todos de Damasco, etcepgio de
tres velhos de Salmaich, que lisaram "em conae- de aetma irmsaeade.
quencia de sua idade.
> Os invasores quizeram dar-lhes a mdrte.mas
ande
remme.
sacerdotei__
ooagio, e aonde
preciso
Alguns das depois, o rei recebia a meusa-
m da ramjira alfa o rairtnntli alia
.. v-itiuu uiu, o ica^vnuip a ana .
Nio podemos dissimular que -marchamos
talvez para lempos graves. Em prsenos desU
futuro, ser muito esseacial que o paiz. pelos
seus representantes, esteja de accordo comigo.
E' s com esta coodi(o que, fortes intoroa ou
externamente, poderemos aguardar o futuro com
conQan;a....a
Se os joroaes livessera urna semelhante lin-
guagera, sabemos bem o que lite acooleceiia ;
mas que qualidade de advertencia se pode dar
mundo ou sos seus visiuhos, sobre urna queslao
d Allemanha.
Em todas as cartas que aqu se receben, de
Berln, diz a correspondencia do lionileur, nao se
falla senodo teir de espadas, do preparar das
bayonetas, de bigodes retorcidos....
Nos Ihe peguntaremos larabem ; para que
sao todas eesas demonalracoes? Ser vertJade que
s se dirigem Dinamarca ? Se por acaso teem
outro deslino, em vo procuramos o que podem
provoca-los, e lamentamos a disposic.au que leva
o re da Prussia a tornar-so, como se diz, o sal-
vador da Allemanha, antes que fosse altacada.
No estado actual da Buropa^ o aggressor que
tora a responsabilidade, c que acarralar sobre si
o odie de todos, a
L-se no Osl Deuische-Post :
As cousai na Austria rao o peior possivel.
As nossas finanzas esto n'um estado deplora-
vel; a nossa coiisliluic&o ainda est em embryo.
A patente de oulubro, redigida pressa, execu-
tada com hesilagao, precipileu-nos n'um plago
de contradices e de meia, medidas, a que nao
possivel ver Orn ; e apezar de todas as desgranas
e de todos os defeito?, a Austria ha de continuar a
viver.
a Tentou-se reunir os diversos partidos na Aus-
tria j pela forc, j pelo absolutismo, j mesmo
pelas bayonetas; mas errou-se nos meios.
Tome-secom energa o caminho directamen-
te opposlo ; organise-se a Austria por meio da
libordade, da corigem civil; nao a cenlralisem
oas repartijoes rainisteriaes; centralisem-na na
associaqo livre de um grande parlamento que
leoha a conscieucis de si mesmo.
As bayonetas nao devem ser perigosas para
nos, mas sim para o inimigo. A liberdade no paiz
d a torga uo estrangeiro. E' necessario nao ce-
der urna pollegada de terreuo. Venham.se po-
dem os Piemontezes, lomar Veneza. Nao o po-
dero e nao o tenlaro emquaulo nao tiverem a
revolugao eomo alliada. E' com isto que conta
Garibaldi, Turr e cantaradas, como se v de tudo
quanto publicam.
Prevenir a revolugao, ou, se ella rebentar,
toroal-a iiioffensiva pela firme uniio de todos,
eis a tarefa da poltica intima.
Urna constiluico salutar, nao artificial, ho-
nesta, duplicar a nossa forga defensiva e tomar
impossivel um ataque contra Veneza.
Sobre a promulgago da nova lei fundamental
do imperio Austraco extrahimos do Osl Deustsch
Posl o seguinte :
O estatuto do conselho do imperio foi, se-
gundo se diz, disiuiido e adoptado pelo conselho
de ministros. Corre mesmo urna versao em que
se essegura que elle foi hoje submetlido sanc-
go do imperador.
Entretanto do conselho do imperio! evi-
dentemente o titulo oicial da constituirlo que
se espera I O systema do conselho do imperio
ser mantido na sua dupla qualidade.
Nestes negocios econmicos e as quesles
-"J^1" uc uiMjuasuu ii um congresso, e a rraoga xestes negocios econmicos e as quesles
seria cousiderada como lendo salisfeilo os seus de impostos, conservar a autoridade que ha de
Mr. Kersansie mandou. como sabido, Gari-
baldi a espada de Tour d'Auvergue. Eis a caria
que acompanhava esta remessa :
General.
Part de Frange cora a espada de Tour d'Au-
vergue, heranga sagrada da miuha familia, com
a esperaoga de vo-la cingir na brecha de Gaia,
em nome iaiu'>em de urna outra grande familia
que igualmeule me percnce. a democracia fran-
ceza.
Urna vez porm, que vos leudes retirado
vossa casa em Caprera, com a promessa invaria-
vel de reapparecer dentro em pouco frente das
vossas legies. siga-vos at ah esta heranca he-
roica da liberdade.
Esta espada ha de vos ser entregue pelo raeu
amigo o general polaco Mieroslawtki, meosagoi-
ro da allianga que unir para o fuluro todos os
Eovos opprimidos. Que o brilho que a sua follia
a de produzir as vossas oaos, se torne umsig-
nal de libertamento universal, e meus netos re-
nunciaro com orgulho o legado, de que a vossa
glora os privou.
a Saude e fralerudade.
Vosso soldado por pensameoto,
C. de Kersancie. p
Garibaldi respondeu de Caprera a 25 de Janei-
ro, caria anterior de Mr. de Kersancie, neto
herdeiro do primero granadero da Franga :
Seuhor.
Aceilei com loda a gratidSo de que sou ca-
paz, e como um signa) da sympalhia da Franga
humanitaria a espada de Tour d'Auvergue, que
me foi offertada. NSo querendo privar os vossos
netos da sua heranga, desejo que por minha raor-
4e esle symbolo da sympathia militar volte para
seus possuidores naturaes, para que um novp
plebiscito francez a deposite em favor do malj
digno.
Vosso dedicado,
G, Garibaldi. 9
No Journal des Debats l-se o eguinto artigo
assignado por Mr. i. Lemoine :
O Moniuur, co, continha hontem urna correspondencia de
Londres, da qual attrahirara a nossa attencao al-
gumas passsgens.
Diz-se ali que a attitude do novo rei da Prus-
sia tem causado em Inglaterra grande maravilha ;
que segundo a linguagem que o re tem tido
desde a sua exaltaco ao throno. naturalmente
para cora os geoeraes, julga-se que 3. M. se con-
sidera como o salvador da Allera.oha. antes que
Ha eeja attacada ou ameacada de algum perigo
e que nao v outro meio de mostrar qoe a Pros-
siapde revindicir a sua grandeza senae preci-
pjlaudo-se em urna guerra, sem se inquietar se ,
cssa guerra ser politicamente desvantaioaa ao .
seu paiz...
Nao sement em Londres qae tem admira
do essa extraordinaria altilade do re da Prussia'
julgamosqae outro tanto acontece, sent msis,
as regios mais prximas do Rheoo. Seria effeo
tWamanU rtilnil nn n^*.-. i miIi i m* l^.i .
tivarneate dUTicil vio notar, sensivelmente insi-
reger em toda a monarchia, assim na Hungra,
como nos oulros paizes.
Quanlo ao resto da legislago, o conselho do
imperio funecionar (quanto segunda parle do
lerceiro paragrnpho do diolema) como dieta ge-
ral do paiz, que lem tido at agora urna maneira
de tratar commura nos negocios legislativos. Mas
com que attnbulges? A este respeilo s sere-
mos informados com o proprio estatuto.
Nao podemos dissimular que o esperamos
com a manir instancia.
Temos sempre conservado a idea fundamen-
tal do diploma, a de que a Hungra e 33 outras
provincias devem concorrer juntas, era urna re-
presenlago commum, por meio de delegados ou
conselheiros do imperio eleilos em comrauro,
para ludo quanto diga respeilo exercito, im-
postos, Ilningas e oulros interesses com-
muns.
Mas nao tersos podido familiarisar-nos por
um s instante com o pensameoto de que o di-
ploma deviaser urna constiluigao elaborada para
as provincias slavo-sllems.
N'esta parle tada asuaconslrucgao confusa,
obscura, cheia de contradeges, como pode ser
a de um documento improvisado, redigido
pressa, e sem que Ihe tenha passado por cima
depois a lima.
Como esto mal .collocadas as cordas deste
instrumento 1 Lima muito curta e outra muito
comprda I Quanlo sao mal distribuidas as attri-
buiges deste conselho do imperio 1 Assegura-
se-lhe a cooperagSo oas quesles monetarias, de
crdito, de nangas, de alfandegas, commercio,
correios, telegraphos, carainhos de ferro, e servi-
go militar.
Qual essa cooperago ?
E' necessario o assenlimenlo do conselho do
imperio para introduccio de novos Impostos
(nao para a revisan dos que j existem), para a
elevagaodas coniribuiges existentes, para a con-
c'use dos emprestimos, para a conversao da di-
vida, etc.
Para o exame do orgaraento, tambem ha
coopevago.
Poder chamar-se a isto urna constuic.ao
completa? Nao ser perfeitamente lgico e equi-
tativo pretender quo nao sejara estes os pontos
de partida que devem conduzir as mais ampias
consecuencias e uxago definitiva de direitos e
deiies couititucionaes, a nao se querer fazer na
Austria as mesmas experiencias que se tem feilo
at agora, em que o estado provisorio tem sido
o credite do estado.
Perguotamos, pois, com inquietago, com an-
ciedade, o conselho do imperio na sua dupla
qualidade de corpo legislativo commum para lodo
o imperio, e de dieta especial (era melado dos
seus membros) para as provincias slavo-allernas,
suscepliveis do desenrolvimento de que carece
um estado representativo movido por lea saluta-
res t ou nao se tornar antes osta Insltuigo urna
cousa que nao tocar nem a um nem a outro m?
Para satisfazer as esperangas que nulrem a
respeilo da organisaco do imperio, lodos os Aus-
tracos que querem ver alinal a sua patria, esta-
belecida em urna bas definitiva e duradoura. por-
que isso satisfactorio, o estatuto do conselboido
imperio dea certamente coaler principios e di-
reitos, que do leve seencontranjtaquelle diplo-
ma. Era necessario que. escTat'ecida a idea da
cooperago applanada a differeoga que existe en-
" tre assentimenlo e cooperago abolida a dislinc-
F cao de competencia entre a introduegio de novos
I' impostos e a reviso dos antigos ; a constiluico
rtosse urna verdadeira constitnigSo. Has se isto
-------- 73^, ww..wft^uv. asas 3t IS10
ha de ser assim, de que serve esse tirulo modesto
uagoes repetidas com tanta insistencia, e se a 2! ^%,'eJ!l' ierTe e9Sf l| .
modo ovlica em Franca se nao -aprime este A?lm?X^ 2"pB? P,r qU8 M
respeilo com m. c.arirf.H0 a Z...pk, -xl ?ao ProC""" Itstnente peraote o paiz e e es-
respeito com mais vivacidade, necessario al
aC? I<,uo **** v0 n**reBce.
urna das razoes em que sempre se tem apela-
do para reaiaiogir o qae se chama a lioenca da
jojprensa. pwqae ella i uro perigo para a paj
nnbUca, e u jaaltumento dedeeerdem I "
ura, permittam-nos perguutar seos jernae
jmaistiveram um -Uageagem mais assustada-
ra para a iaz garal, do -tea qae lem de o rti
tranaeiro
austraco
Esta a conatituigao do imperio
O Moniteur de J'irmfc publica alsnmas uoti-
as particulares de Byroutb, das quaes ertrani-
asoa ee segointes : ^
O taque das duaa villas. deSsImaich e de
apara apazgacjiL tMMWai" TIJ Aahraflch, de que j fallamo?, est confirmado.
nmon cero teda a solemniUade.j sendo de
*"ra?*?*?a8 oyaisesdas irmandadeada referi
Mli-kM debata Lima Jnior, Antonio L
As irmaadadea erectas naquella
Ttm todas presentes ao acto, coll
as mulaerasdria* jaiercedeiim em seus favor alas no corno do templo ; ao
S declrala*) qov aquellas taai chratae, aa* Sao vi
pertenctem is familias rieas de paiz, ae damaa
sempra datingeido pela sua w,ridede para coa
.os museatosnos pobres. Oetruzoe oonsentiraa
d'aquellavez em perdnar ae ifortuoio. mas de-
elararam que de futuro nao poupariam chrislio
algum. Antes de se retssirrem tancaram fo-
jo igrejae saqueeram algamas amas abando-
nadas.
Este negocio, ainda ene meaos grave 4o
que de principio ee disse. produzio viva iapres-
sao em Damasco. O novo governador da cidade
EiniH-Moahiies-Pncli, reoentomonte cnagadoa
Constantioopla.declarou aos cnsules das diversas
potencias que lioka lomado as medidas uecessarias
para prover seguranga dos ehristos confiadas
sua guarda; depois convocou era sua easa os
cheles das comrauoidades rrligUsas e os mem-
bros do clero dos dtlTereoies ritos, e renovou pe-
raote el les s segu rangas, que tlnha dado sos
representantes europeos. Apezar desta maneira
de proceder, s iuquietego dos ebrislaas pro-
funda, e se a siluacao se neo modificar completa-
mente, retiraro de novo de Damasco, quaudo os
caminhos obstruidos pela nave se tornarem pra-
ticareis.
O eslado da Syria tanto msis grave por
isso que a autoridade turca pode o seu prestigio,
mesmo entre os povos musulmanes do paiz que
at agora sempre teem dominado. Tendo o go-
vernador geral querido fazer pagar aos druzos de
Havran e de Phaidor o tributo que devem
Porta, ellos se recusaram formalmente, e decla-
raran] Fuad-Pach qie nao queriam admittir
00 seu terrilorio nem soldados francezes, nem
soldados turcos ; quo exigiam para o passado
urna completa amnyslia, dada por ura firman de
S. M. I., o sultao ; que o mesmo firman osisan-
tisse de qualquer indemnLsaco pecuniaria para
com os ehristos, concedenda-lhes o direilo de
andarem sempre armados, e de formar milicias
permanentes. Medanle estas concessoes pre-
liminsrias, offereciam combiu,r-se para o futuro
com a Porta Ollomana.
as ultimas datas, nao linha Fuad-Pach
respondido estas propostas. E' verdade que se
linha demorado em Mokhlara, na montanha, on-
do se acha reunido o conselho de guerra, en-
carregado de julgar os chefes druzos aecusados
de tejera dirigido o massacre de Zable e de Deir-
^ei-Kamar. O processo aprsenla difflculdades
invenciveis e toma enormes proporges. Seja
como Wr, lodos estes fados entretem a agitagao
na Syria, e inquiclam vivamente os ehristos, s
tem esperanga da Franga, cujos soldados impe-
dem que se reproduzam novos massacres.
< Os membros da rommisso europea conti-
nuara a mostrar o maior zelo pelo desempeoho
da sua raissSo. Teem-se reunido muitas veses
em Beyroulh, e assegura-se que tem combinado
n|um projecto de reorganisagao de paiz, cojas
dsposiges principaes sero as seguidles :
A Syria seria collocada sob a administrarlo
de um pacha turco, de nomeago vitalicia feila
pela Porta Ollomana, a conteni das potencias.
Governaria o paiz, segundo urna constituigo.cuja
applicagao seria vigiada pelos representantes eu-
ropeos. O Lbano lea um governador turco,
mas christo de religio, tendo sua disposigao
urna milicia especial. Cida districto loria urna
guarda para o proteger. A polica soria feila
pelos enstaos as aldeias chrislas ; as aldeias
musulraunas seria confiada aos musulmaoos.
as cidades e villas mixtas, cada quarleiro le-
a a sua polica christa ou musulmana. O go-
vernador receberia as rendas da provincia, e en-
viara o quinto para Constaulinopla titulo de
tributo annual. Fin lmente as montaohas ba-
vea commissaos das potencias encanegadas
de vigiar pela execugao da convengo.
O Morning Post, em um rcenle artigo pro-
nuncia-se com extrema violencia contra a con-
ducta do governo do Papa durante a cse por
que tem passado a Italia.
Que espectculo, diz a folha de Londres, lem
sido dado Italia e a Europa, durante estas ul-
timas semana?, com a orgauisagao regular, nos
dominios do Papa, e com o consentimenlo do
ministro da guerra, dos salteadores e bandidos
mais notaveis do territorio romano, com o Dm de
auxiliarem os movimentos reaccionarios nos do-
minios napolitanos!
Na propria capital do Papa, na cidade que
elle pretende goveroarem virludo do urna auto-
ridade legada pelo principe dos apostlos, Bal-
di.i e Georgi, dous dos mais notaveis e implaca-
veis inimigos da Italia, e os cumplices do aiLofe
do ladres Passatore nos seus grandes crimes,
foram encarregados, cora approvago, apoio e
prolecgo do governo do Papa, de reunir um
bando de salteadores, assassinos e toreados que
tinham cumprido sentenca, para, collocando-ee
a lesla desles misera veis, levar o incendio, a
violago das mulheres, a degolago dis oriangas
inofensivas aos distados que se propem de-
vastar sem remoraos, tendo por associado um
padre sanguinario, o abbade llicci, de Faenza,
que opera de accordo com Baldara....
O Morning Posl feliciU-se d> que o calculo
dos illiados ultraraoolaoos de Francisco II nos
Abruzzos tenham sido mallogrados pelas autori-
dades franoezas, que acabara de apprehender
qualrocentas espingardas de.'tinadas aos partida-
rios dos Borboos, e conclue pergeniando qual
pode ser o futuro, o effeilo moral e o valor reli-
gioso de um partido que forgado a apoiar-se
com eemelhantes meios, e a chamar as armas
laes defensores ? .>
l^ornal do Commercio da Lisboa.)
Corpo Santo ; a qual assim realisou felizmente es-
JjJaiBOTiraete iasejo. suscitado
eTd. padxeJos Leite Pita Ortigue
m 1858 pelo
re, enlojuiz
reja eslive-
"o-se em
o respec-
m o coro,
se a ce-
delle
eferida
^Jo Lo-
pes Pweia deafallo, Joao da Cuuha Magalhes.
Jfanoel IMHmHtoro, Jos FraaaMBcT de Se
liiao e Marcettoe Jos Gonqslves da tente.
Aps a bengseasauio-se um Te-Dmm entoado
na capella do SS.fticramente ; o qual j entaor
foi acompanhado pelos accoHes sons do orgio
sob os dedos do professor Smollz.
A Ronciirrencia-ae peseeae -de tedas as jerar--
chias foi mmensa, lomando assim o aclo mais
magesloso, cuja entrada fo anunciada pelo to-
que de msica do batalhao e artllharia da guar-
da nacional.
Por.portaria de 13 foi considerado habilita-
do para gozar das vantagens do art. 26 da lei n.
dWf.o professor de Pedras de Fogo padre Anto-
nio Generoso Bandeira.
Amanha dee ter, na regoezia da Boa-
vista, lugar a procisso do Senhor Bom Jess da
Cruz, que sibe da igreja de Nossa Senhora do
Rosario.
Informam-nos assignantes do mnibus do
Cachang, que continua o abuso de conseotir o
bolieiro a entrado de pessoas, que nao sao asig-
nantes, e at de negros captivos, que nos diffe-
reotes pontos da estrada assaltam o mnibus, de-
morando s viagem, e incommodando assim os
passageiros ; este abuso se repele quasi todos os
das.
Avisamos portanto ao respectivo propretao
da empreza, que certamente ignora estes fados.
A barcaga Triumpho Alagoano, propreda-
de do Sr. Lage. que d'aqui despachara para Ma-
celo no da 12 do correute, com um importante
carregamento de 2,000 arrobas de carne secca,
porco de bacalho e outro* gneros deu costa
no Porto de Gallinhas, avariando-se segundo nos
informara, tojo o carregamento, que nos dizem
estere no fundo, por haver a barcaga largado urna
taboa, ou pedago.
Lamentamos que se deem estes acontecimen-
tos para portos, para onde ha navegago vapor.
Nao s a avara das mercaderas, o transtor-
no e demora da viagem, o prejuizo resultante da
avaria grossa a que tem de se proceder, e em cu-
jo rateio tem de entrar os carregadores, que te-
mos a deplorar na occasiao presente, sobre ludo
a falta que esses gneros esto fazendo, s pes-
soas que os encommendavam no porto de eu
destino. 1
Ha economas que slo verdadeiros desperdi-
cios, porque redundara era graves prejuizos.
A' troco de ridiculas diferengas no frete, que
oinguem razoavelmenle pode esperar, seja igual
quelle. que se paga oas barcaga?, expe-se gran-
do parte do nosso commercio estas eventuali-
dades sempre muito precarias.
Ha poucos das publicamos ura communicado
em que se demonstra vnm as vantagnns do carra-
gar-sa em vapores para os porlosjpara ondeos
ha. x 1u certeza da viagem se acha all reu-
nida seguranga, alm da possibilidade de ficar
nao faz fortuna : tome algumas golfas de ether,
quo bom para o lato, e socegue a cabera.
Nao ser assim, Sr. Moreira Brandiofl
Oufro Jiutino.
garantida a prpriedade por meio
razoavel.
Foram recolhidoj casa de d
14 do correte 10 homens e 9 ra
17 livres e 2 escravos; & ordem d > Dr. chefe de
polica 5, ordem do subdelegad > do Recife 12,
ordem do de Santo Antonio 1, e' ordem do da
Boa-vista L, 1
de um premio
!teogo no dia
Iheres, sendo
CMARA MUNICIPAL D* RECIFE.
3.a SESSAO ORDINARIA AOS 7 DE MARCO
DB 1861.
Presidencia do Sr. Reg e Albuquergue.
Presentes os Srs. Reg, Birata, Dr. Henri-
ques da Silva, Mello, faltando sem causa partici-
pada os mais senhores, abrio-se a sosso, e foi
lida e approvada a acia da antecedente.
Foi lido o seguinte
EXPEDIENTE. '
Um officio do engenheiro cordeador, infor-
mando que a casa ltimamente incendiada, de
prpriedade de Jos Caelano de Albuquerque, que
pede lho seja concedilo por madeiras, e telhas
na mesma, est marcada na planta da cidade para
ser desaproprlada, aflra de alargar-se a Iravessa,
em que ella se acha, e que lendo sido incendiada
ponto de s restaren) as paredes, pareca occa-
siao opportuna para a desappropmgo, vislo que
pouco podea valer, entretanto que concedendo-
se ao supplicante o que pede, a desappropago
futura ua custar muito, embora o supplican-
te offerega abaler enlo a quarta parte do valor
que llver ; todava a cmara resolverla o que
mais vanlajoso achasse.
A cmara conformou-se cora esta inforraagao,
e mandou expedir ordem o seu procurador, par*
entrar em ajuste com o propretao soore a des-
apropago.
Outro do fiscal de S. Jos, informando que,
segundo o disposlo no art. Io da postura addicio-
oal de 11 de setembro de 1858, Manoel Joaquim
da paz pode edificar a casa que pretende, com
22 palmos de frente, e oites singellos. no seu
terreno, na ra Imperial.Concedeu-se.
Despacharam-se as petiges de Jos Caetano
de Albuquerque, Jos Miguel Teixeira Lima, e
Manoel Joaquim da Silva, e levantou se a sessio.
Eu, Manoel Ferreira Aociell, secretario a es-
crevi.Reg e Albuquerque, pro-presidente.
Iiarala d'Almeida. Reg, Henriques da Silva, e
Moli.
. !e1framo* 1u ranscrialoao D,
tfalSdo crreme. eeweada>cledadeaVia
J*0**8* na0 se entenda com o Sr. Antonio Jote
de Abreu ex-directar da meema soetadade, gae
tambem declarou amnhuma parle baver tomado
nos annuncios publicados no Liberal Pernambu-
casa, sobre o mesmo assumpto.
Tribute ao mrito.
Sao poseo delsar oro silencio o modo pelo
qual o Sr. Coimbra desta vez ae tem poTtado rara
com os naxarenos.
Este artista se bem, que j tivesse engaado 4
sympathia do publico nazareno (porque nio a
primera vez que elle aqui tem estado) todava
ainda nos quer dar mais urna prova de sua bon-
dade e philantropia dando um beneficio para a
coadjuvajlo das obras da igreja de S. SebastBo,
a qual foi princiada quando aqoi andou o dis-
tiocto pregador o Rvm. Fr. Caetano.
Esta aeco do Sr. Coimbra, tanto mais cari-
tativa, quoio digna de Iwmr, e jamis ella
ser esquecida pelos nazarenos, os quaes desde
j Ihe agradecem solemnemente to pa aegio.
Agora porm passo a fazer urna ligeira ooserva-
gao acerca dos dramas que qelo mesmo artista
tom sido levados scena no mesmo theatrinho,
cuja arcblectura posto que m, comtudo nio
dos que ofierece menos commodidade aos delei-
tantes.
Effeclivamente subiram scena os seguintes
dramas :Desertor francez, Mundo diabo e car-
ne, O homem honrado, Luiz de Caracs e outros.
do cujos nomes ja me nao lembra.
E' desnecessario tecer qualqner elogio ao Sr.
Coimbra nodesempenho daquelles dramas, isto
das partes principaes delles, porque o seu m-
rito artstico sobejamente conhecido, nao s
nesta provincia, como em algumas outras do
norte, as quaos como aqui lem elle obtido um
eompleto triumpho, o que sem duvida Ihe de-
vido. Nao urna adulago o que levo dito, vis-
to, como o Sr. Coimbra, est cima de todos
aquelles que Ihes possam fazer.
Tcnho visto trabalhir insignes artistas dram-
ticos, entretanto, deapeito disso nao posso dei-
xar de dizer que o Sr. Coimbra nao est muito
distante delles.
Deixo de fallar nos demais artistas que com-
poem a compaohia do Sr. Coimbra porque o que
elles preseniementc fazem est isempte de qual-
quer publicidaoe jornalistica, comiudo podem
cora um estudo serio e dedicado conseguir aquil-
lo que tem conseguido os boos artistas.
Basta.
Nasafelh, 9 de margo de 1861.
Um apreciador nazareno.
Correspondencias.
Commimicados.
REVISTA DIARIA-
No dia Io do correte realisou a cmara muni-
cipal de Garuar a apuraco dos otas dos seis
collegios, qae compem o 4* districto eleitoral
desta provincia, para o Qm de conferir os diplo-
mas aos dous deputados assembla geral legis-
lativa ; e no da 9 expodio-os aos Drs Jerooymo
Vilella de Castro Tavares e Francisco Raphael de
Mello Reg, tendo eale 199 rolos e aquelle 277.
Nesta opuragao ficaram oe demais votados na
ordem seguinte 1
Dr. Jos Leandro Godoy de Vasconcellos.... 104
Dr. Francisco do Paula Reptala............ 29
Dr. Urbano Sabino Peasoe de Mello......... 9
Dr. Antonio dos Santos Siqueira Cevalcanti 2
A cmara apuradora referida consderuu mais
legal a segunda eleico de eleitores do Bonito e
a segunda de Grvala e de Papacace, tomando to-
dava em separado todas as outras.
Por qualquer lado que fosse tomada a apura-
gao, consideradas eu nao as duplicatas ; sempre
oSr. Dr. Vilella Tarares oceupaa o ptimeiro
lugar.
Per impedimento do Io sopplente, e dos de-
mais inmediatamente seguintes am numorago,
entrou em exercicio da delegada deste Io districto
o 5o supplenle Dr. Amaro Joaquim Fonseca de
Albujuerque.
Na quarta-reira, por volla das 11 horas, da
manha, foi encontrado pelo tenento Jacques,
ajudante da capitana do porto, por occasiao de
fazer a ronda do mar, um preto africano livre, do
arsenal de marinha, a bordo de urna barcaga de-
nominada Olinda, que devia sahir para Seri-
nh,em.
O referido africano tinha para all sido enviado
por um feitor, empregado' no mesmo arsenal,
para, ser eotregue.naquella villa a alguera.
Sendo pois apprehendids, acham-se dispo-
slgo do Sr. Dr. chefe de polica tanto o preto,
eomo o mestre da barcaga e o indicado feitor.
E' mais um servgo qu presta o Sr. Jacquea,
servigo que o recommenda asss.
No dia 12 do correrjte o Sr. Dr. Prxedes
Pitaoga praticou a operatfo da hernia estrangu-
lada oa kelotonia em um Italiano, tendo previa*
mente urna conferencia coa. os Ore. Sfi Perera a
Carlos Frederico, que nella cdUveram.
O doente foi chloroformisado, e a opertto foi
Sraticada com habilidade, sob a assistenca dos
rs. S Perefra, Carlos Frederico, Goncalves de
Moraes, Mira Postes e Vafetca.
E' esta orba operago importante, que depende
de conhecimenlos scienlificos ede aplido prali- sal coq Ss.' Carniros U
ea.eendo portantef muito honrosa para o7Sr. Dr. Para que bSr. Justino tda se reOtcoiartsat)-
Pitaege. dp, escrevetlflo estas pta farajornaes desta pro-
Aole-hsnlem pelas 5 honrda tardb ffeW- vincla Sr. JuMntf, detee-rt de ntlar, mlitu-
lueu-se a beagae soremne doorglo mandado tlr" Tbiao albos tom bogalhos: v embwaade por
pela rmandade das almas, erecta na matriz do '
RIOtRAXDEDOXORTE.
Flatuleuuias eleitoraes do Sr. lio -
reir Brandao.
O Sr. Moreira Brandao tem eslado com effeito
mu atacada do flato, depois qae levou forquilha
as eleiges de deputado geral. O pobre homem
perdeu tanto a tramontana, que nem atina com
um modo, ao menos plausivel de fazer opposige
quem julga elle ler sido causa de sua triste
derrota.
O honrado presidente do Rio Grande do Borle
tem sido com effeito bem aspergido com os ar-
rotos flautulenlos do tal candidato malogrado,
que agora anda brigando com os ruoiutios de
vento.
Que o enfurqullhado attbaa a sua derrrota
compressao. ao despollsmo, e at ao canibalis-
mo do presidente do Rio Grande do Norte, tran-
seat\ porque o publico j deve estar acostu-
mado a observar, |que uestas fargas a razo,
porque qualquer pacovio, nao sahe dopula-
do, nao e ordinariamente por ser paeot>io',.nem
Ihe faltar sympathias dos eleitores; mas nicae
precisamente por que o .maldito governo com-
pressor ; que se o nao fora, o pacovio subira ao
capitolio 1 Mas que deixaodo estes lugares com-
muns, ande o derrotado S cogitar atengas risiveis
para justificar o seu despeito, o que melle d
e somenie d!
No Liberal Pernambucano apparece um Justi-
no do Rio Grande do Norte, que lem dado culi-
ladas de Qutxole, torU>;e.a direilo.
Ora, o Sr. Jos Benjo Jnior manda recrutar
os typographos, commellendo o aclo mais atroz
contra as liberdades publicas, e ora descorapos-
10 de covarde, porque mandou por era liberdade
o recrutado, apenas Iheconstou que tinha isemp-
go legal I
Our'ora julgfa o Justino, que o Sr. Figueire-
do Jnior obrarla mais cvalheirosamente, se em
lugar de proteger a candidatura do Dr. Gabriel,
ou Dr. Amaro, apreseotasse aos Riograndeoses o
nome do seu pa, o Sr. conselheiro Jos Bento;
porque sea ao menos seria, dizia olle, urna can.
fidafura mais sympalhica e honrosa & provin-
cia. Agora diz quede um tal pai um tal lno
se espefrava.
Quem j vio tanta garabulba, e tanto desman-
telo 1 Que /Int diablico nao o de um candi-
dato enfArquilhado...!
O que mais engragado se ve na flatulencia do
Jmtjtto, dedeobrif elle, que a coodldalura do
Sr. conielhelfo Jos Beht, em Pcrnambuco, linhs
leda a afnidade com a db r. Amaro no Rio
Graade f'Itorte, por nma certa linha trapsver-
la, e pregando tros seas peixiahas, que por c
Sr. redactor.Rogo-lhe o favor de apresenlar
ao publico um facto praticado pela justiga de
Olinda, este facto das jusligas paseadas, que
como pa de familia acho-me quasi desoeutado
teniendo que tal acontega com os meus filbos
pelo meu fallecimento, o segunle. as parti-
Ihas de certo inventario acha-se o treicho se-
gunle. Sommados todos os bees avallados do
presente inventario achara os partidores somma-
dos a quaotia de 10:6698000 mil res.De cujo
monte abatero para pagamento da divida justi-
ficada da D. Anna Vieira Bernardes, a quinlia
de 2:704g2J8 ri*.Abatero mais a divida alien-
ada de Antonio Manoel Coelho da quaniia de
12|000 mil ris Abatero finalmente as cusas
do inventario e partilhas inclusive o pagamento
dos documentos atteodidos de fulhas 79 80 tu-
do na importancia de 387J369 etc.. etc.Doram
ao inventariaule o coronel Joaquim Cavalcante
do Albuquerque, para pagamento das dividas e
cusas. A prpriedade do Rlacho, com casa
velha do taipa no lerrao do Pilar, provincia da
Parahiba, por estar de alguraa maneira dita pr-
priedade obgada ao pagamento da divida de D.
Anna Vieira Bernardes segundo o trato do finado
avallada por 3:200)JOO0 mil ris.Da-se tambem
ao mesmo inventaante para os mesmos paga-
mentos a fazenda Catle, sita na mesma provin-
cia da Parahiba. termo de S5o J080 de Campia
Grande, avallada por 50#OOO mil rie.Agora
veja, Sr. redactor, se devo estar 00 nao amedroo-
tado e quasi doudo. a nrlmeira prpriedade Ria-
cho avadada por 3:200})000 mil ris, tem casa
de pedra e cal, lem ruada mesma especie e ainda
hoje val mais de 4:0008000 de ris, como asse-
vera o Sr. Dr. Joo Luis Cavalcante, em cujo
lugar mora seu pai, embora se achem hoje em
principio de ruina as casas e as maltas bastante
estragadas (com ludo v 16) cujo valor de 3:200$
mil ris era suficiente para pagamentos das di-
vidas que era da quaniia da 3lO4207 ris viudo
anda a repr o Sr. inventarame aos orphaos
(se seis) a quaniia de 95t?93 ris. Ora pergun-
la-se que razo haveria para se Ihe dar mais a
fazenda Calle avaliada por50|000 mil ris, vin-
do assim a restar U5J>793. Ora ouga, Sr. redactor,
e recommende ao publico toda attencao a esse
respeilo: a razo que o inventaante devia fi-
car com as duas nicas propriedades que haviam
porque era rico e grande, e os orphaos nada va-
liam. Esta prpriedade do Catle tem duas le-
goas e meia de comprimento, e legoa e meia de
largura lili!
Esta psopriedade fora engeilada pelo pai dos
miseros orphaos, pouco lempo antes de sua mor-
le 3 OOOilOOO de ris. E como a justiga de agora,
a respeilo dos mesmos orphaos parece que que-
rer ir marchando de urna forma que sempre o
rico ter razo, por isso que Ihe remello esta
(osea exposigo afim de ver se por este meio os
orphaos poderao sahir de semelhante oppressao,
porm se pelo contrario aegontecer eu Ihe irei
apresentando os fados e analisando-os como
puder.
Como esta exposigo j se acha feila por
isso nella nJo augmentarei mais nada, porque tc-
nho de muito breve Ihe tcmetler urna exposigo
de loda a marcha que j lemhavido sobre a chi-
cara com que tem andado o Sr. juiz de orphaos,
presente, e as bellas pessas que j se acham nos
outos o as indinadas.Sou Sr. redactor seu ve-
nerador e criado.
0 pai de familia.
Sr. redactara. Os habitantes do Nazsrelb,
penhorados pelas maneirae cavalleirosas e urba-
nas com 1 que o dignitsimo e benemrito cipitao
Si. Brrelo sempre se dignou trata-Ios durante o
espago de oilo mezes que entre elles residi, nao
pdem furtar-se ao dever de dar-lhe um publico
e solemne testemuobo de sns gralido e saudade.
Recorren! perianto, nesta contundir, ao veh-
culo da imprensa como o mais proprio e asado
para tal flm.
O honrado Sr. capitao Si Brrelo, ceja ausen-
cia da coracao seniem todos os nazareos, bou-
ve-so nesla cidade com tal tino e habilidade,
que, prestando reievantissimes servicoj durante
os temaos noraaes de sua estada aqui, coa ge-
ral a ppUuao soobe ainda nos lempos difficeis da
quadra eleitoral manter-se em toda a altura1 de
sua dignidase, como mediaoeiro de paz, como
homem prudente e sensato sem que ganhasse
orna s desaffeigao, e ao contrario conquistando
toos os respeilos e attaacoes.
Feliz desle termo se sempre eoeontraese com-
mandanlea de destacamentos e delegados taes
comee Sr. capUoS Brrelo.
Boas prolongue or moitos aaaos a preciosa
sida do taa conspicuo cidado. de qual mos e
grandes servigos pede a previncia euferir.
Desculpe o Sr. capillo S Brrelo se ofrenda-
mos a sua modestia, edigao-se aceitar o espon-
taneo testemuobo de prego e consideragao que
soube captar dos nazarenos, fuemuito se presam
ehonram ser amigos e sinceros apreciadores do
mesmo Sr. caplao S Barreto.
Nizareth 6 de margo de 1861.
Os Nazareno,
PoiaUcaa^es a pedido.
MAC0 14 DE 1858!
RECORDA.AO
M. If a m. e
Amei lea mea amor Jai ida insana r
Um esdente anhelar, asalario vivo.
Ponto aa ooracio, aaaaaad-lo I
______ J**tda
Hoje a fatal ampalbeta do lempa, a aatan-
sar rpido da vida marca um anniveraaro insto
e negro I
Hoje, significa para mim o cntico lgubre da
ave agoureira ouvido s deshoras no tibio silen-
cie da noite !
Hoje, symbolisa o anniversario mais lutuoso e
amargo de minha vida___o estalar do corago...
e o derradeiro vislumbre d'esperenca qoe j pas-
Hoje, significa lKS aunos, tres asnos de luto,
dor e descrenga I
-Ondeiste a esperanga.... o pharol brilhante
da vida?U... 80 voso sabis.
C. M. de G.
COMMERCIO.
Alfandega,
Rendimenloalodlel al*. iM:184jj249
dem do dia 16. ..... 6732f095
200:916*344
Mov ment da alfandega
Volumes entrados com fazendas.. 221
com gneros
Volantes sahidos com fazendas..
com gneros..
840
T ml
389
------ 479
Descarregam boje 16 de fevereird.
Barca ingieraQueenfazendas.
Brigue inglezMinatillandem.
Beccbedorla de rendas tnternaa
geraes de Peraunbaco.
Rendimento do da 1 a 14. 35:3199613
dem do dia 15. ..... 1:465684
3678W7
Coagulado provincial.
Bendimento do dia 1 a 14. 34:132*701
dem do dia 15. ..... 1:960*929-
3619363
Mo vimento do porto.
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SE I tfygromatro.
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w mtrica.

-1
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1 Francez.
3
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8 *- *
s
8
Tnglei.
A noite chuvoss, vento ESE fresco e assim
amaohecen.
OSClLAr.\0 Di HAHB'.
Preamar as 7 h. e 18' da manha, altura 6\ p.
Bairamar a 1 h. e 30' da tarde, altura 1.4 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 15 de
margo de 1861. .
Romano Stepple,
1 tenante.
Edita es.
Directoria geral da instrneco
publi3a.
Fago saber a quera convier, de ordem do lllm
Sr. Dr. director geral, que se acham vagas asca-
deiras de inslrucgio elementar do 1. grao do
sexo feminino das freguezias do Recife, Iguaras-
s, Serinhiem, Garanhons e Caruar ; pelo que
sao as mesmas cadeiras postas concurso, mar-
cando-se o prazo de 30 dias, a contar da data des-
te, para a ioscripgao e processo de habilitago
das opposiloras, na forma das instrucedes de'll
de junho de 1859.
Secretaria da instrueco publica de Pernam-
buco 8 de margo de 1861.
Salvador Henrique de Albuquerque.
'^.Secretario interino.
O Dr. Anselmo Francisco Perelti, commendador
da imperial ordem da .Rosa, dadeChristoe
juiz de direilo eepeeiaL do commercio deste
cidade do Recite e seu termo, capital da pro-
vincia de Pernambuco, por S. II. I. e C. e Sr.
D. Pedro II, que Deus guarde, etc.
Fago saber pelo presente, que no dia 3 de
abril do correle auno se ha de arrematar por
venda a quem mais dar em prega publica deste
juizo e na.sale dos auditorios, um sobrado de um
andar na Iravessa do Carmo n. 10, com Sjanellas
os frente e dous quartos pequeos, avallado em
4:0009000, penhorade a Maaoet Luiz Coelho da
Almeids e sua mulher por execugao que oontr
estes encamiuha Manoel Firmino Ferreira ; e na
falla de licitantes ser arrematado pelo prego da
adjudicago com o respectivo abalimento da lei.
C para que chegoe noticia a quem inlsressar
possa, mandei pasear editaes, que serao afilia-
dos nos lugares do costume e publicados pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 13 das do mez de margo de 1861.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Aodrade, cs-
crivo do juizo especial de commercio o flz es-
crerer.
Anselmo Franeiseo^Peretti.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial manda fazer publico, para conheeimento dos
rendeires e foreiros de propriedades pertencentes
ao patrimonio dos orphaos desta cidade, que de-
vem pagar seus dbitos directamente nesta the-
sonraria, certos de que, se o nao fherem, serio
os meamos dbitos remetlidos para juizo, aflm de
serem cobrados judicialmente.
E pata constar, se mandou affixar o prsenle o
publicar pelo Diario. Secretaria da thesouraria
proviucial de Pernambaeo, 5 de margo de 18W.
O seereterio
A. F. d'Amorim.
"5SS
arai^oes.

De ordem do lllm. Sr. chafe de ditisSo, ca-
pitao do Porto, se faz publico que Manoel Anto-
nio Freir nao tem gerencia alguraa aos nego-
cios desta canitania, e nem como despachaptof o
perante ella recooheeido.
Cap.'?BJa d0 ,0,0 d Pernambuco 15 do mar-
co de 1661.0 secretario, J. P. Barreta destallo
Reg.
Por esta subdelegacia fora capturado e pe-
te Thomaz, que declarou serescravo do" Sebastian
Jos da Silva, por fogWo : seu verdadefro dono
oompareca nesta mesma subdelegada pars'fte
ser entregue. Subdelegacia de 9. Jos flo Recife
^damarcolel8fil:.
"- 'fMf Antonio ftitC

v


,
Inspeecao do arsenal de marln ha.
-mi" pub,lco ?ue "*" nn?T i0A na Wrn.8Pl*regulsmento
?SP.M0 ao decreto d. 1M4 da 5 d ferereiro de
1854 o casco, machn*, ritiihin, apparelho,
mastreagio e ancoras do vapor elguarasi da
companhia Peroambucana de navegacao coatei-
ra, achou lodos esses objaaM #m regular estado.
apecho do arsenal Duco. em 15 de margo (Te fWT.O ioapeclor,
Eliziari Aatento dos SjdIos.
MARIO DI flJAMBCO. i4BWi)1 61.
ao adMlntotratlvo.
O eoDMlbo administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar osobjectos
aegjriaaaa:
_j5"* fdamento do corpo da guarnidlo.
563 1[2 covados de baeta rorde.
*M_tp vans de brim da Rtia.
3Jm botoe grandes de metal amarello lisos.
U49 ditos pequeos da a* dito.
9 grosas de ditos prelo de esso.
Omos quizor vender taes objectos aprsenle as
suas propostas em carta fechada na secretaria
do cooselho, s 10 horas da mtnba do dia 22 do
correle mez.
Sala das sessdes do conselho administrativo
para forneeimento do arsooal de guerra* 15 d
margo de 1861.
Beno Jos Lamenha Litis,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel rogal secretario interino.
Yicc consulado de Espna.
De orden del Excmo. Sor.
ministro residente y cnsul
general de S. M. Catlica en
Rio de Janeiro, prevengo
lo subditos espaoles resi-
dentes en este districto con-
sular que, siendo indispensa-
ble que se hallen provistos de
una carta de nacionalidad,
tanto por inters propio para
acreditar sus personas y po-
der reclamar la proteccin de
los agentes de su nacin, co-
mo por convenir al servicio
del estado, el tener uua noti-
cia exacta de los cuidadanos
que residen en el extrangero;
debern en el termino de 15
dias presentarse en este vice
consulado renovar sus car-
tas de nacionalidad proveer-
se de ellas los que no las tu-
vieren.
Pernambuco, 25 de febrero
de 1861.El vice cnsul de
S. 31.Juan Anglada Hijo
Pela; contadoria da cmara municipal do
Recua se faz publico, que o prazo marcado para
pagamento do imposto de eslabelecimento linda-
se no ultimo de margo vindouro, e todos aquelles
ue nao pagarem dentro do prazo, iicatn suieitos
q mulla de tres porcento.
Contadoria da cmara municipal do Recife 26
de fevereiro de 1861.O contador,
Joaquim Tacares Rodovalho.
Inspecco do arsenal de marinha.
De ordem do Illm Sr. inspector, faco constar
que nos dias 15. 19 e 23 do correle mez, se
achara venda em hasta publica na porta do al-
moxarifido desta inspeccao, coaiecando as pra-
as s 11 horas da manha. o casco do hiato Pa-
rahibano, de 78 ps de comprimento, 21 de bac-
ca. e 7 de pootal, cavilhado e progado de cobro
at a altura de 8 ps, contados da quiiha, com os
seguintes perlones :lema, canna dosle, dous
pares de turcos de ferro as amaradas, bolineles
e suas barras, cmara e baleos com as respecti-
vas escodas, fogao o seus peiteace; essa navio
tendo sido desarmado pelo estidj de ruina em
que se acha.
Iospecgo dar.-enalde marinha de Pernambu-
co, em 12 do margo de 1861.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anfos.
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
O novo banco de Pernambuco conti-
nua a substituir ou a resgalar as notas
de sua emiisiio de 10$ e 20$ sem prejui-
zo dos possuidores por mais dous raezes
que hao de (indar em 9 de malo do cor-
lente auno, em conformidade do aviso
do ministerio i fajeada de 31 de Ja-
neiro ultimo e findo este pra?o so po-
dera' ter lugar a substituido ou res-
gate com o descont mental e progresi-
vo de 10 porcento por eada mez.
Recife 9 de marco de 1861. Os di-
rectores gerentes, Luiz \ntonio Vieira,
Joao Ignacio de Medeiros Reg.
Conselho administrativo.
O consolho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, lem de comprar os objec-
tos seguintes : '
Para a companhia flxa de cavallaria.
11 emrhergas.
Pera o 4o batalhlo de artilharia a p.
b resmas de papel almaco.
400 pennas de ave.
2 cani retes.
6 diuias de Iapis de pao.
6 garrafas de tinta preta.
6 libras de ara para escripia.
20 exemplares de colleccoes de -cartas psra
principiantes.
20 exemplares de ta boa das.
6 exemplares de grammalica portugueza por
Monte Verde, ultima edigao.
6 exepiares de*compeli de arilhmetica por
Avila. r
6 pautas.
20 exemplares de traslados.
Para o 10. batalhao de infanlarla.
6 resals de papel almaco.
400 pennas de ave.
2 cauivetes.
6 duzias de Iapis de po.
6 garrafas de lila preta.
b libras do ara preta para escripia.
JO exem piares deeofcce,So de cartas para prin-
48 eolberes de metal fino do principe para sopa.
54 ditas de dito para cha.
60 facas de mese.
6S garfee de dita.
1 paoellas de ferro serttdas forrada de por-
celana.
Para a aula de geometra dos apreodizes meno-
res do arsenal de guerra.
cVarhmeticae por Arria.
tt geometras aplicadas as artes pelo bario
Charles Dupio, traduzida de rancez ao portoguez.
eia grosa de penas Dna* d'aco.
duaias de Iapifios para de'seoho.
Sdutiae de caetas para peonas d'ace.
3duzias de borrachas para doerrho,
10 compacos de lati pequeos.
Urna quarta de nanqun fino da China.
14 pastas pequeas pare guardar desenlio.
1 resma de papel almaco fino.
Para a offictoa da 4* classe do mosmo arsenal.
1 tnesoura grande.
2 jugos de alicates.
Pa2nPr0Traenl dos ermazens do almoxarifado.
500 vassouras de palha de carnauba.
100 ditas de junco.
50 arrobas de cabo de Hoho relho.
20 ditas de chumbe em lencl.
500 pelles de cabra.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do dia 18 do
correte mez.
Sala das sessdes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 11 de
marco de 1861.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
8.
^Str?
Bxplfceelo de tree diffarentee procseos para
bronquear a cera de carnauba.
9.* Espllcaclo da nova deecoberU feka ltima-
mente em Londres para conrerter qualquar
qoatMade de aerradoras As madeira, a-
.. 0Ctr*SS*e" crncotmlete.
IV. Expllcs'QSo de algans melhoramentos no fe-
rico do assocar de canna.
Segunda parte.
Recralo de prestidigitadlo.
1.a As cactos aerianas.
2.* A carta geral.
3.* A soo obediente.
4." A pilla do diabo.
B lengo indemoniado.
Predios e
i
6 O banqueiro philantrpico.
7. Urna sorpreza.
' O pedestal vivo.
Terceira parte.
Magnetismo animal com um joven Pernambu-
cano, que aderinha todo que Ihe for apresentado
sem necessidada de ser interrogado por pessoa
aiguma, achando-ae o megnetisador em perfeito
silencio.
O espectculo principiar s 8 X horas da noi-
te. Do urna ootra parte haver um intervallo
de meia hora, e os bilhetes acham-se venda na
roa da Cadeia do Recite n. 9, e no dia do espec-
tculo no theatro.
Avisos martimos.
Bahi
THEATRO
DE
Santa Isabel.
Sabbado, 16 de marco de 1861.
BENEFICIO
DA
Viuva do artista dramtico Rozendo
Ferreira da Silva
que falleceu no anno prximo passado, por occa-
siao do flagello da escarlatina que ceifou tantas
victimas nesta cidade, ficando sua inconsolavel
esposa com tres filhos menores e sem meios de
poder mover a sua subsistencia, vem pelo pre-
sente implorar a proteccao do respeitavel publi-
co para concorrer ao espectculo om seu beneficio
e de seus pobres filhos.
Logo que o Exm. Sr. presidente desta provin-
cia se dignar comparecer na tribuna, dar prin-
cipio o espectculo com urna bella syraphonia.
Depois represenlar-se-ha a muito applaudida
comedia em tres actos, por L. C. M. Penna,
0 NOVICO.
PERSONAGENS.
*rabros!....................... Raymundo.
rlorencia sua ruulher.......... D Jesuine
Emilia soa ana............... D. Leopoldina.
Juca[9annos.................. jos.
Carlos, novigo da ordem de Sao
Denlo......................... Vicente.
osa, provinciana, primeira mu-
Iher de Ambrosio........'.... D. Isabel.
Padre-mestre dosnovcos...... Jorge
."f -.-..................... A. Urna.
Jos, criado.................... joao
Primeiro meirinho............ Jos
Segundos ditos,
ek.
da Silva.
Al ves.
soldados, etc.,
que nao fallam.
Terminar o divettimento com a jocosa farga,
0 CHAPEO PARDO.
No flm da comedia madama Virginia Romag-
noli, em obsequio a beneficiada dausar
O GASSO HESPANHOL.
Os bilhetes de camarotes, cadeiras e plateas
estao exposlos venda na residencia do Santa
i L h rua de !,Bla Isab?' ,3. qualquer hora
theatro D d espectacul no escriptorio do
Principisr s 8 horas.
Para a liatiia segu em poucos dias a es-
cuna nacional Carlota; para alguma carga qus
ihe falla, trata-se com sen consignatario Fran-
cisco L. O. Azevedo, na na da Madre de Dos.
n.512,
Para o Ass.
Segu em poucos dias, por j ter a maior par-
te de seu carregamente a bordo, o hiate Bebe-
rioe: para o resto e passageiros, trata-se na rua
do Vigano n. 5.
Para o Aracaty
Para
Para o Kio Grande do Su\.
Segu com brevidade o patacho nacional Sao
Joaneiro : quem quizer carregar no mesmo a fro-
te, eotenda-se com o consignarlo Manoel Alves
Guerra, ou com o capito a bordo.
escravos.
Qumta~feiraM do cor-
rente s \\ horas.
Antunes autorUado pelo Sr. Jos Nu-
nes de Patria, fara' leirao em sea aftna-
zem1 na rua do Aroorira n. 48, dos
predios e eicrave pertenceutet o dito
senhor que para liquidar sero eatre-
BZ pe' maior pre<0 a,can9ado a
O sobrado n. 48 de andar e sotfio si-
to na rua do Amorra, com chaos
proprioi.
Dito em Ohnda de um andar e sotSo
endo atraa terreo, com a frente pa-
ra os Quatro Cantos e ladeira da Mi-
sencordi, cli5os proprios.
Um casa terrea no f aradouro, con-
cluida ha pouco tempo, com 5 quar-
tos, 2 salas, grande quintal, e urna
grande padana no mesmo, com oi-
toes dobrados, foreira a cmara mu-
nicipal.
A tercia parte da casa terrea sita na rua
da Imperatriz onde tem padariao Sr.
Bantiier.
leilSo no seu voazemn rua do Ioape-ip-ki.-^-s^,
rador n. 35. de dous predios sito* na rua '
do Brum, nT. Hfi-e38, rror quaes esta'
montada a fundicao dos Srs. D. W.
Bowman, lando ambo bastantes fun-
r frdan(io mesmo para o cae d'A
Plo, aoqaal tambera tem direito os
pretendente, pois para antormaqSes d-
njam-se ao agente cima que lhes minis-
trara' dando principio ao leilo no refe-
rido armazem.

do iaetiitt
ft 99 Brasf.
DICCIONARIO POPULAR
MEDICINA H01E0PATH1C1
Avisos diversos.
Arremata^o de predios.
Ficou transferida para terca-feira, 19 do cor-
rente, depois da audiencia do Or.juizde orphans,
a arremat.icao dos predios seguintes: sobrado de'
dous andares esoto na rua da Cadeia da fregup-
na de S. Fr. Pedro Goncalves o. 10, em aolo
propno ; sobrado de tres andares com soto na
rua da Cruz da mesma freguezia n. 24, salo pro-
pno ; dito de dous andares e solao na mesma
, rua e, 5, com frente par o caes do trapiche, so-
, lo prapno ; um dito de um andar na roa da Sen-
iaia velba n. 1, solo proprio; os quaes vao
prss a requerimento da vluva e invontariante do
Buado Antonio Pedro das Neves.
No dia 19, na sala das audiencias, depois'
de Hnda a do Sr. Dr. juiz de ausentes se ha de
arrematar a casa terrea sita na rua do Sebo o
1, poriencente heraoga jacente de Candida Rosa
do Espirito Santo.
Wo dia 19. na sala das audiencias, depois
de finda a do Sr. Dr. juiz de ausentes se ha de
arrematar o escravo Florencio, pertencente ao
ausente Francisco Augusto da Costa Cuimares
Em ponto!!
No hotel Livramenlo haver a meia noite em
i MnMnn. a -x i_ av\T ^'""'nw "vera a meia noite era
* escravos de muito boa conducta, scn-*PPl0 a bem conhecida mao de vacca feiu pelo
>l M.__. 1 t 1 la riJlhil n.'/ifjoan* A -* .r % m
COMPANHIA PERNAMBCANA
Navegatpo costeira a vapor.
O vapor Persinnnga, commandante Moura
PSf p*ra 9 porlo d0 ul de ua escala no di
O do correle mez s 5 horas da tarde.
Recebe carga para Macei e porlos intermedios
at o da 19 ao roeio dia.
P.SSM8iros e dinheiro a Trote at o dia da
saluda s 2 horas : escripiorio no Forte do lat-
ios n. 1.
10 um delles excedente padeiro
forn-iro, as 11 hora em ponto.
LEILAO
hbil p>-ofssor de cozinha.
k1!
DE
Gneros de estiva.
Quarta-feira 20 do corrente.
Antunes por mandado do Eim. Sr. Dr. juiz e-
penal do comraercio. far leilao a requerimenlo
deprente Van na & Ce oulros, dos generase
ais objectos arrestados a Maooel Joequim de
Oliveira & C., no referido dia as 11
ponto, na rua do Cordoniz n. 14.
LILAO
horas
DE
THEATRO
E.VRl COUPASDIl
DE
Paquetes in^ezes a vapor.
No dia 17 dest mez espera-se do sul o vapor
Oneida, commandante Beris, o qual depois da
demorado costume seguir para Southampton
locando no partos de S. Vicente e Lisboa, para
passageiros etc., trata-se com os agentes Adara-
son.Howie & C, r.ia do Trapiche u. 48.
ti S. Os erobralhos s6 se recebem at duas
horas antes de se fechar as malas, ou urna hora
antes pagando um pataco alein do respectivo
frele.
DE
COHPAMIa PERNaIBIJCAIa
NavegacieosleiraavapM
Parahiba, Rio Grande do Norte, As-
su', Aracatv e Ceara".
O vapor /oiarasii, commandante Moreira. sa-
nira para os portos do norte at ao Cear nu
aia\ i de mar^o s 5 horss da tarde.
Hecebe-se carga at o dia 21 ao meia dia. En-
coromendas passageiros e dinheiro a frote at o
da sahidaj s 2 horas : escripiorio no Forte do
Maltos d. 1.
Para o Aracaty.
Seguir brevemente o hiate nacional cSaota
Anua, qu* j tem quasi meia carga, para o res-
tante e passageiros trala-se com urgel Irraos
no seu escripiorio da rua da Cadeia do Recife n!
; a, pnmetro andar.
Prancisco Jos de Salles Abrou, irmaos
e cunhado.'pungidosdo mais dolorsoo aen-
Uoiento agradecem cordialmente a todos
os seus amigos que assistiram as exequias
de seu sem pro chorado pai, Manoel Anto-
nio Pereira de Abren e protestara eterno
reconnecimento por esse acto de caridade
e religio......
A superior firinha de mandioca ven-
de-se ao mdico preqo de o#900 a sac-
ca, a dinheiro em porcoes de 10 saccas
para cima, para acabar; no armazem
de Francisco L. O. de Azevedo, rua da
aladre de Den n. 12.
Vende se em cwa de I. Mendibou-
re & C. rua do Trapiche, seis quartolas
com excellente vinho de Bordeaux che-
gado a poucos dias pelo vapor francez
Terca-feira 19 do eorrente as < 11 horas da manha.
O agente Pinto autorisado pelo Sr.
Vicente Ferreira Pinto, fara' leilao da
armario e bajcuo, de dous candieiros do
gaz e.seus utencilios, de urna grande
meza e de urna carteira em bom estado
existentes, no armazem da rua. da Cruz
n. Id no.dia e hora cima indicado ga-
rantindo se ao comprador o arrenda-
ment do m' mo armazem.
Urna armacao.
Sabbado 16 do eorrente,
Costa Carvalho far leilo no dia cima as 11
horas da manha ptrr conta e ordem dos credo-
res de Antonio Pereira Vianna. da araMQo da
taberna do mesmo na roa de Hbrtas n. 39.
LEILO
Telbas de zinco.
No armazem de materiaes de Maooel Firaino
Ferreira sito na rua da Concordia, ainda existe
urna por?ao de telbas de zinco que se vendo por
menos prego pera liquidagao.
Superiores fitas de velludo
e
Leilao
Para feichar contas
a 18 do corrate
cipianles.
20 axeaipljresdtaooada.
W^ftifrn.ll^' "-*'
^ 6 empiares de compendio de arithmetica por
empfarw departas.
20 exemplares de escripia ou trasrados.
.,,. Par o hospital militar.
* i .de a dc eguda ou de flecha
com 8 palmos de comprimento eSl/ de largura.
complmenT08 de dh' <** '* >'* de
|0 pares dechinefrai rasas.
y chicaras e pites de ouca.
6 copqg de ?fr(J. '
% F" .* barro com lampa e p.
2 bandeja etsnd de Mba
celanSf "" *" sortidar forrW" de P0'"
acnaleb4* de ferr para 30 prisas.
El
Quarta-feira, 20 de marco de 1861.
Grande e variado espectacstlo ata-
da nao visto nesta capital
EM BENEFICIO
DE
D. LUCRECIA ULYSSES.
Jacome Uljsses, chegado recenlemeole da Eu-
ropa, e do passajrem para o Rio de Janeiro, re-
solveu demorar-se alguns dias Besta capital son-
de tem de presentar seus oovos trabalhos da
escola moderna, sendo o espectculo dividido em
tres partes, constantes do seguinte :
Primeira parte.
Chi mica industrale recreativa ao alcan-
ce de todos.
Combusta de diversos corpos ao gaz oxige-
nio puro.
Demonstrago pratica de algumas proprieda-
des do chloro gazozo.
Demoostra(ao de algumas propriedades do
g*s bydragwiio.
Armnica chimica.
Caaahustio da plvora de aosuar sem neces-
sidade do fogo, e o seu Cabrito setl posto ao
alcance de todos.
4." Domoostricao pratica para qmhruer pessoa
P*** bter o precipitado de diversas tintas
" J*mj?c^^' ,B*"rtrt <* '** s coro.
7. Erplica?lo praiics para qualquer pessoa po-
der gravar obiatlos de metal e de Tldro,sem
j rfecestidade 3r/brll.
1.
2."
3."
4.
Porlo.
Sae at o dia 24 do correte o brigue Amalia
i. : para passageiros, para o que-tem excelentes
commodos, trata-se com o consignatario Manoel
Joaquim Ramos e Si.va, ou com o capitao.
A agencia do vapor de
reboque achase establecida no escrip-
torio d% companhia Peroambucana no
Forte do Mattos n. 1, onde se recebem
avisos pana qualquer servico tendente
ao mesmo vapor.
Acarar3eMaranho.
Segu imprcterivelmente o patacho Emula-
gao ; para o resto da carga que Ihe falta, trata-
se com Moreira & Ferreira. rua da Madre de Dos
D. *. ou com o apltao n I
Na loja d'aguia de ouro. ruadoCabug n.l B,
acabara de receber de sua propria encommenda
i pelo vapor francez. filas de velludo de todas as
j arguras pretas e de cores, sendo lisas, obertas e
. iavradas, de lindos padres, que se vende por
, proco muito em coma, assim como litas de cha-
j malote de todas as cores proprias para cinlos,
cintos com Qvela preta proprio para luto, luvtg
, do lorcal com vidrilho muito novas a lj o
par, ditas sem ridrilho a 800 rs., ditas de seda
u geoieuiiveira far leiUo para acabar, de um enfeiladas com bico e vidrilho a 2 ; isto s se
mteiro sorlimento de fizendas, e outros artigo* vende na aguia de ouro.
que muito agradarlo pelas quiftdades, o prejot,'
consistilo em alpaias, casacas de panno prelo!' \7Z J .Ml___J_ a 3
colletes diversos, camisas com pellos de linhp; VldnlllO C tOCiaS 8S COFCS
cambraias floas, cobertag de la. cobertas da ca- iw. i:.a-___; a "IT'
&,'\ ^m^KSJff &% 0,ibqroUei^7nadgeu^eborut,i0,0 ^
grvalas de seda, manlletes, merinos, meiai g r0'
^^t'ful ,sed,a cu.r'as e compridas pa-j Compram-se duas casas terreas as seguin-
Kem naZ" d n.Vft8 T*.d? CTr ph"ra;.iar Ile8 ru : do Imperador. Campo das Princesa,
Md\P nif JLP. """i* br01 .e ^J10' d.al* F|ofenlina, das Cruzes. Roda, Flores, camboa do
f.rrn.'.iSi ^n!!x-l0^ezf' aPeles, de 8""., Carmo : dirija-se a ruk do Rosario n. 10 para
saceos de pete, selms ingl*zo,seroulas, sarga. tratar
Unas, vos prelos, vcstiaioutas de merino de ATWC!S\
fusiao, de ISa, e de seda para meninos, e diver- ; A. V loO.
sos outros objectos. | ...
O abaixo assignado pelo presenta faz publico,
qire perdeu um val da quanlia de 2309000, assig-
Seguuda-feira 18 io eorrente
s 10 horas da manha ao primeira andar da
casa, por cima do arraatem Oe fazendaa do Sr.
Henry Gibson, na rua da cadeia.
ladtepeaaavel tod as atas
pessoas j.e oj!,,,^, .,, ^^
neopathscamente,
. cohtendo:
"*" ""* frtqutntt* das molestias: os tumo-
tomas, porgue estas se faxem conkeeer : oW
a-tMMMrot quemelhor Iket eirrespondem: a
quanuade da dset dcada medicamento a
JUM r*Bc(ta titrptoi n(M molestias m.
aat e cArontcas: a hora da dia ou da noite
em que oe medicamentos desenvolvem melhor
saa accao : a maneira de alternar os medica-
mentos: a maneira de curar os envenena men-
tas, as mordeduras de cobrae, focadas, tirot
Quedas, pancadas e fracturas e todas as mo-
lestias conhecidas, principalmente a quegrat-
sam no Brasil, qur as pessoas livres, quir
nos escravas: os soccorros que se derem pres-
tar mulher durante a prenhez, na occasim
ao parto e depois delle: os cuidado* que a
enanco reclama, quir logo depois do nasei-
mento, quir durante a infancia : os perigos
que estao sujeilo todos os que tomam reme-
dios allopathicos: e muitos outros artigas da
vital interesse; bem como urna descripeo con-
cisa, e em linguagem acommodada intelli-
gencia das pessoas extranhas medicina, dos
orgaos maxs importantes, que entram na com-
posicao do corpo humano, ele, etc., com dna*
estampas, urna mostrando qaanto possivel to-
dos os orgaos internos, com a sua explicar
pninologica e outru mostrando as differente*
regwes abdomivaes. [Aprimeira i colorida pa-
ra os senhores assignantes.)
PELO DOtTOB
SABIX0 0LEUAUI0 LBGER0 PIMO.
O Diccionario Popular de medicina homeop.
.iC'1.,%m? obra.co>Plel* de homeopathia, o
resultado da pralica dos homeopathas europeo.
amer.caD08.parUcttlarr.oato dos Bnaileiros
*'i PrP" **"<-: etla satisfaz inte-
ramete os mdicos, qie quizerera experimentar
oo exercer a nossa medicina ; e muito mis airt-
dawspaes defamiM. qur das cidades, qur
do campo, chefes de estabclocimealo. capiiaes do
av.o, curas Taimas, ote., qw por si mesmo)
meo h-BCn 6r S Prodi*iosos effettoa da ho-
.1' B.Tl?DCon,ndo o autor, aproveitando soa
Jiogem Kurops.fazer imprimir all o Dicciona-
rio Popular tal qoal o havia feito, acontecen
que antes de inceUr a publicajao visse elle obra
mu modernas de medicina, abuddantes de idean
nevas, e eotau resolveu mudar ioteiramente 9
plano que havia concebido, e dar toda a expao-
sio e dareta a essa obra, de modo que tanto oo
nomens versados na scieticia, como os que o Das
sao, podessem tirar dell o mximo proveito po-
awel, sem embargo de trazer-lhe isso um accrej-
cimo de despeza de dous tercos mais do que Bas-
tara, se pubhcasse a obra, como a principio tL-
nha organisado. v
O Diccionario Popular de Medicina Homeop-
tica, como agora eslS composto ser sem duvf-
aa a obra mais til de lodas que se tem publics-
oo. hila constar de 3 volumes com 1 500 pa-
ginas pouco mais ou menos.
A aasignatara l&p, pagos na occasiao do assic-
[Depois de impresso custar 25^.)
Acha-se igualmente em va de pnMica-
co a segunda edieco do
TIIESOURU HOMEOPTHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha.
Esta nova ediccao em todo superior pri-
meira. tanto no que diz respeilo disposirao das
materias, como no que relativo ao modo do ad-
miuislrar as ds-s. ao estudo dos temperamentos
as molestias hereditarias e contagiosas, a hyaieo-
ne pratica, ele, etc. Com urna estampa demons-
trativa da conlinuidade do tubo intestinal desda
a bocea ate o reeto.
A assigollura de 8J pagos na occasiao de as-
signar. (depois de impresso custar 12 pelo
menos.) r
As pessoas que quizerem assigoar urna o ou-
V o pagarao 81>',s 20em lugar de 23
N. B. A assignatura, que nao for acompanharfa
d-. respectiva iroporlancia, nao ser considerada
como tal.
Assigna-se em casa do autor, rua de Santo \-
maro, (Mundo Dfi.?o] n. 6-
Manoel Bibeiro da Silva avisa a (odas as
pessoas que tem penhoroo no seu estabelecimen-
o da rua Imperial n, 187, padaria, queiram vir
ra-los at.odlaK do correnta, qnaado nao per-
Becife 15 de margo de 1861
nar.
Leudes.
NA.
RuadoRangeln.18.
Terg-feir 19 do eorrente,
Antaneafari, leil por mandado do Bxm. Sr.
w.jottajpeetai drcommerclo e a wqaerimento
s-lva ft Sanan, donero, divUU o utoo -
cilios da taberna sita na rua do Oangsl o. 18. a
DE
Iraa lancha e dous boles.
Sabbado 16 do corrate as 11
horas em pouto,
No Trapiche d'Alfandega.
John Henry Dalton, oapttto da bar-
ca ingleza Emma Eugenia, fara' lei-
lao com autorJsaqSo do lnj. Sr. nt*
rtor da.alfasjdog^, por oonta e risco
quempeitenCevna presenqa do Sr.
OOnsul interino de S. M. Britanaica e
por nterveneflo do agente Pinto, de
urna lancha e dous botes pertencentea-a
barca ingleza Emma Eugeniau lega$
mente condemnada neste porto na soa
rcenle viagem.
Dado pelo Sr. Manoel Antonio Viegas Jnior,
passado em 29 de marco do anuo prximo passa-
do, e vencido em 15 d abril de 1860, cujo val foi
perdido da igroja do Corpo Santo ao convento d
Carmo no transito da procisso na noite de 14 do
eorrente, ou daquelle convento sua morada na
rua da Concordia; pede-so a qualquer pessoa
que o achar que^o leva a rua da Cruz n. 6i, que
ser recompensado : preveoindo-sc ao mesmo Sr.
Viogas o nao pague seno ao abaixo assignado,
oo pessoa por elle auiocisada. Ileeife 15 de
marso do 1861.
Franriaco Jos dos Pseos Guimaraes. .
A mesa regedora da irmaodade do Saohor
Bora Jess da Cruz, erecta aa igreja de N S. dnk. Cord'imp'erfal fino"a"io^s,
Rosario do bairro da Boa-Vista, vi expor ao
Beis catholicos em solemne procisso o seu ado-
rado padeoeiro em o dia 17 do eorrente, polas 4
horas da tarde, ao Sarrir seguir tft 8glntes
ras : Pires, paleo da Sania Croa, roa do Besa-
f'o, Conceico, pra;a da Boa-Vista. Hospicio,
ormosa, Aurora, Imperatriz, ru da Matriz, Glo-
ria, Coto vello, Tremp, Sebo, Yelht, lrvssa do
Varas, Aragio ao recolher-se : pedo-te aos moi
rador's que tenham com asaeio as roas por onda
ral transitar a procisso, sob peni de nao pastar
a que em mo estado esiiver: e aos irmaos que
eomparec.am no consistorio as 2 hora d tardo,
do capa e mursa.O aeeretario,
Jernimo da Moita Monteiro.
"JoSo de Almelda Arroda, subdito portu-
guez, ral ao Rio de Janeiro.
dero todo o direito.
Rival sen segundo.
Na roa do Queima lo o. 55, loja de miudeza
esl queimando os segaintes arligos abaixo do-
ctarados, todas as miudezas estao perfeitas e a
preco convido : '
Caixas de clcheles a 40 rs.
Cartees de ditos a 20 rs.
Groza de penos de ago muito finas a 500 rs.
Charulos muite Baos, caixa com 002*500.
Croza de botesde louca a 120 rsl a OndsOOu
Carretel de qnunoOO jnh.omao ulesmuirsl rd
BOita itd ctoa a 3o
Baoha em lata com 1(2 libra a |00 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 rs.
C-Mxas com obreias muito novas a 40 ra.
Ditas com ph sphoros eepeciaes a melhor qn
na a 160 rs.
Pares de meias croas pera hornera a 160 ra.
Olios de ditas muito linas 200rs.
Pocas de franja de Ua muito bonitas corea a
800 rs.
Duzia desabneles.muito Qnns a 600rs.
Iscas para sceoder charutos a 64 rs.
I'hosphoros em eaix de foNiv a 100 rs.
Cartas de alfinetes finos a 100 rs.
Caixas do agulbas franco a 120 rs.
Pjres desflpatos d tranca de algodSo al.
Dilos tfo Isa para meninos a 200 ra.
Frascos de macass perola a 200 ra.
Dilos de oleo a 120 rs.
Dona da facas e gasto da Cabo preto S.
Pares de luvo do Qo de Escocia 320.
Masaos de grsmpas finos 40 ra.
Caivetes de aparar peno a 80 rs.
Tesooras para unhas a cosiura muito flaa c
500 rs.
Pegas de tranca de la com 10 varas a 320.
Escojas para daatet mullo finas a 200 rs.
Cordao imperial "
Dito aroaso a 80 rs.
Cardoes pac csaarrikhe aOts.. i>j;
Caixas para rap muito finas a 1j>. t
Pires de meia de cores.p/ra meninas a 160 rs.
Liuha de mfcar(novll))'Mrsi 5
Croza de marcas paca cobrir a 60 ra.
Quarta-feira W do correte s
2 horas da tarde em punto
O agente Hyppoiito da Sil fert'I
a
Sorttmento de chapeos
flua do Queimado n. 39
Loja xtequatro portas.
pos pretos francezos de superior qualida-
Chspos pretos 1
de a 7J.
Ditos dos mais modernos que
Ditos de castor prts" e francos a 16SJ.
Chapeos lisos pan aenhora a.259-
Dilos de velludo cfrWb^lls.
Ditos de seda para mininas ric
dos a 8|.
atitot ditoo par aaanioo 53.
. Lio** gorro par* aeaiuot a 3g. .
BoneU de velludo a Sik
Ditos fe palha multo ftm enfeltadoa a 4f.
Chapecado sel Craru*is de sed a 7. .
Ditas iaalres do.lOfc 12 e 13 pal am.
ha no mercado
kamenle enfeita-
Vnlio de Bordeaux.
Em oaa da Kalkraaan Irmios ct C, rua da
Cruz n. 10 encontra-seo deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Freres a
dos Srs. Otdekpp Harailac & C., em Bordeaux.
Tom aa seguintes qualidadei:
De Braadeilbure fr^res.
St. Estpti.
8i. Jirlren.
Margaax.
La rose.
Cholean Leoville
Chtoau Margaax.
De Oldekop St. Julien.
Su Julien tfe*doc.
Gaateau Loovilu.
Cognac om barris qualidade fina.
Tender:
Skwry em barris
Hidoira m bafris.
-



(<>
DUBIO DE
Atteaco
. S1BB1DO ll'B MAC DE 186;
rtr
--
CIDADE DO A5SU. 18 DE PEVEREIRO DE 1861.
Eu abaixo assignado, lonae Justo contratado
com dous officiaes para fazerem urna pintura na
matriz da cidade do Asn, e tendo eu me apre-
seotado com os diloa offieis. os encarregados
da obra nao deram cumprimenlo aos sus* tratos
en lrapo arcada, eu espere! mal seis mezes,
eelles n&o deran cumprimento aosseus deveres;
eu. me vendo as circnmstanciss de fazer vultar
os ditos officiaes, nao tive oulro remedio seno
mandar aier algumas obras por minha coala,
para nao voltarom depeis de terem empata Jo
com islo o lempo doa-aeaa negocios, e anda ga-
ohararn m miofai mi a quanlia de 2619150 ; os
outros officiaes a quaoria de 1389000, e livres de
todae as suas despezas. O abaixo assignado, pois,
quero fez todas as detpezas de passagem, ^asa
e sustento ; todas as mais despezas at hoje Pi-
cara pagas; os dous ofiiciaes ainda me vem a
restar. E para levar ao conhecimento de todos
os habitantes dessa cidade do Recite, taco o pre-
sente era que me>assigno. Cidade do ss, 18
de fevereiro de 1861.Com luja na ra da Impe-
ratriz o. 72.
Manoel Ignacio de Oliveira Martina.
Precisa-so de urna pessoa que lenha pratica
do escripia para a cidade do Maceid : a tratar
com Fernandes & Filos no largo da Assembla
numero 16.
Offerece-se urna tnulher parda para ama de
leite, a qual nao lem flho e lem 5 das de parida,
tendo muilo leite ; na ra de S. Goncalo, taberna
n. 25, se dir.
Precisa-se de um bom cozinheiro que en-
tenda bem de sua arte, e que trabalhe bem em
massa, para o hotel da Escada : quem lho con-
vierdirija-se a ra do Crespo, loja n. 9, para
tratar do ajuste.

Joo Correa de Carva-
Iho pungido do mais do-
loroso stiithlenlo agra-
dece a todos os seus ami-
gos que assistirara as
exequias de sua sempre
chorada esposa D. Maria
Jos Corre i de Carvalho,
e de novo os convida para
assistirem a inissa do s-
timo dia que ter lugar
na segunda-feira 18 as
6 horas da manha na
matriz de S. Frei Pedro
Gonca I ves_______________
Cassino Militar
Pernambucano,
Previne-se aos senhores socios que em conse-
quencia de resolucao tomada pela assembla e-
ral, foi marcado o dia 2 de abril para ter lugar a
partida perteocenle a esse mesmo mez ; e por
isso deverao apresentar suss propostas de convi-
te at o dia 22 do correte ao 1. secretario, na
ra do Cabug n. 7, primeiro andar.
Recife 13 de marco de 1861.
Antonio Vilella de C. Tavares.
1. secretario.
Para urna casa
ingleza.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e
engommar, pode ser forra ou captiva : na ra do
Imperador n. 31, amazem do gaz.
ASSOCIAQAO
DE
Soccorros Mutuos
E
Lenta Emancipaco dos Captivos.
De ordem do Sr. vice-presidenle sao convida-
dos os membros do conselho para sesso extraor-
dinaria do mesmo conselho, hoje 16 do correnle,
as 7 horas da tarde, no lugar da ra Direita n.
27, primeiro andar, visto se ter mjdado de casa,
pelo mo procedimeoto do Sr. Lucio para com a
sociedade, o que a todos nao estranho.
Secretaria da Associaco de Soccorros Mutuos
e Lenta Emancipaco dos Captivos 15 de marco
de 1861. rTT v
Galdino Jos Pires Campello.
1." secretario.
Josepba Maria da Conceico Ti a Europa.
ma
Sfe-
a de
ommisso de seravos
oaruadaPenha, sobrado
numero 2.
Nesla nova casa de commisaao de escravos, re-
cebera-se escravos por commisso para serem
vendidos por coota de seus senhores, sfiaocando-
ae a prompla venda, assim como o bom trata-
ment pira os mesmos. alim deque os senhores
dos racimos escravos flquem salisfeilos com *s
diligencias que da paito do commissionado Ozer,
para-e m ludo agradar quolles senhores que o
quizerem honrar com a sus confian;}, no que es-
pera -merecer altenco tanto dos senhores que
li'os quizerem cooflarpara vender, como aquel-
es que prelendam confiar, pois espera ter sem-
pre para vender escravos de ambos os sexos e
dades.
a
3jRoa e&treita do Rosario3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
ocar denles artificiaes tanto por meio de
fjp molas como pela pressao do ar, nao re-
$p cebe paga alguma sem que as obras nao
g fiquem a vontade de seus donos, lem pos
9 e oulras prepsracoes as mais acreditadas
gi para conservarlo da bocea.
lumiEiiA
fiarroca^ Med
cam para Portugal e
S. Miguel.
Aviso aos dvedo-
res da massa fal-
lida de Siqueira
Pereira.
Joo Jos de Figueiredo ar-
rematante da massa fallida
de Siqueira A Pereira avisa a
todos s Srs que sao de vedo
res a mesma uassa, queiram
vir satisfazer seus dbitos no
prazo de 15 das, porque pas-
sado este prazo proceder-
se-ha a cobran9a judicial.
Na livraiia n.CeSda praca da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Ulissei Cokles Cavalcanti de Mello.
Aluga-se a loja do sobrad da ra das Cru-
zes n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
O'Sr. Romao Antonio de Alean
tara tem urna carta netta typoerapbia.
l5F
DA
PROVINCIA.
Acham-se a' venda os bilhetes e meios
da quarta parte da primara lotera a
heneflcio da irmandade do Divino Espi-
rito Santo do Collegio, na thesouraria
das loteras na ra do Quetmado n. 12,
primero andar, e as lojas commissio-
nadas na praca da Independencia n. 22
do Sr Santos Vieira, ra Direita n. 3
botica do Sr. Cha gas, no Recife ra da
Cadeia loja n.i5 dos Sis Porto& Irmao,
as rodas da bteria anda rao infallivel-
mente em o dia qiarta-feira 20 do pre-
sente mez de marceo. Abaixo vai trans-
cripto o novo plano que o Exm. Sr.
presidente se dignou approvar.
PLANO.
3000 bilhetes a 5#..............
Beneficio e sello de 20 por cento.
Liquido.
1 Premio de............ 5:000$
2 Ditos de 800$........ 1:600
1 Dito do................ 400S
2 Ditos de 200g........ 40(1$
4 Ditos de 100J........ 4008
10 Ditos de toe......... 400S
15 Ditos de 20........ 300
35 Ditos de 10f........ 350g
630 Ditos de 5........ 3:150
150003000
3:00O00O
12:000g000
700 Premiados.
2300 Brancos.
--------120005000
Precisa-se de ama ama para comprar e cozi-
nhsr para casa de pouca familia : na ra larga do
Rosario n. 21, loja decalcado.
Novos cintos
com fivelas de ac.
A loja d'aguia branca recebeu novos cintos pa-
ra senhoras e meninas, com flvelaa de ac po-
lido e lapidadas, e bonitas tilas de chamalote, as
quaes poderao ser substituidas por outras de vel-
ludo cor de caf, roso, azul, encarnado e preto,
lisoou de listras, conforme o gosto do compra-
dor, e como sempre est veodendo por menos do
que em outra qualquer parle a 4 o cento : na
ra doQueimado, loja d'agoia branca n. 16.
SOCIEDADE
DAS
ARTES MECH4MC4S E URERiES
DE
PERNAMBUCO.
O lllm. Sr. director manda fazer publico que
segunda-feira 18 do correte, as 7 horas da tar-
de, se reunir a sociedade extraordinariamente
em assembla geral.
Secretaria da sociedade das Artes Mechanices
e Liberaos de Pernambuco em 15 de marco de
1861.
Simio de Souza Monleiro,
1.* Secretario.
Precisa-se de um homem para distribuidor
deite Diario em Oliuda, preferndo-se de meia
idade ; na livraria us. 6 e8 da praca da Indepen-
dencia.
Aluga-se urna casa assobradada na ra da
Aisumpcio n. 60, dando fiador a contento do
proprieUrio : quem a pretender, dirija-ge a na
dos Acouguinhos n. 20, que achara com quem
tratar.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 41, exis-
ten) aa teguintes cartas para os senhores :
Feliz de Araujo Albuquerque.
Francisco Jos Tavares.
Joaquina Hachado Vieira de Aragao.
Manoel Joaquim Alvares de Oliveira.
Manoel Joa de Oliveira Lima.
Vende a* um negro carreiro, postante : na
ra do Quaimado n. 44.
Tijolos de lousa.
No armasen! de materiaes de Manoel Firmlno
Forre ira, silo o* roa da Concordia, veadem-se
tijolos de louea multo bem faitea, e proprioe para
ladrilboj de tecfaee, corredores, lojas, ele*, per
presos oo*Bodoi,
3000 Bilhetes.
N. B. As sortes maiores de um con-
t de res estao sugeitas aos descontos
das leis.
Thesouraria das loteras 7 de marco
de 1861.O thesoureiro, Antonio Jo-
s Rodrigues de Souza.
Approvo.Palacio do governo de
Pernambuco 9 de marco de 1861.As-
signado Leitao da Cunha.
Conforme.Antonio Leite de Pinho.
Sociedade bancaria.
Ainorim, Fragoz. Santos & C. mu-
daram o seu escriptorio para o pavi-
mento terreo da casa da praca do Cor'
po Santo onde fu necio no u o consulado
geral.
Troca-se um sobrado de 2 anda-
res no pateo do Carmo por um de i
andar que seja grande e tenha quintal
emquelquer das principaes ras dos
bairrros de Santo Antonio ou Boa-Vista:
a pessoa que tiver e quizer fazer a tro-
ca apparecana praca da Independencia
o. 6 e 8 que se dir' quem faz te ne-
gocio eno duvida voltar.
COMPANHIA DA VIA FRREA
_ DO
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(limitada.)
Avisa-se ao respeilavel publico que do dia 1
de fevereiro at oulro aviso o Irem que parte da
estagao das Cinco Ponas s 8 1(2 horas da ma-
nha correr somente at a Villa do Cabo, e o
trem que at agora tem sahido da Escada 1 3i4
horas da tarde ser discontinuado, mas aahir
do Cabo s 3 horas da tarde como costumar
As horas da partida dos trens sero reguladas
pela tabella seguinte :
a
ce
<
as
w

es
te
9}
ctt
=
a
M
O
P3
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CQ "^ 0 I **
SSS
o
500 s
5M5**
mino
i*QOQC'OO0>G>C3CA
O
H
4tlenco,
Joo Jos de Figueiredo, tendo comprado o
estabelecimento de fazendas finas ds ra do Cres-
po n. 9, que foi de Siqueira & Pereira, avisa a
todos os freguezes dos mesmos, que elle conti-
na a Tender fazendas de muito goslo, bem como
obras de ouro e brilhantes, tudo por menos de
seu valor para liquidar.
ossenhores devedores.
Encarecidamente roga-se aos senhores deve-
dores extiocla firma de Almeida & Burgos, daJ
mandaren) saldar as auss cootas durante o pre-
sente mez loja da ra do Cabug de Burgos
Ponte de Len, certos da que se assim o nao fi-
zerem, do principio de abril em diente s se po-
derao entender enm o procurador do foro o Sr.
Pelix Francisco de Souza liagalhea, que ento
ficar encarregado de promover judicialmente e
cobrinca dessas dividas sem dislincco de pessoa
alguma.
Aa Ilustres irmandades erectas na igieja
matriz do Corpo Santo do Recife que desejsrem
possuir saaa miasaa, vesperaa Te-Deum para
serem executadas no seu novo orgao, e nos dias
de suas festividades, o abaixo aaaignado offerece
o seu diminuto presumo para qualquer composi-
co. E' desumma necessidade unirem-secom o
orgo um contrabalxo e violoneello, quaes lnstru-
meotos, conservam o perfeilo compaseo por entre
os cantores: a tratar na ra Direita n. 89, pri-
meiro endar.
Saques para Por-
. Casanova
pode ser procurado todos os dias em seu
consultorio eipecial homeopathieo.
30~Ra das Crozes-30
Neste consultorio tem sempre oa mais
novos e acreditados medicamentos pre-
parados em Paria (aslinturas) por Cs-
lellan e Weber, por presos ratoaveis.
Os elementos dehomeopalhia obra, re-
commendada intelligencia de qualquer
pessoa.
'fiseeeeigfiH
cat-
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tirra retratos por 3^
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3$
Tira retratos por 5^
Tira retratos por 3$
Tendo recebido um sortimento de
xilinas novas
Tendo recebido um sortimento de
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande salaoda ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. W. sborn, o retratista america.
no tem recen temen te recebido um gran-
de e variado sortimento de caixas, qua.
dros, aparatos cbimicos, e um grande
numero de objectos relativos & arte-
Como tambem um grande fornecimen-
to de caixas para retratos de 3#000 rs-
cada um, as pessoas que desejarem ad-
quirir conbecimentos pratiecs na arte
de retratar acliarao o abaixo assignado
sempre prompto sob condicQes muito
razoaveis.
Os cavalheirosesenhoras saoconvida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do que
cima ica anunciado.
SOCIEDADE BANCARIA KM COM-
MAMITA.
Amorin), Fragoso Santos
Companhia
fazem publico que d'esta data em dianle as suas
contas correntes sero reguladas da maneira se-
guinte :
Receber-se-ba qualquer quantia de400*, para
cima, e pagar-se-ha vista at 5:000, sendo
dahi para mais com aviso de 10 dias, contando-
ae jnrosde dons por cento. menos' do que a taxa
por que a caixa filial do Banco do Brasil descori-
ta letras, sendo estes juros contados e capilali-
sados de 6 em 6 mezes.
Tambem sero abertas contas correles sob
condicoes de ser pagas vista qualquer quan-
lia independeote de aviso, contando-se somente
juros de 3 0|0 ao anuo na forma cima declarada
Recife i.' de marco de 1861.
O Sr. Antonio Henriques de Mi-
randa que dizem ser empregadn publi-
co e morar nos Afflictos, quena diri-
gir se a esta typographia que se Ihe
precise fallar.
Urna pessoa habilitada propde-se
a ensinar primeiras letras em algum cn-
genho ou lazenda de qualquer das co-
marcas do interior: para informacOes
e ajustes na loja de fazendas n. 20 A,
da ra do Crespo.
Santi Cappelli, subdito italiano, retiram-se
pare a Italia.
tugal.
Carvalho, Nogaeira A C na roa do Vitarlo o.
9, primeiro andar, sacare sobre Lisboa Porto.
Aluga-se o sitio Chacn onde no*
rou o Sr. cnsul britanoico: a tratar
com o mu proprietaro na ra do Viga-
rio n. 13ou aa ru Beal n. 15 e 17.
Assignado B. H. Bramak,
Superintendente.
Gasiadeira.
Quem precisar de cesiar qualquer obra de al-
faiate com muita perfeigo, dirja-se ao becco da
Bomba n. 5.
Attenco.
Antonio da Costa e Silva Maduro testa-
menleiro e inventarame do casal de seu
fallecido pai o Sr. Miguel Antonio da
Costa e Silva, tendo de prestar contas aos
mais herdeiros pede encarecidamente aos
devedores ac dito casal de vires 00 man-
daren pagar as seu cuntas na prac,a do
Corpo Santo n. SI, loja de cabos.
Precisa se de um carxeiro que teoba prati-
ca de taberna dando fiador a sua conducta : na
travessa da ra daa Cruzas n. 14.
AWMSG
^ rithmeca, algebra e de
geometra.
A. E. da Silva, professor de mslhematicas no
Gymnasio Provincial, pretende abrir particular-
mente no l.*do mes vindooro um curso deari-
thraelica e algebra dar aquelles senhores que
pretendem estudar o curso commercial, e outro
de geometra, para es exames em novembro na
Facutede de Direilo. A matrcula est aberta
at 31 do correte: os senhores que quizerem
frequeolar qualquer deates cursos, dirijam-se i
ra Direita n. 74 para serem matriculados.
Passaportes.
Tiram-se passaportes para fra do imperio, e
dspacham-se escravos, para cujo fim procure-se
0 innunciante nq ra do Queimado n. 29, arma-
zem de fazendas do Sr. coronel Gouveia, na ra
da Cadeia do Recife n. 30 armazem de fazendas
doe Srs. Ilonteiro Lopes A Companhia, e na mes-
ma ra, escriptorio n. 3 doe Srs. Gouveia di
Filho.
BarroraAMedeiroseD. P Wild
& C. administradores nomeados a massa
fallida dexima & Martins, avisam a to-
dos os Srs. credores, que tendo de pro-
ceder a classificacao dos crditos na for-
ma determinada pelo art. 859 do cdi-
go do commercio, faz-se preciso que no
prazo de 8 dias Ibes appresentem os seus
titulo de crdito, afisn ds poderem ser
ctastificadot.
Aluga-se o primeiro andar e loja
do sobrado de 4 andares no becco da
Aluga-ie a loja do sobrado da roa
da Impcratriz n. 58; a tratar na mes*
ma ra n 40.
Precisa-as alagar, um saoleque de 14 116
1 anuos para o stniso 4o sotel LiTrsjnenlo,
re
2.a T
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n -j O CT3
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s- &-^
2 s*a g-
a "-a-a
?-3 ? ?
FUNDIQAO 0 AURORA.
Seus proprielarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao pubbico em geral, toda qual-
quer obra manufaturada em seu reconhecido estabelcimento a saber : machinas de vapor de todes
os tamanhos, rodas d'sgua para engenhos, todas de ferro ou para cubos de madeira, moendas e
meias moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os lamsahos, guindastes, guiachos e
bombas, rodas, rodetes aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassar mandioca e para
descarocar algodo. prencas para mandioca e oleo de ricini, prtoei gradara, columnas e moi-
nhos de vento, arados, cultivadores, pontes, cadeiras e tanques, boias, alvorengas, botes e todas
as obras de machinismo. Execula-se qualquer obra seja qual for sua atureza pelos desenhos oa
moldes que para tal fim farem aprestados. Recebem-se encommendas neste estabelecimento na
ra do Brum n. 28 A e na ra do Collegie hoje do Imperador n. 65 moradia do caxeiro do es-
tabeleeimento Jos Joaquim da Costa Pereira, com quem os pretendentes se podem entender para
qualquer obra.
APPROVACAO E AUTORISAflO
DA
aeiiifica immtk m mmum
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
mhfhZ MEolC1AES
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPA9TICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
AS CHAPAS MEDICINAES sao muito conheeidas no Rio de Janeiro e em toda
vincias deste imperio ba mais de 22 annos, e sao afamada?, pelss boas curas que se te
as emfermarias abaixo escripias, o que se prova com innmeros attestados que exisiem
seas capazes de dist'mccoes.
Com estas Chapas-electbo-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura rad
fallivel em todos os casos da inflammaco ( camayo ou falta de respirarlo), sejara in
exlernas, como do figado, bofes, estomago, bago, rins, ulero, peilo, palpitago de corarao, gar-
ganta, olhos, erysipelss, rheumatismo, paralysia e lodas as affecces nervosss, etc., etc. Igual-
mente para as differeotes especies de tumores, como lombinhos escrfulas etc., seja qual Mr o
seu tamaaho e profundeza, por meio da suppurac,o sero radicalmente extirpados, sendo o seu
uso aconselhado por habis e distinctos faculistivos.
As encorameudas das provincias detem ser dirigidss por esciipto, tendo todo o cuidado de
fazer as necesssrias explieaces, se as chapas sao para homem, snhora ou enanca, declarando a
molestia em que parte do corpo existe, se na cabete, peseoco, braco cota, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a circumferencia: a sendo inchsees. feridas ou ulceras, o molde do seu ta-
maaho em um pedaco de papel ea declararlo onde exisiem, afina deque as cbapaspossam ser
bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As nhapas serio acompsnhadas das competentes explieaces e lamber de todos os accesso-
os para srcolloeacSo dellas.
Consulta as pessoas que a dignaren) honrar com a sus confisnea, em seu escriptorio, que
se achara aborto lodos os dias, sem excepcao, das 9 horas da mauhaa s 2 da larde.
||9 Ra do Parto
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
a
preferlndo em alaum eDganho : tratar na roa
do Trpfehe n. 15.
TraspasH-se o alugoel de urna casa Istrea
no beirro da Boa-VisU, pagando-se urna Msae-
oj beaifaitoria, e dando-se alguna mate asun-
tadas : s tratar na ra da Jatrii da Boa-Vista
MMrott
Com perfeicao.
Lava-se e engomma-se roupa, tanto de ho-
mem como de senhora, tamben se recebe roupa
ja lavada e s para engommar, assim como se
preparara veos e manteletes de fil bordados que
eslejam rucos ou os relrozes disfiados, aflancan-
do-se qoe fleam como novos : na roa da Cadeia
do Recife n. 11, segundo andar.
Aluga-se o primeiro asdar e armazem do
sobrado n. 2 no becco da Boia, oa quaes tem ex-
ceUsntee commodos : a tratar na praca do Corpo
Santo n. 5, sobrado.
Desappareceu no dia 13 um cavallo alaso
rosilho caxito com 10 caixas com charutos, 5
pajas de algodaozinho, 75 cocos, 2 cassuaes, 2
saceos, 1 lenco! e 8 libras d carne secca : ro-
ga-se a pessoa que o pegar ou que noticia del le
tirer, lera-lo ra NoTa n.'ta\ qoe se lhe gra-
liflcar.
SOCIEDADE
INliO BENEFICENTE
DOS
ARTISTAS SELLE1R0S
Easa PersasuasliHco.
De conformidade com a disposicio da aegund
paite do art. 28 dos estatutos, convido aos se-
nhores aocios eftsctivos para sesso de assembla
geral. afina tfeeleger o conselho que lem de re-
ger oa trebalhoa ds sociedade no ano de 186t
1862, domingo 17 do csrrente. as 10 boraa da
saanhaa.
Secretaria da sociedade Unio Beneflcente dos
Artistas Selleiros em Pernambuco 13 de marco
de 1861. '
Auspicio Antonio de Abreu Guimaraes.
1.* secretario.
Edssund Le Gallis retira-se para Ingla-
terra.
V


1
D1A.RIQDE EBKAKBUCO. ~ SABBADO >6 D MARCO DB 1881.
(3)
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA PAMDLHA B B- TTQWWSEliE)
MELHORADO E FABRICADO SOB ADIRECgAO' DO DR JAMES R. CHILTON,
' chfmleo e medico celebre de New York

GRANDE SUPERIORIDADE DO EX-
TRATO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo sen extraordinario
e quasi miraculoso effeito no
sangue.
Cada um sabe que a saude ou a nfermidade
depende directamente do estado deste fluido vi- JOHN CABLE & Co, 153 Water Street.
New-York, ha vemos vend ido durante muitos an-
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, consideramo-lo ser o extracto original e
genuino de salsa parrilha do Dr. Townsend.
o qual primeramente sob este nome foi
apresentadoao publico.
BOYD & PAUL. 40 Cortland Street.
WALTER B. TOWNSEND A Co,218 Pearl
Street.
LEEDS& HAZARD, 121 Maiden Lase.
tal. Isto ba de ser, visto o partido importante
que tem na economa animal.
A quantidade do sangue n'ura hornera d'es-
tatura meiiana est avallada pelas as primeiras
autoridades era vinte e oilo arralis. *Em cada
pulsacao duas ongas saliera do coracao nos bofes
e dalli todo o sangue passa alera no corpo huma-
no era menos de quatro minutos. Urna dis-
posigo extensiva lera' sido formada e destinada
com adrairavel sabedoria a destribnir e fazer
circular esla correntg de vida por todas as
partes da organisacio. Deste modo corre sera-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
de fonle de inferraidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se erapregna
de materias ftidas ou corrompidas, deffunde
cora velocidade ELEcrsuca, a corrupgao as
mais remlas e mais pequeas parles do corpo.
O veneno lanca-se para tras e para dianle pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
alocada orgo ecada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta msneira
a circulacao evidentemente se faz um engenho
poderoso de doenga. Nao obstante pola tam-
bem obrar cora igual poder na criado de saude.
Eslivasseocorpo infeccionado da doenca maligna,
ou local ou geral, e situada no syslema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se sraente o san-
gue pode fazer-se puroe saudavel ficar supeiior
a doenca e inevitavelmente expedir da consli-
tuicao.
M WARD J. Se i. F.TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAMA Co, 10 OldLlip.
OSGOOD 4 JENNINGS, 188 PearlStreet.
R. B. HAV1LANJ) & Co, Office 177 Broad-j
way.
JACKSON.BOBINS & Co, 134W ater Street.
THOMA.S & MAL, WELL 86 William Streeu
WM. UNDEBH1LL, Junr, 183 Water Street
DAVID T. LaNMaN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, CLAV. &Co, 4 Flelcher Street.
OLCOTT.M KFSSON&Co, 127 Maiden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fulton Sireet.
SCHIEFFELIN, BBOTHEB & Co, 146&
IOG Jobn St.
LBWIS & PRICE. 55 PearlStreet.
HAVILAND,KEESE& Co, 80 Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK & Co, 110 Broadway,
10 Astor.
lio use, and 273 Broadway, eor.ofCham-
bers Street.
PHILIP SCHIEFFELIN, & CO107Watr
Streot.
POU & PALANCA, 96 John Street. .
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Street. ,
HASEELL & MERBICK, opold Street.
B. A.FAHNESTOCK 4 Co. 49 John Street.
COHHECEMOS A ARVORE E SUAS FRU-
TAS i
B IGUALMENTE
Conhecemos um Medicamento nos seus Effeitot
O extracto eomposto de Salsa parrilha do
Dr. Townsend est.
0 MED CIMENTO DO POYO'.l
Adala-se lo maravilhosamente a constituicao
que pode ser ulilisado era quasi todas as enfer-
raidades.
ONDE E DEBIL1DADE,
fortalece;
ONDE E' CURRUPCO,
purifica;
ONDE E' PODR1DO,
ALIMPA.
Este medicamento celebrado que lo grandes
servicos prea a humanidede, prepara-se agora
na nova fabrica, na esquina das ras Front e
Washington), Brooklym, sob a inspeegao directa
do rauilo conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da eidadejle New-York, cuja cer-
lido e assignalura se acha na capa exterior de
cada garrafa de
ORIGNALE GENUINO
extracto composto de salsa parrilha
DO DR. TOWNSEND.
O grande purieador do sangue
CURANDO
AHtdropesia.
AImpinge
BE IMHS-Mante-
O grande raanancial de doenea entao como RST & HOUGHTON, 83 John Street.
d'aqui consta no fluido circulante, e ne-
nhura medicamento que nao obra directamente
sobre elle para purificar e renova-lo, possue al-
gsm direito ao cuidado do publico.
O sangue O sangue 1 o ponto no qual
se ha raysler fxar a atlenco.
O ORIGINAL E O GINUINO
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguista na cidadede
I.MINOR& Co, 214 Futon Slreet.
INGERSOLL &BROTHER, 230 PearlStreet.
JOSEPH E TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortland
Street.
HAYDOCK, CORLIES&CLAY, 2l8Pear
Slreet.
CUMIMG & VANDUSER, 178 Greenwch
Street.
O Herpes
AHertsipela,
A Adstriccaodo ven-
tee,
As Alporcas
OsEffeitos do azo-
GUE,
Dispepsia,
As Doencas.defiga-
do,
As Ulceras,
O Rheumatismo,
As Chacas
A Debilidade geral
AS DOESfASDEPELLB
AS BORBULHASNA CA-
MA,
As TOSSES,
Acham-se venda na livraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, as bem conhecidas folhinhas impressas nesta
typographia
Folhinha de porta ou KALENDARIO eclesistico e civil para o
bispado Je Pernambuco....... .'.'. 160 rs.
Ditd de dlgibeira contendo alm do kalendario ecclesiastico e civil,
explicado das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares e nasciment e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos impostos geraes, provinciaes e municipaes, ao
que se juntou urna collecgo de bellos e divertidos
jogos de prendas, para ntrele ni ment da mocidade. 320 rs.
Dita dita coatendo alm do kalendario ecclesiastico civil, expli-
cado das festas muJaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commeitio ; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni o
modo deconfessar-se, e corxungar, e os oficios que a
igreja eostuma celebrar desde domingos de Ramos, at
sexia-feira da Paixo, (era porluguez). prego..... 320 rs.
Dita do altnaak civil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pemambuco, ao pre^o de: ....... 19000
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e fizeram-se umitas alteracoes, sendo a corree-
cao a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias soffre mudanzas) acrescentando-se a nu-
merado dos estabelecimentos com merciaes e industriaes;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pela oceupaco do individuo de quem se quer
saber a residencia.
Ietesai0#e a 12$ no ar-
mazem de Bastos & Reg,
na ra Nova junto a Con-
ceicodos Militares,
Parece ocitoI venderse ricos manteletes de
grosdeoaple preto de apurado goalo pelo dimi-
nuto proco de 10 e a 12. porem se vendem por
este diminuto prego por ler grande quantidade e
f cora o Om de apurar dioheiro, assim como cor-
tes de colinos de rasemira prela pelo diminuto
prego de {$500 ao corte, vestimentas para me-
ninos de 5 a 8 anuos por 3p500 cada urna e outras
omitas fazeodas e roupas (citas.
Manguitos egolla.
Vendem-se guarnieres de cambraia muito una
e muito bem bordadas, pelo baralissimn prego de
urna: Da ra do Queimado o. 22, loja
5c cada
da boa f.
|peasee mm&sm mmmu
Cada garrafa do original e genuino extracto do Dr.
exterior de papel verde.
No escriptorio do propietario, 212 Broadway,
bem na botica da ra Direita n. 88 do Sr. Paranhos.
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
O Extrato acha-se comido era garrafas qua-
dradas e garanle-se ser mais forte e melhor em
todo o respeilo a algura outro purificador do
sangue, conserva-se era lodos os climas por cer-
to espado de lempo.
e a certidao do Dr. J. R. Ghlilton, na capa
Townsend tem assignalura
New York, e em Pernambuco na ra da Crut n. 21, escriptorio, 1. andar, lam-
i
CONSULTORIO
DO
Nova carlilha.
MEDICO PARTEIROE OPERADOR.
3 RA.DAGLOA1 A.CAS VllO 1 l\IK\03
Clnica po* ambos os sy alemas.
O Dr. Lobo Hoscoso d consultas todos os dias pela manhaa, e de tardedepois de 4
Acaba de sabir dos prelos desta typographia
urna nova edigio da carlilha ou compendio de
doutrina chrisla, a mais completa dequantas se
tem impresso, por quanto abrange ludo quanto
continlia a aniiga caitilha do sbbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrescentando-so muilas
oragoes que aquellas nao linham ; modo de a-
companhar um moribundo nos ltimos memen-
tos da vida, com a tabella das (estas mudaveis,
e eclypses desde o correte anuo al o de 1903,
: seguida da folhinha ou kalendario para os mes-
' mos annos. A boodade do papel e excellencia da
horas. Contrata partidos para curar anualmente, nao s para acidade, como para o engenho* Seria "s" mU^L: Eh"Dfc.-
u outras propriedades ruraes. mente na livraria ns. I e 8 da praga da Indepen-
Os chamadosJevem ser dirigidos sua casa at s 10 horas da manha e em caso deucia.
de urgencia outra qualquer horado dia ou da noile, sendo por escriptoem que se declare!
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro doRecifepo- Joaquna Monteiro de Oliveira Cuimaraes com
dero remetler seus bilhetes a botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, u i loja de|*0J deowives na ruado Cabug n. 1 A, partici-
JOIAS.
jivros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte verba.
Nessa loja e na casada annuncianteachar-se-ha constantemente os memores medica-
mentos horaeopathicos j bom conbcidos e pelos pr-egos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes.....,.....1 O000
Dita de 24 ditos.................158000
Dita de 36 ditas.................209000
Dita de 48 ditos................. 25000
Dita de 60 ditos................ 309000
Tubos avulsoscada uro.........: 19000
Frascos de tinturas. : :............2*000
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
ducido am porluguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirorgia etc.. etc........209000
Medicina domesticado Dr. Bering, com diccionario. 109000
Repertorio do Dr. Mello Moraes........ 6ft00t
Precisa-se alugar urna escrava
para casa de familia : na ra da Cadeia
Oflicioa de marmore.
Caes do Ramos n. 30.
Pela escuna sarda Aonessione recentemente
chegada a este porto, receberam-se pedras de
marmore de Genova, proprias para aparadores,
banheiros, mesas, consolos, etc. Hecebem-se
encommendas de tmulos, urnas, e todos os mais
objectos proprios para o ornamento dos monu-
mentos funerarios. Gravam-se epitaphios e toda
a sorte de inscripcoes pira os mesmos monu-
mentos. Presos mdicos.
- Na Iravessa da ra
das Cnues n. 2, primeiro andar, continua-se a
tingir com toda a perfeigo para qualquer cor, e
o mais baraio possirel.
Direito romano.
Havendo a coogrega;o da Faculdade de Dire-
to desta cldade adoptado para texto das prelec-
Qeade direito romano no correle anne as ins-
tituicu de Warokceoig em aubUlui(o aoa ele-
mentos de Waldeck, o* senhores estudantes do
primeiro anno que quizerem ler aquella obra em
porluguez, podem deixar seus nomea e o impor-
te da assigostura (tOfOOO), na loja de livros do
Sr. Automo Domingues, na ra do Collegio n. 67,
onde recebero as 64 pagina* que j se acham
impressas.
1. A. Wamkcenig.
Em liiiro, na loja de livros da ra do Collegio
numero 67.
Aluga-se, exclusive a loja, o sobrado n. 31
sito na ra ou pateo do Livramento, tem dona
andares com excellentea accommodajoes, e que
se acham em bom estado de aceio, pnocipalmen-
te o primeiro, qu tem um lamoso terraco com
coberta, tem cacimba e pequeo quintal, e tam-
bera solio com cozioha espacoia e 2 quartos :
trata -se do aluf uel, na roa Direita, padaria nu-
mero 84.
Precisa-se da urna ama de leile sem filho*:
na ra de Hortas n. 22, segundo andar.
Manoet Ignacio de Oliveira & Filho saccam
sobre Lisboa e Porto ; no largo do Corpo Santo,
escriptorio
pa aos seus amigos reguezes e ao publico em
geral, que ee acha sorlida das mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e prata, e querendo acabar
com o negocio, est reselvido a vender mais ba-
rato do que em outra parte, garantindo as ditas
obras, paseando coala com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca obras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em outra parte.)
COiSSlILTORIO ESPECIAL HOSEOPATIUCO
DO D0UT0R
SABINO O.L. PINHO. ,
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas lodos os dias uleis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguiutes molestias :
1. molestias das mulheres, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias stphiliticas, todas as especies de febres,
febres intermitientes esuas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopalhicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
lalliveis em seos efleitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos preQos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem fta della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, leudo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nao levaren) esse impresso
assim marcado, embora tenham na lampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
COMPJlNHIA
ALUANCE,
estabeecida em Londres
*ms> b i mi.
CAPITAL
Cinco miliioes de lVbi-as
sifcTiinas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de in-
formar aos senhores negociantes, proprietarios
da casas, e a quem mais convier, que estao ple-
namente autorisados pela dita companbia para
eflectuar seguros sobre edificios de lijlo epedra,
cobertos de telha, e igualmente sobre os objectos
que con ti veremos meamos edificios, quer consis-
ta era mobilia ouem fazeodas de qualquer qua-
lidade.
Para urna casa
franceza.
Precisa-se de urna escrava que saiba engom-
mar, coser, e fazer todo o servido de urna casa II
de pouca familia, e que seja Gel e diligente. Na |;
mesma caja precisa-se de um escravo para o ser- i.
vico de cozinhj : quem tiver pode dirigir-se
ra do Imperador n. 27 confrootc a ordem ler-
ceira de S. Francisco, que achara com quem tra-
lar, das 9 horas da manhaa s 4 da tarde.
Aviso
deS.
Costuraras.
Precisa-se de 6 senhoras de boa con-
ducta que s fa i a te para cozerem por dia em casa de
familia, paga-se bem : na ra Nova n.
47, junto a Gonceicao dos Militares.
Pianr .
Mudanca de domicilio.
Joao Laumonnier transferio seu estabeleci-
meoto da ra da Cdeia do Recite para a da Im-
peratriz n. 23, aonde abri um vasto deposito de
pianos dos melhores autores da Europa. Encar-
rega-se de afinar e concertar os mesmos instru-
mentos.
J3ESaS?^5*w aiMS SftSSS5*35*35*6E
M. J. Leite, roga a seus deve- fi
g dores que se dignem mandar pa-
* gar seus dbitos na sua loja da 1
8 ra do Queimado n. 10, enten-
tendo-se paia esse fim com o seu
procurador o Sr. Manoel Gomes
Leal.
^5*SSi37ifiS*3*iifi-5*S-5*2aifiQiA*3^
i** ujiw jja* uvwm *** nvMMnriiwSMM
O bacharel A. R. de Torres Ban-
deira mudou sua residencia da ra da
larga do Rosario n. 28, para a do Im-
perador n. 37, segundo andar, onde
continua no exercicio de sua profissao
deadvogado.
Mudanca de esta-
belecimento.
Jos Moreira Lopes avisa aos seus amigse
freguezes desta e de outras provincias, que mu-
dou o seu ealabelecimento de fazeodas que linha
do sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim,
onde tem o mais completo e variado sortimento
de fazeodas de todas as qualidadea para vender
em grosso e a retalho por presos muito baratoa:
ra do Crespo, sobrado de 4 andares n. 13, e ra
do Imperador, offlr'ora rurdo Collegio, sobrado
de um andar n. 86.
Lu vas de pellica.
Na loja da agoia de ouro, ra do Cabug u. 1
B, receberam de sua propria encommenda pelo
ultimo vapor, as verdadeiras lavas de pellica de
Joovin, assim como espelhos redondos de escol-
ente vidro de bom tamanho, que se vende pe-
lo barauasino praco de 5.
CASA
de commissodeescravos, pa-
teo do Paraizo n. 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo
Para a dita casa foi transferido o antigo escrip-
torio de commisso de escravos, que se achava
estaGeiecido na ra larga do Rosario ti. 90 ; e
ahida meama maneira se contina a receber es-
cravos para serem vendidos por commisso, e
ior coala de seus senhores; nao se poupando es-
orcos para que oa meamos a+jam vendidos com
iromptido, afim de que aeus senhores nao aof-
ram empates com a venda delles. Neste mesmo
esta bel eci ment ha sempre para vender escravos
de ambos os sexos, bellos e mocos.
Convido os Srs. accionistas do
aos terceiros da ordem
Francisco.
Na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas, I
vende-se eslamenha para hbitos a 2$20G o co- ]
vado, ese apromptam os mesmos hbitos a voli-
tado dos irmos a 458 cada um, obra muito bem
feita.
SYNOPSE
DE
ELOQUMIA E POTICA NACIONAL
PELO ACADMICO
MANOEL DA COSTA HONORATO.
Sabio do prelo a indispensavel synopse para os
f xames de rhelhorica, a qual se torna recom-
mendavel aos estudantes nao somenle pela cla-
reza e conciso do phraseao, maa tambera por
urna taboa synlhelica qne tem junta, a qual, de-
pois de terse estudado o compendio, de impro-
viso Iraz memoria ludo quaulo ha deessencial.
A.' venda na typographia commercial, ra estreita
do Rosario n. 12, e na livraria classica, prac.a de
Pedro II n. 2, a 20 cada exemplar.
O Sr. Carlos Augusto da C. Ri-
beiro dirjase a' loja da ra do Crespo
n. 20, a concluir o negocio que nao
ignora.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederic Gautier, cirurgiao dentista, faz
todas as operaedes da sua arte e colloca
denles artificiaos, tudo com a superiori-
dade e perfeicao que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos den tif r icios etc.
VSfW Wm^sytD^ tSTom WOWsftJ* ikTBv CTB^ tu VBvpSrTIn
Aos consumidores de gaz.
A empreza da illuminaco
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregaremaos seus machinis-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigido. Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
novo banco de Pernambuco a constitu- I torio dOS gerentes,
rem-se em assembla geral no da 19 do
cor ron te, ao meio dia, as casas do bn
co para dar-se cumprimento ao art. 23
dos estatutos, combinado com a le n,
1083 de 22 de agosto do anno prximo
findo. Recife 12 de marco de 1861.
Visconde de Camaragibe, presidente.
Jos Dias, subdito porluguez, vai a Europa.
ASSOCIACAO POPULAR
Soccorros Mutuos.
Domingo 17 haver seiso extraordinaria da
assembla geral ; os senhores socios dignem-se
de compareced as 10 horas da manhaa na sala
da mesma, afim de scienlificarem-se do resulta-
do dos trabalhoa principiados as anteriores ses-
ses. Outro sim declaro aos senhores socios que
o novo tbesoureiro j esta habilitado a recebar
as mensalidades daquelles que nio quizerem
continuar com o debi das mesmas.
Secretaria da Associac.ao Popular de Soccorros
Mutuos 19 de marco de 1861.
Joo Francisco Marques.
1.* secretario.
Deseja-se fallar o Sr. Canillo da Cunha
Figueiredo, na ra do Cabug, loja n. 11.'
Y. W. BermmghasD rera-se para os Esta-
dos-Unidos.
Camargo (G Silva.
compradores da loja dos Srs. Campos & Lima,
sita na ra do Crespo n. 1, rogam aoa devedorea
desta firma, que ae dignem vir pagar suas contaa,
ou eotenderem-se a respeilo com os referidos
compradores; cerlos de que serao chamados a
juizo os que assim nio fizerem.
0 bacharel WITRV10 pode ser
procurado Da na Nova n. 23, primeiro
andar, do sobrado da esquina qne volla
para a Camboa do Carmo.
OSr. Antonio Jos Mala Jnior deixou de
ser mee caiseiro. Recife 13 de maio de 1861.
Antonio da Silva Ramos.
Os Srs. Jos Ramos Ferreira, Jos Francis-
co de Souza Pereira, Sebaalio Antonio da Costa
Macial e Justino Gomes da Silva Reg queiram
annunciar suas moradas que se Ibes deseja fallar.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser: en easad e Samuel P.
Johston & C, rae da Senulls Nova n. 52.
Aluga-se o segundo andar do sbralo sito
narua Imperial junto a fabrica do sabio n. 11!,
com bastantes commodos para familia grande: a
tratar no mesmo sobrado, ou os ra Direita nu-
mero *.
Attenco.
Na ra da Cadeia do Recife n. 54 de.ceja-se
fallar com os Srs. Joao Paula Ferreira c Manoel
Rodrigues das Neves a negocio.
Precisa-se alugar urna casa terrea em qual-
quer ra dosbairros de S. Jos e Santo Antonio,
paga-se bem : quem liver annuncie.
Os lindos cintos para se-
nhora ou meninas
S se vendem na loja da aguia de ouro, ra do
Cabug n. 1 B, os verdadeiros cintos dos mais
medernos que se estao usando na Europa, assim
como enfeites para cabera os mais ricos que se
pode encontrar, que vista do gosto nioguem
deizar de comprar.
^ NA LOJA
I Encyclopedica |
de r
Guimares & Villar.
[Ra do Crespo oumero 17.]
! Vende-se fazeodas de superiores qua- |
Hdades e gostos por precos hteriveis:
' Chapeos de seda para sehora brances e
J de cores a 15$.
; Ditos ditos de ditos de cores e brancos a
SUgOOO.
i Ditos de palha ricamente enfeitados a
| 2Se40.
: Riqusimos cortes de cambraia branca
, bordados a 35$.
= Ditos ditos a 20;.
i Las*de Garibatdi em cortes com 25 co
l vados a 109.
p Cassas a Garibaldi e outros delicados
l gostos a 700 rs.
| Cassas miudas superior fazenda de cores
S fixas a 260 rs. o covado.
I Lias de todas as qualidades a 35600 rs.
Manteletes, sabidas de baile riquissimas.
Chitas francezas de todas as qualidades.
Sedas de quadrinhos e gros de todas as
cores.
Cambraia branca da China com palmas de
9 varas cada peca a 6$50O.
Saias baldes de 30 reos a 59.
Chales de touquim brancos e outras qua-
lidades de chales finos.
Cambraia bordadas a mao a pec,a a 249.
Saias bordadas e de (uslao.
Sedas de cores e pelas de 2 saias borda-
das a velludo em carios ultima moda
de Taris.
Esparlilhos de molas.
Grande sortimento
I de roupas feitas. sobrecasacis, palelots,
colletes, caigas,camisas e seroulas, meios,
gravatas ele", etc.
Calcado Meli ultimamti '.e chegado de
Paris.
Nesto estabelecimetilo encontra-se
grande sortimento de fazendas de to-
das as qualidades proprias para senho-
ras, borneas e meninas e seus presos
sao admiraveis.
Ht vm% OUJI SN BSM Wl WBWWB'i BBJIBBSS Wffle#f,
Vendem-se pur prejo commodo urna por-
gao de loneis de varios lmannos, muito proprios
para depsitos de mel, ou para as de.stilaces
dos engenhos, assim como para depsitos do
agua em casas particulares : para ver e tratar,
na loja da ra do Queimado n. 41.
Vendem-se por prego commodo caixas com
vidros para vidraca c chumbo em barra : a tra-
tar na ra do Queimado n. 1,
Escmos pessas.
Vendem-se dous moleques, sendo um rliciil
de ferreiro, um escravo de 2i annos de idade e
de boa coodutta, 1 dito bom criado, 1 escrava
de 35 annos annos por 8009 r?., 1 dita de 25 an-
nos. excellente engommadeira e cozinheira : na
ra das Aguas-Verdes n. 16.
Compras.
Compram-se escravos.
Compram-ae, vendem-se, e trocam-se escravos
de ambos os sexos e de toda idade : na ra do
Imperador n. 79. primeiro andar .
Compra-se um pardo mogo, sadio e intelli-
gente, cuja idade nao exceda de 16 annoa a
tratar no Mondrgo, casa n. 103.
Compra-se um prelo mogo e robusto para
o servigo de campo : a tratar no Mondego, casa
numero 103.
- Compra-te um escravo meco de
bonita figura sendo oilicial de sapateiro
paga-se bem : na ra Direita n. 3, se
dir' quem o quer-
Compram-se escravos do sexo masculino de
12 a 20 annoa, cabras ou negros na ra da Impe-
ratriz n. 12 loja.
Compra-se urna prela moga e robusta, que
saiba cozinbar o diario de urna caaa, e que faga
as compras : a tratar no Mondego, casa n. 103.
Compram-ae notas de ig e 59 velhas, com
mdico descont : na praga da Independencia
numero 22.
- Compra-se um macaquinho ma-
relinbo ou mesmo de "outra qualquer*
cor, d'nns dos do Mar n bao e Para' a
fallar na loja n. 5 prximo ao arco de
Santo Antonio.
Compra-se urna escrava que seja boa cos-
tureira e engommadeira : na ra da Cadeia do
Recite n. 64.
Vendas.
DR tr
Chapeos na ra larga do
Rosario n. 32.
Finisaimos chapeos de castor brsnco a 12$.
Ditos de dito rapadoa a 129.
Ditos pretos com pello a 109.
Ditos ditos rapados a 99.
Ditos de massa fiaos a 79.
Ditos de dita a 69.
Ditos de feltro o mais fino nesle genero a 41.
Ditos de palhaaSSOO.
Vende-se na ra Direita n. 99, queijos dos
ltimos ebegados a 1|600 elfOOO, e outros mul-
los gneros por barato prego. .
Vende-se por prego commodo^ju aluga-se
um carro da alfandega : no pateo 00 Terco nu-
mero 17,
Queijo suisso
H-
vindo pelo vapoi rancez a 600 r.
bra : vende-st- na ra da Cruz n. 17.
Na cocheira do Sr. maior Quin-
teiro eslo para vender-se dous cabrio*
lets de i rodas, muito maneiros e em
bom estado.
Altencao aencao atlenfo
Lou^a louca louca
Ra ra ra
Das Cruzes Cruzes
N. 41 41
vidros e porcelanas finas udo
pelo menes prego.
Cinto com fivela,
Na ra do Crespo, loja de miudezas n. 7, ven-
de-se cinto para senhora com fivela de ago, ul-
tima moda.
rgano" js a 280 rs. o co-
vado.
Na ra do Queimado n. 18 A, esquina da ra
estreita do Riaario, ba para vender o mais rico
organdys de liodissimos padrees, pelo baratissi-
mo prego de 280 rs. o covado, luvae de seda pre-
tas enfeitadas superiores, corles de chila france-
za com 11 covados pelo baratissimo prego de
29400 cada um, enfeites de vidrilhos pretos mui-
to finos a 2$ cada um, e outras muilas fazendas
pretas de seda para a quaresua.
Vendem-se,
Diversas casas terreas as freguezias
de Santo Antonio, S Jos e Boa-Vista,
assim como um sobrado de tres andares
em urna das principaes ras da fregue-
zia de Santo Antonio: na praca da In-
dependencia loja n. 22, se dir' com
quem se deve tratar.
As verdadeiras lu-
yas de Jouvin.
A loja d'aguia branca receben pelo vapor fran-
cez urna nova remesa* das verdadeiras luvas de
Jouvio, coja superioridade ji besa conhecida
por quanlos as tem comprado, e ser mais por
aquellos que se dirigirem i ra do Queimado,
loja d'aguia branea o. 16, aaseveraado que sao as
melhores e mais novas so mercado. Tem sorti-
mento de todas as cores Unto para homem como
para senhora.
Vacde-ee a laaerna em Otind* no Varadou-
ro n. 17, multo afreguezada e cosa poneos fun-
de*, propria pera principiante : quem a preten-
der, dirija-se a ra das Cruzes n. 4t.
MUTILADO I


<)
diawo-db mmtmtto ~ s*tetxx> n-stc***tifti:
Fazendas baratas
Na ra do Queimalo n. 19
.Cambraias finas Balizada pelo baralissimo
preco de 140 rs. o covado, ditas escuras a 18C rs.
o corado.
Chitas francezas tanto escuras como claras a
220 o covado.
Toalhas de fusto a 600 rs. cada urna.
Cambraietas finas para vestido a t$800, 3$ e
3500 a ateca.
Esleir da ludia para cama e forro de sala,
sendo de 4, 5 e 6 palmos de largo
Lencos braucoa para algibeira pelo barato pre-
;o de 1600 a duzia.
Grandes colchas do fusto tarradas a 5J5O0.
As melhores machiuas de co-
zer dos mais afamados au-
tores de New-York, Singer
AC, Whecler & Wilsoo e
Geo B. Sloat A C.
Estaa ma-
chio as q u e
sao as melho-
res e mais
durad ouras
mostram-se a
qualquer hora
e ensina-se a
trabalhar as
casas dos com-
pradores ga-
rantindo-se a
sua boa quali-
dfte e dura-
co: no depo-
sito de ma-
chi n as de
f ivruundo Carlos Leile & Iraiao, rus da Impe-
ratriz n. 12, adUgaraesti aterro da Boa-Vista
Para a quaresma.
Ricos corles do vestidos de grosdenaple preto
bordados a velludo com algumas pintas de mofo,
qun mal se conhece, os quacs se tem vendido por
160J, eque se vcndem por 80#.
Ditos ditos sem ser bordados a velludo, fazen-
da muilo boa e encorpada por 55$ e 60JV
Mantas pretas de linho bordadas a 8$.
Visitas pretas rauito bem enfeitadas a 12g.
Ditas de seda de cores muito lindas a 20$.
Grosdenaple preto superior de 2$200 e 2S, e
muito largo a 2800.
Sarja preta hespanhola boa a 2jJ.
Velludo preto liso muito bom a 4$, 5 e 6?.
Cortes de casemira preta borlada para collete
a 5J090.
Ditos de velludo preto bordado para collete
a 109000.
Calcas de casemira preta fina a 10 el2#.
Casacas e sobrecasacas pretas bem feitas a 30#.
Gorgurao preto e bordado de cor delicada, o
covado 4#.
Colletes de casemira pretos bordados a 85.
Paletots de panno preto a 12* e 18.
Ditos de alpaca preta a 3#, 4, 5 e 6g, e muito
fino a 8000.
Saias balo a 4$.
Chales de merino bordados, grandes a 5$. 6
e 73O00.
Ditos de soda pretos grandes a 14$.
Vestidos de seda de cor bordados de duas saias,
fazenda muito boa com algum mofo a 40 e 60J.
Ditos oe phantasia em cartao a 15{>.
Calcas de casemira de cor a 65, 8, 9 e 10JS.
Siccos de tapete de dirersos tamanhos para
Tagem a 5j.
Malas desoa par3 viagem de 125 a 18J.
Chapeos pretos francezes finos a 8$
Ditos de castor branco sem pello muilo bonsa
liicOOO. F. outras muilas fazendas, que para li-
quidar, vandero-se barato : na loja de fazendas
da ra da Cadeia do Recite n. 50, do Cunha e
Silva.
Calcas de casemira.
Vendem-se calcas de casemira preta aouito bem
M i&fc 5ft *di,a de C9P?J?Prior.
a, e.tao-e acatando : na ra do Queim.do n.
, leja da boa f.
A 1000.

9
m
5 .DO DOCTOR
gRadway & C, de New-York
I Pilulas reguladoras.
Remedios americanos |
^^f.teSrieine2io?J8ao aquibem conhe- f
cidos pe asadmiraveis curas que tem ok-
tido em toda a sorte defebres. molestia*
chronicas molestia de senhoras, de pe-
te etc., etc., conforme se v as instruc-
coes que se acham traduzidas em
tuguez.
por-
9
gjSalsa parrilha legitima e
I original do antigo
0111. JACOB TOUHSEHD
I 0 melhor panficador do sangue 9
cara padcalmente
Erisipela. Phtisicas. m
Rheumatismo. Catarrho.
Chagas. Doencas de figado.
Alporcas. Effeitosdoazougue. 2
Impingeos. Molestias de pelle.
W vende-se no rmazem de fazendas de &
3 Raymundo Carlos Leile &Irmo, ra do 2
^ lmperatnzn 12.
Aencjao.
IV. 40-Rua do Amorim-N. 40.
Vendem-se sarcos grandes com tres quartas de
fannha de mandioca a 2*500.
Grande
RUANOVA-25
_______ deposito de pianos fortes
0OS
MUS AFAMADOS FABRICANTES DA EUROPA
D
L h WD6EILII?.
ca de UsuutL to^S^llT^ '? recf"d.EurP Pnos d. celebre (abri-
os profesores? d.Iecta e" amS! h''", de,.le eta,be>ecimento toma a libordade de convidar
lentes qualid.des deVt^ pera o? e di* vir apreciar as excel-
ewiwr.dogoetodMie.tt tr.b.lho unido 4 elegancia
TABAC CAPORAL
Deposito das manufacturas imperiaes eranca.
CAMBteDorRtoii.m; Mh?*,e deP^lud0- rotameato na ra Nova n. 23, ESQfflA DA
10 n!,. dt' qUal VHe *T '*"** de 2 '"W"* 000 e era porcao de
oveSo^^^ ach.^tambem
elogios
Suissos.
i'
se
Na ra das Cruzes n. 38,
segundo andar,
pot raiii barato preco os meveis leguin*
tes : um.i cam.t de casal, embutida ;
um porta-servi !or ; um colxao de mo-
las ; urna commoda : um espelho gran-
de ; um armario com outro espelho ;
umapparador; urna mesa para doze
pessoas; um porta-licores ; servico de
porcelana para jantar ; um relogio de
narmore negro, representando Miguel
Angelo ; duas bellas gravuras (Apollo e
as musas, Moliere em casa de Ninon de
l'tinelos), en duas ricas molduras. Ten-
do S3U dono d retirar se para o campo,
por isso destaz-se destes objectos, man-
dados vil expressamente de Paris, aon-
de foram confeccionados com perfeicao
e apurado gosto.
Baratissimos palileiros da
* oToelaua dourad.
A loja da agnia branca est vendendo palttei-
tos de porcelana duurada de muito bonitas fi ras e moldes pelos baratissimos precos de lj>,
19-200 e lg500 cada um, por to diminuUs quan-
tias ninguem deixar de comprar urna obra de
que precisa lodosos dias e se pela barateza al-
fucni duviar da bondade e perfeigo delles
dirigir-se ruado Queimado n. 16 loja d'aguia
brancj, que so convencer da verd3de e infalli-
velmente comprar.
EmcasadeScbafleitlfn& C,ra da Cruz n.
d, vende-se um grande e variado sortmento
derelogios de algibeira horisontaes, patenles,
cnronometros.meioschronometrosde^urolpra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
giosdos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vanderao oor precos razoaveis
|m casa de Mills Latham & C. na ra -
W da Cadeia do Itecife o.52, vende-se
^ Vinho do Porto.
@ Dilo Xerez engarrafado da muito supe-
^ or qualidade.
@ Oleo de liuhaga.
@ Alvaiade.
Secante.
Azarcao.
< Encarnado veneriano em p.
S@SS @@@ 9999&999 _
Vende-se o sobrado do dous andares e so-
tao na camboa do Carino n. 8 : a tratar na ser-
rara de Jos Ignacio A villa, na ra Novs de San-
la Hila n. 43.
CENTRO COMMERCIAL
15 BuadaCadeiadoRecife 1S
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E CIGARROS
DE
A 1,800 a coberta.
Ra do Queimado 19,
armazem de fazendas, veade-ae a. lindas cober-
" dechita desenho cblnez e peto barato preco
e 1,800 rs.
Grosdcnaples barats-
simos
ao Preco deljgOO e 2 0 covado: a. ru. do
Queim.do n. &, loja d. boa f.
Rula do Crespo n. 8, loja
de 4 portas.
Pechincha que admira.
Chitas francezas cores flxas e lindos desenos
a X40 rs. o cov.do dao-se amostra, com peohor.
Fazendas proprias para a
quaresrna, no novo es-
tabelecimento de /os
Moreira Lopes, ra do
Crespn. 18.
Mantelete., vestidos de grosdenaple com bar-
ras de velludo, ditos bordado., veos pretos de
fil bordados, sarja preta, grosdenaples, casemi-
ras, pannos finos, e outras muilas fazendas, ludo
por precos muito commodos.
Terrenos na ra do Brum
2-fuDd. lud ^m aterrado e proprio
paraseedlflcarem eslabelecimentos de padaria,
reQnacoes, ou outro. qu.esquer por ter eicellente
porto para embarque e desembarque de gneros
.tratar na ra da Madre de Dos n. 6. eros'
gasas wzmwz mi mmmwa
i Potassa.
Luyas de torgal para se-*
nhora e meninas
Vendem-se luvas de torcal com vidrtiho oara
eenhon a IfKO, dita, sem ter vidrilhoS p".
meninas f 0 parjlli de seda preta entena-
da, a 2, e hgn I50TO : na ra do Qaeim.oT
oja de miodezas o. 33 da boa fama. '
Fil preto.
Veode-M fil de linho preto liso pelo baratis-
simo preco de 8W rt. ,r. : na ru do-QoeT
mado d. 22, loja da boa f. /
Fareo.
Ra da Imperatriz. outr'ora aterre da Boa-VU-
la.na loja de fazendas de 4 porta. .5, vendem-
se saceos de f.relo barato pan acabar, ..ecos
IVaruado iiragao n. !5,
vendem-se continuamente os melhores e mais
bem sortidos bico. e rendas, renda, e bicos da
trra, que vista do preco e qualidade ningoem <
aeuar de comprar: na ra do Aragao n. 15.
Noras cartas de
ABC.
Myf.Dnen?.Se. ""f J,ABC. .oBnenUdas por
!f 5 rl0l!tda ConceW*o. ooTTlen*. 5ei"
triplo dos dephthongos que contera as adujes em
uso ; os meninos com multa facilidade a com-
prehendem e Ihes facilita lelfora. Alera do
augmento indicado, contm muilos oomes de ob-
lecios de que os meamos eslo ao par, e tambera
segante P q 6 concebida di ""eir
K"~de oma yllaba ou ba etc.
.~"duas sy"abas e nomes ele.
es syllabas e nomes etc.
4. quatro syllabas ou Polissy
Jos leoRoldo Boiirgard
Charutos

lt0S SU1SSOS a sos o milheiro, fazenda soperior e que se vendia a 45.
ocaes para charutos ram ^ _.., ....
a, arroz, pardo e
a 320 rs.
Papel para
com agarras de metal a lf cada um, ditos para cigarros
4 dinheiro.
iFazenda boas e baratas.;
S fil'RGEL 4 PEBMG.U.
5S \inda vendera grosdenaples preto mui- ,
M lo largo e encorpado a 2>, to bar
que todos que tem visio nao deiiarim S
comprar 1
Vestidos bordados a velludo barra
squille, dllosde seda de duas sias.
, Maulas pretas mo Joruas com 4 palmus
de largura por 8 val 14g.
Manoletes, lalmasTiisTs de fi'rTdT'
gorgurao liso e bordados o mais modernos.
Chales de cachemira pona redonda
bolota, dilos de touquim braaco3
riores.
e
supe-
Sedas de quadrinhos, grosdenaples de
todas as cures e morean tique.
Penlesde tartaruga
modernos e dos
mais acreditados fabricantes de 10 a 30.
Saias balao lisa e com babados
arcospara senhora e meninas.
e de
3 Vestidos de cambraia brancos borda-
y dos- Q barege e gaze de sedas.
Vestaos ue seda de cores, ditos de
blondo com manta, capeila etc.
Camisas de iiuho para senhora, diiaa
para meninos de todas as idades.
cam os cigarroTdf^Ue ffiK" S fUnMnlB8 de Cgarr08 ** -
a n^eCap0ralfranCM'Terdadeiroemffla^dfedi^rsofft.m a qua-
abaco rr^tarlebeTe ""'" ^T dm e cacbimbos'
Tab chimbos, fazendo-se Mm^T^ SrcST *'''. P cigarro, e ca-
K!f A6 m8nillha de P3PeI b e ^ a m o Milheiro.
Ra T ^ paraciarrosdemanil1--
VaLc1]?^0 fraDCeZ 6m maSS de Uma lbfa 6 dU08de meia ,ib" (alenda aP"or.
vasos de louca ebarr0 para ubaco e rsp
CachiPmboS G SCaS de diversu quaUdades p"a charulos-
deir- h,pstacasa^msomPresortimcnlo espantoso de cachimbos de eesso louca
T bKo^' n ?' v'rdadeir0S e sempre aP^caveis cachimbos de espin..8 C '
laDacodo Rio de Jaoeiro -^ l* .
Vendem-P Inr1c UCUU *lCi0 Pa cachimbos e cigarros a800 rs. a libra.
Garanta f"endas maisb"tt0 do que em oulra """" "ar,e-
do naoTgrsd^^00JperCiaaorV.endd09 t0rnaQd a r"ber (ncluindo os charutos) quao-
1 Pr S. ,U"Se encon,n,endas. eocaixotam-se e remeilem-se aos seos destinos cora bre-
1 diue fica esPsl tcm un> Tiado sorlimant de objectos propries
Vende-se a 2*0 rs. a libra, _
superior e alva potassa do acredi--
tado fabricante Joao Casa-nova ,
cuja qaalidade e reconhecido ef-
feito igual ou superior a de
Hamburgo, feralmente conheci-
da como da Russia : no deposito,
ruada Cadeia n. 47, esenptorio
de Le&l Res.
...ssyllabos etc. Esta
lnJl?Upa 80,.PM" de familia 8rand Pt do
importe que gislavam, porque Ss raeoioos nao
aprend.am lodosos dephthongos, por isso se ern-
baracavam com qualquer leitura por mais fcil
que fosse.^Omelhoramemo para a leitura que
esia carta ha de produz.r infalivel, segundo a
experiencia. Asim que elles a compreheode-
rem, cora muita feliclade comprehendero qual-
quer leitura. Proco 320 cada uma. QoeraSi-
ouS2eJ29tar MU diintB oulra. malorea, e as ver, com tilo pouco ana-
ment? Defronte da matriz da Boa Vista n.84.
Farelo e milfao
Saceos muilo grandes e de muiio boa qualida-
-iatlo.W' 15' arm8Zem de
Rap.
Vendo-se rap de Lisboa muilo fresco, garan-
le-se ao comprador *a boa misiMa.io -------
ma-
- -^- WU.J.IBUUI a uoa qualidade : na praca
da Independencia n. 5, loja de violas.
Baratissimos jarros de
cellana.
Vende-se mui bonitos jarro de porcellana dou-
raaa, e de tamanhos nao pequeos, proprios pa-
ra enfeites de mesas, ornato de gabinete etc.
pelos baratissimos prego, de 30 e 4000 o' par :
na ra do Queimado loja d'Aguia Branca o. 16.
Attenc.
Na ra do Trapiche n 46, em casa de Roslron
Kooker & c exisle um bom sortimento de II-
nhas de cores e brancas em carreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendein poi
precos mu razoaveis.
Chega para todos.
por-
minles.
barato d^^%?&mimiUm*t*> *- ^ V* a P"e vender
para os senhores fu-
muito mais
Vender rauito para vea ier barato
Veoder barato para ven ier muito.
Cassis. orgnndys. diamantina, chita
clara o escuras, francezas e inglezas
Franjas prelas manguitos, gollas de
traspassa, flore solas. Olas par sinlo.
s
Manteiga iagleza
em barris de vinte e tanta,
de Tasso Irmaos.
libras: no armazem
L\citt\Aaao.
Filas largas de sarja. Olas de velludo eslreitas,
pretas e de cores, enliadores de linho e de seda
para vestidos, bicos de seda brauco e de linho
reodas, franjas pretas sem vidrilho, llancas d
seda cora vidrilho e sera vidrilho, luvas pretas da
te real com vidrilho, peales de tartaruga a impe-
ratriz, ditos de regajo para menina, meias de al-
godo para senhoras, enlejes de vilrilho etc
todos estes arligos vendem-se barato para aca-
bar-sa : na loja do vapor, na ra Nova n. 7.
Pemias de ferro.
A 500 rs. a groza : ?ende-se na loja
na ra Nova n. 7.
do
vapor
ROUPA FEITA.
Venle-se neste estabelecimento um -
($ completo sorlimenlo de fajeadas e roupa i|
i* fela por prero lio barato que parece ,
it incrivel : na ra da Cadeia luja n. 23
A cunfronie ao becco largo de Gur % Perdigao. io-se amostras. *
Pechincha.
Relogios.
Venle-se em casa de Johnston Pater & Q
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento de
relog.os de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes da Liverpool;
uma variedade de bonitos traacelins
raesmos.
E' barato que admira!
Uma 6#000.
Mantas prelas de Al de seda. Monde
ille : na ra do Crespo.n. 8.
tambera
para os
Fariaha
a tres mil rs*. o saeco,
Loja das seis portas em
frente k Liframento.
Roupa feita paraacab*r,
Palelols de panno preto a 22JJ, fazenda fina,
calcas de casemira pretas o de dores, ditas d
br-.m e de ganga ditas de brim branco, paielots
ce bramante a 4&, ditos de fusilo de cores a 4a,
^ls de estamena a 4f, dilos de brim pardo a
J9. ailode alpaca pre'la saceos e .obrecasacos,
5222. &i8ed"' raral" < ""o s mais mo-
dernas a 200 rs. cada-uma, collarioho. de linho
da ulama moda, toda estas faiendas se vende
barato para acabar; a loja t aberta das abo-
ras da maifflaa at't 9 ^Mauteletes de gPosdeaapteS
1 e Ci e dn dentelle, pretos.
[^ 33i&s3i53i SIS 9M WB\_
Casacas, calcas, colletes
pretos muilo finas e baratas.
Sarja e setim inaoo preto
grosdenaple e oobreza lavradaf pretas
mais barato do que em outra qualquer
parte pm liquidar : na ra do Cre.po n.
h. loja do sucessor de Antonio Francisco
* trii'3.

Cera de ear-
naba.
No la^go dsAssemblia n. 15. aattaum d iW-
tunes G^unarajg 4 C, ha conauameal d.ste-
ienero paca vflWer.
Estampas fiaas e iuteres-
saates
A loja d'Aguia Praoca recebeu mui finas, e gran-
des eslampas, do fumo e coloridas, representan-
do urnas a morte do juslo rodeado de aojos, ele.
e outras a morle do peccador cercado de demo-
nios, etc. Sao na verdade ioteressantes essas
estampas para quem as sabe apreciar, pelo que1
se lornam dous quadros dignos de se possuir, e '
moSIlnnpe,a raridade delles aqui. Vendem-se
a ^000 cada estimpa, na ra do Queimado n.
16, lojs d'Aguia-Branca.
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Srs. Joo Soum & C nicos possuidores des-
te xarope j bem couhecido peles sen. bon. ef-
Teilos, continuam a vende-lo pelo preco de 13
cada vidro, fazem uma diffarenga no preco aos
collegas e a todas as pessoas que tomaron de 12
vidrosnara cima.
Rap priuceza gasse da Baha
Em casa de Lopes Irmoa. no caos da aJfander
f?a n. 7, acha-se estabelecido um doposito dessa
fabrica- onde se vende em porcoes ou a retalho.
fd999999 I
9 Machinas de vapor.
9 Rodas d'agua.
9 Moendasde canna.
$ Tanas.
9 Rodas dentadas.
# Broozese agnilhes.
9 Alambiques de ferro.
9 Crlvos, padres etc., etc:
9 Na fundicaode ferro de-D. W. Bowoiai
- ra do Brum passando
3
GIUME SORTIHEMO
DE
a feita
t
de Joa-
s Tava-
Vende-se um lerreno com 40 ou 50 pe-
mos de frente, conforme melhor convier ao com-
prador, lado aterrado, situado na ra do Brum
junto a tuudicao inglea, com mais de 300 pal-
mos de fundo, e promplo para ee edificaren) re-
finacoes, padarias, ou oulros quaesquer eatabeie-
cimenlos por ter excellenle pprto para embarque
e desembarque de gneros: na ra da Madre de
Dos, armazem n. 20.
Nalojaearmaze
quim Rodrigu
res de Mello.
Hua do Queimatdo n. S9
icu LoJa dPtro portas
. SotbMSB?;s de panno Bno obrfmnitdbemtBi-
@ *^ ta, d35a4acadauma. [ "cu"
JTaleols de panno fioo preto, de 25 a 30.
velludo preto trordi do. a 12a cada
1 i Va ca.
Bolsas de tapete para
viagens.
Veodem-.e mui bonitas bolsas de tapete pro-
prias para viagens, etc.. etc., peJoa haratissimo
preee. de 5,6*7J:bi toja da aguia branrt*.
ra do Queimado o. 1: b oranca^
Barato que admira.
Vend*-M no armawm de Moreira fi Ferreirk
Dee. n. 4: ^
tolletesde
um.
Ditos de gorgurao prelo a 7 ideln.
Uos de setim maco a 6S idem
Oite-d casemira preta a 5ide d.
Jj cas de casemira prela fina de 12 a 143.
Paletots de estameaha a 5.
Ditos de alpaca prete, saceos de 4 a 3*.
Ditos de dita sobrecasicos de 8a a 9.
Ditos de bamboliaa preta eup.rior tae.nda 12
Ditos de DMia aenira Mitos de casemisa muilo fina a 14J.
Din completo soTliraenlo de paletots de fusto e
Cassas francezas muito bonitas e decores fixa-
a doze vintensocovado, mais barato do qn
chita, approveitem em quanto nao se acabam
na ra do Queimado n. 22. na bem conhecida lo-
ja da Boa F.
A loja da ba-f
na ma Ao Queimado n. 2ii
eat muito ortida,
e vende muilo barato:
?*rS1braDC0 de poro ,inno 'ocado a 1S600 e
i itm rs" a Tara >1 Pardo muil superior a
152UUa vara; gangas francezas muito finas de
padrees escures a 500 rs. ; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado : cortes de caiga de meia casimira a 1S600:
ditos de brim de linho de cores a 2 rs.; breta-
nha de linho muito fina a 20, 22 e a 24 rs. a
peSa com 30 jardas; aloalhado d'algodao muito
superior a 1S400 rs. a vara ; bramante de linho
com 2 varas de largura a 2400 a vara ; lencos
de cambraia b -os para atgtbeira a 2S100 a
duzia; dilos es a 35; ditas de cambraia
dos muito finos .-i s. cada um'; ditos de cam-
IoLJmS?80' IV "m renda, bico e labyrin-
lo a 23000; e al' ..sto. outras muilas fazen-
aasque -se vendem rauito barato a dinheiro a
vista: na ra do Queimado.n.22, loja da Boa .
Boa do Crespo,
mn^"1""8"^"83' orB"dys uito finas,
modernas a 500 rs. o covado, ss.s abertas de
claS/0re8 ?40 rs- chila8 lar8" O e 240
^VmS*" de CorfceVf- .enlremeios borda-
do, a lDpO a peca, babados bordados a 320 a
vara, sedinhas de quadros finas a 800 rs raoa
?eques de cambraia e 116 a 5*. peleadores de
cambraia bordados a 5, goUinhas bordadas a
a'a BC?mp0Dl." 2*500' nwnguitos borda-
dos de cambraia e fil a 2, damasco de la com
9 palmos de largara a 1S600. bramante de linho
_. 5.Pa.IrDs de largura a 900 rs. a tara, luvas
Booitos cintos para senlio
ras e meninas.
Me loja da aguia branca vendem-se mui boni-
tas otas com rlvelas para ciatos de senhoras e
meninas.
mnitc novo a
ru. da Madre de
Fanoh. de mandioca de superior qualidade.}
Saccos-oe*. milfca- *e 21 ouias
Paralo, nece. grandes, a 4*500.
a SSoT* mi,U* B0'r* "* muko *MV*M9fr
Core de earaaubt, arrobe i9f<
coberto* e deseobertosr pequeas e gruta, de
ore p.tente inglez, para homom e senhora de
um dos melhojfes febrieantes deLivwipool, viiw
ta pelo ultimo paquete inglez : era usa
Labyrinthos.
Na naja Cdeift do RecUe n, 28,primejro tu--,
ar, Teadm-Ki lengo e Voalhas de Iaby7|joarj
e pelo barassimo preco.de 2g:e
a,< aa,,,ualnr*nCB' "u ao-eaeimaonu-
Chegaem ao barato
OPreguica est queimando, era sua loja na
ruado Queimado n. 2.
Pajas de bretanba de rolo com 10 *aras a
*8, casemira escura infestada propriapara cal-
S, collete e palitots a 960 rs. o covado. cam-
braia organdy de mui 10 bom gosto a 480, rs.
vara, dita fiza transparente muito fina a 3$,
*, 3, e6U a peca, dita tapada, com 10 varas
a 59.e 69 a pesa,chitas largas de modernos e
escolhidos padrees a 240, 2$Oe280 rs. o aova-
do, rkjmssimes chafes de sjarin estampado a
7f e 8#, ditos bArdados com duas palmas, fa-
zenda rauito delicada a 9 e.da um, ditos com
uma s palma, mnito finos a 8500, ditoslisos
eon>franjas de seda, a 59, lencos de cassas com
barra a 100, 120 e 160 cada um,meui maito
finas para senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidade a 3e 39500 a dazia, chitas fran-
cezas de ricodesenhos, para coberta a 280 rs.
i> covado, chiasescuras inglesas a 5#900 a
peta,. a 160 rs. o covado, brimliraneo de puro
hnho a 19, 19200 e 19600 *mi, dito preto
ul a 400-r.. eon|Io, arpcM Se d^fiVreX
edrw a MO r. o eovade, casemir.s pretas
fina*. 2*500, 9e 350fl voTado, eambnia
preta e de salpico, a 900 rs. a vra a oatras
muitaa fazeodas que se fui ptente ao eoMnea.
dor, de todas se dar anxsiris 50a penhot-
cambraia bordados a 2, sobrecasacas de panao
S onS8,6,258' pa,etols de Panno e casemira de
hrim h S* dUos ^ ,p,cs de 3500 8. Jilos de
Drim de cores e brancos de 3J500 a 5J, calcas de
ditos de brim de cores e brancos de 23 a 5 ca-
misas brancas e de cores para todos os precos
colletes de casemira de cores finos a 5 ; assim
como ouiras muilas fazendas nrmenos do seu
valor para fechar contas.
Cassas
padrees de organdys
A?4^rs*. C0Tauo: na bem conhecida loia da
ra do Queimado n. 46, de Goes & Bastos.
Enfeites de ccea
muito baratopara chegar
a lo dios
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n 1
vende-se enfeites pretos de vidrilho pelo baratis-
simo preco de 2. dilos de velludo de escama a
4, ditos de tranga a 3, assim como luvas pretas
de torcal com vidrho, ditas de seda prelas e de
cores, assim como pulseiras de conlinhas. ditas
de missanga de cores, e gollinhas muito lindas
de vidrilho : ludo se vende por baratlssimo pre-
co para acabar. F
Pechincha para a
quaresrna.
Manteletes de grosdenaple e da fil de aeda
8, 10J e 129 : na ra do Queimado n. 44.
Vendem-se noventa apolices da
companhia do Beberibe : na ra Nova
n. 14, primeiro andar.
Vende-se na cidade do Aracaly urna casa
terrea coa solio, bom quii,! e cacimba, na prin-
cipal ra de commercio, profria para quem qui-
zar ali esUbelecer-se. por Ier nao s commodos
precisos para residencia, como lambem loia arma-
reni, etc.: _a tratar na mesma cidade com s Srs
Gurgel Irmaos. que eslao aulorisados para esse
fin, ou nesta praga na ra do Catag, leja nvll
Superiores manteietes.
Vendem-se superiores msntelets pretos rica-
mente bordados, pelo baratiesimo pseca da 35
na ra do Queimado n. 23, loja da boa fe. ? '
Ruada SenzaIaNoYan.42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C
sellinse silhoes nglezes, candeeiros e easticaes
bronzeados, lonas nglezes, fio de tela, chicote
para carros, emoniaria.arreiespara carro da
um edous cvalos relegios de euro patento
inglez. ^
Caes do Ramos armazem
u 24.
Venem-te tacoas deaoiarelle, loure e pinho
por precos razoaveis. *
Loja das 0 portas
Em frente-do Lirrmente
Lavas de torcal a 800 is, par.
Chitas escuras francezas. tintas teruras a 220
rs, o covado, dilos estreiloscom moiro bon pan-
no a 160 ra. o covado, cassas de toree segure, a
2UO rs. o covado, pecas de bretaaha de rofo a 2f
brlmunho de quadrinhos 160 o covado. maa?-
tina encarnada fina a 330 o ovado, atoodo d
duas Urguras a 640a vara, lenco* de cwsa rto-
tados a 120 rs. cada um. seda preta de ramaaem
a 800 rs. o covado. fil de linho prelo eonM-
p^co a lf400a vara, luv.g lorgl muito ioaTa
Siha'T; 'T'8* ,btrla (,, 6 da
maohaa as 9 da noile.
Cabriolea
Vende-ae por muito barato preco a dnxo ou
vista ura ezceUente caWia^ WericeJ com
rodaa, em opuso estado : a tratar na raa tas
do Rosario n. W, loja de ourives? ^
Casa terrea.
k Vel!i!l8e nm* caa 'erra fc'* moderna.com
lVt?tt0S'KablDele.quinUl,c*cinba vcoainha tra,
em chaos pionrios, com 30 palmos TTfraaJe. i
um terreno junto a mesma com 30 palmos de
frente e 1*5 de funde : a tratar na rua^o|eT.
*
"* r-------7T
lMUTILADOl


DttlIO D PMRAMtCJOO. lu 6AMABO **Mf M4rt.p0 DI tWl.
(7
ARMAZEM
DE
ROUPA FSITA
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
140 RA DO QUEIN4D0 40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento hasempre um sortimento completo de roupa feita de todas as
qualidades, e tambem se manda executar por medida, vontade dos freguezes, para o
que tem um dos melhores professores.
Casacas de panno preto, 40$, 35$ e 30$000
Sobrecasaca de dito, 358 e 3UJ0O
Palitots de dito e de cores, 358, 308,
S5gOOO e 20*000
Dito de casimira de cores, 228000,
158, 128 e 98000
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo, 11$000
Ditos de merio-sitin pretes e de
cores, 9*000 8J>000
Ditos de alpaka de cores, 58 e 30500
Ditos de dita preta, 98, 79. 58 e 3&300
Ditos de brim de cores, 58, 48500,
4S00O e 38500
Ditos de bramante de linho branco,
6$000. 58C00 e 4$0O0
Ditos de merino de cordio preto,
158000 e 88000
Calsss de casimira preta e de cores,
128.108. 98 o 6J0O0
Ditas de princeza e merino de cor-
da o p retos, 58 e 48500
Ditas de brim braaco e de cores,
53000, 4ff5(X>* 2*500
Ditas de ganga de cores 3g000
Colletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 128, 9$ e 88000
DitM de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 69, 58600, 58 e 38500
Ditos de setim preto 58000
Ditos de seda e setim braoco, 68 e 58000
Ditos de gurguro de seda pretos e
de cores, 7J000, 68000 e 58000
Ditos de brim efusto branco.
38500 e 3000
Seroulas de brim de linho 2*200
Ditas de algodSo. 1 $600 e 1J280
Camisas de peito de fusto branco
e de cores. 28500 e 28300
Ditas de peito de linho 65 e 3*000
Ditas de madapolio branco e de
core?, 38, 2J500, 28 e 18800
Camisas de meias ljOOO
Chapeos pretos de massa, francezes,
formas da ultima moda 10g,8&500 e TjOOO
Ditos de feltro, 68. 5$, 48 e 2*000
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes, 148, 12g, 118 e 78000
Collarinhos de linho muilo fiaos,
nevos feitios, da ultima moda, 8800
Ditos de algodo 550O
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes, 1008. 908, 808 e w0;0C0
Ditos de prata galvaoisados, pa-
tente hosontaes, OJ 30*000
Obras de ouro, aderecos e meios
aderemos, pulseiras, rozetas e
anneis C
Toalhas de linho, duzia 128000 e 10*000 ?
EAU IfflNERALE
NATURALLEDE VICHY.
Deposito na botica franctza ra da Cruz n.22
ministro.
Vende-se algpdio onstro com daas larguras,
muito proprioyara toalhas lence. por dispon-
rlia e jaiquer coatura, pela baratissimo
praCode60flra.a vara ; na ra do Queimado n.
22, na leja da boa f.
GffiMClA
DA
0 B4ST0S
DE
Calcado barato na ra larga do Rosario n. 52.
O dono deste estabelecimento tendo em \ista acabar
com todo o.calcado at o fim de marco, expe ao publico pelo
prego aba*ixo:
Para homens, senhor as e meninos.
Forzeguins de bezerro de Meli a 105000
Ditos de Nantes sola patente 9*000
Ditos de dito sola Una 8SC00
Ditos dito de dito 7g000
Ditos francezes de lustre de 6*. 78 e 8*000
Ditos todos de duraque 68500
Ditos de conro de porco a SfiOOO
Sapatos de lustre a 3$ al 5*000
Ditos de bezerro a 3*500 at 5*000
Ditos de dito de 2 solas 4*000
Ditos de 1 sola cora sallo 3$000
Ditos de 1 sola sem salto__________2*000
Borzeguins de setim branco
Ditos de duraque dito
Ditos pretos
Ditos decores
Ditos de cores panno de duraque
Ditos dito de dito
Ditos de cores para menina
Ditos de dito todos de duraque
Ditos de dito dito
Sapatos de tranca para meninos de lfc a
Ditos de lustre para senhora
Ditos de tranca francezes para homem
6UO00
5*500
5*000
4:ooo
4*000
38000
35000
38000
2*500
1*200
1*280
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Calcado.
Confronte ao Rosario em Santo Antonio, ioja
que foi de confeitaria, vendem-se sapatos fran-
cezes com salto para senhora 9 20, ditas rasos a
18600. ditos de tranca a 18280, encontra-se tam-
bera bolinas com salto para menina de ns. 18 a
u i-us de mar''oquim e lustre sem salto de ns.
19 a25, sapaiinhos com clchele, de marroques
e lustre ni. 19 a 25, botinas para homem e se-
niora.
*."Z.f.nle"ie u eDKeDh(> Serrari* situado na
fregnezia do Cabo a tratar nesta praca com o
Dr. Augusto Frederico de Oliveira.
McIIIAb.
Botinas de Mellis de couro de lustre bezerro
cordavao e pellica, chegados pelo ultimo navio
francez Solferino, a ellas em quanto tem toda
numerado : na loja do vapor, na ra Nova nu-
mero 7.
. Vende-se nma racta de raca tourina or'
50$ U0A Jilu de Antonio Leal rifl Barros, aa raa
de Joao Feraandes Vielra junto ao Manguinho.
se
c
n %
(oes & Bastos.
UndoQiifiMiliiN. lli,
Tendo os annnncisnles conseguido elevar este
estabelecimento a um engrandecimento digno
desta grande cidade, apresentam coocurrencia
deste ulustrado publico, o mais moderno, varia-
do e esculbido sortimento de roupas diversas e
de fazendas escolhltlas para lodas as estages.
Sempre solcitos em bem servir aos seus nume-
rosos freguezes nao s em pregos como em bre-
ridade, acaba de augmentar opessotl de sua of-
na, sendo ella insigne mestre LAURIANO JOS" DE BARROS,
o qual cseos numerosostreguezes podem pro-
curar na loja n. 40 ou no primeiro AndaT do
mesmo estabelecimento, assim pois em poucos
das se aprompta qualquer eocommenda, quer
casaca, quer fardes dos Srs. offldaes de marinos
e exercito. Ootro stm recommendam aos Srs
paec de familia grande sortimento de roupa pa-
ra meninos de todas as dades.
-gj.s
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que outr'ora tinha loja na roa do Quei-
mado a. 46, que gyrava sob a firma de
Ges & Bastos participa aos seus nume-
rosos fregueses que dissotveu a soeiedade
que tinha com o mesmo Ges tendo aido
substituida por um seu mano do mesmo
noose, por isso ficou gyrando a mesma
firma de Ges & Bastos, assim comoapro-
veita a occasio para aonunciar abertura
do seu grande armazem na rus Nova jun-
io a Conceico doa Militares n. 47, qne
passa a gyrar sob a firma
DE
Bastos (k Reg
com um grande e numeroso sortimento de
ronuas (eitas e fazendas de aparado gos-
to, por pregos muito modificados como
de seu costnme, assim como sejam : ri-
cos sobrecasacos de superior panno fino
preto e de cor a 25$, 285 308, casacas
do mesmo pena a 30* e a 35*, paletots
sobrecasacados do mesmo panno a 188,
20* e a 22$, ditos saceos de panno prelo a
12*e a 14$, ditos de casemira de cor
muito fina modelo inglez a 9$, 108, 128
e 14, ditos de estamenha fazenda de
apurado gosto a 5* e 6J, ditos de alpaca
preta e de cor a 48. sebrecasacos de me-
rino de cordao a 88, ditos muito superior
a 128, ditos saceos a 58, ditos de esguiao
pardo fino a 48,4*500 e 5$, ditos de fos-
M tao de cor a 8, 3*500 e 4, ditos brsn-
? eos a 48509 e 5*560, ditos de brim pardo
fino sacco a 2g800, caigas de brim de cor
finas a 38. 3jj50,4*e 4$50O, ditas de di-
to branco finas a 5$ e 6*500, ditas de
prnceza proprias para luto a 4$, ditas de
merino de cordao preto fino a 58 e 68,
ditas de casemira de cor e preta a 88, 9
e 108, colletes de casemira de cor e pre-
ta a4$500e5*. ditos do seda branca par
casamento a 58, ditos de brim branco a
38 e 48. ditos de cor a 38,colletes de me-
rino para luto a 4$ e 48500, ricos rob-
chambres de chita para homem a 108,pa-
8- letols de panno fino para menino a 12$ e
14*.casacas do mesmo panno a 15$,calgas
de brim e de casemira para meninos, pa-
letots de alpaca ede brim para osmesmos,
sapatos de tranga para homem e senho-
ra a 1* e 1*500, ceroulas de bramante a
18* e 20* a duzia, camisas francezas fi-
nas de cor e brancas de novos modelos a
17$. 188, 208. 24$. 288 e 308 a duzia
ditas depeilosaelinhoa308a duzia, di-
tas para menino a 1J800 cada urna, ricas
grvalas brancas para casamento a 1|800
e28 cada urna, ricos uniformes de case-
mira de cor de muito aparado gosto tanto
no modello como na qualldade pelo di-
minuto prego de 35$, o s com avista se
pode reconhecer que barato, ricas capas
de casemira para senhora a 18# e 208,
e muitas outras fazendas de escllente
gosto que se deixam de mencionar que
por ser grande quantidade se torna en-
fadonho, assim como se recebe toda e
qualquer encommenda de roupas feitas
para o que ha um grande numero de fa- *
zendas escolladas e urna grande officina II
dealfaiateque pela suapromptidoeper- i>
feicao nada deixa a deseiar.
mmm-mm mmmmm^U
Cassas de cores.
Anda se vendem cassas de cores flxas, padres
muilo bonitos, pelo baratissimo prego de 240 rs
o covado, e mais barato que chita: na ra do
B0?3 D' "* bem conhecida loja da
E' baratissimo!
Ru do Crespo n. 8, loja de 4 portas.'
Cassas de cores fixas miudinhas a 240 rs. o co-
vado. cambraia, organdys lindos desenhos a 400 '
rs o covado, e chitas largas finas de 240, 260 e ;
2 o covado, e outras muitas fazendas por ba-
ratissimo prego : do-se amostras com penhor. 1
Para desenlio.
Mui bonitas caixnhas envernizas, com tintas fi-
nas, lapis. pincels, e os mais necessarios para
desenlio. E o que de melhor e mais perfeitose
&m? ?r?ui2? laAenero' vendem-se a 58,
68, 88, 10$, 128 e 148 1 na ra do Queimado n 1
lo, laja d Agina-Branca.
gfiesKfKttegisai itmw-mn
1E .' /~^s atan Cal
FllVDICiiO LOW-MOW,
RuadaSeiztlla Hva i.42.
5esu esubelecimento eontina ahaverumi
completo sortimento de moendas emeias moen- .! sem.<' loe o Sr. ministro da fazenda
das para engenho, machinas de vapor e tai xa. 5 S??^.*?^* ?* Ps da. noss.s
IEL06I0S.
Vende-se em casa de Saundrw bVothers C
j praca o Corpo Santo, rHogios do afamado fa-
45 Ra Dircita 45! t"*n* K?ke" t* pr<* ""xos e tan.
I nem traneellins e cadeiss para os mesaos 9
excellente gosto.

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iROtPA FEITA A11MM MAIS BARATAS.!
SORTIMENTO COMPLETO
DB
Fazendas e obras feias. j
HA
LOJA E ARMAZEM
DE
IGes & Basto!
NA
Ra do Queimado
|n.46,treute amar ella.
) Constantemente temos um grande eTa-
ado sortimento de sobrecasacas prelas
iJeP8nD0 e de cores muito fino a 28
?' 358, paletots dos meemos pajees
20$, 22$ e 24$, ditos saocos pretos dos
mesmos pannos a 148, 8 e 18$, casa-
cas pretaa muito bem feitas ede superior
panno a 288, 0$ e 858. sobrecasacas de
c"em>ra decore mullo finos a 158,16$
e 18$, ditos saceos das roesmas casemi-
ras. 10$ 12 e 14$, caigas pretas de
casemira una para homem a 88, 98. 10|
o* iftm'V"'.'''^'" *ecores 75.88.
8 e 108, ditas de brim branco. muilo
38, 38500, 48 e 48&00, ditas de mela ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4$500 col-
letes pretos de casemira a 58 e 68, ditos
de ditos de cores a 4$500 e 58, ditos
brancos de seda para casamento a 5
ditos de 68, colletes de brim branco e d
faUSrn 3*' 3*500 e dl0S de "rCS 8
?500 e 38, paletots pretos de merino de
cordao sacco e sobrecasaco a 7$, 8 e 9
colletes pretos para loto a 48500 e 5*'
gas preta. de merino a 48500 e 58, pa-
, tetoisdealpaeo preta a 38500 e 4$, ditos
\ sobrecasaco a 68,78 e 8J, muito flnocdl- <
i lates dorgero de seda boa fazenda a38600 e 4$, colletes de vel-
ludo e cores* pretos a 78 e 88, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e-de cores a 14, lfi9> e 168, ditos de
i casemira sacce para es mesmo. a 68506 e
I 7, dttos de alpaca preto* saceos a 38 e
J-38500, ditos sobrecasacos a 5$ e 99500
alcas de csemira pretas e deoores a6
' $500 o 78, camisas pata nrenioo a-aS
a duzia, camisas inglezaa prea kirjraa i
mnito soperioral32 .ftrziajiari cSbar.'
j Asska eomo tenes na omeisra *e al I
. fjate onde mandamos executar todas a.
' obras com brervrdrde.
te ferro balido e coado, da todos os tamandoa
para dito.
Tachase moendas
Braga Silva & C., tem sernpre no ten depo-
site da ra da Moeda n. 3 A, um grandesor-
' ment de tachas e moendas para engenho, de
i muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no memo deposito ou m ra do Trapiche
1 n. 4.
S no largo da Al-
fandega n. 18.
Farnba superior a 38520.
FeijSo branco e mulatinho;
Macarrao talharim e letria,
S6 barato a 58 e 8JC0O rs.
Franjas.
Na loja (Taguia de ouro,
ra do Cabug n. 1 B.
Vendem-se franjas pretas com vidrilho ou sem
elle, de lindos padres, que se vende muito bara-
to, ditas de cores de todas as larguras e por todos
os pregos, ditas de linho tanto de cores como
brancas, ditas com bolota e sem ella para corti-
nados ou para toalhas, e para panno da Costa,
ludoisto por pregos que admiram, e s se vende
na loja d'agoia de ouro na ra do Cabugi n. 1 B.
Verdackira peefaincha.
A 5# o corte.
Vendem-se no armazem de fazendas da ra do
Queimado n. 19, cortes de casemira muito fina e
pelo baratissimo prego de 58 : qoem precisar,
approveite a accasiao de comprar, cortes de vel-
ludo prelo bordados para collete, fazenda supe-
rior, a 6$.
Pennas d'aco.
A loja d'Aguia-Branca recebeu um grande sorti-
mento de pennas d*a?o de differenles qualidades
as quaes est vendendo de 500 a 18000 rs. gro-
sa. E' o mais barato possivel: na roa do Quei-
mado loja d'AKuia-Branca, n. 16.
Arados americano e machina-
para lavar roupa: em casa deS.P. Jos
hnston & C. ra dbSenzala n.42.
Cfaegnem aloja da Boa f
Chitas francezas muito fina, de cores fizas a
280 rs. o covado ; cambraias francezas muito fia
as a 640 rs a vara; idem lisa muitp fina a
4>500 e a 6000 a peg com 8 1|2 varas ; di-
muito superior a 8$000 a peca com 10 varas';
dita fina com salpicos a 48800 a peco com 8 1(2
varas; fil de linho liso mullo fino a 800 rs. a
vara ; tarlalana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e outras muitas fazendas] que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muito barata.: na ruado
Qneimado n 22, ni loja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos muito fino i proprios para os
tabaquistas por serem de cores escuras le fixas a
500 a duzia : na ra do Qaeimado d. 22, na
loja da Boa f.
Na loja da Boa fyende-se
panno preto fino a 48, 5, 6, B8 e 10$ rs. o co-
vado, casimira prela fina a 2$. 38 e 4* rs. o co-
vado ; gros de naples preto a 2, 2$500e38o
covado ; alpaka prela fina a 640, 800, e muito
fina a 18 rs. o covado ; casimiras muilo linas de
cores escuras com 6 palmos de largura a 4^ rs. o
covado ; ditas de cores claras a 6$ rs. o corte de
*& mias de algodo cr muito superiores a
4*800 rs. a duzia ; ditas Je algodo oru tambem
muito superiores para meninos a 4$ a duzia ; e
assim moitos outroa arligos de lei que. se ven-
dem baralissimos, sendo a dinbeiro: nal referida
loja da Boa f. na ra do Oueimado n. 22.
Camisas e loalhas.
Vendem-se camisas brancas muito finas pelo ba-
ratissimo preso de 288 rs. a duzia; toalhas de li-
nho para roa4o }< duzia ; ditas felpudas mui-
to superiores a 12 a duzia : na ra do Queima-
do n 22, loja da Boa f.
Paletos.
Vendem-se paletos de panno preto fino, muilo
bem feitos a 228 rs.; ditos de brim branco de
linho a 58 rs.; ditos de setineta escaros a 35500,
muilo barato, aproveilem : na ra do Queima-
do n. 22, loja da Boa f.
Para marcar roupa.
A loja d'aguia branca recebeu a apreciavel tin-
ta para marcar roupa, a qual por sua bondade se
torna necessaria a todas as familias, porque com
ella se previne a perda das pecos, e muito me-
lhor e maiscommodo que a marca com linha. As
caixinhas trtzem 2 frasquinhos, e dellas se v o
modo fcil o seguro de que se servir a pessoa
para marcar ; custa cada caixinha o diminuto
preco de 18600: na roa do Queimado, loja da
aguia branca n. 16.
Bonets de gorguro avel-
ludado.
Vendem-se mui bonitos booets ingleses de gor-
guro e velludo, meaclados e de mui bonitos pa-
dres a 1$500. Esees bonete por su as boas qua-
lidades e muita doraco tornam-se mui proprios
para os meninos de escola, e mesmo para pas-
seio ; assim eomo oulros bonets de palha e pan-
no fino, etc.. etc., e moi bonitos a 2$500, 38 e
48, o melhor possivel: na ra do Queimado n
16, toja d'agoia branca;
Franjas de seda com vidrilhos
e sem elles.
Na loja d'aguia branca se encontr um bello e
variado sortimento do franjas de seda de differen-
les larguras e cores, inclusive a preta, tanto coro
vidrilhos como sem elles, e das larguras de um
oedal mei0 Pa,ma aos pregos de 500 n. a
28560 a vara ; visla do comprador lodo nego-
cio se far para apurar dinbeiro : na ra do Quei-
mado n. 16, loja d'aguia branca.
Enfeiles de vidrilho a t.
A loja d'aguia branca estS vendendo mui boni-
tos enfeites de vidrilho pelo diminuto preco de
28 : em Sita loja, ra do Queimado n. 16.
Gomma do Aracaty.
*Bd?w!e"cel**,lte goDa do Aracaty; na
ra da Cadea do Recite, primeira andar, n. 28.
mI5?S p8,rici"' Pro- bastante o augmento
de 160 |0 nos direilo. que psgam a. bolinas do
senbora em relac,o s de homem que apenas ti-
veram o de 25 !. I S. Exc. deseja que ella, tro-
ejoeag urna bem feita botina joly, por algum ch-
nelo mal amaohsdo, encostara do de popa a proa,
aflm de obstar a que ostentem com garbo o mi-
moso p da bella pernambucana, que nao tem ri-
val as cinco partes do mundo. Mas S. Exc. tem
de eocontrar urna opposlQo firme e enrgica no
propnetario do estabelecimento da ra Direil n.
4a, que nao quer vender a. suas botinas a 7000
como S. Exc. pretende, e sim pelos precos se-
guate. : *
Borzeguins para senhora.
6$000
5500
5000
A$500
4*000
3500
10*000
9$000
9$000
8 00
805CO
6$0O0
Escra^os fgidos.

Admiraco
a 1,900 cada um.
No armazem de azendas da roa de Queimado
n. 19, vende-se lences de linho muito fino pela
pecbtacfca de 1,900 rs.
Bonitas figuras
de porcelana donrada a mil
ris. m
A loja d'aguia branca est vendendo Mi be-
rnias figuae de poroellana dourada, do pei-
no de altura, proprias para enfeiles do asesa,
ornato de g.aiaete, eU., etc., a 18000 cada ana.
Na verdado aonura lal obra poi to diminuta
quanUa, e para ao coaheoor 4a barateca dlri-
i- a ra do-QueiBMdo. leja d'aguia branca .
l,|ue rondo conjvflr.
Joly (com brilhantina).
Dito (com lacp e fivella). .
Austriaco (sem laco). .
Joly (garpa baixa).....
Para menina.
De 23 a 30. /. .
De 18 a 22......'.
Para homem.
Nantes (2 bateras). .
Francezes (diversos autores. .
Inglezes de bezerro, inttricos
Ditos (cano de pellica). .
Ditos vaqueta da Russia .
Ditos nemambucanos .
Sapates para homem.
2 bateras (Nantts)..... 5$600
1 bateria )Suzer).....5^200
Soladebater (Suzer). 50000
Meios borzegins (lustre). 60000
Sapates (com elstico). 50000
Ditos para menino .'0500 e 40000
Muito calcado bem feito no paiz por pregos ba-
ralissimos : assim como couro de lustre, marro-
quins. bezerro francez, courinhos, vaquetas pre-
paradas, sola, fio etc. em abundancia e muilo
barato.
Pota da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadea do Recife n. 12, ha para vender a ver-
dadera polassa da Russia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; ludo por precos mais baratos do -ue ero
otitra qualquer parte.
Ero casa de Basto & Lemos, ra do Trapi-
che n. 15, vendem-se os seguintes gneros :
Farelo muito boro.
Cadeiras genovezas, siogelas e de bracos.
Tijolos de marmore do 8 e 9 pollegadas.
Um banheiro de dito grande.
Licores finos em garrafas de crj-stal, por com-
modo preco.
SYSTE Mi MEDICO DE BOLLO\VAY.
PIHJLASHLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteira,
mente de hervas medicinaes.ao conten mercu-
rio nem alguma outra substanciadelecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleisomais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarraigar o mal na complelc mais robusta ;
enteiramente innocente em suas operacese ef-
feitos ; pois busca e remove as doenc,as de qual-
quer especie e grao por mais amigas e lenazes
que sejam.
Entre miihares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavan. as portas da
morte, presenando un seu uso : conseguiram
recobrara saude e forjas, depois dehaver tenta-
do inullimente todos os outros remedios.
As mais aUlictas nao devem entregar-se a des-
espersgo ; fajam um competente ensaio dose
efficazes eCTeilos desta assombrosa medicina,
prestes recuperarn o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em lomar este remedio
para qualquer das seguintes eafermidades:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A raplas.
Areias (mal de).
Astbma.
Clicas.
Convulses.
Debilidadeou extena*
(O.
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Ddr degarganta,
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfer mida des no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto intermitente.
Febrelo dae specie.
Getta.
Hemorrhoidas.
Uydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammajoes.
Irregularidades
menstrusjo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Abstrucco de ventre.
Pbtysica ou consump-
pulmonar.
Retenjao deourina.
Bheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Yenereo(mal)J
Vende-se estas plalas noestabelecimento ge-
ral de Londres n. 224, Strand, e na lojads
todos os boticarios droguisiaeoutras pessoas edo
carregadas de sua venda em toda a America n-
!"ui, Havana e Hspanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs. cada
urna dellas, conten ama instruejo em portu-
guez para explicar o modo de se usar des las pi-
'ulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
dharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
SEDULAS
de ge 5^000.
CoBtinua-se a trocar sedu'8s de urna s figuj-a
por metade do descont que exige a thesouraria
desta provincia, e as notas das mais prajas do
imperio com o abate de 5 por cenio: no escrip-
torro ffe Azevedo Mendes, ra da Cruze
n. I.
Peiaa!!!
Aletria. talharim e macarrao a 400 rs. a libra -
vende Brandad, na Liogoeta n. 5.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar,
v*^ae arelo de Lisboa superior, chegado ul-
staoaente, a 45 e 5 por .eeca.
Aos senhores de engenho
grande reducto.
Braga, SHv. & c, achanda-ie em liooidacSo,
a para feonarem oontaa, reaolferam zar um
raodoreduccae no.prejo.das moeodas, e meias
ooadas de toas a. diaeasdes existentes no seu
armazem na ra da Moeda (Forte do Mato)
lecie, 11 demaijo de 18M,
Desappareceu desde o dia 5 do corrente de
casa Je .eu senhor o escravo de nome Primo
cor acabocolada, marcas de bexiga., denles d
frente arruinados, baxo e alguma cousa grosso
ao corpo. filho do Maranho, e consta que an-
da ao ganho para os lados da ribeira : quem o
apprenender e conduzir i ra da Cadeia do Re-
cire n. 36, primeiro andar, raceberi 20 de gra-
tificacio. "
Ha trea diaa que anda anente o cabra
mnciaco, e.cravo de Antonio de Moura Rolim
com os signaes seguintes : alto, eapadaudo, nariz
grande, ventas muito redondas, falla compassada
ecanhoto: quem o pegir Iraga-o ra do
Uueimado, sobrado amarello n. 31. que ser re-
compensado. Presume-se que aode pela Sole-
dade, Santo Amaro, ou mesmo no bairro do Re-
cite, onde costuma ganhar.
Pugio no dia 14 a eacrava gnea, negra fu-
la, representa ter 17 annos, pouco mais ou me-
nos, levou vestido um roupo de chita escura,
com chales eucarnado, e sahio com um vestido
de cassa rdxa, feito urna trouxa de baixo do bra-
co, indo caljada. E' negra acoatumada a fueir
para as bandas delguarass, d'onde foi vend5a
pelo Sr. Sebastiao de Mello Reg, a quem oer-
tenceu : quem a pegar ou della der noticias ao
abano assigoado, na ra do Trapiche n. 11 ei5
recompensado convenientemente.
Augusto Pinto de Lemos.
nTmu?p?ar!,ceu no dia 13 do corrente me*
uro mulat.nho de nome Paulino, com os signaes
seguintes .-cabello crespo e corlado rente, v
seceos, nariz chato, camisa de algodaozinho gros-
so, calca de linho desbotado, olboa pretos, boae
de caseroira cor de caf, parece ter 12 a 14 armo,
de idade : quem o pegar, dirija-se a ra de San-
to Amaro n. N, que se recompensar.
200$ de gratificacao.
Fucio no da 28 de outubro de 16*0 da refina-
n,mr.0r.Ua N2i" ^ S.,nU R|U- de Jof Alves
crinin 5-,i5,HMJ"D?0,",eor nome Antonio,
cnoulo, de idade de 18 annos pouco mais ou me-
nos bem preto. bem parecido, bem fllame, na-
DCO de uro quaito, parecendo o p desse lado
mais pequeo que o outro, tem urna sicatriz em
urna das canellas, diz elle ser de um etroe e
que essa a ferida que o faz mancar quado an-
da, foi comprado a SO de outubro de 1860 a o
sr Manoel Leocadio de Lima, esleovendeu por
ordem de seu pai o Sr. Juiiao Leocadio de Li-
ma morador emGoiabira, consta que este senhor
o dera por compra em Tabaiana, supe-se ter
a companhado slguns matulos que costumam
cenduzir sal para o lado de Goiabira. porque no
da de sua fuga, esleve com o escravo do Sr vi-
gano da Boa-vista, e estes disseram que elle ti-
nha hido em um armazem de tal ver um com-
panheiro que l linha; Pede-se aos Srs. capitaes
de campo, e mesmo as pessoas particulares a
descuberla de tal moleque, que serao gratifica-
dos com 200 a quem o entregar a seu senhor.
ou na Parahyba ao Sr. Antonio Alexandrino d
lom"' u Br!* 'f ^ Velh0 de Lima. ou da-e
1003 a quem der delle noticia certa.
Gratifica-se com 100,000
ris.
Ausentou-se de casa do abaixo as.-ignado. mo-
rador em Goianna, ra do Meio, taberna n. 64,
de baixo do sobrado que volta para a ribeira, no
da 2b de fevereiro prximo Codo, a cscriva Ie-
nacia, cnoula, a qual lem os signaes seguintes-
idade de 30 annos, bastaule alta, serca do corpo"
cor averme hada, nariz e beijos grossos. bocea
grande e fallas brandas. qi;ando se n abre bas-
tante a bocea, equando carrega pego enlcrla um
pouco o pesclo, andar moderado e dengoso le-
vou comsigo toda a roupa que possuia, tem bocs
veslidos e com babados, panno fino, algum curo
vestidos velhos e panno da Ccsla, costuma andar
calcada, tero semblante sizudo, e quando lhe pa-
rece diz que forra ou que tem dinheiro para
sua liberdade, mas nunca lhe foi visto. Esta es-
crava nasceu no sertio do Pombel, d'onde veio
com idade de 14 para 15 annos, foi comprada por
Joaquim Jos da Costa, morador nesta cidade
que a possuia ha 14 annos, e duaote este lempo
rresmo Sr. Costa tem morado nos lugares seguin-
tes : Tegicupapo, Praia de Carne de Varea, Pona
de Pedra e ilha de llamarse ; oulros lugares ba
que ella tero parrntes e ronhecidos, e at poder
dizer que anda pertence ao dito Sr. Costa, para
assim se nao tornar suspeita. Roga-se portan-
to as auiondadespoliciaes, capitaes de campo e
mais pessoas do povo que da dita eacrava trouxe-
rem noticie, de apprehonderem ea levarem a seu
senhor no lugar cima designado, e em ausencia
oeste por estar prximo a relirar-se para o Re-
cife a poder ao fezer a seu cunhado oSr. Thomaz
Antonio Guimaraes, Antero Milito Guiruarae.
ou Luiz Jos de Miranda ; no Recife ao Sr. Luiz
Antonio dos Santos Pereira. na ra dosMarlyrios
n. 36. Se alguem liver della noticia, mesmo e*-
laodo em lugar que a nao possam pegar por te-
merem o patronato, basta que seia vista por tres
pessoas que f m juizo provero este facto. que re-
ceberao a gratificacao cima. Desde ja protesto
com tooo o rifcor da lei haver percas e damnos e
punir o enrne contra quero quer qne lenha tal
proredimrnlo : lambero se vende a dita escrava
mesmo ausente, pela qusnlia de l:200fi, dentro
do prao de 15 dias, contados da dala deste meu
annuncio. Goianna 10 de marco de 1861. r
Jos Gomes Ferreira da Silva.
~"j de Janeiro do corrente anno, fu-
gio do engenho Crugehi da comarca do Pao d'A-
Iho um escravo do nome Virissimo com os sig-
naesseguintes : cor pret-., reperesenta ter 35 an-
nos de idade, alto espadaudo, ps grandes, nariz
apapsgaiado, e pequeo, falla um pouco alra-
palhado, tem falta de denles na frente quan-
anda curva as pernas, muito possante e es-
peito, e de naj8o Angola; suop-se andar
pelo engenho Arepib da freguezi da Escada
ou em Aretirum em Barreiros ; pede-se as au-
toridades policiaes e capitaes de campo de o
aprehenderem e do o cenduzirem ao engenho
Lrucah ou na cidade do Recife na ra da Cruz
n. bz tercoiro andar, onde sero grnnerosamentc
recompensados e prolesta-se contra quem o tiver
acollado.
100000.
Fugio no dia 14 de dezerobro do anno prximo
passado. um negro de nome Felippe, escravo do
Francisca Rosa Pereira dos Santos Bezerra. mo-
radora em trras do engenho do Curado, cuio
escravo lem os signaes seguintes : c6r fula, alio,
secco, pouca barba, ps grossos e mais pretos do
que acara, pernas mal feitas, olhos brancos o
papudos, denles pequeos, cabeca pequea, duas
fallas e muito mansa, e quando olba para qual-
quer pessoa fita os olhos e nao perteneja, nade-
gas grandes e empinadas, levou calca preta de
casemira nova, paleto! de alpaca tamoem preta,
chapeo da moda de massa de cor, sapato de cou-
ro de lustre, camisa de madapolo nova, e tam-
bem de bata verdeja velha aberta, e tambem de
algodo azul, chapeo de massa cor de chumbo
jvelho; desuppOr que em viagem elle nao
ande com a roupa nova e sim com a velha por
ser mais propria : a pessoa que o trouxer ao re-
ferido engenho ou ra Augusta n. 21, receber
a quantia cima.
Fugio da cidade do Aracaty, no mes de se-
tembro prximo passado, um escravo do com-
mandante superior Manoel Jos Penna Pacheco,
que ha pouco o hara comprado ao Sr, Bento
Loarence Collares, de nome Joaquim, de idado
de cincoenta a lanos annos, fulo, alto, magro,
denles grandes, e com falta de alguna na frente
queixo fino, ps grandes, con os dedos gran-
des dos ps bem abonos, mnito palavriador, m-
culca-se forro, e tem signaes de ter sido surrado.
Consta que esta escravo appareeera no dia 6 do
corrente, vindo do lado das Cinco Ponas, e sen-
do enterregado or um pareeeiro seo conhecido,
disse que linha sido vendido por seu senhor para
GoiaBoinba : qualquer pessoa que o pagar o po-
der levar esa Pernambuoo aos Srs. Basto ct Le?
w, ae grttifictTSo gtDaeWnttfitoj
c '
f


(8)
DIARIO DI PWIUlffiUCO. *) MBAM) ir 01 MUCO DE 1811.
Litteratura.
^
L
O jejnni considerado sob o ponto de
vista bvgieaico e medico
Nao ramos tratar oeste pequeo artigo as
queslo do/e/nmcdosiderado sob o ponto de vis-7
ta religioso, e nem qu.romos provar a evidencia
que esta pralica dt- inslitoi'cio divina, sendo
certo que Nosso Sainar Jess Christo nos deo tal
ex-iiiplo durante o sua mortal vida, quondo foi
para o deserto com o fin de jojuar alt quarenta
dias e quarenta nonios.
Nada acrescentaremos lamben) acerca da in-
fluencia desia praltca religiosa sobre a sociedade,
nom da poca em que, observada rom lodo o ri-
gor, (lava lugar que se suspendessem os espec-
tculos, os duellus o as guems.
Nesie artigo, pois, queremos so mostrar a in-
fluencia dojejum sobre a saude do homem ;
-este o lado puramente individual da queslao.
Sendo o homem um composto de corpo e es-
pirito, queremos demonstrar a influencia dojejum
sobre estas duas partes, que o individuatisam.
Daremos, todava, primeiroque ludo um peque-
no esboco desla pralica, usada nao s eotre os
poros civilisados, mas aiuda entre os selrageos.
E' ceno que (odas as religues, com o Qm de
lerem urna boa liyniene, fazem dojejum urna lei,
que nao pode seguir-se inteiramentc, anda que
laes individuos prucedem com sabedoria, porque
seguem ronlade de Deus, estando pouco dis-
postos aceitar os conseihos da medicina. Co-
bhecemos as leis de Moyss, les que defen-
dii a carne do poren, mas que nao permitiera
dos das de abstinencia mais do que a refeicao da
tarde.
Sabemos que os Persas, os Assyrios o os Phe-
nicios leera a obrigago do jejum inscripta nos
livrus sagrados.
E al ha alguns povos que soffriara mortilca-
coes bera crueis, cootando-se que, em certas
pocas, se oo alimentaran) durante tres e qua-
- tro dias.
Estes jejuos s pdem ler lugar em climas quen'
tes, onde a vida geralmenle ociosa. Os poros
do Occidente o os do Norle nao solTreriam sera
prejuizo to rudes abstinencias, e at, segundo
nos refere a historia, (orara eiles os primeiros
que protestaran! contra as regras austeras, que
recebiain do Oriente.
Os Gregos inspirados quasisempre pelos Egyp-
no meio dos morbos os mais complicados tudo o
que desejam?
E' pois, > abstinencia quando bem dirigida, o
excelleote preservativo das doengas, tendo tam-
bom grandes prejuizos ae seguida em excesso.
Durante o j"jum a nutricio tem lugar 4 cusa
de organismo ; a gorlura depositada, como por
prorisSo, oo lecido ccllular entra na trrenle cir-
culatoria, e d ao sangue os principios, que elle
perdn,
Mas todos compreheodemoJ que o organismo
nao pode soffrer por longo lempo este f6tado, e
que mui perigoso o evitar estes austeros reli-
giosos que, se nao fossem sustentados pela exal -
tacao do espirito, sur.cunabiriam promplamente
em vala das pri vagues, que soffrem.
O jejum mais ou muios penoso segundo a
edade, temperamento, e climas sob s quaes habi-
tamos.
Temos risto qu, dos paizes quentes, a sua ob-
serrancia mais fcil do que nos fros.
As cranlas, cujo crfscimento e rpido, os ho-
mens laboriosos, e as muiheres em gravidago o
supportam com grande difftculdade. As oature-
zas biliosas o hemorragicas, os individuos ple-
thoricos de. era ler frequentes jejuns, se querem
conserrar a belleza de suas formas, e agradavel
physionomia.
Mas o JHJum nao lera s influencia sobre o cor-
po ; lambem a tem sobre o espirito.
Faz o hooiem afta re, e facilita -Ihe o caminho
da rirtude. E' por esta razio que S. Basilio, S.
Jeronymo e muitus outros ministros da egreja
disseram que o jejum o fundamento de todas as
virtudes.
A sua ob.-ervancis alegra o espirito, e torna
mais facis lodas as operacoes do entendimenlo,
sendo tambera ccrlo que, quando o estomago es-
t rasio, sao mais penetrantes nossas faculdsdes.
Quem ignora que excelleote o trabalho de ma-
nhaa? Quem ignora que trabalhamos muilo me-
Ihor durante o dii, quando temos o almogo fru-
gal? Ouanhs delicadas intelligencias se tem
perdido por causa dos excessos da mesa, e como
esmagadassou o peso da nutrigo? O numero de
idiotas, victimas da sua roracidade, mui.to maior
do que se pensa geralmenle.
Logo podemos concluir, em consequencia do
expendido, que dere jejuar-se em pocas conve-
nientes, tendo eiy vista a conservago do corpo e
do espirito.
A vida to longa (parece alguns al fabulosa)
dos patriarchas, dos gymnosophislas iodoos, dos
Acreditando
-q^ xJS*rJ, reali*ri. Dr ," nomorlra de urna joven, chamada miss
r w??LSI ih 2Wl PnP* fBrown com a oval cosous/uma greiecatholica,
ir a vida a seus filhos para que nao ficassem segando ai leUTnitems. '
K' S'S!** P.!e- V, J"iU ledo o lempo da aua residencia em
s \ co"e"le ,fo8u e um rftero lagUHerralez aono) rireu rom aquella se-
' .LVa ^T'1J Dno.e fllhoOli- nhora.naqualid.de de su* esposa legitima, e
io, de 4 annos, pondo depois os cadveres o- eom pieos eooheciraento de Luiz XVIII e de te-
s",ert..^fK"/^^^0/*?** ^80;. "?l8- Anda viv, a so. pri_,ir.
a arogou o urna poca de agua tornando-a a dei-
isr oo horco.
Feilo islo, foi apresentar-se immediatamente
auloridade.
Pareca eslar em seu perfeito juizo e protesta-
ra que amara extremosamente seu Qlhos.
Fatal aberraco de espirito I
eiosjejuaTamlambem^acompauhandoesle jejum | brahmanes, el.-.., o resultado da abstinencia,
1"' elles tiuban.', e de que, como ministros de
Deus, queriim dar o exeniplo S. Antonio viveu
cento e cinco annos com pao secco.
Um religioso de certa ordem trabalhou al aos
5 annos no jardim de um convento, alimentan 1o-
sea penas dehervas crafSs, militadas em vinagre.
Asobriedadedo pliilosopho Herodia ft-lo virer at
os 100 annos, apezar da sua fraca constiluigo.
Cunhecemus a historia de Venoziano Cornaco, o
qual para restabelecer a sua saude exgotada ra-
dium sua alimeolac,o quotidiana doze ongas de
alimentos solidos, e qualorze de lquidos.
Mas, cerlo, que este rgimen deu os melhores
resultados porque o oobre Veneziano chegou aos
96 annos.
com "outros rilos sagrados. Entre os Romanos foi
instituida tal pralica por Suma Porapilio, e esta
lei, bem como as ordens para obedecer-lhe, as
quaes daram os orculos, fizeram com os pri-
meiros Romanos se tornassem sobrios. Vespasia-
iio, Marco Aurelio e Severo obrigavam que se
jejuasse um ou dous dias por mez. Sneca dizia
que deixava muitas rezes de alimentar-se, aura (
de que o seu corpo fosse desembarazado de todo
o excesso do alimentos.
Os primeiros christaos, que ouviram as pala-
vr3s do Mesire, applicaram severamente as suas
lines, sendo modellos de abstinencia.
Todos sabem quao grandes austeridades pres-
creviam as regras monsticas de Santo Antonio
e de S. Basilio, fundadas no 3. seculo da era
christa.
Pao secco, hervas cruas e agua, coropunham a
alimenlaco habitual dos religiosos. No 5o secu-
lo tornou-se mais simples a regra, permittinlo-
se na ordem de S. Bento o uso do vinho, e mais
urna pequea porcSo de alimentos.
d'ali em diante tornou alterar-se tal or-
dem, introduzindo-senos conventos mais relaxa-!
cao na mesa, mas nunca tal, como a pintara os
ininiigos das ordens monsticas, e em harmona
com ellos os sarcasmos c ditos picantes pro-
prius do grande Rabelais contra os frades do 16."
seculo.
Veiu em seguida a reacQao, instituindo-so os
convenios, onde, seja dita a verdade, se iam
aprender os bons costuraos, e lodos os principios
religiosos, convento que tiravam as rezes da per-
digao 03 mancebos pouco dedicados, e que tinham
urna vida ociosa e estril.
Mahoraet, fundando sua roligio, lambem nao
esjueceu o preceito da abstinencia Os Mahome-
tanos lem, urna quaresraa, que decorainam o seu
ramazan ; os Musulmanos, emquanto dura o ra-
daman,nao podem nem comer nem aioda eogolir
saliva que seja aoles do por do sol. Os Chinezes
tem por principio eslabelecido que o sabio deve
retirar-sc da cozoha. Finalmente, para nao ser-
iaos prolixos accrescenlaremos que os selrageos
da America cooserram mui austeros jejuns, quan-
do o padre faz tal delerminacao.
As seitas chrislas conserram todas a instilai-
ao do jejum. Os Gregos observara rigorosamente
. quatro quaresmas, tres de 40 das, e oulra ape-
nas de 15. As grandes quaresmas precedem as
festas da Paschoa, do Natal e a de Pentecosts ;
estes duas ultimas sao os vestigios da pralica
nionachal.
A pequea quaresma cometa 15 do agosto, o
conseguintemente precede a festa da Assumpco.
Os Neslorrauos tem a 5.a quaresma, a da sep-
tuagsima; o os Armenios oito, jejuaodo por
tanto todo o anno.
Entre nos ha apenas urna quaresma, como to-
dos sabem, estando bem longe da observancia
calbolica dos outros fiis, que poroam o globo.
as pocas, em que a egreja e o estado se
acharam unidos, observaram-se rigorosamente
as leis prescriptis pola religio ; o estado contri-
bua para que se conservassem firmes. aquelle
tempo os capitulares de alguns paizes puniam
cora a pena de morte todos os que controvertiam
a ordem divina.
Na Polonia arrancaram-se os deoles aos viola-
dores da lei, daodo, porm, os rcis aos seus sub-
ditos os exemplos de abstinencia, o que lambem
de vera segutr-se aioda boje.
S. Luiz coosullava o seu confessor, quando
na quaresma tioha necessidade de nao comer pei-
xo. Os mdicos faziam conhecer aos papas o es-
tado da saude dos reis, submetteodo-se estes
suas decisoes.
EXPLORACOFS ARCHEOLOGICAS,
Na reunio da Sociedade Syro-egypcia, esta-
belecida em Ioglaterra. relalaram-se os progres-
sos das explorafes de Mr. Marietle, oo Eiiyplo,
que se fazem sob a proteccio do rice-rei.
A mais importante das recentes descobertas foi
urna laboa geoealogica dos reis de Sakara, do
mesmo genero que a quo ae eocontrou em
Abidos.
Os trabalhos em Abidos rao vagarosos, em con-
sequencia do pessim^ estado das ruinas.
Em Thebas as excaracoes desenrulveram-se
em tres pontos < Medina Abo, Karnak e Gurna.
No primeiro o bello templo de Ramses 111 rae
gradualmente desobslruindo-se.
Karnak est desobstruido al ao pavimento e
podem estudar-se perfeitamente as inscripces
relativas s victorias de Totraes III.
Em Gurna as excavares nao produzem gran-
des resultados.
O templo de Edfu recobrou o seu antigo es-
plendor, tendo desappsrecido as casas e enlulho
que o cobriam.
Em Dendera appareceu um precioso monolito
de granito rosado, que coolem inscripces admi-
rarelmeote graradas, pertenceotes ao reinado de
Nectaocbo I, o amigo Amyrber.
JUIZO CRITICO.
Um jornal hespanhol, fallando dos discursos do
i imperador Napoleao e da raioha Victoria na aber-
tura das duas cmaras, diz :
Do de Napeleao III deduz-se que, se reben-
tar a guerra, se rer : do da raiuha Victoria de-
prehende-se que muilo difficil que naja paz ;
do de lord Julio Russel collige-se que quasi
impossivel que nao haja guerra ; e dos tres juntos
conclue-se, como lodeclinavel consecuencia, que
nada se faz para impedir que se realisem os fu-
nestos prognoslicos que lavram por toda a Eu-
ropa.
Ensina-nos urna curiosa eslalistica que, fazen-
do a somma dos annos que vireram 150 anacho-
relas, habitando diversos climas e em differentes
pocas, se achou onumeroconsideravelde 11,599,
o que d para cada um a vida media de 76 anuos,
pouco mais ou menos.
Iloje, porm, que tudo desmoralisacao em
toda a parle, mxime em o nosso lo pequeo paiz,
a vida media nao chega aos 40 annos.
Triste presagio que devia pr-nos em guarda
contra cerlos gosos, que nos offerecem as socie-
dades modernas, as quaes ao pa=so que do o
prazer. nos laucam tambera em seguida o ve-
neno!!
Quem haveria, porm, no nosso Portugal, onde
apenas vemos satisfazer psixes mesquinhas, que
quizesse passaruma vida de anachoreta?
J nao dosejavamos tanta resignaco, mas que-
ramos que so olhasse com maior aitenrao para a
nossa religio e clero, que devendo dar ptimo
exemplo se rae desmoralizando. Desejaramos que
se jejuasse as convenientes pocas, sendo que
cumpririarnos um preceito divino, e conservara-
mos a nossa saude, como tizemos ver no decurso
da segunda parle deste artigo.
UNO DE M.ICEDO.
[Na o.)
Variedades.
sando-o cora a princeza Carolina, irma do fal-
lecido rei de aples.
O fructo ("esta segunda e Ilegitima uniio ,
seguodo esta -verso, o actual preteodenle ao
Ihrooo franecz.
CHUVA DE DIVER-AS QUALIOADES.
Duas cartas lidas oa ultima sessao da acade-
mia das scieocias de Paris mereccm ser no-
tadas.
A primeira, de Mr. S. de Luca, nota urna chu-
ra colorida de vermelho cabida em Sieone oos
dias 28 e 31 do dezembro de 1860 e no 1. de Ja-
neiro de 1861 Urna amostra desta chura, re-
manida Mr. S. de Lacea, apreaenlava efectiva-
mente, ama tinta um pouco arermelhada, nao
reagia oos papis reactivos, e era de urna limpi-
dez e de urna transparencia perfeilas. Deixava,
por urna evaporarlo 100 graos um residuo sen-
sivel, de urna cor semelhante agua, mas mais
intensa. E' da suppr que este eslraoho co-
lorido da chova cahido era Sieon e uus arredo-
res oa poca que acabamos de citar seja devdo
presera de qualquer vegetal.
A segunda carta de Mr. F. L. Pbipsoo, nota urna
chuva nao menos eslranba que a precedente :
urna chuva de feoo observada em Petney, perto
de Londres, em selembro ultimo. Em selem-
bro j os fenos esto cortados e amoutoados
meto-dia da Inglaterra. Mas como
no
explicar o
UMA HERONA.
Falleceu ltimamente em Paris, cora 87 annos
de edade, urna mulher conhecida pelo nome de
Dragn sans gene.
Em 1812 cahiu em poder do guerrilheiro hes-
panhol o cura Merino c foi levada, como prisio-
nera guerra, para Inglaterra, onde estere al
1814.
No decurso das suas vinte campanhas, foi feri-
da varias veze3 e matarara-lhe quatro cavallos.
Em Toulon urna bala levou-lhe o peito es-
querdo.
Eolrou o'um asylo cm 1840, viveodo da sua
peoso de 200 fraocos, al que Napoleao III
Ihe deu do seu bolso particular urna boa recom-
pensa.
E' o que mostrara os breves numerosos, e par-
ticularmente os de Clemente VI (1351) e de Gre-
gorio II (1376) dirigidos aos reis Joo e Garlos
de Franga. Mas, certo, que todas estas praticas
cahiram em desuso.
Hoje que os cdigos oo coolem leis, que
nbriguem to uteis abstinencias sob lodos os
pontos de vista, preciso qne a medicioa e a by-
gieue interveoham com o Um de proporcionarem
salutares avisos quelles que esquecem a pratica
do jejum, pratica to oecessaria para a cooser-
vacao da saude, como vsmos examinar seguida-
mente.
II
Sabemos todos que a temperarla nao est mui-
to em uso entre a bumaoidade, e, sejamos fran-
cos, a gula, que tem estabelecido entre nos o
seu mais poderoso imperio. E tambera certo
que os mdicos nao lem deixado de firmar cor-
tos principios em quaoto temperanca, e mullos
mais foram estabefecidos pelos antigos. pre-
ciso comer pouco para comer bem dizia o gran-
de Hippocrates; o jejum evita as doencas ac-
cresceota Galeoo.
Na verdade, a grande abundancia de alimentos
urna fon te ioexgolavel das desordena no orga-
nismo. Todas as molestias, que lem por causa
a maior abundancia do saogue e dos humores,
vieram & cabir sobre os Vitellios.
E d'aqui se originara as bemicranias, apople-
jas, vertigens, gollas, toases chronicas, e conti-
nuas indigestos.
O jejum em certas pocas, mxime no princi-
pio da primavera, em qoe oa humores esto em
plena efervescencia, se assim podemos expri-
mir-nos (note-se que a egreja eslabeleceu a qua-
resma precisameote nesta poca) oflerece contra
todas estas molestias o mais efficaz preservativo,
deparando o sangue, abrindo os canses digesti-
vos, facilitando a marcha e a expulso dos pro-
ductos inuteis e prejudiaes ao organismo.
Anda mais: um excelleote meio de cura.
Quem oo experimentou j os bons effeitos do
jejum, ou, o que o mesmo, da dieta, quando
estamos doentesT Com este excelleote remedio
dissipam-se, segando Celso, os catharros, a me-
lancola e at os ataques epilpticos. E a dieta
ama condico, fine qua non, ds cara das hydro-
pesias e hemorroides, e em geral de toda a mo-
lestia. Os doeoles desejam comer antes de tem-
po, mas, os mdicos prefCrevem-lbe a dieta, e
tem razio. Quaotas victimas teriamos tido em
nossas dioicas, uese ex tndem ao campo, onde
todo o poro ignoro; se lhes deixassemos comer
LEI HARMNICA.
O doulor hngaro Heuszlemann conseguiu de-
pois de longos esludos, descobrir a lei harmni-
ca que servia de norma aos Gregos para a cons-
Ii'ucqSo dos magnficos edificios, que sao anda
os typos inimitareis da arte.
Esla regra, formulada por meio de cifras e ap-
plicada a lodos os priucipaes monumentos da ar-
lo grega por urna cornmissoscieolifica, verifi-
cou-se ser completamente exacta.
O mais ootavel da descoberta feita pelo sabio
huogaro, que a frmula se adapla aos edificios
religiosos da edade media, que a tomou directa-
meato dos Gregos do periodo byzaolioo, tem pas-
sar pelo iotermedio dos Romanos.
A obra que vae publicar o doutor Heuszle-
mann se intitular Mcthodo das propones na
archilecura egypcia, drica e da edade media.
O REI DO MUNDO.
Muila razo leve Emilio Souvestre em chamar
ao dinheiro rei do mundo, porque nao bs, nes-
ta poca utilitaria, realeza que mais possa.
Era Paris, no leilo da galera de quadros do
conde Mootauban quo teve lugar oo dii 2, o im-
perador Napoleao e Rothschtld disputaran! um
quadro de Decamps, que representa um jumento
carregado de caes e macacos sibios. Veoceu o
celebre banqueiro, que deu pelo quadro 27:500 ir.
COMMEMORAgAO
O refugiaados polacos celebraram ha pouco em
Paris o trigsimo anniversario da sua ultima re-
voluco nacional.
Principiaram reunindo-se para urna funeco
religiosa na egreja da Assumpco ; ahi fizeram
urna collecta para enviar soccorros aos Polacos
de Inglaterra, seduzidos i miseria desde que a
morte de lord Dudley Sluart os privou do seu io
(aligavel protector; foram depois bibliotheca
polaca para assislir sesso publica da socieda-
de Iliteraria o histrica.
O principe Czartoryski, presidente, proaoociou
um discurso em que se felicilou por ter princi-
piado urna oova era para a humaoidade ; quei-
xou-se do triste estado da Polonia, mas excla-
mando : Guardemo-nos tanto da independa co-
mo do desalent I Louvou os habitantes da Po-
lonia prussiaoa, que detendera os seus direitos ;
expressou os votos que a Polonia fazia natural-
mente pelo renasciraenlo da Italia, e saudou cora
alegra as pronunciadas tendencias da nac.ao bul-
gara pela uuiao com a egreja universal.
PLEITO NOTAVEL.
Agita-se oos Iribunaes ioglezes um pleito oo-
tavel.
Lavnia Feuetta Horton Ry ves reclama o titulo
de princeza deCumbcrland e duqueza de I.ancas-
tro, como neta em linha directa de S. A. R. Hen-
rique Frederico, duque do Gumberlaad, morto
sem testamento em 179').
Lavioia allega qoe em marco de 1767 este prin-
cipe, filho do rei Jorge III, se casou em segredo
era casa de lord Archer cora lady Olivia, filha do
doutor Wilmot, que por seu turno casou tambera
era segredo com a filha do ultimo rei da Polooia,
Estaoislu. O casamento de Olivia teve por tea-
temuohas o rei Jorge III, o celebre ministro Pitt,
o conde do Warwich e lord Archer, como coasta
de urna certidocom a assigaatura destes perso-
oagens.
Em abril ,do 1772 lady Olivia deu luz em
Warwick, urna menina, que urna oulra cerlido
diz ser Ulna legitima do duque de Cumberland. O
rei deu urna peoso menina que passou por fi-
lha do doutor Wilmol, e o casamento do priocipe
Henrique cooliouou secreto, O duque do Keot,
quando morreu, recommendou porescripto, i sua
esposa, a filha de lady Olivia, daodo-lhe o nome
de sua prima.
A filha de Olivia casou com mistar Ferres e
morreu sem nunca (azor valer os seus direitos.
Porm Lavinia que a primognita desta ultima
unio, reclama, como neta legitima do duque de
Cumberland a parle da heranca que Ihe perten-
ce, e que oo baixa de 1,120,000 libras st.
A Ceur of probate reconheceu a legttimidade
da requerenie.
phera urna to grande altura ?
mente o effeito d'uma tromba que linha apa-
ohado algum monte de feoo recentemeote cons-
truido.
Jaque fallamos de churas singulares, vamos
dizer algumas palavraa acerca d'uma chuva de
poeira no mar, cuja noticia fui dada sociedade
de geographia de Berlin. n'uma das suas aesses
por M. Ehreoberg. Foi observada bordo d'um
navio americano, entre as ilhas Keeliog e Nova
Hollanda. Uma amostra desla poeira, enviada
palo tenante Maury, permitlia verificar que hs-
viam bolinhas brilhantes e duras, semelhantes
pequea semenies. Tendo estes corpsculos si-
do posto sob a influencia do imn, Mr. Ebren-
berg diz que sao partculas de ferro espalhadas
no ar petas exploses de gaz ; oesta hypothese.
Of volcao de Mrassy, na ilha de Java o uoico
d'oode pode emanar esta chuva singular e feliz-
mente pouco commum.
orre da cathedral de Tours. Mr. G. Wrlhein, sa-
bio examinador da escola polytechnca de Paris e
om dos homem que, com a sua ciencia, mais
honravam Franga, sua patria adoptiva.
Era natural de Vieooa, mas nha-se estabele-
cido em Franga ha mais de 22 annos.
A MISERIA EM LONDRES.
A miseria e a-tome fazem terriveis dev*staces
era Londres, onde o rigor da temperatura priva
de trabalho s classes mafs numerosas e mais po-
bres da populaco.
0.3 estabelecimentos do soccorros sao asfalta-
dos de indigentes, que morrem de fotne, e a fe-
bre typhoide, junta ao flagello, fez numerlas vic-
timas.
As follias de Londres dirigem appellos ioces-
saotes caridade das classe3 abastadas, e oSIor-
nmg Post publica todos os dias um artigo lgu-
bre, cora o titulo o Os horrores de Londres, em
que o quadro dos soffrimenlosdos pobres pio-
lado na sua terrivel nudez.
NECROLOGIO.
O marechil francez Bosquel falleceu no dia 4,
em consequencia de uro ataque que leve no dia
8, do cruel sofTriraento quelho minava a exis-
tencia.
Morreu nos bracos de sua me, na propriedade
de Tresponey, era Pau, que tinha comprado ha
mezes.
O mareehal Bosqnet tinha pouco mais de 50
annos foi um'dos que se destinguiu na guerra
da Crimea, onde commandou a primeira diviso
do exercito francz, e onde f oo primeiro assalto Malakoff.
A Independencia Belga referia-se ha poacos
dias aura maoifesto sttribuido Francisco II.
que acorapanhava as bases de um novo estatuto
para a Sicilia, mas a folha de Bruxellas duvidava
transporte destes montes de feoo para a airos-
Era nrovavel- authenticidade daquclles documentos, que en-
MADAMA BISTORI.
A celebre trgica devia chegar Pars nos pri-
meiros dras de marco para a representado da
peca de Mr. Legouv o Sadona de 'or.no thea-
tro do OvJon, em que a eminente artista deve re-
presentar o principal papel. La Madona de 'or
ser representada por Mr. Ribes, Kime, Febvre,
Thiron e Madamas Rislori e Ramelli.
O MUNDO MARCHA.
Alguns fabricantes de pannos dos Estados-Uni-
dos apestaram receotemente 500 dallar como
em doze horas fariam executaras numerosas ope-
ragoes proprias para transformar a la em bruto
n um vestido completameote acabado.
E gaoharam a aposta.
No curto espaco de lempo marcado, a la foi
escolhida, azeitada, cardada, posta oa roca e fia-
da o fio posto oo tear e tecido, o panno- calca-
do, tiugido, estendido quatro vezes, passado oa
prensa, depois talhado e cozido pelo alfatate, e,
por tira, levado em triumpho por um dos aposla-
dores.
O panno oo era dos mais fios, mas bem prepa-
rado.eo vestido fleava perfeitamente pessoa pa-
ra quem fra feilo.
CEVA MATRIMONIAL.
...ABSORPCO.
A poltica absorvenle da Franga vae seu ca-
minho.
No dia 5 assignou-se em Paris o tratado em
que o principe de Monaco cede definitivamente
Franca os territorios de Mentn e Roqua-
bruoe.
A Franca d aopriocipe reinante 4 milhes de
francos, cooserraodo-o na plena propriedade da
cidade de Monaco com os seus 3.000 habitaotes
e com o titulo de principe soberano.
Dizia-se que o vendedor Honorato IV, serano-
meado senador de Franga.
UMA BOA TORTA
ltimamente chegou a Eoma para se alistar
novamente no exercito pontificio um campooez
brelao, que, ferido na.b*talha de Castelfidardo,
tinha ido curar-se para o sea paiz.
Chegando a Roma, pediu permisso para bei-
jar o p de Sua Saotidad, a quem se apresen-
tou vestido de campooez, com a medalha de Cas-
telfidardo na japona, levando oa mao uma tor-
ta feita por sus me, ao uso da Bretanha, e des-
tinada ao Santo Padre.
O camponez ajoelhou, beijou o p de Po IX e
Ihe entregou o presente de sua mae.
O Pontfice deu a bengo apostlica ao cam-
ponez e a sua me.
Apenas o mancebo se retirou, o Papa deu a
torta a alguns dos seus familiares para que a co-
messem.
Os (anulares voltaram logo e eotregarim ao
Papa um cartucho de 80 fraocos em ouro, que
estara dentro da torta, e que era o fructo das
economas da me do campooez da Bretanha,
que, pelo visto, ama excelleote catholica apos-
tlica romana.
Eis-aqui algumas particularidades curiosas
acerca da gordura entre as muiheres israelitas de
Tunis, que sao publicadas por um jornal francez
Nos paizes habitados pelos Musulmanos, o ser
gorda considerado como indispensavel & bolle-
za, e as raparigas cujas feiges mais se aproxi-
raassem do lypo i leal, e s quaes altasse este
sine qua non importante, atriscar-se-hiam ser-
Ihes muilo difficil encontrar um marido.
Os israelitas de Tuois adoptaram uma grande
parte dos costumes dos Musulmanos; estaramos
mesmo tentado a acreditar que anda se mostrara
maisiotrataveis que elles sobre o capitulo da gor-
dura. Quando uma rapariga Judia est para ca-
sar, de uso engordar durante os quarenta dias
que devora preceder o grande dia das nupcias.
Seguodo Mr. Dunant, oo a deixam sabir,
tem-a n'ura quarto escuro e fresco, dao-lhe
muito de beber, fazem-a dormir o mats possivel ;
mas meia ooite, sua mae fa-la levantar para a
obrigar i comer bolos fcitos com tariohas de plan-
tas oleaginosas, pouco mais ou menos como os
que se do aos patos na Europa. Se o seu noivo
a acha magra no Qm dos quarenta dias, os paes
continuara o mesmo rgimen por mais quinze
das, a risco de a (azerem morrer. A gordura ad-
quirida deste modo affirmam os rabes que nunca
mais desapparece.
As muiheres trazem as pernas e nos bracos
grossos aooeis de ouro oude prata ; sea noiva 6
destinada um homem viuvo oa divorciado,
pera-lhe os aunis que pertenceram primeira
mulher e sustentam-a de maaeira (az-la en*
gordar o necessario pau preeocher a eapacidade
dos braceletes.
A operac&o nem sempre das mais facis, pois
acontece muitas vezes quo uma mulher refracta-
ria engordar succede oulra de compleicao
ioleirameote diversa.
Assegura-se que certas damas, para chegarem
e engordar at ao ponto desojado, chegam a co-
mer cieztohos novo, meio reputado infallivel
para cooseguirem o fim a queso propem; outras
nutrem-se quasi exclusivamente de sesame, dor-
mem rite e tres em I* horas, e i (orea de cui-
dado e sobretodo dr indolencia, triumpham da
natureza mais rebelde.
A UNIAO AMERICANA.
Os estados unidos da America compuuham-se
de 18 estados em que permittida a escravido e
15 oode o oo Os 18 estados abolicionistas
cootm uma povoagao de 19 milhes de habi-
tantes, e os 15 partidarios da escravitura oilo
milhes e meio de bramos, e quatro milhes de
oegros tanto escravos como livres. Os estados
productores do algodo sao oito, saber : a Ca-
rolina do sul, a Florida, Georgia. Alabama, Mis-
sissipi, Arkansas, Luisiania e Tejas.
POBRE INDIO I
A ceremonia da abertura do parlamento inglez
foi assignalada por um incidente, que o Time
conta assim :
Durante o trajelo do cortejo real do palacio
de Buckingham Westminsler, um homem,
com o trago oriental, depois de ter rompido por
entre a multido era Derby-Street, foi apreseo-
tar um papel portinhola da carruagem da rai-
uha. O principe Alberto, teniendo algum alten-
lado, desviou violentamente a mo do persona-
gera, que se agarrou abertura da portinhola.
Assim repellido, o peticionario recebeu tres feri-
das profundas oo pescogo.
Foi logo preso pela polica.
< E' um indio de Calcuta,de 40 annos de edade,
que se chama Alikao, e que pretenda fazer va-
ler uma reclamaco contra o governo ioglez.
GRIME HORRENDO.
Dizem-nos de Ferreirs que, no dia 3 do cor-
rete, um pae desnaturado, uma fra orno ap-
parecem poucas, fra o assassioo de sua propria
filha I
Dizem que, estando a infeliz rapariga lavar
oas margeos do Do em ama propriedade
do pae. esto chegra ao p da sua desgranada
victima e a arremessra para o rio.
Accrestam que a infeliz quizera aioda ver se
poda salrar-se agarraodo-se urnas podras,
mas o brbaro e cruel matador, nao satisfeito
anda, dizem que a impedir, dando-lhe um em-
purro para o rio, e consummando assim a sua
obra de uma fereza incrivel I
Repetimos que nao podemos dar crdito um
maleficio de tal brulalidade.
E', porem, certo que esta noticia contrariada
al polos mais fugitivos sentimeotos de humani-
dsde.
Contra a possibilidade de um crime desta or-
dem se insurge a propria natureza. Has, passa
como certo.
FATAL ABERRACO DE ESPIRITO.
Uma mulher das cercanas de Morlaix (Franga;
apresentou-sa espontneamente ao commiasario
de polica, declarando qoe se entregava jus-
lic.a, porque, tioha dado a morte a tres flhos
seus.
O caso era, desgraciadamente, certo.
Mara Michel era horrivalmeote maltratada e
imeagada de morte por sea otando ha trazo au-
DESFORRA.
Como os legitimlaias fraocezea procuravam des-
conceltuar a familia Booaparte, aprOveitand pa-
ra iseo o pleito eotre os Qlhos das duas esposas
contemporneas do principe Jeronymo, por seo
turoe, o partido benapartista declara ter-se des-
coberto que o uqae de Bordeaux filho legitimo
do daque de Berry. Dtxem que este retirndo-
se do exercito de Conde, mal chegra i Ingliter-
Repete-se este acootecimento, revestido de taes
circunstancias, que paeece nao poder deixar de
ter sido observado por testemuohas oculares.
Nao sabemos se a autoridade tem podido desco-
brir melos de prora judicial, cocotudo confiamos
muilo na actividade da autoridade admioislrativa
e na judicial de Toodella, e nao duvidamos que,
ser verdade o que se diz, em breve o malva-
do, que teve coragem para aemelhaote alterna-
do, oslar entregue le para satisfago da so-
ciedade.
Dizem que nao este j o primeiro assassioio
commettido por este malvado.o que por taes gen-
tilezas j estirera cumprir degredo as costas
de frica. A' ser assim, mister agaimar este
tigre, mil vezes peior qoe os que poroam as cos-
tas de frica.
No momelo em que eslavamos escrevoodo es-
ta noticia, dos affiaoga pessoa, que se diz bem
informada, que diversas pessoas presenciaran!
este trgico successo, acresceolando aioda, para
demonatrago do estado de perverso moral do
pae feroz, que elle dissera com ioalteravel friea
para pessoas que iam em busca do cadver da
desgranada: Nao se iocommodem em procu-
rar mtnba filha, porque assim poupa-se a co-
ragem 1
Que monatro l
Que brulalidade I
Navio tahidot no dia 15.
Rio Grande do NorteHiate nacional Flor do
Rio Grande, capilo Miguel Archaojo da Costa ;
em lastro.
Porios do salPolaca hespanhola Pronta, capi-
lo Romio Ros, carga a mesma que trouxe de
Barcelona. Suspeodeu do lameiro.
Nao bouveram entradas.
PRINCIPE POLYGAMO.-
Parece que o principe Jeronymo Rooaparte,
cuja heranca disputara estllhos do seo casamen-
to com a princeza Catharioa de Wurtemberg o um
filho do seo matrimonio com a dama Pattersoo,
de New-York, teve ama terceira esposa, peis do
sea testamento, datado de 6 de julho de julho
de lsl, deixa ossa penso victalicia marqueza
Bartoloni, com quem declara ter casado (aceda
egreja.
i contramos em um jornal hespanhol, o que vamos
publicar em seguida.
Sicilianos.O joven rei das Duas-Sicilras foi
victima de prfidos conseihos. Cercarara-n'o de
vergonhosas traicoes. Hoje resiste heroicamen-
te em Gaeta. Com um p sobre este rochedo e
ovlro sobre Messina, parece militar e poltica-
melo um colono de Rhodes por baixo do qual
passam, cruzaodo-se, os oavio de uma poltica
estrangeira.
Uma monarehra de oito seculo foi violenta-
mente derrocada por uma bordadoaveotureiros
que o espirilo de diviso fez com que fossem cha-
mado e acolhidos. Debaixo da engaosa mas-
cara da uoidade italiana, por meio de um ple-
biscito brutal arrancado pela torga, est) fazer
de oo um rebaoho do escravos do Piemonle.
Tendea perdido toda a autonoma nacional.
As recordaces venorandas da historia di Sicilia
desappareceram debaixo da pressao ostrangeira.
A dymnastia legitima esl vacillante. Apoiai-a e
sustentai-a com toda a forja que d a unio.
Preferiris vos a anarchia um governo regular
moderado ?
O voseo rei abre-vos os bracos e eoofla-vos os
sentimentos- paternaes do aeu cc-rago. Desgra-
gadameote, j nao tem o seu exercito, porque
em grande parte se tornou infiel. E os geoe-
rses 1
Para vos restabelece o estatuto anglo-siciliaoo
de 1812, o parlameoto e ministio sicilianos res-
ponsavel, a Jministrago absolutamente separada
do continente, liberdade de imprensa, diminuico-
de imposto, aboligo da cooscripeo, exercito e
marinha sicilianos.
Permanecer era pessoa ontre vos durante qua-
tro mezes do anno, com o corpo diplomtico,
seus ministros e sua corle. Deixa-vos na sna au-
sencia um principe real na qualidade de rice-rei
cora plenos poderes:
Que mais podereis desejar ? Consullai os vos-
sos proprios inleresses. A Europa ameaga re-
novar o choque de 1815. Nao vos deixeis enga-
ar por charlales de liberdade, assalariados e
amigo da desorden).
As revolugoes sao s vezes meios para procu-
rar obler um raelhor estado, mas nao devera au-
torisar imprudentemente maiores desordeos. O
que se chama soberana do povo consiste no ejer-
cicio dos direitos de cada um, e uo em uma re-
bcllio desenfreiada contrs o poder real heredi-
tario, consagrado por mais d'um seculo. Estis
borda de um espantoso precipicio. Olhai para
vos, e reuni -vos todos.
Aeeitai os dez arligos do novo estatuto que vos
aprsenlo: o ramo de oliveira da paz, que a
pomba vos leva depois de ura diluvio.
Dsi expontaneamente asylo uma familia ven-
dida e abandonada, mas Grme na desgraga, cheia
de esperangas e j instruida por lerriveis liges.
Daris vossa patria uma aureola de gloria, e a
prosperidade, extraoba s paixes de hoje. ha
de proclamar a vossa prudencia, o a vossa sabe-
doria.
Base do estatuto.
1. Tornar reger a constituido de 1812,
salvo as modificages que, de accordo com o par-
lamento, se julguem necessarias para a reunio
das duas coras na cabeca do mesmo principe, e
das que se julgarem precisas s necessidades dos
lempos.
2. Ser promulgada uma amnista completa,
e harera um absoluto esqueciraento de lodos os
ar.onlecimentos passados, com a garanta de ad-
raittir oo desempenho dos cargos pblicos ho-
rneas de todos os partidos anteriores, com tanto
que tenham adherido francamente mooarchia
acreditada, e que reunam as coodigoes indispeo-
saveis de eapacidade e moralidade.
3.a Adrailte-se como principio fundamental
que as Duas-Sicilias tero com o mesmo rei uma
administrado totalmente iodependeote, e um
parlamento distioclo.
4. Attendeodo que o rei o mesmo eotre
os dous pavos, assim como sao os mesraos os
seus proprios inleresses, e que oo podem ler
mais do que uma s e ideotica representarlo, e
um uoico mioistro dos negocios eslraogeiros, os
agentes diplomticos do rei as cortes estrso-
geiras represeniaro ao mesmo tempo os dous
reinos.
5 Perteoceodo ao rei os direitos de paz e de
guerra; exigiodo a defeza das Duas-Sicilias a
unidade de direceo e a (orea executiva, e atten-
dendo topographia de ambos os paizes, os mi-
nistros da guerra e da marinha sero os mesraos
para as Duas-Sicilias.
6." Pelas razoes anteriores sero communs aos
dous paites as cousas que dizem respeilo pes-
soa do rei, e da sua real familia, s ordens de
ca vallara e da-chancellara do estado, a publica-
gao das leis, o archivo dos ttulos originaos, de
concessdes e outros actos relativos, e indiviaibi-
lidade do exercicio das prerogativas reaes.
7." A proporgo das contribuiges das Duas
Sicilias destinadas cobrir as despexas marcadas
pelos nmeros 4, 5 e 6, ser sempre de uma 4.*
parte.
Todava a necessidade de reconstituir o estado
e de reorgaoisar o exercito, exigem que por esta
primeira vez e at que chegue reuoir-se o par-
lamento, a quota militar da Sicilia se Qxe em 40
mil homens, dos quaes se contarlo voluntarios
engajados e estrangeiros assoldadados, afim de
alliviar o paia do peso dos quintos;ludo salvo
a resolugo que podo lomar u parlamento em re-
lago eslo assumpto.
A proporco dos encargos para a maouteogo
do exercito ficar oa mesma relacocom o total
das despezas que cima tica indicado, ou meos
se fr possivel.
8. Os ministerios da ilha, iocluindo a presi-
dencia, estaro em ludo separados e sem depen-
dencia alguma dos do continente.
9." Garante-se a permanencia do rei na ilha
durante tres ou quatro mezes em cada anno. A
durago destas visitas ser sempre proporciona-
da importancia das povoagoes e ao numero das
proviocias.
10. Nos iolervallos ficar S. M. investido, com
a autoridade de vice-rei, em um priocipe da sua
familia, ou algum outro personagem siciliano de
dislioccao, com plenos poderes para desempenbar
o seu cargo.
Gaeta, 15 de Janeiro de 1861 Francisco II.
Visto pelo presidente do conselho de ministros e
assigaado, Catelta.E' copie conforme.O agen-
te diplomtico, Baro de Bellagera.
[Commercio do Porto.)
dote: era o mais moto dessee cinco irruios Mas-.
sa, anido pelos-eovos Fagos de um mesmo apos-
tolado nessa Cbioa torn**r sna patria de dop-
gao. Hadte a noca dedea-va-se elle generosa-
mente ao servigo dessa mi ufo, que vira-succes-
^'MgfSjtohirem ao trabalho tres de seus
(rifaos. Corral tires, elle morrea como bravo no
posto assignaiado ao sea zelo. Drgoo emulo do
eas unaos mais velhos, elle o verdadeiro ri-
val de seu corajoso irmo Rene, morto de fra-
queza durante a Tome de 1853 por rnrver esque-
cido su.s proprias fadigas emquanio cuidara
cora urna ioexgolavel previdencia de multiplicar
junio de seus pobres christaos os recursos dess
caridade.
Se no fosse um dever terminar, mesmo quan-
do resisto muitas consas a dizer, convida eollo-
car aqoi o qusdro desoledor do incendio dos
arrabaldes de Shaog-Hai; mostrar o corlegie de
Zi-Ka-Wei saqueado por seu nevos habitantes os
Z,n-M)s; narrar como elles Azeraa em alguns
dias um montSo de ruinas dessa casa que abriga-
ra alada ha pouco nossos raissioaarios e sea
pacficos discpulos; mas convm eoocluirmos*
este golpe de vista suramario sobre es-desgragas,
que pareccm aioda nao ter altiogide seo derra-
deiro periodo.
No meio deasas provengas nossos padres>o
teem perdido a coragem ; elles vo coottnuer a
obra mal teoha o horisonte clareado uo> pouco ;
ou aotes, elles continuara seus trabalho de lelo
oo obstante suas legitimas tristezas. Elles sa-
bem que a cruz o estandarte da satvaco ;
assim oo desesperara em quaoto se seoteza abr*
gados por ella. A forga que o sustm d'aquettas
que nao engaara. Ha mnito tempo alera dtsso
que elles disseram adeus s esperangas- da
trra.
c Henmqi:s he Reonon,
c Da compaxthia de Jess.
[Le Monde.S. Filho.)
SUICIDIO.
UltimaaKRla iuicid.oo.-te, precipitajjd,o-ae, dt
< Elle conseguo achsr e sepultar o padre Mas
sa, assim como quinte meninos. Assim morre-
ras) oeste drama terrivel uma duzia de christaos;
uos, massacrados, outros afogados, quereodo
apesar de feridos alravessar o caoal. Viole e sete
cadveres achavam-se juntos.Qual foi o nume-
ro exacto das victimas immoladas sem defeza
oessa tarde de luto ? Que genero de morte tive-
ram ellas de soffrer ?- Al aqui oo hi noticias
precisas.
< O padre Luiz Massa liaba de idade trila e
dous inaos, o apena os, al gura anuo eta. sacer-
_Nao era possivel que a perda da Lombardi
nao affeetasse a fortuna comrnercial da Austria.
Vir algoem fallar em eslalistica rro meio dos dra-
mas portentosos qne ha dous annos teem lugar
oa Europa do sul (e hoje diramos quasi em lo-
dosos ponto* do globo-, desde Pekn al Char-
lestoo), por cerlo arriscar-se a oo ser ouvi-
do. Entretanto, esserdramas, essas comraoges-
polticas se traduzem ou se bao de- traduzir em
resultado econmico; ora, j que temos agora
entre mo o quadro do commercio exterior da
Austria em 1839. pedimos liceoeapara dizer.*
alias em poucas palavras-, quanlo custou ao im-
perio austraco no crrenle anno a perda das
proriocias lombardas. Perda saudavel, nao hi-
sitamos em assim qualifica-la, anda para a Aus-
tria, pois afinal que vaolagem, que sade pode
um corpo humaoo ou poltico esperar cother de
um membro continuamente agitado por umi ta-
bre abrasador e ao qual a forga da cousas fez
eahirem completa desarmonia consigo? Mas
isso nao em rigor do nosso assumpto.
O commercio exterior da monarebia austraca
dra em 185 (exceptuando-se o Mansito e a re-
eiporlago com que oo se oceupam os quadros
iraperiaes) uo total de 593 milhes de florios,
.u, a 1.000 rs. o Honra, 59*,000,000,000 de reis.
E era 1839, oo chegou elle justamente a 556
milhes de florios, e que, segundo o novo valor
monetario, prefaz um total de 556.000,000,000
rs. O dficit elevar-se-hia assim a 40,000,000,000;
porm a'nda nao tudo : em qnaotu a importa-
gao descia em 1859 de 334.800,000,000
268,000,000.000 rs. (perda 66.800.000,000 rs.) a
exportagao crescia de quasi 2,000,000,000. Ora,
esse accrascimo era uma simples apparencia :
coajpunlia-se exclusivamoDte de numerario,
cuja sahida, em falta de retorno em raercadorias,
exceda era 1859 d quasi 25,600,000,000 rs. o de
1858. De sorte que oa realidade a balanga do
commercio austraco resolve-se o'um dficit de
raais de 80,000,000,000. Tal a dimiouico
resultante para as traasaccoes internciooaes do
imperio, jalao profunda mente abaladas em seu,
crdito publico, da perda das oreviocias lom-
bardas, a qual, alera disso, comegou apeoas a
produzir eleiio, como se ho de lembraj, no mez
de abril ou de maio, uto oossele ou oilo l-
timos mezes de 1859. Naturalmente a renda das
alfaodegas austracas resseotiu se da graoda
baixa das importages : de 22,800,000,000 rs,
desceu ella a 14,400,000,000 rs.
Com effaiio, a Lombardia, sob o ponto da
vista da troca, era uma das primeiras foole.da
riqueza do imperio; era o seu maior patrimonio
agrcola. Se a Hungra, a Bohemia, a Mor&via, a
Slyria a Traosylvaoia, a Austria propriameolo
dito, offerecem graode recursos por causa de
suas produeges florestaes e mioeraes, assim
como de suas industrias muoufacloras, a Lom-
bardia, ou aotes a Lombardia e a Va necia (duas
partes que prendera indissoluvelmenie suaa re-
lages econmicas) abrirm sempre um campo
immenso s emprezas do trabalho agrcola ; ao
menos a agricultura o elemento predominante
as provincias lombardas, e sabido a que
grao de perfeigo ahi lem chegado a economa
rural, especialmente oo que diz respeilo s ir-
rigagoes, foote de uma riqueza Dcaiculavel, do
solu mais frtil, em cereaes, arroz, mitbo, las,
couros, vinho, azeite, queijos, caohamo, e mor-
mente em sedas. Para s fallar nesse ultimo-
producto, avalia-sc em oo menos de 2.050,000
arrobas (oos annos boas) de csalos a colbeita da
Lombardia e Venecia e nesse numero s as pro-
viocias da Lombardia entrara com dous tercos.
Isso pode representar 615,000 arrobas de seda
bruta formaodo um valor de 5 a 6 mil coolos de
reis que eleva a cerca de 7 rail coolos a colheita
de sedas piemootezas; e toda essa materia pri-
ma que exportada por Genova,por Nice,pelas roa-
teiras sardas vae alimentar as grandes fabricas
de Franga, da Suissa, da Prussia e da Inglaterra,
oceupar mais de 250 mil operarios, e pelo tra-
balho delle, cooverier-se o'um valor de quasi
800.000,000,000 rs.
'J qu acabamos de mencionar o total das
traosaeges commerciaes da Austria, lembremos
tambom (j o fizemos em outro tempo) o valor
das trocas do grupo de estados que vae formar
em fim aquelle reino da Italia cuja nacianalida-
do todos os dias se separa das sombras do pas-
sado com um accordo que quizeramos ver mais
proouociado aioda.
Para as seis fraccoes chamadas s compdr esse
corpo poltico de 2o milhes de homens, a troca
internacional nunca excedeu at aqui de.........
680,000,000,000 rs. (metade pertence aos estados
sardos), nos quaes entra o nosso commercio com
200,000,000.000 rs. Tem-se por cerlo o direito de
esperar mais para o futuro da Italia restaurada ;
tudo o que ahi anda ligado ao commercio, in-
dustria, s arles, tudo que compoe a parte illus-
Irada da populago quer a ordem, a paz, o traba-
lho, e ahi est, como o provam hoje os fados, a
verdadeira maioria nacional, aquella de que nao
ha que receiar nem excessos revolucionarios nem
abandono da justa causa da independencia ; ora,
para essas classes, destinada, a ama melbor
ordem poltica, que vo as mercadorias importa-
das do eslraogeiro, morraeote as nossas. sa-
bido que a maior parte dos estados italianos teem
ainda poucas fabricas; de Franga que sempro
tiraram quasi todos os arligos que consomem ;
ora, se elles precisara de nossas sedas, pannos,
assucar, movis, joias, mechaoica, livros, etc.
oo precisan) meos vender-nos, o Piemonle,
suas sedas, azeite, gado, lss, arroz, etc.; ap-
les e Palermo, azeite, eoxofre e sal; Veoeza, se-
das tamben e seus preciosos cryslaes; torne,
madeira, potassa, sebo e graos ; Toscana, Parma
e Modena, sedas, coraei, roetaes, marmores, pa-
lhas trabalbadas ; a fiomnba, cachamos, las,
madeiras, pelles e tambera seus artefactos de a~
tiguidadet artsticas, etc.
Todos esses recursos, elementos fecundos do
commercio ilaliaoo com Marselba, onde acha elle
0 priocipal mercado, permanecern) relativamen-
te pouco productivos al aqui oas mos dos an-
tigos governos, traeos oo oppressores, da Italia
meridional e central, ellas o que oo viro a ser
fecundados pelo poderoso sopro de uma naciona-
1 idade senhora de vinte portos oo mediterrneo*
e no adriatico, livre hoje das innumeraveis bar-
reiras qoe Ibe embaragavam o commercio assim
como dos rgimen administrativos que coodem-
navam i immobibiade o maior parte de suas
proviocias; de ama naciooalidade forte por sua
ooidade poltica, comrnercial, econmica, cami-
ohaodo emflm livre, isenta de toda a pressao es-
trangeira e senhora de seo futuro T
Contra Dcportis.
(l Journal dtt DlbaU.Vi. OcrBanott.)
?W,^ TTP. DS H* I, DI f AJLUL -1881,


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