Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06144


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Full Text

Wswsm

AIIO XXXTII 1D1EBO 55
*^
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IM if 9'J '.MA.M
-
QDIBTA FEIIA 7 DE MAiCO BE 1361
PtrMMifeitafcitttoO
Furto fruct par t sriscriittr.
IRA
ENCARB.BG AD09 DA SUBSCftIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima ;
Natal, o Sr. Aotonio Marques da Silva ; Araca-
tjr, o Sr. A, de Lomos Braga; Cear o Sr. J. Jos
do Oliveira; Maranho, o Sr. Maooel Jos Mar-
tios Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS DU LUrtKfclU2>.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Igutrtsau, Goianna e Parahiba as segundas e
sexlas-feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Ciruar, Altinho e
Garaohuns as tergss-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas feiras.
Cabo, Serlnhem, RioFormoao, Una.Barreiros,
Agua Preta. Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos oseorreios parlem as 10 horas da manba)
EPHEMERIDES DO HEZ DE MARCO.
3 Quario minguante as 4 horaa e 56 minutos da
tarde.
li ua D0Ta ,s J1 horas e 18 Minutos da man.
1 Quarto crescente as 3 horas e 12 horas da
tarde.
[26 La cheia as 11 horas e 55 minutos da man.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro a 1 hora e 42 minutos da manhia.
Segundo a 1 hora e 18 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
4 Segunda. S. Ludo p. m.; S. Casimiro'rei.
5 Terca. S. Theophilo b. ; S. Focas ra.
6 Quarta. S. Olegario b. ; S. Collada v. m.
7 Quinta. S. Thomaz de Aquino b. doutor.
8 Sexta. A Coroade espiono de J. Christo.
9 Sabbado. S. Francisca Romana tima.
10 Domingo. S. Mili to e 39 companheiros.
AOUlKNOiA UUS TRIBUNAL UA CAPltAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relami: tergas, quintas sabbados as 10 horas.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juiso do commercio : quartas ao mete dia:
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira rara do civel: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda rra do ciTel:
hora da Urde;
quartas o sabbados a 1
ENCARREGADOS DA SUBSCR1PCA DO SUL*
Alagoaa, o Sr. Claudino Falco Dias Baha
Sr. Jos Msrtlns Aires; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martina.
EH PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa de
Faria.na sus livraria praga da Independencia na.
6 e 8.
AVISO.
Os Srs. assignantes deste DIARIO,
que recebem-o pelos correios marti-
mos e terrestres, tanto nesta como tas
dentis provincias, que nao o tiverem
as e'pocas competentes, queiram avisar
a' redaccSo, aim de que se providencie
no sentido de extinguir as repetidas fal
tas que se dao causados pelos correios.
PARTE OFFICIAL
ministerio do imperio,
4.a secgo.Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios do imperio, era 29 de Janeiro de 1861.
Forara presentes a S. M. o Imperador, com o of-
iicio de V. S. de 15 do mez fiado, as actas das
sessoes da congregago dessa faculdado dos dias
13 e 14 do dito mez, das quaes consta que de-
pois de marcado o dii para a collago do grao
do doutor ao bacharel Pedro Eliis Martins Perei-
ra, deliberara a mesma congregago adiar aquel-
le acto para o mez de margo prximo futuro, por
ter chegado ao seu coohecimeoto que aquello
bacharel ia publicar um fulheto injurioso alguns
lentes, e constar-Ihe que este fotheto j era co-
ndecido por muitas pessoas, estando portanto
commettida a injuria :
E o mesmo augusto senhor, conforraando-se,
por sua immediata resolugo de 19 do correte
mez, cora o parecer da seceo dos negocios do
imperio d> conselho de estado, exarado era con-
sulta de 2 do dito mez, mande declarar referida
congregago que o adiaraento de que se trata im-
porta realmente a pena de suspensao, tanto que
ura crime allegado como fundamento delta, e
portanto devera ella ter procedido nesta hypo-
these na forma recommendada nosestilutns para
a imposicao das penas, e processar o delinquen-
te, punindo-o, depois de provado o crime. En-
tretanto nao houve processo, nem foi provada a
existencia do crime, constando apenas das actas
mencionadas que o estudanle ia publicir ura fo-
lheto injuriosa alguns lentes, e que este folhe-
to j era condecido por muitas pessoas-, sera
se declarar as passageus injuriosas, era constar
que algiim dos lentes o tivesse lido, nao se pro-
vando, pois, a existencia da injuria, nem a sua
gravidade.
Portanto, nao podando a congregago soccor-
rer-se de nnnhuma disposigo dos estatutos, ou
regulimentos vigentes, que aulorise semelnante
procedimento, ou que Ihe d faculdade discricio-
naria para a punicao das injurias, curapre-lhe
marcar dia para a collag&o do grao de Dr. ao re-
ferido bacharel, o immediatamente proceder a
cele acto, nao devendo subsistir a deciso quelo-
mou a esse respeito. O que comraunico a V. S.
para seu conhecimeuto e para fazer constar
congregago.
Dos guarde a V. ExcJoo de Almeida Pe-
reira Filho. Sr. director da faculdade de direito
de S. Paulo.
accordo cora a resoluto de consulta de 26 de ou-
tubro de 1859, publicada por aviso circular de 4
de Janeiro do anoo passado.
Attendeodo ao que se acha expendido, o go-
verno imperial resolre aubmetter os tres primei-
ros dos referidos actos considerado da assem-
bla geral legislativa.
Dos guarde a V. ExcJoo de Almeida Pe-
reira Filho.Sr. presidente da provincia do Es-
pirito Santo.
3.* seceo.Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, em 4 de fevereiro de 1861.
Illm. e Exra. Sr.Era resposta ao offlcio de V.
Exc. n. 3 de 3 de Janeiro prximo findo, decla-
ro-Ihe que o governo imperial approva, por ser
conforme ao que dispe o art. 7. das instrucqdes
anoexas ao decreto n. 1812 de 23 do agosto de
sentar propostas para a construccao da nova pon-
te do Recife, e que nao Ihes possivel obter de
Inglaterra os esclarecimentos e informaces ne-
cesarias dentro do prazo assignado por essa re-
partic&o para recebiraento de propostas, deter-
mino a Vmc. que prorogue esse prazo al o Io de
maio futuro, visto convir que para urna-obra de
tanta importancia se facilite quanto fr possivel
a concurrencia aos proponentes, afim de que pos-
sa ella aer contratada com maior vantagem, e
com as precisas garantas para a fazeoda pu-
blica.
Dito ao mesrao.Respondendo o offlcio que
Vmc. me dirigi em 25 de fevereiro ultimo sob
n. 40, tenho a dizer que o seu pedido acerca da
creago de termos de conservago as estradas
do norle. Victoria e Monteiro, foi a informar
thesouraria provincial, de onde anda nao voltou,
iab, combinado com o art. 17, a deciso que mas ser opportunamonle tomado em conside-
V. Exc. deu consulta do juiz de paz presidente
da mesa parochial da cidade das Larangeiras,
declarando-lhe que, tendo-se de proceder no-
nieagode urna pessoa que substituisse o mesa-
rio impedido, e toodo o mesrao presidente e um
messrio votado a favor de um cidado, e os ou-
tros dous mesarios a favor de outro, devia-se re-
correr ao sort-io entre os dous cidados propos-
los para aquella substituigo.
a disposigo do citado ari. 7., que manda re-
correr sorte, applicavel elcigao dos substi-
tutos dos mesaras impedidos, tanto no caso de
dar-se o impedimento antes de assignada
acta da ormago da mesa parochial como
depois.
Dos guarde a V. ExcJoao de Almeida Pe-
reira Filho.St. presidente da provincia deSer-
gipe.
3.a secgo.Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios do imperio, em 30 de Janeiro de 1861.
Illm. e Exra. Sr.Fot presente a S. M. o Impe-
rador o oflicio de V. Exc. n. 152 de 20 de outu-
t>ro do anno passado, subrnelteudo considera-
do do governo imperial a seguinte deciso,
dada consulta da cmara municipal dessa ca-
pital :
Que muito acertada fra a deliberago da c-
mara, reduzndo aos 6 %, marcados no art. 81 da
lei do 1 de outubro de 1828 a porceotagera de
10 % que percebia o seu procurador era virtude
da resolugo provincial de 19 de seternbro Mi
1837; porquanlo nao s essa porcentagem era
muito superior ao trabalho do mesrao procurador,
como tambem a citada resolugo nao poda: alte*
nr urna dpposigo da lei geral. *>.''1r
E qjWsm j augusto sonhor, tendo-se confof-
rtraifo/por sua immediata resolugo de 19 do cor-
rente mez, com o parecer da secgo dos negocios
do imperio do cooselho de estado, exarado em
consulta de 2 do mesmo mez, ha por bem man-
dar declarar o segwioie :
Que aquella cmara nao procedeu regularmen-
alterando por um -acto.seu a lei provincial que
marcara o venciraento do referido procurador,
pois que os actos das assemblas provinciaes s
poden ser revogados pelas raesraas asserablas,
reconsiderando ellas o que flzeram, ou pela as-
serabla geral legislativa, alm de que o acto ad-
dicional conslituigo poltica do imporio confe-
rio s assemalas provinciaes a faculdade de le-
gislar sobre a fixago das despezas, Gscalisago
das rendas municipaes e eslabelecimento de or-
denados dos erapregados das cmaras munici-
pios, em cuja classe nao podem deixar do ser
comprehendidos os procuradores. Comquanto as
assemblas provinciaes nao possam em regra al
terar as leisgeraes, no caso de que se trata esto
autorisadas para legislar; lauto raais que a facul-
dade outorgada s mesraas assemblas para legis-
lar sobre os empregos municipaes. e marcar-lhes
ordenados, sem limites, e compreheode todas
as regras que se achavam na citada lei de 1828 a
este respeito. Portinto, urna vez que pela lei
provincial nao ficou reservada s cmaras muni-
cipaes a faculdade de fazer a reduegao de taes or-
denados, evidente que ellas nao podem mais
exerce-la. Se a disposigo da citada resolugo
inconveniente aos interesses da provincia, a c-
mara doreria representar asserabla provincial,
e n&o fazer a reduegao, anda mesmo com a ap-
provago dessa presidencia.
Dos guarde a V. ExcJoao de Almeida Pe-
reira Filho. Sr. presidente da provincia do
Cear.
3.a secgo.Rio de Janeiro.Ministerio do
negocios do imperio, em 30 de Janeiro de 1861.
Illm. e Extn. Sr.Foi ouvida a secgo dos nego-
cios do imperio do conselho de estado sobre as
leis promulgadas pela assembla logisiativa dessa
provincia na sesso ordinaria do anno de 1859 :
e S. M. o Imperador, tendo-se conformado, por
sua immodiata resolugo de 10 de seternbro do
anno passado. cora o parecer da mesma secgo,
exarado era consulta de 25 de agosto desseanno,
ha pur bera mandar declarar o seguiote :
1. O acto n. 354 de 22 de junho, que impde a
pena de palmaloadas aos escravos encontrados
sem licenga deseus senhores depois do toque de
recolher, excede disposigo do art. 72 da lei do
1 de outubro de 1828, que s autorisa as penas
da priso e multa.
2. O art. 3o do acto n. 353 de 8 de julho, que
prohibe os dopositos de madeiras nos portos de
Aldea Velha, Jabuty e Eogenho-Velho, e deter-
ina que, se a remogo de taes madeiras nao fr
feita no tempo que se marcar, aejam ellas ren-
didas em hasta publica em beneficio da cateara
municipal, offende na sua ultima disposigo o di-
reito de propredade, visto que cmara apenas
deve pertencer a importancia da multa, e o res-
tante, se o hourer, ao senhor das ditas madeiras.
A mesma censura merecem os arlt. 14 e 15 do
acto n. 373 de 26 de julho.
3. A oisposiglo do art. 3 do acto n. 36 de
14 de julho, que autorisa essa presidencia para
coniratar a naregago por vapor entre a capital e
o Porto-Velho, o liacib, dere ser entendida de
Governo da provincia.
Expediente do dia 4 de margo de 1861.
OtUcio.Ao Eim. presidente do Para.Res-
pondo ao offlcio que V. Exc. me dirigi em 7 de
fevereiro ultimo, declarando-lhe que foi entregue
ocaixo contendo objectos de historia natural
que V. Exc. fez embarcar no vapor Oyapock com
destino esta provincia, e que se expediram as
convenientes ordens para o pagamento do res-
pectivo frete.Expeiiramse as ordens de quese-
Irata.
Dito ao Exm. presidente das Alagas.Era ad-
ditameoto ao meu offlcio de 22 de fevereiro ulti-
mo tenho a declarar a V. Exc que a prestago
mensa! de 30j>000 consignada pelo alferes Luiz
Jos Ferreira Jnior para ser entregue nessa pro-
provincia Orlos Cyrillo de Castro deve ser re-
duzida a 219332 res, importancia de dous tergos
do respectivo sold com o que est concorde o
mesmo alferes, como melhor se v do oflicto do
coronel commandante das armas constante da
copia junta.Communicou-se a thesouraria de
fazenda.
Dito ao coronel commandante das armas.
Sirva-se V. S. de maodar por em liberdade o re-
cruta Manoel Solero do Espirito Santo, visto ter
sido considerado incapaz do servigo, como cons-
ta do tarmo de inspecgo datado de 3 da agoslo
de 1859.
Mandou-se cgualmente porem liberdade os re-
crutas seguintes:
Joo Ramos da Cruz, por ser caixeiro de casa
commercial.
Raymundo Lopes da Silva e Angelo de Abreu
Lima, por serem erapregados no servigo da com-
panhia pernambucana de navegago cosleira.
Jos Flix da Trndade, Pedro de Alcntara
dos Aojos. Leopoldino Tertuliano da Silva, Sa-
tyro Jos Cardoso e Manoel Ignacio Pereirs, o
primeiro msico e os demias guardas naciones
proraptos j)ara o servigo^- Commuoicou-se a
quera reqyisitara a solurrados recrutas supraci-
tados.
Dito aomesrao.Sirva-se V.S. de mandar ins-
peccionar o paisano Joaquira Pedro de Alcntara,
e assentar-lhe praga no caso de ser considerado
apto para isso.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de mandar
avisar a quatro ofliciaes subalternos para servi-
rera de vegaes no conselho quo tem de julgar os
soldados do corpo de polica, Joaquim Bernardo
Sotero. Manool Victorino dos Santos, Joao Pe-
reira da Silva e Jos Ricardo de Lima, declaran-
do-me V. S. os nnmes dos meemos ofliciaes, aflra
de serem contemplados na portara de nomoago
do cooselho.
Dito ao chefe de polica.Determinando o Exm.
Sr. ministro da guerra em aviso expedido em o
mez de fevereiro ultimo que se continu a re-
crutar nesta provincia na conformilade das or-
dens em vigor, visto estarem concluidas as elei-
coes ; assim o commuoico a V. S. para seuco-
nhecimento.Igual commuoicago se fez ao co-
ronel commandante das armas.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Haja V". S. de mandar apresentar ao Dr. chefe de
polica araanha a urna hora da tarde um cabo e
tres soldados do corpo sob seu commaodo aim
de seguirem para a villa da Escada, onde devem
ser conservados por seis das.Communicou-se
ao chefe de polica.
Dito ao inspoctor da thesouraria de fazenda.
A' vista da sua infortrago datada de 28de feve-
reiro ultimo o autoriso a mandar adiantar ao l-
ente coronel Antonio Aflboso Vianna, que foi
promovido por decreto de 2 de dezerabro ultimo,
a importancia de tres mezos de sold para Ihe
ser descontada pela 5a parte do mesmo sold.
Commuoicou-se ao commandante das armas.
Dito ao mesmo.Mande V. S. adiantar um mez
da sold ao alferes Jos Francisco Alves de Lima,
que vai reunirse ao corpo de guarnigo a que
pertence.Communicou-se ao commandante das
armas.
Dito aoprovedor da sfcnta casa de misericor-
dia. Inte irado do conteudo do o lucio que V. S.
me dirigi, sem data, e em resposta ao da presi-
dencia^ 25 de fevereiro ultimo, tenho a dizer
que oportunamente se providenciar no sontido
gue V. S. d6seja acerca da despeza com a encom-
menda que fez a junta desse eslabelecimento, do
camas de ferro e outros objectos para o hospital
Pedro II, devendo porm a mesma junta mandar
principiar quanto aotes os reparos do hospital da
casa de misericordia de Olinda com os 2:0000000
que deu a thesuuraria provincial por conla da
subveogo que tem de prestar santa casa que
nao ticar no desembolso dessa quantis, como V.
S. receia.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. entregar ao thesoureiro pagador da
reparligo das obraa publicas, conforme requisi-
ta o respectivo director em offlcio de 2 do cor-
rente sob n. 50, a quantia de U:000f. constante
do incluso pedido para conlinuago das obras por
adminiatrago a cargo daquella reparligo no
crreme mez.Communicou-se mesma repar-
ligo.
Dito ao mesmo. vista do orcamento e folha,
que aqu ajunto, mande V. S. entregar ao direc-
tor do collegio dos orphos de Santa Thereta de
Olinda a quantia de 1:220|902, sendo 830932
para pagamento dos vencimeotos dos erapregados
internos daquelle eslabelecimento, relativos ao
mez de fevereiro ultimo o 1:136#970 para occor-
rer s despezas de comodonas dos educandos no
corrente raez. Coramunicou-se m director ge*
ral da instruegio publica.
Dito ao director das obras publicas.Teodo-
me representado David William Bowman e o ha-
rn do Lirrameato, que pretenden elles apr-
ragao.
Dito.Recommendo ao conselho administra-
tivo que compre com urgencia as facas, garfos e
colheres para sopa, comprehendidos no pedido
do hospital militar, que ltimamente mandei sa-
lisfazer. Commuoicou-se ao commandante das
armas.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
Tem,a Repblica Argentina que lamentar no-
vos horrores, novos crimes que Ihe deshonrara o
norae e fazem duvidar do seu futuro os que nelle
tinham mais f.
Nao cootente com ter feito perecer na acgo do
Pocito quatrocenlos cidados, inmolados laoga
secca, expresso que se tem tornado tristemente
celebro, sacrificou Saa coramissario do governo
nacional em S. Juan o Dr. Aberastain, governa-
dor daquella provincia, que na sangrenta heca-
tombe escapara com a vida cahindo priaioneiro.
Este atteotado negro, como os mais lutunaas
qu* registram os annaes da guerra civil desta re-
publica, tem causado profunda impresso de hor-
ror, corroborando o que anteriormente dissemos
pos nossos leitores sobre toroarem os partidos a
levantar-se nesle paiz irados e implacaveis como
nos das do apogeu do seu furor.
A carnificina do Pocilo que, segundo a impren-
sa bonaerense liberal, ia ser desapprovada pelo
governo do Paran, recebeu a raais completa
saneco, borladas assim as esperanzas de lodos
os boraens justos do paiz, e particularmente ss
do governsdor Mitre.
O presidente Derqui, se podemos dar crdito a
declarages fetas pela impreusa com carcter se-
mi-ofucial, tinha-lne escripto urna carta sssegu-
Vmc. recebera bordo do vapor Paran, para te- rando-ihe, vista das primeiras noticias chega-
rem o conveniente destino. 4 volumes e 5 ca- das de S. Juan, que nao ficaria inulto o sangue
xoes, contendo artigos de fardameoto menciona- to brbaramente derramado no Pocito, e que ia
aos na relagao junta, os quaes vierara da provia- elle em pessoa a S. Juan a restabelecer Aberas-
h m ucanao vmc. corto de que acabo tain no governo.
de oflkiar ao inspector do arsenal de marinha Este acto, que importara langar-se o presiden-
am de prestar uraa lancha para a conduego des- te nos bragos do partido liberal, ou, o que vera a
ses oojectos. OOiciou-se ao arsenal para prestar dar na mesma, eraancipar-se da influencia doge-
a Lincha, ao agente sobre a entrega dos volumes neral Urquiza. que, segundo a nossa humilde o-
e caixoes, e respondeu-se ao director do arsenal pinlo, quem governa o governo do Paran al-
oe guerra daquella provincia que aecusra a vin- lucinou momentneamente anda os mais incre-
aa^ee taes objectos. dulos, fazeodo esperar que justiga se faria apenas
: se moslrasse disposto a er-
verdadeiro homem de es-
Dito ao director geral da instrueco publica.
m ...al. .... ;_f-______-.. .* .r
uno ao director geral da instrucgao publica. o presidente Derqui se
tm vista das informaces cooslantes dos seusof- guer se altura de ura
actos do 1 do crreme sob ns. 33 e 35, mande lado.
Vmc admittir no gyranasio provincial, como ex-
ternos gratuitos, os menores Firmino, Manoel e
Francisco, os dous pnraeiros filhos de Francisco
de Barros Reg, e o ultimo de Mara Kosa da
Conceigo, aos quaes se referem os
clusos.
Dito Mr.
Va Uluso Durou o que duram sempre as es-
perances dos que crem que anda a Repblica
Argentina gozar de tranquillidade eraquanto em
Entre-Ros existir um governante cora mais po-
papeis n- der que o chefe supremo da nago, um governan-
,e 1o se arvora em protector constante contra o
Luiz Jacques Bruuet.Sciente do direito e as instituigdes que debalde lutara os de-
que me communica Vmc. em seu offlcio de 20 de mais povos por consolidar,
Janeiro ultimo, tenho a dizer-lhe que recebi o o general Urquiza urna aranhacujo emprego
caixao de objectos de historia natural a que se urdir conspiragoas para dividir o reino melhor-
refere Vmc. no citado offlcio, e ao qual so deu o por toda aparte appireco a sua mo, mettida
destino por Vmc indicado. porm cora tal destreza velhacaria que nunca a
roara.o presidente da provincia, alten- responsabilidade recabe mbre elle
dendo ao que Ihe requereu o bacharel Antonio
remandes Trigo de Lureiro, escripturario da se-
cretaria do governo, resolve prorogar por mais
dous raezes com vencimentos, a contar do dia 25
de fevereiro ultimo, a licenga que Ihe foi conce-
dida por portara de Janeiro prximo findo, para
tratar de sua saude fra da provincia.
Dita.O presidente da provincia, tendo em
vista a informaco do commandante superior da
guarda nacional da comarca de Garanhuns de 13
de Janeiro ultimo, resolve conceder a licenga de
seis mezes que socitou o capito da 4a compa-
uhia do batalho o. 30 de infamara da mesma
guarda naciooal Emiliano Cavalcaote de Albu-
querque para tratar de seus negocios lora da
comarca.
Dita.O preaidente da provincia, attendendo
ao que Ihe requereu Caetano Cynaco da Costa
Moreira, consignatario do hiate nacional Santa
O lempo dir se temo! ou nao razo, e se jus-
tas sao as prevengoes q e nutrimos contra este
homem, que, tendo n'ura diaadquirto maior glo-
ria do que ninguem nest i paiz, nao ha com raet-
Udo seno desacertos e (esmandosdesde9de fe-
vereiro de 1852 at boje
Preparava-se pois o piesidente Derqui, segun-
do os creles, para ir a $. Juan repr Aberastain
no poder, eis seno quando chega a noticia de
ter este sido arcabuzado sob pretexto de tentar
subornar os que o guardavam.
Acto continuo, raudaratn-se os bastidores no
tneairo do Paran, o publico de Buenos-Ayres,
que toma ao serio as fargas que por l se repre-
sentara, em lugar da noticia de marchar o presi-
dente carainho de S. Juan, leu cora grande pas-
mo urna nota dirigida ao commissrio Saa, e na
qual o coronel Francia assim se exprime:
Tivo a honra de receber a estimada nota de
memos annexos instrue o governo nacional dos
muraos successos occorrilos na proviocia de S.
Juan at a batalha dodia 11. ,
O Exra. Sr presidente da repblica,* ao to-
mar conhecimento da referida nota de V. Exc.
ordeuou-me Ihe declare que deplora ter a atti-
tude obstinada que assumiram as pessoas que do
governo dessa provincia se haviara apoderado <
obngado V. Exc. a appellar para o derradeiro^ I
fatal recurso s armas, recurso desgragado p/c
aecessano queseja, por victorioso que saia*.
Cruz, resolve conceder permissio para Jos Vic- V Exc dn Vi n C*. ". """."""*" """ ""
lorino das Neves matricular-se. independei.to de Il"^?!-l_4-do,.?^do' q"l cora os docu-
apreseotago de carta de piloto, como capito
do mesmo hiate na viagem a que est destinado
para o Rio Grande do Sul; devendo o mesmo ca-
pito assignar termo na Capitana do porto, pelo
qual se obrigue a exhibir a predita carta para
outra qualquer viagem.
ra de paquetes a vapor mandem dar urna passa-
gem de estado para a Baha no vapor que passar
para o sul ao inspector da Sade na cidade do
Penedo, Dr. Scrates de Carvalho Moreira Cui-
maraes.
Expediente do secretario do governo.
Oflicio ao coronel commandante das armas.
O Exra. Sr. presidente da provincia manda de-
clarar a V. S. que nesta data proferio no reque-
nmento do 2o cadete Io sargento Tude de An-
drade Gomes, sobre que V. S. ioforraou em offl-
cio de 27 de fevereiro ultimo, o despacho do
theor seguinte.O supplicante nao tem direito a
outro venciraento, alm do sold simples,, du-
rante a licenga. *
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
S- Exc., o Sr. presidente da proviocia, maoda
transmittir a V. S. a inclusa ordem do thesouro
nacioual, sob n. 31.
Dito ao juiz municipal da Escada.O Exm. Sr.
presidente da provincia manda aecusar recebido
o offlcio de 25 de fevereiro ultimo, em que V.
S. Ihe coramunicou ter assumido nessa dala o
exercicio do seu cargo por ter-se Acidado a licen-
ga que Ihe foi concedida por portara de 22 de Ja-
neiro prximo Ando.Fizerara-se as participa-
cues do estylo.Igual ao juiz municipal de San-
to Anlo que coramunicou em offlcio do 3 do
Satisfactorio por sem duvida o triuofpW
das nstituiges legaes e a salvago do priocieioi tactos consummados de que em todas ascircums-
coostitucional ; mas esta satisfaco, embora ji- lanfiias e era mostrado admirador.
Ya Irnelni -, _____>_ ... M, U',,.; __;. jn ..___ ..
xe fruclos para o porvir, desapparece ante a at
que causa o sangue derramado, sangue de Arge-
linos, sanguo de irmos, irraos de que caretfl-
mos para nos ajudarem a conservar a nossa orga-
nisago poltica, e a defeoder a nossa. integridade
nacional.
O governo nacional deseja significar por in-
termedio de V. Exc aos chefes, olflciaes e tro-
pa que compe o exercito s ordens de V. Exc,
gando Riestra motivos de molestia, a Pico a sua
completa desconftrmidade com os votos dirigidos
ao commissorw Saa em assumpto de to graves
consequencias como o de S. Juan.
Como prova de que p governo de Buenos-Ayres
esperava confiadamente que a degolaco do Po-
cilo nao ficaria sem castigo, transcrevemos a pro-
clamagao que a 31 de Janeiro dirigi o governador
Mitre ao povo:
Concidados, o brbaro alicatado de que foi
victima a heroica e desgragada provincia do S.
Juan n.o pode aer indilterente ao novo de Buenos-
Ayres, e impde-me o dever de diriglr-vos a pa-
lavra. apezar de haver-se o governo de antemo
pronunciado sobre a poltica pacifica que a este
respeito cumpria seguir.
Como provincia federada, nao pode Buenos-
Ayres deixar de proteatar com toda a torga do seu
direito contra as violages da uoostituigao enra-
mettidas pela intervengo armada em S. Juan, e
contra o violento derribsmeoto das suas autori-
dades emanadas da soberana do povo; e seu
dever fazer ouvir a sua vox para analhematisar o
assasstnato do governador Aberastain, victima in-
nocente das prerogativas provinciaes
Como povo, o argentino nao pode deixar de
conderanar com toda a energa de sua alma o
sangrento-sacrificio de seus irmos.
Como homem, todos os habitantes da pro-
vincia de Buenos-Ayres devem execrar em alta
voz as atrocidades inauditas perpetradas em S.
Juan pela intervengo armada, cora toda a fero-
cidade de uraa horda de selvagens.
O governo de Buenos-Ayres est seguro de
queesses horrores sero enrgicamente condtm-
nados pelo governo nacional ; nao duvida que
seus autores sero castigados, e conla que todos
os horneas de coraco e de principios da Rep-
blica Argentina se levantaro para araaldigoa-los
e apoiar de urna maneira efflciz a aegao enrgica
que ao chefe da nagu toca por em pratica.
Se as segurangas que nos deram se nao rea-
Iisarem, conta o governo de Buenos-Ayres com a
vossa dedicago e patriotismo para mantormos a
posigao que nos compete dentro dos limites do
nosso direito, conservando entretanto a mages-
lade de um povo livre que repousa e confia nelle.
a Sauda-vos o vosso amigo
Bartolom Mitre.
alas, como natural, perguolaro os nossos lei-
tores que consideragoes influiran: no animo do
presidente Derqui para faz-lo mudar de propo-
sito, desviando-se da sa poltica que pareca in-
clinar-ae a adoptar.
O cadver de Aberastain ? Nao, pois que essa
victima era mais urna razo para accelerar a ida
a S. Juan.
Foi o general Urquiza que se oppoz partida
do presidente Derqui, pondo-o na vergonhosa al-
ternativa de fallar s suas promessas ao governo
de Buenos-Ayres ou cahir do poder; mas, que
dizemos ? Poder I... Irnica tal palavra appli-
cada hoje ao presidente legal da Repblica Ar-
geutina.
Optou pois o presidente Derqui pela sua des-
honra, suspendeu a sua ida a S. Juan, e appro-
vou plenamente o proceder de Saa, que alias tem
obrado de conformidade com as suas instrurges,
coincidiodo estes tactos com urna declsrago da
Reforma Pacifica, orgo do partido federal, que,
depois de ter tratado mal o general Urquiza pelo
pacto de 11 de novembro e suas consequencias,
o proclama agora seu chefe, e. segundo as suas
proprias palavras, chefe da reacro.
Mas, como tambera mu natural, pergunta-
ro os nossos leitores porque procede assim o ge-
neral Urquiza. A cousa clara, e vamos expli-
ca-la em duas palavras. O general Urquiza, que
era inimigo de Virasoro, esteve ao principio, bem
que sem pronunciar-se de lodo, pela revolugo
que derribou este governador. Assim conlinuou
alguns dias, dando esperangas a uns e a outros,
convencido de que Saa nao appellaria para as
armas, como por um momento se disse. Mas,
apenas sabe que S.Juan tinha cnido, e que Saa,
seu iniralgo tambem, havia triumphado, nao va-
illou mais o general, optando pela causa dos
m,i,?4a C0DTenc5 d Santa F.e o general Ur-
quiza que alenta esta desobediencia auloridade
n oton si*
!i?RfI?,? Tai em .Prores'' decadencia ; 6
SaVsPa Ppos,cao Mi"" pacifica do go-
reram ho^!DSS"Ayre8' ,M>to 1ue hon,era c-
con.r". .? '" Um P/onun<*>emo guerrero
contra elle Nao acreditamos, mas se a guerra
lontal^ 8rrebat1o o governo nacional !
tomada do povo. Aqu tudn se pass ao revs ;
"- W ? gOTerno diri?.' W uma
vez o general Urquiza. outras a talo A. B. ou
rni ar,rSando-8e o Pomposo titulo da sobe-
gTrra'cfvl'' "T-- tereS'. 6 9* *
d.fiVnil enunciou ninjsterio do governo
desta provinai. sendo nomeado em seu lugar
o Dr. Pastor Obligado.
Do Pacifico temos algumas
do Chile.
noticias por va
oueCg,rr n*: S2*rodeado d so,d-io3
o gEoverVneonehZeUsp,InhoLbSS,e *****
nOm0 Ch.,ie,acendera_se c"d* ?ei "> as paixes
Sofprno. ,0D,ie da de Uma tw# S
conimE?0. pa"sn,-9B C00" extraordinarias.
"i";n)0;M "u um governo mooarchico. E:
?po,mQ D0'?r"8e a ,n8e'>cia que neales acon-
eciraentos leem tomado v.nos aventuremos
rancezes. como se ver ao ler o nome de minis-
tros do S. M. Orele Antonio I.
i,Jian??580 d.e um .verno monarchlco e consli-
tucional na Araucama.
n,n ^TabaX0 a8sini,d,>. Principe Orelie Anlo-
nlnl HUn,eDS.,.ro"slderando ue a Araucania
mdependente d'entre qualquer estado e esl di-
vioioa em tribus sem ura governo central, e oua
no interesse geral e especial dos seus habitantes
necessano estabelecer um :
o auF'C* em- consciODCa andado e eslabelecido
Art. 1 A Araucancia est e permanece des-
de agora fundada em reino monarchico constitu-
cional, a favor do principe Orelie Antonio da
Touneos. que re deste estado com direito de
mi""5* em perDeluidade P elle e sua fa-
Art. 2o No caso de nao ter o rei descendentes
directos, os seus herdeiros no throno que acaba
de fundar aahirao dos outros ramos de familia
segundo a ordm que ulteriormente se estabele-
cer por uma ordeoago real.
Art. 3a Era quanto so nao constituem o
corpos do estado, lero torca de lei os decreto!
Att. 4 Nosso ministro e secretario de estade
aa justiga Oca cncarregado da execuco do pre-
sente acto.
Dado na Araucania
t860.
Pelo rei.
a 17 de novembro da
Orelie antoxio I.
r O ministro e secretario de estado dos negocio! t
da justiga. T
c F- Dksfoutaine.
begue-se a forma da diviso territorial e admir
nistrativa do reino de Araucania.
principia :
que assiox
Orelie Antonio I, por graga de Deus, rei da
Araucania, a todos os presentes e futuros
saude.
Nos apraz e ordenamos :
J"' r'. 9* adminislraco territorial. Quatro.
artigos dmdmdo a Araucania em deparlamento' i
e cora muas.
Txt. U. Da administraco departamental.
treagao de um prefeito, de um conselho da
preteilura e de outro departamental.
i*'* V' Do contelno dos cantes.
Tit. 1V. Da administraco. das communas.
Hado na Araucania a 17 de
lHo.
Daqui veio o dilemma em quecollocou o pre-
sidente Derqui, desconfiando quo este, mais ma-
chiavelico do que elle. Ihe gaohasse a mo. re-
cobrando sobre o partido iederaflriuraphame a
ascendencia que por verstil e irresoluto ia per-
dendo. V*
Hbil com cuello foi a estratagia, pois j vimos
que ao mesmo tempo que corrainava Derqui,
exclamava o partido federal -.Urquiza o nosso
o valor que ostentaratn chefe ; elle, o libertador, est frentuda reacto.
naneira digna porque cumpriram o seu dever, Frustradas assim as esperngas do goveroado'r
que aprecia devidamente
e a maneira digna porque ..
dever triste, mas necessario.
o V. Eic se servir dar a este mioistorio co-
nhecimento do todos os successos militares que
tiverem decorrido ou occorram depois deste feito
de. armas^assim como das medidas que julgar
convenieute adoptar.
Agora, para cohonestar o seu procedimento
contradictorio, quer o presidente Derqui que se
processe ura tal Clavero, que se diz ler sido o
matador de Aberastain ; e
para este effeito diri-
gi ao coramissario Saa outra nota que para me-
corrente ter reassumido na mesma data as func- Ibor insirucgo dos nossos leitores julgamos oo-
goes do seu cargo. portuno reproduzir aqui textualmente:
despachos do da 4 de MAB50 de 1861. Levei ao conhecimento do Exm. Sr. presi-
qo-k Regusrimentos. [dente da repblica a nota de V. Exc. datada do
rfao.Antonio Pimo Rodrigues. Rcqueira 14 do correle, e documentos annexos ; e aguar-
peos caoaes competentes.
3956.Antonio Ferreira
da Costa Braga.O
supplicante opportunaraente ser altendido.
Antonio Aflonso Vianna.Dirija-se ao Sr. Ins-
pector da thesouraria.
3957.Eraigdio Henfique Maffra. J foi no-
meado outro.
3958.Genoveva Mara da Conceigo. Re-
queira petos canses competentes.
39j9: llercihna Candida do Amaral Lima.
D oassagem smente para a supplicante.
3960.Jos Gomes Bereira.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
3961.Joo JosPereira de FaraInforme
o Sr. inspector dVlhesouraria de fazenda ouvin-
do o da alfaodega.
3962.Jacintho dos Passos Guedes.Requera
pelos canaes competentes.
3963. Jacintho do Reg Falco.O suppli-
cante pode provar a seogo que tiver dentro de
2 raezes de praga e sor della escusa pela presi-
dencia.
3964.Lonriodo Adrio de Araujo.Nao tem
lugar.
3965O mesmo.Requeira pelos canaes com-
petentes.
3966.-Mara Francisca da Annunciago e outras.
Remeltido ao Sr. inspector da thesouraria da
fazenda paru mandar passar titulo na forma pe-
dida.
3967.Miguel Pereira Geraldes___0 supplican-
te deve instruir a sua petico na forma do art. 86
do decreto n. 722 de 25 de outubro de 1850.
3968.Manoel Antonio Alves da Silva.Volte
io Sr. delegado da reparligo especial das ierras
publicas.
EXTERIOR.
Buenos Ayres, 13 de fevereiro.
Horresco referens I
Se esta quinzena nao foi fecuoda em fados, foi-
o de obra em sangue,
da S. Exc as informaces a que se refere a nota
anterior deste ministerio.
| Chamou a altengo de S. Exc nestes sucess-
^os o espnigardeamenlo do prisioneiro D. Aoto-
| nio Aberastain no dia seguinte aoda batalha, per-
petrado pelo leneote-coronel D. Francisco Cla-
| voro. e de que S. Exc. d parte na sua carta psr-
(ticular de 17 do correte.
Pactos semelhanles nunca jamis devem ser
tolerados, o escuso manifestar a gravidade dos
mesmos, pois que a sua qualiflcaco e julga-
nienlo pertencera aos tribunaes que teem de ap-
plicar a le.
Mandar V. Exc. pois, apenas receber esta
nota, prender o dito lenente-coronel Clavero, foi-
mar para ura fiscal militar o summario do faci,
e, apenas estiver em estado a causa, a remetiera
a esta capital com o processado debaixo de priso,
para ser julgado por um cooselho de guerra de
offlciaes geueraes.
Ao mesmo tempo tratar V. Exc. de indagar
se se teem commeltido outros feltos semolhantes,
e em lodos elles proceder do mesmo modo para
com os culpados.
Quaulo aos desejos que V. Exc. manifesla
de regressar a S. Juan e s inatrueges que pede,
ordena-rae S. F.xc. o Sr. presidente Ihe declare
que faga V. Exc retirar pera as suas respecti as
provincias as forgas que nao forem necessarias
para manter a ordem ; que empregue a sua vi-
gilancia e energa como anteriormente se Ihe re-
commendeu para evitar e reprimir todo o gene-
ro de vmgancas ou perseguiges de partido: e
que, logo que se haja orgamsado em S. Juan um
gTer"'j constitucional com carcter de proviso-
rio, pode V. Exc. relirar-se com todas as forgas
do seu comraando.
epoit dos successos que teem tido lugar, o
400 cadveres, nao ha necessidade de cooservar
os priaioneiros a que V. Exc se refere. Deve V.
Exc pois po-los sera demora em liberdade,
A vista destes actos renunciaran] as sas pas-
tas, os ministros da fazenda e de estrangeiros, alle-
Mitre e as segurangas que anlecipadament d^rj
ao povo legtimamente indignado pelas atcocidj1
des i& Saa_, e tendo por outro lado. de sajisfazej-
y*'6*nc'.as da opinio publica, cofn razao exal -
'jp*. dirigi este governo ao do Paran uma ex-
tensa nota em que abundara reflexes da mais sa
moral poltica, mas que em nosso entender nao
preenche as necessidades do momento histoiico
que esU paiz atravessa.
A5prsada esta nota. diz em summa que a cons-
tilui^aovnaciodal foi duas vezes violada era S.
Juan, e que o governo de Buenos-Ayres espera
[aqui sempre esto na espectativa, emquanl'no
interior se degaia) que o poder,exeruttvo da re-
publica empregar todos os recursos que a mes-
ma conslituigo Ihe pz as mos para satisfazer
a vindicta publica justamente indignada.
Isto por ura lado, por outro o tom do Nacional
desta cidade, orgo semi-oCQcial, ii claramente
que nesta emergencia se propde** o governo de
Buenos-Ayres appellar para o congsesso, que de-
ve reuoir-se em abril, esgotando fevimente to-
das as vas legaes.
Este plano, como poltica de um governo emi-
nentemente commercial, que nao est preparado
para a guerra, nem a quer, o mais prudente.
Mas dar em resultado o que, com elle se quer
conseguir ?
Nao, decididamente nao/ pois* no d>ngresso o
partido liberal uma mino'ria insignificante Nao
pode contar com uma simples msioria para de-
clarar que o presidente Derqui violou a coosiitui-
go autorisando Saa a degolar em S. Juan, e mui-
to menos rom dous tergos para o declarar culpado
e entrega-lo justiga ordinaria como assassino
de um povo.
O programis pois do governo de Buenos-Ay-
res implica a saneco legal pelo congresso argen-j
tino dos crimes e atteotadns contra a lei perpe-
trados em S. Juan, o que nao carece de preceden-
tes. Em 1858, quando Derqui derribou Gomes,
governador constitucional de S Juan, para asse-
gurar mais e mais o triurapho da sua candidatu-
ra, succedeu o mesmo. Os liberaes disseram :
appellamoa para o congresso e o congresso
encapotou a causa, e Gomes ficou aono e meto
na cadeia do Paran, al que um acto de cle-
mencia do presidente Derqui Ihe restituisse a U^*
berdade. m
O Dr. Nicanor Moleas, medico e advogado,
hornera sem antecedente algum honroso, foi no-
meado interinamente ministro de estrangeiros, e
um tal D. Vicente del Castillo, hornera tambem
desconhecido, mas honrado e muito do general
Urquiza, tomou a pasta da fazenda.
as providencias do interior tudo mal-estar e
descontenta ment.
Corrientes teima em nao cumprr a disposigo
do governo nacional que manda renovar o con-
gresso em virtud* da reforma feita na constitu-
novembro da
_ Orelie Amonio I
c Pelo re.
O ministro e secrelsrio de estado dos negocio*
do interior.
. n D. Laciuink.
Pelo re. .-_
O ministro e secretado de estado dos negocios
ua justiga. ^ /* -^sa
-ji FTOEsrffrAiRE.
begue-se um^decretorordenando a applicago
das leis francezas^ Artucania, as quaes se ir
depois modificando conforme exigirem as cir-
cumstancias. ,- *
Alisal
liberdade do>
te"t lei. t*
do governa
11 conslituigo.
Art. Io Recoohece e estabelec
povo da Araucania, e igualdad
Art. 2 Estabelece as formas
jSjnarchico.
' Art. 3o Allribuigoes e privilegios do rei, que
sao os de toda a monarchia constitucional.
Art. 4o Dos ministros e suas allribuigoes.
Do conselho do reino e suas altri-
Art. 5o
buigoes.
Art. 6
Art. 7o
Art 8o
Do conselho de estado.
Do corpo legislativo.
Do supremo tribunal de justiga;
Art. 9o Disposigdes ge raes e transitorias.
Este artigo trata das petiges, das sediges
conselhos de guerra e estado de sitio.
O 8 54 diz :
Durante o estado do sitio, as mulheres, as-
enancas, os doentes e todos os mais Individuos
que nao tomarem parte as agitaces, sediges
ou revolugoes sero religiosamente respeitados ;
a propredade publica e privada o ser igual-
mente.
O 56 diz :
O chefe ou chefes directo ou indirectos de-
agitages, sedigoes ou revolugoes, os que nellas
tomarem parto ou trouxerem armas mostra ou
escondidas, ou ministraren! armas ou dmheiro
aos insurgentes, ou se toroarem reos de outros
deudos pblicos cujo objecto fr perturbar a paz,
serlo castigados com priso perpetua.
Era seguida a organisago ecclesiasliea.
O rei, considerando quo oneroso e pouco>
digno para o clero aodar cobrando direitos
decreta que todo elle seja dotado pelo estado,
de modo que os seus membros possam sustentar
dignamente a sus posiglo social.
Cida vez mais paralysado esl este merca-
do, i medida que o porir se onvolre nos nevo-
eiros da poltica do Paran.
As ongas licam a 348 1/2.
( Jornal do Commercio do Rio. /
DIARIO DE PERNAMBUCO-
O vapor Cruzeiro do Sul, entrado hontem dos
portos do norte, foi portador de cartas e jornaes
conr as seguintes datas: Para 25, Maranho 28.
Piauhy 16 do pastado, Cear 3, Rio-Crande da-
No (fe 4 e Parahiba 5 o correle.
Para. A seguinte carta do nosso correspon-
dente d conta de tudo quanto occorrea digno da
raengo :
c Hoje serei mu breve, porque alm de en-
commodado da minha sade, tenho alguma cor-
respondencia particular que de7e seguir para o>
sul nesle vapor.
Desta vez o Cruseiro do Sul, foi demorado,
pois que este paquete sempre aqui chega com 14
das e horas, ab passo qvs qos appareceu ante-
.
i
%
*
I


ttf


M
MAMO DI tERIUlUUQO. QUINTA FEWV. .J MAR03 B 1861.
J os polticos vaticinaran a quedi do mi-
qne para os descon
Cria em ludas as occasides.
iiisieo, porque para os dpacoatn ides, a novidade raais
almejada 1
E ii fin o vapor appareceu e fundeou.affluin'do
logo os Dotes i bordo carregado do ganani
s negocioaestavam 14 pelo sul damesma sorie
que *a erre pocas,- qo*t" aeguMM respe*-
um*1 dos connandanlet Wo no inda*,
m* M iranesnt'i .'.....
< Tur aqet os AHPwtei^pdWic#t%lB('itl'iitiS
vio carregasia pelos desrorraMtniHIWs havi&V,
as cense jueneta do resulta^r/Uas Wt*es o pe-
la cris qitf se tai operando ao contrae rea-, 4
vista das noticias europeas e da falte-de nume-
rario.
Biese-lhe no final da minha ultima carta que
o prtalo liberal, repreaenivdO na imprensa pelo
Jornal do Amazonas, romoera hostilidades con-
tnri-presioencia ; esta:noticia erarte
Pela exposigo que acabo de fazer quer do
Para quer Ue Amazonas, os deputados cerlos que
obliverara autora de votos sao os seguioles :
No Par.
< Exn. Sr. Dr. Ambrosio Leilao da Cunhs.
Hhn. cooselheiro Fausto Augusto de Aguiar,
* Reviendo conegaJinool. ^^
NJ Aneeone.
EM.' Sr. Auge Thomea do Amara!,
-Efra. Sr. Serr Caruetro.
COflthjne 4 tiis me 4 este parte a praga de- Par
lera solTrido alguma slteraeio na sus marche de
negocios e do especulaoao; parque un pinico,
urna retecho de desconflanga se tem apoderado
dos mais ornados especuladores.
E' verdade-que as noticias dos Estados Unidos
porqo-[ieenrinfiardoi)ajtBme: a borracha tere nos -raer*
esta ngxressao tem continuado ha vate das seos icados de Loadres e Ue New-Yorck urna baixa de
em da de descanso, por parte dos escriptoresj prego espantosa; a alio do juro de dinheiro as
desee jornal. j pragas inglesas; o presen lmenlo de urna guerra
europea ; as medidas que alguns appelldam de
anli-flnanceiras e anti-progressistas do governo
. --------*
Tamben foram volados :
Dr. Beojamirn Pinto..........
Dr Ratisbona..................-.rgv, ,
e Joio Brigido............................
Sahirara pois eleitos deputados aqueUeapra-
prios de que tratei as minhas duas ultimas nata
sivas alrn dos do 3." districto (Sobral), de que
j noticie** l*d"aez praiiwta.
Nao amn na proTir*ia4apalcaU alguna.
Sobra meta* alguma vicios-qoe possaes Ira-
"T f
X
ce 0H3EI 0IR&
f
ser a niilHtiai doahgqmaafTeguezia ; a pen,s so mhmvm
e daciviiiaa^ao e sciencia, e emporio em
rapnManaar*s mais inleressantes noticias'
houtnsse siguen, i (ora o redactor
Mr obngsgo para isso, dotado
e longanimidade que quizesse
dds minutos de ailengo para lr a
correspondencia do esquecido Rio Grande do
|Brte
PoTunaiitaniMiJTacao, pe, j fea v quanta
filetee aatraninasenle desapernada, leado a fia
que aodou oeste escndalo muila proleccao e con-
nivencia.
a polica porem nem esmorece, nato uwsrao -
arrefece o seu zelo. A lucia nao pequea-, mu
lenho para mim. que as torcas reunidas da poli-
ca, das varas municipales e das de direilo hio da
orj^ganhar i
Calla
de rJoa, Quixararaobim, e Granja ; e isao
Peto que respeita os negocios roercantis por nao alVectaria 4 nenhnm dosvctoHoe, que nao li-
veram qoeei otacao alguma m
Goni4ateier-conclaia)a>i
c O que lhe posso afianzar que o partido li-
beral tem procurado mostrar que o governo pro-
vincial foi o protector daseleiges "4 favor do
partido conservador, assim como este se esforga
por provar que o sen triumpho foi devido 4 si
mesmo. e maioria que tem na provincia, em
nada nduinao as autoridades, se nao para haver
vololivre.
Por isto v o meu criare redactor, que cada
orgn dos partidos em que est dividid* a pro-
vincia, conla o caso & sen modo ; mas o que lhe
Soseo affiangar que tanto a agzresso 4 presi-
encia como a defeza, te'm t Jo arligos que pelas
invectivas, pelas aecusagees, e pela linguagem,
melhor seriara que nao houvessem visto a luado
da ; porque censuras e elogios de certa ordem
nada augmeniam ou diminuem 4 quem sao diri-
gidos.
Ni meio disto apparece urna quantidade do
versafndJa, [fila (orea, cujo lim lirigir os
maiores insultos aes differentes caracteres que
representara osdous partido?.
O que idmira sa os estros que produzem
Unta miseria e que se consinla na publicarlo de
taes prodUQdeS.
Emfim sao goslos, pois ha gente apta para
tudol
Os jornaes j publicaran) o resultado das
leicoes'para dputados por esta provincia.
O dos uollegios de que ainda nao llies tiohamos
dado noticia o seguinle :
Santarem (52 eleitores).
Dr. Leiao da Cunha....... 52
Dr. Fausto................. 51
Conego Siqueira........... 51
Dr.Tito.................... 1
Dr. Paes.................. 1
Mai-ap (0eleilores.)
Dr. Leilao a Cunha...... 20
Dr. Fausto................ 20
Conego Siqueira........... 20
Monte-Alegre (16 eleitores).
Dr. Leitao da Cunha ...... 16
Dr. Tilo.................... 16
Dr. Paes................... 16
Braganra [ti eleitores).
Dr. Leilao da Cunhs...... 21
Dr.Tito.................... 21
Dr. Paes.................. 21
Em separado.
Dr. Leil.io da Cunha...... 3
Dr. Fauio ................ 3
Conego Siqueira............ 3
Obidos (24 eleitores).
Dr. Leitao da Cunha...... 17
Dr. Paes ................. 17
Dr.Tito.................... 17
Em separado.
Dr. Leilao da Cunha...... 7
Dr. Aguiar................. 6
Padre Meudonca.......... 6
Dr. Paes.................. 1
Dr.Tilo.................... 1
Gurupa (27 eleitoresj.
Dr. Fao>to................. 26
Conego Siqueira.......... 26
Dr. Leilao da Cunha..... 23
Dr. Tilo.................... 12
Em sepirado.
Dr. Leilao da Cunha........ 1
Dr. Fausto................ 1
Conego siqueira........... 1
Coligi dos Breves (14 eleitores.)
Dr. Fusto................ 32
Conego Siqueira........... 32
Dr. Leilao da Cunha....... 31
Dr.Tilo.................... 1
Em separado.
Dr. Leilao da Cunha...... 12
Dr.Tilo.................... 10
Dr. Paes................... 10
Conego Siqueira........... 2
Dr. Fausto ................ 2
Collenio de Cintra (18 eleitores).
Dr. Leitao da Cunha...... 18
Dr.Tilo.................... 18
Dr. Paes................... 17
Conego Siqueira.......... 1
Apuracao geral.
Dr Leitao da Cunha___ 474
Dr. Fausto................ 305
Conego Sequeira........ 301
Dr. Paes.................. 233
Dr. Tito.................. 230
42
Dr Tiil._...............
Dr. Paes.......*.........

Em separado.
Dr. Leilao da Cunhs___
Dr. Fausio................ 30
Conego >equetra.......... 29
20
20
Em lodos*^colleJ|os da provincia do Par4 o
Sr. Dr. Lenaooa CurThjt s deixou do ler unani-
mida'ie uos collegios de Igarap JMeirim, Curuo
e Dreves perdendo 8 votos no 1., 3 uo 2., e 1
ao3.
N.io obstante o exposto, diz-ae por aqu que
a cmara municipal desia capital, na apuracao
final e expedirlo dos diplomas da elcicao, pre-
tenda) dar cincoa*diploinas, quando os deputados
pelo Par4 s sao tres.
A cmara aqui loda liberal, e porlanto pre-
sume-so que fazendo isto, pretende estabelecer
um direilo aos candidatos Drs. Tito e Paes.
alim de ver se na abertura do parlamento se an-
nulla a eleicao de Camela donde sao todas as
quesioes e duvidas dos liberaes para poderem
fazer efferiivas as candidaturas daquelles douto-
res. seus representantes.
Corre vorem, da mesraa sorte, a noticia de
que o presidente suspender4 a cmara municipal
se tal vier a succeder, e ainda hoje roe disseram,
seiu que possa afflrmar, qne a cmara nao qui-
zara dar posse 4 dous vereadores conservadores.
qae tem de substituir dous luzias fallecidos o mez
prximo passado.
Sao estas noticias votes do povo, mas nao
creio rauilo na mu realizac.80, porque em gera
os membros da ii>unicip*lidade desja capital 3o
hutniMis de bom senso e d prestigio, e pr cer-
to nao forara um acto contrario 4 lei, 4 menos
que n)o lenham fundamento serlo para dar maior
numero de diplomas daquelles quo por legalida-
de devam dar.
Enfim estes boatos breve lero fin ; porque
no din 1." de marco prximo futuro se reunir
a cmara para tratar da exppdicgao dos diplo-
mas, e por conseguinte o que fr soar, e eu
aqu eslou psra lhe traosmitlir o que occorrer 4
semelhante respeito.
Tem corrido tambem noticias de que o go-
verno 4 vista do resollado das elei;5es e da op-
posicao aos seus setos abrir principio 4 muitas
demissoes aos liberaes ; 15 das que os proprios
infilenles e o Jornal do Amazonas annuncia
esse catachsma em .uag dleiras; outretanto por
ora nada tem havido, mxime dentro desta ci-
dade.
Duvido mesmo que o presidente que breve
deixar os Urea paraenses quoira carregar com
mais maldicgoes dos liberaes ; porque as opposi-
fies por motivos eleitoraes sao certas, logo r)ue
se acaba semelhante lucia ; pots que os candida-
tos sao mullos e os fellzes poucos,*e em geral
nao passa quer de um lado qoer de outro, de
certas influencias e predestinados! ^
Pela provincia do Amazonas tambem j sao
sabidas alguma noticias eleitoraes, sendo c^rto
qu-; o presidente do Para a candidato mais vo-
tado.
A segunda candidatura foi mui pleiteada
entre o conselheiro Joaquim Jos Ignacio Serra
Carneiro, Dr. Moreira (medico militar) e o Dr.
Csnavarro ; mas a oerteza que Serra' Carneiro
tem probabilidad da eleicao-; por aer muito pro-
tegido por inflenciaa do sul, e porqne diszen que
pvesidencia fez qu-sio deste condidato, ad qaal
i amigos do coiiaelhelrb 4or|tui Jos* Jgnacio
appelidam de = \mpbti$to ojfici brasileiro; urna falta de gneros de exportacio
no mercado por que os individuos que os pos-
suem no aeriao, nao arriscara vendas por baixos
precos para pagamentos das suas dividas na pra-
ca; emfim oulras cousas peculiares e proprias
da provincia tcem dado era resultado algumaS
quebras, e chamamento de credores com pedido
do moratorias.
Nestes quinzes dias a concurrencia comraer-
ciai tem escaceado bastante e os horoens de di-
nheiro e do juro forcado, tem-se reconcentrado
com temor de arriscar os seus capilaes,
< Assim est o coramemo nesta prega; en-
tretanto nestes ltimos diaa tem havido entradas
das embarcaces, tanto da Europa como dos
tMadus-Unidos da America do Norte.
Neste mez chegaram tres carregamenlos de
farinha de trigo, que foram vendidos por altos
precos, regulando a barrica por 40>000, termo
medio, em ennsequencia da falta que havia des-
te genero.
< e Lisboa chegaram ltimamente a barca
Nereide e Montero o brigue Ligeiro com 21 dias
de viagem, adiantando tres das 4s noticias que
livemos da Europa, vindas dessa provincia pelo
Cruzeiro do Sul.
i As funeges carnavalescas liveram o seu
Curso regular, e apezar de haver muitos masca-
ras pelas ras, poucos foram os-quese dtstio-
guiram.
Ilouve porm um baile particular 4 costume
na sociedade Terpscicore; mas nao muito con-
corrldo dos mascarados; dous mais se deram no
theatru publii-o a II e 13 do correle, ito no
Io e 3* dias do entrudo, aonde appareceu affiu-
encia de mascaras, na totalidade horneo?, pois que
os camarotes quasi nenhumas familias* unharo.
A sociedade Cassino Paraense. que a pri-
meira desla cidode, por ter as principaes fami-
lias e influencias deu o seu baile de instalagSo no
segundo dia de eutrudo, fot na verdaJe moilo
expleniido e bem servido.
Esta sociedade sempre prima pela bella casa
que possue o pelo aceio e regularidade dos seus
diverlimenlos.
Depois disto temos tido neslas duas semanas
de quaresma, os sermoes aos domingos e as pro-
cisses de ciuza e de Passos; a primeira foi pou-
co concorrida e a segunda leve regular acompa-
nhamento, enlre o qual appareceram as prioci-
paes autoridades da \ rovincia.
S4- estas as noticias que por hoje lhe posso
transmittir, desculpando a falta de mais variado
assumplj ; porque, (lodo a presente 4 pressa e
bstanle inrommodado.
P. S. Acabo do ler no Jornal do Amazona
urna censura 4 uiinha correspondencia de 24 do
mez flndo.
Esa censura do Amazonas* impensada por-
que o proprieiario o redactor era chefe deste
jornal, o tambera um dos candidatos que foi ven-
cido na lucia eleitoral.
O fado real que o presidente Araaral an-
tes di eleigo ao menos, sempre aparentou urna
dedicagao e os maiores elogios ao Dr. Tito.
:< Se os compromissos entre o presidente da
provincia e as influencias liberaes nao se reali-
saram no final do negocio, sao cuntas entre esse
partido e o presidente.
A opiniAo do correspondente do Diario de
PernambuCb a imparcialidede ; nada lem com
os liberaes ou conservadores e menos se. impor-
ta com quero go>erna ; porlanto o que digo em
relagao a eleigao d'aquelle candidato ou 4 posi-
gao do presidente na qiifsio eleitoral nao con-
sumada perfidia com a capa da irresoluco ;
porque felizmente oque escreve estas lionas nao
candidato 4 deputago ou lugares pblicos,
nem vive de negocios polticos e assim nao pre-
cisa de cortejar ora Dos-ora ao diabo, con-
forme o lado donde soprar o vento.
< Exponho os factos para essa como entendo ;
posso errar no modo de os encarar, porquo is-
lo condico humana.
Se o presidente da provincia nao protegeo
aquello candidato na eleigao, antes lhe foi ad-
verso, como eulende o Jornal do Amazonas sir-
vam estas linhas de urna explicagao, e bom
que se reflicta que quem encara as cousas pu-
blicas sob vistas polticas nao deve nem po le fa-
zer censuras, 4 quem nao as merece.
Maranho. Fallecer na capital o tenenle-
coronel CaelanoTeixeira Pinto de Magalhes, fi-
Iho do Exm. baro de Toryass.
O resultado de lodos os collegios conhecidos,
apurados os votos da primeira turma dos eleito-
res da Tuioya :
Dr. Furtado..... 320 e 4
Dr. G. de Souza ... 263 e 3
Dr. Viriato...... 251 e 3
Dr. Brrelo..... 162 e 4
Dr. C. Mendav .... 117 e
Dr. Paraguassji. ... 59
Apurada a segunda turma :
Dr. Furtado...... 316
Dr. Gomtjs de Souza. 273
Dr. Virialo Bandeira 262
Dr./Barrreto"'..... 147
Dr. Candido Mendos H3
j; Paraguass .... 59
Piaupy. No dia 24 do Janeiro, anniversario
la indettendeocio desta provincia, na sala da^s-
semnla provincial, sob a presidencia do \f
Simplicio de Souza alendes, foi inslallada a. S\
ciedade Therezinense Amante da Inslrucgo Pu-
blica, sendo declamado presdeme honorario del-
ta o Exm. Sr. presidente da provincia.
Correram plari lamente as eleigoes pringaras,
vencendo apenas os liberaes em Ires fregudzias
Oeiras, Picos o Parnahyba.
Errrconsequencia da grande enchente do rio
Guaribas, 4 cuja margem se acha situada a villa
dos Picos, foi ella inundada em umagrando parle
de sua superficie, resultando a perda completa de
50 casas, e perdas enormes para seus proprieta-
rios.
Durante todo o mez de Janeiro, choveu abun-
dantemente aro geral na provincia, o que ani-
roou em extremo 03 criadores e agricultores, que
temiam a secca e seu horrivel cortejo.
J4 eram cftnhecidos os resultados dos collegios
da capital. Barras, Peracuruca. Uarvo, Oeiras e
Picos, que dao o seguinle resultado para depu-
tados geraes.
Conselheiro L. Paranagu4 .
Dr. Simplicio Jo Souza alendes .
Francisco os Fialho.....
Dr. Candido Gil Galtello-Branco .
Dr. Antonio de Sampaio Almendra.
Dr. Jesuino de Souza Marlins .
Dr. Antonio Francisco do Salles .
Cear. Por portara da presidencia de 1 do
correte foi nomeado engenheiro da provincia
Adolpho Herberster.
A carta do nosso correspondente narra o que
mais ha :
A cmara municipal desla capital procedou
no dia 1. 4 apurago dos volos para os 3 depu-
tados do 1." circulo eleitoral da provincia o deu
o seguinle resultado:
I.0 Desembargador Figueira.............
2. Couselheiro Aleocsr................
3. Dr. Manuel Fernn Jes..............
Tambem obiiveram votos, os senhores:
Dr. Liberato.............................
ii Vijador Pinto.........".................
* Tenente-coronel Piragibe...............
Dr. Miguel Fernandos..................
Dr. Jos Joaquim de Oliveira..........
Votos em separado :
a Desembargador Figueira................
Conselheiro Aleocar.........v..........
" Dr. Miguel Fernandos........*...........
taantreguezias.-.
campan ha elei-
toral dos deputidos, e por tanto nao lenha para
a diame mais que referir a aemelbanta respailo ;
eoten denme de ver mencionar qu-a eleigao cor-
reu na provincia cora urna calma e regularidade
que au se [upnrtulis.
< A's enrgicas e acertadas medidas do gover-
no, bem como ao espirito ordeiro da populagao
devido um td feliz resultado.
Sobre a eleigao para um senador por'.esta pro-
vincia, s falta conhecer da votagao de 4 colle-
gios: Cariri, Cralo, Barbalha, Milagrea, e Jarditn
coro 192 eleitores.
< Eis a votacao coohecida de todos os mais
collegios e quedas o resultado seguinle :
Dr. Miguel Fernandas..................
Desembsrgador Machado................
.55 de 18 defsvisiiu, eves-
0 com o dso ymSolico de
643
502
444
395
Dr. Raymundo Araujo Lima............
Desembargador Bastos..................
Dito Figuetra............................
Visitador Pinto..........................
Dr. Jagaaribe...........................
Dr. Pompeo.............................
.< Padre Carlos............................
Dr. Francisco Doraingues...............
Desembargador Graga....................
'< Ha urna aneiedade iodisivel por saber-so da
volago dos 4 collegios quo fallara, para saber-se
qual o que lem de sallar rs da lisia triplese,
dos 3 candidatos quo ora se acliain collooados
abaixo do candidato que tem mais votagao.
a* quam solTra pungentes clicas pala incer-
teza em que ora a mente lida.
A* lodo momento se espera o desidertum
d'esses qualro collegios que faltam, se chegarem
214
169
160
40
9
8
da-rao o esta
sea autorn-IrstMtnxom os lerroes os mais affoc-
tuosos e lianngeiiH, que seria possivelesporar de
alguma delicadeza.
Na cegueira do meu prlmeiro arroubamsnto
eu repel comigo mssmo estes versos, que apren-
d de cor quando tinha lempo a deaesogo para le
as poesas deBocage...
ZottoB, estremnet, rugi, mordei-vos J
Felinto, o grao cantor, presoit meut versos.
Quando porm s sedticgoes phantasticas de
minha alegra delirante, e ao devnelo de meu
amor proprio ferdo em urna de suas cordas mais
seosiveis, succedou a razao calma, fra e desapui-
xonada da velhice, foi enlfto que recooheci, que
quando possa, como creio que pode, haver com-
paragao entre o traductor dos Marlyres e o dis-
tinelo autor da Resenta martima, nem urna ab-
solutamente se poda estabelecer entre um tomo
impercentivel alirado aqu assim 4 asmo el pro
de reliis nas.aiasda cidade do-Natal, e o mais-
3*2" atrevido gerrio potico, qoe a nag8o portugueza
lenha produzido : e eu mo envergonhei de mira
raesmo. E nao s mo envergonhei, como ainda
comprehendo que minha situseo agora e rouilo
mais melindros do que dante*, porquanto lirado
assim 4 Imito pelo autor da Resenha e aponlado
aos seus leitores, muilo natural qne elles este-
rero de minha intelligencia froelos que ella nio
pode prodazir; e neste caso serei forgado 00 4
fazer um papel desairoso, ou 4 condemnar-me ao
silencio, no que em verdade nada se perde.
Nestes termes, poia, psgo ao autor da Resenta-
martima, que om pagamento da perfeila estima
que lhe consagro, ou nio olhe-raais para os meus
escripios, nem chame para elles atiengao algu-
ma, ou, se o fizer, seja sempre no sentido de ate-
e anda sustento, que os
i otados nao peocam por ignorancia, seno por m
f: tire-so 4 este tribunal toda aegao externa,
que us faz julgar contra sua couscincia, enlre-
guem-se-lhe os reos, os crimes, as provas e as
raides pro ecunira, deix-m-os haver-se consigo
mesmo, e com suas proprias inspirages, e as
senlengas, que elle proferir serio tao justas, como
antes alguns momentos do vapor sahir, farcijpor nuar o conceilo Iliterario que inmritamente faz
noticiar essa cooclosSo, qne para alguem, ques-1 de miro. S*r islo o complemento da generosa
i.io de v;da e de morie ; lo desegradavel urna ( ollciosi lade com que galnardoou a minha admi-
laDOC? I I raco, e um novo titulo ao meu mais cordial e
< Narraras versbes ecommentarios quepreoo- intimo agradecimenjo.
E nisto podemos ficar.
em saparado.


copara diversas mentes nesta capital" relativa-
mente 4 quem compur, e sihir da lista tripli-
co, por demais mateiia massaute. Nao pode-
mos pela nossa parle dizer nada de positivo acer-
ca do qual ser Ubo jueado.
Apenas podemos avangar que provavcl
que o 3." e 4." na ordem da prsenle volagao,
pdem entrar na lista trplice e sallar o quo ora
so acha em 2. lugar ; apezar de se diter que
este lera votagao dos eleitores liberaes do Cariri,
coma tere dos de outros collegios da opposicao.
A' ser assim, esi4 decidida a questo ; e mais de
erar entao qoe sallar o que ora se acha em 4."
lugar. A'isto resultar, certamente ser devido
deixar corrrer tal negocio mairoca, ao passo
que outros tem lulo envidado e corrido, e feilo
correr, serca e meca.
\ mala est 4 fechar, e por isso paro aqui.
Rio'Grande do Norte .O nosso correspon-
dente diz-nos o seguinle :
Antes de entrar na materia, que faz o as
sumpto de minha correspondencia, permuta
Vrac, Sr. redactor, que eu d aqui um pequeo
cavaco ao cavsco do capitulo II do fothelim ori-
ginal n. 55 da Resenha Martima do seu Diario
do 18 do mez passado, em que o aulor da raes-
ma, tirando-me da obscuridade, em que vivo eo-
voito c as des-onheci las plagas da cidado do
Natal, falla de mim de urna maneira lo vanta-
josa, e lisoogeira, que nao possivel. que eu rae
conserve om silencio, sem declarar ao autor da
Resenha, que embora lilhosdesua boa f, e gra-
Udo os elogios, com que elle me honra, sio por
tal forma exagerados, que absolutamente me nao
competem ; o que, porm, me nao dispensa de
otierecer-lhe aqui a expressao viva, e profunda
de meu reconhecimeulo.
Apaixonado. como sou, do esludo das bellas
letras, e em geral de lodo genero de inslrucgo,
quo pode supporlir a acaohada capaeidade de
niuha iuielligencia, eu leio sempro com grande
curiosidade, e muito prazer os escriptos desta
ordem, que me chegaro 4s mos. e preferivel-
mente aquellos que sendo produeges de nossos
genios naciooaes lauto servem para me instru -
rera em minha ignorancia, como para mo habili-
ta rom 4 formar o meu juizo sobre o progresso,
que van fazendo as sciencias 110 Brasil, e do
qual. entendo, dependein a sua gloria, o a pros-
peridad futura de seus desliuos.
Por esta curta declaragio j4 se v, que foi o
amor de me instruir o nico incentivo, que leve
para lr sempre com toda atlengao, e deleite os
folhetins da Resenha Martima : e confesso-lho,
Sr. redactor, que quanto mais lia.e estudava a
Resenha Martima, lanto mais crescia de ponto
o meu agrego pela illustrago e patriotismo do
seu autor, que alias at hoje nao tenho a honra
de conhlcer.
Aquella conheci eu pelo eslyllo apurado,
com que o autor redige os seus escripias, conciso
e vigoroso como o de Garrel, fcil e brando como
o de Roquelte, sem affectago, nem galecismos
cqmo o do conselheiro Bastos ; pela verdade,
qu\ sustenta inalleravel naexposigo uos factos,
a 4 cuja singeleza nao duvida sacrificar toda a
pompa do mesmo eslyllo, e os ornamentos Ja
Sethorica ; pela critica severa, mas judiciosa e
esapaixonada na aualyse da moralidad d'elles ;
peltimparcialidade inilexivel na aprcciag&o dos
meamos ; emm pelo conhecimenlo profundo,
qffe revela, da materia, que maneja com mao de
meslre : e esie pelo deslnteresse reconhecido,
com que se dedica 4 um traoalho, posio que
hebdomadario, moilo penivel, ao menos na ac-
quisigao dos maleriaes necessarios para elle em
urna trra como a nossa, onle tudo difficulda-
de, sera outro emolumento, que a saiisfagao de
poder dizer com razao, e jusliga com um grande
poia, que por demasiadamente conhocido deixo
de nornear, quando escrevia :
"irlnrii_ ?int nnije'n
-. 6ene adtm
Jrewsnnt.Tenhn^inneBB f neste tmneipin, o
o'eslanaxim. donntarfada las gnecras flTjo- j S*"
gruv Catilina. e Sm
NO da 25 o^pMS,do<,brio.so aprirwiraf.HlTrgo
seHManuua d os jurados drataca piui com 3 reos, \i{t
el^wceasos:. penantes *m prinotro lo#a>os
preses Bonifacio Josa- de Sonsa, Ignarintiftnli
da Fonceca, aecussdoa ex-oulcio da iustigs.iBiM
da le^ 1,090) pelas offeosas .hisica, que lizeram
eas Aaiomo Flix Masnada, forana rsndnseaaduj
pelo jury no mediodo art. 201 do cdigo criminal;
no segundo dia, (26 entrando em-julgamouiaMa-
noel Aioerto de Moraes, que ferio gravemente a
seu proprio pai Maaoei Alberto de Maraes Snior
.0 jury o eonoomnou no medio do art. 205 do
mesmo cdigo. E o juiz de direilo interino en-
cerrou a sessao.
Se este caso de haver urna sessao de jurados
sem absolvicoes. nao novo nos annses judela-
ros, tambem nao se pode dizer, que elle nao se-
ja raro.
Eu sempre teimer.
.devassaxnento da vida privada, nads mais pro-
dnava svaosuaol...
npreman-ae de seseooo teso e eabega er-
guida representantes de ideas polticas, annun-
CitlBadn regeneradores ; mas oa (actos os denun-
cian bomena do despello, os tragos de seu cami-
Eludo ietnpor que e para que 1 Veste, ss ac-
al aealsnede- deawtomnlsae
Borneas qne nada tes sesee
aesla do quo naooells -losn-
quatudo nenie mando trans lorio, qae
s a virtudo permanente.
Virlunsv paiewa va asm signcagio, qae
exprime bem punco para eesa geeisv- qesMuteen-
de a pode sr prmdnwlede provincia, qeem li-
ver sido filho, neto, 6* btsneto de presidentes
ojio, quer crear urna nova classe do cadetes, esse*
apndice estravegante na-hyerarthia administra-
tiva, que quer prove-se anies de oceupar o car-
go a ascendencia de posicio, embora banda a.
cusa de vis torpezas, de Indignidades sen contal
O Sr. Silva Nunes'foi taatss vetes elogiado
pela gente da opposigo, que dispcnsou-lbe Isa-
as provas de considerago. que pode hoje, para-
phraseandn a om dito de Denjoy, dizer: essas
< calumnias que contra mim vomitaes em vosso-
dnaesoepo serio a jusiiucajo a mais plena e
cabal que eu poderia desejar para os meus
aclos.
O aspecto da provincia ass4s lisongeiro, te-
mos bera fundadas esperangas de urna safra abun-
daute ; a tranquillidade publica nenhnma altera-
gao havia soffrido. .
< A provincia da Parahyba tem a felicidade de
iuiquas as que lavra no easo contrario ?T.r COm. ^^ dB *&* .Um ra,"*r,fl0 ,l-
Par. rnnha.. AiliZ 11 t 1 '""do, sclivo e estranhe s lulas das parctali-
precisu LeeE J ,t^LtlfSS qua *"> PoHticas. e acerca do qual. era mesroo a
?ar tun, fP' ,0a",- D,*,Pflra .""r- OPOOSiCao em sen dnaabriaJuL .nrt ,.fnr, n
ciar simplesmenie o ficto, nao se necessita de
204
147
89
84
77
9
8
votos.
< Dr. Liberato.............................
J conherido o resumo Qnal,de 3.
Irirto qoe d dous deputados :
Dr. Raymundo Araujo Lima............
< Dr. MiguelJFrQtHcs..................
Eu desta gloria s fico contente,
Que 4 minha trra araei, e a minha gente.
Nao era possivel, por tanto, Sr. "redactor,
qoe lo apreciaveis qualidades intrnsecas, e ex-
trinsercas da Resenha Martima dcixassem de
produzir em meu espirito a raais agradavelemo-
go, e de conquistar para si lodos os votos de mi-
nha admirago o respeitos.
'< Desde qne se publicoo a 1.a serie de 50 n-
meros da Resenha, e continuou ella 4 ser regu-
larmente dada 4 luz, que eu pressenii, que a in-
tensao do aulor, erabora elle mui honesta, e cui-
dadosamente 4 nio deixasse translozir em parte
alguma, nao era, 4 semelhanga dos autores das
cartas ao amigo ausente, e Chronica da Semau
no Jornal do Commercio, dar smente urna es-
pecie do alimento passageiro, um passalempo de
puro recrelo. 4 curiosidade dos actuaes leitores
do Diario de Pernambuco, seno e principal-
mente crear ura deposito precioso de factos ao-
thenlicos, escrupulosamente averiguados, urna
fonte perenne, e lmpida de soluges histricas,
e esclirecimentos exactos sobre o estado, e a
marcha da actual raarinha braSileira, onde asfu-
loras Tocidedes deste imperio venhara enconlrar
nesta especie de pequea Torre do Tombo asli-
ces de que carecerem, para bem esrreverem a
historia deste ramo de nossas insiiiuigoes na po-
ca, em qoe nos acharaos.
Esle juizo, que fiz e fago do pensaraento oc-
culto, que presido 4 redaegao da Resenha mar-
tima, anda mais augmentou as miuhas syrapa-
ihias para com o seu hooeslo e Ilustrado aulor :
um servigo que considero sobre maneira valioso
feilo 4 Ierra que nos vio nascer, e que idolatro,
para que passassedesapercebido e inclume dian-
le de minha gratido, sem que eu flzesse o holo-
causto della.
vehementes, que procuram sempre fazer irraoia-
ges alrn da esphera de acgo, que Ihes Ira-
cada, o forte desojo que eu nutria de dar raaui-
lesligoes de meu euthusiasrao pelo mrito da
Resenha martima e illustrago do seu aulor, nao
cessava de procurar occasies de proromper fora
I de sua rbita, e dsr conhecer ao publico toda
energa de sua forga.
Appareceu emllra essa opportunidada oa cor-
respondencia de 16 de Janeiro, impressa no Dia-
4 rio de 22 do mesmo.
3 Ah su nao fiz mais do que impensadamente
2 copiar o texto d um aprego, que esiava gravado
1 em meu coragio ; e para p-ova de que o nao fiz,
des- como quem queima incens 4 algum dolo ou li-
aonga algum poder, baila lembrar 4 quem se
233 dfguar de lr estas linhas, que eu as pedia err
23J (confesjo-o ogenuamentc) que nesse Peroanbu-
393
350
296
232
18o
11
1
* Vamos agora ao nosso astumpto.
< llei'ordo-me, que na minha ultima mandei-
Ihe dizer, que os males que solTriamos eram tan-
tos, que bem justifica tara a opimao de um es-
criptor moderno, quando disse, que elles andam
aos bandos. Pois muilo bem, agora acrescenlo,
que aos que j4 existam, veio reonir-se mais una
calamidade, com a qual ninguem contava, ou
pelo menos muito poucas pessoas se lembravara
della ; fallo do recrulamento, que foi ltimamen-
te aberlo nesta provincia, e que deve dar nestes
ullimos 4 raezes que nos restan do actual auno
tinance.iro 163 recrolas para o exerciio e 30 para
a marinha. S por esta cifra conheceri Vmc. a
gravidade do mal que de novo nos ataca, sem
fallarmos nos abusos que auiorisa o processo de
agarrar, amarrar e empurrar, chamado lecrula-
menlo.
Eslava reservada para o psdecento Sr. Dr.
Jos Benlo Jnior raais esta fatia de pao-de-l
depois da pesie da bexiga, fallencia do cafre pro-
vincial e eleigoes; falta smente que a assembla
provincial, que deve abrir-sc 4 15 do correnle,
se declare em opposigo 4 sua administrago; te-
nho m. por-n, que a assembla em sea esclare-
cHla ihieliigeoi-la, longe de aggravaras dores que
j sotiro o Sr. Jos Benio, causadas por tantos
desgoltos, pelo contrario fari por allenua-las, al-
ienta la constancia e longanimidade com que as
tem stipportado, e os servigos reaes que ha feilo
4 provincia. O povo j4 est por tal forma habi-
tuado I encarar com ulhos vesgos o recrulamen-
to, que nao o considera seno como um despo-
tismo continuado, 4 quo se deve oppr s mais
obstinaba resistencia, olio prefere tolerar todas
as maldersages dos vadios, dosladroes decaval-
los, dos( malfeiiorcs, dos ratoneiros, dos bebados,
dos jugadores e at dos assassinos, 4 ver um s
desses oimigos da vida, da propriedade e do
socego publico marchar para o exercito no Rio
Grande do Sul. Oh o sul! 1 I O sul a eabega de
Medusa, com que vive aterrada a populagao do
norie; o espectro pavoroso de Bruto anies da
batalha do Fetippe; o remo dos Parthos para
os Romanos depois da raorte deCrasso e destru-
gao do seu exercito I A gargalheira no pescogo,
ascordss nos bracos o as algemas nos pulsos pro-
duzem um elTeito lenivel na sensibilidad pu-
blica : nesle estado o mais qualiilcado homicida
merece mais syrapalhias do que o seu conductor
por raais virtuoso e homem de bem que seja.
Urna circumstancia nascida puramente do
acaso, fez com que f >sse logo receido as pon-
tas das langas o actual recrulamouto.
A primeira pessoa recrutada nesta cidade, e
com cuja priso iniciou-se a presente leva foi
Joaquim Francisco de Souza Liran, Impressor do
Rio Grandtnse do Norte, declarado em opposigo
4 presidencia, e cujo ullirao numero sahira fe-
rrado fugo, Joaquim Francisco attribuio 4 esta
circumstancia a sua priso, que <|unlitfcou logo
de perseguigo por parle da presidencia. Tenaja'j
porm apreseutado a sua escusa, fundado no art.
4' da lei de 7 de outubro de 1830. a presidencia
nao s o maodou por em liberdade, romo deier-
minou ao chefe de policia, q >e recommendasse 4
todas as autoridades, encarregadas do recrula-
mento, que nao rcrutassem a individuo nenhum,
que uvesse alguma isengao legal a seu favor.
a Pira mim, qu- nao me acho prevenido de
ra4 f contra o Sr. Jos Bento, nem lo pouco de
benevolencia 4 seu favor, entendo. que nao poda
elle dar urna prova raais autheniica de sua inno-
cencia neste negocio, nem de sua justica futura
na continuago d* recluta ment.
Qutros porm nao pensara assim; presumo
entretanto, qee uo julgara com acert, por quan-
to nao possivel crer, que urna intelligencia es-
clarecida, como a do Sr. Jos Benlo, polesso
suppor, jue preudendo o impressor do Rio Gran-
dense, tinha fechado a bocea 4 esle jornal. Se
eu, que sou uro cgo nao ignoro, como ignorar
o Sr. Jos Benlo, que a iraprenss hoje nao lem
urna s bocea, seoao muilos roilhes de ooccas,
e que tapando-se-lhe ura ontlcio, nao se faz mais
do que redobrar o echo dos qu licara.
E de1 mais; ignoiar o Sr. Jos Bento, que
na propria panacea da imprensa esi o remedio
para seus males? Se alguma molestia deve ser
tratada horneopathicaraente esla; para a im-
prensa a iraprensi. Ello bem sabe de tu lo isto,
e do luda isto sabemos us todos, que nao estamos
affectados de animadverso contra S. Exc. ; e se
ooirosjulgam o contrario, porque o espirito do
homem maliciosamente prevenido sempre desii-
gura as intenses daquelle que elle suppoe eu
adversario, denigre as suasaeges, interpreta com
maligmdade as suas palavras, e com perfidia os
seus peosamejitos. EinQra, o Sr. Jos Beuto sa-
be, o nao precisa, que ninguem lhe ensine, que
a forga de um governo nn consiste ua arbiira-
riedade dos seus actos, seno na legalidade del-
les.
Pensamos, que veramos escoar-se o feverei-
ro, como o Janeiro, sem deixar consignado era
sua eslatisiica algum caso triste ; assim porm
nao aconteceu : no da 18 do mesmo fevereiro no
logar da Taboca do termo de Goianuinha, comar-
ca deS. Jos, airacando-se em bnga Laureotino
da Cunha com Eslevo Frsncfis"Borges, aquello
raorreu ahi mesrao varado de um tiro, o duas fa-
cadas, oeste 4 hora um que perlicipou o delega-
do o occorrido licava 4 espitar tambera de faca-
das, que solfreu de Laurentioo. Nao diz o dele-
gado o motivo de lo horroroso canibalismo, de-
ve-se porm suppr, que nao havia sei por si-
mis do que do soccorro do simples bom senso,
dirigido pela probidades
Acha-se dentro deste porto a escuna Lndoya
quo eio do Maraeajahrt com suas proprias azas,
dispensando o auxilio do reboque ; leudo concer-
tado all mesmo o lema, e a laba por -onde abri-
r agua. Dizea-me que o seu ooiumandaole
aguarda aqu mesmo as ordeas do iospeclor da
aifaudega de Pernambuco para saber o rumo e
oestino que deve seguir.
t Na ordem de porto de relache o abrigadouro
do Rio Grande do Norte, o mais excedente, que
pode haver: mar de leite, defeza natural de to-
dos os ventos, e facilidade de refrescos-: estar
dentro do ancoradouro desta cidade oslar reeo-
Ihido ao dique da ilha das Cobras.
Oh I la vero desponlaudo pelo Genipsb o
Sr. Cruzeiro do Sul, nem mais urna pslavra, se-
no tica este em ierra, e eu perco o meu Ira-
baiho.
Parahyba. Ainda limitamo-nos 4 carta do
nosso correspondente:
o Quem fura daqui, lr o que diz
pensar que nial vao as cousas na
opposigo em seu desabnaeuio anda referi o
menor faci am desabono do Dr. Neiva, que en*
trelanto ha eoiretido perfeila harmona e se coa-
servado em intelligencia-com o Sr. Silva ones,
que ha eneoairado no chefe de policio dedicago,
actividade, honradez, severidade de costumes, e
illuslragio, sobretudo superior e exlranho s lu-
las de peuueoinas paixes, a que se entregara as
parcialidades.
A seguranca individual, de quando em quan-
do sofTre assaMos, quig profundos e borronsado-
res, e o prov'a o faci seguinle : Francisco Jos
do Espirito Sanio na noile do Io do correnle, ser-
vindo-se de ura facao. que Wr amollado com
aulecipaco, depois de descarregar profundos
golpee, deu a norte, dentro da sea propria casa.
a prela Thereza de Jess, sua mi 1
Deixo sem observaces o facto que acabo de
referir, porque s em conia-lo se me arrepiam
as carnes e os cabellos.
Ha quen diga que esse infeliz nio lenha o
uso perfeiio de suas faculdades, quizera antes.
que assim fosse ; mas pens que o contrario a
realidade.
REVISTA QIARI.
< No dia 16 do crrante, consta-rae haver
a opposigo,. baile no salo da assembla provincial, com que
P,rah,h provincia da pn-tenoem alguna amigos do Sr. Silvs Naoes,
les .?, f .Mirf*?1. \ m, em mulU80Ulr" P- obsequi.rem S. Exc. pela salisf.gio de sua Sel:
riU^^L'^'\\ P,reC'8r qUB 5o Pela Provincia du Espirito Sanio,
enes-ieem pasio ao gomo turbulento e lingsti-
co com que os dotou a natureza, para lisgello
dos houieus honestos e raoralisados.
Gente sem f e sem crencas, quaes outros
Abyssinios, adorara o sol quo riasco, na esi>eran-
ga da obierigao de favores, e o apedrejara no seu
ocaso, porque os raios vivifleadores vio animar
4 outros corpus de outro heraispherio 1
E' assim que de loda a parte se uuviam cn-
ticos de louvor, que repellara mil buceas, abortas
4 raastigarera us nacos eleitoraes, assim que
toda a gente se acotovelava por ahi algures cora
ds elogiadores da aclual administrago, o que
aioda continuara hoje se nao se appruximasse a
poca eleitoral, se pre.tengoos extemporneas, in-
tempestivas, repellidas pela maioria Ilustrada e
sensata da provincia, nao tivessem encontrado o
seu digno administrador ndifferenlo 4 lula das
parcialidades e superior s preteoges dos cena-
dores e batedores de todas as presidencias.
O caraiiibardo Sr. Silva Nunes, havia sido
tragado com mesiria ; a sua administrago s ha
encontrado embaragos na falta de recursos pe
cuniarios, o que nao lhe pertence, sendo qie o
estado dos cofres conaequenuia de aclos que
Correm por cunta de outros.
Vimos, tacto virgem, a assembla provincial,
em corporago, apreseniar-se na residencia pre-
sidencial, por si, e era uome da provincia, pelo
seu orgomanifestar jubilo a cooleniamenlo
pelo estado lisongeiro em que paravam os nego-
cios pblicos. eram rasgados e baetas ; viraos
que as eieiges mumeipaes correram calma e
tranquillamente, ao passo que em outras pro-
vincias foi precisa a inlervengo da acgo repres-
eora d.i auiorldade, para garantir a ordem publi-
ca, a vida do cidado, e punir crimiuosos, ven
ceram rasgados e balas ; vimos que o Sr. Silva
Nunes, em sua penosa e proficua viagem ao cen-
tro da provincia, recebera provas inequvocas do
alio aprego em que o tem a populagao da mesraa.
ramas cmaras inunicipaes o cumprimentam ju-
bilosas, os cidados. os mais distioelos da pro-
vincia, rasgados e balas, tomara parte as re-
cepcens, a alegra e o prazor prveedora a S. Exc.
em todos os lugares onde se demora, ora ludo isso
a justicago do procedtfrnia assembla provin-
cial ; ou antes eram os constituimosque'saltavara
de uro modo bera signiucaiiv'o e eipoolaueo, esse
facto virgem de urna assembla provincial em
peso ir revestida da alta misso de representan-
te do povo, perante o administrador, peraote o
governo, para manifestar em seu nome e em 00-
da proviuclao jubilo e contentamentepelo
oslado lisongeiro dos negocios pblicos, confiados
4 gerencia de uraa intelligencia robusta, de um
carcter grave e de ura corago puro.
Corriam os lempos, cada qual que se mos-
traste mais obsequioso, mais provas manifesta-
goes de amizade procurasse dar. j em publico o
ja em particular; qualquer que fosse o primeiro,
era islo o que ooservou a provincia at momentos
prximos 4s desilluses, tudo era calma, o riso
do prazer e do couieuiamento pairava em todos
os labios, e eis que
A noven que os ares escurece,
Sobre nossas cabegas apparece.
De cada canto formigara os candidatos, nao
j individuos de parealiiades diversas, mas de
uraa tnesma parcialidade, muilos prelendem a
honra da preferencia ; o numero a escolher era
muito interior ao dos apresenlados, e como con-
sequeucia necessana da appiotimago do da ero
que a provincia leria de decidir-se na escoiha de
seus representantes, travou-se a lula, a impar-
cialidado do governo emmurcheceu esperangas
-bera alentadas, o crestaraenlo do desgosto por
desapootameuto tao excessivamente desanimador,
deu expango ao despeno que ha originado o
desabriraeuto da linguagem de que usa a oppo-
sigo.
A impreosa governisla est s, nio pode hi-
tar; por que a lula ser-lhe-hia desvautajosa,
visto a houesiidade de sua linguagem. e a incon-
veniencia de traiar de desfazer calumnias revol-
tanles, que nenhuma moga fazcm na opinio pu-
blica, e a provincia explica com simpleza essas
palinodias, por que se lem feito celebres as op-
posiges nesta provincia.
Os amigos de hontera, sao os inimigos de
hoje, as decepges e o despeilo produziram essa
transorniaco, os lypos que enlo compunham
elogios, servem agora para desahafos grosseiros
e humilhanies. Alas d que importa isso, quan-
do toda a provincia bem diz ao administrador que
pode dizernenhuma guita do sangne parahyba-
no salpicou as uroasquando a Parahyba pode
dizer : ao passo qoe as provincias irmias ic-
( tos laraentavcis eolutavain os corages de seus
fllhos ou usava do direilo sagrado de depo-
c sitar raeus votos as urnas sem a menor com-
mogo.
Era que hoove liberdade de acgo, lodos
goma cousa muilo graude: as fras rasgam-se ai corrern 4s urnas e venceu quem leve maioria :
vezes .t por um osso. Nao gusto de ver a so- o despeno nunca just.flcou derruas, apenas a
ciedade expurgar-sede suas feses por este meio,'
que era todo caso arrepia as ornes do corpo ;
raamfesiago da impotencia, que transforma o
derrotado, quando se nao quer limitar ao papel
passivo que lhe compete, em um instrumento
msneavel para os desabafos, s derrota em polti-
ca quasi sempre produz follicularlos.
Se nao dgase-nos o que exprime esst lula
[sem base, sem razio de ser? Qual a accasaco
Ha se teilo na boa cacada nos ladroes de com visos do seria que pode formular a gento'da
rallos, que como j lhe disse achsm-se arregi- opposigo contra a presidencia que nao seja
mas j que Deus foi servido, que assim succedes-
seiat voluntas sua: quando um paiz perde
duas entidades desias, nao pode dizer que perdeu
dous cidados, sono que flcou com duas ongss
de menos nos seus pastos.
ca
mentados uesla provincia cora sede estabelecida
em uos pontos, e Qliaes en outros. A le n. 1090
do 1* de seterabro do anno passado, j vai pio-
duzindo os seus fruclos benficos; por infeilcida-
de porem acontece, que aioda 4 um s nao foi
imposta a pena, era' mesmo feilo o respectivo
processo por causa dos embaragos quasi ioveoci-
veis. que se encontrara na aequisrgno das provas,
e raais do que isto anda na proleccao, que era
geral o crime encoolra em toda parle. A' pou-
cos das fugiram da cadeta de S. Gougalo cinco
que nao sej
prompia e cabalmente destruida?
< Os erros Jo governo devem ser trazidos 4
imprensa, o publiro os deve saber, cumprindo,
sooreiulo, 4 opposigo guardar muita heoes-
dide na exposigo dos factos, para merecer o
apoio do publico, psra ser acreditada. Mas o que
que se observa na imprensa opposicioHisia,
aoaes os factos, quaes as aecusages dignas de
tal nome que ha formulado contra a administra
gao aclual ? De parte as calumniosas
ges, de parte- esses dito* picantes
assevera-
e grosseiros,
No collegio de Flores, pertencenle ao 5 dis-
tado eleitoral desla provincia, foram voi.idoa.os
Srs. :
Dr. Augusto Frederico de Oliveira........ 45
Monsenbor Joaquim Pinto de Campos...... 44
Acadmico Barros........................ I
Sendo este o uuico collegio que oos faliava do
referido districto. e sendo esla votagao reunida
aquella dos collegios do Brejo, Cimbres. Iogazei-
ra, Flores, Villa Bella. Tacarai, Boa-Vista, Ca-
brob, Ouncury. e Ex, a apuracao aprsenla o
algarismo seguinle distribuidos pelos tres candi-
d-tos raais volados :
Monsenhor Joaqun Pinto de Campos.... 20&
Dr. Augusto FreuericodeOliveira.......... 194
Dr. Francisco Carlos Bando.............. 168
Foi nomeadj pelo Exm. Sr. presidente uraa
commissio, composta dos Srs. Drs. Anselmo
francisco Peretti, Jos Joaquim de Moraes Sar-
ment e Jos Francisco Pinto Guimaraes, para
organisar o regiment interno do novo hospital
Pedro II, quo deve comegar a funecionar no
dia 19.
Por haver sido dispensado 4 proprio pedido,
o Dr. Braz Florentino Henri|ues|de Souza.de
servir rumo commissario nos exames preparato-
rios da Faculdade de Direilo, foi substituido pelo
Dr. Tarquioo Braulio de Souza Amaraotho.
Foi nomeado aju Jante da fortaleza do Brum
0 lente Horacio Alvcs da Silva.
O Exm. Sr. presidente deWminou proro-
gar o prazo marcado pela reparligo das obras-
publicas para a recepgo das propusias daquelles
que preteuderem "arrematar a obra da ponte do
Recifo.
Esta deliberagode S. Exc. lilha de haverem al-
guna Oestes reclamado, que a brevidade do prazo
nao dava lugar 4 po lerem sobre a obra consultar
paraa Inglaterra, atim de "prsenlareui suas pro-
poslas debidamente eonfecciooadas.
No dia 10 do correte Ura de ser traslada-
do da capella do hospital da caridade para aquel-
la de Pedro II, o Sautissimo Sacramento, s
qualro horas da tarde, com acompanhameuto dos
irraos insultadores da SaaU Casa da Misericor-
dia.desla cidade.
Acham-se de mez os mordomos da Santa
Casa da Misericordia segrales :
Dr. Antonio 11er.ulano de Souza Bandeira, na
casa dos expostos.
Dr. Manoel Ferreira da Silva, no grande hos-
pital.
Antonio Jos Gomes do Correio, no hospital dos
lazaros.
Acha-se em execugo, desde o dia 18 do
passado, o novo regutameulo do sello, que pu-
blicamos em um de nossos nmeros desse raezr
e que elevou o sello 4 100 ris por cada 100*.
Hoja s duas horas da larde lira a mala,
para os portos do sul do imperio, o vapor Cru-
zeiro do Sul, oa reparligo do Correio, devendo,
porm, os seguros serem levados uraa hora
antes.
Foram recolhidos 4 casa do delengo no
dia 5 do crreme 9 homens e I inolher, 8 livres
e 2 escravos ; a ordem do Dr. chefe de policia 7,
4 ordem do Dr. delegado da 1" disiri -to 1, 4 or-
do subdelegado de S. Jos 1, e 4 ordem do dos
A fugados I.
Passageiros do vapor brasileiro Cruzeiro do-
Sul. entrado dos portos de norte :
Guilherme Amazonas de S, Antonio Jos Pi-
nheiro e 1 escravo, Jo- Maria de Barros, Jos
Gaelano de Parias, Dt Miguel Valles, D. Turibio
Messias, Jos Francisco de Vvenos e 1 escravo,
Ignacio'lavares da Silva, Augusto Olyrapio Go-
mes de Casiro e 1 escravo, Ezequiel Franco de
S e 1 criado, Jos Maria Pestaa Jnior, Antonio
Marlins Machado, e 1 escravo. Antonio Jos Mar-
ques, Victorino Jos Dias, Abel Graga, Francisco
Das Carneiro e I escravo, Jos Joaquim Tavares
Bolforl. Antonio Raymundo Tavares Belfurt e 1
escravo, Francisco Marques de Carvalho e 1 es-
cravo, Bruno Jansen Pereira, D. Carlota Augusta
de Figueiredo Belforl. Autonio de Souza Bayma a
I escravo, Jos Antonio do Magalhes Casiro e t
escravo, Antonio Luurenco de Carvalho Sena
Joio Pereira Leiio e 2 escravos, JoodeAlbu-
querque II., 1 sobrinho e 1 escravo, A. Amonio
Alves Rebouca e 2 sobrinho, Jos Antonio da Silva
Vianna, Dr. Julio de Albuqoerque Barros e 1 es-
cravo, Joo Fraukiin de A Lima e 1 escrava Mi-
guel Soaresda Silva, Jos Joo Meodes da 'Ro-
cha, Dr. Jeronymo Bandeira de Mello. Horacio
da Silva R. Casiro o 1 escravo, Telles Jos de
Souza e 1 escravo, Jes C. da Silva Franco o 1
escravo, Dr. Domingos Carlos G. Saboya, Jos
Raymundo Ferreira, Joo Rodrigues Pim'eotel
Francisco Ferreira Pimeniel, Domingos Carlos Sa-
boya, vigario Francisco Jorgo da Souza e 1 cria-
do, Manuel Rutino Jorga de Souza, Jos Fran-
cisco Jorge de Souza, Dr. Francisco Alves Cor-
deiro e 1 criado, Levuo Pinto Braudo, Dr. Fir-
raino Barbosa Cordeiro, Dr. Joaquim Antonio Al-
ves Cordeiro, Dr. Augusto B. da Silva Castro,
Jos Candido da Franca, Candido Nunes d Mel-
lo, 1 escravo 4 entregar, Joio Olton do Amaral
Hennqaes, Josa Joaqun de Medeiros, Manoel
Antonio Pinto; Jos Rutino de Sbuza Rangel Dr.
Frederico Peregrino Carneiro Momiro, Cypriano
Oas Mouteiro, Jos Gom*s de Araujo QuixteHa,
Joaquim Antonio Pereira Vinagre, Mooel Do-
mmgaes Pereira, Joaquim da CosU Lima, Jose-
pha Mana da Csraeeigao, Vieeoel Maria da Con-
ceigao, Mana Apoliuans da Cooceigo e 1 ftlha
menor, Mauoel Francisco Bnteiho, Francisco Fer-
reira do Nascimenio e 1 Otho, C. H. DaiMT. atfe-
rosDtogiaes Genes de Hollaada e 1 camarada.
r
1
dise,malvado,, e lodos os.ynpiona, ,,,.1, Ida pi.e*a Und**a ^r^^^ST^o\l^^ lSSSS
S^T
i


Silva Pinto, Ruflr Jos da Silva Juuior, e 1 criado.
Seguem para o sol:
Calislo de Araao da Souza Lima, Joo Jos
de Lemus Msgalhies, capio da mar e ierra
Pedro Paulo Boolronello, capitn Joo Manoel
Florinuo, alfares Faustino Jun- da Silreira esui
senhora, alferes Francisco de Paula Xavier, Fran
Cisco Eugenio Teixeira. cadete Carlos Manoel
Ferreira, Dr. Jos Jansen do Passo e 11 escravo.
Fernando tiendes de Almeida e 1 criada, alferes
Fabriciano Augusto da Silva, padre Luiz Lopes
Teixeira, Dr Candido Mendes de Almeida, sua
aeahora, t tllho e Seriados, conego Henriqoe de
Souza Brandio, Constantino Luiz da Silva Mou-
ra, T..rqalo Augusto Pereira Rrgo, cadete An-
tonio Emiliano de Almeida Braga, Jos Antonio
la Silva Vianna. Proflro Antonio A. Ribeiro e 1
escravo, Joo Frauklio de Alencar Lima, Fran
cis-e de Pauta Pessoa Jooior, Dr. Vicente Saboya
e 1 escravo, desembargador Antonio Jos Ma-
chado e 2 escra vos, Dr. Antonio Jos de Amo-
rim, 1 criado e 1 escravo, 36 praQas do exercilo,
6 aprendizes de niarinha, i recrulas de marinha,
30 escra vos a entregar.
MATADOURO PUBLICO '.
Miiaram-se no dia 6 do correte para o con-
sumo desta cidane 87 veces.
Mortaliuade do da 6.
Martinha, parda, 2 annos coquelacho.
Antonio, pardo, I mez ; convulsoes.
Francisca, parda, 8 dias; espasmo.
Salvador Pereira Braga, braoco, viuvo, 70 annos;
apoplexia cerebral.
Juvencio, branco, 8 annos ; ttano.
CHRONICajUIClARIA.
JL'RV DO RECIPE.
1* SESSAO.
Da 6 Je marco.
PRESIDENCIA DO SR. I>R. JUIZ DE DIREITO DA SE-
GUNDA VARA CRIMINAL FRANCISCO DOMINCUES DA
SILVA.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopol-
dina de Gusmo Lobo.
Escrivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco de
Paula Esteces Clemente.
Advogaaos, 09 Srs. Manoel da Silva Pessoa e
Romualdo Alves de liveira.
A's 10 horas da mantisa, o escrivo procede
chamada e veriQca estarem prsenles 40 ju-
rados.
Foram multados em 209000 cada um dos se-
ohores multados nos das anteriores, os quaes
abo apresentarara escusas, e mais os senhores
que faltaram sesso de hoje.
Entra em juluamenlo o reo Leandro Ferreira,
acensado cor enme de offensas physicas, lendo
por seu defensor o Sr. Manoel da Silva Pessoa,
que prestou o devido juramento.
O consclho de sentenca foi composto dos Srs.
jurados :
Jos Francisco Alves taonteiro.
Joaquim Vital do Aroaral.
Domingos Nunes Ferreira.
Antonio Carloj Pereira de Burgos Ponce de
Len.
Jos Elesbao Borges Uchoa.
Joo da itoch* e Silva.
Jos Joaquim Ramos e Silva.
Joo Antonio C<>elho.
Lui Jeronymo Ignario dos Santos.
Francisco Pereira Vionna.
Jos Francisco de Moura.
Luiz Jos de liveira Diniz.
E prestar-im juramento sobre o litro dos San-
tos Evangellius.
Foi o reo interrogado.
Lido o procesbo, deu-se a palavra ao Sr. Dr.
promotor, que pedio a condemnaco do reo
no grao medio do artigo 201 do cdigo cri-
minal.
O advogado do reo deduziodo a defeza pedio a
sua absolvicao.
Finios os debates, e preenchidas as demais
solemnidades da le, o Sr. Dr. juiz de direito
perguutou ao jury se eslava suCQcientemenle es-
clarecido para jutgar a causa, e lendo resposta
afnualiva resumi a materia da accusai;ao e da
deezu, propendo ao conselho os quesitos se-
guintes :
IoO reo Leandro Ferreira, no dia 4 do ju-
Dho do anoo prximo passado, na ra da Bomba
desta cidade, ferio a Manoel Jos Cactaoo Bar-
bosa ?
2oEste (eriraenlo pro luzio no paciente grave
iucommado de saude?
3oEste ferimento produzio no paciente in
habilitarlo do servido por mais de um raez ?
4oExistem circumstancias altenuanles a fa-
Tor do reo?
Lidos os quesitos pelo Sr. Dr. juiz de" direito,
oi o jury de sentenca reculhido sala secreta
das conferencias cora o processo e quesitos.
d'onde voliou depois de meia hora, respoudendo
aos quesitos pela maneira segutnte :
Ao Io quesitoNao, por unanunidade de vo-
tos, e deixaudo de responder aos outros por u-
carem pr.-judicados.
Lidas as respustas pelo presidente do jury, o
-Sr. Dr juiz de direito publicou sua scntenc* at>-
8olvendo o reo e condemnando a municipalidade
nas cusas.
Como se sabe, no fundo da prisios que or-
dinariamente dapari-se a mais desoladoura en-
armidade da misena. Ahi Haem penetrar o te-
jo e a candada do.instituto. da Misericordia. E
tal foi o paosaraenlo do legislador, qiaudo creou
entra os mordomos da Santa Cui um adrogado
para as pendencias judiciaes.
Entretanto, o que ah se vft todos os dias. qne
mullos infelices sao arraslados ao supremo tribu-
nal do jury um que um orglo de defeza Ihe te-
nha sido destinado pela candarte publica. Este
estado de cnus's deve methorar pelas valas ge-
nerosas da Santa Gasa.
Gomo qner que seja ttsra e futuro, o que cer-
lo que um hornero ha ahi de boa voniade, qi
qnai tero tmalo por timbre encarr**r ae por
humariilade de toda* as cansas indefezas. Por
nanitas vezs convidado o*lr> Exm. presidenta do
jary para tomar s >bre si esto pesado^encargn, es-
te importante ridadao arele semnre & este con-
vite com generosa amabilidad?. E nesla empe-
nho de srvir a cansa da hnmanidade desvalida.
como apostlo que o das ideas genarnaas, e'te
illutre enmorovinriano nio se forra a diligencia
e esforco por raelhorar a sorte dos infelizes.
Queremos fallar do Sr. Romualdo Alves de Ol
veira que a apparecendo no fflro *om esperan-
ce. Ao nossn prestimnsn amigo, as nossas felici-
lacOes. P*sam ellas inspirar-Ihe o amor do tra-
balho o retemperar-lhe no espirito esta devocao
pelas grandes ideas, queja o distingue.
6 de margo.
* *
Retira-so hoje desta comarca o Sr. capillo Jo-
s Pereira Teixeira. que ha mais do um snno ex-
ercia o cargo de delegado.
Sua retirada nos'consta, que fra por ser ne-
cessarios bpus servicos no coran que pertence:
nao podemos dmxar'de patentear ao respnilavel
publico, que o Sr. capito Teixeira na qnadra
melindrosa pnr que passou esta comarca, por-
tou-se de manara til, que neo deixa um s de-
safferlo. Sfii pnnripal cuidado era a manuten-
cao da ordem publica, e a puntean dos crimino-
sos ; sera rom ludo faltar aquella delicadeza e
urbsnidade que deve presidir aos funecionarios
desta ordem.
Pateamos votos para que o Sr. capillo Teixeira
contine a prestar os seu valiosos servidos sua
patria, que sera duvida conliuuar i merecr ao
eslima de todos.
Cabo, 5 de margo de 1861.
* *
SEGUNDO JULGAMENTO.
PRESIDENCIA DO 9A. DR. FRANCISCO DOMINCUES
HA SILVA, JUIZ DE DIREITO DA SEGUNDA VARA
CRIMINAL.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopol-
dina de Gusmao Lobo.
Escrivo, o Sr. Joaquim Francisco de Paula
Esleves Clemente.
Sendo notamente feita a chamada dos jurados,
acharam-se presentes os rnesmos'iO.
Entra em julgamento oreo Manoel Joaquim do
Correspondencias.
Senhores redactores Londo em sua Revista
de 19 do crreme a oarracao oo occorrido poroc-
casio do triste aconlecimeuto do tiro dado o'um
luglez portador do dinheiro para diversos ponos
da va frrea, feita de modo inexacto, ejulgando
que seria coeveniHole ractificar os Jacios, apresso-
uie em faze-lo, uiteirado dalles como estou por
hpv-ios presenciado.
O enrontiro do Ingiez com sens aggressores
lave lugar em torras do engeuho AripiD e nao
no lugar Br>jo de Areia, couformo disse o aeu
noiiciador. ludo o Ingiez ferido com outro com-
pauheiro foram acoramettidos no lugar designsdo
por dous individuos armados um com urna espin-
garda e ouiro com um faco e ccete, que logra-
ram tomar o dinheiro que levavam, porm pas-
sand.i nessa occasiao Joo Florentino Cavilcanli
deAlbuquerque Jnior, cora dous trabalhadores,
e ourindo o barulho do tiro e pancadas, aecudio
mas nao encontrando niuguem traiou sem demo-
ra; de voltar reunir gente para persegui-los. Eis
qe vem chegando da Escada o cida lo Joo F-
lix dos Sanios com sua familia, e sabendo do que
se psssava doixou sua familia em casa do capito
Pedro Ernesto Rodrigues da Silva, etralou do per-
seguir os criminosos mandando um morador seu
de nomo Eslevo, um trabalhador da estrada de
ferro de nomo Tliom o outras pessoas que por
alt logo appareceram que so espalhassem pela
mjata em quanto elle reuna genie suicieiiie pa-
ra^ cerca-la. E, de (acto, dando cumpnmento
e.ssn incumbencia as referidas pessoas se espa -
Iharam pela mala, e nessa occasio vio Eslevo
passar os dous criminosos, mas estando s e de-
sarmado se poc segui-los como eslraiiho ; po-
rm ouviudo puuco depois gritos do companheiro
Thom poz-se igualmente gritar como quem
chamava g"lite o quu deu em resultado assust^-
loB de modo que se pozeram correr, succ*-dendo
tropezar era um sipo e deixarem cahir o sacco
do dinheiro era cima do qual se seniou logo Tho-
m, pelo qual passou Eslevo continuando ainda
persegui-los al quo ven lo os perseguidos que
elle eslava s e desarmado Ihe li/.er.mi frente e
obrigaram-o assim voltar. Chegando enlo
Joo Felix.com perto de quinhenlas pessoas, ira-
lou de bater a mata, mas os assassmos tiveram
lempo de evauir-.se, e por mais deligincias que II-
zerara nao foi possivel descoDri-los parecen lo que
se haviam eolrauhado pela ierra dentro Foi eu-
lo, depois de ludo ultimado, que o delegado e
sudelegados se apresenlaram, e sabendo das
providencias dadas por Joo Flix nada mais li-
vexam fazer. E' necessario tambem declarar
que o Sr. Faria nao tratou do ferido que foi logo
pensado pelo capito Pedro Ernesto com lana so-
liuitude quo inda mais teve a fazer o Sr. Valpe
quando chegou. O mesmo capito Pedro Ernes-
to, o referido Joo Florentino e,um seu Irma o
mijito ajudaram Joo Flix em seus estorbos.
Jal foram capturados diversos individuos que se
tem como cmplices do delicio, e nao set se um
dos autores, o consla-me que j fra preso na
freguezia de Agua Pela o verdudeiro criminoso
donme Podro Leapoldino, e a ser exacta essa
Sant'Atina, aecusado por crime de (enmentos M"sao, ainda se deve ao Sr Joo Flix que para
bu defensor o Sr.
que prestoiro de-
graves, lendo o mesmo por s
Romualdo Alves de Oiiveira,
Vido juramento.
O coosniho de julgamenlo foi composto dos se-
guintes Srs. jurados.
lysses Prnambueno de Mello.
Bernardo Falco de suuza.
Gedeo rorjaz de Lacerda.
Jos Pacheco de Medeiros.
Jos Joaquim da Costa.
Manoel Antjnio da Silva Rios Junloc.
Antonio Conrado Sabino.
Joo da Rocha e Silva.
Marcelino Dornellas Cmara.
Manoel Ignacio de Torres Bandeira.
Luiz Josde liveira Deniz.
Dr. Luiz Jos Carneiio dejSouza Lacerda.
E prestaran] o juramento aos Santos Evan-
gelhos.
Foi o reo interrogado.
Lido o processo, fui dada a palavra ao Sr. Dr.
promotor, qne pedio a condemnaco do reo uo
4jro medio do art. 203 do cdigo criminal.
O advogado do reo, deduziodo a defeza, pedio
a sua absolvico
Pitidos os debates o Sr. Dr. juiz de direito re-
sumi a materia da aecusaco e da defeza, e
propoz ao jury os quesitos seguintes :
IoO reo Manoel Joaquim de Sanl'Anna, no
-dia 2 de setemoro do anno prximo passado, na
freguezia de Muribeca, ferio a Manoel Pedro da
Fonsec ?
2oEste ferimento produzio no paciente grave
incommodo de saude ?
3aEste ferimento produzio no paciente inlia-
bilitacao de semeo por mais de um mez?
4 Existem citeuinstancias altenuantes em
favor do reo t
Lidos os quesitos pelo Sr. Dr. juiz de direito,
foi o jury de sentenca recothido sala secreta
das conferencias cora o processo e quesitos,
d'onde votiou depois de meia hora, respou-
Ao 1 quesito Sim, por nauimidade de
?otos.
Ao 2* e 3o qeesitoNao, por unanimidade.
Ao 4* quesitoSin, por tt volos.
Lidas ss respostas pelo presidente do Jury, o
Sr. Dr. juiz de direito proferto sua sentenca
condemnando o reo um mez le prislo e multa
correspondente a melado do tempo.
Levantou i sesso t horas e meta da tarde,
adiando-a para o dia seguate, as W horas Ja
tneaha.
Communicados.
alt man ion seu morador Antonio Jos de Lyra
que li denunciou do faci.
Nao convm esquecer que para estas deligen-
cias mullo tem concorrido o Sr capito Henrique
Marques da Silveira Luis, que tem sido acompa-
nhado pelo subdelegado do i" dislricto Aggo.
Escada 28 do fevereiro de 1861.
Jos Candido Dias.
Praea lio ftectferi de
mar^o de4861.
\s tres Vvoras da Urt\.
Cotstfes ofMclai>si
Cambio sobre Lundres-26 lit.265i8e 26 3i4 di
por 1 90 dias de vista.
Leal SevePresidente.
Frederico Guimaressecretario.
IHuudega.
Readimento do da 1 a 5 ,
dem do dia 6.....
6882UW1
12:8745.3
8^696iOI4
Hoviraento da alfaudes.
Volumes entrados com fazendas..
* com gneros..
Volumes saludos com fazendas..
* com generas..
93
413
------506
47
350
------397
Descarregara hoje 7 de fevereiro
Patacho nacionalBom Jess liversos gneros.
Galera franceza Solferinafazendas.
Bngue in Escuna sarda Aunessionemercadorias.
Bngue portuguezAmalia Imercadorias.
Patacho americanoLanzaretemadeiras.
Exaorln;ao
Do dia de marco.
Barca franceza Cephise, para Marseillo, car-
rega:
Tysset freres 600 saceos com 3000 arrobas de
afamar.
Patacho francez Alix, para Marseille, carre-
ga :
Tysset freres, 600 saceos com 3000 arrobas de
assucar.
Brigoe francez Assumption, para Marseielle,
carregou :
Tysset freres 50 saceos com 250 arrobas de
as.-ucar.
Navio portuguez Soberano, para Lisboa, car-
rega ;
Barroca & Medeiros, 10 meias pipas e 19 har-
ria com 2078 medidas de mel.
Brigue iugtez Slrallon, para o Canal, ca%-
rega :
C. J. Astil*}- & C. 600 ssccos com 3000 arro-
bas de assucar.
He9Cb4BdWtria de rendas internas
geraes de Peraamlaeo.
Rendimenio do dia 1 a 5 18 608)199
dem do dia 6.......2l38j9d2
Dr. Jes Sergio Ferreira.
Luiz Pedro Ferreira.
Manoel Domingues de Oliveira.
Manoel Ildefonso de Soma Lima.
Pedro Lopes Rodrigues.
Padre Toemistoeles Romio Pereira dos Santos.
Pela a Imintstraci do cerraio desta cidade
se faz publico que as malas que tem de conducir
o vapor Cruzeiro do Sul para os partos do-sul,
fechar-se-ho hoje as 2 horas da tarda : os se-
guros serio hitos al 1 hora
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes :
Para provimento do armazem do arsenal de
guerra.
500 vassouras de palha de carnauba.
100 ditas de junco.
50 arrobas de cabo de lanho velhe.
20 arrobas da chumbo em leacol.
500 pelles de cabra.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
sua> proposts em carta fechada na secretaria
do conselho, is 10 horas da manhaa de dia 13 do
correle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 6 de
marco de 1861.
Btnto Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Avisos martimos.
Para a Bahia segu em poneos dias a es-
cuna nacional Carlota: para alguna carga qua
Iha falta, trata-se com seu consignatario Fran-
cisco L. O. Azevedo, na ra da Madre de Dos,
n. 12,
20:74713l
Consolado provincial.
Rendimento do da 1 a 5 11:1345773
dem do dia 6.......1:7545546
131893319
Movimnio rio porto.
iVatnos entrados no dia 6.
Honolul 36 dias, galera americana Eufrates,
de 360 toneladas, capito l. II. Gleaih. equi-
pagem 24. carga azeite de o*ix* : o capilo.
Veio refrescar e seguio para New Bedford.
Para e porios intermedios9 dias e 6 horas, va-
for brasileiro Cruzeiro do Sul, commaodanle
0 tenenie Puntes Hibeiro.
Navios sahidos no mesmo dia.
ParahibaBarca ingleza Isabelta Anna, capillo
John Bubson, em lastro.
Rio de JaneiroBarca americana Reindeer, capi-
to Coulto, em Ustro.
Kio de Jan"iroPatacho brasileiro Beberibe, capi-
to Manoel Jos Viuir, carga assucar e agur-
denle. Um escravo a entregar.
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o.
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A noite clara e de alguna agoaceiros, vento E
fresco e assim amanheceu
OSCILT.aCAO DA M1K.
Preamar as 11 h. 6' da manhaa, altura 5,2 p.
Baixaraar as 5 h. 18' da tarde, altura 2, p.
Observatorio do arsenal de marinha, 6
marco de 1861.
ROMANO STEPPLB,
1". lente.
de
ditaes.
Um dos mais importantes servidos qee leve a
rjrovrneia ao Etra. Sr.'AmbrorltrL*itio da Conha,
por sem duvWaa ertc;ao na Sama' Casa *> Mi-
tericordia. esta utoa retltuiclo -qne, deall-
nando-se amparar os infelizes ea hora extrema
da adversidde, os deve procurar onde 'qner qua
elles se encontrtxo,'
Srs. redactores.C-rtaraente nao foi sem asco
que todos us leraos em vosso acreditado Diario
de hoje, urna pablicaco recheada de mil injurias
e calumnias para serem despejadas contra a in-
wilneravel repotago do muito honrado escrivo
deorphos da vilid do Cabo, e nosso digno amigo
o Sr. Manoel Jos de Santi Anna e Araujo.
Felizmente conhecido em todo Pernambuco co-
mo o Sr. Araujo, e sabendo-se que o seu ag-
gressor o Sr. de Cajabuss, representado na
pessoa de um misera'el quo a ludo suDtnetle-se
para bera servir^ seu amo, julgaraos dispensados
da ractificar qualquer das assergoes ennnnciadis
era nossos anteriores escriptos, e to evidenie-t
ment confirmadas por urna correspondencia do
Sr. Araujo, tanto mais porque nessa publicado
a que respondemos nicamente por differeocia ao
puDIico, nao se encontr um s argumento, urna
s prova que dislrua, nem ao menos que ab.il.is-
se a verdade de um s dos tactos Corarovado
com documentos authenlicos e irrecusareia que
forarn expostos apreciago de um publico sen-
sato e cireu raspelo.
Que importara esses altestados graciosos ad-
quiridos com astucia pelo Sr. de Cajabuss para
azeirar a sua repugnante manire/fo, se coradlas
nao desfl'erara as tristes 0'cuneadas que se do-
rara na villa do Cbo, suscitadas por um desgra-
nado quo ebrio e armado de urna faca de pona,
assmclhava-se a um desses bandidos de phisio-
noraias sinisiras ?
O Sr. de Cajabuss to useiro e viseiro como
em atirar tuda a casta de injurias, nao o me-
nos nas falsidades que de chofre formam-so em
sua encandecida imaginario, e tanto aasim que
nao Ihe cuslou assevererar de publico, nao aer-
nos genio o proprio Sr. Araujo, qua metamo'r-
phosado em Juetus tratara de elogiar-se a si
proprio.
Para que fique ainda desmentido aquello que
se nio peja de cousa alguma, que a lodo o ho-
mem seria urna vergouha, pedimos sos Srs. re-
dactores, queiram dizer ao pe desta correspon-
dencia que horas Ihes dirigimos para so fazer a
prsenle publcaeio(l). Se o Diario do hojes-
raente deveri chegar as mos do Sr. Araujo 6s
10 horas do dia, na villa do Cabo ; cujo Irera da
va frrea s aqu chegar is 4 1(2 huras da larde,
claro sermos outros e nio o Sr. Araujo, que se
(Irma por
ruius,
------------------. -..,,------Li-------------------
(1) A correspondencia-suppra foi-nos entregue
bontem asU horas da manhia.
OWdictorts,
O capilao Joaquim Cavalcanli de Albuquerque
Mello, juiz do paz mais volado e presidente da
mesa parochial desta freguezia de S- Miguel de
Barreiros em virtude da le etc.
Faz saber a todos oa cidados desta dita paro-
cliia e mais a quem convier que em virlude das
oceurrencias haras hoje nesla matriz por occa-
sio da formacio da m-st, redaeg e assignatu-
ra da actn respectiva e para evitar que a ordem
publica fosse alterada e houvesse derrmenlo de
sangue foi forjado rom a mesa parochial depois
de legalmenle conslitui la o empossada a suspen-
der na Irbathos respectivos, addiando-os para o
dia 2i do crreme, e para cooslar mandou aQixar
o presente na porta da greja matriz e publicar
pela iraprenaa.
Villa de Barreiros 3 de margo de 1861. Eu
Ignacio Rodrigues da Fonseca, escrivio subs-
crati.
Joaquim Cavalcanli de Albuquerque'Mello.
Juiz de pa; presidente da mesa parochial.
eeiara^tts.
Xofreio geral.
A$ malas que tem de conduzir o va-
por brasileiro Cruzeiro do Sul para os
portos do sul, fecham-se h^je (7) as 2
lioras da tarde e recebe os seguros at
1 hora da tarde.
Crrelo geral.
Relacao das carias seguras viudas do norte pele
vapor Cruzeiro do Sul, e das existentes nesla
adminisiraco para os senhorea -abaixo decla-
rados :
Antonia Luiza Guedes.
Antonio de Paula Fernaodes Eiras.
Antonio R'b.-iro Pacheco de Avilla.
Dr. Antonio Coelho de S Albuquerque. (2]
Caetano Xavier de Brto.
Dmaso Melquades Barata.
Domingos Rodrigues de Andrade.
Euzebio Jos Antunes.
Filippe Marques dos Sanios.
Francisco S"rra Carneiro.
Gued*s & Goncatves.
Joaquim le Marros Corris deQueirega.
Joaquim de Oliveira Mala.
Joo Bautista dos SatoS LObo.
Joio Mariatle Lotnreiro "Tararas.
Jos Carlos Teixeira.
Jostj'rsacUco'-Heeeado.
i.'ioaqurm da Silva Gomes.
Jos Luiz da Cdsla Bocha.
Jos Maris da Garralho Jnior,
COMI'AMUA PERNAIBUGANA
DE
iMavegaeauosleiraavapir
Par.ahtba, Rio Grande do Norte. As-
su', Aracatv, Ceara' e Acaracu'.
O vapor Jaguaribe, eommandante Lobato, sa-
hir para os portos do norte al ac Acaracu no
dia 7 de m'arjo 5 horas da tarde.
Kecebe-se carga at ao dia 6 as 3 horas. Pas-
sageiros e dinheiro a frete at ao dia 7 s 2 ho-
ras : escriptorio no Forte do Mallos n. 1 -
Para Lisboa segu com toda a brevidade o
brigue portuguez .Softerono, por ter quasi todo
seu carregamento prompto: para o resto e pas-
sageims, trata-se com o consignatario T. de Aqui-
no Fonseca Jnior, na ra da Cacimba n. 1, pri-
meiro andar, ou com o capito Anlonlo Agosti-
nho de Almeida, na praea.
Para Lisboa segu com rouita brevidade o
patacho porluguez Jareo, recebe carga a frete
e passageiros, para o que trata-se com seus con-
signatarios Amorim Irmios na ra da Cruz n. 3,
ou com o capitito J M. Coelho !>obrlnho, na pra-
ea do commercio.
- A agencia do vapor de
reboque acha-se estabelecida no escrip-
torio di companhia Pernumbucana no
Forte do Mattos n. 1, onde se recebem
avisos para qualquer servido tendente
ao mesmo vapor.
Para o Axacaty e Assu*
segu com brevidade o hiatecSmta Rita, j tem
a maior parle da carga ; para o resto trata-se com
Martios Irmo, ou com o capito Antonio Joa-
quim Alves.
COMPAMIA PER\AMLCA\A
DK
\avegacao costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte,
Assu', Aracaty e Ceara'.
O vapor Jaguaribe, commandanle Moroira, se-
gu para os porios do norte at ao Ce ir no dia
22 do crreme mez s 5 horas da larde.
Rncebe carga al o dia 21 ao meio dia. Eo-
comrandas, passageiros e dinheiro a frea at o
dia da sabida s 2 hiras: escriplorio no Forle do
Mattos n. 1.
Cciir e Acaracu.
O patacho Emulacao. segu por esles dias
por ter parle da carga prompta e para o resto a
tratar com o capito ou Manoel GonraUes da Sil-
va, ra da Cadeia do Becife.
Leiloes.
Sexta-feira 8 do eorrente.
. Evaristo, autorisado por despacho do Exm. Sr.
Dr juiz especial do commwcio, far teilao da
taberna da ra do Rangel n... perlencente a Jo-
s Moreira da- Fonseca, por arresto feito por An-
tonio da Silva Pontea Guimares e o o Iros na
maema -taberna s 11 horas em ponto fV dia
cima.
O agente Hyppolito da Silva autori-
sado pelo Sr. capito M. Jordon, capi-
to do pataclio americano A B. Jor-
don, consignatarios Henry Forster &
C, ara' IcilaO por conta e risco de quem
pertencer e em presenca do Sr. cnsul
dos Estados-Unidos e com autorisaco
do Illm. Sr inspector da alfandega, de
cerca de 1,000 a 1,500 couros seceos
avariados d'agua salgada, e mais um lo-
te, podendo os Srs. pretendentes exa-
mina-los no armazem alfandegido do
Exm. barSo do Livramento no caes
d'Apollo, etTectuando-se o referido lei-
lao sexta-(eir 8 do correte as 11 ho-
ras em ponto no referido armazem.
Fu taram oa dormida em catninho para o Re-
'*t !* B* *0,nb0,o de assucar, no engenho
Ourjtsu de Baixo, tres quaitos, um castaotte eec-
fpi 481 ""arca Rde ferro na anca, outro caa-
Krohd escuro grosao, com estrella na testa, igno-
ra-ae I a marca do ferro, o outro rudado muito
passefro, grosso, com a marca 60 no raarto,
rorbados na noileaJo dia W de fevereiro -preti-
mo presado, sendo proprioiade do Sr. da enge-
nho P-eizeiras. Jos Rodrigues de Sena' Santos,
na freguezia da Escada. quem smiber de noticia
nodiii engenho ou na ra da Cadeia do Recite
n. 50.
O abaixo assignado previne ao
Sr. Dr. Joaquim Barbosa de'fci-
qaeo5o pague a letra 4 impor-
de 200$ aceita por S. S. a favor
Illm
na,
tancijt
do abaixo assignado, visto que dita le-
tra djesencaminhou-se, bem como que
ninguem com ella podera' fazer tran-
sacqSs alguma. Becife 6 de marco de
1861.Theodoro Bezerra dos Santos.
Precisase de um destribuidor pa-
ra entregar este Diario nos arrabaldes
desta cidade : na hvraria n. G e 8 da
pratjs da Independencia.
Apaaiga, Hijo & C.
puticipMii ao respeita-
vpl corpo do commercio
qjue o Sr Juan Angla'da
fl'jo, socio gerente de
sua casa nepa pra^a
deixou de fazer parte da jj
mesma so<; eila le desta
dktaetu diante.
Pernambufo, 4 de
re arco de 1861
48 barris com pei-
xe salino,
Quinta-feira 7 do crvente s
11 horas:
O agente Panto com autorisaco dos
Srs. Saunders Brothers & C. e por con- g
ta e risco de quem pertencer. fara' le- ^mJymj-mj'mj ^* yB*9s*m3*&WSM
Isn jioi,. i i I Alura-se urna sala com 3 liarlos na na
lao de 48 barus om peixe salmao, ulti- | do Quemado n. 14. a tratar na je.
mmente chegado de Terra-Nova, no Desde o dia 4 de man; > eorrente,
dia e hora cima indicado no armazem que stj ausentou da casa de Manoel An-
do S
Annes defronte da alfandega.
Couliouacao do leilao
DA
Ra Novan. 26
IjM
TOS. ;
Quinta feira 7 do eorrente. j
agente de leilOes Vicente Camargo
com autorisatjao dos administradores ds q ^^
massa de Manoel Antonio dos Passos x @ ^"*
C, fara' leilao de todos os movis que '
existem na mesma casa, e que consiste! a CO
demobilias branca, guarda roupa, ap-| aaaaJ
paradores, cadeiras avulsas, camas, b- l
des, lavatorios, estantes, camas france-
za* e outros objectos que estarao no acto
do leilao. As 11 horas em ponto, no es-
taleiro do mesmo na ra do Brum.
1 tomo Gonijalves, o seu escravo Damiao,
! mulato, com 18 annos de idade pouco
mais ou menos, baixo, corpo reforja-
do, cabera grande, rosto redondo, na-
riz grande e chato, olhos pequeo,
bocea grande e pescoco curto, levou
roupa preta, sendo camisa de chita e
calca de mitira : quem o pegar leve o a
seu senhor na ra do Cabuga' loja n. 5,
que al i sera' recompensado.
NMitfMflVfMffftiti
3
Prcd
os e
LEILAO
DE
lima armaeflo.
Sabbado 9 do eorrente.
CjSta Carvalho tari leilao porconta do Sr. Joa-
quim Gonc'Ues de Azevedo Haia, da armario da
taberna da ra Augusta n. 114, a qual tem duas
frentes.
Tambem
vender varios gneros -pertencentes mesma,
sem reserva e prego. ___
escravos.
Quinta-feira \ 4 do cor-
rente s \\ horas.
Antunes autorisado pelo Sr Jos Nu-
nes de Paula, fara' leilao em seu arma-
zem na na do Amorim n. *8, dos
predios e escravos pertencentes ao dito
senhor que para liquidar serao entre-
gues pelo maior prec.o alcanrado, a
saber :
O sobrado n. 48 de 2 andares e sot5o si-
to na ra do Amorim. com chaos
proprios.
Dito em Olmda de um andar e sotSo
sendo atraz terreo, com a trente pa-
ra os Quatro Cantos e ladeira da Mi-
sericordia, chaos pioprios.
Urna casa terrea no Varadouro, con-
cluida ha pouco tempo, com 5 quar-
tos, 2 salas, grande quintal, e urna
grande padaria no mesmo, com oi-
tfles dobrados, foreira a cmara mu-
nicipal.
A terca parte da casa terrea sita na ra
da Imperatriz junto a padaria do Sr.
BaTilier.
4 escravos de muito boa conducta, sen-
do um detles excellente padeiro e
forniro, as 11 horas em ponto.
3 -Ra tMreita do Rosario3
Fiancisco Pinto Ozono continua a col-
loca denles arlifiriaes tanto por meio de
mol s como pela pressao do ar, nao re-
ceb< pa alguma sem que as obras nao
(lqutm a vontade de seus donos, tem pos
e oulras prepnracoej as mais acreditadas
para conservaeo da bocea.
lu grande sitio ua estra-
da do Arraiai.
Sexta-feira 8 do eorrente.
Antunes far leilSo em seu armazem na ra
do Imperador n. 73. de um grande sitio no prin-
cipio da estrada do Arraiai juato ao do Sr. Mar-
colino Jos Lopes, com expeliente asa de pedra
e cal, contendo 8 fuertes, 2 satas, 1 gabinete,
cosinha. estribara muito boas larangeiras, sa-
potizeifos, pinheiras, coqneiros, urna grande baf-
xa de capirn. um riacho no mel do sitio com
banheiro, chaos proprios. Os petendeotes di-
rijam-se au referido sitio para o examinares,
tendo lugiroieilo s 11 horas era ponto.
Em frente di alfandega.
DE
30 barricas com sardi-
nhas, 13 barris com
presuntos, 3 caixas
conservas.
SEM LIMITES.
Antunes far leilao, hoje as U horas cm pon-
to, dos objectos cima indicados, sem reserva de
preco algum.
Avisos diversos.
Urna taberaa.
Quinta-feira 7 do eorrente.
O agente Cosa Carvalho fara UHio da tabor-
fla sita na ruaDireila n. 113,>por conta deSefio
rnarls de Cr*s4ho timo twm autoiaaiatarle
1 seus credores no da cima isrll horas, em um
* s lote oa t retilho a ronla dos comprador^.
Programma da procissio do'Senhor Bom
Jess das Dores e a milagrosa imagem do Senhor
Bom Jess dos Pobres Aflictos, (fue lera lugsr a
sahir da reja de S. Soneallo do bairro da Boa-
Vista, no dia 104o corrale mez pelas 3 horas da
tarde, a saiiir em frente, ra da Santa Cruz, ra
V'elha, traveasa do Veras, ra do Aragao, ra de
Rosario, ra da Conceicao, Praea, ra do Hospi-
cio, rus Forroosa, na da Aurora, rata da Impera-
triz, ra,da Matrii, ra da Gloria, rus do Cute-
vello, Trempe, e ra do Sebo ao rerolher: e
para que ae torneo nosso atrio com mais brilhan-
tismo, convidamos a lodos os nossos Irmios a de-
votos pranos fazer a honra de accompanhar.
0 escrlrao, Beato Francisco da'Cunha.
Ccmpra-se urna lacha de cobre em segunda
mi, a cual seja rendo, quem tirer annuncie.
Salibado 9 do eorrente, depois ds audiencia
do Sr. Ir. juiz municipal da s-zunda vara, tem
de ser arrematada por ser a ullima praQ, a casa
terrea d > tiaressa da S*nzala Nova n. 9. no va-
lor de 560;}, para paamonln do selo nacional da
hersnea deixada por Bent i Fernaodes do Passo.
~ Ni armazem do caes da alfandega n. 7.
exietem crias para o Sr. Dr. Antonio Boarque do
Gusman e Sr. Balbino Simdes de Carvalho Ca-
mello fessoa, viudas de Macei.
Aireoiatnciiode predios.
Nos d as 8, 12 e 15 lo corrent mez tem de ser
arremalados por venda, finda a audiencia dojui-
zo dos < rphaos. os predios seguintes : um sobra-
do de 2 andaras e sotao na roa da C ideia da fre-
guezia e S. Frei Pedro Goncales n. 10. em so-
lo prop io ; im dilo de 3 andares com solio na
ra da (ruz da mesma frejruezia n. 21, solo fo-
reiro ; i m dito de dous andares e sotao na mes-
ma roa n. 5, com frente para o caes do Trapiche
solo proprio ; un dilo de um andar na ruada
Senzala Velha n. l.solo proprio, os quaes vo
prae.i a requerimento da viuva e inventarenle
do Unac o Antonio Pedro das Neves, spndo effec-
tuada a arrematarlo na praea do dia 15.
A uga-se um moleqoe de 18 a 20 annos pa-
ra alguma casa eslrangeira ou hornera slt>iro,.
por ter muito boa conducta : na ra do C'bug
n. 16.
Satpies para Por-
tugal.
Carvjlho, NogueiraA C. na ra do Vigario n.
9, prira;iro andar, sacara sobre Lisboa e Porto.
*s*!flaer! wr "ffiw^a^'^^j? 9Sw fsw "*sw ^wa* -^^wasi
. mlonio da Costa e Silva Maduro faz |3K
scie ite que o seu mano Miguel Antonio da Gusta e Silva deixou de ser seu cai- ta
eir i desde o da 26 de fevereiro de 1861. fe
Esteven,
carreiro
Fugir m do engenho Garra, freguezia da Esca-
da, procriedade de Manoel do Carmo Rodrigues
OS tres escravos seguintes: Aleamdre.
de idade 35 annos, crinlo, muiio habi-
lidoso'n i engenho, altura media, corpo secco,
pemas nas, com fultas de dents na frente, bar-
bado con pouea suissa, macees fulas, como se
estivessi amarello. testa caniuda, serve-se com ta
mi esq lerda, tem um taquinho tirado na ore-
Iha dir la, j estere por forro 8 annos, conhece
bem a frjeguezia de Serinhaem. Rio Formoso. Bo-
nito, Agua Preta e Porto Calvo, eale fogio no di
6 de Janeiro desle anno ; em 16 de fevereiro
tambera deste anno, o escravo rrioulo de noaae
Jos, bujm corpo, rethorico, cor Uual, pea e raaos
grandesi earreiro e almocreve, pooca barba, re-
presenta isrt6 annos de idade ; a 17 do mesmo.
um mulatinho de nome Damiao, com 6 palmos a
meio de altura, idade 12 annos, aceo do corpo^-
pernas finas, pea e mies muito descarnadlos,
rotto colmpndo, nariz afilado, cabellos solt,
desbolado da cor, unhas das raaos compridaoo
dos ps imperfeitas. Buso as autoridades, capi-
ties de campo e aos senbores proprietarios ae
dignem a merc de sua captura, que se pagar.
coragenerosidade a quem apprehender os dilo
asoraaofou-der aoliciaa com paevss sonde quar
Jue eslejam : naquolle engenho ou na ra da
adela'4o Recite n. 50.
Manoel Francisco de Aguiar, .preciaaBda
taiw w|ra-^i(an Euros, deiaaior oena jro-
curadorea neta cidade, em 1* lugar ao Sr. Tic-
i lorlo de Almeida Rabello, e om 8* 10 8r.1l.-
1 noel Aires Santiago,


(*)
dubio m mwinrooa. quista fehu r m mauco de **.
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA [PARBLHA D R. TOWH8III'
MELHORADO E FABRICADO SOB ADIRECCAO' DO DR JAMES R. CHILTON,
ehimico e medico celebre de Na Yrix
EX-
GRANDE SPERIORIDADE DO
TRATO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo sea extraordinario
e quasi miracoloso effeito no
sangue.
Cada um sabe que a saode ou a infermiJade
depende directamente do osudo deste FLUIDO VI-
TAL. Isio ha de ser, visto o partido importante
que tero na economa animal.
A quantidade do sangue n'um homem d'es-
talura mediana est avaliada pelas as primeiras
autoridades em vinte e oito arralis. Em cada
pulsacao duas oncss sahem do coraco nos bofes
e dalli todo o sangue passa alem no corpo huma-
no em menos de qoatho minutos. Urna dis-
posic,ao extensiva tem si-io formada e destinada
cora admiravel sabedoria a deslribnir e fazer
circular esta comiente e vida por todas as
partes da orgauisacjio. Deste modo corre sem-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
de fonle de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se empregna
de materias fejidas ou corrompidas, deffunde
com velooidade ELECTRIC4 a corrupgo as
irais remotas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno langa-se para tras e para diente pelas
arterias, pelas veias, e pelos vasos capillarios,
atacada orgo ecada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta msneira
a circularlo evidentemente se (az um engenho
poderoso de doenoa. Nao obstante ple tam-
bera obrar com igual poder na criarlo de saude.
Eslivesseocorpo infeccionado da doenga maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se smenle o san-
gue pJe fazer-se puroe saudavel ficar supeiior
a doenca e inevitavelmcnte expellir da coosli-
tuicao.
New-York, ha vemos vendido durante muitos an-
nos o eitraeto de salsa parrilha do Dr. Town-
send.consideramolo ser o extracto orignale
genuino de salsa parrilha do Dr. TovVnsead.
o qual primeiramente sob este nome foi
apresen lado ao publico.
BOYD & PAUL. 40 Cortland Street.
WALTERB.TOWJNSEND4Co,2l8Pearl
Street.
LKEDS& HAZARD, 121 Maiden Lae.
JOHN CABLE & Go, 153 Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F.TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAMd Co, 10 OldLIip.
OSGOD JENNINGS, 188 PearlStreet.
R. B. HAV1LAND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON.ROBINS & Co, 134W ater Street.
THOMAS & MAL. WELL 86 William Street.
WM. UNDERH1LL, Junr, 183 Water Street
DAVID T. LANMAN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, CLAY & Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M KFSSON&Co, 127 Maiden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFELIN, BROTHEB & Co, I6&
106JobnSt.
LEWIS & PRICE. 55 PearlStreet.
HAVILAND.KEESE& Co, 80Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK & Co, 110 Broadway,
lOAstor.
House, and 273 Broadway, cor.ofCham-
bers Street.
PHILIP SCHIEFFELIN, & CO107Watr
Streot.
POU & PALANCA, 96 Jobn Street.
HASKELL & MERRICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK d Co. 49 John Street.
CONHECEMOSAARVORE E SU AS FRU-
TAS
B IGUALMENTE
Conhecemos u Medicamento nos seus Effeitos
extracto eomposlo de Salsa parrilha do
O
Dr. Townsend
esta.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Streot.
O grande mananc.al de doenca entao como RUST & HOUGHTON, 83 John S. eet.
daqui consta no fluido circulante, e --
consta no fluido circulante, e ne-
nhum medicamento que nao obra directamente
sobre elle para purificar e renova-lo, possue al-
gara direito ao cuidado do publico.
O sangue O sanoue I o ponto no qual
se ha myster fixar a attenco.
O ORIGINAL E O GINUINO
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguista na cidade de
I.MINOR& Co, 214 Futon Street.
INGERSOLL&BROTHER, 230 PearlStreet.
JOSEPHE TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortland
Street.
HAYDOCK, COBLIES & CLAY, 218Pear
Street.
CUMIMG & VANDUSER, 178 Greenwch
Street.
Os C atarrhos, As Tsicas, etc.
O Extrato acha-se comido era garrafas qua-
dradas e garanle-se ser mais forte e melhor em
todo o respeito a algum outro puriGcador do
sangue, conserva-se em todos os climas por cor-
to espado de lempo. v
Cada garrafa do original e genuino extracto do Dr. Townsend tem assignalura e a cenido do Dr. J. R. Chlilton, na capa
exterior de papel verde.
No escriptorio do propietario, 212 Broadway, New York, e em Pernambuco na ra da Cruz n. 21, escriptorio, 1. andar, tam-
bem na botica da ra Direita n. 88 do Sr. Prannos.
0 MEDICAMENTO DO POYO!!
Adata-se lao maravilhosamente a constituido
que pode ser utilisado em quasi todas as enfer-
midades.
ONDE E DEBILIDADE,
fortalece;
ONDE E' CURRUPCO,
purifica;
ONDE E' PODR1DAO,
AL1MPA.
Este medicamento celebrado que lao grandes
servicos presta a humanidede, prepara-se agora
na nova fabrica, na esquina das ras Fronte
Washington), Brooklym, sob a inspeceo directa
do muito coiihecido ehimico e medico Dr. James
R. Chilln, da cidtdejle New-York, cuja cer-
tido e assignalura se acba na capa exterior de
cada garrafa de
ORIGNALE GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSA PARRILHA
DO DR. TOWiSESD.
O grande purlilcador to sangue
CURANDO
O Herpes
AIIerysipela,
FOLNMMA8 E 1881.
Achanj-se venda na livraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, as bem conhecidas folhinhas impressas nesta
typographia
tolhxnha de porta ou KALENDARIO eeelesiastico e civil para o
nt ii. rispad o de Pernambuco............ 160 r>
Utia ae algibeira contando alm do kalendario eeelesiastico e eivil,
expcago das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares e nascimenio e oecaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos impostos geraes, provinciaes e municipaes, ao
que se juntou urna collecgo de bellos e divertidos
jogos de prendas, para entreten i ment da mocidade. 320 rs.
contando alm do kalendario eeelesiastico civil, expli-
casao das festas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e oecaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commertio ; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni o
modo de confessar-se, e conungar, e os officios que a
igreja costuma celebrar desde domingos de Ramos, at
n. sexta-feira da Paixo, (era porluguez). prego..... 320 rs.
Vita (10 almatiak rH, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao prego de
Dita dita
Anda
s trocara as duas magens do Senhor
da Viraqaon. 31.
Attenco.
Candido Pereira Monteiro tem para vender em
seuestabelerimento 2 bilh.rea aseus pertences,
os melhores que exislem em Pernambuco, os
quaeta se acham forrados de novo, em muito
nom [estado, cujos pregos sao de 600 a 7001 e
so os vende por Ler feito encommenda de outros
modernos : na ra do Imperador. botequim im-
perial, que foi de Joaquim Jos de Paita
|Precisa-se de 800} a juros, dand-ae por
seguzanca um moleque de 8 annos : na ra Di-"
reita n. 82;
15000
A Adstriccaodo vbn-
tre,
As Alporcas
Os Effeitos do azoc-
GUK,
Dispepsia,
As Doencas.defiga-
DO,
A Hydropcsia.
A Impingb
As Ulceras,
O Rhedhatismo,
As Chacas
A I)F.BIL1DADE GERAL
As Doencasdepellb
AsBoRBULHASNACA-
BA,
As Tossbs,
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e fizeram-se muilas alterayoes, sendo a correc-
co a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias soffre mudanzas) acrescentando-se a nu-
mera?&o dos estabelecimentos commerciaes e industriaes;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pela oceupaco do individuo de quem se quer
saber a residencia.
so
Assignalura de banhos fros, momos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ......
30 carles para os ditos banhos tomados em qualquer lempo.
15 Ditos dito dito dito
7
0J000
159000
89000
49000
......
Banhos avulsos, aromticos, salgados esulphurosos aos precos anunciados.
Esta redueco de pre$os facilitar ao respeilavel publico o gozo das vantagens que resultara
da frequencia de um estabelecimenlo de urna utilidade inconlestavel, mas que infelizmente nao
eslando em nossos hbitos, anda pouco conhecida e apreciada:
CONSULTORIO
DO
MEDICO PARTEIROE OPERADOR.
3 IU A IIA(.LOniA.< ASA IHM I Vil VO:S
Clnica por ambos os systemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela manhia, e de tardedepois de 4
horas. Contrata partidos para curar annualmente, nao sopara acidado, como para o engenhos
u outras propriedades ruraes.
Os chamadosdevem ser dirigidos sua casa at s 10 horas da manha e em easo
de urgencia outra qualquer horado dia ou da noite, sendo por escriptoem que se declare
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que no forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro doRecifepo-
dero remetter seus bilhetes botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou i loja de
jivros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa de annuncianleacbar-se-ha constantemente os melhores medica-
mentos homeopathicos j bom conhecidos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tubos grande......,.....109000
Dita de 24 ditos.................159000
Dita de 36 ditos.................209000
Dita de 48 ditos............, 257000
Dita de 60 ditos................ 309000
Tubos avulsos cada um.........: 19000
Frascos de tinturas. : j............2*000
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
duxido em porluguez, com o diccionario dos termos
de medicina, eirnrgia etc.. ele........209000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 109000
Repertorio do Dr. Mello Moraes. ,'. 6900*
Nova carlilha.
Acaba de sabir dos prelos desta typographia
urna nova edico da carlilha ou compendio de
doutrina chrisia, a mais completa dequantas se
tem impresso, por quanto abrange tudo quanto
continha a anliga caitilha do sbbade Salomonde
e padre mostr Ignacio, acrescpntaudo-so muilas
oracoes que aquellas nao linham ; modo de a-
cornpanhar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das festas mudaveis,
e eclypses desde o correte annu at o de 1903,
seguida da folhinha ou kalendario para os mes-
mos annos. A bondade do papel e excellencia da
impressao, do a esta edi;o da carlilha urna
preferencia asss importante: vende-se nica-
mente na livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Gama k Silva
estando em liquidago de sua loja de fczendaa,
Dita na ra da lmperatriz n. 60, por meio deste
aonuncio avisam a todos os seus devedores por
conla e letras j vencidas, a virem pagar seus
dbitos no prazo de 30 dias, contados da data do
primeiro aonuncio, lindo elle sero seus nomes
publicados nesle jornal. Iiecife 16 de fevereiro
de 1861.
JOIAS.
Joaquim Monteiro de Oliveira Guimaries com
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos freguezos e ao publico em
geral, que se acha sortida das mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e prata, e querendo acabar
com o negocio, est resolvido a vender mais ba-
rato do que em oulra parte, garantindo as ditas
obras, passando conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca obras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em oulra parte.3
romano.
Havendo a congregaco da Faculdade de Direi-
to desla cidade adoptado para texto das prelec-
coes de direito romano no correte snno as i'ns-
atui*t de Warokoenig em substituirlo aos ele-
mttilot de Waldeck, os senhores esludantes do
primeiro anno que quizerem ter aquella obra em
portuguez, podem drixar seus Domes e o impor-
te da assignalura (108000), na loja de livros do
Sr. Autonio Domingues, na ra do Collegio n. 87,
onde recebero as 64 paginas quo i se acham
impressas.
. A. Warnkcenig.
Em latim, na loja de livros da ra do Collegio
numero b7.
O padre Francisco Joo de Azevedo. com as
competentes habilitacoes, propoe-so a abrir no
1. de marco um cuiso constante de arithmetica,
algebra e geometra ; as pessoas que desejarem
estudar estas materias, pederao dirigir-se a ra
larga do Rosario o. 16, onde acharo
tratar.
com quem
Banhos econmicos!,
Na casa de banhos do pateo do
Garmo.
Nesle eslabelecimento (alem dos banhos j co-
nhecidos) se fornecer d'ora em vaole, por maior
ommodo do publicobanhos econmicossera
luxo, mas com toda a decencia e aos precos se-
guintes :
Ibanhoarulso | %m ^
7 c..t5e. para banhos }J* g^
30 banhos consecutivos frios ou moros 5f.
M. J. Le te, roga a seus deve-
dores que se digneru mandar pa-
gar seus dbitos na sua loja da
ra do Queimado n. 1Q, enten-
tendo-se paia esse fina com o leu
procurador o Sr. Manoel Gomes
Leal.
Precisa-se alugar um preto de meUidad^
11 ra Nota, loja o, 7.
O bacharel A. R. de Torres Ran-
deira mudou sua residencia da ra da
larga do Rosario n. 28, para a do Im-
perador n. 37, segundo andar, onde
continu no exercicio de sua profissao
deadvogado.
Juan Anclada Hijo participa ao respeilavel
corpo do commercio desta praga que deixou de
fazer parte, desta data em diente, da casa com-
mercial dos Srs. Aranaga Hijo & C, da qual era
socio gerente. Peruambuco 4 de marco do 1861.
Pede-se ao Sr. acadmico Jos Joaquim de
Sonto Lima o favor de apparecer na ruaAugusta
numero 9i.
Precisa-se de um forneiro que saiba bem
/preencher este lugar : na padaria da ra da Flo-
rentina n. 2.
Attenco.
Tendo fgido duas vaccas com a marca P. do
sitio n. 71 da ras Real (Manguinho) na noite do
dia 2 deste corrate mes, e nao se tendo ainda
podido acha-las, roga-se a quem souber deltas se
dirigir no sitio cima a fallar com Frederico
Chaves ou na ra da lmperatriz n. 19.
Cozinheiro.
Quem precisar de una perfeito cozinheiro, dirl-
' ja-se a roa da Cruz n. 4.
Aranaga Hijo & C. participam ao corpo do
commercio desta praca que o Sr. Jos Maria Sal-
gado deixou de ser caixeiro de sua casa commer-
52J desde eita data. Pernambuco 4 de margo de
loo I .
Attenco.
Aluga-se um ptimo cosinbeiro par-
do, escravo, de excellente conducta pa-
ra casa estrangeira ou de pessoa nacio-
nal sem familia. Tambem pode ser-
vir de criado : quem o pretender diri-
ja-se ao arm&zem de assucar no caes
d'A pollo n. 59, entre as duas portes do
Recife, das 1 i horas da manbSa em
diante
Precisase fallar com o Sr. teen- Agencia dos fabricantes americanos
te Liiiz de Queiroz Couiinho, do deci- Grouver & Baker.
mo batalhfio, a negocio de interesse: na Machinas de coser: em casad e Samuel P.
ra do Ouro n. 14. Jobiton & C, ras da Senzalla Nova n. 52.
Prefita-ic fallar -~ jVaTk ? i Arge" ca Pr ,r" d0"K"" r< K o corredor do
miro de Albuquerque <|e tal, que mora Cachang, as duas ultimas pecas de urna flauta :
na ra Augusta n. 69 : a tratar na ra a Pe."9 1ue echando quizer ter a bondade de
do Ouro nx l *. tSSflcrf "U typ^r,'Ut onde w lh#
CONSILTORIO ESPECIAL HOMEOPATHICO
DO D0UT0R
o SABINO 0. L PINHO.
Kuade Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguintes molestias :
1. molestias das mu Aeres, molestias das crian-
fas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias stphililicas, todas as especies de febres,
febres intermitientes esuas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA.
Verdadeiros medicamentos homeopalbicos pre-
parados som todas aa cautelas necessarias, in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tiutura, como
cm glbulos, pelos precos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia : lodos
que o forem fra dola sao falsas.
Todas as carleiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, teudo ao
redor as seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carleiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na tampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
ALLIANCE,
estabeecida em Londres
Aip m mu.
CAPITAL
Cinco MWoes de Ultras
sterWnas.
Saunders Rrothers & C. tem a honra de in-
formar aos senhores negociantes, proprieta nos
de casas, e a quem mais convier, queestao ple-
namente autorisados pela dita companbia para
eflectuar seguros sobre edificios de lijlo epedra,
coberlos de telha, e igualmente sobre os objectos
que contiverem os mesmos edificios, quer consis-
ta em mobilia ou em fazendas de qualquer qua-
lidade.
muub vv% viM asnal asisi am vs.% wsm vs*w #m
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederic Gaulier, cirurgiodentista, faz
todas as operacoes da sua arte e colloca
denles artificiaos, tudo com a superiori-
dade e perfeijo que as pessoas entendi-
das lhe reconbecem.
Tem agua e pos dentifricios ele.
ru~ ~iB" iiga ti'ia? mtfi atea i asa S
w vfxttt* ttS B ^R "rRSviCCf1; GtG V ]S
Aos consumidores de gaz.
A empreza da illumiDaco
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregaren! aos seus machiois-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigido. Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
Camargo < Silva.
compradores da loja dos Srs. Campos & Lima,
sita na ra do Crespo n. 1, rogam aos devedores
desta firma, que se dignem vir pagar suas contas,
ou entenderem-se a respeito com os referidos
compradores; certos de que serio chamados a
juizo os que assim nao fizerem.
0 bacharel WITRUVIO pode ser
procurado aa ra Nova n. 23, primeiro
andar, do sobrado da esquina que volta
para a Camboa do Carino.
Aluga-se o armazem n 7 sito na ra do
caes de Apollo, sendo ptimo para assucar ou
outro qualquer deposito de gneros, estando to-
do travejado, o que pode servir para guardar cer-
tos gneros, tendo o quintal murado e cacimba,
neo favoral embarque ao p da porta : a tratar
o pateo de S. Pedro o. 0
Lauriano Jos de Barros
participa aos seus numerosos freguezes desta ci-
dade e mesmo de fora, que acha-se regendo a
grande officina de roupas feitas de Ges 4 Bas-
tos na ra do Queimado n. 46, onde pode ser
procurado a qualquer hora, pois est promplo a
desempenhar qualquer obra importante, pois
para isso tem na mesma loja um completo sor-
limenlo.
- Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, primeiro andar, contina-se a
lingir com toda a pereicao para qualquer cor, e
o mais barato possivel.
Para urna casa
franceza.
Precisa-se de urna escrava que saiba engom-
mar, coser, e fazer todo o semeo de urna casa
de pouca familia, e que seja fiel e diligente. Na
mesma casa precisa-se de um escravo para o ser-
vico de um sitio : quem liver pode dirigir-se
ra do Imperador n. 27 confronte a ordem ter-
ceira de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, das 9 horas da manhia s 4 da tarde.
Grande e extraordinaria funegio aereostalica,
no domingo 9 do correle mez. se o lempo per-
miilir., Mr. Eli;S mandou construir um grande
circulo com todas as commddidades para o pu-
. ikf u p.?'9 de varios exercicios gyoinasticos,
subir o balao Mongorfer paraense com o artista
tlias, irabalhandonoirapzo. Os bilhetes acham-
CdrSra.Zeab:a:ue.lretad0B0S8ri0 D' em
Prego dos camarotes. 15
Entradas geraes. i$
as entradas geraes havero separacoes do se-
xo masculino e femioioo. As pessoas que
zerem beneOar previnam-se com
o qui-
anlecedencia:
0 Dr. AntonTo'AgrTp^0*'xTvTerfeSf 5
reside na ra da lmperatriz n. 47 segundo
anaar, onde pone ser procurado
exercicio de sua profissio.
para o f
Aviso
Precisa-se de urna mulber forra
ou escrava que seja boa cosinheira : na
ra do Crespo n. 25, tereciro andar.
Mudanza de esta-
belecimento.
Jos Voreira Lopes avisa aos seus amigse
freguezes desta e de outras provincias, que mu-
dou o seu estabelecimenlo de fazendas que liaba
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja e armazem que foi doa Srs. Santos & Rolim
onde tem o mais completo e variado sortiment
de fazendas de todas as qualidades para vender
em grosao e a retalho por pregos muito baratos :
ra do Crespo, sobrado de 4 andares n. 13, e ra
do Imperador, ouir'ora ruado Collegio, sobrado
de um andar n. 36.
deS.
aos terceiros da ordem
Francisco.
Na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas
vende-se estamenha para habilo3 a 2&200 o co-
vado, ese apromplam os mesmos hbitos a von-
tade dos irmos a 45 cada um, obra muito bem
SYNOPSE
DE
ELOQIMIA E POTICA NACIONAL
PELO ACADMICO
MANOEL DA COSTA HONORATO.
Sanio do prelo a indispeusavel synopse para oa
exames de rhethorica. a qual se torna ecom-
mendavel aos esiudanles nao somante pela cla-
reza econcisao do phraseado, mas tambem por
urna taboa synthelica qne tem junta, a qual de-
pois de ler se estudado o compendio, de impro-
viso iraz memoria tudo quanto ba de essencial
A venda na typographia commercial, ra eslreita
do Rosario n. 12 e na livraria classica, praca de
Pedro II n. 2. a 2 cada exemplar.
.iT ^?nel l8"c>o de Oliveira & Filbo saccam
sobre Lisboa e Porto ; no largo do Corpo Santo
escriptorio. '
Precisa-se de urna mulher para tratar de
ouira que est doente, nicamente, sendo servico
interno : a tratar na ra do Nogueira n. 21.
Aviso aos Srs. estudantes
da faculdade.
K3> Pedro Angelo Evangelista, com hotel na
iua do Aragao n. 11, convencido que mandando
almoco e janlar s casas dos Srs. esludantes es-
Em!2 Sera enl ei,w. o nnuncianle lem
deliberado a modo do que se faz em outras cida-
des onde exislem faculdades ou academias a
dar mesa redonda de almoco e janlar quatro ve-
zea por da, almoco s 7 horas e 1,2 em poolo e
jamar aa duas hoias para uns ; e para outros se-
r o alraogoas 9 horas e 1|2 e jantar as 4 horas
da larde. Cada estudanie pag.r lj diarios, e
tendo criado pagar 1I60 rs. Se houver nume-
ro de assignante para as mesas redondas o jan-
lar ser augmentado em seus pratos. as boras
poderaoser mudadas de modo a se tornar com-
modas e convenientes maioria dos Srs. eslu-
dantes. O annunciante dar tambem caf a lar-
diosa e a noite a 80 rs. a chicra, e vender cha-
rutos de diversas qualidades. '
Precisa-se arrendar orna olaria : qoem a
tiver annnncie para ser procurado.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhsr: na ra de Aguas-Verdes n. 84, primeiro
Precisa-se de ama ama : na ra eslreita do
osario, casa n. 20, segundo andar.
Nos abaixo assignados temos concordado
dissolver, amigavetmtnte e de commum aecordo,
a sociedadeque nesta praca girava sob a firma d
Duarte da mesma firma a cargo do socio Francisco Fer-
nandes Duarte, desde o dia 88 de fevereiro pr-
ximo passado. Recife 5 de margo de 1861.
Antonio Fernandes Duarte Almeida.
Francisco Fernandes Duarte.
O Sr. Komao Antonio de Alcn-
tara tem urna carta nesta typographia.
O Sr. Jos Cupertino dos Santos
Vieira ou Meira, queira apparecer na
praca da Independencia n. 6 e 8,
se lhe deseja fallar.
Precisa-se rallar com o Sr. Dr. Jos Patro-
cinio Pereira e Silva, na ru* do Amorim n. 46,
ou entao o dito senhor annunciar a sua ronda
para ser procurado.
Julio & Conrado.
Ra do Queimado n. 48. S
articipm aos seus numerosovfregue- 2C
zes que tendo chegado o seu mestre al- ||
faiate que raandaram contratar em Paris, X
acljam-se promplos a manoarem execu- H
lar toda e qualquer obra tendenie a al- 25
faiate, assim como tem em seu eslabele- |f
cimento grande sormento de ludo quan- 5
lo se desejar, para qualquer das esta-
goea nao s de fazendas como diversos S
artigos de luxo, continuando o mesmo 3
mestre a receber por todos os vapores fl-
gurinos para melhor poderem servir ao
respeilavel publico a quem pedem de vi-
rem visitar o seu eslabelecimento que
encontraro aquillo que desejarem.
que
a~\ a na Sa,Bsd participa que desd" c
oa d do crreme deixou de ser caixeiro da casa
commercial de Aranaga, Hijo-& C.
Pernambuco, 4 de margo de 1861.
Queta precisar alugar um escravo robuslo-
para qualquer servico, dirija-se a ra dos Mar-
tynos, sobrado de dous andares n. 2.
Cede-se o alugael de urna casa terrea nc*
bairro da Boa-Vista, com a condigo de se ficar
por compra com a mobilia que nella existe ; a
tratar na ra da Matriz do mesmo bairro n 22
Piecisa-se de urna ama para tomar conta de
nmeCroS82.e P0UC' :-M '"" da Aurora
Pianos
Mudanza de domicilio.
Joao Laumonnier transferio seu eslabeleci-
mento da ra da Cdeia do Recife para a da Inz-
peratrlz n. 23, aonde abri um vasto deposito de
pianos dos melhores autores da Europa. Encar-
regs-se de afinar e concertar os mesmos instru-
mentos.
Edward Patn, subdito brilannico, retira-
se para fra do imperio.
n.~.. demico do 5." anno da Faculdade de
Direito, Francisco Jacinlho de Saropaio, chega-
do ha pouco do Cear no vapor Jeguaribc, con-
tinua no seo exercicio de professor paiticular
na ra Direita n. 131.
Quem annunciou precisar de um homem
PortUKuez ou do Porlo para trabalhar com urna
carroca cerro animars, dando fiador a sua conduc-
ta, e dando-se bom ardenado, pode procurar na
ra do Rangel n. 17, que se lhe dir onde est
um perito que agradar muito, sendo se faca a
negocio. *
Um mogo chegado no ultimo navio que
veio do Porto deseja-se engajar para feitor ou
oulra qualquer arrumagao ; a fallar ou procurar
na ra do Rangel n. 17. <
Jos Antonio de Faria Couto retira-se para
a provincia da Parahiba. v
Os abaixo assiguados fazem aciente ao res-
peilavel pulblko, especialmente ao digno corpo
do commertio, que amigavelmente teem elles
dissolvido a sociedada que tinham na loja de fa-
zenaaa na ra do Cabug n. 8. que gyrava sob a
nrma de Almeida & Burgos, ficando periencendo
ao segundo dos abaixo assignados, toda a massa
dessa casa, o qual por ae achar encarregado de
seu aclivo a passivo, passa a nao lera menor ge-
rencia e nem direiio algum nos negocios dessa
mesma casaL de que era socio, o primeiro dos
abaixo assignados, consequentemente desonera-
do de qualquer responsabilidade. Recife 2 de
margo de 18 SI.Antonio Correia Gomes de Al-
meida. An ionio Carlos Pereira de Burgos Poneo
u6 Leao.
O abaixo assignado para melhor disvanecer
o boato que afuera lem espalhado, declara que
sendo grato ao Sr. Manoel Coelho Pinheiro, por
urna maneira que s o abaixo assignado pode
avahar, e qne jamis em lempo algum o poder
negar. Uto pois o obriga a recorrer a iroprensa
para pessoa alguma uio se atrever a dizer por si
palavras que vio de encontr com es seus sen
lmenlos e para com o Sr. Manoel Coelho Pi-
nheiro ; assim espera o abaixo assignado as boas
qualidades que possue o Sr. Pinheiro, de idea
alguma m azer a seu respello, pois que, como
confessa. no lhe sobra lempo para ser mais ex-
-=ys?$=sk era wsSSa ^'^-^
horas da manhia a 10.
Aluga-se um segundo andar do sobrado na
Antonio Celestino Alveada Cunha.
Dr. Feitosa : a tratar defronte n. 31.
Ama.
Prciisa-M de urna ana : na ra Nora a. 43,
to fresca; a tratar na venda por baixo.
Ha para alugar o seguido andar de um so-
brado : a tratar na ra Nava d. 16.
Algate* o armazem n. 15 da ra da Crar,
a tratar no Segundo andar do mesmo.
PradM.se de una ama de Lite MB fljh0
wt na do Rangel n. 7 andar,



DIARIO DE BRNA1BCO. QU1HTA FEIRA 7 D MARCO DI 1M1.
W
Canas francezas de lindos deaenhoa a 240 rs. o h
covado, chitas franeexea a 160 rs., ditas a 200 rs.:
na roa do Queimado o. 44.
S Remedios americanos %
DO DOCTOR
!
Radway & C, de New-York#
PROMPTO ALIVIO
Resolutivo reuovaddr. @
tido em toda a sotle de febres, molestias
chronicas, molestias de senhoras, de pe- a
le etc., etc., conforme se ve as inalruc- I
(des que se acham tradazidas em por- I
taguez.
Salsa parrilha legitima ej
original d o anti^b *
DR.JACOBTOUNSENDl
O melhor porificador do sangne |
cora radicalmente
Erisipela.
Rheumatismo.
Chagas.
Alporcas.
Impingeos.
Phtisicas.
Catartho.
Doen^as de ligado.
Effeitosdoazougue.
Molestias de pelle.
Vende-se no armazem de fazendas
Raymundo Carlos Leite &lrmo, ra
lmperatrizn 12.
de
do
"_~Precisa-se alugar duaspretis para
co de ra : Da ruada Senzala Velha n.
meiro andar.
o servi-
36, pri-
jMrmnw.
Deseja-se (aliar aos Srs. Jos Maria Corris Li-
ma, Manoel Rodrigues de Carvalho, e Joao Vi-
cente, cujas moradas se ignora, para nogocio que
lhes diz respeilo ; na ra do Vigano n. 19, pn-
meiro andar.
Saturnino Marques Valle, subdito hespa-
nhol, retira-se para o Rio de Janeiro.
Urna pardioha moga, do bons costumes,
pretende arrumarse em urna casa de familia pa-
ra occupar-se de costuras, algum engomroado, e
mesmo zellar a algum menino : quem precisar,
annuncie por esta folha para ser procurada : pre-
ferecasa estrangeira.
Atlenco.
Lendo o Diario de hoitem 6 do corrente
nelle deparamos com um annuncio do Sr. desem j
bargador Firmino, om que riede ao Sr. Vasco, dr
Macei, que lbe mande anlregar urnas letras r1
um dinheiro por elle j receido, e islo increpan
do-o de descuidoso no duroprimento de seus de-
veres, eainda mais de falt de confianca nest
praca. Ora, nos que sabrabs fazer justica pro
bidade e carcter do Sr. |Vakco, nos apressamo
a declarar ao publico qun b Sr. desembargad
foi rauito Injusto no sep fannuncio; tanto ma|s
quanto sabemos que elle tbra feito negociac
de muito maior importancia com o Sr desemDaf-
gadore mui recenternente. O Sr. Vasco goza de
inteira f e confianca flests praca para com bs
negociantes de primeifa lordem, como os Srs.
Tasso Irmaos, oois nao ha muito lempo que ejle
ullimou urna cobranca,de 17.0009 ; e muilas
tras dos Srs. Mondonga a Joao Soum & C. ta
bem aqui nesta praca,"negociantes matricula
Avalie entretanto o publico, se o Sr. desem'
gador foi ou nao injusto. /
O apreciador do mrito.
Ir mandade do SenhorBom J
sus d(W Martyrios.
A mesa regedora deala irmandade, tendb de
patentear vista do$ fiis a solemne procisso a
imagem do seu padrpei/ro, na tarde do da 8 do
correle, e sendo conauzida pelas ras Asusta,
volta do chaariz, CJodo Ponas, pateo do terco,
Direila. Livramenio, Queimado, Traca de (Pedro
II, Imperador. S. Pracisco. Cruzes, Independen-
cia, Cabug, Nova, Plores, camboa do Carmo,
pateo do mesmo, Hdrtas, a recolher-sel: pedo
aos moradores das inesmas ras que se dignem
conserva-las comlimpeza aflm de que nao seja
o transito mrcalo imterrompido ; assinb como
avisa aos liis devotos que aoles e depoisj da pro-
cissao hatera sermp por um dos nossos dignos
oradores, e roga lainbem a todos os nossos cha-
rissiraos irmaos qup se sirvam comparecer de
capae murga pelas horas da larde do mesmo
dia para o fim cima indicado. Consistorio da
irmandade 8 de marco de 1861.
Yiceut-) Ferreira Corneho.
Esctivao.
Villa do Cabo.
Aluga-se ou veade-se ama padaria bem mon-
tada, e no melhor lugar de negocio : a tratar no
Cabo, aruiazem do Machado, ra do Livrameo-
to, ou bo Recite com Joaquina L. Mouteiro da
Franca.
O abaixo assignado pede ao Sr. Dr. Elias
Eliaco Elizeu da Costa Ramos o favor de se nao
retirar desta cidade sem primeiro se entender
com o mesmo abaixo assignado sobre negocio que
lhe diz respeito.A. Bezerra de M. Lyra.
Escrava fgida
Germana, crioula, alta, magra, com urna cica-
triz na tesla, e urna piona de cabellos brancos
mais cima ; quera a segurar levo-a ra do
Imperador n. 15, ou a deS. Miguel nos Afogados
numero 29.
John C. M. Dowellesuaseohora reliram-se
para Inglaterra.
Pugio da estrada nova de Cachang, do si-
tio do Forte, a escrava por oome Balbina, de na-
go Angico, desconfia-se andar aqui no Recife
pelo porto das canoas ; roga-se as autoridades
potieiaes e pessoas do povo, que a spprehendam
e levem ao mesmo sitio, que sero gratificados.
Aos sean ores devedores.
Encarecidamente roga-se aos eenhores deve-
dores exliocla firma de Almeida <& Burgos, de
mandarem saldar as suas coolas durante o pre-
sente mez loja da ra do Cabug de Burgos
Poncede Len, cerlosdaque se assim o nao li-
zerem, do principio de abril em diante s se po-
dero entender com o procurador do foro o Sr.
Flix Francisco de Souza Magalhea, que ento
ficar encarregado de promover judicialmente a
cobrinca desSas dividas sem dislinccio de pessoa
algum.
O Sr. Jos Cardoso, meslre restilador, tem
una carta do Rio de Janeiro, na ra nova de
Santa Rita, fabrica do Franca.
Aluga-se ou vende-se urna caaos que car-
rega de 800 a 900 lijlos, em bom estado, muito
propria para espira ; tambera se precisa de um
ou dous homeni para Irabalhar em urna carroca
e lomar cunta de um sitio : Irata-se na ra do
Imperador n. 46.
Aluga-ce urna escrava cozinheira e que
tambera lava eengomma : na ra da Santa Cruz
numero 60.
Veneravel contraria de Santa Rita de
Cania.
A mesa regedora da venerare! contraria de
Santa Rita die Cassia convida a lodos os seos cha -
rissimos irmaos para comparecerem no dia 8 do
corrale, pelas 2 horas da tarde, no consistorio
da mesma contraria, am de acorapanhirmos a
proeisso do Senhor Bom Jess dps Martyrios,
por convite que tiremos da mesma irmandade.
Joao Pedro de Jess da Molla:
Escrivlo.
Roga-se ao Sr. Bernardo Gomes de Mello,
do Passo de Camragibe, que se acha nesta cida-
de, que tenha a bondade de se dirigir a ra da
Senzala-Novan. 30, ou annuocie ana residencia.
Om moco habilitado para leccionar muiica,
flauta e mais alguna instrumentos de sopro, offe-
rece aeu prestio ao reapeitavel publico, e quem
quizer utilisar-se dirija-sea ra estrella do Rosa-
rio n. 3, a tratar com o mesmo, das 9 horas da
manba s 8 da tarda.
Para fechar coatas
Cortea de eaaemiraa da cores para calcas, a 39.
Na roa da Cruz do Recite, amasan o, 14.
IPublicaces do ios ti tato homeopa-
ta do Brasil.
DICCIONARIO POPULAR
DE
MEDICINA UOMEOPATIliCA
Obra ndispensavel todas as
pessoas que quizerem corar ho-
meopathicamenlc,
* COSTBSDO:
A de/inico clara dos termos de medicina: as
causas mais frequentes das molestias: os symp-
tomas, porque estas se fasem conkecer : os me-
dicamentos que melhor lhes correspondem : a
quantidade das desee de cada medicamento e
seus respectivos intervalos as molestias agu-
das e chronicas: a hora do dia ou da noite,
em que os medicamentos desenvolvem melhor
saa acctio : a maneira de alternar os medica-
mentos: a maneira de curar os envenenamien-
tos, as mordeduras de cobras, facadas, tiros,
uedas, pancadas e fracturas e todas as mo-
eslias conhecidas, principalmente as que gras-
sam no Brasil, qur as pessoas ivres, quir
as f sera vas: os soccorros que se devem pres-
tar i mulher durante a prenhez, na occasio
do parto e depois delle: os cuidados que a
crianca reclama, qur logo depois do nasci-
menlo, qur durante ainfancia: os perigos
que esto sujeitos lodos os que tomam reme-
dios allopalhicos: e muitos outros arligos de
vital tnleresse ; bem como urna descripeo con-
cisa, e em linguagem acommodada indili-
gencia das pessoas exlranhas medicina, dos
orgos mais importantes, que entram na com-
posico do corpo humano, etc.. etc., com duas
estampas, urna mostrando qaanlo possivel to-
dos os orgos internos, com a sua explicaco
pkisiologioa o a,ira mostrando as differenles
regioes abdomivaes. (A primeira colorida pa-
ra ossenhores assignanles.)
PELO DOUTOR
SABINO OLEGARIO LIMERO PIMO.
O Diccionario Popular de medicina homeopa-
Ihica urna obra completa de homeopalhia, o
resultado da pralica dos homeopathas europeos,
americanos, particularmente dos Brasileiros, e
da mioha propria experiencia ; ella satisfaz intei-
ramente os mdicos, que quizerem experimentar
ou exercer a nossa medicina ; e muito mais an-
da aos paes de familias, qur das cidades, qur
do campo, chefes de eslabelecimento, capilaes de
navio, curas d'almas, etc., que por si mesmos
quizerem conhecer os prodigiosos elleitos da ho-
meopalhia.
N. B. Tencionaado o autor, aproveitando sua
viagem Europa,fazer iraprio>ir all o Dicciona-
riO) Popular tal qual o havia feito, aconleceu
que antes de incetara publicarlo visse elle obras
mui modernas de medicina, abuodautes de ideas
novas, e enlao resolveu mudar ioteiramente o
plano que havia concebido, e dar toda > expan-
sao e clarea a essa obra, de modo que tanto os
homens versados na scieocia, como os que o nao
sao, podessem tirar della o mximo pruveito pos-
sivel, sem embargo de trazer-lheisso um accres-
cimo de despeza de dous tercos mais do que gas-
tara, se publicasse a obra, como a principio li-
aba organisado.
O Diccionario Popular de Medicina Uomeopa-
Ihica, como agora est composto ser sera duvi-
da a obra mais til de todas que se lem publica-
do. Ella constar de 3 volumes com 1,500 pa-
ginas pouco mais ou menos.
A assignatura 15$, pagos na occasio de assig-
nar. [Depois de impresso custar 25J.)
Acha-sc igualmente em va de pnblica-
co a segunda edieco do
THSORO HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha.
Esta nova ediccao em tdo superior pri-
meira, tanto no que diz respeilo disposic&o das
materias, como no que relativo ao modo de ad-
ministrar as dses. ao estudo dos temperamentos,
s molestias hereditarias e contagiosas, a hygieu-
ne pralica, etc., etc. Com urna eslampa demous-
traliva da conlinuidade do tubo intestinal desde
a bocea at o recto.
A assignslura de 8g pagos na occasio de as-
signar, (depois de impresso custar \2$ pelo
menos.)
As pessoas que' quizerem assignar urna e ou-
tra obra pagaro apenas 205 em lugar de 23.
N. B. A assignatura, que nao for acompanhada
di respectiva importancia, nao ser considerada
como tal.
Assigna-se em casa do autor, ra de Santo A-
raaro, [Mundo Novo) n. 0.
Na livraua n. 6 e 8 do praqa da
Independencia precisa-sc fallar ao Sr.
Ulisse Cokles Cavalcanti de Mello.
Henry Wilson Harris, subdito ingler, segu
para a Inglaterra.
Aluga-se a loja do sobrad da ra das Cru-
zes n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva pa-
ra lodo o servico de urna casa de familia: na
ra do Imperador n. 37, segundo andar.
Aranaga Hijo & C. parlicipam ao respeitavel
corpo do commercio desta praca que o Sr. Juan
Anglada Hijo, socio gerente de sna casa nesta
praca, deixou de fazer parle da mesma sociedade
desta data em diante. Pernambuco 4 de marco
de 1861.
O Sr. Joaquim Claudino Cavalcanti de Al-
buquerque queira apparecer ra do Arago nu-
mero II.
Henrique Jos da Cunta va a Europa, le-
vando em*sua companhia seu sobrinho menor
Manoel Augusto da Cunha.
O desrabargador Firmino Antonio de Souza
terebra ao Sr. Joo Vasco Cabral, da provincia das
Alagdas o seu dever, e obrigacfo de entregar a
quantia, e seis letras que recebora no Penodo do
Sr. tenente-coronel Antonio Jos de Medeiros
Bilaocurt, como teslamenleiro, e liquidante na
casa do finado commaodanle superior Manoel
Gomes Ribeiro. Desde o mez de agosto, que o
Sr. Vasco se acha de pusse do dinheiro, e das le-
tras e nao d resposla s cartas que se lhe diri-
ge, sendo que por outras pessoas, e nao por elle,
chegou-se ao conhecimento de que eslava reali-
sado o pagamento. Vendo-se o mesmo dezem-
bargador na dura necessidade de incommodarou-
Iras pessoas, leem sido estas illudidaa com pro-
messas do mesmo Sr. Vasco, de vir restituir o
alheio ; mas de balde, e se conserva sem dar sa-
tisfaco alguma aos seos compromeilimeotus.
Com quanto eslejam dadas asordens necessarias,
nao ocioso declarar ao publico tal procedimeo*
to, adra de que alguem nio seja victima do Sr.
Vasco Cabial, que j muito conhecido nesta
praca de alguna negociantes, que ha muito lbe
teem re.irado a sua confianca.
Recife 5 de margo de 1861.
Na padaria da ra Direila n. 84 precisa-se
de um trabalhador.
Precisa-se alugar urna prelade idade : quem
a liverdirija-se rus da Roda o. 32.
Mr. Louia Lucien Poulain, subdilo francez,
relira-se para a Europa.
-------Precisa-sede urna ama deleite sem ilho:
na ra de Hurtas n. 22, segundo andar.
Precisase de um hornera casado para
feilor, a mulher servindo de guarda portao, da-
se bom ordenado : fallar na ra da Cruz n. 23,
primeiro andar.
_ No da 8. sli horas, na sala das audien-
cias, depois de Anda a do Sr. Dr. juiz dos ausen-
tes, se ha de arrematar os escravos Bernardino e
Florenoio, pertenrenles ao ausente Francisco
Augusto da Costa Guimaries.
Francisco Jos da Costa Guimaries e Costa
Guimaries & Res, eslabelecidos na ra do Rao-
gel n. 22, fazem sciente ao commercio deala pra-
ca que todas as suas ledras 4 veocer-se no mez
de fevereiro passido bo valor de 8:2008, foram
todas pagas dias antea de seus respectivos venci-
menlos, como provam os recibes aos mesmos t-
tulos, por ser de nossa vonlade culher todos as-
tes documentos.
Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Heoriquea
de Miranda, na hvraria na. 6 e da praca da In-
dependencia.
A pessoa que desoja fallar com o artista al-
aiate Santa Rosa, aflm de lhe entregar urnas
obras, declara aeu nome ou aua morada para ser
entregue.
OSr. Belarmioo d Barros"Correa, tem orna
carta na ra das Cruzes numero 50, segundo
andar.
O Sr. Eduardo Duarte Rodrigues, lem urna
carta fiada do Para, na nado TrapcheNoro n. 6.
&5M.
de o-
Precisa-ie de una ama para o aarvico
ainha na ra da Camboa do Carmo n. 4.
Carro fu n el re aostylo in-
~ glez.
Acha-se promplo e patente a todas as pessoas
que o queirio ver, no escriptorlo de enterros na
rus Nova n. 63. o qual pela primeira vez que
sahio a ra, muito agradou, por estar prepara-
do em conformidade do regulamento do cemile-
rio publico deala cidade; lornando-se respeita-
vel pela simplicidade e gosto com que est ar-
mado. As pessoas que necessilarem de taes ob-
ectos, pdem dirlgir-so ao mesmo estabeleci-
meoto, a fallar com o Aura, que cora proropti-
do e zulo desempeorar ludo quantoiflr misler
a qualquer funeral por maior que ello seja, pois
lem o eslabelecimcnlo montado de tal forma a
bem servir aos pretendentes, de cujo adminis-
trador.
M J. Leite, declara que cons- ||
tttuio seu bastante procurador
aoSr. Manoel Gomes Leal, paia
promover a cobranca de suas di-
H vidas passivas.
Os abaixo assignados lem contratado per-
mutaren] o sitio do lugar Peres pelo mulato de
nome Thom, pertencente ao Sr. Jos Benlo de
Fre tas se houver quem se opponha a esta per-
muta, apresente-se no prazo de 5 dias.
Jos Benlo de Freitas.
Jos Marlius da Cruz.

S EL.
COIPaNM DA VIA FRREA
_ DO
RECIFE A SAO FRANCISCO*
(limitada.)
Avisa-se ao respeitavel publico que do dia 1*
de fevereiro at ou tro aviso o Irem qne parte da
estacio das Cinco Ponas s 8 112 horas da ma-
nbia correr somenle at a Villa do Cabo, e o
trem que at agora tem sabido da Escada 1 3|4
horas da tarde ser discontinuado, mas sahii
do Cabo s 3 horas da tarde como costumar
As horas da partida dos trens serio reguladas
pela tabella seguinte :
Fazendas propr.as para a
quaresma, no noy es-
tabelecimento de Jos
More ira Lopes, ra do
Crespn. 13.
Manteletes, vestidos de grosdenaple com bar-
ras de velludo, ditos bordados, veos pretos de
016 bordados, sarja preta, grosdeDaples, casemi-
ras, pannos Dnos, e outras muilas fazendas, ludo
por presos muito commodos.
Vendem-se dous lindos casaes de gansos :
na Boa-Visl*. ra do Rosario, sobrado que deila
os fundoa para a caixa o'sgua.
# USlLil Vmm Uibfi VHM 0iLV wf Wm* GJ A<0 fBtl ILI Jit #55
A dinheiro.
Completo sor Hu en lo de fazendas.
6UU1EL & PERDIG.lO.
Ra da Cadeia do Recife n. 25.
Vendem grosdrnaples prelo superior
muito largo e enrorondo a 28 val 5500.
Z
s
CS
00
se
t
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es
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!SSS!
: ao oo oo 03 cfc a os
o
=3
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3$
Tira ratratos por3/j
Tira retratos por 3$
Tira retratos por 5
Tira retratos por 3
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de ca-,
.vinlias novas
Tondorecebido ura sortimento deca-'
xinhas novas
Tendo recebido tim sortimento de cai-,
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento dt cai-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador,
A.. W. Osborn, o retratista america-
no tem recentemente recebido um gran* ,
de e variado sortimento de caixas, qua-,
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte.'
Gomo tambem um grande fornecimen-,
to de cai.vas para retratos de 3#000 rs.'
cada um, as pessoas que desejarem ad-
qnirir conhecimentos pratiecs na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob conuVues muito!
razoaveis.
Os ca va lhei rose sen horas sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-i
ra examinarem os specimens do que'
cima fica anunciado.
ASSOCCIO POPULAR
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AssignadoE. H. Bramah,
Superintendente.
O Dr. Casanova
DE
seu
pode ser procurado todos os dias em
consultorio especial homeopalhico.
30--Roa das Cruzes-30 f
Neste consultorio tem sempre os mais 9
novos e acreditados medicamentos pre- S
parados em Pars (astinturss) por Ca- JE
tellan e Weber.por procos razoaveis.
Os elementos dehomeopalhia obra, re- M
commendada intelligencia de qualquer
H pessoa. jf
KaisiSi65SS-eieftS8 ft^s 5i2 m ais &
Antonio Eloy Rodrigues da bilva pede a to-
das as pessoas que lhe devem, que no prazo de
30 dias queiram vir pagar seus dbitos no mes-
mo estabelecimenlo aonde o contrahiram, do con-
trario verao seus nomes por extenso nesle jornal,
e passarao a serem cobrados judicialmente. Re-
cife 26 de fevereiro de 1861.
Compras.
Soccorros Mutuos.
Nao sepodendo conhecer na sesso ultima da
assembla geral desta associagao, o resultado do
trabalho principiado na sesso de 24 de fevereiro,
o Sr. director convoca a associaQio para que se
rena em assembla geral no oa 7 desle pelas
7 horas da noite, derendo comparecer mesma
o maior numero de afiliados que lor possivel,
tanto os que esto habilitados em face do art. 61
e seus t e 2, como ngqtiecsio as condicSes
do art. 79 dos respectivos estatutos. O mesmo
Sr. director confia e espera que os amigos dessa
insliluicao muito e muito se empenhem am de
? 5 i fallaren!, visto que os interesses sociaes re-
clamara positivamente suas presencas.
Secretara da Associac Popular de Soccorros
Mutuos 4 de marco de 1861.
Joo Francisco Marques.
1.a secretario.
Precisa-se de um carroceiro ou de um pre- I *"^
lo velho para andar com urna carrosa : na ra Compra-se urna negra que esteja pejada,
dos Pescadores ns. 1 e 3. com seis ou s te mez de boniti figura que tenha
Francisco Antonio Piscopo, subdito italia I boa conducta quem tiver e se quizer vender diri-
ho, retira-se para fra do imperio. ja-ae a ra do Rosario Estreila n. 36 se dir
Aluga-se um grande sitio com boa casa de; quem que quer.
vivenda, baslanles arvoredos de fruclu, boa bai-
xa para capim de invern verao, e proporces
para ler vaccas de leite pela extensidade do ter-
reno, no lugar da Casa Forte, sitio da Capella :
quem o pretender, dirija-so a ra da Cadeia do
Kecife o. 48, loja de Leite & Irmo.
Precisa-se de um coziobeiro para casa es-
trangeira, porm que saiba desempenhar bem a
sua proQsso : quem se julgar habilitado, dirja-
se a ra do Trapiche n. 8.
Roga-se aos devedores da extincla Orma de
Leite & Molla de irem a ra do Imperador n. 83,
pagarem seus dbitos.
Offerece-se um caixeiro de 17 a 18 anoos,
para taberna, de que tem pralica : quem preten-
der, dirija-se a ra de Santo Amaro n. 8.
SOCIEDADE BANCARIA EM COM-
MANDITA.
Amorim, Fragoso Sanios
Companhia
fazem publico que d'esta data em dianle as suas
conias crrenles sero reguladas da maneira se-
guinte :
Receber-se-ba qualquer quantia de lOOf para
cima, e pagar-se- ha vista at 5:000, sendo
dahi para mais com aviso de lOdiaa, contndo-
se joros de dous por cento, menos do qua a taza
por que a caixa filial do Banco do Brasil descon-
t letras, sendo esles juros contados e capitali-
sados da 0 em 6 mezea.
Tambem sero a bertas contas correntes sob
condicoes de ser pagas vala qualquer quan-
tia independente de aviso, conlando-se somenle
juros de 3 0|0 ao anuo na forma cima declarada
Recife 1.* de marco de 1861.
Precisa-te de urna ama para com-
prar e cotmbar; na ra Nova n. 35.
Compram-se escravos.
Compram-se, vendem-se, etrocam-seescravos
de ambos os sexos e de toda idade : na ruado
Imperador n. 79. primeiro andar .
Compram-se notas de 1 $ e 5# ve-
ibas com mdico descont : na praca da
Independencia n. 22.
Compra-se um cavallo que seja manso agran-
de : na cocheira defronte do porto das canoas da
roa Nova.
Yendas*
Bom negocio.
Na povoaciodas Aras vende-se orna casa com
taberna, ou a taberna s, e aluga-se a caas ; i-
nalmente faz-ae lodo negocio a vonlade dos pre-
tendentes : quem quizer, dirija-ie mesma casa
que achara com quem tratar.
Caona e espirito,
Veode-se canoa em garrafas a J40ris, e espi-
rito de viaho barato : na travesaa do do pateo do
Paraizo n. 10 casa pintada da amarello.
Veode-se om excetleole eaeravo de 18 an-
noa de idade, proprio para pagom por aar bonita
figura : a tratar na roa da Cadeia do Recife n.
55, loja de Figirado & Irmio.
a 1,900 cada um.
No araazem de fazendas da ra do Queimado
n. 19, vende-se lencts delnho muito fino pela
pechincha de 1,900 rs.
Grosdenaples pnio lao enrorpado que
parece gorguro a 8g(IO val 3g.__________
Vestidos pretus bordados a velludo,
ditos de seda de dous babados e duas <
taie*.
Manteletes, taimas, visita? de fil, de
gorguro liso e bordados e mais modernos.
Mantas de fil
por 8al I4g.
de linlio muito boas
Chales de cachemira ponta redonda e
bolota, ditos de touquim braceos supe-
riores.
Sedas ce quadrinhos, grosdenaples de
todas as corea e moresmique.
Proles de tartaruga aoernos e dos
mais acreditados fabricantes oe 10 a 30g.
Saias balao de musselina lisa, de ba-
bados de 30 arcos para senhora e meni-
na?.
Vestidos de cambraia brancos borda-
dos, de barege e gaze de sedas.
Camisas para meninos de ludas as
idades, ditas de linho para senhora.
FraDjas pretas de vidrilho, ditas
retroz para lodo o preco.
Vestidos de teda de core?, ditos de
blondo com manta, rapells etc.
Cassas. organdys, dinmanima, chita
clara e escuras, francease ingieras.
de
ROUPA FEITA
Calcas, sobreestars, rolletes e pale-
tots de panno e rasemira pretos e deco-
res, ditos de alpaca, de bombaziua, de
brim branco e pardos para differenles
prego?.
Nesse eslabelecimcnlo se vende muito
barato, basta ver os precos que menciona
dnalgnmas fazendas oque pareceincrivel
a quem ignora, loja n. 23 da ra da Ca-
deia do Recife, do-sc as amostras.
mPWwaiifiirCTiT vm c/a> (tT^ WvWWVflH
Yeodem-se
Na ra das Cruzes n. 38,
segundo andar,
por mui barato preco os movis seguin-
tes : urna cama de casal, embutida ;
um porta-ser vi ior ; um colxao de mo-
las ; urna commoda : um espelho gran-
de ; um armario com outro espelho ;/!
um apparador ; urna mesa para doze
pessoas ; um porta-licores ; servico de
porcelana para jantar ; um relogio de
marmore negro, representando Miguel
Angelo ; duas bellas gravuras (Apollo e
as musas, Moliere em caa de Unen de
l'Enclos), em duas ricas molduras. Ten
do seu dono de retirar-epara o campo,
por ifso desfaz-se destes objectos, man-
dados vil expressamente de Paris, apn-
de foram confeccionados com perfeicao
e apurado gosto.

i
iROlFA FEITA ANDA MAIS BARATAS.]
SORTIMENTO COMPLETO
DI
[Fazendas e obras feilasj
LOJA E ARMAZEM
DE
SGes & Basto!
NA
ulna do Queimado
| n. 4G, frente amaretta.
Constantemente temos um grande e va-
X riado sortimento de sobrecasacas pretas
U de panno e de cores muito fino a 28,
2f 305 e 35, paletots dos mesmos pa*nrs
H a 20g, 22J e 24$, ditos saceos pretos dus
mesmos pannos a 14, 16j e 18J, csa-
le cas pretas muito bem feilas ede superior
g panno a 289, 30$ e 359. sobrecasacas de
|| casemira de cores multo finos a 15c, 16f
C e 18g, ditos saceos das mesmas casemi-
if ras a tOJ, 12 e H|, calcas pretas de
Z casemira fina para bomem a 8$, 99, l|
H e 12, ditas de casemira de cores a 7, 6,
9 e 109, ditas de brim brancos muo
fina a 5g e 69, ditas de ditos de cores a
J9. 39500, 49 e 49500, ditas de meia ca-
semira de ricas core? a 4$ e 4(500, col-
leles pretos de casemira a 59 e 69, ditos
de ditos de cores a 4(500 e 59, ditos
brancos de seda para casarx.ento a 59,
ditos de 69. colletes de brim branco e de
fusto a 39, 39500 e 49, ditos de cores a
295OO e 39, paletots pretos de merino de
cordo sacco e sobrecasaco a 7J, 89 e99,
colletes pretos para lulo a 4&5GO e f>9,
cas pretas de merino a 49500 e 59, pa-
letots de alpaca preta a 39500 e 4$, ditos
sobrecasaco a 69,79e 88, muito fino col-
letes de gorguro de seda de cores muito
boa fazenda a 39800 e 48. colletes de vel-
ludo de cores e pretos a 79 e 89, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 149.159 e I69, ditos Oe
casemira sacco para os mesmos a 69500 e
79, ditos de alpaca pretos sacros a 39 e
39500, ditos sobrecasacos a 58 e 59500,
calcas de casemira pretas e decores a 69,
6500 e 79, camisas para menino a S19
a duzia, camisas inglezas pregas largas
muito superior a|329 a duzia para acabar.
Assim como temos orna ofrina de al
faiate onde mandamos executar todas as
obras com brevidade.
Na ra da Cruz
I n. 48.
@ No 'escriptorio de E.

L.



i
Burle & Companhia.
Vendem-se rquissimas mobilias do mag-
no e Jacaranda, todas de obra de talha, as
melhores e mais ricas que teem vindo ao
mercado at hoje, gosto s Luiz XV, todas
de encosfo de palna e rodames.
Ditas de madeira branca, ditas fingindo
moguo, ditas fingindo junco, ditas de rr deira branca de gosto simples com mar-
more, mobilia completa por 3509.
Lindissimos apparadores para fructas,di-
tos envernisados para comida, lavatorios
guarnecidos de marmore com apparelbo de
rica porcell-na e espelho a 500>O cada
um ; toaletes de Jacaranda guarnecidos de
marmore com espelho eapparclho de por-
celana, elegantes rabides de differenles
qualidades, tamboreles de Jacaranda e de
mogoo, indispensaveis para as senhoras
descancarem osps. liquissimas cadeiras
de pianno, excellentes piannose exceden-
tes cofres (burra), do melhor fabricante
que existo na Europa, charopanha da me-
lhor que tem vindo ao mercado, garnte-
se a qualidade, a 209000 o gigo.
Todas as mobilias sao com marmore e
vendem-se o mais em conta que fdr possi-
vei, por virem em direciura da fabrica da
Europa.
a ene aw sis ss&is sK&iG&Kais&feis
Ges k Bastos.
Ra do Queimado d. 46.
Tendo os annuncianles conseguido elevar este
estabelecimenlo a um engrandecimeoto digno
desta graude cidade, apresentam concurrencia
desle ilustrado publico, o mais moderno, varia-
do e escolhido soriiroeoto de roupas diversas e
de fazendas escolhidas para todas as eslacoes,
Sempre solcitos em bem servir aos seus nume-
rosos freguezesno s em precos como em bre-
vidade, acaba de augmentar o pessoal de sua of-
ina, sendo ella d'>ra em diante dirigida pelo
insigne meslre LAL'RIANO JOS' DE BARROS,
o qual os seus numerosos freguezrs podem pro-
curar na loja n. 46 ou no primeiro andar do
mesmo estabelecimenlo, assim pois em poucos
dias se aprompta qualquer encommenda, quir
casaca, quer fardos dos Srs. ofliciaes de marinha
e exercito. Onlro sm recommendam aos Srs.
paes de familia grande sortimento de roupas pa-
ra meninos de todas as idades.
ssaseaissie mmwh mmmu

1600
rs.
e 800
i
Oueijos a
Manteiga ingleza a 960
rs. a libra.
Manteiga franceza a 720.
Ch a 29 a libra, caf a 240, arroz a 100 rs.,
toocinho a 320, lalharim e raacarro a 400 rs..
aletria a 640, batatas a 140, sabo massa a 200
rs., doce a 800 rs. o caixo, vinho do Porto a 800
rs., de Lisboa a 560 e 400 rs. a garrafa, azeite
doco a 720, vinagre a 240. de Lisboa, azeite da
carrapalo a 440, trelo a 49 a sacca ; no largo do
Paraizo, taberna da estrella n. 14.
Calcado.
Confronie ao Rosario em Santo Antonio, loja
que foi de confeilaris, vendem-se spalos fran-
cezes com sallo para senhora a 29, ditos, rasos a
19600. ditos de tranca a 19280. encontra-ae tam-
bem bolinas com salto para menina de ns. 18 a
31, ditos de marroquim e lustre sem salto de ns.
19 a 25, sapalinhos com cMcbele, de marroquim
e lastre os. 19 a 25, bolinas para bomem e se-
nhora.
Freguezes.
E' ebegado o muito afamado doce da casca de
goiaba, a o melhor que ha oo mercado : na ta-
berna da travessa do Queimado n. 1, junto a loja
do Preguica.
Vende-aa um terreno com alicerces para le-
vantar caaa com 140 palmos de fundos, na ra do
Quiabo, freguezia dos Afogadoa: a tratar na ra
Imperial n. 67.
^ NA LOJA
! Encyclopedica
DE
Gu imares & Villar.
[Ra do Crespo numero 17.
Vende-se fazendas de superiores qua-
lidades egostos por precos incrives:
| Chapeos de seda para senhora brancos e
de cores a 159.
t Ditos ditos de ditos de cores e brancos a
209OOO
1 Ditos de palha ricamente enfeitados a
28 e 409.
Riquissirooa corles de cambraia branca
bordados a 359.
Ditos ditos a 209.
La as de Garibaldi em cortea com 25 co-
vados a 109-
Cassas a Garibaldi e outros delicados
gostos s 700 rs.
Cassas miudas superior fazenda de cores
fixas a 260 ra. o covado.
Las de todas as qualidades a 39600 rs.
Manteletes, sahidas de baile rquissimas.
Chitas francezas delodas as qualidades.
Sedas de quadrinhoa e groa de todas as
cores.
Cambraia branca da China com palmas de
9 varas cada peca a 68500.
Saias bales de 30 arcos a 59.
Chales de touquim brancos e outras qua-
lidades de chales finos.
Cambraia bordadas a mo a peca a 249.
Saias bordadas e de (uslo.
Sedas de cores e pretas de 2 saias borda-
das a velludp em cartees ultima moda
de Paris.
Esparlilhos de molas.
Grande sortimento
de roupas feilas. sobrecasacas, paletots,
colletes, calcas,camisas e seroulaa,meias,
grvales etc., etc.
Calcado Meli ltimamente chegado de
Paria.
Neste estabelecinur/o encontra-ae
grande sortimento da fazendaa de to-
das as qoalidades proprias para senho-
ras. homens e meninas e seus precos
sao admirareis.
8
Bom e barato.
Vende-se manteiga inglexa a 960 a libra, dita
franceza a 720, queijos a 19600, toucioho a 360,
cha a 3, viaho do Porloeuarrefado-a 800 1
a garrafa, banjia de poico a 480, milbo a 160 o
940 a cnia : na travesaa do pateo do Paraiio n.
16, caaa pintada da amarello.



()
AHtt) MHMIIMO. -XJOHTTA flRTrWMSB*ttrfni.
PRWRESSO
Largo da Penha
imite turnio
a 1$ a libra e 800 rs. de 8 libras para cuna s6 no
Vendem noseu armazem Progresso os seguales genero* recenlemente chegados por me-
aos 5 ou 10 por ceoto poraerera viudos de coota propria e todo das melhores qualidades que te
porte ai euconlrar tendentes a molhadot:
Maiueiga ingleza flor
Progresso.
Queijos uamengos al^OOd0precode e2S5O0 Tende8e. woo
pela grande porg&o que tem, afiaora-se quo sao os melhores que ha no mercado, s oo
Progreso.
^ mmpauna ,ja5 mais acreditadas marcas a 209 a duzia e 29 a garrafa, aQaaca-se que
a roelhor do mercado, s no Progresso.
" J SU.I5JSIJ a gjg rg a |bfa uncamenie 80 vende no armazem Progresso, afiaoca-se
a boa qualidade, s no Progresso.
tillUtUldlQ dos mas acredta(i08 fabricantes da Europa a 900 rs. a libra, s no Progresso.
W* **tt em compoteiras de folha do mais acreditado fabricante da Europa inda pela
primeira vez a esta provincia lacrada hermticamente e muito bem enfeitada a 1 rs. a libra,
s no Progresso.
Imperial m^Tmelada d0 afamado Abren e outros fabricantes premiados na ex-
psito de Londres a 800 rs. a libra, s no Progresso.
Iliaca Oe tomate chegada ltimamente da Europa a 900 rs. a libra, s no Progresso,
l^ataS COm SOtlfl chega(las de conta propria no ultimo navio a IJ600 e 4 Utas com
8 libras, s no Progresso.
A.meiXaS fraUCeAS da melhor que ha neste genero a 500 a libra e em latas a
1$. s no Progresso.
1? IgOS tte COmadre CaixiDhas com 16 libras, os melhores que ha no mercado a 2*500
e 240 rs. a libra.
Cha perola, uyson e preto dos melhores tem fnd01 h, D0 mercad0 a
29560, 2 e 1$000 a libra, s no Procresso.
Caixa* eom fc Vibras de passas muit0 fcem eBfcitad proprias para
meninos a 39 e em caixa do 1 arroba a 129 e em libra a 500 rs., alianca-se serem as melho-
res do mercado, s no Progresso.
#i >U\V COnatu ou passas proprias para podtm a 18200 o frasco, s no Progresso.
"Doce da casca de g-naba a n 0 caixa0i s noprogre8So.
"**0 XereZ d0 melhor que se pode encontrar neste genero a 18600 a garrafa, s no
Progresso.
l UIIOS para paStO e mMmo para engarrafar pelas suas boas qualidades a 48500 a
caada e CO rs. a garrafa, s oo Progresso.
W IuHO UOroeaUX das marcas mais acreditadas a lljj a caixa e 18 a garrafa, s no
Progresso.
1;*"'1S dasmelhores tnarcasque tem viulo ao mercado a 5$ a duzia e 500 agmafa,
(branca] s no Progresso.
NlaCaS para SOpa e sevadinha muito nova a 500 e 320 rs. a libra, s no Progresso.
lllanteiga traUCeXa Cegada no ullimo navio do Havre a 800 rs. a libra, s
Progresso.
B. AlAa>Oa llVilUuS os melhores que lem vindo ao mercado a 200 rs. o masso com
nussinhos, s no Progresso.
AZf-llOD.aS a 19200 rs. o buril, s no Progresso.
*****"** "*" pOli/O reQnada a mais alva que existe no mercado a 480 rs. a libra
porco de 8 libras para cima a 440 rs., s no Progresso.
TaCH\lO de LSboa omelhorquehaa98a arroba e 320 rs. a libra, s no
Progresso.
aCVUtlU muito nova a 38 a arroba e 120 a libra, s no Progresso.
IVipiSia o maiS limpn que lia a 5$ a arrDba e 160 rs. a libra, s no Progresso.
SpermaCete a g00 rs. a libra, s no Progresso.
dnlAjOQ e ouir.is multas qualidades de peixe em lats de 1J200 a 2$, s no Progresso.
Os proprielarios proraett:n aos seus fregueses continuaren! a tereo os melhores gneros
relativamente a molludos o venderem mais barato quo emoutra qualjuer parte, prometiera mais
lamliem servirem aquellas passoas q'ie mandaren por outras punco praticas como se viessem pes-
so.ilmenle, rog conimendDS qua no armaiem Progresso se Ihes afunea a boa qualidade e acondicionamento por
mais louge que seja o sertao.
2MBJ 4 WIIH&
Grande deposito tle manos f<
DOS
MAIS ABAKUDOS FlBRlCAUTES Di EROPi
o
ca de C ShSl J Sf^ "?l. "b? de reeeb" da Europ, ,,(uns Pi,nO da ebre W*
ns orofessores ilcuA fJIS*"*1?*0 de,le *t>eciaiento toma a liberdade de convidar
\Za*lwM4lXn?Z"0t^l'^wta para queae dmwB ''Preciar as excel-
?ffi^1ZE%fcZ^9]mnK'>wtt*oi* trabalho unido elegancia
no
20
e em
Att
enco.
Brilo & Rraga, proprielarios da imperial tilho-
graphia sita na ra nova do Ouvidor n. 25, no Rio
de Janeiro, tem para vender por presos raznaveis
un rmiipicto sortimenlo do prclos, pedras e lo-
dos os accessorios lithograprticos em grande e
pequea escala.
Em casa de MillsLolham & C. na ra #
$ Vmho do Porto.
@ Dito Xerez engarrafado da muito supe- @
rioi qualidade.
Oleo de liuhaga. $
Alvaiade. ig
6j Secante. $g
A/arco. &
Encarnado veneriano em p.
A 20#000 o corte,
do arinazem da ra Nova jun-
to Conceit;o dos Milita-
res n. 47,
de
Bastos Parece incrivel I. .. cortes de ricos vestidos
de seda prelos, cora babados ricamente borda-
dos pelo diminuto prego de 200000 o corte, as-
sim como temos grande sortimenlo de fazeodas
prelai para a quaresraa ; ricos taimas de velludo
e capas cotnpridas, .ricarneute bordados dos mais
modernos gostos que teem apparecido ; vestidos
de seda preta de todas as qualidades ; grosde-
naples a l8u0. 2) e a 2(400 ao covado; ticas
mantas prelas para senhora, com quatro palmos
de largura muito corapndas, pelo diminuto pre-
go de 89 rs. ; ricos manteletes de seda preta
com bicus compridos e sem bico. goslo muito
apurado, s 22*, 2(9, 28 e a 30 rs:: todas estas
fazeodas se vendem muito barato s com o Gm
de apnrar dinheiro e acreditir este novo ar-
mazem.
Vende-so urna taberna na ra Imperial,
cora muitos commodos para familia, por seu do-
no querer se retirar para ornato: a tralsr na
mesma ra, no armazem do sal do Amaro.
Sortimenlo de chapeos
/?ua do Queimado n. 39
Loja de quatro portas.
Chapos prelos francezes de superior qualida-
de a 7.
Ditos dos mais modernos que ha no mercado
a 9g.
Ditos de castor prelos ebrancos a 16#.
Chapeos lisos para senhora a 2SJ.
Ditos de velludo cor azul a I85.
Ditus de seda para meninas ricamenle enfeita-
dos a 8j.
Ditos ditos para menino a 5#.
Lindos gorros para meninos a 3$.
Bunets de velludo a 58.
Ditos depalha muito bem enfeitados a 45.
Chapeos de sol francezes de seda a 7jf-
Ditos inglezes de 10#, 12# e 13$ para um.
i Potassa.
Vende-se a 210 rs. a libra, a
superior e alva potassa do acredi-
tado fabricante Joao Casa-nova ,
cuja qualidade e reconbecido ef-
teito igual ou superior a de
Hamburgo, feralmente condeci-
da como da Russia : no deposito,
ruada Cadeia n. 47, escriptorio
de Leal Keis.
TABAC CAPORAL
Deposito das mauutaetnras imperiaes deranja.
rAMRftfSffu'r arb?'6e dePsitad0- iwtamento na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
LAMHOA UUCARHO, o qual se vende por mseos de 2 heotogramos a 1000 e era porcao de
10 masfos paro cima cora oosconlo de 25 por cento; no mesrno estabelecimenlo acha-se tambera
0 verdadeiro papal de linho para cigarros.
CENTRO G0MMERGI4L
15 Ra da Cadeia do Recife 1S
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS ECIGARROS
DE
Jos Leopoldo Bourgard
MroJr f f P1!08/? ?sha'/ goMnd^ norrSP,^i u grande fabr.ca dos Srs Domingos Alvu Machado & C. eodendo-se em
suissos e hamburgo* 8empre %*** ortimento de charutos manilha, havana,
Charutos ^suissos a m 0 milheir0i faz6nda 8uperor e que S8 Tendu a m
gah^Sh.e.PHaPel e P8,hadle mi,h0' de f,appl rosso- de ,nh. dnseda. "o., pardo e
hespanhoes sendo de superior t,baco do Rio. vende-se era milheiroi muito barato.
rafo^ CharUt0S cora agarras de metal a 1, cada nm. ditos para cigarros a
Papel para cigarros propr08paraosfUBlanlesde
cam os cigarros de papel de linho e seda.
a Hdade.CaP0 rane"' verddeiro em macos de diversos tamanhos, garanle-se
Tabaco turco a 5^ a,ibrae mPialiDra por3i pira cigsrros ecacn1Dbog>
^S!bflefUr ^ hflKrlebeke em ma5os de diversos tamanhos, para cig.rn
chimbos, fazendo-se abatimeoio em porQo. b
^em^rSnT^ eui minhos embrulhados
em chumbo a 160.240 e 320 e a groza de 17 a 22, para cigarros e cachimbos.
Cigarros de manilha depapel braoco e pard0 a lw 0 miIheiro-
Machinas e papel para cgarr08 demanilhl-
ape rOlftO francez em ma5os de urna libra e ditos de meia libra fazeoda superior
V*SOS de-lOUCa barro para tabaco e rap.
Phosphoros e iscas de di?ersas qualidades para charutos
aCd!imh8noe8UcaSV!m8emp^^^ gesso, louca, ma-
der, arro e os verdade.ras e sempre apreciaveis cachimbos de espuma.
1 abaco do Rio de Janeiro pcad0 para cachimbos e cigarr03 a800r8 a libra
eUdem-Se todas M fazeodas maisbarafodoque em oulra qualquer parle.
^n"86 i',0S S obJects andidos tornando-se a receber (incluindo os charutos) quan-
do nao agradem ao comprador. H
vaSe m "8e encoa,mendas' encaixolam-se e remelem-se aos seus destinos cora bre-
111 do que Qca exposto tem um variado sortimanto de objeclos proprios para os senhores fu-
Recebem-so lodos os arligos directamenle, motivo pelo qual sople vender muito mais
barato do que em outra qualquer parte.
Veuder muito para veuler barato
Vender barato para vender muito.
e cigarreiros que fabri-
a qua-
para cigarros e ea-
Na nova loja de fazeudas de
quatro portas.
Na ra da Imperatriz o. 56, vendem-se fizendav
que fazadmirar, proprias para a quaresraa. a sa-
ber : gros lena pie preto a 1 *700. %, e 2g2Q0 o co-
vado. muito encorpado, panno Ono preto a 3,
3*500 e 49500 o covado. fazeoda muito fina, prln-
ceza preta a 800, 720 e 800 rs. o covado. alpaca
preta do mesrao prego, cortes de casemira preta
para calca a 5$, 6$ e 6*500 o corte, cassas de co-
res de ltimos gostos a 520 e 400 rs. o covado,
delicados padrfles. S vista.....
Aviso aos Srs. thesoureiros
das irmandades e contrarias.
Na ra da SenzaU Nova n. 30 tem para ven-
der calimba cam Imm de frueus o de.farfnha,
amendoag. castanhas com confaitos e mendos,
tudo rom multo bom aortmeoto pm os m\o
das procisaws. e veade or preco ,1^ COino-
do, porque lado e fabricado oeste slattt4eei<
meato.
Fazendas pretas para a
quaresma ,
Xa *ua Ao Queimado n. 39
Loja de quntro portas
DE
Joaquim Rodrigues Tavares
de Mello.
Corles de vestidos de seda pretos bordados a
veiiodo muito superiores a 12Q#. ditos bordado
a retroz e v.dnlho a 80, ditos bordados a sedas"
fazenda muilotupror a 70. manteletes de CI
de lindos gostos a*J, dito de grosdenaple prf>-
10 ricamente enditados a 20*. 25* 30 e a 35fl
Z&'T.- rM*mait'eblonde hespanholas?
JO*, ditas de fil bordadas a seda a 12* e a 15
cada urna, grosdonaplo prelo desaoeriorqualida-
de-de 1J480H at 3200 o 'orado. Uvas pretas en-
imtadas e de superior fazend3 39200 cada urna e
nnlroni,.;i.. _^;_a*___ ^ "l "
Estampas finas e interes-
santes.
A. loja d'Aguia Branca recebeu mui finas, e gran-
des eslampas, do fumo e coloridas, representan-
do urnas a morte do justo rodeado de ojos, etc.,
e outras a morle do peecador cercado de demo-
nios, etc. Sao na verdade interessantes essas
estampas para quero as sabe apreciar, pelo que
se lurnam dous quadros dignos de se possuir, e
mesmo pela raridade delles aqui. Vendem-se
a 2*U00 cada estampa, na ra do Queimado n.
16, lojs d'Aguia-Branca.
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Srs. Joo Soura & C nicos possuidores des-
te xarope j bem coohecido pelos seus boos ef-
felos, continuam a vendn-lo pelo preco de 1
cada vidro, fazfm urna diff>ren;a no preciaos
colegas e a todas as pessoas que tomarom de 12
vidrospara cima.
Rap princeza gasse da Bsihia
Em casa de Lopes Irmaos, no caos da alfande-
ga n. 7, acha-se estabelecido um deposito dessa
fabrica, onde se vende em porgoes ou a retalho.
Farelo e milho.
Saceos grandes o de mullo boa qualidade : no
largo da Assemola n. 19, armazem de Antunes
Uuimares & C.
Maateiga ingleza
tantas libras : no armazem
Y 1,800* cobefta.
Ra do Queimado m 19,
armaiem/do fazeadas. vende-te aa liadas cobor-
d 4.800 de8enho chto Pelo barato preco
simos
Vendom-se grosdenaples preto spelo baralissl-
mo preco de 1|600 o I o ovado: na ra do
Queimado n. 2i, lojeda boa f.
/?ua do Crespo n. 8, loja
de 4 portas.
Pechificha que admira.
Chitas francezas cors (xas e lindos desenhos
a 140 rs. o covado do -se amostras com penhor.
Rival sem segundo.
Na roa do Queimado o. 55, loja de miudezas,
est queimando os seguintes arligos abaixo de-
clarados, todas as miudezas estao perfeitas. o o
preco coovida : "I --.*
Caitas de clcheles a 40 rs.
Carines de ditos a 20 rs.
Gtoza de pennas de ac muito finas a 500 rs.
Charutos muito tinos, caixa com 100 a 2500
Groza de botes de louc a ISO rs.
Carretel de linha com 100 jardas a SO rs.
Bules com banha muito fina a 330 rs.
Ditos cem dita dita a 500 rs
Banha em lata com 1(2 libra a 500 rs.
Frasco de oleo de babooa a 400 rs.
(>ixas cora obrejas mnitn no'aso 40 ra.
Ditas com ph. sphoros especiaes e melhor que
ns a 160 rs.
Pares de raeias cruas pera homem a 160 rs.
Ditos de ditas muito finas a 200 rs.
Pecas de franja de laa muito bonitas cores a
Duzia desabneles muito finos a 600 rs.
I*cas para acender charutos a 60 rs.
Phosphoros em caixa de folha a 100 rs.
Cartas de alfinetes finos a 100 rs.
Calxas de agulhas francezas a 120 rs.
Pires desapatos de tranja de algodo a 1.
Ditos de laa pa-a meninos a 200 rs.
Frascos de macass perola a 200 rs.
Ditos de oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garlos de cabo preto a 3S
Pares de luvas de fio de Escoria a 320.
Massos de grampas finos a 40 rs.
Caivetes de aparar peona a 80 rs.
Tesouras para unhas e costura muito finas a
500 rs.
Pegas de tranga de 15a com 10 varas a 320
Escovas para denles muito finas a 200 rs,
Cordo imperial Gnoa40rs.
Dito grosso a 80 rs.
Cordes para espartilho a80rs.
Caixas para rap muito finas a 1.
Pires de meias de cores prra meninas a 160 rs.
Linha de marcar (novello) 20 rs.
Groza de marcas para cobrir a 60 rs.
Agua imperial
para tirar as caspas, limpar mui bem a cabeca e
fazer reiiascer os cabellos ; vende-se nicarnen-
ie em cjsa do cabelleireiro da ra do.>eimsdo
n. o, pnmeiro andar.
Agua para Ungir ca-
bellos.
A meihor que tem apparecido al boje : tinge
mu bem os cabellos, e nao tem o inconveniente de
licarera os mesmos russos nu verdes: o proces-
so do usar simples, e o effeito proveiteso : ven-
de-se na roa do Queimado n. 6. primelro andar,
casadecabelleireiro.
Baratissimos jarros de por-
ceilana.
Vende-se mui bonitos jarros de porcellana dou-
rada. e de tamanhos nao pequeos, proprios pa-
ra eofeites de mesas, ornato de anbineie ele.
pelos baratissimos pregos de.3 e 480PO o' par -
na ra do Queimado loja d'Aguia Brabca n. 16v
Attenc/o.
Na ra do Trapiche n 46. em casa de Rostron
Rooker & C existe um bom sorliraenlo de li-
nhas de cores e brancas em carroteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendem poi
precos mui razoaveis.
Livros.
Ra Di re te 45
Teado de augmentar 80 (. o ariotio de se.
nhoro* o- de ie^ajB W ,., do da SVHe.an.ire
m diante, em consequencia da non pauta ova
ha de wrirn atfandrg,; 0 proprlKanoTo
bem sorUdo asUbelecioiento a roa Direita n
45. nao qut que os seus fregones carregnem
com as coMequeneias do systeraa financeiro o
Sr. ministro da (azeuda e por -isao sustenta m
pregos do dea cagalo pela tabella segoipte :
Homem.
Borzeguins para bometn (im-
periae)....... 1 C$000
Ditos (ariitocratioM). 9000
Ditos (prova dagua). ft500
Oitoi(Bersaglieri)..... 8,8000
Ditos (communistei). ... 6^000
Meio borzeguins (patente). (j000
Sapatesf3 batera). 5e600
Ditos (sola dupla)..... 5A200
Ditos (blusas). .....' fiyoo
Senhora.
Botinas (primadona). 5000
Ditos (vis a vi)'..... 4$800
Ditos (me deixe)..... 4^500
Ditos (grisete). ... 4^000
Meninos e meninas.
Sapatoes (bezerro)..... 4000
Ditos (diretes)..... 3a500
Ditos (salva ps)...... 3g000
Botinas (boli^osas). ..'.'. 40000
Ditas (para criancaj). 3j5eo
Sapatos para senhora (lustre). *200
E um completo sortimento de couro de lusire
.Tdrnrf.q,,,?,O,a-b7erro fraDeM- concho.
tudo que necessario a um irmao de S. Cris-
piro, advogadodos artistas sapateiros. por precos
que s este estabelecimenlo pode vender.
Roa do Crespo,
mi a,all8fJr a3' or>ya muito finas a
modernas a 500 rs. o covado. cassas ateras de
honiias cores a 240 rs.. chitas largas a 200 e 240
SnF. .Mrn88' e C0,es 2. ntremelos borda-
dos a l5O0 a peca, babados bordados a 320 a
*ra, sedinhas de quadros finas a 800 rs., casa-
vequesdecambraia e fil a 5. perneadores de
cambra.a bordados a 5, gollinhas bordadas a
wu, oiiaa coro ponas a 2500, manguitos borda-
dos de cambraia e fil a S, damasco de laa com
palmos de largara a l60O, bramante de linho
com 5 palmos de largura a 900 rs. a vara, luvas
para senhora a 100 rs. o par. capas de fusilo en-
leiiadas a 5. pegas de madapoln fino a 4$, laa-
zinha de quadros paraveatidos a 3S0. cemisus de
carobrau bordados a 2, sotuerasaras de panno
2* e.*5* P8,elot ** Panno e casemira de
I a 20S. ditos de alpaca de 8500 a 8, dos de
nnm de cores e brocos de 35(I0 a 58, calcas de
casemira pretas e de cores para todos ps precos,
ditos de brtm decores e branros de 2 a 5, ea-
misas brancas e de cores para lodos os precos
colletes de casemira de cores finos a 5 ; asim
como outras muias fazendas por menos do seu
valor para fechar comas.
Liquidado.
outras muilaa mais fazeodas proprias para a qua-
Luvas.
iE' chegado loje da guia de ouro da ra do
Cabeg. as verdarteira* luvU de pellica Jouvin :
sendo para senhora e para homem. q,se veo^'
dam a 3 o par, fiaona-se a boaqualidae. 1
Pechincha.
Vendem-se baldes de 80 arcos, pelo diminuto,
preco de 4: na roa da Cadeia a. S4. ^.
em barris de vinte e
de Tasso Irmaos.
Vende-se um terreno com 30, 40 ou 50 pe-
mos de frente, conforme melhor convier ao com-
prador, lado aterrado, situado na ra do Brum
junto a fuidico ingleza, com mais de 300 pal-
mos de fundo, e promplo para se edificarem re-
Qnacoes, padarias.-ou outros quaesquerestabote-
cimenlos por ter excellente porto para embarque
e desembarque de gneros: na ra da Mauro do
Dos, armazem n. 20.
Bolsas de tapete para
viagens.
Vendem-se mui bonitas bolsas de tapete pro-
prias para viageoe, etc., etc., pelos baratissimo
precos de 5. 6 el: o* loja de aguia brancas,
ra do Queimado a. 16:
Vendem-se 6 travs de 30 a 35 palmos e
urna potrea de cal de Jsguaribe : no becco da
Congregncao, na.loja de encadernajio, achario
com quera tratar, das 10 horas da manha al aa
3 da tarde.
Casa venda.
Vende-se a caca da sobrado na roa Iameral q.
Tf ; a tratar ae loja de miudesas da ra nimia
n, 103,ou eom Joio fereeka dos Santos Jnior
o escriptorio do r. MaooM da Silvt Santos.
-%te>-4o Cap, beirto do ilecUe.
GRANDE SORTIMENTO
DE
Roupa feita,
Na loja e armazem de Joa-
quim Rodrigues Tava-
res de Mello.
Hua do Queimado n.39
Loja de quatro portas
Sobreeasacas de panno fino obra multo bem fei-
ti. de 35 a 40cada urna.
Palelots de panno fino preto, de 25a 30.
Colletes de velludo preto bordado, a 12 esda
um.
Dilos de gorguro preto a 7 dem.
Ditos de setim maco a 6$ dem.
Ditos de casemira preta a 5])idem.
Caigas de casemira preta lina de 12 a 14
Paletols de estamenha a 5.
Ditos de alpaca preta, saceos de 4 a 5.
Ditus de dita sobrecasicos de 8 a 9.
Ditos de bambolioa preta superior fazenda a 12
Dilos de meia casemira a 10
Ditos de casemira rouiuj fina a 14$.
Um completo sortimento de paletols de fusto e
bnm. e caigas e coletos, que tudo se vende or
preco em coota. F
Cera de eaf flauta.
A melhor que tem eindo ao mercado e por
preco eommodo no largo da asserobia n 19
armazem de Antones Guimares & C
UIW
eobertoe e deacobertosr pequer.es gnaim, de
ura pelea inglez, para tiomero a setrbera de
um dos melhores fabricantes de Liverpool, vin.
des pelo ultimo .paquete iofllez
<8onthan Jleflor fc'C
Vendem-se diecionsrios latinos, inglezes. alle-
maes, selectas inRlezas, Horacios com interprcta-
coese notas. Euclides. flos-saoctorum ou a vida
dussaotos, bre'iarium romaeum: na roa da ma-
triz da Boa-Vista n. 31.
A loja da boa-fe
na vna do Queimado n. ^2,
esta maiio etortida,
c vende mullo barato :
Fr5Sxbranc0 de puro linno l"" 2anrS" a Vara: dit0 Pardo muito superior a
lS2UOa vara; gangas francezas muito finas de
padroes escuros a 500 rs.; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado: cortes de caiga de meia casimira a 1J600
ditos de bnm de liho de cores a 2 re.; breta-
nha de linho muito fina a 20. 22 e a 24 rs. a
pega com 30 jardas ; aloalhadu d'algodo muito
superior a 1400 rs. a vara; bramante de linho
com 2 varas de largura a 2400 a vara ; lengos
de cambraia brancos para algibeira a 2100 a
duzia ; dilos maiores a 3f; ditos de cambraia
ie#inho a 6. 7 e 8$ rs. a duzia; dilos borda-
dos muiio finos a 8> rs. cada um ; ditos de cam-
i.'a d,e aaf!,?odao com bico 'go 8 Hnho em
volta a l280; ditos com reoda, bico e labyrin-
loa200; e alm disto, outras muits fazen-
das que se vendem muito barato a dinhiro a
vista : na ra do Queimado n. 2a, loja da Boa .
Bonitos cintos para senho
ras e meninas.
Na loja da aguia branca vendem-se mui boni-
tas litas com fivelas para cintos de seohoras e
meninas, e pelo baratissimo prego dle 2 : em
dita loia da aguia branca, ra do Queimadonu-
mero 16.
Cheguem ao barato
O Pregui^a esl queimando, em sualoja na
ra do Queimado a. 2.
Pegas de bretaofaa de rolo cem 10 varas a
28, casemira escura infestada propria para cal-
ca, collete e palitots a 960 rs. o covado. Cam-
braia organdy de muito bom gosio a 480, rs.
a vara, dita (iza transparente muito una a $9,
4, 59. e 69 a pega, dita tapada, com 10 vara
a 59 e 69 a pega, chitas largas de moderaos e
escolhidos padrees a 2-40, 260e280r. o ova-
do, riqiUsinios chales de marin estanpado a
7 e 8, ditos bordados coa duas palmas, fa-
zenda wuito delicada a 9 eada um, dito* cam
urna s palma, muito finos a 850, ditos lisos
com franjas fe serla a 59, lancoi de cassis com
barra a 100, 120 a 160 cada um. meias muito
finas para senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidade a 3 e 89500 a duia, chitas fren-
cazas de Heosdwenbo, pira ooberu a 186 n.
o covado, chitasewuras ioglezasa 59000 a
peca, e a 160 rs. o covado. brisa braooode paro
linho a 19. 19300 e 1600 a vara, tfrto preto
muito eneorpado a !900 arart, trilhntina
aavl a 400 rg. o aovado, alpacas de dflerentes
afires a 360 rs. o covado, oaaemiras pretss
finesa 500r3 preta a de sal picos a 500 rs. a vn, e otftras
a eua-4e. aunas (azoadas qua se far patente ao compra-
Uor, do to4ai m darle amostras eom fialin
Fitas de cor, a pega 160 e 200 rs,. pentes de
lizar. finos, a 200 rs.. cordoes para espartilho
Wrs., canas oV clcheles 60 rs.. corions a 40
rs., canas de lamparinas 40 ., agulheiros
com agulhas francezas 120 rs Bta de linho, a
pega a 40 rs babado do Porto 120 e 160 rs. a
vara, botoes de louga para carotsa 100 e 120
rs.. pennas de ago. a groza 400 rs., froco para
ii 1'q-a T. pe?' ,ro''0 com arame e
n ,... e ** frdni*s e g80P!' dR >"ha
u P 0L^S v*,ri|h 1M)0 rs. a libra, g0li-
nhas800 e 2. manguitos 2. bni5e Pra
oasavequo de todas as qualidades i 200, 300 e
400 rs. a duzia, tranga do linha de caracol 200
rs. a pega macos de grampas 40 rs lia para
bordar 5.6e S a alamares dourados para ca-
pote, a groza 8, 10 e 12 fitas de seda de to-
das s qualidade, bandejas espelhos dourados
quadros de estampa dourada o ouiros muilos ob-
jeclos por barato prego, e lambem se veude ar-
magso e perienceg em porgao ; vende-se abrazo
na ra do Imperador n. 38. por baixo da bandei-
ra do retratista.
Vendo-se a casa terrea n. 28, na roa das
trozos, era Soto Antonio, trala-se na ra do
Crespo, loja des Srs. Adriano & Gaslro.
Vende-se um sitio
em chSos proprios. com urna ezrelleole otaria
barro no mesmo sitio para obra fina e grossa'
boa baixa para caplro. casa de morada nova
com minios eommodos para grande fanilia de-
fronte do taldeireiro. a marge'm do Capibaribe
na roa da Gadeia n. 29, no Beotfe, se dir auem
veude. "
Efifeites de cabeca
muito barato para chegar
aludos
Na loja d'aguia de onro, ra do Cabug a 1
vende-se enfeites pretos de vidrilho pelo baraiis-
sin.o pr^go de 2, ditos de velludo de esrama a
4, dilos de iranga a 3. assim como luvaa pretas
de lorcal com vidrilho. ditas de seda prelas e de
cores, assim como pulseiras de continhas, ditas
de missanga de cores, egnl|jnhos muito lindas
oe vidniho : tudo se veiide por baratissimo pre-
co para acabar.
Pechincha para a
quaresma.
Manleletea de grosdeoaple e da fil de aeda
, 10J 12 : na ra do Queimado n. 44.
Vendern-se noventa apolices da
companhia do Beberlbe : na' ra Nova
n. 14, primeiro andar.
Vende-se na cidade do Aracaty urna casa
terrea com s>tao, bom qoinul e cacimba, na prla-
cipal ra de commercio, propria para qem qui-
zar h etabelerer-seF por ler nao s commodos
precisos par residencia, como lambem loja, arma-
zem, etc. : a tratar na mesma cidade com os 8rs
Gurgel Irmaos. que esto autorisados para esse
Om, ou nesta praga na roa do Cabug, Inja n. 11.
Miperiores manteletes.
Vendem-se superiores manteletes pretos rica-
menle bordados, pelo baratissimo prego de 35
na rua.do-Queimtdo n. 22, loja da boa f. *
Venda de um cavallo.
fia ra do Jardim n. 19, ha para vander um ca-
vallo que serve para todo o servigo, qua se rea-
de muito em conta.
Ruada Senzala No va h.42
Vende-se em casa de S. P. Joans ton &C,
sellinse silbos rrgteies. eamleeiros e castieaes
bronzeados, lonas njleaes, fio de Tala, ahieota
para carros, amoaiaa, arreiot para carro de
um a dona cvalos ralogioada ouro patente
1 lOgld e
Ovas do sertao.
Vendem-se ovas do senio muito treseaes ; aa
rus do Queimado, loja de ferragens n. 14.
Fazeodas iara a quaresma.
No. armazem de fazendae-de Joao Jos de Goa-
aw.-raa d Qoelmaide-ru f9.
pleto o rico sortimento de faiendas prqpriaspara
a qvareeme. qoese vende 9 tnhetro pelo waia
diminuto ereeo. ~~ wvw
-y
14 'T


buho amwnmkmmmth ~ ownta
iMHftUftCOM861.
Algodo moasir.
Vende-se algodlo mosstro coa daaslargom,
maito proprio pira tesinas 0 ieacfla*>ot diiNB-
ir toda e qualquer costura, pelo baralissimo
reco de 600 rs. a rara ; na ra do Queimado b.
I, na lojt da boa f.
Defronte do becco da Coogregaco letreiro verde
Neste eslabelecimenlo ha sempre um sorlimento completo de roupa frita de todas as
quahdades, e lamben se roand* executar por medida, volitado dos freguezes. para o
ni\a rao Kntna nmr. fA^...
que lera um dos melhores profrssorps.
Casacas de panno preto, 409, 358 o 80*000
Sobrecasaca de dito, 359 30>O
PalitoUde dito ede cores, 35, 30.
25g000e 205000
Dito de casimira de coros, 229000,
15, 128 e 9000
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo.
Ditos de merin-silim pretos e de
corea, 9JO0O
Ditos de alpaka de cores. 5a e
Duos de dita preta, 9, 78. 53 e
Ditos de brisa de cores, 5f. 49500,
4S00O e
Diios de bramante de linho branco,
6$000. 59000 e
Ditos de merino de cordio preto.
15000e
Calsss de casimira preta e de cores.
129.10, 9 e
Ditas de princeza e merino de cor-
dao pretos, e
Ditas de brim braceo e de cores.
5SO0O. 4j500 e
Ditas de ganga de cores
Colfrtes de velludo prnlo e de co-
ree, lisos o bordados, 12, 9JI e 89OOO
Ditos de casemira preta o de cores,
lisos e bordados, 69, 59500, 59 e 39500
11SO00
89000
39500
39500
39500
fifiOO
8J000
6J0OO
49500
29500
3000
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco, 69 e
Ditos de gurgurao de seda pretos e
decores, 78000, 6000e
Diio de brim e fusto branco.
3500e
Seroulas de brim de linho
Ditas de algodo, IJrJoO e
Camisas de peiln de fusto branco
e de cores. 29500 e
Ditas de peito de linho 68 e
Ditas de madapolo branco e de
cores, 39. 2500, 2 e
Camisas de meias
Chapeos pretos de massa, frar#oozeo,
formas da ultima moda 10S,8a500 e
Ditos de leuro, 09. 09, 4j> o
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes. 149. 12$. 118 e
Collarinhos de linho milito finos,
novos feiiios. da ultima moda
Ditos de algodo
Relogios de ouro, patentes hori-
sonlaes. 100. 909. 8O9 e 709000
Ditos de prala galvaoisados, pa-
tente hosootaes, 408 309000 ?
Obras de ouro, aderemos e meios -SX^
adrenos, pulseiras, rozetas e v*!*/
anneis 0 sr-/*
Toalhas de linho, duzia 12J000 e IO9OOO
59OOO
59000
59OOO
39000
23*10
18280
29900
3a000
19900
19000
700O
StyOOO
79000
9800
5500
B4ST0S
Perfumaras
que outr'ora tinha loja na ra do
roado *. 46, que gyrava sob a firma de
Ges & Bastos participa aoe tena nume- ,
rosos freguezes que dissolveu a sociedade ff
que tinha cora o mesmo Ges tendo sido S
substituida por um seu mano do mesmo 91
nome, por isso ficou gyracdo a mesma
firma de Ges t Bastos,assim comoapro- fp
veita a occasio para annunciar abertura I
do seu grande armazem na ra Nova jun- S
lo a Conceigo dos Militares n. 47, que
passa a gyrar aob a firma
DE
EAU IHINERALE
NATRALLE DE VICHY.
Deposito na botica francza ra da Cruza.22
DE
Calado barato na ra larga do Rosario n. 32.
O dono deste estabelec imento teodo em vista acabar
cora todo o calcado at o fim de marco, expe ao publico pelo
preco abaixo: F
Para homens, senhoras t meninos.
Borzeguins de bezerro de Meli a
Ditos de Nanles sola
patente
D'tos de dito sola fina
Ditos dito de dito
Ditos francezes de lustre de 6, 79 e
Ditos todos de duraque
Ditos de couro de porco a
Sapatosde lustre a 38 al
Ditos de bezerro a 39500 at
Ditos de dito de 2 solas
Ditos de 1 sola cora salto
Ditos de 1 sola sem salto
ogooo
99 8g(10O
7S0O0
89OOO
65()0
58000
Borzpguina de setim branco
Ditos de duraque dito
Ditos pretos
Ditos de cores
Ditos de cores panno de duraque
Ditos dito de dito
( Ditos de corea para menina
51000 Ditos de dito todos de duraaue
59OOO 1 Ditos de dito dito
offi l^apatos de traDSa P meninos de lfl a
38000 Duos ue lustre para senhora _
29600,01103 de tranca fraueezes
para homem
G9000
59500
591100
I 5000
49000
39000
3>ono
38000
29500
19200
19280
18000
1
Bastos com um grande e numeroso sorlimento de
roupasfeitaa e fazendas de apurado gos-
to, por precoa muito modificados como
de seu costme, assim como sejam : ri
eos sobrecasacos de superior panno fino
preto o de cor a 258. 288 30. casacas
do mesmo panno a 309 e a 359, paletois
sobrecasacados do mesmo panno a I89,
209 e a 228. ditos saceos de panno preto a
129 e a 148. ditos de casemira de cor
muito fina modelo ingle a 98, IO9, l$
e 149, ditos de estamenha azesda de
apuradogostoa59e68, ditos de alpaca
preta e de cor a 4*. sobrecasacos de me-
rino de cordao a 89, ditos muito superior
a 129, ditos sarcos a 59, ditos de esguiso
pardo Uno a 4$,49500 e 58.ditos de fus-
to de cor a 39, 3s5l)0 e 49. ditoa bran- |t
cosa49!)00e595C0,ditos de brim pardo S
One sacco a 2J80O, calcas de brim de c6r *
puse 39. 395U0, 4e 48500. ditas da di- 5
lo branco finas a 58 e 6*500, ditas de 1
princeza proprias para luto a 48. ditas de
merino de cordao preto fino a 59 e 6,
ditas de casemira de cor e preta a 89, 9
e!09, colletes de casemira de cor e pre-
ta a 48500 e 59, ditosdo seda branca par
casamento a 59. ditos de brim branco a
J9 f 49, ditos de cor a 39.colletes de me-
rino para luto a 48 e 4*500. ricos rob-
cnambres de chita para homem a 10.pa- fl
letols de panno fino para menino a 12S e
149,casacas do mesmo panno a 15J.calcae |
de brim e de casemira para meninos, pa- !
lelots de alpaca ede brim para osmesmos, i
sapatosde tranga para homem e senho- S
1 e 19500, ceroulas de bramante a f
189 209 a duzia, camisas francezas fl- S
2^d/Dcor^brancasde B0V0S modelse 1
17|. I89, 209. 248. 289 e 309 a duzia!
ditas de peitos oe linho a 309a duzia di- 1
tas para menino a Ij800 cada uma, ricas fl
grvalas brancaa para casamento a 1J800
e 29 cada uma, ricos uniformes de case- fl
mira de cor de muito apurado gosto tanto II
no modello como na qualidade pelo di- II
minuto prego de 358, e s com avista se 31
pode reconhecer qus barato, ricas capas 9
^ de casemira para snnhora a 18 e 209 *
m e multas outraa fazendas de excelente S
8 gosto que se deixam de mencionar que 2
por ser grande quantidade se torna en- 8
ladonho, assim como se recebe tada e I
H qualquer encommenda de roupas feilas If
zendas escolbidas e uma grande oflicina M
tt doalfaiaieque pela sua promptidao e per-
?B teicao nada deixa a desejar
Cassas de cores.
mt k8 VeDdem .C81S"8 dn core8 B"s. padres
muilo bonitos, pelo baratissiroo prego de 240 rs.
o covado,
Queimado
Boa f.
Vende-se uma bonita negra com 13 a U
annos de idade, sem vicios, e com perfeigo co-
se, engomma e lava : na ra da matriz da Boa-
Vista n. 21, casa particular.
Arcos para saias balo.
No armazem de fazendas de Jnao Jos de Gou-
veia, ra do Queimado n. 29. vende-se a 160 rs.
a vara de arcos para saias balo.
Goutuia do Aracaty.
Vende-seexcellente gomma do Aracaty; na
ra daCadeia do Recife, primeira andar, n. 28.
Para quem ti ver gosto.
Vende-se um sitio na na rta Esperanca, oqnai
faz quina para a travesa de Joo Fernndes Vi-
eira, com excelfrote casa de vivenda aasobrada-
da. a quiloflerere os melhores commodos para
grande familia, bastante fresco, com agua de
beber e muias frurleiras lucrativas; est collo-
cado em logar ameno e bastante perto da praga,
tendo ao lado direito do mesmo um terreno que
se pode aproveiiar para edideago de mais al-
gum predio : trata-se na ra Imperial, casa ter-
rea n. 74, ou ra da Senzala Velha n. 10.
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> 3 o es a
novas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
propria enconimenda um lindo e completo soni-
mento de perfnmrijs finas, as quaes e*t ven-
dendo por menos do que em outra qualquer par*
te: seado o bem Mohecido oleo phUocomo e ba-
nha (societ bygienique) a 19 o frasco, finos
extractos em bonitos frascos de cores e dourados
a 2, 29500, 8, e 4, a afamada banha trans-
parente, e outrat igualmente Gnas e novissimas
como a japonaise em bonitos fraseos, cuja lam-
pa de vidro tambis ebeia da mesma, buile
concrete, odonntll, principe imperial, crema,
em bonitos copinhos com lampa de metal, e
muilas oulras diversas qualidades, todas estas a
19 o frasco, baoilos vasos de pcreellana doura-
da. preprios para offerta a 29 e 29500. bonitas
bsbusinhos com 9 frasquinhus de cheiro a 2,
lindas cestinbas com 3 e 4 frasquinbos, ecaixi-
nbas redondas com 4 ditoa a 19200 e 19600,
finos pos para denles e agua balsmica para ditos
a 19 e lI5i)0 o frssquUbo; e assim uma in-
i ficidade de bbjectos que sao patentes em dita lo-
ja d'aguia branca, na ra do Queimado n. 14.
Ultimo gosto.
A loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. B,
acaba oe receber da Europa pelo ultimo vapor,
de sua propria encpimenda, lindos cintos para
senhora ou para menina, o mai fino que se po-
de encontrar, sendo ultima moda, que se vende
pelo baratsimo prego de 4e 5, assim como en-
(eiiesde cabega para tenhora, lodos enlrangados
rom borla oourada a 15|, grinaldas ae flores
muito finas tsnio branca como de cores que se
vrnde a 3, 4 e 59, pois a vista da finura e do ul-
timo gosto ninguem deixara de comprar.
Penas d'aco.
A loja d'Aguia-Branca recebeu um grande sorli-
mento de peonas d'ago de differentes qualidadea
as guaes esi vendendo de 500 a 1OO rs. gro-
sa. o mais barato possivel: na ra do Quei-
mado loja d'Aguia- Branca, o. 16.
Arados americanoemachina-
par a lavar roupa: em casa deS.P. Jos
hnston di C. ra d; Senzala n.42.
Cheguem aloja da Boa f
Chitas francezas muilo finas de cores Dxas a
280 rs. o covado ; cambraias francezas muito fia
as a 640 rs a vara; dem lisa muito fina a
455C0 e a 65000 a peg com 81|2 varas ; di-
muito superior a 8J000 a pega com 10 varas ;
dita fina com sal picos a 4J800 a pega com 8 1|2
varas ; fil de linho liso mullo fino a 800 rs. a
vara ; tarlalana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e oulras muilas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muilo baratas: na ruado
Queimado n. 22, ni loja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos muito finos proprios para os
labuquistss por serem de cores escuras e fixas a
55UU0 a duzia : na ra do Queimado n. 22, na
loja da Boa f.
Na loja da Boa f vende-se
panno preto Uno a 49, 5, 6, 89 e 10? rs. o co-
vado, casimira preta fina a 2J. 3 e 4 rs. o co-
do ; gros de naples preto a 2, 2$500 P 3 0
covado; alpaka preta fina a 640, 800. e muito
una a lp rs. o covado ; casimiras muilo finas de
cores escuraa com 6 palmos de largura a 49 rs. o
covado ; ditas de cores claras a 65 rs. o corte de
caiga; meias de alsodao cr muito superiores a
49800 rs. a duzia ; ditas Je algodo cru tamben
niuito superiores para meninos a 4$ a duzia ; e
assim mijitos oulros arligos de lei que se ven-
oem baratsimos, sendo a dinheiro: na referida
loja da Boa f. Da ra do Oueimado n. 22.
tamisas e toalhas.
Vendem-ae camisas brancas muito finas pelo ba-
_ ratissimo prego de 289 rs. a duzia ; toalhas de li-
iVGnaciiv
HINMCAO LOTMIOW.
Roa da Seoialla Ktva i.42.
Neate estabeleciment coniina a haver um
completo sonimsn 10 do moeodaa emeias moen-
das para engenbo, machinas de vapor e laixas
ie ferro balido e coado, de todos os lamanhos
pra dito.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre do seu depo-
site da ra da Moeda n. 3 A, um grandesor-
mento de tachas e moendas para engenbo, de
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou aa ra do Trapiche
n. *.
Vende-sefrco de todas as corea egrossoris.
Pe?."rf ?a\TiXt ^? 1
m n.i. Qu*o, loja da aguia bran-
Mk ""^ k
Suissos.
ll "*
,E?*Md,Sehflrt*4C.,fo. da Cruz
deVl?nDr.8Vm, i-?* **" sorlimento
de relogios de algibeira borisontaes, patente
a Ti"""/ meioac"o0oetro, de'ouo. p,
ta don rada e foliado, a ouro, sendo estes red
giosdos primeiros fabricantes da Suba
vanderao por precoa razoaveis.
qua se
PARA A
SYSTE Mi IED1C0 DE HOLLOtt AY.
PILULASHULLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto nteira,
mente de bervas medieinaes, cao conten mercu-
rio nem alguma outra substanciadelecieiia. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleigao mais
delicada igualmente prompto e seguio para
desarreigar o mal na eompleigao mais robusta ;
enteiramente innocente em suas onerape f-
feilos ; pois busca e remove as doen'casTe qu.l-1 ra rUa d "* primeii
quer especie e grao por mais amigas e tenazas i PaMa,do a b01'" vende e cajan
que sejam. cas de suoerior panno fino preto de
Entre mimares de pessoas curadas com este 13 Pe, DaraW preco de 2$, por haver
remedio, muilas que j eslavarn as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn
recobrara saude e torcas, depois dehaver tenta-
do inuliimente todos osoutrosremedios.
As mais afflictas nao devem entregar- se a des-
esperado ; fajara um compeienta ensato dose
elBcazes effeiios desta assombrosa medicina,
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguimes enfermidades:
Accidente!) epilpticos.
Alporcas.
A m polas.
Areias (mal de).
Astbma.
.Clicas.
Convulsoes.
Debilidadeou extena
gao.
Debilidade ou falla de
forgas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor degarganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Ditas bo ligado.
Ditas venreas.
Encbaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto intermitente,
Vende-se estas pilu
Febreto dae specie.
Golla.
Hemorrhoidas.
Uydropesia.
Ictericia.
Indigesies.
Inflammaces.
Irregularidades
menstruagao.
Lombngas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Abstrucgo de ventre.
Pbtysira ou consump-
pulmonar.
Retengo deourina.
Bbeumaiismo.
Sym piornas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
toge-
e mSl9 baral0 *loe ch>la: n ma do
n. 22, na bem conhecida loja da
E* ha ratissimo I
Ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Cassas de cores fixas miudinhas a 240 rs. o co-
vado, cambraia. organdys lindos desenhos a 400 para rosl a 9* a dulia dll8S ff Ipudas mul-
rs. o covado. e chitas largas finas de 2i0, 260 e V5 UP"10" 280 o covado, e oulras muilas fazendas por ba- 1 n 22> loJa da Boa ,-
ratissimo prego : oao-se amostras com penhor. I Palpl/ic
Para desenho. v A rdieOS.
J2? ^S^rr^s,intas fi-; SS? r^ K,-ff-'.ss;
-^..^^i-W^ff/aS.^
6m8iSl^neqUi^, l"t\*enet0- e "ndem-se a 59.
ifi Sil l?f 12*ne ,4 : Da rua d0 Queimado n
10. laja d Agina-Branca.
de "
sss rsst" dirij"-8e'rua da praia io*
. na rua do Queima-
do n. 22. loja da Boa f.
Vende-se um bom terreno de quina na rua
Concordia e rua da Palma : quem o pre-
tender, dirija-se a rua da Praia. serrara n. 59.
Na mesma serrara aloga-se um segundo anoar
com grandes commodos.
da
FUNDICAO
rt
o
o

e
-a
o c
9 2 w S
-* o ^S
S E
SeusproprreiarioBoffereeeraaseus numerosos freguezes e ao pubbico em geral lodaemial-
osUetarn.rsanrUoT 8eU reCOnhrd0 -- ^: machtn.a'd v^ de od s
os lamanhos rodas d agua par. engenhos, todas de ferro ou para cubos de madeira moendas e
meas moendas, tachas de ferro batido e fundido de lodosos lamanhos, guiZZ ZnTos e
destri; atoodl ^ 'gUllhd9S e b^" I to'". machinas par.'alssar mi oc e para
.^.21*:? Cull'Vad0re PBto. ^w e tanques, boiaa, alvorengas, botes e todas
Z do Rrm? ?i 4 presentados. Recebem-se encommendas neste eslabelecimenlo na
fifi! e.na;lo Colregto hoje do Imperador n.65 moradi. do caxeiro do es-
**t!T aqU,,n 0St Perefa' Cm qUem S Pndn* Podem entender Pa"a
asnoestabelecimen.. {
fal de Londres n 224, .Strand. e na loja de
iodos os boticarios dioguisiaeouiraf pessoas ede
carregadas de sua venda em toda a America n-
bl, Havanae Bspanba.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs. cada
orna deltas, coniem una inslrucgo em portu-
guez para explicar o modo de se usar deslas p-
talas. r
O deposito geral em casa do Sr. Soum
dbarmaceutico, na rua da Ciuz n. 22 em Per-
nambuco.
SEDULAS
de ifie 5^000.
Continua-se a trocar sedulss de uma s figura
por roelade do descomo que exige a thesouraria
desta provincia, e as olas das mais pragas do
imperio com o abale de 5 por cen'o: no escrip-
torio de Azevedo Mtndes, rua da Cruze
n. 1.
IN'a rua do Queimado n. 1
vendem-se pegas de algodo com toque de ava-
na, pelos seguimes pregos : 18500, 1S600. 2 e
25C0, cassas a 240 e 280 rs. o covado" ]
No armazem da rua da Madre de
Deosn. 6 confronte ao consulado pro-
vincial, ha Dar venderse saceos cor*i
milbo muito novo e com 122 libras de
peso que regula 22 a 23 cuiaa a precio
de 30600 cada uma.
Vinho do Porto, genuino.
Rico de 1820.
Stomacal de 1830.
Precioso de 1847.
Asduzias.e em caixinhas, adinheiro, porba
ato prego : vende-se na rua do Trapiche n. 40
escriptorio. 7
grande sortimento
dinheiro.
e querer-te apurar
Attenco.
N. 40~Rna do Amorim-N. 40.
Estampas finas.
*-,0ia *''*' d-e ouro' rua d0 C40?* d. 1 B,
vendem-se collec^oea dos passos. o mais fino que
^nLhaVer C0,D^8,0S e 14 lampas, que se
vende por baratsimo preCo de 149, assim romo
S.m^?h' *TU'"-"o soo ion ee 5i*f l",' ,U! 8e Tende- P'au">
a 200,400 e 600 rs., e grandes a 1J600
da uma.
o 29i.ca-
A 500 rs.
Vende-se o covado de finas laas de cores no
Fazendas baratas
Na rua do Queimado n. 19
n,?mHbraa,5 fln" D,alMda Pelo baralissimo
preco de 240 rs. o covado, ditas escuras a 180 rs
o covado.
220holcovard'oCeZ" ,aDt escur" cn>>clarasa
oalhas de'fustio a 600 rs. cada uma.
3'5o,a>rae,'US a" *'*"' mtido 2*800. 3$
..SreaVlInU P.*ra "" e rorro de "la,
senac de 4, 5 e 6 palmos de largo.
r.nLr\^*DCOt p'" ''*>" Pelo barato pre-
go de 19600 a duzia. *
Grandes cohhas do fusto lavradas a 59500.
A os fers. estudantes do
segundo &nno.
Vende-se por preco muito commodo
Bergier, diccionario tlieologico er-
seis volume e um supplemento; Geom
ge Phillips em tres volumes e um sup-
plemento ; Colonjbel, imtituioies de
Franca ; compendios de direito natural
e publico pelo conselheiro Autran e
constituiqao poltica : quem quizer di-
rija-se a rua Direita n. 74, onde tam-
bem se compram todos o$ hvroa neces-
sarios para o quinto anno.
8>
M-chin-as-d-ev-apor.#*#-#4e<
Rodas d'agua.
Moendas decanna.
Taixas.
Rodas dentadas.
Bronzese aguilhes. .
*9 Alambiques de ferro.
% Crivos, padroes etc., etc:
m Na fundicao de ferro de D. W. Boirmar.1
rua do Brum passando o cbafaria" !
Relogios.
^lossenhores alfaiates.
Para acabar.
Na loja d'aguia de ouro. rua do Cabug n 1 B
existe uma porcao de boloe. para palelot ou col-!
lele, grandes e pequeos, que se vende por ba-
ratsimos prreos. grandes a 1 e a 1200 a iro-
sa, pequeos a 500 e 600 rs. a grosa
Venrle-se em casa de Jobrslon Pster A C.
rua do V.gario n. 3 um bello sortenlo de
relog.osdeouro, paieuie irglex. de uro dos mais
aamados fabncantea de Liverpool; tambera
uma vanedade de bonitos trancelins para os
mesmos. r
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e decores fixa-
a dozevintens o covado, mais barato doqn'
chita, approve.tem em quanto nao se arabam
a d'a Bo ?e,ma 22'ntDem conhecida lo-
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Para a quaresma.
Ricos cortes do vestidos de grosdenaple preto
bordados a velludo com algumas pintos de mofo
o."" n1"1 se conhere, os quaps se tem vendido por
160, e que se codera por 8O9.
Ditos dilnssem ser bordados a velludo, fazen-
da muilo boa e encornada por 55JJ e 60g.
Minlaa prelas de linho bordadas a S}.
Visitas prelas muito bem enfiladas a 1?$.
Ditas de seda de cores muilo liona* a 209.
Grosdenaple nrelo superior de 29200 e 2 e
muito largo a 29800.
Sarja preta h-spanhola boa a 2$.
Velludo preto liso muilo bom a 4S. 59 e 6f.
= nl? de caseHlira prela bordada para collete
a 53090.
a cjo00de VeUUd Prel b0rdad0 Dara co,lete
Calcas de casemira preta fina a 10 e lfcj.
Casacas esobrecasacas prelas bem feitas a 309.
Gorguro preto e bordado de cor delicada, o
covado 49.
Colletes de casomira pretos bordados a 8.
Paletois de paono preto,a 129 l^.
Daos d alpaca preU a 39, 4. 5 e 6, e muilo
Ono a 89OOO.
Stiag Dalao a 4jj.
Chales de merino bordados, grandes a 59, 69
e 79OOO.
Duos de seda pretos grandes a 149.
Vesiidos de seda de cor bordados de doss saias,
fazenda muito boa com algum mofo a 40 e 609.
Ditos oe pbanlasla em cario a 159.
Caigas de casemira de cor a 69, 8. 9e 109.
Saceos de tapete de diversoa lamanhos para
viaBema59. v
Malas desoa para viagem de 129a 18S.
thapeos pretos francezes finos a 8$
ioDS? de_caslar braDco aero pello muito bons a
l^JMU. oulras mullas faxendas, que par li-
quidar, vendem-se barato : na loja de fazendas
da1 rua da Cadea do Recite n. 50, de Cunase
ollf.
PechiDcha!
Aletria, lalharim e macarrao a 400 rs a libra :
vende o Brandao, na Lingoe>a n. 5.
- Vendem-se urnas caUeiras de folha e uma
porcao de formas para fazer velas : na rua do
Hondegon. 61.
Na rua do Vigario n. 19. primeiro andar,
vende se farelo da Lisboa superior, ebegado l-
timamente, a 4$ e 59 por sacca.
Verdadeirapechiocha.
A5J!o corte.
Vendem-se no armazem de fazendas da rua do
Qneimado n. 19. corles de easernira muilo fina e
pelo baralissimo preco de 59 : quem precisar,
approvejie a accasiao de comprar, corles de vel-
ludo prelo bordados para collele, fazenda supe-
rior, a 6$.
Vende-se um terreno junto a casa da roa da
Concordia n. 55; a tratar na rua Nova n. 15,
RtLOlilUS.
leja.
Vende-se alcool de superior qualidade, pro-
prio para qualqier preparacao de pnarmacia, de
perfumarias, e outros idnticos ; na rua nova de
Sania Rit, fabrica do Franca, ou no caes de A-
pollo.
Vende-se uma escrava moca de bonita B-
gora, engommadeira e coxinheira ; na rua da
Imperatriz n. 3, segando andar.
Vende-se o engenho S. Jos, de Bom Jar-
dJm, sito na freguezia de N. S. da Luz, moente e
corrente, distante da praca 4 legse; quaai prom-
pto para muer com agua, com boas matas, ex-
cellente cercado, boas obras, e uma bes seita j
criada : os pretendentes bajam de dirigirse ao
mesmo engenbo, ou 00 engesho Pened de bat-
i, qe se far todo o negocio vista d co,
prador.
Vende-se em casa de Saundres Brothers di C
pra$a do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
brcame Roskell, por precos commodos e tam-
bera trancellins e cadeias para os mesmos de
eicellenie gosto.
Putassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bemeonhecido eacreditado deposito da
rua da Cadeia do Recife n. 12,ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova ede superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra, ludo por presos mais baratos do que em
outra qualquerparte.
As melhores machinas de co-
zer dos mais afamados au-
tores de New-York, Sioger
A C, Whecler A Wilson e
Geo. B. Sloat Escra\os fgidos.
SOflflO de gratficaco,
a quem apprehender orna esrrava de nome Vi-
rencia, rom os sipoeea s guiri tes ; baixe, groess,
lea de rara, cor ful, beicor grossos, bocea regu-
lar, orelhas grsDdes e acabaadas, uma especie
de sardas pelas no rotlo, ou marras de bexigas
falla spera e groass, arompanhada de arreme-
cos. cara um tanto comprida, obello collado
reme, uma pequea fenda no U.rnozello fsquer-
do ; levou um vestido de chita roxa j usada e
um dito (nao em fulha) de chita encamada, cons-
ta que romprou um jar de sapalos de panno o
que indica que vai usar delle para
e que seguir paca Pajea
passar por
de Flores,
pois foi ence nlrada na estrada de Jaboalo ero di-
rercao a fsie serlao, onde ja uma vez ealeve pre-
Estas ma-
chinas que
sao as melho-
res e mais
o r a J ouras
mostram-8e a
qualquer hora
e ensiua-se a
trabalbar as
casas dos com-
pradores ga-
rantindo-se a
sua.boa quali-
dade e dura-
cao 1 no depo-
sito da ma-
chi n as de
Raymsodo Carlos Leite 4 Jrmio, ru* da Impe-
talris n. 1, adtigamente aterre a Boa-Vista
aa : quem a pegar ou della der nolicia, dirija-se
a rua Augu*la n. 70, que alera de se agradecer
ser graiiiiado coro g quanlia aeisaa,
Fugio da cidade do Aracaty, no mez de se-
terobro pioximo psssado, um eseravo do com-
mandanle superior Manoel Jos Penna Pacheco,
que ha pouco o havis comprado ao Sr, Bento
Lourenco Collares, de nome Joaquim, de idade
de einecenta a tantos annos, fulo, alio, magro,
denles glandes, e com falta de alguns na frente,
qneixo fino, ps grandes, e com os dedos gran-
des dos ps bem aberios, muito palevriador, n-
culca-se forro, e tem signaes de ter sido surrado
Consta que este eseravo apparecera no dia 6 do
crreme, vindo do lado das Cinco Ponas, e sen-
do enterrogado por um pareceiro seu ronhecido,
rlisse que linba sido vendido por seu se tibor para
Goianninba : qualquer pessoa que a pegar o po-
der levar ero Pernambuco aoe Srs Basto d Le-
mos, aue gratificario generossmente.
Fugio o esersvo Deodato, mulato, de idade
17 anno. altora regular para a idade, secco do
corpo, com um dente quebrado na frente, olbos
um pouco vermelhos e cabellos csrapinhus :
quem o pegare leva-lo ao engenho Carauna, on
nesia pra?a na rua de Apollo n. 30, segundo an-
dar, recebar boa Rtaflcecao.


w
wraua

(*J(8)
MfclO.Dl
- BUOrr PBft 7 DI MABC BE llfl.
Variedades.
Carla do TiscMfc ic HikrAi sm
esposa a vistfidessa do Besmt
molo.
i
Deus a livre, viscondessa.
Do meo visinho da pnrta :
Esta cousa rae mui torta,
Todos gritam, lodos ralham,
Elodos dos alrepalham.
I!
Ninguem d carreira direiU,
Anda ludo aos empurros.
At os proprios Catos,
Que grilaramUa trtpeira,
J julgara que tora asneira.
III
Esses meamos, riscondessa.
Vio a easaca tirando,
E de doto ajoclhaodo
Ante o possu, mando e quero,
Que musir nariz torero.
IV
Os partidos se acabaram.
Ha soraeole capcllinhas.
Onde mui boaa almiphas
Inda ao santo rezar vo,
Que e da sua dorogao.
I V
A poltica tornou-se
Mercadera da praga,
Nao lorae isto por chalaba,
O que se quer sao metaos,
E posiglo ociaes.
Os Iliteratos escrevem,
Nos jorr.aes novos e antigos,
Mui estroaJosos artigos,
Segunda o gosto e a paixio.
De quera lnes paga o sermao.
VII
Os gorenas nao tem torga,
Porgue sao decores mixtas,
Corope-se de lazzaristas,
De car tu las renegados,
De progressistas safados.
VIII
No meiojdesta balburdia.
Que tem muito d'exquisita,
Vae-se rindo o jesuta.
Que navega rento em popa,
Comendo da nossa sopa.
IX
O jesuta, menina.
Reina, gorerna e dispe,
A' seu geito ludo pe,
E no fim desla feslanga,
Di com Portugal na panga.
lato se faz, riscondessa,
Nesle secuto das luzes,
Com governos de alcatruzes,
Com roioistros taes ou quaes,
Que se chamara liberaos.
XI
A liberdade, pnminha,
Marchando assim, marcha bem,
Se oulros amigos nao tem
Scno estes camapheus,
Tde ji dizer-lhe adeus.
XI l
Nao tinto a cousa por mim,
Qu'estou mui oerto da cora,
Mas lamento a grande sora
Que a naci ha de mamar,
Se i lempo nio acordar.
XIII
Tornario os bellos lempos,
Em que a sania ioquisicao
Pegara d'umcidadio,
O prenda, o atormentara,
E mesmo viro o qaeimara.
XIV
Ao senhor capitio-mr.
Que ji nos pode prender,
Iri o povo ofTerccer,
O seu preito e homenagem,
Em sgnal de rassalagem,
XV
E dari ao mandarim,
J se sabe, ao senhor poro,
No dia do aono noro.
As orelhas e o fociobo.
E os tombos do seu porquinho.
XVI
E os liltoralos serio
Despedidos do serrigo.
Terminar o derrigo
Nos jornaes nos folhelins,
E mesmo nos botequins.
XVII
Teremos frades aos ceios.
L'ns calgados, oulros nio,
E de ccete na mi,
Apparecer um esbirro
A qualquer pequeo espirro.
XVIII
Andar logo i concurso
Do algoz o lindo officio,
E para matar o vicio
Nosdarao cousa mui boa,
A gazeta de*Lisboa.
XIX
Tal prima, o paslelio
Qne nos esli coziohando,
E que mal me rae chairando ;
Eu protesto nio prora-lo,
Pois dou as gambias e aba-lo.
XX
Talrez pense a riscondessa
Que este quadro lio tristonho
Nao passa talrez d'um sonho,
D'um pesadolo ou risao,
Ou grande carapelio ?
XXI
Saiba, pois, minha menina.
Que s lhe escrero a verdade ;
Ao menos c na cidade
E' boato screditado.
Que lomos golpe d'estado.
XXII "
Harer Villa-Francada,
Como oulr'ora succedeu ?
Disto desconfo eu,
Apezar da seguranga
Que nos di o Sanchopanga.
XXIU
Quera tem olhos e nio re,
E nio cure leudo ouridos,
Quem dispensa estes sentidos,
E em poltica te melle,
Talrez que afinal m espete.
xxir
O ministerio inda rire,
E canta .muito viver,
E at mesmo nao morrer,
Por causa do parentesco,
Vire e anda amito fresco.
XXV
Eu nao sei onde ir buscar
Tres cabegas tao eguaes,
To fortes, lio coloesaes.
Que segundo o Tanls, sao
O miniiiiho da nagao.
XXVI
Portugal, riscondessinha,
J nio o que fui dantos.
Mas-inda tem seis gigantes
Capazes de sustentar
Este orbe sublunar
XXVII
Os Maltas de jornalitmo.
Continuara por roais vezes,
A foroecer aos freguezes,
E como prato de meto,
A nota com o seu recheio.
XXVIII
Este prato como sabe
D'um cozinheiro romano,
E conten, se nio me engao,
Coloriu e por demais
Uns aderantes reaes.
XXIX
Deste prato o ministerio
Coraeu logo e li cahiu
A' dormir, nem mais boliu,
E o nuncio, segundo fama,
O lambeu, e ei-lo de cama.
XXX
Nio so falla n'oulra cousa
Nos pasmatorios, seoio
Neste grande paslelio.
Que envenena os proprios galos,
E capaz de matar ratos.
XXXI
Eu pego i Deus, viscondessa,
He livre de tal pastel.
Antes seis las de mel,
E ver urna noule inteira
Dous padres i cabeceira.
XXXII
Afinal s lho direi
Que anda em forja o que quer que seja,
E seoio, priraioha, veja
Como eu trago e sou pacato,
A pedrioha no sapato.
XXXIII
Talrez, prima, ludo d
Em agua de bacalhio,
Bem que o anoo seja mo,
A tal Italia talrez
Suspenda o nosso entremez.
XXXIV
E o que me diz, viscoodessa,
Ao fri, chura que faz ?
Deus i ten h era santa paz,
E que livesse la ni bem
Festas alegres, meu bem.
4
FOLUHTOl n
014 FAMILIA TRGICA
ron
CHARLES HUGO.
PRIMEIRA PARTE.
OFilho.
VII
[Continuarao.)
Isto quer dizer, Alina, que nio ha agua que
lave o taogue 1
O capitao nio pode conter-se, que n io deixas-
se esrapar um triste e prolongado suspiro. Era
evidente que as peripecias deesa innocente con-
verssco, entremeiada de tio doces confidencias,
se ohstinavam i renovar-Ihe sem cesstr o cuida-
do, i que elle procura?* fugir.
A melancola que o assaltava, tornou-se lio
profunda, que vendo-se n i impotsibilidade de
occulta-la sua esposa tomouo partido de ador-
mecer, e estirando-se n'um ngulo Ida carrua-
gem fechou os olhos. Alina, cheia de solicitude,
peto repouso de seu mando, lornou-se silencio-
sa, e sem o mais pequeo ruido, com a destreza
e gentil previdencia das roolheres que aniam, ar-
ranjou ludo em roda do capitao, de sorte i fazer
o seu somoo mais duravel e mais commodo.
Cerrou as cortinas da carruagem, e estendeu so-
bre 03 ps delle urna grande capa qne servia pa-
ra protege-loa durante a noite contra a humidade
do ar.
Emquanto que Chrisliano adormeca insensi-
Telmeote, Alina o contemplara em silencio.
De repente o tora no de seu marido pareceu-
lhe inquieto e agitado; ourio o capitio murmurar
como que syllabas contosas : aproximou o ouri-
do deasa fronte paluda, e por sua rez tornou-se
ella mesma ainda mais patuda._________^^
(*] Vide otario n. 53,
Carta d vizconde de Kikiriki a sua
esposa a viscondessa do mesmo ti-
tulo.
i
Passei a noite passada,
Por tenlagao do demonio,
Em casa de D. Antonio ;
Eram os anoos, priraioha.
Da sua chara filhinha.
II
Que pnixel prima, que peixe I
Nao a tal pequinita !
Sae i mi, pois D. Rila,
Nossa prima, papa fina
Foi sempre, desde menina.
III
Inda me lembra do lempo
Em que cu dava o cavaqutoho,
Poraquelle rostozinho.
Que era, com loda a verdade,
O astro desla cirtade.
IV
Faga a riscondessa idea.
De um rosto quasi modelo,
Ornado de loure pello,
Com sen buco avelludado.
Sobre um beico anacarado.
V
Olhos prelos, p pequeo.
Cabellos de negra cor,
Brancoseio tentador,
Suns dentmhos. boa mi,
E o mais proporgio.
VI
J r, pois, que D. Rita,
Era ura typo de belleza,
Em que a madre uatureza,
Tinha, meu bem, empregado,
Seus estorgos, eeu cuidado.
Vil
D. Rila, no seu lempo.
Era o gallo dos rapazes,
Ainda dos mais audazes ;
At eu fui padecente,
E confesso lhe fu frente.
VIII
Tudo que havia de fino
Andava sempre atraz della,
Equando vioha i janella,
Chuchava lodos os dias,
Um milhio do cortezias.
IX
D. Rita leve sempro
A balda de namorar,
E depois de navegar
Muilo teropo naufragou,
Quero dizer-lhe, casou.
X
D. Antonio, seu marido,
Qllio de Badajoz,
Seus paes vendiam retroz.
Mas o rapaz onde entrara.
Por dalgo se inculcara.
Ouviradislinclamenle sahir dos labios do man-
cebo estas palavraa estranhas, repetidas por in-
vallos:
Perdoae-lhe, sire !
Assim como urna pedracahiodo sobre a super-
ficie tranquilla de um lago bastara para turrar
a agua, e dar-lhe urna oscitlagio, cujo circulo se
alargara prodigiosamente ; assim essas duas pa-
tarras tongadas de sbito na serenidade d'alma
de Alina, essas duas patarras escapadaa no meio
de um somno agitado, causaram a coodeasa *m
eslremecimeolo por todo o corpo.
Estere quasi acordando Chrisliano para per-
guniar-lhe :
Perdi para quem ?
Mas arrependeu-se logo, e tero rergonha de
harer tomado ao serio palarral prorenientes sem
durida de um sonho mi, de qne seu marido
nem mesmo teria coosciencia, e ao acordar nem
se lembraria de hare-las dito : calou-se pois
O espirito porem urna rez i bracos com o mys-
terio nio a deixou mais socegar: cahiu, apezar
seu, n'uma meditagio quasi tio profunda como
aquella que baria annuriado o semblante de
Chrisliano durante a sua riagem.
XI
_ descendente da Cid
Bisnete do Palatoz,
E qae tinha triota aves, f
Todos fidatgos, mol puros,
Mas pobrezitos de duros.
XU *^
D.Aotop&aweAirton,
Que um ssu aro tora tal,
Quo na noite de Natal,
E n'uma praga de louros,
Matara quaronta Mouros.
xm
D. Rita o pretorio.
Por lhe faltarem dous denles,
E ser d'enlre os prelondentes
O que melhor se embngava,
Eque melhor se assoava.
XIV-
E deu no rinte, encontrando
O marido que quera,
Que passa as horas do dia
Foro de casa i jogar,
E tambera cachimbar.
XV
D. Antonio festejou
Os annos da prole sua,
Nio se pissara na ra :
Com coups atraretssdot.
Com archolcs, com criados.
XVI
Houve chi e doce fino,
Vinhos do Porto e Xerez ;
Quem da casa as honras fez,
Foi Dona Hita, que tem
Um geito como ninguem.
XVII
Houve danga, e o seu visconde
Estendeu bem a perninha :
Eu tire, viscondessinhs,
A houra de ter por par
Urna dama titular.
XVIII
Nio gostei da tal senhora,
Apesar de ser mui bella,
Porque pondo os olhos oella,
Vi logo i primeira vista
Que ebeirara lazzarista.
XIX
Mulher beata e derota
Comigo nao faz farioha,
Causou-me sempre zanguinha
Quem a-ftocta devogao,
Sempre decontasna mi.
XX
A mulher namoradeira
Reza i noite o aeu rozario ;
O agiota usurario
Vae bater nos peilos seos,
Quando se levanta i Deus.
XXI
Quem trafica em notas falsas,
Ou rive da escravatura,
Este caminho procura,
E ser muite rico deseja,
Fazendo funecoes d'egreja.
XXU
Com o baile dos lanceiros
Terminou, menina, a danga.
Houve ceta, encheu-sc a panga
De pastis, de carnes fras,
E 4'outras mais iguarias.
XXIII
Appareceram dous Apollos,
E que se ineuleam por vates,
Que rimaram disparales,
E com rersos festejaram
Os anuos que celebraran:.
XXIV
Poz-se a menina ao piano,
E cantou mnito afinada
Joven Lya abandonada,
E cedendo ao meu desejo,
O Oh', salvia, dame um beijo I
XXV
Porm ramos ao melhor
Ba festa, que cheira i fogo ;
Abriu-se a mesa dojogo ;
Sobre o panno verde esti
A fortuna, boa ou mi.
XXVI
Tudocorreu i seus postos,
Appareceu muito dinheiro,
Toma o lugar de baoqueiro
El hidalgo Dom Antonio,
Que representa o demonio.
XXVII
Pega logo do baralho,
Vem o monte: eu me teolei,
E por signil que flquei
De tal sorte derrotado,
Quesahi, mas derreado.
XXVIII
Foram-me falsos, priroinha,
O meu az, a quina, o re,
Como a cousa foi nio sei,
O que sei dests tramoia.
Smenle que nio ri boia.
XXIX
O porte-monnaie soffreu
Urna phtbysica formal,
E para augmentar o mal.
Vi que al ae eraporaram
As libras que mn emprestaran!.
XXX
Sahi tio atrapalhado.
Que at o chapeo troquei
Por um casquete que achei,
Que de cerlo nio ralla
Trinta res de alcomonia.
XXXI
Este trastinho, senhora,
Era trasliuho de rales,
D'um d'aquellr-3 duus orates
De que cima lhe fallei,
E com os quaes mbirrei.
XXXII
Quando a fortuna desanda,
Tudo, prima, corre mal,
Ao chegar quasi ao portal,
N'um biscouto escorreguei,
E as rentas smurrei.
XXXIII
E fiz um gallo na testa,
E desmanche! o chin,
Isto, prima, melle d,
Felizmente, por um trie ,
Que nio feri o nariz.
bf-
XXXIV
Chage! i casa atepado,
Poit i cantaros ehoria.
Como a noite estara ria,
^B os ps mdibei, ,
Sabara que constipe!.
[Brat Titana.
Lftteratura,
Cartas escripias das regies polares
por lord Dofferin, e tradaiidas do
ioglez por F. de Lancy.
Entre o exeesso do calor e o excesso do fri,
eu procuro um meo-termo,e a primeira rez
de minha vida, porque nunca fui disso.
Em urna temperatura trrida, quando as noutes
sao despidas de urna aragem ao menos, e quan-
do as folhas das qualro errores, que crescem en-
tre as pedras diante de minhas janellas cooscr-
ram-se immoveis e silenciosos, eu comprehendo
perfeitamenle que se deseja um sorrete. Eu me
tenho sorprendido mesmo sob um sol de agosto
a desejar chuta e eros!
Era urna deprrigio passsgeira, causada pro-
rarelmente por algn principio de insolagio.
Os Atbeniensescangaram-se de ourir chamar
Aristldes o justo, e por isso proterereram-o.
Ett um exemplo que di-nos, i nos indgenas de
Paris, o direito de atacar com patarras os bri-
Ihaotos e benficos raios do sol.
Mas, em estagio nenhuma, eu o juro, quaes-
quer que fossem os rigores dos raios solares,
achei-me assis abandonado do cu e dos ho-
mens para poder fazer rotos pelos rigores do in -
rerno. Tenhamos defeitos, s vezes agrada-
rel; mas nio ramos jamis at o ricio, que
quasi sempre repulsiro e malfico Um goles de
rinho se faz desculpar pela aoimagio e pelo ar-
rojo da intelligencia; um soles de rinho di
rigor aos traeos, cuofianga aos tmidos, espi-
rito s pessoas que ettao habituada! a passar
sem esta superfluidade. Mas o que mais re-
pulsiro do que a bebedeira que se rae curtir do-
baixo da mesa ?
Concluso. E' permittido nos dias canicula-
res fazer sacrificios para ir procurar algum
fresco; mas os fros, os gelos, os rigores de
um invern anticipado, sinistro e terrrol,
ah I lira excetso que nunca me leotou.
Divino sol I t, que fazes desabrochar as flo-
res e madurecer os fructos I l que animas
toda a natureza, e que d4a nossas irmias ei
dossss muiheres esses restidos brancos, esses
borzeeulns mimosos, e essa tez pura sem inter-
vengo da perfumara, 6 possirel quo se seja lio
nimigo de si proprio para protestar Contra teus
beneficios, para subtrahir-se elles, e que no
momento, em que os prodgalisas, commetta-se
contra tua risonha mageslade o crime de enler-
rar-se nos rapores sombros das regies eterna-
mente geladas?!
E no entonto, eis que um .espirito encantador,
um carcter alegro, um homem ainda joren, do-
tado! de riqueza, de amabilidade, oriundo de urna
grande familia, possuindo tudo quanto neces-
sario para gosar de todos os dona da natureza e
da (ivilisagao; para corrigir o excesso do bem,
que o carro classco de Apollo espalha pela Eu-
ropa durante os dias abrazadores : eis que esse
homem, acolhido ao nascer por um aorriso da
deasa Fausta, ludo deixou : o soto da Inglaterra,
qu pisa com orgulho o ciis romanus, que se
chama hoje um subdito da corda britannica ; e
nao s essa Ierra, justamente honrada, mas ainda
a doce e renerarel afTegio de urna mi,pa-
ra ir para as regies rcticas, affrontando o
que faz recuar todos os homens:o fri, o
soffrimento, as privages e o perigo.
E' curtosidade, dirio. E quando rojo um oo
ragio lio elevado, possuido assim desse demo-
nio, sou obrigado a recordar-me que a curto-
sidade que se rae espalhando peto mundo em
proreito dasceocla, e que esta so tem enrique-
cido principalmente com os dons de intrpidos
curiosos.
O que ha de particular que as regies pola-
res, longede oftorecerera alguma seduegio, sao
tudo quanto ha de mais secco, de mais desolado
e de mais triste no mundo. Fugir-se-ia desses
paizes, como da peste se elles estivessem perlo
de nos, e se heuressemos chegado elles por
um simples e fcil passeio. Estao situados no
extremo do mundo, sio guardados pelo mar o
mais perigoso e o mais perQdo ; sio quasi inac-
cessireis, e preciso arriscar a vida para chegar
elles, e arriscar a rida para rollar. Eis tal-
rez o que constile o atlractiro para esse abys-
mo sem fundo, o coragio do homem o qual urna
lei innominada, mas tio poderosa, arresta ioces-
santemente para o desconhecido.
' necessaro lr as cartas de lord Dufferin,
essas cartas que revelara o espirito o mais fcil,
o carcter o mais sympathico, e o melhor cora-
ce, para comprehender-se que scenas de mor-
na tristeza, i que quadro de conrulses e de
morte, se dedica um homem durante urna ria-
gem it trras rcticas.
EiSHuroi a Istandia.
Nie ainda mato do qae ame especie 4* atrio
dot palacios de nere, que urge* *s. s^Me
4o polo, para o uso exclutlro dos ursoe br.ncos *
oulros monstroa. k temperatura na blanda
atis doce durante o esto; mat o lhwn ri-
gorosissimo, e rede como a vizinhanga das re-
gies hyperboreas di I uatureza um aspecto de
eslranha rudeza!
O centro da ha s aprsenla i visto picos
mstter a d fazer sarrlr I seus uet os meto to-
ireto animase da cra*c>. pode atada superar
os mato especiosos obstculos materiaet, que
poeta naturara empregar em toda a plenilude
du sua torga I
( Aseuna sabia) si esaira do labyrintho da
mootanhas flucluantcs. Urna brisa dissipa por
alftimas horas o neroeifo teoso, teme! han te 4
aauat fcate* fantsticas d'Ossiau. que se re
>rar-se para y nureat, enroltafem longos
sobrepostos. Os ralles estao cobertos de lera ; sudarios. O sol aproreila a fuga das nuren pt*-
ra dardejar sobre os rajintes raios melanclicos;
os rerdes bataihes dos gelot affatlsm-se arres-
tados pela correte que faz a rolla d mundo.
De repente, sahindo dot ltimos vapores, um
pico neroento, colorido de ama cor de roea.apre-
seata-ae aos raarinheiros maravhadot. E' a
ierra I o fim, 4 que propoz-se a curiotidade
corajosa dos navegantes. Elles lambem intert-
reram seus nomes sobre esses rochedos inaeces-
siveis, onde poreceram tantos exploradores, que
os precederam ; augmentaram o jornal da sua
navegagao e as particularidades de seu desembar-
que i collogio de outrss nsrrsgoes, de que tire a
aciencia, e que toram muitas rezes interrompidas
pela morte.
perdi era
o reino vegetal nio comprehende mais do que
arrores anias, e a verdura magra e rara s pode
alimentar animaes de pequeo lamanho. Por
um contraste notarel, essa porta de on inferno
gelado, esse vestbulo dos dominios do fri, en-
cerra vastos fogdes internos sempre escaode-
centes, e se inlroduztdo as regies das nevoas
e dos golos eternos pelo deus subterrneo, que
aliga as tornalhas do monte necia.
Este rolcio histrico entretanto um roldo
honesto e moderado, em compsragio de urna
oulra monlanha da Istandia, chamada o SkaptU-
Jocul.
No fim do secuto paseado o Skapti-Jocal vo-
mitou torrentes de lava, quo cobriram leguas de
terreno. A massa gnea eraporou em algumas
horas o mais considerarel rio da ilhaoSkapla;
encheu as margena elevadas desle rio em urna
profundeza de seiscentos ps, derramou-se pelas
planicies, cobriodo aqu de urna nova carnada
de materias em fusio, antigs ritrifleages coagu-
ladas, acoli enchendo lagos, cujas aguas erapo-
raram se em fumo.
< Durante um anoo inteiro, um pesado ru de
a nurens pulverulentas conservou-se estendido
sobro a ilha. A areia e a cinza cobriram pa-
a ra sempre milhares de geiras, de feriis ps-
tos. As ilhas Feroj. as Shellaod e as Oreadas
ficaram innundadas dessa poeira volcnica,
que nodoou at de urna maneira perceptirel
< oscus clementes da Inglaterra e da Hollandt.
Vaporea mephy ticos infestaram a athmosphera
< da Islanda inteira, e a reir, ainda nio tocada
pela chura de ciozas, foi inteiramente cons-
mida.
Mas lord Dufferin ji deixou aps si o tliealro
dessa epopa ardeote, tanto no sentido proprio
como no figurado. Seu lindo yachta Espuma
lerado para o norte 4 reboque da curreta france-
za a Herona, diride com ama cotiuetteria fcil
as ondas, que escorregam pelas duas faces de
sua proa.
Que mudanga! o fri no mez de julbo ji
tio riro, o nevooro tio intonso, qae o piloto
difftcilmente pode seguir sua derrota. Ve-se a
vanguarda dos gelos, exercito terrirel, que ap-
parece sob as mais phantaslicas formas. Aqu,
julgar-se-hia rer fluctuar urna egreja com suas
nares, seus zimborios e torres ; acoli, um ca-
ralleiro da edade-mdia restido di armadura
histrica; talrez um desses corsarios escandina-
vos, cuja galera era corada com t figura de ura
dragao. O sol, um rerdadeiro sol de invern
projecta sobre essas massas fluctan tes um raio,
que as irrita, e faz reluzir aobre urna de suas
faces as cores do arco-iris, essas cores, que s
a natureza sabe espargr e harmonisar com urna
arte, que fari sempre o ideal e o desespero dos
rerdadeiros pintores.
O sol nessas paragens assemelha-se 4 urna
f ormosa mulher do norte, doente de phthysica, e
que ainda se embelleza com sua pallidez e com
o brilho que a febre di i seus olhos grandes. Du*
ranie a melade do anoo o astro arrasta de con-
tinuo sua paluda existencia sobre a natureza ga-
tada. Urna sombra apenas perceptirel separs o
momento em que o sol se pe no fim do dia, do
momento em que elle apparece do outro lado do
horisoote, mas no oulomoo elle se poe um dia
para nio mais erguer-se.
Seismezes, pelo monos sepassam em urna
curidao complota. E' entao que os rigores
fro tomara proporcoea que a imagloagio ap
0 3s pode conceber. Os espirilos gelam ; os r
chedos estalam, tondem-se, e roiam enormes
massas de granito no cahos de urna natureza es-
bogada.
E que trabalho I Que perigo para a pequea
escuna de lord Dufferin, arrojada nesses domi-
nios da morle afTrootando a sombra adrertencia
do poeta :
Abandonae toda a esperaoga, ros que fran-
queaos estes limites .
De todas as partea afluem os espessos esqua-
dres dos gelos, rodeam o nario, cercam-o e
apertam-o. S o contacto de urna dessas moo-
tanhas bastara para esmagar o pequeo nario,
que as affronta. Mas este, inlelligento e gil,
poderoso contra a natureza bruta peto genio da
cirilisagio, erita com urna presteza mararilhosa
o choque ameagador.
O' poder admiravel do Deus, que anima a al-
ma humana I O' triumpho sem cessar renovado,
de continuo mararilhoso e admirare! dessa vil
creatura, tongada no mundo pela natureza, nia,
fraca e sem defeza, e que, nao contente de sub-
Assallaram-lhe o pensamento certas perguntas
que ella nunc fizera, e que mesmo te enrergo-
nharia de fazer, e 4s quaes o silencio do conde
dava grande vulto na sua imagiuacio. A durida
um precipicio sem fundo, e Alina se deixou
oelle escorregar sem sentir. Passou urna 4 urna
todaa aa suas recordagoes de casada, e certas cou-
sas que lhe harlam parecido mui simples e na-
turaes, a fizeram eulio estremecer. Kecooheccu
pela primeira rez que hara na existencia de
Chrisliano um lado inexplicarel sobre que nunca
ella refleclira seriamente.
Porque razio o capitao nunca dissra nada i
respeilo de sua familia, i excepgio daa patarras
que lhe escanaram no meio das suas confiden-
cias em relscao 4 semelhanga de Alina com sua
mi ? Nio ha durida de que era elle fidalgo,
porque gozara de uro posto no exercito,porque to-
ra preciso oconsentiraento do rei para casar-te, e
alem de ludo merecer a honra de ama conrerat-
gio particular com o mesmo rei. Que quera dizer
este procedimento timido e to mesmo lempo al-
tivo, que tirera not ealoes de Versailles o capi-
tio Chrisliano, tio repentinamente feito conde
de Cazilhac ? Porque razio tora elle irfrte pa-
ra ali apparecer orna nica Tez ? O que lhe le-
fia dito o rei E taris elle ido de proposito alia
de sapplicar um perdi ? Mas que
esse para quem o supplicava ?
VIH
A cliega Chrisliano cujas accoo-, apezar do mysterio
que as enrolriarn, sempre pareceram puras e
sinceras i sua esposa, agora cauava-lhe recejos.
O segredo que pesava sobre elle, e que Alina ha-
va em todo o lempo respeitado, seria por ven-
tura digno de um cavalleiro leal e virtuoso ?
A falalidade tem os seus presenlimenlos ; o
perigo anuuncia-se de longe com o seu estampi-
do como o da tempestado ; e o primeiro tremor
que causa a borrasca, que esti immibente, pa-
ra a florzioha e para o passaro I
A ingenua e innocente Alina, procurando com-
preheuder o enigma que poderiam conler essas
duaa patarras sem-sentido, urnas rezes encarara
Chrisliano com o olhar Qxo e ancioso, outraa re-
zea esse bello e lmpido ofnar da joren que ha
doze diaa nio se tinha pregado senao nos encan-
tos da jornada, errara machinalmenle e com
angustia aobre a csrruagem, que ji lhe pareca
sombra, erocandc-lhe i seu pezar a lembranga
dessa pintura que durante um mez oceupara o
seu pensamento : e tere como que um presen-
limeoto de que a carruagem tinha alguma cousa
de commum com o caalello representado naquel-
la pintura.
Lcmbrou-ae enlio de mil outrss circ*umstan-
ciaa que lhe hariam passado deaapercebidas. (>
cuidado que punha seu marido om evitar as
hospedaras, parecen-lhe entao um meio de pre-
caugio : o ludo ae lhe apresentava rodeada de
urna especie de siogularidade, al mesmo a mu-
dez do criado de confiaoga que servia de coj-
cheiro.
O motivo dessa riagem 4 Ganges seria o mes-
mo que lhe havia dado Chrisliano ? Porque ra-
zio elle quizera 4 principio partir s, sendo pre-
ciso tantas rogativas para cooduzi-la comsgo ?
Que castalio seria esse onde nio quera lersr a
castellaa ?
E no meio deslas cogitaces rinha-lhe sempre
4 lembranga aem saber porque, esse quadro com
a sua pintura singular, suspenso 4 parede do se*
quarlo e defronle do leito nupcial.
Quiz arranear o aeu pensamento 4 todas essas
chimeras : langoo os olhos para a estrada. A
noite hara substituido a dia, e o velho Pedro
accendera as duas lanteroas ds carruagem, tem
que a condessa ee apercebesse disso. Ella nada
liaba fisto, nem outlo, nada tinha sentido, e a
Mas ah 1 ainda esti longe de seus labios este
corpo gelado. Eis a banquisa, a reserva do
exercito dos gelos, a ultima e 4s vezes tmpa-
netravel trincheira, onde se abrigara e occullam-
so os ltimos segredos da natureza polar.
A onguia um campo de gelos fixos, que
reina ao tongo das pulas e que impede que os
navioa se epproximem. Os msrioheiros, que a
eocontram entre ai e a Ierra, objecto de aua via-
gem, tem trea partidos 4 tomar, vollar, espe-
rar que um capricho da natureza, ama revolugio
alhmospherica derreta o ditsipe essa bsrreira in-
superavel, ou procurar eolio ama tonda, urna ao-
lugio de continuidade, devidat 4 mor parle das
vezes ao acaso.
A primeira alternativa nio poda ser escolhida
pelo propnetario da acuna, nem por aua equi-
pagem, todos animados da fra e resoluta obsti-
nagio do marioheiro inglez. A segunda propo-
sigio nio era adraissirel, porque a estagio aran-
gara. O ultimo partido s conviaba aos nossos
mariuheiros, porm oftorecia oa maiorea perigos.
E' ji urna felieldade encontrar na basquita um
canal para chegar at a trra : porm felicidade
muito maior erilar que o canal se feche aps o
nario e o teoha preso sob um clima mortal.
Lord Dufferin nio podii no entanto furlar-se
i esta temeridade. Os perigos affronlados sem
oecessidade tem um attractiro irresislirel, e
aquelles que os procurara por prazer s, ternera.
que elles niosejam bastante espantosos para sa-
tisfazerem sua avidez de emoges.
Opequenoyachta Espuma.rencedor dosmons-
tros e dos gigantes, ensinuando-se por desflladei-
ros, que nio admittiriam um nario maior, che-
gou sio e salvo 4 Spitzberg. E eis aqui o qao
riu elle :
< Os caracteres mato frisantes desse noro
mundo, diz elle sio a impassibilidade, o mutis-
mo e a morte. Ao redor de nos gelos, roche-
dos, agua; nom um barulho perturba este si-
lencio, o proprio mar cala-se sobre a prtia; nem
um psssaro, nem um ser riro disperte estas so-
lides. O sol, de minuto em minuto, semi-co-
berto peto neroeiro, esparge um clario myste-
rioso o Imponente sobre esses gelos e sobre essas
montanhas. Nem um tomo de vegetacio tes -
lemunha aqui a rtalidsde da Ierra, e de cada
iado da baha elevsm-se 4 quinhentos ps de
altura, cadeas de schistos ns, de flancos escar-
padoa, de cimos pooteagudos, como a lamina de
um puohal, ou adentsdos como urna serra.
c Urna enorme montanha de gelo enche o in-
tervalo quo as separa, desee ao fundo do ralle
por ura declive continuo, e precipita-se no mar,
depois de harer contornado como urna torrente
um grupo solado de rochedos.....
c As molanhas de gelo sio os priocipaea tra-
gos daspaysagensdo Spitzberg; a baca de todos
os valles da ilha oceupada, pde-sa al dizer
atulhada por ellas. Scoresby menciona muitos
desses nos gelados, que lem quarenla 4 cinco-
enta milhas de comprimeuto e nove oa dez de
largura, e apresenlam em seu ponto de junegio
com ornar precipicios dequalrocealos 4 quinhen-
tos ps de elersgio.
< Nada ha mais perigoso do que approximar-se
destes penhascos de gelos. De suas paredes de
crystal despreodem-se de lempos i lempos mas-
sas enormes, que rolam as ondas. Desgranado
do navio, que se achasse ao alcance dessas ala-
vaneas O proprio Scoresby viu com seus pro-
prios olhos um pedaco de gelo com aa dimenses
de urna cathedrat, precipitar-se no mar, de urna
altura de quatrocentos ps.
Tal nestas regies o aspecto da natureza. Ve-
jamos qual a physionomia dos seres, que as
carruagem nio cessara de rodar, e o conde nao
sahia da*sua immobilidade....
A la rinha ji clareando o cume das monta-
nhas: a massa negra do urna pequea poroagio,
que se aproximara, se estampara no claro eso am
da paysagem, que harmonisando-se peouroc-co
smenlos da joren apresentara alguma cousa de
triste e sepulcral. Alina, absorvida na sua su-
persticiosa impressio, que acalentara o mov-
mento montono da carruagem, olhava silencio-
samente para o grupo dot csralloa, e para a li-
br do cocheiro, pareceodo-lhe ao primeiro cla-
rio da la, que carelios e cocheiros, tudo ia to-
mando tnsensirelmente a cor branca e paluda
de urna riaio.
Entretanto a carruagem segua ura caminho
qne ia terminar n'um parque immenso, o qual
occullara em parte a vista da povoagio. Os ca-
rallos, dirigiodo-se ji por si mesmos sem preci-
saren! da pressio do freio, nem do agoute, pa-
reciam ter augmentado a andadura, como se ti-
vessem sentido o cheiro da estribara. Alina
limpou com o tongo o vapor que embaciara os
ridrns, e de noro langoa a rista para fra. O
coragio batia-lhe violentamente.
No fim de um quarlo de hora a carruagem pa-
rou defronle de um portio fechado, por cima do
qual em outro lempo houverarn brases do ar-
mas, cujos vestigios apagados e como que arran-
cados nio escaparam ao olhar curioso da condes-
sa. Urna espessa'camadade hera cobra os dous
pitares do muro, e estendia os seus ramos capri-
chosos alrarez das moldaras e arabescos da gra-
de do portio. Por detraz desta ria-se o parque
que ji Alina tinha percebido de longe, e no qual
destinguio entio urna comprida avenida como que
prateada pela clarldade da loa, que ahi punha i
descoberto aa sombras regulares dos troncos das
arrores, e espraiara-ae peto musgo e vegetages
da tolidio.
O cocheiro deu tres estalos com o sen chicote,
e 4 este sgnal a fechadura rangeu, e a grade ro-
dou tobre si mesma com caso estridor particular
aos gonzos e ferrolnos enferrujados de muito
lempo. E quasi ao mesmo lempo o cocheiro se
poz em accio de deacer da sua almofada : maa
quando punha o p sobre o primeiro dogrio. Ali-
na o riu inclinar-se para o Interior da carroa-
gem, e affirmar a rista, aflm de conhecer se seus
amos dormiam. Esta morimento parecen 4 con
dessa oceultar alguma inteogao ou precaugio ; e
querendo por si mesma reconhecer o motivo, te-
tq a sbita idea de fechar os olhos, e fingir que
,,
dorma sem (odavia deixar de ver o ou
ludo.
Com effeito, Pedro,depois de julgar que ambos,
tanto o condo como a condeasa, estavam ador-
mecidos, desceu da carruagem, deu alguns pas-
aos para a avenida ao encontr de urna forma
humana, que Alina apenas poda rer na obs-
curidsde, e lhe pareceu ser urna mulher relha.
Pedro e a mulher aproximaram-se um para o
o outro, e encelaram esta conversagao, que che-
gou aos ouridos da condessa por fragmentos :
Boa noite, Pedro.
Boa noite, Brgida.
O que ha de novo ?
Duas cousas; em primeiro lugar o capitao
Chrisliano nio mais capitio Chrisliano ; o rei
o nomeou conde de Cazilhac.
E aquillo que sabis obtere elle do rei?
Nio ; sua magestade recusou.
Misericordia 1
Mais que nunca convera que haja segredo
absoluto; especialmente agora qu ah vem a
condessa.
Sua mulher I meu Deus I nos uio a espe-
ravamos I
E' preciso que ella de oada suspeite. i
Ficae descangado. Mas onde haremos nos
de aloja-la 1 Tudo esti aqui no mesmo oslada. ..
O aposento do conde nio esti preparado?
pois serviri tambera para a condessa.
Preparado I balbuciou Brgida: bem bom
de dizer-ae I alm disto, ha de ser am excallente
aposento para urna joren senhora I Urna cama,
beos e ama mesa ludo da mesma forma que
o escondrijo da torrinha ....
Ji aei, ji aei, repltcou Pedro com impa-
ciencia ; nos nio temos outro para etcolher: o
conde desculpar-se-ha com sua mulher.
Olhael lembra-me de urna cousa poda-
mos dar-lhe a cmara rerde I
A cmara verde I repettu Pedro com ama
especie de espanto; nem penses eaa semelhante
cousa 1
O caso', replicou a voz rooqoenh, que as
coasas ali estio ainJa no mesmo estado qae no
dia em que aquella infeliz Sra. Diana ....
E esqueceto, taluou o cocheiro immediata-
mente, que o tenhor prohibiu que se pastaste
alm do limiar desea cmara?
g' verdade I
Vamos, diste Pedro dotpedindo Brgida com
abitam.
(Contt'nuar-se-Aa.)
um
gesto; ide preparar a ceia e aodse, de pressa I
iQtes aue Alina tivpsso lamnn Aa __-._ -
Anles que Alina tivesse lempo de ver o rosto
da mulher que acuda pelo nome de Brgida ji
ella havia desapparecido n'uma das aleas do par-
que com tanta rapidez quanta lhe permilRa o seu
paaso sexagenario, cujo ruido se misturava dea-
tinctamente com o tinir de um mlho de chaves.
Onde estou eu ? pergeniara a condessa 4 si
mesma, lembraudo-se dos fragmentos dessa es-
lranha conversagio, que havia chegado aos seus
ouvidos, ao passo que Pedro tornara 4 subir pa-
ra a sua almofada.
Um instante depois, a carruagem se internara
com todo o ragar na avenida, sem que Alina,
profundamente absorvida e cuidadosa, parecesse
observar a apparencit ao mesmo lempo selra-
gem e nobre desse parque metade floresta, me-
tade jardim em que a arte de Andr Lenotre
tinba em outro lempo tragado ot seus engenho-
sos caprichos, entio desapparecidos sob ama ve-
getagio entregue ha muito lempo 4 incuria e ao
abandono.
. De repente Alina deixou escapar um grito
agudo.
A carruagem baria parado de noro, e dianle
della se apresentava o aspecto impooenle de om
castello, o qual ae atorara com a sea fachada,
qu a condesas para logo reconheceu.
A' esse grito o conde despertou.
Que caalello este? perguntou Alina.
E' o nosso I retpondeu Chrisliano.
Este castello vos perteoce ? tornou a moga :
e desde quando ?
Desde qusndo ? ... desde quando f... rea-
pondeu o mancebo atada meio adormecido ..
mea Deut i ha mailo tempo 1... detde qao
nasci.
(Continwsrse'hu.)
KRsV- ITP. DIN. F. DE PARIA. -1861.


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