Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06149


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Full Text
1110 IIIT1I IDIEIO (O
Por tres mezes adianUdos 5(000
Par tres nezes vestidos 6}000
OOAEIi FEIBA 13 1E 1110) H I8S1

Par anno ad sotad 19$000
Parle fraico para a subscriptor.
MCARRBGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima *
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silra; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Braga; Cear o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranho, o Sr. Manoel Jos fclar-
tins Ribeiro Guimaraes ; Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo daCosU.
PARTIDAS DUS UUKKtaus.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caraar, AUinho e
Garaohuns as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas feiras.
Cabo, Serlnhaem, RioFormoso, Una,Barreiros,
Agua Preta. Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correiospartem as 10 horas da manha)
IIARIdUCU
EPHEMER1DES DO HEZ DE MXRCO.
3 Quario mioguante as 4 horas e 56 minutos da
tarde.
11 La ora as 11 horas e 18 minutos da man.
19 Ouarto crescente as 3 horas e 12 horas da
| tarde. T
[26 La cheia as 11 horas e 55 minutos da man.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horas e 6 minutos da manha.
Segundo as 6. horas e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
11 Segunda. Ss. Candido e Heraclio mm.
12 Terca. S. Gregorio Magno p. doutor da egr.
13 Quarta. S. Eufrazia t. m. ; S. Rodrigo m.
14 Quinta. S. Mathildes rainha ; S. Afrodizio m.
15 Sexta. Commemora^o da Paixio de J. C.
16 Sabbado. Ss. Cyriaco e Tariano mm.
17 Domingo da Paixi|o ou de Lzaro; S. Patricio.
AUlMKNClAS UO TRIBUNAlia DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : segundas e quintas.
Relaco: tercas, quintas e sabbados ss 10 horas.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do eommercio : quartas ao mel dia:
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira rara do cirel: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda rara do cirel:
hora da tarde:
PARTE OFFICIAL.
I ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SfjL<
Alagoas, o Sr. Claudino Falcio Dias; Babia
Sr. Jos Martina Aires; Rio de Janeiro, o Sr
[ Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBL'CO.
O proprietario do diario Manoel Figneiroa de
quartas e sabbados a 1 j Faria.na sua Urraria praga da Independencia ns
6e 8.
Ministerio da fazenda.
EXPEDIEXIE DO DIA 22 DE DE/.EMBRO DE 1860
Circular s thesourarias, declarando que das
decises de que trata o art 23 do decreto n. 2,313
de 29 de Janeiro de 1859 podem mas nao devera
necesariamente dar conhecimeoto ao thesouro,
porquanto toda a responiabitiJade cabe aos pre-
sidentes das provincias, a cuja deiiberaco de-
finitiva sao ellas subuettidas ; sendo que de tal
cioiiberaco, nos termos do art. 45 do regulamen-
J o. 1-24 de 5 de feveroiro de 1842, se podem
interpr os recursos legaes, e queis thesourarias
cumpre, quando a julgarem coatraria as inte-
resses da (azeoda nacional, requisitar dos pro-
curadores scaes respectivos que cxtfcutem a
parte final do cilado artigo 23.
A' da l'arahyba, declarando que nao era
oungda a dar conta, como deu em seu offkio
de 7 de agosto ultimo, da sua deciso julganlo o
promotor da capital da dita provincia, bacharel
Joaquina doNasciraeoto Costa Cunha Lima, com
direito maioria do respectivo veucira#hlo, nao,
como elle pretenda, desde 26 de setembro de
18j7. dita da loi n. 939 que autorlsou o go-
verno a elevar at 6J[)> rs. os ordenados dos pro-
motores que os livessera menores, mas sim des-
de 17 de novembro da 1839, data do aviso do mi-
nisterio da justifique rnandou abonar mais 100J
ao mencionado promotor; porquanto tal deciso
e do numero daquellas de que trata o artigo 23
do decreto de 29 de Janeiro de 1859, sobre as
quaes compele s presidencias das prorincias
deliberar deniivameqle, nos termos do artigo
*% 0 regulamento n 121 de 5 de fevereirj do
1812, cabendo s partes os recursos legaes ; o
que se observa raesma thesouraria em oulra
ordem deaU data sobre idntico assurcpfo.
A' mesma, declarando, em resposta aos
Hioios ns. 76 e 77 de 28 do passado e4 do
que em algumas provincias se tem entendido que
as disposicoes do capitulo 6o titulo 5o do regola-
ment mandado executar pelo decreto n. 2,647
de 19 de sotembro ultimo, obrigtm a deposito em
trapiche ou arraazem alfandegado os gneros de
producQo nacional destinados a exportacao : de-
clara-se. para que as thesourarias cumpram, e
facam chegar ao coohecimento dos iuleressados,
que semelhaate intelligencla se nao deduz do re-
ferido captulo 6o, o qual neohuma obrigaco im-
pde aos donos ou consignatarios dos productos
nacionaes destinados a exportacao de recolhS-los
a armazens alfandegados com excluso de quaes-
quer outros, anda que do sua propriedade ou de
terceiros, habilitados para receb-los, excepto a
agurdente destinada ao consumo desta corle.
Nao sendo devidos os direitos geraes de exporta-
Cao sobre taes gneros seno quando exportados
para fra do imperio, claro fica que s oesta hy-
pothese caba administraco acautelar o ule-
rease da flscalisaco com a maior commodidade,
e expediente do eommercio.
Neste intento providenciaran! os 9 e 10 do
art. 62 do citado regulamento, que conservaran
a doutrina preexistente dos arts. 167 o 168 do de
30 de maio da 1836. Se os gneros destinados^
exportacao acham-se depositados em armazens
alaudegados, procele-se a respoito do seu em-
barque e despacho na forma do 10 do art. 612
do regulamento de 19 de setembro deste auno,
seguindo ellos do trapiche ou armazem para bor-
do da embarcaco que os tem de transportar: se
porm foram recolhidos em armazens particula-
res nao alfandegados tem lugar o seu embarque
de couformidade com o 9o do mesmo art. 612,
devondo passar pela ponte, armazem ou ponto
designado para esse fim pelo chefe da reparticao
fiscal.
Para facilitar ao eommercio poderlo as thesou-
rarias marcar um ou mais lugares, ou pontos de
embarque, onde a conferencia dere ter lugar.
A' do Para, declarando, om resposta ao seu
OllleioV 196 de 7 de dezembro ultimo, que a
nomeaco para coramaodante da barca de viga
a vela deve recahir em pessoa prolissioual, nao
crrante, que por este vapor Ihe ser remettida ,
como supprmento a qnanta de 10:0003 rs.; e f deTe recanir em pessoa profissional, nao
ao so podendo avalar pelos ditos offlcios qual Podeudo por isso ser approrada a que propoz em
> n VBrila4.;.. .~-J~ .1 e SHII dito nfTipin- a a As. *n* n n. 4.'_ !! _.
pessoa
podeodo avalar pelos ditos ofcios qual Poa*endo P" isso ser a|
o verdadeiro estado dos cofres, cumpre que seudll officio ; e a do respectivo escriro, se
couber ua lotaQao esse lugar, deve recahir era
ro com o saldo de de- Por es.la occasiao ordena-ae que
) mencionar dislincta- ,$* dos (Sardas, na forma da c
somraa decretad para 4 mez Psad. os que excede
aes marcado n tabella o. 4 do regul
n
seja
a thesouraria remella irapretervelmente nos pri
meiros dias 1 '
monstrativo d
rante o corrente
da receita de
procede da re _
sobre a thesouraria de Pernmbuco, d'asremes-
sas fetas por esta e dos suppriraentos recebidos
do thesouro ; deveodo outrosim declarar quaes
os servaos ordinuos o extraordinarios a que
tem de occorrrerem Janeiro com o saldo de de-
zembro, nos quaes deve
mente a importancia da
auxilio das obras provinciaes.
26
A s presidencias das provincias onde ha ban-
fS i6 c'r,:ulaS*o. declarando que os vencimeu-
los dos tiscaes dos bancos de que trata o Io do
art. 3a do decreto n. 2,630 do 3 de novembro
prximo passado abrangem lodo e qualquer ven-
cimento, sem dedu;ao de graticaco alguma
que, inj.ida mesmo a titulo de quebras, perce-
berem os respectivos gerentes. i
.,u 27- I
A tnosourana de Pernambuco, indeferindo o
requenmento transmiltido com o ofciu da pre-
sidencia n. 248 de 4 de julho ultimo, no qual
Jos Alexandre dos Santos pedia urna indemn-
sacao por prejuizos que allega ter soffrido du-
rauto a reholla de 1818. visto achar-se proscripto
o seu direito por nao haver requerido dentro do
prazo de cinco aonos; devendo a thesourarii
intimar a parte para os effeitos legaes do recurso
edar conta do assim o haver feilo ; e outrosim
prevenir ao procurador-fiscal da referida deci-
so. adra de qua possa a todo lempo, quando
por ventura o supplicante queira mover questo
em juizo, exceptuar com a incompetencia do po-'
aer judicial para conhecer de questao j decidida in~n
contenciosamente pela adrainistracao da fazenda :
e promover o conflicto de iurisdiccao em lempo TL .Assunk(lue. na rma da circular n. 84 de
oppoituno. H i4,,de dezembro passaJo smente deviam flear
A' mesma. autorisando-a, vista do re- ?.!,, 0S qu,e "cedessa,ra <> numero flxado na
querimento de Cietano Pereira de Brito trans- I dlt0 re8ulamenlo, e cumpre que
mittido pela presidencia a 16do-mez passado. < f"! ?%* UAdo 8 .proceda, neo devendo, emquan-
para arbitrar ao supplicante. ouviodo oprocu-' -- ex" lrem- lerem 8ult0 de3,lno.
rador fiscal, a graticaco razoavel que lhe pode'
conheca nao ser sufficiente para o rescat, o pra-
zo de quatro mezes primeiramente concedido.
14 \
Circular s thesourarias, transmittindo a ordem
junta que acompanha as tabellas que regulam os
objectos de armamento e corrame dos guardas
das alfandegas, sou valor e lempo de duraco.
ORDE A' QUE SE REFERE A CIRCULAR SUPRACITADA.
I
Ministerio dos negocios da fazenda. Rio de
Janeiro, era 14 de Janeiro de 1861. Angelo Mo-
oiz da Silva Ferraz. presidente do tribunal do
thesouro nacional, ordena, em rirtude do art. 44
do regulamento que baixou com o decreto n.
2,647 de 19 de setembro de 1860, que os objec-
los de armamento e corrame dos guardas das
alfandegas, seu valor e lempo de duracao sejarn
regulados pelas tabellas juntas. Anoefo Monis
da Silva Ferraz.
N Tabella das pecas de arma-
mento e corrame a que se
refere a ordem desta data.
CLASSIFICACO
Mosquetao completo, ou espin-
garda de adarme 12...........
Pistola completa.................
Espada...........................
Bandoleira.......................
Escovinha e agulheta com correa
Cintura o cora patrona e canana
Cartuxeira de folha para canana.
Cartuxeira de dita para patrona..
Bainha de espada..............
Porte para pistola................
Estojo rompalo para mosquetao
. guardas Joo Baplista Lima, Joaq_.
Martins Poreira e Fernando da Silra Gon;alves
Campos, faz-se necessario que remetta ao the-
souro os competentes papis e documentos. E
por esta occasiao ordena-ae que mande addir
circular n. 84 de
erem o numero
.. ragulamento das al-
nndegas, nao deveodo emquanto exislirem ter
outro destiuo, e nem o numero dos guardas da
mesma tabella poder ser preeochido emquanto
existirera os que Ocam addidos.
A' de Pernambuco, ordenando, rista do
que a mesma communicou em 17 do dozembro
prximo passado, que informe qual a lei que
creou o lugar de administrador das capatazias da
extincta mesa do consulado da provincia, quaes
os respectivos veocimentos, e outras circums-
tancias que occorrerem; e quanlo aos guardas
declara-se, que nao tendo o regulamonto das al-
fandegas fixado a duraco do lempo de servio
para os guardas que forem incorporados, a cir-
cumstancia de lerem mais de 40 anoos de idade
nao motivo bastante para que os existentes no
lempo da execuco do mesmo regulamento se-
jam addidos ; aleni de que, sendo certo que para
admissao ou contrato dos voluntarios se requera
idado de 40 annos. e que o lempo de servico seja
pelo menos de 6 aonos (srt. 46 2o), e por ou-
tro lado garantindo o art. 97 aos que tiverem 30
aonos de servico a reforma com sold por ioteiro
visto que o servico a cargo dos guardas nao
iocompativel com a idade pelo menos de 47 an-
Ncta.Quando se use de espingarda comple-
ta, ter lambem marlelinho, sacatrapos, guar-
da fechos e bainha de baioneta. Rio de Janeiro,
14 de Janeiro de 1861.Angelo Moni: da Silva
Ferraz.
IV CTabella dos precos de arma-
mento e corrame, a que se
refere a ordem desta data.
CLASSIFICA.QAO
Mosquetao, ou.................
Espingarda de adarme 12.....
Sabr do mosquetao...%......
Vareta do mesmo.............
Baioneta de adarme 12........
Vareta de adarme 12..........
Pistola........................
Vareta de dita.................
Espada cutta..................
Accessorios ou estojo para o
mosquetao..................
Marlelinho....................
Sacatrapos....................
o
I
I
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
Pregos
109000
9&0O0
39500
19000
22li0
1S000
6O00
500
35500
13*20
600
400
competir, na forma da excepeo 2* do artigo 5o
d.o decreto n. 1,995 de 14 deoutubro de 1857,
pelo tempo qne servir interinamente o lugar do
solicitador dos feitos.
- 28
Circular s thesourarias, remetiendo, de con-
formidade com o aviso do ministerio da marinha
de 28 de novembro ultimo, para o devidocum-
pnmento, o decreto n 2,698 de 21 do referido
inez, e a tabella a que o mesmo se refere, de-
signando as maiorias de embarque que dovem
perceber os olieiaes da armada nacional e im-
perial.
31
Circular s thesourarias, remetiendo, pars seu
conhecimento e devida execuco, o decrelo n.
2,713 de 26 do mez corrente, que manda execu-
tar o regulamento do imposto do sello e de sua
arrecadaco. Remetleram-se exemplarcs do
mesmo decrelo aos outros ministerios.
A* de Pernambuco, em resposta a seu officio
de 17 do corrente, no qual consulta em que ma-
terias devem ser examinados os concurrentes aos
lugares de praticanms da alfandega, declara-se
que os artigot 74 o 76 do regulamento de 19 de
setembro ultimo sao muilo explcitos a este res-
peito, e nenhuma duvida se devia offerecer
thesouraria se attendesse : Io, que pelo artigo
67 os lugares de praticantes sao de Ia eotrancia
2, que o provimento dos lugares de Ia eotran-
cia s pode ter lugar mediante coocurso e exa- ""
na forma eslabelecida pelos artigos 73, 74 e *pos __a rae----------.....----------r- -.-.
seguintes, como ordenado pelo art. 68.
A' mesma, em resposta a seu officio de 15
do corrente, em que d conta de haver estabele-
cido que o sello dos despachos tanto de impor-
taco como de exportacao fosse arrecadado ees-
cripturadocom os direitos dos mesmos despa-
chos, declara-se que os despachos de importa-
rlo e exportacao nao esto sujeilos a sello, por-
que sao documentos que pertencem ao expedi-
ente da alfandega, e vista da disposico do art.
703 do regulamento de 19 de setembro do cor-
rente anno nao sao obrigados a essa laxa.
4 DF IANE1RT) DE 1861.
Circular s thesourarias, commuoicando, que
tendo entrado em durida na alfandega da Baha
ae nos despachos de que trata o art. 645 do re-
guiameotode 19 de setembro do anno prximo
passado se deve exigir a flanea mencionada na
circular de 25 de novembro de 1842, declaraba
5ne tal flanea flcou dispensada pelo art. 2i do
ecreto de 26 de abril de 1854, e nao foi resta-
belecida pelo referido art. 645. Este artigo s-
mente obriga os donos de embarcaces a assig-
narem tormo de reapoosabilidade pelo destino
legal dos gneros despachados e transportados
para outros portos do imperio ; e na falta dalles
podem os ditos termos ser assigoados pelos res-
pectivos consignatarios; ou na ausencia de am-
bos, collectiva ou separadamente, pela pesSoa
ou pessoas ioteressadas na carga exportada ou
no navio.
5
Circular s thesourarias, communicando que
haveodo cnegado ao coohecimento do thesouro
nem o numero dos guardas aer preeochido em-
quanto hourer addidos. E quanto aos lugares de
agente fiscal, pdem ser para ellos nomeados
empregsdos do qualquer ordem, e at guardas,
deveudo os confereotes ir para o lugar de em-
barque ou sahida, ou para os trapiches para se-
methante flm, se nelles tiverem lugar as confe-
rencias do embarque e sahida. E finalmente,
quanto aos officiaes de descarga e guardas, nao
coovm que tiquem addidos s secjes, atiento
o disposto no art. 37 do regulamento e mais
disposicoes a respeito.
A do Maraobo, respondendo no sentido
da ordem cima transcripta ao seu officio de 12
de dezembro ultimo, em que participa ter man-
dado incorporar forja dos guardas da alfandega
6guardas e addir 12 mesma forja.
A" do Rio-Grande do Norle, declarando,
em resposta a seu officio de 15 de julho de 1858,
que tendo o escriptararo da alfandega respectiva
Joaquina Candido Pessoa fle Seixas, direito gra-
tificaco do lugar de escrivo que exerceu interi-
namente, de conformidade com 1. do art. 3.
do decreto n. 1,99o de 14 de oulubro de 1857.
at o da 29 de Janeiro de 1859; e dessa data em
diante se conlinuou a exercer o dito emprego
cabe-lhe a quinta parte de todo o rencimento d
esenvao, cumpre que assim se pague ao meucio-
uado escriturario.
11 -
Ao ministerio da marinha, declarando, em res-
em que requisita que as despezas corresponden-
tes ao material de marinha relativamente s pro-
vincias onde nao ha arsonaes nem estacos na -
vaes, sejam effectuadas nessas provincias por
conta do municipio da corte e levadas s verbas
correspondentes, sendo assim escripturadas e
mencionadas as demonstrac,es: que nao ha
necessidade de expedir circular s thesourarias
de fazenda sobre esta exigencia, visto que a dis-
posico conlida no supracitado aviso ha nimios
annes se acha consignada as ordens da distri-
buico dos crditos. Roga-se, porm, ao dito mi-
nisterio se sirva declarar qual o Om que teve em
vista com a mencionada exigencia, e se lhe cons-
ta que nao tenha sido observada a referida dis-
posico, para em tal caso lomarem-sa as provi-
dencias que se julgarem convenientes.
12
Ao fiscal do novo banco de Pernambuco
em resposta ao seu officio de 10 do Aj passado',
em que consulta se o banca de Pernambuco pro-
ceden bem, contando a data dos quatro mezes
concedidos para a substituido das notas inferio-
res a 25)000 desde o da dos annupcios manda-
dos fazer logo em seguimento aos oito dias da
publicago do decreto n. 2,664 de 10 de oulubro
do 1860; declara-se que fica approrado o proce-
dimento do banco, por ter dado a este objecto a
sua rerdadeira intelligencia ; e nem era possivel
que outro fosse o modo de entender, sem qne
dalle resultasse diminuicio de piazo aos porta-
dores das notas, diminuidlo que o gorerno nun-
ca aatorisou, facultando pelo contrario, no art. 1.*
do dito decreto, na prorogacio, togo que se re-
Cinturo com chapa...........
Canana com cartuxeira da folha
Patrona com dita de dita......
Bindoleira para o mosquetao
Dita para espingarda..........
Bainha do sabr com ponteira
o bocal......................
Dita de baioneta com dita, dita
Escovinha e agulheta........
Correa envernisada para a dita
Porta-pistola..................
Bainha de espingarda curta
com ponteira e bocal.......
G uarda -fecho..................
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2>700
800
2(500
800
800
29800
19200
1*000
240
1*000
39000
500
Rio de Janeiro, em 14 de Janeiro de 1861.An-
gelo Moniz da Silva Ferraz.
Circular s presidencias das prorincias, de-
clarando que nao pertencendo ao ministerio da
fazenda temar conhecimento das operajes das
companhias que nao forem de bancos, cairas
econmicas, e montes de soccorro, e sim ao mi-
nisterio do imperio, a este devem ser remetii-
dos os documentos relatiros a taes operacoes,
como balanjos, demonstrares, etc.
A' thesouraria do Miraoho, declarando em
resposta aoseu officio de 26 de dezembro prxi-
mo passado, que os aotigos guardas de 1* e 2*
classe da alfandega da mesma prorincia rolun-
lariamento se contrataran), devem ser ralidos os
seus contratos, e quanto aos que forem manda-
dos addir respectiva forca, cumpre observar
em conformidade do aviso de 5 do corrente diri-
gido presidencia da mesma prorincia, que a
circumstancia de lerem mais de 40 annos de ida-
de nao motivo bastante para deixarem de ser
encorporados; alm de que, sendo certo que,
para a idmiss.o ou contrato dos voluntarios, s
requer esss idde, e que o tempo de serrico seja
pelo menos de seis annos {art. 46 Io); e por
outro lado garantindo o ari. 97 1" aos que ti-
verem 3 annos de servico reforma com sold
por inteiro, claro que o servico a cargo destes
empregados nao incompativel com a idade, pelo
menos de 47 annos; assim, que, na forma da cir-
cular o. 84 de 4 de dezembro prximo passado
rnente deviam ficar addidos os que excedessem
o numero marcado na tabella n.4 do regulamen-
to, nao dereno os addidos emquanto exi3tirem
ter outro destino, e nem o numero dos guardas
ser preenchido emquanto hourer addidos.
16
A" thesouraria do Amazonas, remetiendo o ti-
tulo do rencimenlo aonaal que compete ao ius-
peclor aposeolado da dita thesouraria Alraro Bo-
telho da Cunha, declarando que antes de o
incluir em folha exija o pagamento dos seguintes
emolumentos: da rerba do registro feito na se-
cretaria da fazenda. do decreto que o nomeou
chefe de seceso, das do registro feilo na secreta-
rla da dita thesouraria dos decretos que o no-
mearam 1 escriturario do Par em 1851 e
lf.,p5 5iSnd0 Aa?"na9 e *ln disso da quan
ta de 9*400, sondo 89 da busca das duas certi-
does passadas em 10 e U de junho de 1859 na
thesouram do Para, 19 do feitio de urna lauda
da certidao pasuda tambera na thesouraria do
Para em 15 de junho de 1850, e 400 rs. da de 25
de iulho de 186J pasuda ua do Amazozas, da
qual pagou rnente 3, importando eulretanto
bojea em 1400, e o feito de duas laudas em
j^' thesonrarias, declarando, em rista
de oformaces, de que as prorincias alguna ad-
ministradores de mesas de rendas aeumulam o
eiercicio de tabelliaes do judicial notas, que se-
melnahtea empregos to por toa natureza incom-
, f- 18
A' thesouraria do Para, declarando, em vista do
oicio de 10 de outubro, a que acompanhou o
processo de habilitado de D. Joaquina Mara da
Silveira mae do finado capito Gregorio Antonio
da silveira, para percepeo do respectivo meio sol-
do, que a supplicante nao tem direito a esse meio
sold, nsto nao ter proriodo de serrijo militar
a morte do dito capito ; e que irregutamento
procedeu a thesouraria aceitando a dita habilita-
Cao, em primeiro lugar por nao ter ahabilitanda
provado que seu fllho nao deixara riuva ou fi-
mos ; em segundo por nao ter provado que nao
possue emprego ou officio vitalicio nos termos do
art. 5." da lei de 6 de novembro de 1827 ; e em
lerceiro lugar por ter juntado peltcao inicial
da sobredila haoilitaco varios documentos sem
sello, tendo sido feilo o pagamento do imposto
quando foi julgada por seulenca inenrrendo por
consequenca os de s. 5 a 9, e 12,13 e 18 na
pena de revalidado, para cujo eUeito se lhe de-
rolre o respectivo processo, e bem assim as cer-
lidoes de Os. 3 e 24, que pagaran laxa menor
que a derda ; derendo fioalmente proceder con-
tra o juiz e mais quem de direito Idr na forma do
mencionado regulamento.
A' presidencia de Pernambuco. communi-
cando que por imperial e immediata resolujo
de 16 do correte, tomada sobre consulta da sec-
Cao de fazenda do conselho de estado, acerca dos
officios da mesma presidencia ns. 404 c 405 de
27 e 28 de novembro findo, relativamente ao re-
querimenlo em que Mesquista & Dutra e o com-
mendador Jos Pereira Viaona recorreram da
deciso da presidencia por ter mandado por em
hasla publica os terrenos ns. 376 e 377 da ra
do Brura, no Recife, foi mandado declarar so-
bredila presidencia : 1. que o aviso do 1." de
setembro de S^ nao teve por fim estranhar seu
procedimeolo nesta questo, mas comente pedir
oformaces para resolver a questao, chamaodo a
sua attenco para a possibidade da applicaco das
lets citadas no aviso especie de que se tratava;
2. que estando o contrato de permutaco per-
feto e acabado, e at consummado por urna das
parles, nao mais licito fazenda nacional ar-
repender-se delle ; devendo portantanlo entre-
gar o terreno permutado, sendo que nem a justi-
ja nem a equidade permtttem que seja argido
de lesivo, o que portento se procure rescindir pe-
la1 aeco competente ura contrato em qu6 os sup-
plicantes adquiriram apenas o dominio til, es-
le mesmo de um terreno para cujo aterro e
beneficio elles concorreram ; circunstancias es-
tas a que altendem especialmente s instrueces
de 14 de novembro de 1832 art. 9.; 3., que
anda quando lesivo fosse o contrato, seria o
mel jurdico propr as aeces competentes pa-
ra rescindi-lo nos termos da lei, nao porem o
so fazer arremattar o terreno, por nao ae verifica-
rem, na bypothese de que se trata, as coodices
previstas no art. 9. 28 da lei de 14 de se
tembro de 1859.
19
A presidencia do Para, declarando, em vista
do requerimento de Jos do O' de Almeida, so-
bre que informara a presidencia em 9 do novem-
bro ultimo, que o thesouro nao se oppe a que
o supplicante faca as construeces que lhe con-
vierem no terreno de marinhas que possue na
ra Nova do Imperador, sujeilando-se s postu-
ras que forem estabelicidas pela respectiva c-
mara municipal ; e s depois de concluida a obra
que.projecta que se poder resolver, na forma
y. CocP v do r,a.u>amento de 19 de setembro
ae &ou, sobre o alfandegamento pretendido.
,, 7 de ferereiro.
iheasoura"a da Baha, respondendo aos offi-
cios de 12 e 24 de dezembro, aos quaes acompa-
nnaram os do inspector da respectiva alfandega,
e o n. 2,238 do Jornal da Baha, que d coot
do que se passou na reuoio dos membros da
Associacao Commercial em relajo ao novo re-
gulamento das alfandegas, declara-se que ne-
nhuma reforma se pode operar sem que mais ou
menos levante queixas, e suscite ceosuras. Di-
versas podem ser as razes que para esse resul-
sempre actuam As que contra o regula-
das, ou em geral sobre os volumes perlenceotes
a urna casa commercial existentes em deposito
ou a bordo, no caso em que a bordo ou sobre
agua o despacho possa ter lugar, ou sobre ceos
rolumes
a
e a
pratlca do eommercio favoravel
esta medida ; pois que nenhum commerciante
ns que mande despachar volumes que lhe per-
tencam, sem dar ao seu despachante urna nota
e nesta pode ser incerta a autorisaco, ou em li-
ro ou caderno especial do despachante, ou na
propria nota para o despacho ; -
1-0 Qu > arribada dos navios nacionaes, na
forma do cdigo commercial art. 746, s pode ser
justificada ante a autoridade judiciaria compe-
tente, ou ante os cnsules, e que neste cas se
deve sempre observar a legislajo do paiz a que
pertencer o navio, curaprindo nicamente al-
233.
_ ------- > *;-*# uiiibouicuio
tan lega verificar a verdade da ju3tiflcaco ;
11. Que a disposico do art. 329 ao art. _
QiTemoP,2dla referir-se. sm aos arts. 325, 326,
fi e J2a, como fcilmente se collige de sua
simples leitura ;
_12. Que as amostras dos generas nacionales
nao podem ser sujeitas ao processo de um des-
pacho ordinario, quando propriaraente as amas-
tras se achara nos termos e coodices dos arls.
V4o e soguintes, e dos arts. 470 e 512 1. Os
arts. 246 e seguintes nao requeren seminantes
despaehos, e seu fim nao senao facilitar as ven-
das dos gneros, quer no inteiior quer no exte-
rior.
Finalmente, que o diminuto numero de duvi-
das que se tem suscitado sobre poucas disposi-
joes do supracitado regulamento urna prova
sufficiente de que foram consultados os inleres-
ses do eommercio e da flscalisaco, nao se de-
vendo neste passo deixar de notar o testemunbo
do inspector da alfaodega no seu officio de 11 de
dezembro passado relativo s facilidades que por
esse regulamento se abriram ao eommercio. E
comquanto sejam bem cabidas as reflexes do
mesmo iospector sobre a necessidade de acabar
com os direitos de exportacao. depende isto do
apreco da situaco econmica do paiz ; e em-
quanto isso se nao verifica, cumpre que se sim-
plifique o msispossivol o expodiente de aeu des-
pacho, e pelo que toca sahida dos gneros para
o consumo ou para as fabricas de refioaria f-
cil, por meio das instrueces que o dito iospec-
tor organisar, abreviar o mais possivel o expe-
diente, e de modo que se verifique a verdade da
uhida para o consumo, o nao apadrinhe o ex-
travio de direitos.
8
Circular s thesourarias, declarando que nos
termos da resoluco de consulta da seceo do fa-
zeDda do conselho de estado do 29 de outubro
de 1856, a qual determiaou que nos tres annos
de eflectivo exercicio s fossom altendidas as fal-
las provenientes de servico publico, devera de-
duzrsemelhantes faltas as liquidares a que
procederem dos vencimentos de inactividade dos
empregados de fazenda, organisando urna tabella
com declaftco da proveniencia dellas, para no
thesouro se poder fazer a reviso do calculo:|e
2"2"!" qu0' T8la da resolujao de consulla
de 29 de setembro do auno prximo findo, se
deve mandar contar as aposentadoras osserr-
Cos de addidos quaesquer repartices com
vencimenlo ou sem elle, ou outros da mesma
natureza, uma vez que sejam devidamente com-
prorados.
lado
ment de 9 de setembro de 1860 se tem levan-
tado, ou partem dessas causas geraes e cooheci-
das, ou da m intelligencia que se lhe tem dado.
Trata-se de examinar se as queixas que o ins-
pector da alfandega apona sao fundadas. Quan-
to armazenagem focada nos trapiches alfande-
gados, pela circular n. 2 de 5 do corrente mez,
se piondenciou de accordo cora o espirito e lel-
tra do referido regulamento : derendo aten-
der-se :
1." Que o mesmo regulamento nao tora outro
um senao a flscalisaco dos-direitos, e que qual-
quer outra misso em relaco aos gneros nacio-
naes lhe extranha ;
2." Que os eotrepostos sao especiaes aos por-
tos da capital do imperio e do Para, na forma do
ato d0 mesn,o regulamento ;
3. Que os gneros nacionaes por mero inte-
resse das parles depositadas em trapiches alfan-
degados, alenlas as vantagens que lhes sao por
esse facto concedidas, especialmente nos arts.
b e seguintes, devem estar sujeilos ao rgimen
creado pelo mesmo regulamento ;
Que a guia c declarares exigidas no para-
Ministerio da guerra.
IXPEDIENTE DE 25 DE JANEIRO DE 1861.
Segunda directora geral.
Ao presdeme da proriocu do Para, ordenando
que exija que o comraaadanie das armas da mos-
ma provincia informe qual o motivo por que
deu-passe-para seguir para a corte ao capito
do corpo de engenheiros Antonio Theodoro da
ttosa Gama, que eslava em aerrijo na referid*
prorincia, e se para isso teve ordem da mesma
presidencia, e no caso de ter havido essa ordem
informe tambera qual a razo porque deu
28
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia do Par!, remetten-
.-.pa,ra.lr ? con,,eniente destino a guia do alfe-
nh..?FiM bai"hao de intan,a"" Amonio a-
hT A0 f io Mranhao. remetiendo a do alieres
dNunCe0srPS.rdme8nU|o:n,Qa0(1* """ f^ ""
doTn^n h" de Piau-hJ\ "metiendo a do al fe res
uLSt v Ku"n,cao da mesma provincia, Agos-
tinho Fiunes de Souza.
.17 Ao da I" Paranya. remetiendo as de soc-
Z23Z&f S 82g,,nd08 cadeles Avelioo de Ar-
S57 HSlva 6 Praocisco Jenuario de Arrochela
balrao. do corpo de guarni da mesma provio-
h.? rere9.98r.ain Pa o mesmo corpo. visto
"!*. 8uPPr,,d0 n" escol' do exercito o
curso de preparatorios, para estudar os quaes vie-
ram elles com esse destino.
ZnKA mesmo! remetiendo a guia do alteres do
de?os. gUaro,sao> Jo,1ui[n Manoel de Me-
Z Ar da Ri0 Grande do NMt. remetiendo
a do alfares da companhia de cac.dores da mes-
ma provincia, Francisco Antonio da Costa.
4 de ferereiro de 1861.
Segunda directora gtral.
ao presidente da proriocia do Para, remetien-
do, para ter o conreoiente destino, a guia do 2o
ciano Mooteiro de Lima. 8
.Sn-HAAda,d.0,M'raohao' mellando as do capi-
fao do5batalhao de infamara Cassiano Jos
Martins e do alieres do corpo de guarnico da
mesma prorincia Manoel Aires branles.
Ao mesmo. devolrendo o requerimento em
quo o cabo de esquadra Francisco Antonio da Pe-
nha e o soldado Angelo da Silra. ambos do corpo
ae guarnico da mesma prorincia, pedem ser
transferidos para o batalho de cacadores de
oyaz, aflm de que seja cumprida a disposico
o da ordem do dia desta secretaria de estado
n, 'i j.
n A,0-dl do. Ce8r> remetiendo o relatorip de
exa me feilo pela 4a directoria-geral sobre as con-
tas do conselho econmico do corpo de guarnico
da mesma prorincia, relativas ao 1 semestre do
anno passado. aflm de que se ordene que o cora-
rnandanle do referido corpo salisfaca as exigencias
leitas pela mencionada directora.
Ao mesmo, ordenando que faga regressar, a
ir reunir-se ao corpo a que pertence. o contin-
gente do 11 batalho de infamara, visto ter ces-
sado os motivos pelos quaes foi destacado para a
mesma provincia aquelle contingente.
Ao da do Rio Grande do Norte, ordenando
que sejam processados por um conselho de guer-
ra os soldados do batalho de cacadores da mes-
ma p rovincia, Vespassiano Francisco Torres de
vasconcellos e bilreslre Lourenco Gomes Duarte
aura de serem responsabilisados pela fuga do de-
sertor e do recrula confiados sua guarda : ser-
rindo de corpo de delicio o processo do conselho
de investigarlo.
Ao da da Parahyba, remetiendo, para ter o
conveniente deslino, a guia do alfares do corpo
de guarnico da mesma previncia Rosendo Mon-
leiro de Lima.
Ao da de Pernambuco. remoliendo as dos
alfares do 10 batalho de infantaria Constancio
Quenoo de Aguiar e 8ila e Podro Joaqultn
Alves. *
Terceira directora geral.
,m. a Presidente da provincia do Cear, re-
metiendo o relatorio das irregularidades encon-
rnrrni^H6"1!18 a que M Procedeu as conlas
forrantes da polrora a cargo da fortaleza de Nossa
imo11* As?umP5ao relatiros aos mezes do
fin me"c,nad08 no mesmo, e a todo o anno de
180U, aflm de quo sejam salisfaitas as eiigencias
apresentadas por esta directoria-geral.
Ao do Msranho. mandando fornecei pelo
respecliro deposito de guerra ao corpo de guar-
nico da prorincia os objectos constantes da nota
- Ao da do Uaranho, remetiendo o relatorio sTmaV^m'T,6"6: Qca,ndo Pre?enido do ame falto pela 4direcloria geral desla se- Srta an m-.S^" Pa ar8eoal de uerra da
de estado sobre as contas do conselho
4.
grapho nico do art. 254 sa'o especiaes a lar-
dente destinada ao consumo do municipio da
corle, conforme v-se das seguintes patarras do
mesmo parsgrapho a retpeilo dos genero que
necemtarem desta formalidade, o que est de
accordo cora o disposto no art. 750;
5. Que nenhuma disposicio prohibe, mediante
as cautelase licencas necessarias, que se d en-
trada dos gneros de uos para outros trapiches
com o flm de beneflciar-se, ou anda para em-
barque, ou por motivo de remoQo, e ao contra-
no isso em diversos artigos permittidos, sem
que da sua esenpturacao faita em devidos lermos
resulte que arulte flcticiaraenie o algarismo da
safra;
6. Que tambem nao prohibido quejse tr-
bame aos domingos e dias feriados nos trapiches,
medanle as cautelas e licencas necessarias, e que
o regulamento requer para qualquer flm licito e
Iw f!" e mui,a especialmente para o traba-
Iho de arrumaco, ou ainda para embarque, ou
desembarque nos casos de urgencia, estando esta
proridencia dependente do prudente arbitrio do
respecliro inspector ;
265 266, 267 e 268 nao esto dependentes dos
modelos e nos termos do art. 289 ;
8. Que a refeiida thesouraria fica autorisada
para provisoriamente expedir as Instrueces de
que trata o citado art. 289. recorrendo para esse
fim ao ospeclor da alfandega ;
9. Que o art. 544 2 n. 7, nao fez mais do
que reproduzir em parte a disposico do art. 52
dos preliminares da tarifa mandada obserrar pelo
decreto n. 1.914 de 28 de margo de 1857.
A llanca prestada pelo despachante na forma
do art. t>j e seguintes nao exclue a autorisaco
do dono da mercadoria para o deapacho de suas
mercadonas proporco que as necessidades do
seu eommercio o exigero, e importa uma pru-
dente garanta em faror do negociante contra
abusos e crtmes que se tem dado da parte dos
despachamos, os quaes tem motivado reclama-
r-Oes e recursos contra s capatazias. O art. 544
no i i nada portento innovou, e ao contrario
marcou o molo a os termos da autorisaco j ha
muilo exigida pelo citado art. 52 dos prelimina-
res da tarifa, e essas autorisacoea podem aer da-
* *.w. y%,i\* ououai uo guerra ua
corto ao mesmo corpo diversos objectos constan-
tes de outra nota.
cretaria
econmico do 5 batalho de infantaria relativas
ao i semestre do anoo passado, afim de que o
commandante do respectivo batalho responda s
oDservacoes fetas pela mencionada directora no
mesmo relatorio.
Aodado Para se declara, em resposta a seu
officio de 10 de dezembro ultimo, que o coronel
director do arsenal de guerra da corle, informan-
do sobre as diffareucas encontradas na materia
prima remettida dita provincia, altribue a que
se nota para menos no panno verde e prelo
erro nos rtulos das repectivas pecas por onde
lez o calculo ; e para mais no algodo liso ao ac-
crescimo insignificante de cada uma pega, visto
que nenhuma falla se d desse genero naquelle
arsenal; e que o mesmo director far seguir na
primeira occasiao de transporte a poreo corres-
pondente falta rerillcada com a de que se aecu-
sa era seu officio de 4 do corrente, na remessa de
bollandaa de 231 2/3 corados, e que proveio de
caicular-se com as pecas que existiam amigamen-
te, computando 33 2/3 corados, quando as da
remessa vindas ltimamente da Europa s con-
teem 32 corados.
Ao da do Maranho. idem ao de n. 227 de
a no.v.eTmbro ultimo, que acompanhou o map-
pa das diflereocas para mais e meuos eocontra- rom.n'.n7^ _
daa na materia prima remettida do arsenal de'-- Dd"' P"a ,-,-r C0DTen
guerra da corte para o fardameoto dos corpos da
provincia, que o respectivo director informa ser
a falta da bollaoda de 273 1/8 corados, e nao de
mi, como rem declarado no dito mappa, a qual
proveio da mesma razo dada para falta do mes-
mo genero no ariso supra presidencia do Para :
e quanto s obras de casemira rerde e panno do
a godo liso, meocionadaa no dito mappa, s pode
aitribui-las ao diminuto accrescimo que teem as
respectivas pecas, visto que nenhuma falla exis-
te no arsenal em taes gneros; declarando que
na primeira occasiao far seguir para a dita pro-
vincia os mencionados 273 1/2 covados de bol-
laoda.
ITo0 da de Pernambuco,, idem, idem, idem,
oto -/A corados de hollanda, que, segundo o mes-
mo officio de 4 do correte, devem tambem fal-
tar na remessa desse genero ltimamente faita
para a dita provincia, proriodo isso do mesmo
engao cima referido.
B-.-M-
rnmexra directora geral.
Ao presidente do Maranho, para que mande
lazer por arrematacao, afim de ser preferido o
concurrente que mais ranlagens offerecer aos co-
ires pblicos, as obras necessarias no xadrez do
! ?777M b*Ul" d Ao da Parahyba, declarando que nesta data
mi nomeado o lente do estado -maior da V
classe Joao Martins de Amorim Rangel para exer-
cer o lugar de ajudante de ordens da presidencia
da mesma prorincia.
Ao mesmo, declarando que nesta data foi
nZad- dH,Ugar de ajud",e d ordenada
Presidencia da mesma provincia o major do ea-
tado-maior de classe Antonio Maa Cabral de
Ao de Pernambuco, declarando que nesta
u'4 "oiro l"l de ajudante da forta-
leza do Brum o alteres reformado
gues dreira.
Jorge Rodrl-
Quaria directora geral
Ao presidente do Par, declarando nao ser
possivel approvar a sua delibero de augmen-
tar com 27 1/2 rs. a etape calculada em 372 1/2
rs. para o semestre corrente, ficando portaoto
marcada a quantia de 380 rs. para uma ra5o de
elape e a de 80 rs. para o ralor do pao.
Ao inspector da thesouraria das Alagas.
dem que Qca approrada. durante o semestre cor-
rente, a tabella das etapes que acompanhou o seu
officio n. 1 de 16 do mez passado.
Ao da thesouraria do Cear, idem que fica
approvada durante o dito semestre a etape de 480
rs- e o Pao de 89 rs. para os doentes, segundo a
laoella que acompanhou o seu officio de 10 de
Janeiro Ando, cumpriudo que para o futuro nao
lene de orear a racao dos gneros seceos, afim
ae procurar-se o termo medio entre as duas.
Ao da thesouraria do Para, idem que se
deve proceder ao descont da quantia de 25300
que foi paga em duplcala ao 2 tonente Joo An-
tonio Pereira do Lago, como consta da nota que-
so lhe enria.
6
Segunda directora geral.
Ao presidente da prorincia de Pernambuco,
metiendo, para ler o conreoiente destino, os
processos de conselho de averigoacao a que se
procedeu para a qualifkaco de particular e 2
cadete do Io sargento do 9 batalho de infan-
tera Llaudino Antuoes de Olireira, e do 2" sar-
gento do 4o de arlilharia a p Henrique Flix do
Ll S Cl 9
Aoda do Para, remetiendo para ter o con-
reniente destino a guia do V tenente do 3o bata-
lho de arlilharia a p Marcos Antonio Rodri-
gues.
Ao da do Maranhjo. ordenando que sejam
processados por um conselho de guerra o cabo de
esquadra Joaquina Antonio Ferreira de Almeida
e o soldado Luiz Rodrigues Lima, ambos do cor-
po de guarnico da mesma provincia, afim de se-
rem responsabilisados pelo facto de harerem des-
respeitado a autoridade policial da povoacao do
dre,Jiei."!.nd? de corpo de de,icl Pwceseo
do conselho de inrestijacao.
Terceira directora geral.
m-.T MaraQD. approrando a compra, n-
dependente de formalidades, de 10 arrobas da
f a* ??S88f \ri 88,Tas "lue no forte de S.
luiz da dita cidade se tioham de dar no mez de
aezembro ullimo, visto nao ler ainda chegado a
que pelo arsenal de guerra da corte se rnandou
lornecer dita provincia por aviso de 8 de no-
rembro antecedente.
7
Quarta directora geral.
Ao presidente do Maranho idem, em res-
posta atf seu officio n. 21 de 12 de Janeiro findo
que o capito Guilherme Leopoldo de Freitas
tem direito ao sold, alm do renciraento qua
he compete como membro de conselho adminis-
tratiro. .
8 -
Segunda directora geral.
r.HoKd",le d ProTocia do Maranho.
ZSt? S." g-". de "occornmento do r ca-
it .?or?^..todtlgues Colho. e do cabo de
VKft WCa?l,j Antonio do Carmo, ambos do
batalho de Infantaria.


00
MARIO DI MftSAHBUCO. QUARIA FE1RA 13 DtM AB^O M 1861.
i
Ao da do Cesr, ordenando que tejan pro-
cessados por um conselhu de guerra o atieres An-
tonio Pedro de Andrade Barra e ot soldado* los
Francisco Alejandre o Vicente Ferreira tasaos,
todos do corpo d* respectiva guarnicao, adra de
serem responsabilisados pela fugada rrtir Fmn
cisco Luiz de Souza Baha, servindo de corpo de
delicio o processo do coa*alho de invesiigacao.
Ao da de l'ernamDuco, ordenando qte in-
forme sobre o requerimeulo em que Marliauna
Maximiana de Soma pede troca de corpo para seu
filho, o msico do 2o batalhao de iofanlaria Ma-
ooel Domingos do Nascimeoto, com o de 8o da
mesma arma Manoel Joaquim de Sam'Aaaa, e
ordenando que faga curoprirem relacio aquello
msico o disposto na determinado 5* da ordem
do da desla secretaria de estado n. 224.
_ 9 -
i Primeira directora geral.
Ao presideote de t'ernambuco, declarando que
C3 approva.ia a resoluto que loaiou de mandar
substituir por paisanos os militares eoopregados
como enfermeiros e serventes no hospital militar
da provincia.
Segunda directora gcral.
Ao presidente da provincia de Pernambuco,
mandando fornecer pelo respectivo arsenal de
guerra s escolas elementares do 4" balalho de
arhlharia a p, e do 10 de infantera, do semes-
tre corrente, os objeclos constantes das notas que
se lhe reniettem.
dem, exigindo, com urgeacia, ofurmagoes
eobre a falta de fomecimento ao 2o balalho de
iofanlaria, das pegas de fardara- uto relativas ao
segundo semeslro de 1856 a 1857, visto que esta
direcloria-geral o considera pago de taes veuci-
meutos, segundo as ordens expedidas avista das
notas orgausadas de conforraidade com os ped-
dos.No mesmo sentido ao da Baliia era relago
ao fomecimento dos segundos semestres de 1859
a 1860, pertencenle ao mesmo balalho.
. ll -
Primeira dirtcloi ia geral.
Ao presidente da provincia do Maranho, de-
clarando que, para poder ser adraillido ao corpo
de saude do exercito o Dr. Julio Cesar Andreiws,
encarregado da enfermara militar da cidade de
Caxias, cumpre que elle satisfaga as condices
prescribas no arl. 5 do r^gulainenlo que bai-
xoo com o decreto o. 1,900 de 7 de marco de
1857.
Quarta directora geral.
Ao inspector da thesouraria do Maranho,
remetiendo a guia da suspi-nso da coosignago
de 20J que deixra nesta curte o lenle Francis-
co Mariano de Siqueira, aflm de que seja pago
integralmente do respectivo sold, do Io de Ja-
neiro lindo em diaole.
director interino das construeces navaes do mes-
mo arsenal, Aoaslacio da Cunha Azeredo Cou ti-
ntn, nao pode, i. vista do art. 31 do decreto n.
2,583 da 30 de abril do corrente auno, dar pla-
nos, dirigir Irabalhos ou ter inlerveocao Bao ofi-
cial nos estabelecimentos particulares; devendo
por consequeocia cessar oemprego que elle ejer-
ce na compauha de navegago e coaamercie do
Amazona*.
Ao de Pernambuco, aecusando o recebimen-
to do officio que acowpauhou dout ejemplares
da colleccao das leis da mesma provincia, pro-
mulgada* no corrente anoo.
17
Ao presiden.e da Parahyba, mandando pro-
ceder novo eiarae no porto de Mamanguape, afina
de se deliberar convenientemente sobre as obras
de que o mesmo carece, e a respeito do que tra-
ta o officio da dita presidencia n. 50 de 16 de no-
vembre ultimo.
-19-
2a secgo.Ao Sr. ministro da fazenda, rogan-
do a expedigo de ordem thesouraria de Per-
nambuco, para se pagar, antes de encerrar-se o
exercicio respectivo de 1859 a 1860, o que se de-
ver a Luiz Borges Cerqueira, Jos Marcellino Jda
Rusa, Samuel Johoslon & C.*, Santo* Oliveira &
C.a, e Jos dos Sanios de Oliveira, Belarmioo'da
Costa Dourado, Joo de Brito Correa, Paulo Jos
Gomes do Medeiros, baro do Livramento, Joa-
quim Antonio Rodrigues, Jos Roberto da Cruz,
Antonio da Costa e Silva Hadino, Manoel Antonio
de Jess, o Jos Baplisla Braga, negociantes da
dita provincia, que all forueceram differentes
gneros 3 esiages de marinha, na importancia
total de 53:3709326 ; por isso que com semolhsn-
te pagamento se contou no crdito supplemenlar
que vai ser decretado. Caromunicou-se con-
ladoria e ao presidente da provincia de Pernam-
buco.
Ao mesmo, idera dem do Maranho,
idem a Jos Martina de Carvalho, Antonio Jos
Femandes Guimares, Serra Lima & C". Sanios
Silva ii C.a, e Manoel Alves de Barros & C.,
negociantes di dita provincia que all forneceram
difforenles gneros na importancia total de ris
5:0119568, que j foi atteudido no crdito sup-
plemenlar supramencionado. Communicou-se
ao presidente do Maraubo e conladoria da ma-
rinha.
Ao mesmo, remetiendo o bataneo do cofre
das multas da capitana do porto da provincia do
Para, relativo ao exercicio de 1859 a 1860.
20
r soego.Ao ministerio da fazenda, solici-
querimento que aqui ajunlo, acompaahado de
informago do director do arsenal de guerra.
Officiou-se lambem para informar acercado re-
querimento do ex- alteres do exercito Demetrio
de Gusmo Coelho.
Dito ao mesmo.Queira V. S. mandar por em
liberdade dando-lhe baixa, se j esliver com pra-
C, o recrats Jacinlho do llego Falcao, qu pro-
vou iseneao legal.
Mandou-so lambem por em liberdade os recru-
ja* Florentino Ferreira Mande* e Pedro Ribeire
Cavalcanti. o* quaes lm isepgao legal, por
serem matriculados na capitana do porto.Com-
municoa-se to capilo do porte-
Dito ae mesmo.Sirva-se V. S. de expedir a*
suis ordens, para que o quartel-mestre do 2,"
balalho de iofanlaria va reeeber no arsenal de
guerra, como requisilou o respectivo director em
officio de 8 do correte, os artigos de fardamento
que vieran) da Baha, eom destino ae mesmo ba-
lalho.Corurounicou-so ao supradito director.
Jito ao mesmo.Queira V. S. expedir 83 suas
ordens, afira de que os oOlciaes designados para
servirem de vogaes no conselho de julgaraeulo,
de que trata o meu officio de 4 do corrente, se
preslem esse servigo no da para que forem
avisados.
Dito ao commandanlo da eslago naval.Par-
ticipan Jo-m6 o inspector do arsenal de marinha,
em officio de 7 do corrente, com referencia
malcra do officio de V. S. n. 38 de 5 deste roez,
que por falla de formalidades recommendadas
por aviso circular do ministerio da marinha de
13 de fevereiro ultimo, dcixararn de ser altendi-
das as guias de requisigo o,ue lhe foram apre-
seotadas, convra que V. S. mande preeucheras
sobredilas formali Jades.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha.De
conformidado como aviso d* repartigoda mari-
nha de 20 de fevereiro ultimo, constante da co-
pia junta, mande V. S. carregar ao almoxarife
desse arsenal a ancora e 30 bragas de amarra,
que eslavam cargo do mestre do vapor Viamo
e foram entregues n'essa reparligo por parte do
commandanie da eslago naval.
Dito ao commandanie superior interino do Re-
cite.Expega V S as suas ordena para que um
dos corpos da guarda nacional sob seu com'raau-
do superior preste urna guatda de honra para
acompanhar a procisao do Senhor Bom Jess
dos Martyrios, que tem de sahir da igreja de
Nossa Senhora do Rosario da Varzea no dia 24
deste ni t zas 2 horas da tarde.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Era vista da conla junta que vai coberta com
Ministerio da mariuha.
Aviso de 10 de dezembro de 1860.
Declara que se devem applicar a arrecadago da
renda da pralicagem do porto de Paranagu as
disposices dos arts. 10 e 13 do regulamento
annexo ao aviso de 16 de novembro do 1857 :
licando assim dergalas as do arl. 27 e oulros
<>o) contrario, do que baixou com o aviso de 8
de fevereiro de 1858.
2." secgo.Rio do Janeiro.Ministerio dos
negocios da marinha, em 10 de dezembro de
1860.lllm eExm.Sr.Verilicando-se, pela in-
forniaco da capitana do porto dessa provincia,
annexa ao officio do V. Exc. n. 2i do 9 do no-
vembro prximo tirulo, que nao ha entre os pra-
licos da cidade do Paranagu subjeilos idneos
para o cargo de thesoureiro da renda da pralica-
gem, como disp6e o art. 27-do regulamento que
Daixou com o aviso de 8 de fevereiro de 1858 ; e
conlormando-mo com o parecer emittido pelo
conselho naval em consulla n. 218 de 2 de mar-
co ultimo, lenho por conveniente declarar que
eleve ser a mesma renda arrecadada na alande-
ga da supradita cidade com as formalidades e
seiuelhanca do quo se pralica acerca de servigo
idntico no Rio Grande do Sul, em virtudo dos
arts. 10 e 13 do regulamento de 16 de novembro
de 1857. E V. Exc. fique cerlo de que ora soli-
cito do ministerio da fazenda a expedigo de or-
dem a tal respeito.
Dos guarde a V. ExcFrancisco Xavier Paes I
Brrelo.Sr. presidente da provincia do l'arau.'
1." secgo.Marinha.Aviso de 9 de Janeiro'
do 1861.Determina como dovem ser considera- !
dos os iraperiaes marinheiros que passarera a I
preencher as vagas do corpo do oOkiaes mari-
nheiros.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da
marioba, em 9 de Janeiro de 1861.lllm. eExm. I
Sr.S, M. o Imperador, loman lo era considera-'
cao o que representan esse quarlel general em :
officios ns. 1,210 e 1,372 de 24 de agosto e 17 de
selembro de 1858, relativamente nao so falla
que so senle no corpo de iraperiaes marinheiros,
v como taes empregadas nos navios da armada e
as corapanhias de aprendizes, mas lambem de
declarar-so como devera ser ellas consideradas,
ha por bem, conformando-se com o parecer do
aonselho naval emillido era consulla de 21 de
dezembro ultimo, determinar: Io, que as pragas
do corpo de imperiaes marinheiros que forem
preferidas, em virlude do art. 22 do plano de 20
de fereveiro de 1858, para precnoher as vagas do
corpo de officiaus marinheiros, (iquem completa-
mente desligadas daquelle corpo ; 2o, que as va-
gas que houverem, em consequeucia dessa desig-
naco, devem ser logo preenchidas na fotma do
regulamento respectivo. O quo commuuico a V.
Exc. para sua inlelligencia e execugo.
Dos guarde a V. Exc.Francisco Xavier Paes
Brrelo. Sr. vice-almirante encarregado do
quartcl general da marinha.
laudo a expedigo das convenientes ordens lhe-1 a informago do administrador da casa do deien-
souraria da fazenda de Pernambuco, aflm depa-lgo mande V. S. pagar aos gerentes da compa-
gar a despez fcila para ser Iluminado gaz o nhia da illuminaco gaz aquanlia de 1629000,
arsenal de marinha da mencionada provincia. I em que importou o gaz consumido n'aquelle es-
desde o primeiro de junho de 1859 at o ultimo | labelecimento no mez de Janeiro ultimo.
de junho do corrente auno, urna vez quejase
nao ten lia re-alisado tal pagamento, em virlude
do aviso deslo ministerio de 22 de novembro do
anno prximo passado Deu se conhecimenloao
ministerio do imperio e conladoria.
A' presidencia do Maraiiho, commuuican-
do, em resposla ao olficio n. 116 de 26 do mez
passado, que nao possivel. era vista das razoes
expendidas em aviso de 13 do sobredito mez,
augmentar a verba destinada s despezas da cons-
Irucgo do dique daquella provincia.
PorUria, nomeando Francisco Ignacio da
Cunha para o lugar de pralico-rur da provincia
da Parahyba.Communicou-se presidencia da
dita provincia e conladoria de mariuha.
27
Ao presidente da Pernambuco, dando por
approvadas todas as despegas que por falla de
crdito as verbas compeleutes do exercicio de
1859 a 1860 aulorisra sob sua responsabilidade,
e de que dra conla por offlcios ns. 190, 191, 128,
1*9, 133 e 131 de 26 de maio, 4, 8 e 12 de junho
do corrente anno. bem como thesouraria de fa-
zenda nos de ns. 5. 6, 7, 12, 14, 21 e 23 de fe-
vereiro, marco e abril.
*2 de Janeiro de 1861.
A' presidencia do Para, exigindo as seguin-
tes informagoes: se esto em botn estado as ma-
deiras empregadas na construego de um hiate,
que por conla do ministerio da fazenda se acha
no eslaleiro da dita proviocia, e, segundo decla-
ra o dito ministerio, se pode ceder ao da mari-
nha mediante a competente iodemnisago ;-quan-
lo se lera despendido, e quanto ser preciso an-
da despender para conclui-lo. o em que espago
de lempo, com declarago tambemdasdimensOea
do retando hiate.
Ia sesco.Marinha.Aviso de 14 de Janeiro
do 1861, declara que a disposigo do art. 13 do
decreto n. 2,709 de 19 de dezembro prximo lin-
do extensiva aos otlieiaes do corpo de saude da
armada. Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios
da marinha em 14 de Janeiro do 1861.lllm. e
Exm. -r.Sua magestado o Imperador ha por
bem declarar que extensiva aos officiaes do cor-
vo de saude da armada nacional e imperial a dis-
posigo do art. 13 do decreto u. 2,709 do 19 do
mez pssado, quando determina que os officiaes
dos navios das eslagdes uavaes nao podero ser-
vir na mesma estago por raais de tres annos ;
salva a cxcepgo do arl. 5o; o que coramunico a
V. Exc. para sua inielligencia e execugo, e em
resposla ao seu officio n. 41 de 10 do correte.
Deus guarde a V. ExcFrancisco Xavier Paes
Brrelo.Sr. encarregado do quarlel general de
marinha.
Expediente de Io de dezembro de 1860.
A' presidencia do Rio Grande do Norte, per-
guntaudo, para que se possa autorizar a colloca-
co de 12 boias no porto de Maco, da comarca
do Ass, quaes as uimenses das mesraas boias,
se devem ser construidas de madeira ou ferro, e
se pode esse trabalho ter lugar ahi, e por quanto.
A' de Pernambuco, declarando, em respos-
la ao seu officio n. 264 de 3 do corrente, que o
augmento de salario pedido pelo patro do arse-
nal de marinha da mesma provincia, Joo Amo-
nio da Costa, nao pode ter lugar em vista da 15
ubservago da tabella que baixou com o decreto
n. 2,583 de 30 de abril deste anno.
4
2a secgo.Ao capilo do porto de Maranho,
recoramendaudo-lhe que, visto haver sido encar-
regado da direcgo e iospecgo das obras do di-
que que all se est construindo, enve, coma
possivel brevidade, urna informago circunstan-
ciada do estado em que se adiare taes obras, das
providencias necessarias para que marchen) con
regularidade e economa, acompanhando-a da opi-
mo que forma do pessoal empregado as mes-
xnas obras.
6
A' inspectora do arsenal de marinha de
Pernambuco, exigindo que informe com brevida-
de, se pode ler lugar nessa provincia, em que
lempo e porquanlo, a construego de um hiate uas
condignas dos planos inclusos, destinado ao ser-
vigo da capitana do porto do Maranho, visto
como nao foi possivel levar a effeito nesta ultima
a construego daquelle navio, contratada com Joo
da Costa Santos.
10 -
Ao presidente do Pernambuco, approvando
a resolugo quo tomara do aulorisar, sob sua res-
ponsaoilidade, por falta de crdito na rubrica
competente, o pagamento de 185480, parle da
importancia de comedorias que foram forecidas
ao recruta Belchior Francisco dd Oliveira, viudo
do termo de Ouncury, e recomendando que do-
clarasse i thesouraria de fazenda que semelhante
excesso de deepeza deve ser escriplurado porcon-
ta da verbaDespezas extraordDtrias e eventuaes
do municipio da corle, pertencenle ao exercicio
de 1859 a 1860.Couimunicou-se conladoria db
mesma data.
A' do Para, mandanp lazar sentir a ins-
pector do respectivo arsenal da marioba que o
A' do Pernambuco, ordenando que logo que sado.
all chegue o primeiro leneulo Francisco Amo-
nio de Vassimon, que parle no vapor Peiiro II,
o faga sem perda de lempo seguir para o Mara-
nho, em coja eslago vai ser empregado.
2a secgo.dem, perguulando se ha possibi-
ldado de reduzir-se, sera inconveniente, o for-
necimento de carvo de pedra contratado para o
arsenal daquella proviocia com Scoitlletl & C.
Ao contador de marinha.Em visla noque
requereu o pillo Domingos Jos de Azevedo, e
da informago prestada pela 4a secgo dessa con-
tadoria. cora a qual V. S. conformou-se era offi-
cio ii. hi de 18 de dezembro* ultimo, lenho a di-
zer-lhe que ao mencionado piloto assisto inleiro
ireilo para perceber a graliticago Qxada no til.
1, art. 25 do alvar de 7 de Janeiro de 1797, por
todo o lempo que suSstituioao fallecido commis-
saiio do vapor J'araense, visto como, dacoufron-
taco da douliiua do citado artigo com a do art.
27 do mesmo alvar, clarameote resulla que o
preceituado nelles refere-se a substituigo dos
olficiaes de fazenda nos casos de impedimento
occorrido longe da eslago central, legalmenle
autorisada para nomear taes fuoccionarios.
Deus guardes V. S etc. Deu-se conheci-
mento ao quarlel-gencral de mariuha.
A' presidencia do Para, determinando que,
com a maior brevidade, faga seguir para o Ma-
ranho o director das conslrucgoes navaes do ar-
senal da mesma provincia, am de proceder a
um rigoroso exame na crvela Unido, e dirigir
as obras que por ventura so tenham de fazer.
Comraunicou-so presidencia do Maranho, de-
clarando, que, no caso de coohecer-se que as
obras necessarias sao as que jl foram oreadas na
quautia de 16 contos de ris, conforme participou
a mesma presidoncia, pode autonsa-las ; deven-
do, quando se reconhega a uecessidade de oulras
maiores, dar parle a esta secretaria de eslado,
para so resolver como for conveniente.
A' presidencia de Pernambuco, communi-
cando que ao patro-mr do arsenal de marinha
da mesma provincia, Gongalo Joo da Silva For-
tes, foi, por decreto de 3 do correte, conferida a
graduago do posto do primeiro lenle da ar-
mada, como requerora, de conformidade com o
disposlo no att. 47 do decreto n. 2,583 de 30 de
abril do anno prximo passado. Communicou-
se lambem inspecgo do dilo arsenal, ao quar-
tel-general e conladoria.
-8-
A' presidencia de Pernambuco, mandando
contratar naquella proviocia a construego, se-
gundo os planos que acompanharam o aviso de 6
de dezembro ultimo, de um hiate para o servigo
da cspilania do porto do Maranho.
9
A' presidencia do Maranho, mandando
comprar o terreno que Alexandre Heoriques Leal
possue nasimraediagea do dique em coostruc-
go naquella provincia, e oflereco vender pelo
prego de Irinta mil ris por cada urna braga de
frente com seise meia de fundo.Communicou-
se ao miuislerio da fazenda e conladoria.
11
A' presidencia de Pernambuco, communi-
caodo-lhe que fura iodeferido o requerimenlo de
Antonio Joaquim Marques, machinista da barca
de excavago.
-12-
A' thesouraria de fazenda do Para, envian-
do, como solicitara em officio de 22 do mez pr-
ximo passado sob n. 29, seis ejemplares das ta-
bellas de ns. 1 a 17, e oulros taotoa dos modelos
de ns. 1 a 4 que acompanharam o decreto n.
1,921 de 11 de abril de 1857.
Dito ao mesmo.Recmmeodo V S. que
mande entregar to depressa seja possivel, e com
preferencia oulras despezas, nao ser a do
pessoal, ao Exm. bispo diocesano, ou pessda
por elle autorisada, os 2:0009 que se mandou dar,
por olficio da 11 de selembro do anno prximo
passado para as obras da matriz de S. Jos desla
capital.
Diioao mesmo.Pasticipando-me o Dr. chefe
de polica, era officio de 7 do corrente, que no
dia 6 desie mez demittira Antonio Soriaoo
Reg Barros do lugar de guarda da casa de de-
lengo, nomeando Octano Alves do Sacra-
mento Rosas para o referido lugar ; assim o
comraunico V. S. para seu conhecimento.
Dito ao mesmo.Kecommendo V. S. qoe.
em vista das conlas jumas, mande pagar 6 Jos
Elias de Qliveira, conforme requisitou o efiefe
de polica ora officio de hontem, sob n. 158, a
quamia de 2:9139158 rs., despendida no mez de
fevereiro ultimo'com o sustento e curativo dos
presos pobres da casa de deleogo.Communi-
cou-so ao chefe de polica.
Dito ao mesmo.Maudo V. S. pagar Jos
Thenorio da Costa Urama o que se lhe esliver
dever, proveniente da gralicago que venceu
contar de2i de Janeiro at o ultimo de fevereiro
deste anoo, por se achar interinamente regendo
a cade-ira de instrueco elementar do Cralo da
S em Olinda, sendo essa gralicago na razo
de 5009 annuaes.
Dilo ao mesmo.Com a inclusa copia da infor-
mago ministrada polo chefe de polica em 7 do
correle, sob n. 153, respondo o officio que V. S.
me dirigi no 1 deste mez n. 79, acerca do gaz
consumido na casa de delengo durante ns mezes
de oulubro e novembro do anno prximo pas-
Dito ao comraaudante do corpo de polica.
I Pude V. S. engajar no corpo sob seu commando,
o paisano Manoel Joaquina Guimares Peixoto.
'que foi considerado apto para isso, como coostou
do altestado annexo ao seu officio n. 104 de 7 do
correle.
Mandou-se lambem engajar a Jos da Silva
Leito, que igualmente fui julgado capaz do ser-
vico.
Dilo aos Srs. Joo Baplsta toares, Joo Carlos
de Mondonga Vasconcellos, Tiburlino Googalves
de Azevedo e Fraocisco Ignacio da Fonscca, mem-
bros dj mesa parochial de S. Miguel de Barrei-
ros.Ao officio quo Vracs. me dirigiram era data
de 3 desle mez, representando contra as pertur-
baces havidas por occasio da organisago da
mesa parochial dessa freguezia para a eleioo de
juizes de paz e vereadores, a que eoto ahi se
proceda, e que os impediram de assignar a res-
pectiva acta depois de lavrada, respondo que es-
to dadas as providencias necessarias para que
possam Vracs. assignar a referida acta como
membros da mesa parochial, e proseguir esta nos
termos ulteriores do processo eleitoral, sendo ga-
rantida em suas legitimas deci3des e no curopri-
mento de seus deveres.
que, leudo a* resolfdo convenientemente as du-
vida* suscitada* por occasio da organisago da
mesa parochial para a eleigo de juizes de paz e
vereadores des* termo, s quaes allude Vmc, e
determinado que ae prosegisse nos termo* ulte-
riorea do procesjo eleitoral com a precisa regula-
ridade, cumpre que Vmc. com o* meios sua
disposigo faca garantir ahi a ordem seguranga
publica, a reaaatUr as decisoea lgaos da mea*
parochial, aflm de que possa ella unecionar re-
gularmente, e san os embaragos e petierbagc*,
que occasionaram a suspenso de seus trabalho*
no dia 3 deca mez..
Para isto julgo suficiente a forga da linha, quo
existe sob suas ordens, e dispensavel o auxilio da
guarda nacional que Vmc. solicita em seu citado
officio, que entreunto lhe poner ser dado, se
circumstancias extraordinarias asara o exigirom.
Portara.Para o conselho que tem de julgar
os soldados do corpo de polica Jos Ricardo de
Lima, Joaquim Bernardo Soterio, Manoel Victo-
rino dos Sanios e Joo Pcreira da Silva pela fu-
ga do preso da juliga de que trata o incluso
processo: nomeio.
Presidente.
O msjor do mesmo corpo.Alexandre de Bar-
ros e Albuquerque.
Auditor.
O promotor publicobacharcl Francisco Leo-
poldino de Gusmo Lobo.
Vogaes.
O cirurgio do mesmo corpo.Dr. JosB Joaquim
de Souza. f
O 2o lenle do exercito.Ascencio Minervino
Meira.
O alferesde mesmo.Joaquim Velloso daSil-
veira.
O dilo dito.Francisco Rosende Pe eir.
O dito dito.Pedro Velloso de S Barrete.
Remelteu-se copia desla portara ao commandan-
ie do corpo de polica.
Dita.O presidente da provincia, donforman-
do-se com a proposta do Dr. chefe delpolicia da-
tada de 15 de dezembro ultimo, resolvp nomear o
cdado Andr Cavalcanti de Albuque
Verde para o cargo de 2o suppleule d
de polica do termo de Buique.
Dita O presideote da provincia, eo iformando-
se cora o que propoz o chefe de polic a om officio
de 8 do corrento, resolve nomear os ( dados Ze-
ferino Gongelvcs Torres e Francisca 1 cite Rabel-
lo para os cargos, este de 2 supplerite e aquelle
de 3" do delegado de polica do terma de Cabro-
bu.Commuuicou-so ao chefe de pol ca.
Dila.O Sr. gerente da companhii Pernambu-
ca mande dar transporto para a prov nca da Pa-
rahiba, no primeiro vapor que seguii para o nor-
te aos escravos criminosos Franciscr., pertencen-
le a Beoto Francisco de Macedo, e ioaqnim. do
Dr. Sil vino Cavalcante de Albuquen ue, os quaes
vo escollados por tres pragas do orpo do po-
lica.
DESPACHOS DO DIA 9 OB MARCO DE 1861.
tlequerimentos.'
4006.Antonio Malaquias de Macedo.Infor-
me o Sr. engenheiro director de rparligo das
obras publicas.
4007r" Antonio Auguslo de
Lilis Informe o Sr. engenheiro d rector da
partigo das obras publicas.
4008.Anna Thereza de Jess
Sr. director do arsenal de guerra.
4009.Clara Joaquina da Fonse< a Gama.In-
forme o Sr. director geral da iusli ucgo publica,
ouvindo o director do collegio dos orphos.
4010.Henriqueta Mrgarida ( o Nascimento.
Nao est provada a iseBgo quo allega.
4011.Antonio Locio e Siloy.jVolle ao Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
4012.O juiz e raai3 mesarios da irmandade
do Senhor Bom Jess dos Martyrjos da Varzea.
Dinjam-se ao Sr. commandanie superior da
guarda nacional desle municipio.
4013.Joo Pinto de Lemos Junior.Informe
processando pelo facto de nao ter a cmara mu-1 Casamento*:
sipal, como lhe foi ordenado por aatapreai-, Augasto Jasa da Santiago da Nascimento com
Lu dos Santos Lopes da Oliveira, pardos.
que Arco-
delegado
Navarro
re-
Informe o
fazenda.
ramma.Diri-
Jane.Infor-
mo porto.
o Sr. inspector da thesouraria de
401*.Jos Tenorio de Castro
ja-se a thesouraria provincial.
4015.Leandro Alonso Rubn
me o Sr, Dr. inspector de saude
1016,Maria Josepbioa Purcell. Remettido
ao Sr director geral da instrueco publica para
attender.a suppucante nos lermt s de sua infor-
mago de 7 do corrente sob n 4 5-
4017.Maria Igypciaca do Sb< ramento. In-
forme o Sr. director do arsenal c e guerra.
4018.Pedro Francisco Corde ro Cavalcanti.
Declare o suppltcanle de que p ovem o debito
que cobra.
4019.Rostron Rooker & C- Dirija-se ao Sr.
inspector da thesouraria provini ial.
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DUR10 DE PER-
NAMBUCO.
ALAGO AS
Macei, 8 de i
A noticia mais importante qi
desla vez, a queja referi o
moco do nosso presidente i
para a provincia do Maranho,
portador o vapor Paran ; a
se por carta imperial de 20 do
sado; teodo de vir para esta brovicia
presidente do Piauhy.
Consta que o Sr. Leo Vell >zo seguir a seu
destino no vapor, que aqui esperado de 12 a 13
do corrente; e quelicar na a Iminislrago o pri-
meiro vice-presfdenle Dr. Ro )erlo Calheiros de
Mello.
arco,
e lenho dar-lhe
en Diario:a re-
Sr. Leo Vellozo
noticia de que foi
demoran effocluou-
mez prximo pas-
o actual
Durou por dez raezes a ad
Leo Vellozo, que, .tendodo
Governo da provincia.
Expediente do dia 9 de marco de 1861.
Officio ao Exm. presidente do Rio Grande.do
Norte.Cora o officio que V. Exc me dirigi em
5 do corrente, recebi e dei o conveniente desti-
no s copias das parlecipagoes acerca da escuna
Lyndoia. queencalhou nos bancos de Maracaja.
Remetteu-e copia deste ao inspector da al-
fandoga.
Dito ao coronel commandanie das armas.Sir-
ta'-ae V. S, de informar se nao ha inconveniente
em ser transferido para o quarlel do hospicio'o
alfere* Fraucisco da Paula Carneiro Leo, que se
cha actualmente na fortaleza do Brum.
1 Dito ao meimo.Queira V. S. informar acerca
do que pede Candida Rosa Mara Ferreira ira re-
Dilo ao juiz de paz mais votado de Barreiros.
Inleirado pelo seu officio de 3 desle mez, dos
motivos que aconselharam Vmc. e aos mais
membros d mesa parochial dessa freguezia sus-
penso dos Irabalhos da eleigo de juizes de paz
e vereadores, A qae se eslava ahi procedendo,
devo dizer-lhes. que nao podendo em vista do dis-
posto em aviso de 9 de Janeiro de 1849 $ 5 ser
convocado para a organisago da mesma mesa o
supplente de eleitor Antonio Santiago Ramos,
que havia-se mudado dessa freguezia, justa foi a
deciso que o excluio de lomar parle nos respec-
tivos irabalhos; pelo que acha-se regularmente
constituida a mesa parochial quo Vmc preside,
e que no dia que est designado, depois de as-
signar, como cumpre, a acta de sua installago,
deve continuar nos lerrao3 ulteriores do processo
eleitoral cora a precisa regularidade e ordem.
Ficam expedidas as convenientes providencias
para que seja a mesa garantida no desempenho
de suas atiribuigdes legaes.
Dito. Recmmeodo ao conselho administra-
tivo que na forma do seu regulamento compre
para fomecimento do arsenal de guerra os objec-
los mencionados no incluso pedido.Communi-
cou-se thesouraria de fazenda.
Dilo ao thesoureiro das loteras.Tendo nesta
dala approvado o plano que Vmc. enviou-me com
o seu officio de 7 do crrenlo para a exlracgo
das loteras ; assim lh'o comraunico para seu co-
nhecimento, remetiendo copia do referido plano.
Remetieu-se lambem urna copia do mesmo
plano thesouraria provincial.
Dilo ao director das obras militares.A' visla
do que expz Vmc. era seu officio n. 9 de 11 de
fevereiro ultimo, resolv approvar o orgamento
na importancia da 573jJ 10, dos concertos neces-
sarios ao corredor de enirada, corpo da guarda e
prisoes do quarlel do 9 batalho de iofanlaria, e
o autoriso a mandar executar essa obra.
Dito ao mesmo.Approvando na importancia
de 239^740 o orgamento que Vmc. me remelteo
com o seu officio de 17 de Janeiro ultimo da des-
peza fazer-se com a caiago e reparos neces-
sarios fortaleza do Brum, o autoriso a mandar
cxecuta-los. Communicou-se thesouraria de
fazenda.
Dito ao director gcral da instrueco publica.
Mando Vmc admiitir no collegio das orphaas as
duas menores Anna eFelismna, ulnas de Jose-
pha M tria da Conceigo, que se refere a sua in-
formago de 6 do corrente, sob d. 43, e papis
inclusos.
Dito associagio popular de Soccorros Mutuos.
Declaro associago popular de Soccorros Mu-
tuos desta cidade, em seluco ao que consulla em
data de 26 de fevereiro ultimo, que com quanto
seja genrica e taxativa a disposigo do 5 do
arl. 32 do decreto n. 2,711 de 19 de dezembro do
anno (indo, que d ao goveroo na corte e aos
presidentes naa provincias a faculdade de nomear
os presidentes de associage* de igual nalureza,
comiudo curial e conforme ao espirito a razio
da citada disposigo, que para taes cargos seja na
nomeados d'entre os membros da lasa sociedades
quelles que pelo conceilo a diatiucgae da que
gozan forem oigoos da escolha do goaarno.
Dilo ao delegado da Barreiros.Bn resposla
ninistraco do Sr.
atravessr urna si-
luaco rodeada das maiores c iOiculdsdes, nao so
anda por cir-
sua nomeago,
paular
era
n a
procurando
dencia, juramentado a dous soppleoie*: u
faci que uo pode constituir crime, emquanto
a desobediencia nao for reeonhecida por esta
presidencia, como autordade superior, qne ex-
pedio a ordem, um faci, que nao pode unir
da esphera admnistratifa para a juaktaria sania
depois que a amoridide administrativa superior
sederpor desobedaoida. e ordenar que sa faca
ctfecliva a responsabilidad* das dtsooadieoJea;
ai"m,.ra "a desobadeceu, como ov do sou
officio incluso, pos copia, pedio ao superior li-
cenga para sobrestar na execugo da ordem em-
quanto lhe fazia diversa* consideraeda, o que,
sem duvida, multo legitimo; nao ha porlolo
desobediencia, nao ha criainalidada no proce-
der da cmara ; nao poda por conseguinto Verc.
acceilar denuncia por esse facto, e por elle sub-
mellera cmara proeesso, esse um procedi-
menio anerchico, que comprometiendo a gravi-
dade e imparcialdade do podej judiciarie, pede
ser de serias consequencias: convm por tanto
que Vmc reflectindo sobre estas consderages
medite sobre sua respectiva linba de conduca.
Cabe-me|accrescntar que, ura processo instau-
rado acamara municipal, quaodo ella tem de exer-
cer* a importante atiribuigo, que foi-lhe confiada
pelojart. 87 da lei de 19 de agoslo da 1846. pode,
cora razo, ser encarado, como um manejo pro-
pro a extorvar a referida cmara o ejercicio de
sua attribugao, o que nao pode deixar de ser al-
tamente immoral ; por tanto qualquer que seja o
motivo, que tivesse Vmc para acceilar a denun-
cia e instaurar processo contra a cmara muni-
cipal dessa cidade a jusliga oo sofre, Ocando
adiado o seguiroento do processo para depois
de coocluida a apurago dos collegios desso dis-
districto ; isto prudente, e servir para pro ar
a imparcialdade de Vnic.jque nao pode lerinte-
resse em sacrificar sua reputago.
O magestrado que se deixou arrastrar pelo es-
pirito de partido, segundo parece, compromet-
teu seriamente a tus reputigo; e nao sel se
poder continuas a ser juiz no Penedo.
PERNAMBUCO.
por ser quadra eleitoral, po
cumstancias. que preceder
durante esse lempo, S Exc.
seu coraportamento pela mai severa imparcial-
dade, muitas vezes leve de ii correr no desagrado
dos exagerados de -rabos os partidos, S. Exc,
porra, nao fazendo queslao de conquistar adhe-
ses enthusiasticas, procuran lo estar bem com
sua conscicncia, segua sea pro desembaragado
na senda que se tragara. St u tino fez com que
a luta eleitoral tivesse lugar lem a mais leve per-
lurbago da ordera, devido ; que sua imparcial-
dade se fazia impr pelos dos; e foi por isso
que inimigos injustos, que c mira ello se excede-
rain na imprensa, por lira l veram de curvar-se
forga da verdade retirando-se aos bastidores, e
muios reconfieceuJo que foi ara precipitados: S.
Exc mostrou pralicamente < ue os goveroos nao
tem dirciio de vinganga, s ilvando a dignidade
propria, nunca negou a jusl ga aos seus adversa-
rios; retirando-se S. Exc (eixa nesta provincia
ptimo conceilo, como ada inistrador enrgico,
prudente e justo ; sendo for ;a confessar, que os
inimigos de hontem sao lalvez os que maisjusti-
ga lhe fazem.
As cmaras municipacs, n i forma da le, ize-
ram a apurago dos collegio eleitoraes; a da ca-
pital, sem infringir a lei, servio ao sou pariido
conferiodo diploma aos senhores Tavares Bas-
tos, Eloy de Barros Pime ilel, e Silveira Lo-
bo, ao ultimo porcm acompanhai ao Rio, co-
mo a sombra ao corpo o >r. Jacintho de Men-
donga. No Penedo, pjrm ouvediabruras, por-
que a cmara que julgava-se com o mesmo
Oireito que a da capital a conferir diploma ao
amigo, eslava disposta a da-Io ao Sr. Manoel
Joaquim, e nao ao seu competidor Dr. Jos
Angelo ; o juiz de diroto Querino a Silva as-
seotou de intervir na questao, e eis processada
a cmara, e portanlo inutalisada, ella, porra,
nao se dou por inutilisada, nao aceitou os effeitos
da pronuncia, e reunindo-se, conferio diplomas
aos Drs. Benjamim, Vieira, e Manoel Joaquim,
os suppleutes, por sua vez, lizeram o mesmo, e
couferiram aos Drs. Benjamim (un3 com dous e
oulros sem nenhum I) sao cousas de eleigo, e
por serem cousas de eleigo o juiz de direilose
julgou com direi'.o a nao recuar no escndalo.
O facto passou-se assim :dous suppleeles re-
presentaram ao presidente da proviocia contra
a continuago na cmara de dous cidados, por
ser um professor de inslrucgo primaria e outro
nao ter os dous annos de domicilio deferido e
por tanto pediam os supplentes que fossem jura-
mentados, vista daa provas, o presidente man-
dou juramentar os supplentes, a cmara, porm,
reunindo-se, naojurameulou e ao presidente of-
fereceu algumas consideragdas; foi desse facto,
que o* supplentes dersm queixa contra a cma-
ra, que foi processada; apezar da ter o presiden-
te dirigido ao juiz de direito a portarla abaixo
transcripta.
Informe-me Vmc com urgencia, sobre a ma-
teria conlida na inclusa representacao contra
Vmc. dada esla presidencia pelosseis cidados
nella firmados, vereadores da cmara municipal
dessa cidade.
Os representantes queixam-sa de que Vmc.
ao mu officio de 4 desunas catana dizer-lba i acceilra contra elles urna denuncia, e oa eita
REVISTA DIARIA-
O Novo Banco de Pernambuco cumpriodo o
disposto no aviso do ministerio da fazenda de 31
depneiro prximo passado, de queja demos sci-
encia aos nosso* leitores,' aonuncia a prorogago
do prazo para a subsltlugo das suas olas de
105 e 20$ rs.
Isto posto, deve ullimar-se o praio desta pro-
rogago no da 9 do maio prximo futuro ; e da-
hi por dianle s ter lugar a aubsliituigo com o
descont mensal progressivo de 1Q por cento,
al deliniliva demonelisaco das respectivas
olas.
Um novo plano para a exlracgo das lote-
ras foi submeltido approvago do Exm. Sr. pre
sdenie, que o sancciooou por despacho de 9 do
correte.
Segundo o actual plano, a sorte grande de
50009, sendo o premio immediaiamente menor
dous de 800 rs. cada um, e seguiodo-lhes um do
400. dous de 200o, qualro de 100. dez de 40g.
quinze de 20, trinta e cinco de 10 o seiscenlos
e trinla de 5, cusi de cada blhele.
O numero total dos bilheles componentes da
lotera do tres mil, sendo destea premiados se-
lecentos.
O thesoureiro conla assim poder dar exlracgo
breve s loteras, fazendo-as corre em prazo me-
nor, sem prejuizo seu, com a ficada de grande
numero de bilheles por vender, o que por cerlo
nelle malaria todo o ioceutivo de regularisar as
loteras da provincia.
Informam-nosque, com aschuvas cabidas,
acha-se a estrada da punte de Ucha, do sitio do
Sr. Gibson para dianle, em completa intransita-
bilidade, por haver sido tomada pelas aguas em
toda a sua extenso.
Este estado deve ser remediado com algura ser-
servigo all, porquo si com as pequeas chovas
lem-se formado um lago, quando comoear ver-
daderamente o invern, as aguas se aecuraularo,
o tomaro um volume, que interceptar no todo
o transito!
Hoje j esle difficultado asss para quera an-
da a p.
Acha-se em exercicio a aula delalmda
freguezia de S. Jos desla cidade, a qual fuoccio-
na no palco do Porgo n. 33.
Remellem-nos a seguinle correspondencia,
que submeitemus apreciago da competente au-
loridade :
; Sr. redactor da Revista Diaria.Sendo
Vmc. infatigavel impugnador de todos os abusos,
como se ve desle seu irabalno quolidiano. a Re-
vista Diaria, venho chamar a sua altengo par
o proceder revollanle dos moradores de mais de
urna casa da ra dos Tanoeiros no bairro do Re-
cife, que a toda a hora do dia e da noile, com a
maior sem-cerimonia do mundo, fazem da roa
praia. langando continuamente gamellas e gamel-
las d'agua, sem ao menos terem o cuidado de
ver se passa alguem, o que j por mais de urna
vez tem dado lugar i baptismos (oreados.
E, Sr. redactor, se fosso agua s, ainda que
suja, vade inpace com tolis diaholis ; mas o peior
de tudo que de vez em quando, de dia mesmo,
Sr. redactor, para maior desaforo, la vem urna
panellada de certos liquidos (nao sei se de mais
alguraa cousa, mas parece) to ptridamente
aromatisados, que sao capazes de obrigar, ainda
o sujeito mais destituido de olfacto, a atafulhar o
pobresinho do nariz com pitadas do rap, si-
monto, caco ou esturro ; mas um pobre diabo,
como este seu criado, que tem horror aos taes
pos de sapatos (mas d o cavaquinho por ura
bello charuto) o que faz neites casos desespera-
dos fugir da casa toda pressa, amaldr.oando
to implacaveis inimigos e inimigos da bygiene
publica, senlindo que o Sr. fiscal nao more na
mesma ra, e prometiendo padre-nossos s al-
mas para que S. S. passe por ella em hora to
feliz para nos, pobres padecentes, que possa pre-
senciar (nao.....ser victima, nao, nao quera isso,
godm !) estes abusos, porque enla, eslou cerlo,
elles seriam de urna vez ex irpados.
a Desculpe, Sr. redactor, esta massada. e pe-
co-lhe, que, compadecido do prximo, se sirva
fazer publicar estas mal rabiscadas linhas, ou
subsiilui-las por alguns reparos do sua casa,com-
anlo que nos vejamos livres desles flagellos da
alma e do corpo. Amen.
Sou
< Ura contante leilor.
Margo 11 de 1861.
No dia 4 do correla, mezcelebrou a irman-
dade de Nossa Senhora do Uuadelupe, da cidale
de Olinda, urna selemne missa de rquiem e me-
mento por alma do Exm Sr. merquez arcebispo.
O acto da referida irmandade leve por flm ma-
nifestar a sua gratilo favores rocebldos do 11-
lustre finado.
Foram recolhidos casa de delengo nos
das 9 e 10 do corrente 13 homens e 3 mulheres,
sendo, 8 livres, 2 libertos e 6 escravos ; ordera
do Dr. chefe do polica 1, ordera do Dr. dele-
gado do primeiro dialriclo4, ordera do subde-
legado do Recife I, ordem do de Santo Anto-
nio 1, ordem do de S. Jos 5, ordem do da
Boa-Vista 2. e ordem do da Capunga 2.
Foram recolhidos mesma no dia 11, 12 ho-
mens, lodos livres, sendo, 9 ordem do Dr. che-
fe de polica 1, ordem do Dr. juiz municipal da
primeira vara e 2 ordem do subdelegado dos
Afogados.
Lista dos baplisados havidos nesta fregue-
zia da Boa-Vista de 16 de fevereiro ultimo do
correle anno:
Augusta, crioula, com 5 mezes de nasuda, filos
natural, escrava
Antonio, pardo, com 8 anno* de nascido, filho
legitimo de Antonio Caetano Tavares e Maria
Francisca de Souza Tavares.
Olimpio, crioulo, com 5 mezes de nascido, filho
natural, escravo.
Mana, parda, com 10 mezes denascida, filhana-
tural de Anglica, escrava.
Maria, branca, nascida em 10 de selembro de
1859, liihMBgiliraa de Jos Duarte das Neres
e Angela Francisca das Nev*.
Maria. crioula, eom 3 semanas de nascida, filha
de Bemvinda, africana livre.
Abilio, crioulo. filho natural de Cypriana Maria.
Otilio, branco, nascido em 19 da dezembro do
anno pastado, filho legitimo do Dr. Phampbi-
lo Manoel Freir do Carvalho a D. Argemira
de Albuquerque Mello Freir do Carvalho.
Antonio, pardo, com 4 annos e meio-, de idade,
filho, natural de Hauorata, escrava.
Francisco, branco, nascido em 29 de margo do
anoo passado, filho legitimo da Vicente Men-
dos Waaderley e Joanna Augusta de Barros
Wanderley.
O aliaras Harealano Geraldo de Souza Magalhes
com Arcangela Maria Ramos e Silva, brancos
Passageiro sahidos no patacho Tygre, Fran-
cisco Alves da Paria e Anloni Harminio da. Silva
Saltas.
auTADocao ruanco : "iaa-
Malaram-*o no dia 9 do correnta para o con-
sumo desla cidade 105 vezee.*
No dia 10 de mesmo, 91.
No dia 11. idam, 94.
No dia 12, idam, 61.
Moktauda* do nu 12.
Alexandrina, parda, 1 anoo; espasmo.
Manoel, pardo, 1S mazer, toase convitleav
Hara, branca, 3 annos; losse convulga.
Rozalina Maria da Conceigo, parda, solieira'
26 anno* ; tubrculos pulmonares.
Rila Mara da Conceigo, branca, solteira. 45.
auno*; diarrha.
Guisep Boassek, branco, casado, 60 annos
febre amarella.
Luiza, branca, 2 annos; menengte.
Demelrio, preto, 6 mezes; losse coovulga.
Francisco do Corago de Jess, branco, viuvo,
70 annos; medite.
Manoel Joaquim Valenliro, pardo, vrovo. 45
annos pulmonile.
Mara Jos Crrela de Carvalho, branco, casi-
da, 4o anna*; coogesto cerebral.
CHROWICA JUUICURIA,
TRIBUNAL DA RELICO.
SESSAO EM 2 DE MARgO DE 1861.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. C0KSELHE1R0 ER.MELISO
. DE LEO.
As 10 horas da manha, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Figueira de Mello,
Silveira, Caelano Santiago, Gitirana, Silva Go-
mes, Lourengo Santiago, e Guerra, procurador
da cora, faltando com participago o Sr. desem-
bargador Costa Molla, foi aberla a sesso.
Passados os, feitos e entregues os distribui-
dos, procedeu-se aos seguinles
JULG AMENTOS.
AGGRAVO DEPETICAO.
Aggravanle, Manoel do Reg Soares ; aggra-
do, ojuizo.
Relator o Sr. desembargador Caetano San-
tiago.
Sorteados
e Gitirana.
ap-
os Srs. desembargadores Silveira,
Negaram provimenlo-
Aggravanle, Bairo & Macedo ; aggravado. r>
JUIZO.
Relatoro*5r desembargador Silveira.
Sorteados os Srs. desembargadores Gitirana.
e 1-igueira de Mello.
Negaram provimento.
APPELLACES CIVEIS.
Appellante, Mara Benedicta esua filha ;
pollado, Hermenegildo Googalves da Silva.
Desprezaram-se os embargos.
Appeilante, Francisca Maria da Conceigo ; ap-
pcilada, Catharina Josepha Alves de Mello.
Reformada a sentenga.
Appellante, Claudma Marlnha do Sacramento;
appellado, Henriqwe Gibson.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, Joo Alhanasi Dias; appellado,
Bernardo Antonio de Miranda.
Mandou-se habilitar os herdeiros.
HABEAS-CORPt'S.
Na petigo de Francisco Guedes Ferreira, pe-
dindo ordem de habeas-corpus, foi-lhe concedida
para o dia 19 do corrcnle, s 11 horas do dia,
ouvida a autordade competente.
Foi concedida a soltura pedida por Flix Jos
de Senna, om ordem de habeas-corpus, sendo
responsabilisado o delegado do termo do Re-
cife.
Conccdeu-se a soltura pedida por Joaquim Ra-
bello da Silva Queiroz, em habeas-corpus, sen-
do advertido o delegado do Recife.
DILIGENCIAS CR1HES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellagoes crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Domingos da
Costa Araujo.
Appellante, ojuizo ; appellado, Silvestre Pe-
reira da Molla.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Pcreira
da Silva.
Appellante, Jos do Prado Chavier; appellado,
Domingos Jos Alves de Siqueira e oulros.
Appellante, ojuizo ; appellado, Manoel Soares
Cavalcanti.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Joa-
quim Pereira da Silva.
DESIGNACO DE DIA.
Assignou-se dia para julgamento das seguinles
appellacoes crimes :
Appellanle, o juizo ; appellado, Amonio Alha-
nazio dos Sanios.
Appellanle, o juizo ; appellado, Casemiro da
Costa Lima.
Appellante. o juizo; appellado, Antonio Vctor
de S Brrelo.
DILIGENCIAS CIVEIS.
Appellante, Manoel Casemiro da Rocha
pellado. Bernardino de Senna Correia.
Mandou-se proceder urna demarcago;
Appellante. Jos Galdioo Ribeiro Sanche* ; ap-
pellados, os herdeiros de Manoel Alves Guerra.
Ao Dr. curador geral.
DISTRIBUigOES.
Ao Sr. desembargador Gitirana, o aggravo de
petieo :
Aggravanle, Zozima Isidora Carneiro da Cunha;
aggravado, o jaizo.
A 1 hora encerrou-se a sesso.
ap-
Communicados.
Na eleigo do dia 30 de dezembro do anno pr-
ximo passado, na freguezia do Itamb, houve
quera pozesse em perigo o venclmento da mesa
parochial por parle da parcialidade, que sustenta
a candidatura do Sr. Dr. Souza Carvalho ; e o
meio de que lancou mo foi distribuir alguns
elcitores cdulas do mesmo lamaoho e da mesma
cor, contondo nomes de pessas da parcialidado
contraria.
Longe de crer que de semelhante fraude tenha
sido autor o individuo que foi encarregado de es-
crevere distribuir as cdulas, leudo alias razoes
para coosidera-lo incapaz do tal perfidia ; eu,
como todos, ignoro ainda como se deu esse admi-
ra vel qui pro quo....
Entretanto, um inimigo mesquinho, que nao
me pode perdoar o trabalho proficuo que z em
oulra eleigo, para o desmontar de urna posigo,
que oceupava immerecidamente, achou a occasio
azada para morder-me, e invenlou a historia de
urna transaeco to srdida, quanlo o seu ca-
rcter, mancha Jo de indeleveis nodoas.
Segundo essa historia, eu recebi cinco contos
de ris para fazer a troca das cdulas 1
Primeiramente perguntarei : como se pode
acreditar semelhante calumnia, quaodo sabido
que todos os eleilores receberam as cdulas das
raaos do Sr. Ismael Felicio da Cunha Bilau, o
que, estando todos reunidos, foi descoberlo o en-
gao antes de outra pessda poder conferenciar
com elles ?
Em segundo lugar, appello para o cavalleiris-
mo dos 111 ras. Srs. commendadores Joo Joaquim,
Dr. Alfredo e capilo Antonio Googalves de Oli-"
veira, e Ibes pego que declarem se alguma vez
lentaram ao menos adquirir a mtnha atlianga ;
se com elles tratei alguma vez a respeito de elei-
goes.
Cora a resposla desses senbores voltarei dis-
cusso desse negocio, o com a minba consciencia
tranquilla espero em Deus mostrar ao meu calum-
niador que eu felizmente ainda nao desci ao seu
nivel, procurando fazer fortuna por todos os
meios criminosos.
Sos pobre, mas a pobreza honrada e o traba-
lho licito sao os meus ttulos de nobreza. Pre-
so-os mais do que fortunas collossses mal adqui-
ridas, e se nelles for constituida a nica berenga
de meas ilhos, julgar-me-hei muito feliz.
Outros, que repinapam-se de grossos juros, e
que empoleiram-se era palacetes de aldeia, po-
dem fallar com a meama altivez ?
Responda o meu calumniador, ou, se suas fa-
ces nao ealo desbotadas para sempre, core dian-
le do homem pobre, maa honrado, que o pro-
voca...,
Em satisfago ao publico, digo concluindo que
nao acodi antes mtnha defeza, porque espera va
a cooclusao dos Irabalhos eleitoraes, durante os
quaes lerai nao encontrar a aiteogo de que pre-
ciso, a ainda mais : boje as verdades podera
ser ditas com mais franqueza ; fallo das que sao
relativa* eleigo.
Podras de Fogo, 18 de fevereiro de 1861.
thrcolino Xavitr Maia,



u* m hjujoooo. toAiTi fina m maioom iwi.
Correspondencias,
i** lillfdi*0'w. 0ioeraj ftriMmftueano
iem ltimamente publicado algumas correspon-
dencias do Rio-Grande do Norte, as quaes s<5
caiumnij e toveelrvaa sao lanzadas, mos
cnetas, contra o mui digno e illaitrado admni*-
ador aquella provincia, o Ixm. Sr. Dr. Jos
ututo da Cunha Figueiredo Jnior.
A hnguagera virulenta, de que rnente se ha
aerudo o seu autor, bom mestra que, em vez de
wr a expresaio da rerdade. ao coolrario s ten
Uto e contina a ser a expreiso do maior des-
paito e oejapontameuto pelo mallogro de algoraa
preteocio eleitoral, pira o qual directa, nem
inaireciamonle concorrera S. Erx.
Assim, nao se havendo consignado n'essas
correspondencias om s fado, que se preate a
provar quaoto n'ellas se diz contra S. Exc, o dfs-
Prez seria a melhor e mais eloquente resposta,
que Ihes podaramos dar.
Desee proposito, porm, veio afastir-oos a cor-
respondencia, impresas no dito Liberal de 6 deite
n>ez: ah o autor della, nao recelando do seu
programla de calumniar os actos da justa e ho-
nesta admnistraco do Exm. 8r. Dr. Figueiredo
Jnior, ousa cora requintada mi f asseverarque
no interesse do suffocar a voz do Rio-Gran-
dense, mandara elle prender para o recruta-
menio o typographo desse peridico.
Como resposlaao accrvo das diatribes ahi es-
cripias, pedimos a itisercao do quanto a rospeilo
ja loi publicado no Rio-ande do Norte, no pe-
ridica Dous de Dezembro De aua leitura
jer-se-ha que, sendo effectivaraente preso esse
typographo, fdra porS. Exc. mandado pdr em li-
berdade, logo que a seu conhecimento chegou a
isencao legal, que Iho assistia: S. Exc. fez anda
mais : recommeudou s autoridades encarrega-
das do recrutamenio, que a elle proiedessem
com o maior escrpulo, para que nao fossem en-
commodadas pessoas, em favor das quaes exis-
tiam isencoe.
Agora urna nica consideracSo. Em 27 de
fevereiro tivera lugar a soltura desse recruta ;
no entretanto, o Rio-Granense, em data do 1."
de marco, em vez de render a devida homeoa-
gera ao administrador justiceiro, ao contrario o
injuria e calumoia Jdo modo o nais torpe; e nao
contente anda, escreve para o Liberal a Catili-
naria que nos referimos!
Por ahi vejam os leilores de que quilate teem
sido, o sao as accusac.6es taitas ao Exm. Sr. Fi-
gueiredo Jnior, e conseguintemente que grao
de crdito se Ihes pode ligar. -
Recife 12 de margo de 1861.
Publcales a pedido.
RIO GRANDE 00 NORTE.
Estraagatires 'asean cousas !!!
Da vez passada o Sr. oraira Brando acerlou
de apurar mutilo mu jeito os veto* dos colla*
gioa coobeeidos, eacolhendo as duplcalas que
mais -conta Ihe faziara, e wrueeeirdo innocen-
temente alguns collegios desfacor avtis, cojo re-
sudado era sabido, encaixou-se no segundo lu-
gar de deputado. teado a modestia de flcar por
br'iel0 At. raasaeima do Sr. Dr. a-
Esperavam toaos que o Sr. Brandjo divulgado
que fosse o xito final da votoco, se poiesse
cavalieiro sobre os dous, pedindo com aros de
iriumpho a approvaco do publico, como costuma
lazer depois de alguma lirada eloquente e philo-
sophica dos seus discursos recitados na assembla
provinciaL ^
Poisenganaram-se. Poi mais urna deoepco
para aquellos que anda p6em em duvida a gene-
rosidad? reeonhecida do Sr. Moreira.
O ultimo numero do Rio Grandense publica
as voiacoes parciaes deeertos collegios, e como o
Sr. Moreira em dous n8o obtcve um s votinho,
e n'outrosos candidatos conservadores alcanza -
rara os mais brilhantes uflragios, mesmo no col-
legio tulisla do Principe, e as duplcalas Bulis-
tas de Santa Aona e Pao dos Ferros, ei-lo ahi o
Sr. Bran Jo sem querer fazer a apurago final,
e contentando-se em dizer em tom mgoado :
Muito pode o governo em nossa Ierra !
Esta tirada to candenctosa como um verso,
ser por entura alguma exprobaco ?
Os correligionarios do Sr. Brando que tornera
la esse pio na unha...
Pela nossa parte seremos mais generosos que
o Sr. Moreira, e agora que est terminada a
campanha eleitoral, Ihe diremos :
Requiescat in pace.
E estamos cortos que a provincia quasi inleira
Ihe responderAmen.
(Dous de Dezembro\.

B
flora*
a
B
s
g
B
s
w
P5
"5T
i?
3
o
8
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s
8 SS 3
(0 o
Atmaspktra.
Oireeco.
Intentidade.
Fahrenheit.
C.1
OS
00
00
o
-4
oo
o
Centgrado.
| Bygrometro.
1 Cisterna hydro-
metrica.
3
3
M> 00
>
en
os
S5
Franeez.
g 5
8
g
s
fnglez.
s
qudrSdeSE8'3* ?al "ri"el freo do
OSCILAf.O DA MARE'.
Preamar as 5 h. e 18' da tarde, altura 7, p.
Balsamar *s 11 h. e6' da manha, altura 0.8
Observatorio do arsenal de marinha. 12
oiargo de 1861. '
BOMANO STEPPLE,
-^_ 1 lenle.
de
rallaf??*^** Pladavaa ertaa pelo barao
Cbartae?|Hiip traduzida *lrrocaMvportuguei.
* *fw tw penas Qoss d'aco.
S duuas de tapia fiaos par* daaenho.
a duzaa de canelas para penaas d'aco.
3 duziaa de borrachas para desenho.
10 impagos de latao pequeaas.
Urna quarU de nanquim uno da China.
14 pasta pequeas para guardar desenho.
1 resma de,papel almaco fino.
Para a offlcioa da 4* classe do mesrao arsenal.
1 ihesoura grande.
2 jogosde alicates.
Para provimento dos armazeos do almoxarifaio
500 vasseuras de palha de carnauba
100 ditas de junco.
50 arrobas de cabo de linho velho.
20 ditas de chumbo em lenco!.
500 peiles de cabra. T
Quem quizer vender taes objeclps, presento as
anas propostas em carta fochida, na secretaria do
conselho, s 10 horas da mantisa do da 18 do
corrate mer. \
Sala das sesses do conselho droioistrativo.
Kt*.'wi.'10 d0 ,neMT ue"a- d
l J?en/o Jos Lamenhk Lins,
\ Coronel presidente.
' Francisco Joaquim Pareira Lofco,
\_________ Coronel vogal aefetaro interino.
Atgencia do vapor de
reboque acba-ae tabelecida no escrip-
torio di companhia Pernambucana no
Forte do Matto n. i, onde te recebem
avisos para qualquer servido tendente
ommo vapor.
Cear e Acarac.
O patacho Emulago, segu por tos das
por ler parte da carga proapta e para o resto a
tratar com o capillo ou Manoel Goocalves da sil-
va, ra da Cadaia do Becife.
Leiloes.
Aysos maritimos.
Editaos.
COMMERCIO.
0 Rio Grandense do Norte e o reern-
tamento do seu impressop.
Todo3 sabem que o recrutamenio aqui tem si-
do o mais benigno possivel. Desde o 1." de iu-
lho do anuo passado at hoje apuraram-se s-
mente dezeseis recrutas. Entretanto, segundo as
terminantes ordens do governo imperial, dehe-
se computar at o ultimo de junho prximo vin-
douro o contiugente de cento sessenta e tres
recrutas para o exercito o trinta para a armada.
A polica, cumpriodo o seu dever, procede ao
recrutamenio na capital, onde existe um grande
numero de ociosos que vivem a furtar pelos
quinlaes. r
Entre os quatro recrutas recolhdos ao de-
posito no da 5 do mez prximo findo, achou-
se um Joaquim Francisco de Souza Lima, que
com os outros ra apresentado presidencia pelo
chefe de polica.
Apurados os ditos recrutas, mandou-se por
um delles em liberdade; e em virtude do pare-
cer medico. Ocou na enfermaiia para ser melhor
observado o referido JoaquilH Francisco de Souza
Lima, que oo dia 27 allegou ser erapregado na
typographia Itio Grandense, e nesse tr.esmo dia
ro posto em liberdade, em virtude do art 4 da
le de 7 de dezembro de 1830.
Entretanto no dia 1. de raar?o saho o Rio
Grandense cora urna pagina s, e com a data do
mamo da 27 de fevereiro, fazendo patacoada
por causa da priso de Lima, que. hsvia dous
nas, tiuha sido sollo, apeoas allegou isencao I
Sempre estullo e pequenino !
As pegas oflkiaes abaixo publicadas provara a
sem-razao de sua gritara coulra o presidente da
pronncia, e fazom resaltar lodo o ridiculo da far-
<;a cora quo procurou elle fazer effeilo fra da
proveca, invocando o co e a trra, e implo-
rando o concurso de lodos os publicistas e tyoo-
graphos das cinco partes do mundo contra o s-
trapa cruel que se acha a frente da administra-
do I ....
O celebre redactor vai serapre fazendo
gressos, e, se fr assim contiouando, em
ve o veremos pelas ras armado D.
xote com o seu jornal em orna das mos
lana em outra, vendo a cada
combator ....
Rio Grande do Norte.Secretaria da polica.
-2j de fevereiro de 1861.-N. 76.-lllra. e Exm!
Sr.Entrego disposico de V. Exc. Joaquim
rrancisco de Souza Lima, recrutado para o exer-
cito. Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr.
Ve. Jos Bento da Cunha Figueiredo Jnior
presdeme da provincia.O chefe do polica in-
terino da provincia, Joaquim Pedro da Ctta
Lobo.
Manoel Bernardino Bolvar, Dr. em medicina e
cirurgia, segundo cirurgio do corpo de sauto
do exercito, por S. M. o imperador, etc.
Atiesto que inspeccionando ao recrutado Joa-
quim Francisco do souza Lima, e tendo o mes-
mo uraa organisagao essencialmente dbil e tra-
ca, entretanto que diz soffrer do ataques do he-
moptise, o que nao se pode a" primeira vista de-
cididamente designar, sou de opinio que seii o
mesmo, alientas (aos consideracoes, recolhido
enfermara, para sob ponsada observado, ser de-
finitivamente conhecido o seu estado.
Secretaria militar na palacio da presidencia 26
de fevereiro do 1861.-Ur. Manoel Bernardino
Bolvar, segundo cirurgio.
2.a SecQo Rio Granle do Norte.Palacio
do governo 27 de fevereiro de 1861.0 recruta
Joaquina Francisco de Soua Lima, que V. S.
maudou-me upresentar cora o seu offlcio de 25
do correle, sob o 76, allegou. em requerimen-
to desla data, ser empreado n'urua typographia
o como tal isenlo do servico militar, em virtude
do arl. 4. da lei de 7 de dezembro de 1830:
pelo quemandei-o por era liberdade ; restndo-
me recommeodar a V. S- a expedicao de suas
ordeus para que as autoridades procdam com o
maior escrpulo, aflm de nao reerutarem indivi-
duos que tenham alguma das isences legaes.
Deus guarde a V. S.Jos Benlo da Cunha Fi-
gueiredo Jnior.Sr. Dr. chefe de polica inte-
rino.
Rio Grande
Praca do Uecifel2de
-marco de 1861.
A.s tres horas da tarde.
Cntiifoes orfleiaes.
mascavado1&900, 18950 e 2;J por ar-
Assucar
roba.
Cambio sobre Londres-26 1[2 d. por 1J 90 das
de vista. r
Camoio sobre Pars 305 rs. por franco 90 das
de vista.
Descont de letras10 e 12 0[0 ao anno.
Leal SevePresidente.
Frederico Guimaraes secretario.
CAIX4 FILIAL
DO
BANCO DO BRASIL.
EM 12 DE MARCO DE 1861.
A caixa desconta letras a 10 %, sendo as de
seu aceite a 9 /01 toma saques sobre a prac.a do
Rio de Janeiro, e recebe dioheiro
de 8 %
e
por
ao premio
.Vlfitudega,
Rendimento do dia 1 a 11. 136:365*944
dem do dia 12.......15:6693341
152:0352(285
Uovimeoto da alfandeafa.
Voluioes entrados com fazendas.. 137
com gneros.
Volumes
i>
sahidos

com
com
fazendas..
gneros..
60
------197
92
263 .
------355
oro-
bre-
Qui-
. e a ca-
can lo sal rapas a
Descarregam hoje 13 de fevereiro
Barca ingleza Isabella Rideleybacalho.
Barca ingieraQueen fazendas.
Brigue inglezMifiatitlanidera.
Importa ^ao.
Galeota oldemburgufza Adele. viuda de New-
Castle, consignada Scoll & C.a, manifestou o
seguinte
Directora geralda instrueco
publica.
Faco saber a quem convier, de ordem do Illm.
W. Dr. director geral, que se acham vagas as ca-
deiras de inslrucQo elementar do 1." grao do
sexo femiBino das froguezias do Recife, Iguaras-
su, Sennhaem, Garanhuns e Ciruar ; pelo que
sao as mesmas cadeiras postas concurso, mar-
cando-so o prazo de 30 das, a contar da data des-
rt'para a 'nsc"PC-ao e processo de habiiitaco
iSSW&'forma das iDS,ruc6es da "
bulTsTioSSSJe0 pubUca de rernaB-
. Salvador Heorique de Albuquerque.
n Secretario interino.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador
da imperial ordem da Rosa, da de Chrislo.e iuiz
ae direito especial do commercio desta cidad
do Recito de Pernambuco, e seu termo,
i. SI. Imperial, que Deus guardo etc.
taco saber aos que o presente edital virem. e
dalle noticia Uverem, que no da 13 do prximo
futuro mez de msreo so ha de arrematar em pra-
ca publica deste juizo, nda a audieocia, osse-
guintes bens :
.HE?. c"'e"ea dividida em duas cazinhas de
ns. 260 e 62, sitas na ra Imperial, de porta e
Bfiwo um8' era m0 e8'ad0'avlladas em
Urna dita de taipa e um terreno no lugar do
reres da freguezia dos Afogados, cujas trras sa j
foreiras, avalladas em 200$ ; os quaes sao per-
tencentes a Antonio Joaquim Vinhas, e vio a
praca por execucao que move Motta & Irmo e
Joao Luu Vtanna : e caso nao haia lancador que
cubra o prego da avaliaco. ser a arremataco
lena pelo prego da adjudicaso com o abate
E para que chegue ao conhecimenlo de todos
mandei passar editaes, que sero publicados pela
imprensa e affiados nos lugares designados no
coaigo commercial.
Cidade do Recife de Pernambuco, aos 20 de fe-
'ereiro de I861.-Eu Manoel Mara Rodrigues do
wascimeolo, escrivao o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelli.
Para Baha segu em poucos das a es-
cuna nacional Cariota; para alguma carga que
trie taita, trata-ae com seu consignatario Fran-
cisco L. O. Azevedo, na ra da Madre de Dos,
LILAO
Sexfa-feira 15 do correte as
11 horas em ponto.
O agente Pinto autortsado pelo Sr.
Vicente Ferreira Pinto, ara' leo da
armacao e balcao, de dous candieiro
do gaz e seut utencilio, de urna gran-
de meza e de urna carteira em bom es
tado existentes no armazem da ra da
Cruz n- 51 no dia e hora cima indicado
garantindo leao comprador o arrenda-
ment do mesmo armazem.
Rio de Janeiro
pretende seguir at o dia 16 do corrente a veleira
o bem conhecida barca Amelia ; s pode rece-
per escravos a frete, para os quaes tem excellen- '
tes commodos ; trata-se com os seus consignata-
rios Azevedo & Meudes, no seu escriplorio. ra
da Cruz n. 1.
Para o Ass.
Segu em poucos dias, por j ler. a maior par-
te de seu carregamenlo a bordo, o hiato Bebe-
ribe: para o resto e passag6iros, trata-se na ra
do Vigario n. 5.
Para o Aracaly
O hiato Camaragibe : para carga e passageiros
trata-se na ra do Vigario o 5.
I'ara
Para o Kio Glande Ao Su\.
Segu com brevidade o patacho nacional Sao
Joanetro : quem quizer carregar no mesmo a fro-
te, entenda-so cora o consignacio Manoel Alves
Guerra, ou com o capitao a bordo.
Urna taberna.
NA
Ra do Rangel n. 18.
Terca-feira 19 do crvente.
Antones far leilo por mandad do Exm. Sr.
Dr.juiz especial do commercio e a requenmento
debilva & Santos, dos gneros, dividas e uteu-
cilios da taberna sita na ra do Rangel n. 18 a
qual pertenceu Grma Souza & Peixoto.
Na referida taberna s 11 horas em ponto
LEILAO
DE
eclarages.
lospeccaodo arsenal de marinha,
Ue ordem do Illm Sr. inspector, faco constar
que nos das 15. 19 e 23 do correte mez, se
achara venda em hasta publica na porta do al-
moxarifado desta inspscco, comegando as pra-
fc-f -s da mannaa- seo do hiate Pa-
233 toneladas e 1[5 de carvo de peJra : aos raniban, de 78 ps de corapriraento, 21 de boc-
mesmos. ca e 7 depontal, canillado e pregado de cobre
--------- atc altura de 8 ps, contados da quilha, cora os
Expnrtaeo. seguintes pertenc^s : tome, canna deste, dous
Dia 9 de marco. pares de lurcos de ferro as amuradas, bolineles,
Brigue porluguez Soberano, para Lisboa, car- e suas Darr,s,- cmara e baleos com as respecti-
regara : I vas escodas, fogao o seus perlences ; esse navio
Carvalho Noguoiradt Companhia, 92 barris com ;,"f/!,d0,de8aruiado Pel esljdo de ruina em
COMPANHA PERXAMBUC.1NA
DE
Navegago costeira a vapor.
O vapor Persinnnga, commandante Moura,
segu para os portos do sul de sua escala no dia
20 do correle mez s 5 horas da tarde.
Recebe carga para Macei e portos intermedios
at o da 19 ao meio dia.
Pissageiros e dinheiro a Irtte at o dia da
sahida s 2 horas : escripiorio no Forte do Mal-
los n. 1.
Manoel Marques de Oliveira & Companhia, 21
ditos dito.
220 sac-
que se acha.
Inspecco d arsenal de marinha de Pernambu-
co, em 12 de margo de 1861.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Anudo.
rtADfnrdH m^do Illm- Sr- 'QSPeclor da thesouraria^
ae lateada desta provincia, ae faz publico que ti-
ca marcado o prazo de oito dias, contados desta
data. aosSrs. Jos Higiuo de Miranda e Francis-
"Aa.n" de Oliveira para pagarera os respecli-
Leraos ^barricas com 2,402 arro-'\fimm\^'& Ds. fg'e
, lio A, da ra do Caldereiro da freguezia de Sao
Joaquim Antonio Pinto Serodio Jnior,
eos com 1,100 arrobas de assucar.
Dia 11.
Brigue porluguez Amalia 1, para o Porlo, car-
rega ra :
_ cisco Rodrigues da Silva, 2.200 saceos cora
Francisco Rodrigues da Silva, 2.201
11,000 arrobas de assucar. e 670
17.336 libras.
couros cora
Joao Ferreira da Silva, 3,000 chifres.
Brigue dinamarquez Iolstein, para o Rio da
carregam
Prata
.gue porluguez ^Soberano, para Lisboa, car- I Jos, e o segundo o de n. 183 A, na ra do ApoT
itosocoa v-0,reiraAw-da' "sacco3 ^:^^^^^DX;:^
1.000 arrobas de assucar. i desde 1859. sob nnn> it. nmH.,.. *'./*) "?.d.
has e 13 libras de assucar
Brigue
regam
Francisco
com 1.000 arr, Ia 1-,q sk n^'7."."7--------.k";v"
ueaue oo, sob pena de proceder-se conveniente-
mente.
^fr^ m -1 ^^^j^^s^:
Thoraaz de A. F. Jnior, 360 saceos com 1,800
ditas dito.
REAL OimiMl
DE
Paquetes inglezes a vapor.
No dia 17 deste mez espera-se do sul o vapor
Oneida, commandante Bevia, o qual depois da
demora do costme seguir para Soulhanipton,
tocando nos portos do S. Vicente e Lisboa, para
passageiros etc., trata-se com os agentes Adam-
son, Hnwie & C, na do Trapiche n. 42.
P. S. Os erabrulhos s se recebem at duas
horas antes de e fnchar as malas, ou urna hera
antes pagando um palacio alera do respectivo
frete.
Gneros de estiva.
Quarta-feira 20 do corrente.
Antones por mandado do Exm. Sr. Dr. iuiz es-
pecial do commercio. far leilo a requerimento
de Prente Vianna &C. e outros, dos gneros e
mais objectos arrestados a Manoel Joaquim de
Oliveira & C, no referido dia as 11 horas em
ponto, na ra do Cordonlz n. 14.
LEILAO
No dia 13 do correte
Augusto c. de Abreu nao podendo era seu lei-
lo de honlem concluir por falta de lempo, a
venda do avultado sorlimenlo das fazendas prin-
cipalmente lnglezas, que desejava apresentar a
seus bons freguezes, continuar o mesmo
Hoje, quarta-feira,
por inlervenco do agento Oliveira
mazem ra da Cadeia.
Predios e
eseravos.
Quinta-fera rente s 1 i horas.
Antunes autorisado pelo Sr, Joi Nu-
ne do Paula, tara' leilo em seu arma-
zem na ra do Amorim n. *8, dos
predios e escravo pertencente ao dito
senbor que para liquidar ero entre-"
gues pelo maior preco alcanzado, a
saber:
O sobrado n. 48 de 2 andares e sotao si-
to na ra do Amorim, com chaos
proprios.
Dito em Olmda de um andar e iota
sendo atraz terreo, com a frente pa-
ra os Quatro Cantos e ladeira da Mi-
sericordia, chaos proprios.
lima casa terrea no Varadouro, con-
cluida ha pouco tempo, com 5 quar-
tos, 2 salas, grande quintal, e urna
grande padaria no mesmo, com o-
tOes doblados, foreira a cmara mu-
nicipal.
A terca parte da casa terrea sita na ra
da Ira pera triz junto a padaria do Sr.
Barnlier.
4 escravos de muito boa conducta, sen-
do um delles excellente padeiro e
tornero, as 11 horas
em ponto.
em seu ar-
Traiiferencia do leilo.
da
barca ingleza Emma
e seus pertences, que devia
Franciscos. Rabello & Filhos, 110 saceos com
550 arrobas de assucar.
sac:os com
Rodrigues, 220
Cephise, pata Marseille, car-
do Norte.Secretaria da polica,
1." de marco de 1861,N. 85.-Illm. e Exm.
Sr.Esta repartiao j tem por vezes expedido
ordens s autoridades encarregalas do recrula-
mento para que s recrutem pessoas que nao
possam allegar em seu faror urna s isencao
legal1 ; e, se este precelto nao tem sido cumpri-
do, porque nenhuma dellas possue a leaisla-
^o inteira que traa desta materia, e nem sem-
pre mesmo possiel saber, apenas se faz a ap-
prehensao do iodividoo qual ou quaes as isen-
ces que Ihe assistem.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. Dr.
Jos Benlo da Cunha Figueiredo Jnior, presi-
dente da provincia.O chefe de polica interino
Joaquim Pedro da Costa Lobo.
Manoel Mamede da Silva Costa.
Conselho administrativo.
O conselho adramistraiivo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes : *
Para a companhia ixa de cavallaria.
11 en>'hergas.
Para o 4o balalho de artilharia a p.
o resmas de papel almaco.
400 peonas de ave.
2 caivetes.
6 duziasde lapis de pao.
6 garrafas de tinta preta.
6 libras de ara para escripia.
: 20 exemplares de collecQes de cartas para
,ZOO saceos com 11,000 | principiantes. v
20 exemplares de taboadas.
Antonio Lopes
1,100 ditas dito.
Barca franceza
regam :
Tysset frere, 200 saceos com 1,000 arrobas de I
assucar.
Patacho inglez Nova Cricera, para o Canal,'
carregam :
Johnsloo Pater & C, 2,400 saceos com 12,000
arrobas de assucar.
Brigue inglez Strallon, para o Canal, car- !
regam :
C J. Aslley & C.\
arrobas de assucar.
Annessione, para Genova, car- 6 exemplares de grammatica
Monte Verde, ultima edi;o.
Escuna sarda
regam
Bastos Lemos, 6.000 unhas de boi.
Heccbedoria de rendas internas
Cernes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 11. 30:5054598
dem do dia 12.......2.061**822
32:5758420
portugueza por
6 exemplares de compendio de arithmetica oor
tla
COMPANHA BRASILEIRA.
MOTOTS 4TJP(DI.
Espera-se dos poi tos do sul at o dia 14 do
correnle um dos vapores da companhia o qual
depois da demora do costume seguir para os
portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua ehegada :
agencia ra da Cruz n. 1, escriplorio de Azeve-
do Si Mendes.
Srs. redactores.Sao pastados (res dias, de-
pon que, pela segunda vez desifiei o author dos
pasquina que o Liberal Pernambucano publicou
contra mim. Al hoje porm, elle se nao ha
presentado, comquauto ten ha tido lempo mais
que bstanlo, para colher todos e qaaesquer do-
cumentos que por ventura desejar-se.
Nao dei-o absolutamente consentir nesse pro-
cediraente, smente dmissivel, ae eu receiatse
qualquer discussao sobre minha honra, o quiahio
mais nobre di heraoca de meus Qlhos.
Enirevejo, portanlo nesse silencio, ao os es-
forc/>s de alguns amigo?, como talvez alguem
pretenda, antea a impoasibilidade de er esse
eu toimiBo, Qel ao eu oto.
peraote o publico, os documentos que promotteu
offerecer. em pre do l.bo de preiaricador.
om que me ferio. e "Kr,
as circurastancias em que ora me rajo collo-
cado, nao me aecusando felizmente a coascien-
cu, nenhum fado menos digno se aur, am
davar agrado para mim, procurar tarvar le-
sa a minha honra, nodoada hoje palo raear das
azasde umcerro fimiato.
Recite 12 da marco de 1861.
PwoHwndrinodt Barros Cavalranti de La-
Consulado provincial.
endimento do dia 1 a 11. 25:58"J|998
dem do dia 12.......2:032"79
27:620*777
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 12.
Sumatra96dias, galera americana asro/ia, de
534 toneladas, capitao J. Dunly, equipagem 19
carga pimenta da india, a o mesmo capitao,
veio refrescar e seguio para Gibraltar.
Buenos-Ayres42 dias, barca ingleza Coly of
Sultn, de 283 toneladas, capitno Wtlliam
Gelhao, equipagem 11, carga chifres couro se-
be, e ossos, a orpem. Arribou a esto porlo
com agua aborta : seu destino era Londres.
Rio Grande do Sul26 dias, hiate brlsileiro Ge-
orge de 149 toneladas, capitao Francisco Al-
e da Cota equipagem 11, carga 5800 arrobas
de carne secca, a Tasso q\ Irmo.
Rio 'de Janeiro 16 dias, brigue nacional Sania
Rota, de 181 toneladas capitao Maooel Perei-
ra de S, equioagem 10, em lastro a Candido
'Nanea de Mello.
Navios taidos no mesmo dia.
Rio de JaneiroBarca oaeooar Catiro til ca-
pillo A, G Torres, carga issuear, e 14 escro-
eravaa a entregar.
Ri.p.f" i .*"t^L*tacl10 "ciooal Tigre, ca-
pMo-'a^HtoVlbtMo carga sacar,
Avila.
6 pautas.
20 exemplares de traslados.
Para o 10. batalho de infantara.
6 resmas de papel almaco.
400 pennasde ave.
2 caivetes.
6 duziaa de lapis de pao.
6 garrafas de tinta preta.
6 libras de ara preta para escripia.
20 exemplares de colieccao de caitas para prin-
cipiantes. r F"U
20 exemplsres de taboadas.
6 exemplares de grammatica portugueza por
Monte Verde, ultima edico. v
6 exemplares de compendio de arithmetica por
Avila.
6 exemplares de pautas.
20 exemplares de escripia ou traslados.
Pr o hospital militar.
50 colchoes de laa de barregoda ou de flecha
com 8 palmos de comprimenlo e 31/2 de largura.
5 travesseiros de dito com 3 1/2 palmos de
comprimenlo.
20 pares do chioellas rasas.
12 chicaras e pires de tonga.
6 copos de vidro. .
3 jarras de barro com taropa e p
2 bandejas grandes de folha
4 cassaroias do ferro sorlidas forradas de por-
celana.
2 chaleiras de ferro pira 20 prcs.
48 crneres de metol Uno do principe pra sapa.
24 ditas de dito para cha.
60 facas dr mesa.
60 garfea de dita.
'2 paoellas de ferro
Matto.
Para a aula
COMPAMIIA PERiVAHBUCAIU
M
Navegae) costeira a vapor
Paralaba, Rio Gracde do Norte, As-
su', Aracatv e Ceara*.
O rpor Iguarats, commandante Moreira, sa-
hirapara os portos do norte at ao Cear no
o e ma^Sl, s 5 horas da ,Brde-
Kecebe-se carga at o dia 21 ao raeia dia. En-
commendas, passageiros dinheiro afrete at o
da sahidaj s 2 horas : escriptorio oo Forte do
Mallos d. 1.
O leilSo
Eugenia
ter lugar hoje, a'cha-se transferido pa
ra anjanhaa 14 do corrente ; visto que
a chura nao deu lugar a desearregar os
sobrecellentes e mais objectos perten-
centes aoapparelho da mesma barca.
LEILAO
DE
Varios objectos para pes-
cara.
Sexta-feira 15 do corrate.
Costa Carvalho autorisado peloSr. Jos Manoel
da bilva, far leilo no dia cima de varios ob-
jectos pertencentes a companhia do pescadores
como sejam 2 lanchas com seus pertences redes
e outros muitos objectos, s 11 horas em ponto
no trapiche do algodo.
LEILAO
Quinta-feira 14 do jorrele.
Ao correr do martello.
Os administradores da massa de Ma-
noel Antonio dos Passos Oliveira 4C,
querendo liquidar a loja de traste do
mesmo, fara' leilo por intervencao do
agente Camargo, das mobilias existen-
tes na mesma casa a qual consiste de
mobilias de Jacaranda', mogno. faia
branca, cabides, coramodas, cadeiras
avulsas, camas de Jacaranda' e mogno,
guardas louca e apparadores. toucado-
res, cadeiras avulsas de mogno, faia e
Jacaranda' e duas ricas colchas, as 1 f
horas do dia.
LEILAO
DE
Farinlia de mandioca,
O agente Hyppolito autorisado pelos
Srs. Ferreira & Martins, fara' leilo por
conta e risco de quem pertencer de
cerca de 500 saceos com farinha de
mandioca, viadas de Maraohao, as
quaes se acham no armazem alfandega-
do dos Sis. Aotunes Guimaraes & C,
sendo ahi eFectuado o referido leilo r
quarta feira 13 do corrente as 11 horas
em ponto.

LEILAO
COniWlIYIA
DAS
sorlidas forradas de por-
de geometra dos aprendizes meno-
o -i.i. .rM"" ""Ido gaorr.
8 ruhmeticas por Avila.
Messageries imperiales.
At o dia 16 do corrale espera-se da Europa
0 TaPfr ffanc Navarre, commandante Vedel,
o qual depois da demora do costume seguir
pra o Rio de Janeiro tocando na Bahia, para
passageiros etc, a Iratar na agencia ra do Tra-
pica* n. 9.
Para o Aracaty.
Seguir brevemente o hiate oaciooal Santo
Anos, que j tem quasi jnea carga, para o roa-
Uaie4>ageiros trta-e om Gurgel Innaos,
bo eu eriptoeio da ruada Cadeia 4Rcife n
28, pnmeiro andar.
1IA8ANHA0 PORACARACC
Segu o ostMko Emulado, a para a pouca
carga que Ihe Ulto.jiSraUr.com o capicio ou ao
escptono de Manoel Googlres diTSUTa.
DE
lima taberna.
Costa Carralho far leilo do resto dos eneros
e armacao da taberna da ra Aususta n. 1H 8
qual ser entregue sem reserva depreco s'tl
huras em ponto : quinta feira 14 do corrente.
LEILO
Quiota-feira 14 do corrate as
10 horas da manha.
DE
Urna taberna.
O agente Camargo fara' leilfio por
mandado do Exm. Sr. Dr.juiz especial
do commercio e a requerimento dos de-
positarios da massa fallida de Jos' Fer-
nandes Agr, da taberna da ra do Ro-
sario, consisiindo em armacao, gneros
e mais objectos e na mesma occasio se
vender' as dividas do mesmo fallido.
As 11 horas em ponto.
O agente de leiloes Hyppolito autori-
sado pelo Sr. Diogo Spears, fara' lei-
lo de urna officina de ferreiro e machi-
nista propria para qualquer trabalho
deste genero, visto estar muito bem
montada e ser em urna excellente ra.
podero os preteodentes encontrar ahi
machinas, a rodas e grande quantiriade de utenci-
lios indispensaveis a esta arte, podendo
os Srs. pretendeotes examina-la desde
ja na ra do Brum n. 2 e ahi se effec-
tuara'o leilfio quinta-feira 14 do cor-
rente as 11 horas em ponto
John Henry Dalton, capitao da barca
ingleza Emma Eugenia, fara' leilo
com autorisacao do Illm. Sr. inspector
da alfandega e por conta e risco de
quem pertencer, na presenca do Sr.
cnsul interino de S. M. Britannica e
por intervencao do agente Pinto, de to-
dos os mantimentos e sobrecalentes da
referida barca, consisiindo em barrs>
com carne de porco e de vacca salgada.
ervilhas, farinha de trigo, carne de con-
serva, e muitos outros artigos; e assim
como yelrme. vergas, cordoalha, lonas,
utencih'os e tudo mais pertencente ao
apparelhoda mesma baro, ltimamen-
te abandonada neste porto
Quinta-feira 14 do corrente as
10 horas em ponto,
no armazem do barSo do Livl amento,
caes do Apollo.
Leilao
LEILO
Quarta-feira 13 do corrente as
11 horas em ponto.
O agente Camargo fara' leilao por
mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio e a requerimento de
Campiano & Cordeiro, da venda e mais
pertences pertencente a Francisco Fer-
reira f i albo,-na ra do Rosario da Boa-i
Vista, no mencionado dia as 11 horas!
mponto. '
Terca-feira \% do corrente.
Augusto Cesr de Abreu far leilo por intor-
vencao do agento Oliveira, de um avultado sor-
tiraenlo de fazendas do algodao, linho. l e aeda
principalmente ingieras e todas proprias do
mercado :to indicado dia terca-feira 12 do cor-
rete, s 10 horas da manha, em eu armuem
roa da Cadeia. ^^
LEIUO.
John Henry Dalton, capitao da bar-
ca ingleza Emma Eugenia, tara' lei-
lSo com aulorisacao do Illm. Sr. ins-
pector da alfandega, por conta e risco
de quem pertencer na pretenca do Sr.
consol interino de S. M. -fritanme e
por intervencao do asente Pinto, do
casco da reforid* barca (lotaclloiJW to-
*


m

1
1



' '-
()
DIABIO DI W1UUBMDC0. QtJARTA #BHA 4 OS MARCO DE mi.
4:
.X
*
%
i
rielada inglezas) legaimente condem-
nada neate Dorto na ua rcenle viagecn
Quinta-feira 14 do correte s
2 horas da tarde em ponto
a' porta da associacao commercial desta
praca, onde serao dados o esdarecitnen-
tos necetiarios.
PARA
Os Srs. acadmicos
Quarta-feira 13 do correte-
Costa Carvalho fari leilao em seu arroazem na
ra Nova a. 65. de varias obras de direito per-
tencentes ao (nado Dr. Jos Silvano Hermoge-
nes de Vasconcellos. as quaes serio entregues
sem reserva de preco.
Tambem
vender varias obras de marcineiria de apurado
gosto e varias mutullas.
Avisos diversos.
Precisa-se alugar urna escrava de boa con-
ducta, para todo o servico de urna casa estrao-
geira com pouca familia, pagaado-se 309 men-
saes: na fundicaodo Sr. Slarr.
Roga-se cerlos mogos gaiatos e adamados
da ra Direita, que se cohibam, pois os visinhos
nao esto para os aturar, nem Qzeram trato de
te-Ios por espelho sem ajo.se se nao conlivercm,
vero os seus nomes por extenso : isto Ihe pede
um seu amigo quo mora defionte do lampeao
do gaz.
Precisa-se slugar urna prela para o servido
de vender na ra, que seja fiel e diligente, pa-
ga-se bem : na praja da Independencia, loja de
ourives n. 33.
ASSOCIACAO POPULAR
DE
Soccorros Mutuos.
Doningo 17 haver sesso extraordinaria da
assembla geral ; os senhores socios dignem-se
de comparecer as 10 horas da manba na sala
di mesraa, aura de scientificarem-se do resulla-
do dos trabalhos principiados as anteriores ses-
sdes. Oh tro sim declaro aos senhores socios que
o novo thesoureiro j est habilitado a receber
as mensalidades daquelles que nao quizerem
continuar com o debi o das mesmas.
Secretaria da Associago Popular de Soccorros
Mutuos 12 de marco de 1861.
Joo Francisco Marques.
1. secretario.
Admiraco.
Vende-se na ra Direita n. 99 queijos novos
dos ltimos chegados, a 1^600 e 1$80(>, e outros
tnuitos eneros por barato preco.
(5A1A
DE
commisso de escravos
na ra da Penha, sobrado
numero 2.
Nesta nova casa de commisso de escravos, re-
cebera-se escravos por commisso para serem
vendidos por contado seas senhores, afianzndo-
se a prompla venda, assitn como o bom trata-
meoto para os mesmos. aum deque os senhores
dos mesmos escravos flquem satisfeitos com is
diligencias que da paite do commissionado fizer,
para em ludo agradar aquelles senhores que o
quizerem honrar com a sui confian;}, no que es-
pera merecer aliento tanto dos senhores que
h'os quizerem confiar para vender, como aquel-
les que pretendan) confiar, pois espera ter sem-
pro para vender escravos de ambos os sexos e
dades.
*
- O Dr. Pedro Dornellas Pessoa e o ba-
charel Jorge Dornellas Ribeiro Pessoa con-
vidao aos seus amigos e aos de seu finado
sobrinho e irmo, Francisco Dornellas Pes-
soa, pharmacentico p-la [aculdade de me-
dicina da Baha, para assislirem as exequias,
que aos restos mortaes deste se lera de fa-
zer huje pelas7 horas da manhaa no con-
vento de S. Francisco tdesta cidade.
Recife, 13 marro de 4861.]
Irmandade acadmica de N. S.
do Bom Conselho.
A mesa administrativa por convite
que teve da irmandade do Senhor Bom
Jess dos Passos, pelo presente convida
a todos os nossoscharissimos ruaos pa-
ra comparecerera no consistorio da nos
sa irmandade no dia 15 do corrente pe-
las o lioras da tarde, e encorporados
acompanliarem a procissao do Senhor
Bom Jess dos Passos. ^ir\
B. M. Pinheirofl& y
Secretario.
| 4 dinlieiro. |
gFazenda* boas e baratas.i
GURGEL & PERDIGiO.
\inda vendem grosdenaples preto mui-
to largo e encorpado a 29, tio bar
que todos que lera visto nao deixaram
comprar
Vestidos bordados a velludo, barra
ajuille, dHos de seda de duas saias.
Mantas pretas modernas com 4 palmos
de largura por 8 val llg. ___________
Manteletes, taimas, visitas de fil, de
gorgurao liso e bordados e mais modernos.
Chales de cachemira punta redonda e
bolota, ditos de touquim brancos supe-
riores.
Sedas todas as cores e moreantique.
Feotes de tartaruga modernos e dos
mais acreditados fabricantes oe lOfl a 30#.
Saias balo lisa e com babados e de
arcos para senhora e meninas.
1 3~Rua estreita do Rosario-3
9 Francisco Piulo Uzorio continua a col-
9 locar denles artificiaes tanto por meio de
djp molas como pela presso do ar, nao re-
Q cebe paga alguma sem que as obras nao
j3 fiquem a vontade de seus donos, tem pos
9 e oulras preparares as mais acreditadas
gj para conservarlo da bocea.
@ @9 @ $m_
Precisa-se de urna ama rara casa de pouca
familia : na ra da Gloria n. 93;

| Os abaixoassig-
, nados, vendo do Diario de Pernambneo de hoie,
um annuncio do Illm. e Exm. Sr. desembargador
Firmino Antonio de Soura, lembraado ao Sr. Joo
Vasco Cabral, de Macei, a obrigaco de enlre-
gar-lhe quanlia e as seis letras que recebera
no Penedo, doSr. tenenle-coronel Antonio Jos
de Medeiros Biltancourt, e em que previne ao
publico do procedimento do mesmo Sr. Vasco
Cabral, afim de evitar que alguem venha a ser
victima, pela falla de perfeito conhecimento
deste senhor; e, tendo hdo em o mesmo Diario
de 7 do corrento, um outro annonnrio assignad
peloapreciador do mritodefendendo ao in-
dicado Sr. Cabral, das arguicoes do Exm. Sr.
desembargador, invoca o nosso tcstemunho para
provar o seu acert, nao pdem os abaixo asig-
nados deixar passar esse reclamo desapercebido
para que se nao tnfira de seu silencio, ser verda-
dero o que se diz oessa defeza, apressam-se em
declarar ao publico, que infelizmente tambem li-
veram occasiao- de encarregar ao Sr. Vasco Ca-
bral de algumas cobranzas, e pela sua boa f fo-
rero, e eslao sendo obrigados a sustentar, contra
sua jontade, pleitos com o mesmo senhor. como
se pode rr no veneraudo tribunal da relaco des-
ta cidade para o qual appellara o referido Sr.
vasco Cabral, da sentenca proferida pelo Sr. Dr.
juiz municipal desla cidade, contra a mais des-
arasoada preleoco. senao cobica desse Sr. Vasco
Cabral. Recife 9 de marco de 1861.
... Tasso Irmos.
O hachare! Joo V. da S. Costa, transferio
a sua residencia para a ra do Rangel, n. 73
ultimo sobrado esquerda indo para o pateo da
Fenha, onde tem o sau escriptorio da advo-
gacta.
Precisa-se alugar urna casa terrea, ou um
sobradinho de um andar, que tenha quintal so-
fnvel e cacimba, e que esteja em bom estado,
sendo no bairro da Bda-vista as seguinles ras
da Gloria, Alegria, Velha, Rosario; qoem liver
poder annunciar por este Diario para ser
procurado.
Atten^o.
Precisa-te denm menino portuguez de 14 s 16
anuos para caixeiro de taberna, com pratica ou
tem ella, e prefere-se dos ltimos chegados ; a
traUr na ra da Cadeia do Recife n. 23, taberna.
O Dr. Ludgero Vieira de Azevedo, medico
do vapor de guerra Thelis, tendo de retirar-ae
desta provincia, declara que nada dere a pessoa
alguma.
.0 Sr. Romao Antonio de Alcn-
tara tem urna carta nesta typographia.
M J. Leite, declara que cons-
tituio seu bastante procurador
aoSr. Hanoel Gomes Leal, paia
promover a cobranca de su is di-
vidas passivas.
O aeronauta Elias Bernardi, tendo pelo motivo
imprevisto da chuva, quecahio no domingo pas-
sado, deixado de dar a repreaeotago, que annun-
ciara para a sua estra nesta cidade, nao pode
omitiir urna salisfago ao respeilavel publico por
essa causa ; a qual julga sufficiente para exi-
mi-lo de qualquer responsabilidade, visto que
nao ella facto proprio.
Certo pois de ser aceita esta expresso, espera
que ser honrado com a assislencia do mesmo
publico no dia domingo prximo futuro, quando
offerecer-lhe-ha o espectculo j annunciado,
permittiodo-lhe o lempo ; e no qual se esforzar
por salUfazcr a expectaco publica para ascengo
do balo aerosttico e mais jogos de gymnaslica.
Tendo aioda alguns bilhetes, as pessoas que
os quizerem. podem dirigir-se a ra estreita do
osario, n. 20, casa do Sr. Zebedeu.
DA
PROVINCIA.
Acham-se a' venda os bilhetes e meios
da quai ta parte da primeira lotera a
beneficio da irmandade do Divino Espi-
rito Santo do Collegio, na tbesouraria
das loteras na ra do Queimado n. 12,
prime iro andar, e as lojas commissio-
nadas na praca da Independencia n. 22
do Sr Santos Vieira, ra Direita n. 3
botica do Sr. Cbagas, no Recife ra da
Cadeia loja n. 45 dos Sis. Porto & Ir-
mao, na praca da Boa-Vista loja de cera
n. 9 doSr. Pedro Ignacio Baptista, as
rodas da dita lotera andarSo infallivel-
mente em o da quarta-feira 20 do pre-
sente mezde marco. Abaixo vai trans-
cripto o novo plano que o Exm. Sr.
presidente se dignou approvar.
PLANO.
3000 bilhetes a 5*.............. 15:0008000
Beneficio e sello de 20 por cenlo 3:0005000
Aviso aos deveclo-
res da massa fal-
lida de Siqueira
Pereira.
J rematante da massa fallida
de Siqueira A Pereira avisa a
todos os Srs que sao devedo
res a mesma noassa, queiram
vir satisfazer seus dbitos no
praztdel5dias, porque pas-
sado este prazo proceder-
se-a a cobranca judicial.
Na livraria n. 6 e8 da praca da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Ulisse Cokles Cavalcanti de Mello.
A'u8a-se a loja do sobrad da ra das Cru-
zes n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva pa-
ra lodo o servigo de urna casa de familia: na
ra do Imperador n. 37, segundo andar.
. ~ Precisa-se de um feitor que anlenda de
ardua e hortaliza ; qupm esliver nesta circuns-
tancia, dinja-se a ra das Cruzes n. 41, segundo
andar. *
Tendo fallecido Antonio Victorino Pacheco,
natural de Portugal, casado com D. Mara Joa-
quina Pacheco, sem filho, deixando varios bens
entre os quaes sao quatro escravos; previne-se
ao publico que nao conlratem bens daquelle casal
sem que sejam partilhados com os herdeiros de
Portugal.
Precisa-se
Liquido.
12:000g000
Vestidos de cambraia brauuos borda- <
dos, de barpge e gaze de sedas. 3
Vestidos de seda de cores, ditos de *
blomle com manta, capella etc. 9
Camisas de linho para senhora, ditas n
para meninos de todas as idades,
Cassas, organdys, diamantina, chita 5E
clara e escuras, francezas e inglezas |r
Franjas pretas manguitos, gollas de |x
traspasan, flore* soltas. lilas para sinto. B
m ROUPA FEITA.
Vende-se neste estabelecimento um S
^P completo sortimento de fazendas e roupa |g
feila por prego to barato que parece S
incrivel : na ra da Cadeia loja n. 23 i|
a confronte ao becco largo de Gurgel 3*
^ Perdigao. dao-se amostras. M
W*^NkAASaAIA ^iWij l:1fl jupa aisouEa&uiata.
Sociedade bancada.
Amorm, Fragozo. Santos & C. mu-
daran) o seu escriptorio para o pavi-
mento terreo da casa da praca do Cor-
po Santo onde funecionou o consulado
geral.
Troca-se um sobrado de 2 anda-
res no pateo do Carmo por um de 1
andar que seja grande e tenha quintal
em quslquer das principaes ras dos
bairrros de Santo Antonio ou Boa-Vista:
a pessoa que tiver e quizer fazer a tro-
ca a ppa recana praca da Independencia
o- 6 e 8 que se dir' quem faz este ne-
gocio e nao duvida voltar.
Convido os Srs. accionistas do
novo banco de Pernambuco a constitui-
rem-se em assembla geral no da 19 do
corrente, ao meio dia, as casas do ban-
co para dar-se curapriment ao art. 23
dos estatutos, combinado com a le n,
1083 de 22 de agosto do anno prximo
lindo. Bectfe 12 de marco de 1861 .
Visconde de Camaragibe, presidente.
1 Premio de............ 5:000$
2 Ditos de 800$........ 1:600$
1 Dito de................ 400J
2 Ditos de 200g........ 40g
4 Ditos do 1003........ 400f
10 Ditos de 40$........ 400J
15 Ditos de 20........ 300$
35 Ditos de 10$........ 350$
630 Ditos de 5tf........ 3:150
----- ---------12:000$00
700 Premiados.
2300 Drancos.
3000 Bilhetes.
N. B. As sortes m ai ores de um con-
t de res estao sugeitas aos descontos
das les.
Tbesouraria das loteras 7 de marco
de 1861.O thesoureiro, Antonio Jo-
s Rodrigues de Souza.
Approvo.Palacio do governo de
Pernambuco 9 de marco de 1861.As-
signadoLeitao da Cunha.
Conforme.Antonio Leite de Pnho.
LOTERA
DE
Santa Rita de Gassia.
Na praca da Independencia n. 22
junto ao relojoero loja do abaixo assig-
nad venderam-se os seguintes nmeros
em que sahiram as seguintes. sortes :
1074 10:000 Bilhete inteiro.
1782 900 4 quartos.
1282 9009 Bilhete Inteiro,
489 9009 Dito dito.
1985 2009 Meio bilhete.
2724 2009 Dito dito.
2239 10119 Dito dito.
1417 1009 Bilhete inteiro.
1319 1009 1 quarto.
142 1009 Meio bilhete.
e outros de 209 e 409.
Na mesma loja e as mais do costu-
me acham-se a venda os bilhetes e meios
da quarta parte da primeira do Espi-
rito Santo, garantidos des 12 por cento
geraes e 2 provinciaes por
Santos Vieira.
Bilhete inteiro 6$000
Meio bilhete 3#000
Em porcao de 50$ para cima bilhe-
te 50500 meio bilhete 20750.
ca-
C01PANHU DA TU HUA
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(limitada.)
Avisa-se ao respeilavel publico que do dia !
de evereiro at outro aviso o Irem que part* da
eetacio das Cinco Ponas s 8 1.2 horaa da mV-
nhaa correr somente at a Villa do Cabo e o
trem que at agora tem sabido da Escada \\\
horas da tarde ser discontinuado, mas sahi8
do Cabe s 3 horas da tarde como cstuma-
As furas da partida dos trens sero reguladas
pela tabella seguinte : 6u

alugar urna prela para lodo o servido de urna ca-
sa de pouca familia ; a tratar na ra da Cadeia
do Recife n. 19.
Fogoartificial nunca visto,
Domingo 17 do corrente, de noite, ter lugu
no lorgo de Santo Amaro, com 17 figuras, 227
rodas, 1 painel; eslo fogo vindo do Pa' no
vapor, e depois de findo o fogo, no tablado da
msica haver um esplendido fandango tambem
nunca visto nesta provincia.
Mil*
O Sr. n. P. de O. Araujo morador no serlSo,
nafazenda de Cariris Velhos, ou Cariris Novos,
que j morou na Villa do Cabo, queira man-
dar pgar ao abaixo assignad urna letra, de
que devedor ao mesmo, e que se acha vencida
a mais de tres annos, cuja quanlia nao ignora.
Villa do Cabo^ll de margo de 1861.
Pedro Alexandrino do C. Machado.
Jos Ferreira Jnior, Portuguez, retira-se
para a Europa.
O abaixo assignad roga aos seus devedores,
de lera bondade de pagarem as suas contas em
casa do Sr. Manoel &.C. ra Nova n. 23.
Paulo Gaigooux.
Na padaria da ra da malris da Boa-vista
n. 26, precisa-se fallar com os seguintes Srs. :
Francisco Xavier Pereira do Carmo.
Hermillio N'etto u'Azeredo Coutinho.
Benjamira Canuto dos Santos Lima.
Alferes, Cordeiro.
Pelicianoo Antonio dos Prazeres.
Os abaixo assiguados fazem aciente ao res-
peitavel publico, especialmente ao digno corpo
do commercio, que amigavelmente leem ellos
dissolvido a sociedada que linham na loja de fa-
zendas na ruado Cabug n. 8. que gyrava sob a
firma de Almeida & Burgos, ficando perlencendo
ao segundo dos abaixo assignados, toda a massa
dessa casa, o qual por se achar encarregado de
seu activo o passivo, passa a nao lera menor ge-
rencia e nem direito algum nos negocios dessa
mesma casa, de que era socio, o primeiro dos
abaixo assignados, consequenlemente desonera-
do de qualquer responsabilidade. Recife 2 de
margo de 1861.Antonio Correia Gomes de Al-
meida.Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce
de Leo.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3#
Tira ratratos por3jjf
Tira retratos por 3#
Tira retratos por 3$ .
Tira retratos por 3#
Tendo recebido um sortimento de
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de ca-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento decai-1
xinhas novas
Nograndesalaodarua do Imperador
No grande salao da ra do Imp jrador
No grande salao da ra do Imp ;rador
No grande salao da ra do Imperador,
No grande salao da ra do Ira pi rador i
No grande salao da ra do Imp rador
A. W. Osborn, o retratista america-
no tem recentementerecebido un gran-,
de e variado sortimento de caixa: qua-
dros, aparatos chimcos, e um f rande
numero de objectos relativos a arte.
Como tambem um grande forne< tinen-
to de caxas para retratos de 3#0 10 rs.
cada um, as pessoas que desejare n ad-
quirir conhecimentos pratiecs n i arte
de retratar acharao o abaixo assi ndo
sempre prompto sob condiqoes imito
razoaveis.
Os cavalheirosesenhoras sao coi ivida-1
dos a visitar estes estabelecmentcs, pa-
ra examinarem os specimens di que
cima lica anunciado.
SOCIEDADE BANCARIA EMCOM-
. MAMITA.
Amonm, Fragoso Santos
Companhia
fazem publico que d'esta data em diante
contas crrenles sero reguladas da mane
guinte :
Receber-se-ha qualquer quantia de 1001 para
cima, e pagar-so-ha vista at 5:O0O, Tsendo
dah para mais com aviso de 10 dias, contndo-
se juros de dous por cento, menos por que a caixa filial do Banco do Brasil dtscon-
la letras, sendo estes juros contados e capitali-
sados de 6 em 6 mezes.
Tambem sero abertas contas correles sob
coodicoes de ser pagas vista qualquer quan-
lia independeote de aviso, contando-se somente
a
s
ce
cd
a
ti
fsss isas
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'S^SS IJS^^SI 12
2meoe^h.^t>t^eo
o
X
is suas
ra se-
Ulenyio.
Joo Jos de Figueirodo, tendo comprado o
estab(>lecimento de fazendas finas da ra do Cres-
po n. 9, que foi de Siqueira & Pereira, avisa a
todos os freguezes doslnesmos, que elle conti-
na a vender fazendas de muito gosto, bem como
obras de ouro e brilhantes, ludo por menos de
seu valor para liquidar.
Aos senhores devedores.
Encarecidamente roga-se aos senhores deve-
dores extincla firma de Almeida & Burgos, de
mandarem saldar as suas cootas durante o pre-
sente mez loja da ra do Cabug da Burgos
Ponce de Len, certosdoque se assim o nao fi-
zerem, do principio de abril em diaote s se po-
dero entender com o procurador do foro o Sr.
Flix Francisco de Souza Magalhaes, que ento
flear encarregado de promover judicialmente a
cobranza dessas dividas sem dstincc.o de pessoa
alguma.
Saques para Por-
tugal.
Carvalho, Nogueira & C. na na do Vigario n.
9, primeiro andar, sacan sobre Lisboa e Porto.
Aluga-se um silio no principio da estrada
doa Affliclos, com grande casa sobradada com
todos oa commodos possiveis : a tratar na na do
Qneimado n. 16, segunda loja rindo do Rosario.
Aluga-se o sitio Chacn onde mo-
rou o Sr. cnsul britannico: a tratar
com o seu prop ietario na ra do Viga-
rio n. 13 ou na ra Real a. 15 e 17.
I
-a -s
-O o

Assignad B. H. Bramah,
Superintendente.
O Sr. Antonio Henriques de Mi-
randa que dizem ser empregadn publi-
co e morar nos Alfctos, queira diri-
que se Ihe
lar, a negocio de seu nteresse.
Urna pessoa habilitada propOe-se
a ensinar primeiras letras em algum cn-
! genho ou lazenda de qualquer das co-
PuHosophia, de geographia e rheWrica
PELO BACHAREL
A. R. DE TORRES BANDEIRA,
Protessor de geographia
e historia antga no gymnasio desta
provincia.
Esto abortos estes cursos na casa da residen-
cia doannunciante, ra do Imperador n. 37 se-
gundo andar; e dar-se-ba lugar a novos cursos
em
Roubo
aug-
duas
juros de 3 0,0 ao anuo "a'ttrma""declarada 5lr-e a esta typographia
Recife 1. de marco de 1861. ; precise fallar.
Desde o dia 7 do corrente que se ausentou i Na ra do Cabupa' n. 16. dese-
da casa de Joaqun Ignacio R. Jnior, o seu es- :a ,_ paiiQ 3\ \ .TT.
cravoGoncalo.de idade de 2annos.crioulo fullo, la"*e tallar com o Sr. Antonio Jos Vil-
alto, grosso do corpo, muito picado de beaigas,' '
tem ama cicatriz na canalla direita o umaerida
no mesmo pe, foi visto na Capunga : quem o pe-
gar leve-o a prafa da Boa-Vista botica n. 22,
que ser bem recompensado.
a drS? Po?fo?S CS,a' por,U8uez' rafl P"a marcas do interior: ^raYntorm^t
(e ajustes na loja de fazendas n. 20 A,
da ra do Crespo.
Arrematacjo de predios.
Nos dias 8, 12 e 15 do corrente mez tem de ser
arrematados por venda, (Inda a audiencia dojui-
zo dos orphos, os predios seguintes : um sobra-
do de 2 andares e soto na ra da Cadeia da fre-
guezia de S. Frei Pedro Goo^alves n. 10, em so-
lo proprio ; um dito de 3 andares com soto na
ra da Cruz da mesma freguezia n. 21, solo fo-
reiro; um dito de douundares e soto na mes-
ma ra n. 5, com frente para o caes do Trapiche
solo proprio ; um dito de um andar na ra da
Seozala Velha n. 1, solo proprio, os quaes vo
praca a requerimento da viura e inventariante
do finado Antonio Pedra das Neves, sendo elec-
laada a arremataejio na pra;a do dia 15.
Roga-se ao senhor que conversou no lugar
de Fra de Portas com o Sr. Francisco Rufino
perguntando porTheodoro Rabello da Luz disse
que linha em seu poder uos bens que por morle
de seu pai Domingos Rabello da Luz Ihe perten-
ciam ea seus irmos,tenha a bondade declarar por
esta folha onde sua morada para ser procurado.
Aceitara-se lices ero casas particulares de
linguas fraocoza, grega e italiana, cujas lingu
ensinam-se grammalicalmente a 1er, traduzir e
fallar com o seu verdadeiro accento. O respectivo
professor indicar quaos as meninas e senhoras >
que j se pozeram promptasem um anno lectivo.
Tambem se aceitara lieftes para fra da cidade,
mediante condieco e pelo que se convenciouar :
a tratar na ra Direita n. 89, primeiro andar.
^- Manoel Ferreira da Silva Tarrozo
na ra do Apollo n. 28, saca sobre a ci-
dade do Porto.
Os abaixo assignados declarara ao pnblico
e com especialiJade ao respeilavel corpo do com-
mercio desta praca, que dissolveram amigavel-
meule desde o 1.* do corrente a sociedade que
tinham na loja de ferragens na ra do Queimado
n. 49. sob a razao de Machado & Souza, ficando
o socio Souza encarregado de todo o activo e
passivo da casa, e o socie Machado desobrigado
para cora a praca e quite de toda e qualquer res-
ponsabilidade, conforme o papel da distrato que
assigoaram. Recife 9 de marco de 1861.Anto-
nio Luis Hachado Antonio Francisco de Souza
Magalhaes.
Troca-se um sobrado de doua andares no
pateo do Carmo, por un de un andar que seja
grande e tenha quintal, en qualquer das princi-
paes ras dos bairros de Santo Antonio ou 8oa-
Vista : quem tiver e quizer fazer dito negocio,
dirija-se a loja de livros da praca da Independen-
cia ni, 9 e 9, que achara com que tratar.
destas mesmas disciplinas, a proporQo que!
mentar o numero dos alumnos. A classe de geo-
graphia comprehende ;
1." o estudo de geographia.
2. o estudo da historia com especialidad^ a do
Brasil.
A classe de rhetorica est dividida
sec$5es:
1. de relhorica em geral.
2. de potica e analysedos classicos.
Roga-se encarecidamente a todos os senhores
ourives e/elojoeiros, e autoridades policiaes, que
prendara os autores de un roubo feilo np dia 7
de margo, pelas 5 horas da tarJe, em ujra dos
quartos do convento do Carmo, sendo os seguin-
tes objectos: um relogio meio chronomptro de
ouro n. 34607, trabalhaodo com dous mostrado-
res, um correntio com 15 oitavas de ouro de le,
um aonellio circulado de pedras e com ama dita
rxa no meio, sendo dito annel proprio someate
para um padre.
Aa Ilustres Irmandades erectas n
matriz do Corpq^Santo do Recife que d
possuir suas musas, vesperaa e Te-De
serem executadaa no seu novo orgo. e
de suas festividades, o abiixo assignad i<
I o sea diminuto presumo para qualquer ejomposi-
cio. E' de summa necessidade unirem-se con o
| orgo un contrabaixo e violoncello, quaes Instru-
mentos "
os
meiro andar.
Josepha Maria da Conceico vai a Europa.
Aluga-se o segundo andar e soto da caaa
da ra de Apollo n. 53, com conmodos para fa-
milia, o qual est limpo e aceiado ; tratar na
ra do Antora a, 44.
igreja
jirem
para
os dias
offerece
Bv uu. WWU..UUU.AVU IIKUUbOIIV, 4uavs jusiru-
entos, conservara o perfeito compasso por entre
cantores: a tratar na ra Direita n. 89, pri-
Barroca & Medeiros sa-
cam para Portugal e llKa de
S. Miguel.
Veneravel ordem terceira de
S, Francisco da cidade do
Recife.
Autorsadopelo nosso charissitno h>
mSo ministro, convido a todos os nossos
charissimos irmaos para que se dignem
comparecer em nossa igreja pelas 2 ho
ras da tarde do dia 15 do corrente, pa-
ramentados com seus hbitos para em
communidade acompanharmos a pro-
cissao do Senhor Bom Jess dos Passos,
para o que lomos convidados pela illns-
tre irmandaae. Secretaria da venera-
vel ordem terceira de S. Francisco 11
demarco de 1861.O secretario,Fran-
cisco Lopes da Silva.
ffirTri^.." 2 ie ,Mfiro d0 "ente anno, fu-
fln efgenho 9rua,hi da coni" lo Pao d'A-
lho um escravo do nomo Virissimo com oa sr-
nll f,UIHn,e8,:.c0r ftei"< eerfaenta t 35 -
nos de idade. alto espadaudo, pea grandes narU
apspagaiado.e pequeo, hl\a pou "*
palhado, tem falta de denles na frente, qua-
"f" C"r? P"". o possanto e es-
peto, e de naClo Angola; supp-se andar
pelo engenho Arepib da freguezia da Escada
,"Mm-,Are,,7m e>Barreiro; pede-se as au-
anrh P0,ld"V "P^8 fl "mpo d o
ap ehenderem e de o cendurirem ao engenho
Crocah ou na cidade do Recife na ra dagCruz
raenlnln "2 ""*" oode 8erio -Dnerosamente
acoTado? 6 prole8,-8e contra quem o Uve"
e aLcoaSr ?,gD.,d?- 7m ,r,zer ao Pub,ic.
e azer consiar s autoridades competentes o sel
gu.nte facto : Existe no lugar Perpiri pcrfencenl
c. V0r:Ca,d.e^n,0,-An'80' enin. Va":
t\IT lMw*' 0CD08 da idade, pouco
ma.s ou menos, desvalida, que viva por casas
J.. mV"? comP*"hi e um homei pa d"
sua madrasta. Tendo sido elle preso flcou essa
SSL1 VZtmp"-e 'ive CSto 5-
ln. m ti ,emP'sePre sem asvlo, correr pe-
caHd.diir.uMHb,ndM dos raP"es "d,os d8^-
nrairtnii hJ nd rou.Pas de Ao Exm. Sr.
Lu>u ll Pmw. empreprompioesempVe
ve h?mniPr0,egerJ "P"" as desvalidos!
est.bele?imn1r ^""^ reC0,ner es88 orPh" ao
venh. iu?10 convenieD,'. "'ando assim que
venha ella engrossar as fileiras da victimas
desgrajadas do deleixo e falta de educ.ca.
lu* Josi Laceas de Mello.
Ferio no da 14 de dezembro do anno prximo
Paseado, um negro de nome Felippe escravo de
dora'p'nf?" Per.eira do8Sn'osPBezerra. mo!
?. ?!Verra8 d0 enRenho d0 Corado cujo
escravo tem os signaes seguinles : cor fula alto
""Pr bs'K Psgrossos e mais pr os do*
oanudA !i,.nP,!rn" mal fei'"' oIh08 br8DC03 e
fallas enlnn P^ueD08.">eca pequen., duas
, ir n '. mansa' e 1U8nd0 olh Para qual-
2.. PeSf" D,a os oln08 e n5> Perteneja, nade-
gas grandes e empinadaa. levou caiga preta de
f. m,r*. nova' pa,eto1 de a|Pc lambem prela
chapeo da moda de massa de cor. sap.ioVcou-
0ofeiU!'"; C8DJ1" e madapoln nova, e lam-
^lb,l.a "ld& velha berla. e tambem de
ftelhoa%ULC.h8p7demassa cr d chumbo
nJ !: tde SUPp "e nao
;?rm.u,-ro-op" O0Ta i com a velha por
frid7.n.PJ^"" : ? pes80a cue ,rou"r o Ve-
*tft:ry%o^io re,ra-se para
farnTiuaf1?"*" de uma ama Para casa de pouca
?ni"J? Pe880as para cozinbar e comprar
e eagomnar : oa ra larga do Rosario n. 36, pri-
meiro andar. '
gomma: Unir na ra do Queimado, loja n.
S3 ou nos Affliclos, casa cinzenta, confronte a
i0reja.
O secretario da irmandade de.N. S. do Ter-
co, por autonsaco da mesa, convida a todos os
seus charissimos irmos para se acharem em
nossa igreja no dia 15, pelas 2 horas da tarde,
para acompanharmos a procissao do Senhor dos
Quem precisar de um perito cozioheiro pa-
ra qualquer casa estraogeira ou nacional, dirja-
se a ra Nova n. 50.
Casiadeira.
Quem precisar de casiar qualquer obra de at-
raate com muita perfeicio, dirija-se ao becco da
liomDa n. o.
Precisa-sede um rapaz de 16 annos de ida-
de, pouco mais ou menos, dos chegados ultima-
mente do Porto, para caixeiro de taberna: na
r* do Rosario da Boa-Visia n. 56, defronle da
rua do Aragao.
Aluga-se um segundo andar do sobrado na
rua estrena do Rosario, onde morou o lllm. Sr
Dr. Feitosa : a tratar confronte n. 31.
Troca-se
um oratorio com as seguintes imagens: o Senhor
CruxifJcado, o Menino Dos. Santo Antonio S
Joao. S. Joaquim. Sanl'Anna : todas estas ima-
gen, sao obra do Porto, e esto em bom estado
por baratissimo preco : a tratar na Baixa Verde
n. o, casa noa. junto da pioguell;
Dominica Labal, francezs, relira-ae para
tora do imperio.
Para uma casa
ingleza.
Precisa-se de uma ama que saiba cozinhar e
engommar, pode ser forra ou captiva : na ruado
Imperador n. 31, amazera do gaz.
Precisa-se de uma ama do leite sem filho :
na rua de Hortas n. 22, segundo andar.
Irmandade do Senhor Bom
Jess dos Passos do
>o Santo.
Corpt
Tendo a procissao do Senhor Bom Jess dos
Passos de fazer o seu transito pelas ras da cam-
bo, do Carmo, Flores, Nova, Cabug. praca da
Independencia, Crespo, Imperador, caes de A-
pollo, Cadeia, Cruz, Trapiche : roga-se, portanto,
aos moradores das referidas ras, que tenham a
bondade de limpar as testadas de suas casas.
Francisco J. dos Passos Guimares.
Escrivo interino.
Irmandade do Senhor Bom Je
sus dos Passos do Corpo
Santo.
A mesa regedora da irmandade do Senhor Bom
Je.ua dos Passos convida .os senhores reveren-
dos sacerdotes e a lodos os irmos da mesma ir-
mandade para comparecerera pelas 3 horas da
larde do dia 15 do correle, no convento do Car-
mo, afim de acompanbarem a procissao do Se-
nhor Bom Jess dos Passos 4 matriz do Corpe
Santo.-O escrivo interino,
Francisco J. dos Passos Guimares.
Pede-se aos senhores irmos da irmandade
do Senhor Bom Jess dos Passos que Uverem ca-
pas em seu poder, e que nao possam acompa-
nhar a procissao do mesmo Senhor, queiram ter
a bondade de as mandar ao respectivo thesou-
reiro.
Perdeu-se no dia 11 do corrente. desde o
largo do Corpo Santo at o becco do Noronha, no
Recife, uma carta dirigida ao Sr. Alfredo Alves
da Silva Freir, de Barreiros, conteodo duas or-
dens, uma sacada por Antonio Henriques Wan-
derley contra o Sr Manoel Alves Ferreira, e ou-
tra por Manoel de Mor.es Bollo contra os Srs.
Cerqueua & Silva, ambas a favor do mesmo Sr.
Alfredo : roga-ae a quem a achou o obsequio de
entrega-la no paleo do Carmo n. 15, ou na ma
do Vigario n. 7, armazem.
Escriptorio de advocada:
Os Drs. Joao Jos Ferreira de A guiar e Apri-
gio Justioiano da Silva Guimares leen eslabe-
lecido o seu escriptorio na ru estreita do Rosa-
rio n. 24, primeiro andar, onde podem ser pro-
curados todos oa dias uteis, das 10 horas da ma-
chia 4s 3 da Urde.
>'.' .



DIAJUO DE fBRKAMBUCO. QLJABTA FE1R 18 DK MARCO DE 1861.
(*)
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA IPARBDLH A @ R. TOWNSENg)
MELHORADO E FABRICADO SOB ADIRECQAO' DO DR JAMES R. CHILTON,
chimieo e medico celebre de New York
GRANDE SPERIORIDADE DO EX-
TRATO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo seu extraordinario
e quasi miracoloso effeito no
sangue.
Cada um sabe que a saude ou a Dfermidade
depende directamente do estado deste fluido VI-
TAL. I=io ha de ser, visto o partido importaste
que tem na economa animal.
A quantidade do sangue n'um homem d'es-
tatura mediana est avallada pelas as primeiras
autoridades era vinte e oito arralis. Em cada
pulsado duas on;ss saliera do coracao nos bofes
e dalli todo o sangue passa alem no corpo huma-
no em menos de qdatro minutos. Urna dis-
posigo extensiva tem sido formada e destinada
cora admiravel sabedoria a destribnir e fazer
circular esta corrente de vida por todas as
partes da organisafao. Deste modo corre sem-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
de fonte de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se empregna
de materias ftidas ou corrompidas, deffunde
cora VELOCIDADE ELCTRICA a corrupcao as
mais remotas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno lanc_a-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veias, e pelos vasos capillarios,
at cada orgo e cada leagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maneira
a circulago evidentemente se faz um engbnho
PODBROSO de doenc,a. Nao obstante pJe tam-
bera obrar com igual poder na enaguo de saude.
Estivesseocorpo infeccionado da doenga maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se smente o san-
gue pJe fazer-se puro e saudavel Gcar superior
a doenca e inevitavelmente expellir da consti-
lunjo.
New-York, havemos vendido durante muitos an-
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, consideramo-lo ser o extracto original e
genuino de salsa parrilha do Dr. Townsend.
o qual primeramente sob este nome foi
apresentado ao publico.
BOYD A PAL, 40 Cortland Street.
WALTER B. TOWNSEND d Co, 218 Pearl
Street.
LEEDS& HAZARD, 121 Maiden Lase.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F.TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAM Co, 10 OldLlip.
OSGOD <& JENNINGS, 188 Pearl Street.
R. B. HAVILAN D & Co, Office 177 Broad-
way.
JA CKSON,ROBNS & Co, 134W ater Street.
THOMAS & MAL, WELL 86 William Street.
WM.UNDERHILL,Junr, 183 Water Street
DAVID T. LANMAN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, CLAV &Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M RFSSON & Co, 127 Malflen
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFELIN, BROTHEB & Co, 14g&
106 Jobn St.
LEWIS & PRICE. 55 Pearl Street.
HAVILAND,KEESE& Co, 80 Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK & Co, llOBroadway,
lOAstor.
House, and 273 Broadway, cor. ofCham-
bers Street.
PHILIP SCHIEFFELIN, & CO107Watr
Street.
POU PALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Street.
O grande raananc.al de doenes entao como RST & HOGHTON, 83 John Street,
daqui consta no fldido circulante, e ne- i.MINOR& Co, 214 Futen Street,
nhura medicamento que nao obra directamente INGERSOLL&BROTHER, 230 PearlStreet.
sobre elle para purificar e renova-lo, possue al
gura direito ao cuidado do publico.
O SANGUE O SANGUE o ponto no qual
se ha myster fxar a aliento.
O ORIGINAL E O GINUINO
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguista na cidade de
JOSEPH E TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KIN'SLEY, 45 Cortland
Street.
HAYDOCK, CORLIES&CLAY, 218Pear
Street.
CBMIMG & VANDUSER, 178 Greenwch
Street.
HASKELL di MERRICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK & Co. 49 John Street.
CONHECEMOS A ARVORE E SUAS FRU-
TAS ,
B IGUALMENTE
Conhecemos um Medicamento nos seus Effeitos
O extracto eomposto de Salsa parrilha do
Dr. Townsend est.
o med cimento do rovon
Adata-se to maravilhosamente a constituicao
que pode ser utilisado em quasi todas as enfer-
midades.
ONDE E DEB1L1DADE,
fortalece;
ONDE E' CURRUPCO,
purifica;
ONDE E* PODRID AO,
AL1MPA.
Este medicamento celebrado que lao grandes
servidos presta a humanidede, prepara-se agora
na nova fabrica, na esquina' das ras Front e
Washington!, Brooklym, sob a inspeceo directa
do muito conhecido chimieo e medico Dr. James
R. Chilln, da cidade jie New-York, cuja cer-
tido e assignalura se acha na capa exterior de
cada garrafa de
orignale genuino
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSA PARRILHA
DO DR. TOWNSEND.
O gratule purificado r to sangue
CURANDO
O Herpes
A Hertsipbla,
A-Adstriccaodo ven-
tee,
AsAlporcas
Os Effeitos do azo-
GUE,
Dispepsia,
As Doencas,defiga-
do,
AHydropesia.
A Impingr
As Ulceras,
O Rueumatismo,
As Chacas
A Df.rilidade geral
As Doencasdepellb
AS BORBULBAS.NA CA-
BA,
As Tosses,
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
O Extrato acha-se comido em garrafas qua-
dradas e garante-se ser mais forte e melhor em
todo o respeito a algum oulro puriGcador do
sangue, conserva-se em lodos os climas por cer-
to espaco de tempo.
Townsend tem assignatura e a certido do Dr. J. R. Chlitton, na capa
Cada garrafa do original e genuino extracto do Dr.
exterior de papel verde.
No escriptorio do propietario, 212 Broadway, New York, e em Pernambuco na ra da Cruz n. 21, escriptorio, 1. andar, tam-
bera na botica da ra Direita n. 88 do Sr. Paranhos.
CONSULTORIO
DO
na. e> k* im mmmm9
MEDICO PARTEIROE OPERADOR.
Cniea por ambos os systemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela manhia, e de tardedepois de 4
horas. Contrata partidos para curar annualmente, nao sopara acidade, como para o engenhos
u outras propriedades ruraes.
Os chamadoslevem ser dirigidos sua casa at s to horas da manha e em caso
de urgencia outra quaiquer horado dia ou da noite, sendo por escriptoem que se declare
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro doRecife po-
dero remetter seus bilhetes a botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou loja de
ivros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casada annuncianteachar-se-ha constantemente os melhores medica-
mentos homeopathicos j bom conhecidos e pelos precos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes.....,.....109000
Dita de 24 ditos.................159000
Dita de 36 ditos.................209000
Dita de 48 ditos............, 259000
Dita de 60 ditos................ 309000
Tubos avulsos cada um.........: 1)000
Frascos de tinturas. ; ............2000
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
duzido em portuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. etc........209000
Medicina domesticado Dr. Hering, com diccionario. 109000
Repertorio do Dr. Mello Maraes........ 6900*
Nova cartilha.
Acaba de sahir dos prelos desta lypographia
urna nova edicto da cartilha ou compendio de
doutrina chrisla, a mais completa dequantas se
tem impresso, por quanto abraoge tudo quanto
conlinha a a litiga ca til ha do ebbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrescentando-so muilas
oracoes que aquellas nao tinham ; modo de a-
coropaohar um moribundo nos ltimos memen-
tos da vida, com a tabella das testas mudaveis,
e eclypses desde o corrente auno at o de 1903,
seguida da folhinha ou kalendario para os mes-
mos annos. A bondade do papel e excellencia da
impresso, do a esta' edi;o da cartilha urna
preferencia asss importante: vende-se nica-
mente na livmia ns. 6 e 8 da pragj da Indepen-
dencia.
Gama & Silva
estando em liquidaco de sua loja de ftzendas,
fita na ra da Imperatriz n. 60, por meio deste
annuncio avisam a todos os seus devedores por
conta e letras j vencidas, a virem pagar seus
dbitos no prazo de 30 dias, contados da data do
primeiro annuncio, lindo elle sero seus nomes
publicados neste jornal. Recite 16 de fevereiro
de 1861.
JOIAS.
Precisa-se alugar urna escrava
para casa de familia : na ra da Cadeia
do Recite n. 53, terceiro andar.
Julio & Conrado. I
Ra do Queimado n. 48. %
Parlicipm aos seus numerosos fregue-
zes que tendo chegado o seu mestre al-
faiale que raandaram contratar em Paria,
acliam-se promptos a mandarem execu-
tar toda e quaiquer obra tendeoie a al-
(aiate, assim como tem em seu eslabele-
cimenlo grande sor'.ment de tudo quan-
to se desejar, para quaiquer das esta-
cos nao e de fazendas como diversos
artigos de luxo, continuando o mesmo
mestre areceber por lodosos vapores Q-
gurinos para melhor poderem servir ao
respeitavel publico a quem peder de vi-
rem visitar o seu estabelecimento que
encontraro aquillo que desejarem.
Ollicina de marmore.
Caes do Ramos n. 30.
Pela escuna sarda Annessione recentemente
chegada a este porto, receberam-se pedras de
marmore de Genova, proprias para aparadores,
banheiros, mesas, consolos, etc. Recebem-se
encommendas de tmulos, urnas, e todos os mais
objectos proprios para o ornameiito dos monu-
mentos funerarios. Gravam-se epitaphios e toda
a sorte de inscripcoes para os meamos monu-
mentos. Precos mdico.".
Quem annunciou querer comprar um laxo
grande de cobre: dirija-se ra da Prais, arma-
zem de Joo Donnelly, que vende em conta.
Traspassa-ae o arrendamento do grande si-
tio na estrada dos Afflicloi ao lado do becco do
Espinheiro. junto ao major Aotones: a tratar na
escadinba da alfandega, armazam de Paula Lo-
pes, com Candido & G. Alcoforado.
Perdeu-se do hospital Pedro II al a ra
Nora, urna chave de broca : quom achou e qoi-
zer restituir a seu dono, dlrija-se a ra Novan.
41, que ser gratificado.
Era casa de D. P. Wild & C.. no largo do
Corpo Santo n. 13, vendem-se libras sternas.
Joaquim da Silva Castro perdeu urna loneta
de ouro no domingo 10 do corrente, no hospital
Pedro II ; quem a chou e queira restitu-la, di-
rija-se a ra do Creapo n. 9, que te graticarS,
Pianos.
Mudanza de domicilio.
Joo Laumonnier transferio seu estabeleci-
mento da ra da Cdeia do Recite para a da Im-
peratriz n. 23, aonde abri um vasto deposito de
pianos dos melhores autores da Europa. Encar-
rega-se de afinar e conceitar os mesmos instru-
mentos. ^
Precisa-se alugar urna escrava para todo
servicode urna casa, pagndose 209 rs. mensaes
na padaria de Santo Amaro, detraz da fundicao
do Sr. Starr.
i| M. J. Leite, roga a seus deve- ||
dores que se dignem mandar pa- S
gar seus dbitos na sua loja da S
p ra do Queimado n. 10, enten- ||
r| tendo-se pata esse im com o seu s
I procurador o Sr. Manoel Gomes g
H Leal. H
LourenQo Senhorinho de Menezes Cysneiro,
scicnlifica aos seus amigos, que d'ora em dianle
assignar-se-ha por Lourenco de Menezes Cysneiro
Bandeira e Helio.
O hacha re A. R. de Torres Ban-
deira mudou sua residencia da ra da
larga do Rosario n. 28, para a do Im-
perador n. 37, segundo andar, onde
continu no exercicio de sua prossao
deadvogado.
Mudanca de esta-
belecimento.
Jos Moreira Lopes avisa aos seus amigse
freguezes desta e de outras provincias, que mu-
dou o seu estabelecimento de fazendas que linha
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim,
onde tem o mais completo e variado sortimeoto
de fazendas de todas as qualidadea para vender
em rosto e a retalho por precos muito baratos:
roa do Crespo, sobrado de 4 sndarea n. 13, e roa
do Imperador, oulr'ora ruado Collegio, sobrado
de uo andar n. 36.
Joaquim Monteiro de Oliveira Guimares com
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos freguezes e ao publico em
geral, que se acha sorlida das mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e prata, e querendo acabar
com o negocio, est resolvido a vender mais ba-
rato do que em outra parte, garantindo as ditas
obras, passando conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca obras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em outra parte.
Precisa-se de urna ama: na ra estreita do
Rosario, casa n. 20, segundo andar.
Gostureiras.
Precisa-se de 6 senhoras de boa con-
ducta que s ibam cozer costura de al-
faiate para cozerem por dia em casa de
familia, paga-se bem : na ra Nova n-
47, junto a ConceicSo dos Militares.
AMA
No caes de Apolo n. 57, junio a ponte se dir
quem precisa de urna ama escrava, de boa con-
ducta, para ser en pregada nicamente em en-
gommado e costura, paga-se bem.
CASA
de commisso de escravos, pa-
teo do Para izo n. 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo.
Para a dita casa foi transferido o antigo escrip-
torio de commisso de escravos, que se achava
eslabelecido na ra larga do Rosario o. 20 ; e
ah da raema maneira se contina a receber es-
cravos para serem vendidos por commisso, e
por conta de seus aenhores; nSo se poupando es-
forcos para que os mesmos spjam vendidos com
promptido, afim de que seus senhores nao sof-
fram empates com a venda delles. Neste mesmo
estabelecimento ha sempre para vender escravos
de ambos os sexos, bellos e mocos.
Wm. Perrin retira-se para o Rio de Janeiro
Urna pessoa bastante cannboaa e com bom
leite, se uflerece para criar meninos ; a tratar na
Capunga, ra da Amizade n. 3.
O abaixo assigoado scientifica a quem inte-
ressar, que se acha restdindoapa ra do caes do
Ramos o. 40, segundo andar.
Jos Huniz Teixelra Guimares.
Precisa-se de urna ama para cozinhar em
casa de pouca familia : na ra do Cabug. loja
n.11. 6 '
Os abaixo assignados fazem sciente, que a
ocieaade que existia entre elles nesla praca sob
a Arma de Braga, Silva &*C., terminou em 31 de
dezembro prximo passado, e que desde aquella
data se acha a referida Qrma em liquidaco.
Recite 11 de marco de 1861.
J. II. Braga.
Manoel GoBcalTes da Silva Jnior
FOUfMNAS K 1161.
cham-se Yenda na livraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, as bem conhecidas folhinhas impressas nesta
lypographia
Folhinha de porta ou KALENDARIO eeclesiaslieo e civil para o
bispad o de Pernambuco........ r.'.' 160 rs.
vita de algibeira contendo alm do kaleodario ecclesiaslico e civil,
explicafo das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares e nascimento e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos imposlos geraes, provinciaes e municipaes, ao
que se juntou urna collece,o de bellos e divertidos
jogos de prendas, para'entretenimento da mocidade. 320 rs.
Dita dita .... contando alm do kalendario ecclesiaslico civil, expli-
cado das festas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commercio ; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni o
modo de confessar-se, e cortungar, e os oficios que a
igreja eostuma celebrar desde domingos de Ramos, at
sexta-feira da Paixo, (em portuguez). pre;o..... 320 rs.
Dtado altnCak civil, administrativo, commercial eindustrial da provin-
cia de Pernambuco, ao preco de:....... lOOO
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e fizeram-se muitas alteraces, sendo a correc-
co a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias sofre mudancas) acrescentando-se a nu-
meraco dos estabelecimentos con merciaes e industriaes;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pela oceupacao do individuo de quem se quer
saber a residencia.
Compras.
Compra-se um baldo para urna padaria : no
neceo Largo, dcfronle do barbeiro, taberna d. 2.
Compram-se escravos.
Compram-se, vendem-se, etrocam-teescravos
de ambos oa sexos e de toda idade i amado
Imperador n, 79. plimeiro andar .
Compra-se em pardo moco, sadlo e intelli-
genle, cuja idade no exceda de 16 annos a
tratar no Mondego, casa n. 103.
Compra-se um preto moco e robusto para
o servigo de campo : a tratar no Mondego, casa
numero 103.
Compra-se urna preta moga e robuata, que
saiba cozinhar o diario de urna casa, e que faca
as compras : a tralar no Mondego, casa n. 103.
Compra-se urna balanza grande coto cor-
rentes de ferro e conchas de po, que esleja em
bom estado : quem tiver para vender annuncip,
ou dirija-se ra do Trapiche d. 28, que achari
cora quem tratar.
Compram-se notas de 1$ e 5 velhas. com
mdico descont : na praja da Independencia
numero 22.
CONSULTORIO ESPECIAL nOMEOPATHICO
DO DOL'TOR
SABINO O.L.PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguintes molestias :
1.a molestias das mu'heres, molestias das crian-
zas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias stphililicas, todas as especies de febrts,
febres intermitientes esuas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos prejos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem fia della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenbam na tampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
COMPANHIA
ALLIANCE,
estabeecida em Londres
CAPITAL
Cinco mWnoes de Utaas
sterWnas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de in-
formar aos senhores negociantes, proprietarios
de casas, e a quem mais con vier, que esli ple-
namente autorisados pela dita companhia para
efleciuar segurus sobre edificios de lijlo c podro,
cobertos de telha, e Igualmeuie sobre os objectos
que contiverem os mesmos edificios, quer consis-
ta em mobilia ouem fazendas de quaiquer qua-
lidade.
ssesie^-fiiftsiiefissfi-sssfiiseiB^
Dentista de Paris.
15Ra Nova15
Frederic Gaulier, cirurgiao dentista, faz
todas as operaces da sua arte e colloca
denles arlificiaes, tudo com a superiori-
dade e perfeicao que as pessoas entend- 3
das Ihereconbecem.
Tem agua e pos dentifricios etc.
S
Aos consumidores de gaz.
A empreza da illuminaco
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregaren* aos seus machinis-
tas ou serventes quaiquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro quaiquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigido Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
Camargo < Silva.
compradores da loja dos Srs. Campos & Lima,
sita na ra do Crespo n. 1, rogam aos devedores
desta Grma, que se dignem vir pagar suas contas,
ou entenderem-se a respeito com os referidos
compradores; certos de que sero chamados a
juizo os que assim nao fizerem.
Obacharel WITRUVIO pode ser
procurado na roa Nova n. 23, priineiro
andar, do sobrado da esquina que volta
para a Gamboa do Carmo.
Aluga-se o armazem n 7 silo na ra do
caes de Apollo, sendo ptimo para assucar ou
outro quaiquer deposito de gneros, estando to-
do Iravejado. o que pode servir para guardar cer-
tos gneros, tendo o quintal murado e cacimba,
neo favoral embarque ao p da porta : a tralar
o pateo de S. Pedro n. 6
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser : em easad Samuel P.
Johston & C, ra da Senialla Nova n. 52.
Precisa ae alugar urna escrava que saiba
costnhar e engomar, oa ra larga do Rosario n.
37 no 1 andar.
Aluga-se urna casa terrea na Solidade,
propria para rapases aolteiros, oa ra do Quei-
mado n. 77.
-- Na Iravessa da roa
das Cruzes o. 2, primeiro andar, conlina-se a
Ungir com toda a perfeie_ao para quaiquer cftr, e
o mais barato possirel.
Para urna casa
franceza.
Precisa-se de urna escrava que saiba engom-
mar, coser, e fazer todo o sertico de urna casa
de pouca familia, e que seja Del e diligente. Na
mesma casa precisa-se de um escravo para o ser-
vqo de um sitio : quem tiver pode dirigir-se
ra do Imperador n. 27 confronto a ordem ter-
ceira de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, das 9 horas da manhaa s 4 da tarde.
Vendas.
Vende-se a loja de calcado da ra do Livra-
mento n. 35 : a tratar na mesma.
Loja das seis portas em
frente do Livrameiilo.
Roupa feita para acabar,
Pak'tols de panuo preto a 229, fazenda fina,
calqas de caseroira pretas o. de cores, ditas de
brim e de ganga, ditas de brim brauco, paletots
de bramante a 49, ditos de fusto de cores a 4y,
dilosde estamenha a 45, ditos de brim pardo a
39, ditos de alpaca preta saceos e sobrecasacos,
colleles de velludo prelos e de cores, diics de
gorguro de seda, grvalas de lioho as mais mo-
dernas a 200 rs. cada urna, collarinhos de lioho
da uliima moda, todas estas fazendas se vende
barato para acabar; a loja est aberta das 6 ho-
ras da manha at as 9 da noite.
Cera de car-
naba,
No largo da Assembla n. 15, armazem de An-
tunes Guimares & C, ha continuamente desto
genero para vender.
Vende-se urna varea de raca tourina por
50g : no sitio de Antonio Leal de Barros, na ra
de Joo Fernandes Vieira junto ao Manguinho.
Arcos para saias balao.
No armazem de fazendas de Joo Jos de Gou-
ve, ra do Queimado n. 29, vende-se a 160 r?.
Aliso
deS.
aos terceiros da ordem
Francisco.
Na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas,
vende-se estamenha para habito3 a 29200 o co-
vado, e se apromptam os mesmos habilos a von-
tade dos irmos a 459 cada um, obra muito bem
feita.
SYNOPSE
DE
ELOQIEMIA E POET.CA RACIONAL
PELO ACADEIICO
MANOEL DA COSTA HONORATO.
Sabio do prelo a indispeRsavel synopse para os
f xames de rhelhorira, a qual se torna recom-
mendavel aos esiudantes nao somente pela cla-
reza e i oncis.io do phraseado, mas lambem por
urna taboa synlhetica qne tem junta, a qual, de-
pois de terse estudado o compendio, de impro-
viso traz memoria ludo quanto ha deessencial.
A' venda na lypographia commercial, ra estreita
do Rosario n. 12, e na livraria classica, praca de
Pedro II n. 2. a 29 cada exemplar.
Manoel Ignacio de Oliveira 4 Filbo saccam
sobre Lisboa e Porto : no largo do Corpo Santo,
escrij-torin. r '
romano.
Havendo a congregaco da Faculdade de Dire-
lo desla cidade adoptado para texto das prelec-
cea de dlreiio romano no correte anno as ins-
liluices de Warnkoenig em aubsliluico aos ele-
mentos de Waldeck, os senhores esiudantes do
primeiro anno que quizerem ter aquella obra em
portuguez, podem deixar seus nomes e o impor-
te da assignatura (108000), na loja de ivros do
Sr. Autonio Domingues, na ra do Collegio n. 67,
onde recebero as 64 paginas que j se acham
impressas.
. A. Warnkoenig.
Em latim, na loja de ivros da ra do Collegio
numero 67. '
Aluga-se, exclusive a loja, o sobrado n. 31
silo na ra ou paleo do Lwamenlo, tem dous
andares com exrellentes accommodaedes, e que
se acham em bom estado de aceio, principalmen-
te o primeiro, que lem um famoso terrado com
coberta, tem cacimba e pequeo quintal, e lam-
bem soto com cozioha espacosa e 2 quarlos :
trala-se do aluguel, na ra Direita, padaria nu-
mero 84.
O abaixo assignado faz sciente ao respeita-
vel publico que tendo comprado a cocheira da
Iravessa das Flores n. 1, que foi do Sr. Joo Ma-
noel de Siqueira, continua a fornecer carros de
aluguel nao s para passeios como para fra da
capital, onde as pessoas encontraro ponlualida-
de, e aceio no que for necessario, bons carros,
e por prego commodo a lempo e hora quo os
freguezes necessitem.
Izidoro dosAnjos da Porciuncula.
Manoel Jos do Nascimento e Silva retira-se
para Portugal a tratar de sua saude, julga nada
dever a pessoa alguma, com tudo quemse julgar
seu credor, queira apresentar sua conta para ser
paga. Tambero roga a todas aquellas pessoas
que ainda Ibe sao devedoras, tanto de conta de
livro tomo de letras vencidas, de virem pagar al
o dia 20 do correle, na certeza de que o nao
fazendo, passar a chama-Ios pelo Diario; e para
que depois nao alleguem ignorancia lhe laz o
presente aviso.
Precisa-se de urna ama que tenha muito
bom leite ; na ra da Imperatriz n. 23 ou 26.
Estevo Rodrigues Pontes, subdito portu-
guez, retira-se para a Europa.
Alugam-sedous armazens novamente aca-
bados, com grandes lelbeiros no fundo, muito
propiio para quaiquer estabelecimento, oa ra
Imperial ns. 160 e 162 : a tratar na roa Direita
numero 84.
Na iravessa da ra da Roda o. 2, chamada
ra dos Patos, ha urna ama que cozinha e est
prompta para o servico interno do bomem sol-
teiro.
Offerece-se um rapaz de boa conducta, nao
s para boleeiro como para o servico interno de
quaiquer casa particular, dando preferencia a ca-
sas estrangeiras : quem de seu preslimo se qui-
zer utilisar,dirjase a ra da Gloria o. 64, que
achara com quem tralar.
A pessoa que lem em si urna carta e ivros
vindo do Rio de Janeiro para serem aqui entre-
gues ao Dr. Francisco de Paula Baptisla digne-se
fazer prompta entrega, ou annunciar sua morada
e seu nome para ser com urgencia procurado ;
poia que lodi a demora est sendo prejudicial.
Precisa-se fallar com o Sr. lenle H. de
primeira linha, que ha pouco se mudou de Olin-
da: no Varadouro, appareca que o mesmo senbor
nio ignora, isto oestes 4 dias, do contrario lera
de ver seu nome por inleiro, e qual o negocio.
Olinda 11 de marco de 1861.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado n. 112
da ra da Seozalla Velha : quem o pretender,
dirija-se ao solio do mesmo sobrado que achara
com quem tratar.
a vara.
Calce
as de casemira.
Vendem-se calcas de casemira preta muito bem
feitas a 109, ditas de dita de cor mnilo superior a-
99, esto-se acabando : Da ra do Queimado o.
22, loja da boa f.
Fil preto.
Vende-se fil de linho preto liso pelo barat-
simo preco de 800 rs. a vara : na ra do Quei-
mado n. 22, loja da boa f.
AJ000.
Grvalas pretas deselim : oa ra do Queima-
do o. 22, loja da boa f.
Vende-se as prelerjcs de Hermenutica
Jurdica, obra nova, composta pelo Dr. Francisco
de Paula Baptista ; na ra Nova n. 47, loja do
Bastos & Reg ; prego 79 cada um exemplar.
Prelo.
Ra da Imperatriz, oulr'ora aterro da Boa-Vis-
ta, na leja de fazendas de 4 portas n. 5. veuJem-
se saceos de tarlo barato para acabar, saceos
grandes.
Manguitos egolla.
Vendem-se guarnieres de cambraia muito fina
e muito bem bordada?, pelo baratsimo preqo de
59 cada urna : na ra do Queimado n. 22 loia
da boa f.
Vende-se urna escrava crioula, de idado 20
annos, com algumas habilidades: a tratar na
ra do Hospicio n. 62.
JNaniado ^iragao n. <15,
vendem-se continuamente os melhores e mais
bem sortidos bicos e rendas, rendas e bicos da
ierra, que vista do preco e qualidade ninguem
deixai de comprar: oa ra do Arago n. 15.
Barato que admira.
Venda-se no armazem de Moreira & Ferreirs
ra da Madre de Dos n. :
Farinha de mandioca de superior qualidade a
39200.
Saceos com milho de 22 cuias muito novo a
3J40O.
Farelo, saceos grandes, a 49500.
Gomma muito nova e de muito boa qualidade
a 3J500.
Cera de carnauba, arroba a 99.
Vende-se urna preta crioula, ptima para
todo o servico domestico ; na ra de Santa Rita
numero 83.
Fardamento do quarto de
artilharia.
Na ra Nova n. 58, 1. andar, veude-se por
prego commodo um fardamento do quarto, tanto
serve para artilharia como para cavalharia, de
panno muilo fino.
Ricos cintos com Ib ela de ac
Vende-se a 59 : na ra do Queimado, loja de
miudezas n 33, da boa fama.
Luvas de pellica.
Vendem-se luvas de pellica de Jouvin para
homem e senhora, brancas e de cores, pelo ba-
ralissimo prego de 29500 o par. na ra do Quei-
mado, loja de miudezas n. 33, da boa fama.
Kefcofra ijga JLga aafffl *ma m-Ca a\nj.a a.cu.a ^tom tn^M-->
I Atteiico.
|E' barato que admira]
Urna 6^000.
Mantas pretas de fll de seda, blonde
e entalle : na ra do Crespo n. 8.
^Manteletes de grosdenaplej
e fil e de dentelle, pretos.
Casacas, caigas, colletes
pretos muito finas e baratas.
Sarja e setim maco preto
grosdensple e nobreza tarrada, pretas
mais barato do que em oulra quaiquer
parte para liquidar: na ra do Crespo n.
8, loja do sucessr de Antonio Francisco
Pereirs.
Pianos
4
Saunders Brotbers & G. tem para Tender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguna pianos do ultimo gosto recentiment
negados dos bem conhecido e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood 4 Sons da Londres
muito propriopara este clima


^ :*__.

: .1
-----^_-
()
Fazendas baratas
Na ra do Queiuaaio n. 19
Cmbralas finas matizada, pelo baralissimo
preco de 140 rs. o coTado, ditas escuras a 180 rs.
-O corado.
Chitas francezas tanto escatas como claras a
220 o corado.
Toalhas de fustao a 600 rs. cada ama.
Cambraietas unas para vestido a 5800,3* e
3500 a peca. ^^
Esleirs da ludia para cama e Torro de sala,
sendo de 4, 5 e 6 palmos de largo-
Lencos brancos para algibeira pelo barato pre-
90 de 19600 a duzia.
Grandes colchas do fusto lavradas a 5)300.
As melhores machi a as de co-
zer dos mais afamados au-
tores de New-York, Sioger
fe C, Whecler & Wilson e
Geo. B. Sloat Estas ma-
chinas que
sao ss melho-
res e mais
d u r a moslram-se a
qualquer hora
e ensina-se a
trabalhar as
casas doscom-
pradoros ga-
rantindo-se a
suaboa quali-
dade e dura-
cao : no depo
sito de ma-
chi as de
Riymundo Carlos Leite & Irrao, ra da I mpe-
ralriz n. 12, adligamente aterro da Boa-Vista
Para a quaresma.
Ricos corles do vestidos de grosdenaple prelo
bordados a velludo com algumas pintas de mofo,
qu mal se conhece, os quaes se tem veodido por
1605. eque se vendem por 80$.
Ditos ditos sem ser bordados a velludo, fazen-
da muilo boa e encorpada por 55 o 60g.
Manas pretas de lioho bordadas a 8$.
Visitas pretas muito bem enfeitadas a 12g.
Ditas de seda de cores muito lindas a 20j*.
Grosdonaplo prelo superior de 2j200 e 23, e
muito largo a 29800.
Sarja preta hespanhola boa a 29.
Velludo preto liso muilo bom a 4j, 59 e G.
Cortes de casemira preta bordada para collete
a 59090.
Ditos de velludo preto bordado para collete
a 109000.
Ca'as de cascmira preta fina a 10 el23.
Casacas esobrecasarss pretas bem feitas a 309.
Gorguro prelo e bordado de cor delicada, o
covado 49.
Collftes de casemira prelos bordados a 89.
Paletots de panno preto a 129 o I83.
Ditos de alpaca preta a 89, 4, 5 e 6fl, e muito
Crio a 89000.
S.ihs balao a -13.
Chales de merino bordados, grandes a 59, 63
0 79000.
Ditos do seda pretos grandes a 149.
Vesiidos de seda de cor bordados de du3S saias,
fazenda muito boa com algum mofo a 40 e 6O9.
Ditos oe phanlasla em carlo a 159.
Calcas do casemira de cor a 69,8, 9 e 109.
Siccos de tapete de diversos lmannos para
viastfra a 59.
Malas desoa para viagem de 129a 183.
Chapeos pretos francezes finos a 8J
Ditos de castor branco sem pello muito bons a
t-23000. E oulras mullas fazendas, que para li-
quidar, vendem-sc barato : na loja do fazendas
da ra da Cadeia do Recite n. 50, do Cunha e
.'Hltra.
diario D* Ceblas novas
a 1,480 rs.ocento.
Vende-ae na ra das Cruzes n. 14, esquinada
travesa do Ouvidor.
2 Remedios americanos |
DODOtTOR
Radway AC, de New-York!
5 PROMPTO ALIVIO
Resolutivo renovador.
I Pilulas reguladoras. %
~ Estes remedios j sao aqui bem conhe-
j cidos pelas admiraveis curas que tem ob-
nao em toda a sorte defebres, molestias
<9 cnromcas, molestias de senberas, de pe-
le etc., etc., confrmese ve as instruc-'O
9 oes que se acham traduzidas em por- f>
9 tuguez. as
f Salsa parrilha legitima eg
g original do antigo
|DR. JACOB TOUNSEMD!
9 o melbor pnrificador do sangue
@ cora radicalmente
9 Erisipela. Phtisicas.
9 Rheunratismo. Caterrho.
9 Chagas. Doencas de figado.
9 Alporcas. Effeitosdoazougue.
g Impingens. Molestias de pelle. 2
$ Vende-se no armazem de fazendas de i
9 Raymundo Carlos Leite &Irmo, ra do i
gj lmperatnzn 12.
Grande
MJ4 NOVA-25
deposito de pianos fortes
DOS
MAIS AFAMADOS FABRICANTES DA EUROPA
o.
DE
(
z !sSR!;sa'-'- *. h.
toma a iibordade de
lentes qualldades dest jiauos' ?,nu.e i,ni,rKunien!o PM<>? *> OR" vir apreciar
eesmaV.do gesto deatafamado^samternt "^rvar perfe.cao do trab.lho unido
te.
convidar
as excel-
elegancia
TABAC CAPORAL
Deposito das manufacturas imperiaes Franca.
QkMHOkVO^mn'H ThTK d6P8ud0- direamenle n. rus Nova n. 23, ESQUINA DA
10 mi* i. qn'1 *'ende Pr masos de 2 ^logramos a 1000 e em porclo de

porcao
acha-se tambem
Atlcn$o.
K. 40Ra do AmorimX. 40.
Vendem-se sarcos grandes com tres quartas de
farinha de mandioca a 2#>00.
Relogios
Suissos.
supe-
Vendem-se
Na ra das Cruzes n. 38,
segundo andar,
pot mui barato preco os movis seguin-
tes : urna camt de casal, embutida ;
m porta-serv lor ; um colxao de mo-
las ; urna commoda : um espellio gran-
de ; um armario com outro espelho ;
umapparador: urna mata p< duze
pessoas ; um porta-licores ; serviqo de
porcelana para jantar ; um relogio de
tnarmore negro, representando Miguel
Angelo ; duas bellas gravuras (Apollo e
as musas, Moliere em casa de Ninon de
l'iinclos), em duas ricas molduras. Ten-
do seu dono da rettrar-separa o campo,
por Uso destaz-se destes objectos, man-
dados vil expressamente de Pars, aon-
de foram confeccionados com perfeirao
e apurado gosto.
nte-
Era casadeSchfleitlln& C.ruada Cruz n
38, vende-se um grande e vri?do sorlimento
derelogios de algibeira horisonlaes, patentes
chronometros, meioschronometrosde ourolpra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
giosdos pnmeiros fabricantes da Suissa, qut se
vandero por precos razoaveis
Aviso aos Srs. thesoureiros
das irmandades e confrarias.
Na ra da Senzala Nova n. 30 lem para ven-
der caixinhas com doces de fructas e de farinha
amendoas, castanhas com confeilos e amendoas'
tudo com muilo bom sortimento para os anios
das procissoes. e vende por preco muito coraruo-
do, porque tudo fabricado neste estabeleci-
rnenlo.
Jmmmmm @ @
Era casa de Mills Latham & C. na ra
da Cadeia do Kecife n.52, vende-se : S
Vinho do Porto.
S Dito Xerez engarrafado de muito
9 fior quahdade.
9 Oleo de liuhac,a.
Alvaiade.
Secante. S
Azarea o.
J locarnado veneriano em p.
?C^g 999 S>99999^9
Vende se a rasa terrea com sotao sita na
ra da Roda do bairro de Santo Antonio n. 52
era solo foreiro ; a tratar com o Lima, no Forte
do Mallos.
Loja do Figueiredo.
Ra do Crespo n. 9, esquina
que volta para a ra do Im-
perador, autiga loja de Si-
queira Como esto estabeleoimenlo esteja em liaulda-
?ao. vendem-se todas as fazendas
muilo baratos, como se demonstra
arligos abaizo relacionados.
Chapeos de patita enfeitados
lo000.
Uilos de seda a lij.
nnDtole palha ""nenie enfeitados muito i-
nos a *-0J'
Dilosdeseda a20>.
Vesiidos de tarlalana de 3 folhos, bordados,
CENTRO COMMERCIAL
IS-RuadaCadeiadoRecifc 13
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E CIGARROS
DE
Jos Leopoldo Bourgard
ChaLlfro0n f,MfEf?^ dar ?'-hiaU 8crnde JePsi, do "re, charutos do Rio de Ja-
norA P ,,da gwnde r"onca dos Srs Domingos Alves Machado & C. vendendo-se em
i& e namb^."'111 dS' ^ 8empre P-SltaSS de tiXi'mSSt^S.
Charutos suissos a m 0 milher0> fazenda guperor e que ge venda a ^
Bocaes pan charutos cm ,.,, d mtU, tld, dilos pa
Papel para
- e cigarreiros que fabri-
arroz, pardo e
cigarros a
em macos de diversos tamanhos, garante-se a qua-
s cigarro^! p."^ ffi! fUmanl8S Cga"S
Tabaco caporal france7f verdadero
udade.
Taf^ flUrC0^ 5 alib"f mialibra Pr 3. P- cigarros e cachimbos.
i abaco leur deharlebeke om
chimbos, fazendo-se .batimento em ^^ d ^os tamanhos, para cigarros e mi
Cigarros de mailllha depapel branco pardo a t* o milheiro.
Machinas e papel para cgarros de Mnlhle
vf TA i fraDCeZ 6m maQS de Uma ,ibra e di,osde mea Hbra feoda superior.
VASOS de l0Uga e barro para tabaco e rap.
Cachi hrS G SCdS de di7e"as quaUdades para charul0!-
deir* hrf o!!3 C8Sa ,emsempresottimentoespsntosodecachimbos de gesso louca ma-
der, barro e os verdadeiros e serapre apreclaveis cachimbos de espuma C '
Tabaco do Rio de Janeiro nieadn h- t
yp j w""ollu Picado para cachimbos e cigarros a800rs. a libra.
euuem-se lOaaS as fazendas masbaralodoqye em outra qualquer parle.
3 todos s object03 vendidos tornando-se a receber (incluindo os charutos) quan-
Al,800acoberta.
Ra do Queimado n. f 9,
armazem de fazenda, vende-se as lindas cober-
i**4iLS"u de8eDho chinez e inte barato preco
6 1 ,oOO rs.
Grosdenaples baras-
simos
Vendem^e groidenaples preto apelo baratissi-
maprtco defMO e 2 o .vado: na roa do
Queimado n. 22, loja da boa fe.
fiua do Crespo n. 8, loja
de 4 portas.
Pechincha que admira.
Chitas francezas cores fizas e liodos desenos
a S40 rs. o covado dao -se amostras con peohor.
Fazendas proprias para a
quaresma, no novo es-
tabelecimento de Jos
Moreira Lopes, ra do
Crespn. 13.
Manteletes, vesiidos de grosdenaple com bar-
S e lel\u0' dilos nordados, veos pretos de
016 bordados sarja preta, grosdenaples, casemi-
ras, pannos finos, e outras muitas fazendas, tuo
por preros muito commodos.
Terrenos na ra do Brum
Vendem-se 30, 40 ou 50 palmos de terreno
22L*?J*M*' ludobem errado e proprio
parse ediBcarom estabelecimentos de nadaras
reunacoes, ou oulros quaesquer por ter excellente"
porto para embarque e desembarque de gneros
a tratar na ra da Madre de Dos n. 6.
*mzm asedie sb vg&zmsmB
Potassa.
Vende-se a 240 r$. a libra, a
superior e aira potassa do acredi-
tado fabricante Joao Casa-nova ,
cuja qualidade e reconhecjdo ef-
eito igual ou superior a de
Hamburgo, geralmente conheci-
da como da Russia : no deposito,
ruada Cadeia n. 47, escriptorio
de Leal Res.
Farelo e milfao
Saceos muilo grandes de muiio boa qualids-
ni:nrr?0d,-Asfrabla n-15' aem de
Anlunes uimaraes & C.
Vende-se muito em conla uma arroba de
doce de caj secco e uma lata com 11 libras de
jalea ; no deposito de pao. ra eslreita do Rosa-
rio em frente ao becco estreito do Rosario. F*l
para alugar-se a loja do sobrado da ra das Cru-
zes n. penltimo sobrado de dous andares
quem vai da ra do Queimado para S. Francisco '
quera pretender, falle no mesmo sobrado.
Baratissimos jarros de
cellana.
Vende-se mui bonitos jarros de porcellana dou-
por-
remeiln-se aos seus deslinos com bre-
por
em
pregos
alguns
para senhora a
do nao agradem ao comprador.
AprompUlU-Se ncommendas, encaixotam-se e
vidade.
C.Se" Qca "P0Sl lPm Um 7"iad0 sot,inanto de objectos proptios para os senhores fu-
barato io^^TuA^:^^^19' mlV psl *a se W "ndor
Vender muito para ven-ier barato
Vender barato para vender muito.
muito mais
rada, e de tamanhos nao pequeos, proprios pa-
ra enfeites de mesas, ornato de gabinete, etc.
pelos baratissimos pregos de 3> e 000 o
na ra do Queimado loja d'Aguia "
par:
Branca n. 16.
brancos e matizados a 14j>.
Corles de barego de 15a com 3 folhos a 12.
ar-
Rego,
letesalO^e a 12^ no
mazem de Bastos &
na ra Nova junto a Con-
ceicao dos Militares,
Parere incrivol vender-se ricos mauteletes de
grosdenaple prelo de apurado goslo pelo dimi-
nuto prego de 10# e a 12. porem se vendera por
este diminuto prego por ter grande quantidade e
s cora o lira de apurar dinheiro, assim como cor-
tes de collries de casemira preta pelo diminulo
prego do IgoOo ao corte, vestimentas para me-
ninos do 5 a 8 annos por 35500 cada uma e oulras
muitas fazendas e roupas leitas.
Baratissimos paliteiros da
rorcelana dourada.
A loja da agnia branca est vendendo palitei-
ros de porcelana dourada de muito bonitas figu-
ras e moldes pelos baratissimos pregos de 1#,
liOO e lgOO cada uro, por to diminutas quan-
tias ninguem deixar de comprar urna obra de
que precisa todos os dias e se pela barateza al-
gucmduvidar da bondade e perfeigo dalles
dirigir-se ruado Queimado n. 16 loja d'agnia
branes, que so convencer da verdade e iufalli-
velmento comprar.
Manteiga ingleza
chitas setim a 280 o
a 240
em barris de vinte e
de Tasso Irmaos.
tantas libras : no armazem
Sortimento de di apeos
i?ua do Queimado n. 39
Loja de quatro portas.
Chaoos pretos francezos de superior qualida-
de a 79.
Ditos dos mais modernos que ha no mercado
' 95.
Ditos de castor pretos e brancos a 16j.
Chapeos lisos para senhora a 25$.
Ditos de velludo cor azul a 18.
DU-ts de seda para meninas ricamente enfeita-
dos a 8a.
Ditos dilos para menino a 5|.
Lindos gorros para meninos a 3f.
Bonete de velludo a 5$.
Ditos de palha muito bem enfeitados a 41.
Chapeos de sol franceze* te seda a 7.
Ditos inglezes do 10, 12 e 13 pira um.
Dito de dito dito a 18.
Ditos de dito dito finos a 20.
Dilos de fil de seda com 3 folhos, bordados,
brancos e matirados 20. '
Manteletes de fuslSo* branco 10.
Capmhas de fustao branco ricamente bordadas
para senhoras 6
Manteletes de grosdenaples bordados de 15 a
a ot)j.
Taimas de velludo riquissimas.
Cjzaveques riquissimos.
Taimas de grosdenaples.
Manteletes de fil preto de seda com ricas ren-
das e franjas de 2 a 30.
Pitas francezas de cores seguras, a 210 rs. o
covauo.
Ditas ditas ou afamadas
covado.
Cassas pintadas muito finas, cores fizas
o covado.
Cassas pintadas organdys, vara a 900 rs.
Pannos pretos finos do Ig600 o covado at IOS
Corles de casemiras muilo finas de cores a 4ff
Cnssinelas de quadros, covado 500 rs.
*J2F p.!T,as Para calSas ou piletots, covado a
ijolHJ e 4.
Lengos proprios para rap, duzia a 1600.
do d i'jwno>leq prCt0S' muUo boa fazenda'cova"
Enfries de vidrilho muilo bonitos a2500.
Vest os riquissimos de grosdenaple preto e de
cores com folhos de vellulo.
Superiores chapeos de castor preto paraho-
Ditos de seda.
a 6a0CK>elhOreS C Ditas ditas douradasa 1/500 a duzia.
QSlpeo8 de palha para homem Garibaldi a
jjjuuu rs.
Luvas de Jouvin as melhores que ha no mer-
cado para homem e senhora.
Em casa de Basto & Lemos, ra do Trapi-
che n. 15, vendem-se os seguintes gneros :
Farelo muito bom.
Cadeirasgenovezas, singlas e de bracos.
Tijolos de marmore de 8 e 9 pollegadas.
Ura banheiro de dito grande.
Licores finos em garrafas de cryslal ; por pre-
go commodo. r v
Vende-se ou aluga-se um bom
Estampas finas e interes-
santes.
A loja d'Aguia-Branca recebeu mui finas, e gran-
des eslampas, do fumo e coloridas, representan-
do urnas a morte do justo rodeado de aojos, etc.,
e oulras a morte de peccador cercado de demo- '
nios. etc. Sao na verdade inleressanles essas
estampas para quem as sabe apreciar, pelo que
se tornam dous quadros dignos de se possuir, e
mesm Pela raridade delles aqu. Vendem-se
a 2000 cada estampa, na ra do Queimado n.
lo, loja d'Aguia-Branca.
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Srs. Joo Soum & C nicos possuidores des-
te xarope j bem conhecido peles seus bons ef-
feitos, continuara a vende-fo pelo prego de 1
cada vidro, faz6m uma diffarenga no prego aos
cu llegas e a todas as pessoas que tomarom de 12
vidros para cima.
Rap princeza gasse d Baha
Em casa de Lopes Irmaos, no caes da alfande-
f*1 V 7. acha-se eslabelecido um deposito dessa
fabrica, onde se vende em porges ou a retalho.
Allenfo.
escravo
na ra do Imperador n. 50 lereeiro andar.
Vende-se a^collecgao do Diario de Per-
narribucodo annu de 1850, completa e encader-
nada : na ra do Amorim n. 44.
Pechincha.
Vendem-se bales de 30 arcos, pelo diminuto
pre;o de4: na ra da Cadeia n. 24.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater A C.,
ra do Vigario n. 3 ura bello sorlimento de
relogios de ouro, patale inglez, de um dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; (ambara
m variadade de bonitos tranceltn para tw
meaawM.
\ende-se um grande e magesloso sitio com
muitos arvoredos de fructo, campo para 8 a l
vaccas de leite, terreno para plantages, com bai-
ta para capim, casa de virenda para grando fa-
milia, cocheira e estribara, casi para pretos;
propriedade esta de muito valor por sor muito
perto da cidade; tambem se vende uma casa
terrea nesta praga ; quem pretender, dirija-se a
loja de Lopes & Miranda, na ra da Cadeia do
Recite o. 50.
9999 9M9i9999m
9 Machinas de vapor. wwwwg
8 Rodas d'agua. Z
Moendas de osuna. m
9 Taias.
9 Rodas dentadas.
9 Bronzes e aguilhoes. Z
9 Alambiques de ferro.
9 Crivos, padres etc., ele. Z
9 Na fundicode ferro deD. W. BowmaaS
9 ra do Brum passando o chafariz. Z
99 9S
Vende-se um terreno com 80, 40 ou S0al-
mos de frente, conforme melhor convier ao com-
prador, lado aterrado, situado na ra de Brum
junto a fuudicao ingle, com mais de 300 pal-
mes de fundo, e prompto para ae edificaren re-
unacdNS, padanas. nu oulros quaesquer eiUbele-
cimentos por ter eicellente porto para embarque
e desembarque de eneros : na ra da Madre do
Dos, armazem n. 20.
Bolsas de tpele para
viageas.
Veadem-se mui bonitas bolsas de tsate oro.
pnaspara viagens, ele,, ate., palos tutaUtaimo
GRANDE SORTIMENTO
DE
Roupa feila,
Na loja e armazem de Joa-
quim Rodrigues lava-
res de Mello.
Rua do Queimado n.39
Loja de quatro portas
^"S1^.^*^..0 fiD0 obr*BUito be w-
xa, ae 359 a 40} bada uma.
PaletoU de panno pno preto, de 2j* a 308.
a 12 cada
a 14o.
Colleles de velludo preto bordado
um.
Ditos de gorgurio preto a 7# idem.
Ditos de seiim maco a 6$ ideas.
Ditos.de casemira frea a5idem.
Calcas de casemira preta fina de 15
Palelots de estamenha a 50.
Ditos de alpaca pret^a, saecoa de 4
Ditos de dita sobreqasaoos de 8$ a vv
Ditos de bamboliqa preta superior fazenda a IStt
Ditos de meia casemira a 10$.
Ditos de casemira muilo fina a 1
Um completo sortimenio de palet.,
brim, e caigas e coletos, que lod
prego em conla.
JJ).
de fusilo e
se vende por
cobortos edescobertesrpequeBes agrandes, da
ouro patate ingles, para homem le senhora de
um dos moUeres tabiieantes de Lveruool, viu-
dos pelo ultime patveta. iogn { em casa da
SonthaU Mellor A C.
Labyriothos.
Na ra da Cadeia do Red fe n. 8 primeiro an-
at, foudom-ae Lancea e totlkas d labyrinlhoa.
AttenQo.
Na ra do Trapiche n 46, em casa de Rostron
Hooiter & c., existe um bom sortimento de li-
nhas de cores e brancas em carreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendem pot
precos mu razoaveis.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e de cores fixa:
a doze vintens o covado, mais barato do qn
chita, approveitem em quanlo nao se acabara
na ra do Queimado n. 28, na bem conhecida lo-
ja da Boa F.
A loja da ba-f
na roa do Queimado n. 11
est muito sortida,
e vende muito barato :
Br|m branco de poro linho trancado a IgOOO e
Xlvn rs' a Tara ll par(, mui,o superior a
lg2 a vara; gangas francezas muito finas de
padroes escuros a 500 rs. ; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 ra, o co-
vado : cortes de caiga de meia casimira a 1*600 :
ditos de brim de linho de cores a 2j>-rs-.; breta-
nha de lioho muilo fina a 20#, 22 e a 24 ra a
peca com 30 jardas; aloalhado d'algodo muilo
superior a 1D400 rs. a vara ; bramante de linho
com 2 varas de largura a 2400 a vara ; lengos
de cambraia brancos para algibeira a 2&400 a
duzia ; ditos maiores a Sg; itos de cambraia
de lioho a 6*. 7 e 8$ rs. a duzia ; ditos borda-
dos muito unos n 8* rs. cada um; ditos de cam-
,." LKdao cc"n bico largo de linho em
i'? M3S?80; 1x os 5.om renda bco e byrin-
lo a JOOO; e alem disto. oulrs muitas fazen-
das que se vendem muito barato a diahoiro a
vista : na ra do Queimado n. 22, loja da Boa .
Boiiilos cintos para senho
ras e meninas.
Na loja da aguia branca vendem-se mui boni-
tas litas com flvelas para cintos de senhoras e
meninas, o pelo baratissimo prego de 2# : em
dita loia da aguia branca, ra do Queimadonu-
mero 16.
Cheguem ao barato
O P reguisa est queimando, em ana Iota na
ra do Queimado n. S.
Pecas de bretanha de rolo com 10 varas i
28, casemira escura infestada propriapara cal-
ca, collete e palitots a 960 ra. o covado. cam-
bralaorgandy de muilo bom gosto a 480, raV
avara, dita liza transparente muito fina a 39,
4#, 5, e69 a poja, ditatapada.com 10 varaa
a 59 e 69 a peca, chitas largas de modernos e
oacolhidos padrees a 24Q, 260e280 ra. o cova-
do, riquissinjM chales de marin estanpado a
7| o 8, ditos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 9 eadaum, diioscom
uma s palma, muito finos a 8500, ditoslisos
com franjas de seda a 59, leseo de cassas com
barra a 100, 120 o 160 cada um, meias muito
finas para senhora a 49 a duzia, ditas de boa
quahdade a 3 e 89500 a duzia, chitas fran-
oozas de neos desenhos, para coberia a 280 rs.
o covado, chiissescuras inglesas a 5)900 a
P*e,a(a a 160 rs.o aovado, brim branco de puro
linho a t, 19200 a 1600 a vara, dito preto
muito encorpsdo a 19500 a vara, brilbantiaa
aul a 400 rs. o covado, alpacas de differentes
area a 300 rs. o covado, casemiras pretas
finas a 250O, S9 o 3*500 o eomo, eambraU
prata adesalpicos a 500 rs. a vara, a outras
militas fazendas qua se far patant ao compra-
dar, a da todas sa dario amostra nom panhor-'
as de
ps pregos,
a 5. ca-
CALQADO.
45^- Ra Dreita 4S
Tendo de augmentar 30 i. o calcado de se-
nhora e o de homem 10 (., do dia 9 de fevereiro
em diante, em cooseqoeocia da nov pauta aua
ha de vibrar ua aUandegs; o propretatto^o
bem sortido estabetecimeeto da roa DireHa d
45. nao quer que os seus freguezes carreguer
com as eonsequencias do sysiema Gnaneeiro do
Sr. ministro da fazenda e por Isso sustenta ns
pregos do seu calgado pela tabella seguinte :
Homem.
Borze^uins para homem (im-
penaea)....... 10|000
Ditos (aristocrticos). ... 9^000
Ditosjprova d'agua). 8J500
Ditos(Bersaglieri). .... 8^000
EKtos (cotnmunistas). 6pO0
flfctos borzeguins (patente). 64000
SapatOes (3 batera,). 5#600
Dttos (w a dupla)..... 5J0.0O
Ditos (blusas)...... 5^
Senhora.
Botinas (prima dona). 5*000
Ditos (vis a vis)..... 4080o
Ditos (me deLse)..... 4J500
Ditos (gnsete)...... 4^000
Meninos e meninas.
Sapataes (bezerro)..... JOO
Ditos (diabretes)..... 3J50o
Ditos (salva pes)...... ZffQ00
Bot.nas (boliQosos)..... 4j0oo
Ditas (para crianzas). 3^500
Sa patos para senhora (lustre). 1A200
E um completo sortimento de couro de lustr*
SdrZ!*,-'p,a-be.,erro taD^- conrnho e*
ludoqueenecessanoa um irmo de 8. Cris-
Ra do Crespo,
loja n. 25. de Joaquim Ferreira de S. vende-se
por pregos baratissimos, para acabar pecas e
manmHb",a"Sa^na a3' "dy DiKsl
modernas a 500 rs. o covado, cassas abertas de
do. a ln"' dC Cr.eia 2*- '">ei09 borda-
dos a l500la pega, babados bordados a 320 a
>ra, sedinhas de quadros finas a 800 rs mwa.
cTberai1iehCa,SbHraa e fll6 a5' Pv-iorSd"e
cambra a bordados a 6. gollinhas bordadas a
A,'altMC0.Ponlaa a 2500, manguitos borda-
dos de cambraia e fil a 2. damasco de 15a com
rnPra\mOS.de,8rBVaal;W00' jamante de linho
com 5 palmos de largura a 90(Tr. a vara, luvas
?.i!^enhoe- a ,0 Par- C8P de tu9l5< en-
tenadas a 5, pegas de madapolao fino a 4g, laa-
zinha de quadros para vestidos a 320, camisus de
n aaboia,do,.B 2*' obiecasacas de panno
ir or^8.6?58' P8leto18 de panno e casemira de
hrim **' os 1e a,pacs 0e 3*500 8. d'tos de
brim de crese brancos de 3*500 a 58, cale
casemira pretas e de cores para todos ps nr
anos de brim decores
misas brancas e de coi
colletes de casemira de cores
como oulras muitas fazendas
valor para fechar contas.
Cassas
padres de organdys
A240 ts. o covado: na bem conhecida loia da
ra do Queimado n. 46, de Goes & Bastos.
Eofeiles de cakca
muito barato para chegar
a iodos
Na loja d'aguia de ooro, ra do Cabug n 1
vende-se enfeites pretos de vidrilho pelo baratis-
simo prego de 2, ditos de velludo de escama a
49, ditos de tranga a 3, assim como luvas pretas
de torgal com vidrilho. ditea de seda pretas e de
cores, assim como pulseiras de conlinhas, ditas
de missanga de cores, e gollinhas muilo lindas
de vidrilho : tudo se vende por baratissimo pre-
co para acabar. r
Pechincha para a
I quaresma.
nrMnf !f h'68 de t'1**^* o da fil de aeda
8*tM.,0rW' Pe' b"rali>o prego de 5,
8, 105 e 12 : na ra do Queimado n. 44.
Vendem-se noventa apolices da
companlua do Beberibe : na ra Nova
n. 14, primeiro andar.
Vende-se na cidade do Aracaly urna casa
mi",0,5 B"U' b0m- I"'l e cacimba, na prin-
cipal ra de eommarcio, propria para quem qui-
zer eh estabelecer-se, por ter nao s commodos
precisos para residencia, come tambem loja, arma-
r8u":i L ,rat" ".*" cidade co,n Srs.
Gurgel Irmaos. que esiao autorisados para ess
fim, ou nesta praga na ra deCabug, leja n. 11.
Superiores manteletes.
Vendem-se superiores manteletes pretos rica-
mente bordados, pelo baratissimo prego de 35
na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Venda de um eavallo.
Na ra do Jardim n. 19, ha para vander um ca-
demurem'cX' '^ "^ "Ufl 8e"a"
Ruada Senzala Nova n.42
Vende-se em casa da S. P. Joaaston d C.
sellinae silbos nglezes, candeeiros e eastigaes
bromeados, lonas nglaaes, fio devela, chicote
para carros, emontara, arraioa para carro da
um a dous cvalos relogios do ouro patenta
inglez. r
Caes do Ramos armazem
n 24.
Vendem-se taboas de amarelle, louro e piobo
por pretos razoaveis. *
Loja das 6 portas
Eli
Em frente do Livramente
Lavas de tere) a 800 rs, par.
de cores para todos os pregos,
Onos a 5 ; assim
por menos do seu
Chitas escuras francezas. tintas aci
rs. o covado, ditos estreilos com muilo bom pan-
no a lrJO rs. o covado, cassas de corea aagwas a
S00 rs. o covado, pegas de bretanha da calo a 9f
brlmzinho dequadriakosa 160 o covado, mueae-
lina encanada fina a 320 o covado,. algodea da
duas largarse a 64a vara, leneoe da casas pi.
lados a 180 rs. cada um. seda pisto de ramatara
a 800 rs. o covsdo. fil de lioho preto cem sal-
pico a lJ400a vara, luvas da laical muito fioasa
~ S: W i toia esi "toJan hom di
manhaa s 9 da ooite.
.-i;.Vende*,eum ecr,, ** W1 de 30 a 35
annos, pouco mais ou meaos, proprio paVa aiUo
en engenho, a pormuto.se com urna aSat^rt
se laz toda e qualquer traneaecao i visto dos
compradores : quem pretender, dira-sa.o con-
K*,.c,,Mi *i comFr.lUnoal da San-
ta ciara dos Aojos.
Cabriolet.
. Vende-se por muilo barato proco apresa on i
tato um excaUanto aabdetot anmaaaWcwn 4
rodas, em ptimo estado :. a tratar. na tu larca
do Rosario n. 14, loja de ourives, ^^*^



?11H0 31 nUIlHBDQO. QtJ&BIa FEllUr tt*M atkfi$0 WlWl.
C
ARMAZEM
DE
ROUPA FSITA
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RA DO QUEMADO 401
Defronte do becco da Congregacao letreiro verde.
Neste estabeleeimento ha sempre um sorlimento completo de roupa feita de toda as
qualidades, e tambem se manda executar por medida, vontade dos freguezes, para o
que tem um dos melhores professores.
Casacas de paono preto. 40, 35 e 30000
Sobrecasaca de dito, 359 o 30$00
Palitou de dito e decores, 35, 30.
25$000e 209000
Dito de casimira de cores, 22j000,
15, 12 e DjOOO
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo, ligOOO
Ditos de merin-sltim pretos e de
cores, 9JO0O 8000
Ditos de alpaka de cores. 59 e 3j500
Ditos de dita preta, 9, 7. 5 e 38500
Ditos de brim de cores, 5J, 4500,
4S00O e 3J500
Ditos de bramante de linho branco,
6j000, 58000 e 4gOOO
Ditos de merino de cordao preto,
15000 e 8000
Calsas de casimira preta e de cores,
12. 10. 9 e 6J00O
Ditas de princeza e merino de cor-
dao pretos, 5 e 4500
Ditas de Driro branco e de cores,
5$000, 4500 e 2500
Ditas de ganga de cores 3000
Colletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 128, 9$ e 88000
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 6, 58500, 5 e 3500
Ditos de setim preto 58000
Ditos de seda e setim branco, 6 e 500O
Ditos de gurguro de seda pretos e
de cores, 7$000, 6000 e 58000
Ditos de brim e fustao branco,
350O e 38000
Seroulis de brim de linho 2200
Ditas de algodao, 1g600 e 15280
Camisas de peito do fusilo branco
e de cores. 2500 e 2*300
Ditas de peito de linho 6J e 3{00
Ditas de madapolo branco e de
core?, 3, 2^500, 2 e 1800
Camisas do meias ljOOO
Chapeos pretos de massa, francezes,
formasdaultima moda 10S,88500e 78000
Ditos de fellro, 6. 5J, 4 e 28000
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes, 14. 12$, 11$ e 7000
Collarinhos de linho muito finos,
novos feilios. da ultima moda $800
Ditos de algodo 5500
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes. 100. 90, 80 e 70000
Ditos de prata galvaoisados, pa-
tente hosontaes, 40J 30000
Obras de ouro, aderemos e meios
aderecos, pulseiras, rozetas e
anneis o
Toalhas de linho, duzia 1200O e IO5OOO
Algodo monslro.
Vende-se algodo monstro com dnaslarguras,
muito proprio para tealhas e lenges por dispen-
sar toda e qualquer costara, pelo baratissimo
preso de 600 rs. a vara ; na roa do Queimado n.
22, na loja da boa f.
0 BASTOS
Perfumaras
YG1I\C1V
DA
^SuSIII
NATRALLEDE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n.22
:nta&
DE
Calcado barato na ra larga do Rosario n. 32.
O dono deste estabeleeimento tendo em vista acabar
com todo o calcado at o fim de marco, expoe ao publico pelo
preco abaixo:
Para homens, senhor as c meninos.
que ouir'ora tinha loja na roa do "Quei-
mado a. 46, que gyrava sob a firma de
Ges & Bastos participa aos seus nume-
rosos freguezes que dis'solveu a sociedade
que tinha com o mesmo Ges tcndo sido
substituida por um sen mano do mesmo
nome, por isso ficou gyrando a mesma
firma de Ges & Bastos, assim comoapro-
veila a occasio para annunciar abertura
do seo grande armazem na ra Nova jun-
to a Conceigo doa Militares n. 47, que
passa a gyrar sob a firma
DE
Bastos ( Reg
com um grande e numeroso sorlimento de
roupasfeilas e fazendas de apurado gos-
to, por precos muito modificados como
de seu costnme, assim como sejam : ri-
cos sobrecasacos de superior panno fino i
preto o de cor a 25$, 28$ e 30, casacas
do mesmo panno a 30 e a 35, paletots
sobrecasacados do mesmo panno a 18,
20 e a 22$. ditos saceos de panno preto a ,
12 e a 14$, ditos de casemira de cor
muito fina modelo inglez a 9$, 10, 12 !
e 148, ditos de estamenha fazenda de1
apurado gosto a 5 e 6$, ditos de alpaca !
preta e de cor a 4. sobrecasacos de me- ;
ri de cordao a 8, ditos muito Superior '
a 12, ditos saceos a 5, ditos de esguio
pardo fino a 45, 4500 e 5$. ditos de fus- '
tao de cor a 3, 38500 e 4, ditos bran- !
eos a 4500 e 55G0, ditos de brim pardo
fine sacco a 2$800, calcas de brim de cor i
finas a 3. 3500,4e 4$500. ditas de di-
to branco finas a 5$ e 6500, ditas de <
princeza proprias para luto a 4$, ditas de
merino de cordao preto fino a 5 e 6,
ditas de casemira de cor e preta a 8, 9
elO, colletes de casemira de cor e pre-
|, ta a 4$500 e 5, ditos do seda branca para
casamento a 5, ditos de brim branco a
3 e 4, ditos de cor a 3, colletes de me-
rino para luto a 4$ e 4500, ricos rob-
chambres de chita para homem a 10,pa
letots de panno fino para menino a 12$ e
14,caacas do mesmo panno a 15$,calcas
de brim e de casemira para meninos, pa- 5
letotsde alpaca ede brim para osmesroos n
sapatos de tranga para homem e senho- $
ra a 1 e 1500, ceroulas de bramante a 9
18 e 20 a duzia, camisas francezas fl- 8
as de core brancas de novos modelos a M
17$. 188, 20, 24$. 28 e 30 a duzia* 3
ditas de peitos ae linho a 30 a duzia di- K
tas para menino a 1*800 cada una, ricas fl
gravatas brancas para casamento a 1J800 n
e2 cada urna, ricos uniformes de case- SO
mira de cor de muito apurado gosto tanto S
no modello como na qualidade pelo di- fl
minuto prego de 35$, e s com avista se 31
pode recoohecer que barato, ricas capas fl
de casemira para senhora a 188 e 20
e muitas outras fazendas de excellent 8
gosto que se deixam de mencionar quo X
por ser grande quantidade se torna en- K
ladonho, assim como se recebe teda e ?
qualquer encommenda de roupas feitas II
para o que ha um grande numero de fa-
zendas escolladas e urna grande offlcina M
dealfaialeque pela suapromplidaoeper- E
fegao nada deixa a desejar.
8
novas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
propria encommenda um lindo e completo sor t-
menlo de perfnmaras finas, as quaes est ven-
dendo por menos do que em outra qualquer par-
te: sendo o bem conbecid oleo philocomo e ha-
cha (societ hygienique) a 19 o frasco, finos
extractos em bonitos frascos de cores' e dourados
! a 29, 2500, 39, e 49, a afamada banba trans-
prente, e outras igualmente finas e novissimas
como a japonaise em bonitos frascos, cuja tam-
pa de vidro tambem ebeia da mesma, buile
concrete, odonnell, principe imperial, creme,
em bonitos eopinhos com lampa de metal, e
muitas outras diversas qualidades, todas estas a
19 o frasco, bonitos vasos de porcellana doura-
da. proprios para offerta a 29 e 29500, bonitos
bahusinhos com 9 frasquichos de cheiro a 2,
lindas cestinhas com 3 e 4 frasquinbos, e caixi-
i nbas redondas com 4 ditos a 19200 e 19600,
finos pos para denles e agua balsmica para ditos
a 19 e 19500 o frasqultiho ; e assim urna in-
fundado de objeclos que sao patentes em dita lo-
ja d'aguia branca, na ra do Queimado n. 14.
Verdadeira pechincha.
A h$ o corte.
Vendem-se no armazem de fazendas da ra do
Queimado n. 19, cortes de casemira muito fina e
pelo baratissimo prego de 5 : quem precisar,
approveite a accasiao de comprar, cortes de vel-
ludo preto bordados para collete, fazenda supe-
rior, a 6$.
Peonas d'aco.
A loja d'Aguia-Branca recebeu um grande sorli-
mento de pennas d'aco de diAerento qualidades
as quaes est vendendo de 500 a 1;>OU0 rs. gro-
sa. E' o mais batato possivel: na ra do Quei-
mado loja d'Aguia-Branca, n. 16.
Arados americanosemachina-
paialavarroupa:cm casa deS.P. Jo
bnston & C. ra d-Senzala n.42.
Cheguem aloja da Boa f
Chitas francezas muito finas de cores fixas a
280 rs. o covado ; cambraias francezas muito fia
as a 640 rs a vara ; idem lisa muito fina a
485CO e a 6(000 a pee.* com 8 l|2f varas ; di-
muito superior a 8$000 a peca com 10 varas ;
dita fina com salpicos a 4800 a peca com 8 lj2
varas; fil de linho liso mullo fino a 800 rs. a
FUNDIDO LOMOtV,
Roa daSeazalla Nova n.42.
Ueste estabeleeimento contina abaverum
completo sor ti memo de moendas emeias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
te ferro balido e coado, de todos osUmanhos
para dito,
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu depo-
site da ra da Moeda n. 3 A, um grandesor-
mento de tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwin IViaw a tra-
tar no mesmo deposito ou na ra do Trapiche
SYSTEIA MEDICO DE HOLLOWAY.
P1LULASHOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteirs,
mente de hervas medicinaes, nao conten mercu-
rio nem algumaoutrs substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleieaomais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na coropleiso mais robusta ;
entecamente innocente em suas operacoese el-
eitos; pois busca e remove as doenc.as de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre miihares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j eslava mas portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrara saude e forjas, depois dehaver tenta-
do inullimente todos os outros remedios.
As mais afflicias nao devem entregar-se a des-
espersjo ; facam um compleme ensaic dose
eflBcazes effeitos desta assombrosa medicina,
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao sej perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermedades:
Porzeguins de bezerro de Meli a
Ditos de Mantea sola patele
Ditos de dilo sola fina
Ditos dito de dito
Ditos francezes de lustre de 6, 7$ e
Dilos todos de duraque
Ditos de couro de porco a
Sapatos de lustre a 3g at
Ditos de bezerro a 38500 at
Ditos de dito de 2 solas
Ditos de 1 sola com salto
Ditos de 1 sola sem salto
ogooo
98000
8g00O
7g000
8800O
68^00
5g000
5000
58000
48000
3S0O0
Borzeguins de setim branco
Ditos de duraque dito
Ditos pretos
Ditos de cores
Dilos de cores panno de duraque
Ditos dito de dito
Ditos de cores para menina
Dilos de dito todos de duraque
Ditos de dito dito
Sapalos de tranga para meninos de 1{ a
Ditos de lustre para senhora
63OOO
58500
551OO
4c000
48000
38000
38000
38000
28500
18200
18280
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Calcado.
Confronte ao Rosario em Santo Antonio, loja
que foi de confeilaria, vendem-se sapatos fran-
cezes com sallo para senhora a 2#, ditos rasos a
18600, ditos de tranca a 1$280, encontra-se tam-
bem bolinas com sallo para menina de ns. 18 a
*a 8 de marro1u'ia e lustre sem salto de ns.
19 a 25, sapsiinhos com clchete, de marroquim
e lustre ns. 19 25, botinas para homem e se-
nhora.
Caima e espirito,
Veode-se canoa as garrafas a 240 ris, e espi-
rito de vioho barato : na travessa do do pateo do
Taraizo n. 16 casa pintada de amarello.
Vende-se o engenho Serrara situado na
fregamata d Cabo ; a tratar nesta prsca com o
Dr. Augusto Frederico de Oliveira.
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vara ; tarlalana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ;e outras muitas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muilo baratas: na ruado
Queimado n. 22, na loja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos muito Anos proprios para os
tabaquistas por serem de cores escuras e flias a
58000 a duzia: na ra do Queimado n. 22, na
loja da Boa f.
JNa loja da Boa f vende-se
panno preto uno a 4, 58, 6, 89 e lOf rs. o co-
vado, casimira prela fina a 2 j, 38 e 49 rs. o co-
vado ; gros de naples preto a 2, 2$500 e 38 o
covado; alpaka preta fina a 640, bOO, e muito
fina a 18 rs. o covado ; casimiras muilo finas de
cores escuras com 6 palmos de largura a 48 rs. o
covado ; ditas de cOres claras a 6$ rs. o corte de
calca; meias de algodao cr muito superiores a
48800 rs. a duzia; ditas de algodao cru tambem
muilo superiores para meninos a 4f a duzia ; e
assim muitos outros arligos de lei que se ven-
den baratsimos, sendo a dinheiro: na referida
loja da Boa f. na ra do Queimado n. 22.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal de).
Asthma.
Clicas.
Couvulsoes.
OebilidadeoH extena-
gao.
Debilidade ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Desi olera.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto dae specie.
Golla.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammsc.es.
Irregularidades
menstruacjio.
Lombrigas de teda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Abstrucjao de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengo deourina.
Bbeumatismo.
Sy m plomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Cassas de cores.
Anda se vendem cassas de cores xas, padroes
muilo bonitos, pelo baratissimo preco de 240 rs
o covado. e mais barato que chita oa ra do
yueimado n. 22. na bem conhecida loja da Vendem-se camisas brancas muito finas pelo ba-
1 ratissimo preco de 28 rs. a duiia 5 toalhas deli-
Camisas e loalhas.
E' baratissimo!
Ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Cassas de cores fixas miudinhas a 240 rs. o co-
vado, cambraia, organdys lindos desenhos'a 400
rs. o covado. e chitas largas finas de 240, 260 e
280 o covado, e outras muitas fazendas por ba-
ratissimo pre?o : oo-se amostras com penhor.
Para deseoho.
Mu bonitas caixinhas envernizas, com tintas fi-
nas, lapia, pincela, e os mais necessarios para
desenlio. E' .0 que de melhor e mais perfeito se
W, 88, 10g, 128 e 14 : na ra do Queimado o
lo, laja d Agina-Branca.
geeesisglsaKaKsn sis ^eeie^eBi
Ges k Bastos.
Ra doOueimadon. 46.
Tendo os annunciantes conseguido elevar este
estabeleeimento a um engrandecimento digno
desta grande cidade, apresentam concurrencia
deste lustrado publico, o mais moderno, varia-
do e escolbido sorlimento de roupas diversas e
de fazendas escolhidas para todas aa esUces.
Sempre solcitos em bem servir aos seus nume-
rosos freguezes nao s em precos como em bre-
vidade, acaba de augmentar o pessoal de sua of-
floa, sendo ella d'->ra esa diante dirigida pelo
insigne mestre LAL'RIANO JOS' DE BARROS,
o qual os seus numerosos freguezes podem pro-
curar na loja n. 46 ou no primeiro andar do
mesmo estabeleeimento, assim pois em poucos
das se aprompta qualquer enconMMnda, qoer
casaca, quer fardos dos Sra. oflleiaes^e marinha
e exercito. Outro sim reeommendam aos Srs
paea de familia grande sorlimento de roupas pa-
ra menino de todas as idades.
ROIPA FEITA AIIVDA MAIS BARATAS.]
SORTIMENTO COMPLETO
Fazendas e obras feilas.1
RA
LOJA E ARMAZEM
; de
Ges & Basto!
NA
Una do Queimado
n. 46, frente amar ella.
. Constantemente temos um grande e va-
nado sorlimonto de sobrecasacas pretas
3nflP!e df orM"lo fino a 28.
f n2 *.-?* Pi1,ei0U. dos mea>os pannos
208,22g e 248, ditos saceos pretos doa
mesmos pannos a 14. 16 e 188. casa-
cas pretas muito bem feitas ede superior
panuo a 28. 30g e 35. sobrecasacas de
casemira de core multo fios a 15 16S
e 188,1 ditos saceos das mesmaa casimi-
ras a 108. 12 e 148, calcas prelas de
casemira fina para homem a 8, 9 10
o* 1niald,e c"emira de cores a 78.8,
3 e 10, ditas de brim brancoa muit
S%rfe 2' dlaE8neJdit08 de co' a
3. 3500. 4 e 4500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 48 e 48500 col-
letes pretos de casemira a 5 e 6. ditos
de ditos decores a 4g500 e 5, ditos
brancosde seda para casamento a 5
ditos de 6, colletes de brim branco e d
S' 3. 3500 e 4. ditos de corea
2o0 e 3, paletotspretos de merino de
cordao sacco e sobrecasaco a 7|, 8 e 9
colletes pretos para lulo a 48500 e 5a'
cas pretas de merino a 450O e 5, pa-
letots de alpaca preta a 3500 e 4g, ditos
sobrecasaco a 6,7e 88, muito fino col-
letes de gorguro de seda de cores muito
boa fazenda a 3800 e 4g. colletes de veU
ludo de cores e pretos a 7 9 8, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14. 15 e 16. ditos de
casemira sacco para os mesmos a 6S500 e
7, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
3500, ditos sobrecasacos a 58 e 5500
[ *fi?J?dV5a,em,ra Pr*ta8 decores a 6!
8S00 e 7, camisas para menino a 20
a duzia, camiaaa inglesas prega larcas
muito superior a|32 a duzia para acabar.
Assim como temos urna officina de al
faiate onde mandamos executar todaa aa
obras com brevidade.
nho para rosto a 9 a duzia ; ditas felpudas mul-
to superiores a 12 a duzia: na ra do Queima-
do n 22, loja da Boaf.
Paletos.
Vendem-se paletos de panno preto fino, muito
bem feitos a 22 rs.; ditos de brim branco de
linho a 5 rs.; ditos de selineta e*curos a 35500,
muito barato, aproveitem : na ra do Queima-
do n. 22. loja da Boa f.
Para marcar roupa.
A loja d'aguia branca recebeu a apreciavel tin-
ta para marcar roupa, a qual por sua bondadese
torna necessaria a todas as familias, porque com
ella se previne a perda das pe^as, e muito me-
lhor e mais commodo que a marca com linha. As
caixinhas trazem 2 frasquinbos, e deltas se v o
modo fcil e seguro de que se servir a pessoa
para marcar ; costa cada caixinha o diminuto
prego de I5OOO: na ra do Queimado, loja da
aguia branca n. 16.
Bonets de gorguro avel-
ludado.
Vendem-se mui bonitos bonets inglezes de gor-
guro e velludo, mesclados e de mui bonitos pa-
droes a 18500. Esses bonets por suas boas qua-
lidades e muila durago toruam-se mui proprios
para os meninos do escola, e mesmo para pas-
seio ; assim como outros bonets de palba e pan-
no fino, etc.. etc., e mui bonitos a 28500, 3 e
4, o melhor possivel: na ra do Queimado n
16, loja o'aguia branca:
Franjas de seda com vidlhos
e sem elles.
Na loja d'aguia branca se enconlra um bello e
variado sorlimento de franjas de seda de difieren-
les larguras e cores, inclusive a preta, tanto com
vidrilhos como sem elles, e das larguras de um
dedo al meio palmo, aos precos de 500 rs. a
2500 a vara ; vista do comprador todo nego-
cio se far para apurar dinheiro: na ra do Quei-
mado n. 16, loja d'aguia branca.
Enfeites de vidrilho a 2$.
A loja d'aguia branca est vendendo mui boni-
tos enfeites de vidrilho pelo diminuto preco de
2 : em dita loja, ra do Queimado n. 16.
Manteletes pretos supe-
riores.
Ra do Queimado n. 18 A, esquina da ruado
Rosario, vendem-se ricos manteletes de grosde-
naples preto com enfeites de vidlhos e duas
ordena de bico pelo baratissimo preco de 25
cada ubi.
Gomma doAracaty.
Vende-se excellent gomma do Aracaty; na
ra da Cadeia do Recite, primeira andar, n. 28.
Admiracao
a 1,900 cada um.
No armazem de fazendas da ra do Queimado
n. 19,- vende-se lences de linho muito fino pela
pechincha de 1,900 rs.
Bom e barato.
Vende-se mantiga ingleza a 960 a libra, dita
franceza a 720. queijoa a 1600. toucinho a 360,
cha a 2, vinho do Porto engarrafado a 800 e 1
gjrrafa, banha de porco a 480, milho a 160 o
240 a cuia : na travessa do pateo do Paraizo n.
16, casa pintada de amarello.
Vende-se um terreno com alicerces para le-
vantar casa com 140 palmos de fundos, aa ra do
Quiabo, freguea dosAfogados: a tratar na ra
Jmpenal n. 67.
Febreto intermitente,
Vende-se estas ululas no estabeleeimento ge-
ral de Londres n. 224, Strsiid, e na loja de
todos os boticarios droguists eou tras pessoas ede
carregadas de sua venda em toda a America n-
bfli1, Havana e Hspsnba.
Vendem-se as bocelichas a 800 rs. cada
urna dolas, con tem nma nstruccSo err, portu-
guez para explicar o nodo de se usar detias p-
lalas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
dbarmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
SEDULAS
de i fie 5#000.
CoBtinua-se a trocar sedu'8s de urna s figura
por metade do descont que exige a tbesouraria
desta provincia, e as notas das mais pravas do
imperio com o abale de 5 por cerno: no escrip-
torio de Azevedo & alendes, ra da,Cruze
D. 1.
Aos senhores de engenho
grande reducto nos
. presos de moendas.
Braga, Silva <& C, achando-se em liquidaeio.
e para fecharem contas, resolveram fazer uno
grande reduccao nos precos das moendas, e rreies
moendas ae todas as dimensoes existentes no seu
armazem na ra da Moeda (Forte do Malo)
t^?1"// 6a >r'gir-se ao escrip-
lorio n. 44, ra do Trapiche. K
Recife, 11 de margo da 1861.
Registros.
.Na officina da ra do imperador n. 15, defronte
do convento de S. Francisco, existe om grande e
variado sorlimento de registros, ornados com lin-
dissimas tarjas, representando as imasens de
Nosso Senhor e Nossa Senhora. e diveno8. ntS
laM "":.?! qU*eLSe CedeJ,ln a 10 "eiro. a
50 o cento e a 20 rs. cada um. Continua a es-
tar a venda o livro religioso, cootendo varias de-
vocoe, que j foi annunciado. bilhelcs de charu-
tos de botica, cartas de enterro, de A, B, C. ta-
beadas, traslados, letras, conbecimentos tanlo
para navios como para embarque de escravos,
procurares bastantes, apudautas, etc. ""*05'
Vende-se urna carroca nova para cavallo a
um camnho da alfandega com muito pouco uso*
A grande fabrica de ta-
mancos da ra Direita,
esquina da travessa de
S.Pedro n. 16,
lfm.fH'f"enl0 UB! 8r,Dde e "'quissimosor-
S2S d,6 i'mt0* e todas as qualidades, que
o p opT.et.rio da mesma tem resolvido a vender
lano a relalho comoem pequeas e grandes por-
C5es por mullo menos do que em outra qualquer
ti :.os.Sfnhores commerciantesda praca e de
tora arharao sempre promplos de 1.000 a 2 00O
pares pregados para supprir qualquer encom-
-V-oV.'So S8SSim como t8ancos mo-
BELOGIOS.
Vende-se em casa de Saundres Brothers & C.
praca do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
brcame Roskell, por precos commodos
bem trancellns e cadeias
excellent gosto.
para os
e tam-
mesmos de-
fiscrayos fugitos.
da Con-
que ser&
ata
Aletria. talhariro e macarrao a 400 rs. a libra:
vende o firando, na Liogoela n. 5.
Na ra do Vigario n. 19. primeiro andar,
vende-se farelo de Lisboa superior, chegado l-
timamente, a 4S e 5 por sacca.
Vende-se
e permuta-se por casa nesta praga, escravos, ob-
jeclos de importancia, urna das melhores casas
da villa da Escada, com commodos para grande
familia, ou para um hotel: a tratar com o seu
proprielario, o professor publico de fieberibe, que
todo negocio far.
/Heos cortes de seda preta
com babados.
Na ra do Queimado n. 18 A, esquina da ra
do Rosario, vendem-se ricos cortes de vestido de
seda preta com babados, pelo baralissimo prego
de 50g cada um, grosdenaple preto pelo barato
preco de 1500 o covado, dilo fino a 1600, dito
muito superior a 15800, dito largo superior a
2J300, cassa organdys pelo baratissimo preco de
280 rs. o covado, paletots de panno fino preto a
20 cada um, ditos de casemira de cor a 9 cada
um, dilos de dita a 11. ditos de panno fino cor
d<> caf a 25, ditos sobrecasacos muito finos a
28 cada um : a pessoa que vier a este estabele-
eimento achara muito boas fazendas. de que nao
se fazmenso, por precos muito commodos.
Vendem-se tres bois mansos para carro: no
Maoguinho n. 43.
Vinho do Porto, genuino,
Rico de 1820.
Stomacal de 1830.
Precioso de 1847.
As duzias, e em caixinhas, adioheiro, por ba-
ato prego : vende-se na ra do Trapiche n. 40,
escrptorio.
S no largo da Al-
fandega n. 18.
Farinha superior a 3520.
Feijio branco e mulalinho;
Macarrio, lalharim e tetria,
S barato a 5 e 8#000 rs.
Leite puro.
ManJa-se entregar, sendo na freguezia da Boa-
Vista, leite puro a 320 rs. a garrafa : a tratar na
ra do Aragao, casa n. 40.
Franjas.
Na loja d'aguia de ouro,
ruadoCabug n.lB.
Vendem-se franjas prelas com vidrilho ou sem
elle, de lindos padroes, que se vende muilo bara-
to, ditas de cores de todas as larguras e por todos
oa pregosT ditas de linho lano de cores como
brancas, ditas com bolota o sem ella para corti-
nados ou para toalhas, e para panno da Costo,
tudoisto por pregos que admirara, e s se vende
na loja d'aguia de ouro na ra do fabug n, J B,
i7JsUr D d* 0 correDe do sitio de Pau-
aJS TeS> daCePUD<5. u Preta de oacio
"6I' fe DOn,e Jsefha- i"" a qualquer pessoa que a pegar leva-la ao dito si-
no, ou ao aimazem de madeira da ra in-
cordia n. 1 ou ra do Imperador n. 49
generosamente recompensado.
Gratifica-se com 100,000
ris.
Ausentou-se de casa do abaixo asignado, mo-
Hairem^Go'a,DDa.' rua doeio, taberna n. 64,
rffa9lr0S0Lrad0queT0,taPara ribeira, n
da 26 de fevereiro prximo fiodo, a escrava Ie-
f^n'HrSn18* q"aw' lem os siDaea guite ^:
idade de 30 annos, bastante alta, secca do corpo
^,rna/erme11,',<"la' Dariz e bei8 roaaoa. boce
grande e fallas brandas, quando se n abre bas-
tante a bocea, e quando carrega peso entorta um
pouco o pescogo, andar moderado e denaoao ; le-
vou coms.go toda a roupa que possuia. tero bons
vestidos e com babados, panno fino.algum ouro
vesiidos velbos e panno da Cesta, cosiuroa anda
calgada. tem semblante sizudo, e quando Ihe pa-
rece diz que forra ou quo tem dinheiro paro
"" ''i>"*do, ,.<, nuno, u>0 foi visl0 E(tl
^maHDaHCeJln.(iSe,,a0ro veio
com idade de Upara 15 annos, foi comprada por
Joaquim Jos da Costa, morador nesta cidade
que a possuia ha 14 annos, e duaote este tempo -
icesmo Sr. Costa lem morado nos lugares seguin-
tes : Tegicupapo.Prai de Carne do Vacca. Pona
de Podra e ilha de Ilamarac ; outros lugares ha
que ella tem prenles e conbecidos, e at poder
dizerqueaindapertenceaoditoSr. Costa, para
aaaio. se nio tornar suspeila. Roga-se perian-
to as autoridades policiaes, capiles de campo e
mais pessoas do povo que da dita escrava trouxe-
rem noticia, de apprehendereraea levarem a seu
senhor no lugar cima designado, e em ausencia
oeste por estar prximo a relirar-se para o Re-
cite, a podero fazer a seu cunhado oSr. Tr.omaz
Antonio Guimaraes, Anlero Mililo Guimaraes
ou Luiz Jos de Miranda ; no Recife ao Sr. Luiz
Antonio doa Santos Pereira, na ra dos Hsrlyrios
n. d6. Se alguem liver della noticia, mesmo es-
tando em lugar que a nao possam pegar por le-
merem o patronato, basta que seja vista por tres-
pessoas que ero juizo provem este fado, que re-
ceberao a graiificagao cima. Desde ja protesto
com to-io o rifcor da lei haver percas e damnos, o
punir o enrae contra quem quer que tenha tal
frocedimenlo : tambem se vende a (lila escrava
mesmo ausente, pela quantia de 1:200S, dentro
do prazo de 15 das, contados da 'dala deste meu
annuncio. Goianna 10 de margo de 1861.
Jos Gomes Ferreira da Silva.
-- Fugio tro dia segunda-feira 4 do correute, o
moleque de nome Beitho.de eslaura regular.cor-
po grosso, cara larga lisa e reluzenta, sem barba,
com alguns signaes de talhos junta a bocea do
um couce de cavallo, tem falta de alguns cabel-
los de carregar canecos d'agua, ps largos e
grandes, e representa ter de 18 a 20annos: fot
vestido de camisa de mangas curtas de algodo
branco e caiga azul tambem de algodo : quem o
prender leve a casa do lenente-coroncl Francisco
de Miranda Leal Seve, morader na ra do Seve,
ou na Ilha dos Ratos, que ser gratificado.
Attencfto.
Fugiram do engenho Garra, freguezia da Esca-
da, propnedade de Manoel do Carmo Rodrigues
Estoves, os tres escravos seguintes: Alexandre,
carreiro, de idade 35 annos, crioulo, muilo habi-
lidoso no engenho, altura media, corpo secce,
percas finas, com faltas de denles na frente, bar-
bado com pouea suissa, mages fulas, como se
estivesse amarello, testa cantuda, serve-se com a
mo esquerda, tem um taquinho lirado na ore-
lha direila. j esleve por forro 8 annos, conhece
bem a freguezia de Serinhaem, Rio Formoso, Bo-
nito, Agoa Prela e Porto Calvo, este fugio no dia
6 de Janeiro deste anno ; em 16 de fevereiro
tambem deste anno, o escravo crioulo de nome
Jos, bom corpo, rethorico, cor igual, pese roaos
grandes, carreiro e alnocreve, pouca barba, re-
prsenla ter 26 annos de idade ; a 17 do mesmo,
um mulalinho de nome Daroio, com 6 palmos o
meio de altura, idade 12 annos, secco do corpo,
pernas finas, ps e maos muito descarnados
rosto comprido, nariz afilado, cabellos sollos.
desbolado da cor, unhaa das mus coropridase
dos ps imperfeitas. Rogo as autoridades, capi-
les de campo e aos senhores proprielario's se
dignem a roerc de sua captura, que se pagar
com generosidade a q.uem apprehender os ditos-
escravos ou der noticias com provas aonde quer
que eslejam : naquclle engenho ou na ra da
Cadeia do Recife n. 50.
Fugio da cidade do Aracaty, no mez de se-
lmbro prximo passado, um escravo do com-
mandante superior Manoel Jos Penna Pacheco,
que ha pouco o havia comprado ao Sr, Bento
Loorenco Collares, de nome Joaquim, de dad
de cincoenta e tantos annos, fulo, alto, magro,.
denles grandes, e com falla de alguns na frente,
queixo Goo, pos grandes, e com os dedos gran-
des dos ps bem abertos, muito palavriador, in-
culca-se forro, e lem signaos de ter sido surrado.
Consta que este escravo apparecera no dia 6 do
eorrente, viudo do lado daa Cinco Ponas, e sen-
do enterrogado por um pareeeiro seu conhecido,
dsse que liaba sido vendido por seu senbor par
Goianninha : qualquer pessoa que o pegar o po-
dar levar es Pernambuco aos Srs. Basto d I*r
mos, que gralificarSo generosamente!


lJ-
(8)
MAMO 0t 1BAMGO. w. QUIMA IRA la DI MAlCO Ofi lili:
Litteratura.
O bolo de S. Pedro.
Se em S. Paulo nao ha como em Pernira-
buco poderosos orgaos de publicidade que S*B
occupam com os interesses religiosos, ha to-
dava un bispo quom un zelo admiravel
anima, e que sem embargo dos annos e das
raulestias uo se descuida de despertar o zelo
de suas ovelhas. Polgamos de poler acolher
no Regenerador a pastoral que era eslylo to
simples quao cheio de uojo dirigiu elle aos
fiis, mostraudo-lhes o seu dever para com o
viario de Jesus-Chrislo :
D. ANTONIO JOAQUIM DE MELLO,
POR MERCE HE DEIS, E DA SASTA S APOjIOL1C4,
BISPO DE S PAULO, DO CO.ISELUO DE S. O IM-
PERADOR, CONDE ROMANO, PRELADO DuMESTICO
DK SUA SANT1DAA E ASSISTENTE AO THRO.NO
PONTIFICIO, ETC., ETC.
Ao nosso muio amado clero, dignidades e
ovelltas, laude, bencao e paz em Nosso Senhor
Jess Christo.
< Desde mais de u peradores, que retido era It por urna grave en-
ferraidade que quasi nos poz s portas da inorle,
quao Lisies e lameulaveis acontecimeulos pas-
saram-se do antigo continente! Principes des-
thronados e obriados procurar ura asylo e9
trras alheias, ura de entre elles defendendo
anda cora a maior coragera a ultima joia de sua
corda, o pae commura dos Qeis despojado, con-
tra lodos os direitos das gentes, pela mais clamo-
rosa mjuslija, da maior parte de seus estados,
e isto por ura principe que se diz ainda catholi-
co, e lho subdito da egreja, reduzido assim
maior desnudez, e nao podendo mais fazer tace
Ss grandes despezas que the impe o seu daplo
titulo de pontice e de re, os nobres defensores
da egreja suecumbiudo gloriosamente em Pesaro,
Spoleto, Caslclfidardo e Aucona sob os golpes de
un exercilo dez vezes mais numeroso, e derra-
mando seu saugue pela mais justa das causas,
pela conservado do mais antigo dos turnos,
da mais augusta das realezas, da mais legitima
das tordas, a Syria, berjo do mundo e do chris-
limismo, regada do sangue de millures de
chrisios morios do modo o mais norrivel pelos
iaimigos furiosos de oossa santa religio, oileola
mil ao menos deixsdos sem casas, sem alimen-
tos, sem vestidos, e expostos talvez ter logo
urna sorte mais horrorosa que a de seus irmos
ja mrtos. Taes sao, em resumo, muito amados
cooperadores, os acontecimenlos que nos trazem
todos os dias as folhas da Europa, e de que cor-
tamente vos todos eslaes scientes.
Desde muito lempo nos queramos unir a
nossa iraca voz a de lodos os bispos catholicos
que levantaram-se unnimes coulra to indig-
nante alternado, defeudendo por seui admira-
reis escriptos com tanta forja como justija os
iraprescripiiveis c iaalieaaveis direitos do poder
temporal dos papas, mostrando quo necessajio
o exercicio desta poder independencia da
egrej, protestando com a maior onergia contra
a usurpajo criminosa do territorio da egreja
pelas tropas pieraontezas : nos queramos unir
limbi'ra nossas oracoes s que elles prescreve-
ram para o descauso das almas dos valorosos as-
sassinados pelasauta causa, nos queramos cha-
mar vossa attenjo sobre os deploraveis fados
da Syria, e vos fazer lerabrar o grande preceito da
caridade fraternal que dos obriga ir, ao menos
por nossassu plicas,nao podendo por nossas estri-
las, ao soccorro de tiossos irmos angustiados, so-
bretudu quereriamos vos representar a ddr in-
mensa que opprime o corajo magnnimo do I
nosso veneravel PouiiQce para animar-vos pe-'
dir ao cu queira aliviar suas dores, abrevia-las, j
ou ao menos dar-lhe a forja de supportar com
Calma e rosignaco aquellas que talvez lha re-
serve anda ; j o nosso Exm. vigario geral, se-
gundo nosso aviso, mandou que se Gzessem
preces publ teajo, porm isto nao chegava para satisfazer
nosso corceo affliclissimo vista das amarguras
que solTre o de nosso pae muit-i amado ; n'uma
palavra nos queramos poder dizer vos todos
cem o clebre cardeal Wiseman : sim, com-
parlilhamos a indignado ue lodos os Dons e-
d tholicos a respeito da atroz aggressao coramot-
lida por homens sem f contra os domiaios
temporaes na sania s ; sim, compartiramos
< as sympathias de todos os catholicos para com
seu di "fe: soffeendo, coraparlilhamos sua ad-
mirar o pelo herosmo dos corajosos c dedica-
dos soldados do Papa ; mas como podamos
seguir este nosso grande desejo, quando afflic-
jG-s continuadas nos deixaram, bem nosso
pos ir, pouco lempo para oceupar-nos do ministe-
rio pastoral ?
Hnje felizmente que o cu, ouvindo as ins-
tantes supplicas qe vos, muito amados coopera-
dores, e todas as nossas oyelhas nao cessaram de
dirigir-lhe pelo restabeleciracnto de nossa sali-
do, o que nos vos agradecemos do mais intimo
de nosso corajo, lancou sobre nos, apesar de
nossa iudigoidade, vistas de compaixo, que a
Virgem Iramaculada, quem nos nos dedica-
mos, nos alcanjou um allivio sensivel nossas
penas que nos permitte cuidemos um pouco mais
do bem de nosso charo rebanho ; nao seriamos
gravemente culpado, nao seriis vos mesmos os
priraeiros a nos exprobrar nosso silencio, se um
pouco raais vigorado e vendo os estorbos de lo-
do o catholtcismo a defender a causa da egreja
que a nossa propria, ficassenios mudo e indi He -
rent-? O imperio de Santa-Cruz, a diecese de
S. Paulo, poderieis e deverieis dizer-nos com
razio, nao fazem parte elles-dn grande familia
calhoiica ? Porque enlo nao manifestar nossa
adrairajo pela coragera e grandeza d'a'ma com
que o dosso venorando chefe est defendendo a
causa da justija o da ordem e os ltimos restos
da sociedade calhoiica na Europa, nossa ddr pe-
las angustias que padece, nossa indignaco pelos
fillios rebeldes que o fazem padecer ? Por isso,
muito amados cooperadores, consideramos como
nosso dever, sem querer emprehender aqu pro-
var-vos a antiguidade, a legilimilade, a conve-
niencia, a ulilidade, a necessidade da soberana
temporal dos papas, o qua pelo momento, visto
nosso estado de fraqueza, nao poderiamos fazer,
theses, alm disso to admiravel e eloquoole-
mente defendidas por pennas tao h abis em todas i
as ordena de jerarchia calhoiica, e nesta egreja
brasileira em particular por nosso sabio metropo-
litano na sua pastoral de li de agosto do anno
passado, e pelo Exm. bispo nomeado do Para no
seu folheto intitulado : Pi IX, pontifico e rei,
{que nos-tos exhortamos lr e relr; sim,
i oiramos como urna grave obrigajo oossa de gri-
tar peranle vas, cora tola a forja que nos resta
inda, contra os acl03 de um governo que se poz
fra de todas as leis reconhecidas pelas nacoes
i civilisadas, de protestar contra a invaso iojus-
1 tissima e sacrilega dos estados da'egreja, que sao
os de todos os catholicos, pelo exercilo do rci do
Piemonle, que, violando lodos os direitos ioter-
nacionacs. pisando aos ps lodos os Laudos,
usando de hypocrisia e de violencia, nao receiou
asacar um estado que pouco antes tinho promcl-
tido defender, levar audacia al chegar s por-,
tas da cidade eterna, e novo Herodes asseverar
que la sustentar ao papado nicamente para'po-
der mais fcilmente acabar com o papado ; as-
tucia disimulada I 6 maldrde fraudulenta 1 ou-
vi, muito amados cooperadores, as proprias pa-
la rras do Saotissimo Padre, na sua allocujo de
28 de selembro do anno passado, queixando-se
Cira amargura desse acto do barbaria : em face,
diz Po IX, da justa e odiosa invaso dos es-
i tados da saota s pelo soberano do Piemonte
e seu governo, effeduada com quebra de todas
as regras da justija e do direito internacional,
aljamos a voz novamente cora energia, como
muito nos cumpre, no meio desta augusta
assembla e peranle o universo caiholico; re-
detestaveis e sacrilegos allentados deste roi e
deste governo, declaramos nullos e sera effeito
seus actos, protestamos com lodo o rigor, e
nao descontinuaremos de prot-slar pela iotoira
cooservaco do poder civil de que a egreja gosa
e deseus direitos que pertencem lodos os
catholicos.
Com elle tambera protestamos contra este
to funesto e pernicioso principio denominado
da ndo-ineruenroo, proclamado, contina
Pi IX, e exocutalo de cerlo lempo a esta
parte por cortos governos com o assenso dos
outros, ainda para com a injusta aggressao de
um goveroo outro, por tal maneira que as-
segura a irapunidado e licenja contra tolas as
leis divinas e humanas, ao3 assaltos e usur-
pajo dos direitos de outrem, das propriedales
e dos proprios estados, como estaraos lesterau-
nhaudo oeste tempo desgraQado.
Como elle, apenas podemos conter nossas
lagrimas, vendo quanlos esforjados militares,
Drincipalmente flor da mocidade que o fer-
vorda f e alteza de seus espiraos impelliram
ct ir defender o poder temporal da egreja ro-
mana encontraran! a morle nesti injusta e
barbara invaso.
Nao aqui o lugar, muito amados coopera-
dores, de vos advertir, com todo o zelo que te-
raoi pela salvajo de vossas almas e das de nos-
so querido rebanho, de vos por e de o por ora
cautela contra estes homens que, pactisando
com a rovolujo da Italia, aceitara, approvara.
exaltara todos seus principios e seus actos?
Oue, dizeado-se catholicos romanos, nio cessam
de repetir com a maior insolencia: para que o
Papa precisa de um reino neste munio ? Ah !
suspeitae-os, delestae-os qualquer ordem da
sociedade que perlenjam, quer sejam merabros
do clero, ou simples liis ; a sua divisa a do
carbonarismo italiano : Roma que antes de tu-
da precisa ferir, dizf ra elles ; a revoluco na
egreja a queda segura dos Ihronos e dos reis ;
elles querem a liberdade s para si, para seus
actos insensatos, para o mal. e a mais vil o du-
ra escravidao para a egreja', para seu ch*fe,
seus ministros e tu lo quanto refere-se ao bem
da sociedade ; suas doutrinas posias em execu-
co nao pdem ter seoo as mais funestas con-
sequencias, nao pdem trazer no meio de nos
seno a desordem e a anarchia, abrirSo certa-
mente a porta ao fatal communismo, o mais ler-
rivel flagello da sociedade civil.
O aosso coraco de pastor (ka angusliadissi-
mo sobre o futuro do Brasil, vendo as falsas dou-
trinas que se espalhara ; que se ple esperar de
homens qu rejeilam os verdadeiros principios
de ordem, de justija, de autoridade, que applau-
dem com um riso iuferual a raais revolianle iu-
josti-'a? Vo-Io repito, suspeilae-os; a sua lin-
gnagem cliea de mentiras ; sao ltios rebeldes
seu pae ; quem vendo seu pae accoraettido o
roubado por assassinos, louasse seu infame cri-
me, poderia jamis ser contemplado como ilho
subdito'.' Sao os irmos daquelle que o vigaiio de
Jess Christo nao receia oomear um ilho dege-
nerado da egreja ; sao dos de quera talla S. Ju-
das na sua epstola calhoiica que despresam a do-
minajo, dominalionem autem spernunt, blaspho-
mam a magestade, majestatem autem blasphe-
mant, que negam Nosso Senhor Jess Christo,
Dominum Ifostrum Jesum Christum nejantes,
nao querendo que elle reine sobro elles nolumus
hunc regnare super nos. Rejeitae tambera, mui-
to amados cooperadores, estas folhas anti-catho-
licasem cujas columnas apparecem cada dia al-
gura insulto, slguma dillamajo, alguma infame
calumnia contra o veneravel chefe da egreja e os
actos de seu governo paternal ; eslo, por seus
porvorsos artigos, abalando fortemenlo as bases
de nossa sociedade, e Deus queira que nao seja-
mos logo teslemunhas, no meio de nos, das iris-
tes calamidades queheje afigom a iofeliz Italia-
Mas de queserviriam todas nossas as protesta,
jese palavras.se noouvissemos as rogativas de
nosso pae commura que, as suas urgentes ne-
cessidades, volla suas mos para seus~i"ilhos, cu-
jo amor Ihe bem conhecido, e esperando com
urna santa tranquillidade do cu e delles sos um
remedio seus extremos males, Ihes pede o soc-
corro de suas preces e piedosas esmolas ? Eis o
que elle diz no Qm de sua eneyelica : a bem sabe-
reis, venera veis irmos, que todas as nossas es-
peraojas devem ser postas em Deus, nosso am-
paro e consolajo as tribulajoss que tere e sara,
que d a ddr e o Unitivo, que mortillca c vivifica,
que couduz aos infernos e levanta ao cu. Por
isso com toda a conQanja e humildade de cora-
jo nao cessemos de repetir em sua presenja as
nossas mais terrorosas orajoes, implorando antes
de ludo a poderosa iotercesso da Sanlissiuia e
Iramaculada Me de Deus, a Virgem Mara, dos
bemaven'.uiados apostlos Pedro o Paulo, para
que elle mostr o poder do seu brajo, abala a
soberba de seus inimigos, debssrale os que nos
hostilisam, esmsgue todos os inimigos da tanta
egreja e analmente para que mora o* eorajes
dos prevaricadores ao rrepeadimento pela om-
nipotente virtude de sua graja, o assim a santa
madre egreja exalte o mais brevemente possivel
com sua conversiolo appetecida.
_ Que acrescentar estas pitarras lio locantes,
to cheias de cooaaea, c que respiram toda a
caridade daquelle que dizia na cruz ; pae. per-
doae-lhes, porquo nao sabem o que fazem ? Oh I
muito amados cooperadores,oremos muito e pe-
tamos nossas ovelhas qui orem muito ; se o
divino meslre nos recommendou tanto o preceito
da orajo, nio p'inciyalmente para os lempos
de grande calimidad ? Sim, oremos pela paz e
o Iriumpho da egreja, oremos por dosso santo pa-
dre, cuja alma est na angustia, porque todas as
ondas da tribulaco pasaram sobre ella : e esta
diocese uo lera urna obrigajo particular de orar
por ella para assim telemuohar-lhe sua gratido
por todos os favores particulares que dalle tem
rgcebido desde nossa entrada no episcopado? Re-
Wmos sobretudo Virgem Iramaculada ; ella
nao a torre do tronze levantada para servir de
amparo egreja, e contra a qual romper-se-ho
todos os esforjos dos inimigos della, Turris ebr-
nea ? Ella nio a protecjo dos chrisios, au-
xtlium ckristianorum ? Mara nao defendera'
aquello que, lia pouco, leve a gloria, a felicidade,
a consolajo de d'iflnlr como dogma de f seu
mais glorioso privilegio ?
Nao nos esqueceremos o mesraos inimigos
da egrej, conjuraremos o pae das misericordias
esclareja ostes pobres cegos. e reduza i casa pa-
ternal tantos fllhos deseocaminhdos. Sim, ore-
mos, muito amados cooperadores, e teoharaos
conflanja ; se o mal iriumpha peranto o sculo,
nao nos escaalalisemos ; se a egreja tem hoje
suas provas, as nao leveem outro lempo e muito
raais crueisjainda? A egreja na sua parte huma-
na como no que ella tem de divino, diz o bispo
de Marselha, dev"e coraparlilhar o calix de amar-
gura de seu divino chefe ; assim que ella rea-
lisa este texto do apostlo : compro na minha
carne o que resta 6 padecer Jess Christo pe-
lo seu corpo que a egreja. Has aho-
ra da justija ha de chegar para o mal ; o divino
piloto da barca de Pedro accordar-se-ha. manda-
r ao,vento e tempestado, e far-se-ha urna gran-
de tranquilidade, e ento a esposa iramaculada
de Jess Christo apparecer mais bella, mais pu-
ra, e seu iriumpho tornr-se-ha mais maravi-
Ihoso.
A's preces, muito amados cooperadores, nos
ajuntaremos as obras ; sobre ludo pelas obras
que se prova o amor. Acabamos de receber urna
circular do Exm. internuncio enderojada, em no-
rae do sanlissimo padre, lodosos bispos do ca-
tholicismo. Eis o conledo desta circular :
O summo pontfice, diz elle, acha-se de con-
solajo, vendo que os nicos soccorros que a Di-
vina Providencia lhe manda para supprir as ne-
cessidades da santa s que vo crescendo de dia
em da, os deve magnauimidade de seus fllhos, e
quo d'aqui era diante, quaesquer que forera suas
piecises, nunca elle poder delerrainar-ie re-
ceber alguma oblajSo pecuniaria que com alguma
condijo lhe for olerecida por um ou muilos dos
que se chamara os dominadores do mundo, e que
pelo contrario aceitar com satisfajo o bolo re-
raetlido espontneamente pela piudade de seus
Qlhus.
Ouvindo esta honrosa rogativa do chefe da
egrej que nos seus apertos rejeit* com taa no-
breza d'alma os dons das potencias da Ierra para
poder conservar assim toda sua independencia, e
espera tuto da piedade deseus Qlhos. poderiamos
flcar inactivos e t&> exclamarraos : ovelhas ama-
das, o vigario de Jess Christo soffre ; j privado
da raelhor parte de seu pequeo dominio, amea-
jado de perder ludo pela revolujo quo vae sem-
pre adanle, querondo completar sua obra de iui-
quidade. e, como seu divino mestre, nao lhe
deixar urna pedra onde possa repousar sua cabe-
ja, est reduzido assim ultima extremidade 1
voemos, pois, seu soccorro, vamos corapartilhar
com elle os bens que a Divina Providencia, na sua
bondade, nos coocedeu. Elle nasso pae ; ora
nio urna obrigajo para os fllhos, nao direi s
de caridade, mas como de justija de aecudir seu
pae nos seus apuros? Elle o chefe visivel da
egreja cujos inembros somos nos todos ; mas
quando o chefe soffre, todo o corpo deve soffrer,
e, se fosse preciso pan soccorrer este resignar-
se privajdes, ellas de vera m sor does quem
tem mais umt sincera piedade filial. Nao nos dei-
xareinos commover vendo o vigario da Jess
Christo esperar de nos, n'uma gloriosa pobreza,
os meios de obviar as precisos que lhe sao tai-
tas, como soberano pelasiluajo de seus estados,
e os encargos numerosos que pesara sobre elle
no exercicio do real ministerio do apostolado?
Se, muito amados cooperadores, se, para
defender a causa tres reiea santa da independen-
cia da egreja e do papado que seu fundamento
indispensavel, precisasse, como estes nobres mar-
tyres de Loreto, expdr nossa liberdade e mesmo
derramar nosso sangue, nao estaramos proraplos
fazer este grande sacrificio ? Sim, cortamente ;
ora tanto nao se nos pede ; a distancia nao per-
mitiiodo que mandemos nossos representantes no
exercilo escolhido dos defensores da autoridade
temporal do Papa, nos nos consolaremos remet-
iendo ao menos para suslenta-lo um bolo pro-
porcionado nossas circumstaocias, e assim pro-
varemos nosso pae muito amado nosso amor e
nossa delidade. Como, quando estamos veodo
todos os verdadeiros catholicos da Franja, da
Hespanha, da Allemanha, da Inglaterra, da po-
bre e infeliz Irlanda, da America do Norte, e das
ilhas as mais remotas appressarem-se fazer
depositar aos ps do Suramo Pontice sua esmo-
la oemo um peohor de sua sincera dedicajo
cadeira de Pedro ; quando estamos admirando os
mesraos nossos irmos dissideutes offerecendo
tambera suas dadivas ao chefe da christandade por
recoohecerem a justija o a bondade da causa que
elle defende com tanta firmeza, nos, fllhos do
Brasil, nos quem a nalureza prodigalisou seus
dons com tanta liberalidade, nos, que tomos
tambem a felicidade de porlencer esta sociedade
calhoiica que se conta por centenas de milhes,
nos haviamos do ficir fros em presenja de to
bellos exemplos de generosidade, surdos ao pedi-
do do veneravel Po IX? Nao quereriamos tam-
bem juntar nosso contingente ao que de tolos
os cantos da trra lhe mandam seus fllhos ? Co-
mo teremos nos menor ardor para defender urna
causa essencialmento ligada manulenjo da or-
Ss
FOLHETjUI
ORIGINAL DO DIARIO DE PERMMBUCO.
UZZffl liifCii.
LYIII
Si Mario.Estudos sobre as marinhas eslrangei-
ras.As marinhas do norte da Europa.
Antes de deixarmos a marinha russa para pas-
sarmos 6 contemplar as marinhas das potencias
do norte, isto da Suecia e Noruega, da Dina-
marca e tambem da Hollanda, que classificamos
talvez indevidamenle neste rol, vamos accrescon-
tar mais alguna esclarecimeulos, que a devem
tornar mais conhecida.
J vimos que apenas a Inglaterra e a Franja
transformaran) 0 seu material naval, cedendo
necessidade da revoluco que veio fazer o em-
prego da hlice oas machinas de guerra fluctuan-
tes, a Russla tambem acompanhou-as, apresen-
tando um grande armamento effecluado inteira-
xnenle em seus arsenaes do Bltico e mar Negro.
Agora que por seu turno as nius e fragatas
hlice, sao substituidas pelos navios encourajt-
dos, ou chapeados de ajo e ferro, como a War-
rior, e a Gloire, o Imperio Moscovita nao se
descuida e segu tambem os passos de suas ri-
Tses no mar, fazendo encommendas de vasos de
guerra do mesmo systema, para o que appro-
vea a sua propria industria, e a daquellas na-
jo es
Nunca, porlanto, a acharis retrograda ou esta-
cionaria em fado de marinha ; porque a admi-
nislrajo cuidadosamente observa o progresso
que se faz em roda da si, e immediatamenle o
nacionalisa, sppropriando -so delle ialelligente-
xuente.
Ha urna disposijo do conselho do imperio de
25 de agosto6 de selembro de 1853, que tero
coucorrido mallo para conservar ao commer-
cio e ao estado um excellente vireiro de mari-
oheiros.
Na conformidide della todos os fllhos dos raa-
rinheiiros dos navios mercantes, que nio ti-
verem nascido com deformidades, sao obrigadoj
a seguir a proflsso de seus paes durante quioze
anuos.
Aquellos que attlngirem edade de oilo annos,
e que forem proprios para o servijo da mari-
nha, sao remetlidos pelo governador geral de
Cronsladt s escolas publicas da mesraa ci-
dade.
Os que, aos quioze snnos, houverem termina-
do sua educajo, sao enviados custa do thesou-
ro, para a secjo da navegajo mercante.
Todos os outros devem servir ua esquadra com
as condijoi's impostas aos discpulos das casas de
exposlos: de pois de terem estado nella cinco an-
nos, sao considerados marinheiros livres, e de-
vem estar na marinha mercante quinze annos.
As viuvas deslos marinheiros mercantes mor-
ios em servijo teem direito aos soccorros conce-
didos s viuvas dos marinheiros da esquadra, e
as Qlhas nascidas durante o embarque de seus
paes teem o direito de entrar na edade de 12 an-
nos em o instituto das orphas de Alexandrowky,
que forma urna secjo da casa dos meninos en-
geitados.
De.proposito temos-nos demorado diante do
quadro instructivo, que apresentam estas insti-
luijes admirareis I Ao v-lo custa-se crer
que sejam eslabeleciias por um governo absolu-
to, por despotas terriveis, como se chamara os
czares, e quo vigorem entre um povo barbara e
inculto, onde os direitos do horaem, a sua nobre-
za e digoidade; sao inteiramente desconhecidos,
segundo apregoam os adversarios da Russia.
Estas bellas instituijes, onde cada passo se
encootra urna previdencia humanitaria, urna pro-
tecjo incessante e efcaz viuva e ao orpho
desvalido, par de medidas-convenientes ao es-
tado, revellam ao contrario, ao mundo, um go-
verno esclarecido; elevam essa najo muito ci-
ma da posico que ihe teem assignalado; porque
impossivel que ellas florescessem, se nao es-
livessem sombra de urna esquisila nobreza de
senlimentos que somonte se pode asylar as so-
ciedades altamente civisadas, em |que a cultura
do espirito faz brilhsr os dotes do corajo.
Talvez nos digan) ptra em baca r este quadro :
no psiz que Unto admiraos o almirante nao tem
garantas pode ser rebaiado grumete 4 um
simples aceno do autcrata, e ir servir como tal
na raesma frots que bi pouco commandava 1 E'
verdade I O almirante russo, que perder urna
esquadra, se nao se justificar perante o impera-
dor, est sujeito esta pena infamante, trans-
miitida at hoje por cdigos de edades barbaras,
1 que aiada nao foram reformados, mas que estn
dem europea e do equilibrio do mundo inteiro,
que os adversarios desta raesma ordem Um para
sustentar com seu dinheiro as expedices dos pi-
ratas de nossa .poca, o que, nosso espanto,
pralicou-se o um canto de nossa diocese 1 Nao
serta vergonhoso para nos se, um dia a posteri-
dade, lendo as tristes paginas da historia de nos-
sos lempos, as proras por que passnu a esposa
de Jesus-Chrislo, nao nchasse ahi o nome da
egreja brasileira e desti diocese em particular por
urna somraa considerarel ?
Nao, nao ser assim, muito amados coopera-
dores; se a distancia qoe nos separa do centro do
calholicismo grande, provaremos pela genero-
sidade de nossos dons que nossa affeijo para
com Roma maior ainda. Sira,saber-se-ha em
todo o mundo, em Roma sobre tudo qu-, alm
do occeano Atlntico, existe urna diocese que
pode rivalsar com as antigs dioceses ds Europa
pelas nobres inspirajoes de sua fe de sua cari-
dade que d'ella a flor a mais preciosa e a mais
odorfera. Abramos ss mos, demos com abun-
dancia, e aquelle que prometleu recompensar um
copo de agua dado em seu nome, sabor resti-
tuir-nos cera por um, nesta vida e na outra, os
sacrificios que nos teremos feilo para ajudar seu
vigario sobre a ierra,que tambem maior bem-
fetor da humanidade.
Era consecuencia ordenamos que todos os
sacerdotes do bispado ontinuem dar a orajo
pro pace na missa, as laudes e as vesperas at
nova ordem, que todos os Rrras. vigarios e ca-
pelles rezern, cada domingo, depois da missa
conventual ura Padre Nosso e urna Ave Mara,
segundo as inteojcs do sanlissimo padre. Elles
acocselharo mullo seus fregueze* que cada
dia em familia, rezem este Padre Nosso e esta
Ave Mara, e o que seria raelhor, um lerjo para
o mesmo Qm.
Ordeoamosquo em todas as parochias,fregu-
zias e capellas do bispado se fajam collectas em
favor do Soberano Pontfice. Na capital alm dos
Rvms. cooegos Joaquim Manoel Uonjalvcs de
Andrade e Manoel Emyglio Bernardos que nos
riomeamos para fazer esta collecta, o Exm. viga-
ro geral querer escolher mais qualro pessoas,
doussenhores e duas seohoras para ajuda-los.
as outras egrejas, os Rvms. vigarios e ca-
pelles noraearo tambera quatro collectores,
dous senhores e duas seohoras, homens -de f e
de caridade, roulheres piedosas, imitadoras d'es-
tas heronas que em muitas partes despiram-se
espontneamente de suas joias para offerecS-las
acompanhadas de palavras de cousolajo, como
prova de seu amor, ao muito affliclo Pi IX. para
pedirem e receberera os dons qua seus freguezes,
ua sua dedicajo para com a sauta s, quizerem
dar. O dinheiro recebido ser entregue nos, ou
ao nosso Exm. vigario geral ou aos referidos
Rvms. conegos dous mezes depois da recepjo
desta, para que quanto antes seja remettido para
Roma. Poderemos mandar publicar o nome o a
quantia de todas as parochias que-nos mandaren)
seu contingente.
Esta ser lida, e explicada, na missa con-
ventual, por tres domingos seguidos.
Dada em It, aos 13 do Janeiro de 1861, sob
o nosso sigo al e sello de nossas armas.
Antonio, bispo diocesano, conde romano.
ultima parte do paragrapho. .i. 5,*' .'s ol. C""ot} *>
Anal/semos o em.ua diff.rentes partes. lElL^Ai' pe, "1\^T"?" d' U"
Pela primera oarle sao Brasileira* os ingenuo* Derd*tf6 nun com a Providencia divina ; co-
ou liberto.6. n^i.T^^'^i^- uL^itUfih.' ^o'0"0"1" rc,9umind0 M-
nham nassido no Brasil '""'"r i lamente este sabio pensamento nesta nconeossa
Ora, quanto i esta na'rte nio ha mUtnr arando Te"4- e agita e Deus o conduz.
desenio.vimantoTorq" lodos cnhecem pe Z?**0' ^ .'""" 6 li 8U<,0S nl gefa
feitimenie que devem ser Brasileiro* ariuelle^Ha- Ct "P> Q*e amor rdeme nio te-
dividuos que renen? em si no s .Vcnd?Coa "??, .cidaito. villa, pequea aldea.
do principio territorial. coVo do p"ncip?o?e -1 Se0cTalV "SZ'J* ^fi n ^ V^
soal; amara o Brasil j-por ser a nalra de seus "men, 1up> nio seI qe mdeQnivel nao
paes. j por ser a sua patria P l ?09 arr,sla ,n,Per">n>eole amarraos o nosso
_ Palas palavras-iogenuos' ou libertos-quiz O TO" ** ?referncU 1,od"' ,c"". fll ,me-
legislador excluir do direito decldado aos sera- Preferencia ao berco de nossos paes que
vos, e com razio ; porque estes, condemnados
mueravel condijo do servilismo, vergando ao
peso e presso dos caprichos e vontades alheias.
impulso terno nao sentimos n'alma ao reeordar-
mos o theatro de nossos primeiros dias 1 l ondo
timoratos ensaimos os nossos tenriohos passos
mal-seguros 1 Nem se diga que taes ideas sao
nao tem as capacidades necessarias para gozar ^'s"ac*.u,S '.i,ein 8B a,8a que is ideas sao
dos direitos de cidado ; e por um principio ab- i ^ os de MD.t!" poticos que dominara Is
to e incoutestavel nao se concede nem se de-! l^t0. c,or,ao hu1m?n i "> ah esl a grave
ve conceder o exercicio dos direitos individuos I !"- ,de da. ? e abono de minha as-
Com estas palavras nao "'/J'.V q"an *,e'lma> naoJ ,em ceifaJa f DS-
Qm i...,.r..:.______: i quanlos delirios e desesperos nao tem
incapazes de exerce-los.
lenho por lira legitimar nem justificar a escravi- g i quar,tos delirios e desesperos sao tem
do : pelo contrario, sinlo no intimo d'alma que Vt^A 2 ausencia. da Pi"a. "oda mesmo nao
osle flagello lo degradante pairo ainda por so-1 ?,.? h n ause"?,a da "nilia Invito non da-
a humaoidade, por sobro meu paiz natal. I ~I. Bciu.m' du *.,nda Sr P'menta Bueno ;
mas por ventara ser um constraogimento este
amparo generoso, este suprasumraa de herosmo
ue nossa conslituijao ? Nao de certo ; se os paes
bre
nao quero que se prive do titulo de cidados
estes individuos porque sao escravos; quero so-
meote que se lhes negu o exercicio desles di-
reitos em quanto elles forera taes; pois que do-
minados e opprimidos pela escravidao elles, in-
felizes, nao sabem nem podera exercer os direi-
tos de cidado. Ouando. porm, o pavilho de
liberdade tremular sorriodo no territorio brasile-
ro, quando a santa luz da christlanismo, exln-
guindo a escravidao, derramar sobre nos mais es-
ta porjao de seus beneficios, mais este cunho
das leis da justija eda moral; ento, j nao ha-
vendo escravos, seremos lodos cidados, e ticar
desnecessaria esta expresso explicativa de nossa
constituijo.
Segunda parta do paragrapho: ainda que o pae
seja eslrangeiro. E esta a parte deste que of-
ferece muitas conleslajoos; porque nella acha-se
o principio territorial, adoptado pelo Brasil, em
tula com o priucipio pessoal, adoptado pelos paizes
estrangeiros.
0 Sr. Pimenla Bueno, combate enrgicamente
este qualillcando-o de injusto, prejudicial e
ineficaz. Injusto, diz elle, porque a razo e a
justija dictam que os llios devora seguir a con-
dij.io do pae. lujusto, porque a nacionalidade
de cada homem, determinada por sua lei patria,
acompaoha-o em toda a parte, emquanto elle nao
muda denaciooalidade; e que assim a constitu
jao brasileira, considerando Brasileiros aos filhos
desles individuos, vae reger os filhos por urna lei,
licau lo os paes regidos por outra ; ao passo qoe
os iilhos sao novos membros da sociedade nacio-
nal de seus paes. Injusto anda, porque von-
lade presumida do menor a vontade deseus
paes. lujusto, porque o vinculo de sanguo que
transmute os direitos, as nobrezss, e riquezas, o
que assim constituera a verdadeira patria. In-
justo porque os filhos nascem para seus paes, e
nao sao servos da gleba para prenderem-se ao
territorio, ondepor acasovirara a luz. In-
josto, emtiin, porque
O artigo 6. da coDslituico, sob os
pontos de vista do direito publico
universal, e do interesse do Brasil.
O art. 6. da constiluijo, trata de designar
quaes os individuos, que fazem parle da nossa
sociedade poltica, que sao seus subditos. Dou-
inna muito acertada ; pois urna vez que a socie-
dade poltica impSe deveres e concedo direitos,
nada mais natural e justo do que designar quaes
os individuos, sobre quem recahe estes direitos e
deveres, isto quaes os cidados desta sociedade
poltica. Muilos publicistas combaten o princi-
pio de ser a lei fundamenta! do estado quera fixe
as condijdes do cidado, dizeodo elles ser esta
determinajo mais propria da lei civil.
Ora, certamente que i lei civil devo trajar o
quadro de sua exleaso, deve saber quaes os in-
dividuos, que sao merabros de sua corporajo ;
mas. nem por isso perde a lei fundamental o di-
reito da fazer a mesma determinajo e de prefe-
rencia mesmo sobre a lei civil; de preferencia,
digo, porque sendo a qualidade de cidado a
condijosine qua non do exercicio dos direitos
polticos, segue-seque a lei fundamental nao do-
ve guardar silencio respeito de um assuropto
lio importante : de preferencia ainda porque seo-
do a constiluijo a base das outras leis, o pharol
da lei civil, nao devia aquella privar esta de
sua guia nesta queslo de grande momento ; pois,
anda mesmo que hajam duas leis que fixem o
direito de cidado (a lei fundamental e a lei ci-
vil) ; nenhum mal d'ahi resulta, antes bem, urna
vez que a lei civil marche de harmona, eom a lei
fundamental; de preferencia, erafira, devia nos-
sa lei fundamental designar os cidados Brasilei-
ros, urna vez que nos ainda nao tamos um cdigo
civil: e alguna paizes, tendo-o, nem por isso
deixaram de flxar tambem na lei fundamental as
condijea necessarias para mrecer-se o titulo de
cidado ; condijes, pois, que a nossa conslitui-
jo marcou, meu ver, muito acertada e rasoa-
velmenle.
Antes de ver quaes os individuos que a cons-
tiluijo reconhececomocidados.deQniremos es-
ta palivra. A palavracidadopodo tomar-se
em tres, sentidos : stricto, lato e latissimo. No
sentido stricto significahabitante de urna cida-
de. No sentido lato significa subdito de um
paiz, que tem direito volar e ser votado, isto ,
intervir activa e passivamente no exercicio da
soberana nacional; e esta segunda classe
que o Sr. senador Pimenla Bueno, chama cida-
dos activos. No sentido latissimo significa lodo
e qualquer subdito de ura paiz, tenha ou nao le-
ona direito intervir no exercicio da soberana
nacional: e esta ultima classe que se refere
o art. 6., empregaudo assim a palavracidado
como sinonymo de nacional: reservando a dis-
lincjo dos activos e nao activos para os artigos
90, 91 e 92, onde trata das eleijues.
Ksludemos agora o artigo.
1. Sao cidados Brasileiros os que no Bra-
sil tiverem nascido, quer sejam ingenuos ou liber-
tos, ainda que o pae seja eslrangeiro, urna vez
que este n&o resida por servijo da sua najo.
em va de s-lo. Mas recordae-vos tambem de
urna cousa importaole : quando este almirante
lera a fortuna de prestar um servijo relevante
seu paiz, o proprio imperador o primeiro que
lhe presta urna publica homenagem, quem mais
glorifica o seu Iriumpho indo-o receber s portas
da cidade, e fazendo-lhe a continencia militar
que, como monarcha, nao se dedigna de fazer
ura here. Estes exemplos nao sao raros, e foi
ainda ha pouco dado pelo imperador Alexandre
para com o vencedor de Schamyl.
Lele agora com attenjo nossos artigos de
guerra datados de 1799, que logo no seu primei-
ro artigo estatuem a pena de baixa com infamia,
que pouco difiere daquella, e que, conlendo ape-
nas oitenta artigos, em 29 marca a pena de mor-
le, e veris ento se tendea muila razo para vos
regosijardes. E attendei tambem se entre nos a
entidade oflkial de marinha ou do exercilo goza
de mnima considerajo, quanto mais da defe-
rencia e respeito de que a alvo I
Infamia por infamia encontrareis por tanto no
parallelo ; mas nao distinejo por distinejo, e
assim a nossa posijo muito inferior.
Nao somos, entretanto, panegyrista do syste-
ma do governo russo : tememos muito o abso-
lutismo, para reoder-lhe cultos, porem ainda
mais tememos os vicios do systema parlamentar,
suas corrupjoes e desordens, e os governos li-
vres, cerno os das repblicas da America, que
nao podem viver sem a escravidao, que nao res-
peilam nenhum direito dos povos, por mais sa-
grados que sejam.
Os historiadores sao unnimes em.assignalar a
vocajo martima dos povos septentrionaes, que
sempre encararam a navegajo como um objecto
de grande attenjo. Impeltidos pelo desejo do
visilarem outros paizes mais favorecidos pela na*
tureza, em que urna vegetarlo risonha e um cli-
ma doce a temperado oQerecia grandes attractivos
seus olhos acosturaados s regios geladas e
sel vagens quo habitaran), elles bem cedo tireram
urna marinha, e excederam e brilharam na arle
nutica lodos os outros povos. A propria Gra-
Bretanha, e a Franca, agora to altivas e pode-
rosas, curvaran)-se s suas imposijoes, e Acarara
aterradas com as sudazes emprezas dos piratas
Scandinaros, to regularmente rganisadas que
at o rei Erico e outros tomaran parte celias.
Neste rude aprendisado a marinha sueca cres-
. ceu de tal forras, que chegou. i predominar nos
[mares, e gmente conecou. a sua decadencia,
quizerem por forja que seus fllhos sigam o paiz
de seus progenitores, o Brasil consentir ; e an-
tes o Brasil soffra estas repulsas, que por certo-
serao ora pequeo numero, do que passe pelo
egosmo de negar a patria milhares de fllhos
de e*trangeiros, que a desejam ardentemenle, e
que ella tem tanto direito.
Njo to pouco, prejudicial esta disposijo,
visto que as leis entre o pae e o fllho podem ser
harmouisadas. Se o individuo flea com duas
patrias, elle, quando maior, ou, antes disso, seu
pae poder escolher a patria que raelhor convier
a seu fllho : poder este reconhecido pelo direito
internacional do Brasil com as outras najes.
r,tLm es.la dl*PsiSa Pra o Brasil de adoptar os
filhos dos Brasileiros, nascidos em paii eslran-
geiro : pois a razo do Brasil nao adopta-los
outra, como adiante veremos.
Nao tambera inefficaz esta disposijo, por
deixar ao pae o direito de levar seus filhos ou-
tra sua patria ; pois esta urna conseqtrencia
necessana das leis que presiden s sociedades
voluntarias ; e o Brasil nao priso.
QuaBtoao direito publico justa esta disposi-
jo : e quanto ao interesse du Brasil nao o
menos; coro effeito quantos individuos nslas
condijoos nao tem prestado ao Brasil seus va-
liosos semjos?! Quantos beneficios nao deve o-
Brasil muitos dostes individuos, que na im-
prensa, na tribuna parlamentar, no ministerio o
magistratura, na prdica da religio.'oas fadigas
da guerra, tem unido sua sorte sorte do Brasil
e sua gloria gloria deste slo que os vlu oas-
cer?l Alm disso o Brasil, paiz novo, importan-
do mais gente do que exportando, se consagrss-
se soraenra o principio pessoal, perderia muito
j.-, U11. Quique tira ao pae os direitos de na lrca eom os outros paizes, Corabaterei final-
educar seus filhos conforme seus hbitos, e d raente o Sr. Pimenta Bueno com as suas formaes
ao lilho urna naciooalidideforcada, contra oprin- pal""ras proferidas em outro rugar, E' neces-
Cipioinvicto bene/icium non datur. sario. rti lia L,ai.i ...:.i t
Alm de injusta, diz oSr. Pimenla Bueno que
esla disposijo prejudicial ; porque embanca
os direitos e deveres do patrio poder, pondo o
pae e o ilho debaixo de duas legislajoes difiran-
les ; porque gera quesles internacionaes, visto
que estes individuos licam com duas patrias, urna
pelo principio pessoa', outra pelo principio ter-
ritorial, reclamando cada urna seus direitos ;
prejudicial ainda porque esla disposijo nos for-
ja abandonar os fllho de Brasileiros nascidos
ein paizes estrangeiros.
E' Analmente inefficaz, diz elle, porque desde
que o eslraiaseiro quer, leva sou filhos para sua
patria ; o o Brasil lica com a violencia que lhes
fez, e com o pundonor offeodido de ver despre-
zadoo titulo, que lhes havia dado, de eidados
Brasileiros.
E' assim que refuta o Sr. Pimenta Bueno esta
parte de nossa constiluijo : mas eu seguindo,
mesmo de conviejo, s doutrioa da constituirlo
procurarei defen le-la, e por conseguinle refutar
a opinio do Sr. Pimenta Bueno-, o que farei por
partes, fleando sempre firme na grande admira-
jao e respeito. de que credor o grande publi-
cista brasileiro.
Quanto dizer elle que o -injusto eu direi o
contrario apoiado as razdes seguintes :
Os Glhosseguera ordinariamente a condijo de
seus paes ; mas nunca to escravis dos qua dei-
xem de amar os hbitos e caracteresado paiz
onde nascem. O homem nao servo da gleba,
' r. r ,,- "* > 'i, c nuces-
sano, diz elle, urna legislajo especial respei-
to da naturalisajo dos colonos; j como mais
um meio de chama -los ao Brasil, j porquenao
seria poltico engrossar ncleo reforjados de po-
pulajoestrangeira em suas differentes provin-
cias, com hbitos, ideas, e senliroento diversos,
e prejuliciaes unidade nacional.Formaes pa-
lavras do S*. Pimenla Buen, e assz terminan-
tes contra a aecusajao por elle feita este para-
grapho da nossa conslituije -r pois. se os colo-
nos merecem, j pot generosidade, j por interes-
se do Brasil, ser protegidos por nossas leis.com
o que concordo, quanto mais os filhos de estran-
geiros nascidos no Brasil I
Provc-mos ainda ma3 minuciosamente, se
possivel, o imraenso valor que lera de eioedente
o principio territorial sobre o principio pessoal.
Supponhamos cem jovens. filhos de paes estran-
geiros, nascidos no Brasil: supponhamos ainda,
quod Deus avert, que rebenta urna guerra entr
o Brasil e o paiz d'onde sao nalnraes os paes des-
tos cem individuos: supponhamos que os inte-
resses dos dous estados esto cm diametral oppo-
sijao : pois bem dos cem individuos era questo
dous ou tres, quando muito, levados por um or-
gulho infame, sero contra o Brasil : qualro ou
cinco sero, talvez, iraparciaes: e noventa e tan-
tos defenderlo enrgicamente os interesees do
Brasil contra os interesses da patria de seus- paes ;.
e porque? pelo amor do seu paiz natal, pelo
o> amordapatria, esse amor incxlinguivel. esse
diz o Sr. Piraenta Bueno ; pois eu direi que o ho- aaior soberanamente potico e inspirador por
mem de hoja nao o homem do lempo dos Ro- excelle'eia. na phrase do imwtortal publicista hes
manos, que viva cruelmente atado ao circu1" "
i
de ferro do patrio poder to excessivo e por con-
seguinle lo pernicioso.
A disposqo ojusta, diz o Sr. Pimenta Bue-
no ; porque colloca o pae e o fillio debaixo de
leis differentes ; ujusto sera o Brasil, droi eu,
se, veodo urna mocidade que, apezar de filha de
estraogeiros, araava cordoalmente o paiz do seu
nascimento, araava seus caracteres e suas insti-
tuirles, nao procorasse recompensar esta moci-
dade, concedoodo-lhes o honroso titulo do cida-
dos, e habililando-os para seus importantes
cargos :. o quanto diversidade das leis entre o
pae e o filho, nao haver perigo, urna vez que,
de parte parle, o cnsul eslrangeiro e o magis-
trado (brasileiro empreguem seus cuidados era
liarmonisa-las. A vontade presumida dos fllhos
a dos paes, mas d'ahi nao se segu que naja
injustija em defender o Brasil os iuleresses destes
enies nascidos no seu seio, pelo-contrario, este
um auto da mais nebre generosidade, e urna da-
diva que o Brasil faz em recompensa do amor,
que lhe coossgram estes seus novos filhos. Se o
fac da paternidade transmute estes individuos
muilos direitos polticos, muitas nobrezss de sua
me patria ; nem por isso- a constiluijo foi
injusta ; visto como, se o pae quizer, pode lva-
los gozar destes privilegios em sua patria. O
principio territorial um acaso para o nasci-
meuio, diz o Sr. Pimenta Bueno ; quanto mim
nada raais absurdo ; ora a que o acaso em lin-
guagera phlosophica ? Urna chimara por certo:
nao o acaso quem nos dirige 1 nao 1 os actos
quando o czar Pedro-o-Graode, lanjando os fun-
damentos de S. Petersbourg nos pantanos pesii-
lenciaes do Nava, que desembocavam no Bltico,
e devoraram nos primeiros annos de trabalhodu-
seotos mil horneas, creou a mariuha moscovita,
qual aquella cedeu o lugar proeminento que
oceupava ento naquelles mares, nao sem reuni-
dos combates, em um dos quaes o czar comman-
dava a vanguarda de sua esquadra como contra-
almirante, e cujo Iriumpho deu tanta impor-
tancia, que fez urna solemue entrada em sua uo-
va capital, appareceodo em seguida dianle de um
throno em que eslava assentado um grande se-
nhor em seu lugar e que promoveu Pedro I vi-
ce-almir.mie, por causa do servijo importante
quo acabava de prestar sua patria, batendo a
esquadra sueca, e tomando a ilha de Aland,
sentinella avanjada de Stockholm, capital da
Suecia.
Esta najo nao mais hoje a rival da Russia
do lempo de Carlos XII, com quem aquelle sem-
pre lutou ; deste rei admiravel, que simultnea-
mente se distingua como grande poltico, hbil
diplmala, deslro almirante, e deslimido general:
na balalha do Pullawa ecclypou-se o seu poder e
influencia no norte ; nao tambem a Suecia e
Noruega de 1789, quaudo a revolujo franceza
prelu liava, pois que tlnha ainda em sua marinha
vinte e sete nus de liona, doze fragatas, qua-
renta crvelas, e um numero desconhecido de
embarcajfjes menores ; mas com ludo, urna
najo fluorescente, que tem sempre um excesso
da receita sobre a despeza, que eniretem um com-
mercio activo, e possue urna frota de 10 nus de
lioha, 10 fragatas. 20 crvelas, 10 bombardas, 20
escunas, muitas hlice, 25 avisos vapor, 916
navios menores vela, 594 lanchas armadas re-
mos, 21 transportes, e 2 yachls reaes. Estes na-
vios sao tripulados por 13,500 homens, e nos
dous reaos a conscripjo martima tem arrolado
46,000 borneas.
Protegida pela sua bella posijSo, em virtude
das grandes vaniagens que lhe garanlem para a
navegajo o estar situada no mar Bltico, e no
golpho de Bolhnia, e por possuir um grande nu-
mero de ilhas, entre as quaea ha bstanles pon-
gos i vencer, ella constiluiu essa innumeravel
flolilha i vela e remos, que um precioso re-
curso defensivo, nao deixando com todo de pres-
tar attenjo sua esquadra do ocano, que est
Ijerp, armad e disciplinada, e poder, em casos
panhol
Nem se me aecuse de figurar exageradamente
estes senlimentos, nao: o passado o penhor
do futuro; lde a historia do Brasil. lCde Fer-
nand Deniz, eahi veris q,ue os- filhos dos es-
trangeiros sempre araaram o Brasil, sempreo de-
fendern! no Ypiranga, no Piraj, no dous de ju-
Iho, no sete de selembro : em todo lugas, em
todo lempo.
Alada urna reflexo, e depois terminote!. Os
estrangeiros residentes no Brasil, ordinariamente
excelleoles paes de familia, quasi semproesposos
de Dossas patricias, cidados prestantes em todas
as classes de nossa sociedade, pacifico possui-
dores de grandes riquezas que animam nosso
commercio; estes individuos sao credores de
nossa considerajo e das sy.mpatlwas de nossos
legisladores : pois bera negao seu fllhos a pa-
tria,. vos teres completamente desgostado el-
les, vos os tereis ferido no corajo vos lereis fal--
lido n'uma divida de-gratido ; porque elles pre-
paravam, cora todo e-esmero da ducajo, cida-
dos-raorigerados para servir ao vosso paiz, e vos,
nega-ndo a patria, leudes negado os maisim por-
lanas direitos este fllhos, que uasceram entra
ve*, que debalde amara a vossa patria e auerem
ser vossos irmos.
Ultima parle do 1." :una vez que sao re-
sida no Brasil por servijo de- sua najo.
l,Continutir-se-Jia.
de necessidade, multiplicada pelas allianjas, loe-
nar-se ameajadora.
J tivemos occasio de apreciar de por! o que
vale um navio de guerra sueco ou noruego, o
nao a perdemos.
Quando em 1853 aporlou Bahia urna crvela
noruega, ali ostavamos tambem, e nos apressa-
mos exaraoa-la, e a colher iofornujoes dos
officiaes, que coofirmaram a opinio. ventajosa
que formavamos, e que j manifestamos.
A archite-ctura naval tem entre elles feilo os
mesmos progressos que na Inglaterra e Franja, e
a transformajo dos navios de vela, que uessa
poca comejavo, em navios hlice, ou mixto*,
j tambem os preoecupava.
As instituijes sao excelleoles. e sombra dal-
las vivera contentes officiaes e guarnieres ; por-
que seguem urna carreira honrosa ; a fardado
marinha um uniforme sagrado, que nao se ba-
ratea, que nao reveste seoo ura official da ma-
rinha de guerra, e este tem um esperanzoso fu-
turo dianle de si, e pode dedicar-se com ardor e
aonegajo ao servijo ; porque sabe que sua fa-
milia esl oobremeate amparada pelo estado.
Tudo quanto temas dito acerca da marinha
sueca se pode egualmenle applicar a dinamar-
queza : porque a historia de ama e de outra a
idntica. Em lula quasi sempre por um predo-
minio, que aflnal nenhuma tocou, este oslado
de antagonismo constante enfraqueceu ambas,
e fortiQcou a astuta Inglaterra, cujos golpes sao
sempre bem calculados, epor isso raras vezes fa-
Iham.
Essa marinha tere egualmenle saus dias de
gloria, e ainda na poca da revoluco fraoceza
que nos reportamos, possuia nado 38 oos de
50 90 pejas, 20 fragatas, e um grande numero
de navios menores.
A occasio que a Inglaterra espreitara, bem de
pressa apresenlou-se.
Ella nao lioha visto com bons olhos em 1780 a
proclama jao da neutralidade armada de Catoari-
na da Russia, que sustentara varios principios de
direito martimo, relativamente aos direilos dos
neutros, qoe nao vem ao caso especirJcarmos
agora aqui, e que sao mui eonhecidos, opposlos
ao que 4 todo o custo a marinha brilanmca im-
punha aos domis estados, e toleren-os, sem re-
ounciar todWla suas pretenjes ; porque viu
estes adherirem formalmente resolujo da fa-
mosa imperatriz
Quando o imperador p*u.lo, 49gpeiUdo tam-
bera com a Inglaterra, proclamou a segunda neu-
tralidade armada, e se uniu para est fim com a
Suecia. a Dinamarca e a Prussia. Pitt, qua admi-
nistrara ento este grande e poderoso- reino se-
guro de sua forja, aeeitou a luva, e oppnz'esta
declarajo das potencias neutras, urna doclarajo
de guerra, e sem lhes dar tempo.de reunir suas
suas forjas, cahiu inesperadamente- sobre a Dina-
marca, qu eta o estado mais iuc-ffensivo e o
mais exposto.
O bombardea ment de Copenhague, uro doa
actos que mais deslustra i vida de Nson. o
maior homem do mar, qu o mundo tem con-
templado. Neste bombardeamenlo (2 de abril ds
1801) a frota dinamarquesa que eslava abocada
em frente i cidade, e fez urna terrivel resistencia
foi completamente incendiada. Este incendio,
segundo diz Lamartine, mais digno de um Attila
do mar. do que de um soldado, illumioou seu
nome de horror na Europa, e de urna gloria fan-
tica em Londres, onde eolrou de aovo moo iri-
uraphador, e receben do rei o ltalo de hrd.
Entretanto na mesma nnite desta fajanha es-
crevia elle sua amante, lady Almilton, quem
denominara seu aujo da guarda, urna caria, (1)
que comejava por este curioso periodo, que' a
maior lisonja que urna mu her teaha jamis re-
cebido at huie de um homem.
a Minha querida amiga, aquella mesma dtvin-
dade que tem em tantas occasioes protegido Nel-
son, aiada mais urna vez corftou seus esforjos com
um completo Iriumpho.
Depois deste triste acontecimenlo, a maraha
diuaraarsueza difcultosameate tem resurgid de
suas cinzas ; ainda assim possue 4 nus de lioha
9 fragatas, sendo 3 hlice, 6 crvelas, 2 4 hli-
ce, 3 brigues, 2 escunas, 67 canhoneiras, 17 trans-
portes, 7 vapores, e 1 cter, total 116 narios.
montando 932 boceas de fogo.
O pessoal que guarnece esta esquadra um
dos bons da Europa, e as leis que regem a mari-
nha se recommondam pelo seu espirito philan-
tropico e esclarecido.
E.A.
(1) Memoira of the Ufe of rice admiral lord
Viscounl Nelson by Thomax Joseph Pettigreir.
Pian.- TTP. DK M. I. DI FAMA, -1861.
mr-m


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