Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06143


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Full Text
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1110 IXIY1I I01ER0 54
Pr (res nexes adiantadas 5$000
Por tres meses veicides 6$000
0OARTA FEIKi 6 PE MAECO BE ItlI
Paran aiaitada 19JOOO
Parte franca para a subseriaUr.
BUCO
BNCARREGADOS DA 8UBSCUPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araca-
ty, o Sr. A, de Leraos Braga; Cear o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimares; Pari, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS UUS UJKKtlUS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anlao, Bezerros, Bonito, Ciruar, AHinho e
Garanhuns as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx Das quartas feiras.
Cabo, Serlnhem, Rio Forraoso, Uoa.Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARgo.
3 Quarto minguanle as 4 horas e 56 minutos da
tarde.
11 La nova as 11 horas e 18 minutos da man.
19 Quarto crescente as 3 horas e 13 horas da
tarde.
|26 La cheia as 11 horas e 55 minutos da man.
PREAHAR DE HOJE.
Primeiro aos 54 minutos da maoha.
Segundo aos 30 minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
4 Segunda. S. Lusio p. m.; S. Casimiro ]rei.
5 Terca. S. Theophilo b. ; S. Focas m.
6 Quarta. S. Olegario b. ; S. Collecta t. m.
7 Quinta. S. Thomaz de Aquino b. doutor.
8 Sexta. A Coroa de espinho de J. Christo.
9 Sabbado. S. Francisca Romana riura.
10 Domingo. S. Mtiito e 39 companheiros.
jAUUlKNlA UUS TKiBUNAta DA UAP1TAL.
ITrlbunal do commercio : segundase quintas.
I Relago: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Fazenda.- tercas, quintase sabbados as 10horas.
I Juizo do commercio : quartas ao meio dia:
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do cirel: tercas e sextas 10 meio
dta.
[Segunda rara do cirel:
I hora da tarde:
quartas e sabbados a 1
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO SU*-*
Alagoas, o Sr. Claadino Falcio Das; Baha
Sr. Jos Msrtins Aires ; Rio de Janeiro, o Sr
Joo Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa de
Faria.na sua lirraria praga da Independencia ns
8.
AVISO.
Os Srs." assignantes deste DIARIO,
que recebem-o pelos correios marti-
mos e terrestres, tanto neta como as
demats provincias, que nao o tiverem
as pocas competentes, queiram avisar
a' redaccao, aiim de que se providencie
no sentido de extinguir as repetidas fal-
tas que se dao causados pelos correios.
PARTE 0FFICIAL.
Ministerio da Justina.
Decreto n. 2,744 de 13 de fevereiro de 1861.
Crea o lugar de juiz municipal e de orphos no
termo de Nossa Senhora da Conceigo do Ar-
roio, provincia de S. Pedro do Sul.
Hei por bem decretar o seguiote:
Artigo nico. Fica creado no termo de Nossa
Senhora da Conceigo do Arroio, provincia de S.-
Pedro do Sul, o lugar de juiz municipal, que ac-
cumular as funcges de juiz dos orphos.
Joo Luslosa da Cunta Paranagu, do meu con-
selho, ministro e secretario de estado dos nego-
ciisda justiga, assim o tenha entendido e faga
exentar.
Palacio do Rio de Janeiro, aos 13 de fevereiro
de 1861, 40 da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador. Joao Lu-
tosa da Cunha Paranagu.
Decreto n. 2,745 de 13 de fevereiro de 1861.
Crea o instituto dos menores artezos da casa de
correcto e d-lhe regulamento.
Hei por bem decretar o seguiote :
Art. 1. Fica creado na casa de correcto da
corto um instituto de menores artezos, que ser
composto de duas secges.
1. Na primeira secgo sero comprehendi-
dos :
1." Os menores que forera presos pela polica
por vadios, vagabundos ou abandonados ;
2." Os que por m ndole nao possam ser cor-
rigidos por seus pais ou tutores, havendo pedido
Oestes para sua admisso.
Esta seccao nao exceder do n. 180.
2. Na i" secgo sero comprehendidos os
menores que por sua orphandade nao poderera
teceber urna educaco conveniente e apropriada
em outro lugar.
Esta secgo nao exceder do numero de 120.
O lru deste instituto a educaco moral e re-
ligiosa dos referidos menores.
Art. 2. Alera das serros de que trata o arti-
go antecedente, formar.o os menores duas divi-
sos ; urna dos que tiverem qualorze annos ou
raais, oulra dos que tiverem menos; e estas di-
vises nao s oceuparo diversos dormitorios
como tambem estarn separados, quanto fr pos-
sivel, as occasies de recreio e repouso ; deve
ordens do director, e ser o principal professor
de primeiras letras, coadjurado pelos dous pro-
fessores e monitores.
Os dous professores, alm do ensino da aula
respectiva, sero os cliefes das duas seccoes, su-
bordinados ao preceptor.
O medico ser ura dos da casa de correcgo,
bem como o capello, a quem incumbe especial-
mente a educago religiosa dos menores-
Os monitores devera ter as habililages neces-
sarias para auxiliarem os professores no ensino
das primeiras letras.
Art. 15. Quando o director julgar convenien-
te poder incumbir ao capello as funcges prn-
cipes do preceptor; e neste caso haver mais
um professor de primeiras letras, dividindo-se
pelos tres o ensino.
Art. 16. Para os lugares de ecnomo e enfer-
meiro podero ser empregadas as irmas di ca-
ridade.
Art. 17. Tambara haver um professor de de-
senlio, cujas liees sero aos domingos, por duas
turmas ; um professor de msica, cujas liges te-
ro lugar tres vezes por semana depois das offici-
nas fechadas, e, finalmente, dous de gymnastica,
que sero o instructor parcial da secgo de bom-
beiros da casa da correceo e o commandante
della, ambos sem roals alguma gralificago, sen-
do obrigados a dar liges e fazer exercicios todos
os domingos e das de guarda, hora determina-
da pelo director.
Art. 18. Torio os menores a racao da tabella
4. Os menores, as viuvas, e pessoas misera-
veis.
l.8 Coosideram-se pessoas misera veis, para
os effeilos deste artigo, as que forero reputadas
laes por direito, ainda que tenho bens da for-
tuna.
2. O favor da isengao prevista no n. 4 do
presente artigo refere-te ao lempo em que se
proferir a sentenga na instancia superior, e nao
poca da interposigo do recurso.
3. A isencao de que trata o l. compre-
hende as casas de misericordia e de carldade.
Art. 4. A importancia da multa, qualquer que
seja o valor do pedido, nunca pnder execeder
de 600jj, e aeri satisfeita pela parle ou inleressa-
do que interpuzer o recurso de appellago, sen-
do indemnisads a final na forma do art. 9.
1. Lanado e assignsdo o termo deappella-
cao, ou ioterposto o recurso em audiencia, nao
fe peder, sob pretexto algum, dar andamento
%o processo sem pagar-se a mulla de que trata
o art. 1."
2." Sendo mais de um os appellantes. a mul-
ta ser satisfeita pelo appellante que primeiro
promover o andamento ao recurso, ficando-lhe
salvo o direito regressvo contra os demais inte-
ressados que dola se aproveltarem, pela quota
que lhes competir.
3." Se o appellado promover o andamento
do recurso, po Jera ou satisfazer a multa na for-
ma do paragrapho antecedento, ou requerer que
se julgue perempto o recurso, se o appellante
tambem o de passeio couforme a tabella n. 4 e
um farda ment proprio para a banda de msica.
Art. 19. Os menores podero receber urna vi-
sita por mez, de seus pais ou tutores somonte e
com permisso do director em dia por este desig-
nado.
Art. 20. Tambem podero passear aos do-
mingos por turmas de quarenta acompaohados
dos^mpregados que o director designar.
Arl. 21. Todos os dias tero os menores urna
hora de recreio pelo menos.
Arl. 22. Os menores que esliverem habilita-
dos comporo desde j a seccao de bombeiros ds
casa de correcgo. As despezas que se fuerero
com estes menores ficam como as demais da sec-
gao a cargo da dita casa.
Art. 23. Haver urna banda de msica com-
posta dos menores que para isso esliverem habi-
litados, a qual poder ir tocar aos lugares para
onde fr convidada, mediante remunerago que
fr convencionada com o director.
Art. 24. Se algum dos menores fr reclamado
competentemente, ser entregue ao reclamante,
pagando este as respectivas despezas razo de
249000 mensaes.
Art. 23. Logo que seja determinada a admis-
so de qualquer menor, ser ella communicada
ao juiz de orphos para proceder conforme di-
reito.
Arl. 26. Como meio de correceo dos meno-
res, usar o director da autortdade paternal. En-
tre oulros castigos, poder o director rebaixar o
menor da classe superior por um prazo determi-
porm o director nesta classificago atteader nao nado, e definitivamente se o menor desmerecer
O ', I 1 t V flu t. l--!ni> >l. a> ** J_____________1 l4 AnnBai*.^ _____________11 l' I a
s idade cima designada, como ao desenvol-
vimeolo c disposiges dos menores.
Art. 3. Os menores de ambas as seccoes tor-
maro quatro classes, a saber :
1.a DistinctO!, composla dos que reunirem ao
boro comporlamento moral, a applicago ao tra-
balho, o aproveitamento no officio e esludos, os
sentimentos religiosos e a docilidado de carcter.
2.a Liis, comprehendendoaquelles que forem
a-pplicados o aproveilarem no officio.
3.a Productores, qual pertencero os que,
applicaodo-se ao trabalho, nao moslrem todavta
adiantameoto.
4.a Aprendizes, na qual flearo todos o que
nao esliverem no caso de perlencer s outras
classes.
A promogo destas classes ser composta por
um dos meslres ou professores, e decidida a
raaioria de votos por ura conselho composto do
director, preceptor, capello um dos professores,
e o mestre da oflicina a que o menor perlencer.
A primeira classe lera o distinctivo de tres vi-
vos azues na manga esquerda da camisa ou pa-
leto, a segunda dous e a terceira tres.
No servido interno do instituto gozaro essas
classes, conforme a sua graduago, daquellas isen-
ces que o director julgar convenientes.
Art. 4. Para ser admittiJo no instituto em
contormidade do art. 1 2. passar o menor
por um examc do sanidada feito pelos mdicos
do estabelecimenlo, aura de se conhecer se
bem conformado, sao, robusto, e se vaccinado,
e fra desUs condicocs, ou tendo menos do 10
annos ou mai3 de 14, nao poder ser admiuido.
Art. 5.a Os menores da segunda seccao per-
manecero no estabetecimento por lempo de olto
anuos, se forem admiltiJos com menos de treze
annos de sete se admisso tiver lag*r com treze,
e de seis se enlrarem cora quitorze. Os menores
da primeira seccao permanecero at a raaiori-
dade, se nao forera reclamados antes disso.
Art. 6. Quando o chefe de polica, no caso da
primeira parte do art. 1, mandar recolher ao
instituto algum menor, dar parte ao ministro
da Justina.
Nos demais casos uenhuma admisso ter lu-
gar sem ordem do mesmo ministro. A entrega
do menor ao reclamante, qner pertenca primei-
ra, quer segunda secQo s seeffectuar por or-
dem do referido ministro.
Art. 7. Logo que o menor fr admiltido, ser
inscripto no livro de matrieula, pelo modelo o.
1, e nelle se notaro todas as oceurrencias e al-
terares que se derem a seu respeito.
Art. 8. Os menores aprendero um dos offi-
cios de que j existem offleicinas no estabeleci-
menlo,'e para os que mostraren: mais aptido e
vonlade, a saber : caoteiros, corriciros, carpin-
tearos, encadernadores, ferreiros, fuoileiros, mar-
cenemos, pedrefros, segeiro3, serralheiros, ta-
noeiros.
Art. 9 Alm dessas offkinas poder o direc-
tor estabelecer aquellas que julgar mais conve-
nientes e productivas com a approvaco do go-
verno.
Art. 10. Tambem aprendero os menores as
, primeiras letras, o deseoho linear e a msica os
que mostrarem disposigo para ella, e finalmente
a gimnstica os que tiverem mais de quinze
anuos.
Arl. 11, llavera no instituto os objectos neces-
aarios para os trabalhos e esludos que ficam in-
dicados ; bem como o que fr indispensavel para
o assoio e ir llmenlo dos meoore*.
Ait. 12. Haver no estabelecimenlo urna caixa
especial dos menores, que ser formada dos jor-
naes que Ihe forem abonados em devido lempo,
das graticacoes que se derem bandi de msi-
ca, e de qnaesquer donativos feilos an instituto.
Quando o fundo desta caixa nao seja tufficien-
te, o governo auxiliar o instituto com as obras
3ue poderem haver as diversas estaces da casa
e correego.
Art. 13. Haver no instituto os seguintos em-
pregados com as graticacoes que forem marca-
das pelo governo sobre propoata do director : 1
preceptor, 2 professores de primeiras letras, 1
medico, 1 capello, os monitores e guardas que
forem necessarios conforme o numero dos meno-
res, 1 ecnomo, 1 enfermeiro, cozinheiro e ser-
reoles.
Art. 14. O preceptor ter a adrainistraco ge-
ral do instituto, coaformando-se em tudo com as
n. 2 e o vestuario da de n. 3. Alm destes tero nao pagir o referida multa no' prazo que lhe fr
sssignado.
4." Se o appellante fr pessoa privilegiada,
observar-se-ha o disposlo no art. 9. 1.
Art. 5." O valor as cousas demandadas sobre
que deve recahir a multa, guardado o limite pros-
cripto no artigo antecedente, ser sempre regu-
lado pelo pedidq dos autores, que devero de-
clan-lo expressamente logo que propuzerem em
juizo qualquer acgo ordioaria, summaria ou exe-
cutiva, seja qual fr o seu objecto.
1. O valor do pedido quando este fr de
dinheiro, comprehende o principal, e os juros
vencidos al propositura da causa, excluidos
os que accrescerera depois da referida poca,
bem como as custas do processo.
2. Se a questo for de despejo de predio
rustico ou urbano, o valor do pedido se regular
pelo aluguel de um anno.
Art. 6 O valor das cousas demandadas em
causas que ainda nao tiverem sido definitiva-
mente julgadas, ser tambem declarado pelos
autores, no caso de o nao ter sido nos libellos ou
peligoes por que houverem comegado as ac-
ces actualmente pendentes em juizo, e a esta
declarago sero obrigados pelos respeiclivos jui-
zes, que para o fazerem lhes assignaro prazos
razoaveis ; llcando incumbido aos escrives nao '
proseguirem us feitos que esliverem tiestas cir-
curastancias, sem se effectuar a declarago sob
pena de responsabilidade aos juizes e escrives
que assim o nao pralicarem. Art. 4. do Reg de
9 de abril de 1842.)
Art. 7. O valor das cousas demandadas, que
nao tiver sido declarado nos procesaos ora pen-
dentes, esobre quejase tenha proferido seoleoga
definitiva em primeira instancia, ser regulado ou
do conceito em que fr tido, mas neste caso ser
o rebaixamento decidido pelo conselho que hou-
ver elevado o menor.
Art. 27. Todos os annos no mez de dezembro,
c no dia em que fr designado pelo ministerio da
justiga, haver exame geral das materias estuda-
das durante o anno, e bem assim urna exposigo
dos productos das officinas dos menores.
Arl. 28. Ero vista dos exames e exposigo, o
director conferenciar com dous professores ou
meslres, conforme o objecto de que se tratar, as-
sislido polo preceptor e capello, sobre aquelles
menores que se houverem distinguido, e poder
conferir at dous premios em cada um dos ra-
mos de cstudo ou officinas aquelles menores que
obliverem maioria de rotos como dislinctos.
Arl. 29. Findo o tempo por que o menor do-
ve permanecer no instituto, se tiver onde se om-
pregue, sahir immedialamente, do contrario o
governo providenciar acerca do seu destino,
mandando abonara uns e a outros pela caixa, de
que trata o art. 14, enxoval correspondendeote
sua condigo, e a ferramenta propria do seu offi-
cio.
Joao Lustosa da Cunha Paranagu, do meu
conselho, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da justica, assim o tenha entendido c faga
executar. Palacio do Rio de Janeiro, em 13 de
fevereiro de 1861, 40 da independencia e do im-
perio. Cora a rubrica de S. M. o Imperador.
Joao Luslosa da Cunha Paranagu.
sem que lhes aeja apresentado o conhecimento
do pagamento da multa, o qual ser tambem
transcripto nos aulos. (Art. 3* do decreto n
413 de 10 de juoho de 1845.)
Art. 14. Os casos em que se incorrer em mul-
ta na forma do presente decreto, sero objecto
de denuncia dada perante as repartigoes e agen-
tes fiscaes, e os denunciantes havero a meta le
da importancia della. (Art. 7o do citado decreto
de 1845.)
Arl. 15. Os escrives dos tribunaes na segunda
instancia remeltero no principio de cada semes-
treao thesouro nacional na corle, e s thesou-
rarias de fazenda as provincias, relagdes de to-
das as sentengas proferidas no semestre anterior,
passidas em julgado, de que seja devida a mul-
la, aiim de serem conferidas com os livros com-
petentes, e proceder-se Qscalisagao da renda e
arrecadago da multa que estiver vencida e nao
h ou ver sido ainda satisfeita.
1 As relacoes de qua trata este artigo dere-
o conter:
1 O juizo e cartorio do escrivo em que corre
a demanda.
2 Os nomes dos autores e reos, com desigoa-
go dos appellantes e appellados.
3a A natureza da causa, e o valor da cousa
demandada.
4 A importancia da multa^satisfeila ou aver-
bada.
5 A data dos accordos proferidos, mencio-
oando-se o nome das partes vencedoras e ven-
cidas.
6 Qualquer outra declarago que se julgar
conveniente.
2* Os escrives dos juizos de primeira ins-
tancia remeltero as referidas pocas sement,
relacoes dos processos em que, havendo-se in-
terposto o recurso de appellago, tiver este dei-
xado de seguir seus ulteriores termos, com de-
clarago do mojivo de semelhante oceurrencia,
sendo extensivas s mencionadas relagdes as dis-
posiges do antecedente, no que fr applicavel
(Art. 5 do citado decreto de 1845.)
Art. 16. Os escrives que deixarem de cumprir
com a obrigago imposta no artigo anterior tica-
rao responsaveis pelo prejuizo que disso resultar,
e incorrero na mulla de 508000 em cada semes-
tre em que deixarem de enviar as relages. (Ci-
tado decreto n. 413 de 1845, art. 6.)
Arl. 17. As multas a que se referem os arls.
13 e 16 do presente decreto sero impostas, na
corte polo ministro da fazenda, e as provincias
pelos inspectores das thesourarias, sob denuncia
ou parlicipago official, e arrecadadas no juizo
dos feilos pelos meios execulivos, cabendo das
decises das autoridades administrativas os re-
cursos estabelecidos na legislago em vigor.
Art. 18. Os presidentes dos tribuoaes na se-
gunda instancia, quando lhes fr presente al-
gum processo em que se tenha deixado de aver-
bar ou pagar a mulla na forma exigida pelo pre-
sente decreto, mandaro por seu despacho, an-
tes de qualquer outra diligencia, que seja aver-
bada a mulla ou que se junte aos aulos o conhe-
cimento do respectivo pagamento, remetiendo
os documentos precisos auloridade competente
para se fazer eflectiva a responsabilidade dos que
houverem infringido as diaposigoes do referido
pela mesma sometica, se nella houver condem- decreto, nao podendo dar-se andamento ao pro-
nogo de quaotia certa, eu por arbitramento de I cesso sem qu? eslejam satisfeitas estas diligen-
lovados, da maneira que se procede na louva- cas.
Sn?fJLlLlfaJ?poll"g?eB- ,r m!m 9 accodo i 1* A averbago, bem como o pagamento da
1842 ti 1 Pa C regulamento de | mil|u podero ser effeciuados na eslago fiscal
' do mesmo lugar da relago.
Art 8. Esta diligencia ser feita no juizo da 2 O chefe da eslago fiscal que fuer a aver-
primeira instancia, se anda nelle esliver o feito ;! baco as circumslancias previstas neste artigo,
e quando j esteja na segunda instancia, sero os a communicar ao da eslago fiscal a que o feito
aulos para este Um remttidos ao juiz que pro-
ferto a sentenga, se for do mesmo lugar da rela-
go ; e no caso de o nao ser, a relago encarre-
gar a diligencia qualquer juiz de primeira ins-
pertencer, para que este proceda dita averba-
go, aecusando o recebimenlo da parlicipago
que lhe houver sido dirigida.
Arl. 19. As dlsposicoes do presente decreto
vldou se ella abrangla as operages dos estabele-
cimentos bancarios approvados pelo poder execu-
livo, resolvendo por isso, de accordo com o fiscal
do governo imperial, consultar se o banco Com-
merctal e Agrcola pode ou nao continuar a ad-
mitur a descont ttulos commerciaes e a effec-
tuar quaesquer outras operages sem ser por in-
termedio de corretores.
Asimples leitura do art. 1 do decreto n 2,733
dei 23 de Janeiro sufficiente para resolver a du-
nda, que nao encontra nelle fundamento plausi-
vel. O descont de ttulos commerciaes, assim
como as mais apuragoes de que trata o decreto
a *rti.l devem ser feitas Por corretores de fun-
dos pblicos competentemente nomeados, sem-
pre que forem, como se exprimo o artigo clado,
por conta de quaesquer individuos, aiada que
commerciantes nao sejam, expresso que seria
escusada e opposta ao peosamento do governo,
se fosse sua intencao prohibir absolutamente o.ue
laes transaeges se effectuem por outras pessoas
quo nao sejam os corretores da classe designada.
A duvida que occorreu i directora do banco
Loramercial e Agrcola ainda menos fundada se
torna em rista da disposigo do art. 45 do cdigo
coiomercal, pela qual se devana entender o re-
ferido decreto nesta parle, se par ventura hou-
vesse obscuridade, sendo que da coraparago de
suas disposiges segue-se que os interessados po-
dem efieciuar as transaeges a que o decreto
se refere no art. I8 sera dependencia de correto-
res, salvas todava as limitages do art. 2 24 da
le n. 1,083 de 22 de agosto do anno passado, e
do art. 3 do decreto de 23 de Janeiro pretrito,
relativas s Iransacgoea sobre fundos pblicos e
aegoes.
Estas razes bastam para tornar evidente que
sobre descontos e as outras operages menciona-
das no arl. 1 do decreto em questo os bancos s
podem tratar com corretores de fundos pblicos,
exceptuando os casos de ser a operago negocia-
da com o ioteressado.
E esla a solugo que tem o officio do presiden-
te do banco Comrnercial e Agrcola, a qual com-
munico a V. Eic. em resposta no s*U aviso.
Prevalego-me da occasio para renovar os
meus protestos de considerago e estima a V.
Exc, a quem Dos guarde.Joao Lustosa da Cu-
nha Paranagu.Sr. Angelo Motiiz da Silva
Ferraz.
Ministerio dos negocios da jusliga.Rio de Ja-
neiro, em 11 de fevereiro de 1861.Illm. e Exm.
Sr.Levei ao conhecimento de S. M. o imperador
o officio de V. Exc. de 16 de oovembro do anno
passado, no qual V. Exc. coramunica que, sendo
consultado pelo promotor publico da comarca de
S. Joao se poda denunciar e aecusar o escrtvo
ou juiz que, abusando do exercicio de suas func-
ges, pralicasse algum acto criminoso naquellas
causas em quo o dito promotor fosse advogado,
respoodra-lhe V. Exc. affirmaiivaniente, sub-
mettendo a sua deciso ao governo imperial.
E o mesmo augusto aenhor, conformando-se
com o parecer do conselheiro consultor dos ne-
gocios da jusliga, manda declarar a V. Exc. que
as causas em que o advogado tem requerido
como parle inleressada em negocios particulares
nao pode raais apparecer como autoridade, pois
que sua acgo como tal torna-se suspeita. nao
podendo portanto os promotores ser advogados
da jusliga publica as causas em que o sao de
melo de ura relogio, que vendeu para o quar-
tel general do comtnando das armas, lenho de-
clarar 4 V. S. que effectivamente foi autorisada
pela presidencia em 14 de margo de 1860 a com-
pra desse objecto
,Du ?." memo Ao capilo Joo Mara Petra
de Bittencourle alferes Jos Francisco Atvea Li-
ma que vo reunir-ae ao corpo de guarnico
desta provincia, faga V. S. abonar as vaotagens
que lhes competirem pela marcha, que tem de
lazer da cidade do Penedo al o lugar de seu des-
uno, mandando entregar ao primeiro desses offi-
ciaes a quaotia que julgar suficiente para occor-
rer as despezas de condugo de dez volumes. des-
uados ao dW> corpo.
Dito ao commandante superior de Garanhuns.
M let lug" ^g-mento da despeza de rs.
/&9o0, de que trata o seu ofTlcio n. 8 de 16 de Ja-
neiro ultimo, faz-se necessario que V. S satis-
aga a exigencia da thesouraria de fazenda cons-
tante das copias juntas.
Dito ao commandante do corpo de polica.A*
vista da sua nformago datada de 27 de fevereiro
uliimo, o autonso mandar dar brxa do servi-
go ao soldado do corpo sob seu commando Jesui-
no Aloaso de lluros, aceitando em seu lugar o
paisano Domingos Jos de Miranda, que foi con-
siderado apio para o servigo.
Dito ao mesmo.Mande V. S. retirar para es-
ta capital as 7 pragas do corpo sob seu comman-
do que se acham destacadas na villa de Flores
Dito ao inspector do arsenal de marinha
Mande V. S. alistar na compaohia de aprendizes
mannheiros o menor Joo Baptisia de Paula, qu
he ser apresentado por parte do coronel direc-
tor do arsenal de guerra.Officiou-ae ao referi-
do director para a apresontago d'aquelle menor.
Uilo ao provedor da santa casa de Misericor-
dia. Respondondo ao officio que V. S. me diri-
giu hontero. pedindo-me a expedigo da conve-
niente ordem para ser entregue pela verbare-
S*iI2rL?erBe" as obr" Publicas a quantiade
z:uuos sera "prejuizo do recebimenlo de egual
quaulia que ao thesoureiro-esmoler interino da
santa casa fra entregue para se dar principio aos
reparos do hospital de Misericordia de Olinda
lenho dizer-lhe que opportunamente se pro-
videnciar de forma serem attendidos do me-
Inor modo os interesies da sania casa de Miseri-
cordia desta cidade.
Dito ao director do arsenal de guerra.Conce-
do a autonsagao que Vrac solictou era seu offi-
cio n. 58, e data de 25 de fevereiro nltimo,
para despender mais 5900 com as obras necessa-
rias para augmento do dormitorio da companhia
de aprendizes desse arsenal.
itoaoSr. Thomaz de Faria vice-cnsul dos
Estados Pontificios.Approvando provisoriamen-
te a dehberagoque lomou o Sr. vice-consul dos
Estados Pontificios, Thomaz de Faria, como me
commuoicou em dala do 1 do correte, de in-
cumbir da gerencia do vice-consulado o Sr. Dr.
Augusto Frederico de Oliveira, durante a viagem
que vae fazer ao Rio de Janeiro, para a quil j
maodei passar-lhe a portara, assim o declaro ao
mesmo Sr. vice-consul para seu conhecimento:
prevenindo-o de que deve o Sr. Augusto de Oli-
veira apresentar o imperial beneplcito deniro do
prazo de 3 mezes, que para isso lhe fica marca-
do. Aproveito esta occasio para reiterar ao mes-
Sr. vice-consul os meus protestos do estima
lancia do lugar, suspendendo o andamento. (Art.: comprehendem os recursos de appellago, que,
- do citado regulamento de 1842 ) I ao tempo da sua publicago nos peridicos que
Art. 9." A importancia da multa ser indem-! costumam publicar os aclos ofiiciaes, ainda nao
nisada a final pela parte ou inleressado que ven-' tiverem sido apresenlados na instancia superior,
r com o principal e custas \ o os que forem interpostos depois da mesma pu-
blicago, ainda que as sentengas lenham sido
Ministerio da fazenda
Decreto n. 2,743 de 13 de fevereiro de 1861.
Rogula a arrecadago da mulla de 4 %, substi-
tutiva do imposto de 2 % sobre o valor das cou-
sas demandadas.
Hei por bem, usando da autorisago concedida
no arl, 11 5. da lei n. 1,114 de 27 de selem-
bro de 1810, decretar o seguiote ."
Art. 1." Em subttuigo do imposto de2 % crea-
do pelo art. 9.-> 2. da lei de 31 de outubro de
1835, e art. 14 22 de 22 de outubro de 1836,
cobrarse -ha a multa do 4 0/0 sobre o valor do
pedido de toda o qualquer causa civel ou crime
civilmente inteutada, de cuja sentenga se inter-
puzer o recurso de appellago.
1. A disposigo deste artigo comprehende
Ir recurso |de appellago interposto das sentengas
definitivas on com forra de definitivas, proferidas
era qualquer causa civol ou crime civilmente in-
tentada, sobre o objecto principal da causa or-
dinaria, summaria eu execuliva, ou ni instancia
da execugo, comprehendidos embargos de ler-
ceiro, anigos de preferencia, as excepges pe-
remplorias, ou qualquer outro incidente, pelos
juizes do civel ou dos feitos da fazenda, mu-
cipaes ou de orphos, do commercio no tribu-
naes, ainda que em juizo arbitral, na conformi-
dade da legislago em rigor, salva a disposigo
do art. 2.
2." O antecedente smenle se refere, s
causas ou demandas propriamenlo ditas, e nao
s habilitaooes de herdeiros ou legatorios para
haverem as herangas e legados que lhes perteo-
cem de bens de defuntos e ausentes; s habi-
litacoes de servigos feilos ao Estado para se haver
a remunerado dellcs ; s hsbitages e justifica-
goes para o meio sold ou monle-pio ; s ha-
bilitares dos herdeiros e cessionuios dos credo-
res do Estado para haverem o pagamento de iden-
tidade e idoneidade e legilimidade de pessoa
fiara qualqner Qra ; s juslificagoes de quaesquer
actos necessarios como preparatorios para a pro-
posigb de demandas ; s juslificagoes de dividas
em aulos de inventario ; aos inventarios ; aos
processos de desapropriago ; e a outros que por
ideutdade de razo se possam comprehender na
2.a parte do presente paragrapho.
Art. 2. Nao se pagar a multadas senten;as : I
1. Dos juizes ecclesiasticos.
2. Dos juizes de paz.
3. De preceito. (Art, 9. do regulamento de
9 de abril de 1842.)
Art. 3. Sao isentos do pagamento da multa:
1" Os procuradores da cora, soberana e fa-
zenda nacional.
2. Os procuradores dos feitos da fazenda geral
e prorincial, seus ajadantes, e os agentes fis-
caes que exercrem as suas funeges nos dtffe-
rentes municipios.
8, Os promotores de residuos.
1 Quando o recurso de appellago fr Io-
terposto por alguma das pessoas privilegiadas de
que trata o art. 3, ou ex-officio, antes da con-
cluso para recebimenlo da appellsgo, eem to-
do o caso antes da expedigo e remessa dos au-
to3, se averbar no processo que nao se paga
euto a mulla, a que ser depois obrigada a
parto nao privilegiada, se vencida fr.
2 Se a parle appellada nao privilegiada fr
vencida e pretender usar de qualquer recurso
em direito permillido, ser obrigada na occasio
do preparo a satisfazer a multa, a qual lhe ser
restituida sendo aflnal vencedora ; e nem se po-
der tomar conhecimento do recurso nao estando
paga a multa.
anteriormente proferidas.
1 Na hypothese da primeira parte deste ar-
tigo, a multa poder ser cobrada na eslago fis-
cal do lugar do juizo inferior ou do superior,
devundo os presidentes dos tribunaes de segunda
instancia, quando apresentados os aulos na pri-
meira conferencia de que trata o art. 53 do re-
gulamento de 3 de Janeiro de 2833, mandar por
seu despachoque se junte aos autos o conheci-
mento do pagamento da mulla devida, quando
nao tenha sido paga, nao podendo dar-se anda-
mento ao processo sem estar satisfeita esta dili-
gencia.
2 Excepluam-SB das disposiges deste arti-
3 Se a parte privilegiada fr vencida, a mu- go os processos em que j se tiver pago o im-
ta ser restituida parte ou inleressado que a
houver salisfeilo.
4o Se a parte appellada nao privilegiada fr
vencida, a multa ser cobrada execuliramenle
pelos agentes da fazenda publica, mas sem pre-
ferencia no producto dos bens do vencido, que .
nao forem sufficientes para pagamento da parle
vencedora.
Art. 10. Os agentes fiseses devero contestar o
valor das cousas demandadas, quer tenha sido
declarado, quer accordado ou arbitrado, haven-
do fundada suspeita de fraude contra os ioteres-
ses da fazenda.
Art. 11. Quando o valor das cousas demanda-
das fr regulado por arbitramento de louvados
com que as partes se contenlem, ou por accordo
e apraziraento deltas, nao podero, quando forem
vencedoras, haver dos vencidos mais que esse
valor arbitrado ou accordado; devendo porm
haver smento a quantia ou valor que lhe fr
julgado no caso de ser menos. (Citado
ment de 1842 art. 8)
posto dos 2 % da lei de 31 de outubro de 1835.
art. 9 2, e da de 22 de outubro de 1836, art.
14 21, na forma dos regulamentos respectivos.
Art. 20. Ficam revogadas as disposiges em
contrario.
Angelo Moniz da Silva Ferraz, do meu conse-
lho, senador do imperio, presidente do conse-
lho de ministros, ministro e secretario de estado
dos negocios da fazenda e presidente do tribunal
do thesouro nacional, assim o tenha entendido
e faga executar. Palacio do Rio de Janeiro, em
13 de fevereiro de 1861, 40 da independencia e
do imperio.Com a rubrica de S. M. o Impera-
dor.Angelo Moniz da Silva Ferraz.
partes, vista do inleresse que teem na sua de- 158U,eraS5i>-Fizeram-se as communicages
ciso.
O quo commuoico a V. Exc. para
genca e para que assim o faga cumprir
Dos guarde a V. Exc.Joo Lustosa da Cu-
nha Paranagu.Sr. presidente da provincia da
Parahiba.
sua intelli- a.JUIZ de P" mais motado da freguezia do
sua inieui laciratu.-Inleirao de nao se ler iostallado no
da designado por lei, como Vrac. comrauoica em
seu officio de 5 de fevereiro ultimo a junta da
qualicago dessa freguezia, lenho dizer-lhe
que, fazendo Vrac. a convocago de que trata o
art. 4" da lei de 19 de agosto de 1846, rena a
respectiva unta no dia 5 de malo prximo vin-
douro, que para isso designo, e, estallada ella,
prosiga nos demais termos do processo da qua-
Iificago de conforraidade com a lei.Remetleu-
Gorerno da provincia.
Expediente do dia 2 de tparso de 1861.
disefo na do irilla?dPnorU 7 ^ COn"d & !" Cpa de8la mci csra" untcipal respec-
uiscipuna do corpo de polica, que sejam conser- tiva
. que soj
vados presos civis no respectivo quartel, hija V.
S. de mandar remover para a fortaleza do Brura
o de oome Francisco de Paula Caroeiro Leo, ll-
cando certo de que nesta data recomraendo ao
tiva.
Dito. Autoriso o conselho administrativo
comprar para forneclmeoio do arseoal de guerra
" no incluso pedido.
os objectos mencionados
Decreto n. 2.739, de 6 de fevereiro de 1861.
Crea duas compaahias avulsas do servigo activo
da guarda nacional na provincia do Espirito
Santo.
Attendendo proposta do presidente da provin-
regula- cia do Espirito Santo, hei por bem decretar o se-
guinte
commandante das armas, a expedigo das con ve- Communicou-se thesouraria de fazenda.
mentes ordens, para ser o mesmo preso ali rece- Dil cmara municipal da Victoria. En-
bido.Communicou-se ao commandante das ar- T'ado cmara municipal da cidade da Victoria,
mas. para deferir como fr de justiga, o incluso re-
Dilo ao mesmo.Autorise V. S. o subdelegado querimento de Antonio Tito Pereira Borges, ar-
da freguezia de S. Fre Pedro Googalves do lleci- rematante do imposto sobre licengas desse mu-
l comprar para o quartel do destacamento de nicipio, que se refere a sua nformago de 26
pedestres da mesma freguezia os ulencilios men- de fevereiro findo, tonho declarar-lhe que a
donados no officio do delegado do primeiro des- imposigo decretada pelo 21 do art. 21 da lei
trido deste termo, constante da copia junta. n- 489 de 16 de maio de 1860 deve ser paga por
Dito ao mesmo. Allendendo ao que me re- ca^a licenga concedida para soltar fugo de arii
![uereu Simo de Siropaio Leite, em dala de 8 do ^u>0> sem 1ue se possa rasoavelmenle entender
evereiro findo, ouvidoo inspector di thesouraria 1ue o seja por cada vez que o licenciado soltar
provincial, tenho dizer V. S que, sendo re- fu8< que seria muito oneroso para aquellos,
mettido thesouraria de fazenda desta provincia, que se applicassem essa industria, como pon-
em 10 de dezembro do anno passade o decreto n. dera a cmara municipal, que na ausencia de des-
2,699, de 28 de novembro de 1860, e traositado posigo legal pode marcar um praso rasoavel da
pela secretaria da presidencia em Janeiro do cor- durago para taes licengas.
rente anno, sem que tiresse a conveniente publi- Quanto ao 2." tpico do citado requerimenlo
cidade, de maoifesla equidade que sejam rece- evidente que nao pode o suplicante cobrar
bidos os instrumentos da venda dos escravos, P?r licengas para soltar logo do ar mais de2$400
que allude o aupplicanle no incluso requerimen- ris, que era a taxa marcada por lei ao lempo
to, que ser por V. S. altendido, como fr justo, !en> 1ue se fez a sua arrematago.
para efleito de lhe serem concedidos passaportes Portara. O prosidenie da provincia, atten-
para embarque dos raesmos escravos. j deodo ao que expoz o Dr. Braz Florentino He-
idlo ao Inspector da thesouraria de fazenda.__ riques de Souza, era officio do 1." do correte, re-
A' vista do officio do inspector do arsenal do ma-1S0,7e dispeosa-lo de servir na qualidade da
rinha, constante da copia inclusa e da conta que commissario nos exames preparatorios, que sa
n \ f*j-t ^n 1^ va a ** A a \ T O 2__ -A_________- #___ OQ I 1 f\ ^ f\ f\ i l J\ \ fl f\ r\ a tijiit I A&.4n *-i n r% i*... t ^ .& __ ^ Z _
Art. 12. A restiluigo da multa ter lugar: Art. I.8 Ficam creadas duas compaohiasavul-
Quando nao so lomar conhecimento da sp- isas de infantaria do servigo activo da guarda na-
no ser caso | cional na provincia do Espirito Santo ; sendo
urna na freguezia do Alegre, e a outra no dis-
tncto de Moqui de Itabapoana da mesma pro-
sido
pellago, ou nao fr recebida por
della.
2 Sendo a appellago rejeitada por ter
interposta fora do prazo legal.
3 Julgaodo-se nullo o processo.
4 Se o appellante desistir da appellago in-
terposta, quer no juizo inferior, quer no superior.
5 Quando, finda a execugo, o producto dos
bons do executado nao cnegar para pagamento
da parte vencedora, e indemnisago da multa.
(Art. 4 do decreto n. 413 de 10 de iunho de
1845.)
6 Se a parte vencedora que houvor salisfeilo
a multa Qzcr certo por juramento, alm das de-
mais provas legaes, perante a repartigao fiscal,
que a vencida nao tem dentro do Imperio bens
conhecidos por onde se possa haver a importan-
cia da cooderonago. (Art. 20 do citado decreto
de 10 de junho do 1845.)
9 nico. as hypotheses dos ns. 5 e 6 deste
artigo ficar reservado o direito da fazenda na-
cional contra o deredor, expedindo-se logo as
certides precisas para o juizo dos feitos, afim
de se cobrar execulirameole pelos bens do mes-
mo devedor, a lodo tempo, emquanto oo pres-
crerer, a importancia da multa.
Arl. 13. Se a parte roncadora der quitago
exlrajudicial vencida em fraude da multa, fica-
rao laea quilages nullas e de nenhum effeito, e
cada urna das partes, rencida e vencedora, su-
jeita multa do dobro da multa devida, at i
quanlia de 2008000; e mesma pena flearo su-
jeitos os escrives que derem quitago judicial
vincia.
Art. 2. As referidas companhia? tero as suas
paradas nos lugares que lhes forem marcados
pelo presidente da prorincia na forma da lei.
Joo Luslosa da Cunha Paranagua, do meu
consiho, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da jusliga, assim o tenha entendido e faga
executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 6 de fevereiro
de 1861, 40 da Independencia e do imperio. Com
a rubrica de Sua Magostada o Imperador.Joo
Luslosa da Cunha Paranagu.
2.a secgo.Ministerio dos negocios da jus-
tiga.Rio de Janeiro em 11 de ferereiro de 1861.
Illm. e Exm. Sr.Tenho a honra de aecusar o
recebimenlo do aviso de V. Exc.de 9 do correte
communicando-me por copia o officio que lhe
dirigi o presidente do banco Comrnercial Agr-
cola, sobre duridas que occorrem directora do
mesmo banco na execugo do decreto n. 2.733 de
23 de Janeiro passado, para que sejam resolvidas
por este ministerio, por perlencer semelhsnte as-
sumpo reparligao a meu cargo.
Do officio do presidente do mencionado banco
resulta que.a directora deste, 4 vista da disposi-
go do art. 1 do citado decreto, que prohibo os
emprestimot commerciaes e descontos que nao
forem fetfos por iotormedio dos corretores de
fundos pblicos competentemente nomeados, du-
elle se refere, mande V. S. iodemoisar repar-
ligao de marioha da quantia de 219700, des-
pendida com o curativo de dous mannheiros da
guarnigo da escuna Lindoya, que esliveram re-
colhidos enfermara de marinba. Communi-
cou-se ao inspector do arsenal de marinha.
Dilo ao mesmo De conformidade com a sua
nformago de hontem, sob n. 163, tenho resol-
vido que a quaotia de 1128123. por que se acba
responsavel o capilo do 10" balilho de infanta-
ra, Manoel Luciano da Cmara Guaran, por
saldo de contas prestadas na thesouraria de fa-
zenda do Rio Grande do Norte, seja paga por
descontos na 5* parte dos rencimeolos do mesmo
capito, contar desdo j. O que communico
V. S. para seu conhecimento. Communicou-se
ao commandante das armas.
Dilo ao mesmo.De conformidade com a sua
nformago datada de 28 de ferereiro ultimo, o
autoriso mandar adianlarao almoxarife do hos-
pital militar, vista do pedido junto, a quantia de
1:300$, para occorrer ao pagamento das despezas
daquelte estabelecimento, na primeira quinzena
do presente mez.Communicou-se ao comman-
dante das armas.
Dito ao mesmo.Transmuto i V. S., para os
convenientes exames, as copias das actas do con-
selho administrativo para fornecimenlo do arse-
nal de guerra, datadas de 15, 22 e 25 de feverei-
ro prximo passado.
Dito ao mesmo.Haja V. S. de mandar pagar
Joo Tiburcio da Silva Guimares, sem embar-
go das reflexes feitas pela conladora dessa the-
souraria, que se refere V. S. em sua informa-
gao de 13 de fevereiro findo, a gralificago, que
tiver vencido do 1 6 de dezembro do anno
passado, em que estere no gozo de llceoga coa
rencimentos, que lhe foi concedida pela presi-
dencia.
Dilo ao mesmo. Scienle do contedlo de sua
nformago de 19 deste mez, sob n. 138, relativa
preteogo de Francisco Jos (Jermano so paga-
est procedendo na taculdade de direito, e nomeia
para substitui-lo o Dr. Tarquinio Braulio de Sou-
za Amaranto. Fizeram-se as devidas commu-
nicages.
Dita. Os Srs. agentes da companhia brasi-
leira de paquetes vapor considerem sem etleito
a portara de 28 de fevereiro prximo findo, na
parle relativa aos ofiiciaes e soldados menciona-
dos na relago junta, os quaes vo ser transpor-
tados para as Alagoas no vapor da companhia
pernarobucana de na*egago cosleira.
Relaco dos officiaes e soldados, que se refert
a portara de S. Exc, desta data.
Capito, Joo Hara Petra de Biltencourt.
Alferes, Jos Francisco Alves Lima.
Soldado, Ignacio Nery de Araujo.
Dita. O Sr. gerenle da companhia peruam-
bucana de navegaco cosleira, espega as suas or-
dens, para que sejam transportados al capital
das Alagoas, por conta do ministerio da guerra,
no 1." vapor que seguir para o sul, os officiaes.
soldado, e volumes, meocionados na relago
juota.
Relago que te refere a portaria do Exm. Sr^.
presidente desta data.
Capilo, Joio Mara Petra de Biltencourt.
Alferes, Jos Francisco Alves Lima.
Soldado, Ignacio Nery de Araujo.
Dez volumes com artigos perleoceotes ao cor-
po de guarnigo desta provincia.
Dita. O Sr. gerenle da companhia pernam-
buca de navegago cosleira mande dar transpor-
te para a capital dis Alagoas, no l. vapor, quo
seguir para o sul, ao desertor do corpo de poli-
ca, dsquella provincia Manoel Antonio, e
duas pragas de pret, que o vo escoltando, de-
vendo a respectiva despeza ser paga naquella
provincia. Fizeram-se as devidas communi-
cages.
Expediente do secretario de governo.
Ofcio ao commandante das armas. Manda


(*)
______
I
1ARI0 DI tERHIMlCO. QUAlHa FEULA ft 01 MABfO DE 1861.
A 4 A
MU
; i *
* 1
o Etmc. Sr. presidente da provincia commuoicar
& V. S. que, vista do seu oiBcio da i,9 do cor-
rente, nao s autorisou o director do arsenal de
guerra contratar rom dono ov consignatario
do hiaio Sergipano a condugo do 2." cirurgi&o,
nomeado para o presidio de Fernn*, de g
familia e bagagem, mas tambero offlciou ao ins-
pector ajoator coutas ao referid* eireegio. Fizeroa-
so m devidas commiojce*es.
Dito a o mesrao. XJ-fcia. Sr. presidente da
provincia, miada declarar 4 V. S. que Qcamdo
inteirado nata seu olricio de 2S do fetereiro ul-
timo, de teFsido o 2." teuente Horacio Alvo* da
Silva, nomeado ajudaole do turto do Erum, vae
dar scieucia de semellianie nomeagao ae Exm.
Sr. ministro da guerra. Commuoicov-so ihe-
souraria de fateoda.
Dito ao mesmo. O Eim. Sr. presidente di
provincia manda coromunicar V. S. que n'esta
dita ofliciou-se ao director do arsenal de guerra
para mandar concertar os objeclos pcrlencentes
ao hospital militar, i que alinde o olrkio de V. S.
do 28 de evereiro, sob n 288. Commonicou-
se ao director do arseoal de guerra
para a dita casa, resultando dos lircs do quartel
a morte de Manoel dos Sanios e o ferimento de
Jos Cazuza Pereira da Silva e dos indios Bernar-
do Pereira Machado e Manoel Themoleo, e dos
tiros disparados da referida casa a morte do guar-
do Eugenio Correa, e o ferimento dos guardas
Luiz Jos da Paz, Antonio Francisco da Paz Jo-
s AUsaadro Taz;
bir lieoa da easa de Fraacisco Al ve tob a direc-
cio de sea irmao Vicaat* Alee* Machado esra a
casa do capito Severina Rodrigues Lins do Al-
buquerque, d'onde por aotermii.ago deste foraaa
ditos (iros correspondidos por Jos Barras;
SQue sanado da igreja o Dr. Rodrigo
Castor e o escrivo Manoel Apolinario para sal-
var-se do perigo, Justino Ramos de Vasconcelos
os persegu com um clavinote, e nao es alcan-
zando, no seo regresso assassinou a Vicente Qui-
rico, e rHsparou um tiro sobre Manoel Eufrasio,
a quem errou ;
6oQue para a casa dos ditos Aatonio Ra-
mos e seu iilho, pouco antes do conflicto entra-
ran) armas, e casa do professor Liberato Tibur-
lino foi arraar-se um grupo de pessoas, que d'all:
uimiui un aiteuai uo guerra. uuu iui armar-se um grupo de pessoas, que a all
Dilo ao ceramandante da divisao naval. O veio debaixo da direego de Marcelino Barbosa da
Exm. Sr. presidente da provincia manda com-
municar V. S. que em ofcio do 1.* do cor-
rente, sob n. 56, parlecipou o inspector do ar-
senal de marinha estarem feitas ss alterages de
que necessitava o hiale Rio Formoso.
DESPACHOS DO DA 2 DE MARCO DE 1861.
Requerimientos.
3948. Damiana Mara da ConeeicSo. Passe
poriaria.
3949 Joo Tiburcio da Silva Guimares.
Dirija-se iliesouraria de fazenda.
3950. Jos dos l'razi res do Espirito Santo.
Informe o Sr. Dr. chote de polica.
3951. O capito Manuel Luciano da Cmara
Guaran. Dirija-so tnesouraria de fazenda.
3952. Manoel Antonio de Jess. Infor-
me o Sr. Dr. delegado da repartido especial das
trras publica.
3953. Daymundo de Almeida Sampaio.
D-so de confurmidade com a lei.
3954. Vicente Ferreira da Costa Miranda.
Osupplicante s pode ser pago em apolices.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
lia obra de cinco annos, redigia na corte do
imperio o Sr. A. M. Morando um peiiodico lute-
rano em estylo joco-serio ; passado porm cer-
ca de um anuo de seus trabalhos jornalislicos,; .
appareceu-Jhe em ambos os olhos urna nevoa bi- francisco .Vives,
liosa, que desenvolvendo-se lircu-lhe afu.il da
todo a faculdade da viso.
Neste estado, o Sr. Morando recorreu varios
un ios de haver sua vista perdida ; submelteu-se
d,itrenlos e longos tratamenlos, leudo sempre
por lermo a inutillidade tulles. Mas abrigando
sempre urna esperanza de ajado poder ver o es-
pectculo da natureza, que ora Ihe roubado pe-
la noitc da cegueira, vai actualmente sugeitar-se
como recurso linal operac.au dacalnracta, e as-
sim implora SAS seus cllegas. pelas sentidas pa
lavras que aqui consignarnos, um bolo para oc-
correr as de-spezas do respertivo tratamenlo ;
visto que lho fallecem meios para islo,
e CaVALLEIRO BEMPAZEJO.
< Busco miulia feheidale
< Dan lo acs olhos claridade.
O ex-redactor do Peridico dos Pobres, in-
felizmente ceso ha 4 para 5 a un os, approtiman-
do-se a occasiao de Soffrer operado, e faltando-
lhe os recursos, espera na valiosa prtitecc.au de
V. Exc
dido.
so digne altender a este humilde pe-
SONETO
Rara poder zonibar da sorte irosa,
A vos corro, senhor para implorar
O que ao pobre jamis soube negar
Vossa dexlra divina e geuerosa.
Vossa alma, sempre lenn e dadivosa,
Meus males ajudando a supportar,
Far ao pobre ceg nlu gozar
O que lho nega a son impiedosa !
Voss'alma bemfazeja, nobre e pura,
Ah jamis de tteader deixa so pedido
Do indigente, que vive na amargura.
Contra o fado, q' me ha sempre opprimido,
Dai-mo. senhor, a proteco-o segura,
Qua eu sempre vos serei agradecido.
. .\f. Morando.
presta
e por
O homem mais se engrandece quando
Boccorro ao seu senielhante necessilado ;
isso elle aju lado ajudando ao prximo.
A's vozes plangenles do Sr. Morando ajuma-
mos as nossas, solicitaudo aos collegas do jorna-
lismo que Ihe estendam a mao dadivosa por meio
do um soccorro as circumslancias aperladas
em que de presentse elle acha ; e para esse Tirn
abrimos urna sub;cni.cJo na livrarla da Praga da
Independencia os, 6 e 8, certo da generosidade
dos nossos collegas, que em tal conjunctura uo
d.ixarao de ler a necessaria fecundidade. para
honrada sensibilidade pernambucana, e allivio j s Ferreira,
do infeliz que lem todas as expauses d'alma se-
pultadas sob a noile dos olhos.
Ja demos noticia da chegada do Sr. Dr. crete
de polica de sua commissao importantissima
Silva*, fazendo parte desse grupo Justino Pinhei-
ro Dantas, Thomaz Xavier de Aquino, Tertuliano
de Torres Galindo, Firmino Rodrigues Lins, Braz
Barbosa da Silva, Manoel Jos de Mallos, Manoel
dos Santos e os indios Innocencio de tal, Jos
Lourengo Zebinho, Fraucisco Pil e Manoel Ma-
gro, os quaes reunidos na dita casa com Jos
Bernardo Torres Bina, Placido de Torres Galindo,
Franquelino Pereira da Silva Coelho, Manoel
Telles de Carvalho, Vicente Tulles, Joaquim Jos
dos Sanios Prata, Justino Ramos de Vasconcellos,
Francisco Barbosa da Silva Mello e Manoel de
Abreu Pereira, fueram para o quartel o fogo. do
que resultaran! as mortes e ferimenlos ja ditos;
7oQue na resistencia feita na porta da igre-
ja ao grupo armado, que a invada, e no fogo di-
rigido para a casa de Antonio Ramos e seu fi-
Iho, liveram parte os guardas Luiz Jos da Paz,
Fraucisco Antonio da Paz, Jos Forreir, Theo-
lonio Simeao de Araojo, Jos Alexandre Yaz.
Joaquim de Souza, Andr Avelino e Theotorno
Feoelon ;
8oQa(, terminado o conflicto, achando-se o
juiz de paz Jos de Mello Cavnlcanli refugiado em
um corredor da igreja, foi d'alli tirado, e levado
por Francisco Alves, Liberato Tiburlino c Lou-
rengo Barbosa para a casa de Francisco de Carva-
lho da Silva Gueiros, aonda esleve por algum
t-mpo, sendo depos transferido para urna casa
contigua, onde fui guardado por gente armada
at a larde do dia 2 de Janeiro, quando vio-se
obrigado a assig03i as actas do urna (leticia elei-
ao. para a qual concorrerara Liberato Tiburlino.
cisco Alves, LoureoQO Barbosa, Francisco
Barbosa, Antonio Ramos, padre Antonio Mala-
quias. Placido de Torres Galindo, Antonio Ro-
drigues Lins e Francisco de Carvalho da Silva
i Gueiros.
Ero ruta do que reconhece-se terem sido per-
petrados oscrimes de homicidio, tentativa de ho-
micidio e falsidade, de que sao autores e cm-
plices as pessoas que intervieram nos diversos
faclos cima relatados, como se prova pelas vs-
torias, interrogatorios, depoimentos e mais pegas
dos autos, o se convence no parecer do Dr. pro-
motor publico ; por tanto julgo procedente o pre-
sente summano, e a.*sira :
Io Pronuncio t Francisco Alves Machado,
Vrenle Alves Machado, os indios Joao Canella
de Namb, Bernardo Pereira Machado, Joao Pe-
reira. Jus de MaHos, Joao Machado, Manoel
Ihemoleo de Oliveira, Francisco Pil. Joao Fer-
reira da Cruz, Ambrosio Pereira. Jos Verissimo
Jos Lourenco Zebinho, Manoel Magro e Inno-
n2c' Je '*' con" incursos as penas do artigo
Td do cdigo criminal pelas mortes de Antonio
tenorio, Luiz Gonzaga e Maria, fllha de Jos Vic-
torino, e como incursos as penas do citado ar-
tigo e combinado cora o ari. 34 do mesmo cdigo
pela tentativa de morte de Candido Rodrigues
Lins e Severino Rodrigues Lins de Albuquerque ;
2oPronuncio mais ao dito Francisco Alves
como incurso as penas do arl. 205 do mesmo
cdigo pelo grave ferimento de Vicente Ferreira
de Araujo ;
3oPronuncio mais a Marcelino Barbosa da
Silva. Juslino Pinheiro Dantas, "Thomaz Xavier
de Aquino, Jos Bernardo de Torres Bina, Ma-
noel Jos de Mallos, Firmino Rodrigues Lins,
Tertuliano de Torres Galindo, Manoel Telles de
Carvalho, Vicente Telles, Placido de Torres Ga-
lodo. Justino Ramos de Vasconcellos, Braz Bar-
bosa da Silva, Franquelino Pereira da Silva Coe-
lho, Jxaquim Jos dos Sanios Prata. Manuel de
Abreu Pereira e Francisco Barbosa da Silva Mello,
como incursos as penas doeilado artigo 193 pela
morle do guarda Eugenio Cona, e como incur-
sos as penas do mesmo artigo combinado com
o artigo 34 ja referido pela tentativa de morte de
Jos Alexandre Vaz, Francisco Antonio da Paz e
Luiz Jos da Paz ;
4oPronuncio mais a Liberato Tiburlino de
Miranda Maciel, Antonio Ramos de Vasconcellos
e padre Antonio Malaquias Ramos de Vasconcel-
los, como incursos as penas do cima cilaao
artigo 193, combinado com a artigo 35 do men-
cionado cdigo pela morle, e teulaliva de morte
dos guardas cima nomeados ;
5oPronuncio mais a Luiz Jos da Paz,
Francisco Antonio da Paz, Jos Alexandre Vaz,
Theolonio Semeo de Araujo, Andr Avelino, Jo-
s Ferreira, Joaquim de Souza, Manoel Rodri-
gues Gaia e Theotooio Fenelon, como incursos
nas penas do cilado .irtigo 193 pela morle de Ma-
noel dos Santos, Anlonio Trahira, Antonio Re-
dondo e Antonio Soares, e como incursos nas
mesa conjuncta de 21 do ultimo raet, oo memo-
rial apresenlado mesa regadora emieuao do M
de Janeiro prximo passado ; pecas estas que sen-
do relativas ao mesmo iim suprslreferido, nao po.
dem deixar de ser tambero de grande momento
para a scieocia do publico.
Meus charos irmaos.
Em tamprimosda do irtw
4a nosaa lei estataora. fago
os m o tires para que foi convocada esta Brando
mesa :
< Io
locos e ajuda-lo eom donativos para as despe-
zas do seu te-ptrmo governo e augmento do di-
obetre de S. Pedro.
Neitas circomstaocias a confraria da venera-
mL2!?*m t*re*ra de s- Francisco da cidade do
*etrre, provimia de Pernambuco e imperio do
usa ddr, que
jreja oniveraal,
- aoslomnoho p-
aiico ewleaino deste 3entimeoto. bem como ia
otwdioaeia, amos e lealdade, qut UM tribU,
"lleefte, provimia de Pernambuco e i
~, .Brasil, tomando parto na magos e iusti
LWI do eaPUulo*4 opprimeoo asMtMo chefeto fejpreia
* aram o queromd* dar i Santa S um tostel
sua commissao importantissima i -" ^ .^u.u.i
povoagno de Agu.s Bellas; hoje pois devemos! penas do mesmo artigo 193 combinado com o j
incia do modo porque se elle referido artigo 34 pela tentativa de morte do Jos |
lho da mesma. Cazuda Pereira ti Qiiua u,rrnrA, "^-- u. I
liouvo no dtsempenho da mesma.
Nesle intuito, oTerecemos-lhe apreciago a
decisao pronunciada por S. s. no processo ins-
taurado pelos tristes aconlecimentos all havidos
em dezembro p.p., decisao que caracteiisa ao
Ma-
Cazuza Pereira da Silva, Bernardo Pereira
chado e Manoel Themoleo ;
6oPronuncio mais a Justino Ramos de Vas-
concellos como incurso nas penas do artigo 193
citado pela morte de Vicente Quizdco, e como
sr. ur Aranpe de um modo mui lisongeiro como incursos nas penas do mesmo artigo combinado
magisirado. com o artigo 34 cima apontado pela tentativa de
Verao pt.is os nossos leitores que ainda mais motto de Manoel Eufrasio '-.uiaiiva ue
If-*tVn Tr^inngaram os p,an09 do "^^ Q"! 70-p'0DUC0 Vicdol. Ferreira de
cando os criminosos ou seus autores n'um fundo Araujo como incurso nas penas do artigo 19J ci-
obscuro, a que nao allingissem os olhos da jus- lado pela morte de Ignacio Rodrigues ;
n 8oPronuncio mais a Severino Rodrigues
Persp.cazes como esos sao quando servem-se I Lins de Albuquerque e Jos B.^o como idcu-
de um jo integro o illustrado. como o Sr. Dr. sos nas penas do dito ar.igo 193 comWnado con.
Arar.pe. nao poda o delicio perder a respectiva o artigo 34 j mencionado pelos tirosi disparados
importancia, e logrirem a impunidade os verda-
deiros agentes do um aclo t.io selvagem
Por mais este cumprimento da lei sem dislin-
?o era deferencias pessoaes, a provincia de-
vedora ao lefendo Sr. Dr. Araripe de mais um
servigo revelantissimo Unto mais quanto liga-se
por seus effeilos ordem publica, seguranca in-
dividual, sobresahiudo ainda mais pela jusli'ca e
rcciida.i que o accenluam, como da-se sempre
em seus actos de judicatura.
Visto estes autos, era que aulor a juslica
sendo reos Francisco Alves Machado e oulros
mostra-se Io Que no dia 31 de dezembro do au-
no prximo lindo procedia-se eleigo de elei-
tores na igreja matriz da povoagao de Aguas Bel-
las com perfeito soego. quando repeniinamente
o a dlia igreja accommeliida e invadida por um
grupo de gente armada, sendo esse grupo capi-
taneado por Francisco Alves Machado e compos-
to dos indios Joao Machado, JoSo Canella de
Namb, Joao Pereira, Bernardo Pereira Machado,
Joo Pereira da Cruz, Antonio Soares, Antonio'
Redondo, Antonio Trahira e Ignacio Rodrigues,
aos quaes logo se ogregaram os indios Jos de
Mallos, Manoel Themoleo de Oliveira, Francisco
Pil, Ambrosio Pereira, Jos Verissimo, Jos
Lourengo Zebinho, Manoel Magro e Innocencio de
tal;
2oQue acudindo a guarda requisitada pelo
juiz de paz, entao aquartelada em urna easa pr-
jima ,1 igreja, travou-se um conflicto entre a
mesma guarda e o dito Rrupo, o qual augmenta-
do com os indios mandados por Vicente Alves
Machado da casa de seu irmao Francisco Alves,
intentara penetrar no recinto da igreja para que-
brar a urna eleitoral, como por lim realisou, sen-
do nesse conflicto morios por tiros partidos do
mencionado grupo Antonio Teoorin de Albuquer-
que, Luiz Gonzaga Lins de Albuquerque, que
com Vicente Ferreira de Araujo forana acolitados
por Francisco Alves, resultando mais desses ti-
ros a morle de urna crianga, filha de Jos Victo-
rino da Silva Barreto e es ferimenlos de Candido
Rodrigues Lins e do capilao Severino Rodrigues
Lins de Albuquerque ; e nessa occasiao chirm
tambera morios por tiros partidos da guarda An-
tonio Trahira, Anlonio Soares e Anlonio Redondo,
e por urna facada dada por Vicenle Ferreira de
*ruJ o '"dio lgoacio Rodrigues;
. 3oQue travado o conflicto na porta da igre-
ja, da casa de Antonio Ramos o de seu filho pa-
dre Antonio Malaquias, partlram tiros disparados
por espago de quasi meta hora contra o guarda
do quartel, que iambem dieparou alguna iiroi
sobre os Indios, que se a'chavam em casa "de
Francisco Alves;
9oPronuncio mais a Francisco Alves Ma-
chado, Liberato Tiburlino de Miranda Maciel,
Lourengo Barbosa da Silv, padre Antonio Mala-
quias Ramos de Vasconcellos, Antonio Ramos de
vasconcellos. Francisco Barbosa da Silva Mello
Placido de Torres Galindo, Anlonio Rodrigues
Lins de Albuquerque e Francisco de Carvalho da
Silva Gu-iros, como incursos nas penas d artigo
102 do cilado cdigo pela falsilicagao das actas
da eleigo, que figuraran! existir; e s todos os
cima pronunciados obrigo a priso e livramento
na forma da lei.
O escrivo recommende os reos presos na
cadei, em que se acham, passe mandado de cap-
tura contra os demais. lance os seus nomes no
rol dos culpados, pagas pelos mesmos reos as
cusas, em que os condemno ; e cumpriudo no
mais o seu regiment, remeta os presentes au-
tos ao cartorio do termo de Buique, aonde devem
os reos ser jnlgados.
Villa de Garanhuns 23 de fevereiro de 1861.
Tristo d'Xlencar Araripe. >
A confraria da Ordem Terceira do patriar-
cha S. Francisco foi a primeira corporagao reli-
giosa entre nos, que, aecudindo ao reclamo do
dinheiro de S. Pedro, felto por nsneste Diario,
abri urna assignalura entre a mesa regedora
os demais imos, afim de obtemperando aos dic-
tames de sua religiosidade, poder levar ao solo
pontificio urna manifestado de veneracao e amor
ao pai commum do catholicismo.
A piomptido com que essa veueravel confra-
ria accorreu s vozes desse chefe supremo, que
commaoda com a palavra do pescador, e nao com
o Rladio do guerreiro, que ludo impde, prova
clara e exuberante do quanto enlre a familia bra-
sileira acha-se implantada a religio catholica ro-
mana.
Ao passo que manifestamos aqui referida con-
fraria os nossos teslemunhos de respeilo por um
fado tao significativo, nao podemos deixar de in-
vocar o auxilio ou concurso das demais corpora-
goes, para que essa colheita sublime assuma as
devidas proporgoes, e indique que Pernambuco
entre suas irmas solicita em protestar contra
s vexages que fazem, e soffre o santissimo pa-
dre, j que. a quem compela, nada bafeito oeste
sentido.
Parece-nos que fazeraos um servigo ao publico,
reudendo urna honra ao vordadeiro mrito, eom
a publicago das pegas seguintes que sao o dis-
cuti do ministro da mesma ordem em fewao da
cedor ao reclamo dos j-roses para soccorrer ao
pai dos fiets ; porm, senda um caso extraordi-
nario, julgou a mesa qua a isla do art. 202 s
esta grande asesa era competente para deliberar
se a veueravel Ordem Terceira devis dar alguraa
qaanlia, quanio. e de que vorba se deverta tirar,
por isso em sesso de 10 de Janeiro passado de-
terminou que fosse convocada esta grande mesa
e que ludo fosse a ella submettido, fazendo-lhe
sentir o desejo que ella tem de que a veneravel
Ordem Terceira de S5o Francisco concorra com
alguma quanlia para ser remeltida ao nosso pai
commum o Santo Padre Pi IX para soccorrer as
despezas que o mesmo tem a fazer com a guerra
injusta, que os iropios estao fazendo santa s.
Aprsenlo a esta grande mesa o memorial que foi
apreseutado a mesa regedora pelo nosso irmao
procurador geral em sesso de 10 de Janeiro, que
sendo merega o vosso apoio nelle se declare
quanto assigna esta veneravel Ordem Terceira, e
que, igualmente seja assignado por todos os nos-
sos irmos voluntariamente com aquellas quao-
tias que sua piedade Ihes ditar, para ser remet-
tido ao nosso santo padre. Igualmente aprsen-
lo a pastoral e olllcio do nosso diocezano chaman-
do a altengo da nossa veneravel ordem para o
m cima ja expendido, apresentsdo em sesso
de 2a de Janeiro.
* i" Sendo apresentados mesa regedora os
ari. addicionaes remeltidos pelo capitulo pro-
vincial da Bahia, e nao tendo o mesmo capitulo
approvado o arl. 6 em sua integra julgou a mesa
regedora nao poder submeller approvagao do
poder temporal sem ser primeiro submettido
apreciago desia grande mesa por ser o poder
competente, por que nao sendo o art. 6 espiritual
e sim corporal por isso nao julga o capitulo u-
torisalo para reformar dito art. 6; avista do que
esta grande mesa deliberar como melhor enten-
der em sua recoohecida prudencia e sabedora
lendo muilo em vista a dignidade e decoro desta
veneravel Ordem Terceira.
lAntonio Sobrede Almeida.
Ministro.
0 mundo catholico, cheio de pasmo e de do/,
lem presenciado o empeoho, com quo os herti-
cos mais modernos, ngindo-se amigos da causa
da humanidade, que por urna aberrago de todas
asleis e principios suppocm e crcm separada e
distincla da causa de Deus. promovem por todos
os meios, ainda os mais iraraorses, corruptos e
vilenlos, a queda da cadeira de S. Podro e a an-
niquillagao da auloridade pontificia. Aps exi-
gencias extraordinarias e violeutas, que nao cabe
no secuto obterda egreja, o nao obstante a pa-
ciencia e mansidao com que o chefe supremo do
catholicismo se ha conduzido na admninislrago
do seu estado temporal, bo exercicio dos direitus
magestalicos e soberanos que Ihe compelera co-
mo rti, invadem-Ihe sem motivo justificado, sera
vislumbre de razo, o territorio do estado, e por
um novo direito publico e das gentes, que o mun-
do dcsconhece a razo altamente condemna, que-
rem roubar-lhe o poder e o throno temporal, em
que por lanos e dilatados annos, em urna serie
uao inierrompida, com direito nunca contestado,
seolarm-se os seus anlecessoros ; poder e thro-
no indispensavel para o cumprimenlo da alta
missao que Ihe fra confiada por Oeus mesrao. e
pela dignidade suprema e soberana, de quo, se-
gundo a crenca universal se acha investido.
Nao nova a tentativa contraa igreja de Je-
ss Chrisio, contra a religio do homem Deus ;
ella se lem manifestado mais ou meaos, ora cora
escriptos e disseminago de livros perigosos e
condemnados, ora cora o emprego da fo;ca, des-
de pocas mui remolas ; mas debalde os "herti-
cos se teem esforgado por fizer apagar essa luz,
que dissipando as trevas do paganismo, veio es-
clarecer o universo e sujeita-lo urna s dqutri-
na. urna s lei e um s chefe ; debalde se mul-
tiplicaran! as perseguiges contra os verdadeiros
renles, a igreja nunca foi vencida e a religio da
viclima do Calvario nunca pode ser anniquillada.
O exforcj dos seusinimigos, as perseguices
fetas aos Qeis, todos os tormentos o flagellos, por
que os llzeram passar. era lugar de destruir, nao
lizerara se nao augmentar a crenga e a t, estn
der a doutrina. mulliplicar-lhe os Qlhos, e acri-
solar o seu amor corneo sello do marlyrio.
Hoje essa tentativa revesle-se de novas for-
mas ; os inimigo's da egreja e da religio diasi-
mulam o seu odie, inculcara mesmo aparentar
se com ella, e procurando adestruigodo throno
pontificio, como meio, nao tardaro era chegar
seus flns, deslarando-se aberlamenle contra a
supremaca do Papa, successor de S. Pedro, pas-
tor dos pastores e chefe supremo da egreja uni-
versal.
Nao sero talvez ero crucificando S. Pe-
dro e degolando S. Paulo, Domiciano proscre-
vendo a S. Joo para o desterro da ilha de Pa-
thmos, Trajano mandando Santo Ignacio ser
devorado pelas fras, e o procnsul de um impe-
rador romano condemnau loa S.Policarpo mor-
rer queimado ; n.io seao t*r*z Severo e Maxi-
mianio, Decio, Valeriano. Deocleciano o oulros ;
mas, quem o sabe, embriagados com triumphos
epherneros o cora o explendor, que ressumbra da
prosperidado mundana, cegos para nao verem o
passado, nem o futuro, sordos para nao ouvirem
a vos da razo esclarecida e as promessas nunca;
falliveis da Dmndade, levaro a facha da ansr4
cha Europa inteira, corrompendo os povos i
destruindodireilns, usurpando autoridades legi-1
timas, autorisindo o morliflcio. e produzindo uraal
serie de calamidades, que se nao podem prever,
alm daquellas que j eslao do doraioie do pu-
blico.
E' em norae da liberdade e da lndependeu-
. ,, uiroureacia, amor e lealdade. aut Rio tributa
Coeamesaregedr.delormia.devera^lrocorre.4 nobroz. epied.de i Si nados
o reclamo dos i-roses para soccorrer ao seus irmao* n.r. ^------------.;./;_ TZ.
1:0008000
OOSOOO
1009000
100*000
100JO0O
50g000
50J0O0
208000
20g000
209000
209000
25J0OO
508000
109000
108000
109000
59000
59000
509000
seus irmaos para que com o quantitalivo, que Ihe
fosse possivel, stsbscrevesse esta expostgo. quo
humildemente ra ehegar aos ps de sua sanii-
aade. E ella na protesto vleo da mais apurada
creng na religiio catholica apostlica romana, e
de submissao cadeira pontificia.
Recfe, 7 de Janeiro de 1861.
A veneravel ordem...................
O ministro, Antonio Nobre de Al-
meida ..............................
Vice-minislro, Bernardo Jos da Cos-
ta Valenle.......................-
Procurador-geral, Luiz Jos Pereira
Simes............................
Ex-mioistro, Jos dos Santos Neves .
I-.x-mmistro, Jos Joaquim Das Fer-
nandes.......................
Ex-syndico, Francisco Jos d Arau-
jo.................................
Ex-visitador, Manoel Jos da Costa
Reg...............................
Ex-mioistro, Jos Marcelino da Rosa
Ex-mioistro, Anlooio Alves da Fon-
seca ...............................
Vigario do culto, Manoei do Nasci-
mento dos Santos.................
Syndico, Jos Piulo de Magalhaes...
Secretario, Francisco Lopes da Silva.
Uiflnidor, Joaouim Antonio Pereira.
Ex-rainislro, Caetano Pinto de Veras.
Ex-dillnidor, Luiz Cesario do Reg..
Ex-vizitsdor, Jos F(Sncisco Pinto...
F-x-syodico, Francisco Jos Vianna .
Ex-raioisiro, Joo Jos de Carvalho
Morae.............................
Contina a assignalura. a
Por caria particular, da corle, consta que era
consequencia de lorem de tomar assento na c-
mara temporaria os Exms. presidentes desta pro-
vincu.fdo Para, da Parahyba eS. Paulo, hou-
veram as seguimos transferencias, fleando vagas
as cadeiras presidencias da Parahyba, Piauhy-tpnio
Catharinae Espirito Sapto : 1PA novo jury
mes, e Costa Molla, fallando com partlcipacao os
Sri. deserobargadores Caetano Sanlkgo e Guer-
ra .procurador da corda, foi aberla, a sesaao.
Passados os feitos e entregues os diatribui-
dos', procedeu-se aos seguintes
JULGAMENTOS.
aggravado, o juizax
Relator o Sr. deseaba reidor Figneira do Hallo.
Sorteados os Sr*. deseabargidorea Gitixaoa,
e Silva Gomes. '
Deram provimonto.
Aggravaue. Moa Celestina Paos Brralo -
aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Molla.
Sorteados os Srs. desembarga dores Silva Go-
mes e Lourengo Santiago.
Ficou adiado.
APPELLAC.E3 CIVB13.
Appellante, Andr Ferreira de Mallos ; appel-
lado, Domingos Francisco Cavalcanii.
Confirmou-se a senlenga.
Apoellantes, Manoel Jacinlho Pereira e oulros;
appellados, Leopoldo do Reg Barros.
Reformada a sentenca era parle.
Appolianle, Mana Rosa da Silva Barros ; ap-
pellado, Luiz Jos Marques.
Recebersra-se os embargos do appellado, e
uesprezaram-se os da appellante.
APPELLAC.ES CRIHES.
Appellante. Pnsciliano Alexandre do Souza ;
appellado, o juizo.
Improcedente.
Appellante o juizo ; appellado, Agostinho Jo-
s de Santa Anna.
Improcedente.
Appellante, Francisco Jos de Oliveira ; ap-
pellado, ojuizo
Improcedente.
Apuellanle, o juizo; appellado, Jeronymo Jos
d Alexandna.
Improcedente.
Appellante, o juizo; appellado, Jos Francisco
Lavra.
Improcedente.
Appellante, ojuizo; appellado, Antonio Mon-
leiro Civalcauti.
Improcedente
Appellante, o juizo;
reir da Costa.
A novojury.
Appellante, o juizo ;
Jos Joaquim da Costa,
Candiao Joto da Uva Guimares.
Jos Feliciano Pereira de Lje.
UlysseaePernambucano de Mello.
Gedeao Forjaz de Lacerda.
Francisco Pereira Vianna.
Marcelino DisoaJU Camas*.
Virgilio Jos o kWii.
testero AaOoaw Albo^morqu |
Joao Fraocwoosj Hastiaesdo Feil
appellado, Vicente Fer-
appellado, Manoel An-
Para Pernambuco o actual do Cear, Dr. Anto-
nio Marcelino Nunes Gongalves;
Para o Cear. o actual do Espirito Santo Dr.
Antonio Alves de Souza Carvalho ;
Para o Maranho o actual das Alasroas Dr. Pe-
dro Leo Velloso;
Para S. Paulo o actual do Maranho Dr. Joao
Silveira de Souza ;
Para as Alagoas o actual do Piauhy;
Para o Para o actual de Santa Calharina.
Dizia-se, geralmente, que sse tornariam effec-
tivas essas mudsngas i chegada dos respectivos
substituios.
A cmara municipal de Nazareth, acaba de
Proceder i apurago dos co.legios que forro^m ^ justra.TsVpe'^esSes8
adistnclo eleitoral. ficaudo conhecidos dcou- Aonplini.P T.Pul .c"m!:
2o dislricto
tados
Conselheiro Sergio de Macedo............. 395
Dr. Silvino Cavalcanli...................... 371
Dr. Joo Alfredo Correa.................... 352
i 7" Forara ""ocolhidos casa de detengo no da
4 do corrente 6 homeos; 5 livres e 1 escravo,
ordem do Dr. chefe de polica 1, ordem do sub-
delegado do Recife2, e ordem do dos Afoga-
dos 3.
O vapor nacional Pereinunga, sabido para
o sul conduzio a seu bordo os seguintes oassa-
geiros: r
Capito Jos Maria P. Biltencourl, alteres Jos
francisco Alves Lima, soldado Ignacio Nery de
Araujo, Rosa Alexandrina Cavalcanli, Andr Go-
mes de Araujo, Bernardo Manoel do Espiriio-
ua}0-'loailailD gnacio Ramalho, Jos Joaquim
Rodrigues Guimares. desertor Manoel Antonio e
2 pracas, Francisco Ponan, Alberto Branco, Ma-
na Barbara de Meodong Castello-Brance, urna
escrava e t criado, Francisco Pires Carneiro.
O vapor nacional Varan, sahido para os
porios do norte conduzio a seu bordo os seguin-
tes passageiros :
Adolpho Muler, sua mulher, dous filhos me-
nores, um criado e dou3 escravos, Francisco Egi-
dio de Luna Freir, Jos Pereira da Silva, Alix
F.. capito Domingos de Lim Veiga, Albioo
Francisco dos Sanios, Francisco Jorge Martins
Botelh.0, Ruflno Olano da Costa Machado, Do-
mingos Sonano Azezedo, Americo Nelto de Mo-
raes, Joaquim Soares Neves, soldados Anlonio
Gomes Notto, Jos Gongalves Lima e Balbino G.
Castro.
O patacho portuguez larco, sahido para
Lisboa conduzio a seu Dordo o seguate Dassa-
gelro: r
Manoel Rodrigues Fraga.
HATADOURO PUBLICO :
Mitaram-se no dia 5 do correle para o con-
sumo desta cidade 61 vozes.
MORTALIDADB DO DA 5.
Jos de Almeida, Dranco, viuvo, 56 annos, citili
e fstulas.
Candida, preta, escrava, solteira, 16 annos, tu-
brculo pulmonar.
Manoel Joaquim Carneiro Leal, branco, casado,
59 annos, congeslo cerebral.
Ludgero, preto, escravo, soltoiro, 24 anno3, tu-
brculo pulmonar.
Jos, branco, 3 mezes, convulsoes.
Maria, branca, 1 hora, asphixiada.
Carlos Jos da Gama, pardo, solleiro, 30 annos,
lisica.
Joanna. prela, escrava, solteira, 45 annos, ence-
phalile.
Appellanle," o juizo ; appellado, Antonio dos
Santos Alves.
A novo jury.
Appellaute, Manoel Bezerra das Neves : appel-
lado, o juizo.
A novojury.
Appellante, o promotor ; appellado, Joao
Bispo da Hora.
Improcedente.
Appellante, ojuizo; appellada, Avelina Maria
Ciciaca.
Improcedente.
DILIGENCIAS CRIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
sl.if>a .nin,,ll;..__:____.
E prestara juramento sobre o Irvro doo San-
tos Evangelboa.
Foi o rao interrogado.
Lido o processo, deu-so o pabara ao Sr Dr
promotor, que podio a esademnaeio dos reos'
no grao mximo do artigo 205 do cdigo cri-
U advogado do reo deduziodo a defeza podio'a
sua absolvigio. r -
Findos os debates, e preenchidas as demais
solemnidades da lei, o Sr. Dr. juiz de direito
perguntou ao jury se eslava sufDcieotemeDte es-
clarecido para julgar a causa, e tendo resposta
atnrmativa resumi a materia da aecusago e da
aeteza, propondo ao conselho os quesitos se-
; 7 ro BerMrdo Ferreira de Souza, no din
L F.f ?rHrM de lt9- pels9 W D0" ^ noile.
inlommodo^Sr0'0"0 **"**
w rrEi-le reriraeol produzio do paciente in-
napilitagao de servigo por mais de um mez?
*|le erirae foi commeitido de noile?
a a ~, e cruno oi commettido com auperiori-
dade de Torgas e armas, de maneira que o offen-
dido nao podesse defender-se com probabilidade
de repellir aoffeosa?
6oExistem circumslancias altenuaotes a fa-
vor do ro ? "
Lidos os quesitos pelo Sr. Dr. juiz de direilo
101 o jury de senlenga recolhido sala secreta
rt^nHo.M,enC,.?S ?0ra. Prosso e quesitos.
d onde voltou depos de meia hora, respondende^
aos quesitos pela maneira seguinte :
Ao 1 quesiloNao. por unanimidade de vo-
tos, e deixando de responder aos outros-oor fl-
carem prejudicados. p
Lidas as respetas pelo presidenle do jury, o-
Sr Dr juiz de direito publicou sua senlenga ab-
soivendo a r e condemnando a municipalidado
nas cusas. "uo
SEGUNDO JULGAMNTO.
o juizo ; appellado, Antonio Jos
ca das nages quo os inimigos do caihlicismo
proclamam a guerra egreja e ao Porlice ro-
mano ; 6 em nomo da liberdade e da indepen-
dencia da3 naces, que invadem territorio alheio,
forga de armas, usurpara diroitos e auloridade,
que nunca Ihes poderia pertencer, e coniradiclo-
rios comsigo mesmos, em todos os seus principios
e na poltica, que manifestara, quercra um lei
sem subditos, um seberaoo sem soberaua, o pas-
tor supremo das almas neste mundo sem inde-
pendencia o prestigio, sem corte, sem guarda,
subdito ou antes escravo dos poderes da trra I
Sim, a liberdade e a independencia sao as
palavras mgicas, com que so seduzera os povos,
e sao arrastrados s mais desordenadas paixes!
sem que eltes proprios se lerabrera e recordem,
que foi a egreja quem Ihes quebrou os ferros da
escravido, e a religio do CruxiGcado que os fez
perfeilamenle livres e independentes.
E no seio do chrisliauismo qua permanece a
verdadeira philosophia, na egreja e com a egre-
ja, que os soberanos temporaes podem legitimar
os direitos e auloridade, e o povo garantir a li-
berdade e independencia necessaras para fruir
as vantagens da associacjlo e a felicidade externa
desle mundo.
Nao ha liberdade, se nao submetlidae obe-
dionto as leis; nao ha independencia que seja
completamente absoluta. A liberdade e inde-
pendencia nao sao a faculdade e o eslado da se
fazer ludo que se quer ; mas sim de azer o jus-
to e legitimo; o contrario a licenga. a razo
sem correctivo, sem regra, sem termo ; a li-
berdade do mal, que Deus nao quer. nem pode
deixar decondemnar. Conquistar o estado de so-
berano legitimo, excitar e promover nelle a des-
obediencia e rebellio. nao dar-lhe indepen-
dencia, nem garanlir-lhe a liberdade.
t Afllicio o corago do magnnimo pontfice,
CHR0N1CA JUUlllAHiA.
que a Divina Providencia, escolhera para reger e\
-- dade bancada em commandita, sob a firma de A.
TRIBUNAL 00 COMMERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 4 DE MARCO
DE 1861.
PRESIDEXCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
. V. A. DE SOUZA.
As 10 horas da manha, reunidos os Srs. depu-
rados Lemos, e Bastos, o senhor presidente
declarou aberla a sesso de mero expedieule, e
designou o Sr. deputado Lemos para servir de
secretario.
EXPEDIENTE.
Leram-se dous offlcios da junta doscorretores da
praga, remetiendo as cotages offlciaes dos pre-
cos correntes da praga, relativas s semanas On-
das. Archive-se.
DESPACriOS.
Um requerimento de Maria Rila da Cruz Neves,
viuva e inventarame do casal de Antonio Pedio
das Neves, recolhendo as cartas de registro da
escuna Linda, o dos brigues Alolpho e Bom Je-
tas, que forara desmanchados pelo seu estado de
inavegabilldade, e pedindo porlanlo desooerago
da responsabilidade do termo que assignou seu
finado mando.Seja ouvido o Sr. desembargador
fiscal.
Outro de N. O. Beber & Comp3nhia, succes-
sores, Kalkman Irmaos, e Barroca & Medeiros,
pedindo o registro da escrjptura de hypolheca
que ajuntam.Registre-se.
Ouiro dos mesmos, pedindo que a junta dos
corretores Ibes certifique qual o cambio sobre
Londres no dia 14 de Janeiro prximo passado.__
Certifique.
Outro de Mooleiro & Lopes, pedindo na qoali-
dade de curadores fiscies da fallencia deSiqueira
& Pereira, o registro da escriplura de hypolheca
que ajuntam. Registre-se.
Outro de Joo Soum, pedindo o registro da es-
criplura de hypolheca que apreseuta. Regs-
tre-se*
Outro de Amede Schaffler,
(informado polo senhor
Na forma do parecer
., gerente da socie
governar a igreja de Jess Chrislo uoiversal-
menle, e afilelo pelas desordena que espirites do
mal toem levado ao seio dos seus estados in-
quietando populages pacificas, excitando os ni-
mos exaltados pelas ms paixoes a se desvia-
ren) do enmprimento dos deveres, que esto
sujeilos, e apoderando-se j de parle do patri-
monio de S. Pedro, i preloxto de salvar os sub-
ditos do governo pontificio de urna lyrannia, que
nao ha, e de umacompresso imaginaria ; tfflic-
to o corago do chefe visivel da igreja, vigario do
Chrislo sobre a trra, pelas maldades comraelti-
das contra o seu povo e contra a Santa S, que
nunca o offendera, por horneas que principio
se diziam amigos e defensores da igreja e do seu
chefe, mas que depois, obstinados e cheios de
ambigo.se toroarom seus crueis perseguidores,
o mundo catholico, quasi todo, tem erguido um
brado de inomnago contra o procedimento de
tees perseguidores, animando o chefe do catho-
licismo, procurando consola-lo em suas atribu-
Schafler & Compaohia
desembargador fiscal).
fiscal.
Outro de Sacavem Barbosa & Companhia, pe-
dindo o registrodo seu contrato social, e j infor-
mado.Satisfaga o parecer fiscal.
Outro de Thomaz Garret, pedindo que a junta
de corretores Ihe certifique qual foi o frete por to-
nelada de carvo de peora viodo de CardifT, assim
como o cambio sobre Londres, lsto em 27 de ju-
nho do anno passado. Cerlique.
Nada mais houve.
TRIBUNAL DA RELAgO.
SESSO EM 5 DE MARgo DE 1861.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO ERMELINO
DE LEAO.
As lOJhoras da manha, achando-se presen-
tes os Srs. deserobargadores Figueira de Mello,
Silveira, Gitirana, Louxon;o Santiago, Silva Go-
Appellanle,
Pinheiro.
Assignou-se dia para julgamento da seguinte
appellagoescrimes :
Appellanle, o juizo; appellado, Sebastiao Jos
Rodrigues e oulros. %
Appellante, Flix Antonio da Silva ; appellado,
o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco Ma-
noel Leiie.
Appellante, o juizo ; appellado, Victorino Jos
de Moura.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Lopes da
Cosa. r
Appellante, o juizo; appellado, Joaquim de
Oliveira Casado.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio, es-
cravo.
Appellante, Manoel Gomes da Silva ; appella-
do, o juizo.
Asappellaces civeis :
Appellante, Manoel Casemiro da Rocha ; ap-
pellado. Beroardino de Sena Correia.
Appellanle, Viceute Ferreira Gondim ; appel-
lado, Seraflm Nunes do Nascimento.
Appellaute, Joo Alhanasio Dias; appellado,
Bernardo Antonio de Miranda.
DISTRIBl'ICES.
Ao Sr. desembargador Figuetra de Mello, as
appellacoes crimes :
Appellante, o juizo ; appellado. Francisco Jos
dos Santos.
Appellanle, ojuizo; appellado, Valeolim Jos
de bam Anna.
Appellante. o juizo ; appellado, Andr Gongal-
ves de Freitas.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago, as
appellagos crimes :
Appellanle, ojuizo; appellado, Joaquim Jos
de Sanl'Anna.
Appellanle, Jos Gomes dos Santos ; appella-
do, o juizo.
Appellante, ojuizo; appellado, Jos Cesario
Rodrigues.
AoSr. desembargador Silveira, as appellacoes
crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Antooio Joa-
quim Pereira da Silva.
Appellante, o krizo ; appellado, o preto Jos.
Appellante, ojuizo; appellado, Manoel Soares
Cavalcanli.
Ao Sr. desembargador Gitirana, as appellacoes
crimes :
Appellanle, ojuizo; appellado, Jos Lene da
silva Campos.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco Ri-
bciro de Souza Brilo.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Mariano
das Neves.
Ao Sr. desembargador Loureoco Santiago, as
appellacoes crimes :
Appellante, ojuizo; appellado, Domingos da
Costa Araujo.
Appellante, ojuizo; appellado, Silvestre Pe-
reira da Molla.
Appellanlo, o juizo ; appellado, Jos Pereira
da Silva.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, as appel-
lacoes crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Sebastio, es-
cravo.
Appellanle, o juizo; appellado, Francisco
Louro.
Appellanle, o juizo ; appellado, Manoel Theo-
doro.
Ao Sr. desembargador Costa Molla, as appella-
coes crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Joo es-
cravo
Appellante, o juizo ; appollado, Anlonio Fi-
Appellanle, ojuizo ; appellado, Jernimo, es-
cravo.
As 2 horas encerrou-se a sesso.
PRESIDEXCIA DO
l'A SILVA, JC1Z
CRIMINAL.
SR. DR. FRANCISCO DOMISGIES
DE DIREITO DA SEGCNDA VARA
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco
dina de Gusmo Lobo.
Leopol-
Escrivo, o Sr. Joaqun
Esleves Clemente.
Francisco de Paula
Sendo novaraente feita a chamada dos jurados
acharam-so presentes os mesmos 38. *
Entra em julgamento oreo Jaciolho Guilhermo-
l oucas, aecusado por ciime de ofleosas physi-
cas, tendo o mesmo por seu defensor o Sr. Ro-
mualdo Alves de Oliveira, que prestou o devido-
juramento.
O conselho de senlenga foi composto dos Sre.
jurados:
Jos Francisco Alves'Monleiro.
Jos Joaquim da Costa.
Luiz Jeronymo Ignaiio dos Sanios.
Jos Francisco de Moura.
Luiz Jos de Oliveira Diniz.
Bernardo Falco de souza.
Thomaz Garrelt.
Gedeo Forjaz de Lacerda.
Marcolino Dornellas Cmara.
Manoel Antjnio da Silva Ros Jnior.
Uiysses Pernambucaoo de Mello.
Joo Alves Ferreira.
Joo Antonio Coelho.
Jos Elesbo Borges L'cha.
E prestaran o juramento aos Santos Evtn-
gelhos.
Foi o ro interrogado.
Lido o processo, oi dada a palavra ao Sr. Dr..
promotor, qne pedio a coodemuago do ro no
grao medio do art. 201 do cdigo criminal.
O advogado do ro, deduzindo a defeza, pedio
a sim absolvigo
Fiodos os debales o Sr. Dr. juiz de direito re-
sumi a materia da aecusago e da defeza, e
propoz ao jury os quesitos seguintes :
IoO ro Jacinlho Guilherme Pougas, no dia
21 de dezembro do anno prximo passado, ferio
a Manoel Francisco de Araujo, na ra do Fa-
gundes?
Esie ferimento produzio no paciente grave in-
commodo do saude ?
3oEste ferimento produzio no paciente inha-
bilitago de servigo por mais de um mez ?
, 4oExistem ciicumslauciss altenuantes em
favor do ro?
Lidos os quesitos pelo Sr. Dr. juiz de direito,
foi o jury de senlenga recolhido sala secreta
das conferencias com o processo e quesitos,
o uode voltou depois do 20 miouloe, respon-
dendo aos quesitos pela maneira seguinte :
Ao 1* que.-iloNao, por unanimidade de vo-
tos, e deixando de responder aos outros por ("1-
carem prejudicados.
Lidas as resposlas pelo presidenle do jury, 0-
Sr. Dr. juiz de direito profeno sua senlenga
absolvendo o ro e condemnando a muuicipali-
dade nas cusas.
Levantou a sesso s 2 horas e tres quartos
da tarde, adiando-a para o dia seguinle, s 10
horas da manha.
Communicados.
JURY DO RECIPE.
Ia SESSO.
Da 5 de marco.
PRESIDENCIA DO SR. DR. JLIZ DE DIREITO DA SE-
GUNDA VARA CRIMINAL FRANCISCO DOMINCUES DA
SILVA.
Promotor publico, o Sr, Dr. Francisco Leopol-
dino de Gusmo Lobo.
Escrivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco de
Paula Esteves Clemente.
Advogados, os Srs. Dr. Manoel do Nascimento
Machado Portella e Romualdo Alves de Oli-
veira.
A's 10 horas da manha, o escrivo procede
chamada e verifica estarem presentes 36 ju-
rados.
Sao multados em 20*000 pelo Dr. presidenle
do jury, cada um dos Srs. juizes de fado multa-
dos nos dias anteriores, que nao comparecern,
o mais os que fallaram A sesso de hoje.
Estando presente o numero legal, o Sr. Dr.
juiz de direilo declarou aberla sesso.
Entram em julgamento o ro Bernardo Fer-
reira de Souza, aecusado por crrae de fenmeolos
graves, lendo por seu defensor o Sr. Dr. Manoel
do Nascimento Hachado Portella, que prestou o
devido juramento.
O conselho de senlenga compe-se dos Srs.
jurados:
Luiz Jeronymo Ignacio dos Santos.
Jos Francisco Alvos Moutciio.
Com me uto ao relatorio ha poseo publi-
cado pelo Sr. Braga, acerca dos ne-
gocios do Hospital Portuguez, duran-
te o anno de 1860.
Com o nome de relatorio, acerca dos negocios
do Hospital Portuguez do Renecencia, acaba o
Sr. Joo Pereira Rebello Braga de publicar um
aranzel insulso de parvoicea e desconrhavos
mentaes, era que parece ter lido unicameata em
vista :
Primeiro, aboemhar o bom concito de qua
com jusliga gosa o Sr. cnsul portuguezneata ci-
dade ;
Segundo, cuspir apodos e injurias sobre urna
grande parle da associaco, que se pronunciara,
abertamento contra a ele'igo do mesmo Sr. Bra-
ga, por julga-lo incapaz para um tal mister ;
Terceiro, esconder as masellas de sua adminis-
Irago envolvendo-as em urna nuvem infectado
elogios sedigos, atirados uns grosseiramenle,
cara de pessoas lo respeilaveis quaalo modestas,
barateados oulros a trochemoche a quanto bicha-
roco Ihe acudi ao peosamenlo.
Pedimos venia a garrulice do Sr. Braga-, par
faiermos ao tal aranzel um pequeo commen-
lario.
Vamoa a elle.
Entra o Sr. Braga em seena balendo as palmas
e aonunciando a lodo o orbe lerraqueo oue/
nao Ao dis;ordia enlre os socios do Hospital
Portuguez, pois que a tal discordia foi por elle
agrilhoada em antro pavoroso. (Os leilores no-
reparera no termo ; fui urna palavrioha que o
Sr. Bragapinoi a dente estudando um sermo
de quaresma.j
Ora, o Sr. Braga para que ba de dar disfrucle
de Saocho-Paosa 1 ? pois o Sr. Braga se olhassa
para si, nao via logo que era niuito pequeoino da
mais para collocar-se ante a Opinio dessa parta
da associaco a que se refere ? O Sr. Braga deve
lembrar-se do lim trgico da ra da fbula, e sa-
ber que o mesmo Ihe acontecera inevitavelmen-
to se quizesso tomar o vulto com que lo irriso-
riamente so inculca. Por conseguiote j o Sr
Braga v, que por este lado o seu legado do
pacem mean do vobis apenas um episodio
de faiga e nada mais.
Varaos adiaole.
O Sr. cnsul portuguez nega-se a urna requi-
s gao impertinente e illegal do Sr. Braga, oi-lo
revolUdo contra o honrado patrono dos Portu-
gueies em Pernambuco. Infelizmente para o Sr.
Braga a emenda foi peor do que o soneto, porquo
recorrendo o mesmo senhor ao juiz compleme,
firmado (j sa sabe) na rado no direilo, e de-
pois d ter destruido frisanteaente um por um
(quea ha de gibar a noiva I) todot os sopkirmas
do consulado recebe um despacho negativo I Foi
pena na verdade ; porm a culpa foi smenla do
Sr. Braga que eneandeou completamente o Sr.
*
-TT
**zri
,. 1' -





juiz coa a lu a Mu dimito, e fox alm disso ua
estrago tal na aBegacSes do comalido, que deu
iug*r a uma auretn de poefra que impossibilitou
LsistUl raB8lslra<, de Ter nx0 1ae lhe
Opa digam-me tratares, que culpa Un o Sr.
cnsul porluguez de ser o Sr. Braga uma casaca
pitia, e ama crealura impertinente, leimosa le-
Jiana I ? p.edade, piesaae para o Sr. Braga por
que todos assim podamos ser.
Em seguida suspende o artigo 89 dos estatutos
^ue permita aas socios o tralamenlo no hospi-
tal sem carta de flanea. Aaui o Sr. Braga deu
iim salto mortal, porque pssaou de Sancho tari-
fa a dictador das Iripecinhai. Quem conferio ao
ir. Braga on/ sua adimuistraco odireitode
suspender os estatutos t
**?*>pg mm*om. qo.*ja nuui <* uamqode ji.
ter em tuda, earerlaodo e malquiatando
soas coa quera communicava.1
A *rS?ri*'. Srs. redactores, tida
as
noel JWTde SanfAaoa Araujo, nao i
do as honras de ama resposta impresas.
Ma dee desacredrta raiga ora, ti
isso, esse
merecen-
nao p-
_ tente palor
saia, que mendo longe do mu hlito pestfero,
s cado dos aeus trabarnos, e do snelhor no lo'
de,aaatejgrsnha herrlfa, aem ser pesado i al-
goesay, roen (atando as leis e as pessoasconsidera-
das, e tanto 6 verdade que dos atlestados abaixo
publicados, rer-se-ta que nao obstante ser eu
um simples inspector de quarteiro, pessoas de
coosideraeao nao se esquivnram dediiero que
de mira sabiam, pois que lendo eu morado no
l *2 n q 1,,m' owel *<>*t L-ao Pereira
Em que artigo dos mes- I d* Mello 3 aooos. de la mudei-me para o enge-
n .,. SI- Br,ga p,r* Mnm Proceder ? "he Cejabuee, aondo planto cannas, nao sendo
doria* ,. *!? dea,oraJ,B,s temP !>>*- en>Pregado como diz o misrrimo calumoiaior
nona era capaz de aospeoder um norum. todos oceupando ha mais de na aono o lugar de ros-
os arligos dos estatutos, e por nm chamar ao nos-! Pec'or de quarteiro {sera o pedir) e do queja
pila l a aua maiton de campagne, e deirar assim
Ucar doeotes e socios a ter navios 1 Este Sr.
Braga tea cada diarrha Je juiro !
Se vos admiraes anda l vai mais !
Um socio enlra.no eslabelecimento para trac-
tar-se. Ahi observa e testeaunha o abuso e o
desmasello, persooiflcados em cada um dos em-
pregados da casa, e pede providencias. Que ha-
de fazer o Sr. Brag ? Em fez de escular as re-
clamagoes do socio, eourece-se, rene a sua
tnbuneca administrativa, e com mo trmula e
tena sido demittido (como devo creri se nao rae-
recesse a ooalaoca das autoridades superiores :
tsto posto, Srs. redactores, aioda tomo este in-
commodo em atteoco ao respeitavel publico, e
nao ao miseravel astucioso, que forjando duas
carias -
- VInn*.,XcP'P6 *fM ** PareoW
6caixas calilo ; a I. P. ArtMs.
ton Pale'rC.10 ^^ *0 m*lei*, '-
1 barrica queijos ; a A. Schafler.
2 Has vioho ; a J. Desaarteau.
2 ditas queijos, 4barris.rinhos.53 caixas e 4
.S ?.""!* de nto. de seda, e
mixta, fitas de teda, chapeo, ditos de m!, ha-
laos, roups, chales de lia, bonets de algodo e
patinas ; a Luiden Wild 4 C.
i- *V*,m e 9 falos fazenda de algedia. de
laa, de seda, chpeos, encerado, charutos, fitas
cobertores, roups feita, boneU de algodio. 60
canas aardmhis, 2 lilas plaas, 2 barricas
quijos, 1 dita erriluas ; a Joo Keiler A C.
1 cana brinquedos ; a J. J. Bastos.
5 barra e 25 aaeiosditos manleiga: a liui-
loerrae Carralbo <& C.
2 caitas inslrumeules de msica, papel e lune-
tas ; a L. Delouch.
t caixa chapeos de sol e objectos para os mea-
mos : a R. Hardy.
1 cana medicamentos; a Slahal & C.
100 barris e 100 meios ditos manleiga, 23 cai-
Rendimento do da
dem do da 5
la f\* 4 ,
K a
mi
latsiranja
16:091*739
2.S16S460
18:608*199
pravlaeial.
Bendimento do (Jia 1 a 4 8 5944(17
dem da dU 5 ,\ 2:8403594
duvqlda ^sisssss: =l!9!-? **.
conheco ; desde j lhes perdo por i'erera sido
victimas incautas daquelle cuja arma poderosa s
a calumnia, mas que sendo iraca no hornera
desacreditado, se derer enrergonhar vista dos
TZ! T luI" d.M MocUdos. o risca dalla, Uestados dos meus vizinhos, e de pessoas com
a Ululo de mao procediuiento, o nome do socio, quem teoho a honra de communicar e conher^
que commeltera o crime horrendo de fallar de do perto. u.iuuicar, e connecer
ua admio.siraco o dos seus alunados Novo Aqui termino. Srs. redactores, protestando n.io
perder mais o meu lempo com esse nojento es-
cnvio, e pedmdo-lhes a publicaco deslas li
i nhns, e dos altestados junios, com o que muito
obrigarao ao sen constante leitor.
aclo dictatorial.
Quem deu ao Sr. Braga o direito de eliminar
socios por mo procedimento ? Pois o Sr. Braga
nao sabe, que segundo o arl. 4 dos estatutos: pa-
ra ser socio da hospital basta sement ser Porlu-
guez e pagar as respectivas joia e meusalHsdes,
e que s por falta do pagamento destas pode
socio ser eliminado, como oetermins tambera ex-
pressamentc o arl. 8-? Mas o Sr. Braga, depois
de ter sido mostr de meninos (segundo consta)
quiz arvorar-se tambem ora pedagogo dos socios
do Hospital Porluguez. Nos pensamos que o Sr"
Braga errou a vocacao, pois nos parece talhido
com mais proprieJade para frade Bernardo, do
que para provedor de um estabelecimenlo srio e
importante.
No eutaoto 03 Srs. socios tenham cuidado; nao
fallem das administraroes, sol pena de serom eli-
tninadoi a titulo de mo procedimento !
Agora deixeraos repouwr ura pouco o Sr. Bra-
ga ; assoar se, e tomar a sua pitada, para reto-
mar depois o fio do saus aran/el.
Quauto a finanzas e administracio interna do
estabelecimento. por ahi vai o hospital navegan-
do de vento em popa, e em mar de rozas, acora-
panhaado dos Triloei do directorio. Queris a
prova leitores 1 Ei-la : durante a gerencia do
novo Neptuno, com tridente de corlica, perde o
hospital na sua receita comparada cm a do an-
PJ,.'!ece,'en'e tasiflni/canle tomma de ris
Ignacio Tolentino da Fonseca.
Jos Liao Pereira de Mello, coronel reformado
da guarda nacional, por S. M. I., que Deus
guarde, e subdelegado do 2. districto da Es-
cada, em virtude da lei, etc.
Atiesto, por me ser pedido que o Sr. Ignacio
Tolentiao da Fonseca. durante tres nonos que
morou nesto meu engenho. como lavradord*
canna, portou-se sempre bem.trabalhador, e pa-
ciilco, e nunca me constou que se embriagasse
obedieute s leis e aos superiores : o queaffirm
em fe de meu cargo.
Eogenho Limoeiro. 22 de fevereiro de 1861.
5 Jos Lio Pereira de Mello.
Atiesto como cimo.
Eogenho Muss 22 de fevereiro de 1861. I
Antonio Gomes de Barros Silva.
Kenro-me ao expendido.
Eogenho Harmona 22 de fevereiro de 1861.
Francisco Paulino Gomes de Mello.
Atiesto que durante o lempo que morou neste
disincln o Sr. Ignacio Toloutino. nunca cous-
tou-me que obrasse malvadeza alguraa
atiesto por me ser pedido.
Engenho Firmeza 22 de fevereiro de 1861.
Francisco Antonio de Barros e Silva.
o que
18:243p3M! Que testemunho mais eloquente quer Atiesto que durante o tempo c
sr. orag do deslenlo da associagao e do des- n0 termo da Escaua. nunca o cooheci torbuleulo
Villa da Escada 22 do fevereiro de 1861.
Manoel Alves da Silva Caldas.
Tendo bom canher-imento do Sr. Ignacio To-
lenlino da Fonseca. altesto que elle bom cida-
dao, nao me constando nunca o menor mofeilo
do mesmo.
Villa da Escada. 22 de fevereiro de 1861.
Mathiasde Albuquerque Mullo Jnior.
Nada sei em desabono do Sr. Ignacio Tolenti-
no da Fonseca.
Taquera 22 de fevereiro de 1861.
A. Marques o'ollanda Cavalcauli
Rearo-me ao atistalo supra.
Aranbe 22 de fevereiro de 1861.
Sebasliodo Reg Barros do Lacerda.
r conhecermos plenamente o Sr. Ignacio
crdito da sua administrarlo!? O numero dos
uemfeitores adquiridos durante esse periodo po-1
de contar-se com a boC'-.a fechada {hum) es-1
tabelecimenlo soTre oprejuizo, da retirada do no-
venta e qualro socios, para fazer fice aos quaes o
Sr. Braga mal pode angarear quarenta e dous !
Dcixa em caixa 13 para pagar um debito supe- !
or a tres coutos do ris, entrando a folha dos :
empregados do mezde julho, e os dez por cont !
de sello nacional correspondentes a 7:500* rece-
toldos do Sr. Drumrnond I Finalmente a cobran- I
Ca fica em tal alrazo, como nuuca fui deixada por
administracSo alguma, gracas vigilancia do Sr
Braga, e aclividade e
choca da governanca,
Iogloz !
Agora nao sabemos nos qual a razao. porque
tendo o Sr. Braga feito ura aulem genuit cor
Sr. cnsul, por causa de 17$500, escondeu
.^h.Sd. *.!1len5a dVrll)-a?1 darelaa0 qooseeraoriague. ou que tenha commelllido cousa
r. ,m% *Ln !nLnar h0SPltal P^" cerca de alguraa, que o desabone.
a:UUU ao Sr. Malinas Lopes da Costa M*ia. I Joo deS Cavalcaoti Lins.
Dicani paduani I Padre Francisco Ferroir, de Souza Branco.
Mtodo isto sao tor/aellas I O hospital vai Araenco Cirneiro da Cunha e Albuaueraue.
as mi maropias, por quo o zello o disvello de Herculano Jos Gomes Pacheco,
todos os empregados desde o fterciteo e memorn- O padre Joaiuim dos Prazeres Brasa.
do horlelao ate ao excelso e nclito regente, su- Jos Alvares Mools-R.iso.
perior a tildo o que a anliga musa canta ; e Hermogenes Braulio Perreira da Cunhi
porque o tnte/ijeiie e saftio secretarlo faz iom6os Jos Cvalcanti d'Albuiuerque S.
(e.assim vai o hospital aos tombos I) emmassa pa- \ Jos Pereira d'Araujo.
zelo incansavel do pata-
o lerelissirfio Casuza
que lolenlino da Fonceca, allestaraos, que elle um arcos, objectos para carro, calcado, livros. agu
ra o cioaa&o bom. muito Irabalhador, verdadeiro e de Oor ae laraoja, cryslaes e* outros arligos
as- oplimo pae de familia, nao nos constando que ; caixas champagne ; a F. Souvage & C. '
-------J pa-
pis, e fu: os lanr.amenlos da carue e do azeite
que se compra para o esiabelecimento, por cujos
servigos relevanlissimos e altisonantes merece o
diploma de oenemtrio da sociedade, e que o seu
nome (islo agora nao do Sr. Braga; nos3o )
sej inscripto com lellras de graxa de lustro nos
prticos irazeiros do instituto, visto nao poder ser
as portas dianleiras, por nq^se achar esse or-
nato indicado na planta do hospital 1 Amen.
Aqui findou o Sr. (Braga o seu aranzel e aca-
bou a ua adminislrago 1 A trra lhe sej leve!
Por issu nao a elle que mais directamente nos
dirigimos era nossas reflexoes E' especialmen-
te nova junta que ora corneja, e qual com de
do amigo e ciu'.eloso. quizeraos mostrar os esco-
Jhos, onle podera naufragar os bons desejos de
que ajulgamos animada. Conhecemos pessonl-
menie o seu chafe o Sr Jos Antonio de Cirva-
lho ao qual allribuimos as molhores inlences .
sim como a muitos dos seus collegas. Pensamos
que o hospital muito lera a aproveitar do seu zelo
e de seus esforcos, e por isso longo de querer-
moserabiracar a carreira de sua administracao,
pelo contrario nos apressamos a remover as pe-
dras que lhe obsiruiatn o caminho, o onle poda
tropegar o seu bom animo. Resta-nos smenlo
aconselhar-llies, quo nao se em na mansido
jesutica de alguem, quo da administracao passa-
da licou fazeodj parte da actual, e que muito po-
de comprometie-los, se lhe prestaremouvidu l-
tenlo e desprevenido.
O mestre escola.
oujr
Florentino Jos de Mello.
Pedro Barboza Maciel.
COJlMiTUCHO.
Praca do Recife 5 de
mar A.S tres Uoras da l&vae.
Cotuees ofleiaes.
Cambio sobre Londr08-i6 5|8 90 dias de vista.
Majei 8j)I00 por arroba posto
Correspondencias.
Srs. redactores. Lendo o seu conceituado
jornal do 12 de fevereiro prximo passado, n'el-
io depare com urna correspondencia de Manoel
Jos de Sani'Anua Araujo, (outi'ora meirinho no
Kecife), e hoje infelizmente escrivo d'orphaos
do Cabo, na qual esse velho, atacado de sua hy-
drophobia costumad, atia-se furiosamente so-
bre mim com termos bruscos, esproprIos de sua
villana, por ter eu feito publicar em uma outra
minha correspondencia de 29 de Janeiro do cr-
reme auno, verdades puras, e por lodos sabidas ;
e como,Srs. redactores, nao podesse este infatua-
do e catimbao provar o contrario do que affir-
rnei, melamorpboseou-se era Justuse depois
d elogiar-sa baslantemente, e dizer de mim o
que m devia esperar de um possesso, nao esca-
pando de sua baba venenosa o meu digno amigo
o Sr. Romualdo Alves de Oliveira, por ter feito
uma leve advertencia do seu desenfreiamenlo
apresenla-se ltimamente todo pavoneado cora
um abaixo assignado d'algumas pessoas. e do
mor parlo dos Srs. dignos eleitores de Cabo e
ipojuca, que reunidos no dia 30 de Janeiro para a
eleico dedeputados geraes, nao puzeram duvida
em asaignar esso papal,|no s levados da bene-
volencia de seus coraces como pedido d'al-
gum dos seus amigos, que s'empeuhava, como
publico, por essa subscripto nominal era favor
do purissirao, e immaculado escrivo Araujo, e.
-com esse talismn se considerando mais victorio-
soque b mesmo Garibaldi gritaSrs. redac-
tores sou um aojo de boodads, a brevo serei o
dictador do Cabo. Collado 1 digno de coropai-
xao, eeu mesmo todo chato de culpas, prestara
de bom grado a minha assigoalura am beneGcio
desse sanio escrivo, apezar de dtaer-se por ah
(o que nao creio) que esse bemaventurado Arau-
ha pouco lempo guiado pelo seu dcil genio en-
redara, e pretenddra nodoar a repalacio de
mullas pessoas de coosideraco, a ea cujo nu-
mero foi envolvido o noiso digno, e bondadoso
?igario ; mas que sendo ji conhecido, e por to-
dos reprovado, ae metiera as eucolhas, conhe-
cendo a sua nulidade. Dizem aais que esi to
desmorsluado (o que duvido) que lhe mandara
atirar na porta cousas vergoubosas; e que em
uma d'essas occasioea elle sea poder atinar cora
o autor detaea prenles por ter muitos inimi-
goi, invocara qusai lauco os cos e a tarra, e lo-
do furia exigir ao Sr. delegado Teitoira a priso
de ntuitas pessoas, a que este atiendendo ao paso
enorme, que o pedite trazia na cabeca; o man-
dara logo embora. Dizem anda (o que nao
possivel) que lio cago (embora traga oculos)
surdo que oada v, a ouva o que dalle m dia por
todos os cantos, da ra, e qual outra oraagoUage
s tea a forma humana, e seus inclinctoa fero-
zei. Dizem finalmente, que no Rio Grande da
Algodo de
a bordo.
Descont de letras10 0|Oao anno.
Leal SevePresidente.
Frederico Guimaressecretario.
Cr\IX~FLIA.L
BANCO DO BRASIL
, EM 5 DE MAItgo DE 1861.
A caixa descont letras a 10 /0, sendo as de
seu aceite a 9 /0, loma saques sobre a praca do
Ro de Janeiro, e recebe dinheiro
de 8 7o-
ao premio
Alfandega,
Rendimenlo do dia 1 a 4i .
dem do dia 5 .
56:319*889
12:501ff582
68821*471
Huviaicato da alfaadesa.
ros. chapeos de sol, 1 barrica queijos ; a N. O.
Bieber & C.
23 barris e 25 meios dito mauleig: a Basto &
Lemos.
43 caixas fazenda de algodo de seda, de linho
8 mJxla..couros1 roupa o outros arligos, 20 barris
e 20 meios ditos manleiga, rolumes cidos,
sulfricos, tintas d zinco, o outras drogas medi-
ciuaos ; a D. P. William & C.
100 barris e 100meios ditos mantega, 12 bar-
ris vinho, 10 caixas fazenda de algodo, de la
de seda, e fitas: a Kalkmano& Irmo.
5 caixas chapees. 1 dita tazeoda de algodo ; a
Gib. Kalkmann &C.
7 voluntes livros e objectos para livreiro ; a Al-
meida Gomes, Alve 4 c.
200 barris e 200 meios ditos manleiga, 400
barricas cemento, 45 caixas queijos, 13 barris
vinho. 1 caixa conserva, 200 gigos batatas, 1 cai-
xa papel, 100 pedacos de carvo ; a Tyssel freres.
2 barris vinho, 1 dito agurdente. 2 caixas
perfumara, brioquedos e chapeos ; a E. Lecomle.
2 caixas perfumaras e modas ; a Thomaz Tei-
xeira Bastos.
2 ditas papel; a Nogueira de Souza & C.
3 barris vinho. 1 caixa salame, 2 ditas livros, 1
dUa chocolate, 2 barricas conservas, 85 barris e
oa meios ditos ra nieiga; a ordem de diversos.
B425 barris e 25 meios ditos manleiga ; a Al-
ves &C. a '
4 caixas couros ; a Rabe Schmettau & C.
1 dita objectos de ferro e madeira : a Gurgel &
Irnios.
4 caixas couro3, 7 ditas fazenda de algodo,
de seda e outras ; a C J. Aslley & C.
8 caixas chapeos, fellros, encerados etc. ; a
Christianl Irmos.
3 caixas instrumentos de msica, 1 dita astea
de canielabro ; a M. J. Ramos e Silva.
1 caixa raercearia ; a Manoel Carneiro.
22 dilas fazenda de algolo, de la, de seda, de
linho e mixtas, camisas etc., ; a Schafhaitlin
t G.
25 barris e 25 meios manleiga ; a Antonio Lo-
pes Rodrigues.
2 rolumes rame de lati ; a J. Alvas a Sil-
va Guimares.
14 caixas e 1 fardo sedas, casemiras. iazendas,
pertcnces para chapeos de sol, camisas, meias :
a Damraayer 4 Carneiro.
1 caixa perfumara e camisas; a A.
Sehmano.
17 caixas papel; a Manoel Figueiroa de Paria.*
2o barris e 50 meios manleiga; a Tasso Ir-
mos.
52 volumes fazenda de linho, de l e mixtas.
panno3, chapeos, dilos de sol, lustrins, couros,
a
2
vage & C.
8 vuiumes modas, roupa, pauoos, sedas : a E.
Dieder & C.
3 caixas chapeos e modas ; a Maia & Irraao.
3 caixas tintas ; a \ntonlo Joaquira F. Jnior.
2 dilas trastes ; a Buessar Millocheau 4 C.
10 barris e 20 meios manleiga, 13 caixas e 5
barricas modas, pentes, perfumaras, papel, bo-
nets, couros, chapeos, porcelana e vidros etc. ;
a A. Roberl & Filhos.
16 caixas cristaes, flores, fazendas, camisas,
roupas, chapeos, vestidos, agoa de colonia e aci-
do sulfrico etc. : a Seve & Filhos 4 C.
100 barris e 100 meios manleiga, 8 caixas cha-
peos, flores artificiaes, linha, etc.; a Cals Ir-
mos.
11:434*778
Movimento do porto.
Navio entrados no dia 5.
""i PBco-112 di". galera americana OAia.
de dd toneladas, capilo J.. Barrok, aquipa-
gera 28. carga azeite de peixe ; ao capito.
Veio refrescar, e seguio para New-Beford.
Rio de Janeiro-25 dias, patacho brasileiro Bom
Jesus.te 170 toneladas, capito Joo Goncal-
ves Res, equipagem 11. carga fumo, caf e
mais gneros ; a Bartholomeu Louranco.
Honolulo-92 dias. galera americana GeoVnn
/Tottiand. de 396 toneladas, capilo James
Williams, eqnipagera 21, carga azeite de pei-
" Mftpito. Veio refrescar e seguio aira
Nnw Bedford. r
Rio Grande do Sul28 dias. hiato brasileiro Su-
perior, de 155 toneladas, capito Antonio Eva-
risto da Rocha, equipagem 7, carga 8,004 ar-
robas de carne secca ; a Amorim Irmos.
Macei38 horas, brigue escuna brasileira de
guerra Xinon', coramandanle o Io lente No-
lasco.
w Navios sahidos no mesmo dia.
LisboaPatacho porluguez Jareo, capito J. M.
Uoelho Sobrioho, carga assucar.
Macei- Barca grega Cloelia, capilo Angelo
V. Paskoeli, em lastro.
Furtos do norteVapor brasileiro Paran, com-
mandanle o capito lente Jos L. de N. Tor-
rezo.
Macei e porlos intermediosVapor brssileiro
Versinunga, commandanle Moura.
BarbadeiBrigue inglez Pnanton, capltao J. E.
Wartiz. em lastro.
de
Ti U
Blura
Voluraes entrados cora fazendas..
* > aoxn gneros..
Volumes
o
saludos

com
com
fazendas..
gneros..
77
316
------393
39
119
------158
Descarregam hoje 6 de fevereiro
Patacho nacionalBom Jessliversos gneros.
Galera fraoceza Solferinafazendas.
Escuna sardaAnnessionemercaduras.
Brigue porluguezAmalia I mercaduras.
Brigue in Patacho inglezNova Craina bacalho.
Iniuurtat/o.
Barca franceza Solferino, vinda do Havre,
consignada a Tisset freres. manifesteu o se-
gumie ;
32 volumes e 29 caixas ferragens, marroquins,
perfumaras, miudezas, chapeos de sol, leoqos,
chales, graratas, instrumentos cirurgicos, camisas
de algodo, brinquedos, pregos, pentes, llnteiros,
etc. ; a Henrique & Azevedo.
1 fardo algodo para mechas, 1 ciixa livros, 4
dilas obras de ferro ; a Moreira Das & C.
3 barris vinho, 10 volumes, papel, vestidos,
sedas, camisas o oulras fazendas ; a Ramos Du-
prat & C.
4 canas instrumentos de msica e arligos de
Pars ; a II. ummond.
2 ditas objectos para chapeos de Mi, chicotes,
frascos de vidro e feijo ; a Co. Saunier.
10 barris o 30 meios ditos manteia ; a S
Leilo Jnior.
100 ditos e 100 meios ditos dita ; a Ramos &
Silva.
2 caixss roupa ; a E. Dieder.
20 barris e 30 meias ditos manleiga, 40 fardos
e 10 caixas papel. 1 dita sioeta; a J. M. da Rosa.
4 caixas e 1 barrica porcellana, vidros, roupas
etc., 2 caixas carro e rodas ; a Luiz Antonio Si-
queira.
1 caixa cristaes ; a T. Teixeira Bastos.
25 barris e 25 meios ditos; a J. B. da Fonseca
Jnior.
1 caixa porcelana ; a Siqueira.
1 dita fazenda de seda ; a Falque.
8 dilas chapeos e couros; a Caucanas & Du-
boureq.
21 caixas velas, bonet, encerados, obras de (lan-
dres, agua de rosa de flor de laranja e outras, xa-
ropc do naf, de groselles, curato de ferro, espar-
tilhos, camisas, cidos, fructas e fazendas, 1 bar-
ril azeite doce ; a I. da Silva Paria.
1 caixa piano, 1 volume livros; aJ. Vignes.
2 fardos madeira, 1 barril pregos, 1 volume
couroa; a E. Bourgeois.
55 barris ellO meios maiteiga : aKrrbbo Wha-
tely & C.
20 ailos e 20 dilos dita, 1 caixi fazenda de laa ;
a D. A. Matheus.
14 volumes drogas, melicamenlos, vidros, Un-
as, livros e uma cabeca de cera ; a Joo Soun
& C.
4 caixas trastes, 2 dilas espelhos; a Augusto
de Oliveira.
2 vuiumes sardinhas ; a i. Praeger & C.
6 caixas velas, objectos para chapeos de sol,
fumo, molas, papel para cigarros e obras de flan-
dres; a Manoel & C.
1 Caixa quadros, 1 dita miudezas; a Joaquim
Arsenio da Silva.
5 dilas mercearia e chapos ; a A. C. de Abreu.
1 caixa vidros; a Sabino O. do Pioho.
6 caixas trastes, 1 dita tapete, 2 barris vinho ;
a Moracs Sarment.
17 caixas chocolate, xaropes, fructas em con-
serva, rolhas. ele, 12 caixas licor, 6 barricas vi-
oho ; a L. Prech-
2 caixas pelles, marroquins, obras de borra-
cha e ferramenta para sapaleiro ; a C. Leclere.
1 caixa chapeos de Sol; a J. F. das Sanios.
13 volumes vidros e drogis ; a B. F de Souza.
3 caixas mercearia, fazenda de la, calcado e
diversos objectos ; as irmes de caridale.
1 caixa trastes; a C. F. Alcoforado.
15 volumes porcelana, laraparinas, vidros ; a
Fiagozo & Valle.
11 caixas trastes, pente3 de chifre, linha, mar-
roquios, livros, aHlnetes, objectos de imprensa
capsulas; a Vaz4 Leal.
2 caixinha,e 3 embrulhos amostras; a Linden
Wild.
1 caixinha e 1 embrulho amostras : a Kalkman
O c.
5 embrulhos amostras; a D. P. Wild & C.
2 ditos dita ; a J. Keiler 4 C.
1 dito dita; a Damraayer 6i C.
1 dito dita ; a C. J. Aslley 4 C.
1 caixinha e 2 embrulhos amostras; a N. O.
Bieber & C
2 embrulhos amostras; a SehafheiUim & C
3 ditos dita ; a F. Sauvage & C.
Patacho nacional Bom Jess, vindo d Rio de
Janeiro, consignado a Bartholomeu Loureoco ;
manifeslou o siguite :
30 barricas 496 caixas e 400 garrafoes gene-
bra. 42 caixes velas de composico, 10 barris
vinho, 10 dilos ac, 54 rollos e 55 latas fumo de
mina, 628 saceos taf, 109 dilos farinha de man-
.^08' barris louci"ho. 22 caixas o 2 caixoes
cha, 1 barrica feijo, 20 barriqniohas potassa,
500 caixas sabo; a ordem de diversos.
1 caixo rap ; a Perreira & Araujo.
1 caixa bagatella, 1 volume com os ps da
raesma, 1 dito uma escrivaohioha, 1 dito barras
p da mesma, e 1 cama ; ao visconde de Ca-
raaragibe.
Brigue Inglez Poy, vindo de Terra Nova, con-
signado a James Crsbtree 4 C.; manifestou o
segmnte :
2.480 barricas bacalho ; aos mesaos.
Exportad-o.
Brigue inglez Aitni, para Buenos-Ayres, car-
'.Vil1* Krabbe Whalely 4 C. 50 barricas coa
4038 arrobaa e 22 libras.
Patacho hanoovenano Rtna, para o Rio da
Prata, carregam Amorim Irmos 300 barricas coa
1995 arrobas e 8 librM de asiucar.
Suaaca
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entraram ale mear no rinde hospital o Sr. Di.
aaocl Perrefra d"a 911a, no hospital dos Laza-
ros o Sr. Antonio Jas Goma* dd Correio, a na
casa dos Exposios o 9r. Dr. Antonio Herculano
de Souza Baadeira.
Secretaria da Santa Cas da Misericordia do
Recife, 5 de marco de 1861.
O escrivo
Francisco Antonio Cableante Cousseirn
Directora das ob?9 publicas.
Be ordem do Eim. Sr. presidente da provincia
lea espassado at o Ha l. de malo prximo vin-
douro o prazo marcado parar a apresentacio de
propoeUs e planos para a etecncie da ponte que
se lem de oanstruir no lagar da ponte relha do
^^lfe- Directora das obras publicas 5 de mar-
co de 1861.4) director, W. Mar linean.
Couselho administrativo,.
O conselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguinles : .
Para a aula do 2o batalho de infantera
linha.
o resmas de papel al maco.
16 quarleiroes de penas de ganco.
2 caivetes.
6 garrafas de tinta de escrerer.
6 duzias de lapis de pao.
6 libras de areia preta.
20 exemplares de colleco da carias para prin-
cipiantes.
20 exemplares de taboadas.
6 exemplares do grammatica portugoeza
llunle-verde, ultima edi^o.
6 exemplares de compendio de arithmeca por
Avila. r
6 exemplares de pauta.
20 exemplares de escripia, ou traslado.
Para o arsenal de guerra.
8 quintaes de ferro inglez em bur* de 1/2 pu-
lugado.
8 quintaes de ferro inglez quadrado de 5/8 oita-
V03.
2 quintaes de verga de varanda.
Quem quizei vender taes objectos apresenlem
as suas propostas em carta feixada na secretaria
do conselho as 10 horas da raanh do dia 11 do
correte niez.
Sala das sesses do conselho administrativo
para forneriuicnlo do arsenal de guerra 4 de
maio de 1861.
liento Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Franeiseo Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogat secretario iulerino.
por
Avisos inaritimos.
A noite clara e de alguns agoaceiros, vento E
fresco e assim smanheceu.
oscillaca.0 da ur.
Preamar as 10 h. 18' da manha, sltura 5,2 p.
Baixamar as 4 h. 39* da tarde, altura 2, p.
arsenal de marinha, 5
Observatorio do
marco de 1861.
de
ROMANO STErPLB,
1*. tenente.
Editaes.
hespauhola Ardilla, para o Rio da
, 69 ditas fazendas de algodio. de lia, pannos. I l^\mft'Z?SS!S^k *" 18 buriu'
lonas, roupas, chapeos, ditos da sol. chales, me- COm UI "tob"* de.Mucar.
ri|S;..b.n^* .,a0'," ""'" >". e,Sd|. 1 Brigue francs Inktrmann. para Marsellle. car-
erfslaes, arreos, carro a rodas : a E. A. Burle regam J. Keiler & C, 500 saceos com 2500 uro*
r*il' bas teassucar.
via-T twS! "f^f*" -J11*1, .courM.Pe,lfan-1 Britu. sueco Afina, para Slockhdla, carre-
Nrit ofiea i^r4l^Uprll5S^ &% Na6l,, 9*aUh wXie'' **-: *eIla Lo1"' ^Sj1'^^^ *C'im *8ior coa
A cmara municipal do Rocife contrata o
servico da lirapeza da cidade com quem delle se
queira encarregar, mediante condiedes razoaveis,
para o que aceita propostas dos iuteressados era
cartas lechadas.
Paco da cmara municipal do Recife era ses-
sode 25 de fevereiro de 1861.Manoel Joaquim
do Reg e Albuquerque, pro-presidente. Ma-
noel Perreira Ac?ioli, secretario.
O Illm. Sr. "inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico, que do dia 2 do cor-
rente por dianle pagara se os ordenados dos em-
pregados provinciaes, vencidos no mez do feve-
reiro prximo lindo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 1." de marco de 1861.O secretario,
Anlonio Ferreira d'AnnunciaQo.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desla provincia manda fazer publico, de
conformidade com a ordem circular do Ihfsouro
n. 8 de 25 de Janeiro ultimo, que no dio 1. de
abril prximo vindouro se far concurso nesta
thesouraria para preenchiraento dos lugares de
praticantes da mesma. Os que pretendersm ser
admiilidos ao concurso devero apresentar nesla
secretaria os seus requerimeotos instruidos de
documentos que provem : 1." lerem 18 annos
completos de idade ; 2. eslarem livres de culpa
e pena ; e 3 terem bom comporlamento. Os
exames versaro sobre leilura, analyse gramraa-
tical, orlhographia e arithmelica al a theoria
das "proporces inclusivamente.
Secretaria da thesouraria de Pernambuco 21 de
fevereiro de 1851.O official maior,
Manoel Mamede da Silva Costa.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenio da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia,manda convidar aos cre-
radores da reparticao das obras publicas a apre-
sentarem na mesma thesouraria os eus ttulos no
l>razo de 30 dias, a contar da data deste, afim de
serem examinados e pagos os que estiverem cor-
rentes ; certos de que lindo este prazo nao sero
attendidos.
E para que chegoe ao conhecimenlo de todos
s mandou afxar o presente e publicar pelo
Diario.
Secretaria da loesouraria provincial de Pernam-
buco 22 de fe7ereiro de 1861.O secretario,
A. F. d'Annunciago.
_ O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico, para conhecimenlo dos
rendeiros e foreiros de propnedades perlencenles
ao oairimonio dos orphos dcsln cidade, que de-
vora pagar seus dbitos directamente nesta the-
souraria, certos de que, se o nao flzerem, sero
os mesraos dbitos reraettidos para juizo, aQm de
serem cobrados judicialmente.
E para constar, se mandou afxar o presente e
publicar pelo Diarifi. Secretarla da thesouraria
provincial de Pernambuco, 5 de marjo de 1861.
O secrelario
A. F. d'Amoria.
Para a Baha segu em pouecs dias a es-
cuna nacional Carlota; para alguma carga qua
lhe falla, trata-se com seu consignatario Fran-
cisco L. 0. Azevedo, na ra da Madre de
o.U,
Dos,
C01PAM1A PERWMBICm
DE
Navegacicosteiraavapw
Paralaba, Rio Grande do Norte. A-
su', Aracatv, Ceara" e Acaracu'.
vapor Jaguaribe, commandante Lobato, sa-
no
O
hir para os porlos do norte at ao Acarac
da 7 de raarjo.s 5 horas da tarde.
Recebe-se carga al ao dia 6 as 3 horas. Pas-
sageiros e dinheiro a frele at ao dia 7 s 2 ho-
ras : escriptorio no Forte do Uattos n. 1.
Para Lisboa segu com toda a brevidade o
brigue portuguez Soberano, por ter quasi lodo
seu carregamento prompto ; para o reslo e pas-
sageiros, trata-se com o consignatario l. de Aqui-
no Fonseca Jnior, na ra da Cacimba n. 1, pri-
meiro andar, ou com o capito Antonio Agosti-
ntio de Almeida, na praca.
Para Lisboa segu com muita brevidade o
patacho porluguez Jareo, recebe carga a frete
e passageiros, para o que trata-se cora seus con-
signatarios Amorim Irmos na ra da Cruz n. 3
ou com o capito J M. Coelho sobrinho, na pra-
ca do commercio.
A agencia do vapor de
reboque adiase estabelecida no escrip-
torio di companhia Pernambucana no
Forte do Mattos n. 1, onde se recebem
avisos para qualquer servico tendente
ao mesmo vapor.
Para o Aracaty e Assu
segu com brevidade o hiatetSinta Rita, j tem
a maior parle da carga ; para o reslo trata-se rom
Martins & Irmao, ou com o capito Antonio Joa-
quim Alves.
Leiles.
LEILAO
DE
200 suecas com lepo e
rumo da Babia.
Quarta-feira 6 do correnle s 10 horas.
Antunesfar leilo por conla e risco de quem
pertencersera reserva de preco algum, de 200
sarcas com feijaoeuma porco d rolos de fumo
da Baha. As 10 horas em ponto.
Oeclara?oes.
latpeccao do arsenal de marinha.
Faz-se publico que a commisso de perilos,
examinando, na forma determinada no regula-
raento acompanhando o decreto n. 1,324 de 5 de
fevereiro do 1854, o cseo, machina, ealdeiras,
apparelho, maatreaco, relame,amarras, e anco-
ras do vapor Jaguaribe, da companhia pernam-
bucana de navegaco coste ira, achou todos estes
objectos em regalar estado.
Secretaria da inspeceo do arsenal de marinha
de Pernambuco ea 5 de marca da 1801.
O inspector
Elisiario Antonia dos Sanios.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa da irmandade da Santa
Casa de Misericordia do Recife manda convidar a
todos os Srs. irmos instaladores para que no
dia 10 do corrente, pelas 4 horas da tardo, com-
pareca no grande hospital de csridade. afla de
acompanharom ao Santissimb Sacramento, que
ha de ser trasladado da capella desle hospital
para a do hdspdlat Pedro II.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 5 de marco de 1891.
. O escario
Francisco Autonio Cavalcante Cousseiro.
A. junta adminiatralira da Sania Cana de r
Misericordia jlo Recife --'nrrTtrfloMino. fue'linaS meSftS.
LEILAO
DE
Gneros de estiva.
Quarta-feira^do cor-
rente s 11 horas.
Antunes autorisad pelo Sr. Jos Nu-
nes de Paula, vender' em leilo para
liquidar todos os gneros existentes em
seu armazem na ra do Amorim n. 48 :
Papel paquete.
Gigos de champagne.
Caixas com cha preto.
Ditts com ditas ordinario.
Barricas com bolaxinhas,
Pipas com vinagre.
Barris com cravo.
Barricas com cerveja.
Garrafoes vasios.
Caixas com sabo.
Uma barra de ferro.
Ua balanza decimal e pesos.
Duas carteiras.
LEILAO
DE
lima taberna.
Hoje. 6 do corrate.
Costa Caraalho nio leuda acabado e leilo m
rt.n. A" hor".fem Pilono qual vender lo-
_ -- -.-- ... ,"'1111/ w\j qui
dos os gneros existentes e laabea
sem reserva de preco.
a armaec.
Sexta-feira 8 do
corrente.
fcvaristo. autonsado por despacho do Era. Sr
lrjuu especial do commercio, fari leilo da
Zi^rV*10 RaDeI n- Prente jS
fnnln c-.d* Fons6c>. Por arresto feito por A_
mm .Sk" Po1Dte.!,. G">e e cutios
mesma taberna is 11 horas
cima.
era
e
ponto
do
na
din
LEILAO.
O agente Hyppolito da Sra autor-
ado pelo Sr. capito M. Jordon. capi-
to do patacho americano A. B. Jor-
don, consignatarios Henry ForsterA
G-, fara Icilao por conta e rifso de quem
pertencer e em presenca do Sr. cnsul
dos EstadSs-Unidos e com autorisacao
do Illm. Sr inspe-tor da alfandegs, de
cerca de 1,000 a 1,500 couros mcco
araados d'agua salgada, e maij um lo-
te, podendo os Srs. pretendentes exa-
minados no armazem alfaodeg>do do
Exm. barSo do Livramento no cae
d Apollo, elTectuando-se o referido tei-
15o sexta-feira 8 do corrente as 11 ho-
ras em ponto no referido armazem.
i8 barris com pei-
xe salmo,
Quinta-feira 7 do corrente *
11 horas:
O agente Pioto com autorisacao dos
Srs. Saunders Brothers & C. e por con-
ta e risco de quem pertencer. fara' lei-
Ifio de 48 banis rom peixe salmo, lti-
mamente chegado de Terra-Nova, no
da e hora cima indicado no armazem,
do Sr. Annes defronte da alandega.
Continuado do leilo
DA
Ra Novan. 26
Quinta-feira 7
-ns.
do corrente.
O agente de leiloes Vicente Camargo
com autorisacao dos administradores da
massa de Manoel Antonio dos Passos &
C, fara' leilfio de todos os moris que
existem na mesina casa, e que consiste
demobilias branca, guarda roupa, ap-
paradores, cadeiras avulsas, camas, bi-
ds, lavatorios, estantes, camas france-
zas e outros objectos que estarao no acto
do leilo. As 11 horas em ponto.
Leilao
Quarta-feira 6 do corrente.
Evaristo far lelSo de uma escrava ainda mo-
ga a qual Uva lanld le sabaocomo de varrela
muito boa q-nlandeira, a qna| vende-se por pr'e-
cisao, sem vicios ou achaques, us pretendenlea
examinarn, tendo apenas o defeilo de ter uan
belide, s 11 horas do dia cima na ra do Vi-
gano n 22, tambemse vendero obras de mar
cinema e carias de jogar.
LEILO
30
DE
barricas com
sardinhas.
Quarta-feira 6 do corrente.
NA
Porta do armazem do Sr. Annes.
Antunes far leilo por conla e risco de quera
pertencer de 30 barricas com sirdinhas marca
1VF, em lotes a vontade do comprador, no dia
cima indicado s 10 horas em ponto.
Pred
ios e
escravos.
Quinta-feira 14 do cor-
rente s 11 horas.
Antunes autoriSado pelo Sr. Jote Nu-
net de Paula, fara' leilo em seu arma-
zem na ra do Imperador n. 73, do
predios eescratos pertencentes ao dito
senhor que para liquidar sero entre-
gues pelo maior preco alcancado, a
saber: a
O sobrado n. 48 ote 2 andares e sotao si-
to na na do Amorim, com chaos
proprios.
Dito em Oliada de um andar e sotao
sendo atraa terreo, com a frente pa-
ra os Quatro Cantos e ladeira da Mi-
sericordia, chaos proprios.
Urna casa tersrea no Varadouro, co-
ciuida ha pouco tempo, com 5 quar-
tos, 2 salas, grande quintal maa
grande padana no mesmo, com i-
Tf-



()
D1AB10 01 PEfiflABimOO. QUARTA FEIRA DE MARCO DE 1811.
tSes dobrados, foreira a cmara mu-
nicipal.
A terca parte da casa terrea tita na ra
da Imperatriz junto a padaria do Sr.
BaTilier.
4v escravos de muito boa conducta, sen-
do um delles excellente padeiro e
forniro, as 11 hoias em ponto-
LILAO
DE
Urna taberna.
Qtiinta-feira 7 do corrente
O agente Costa Carvalho fura leilo da taber-
na sita na ra Di re la n. 113, por conta de Joo
Bernardo de Crvalho Pinto com nutorisago de
sens credores no dia cima s 11 boras. em um
s loto ou o rt'Ulho a voolade dos compradores.
Avisos diversos.
3o90ci*co Tnpo gvaph i en
pcvnamhitcAu.t
Quarta-feira 6de marco, s 8 horas da noite ,
haver sesn eitranrrtinnria do conselho e da
sembl* s*r*l para tratar-se da continusyao da
reforma dos estatutos e de ontro9 negocios.
Secretaria da Associagff Typographica Per-
mbucana de margo de 1861.
J. Cesar,
, Io secretario.
Ainda
se trocara as duas imagens do Senhor
da Columna e do Menino Dos : na ra
da Yira cao o. 31.
_ Precisa-ie de urna ama para comprar e co-
zinhsr: na ra de Aguas-Verdes n. 8i, primeiro
andar.
Precisa-se de urna ama : na ra estreita do
Rosario, casa n. 20, segundo andar.
Nos abano assignados temos concordado
dissolvpr, amigavelminte e de commum accordo,
a sociiitadn que nesta praca girava sob a firma de
Duarte & Irraao, Picando todo o activo e passivo
da mesma firma a cargo do sucio Francisco Fer-
nandos Duarte, desde o dia 28 de fevereiro pr-
ximo passado. Recife 5 de marco de 1861.
Antonio Fernandos Duarte Alrueida.
Francisco Fernand-'s Duarte.
U bri^dOt-iiu Al.nM.ei Mum Tavoii-s, ma-
jr Jos Muniz Tavares, alferes Antonio
Muniz Tavarns (ausentes), Jas Muniz Tei-
xeira Guimares, Norberto Muniz TVixeira
Guimsres, Carolina da Graga Muniz Tara-
res. Francisca Alexandrios Oftiz Muniz Ta-
vares. Mara Virginia Baptisla Guimares,
Josepha Pereira Campos Guimares, pun-
gidos do mais doloroso sentimento agrade-
cem a todas as pessoas que se dignaram
assisljr as ultimas exequias de sua Talleci-
da mi, av e sogra Anna Jsaquina de
Santa Cruz e com esuecialidade agndecem
ao Rvrnd. padre Albino de Carvalho Lcssa
pelo zelo quo empregou nos seus ltimos
momento?. E de novo convida estas
pessoas alim de assistirem a misa do s-
timo dia que lera lugar no dia 9 s 7 ho-
ras da manlia na mesma igreja do Terreo,
no que Ihes ticaro eternamente gratos.
O Sr. Romao Antonio [de Alcn-
tara tem urna cirta nesta typoeraphia.
O Sr. Jos Cupertino dos Santos
Vieira ou Alea, queira apparecer Da
praca da Independencia n. G e 8, que
se Ihe deseja allar.
Precisa se fallar com o Sr. tenen-
te Luiz de Queir 2 Couinho, do dci-
mo batalhao, a negocio de interesse: na
ra do Ouron. 14.
Precisa-se lallar com o Sr. Arge-
miro de Albuquerque de tal, que mora
na ra Augusta n. G9 : a tratar na ra
doOuro n. 14.
Aranaga, Hijo <& C. participara ao res- Si
peilavel corpo do commercio que o Sr. *%
igk Juan Anglada Hijo, socio gerente de sua *j
J| casa nesta praca deixou de fazer parte da f
a mesma sociedade desta data em diaule.
E Pernambuco 4 dn margo de 1861.
fii^iS5*S5*S Sfte13 '&*&*ab*M
Attencao.
Aluga-se um ptimo cosinheiro par-
do, escravo, de excellente conducta pa-
ra casa estrangeira ou de pessoa nacio-
nal sem familia. Tambern pode ser-
vir de criado : quem o pretender diri-
ja-se ao arm&zem de assucar no caes
d'Apollo n. 59, entre as duas portes do
RectFe, das 11 horas da manhaa em
diante.
Feitor.
Offerece-se um humero de meia idade para o
Eervico de feitor ou jardineiro, do que tem bas-
tante pralica, ou mesoio para criado de pessoa
de tralamento, d Dadora sua conducta : quem
precisar, dirija-se a ruado Brum n. 55, defronte
do chafariz.
Francisco Antonio Piscopo, subdito italia-
no, retira-se para ra do imperio.
Aluga-se um grande sitio com boa casa de
vivenda, bastantes arvoredos de fructo, bo> bai-
xa para capim de invern vern, e proporc,es
para ler vaucas de leite pola exlensidade do ter-
reno, no lugar da Casa Forte, sitio da Capclla :
quem o pretender, dirija-se a ra da Cadeia do
Recife o. 48, loja de Leite & Irmo.
Precisa-sede um cozinbeiro para casa es-
trangeira, porm que saiba desempenbar bem a
sua profiss.io : quera se julgar habilitado, dirija-
se a na do Trapiche n. 8.
- Rogase sos devedores da extincla Arma de
Leite & Molla de irem a ra do Imperador n. 83,
pagarem seus debites.
OTerece-se um caixeiro de 17 a 18 annos,
para taberna, de que tem pralica : quem preten-
der, dirija-se a ra de Santo Amaro n. 8.
Na ra estreita do Rosario n. 1, precisa-se
fallar cora o Sr. Dr. Guilherme Cordeiro Cintra,
morador na ponte da Passagem, a negocio de
seu muito interesse.
Quem precisar alugar um escravo robusto
para qualquer servico, dirija-se a ra dos Mar-
iyrios, sobrado de dous andares n. 2.
Cede-se o aluguel de urna casa terrea do
bairro da Boa-Vista, com a condicao de ce flear
por compra com a mobilia que nella existe : a
tratar na ra da Matriz do mesmo bairro n. 22.
i'iecisa-se de urna ama para tomar coola de
orna casa de pouca familia : na ra da Aurora
numero 82.
Publicacoes do instiliio meopa-
tha do Brasil.
DICCIONARIO POPULAR
m
HEDIC1NAH0NE0P4TH1CA
Osara indlspensavel todas as
pessoas que quizerem curar ho-
nie opa tilicamente,
CONTENDO :
A definigo clara dos termo de medicina; as
causas mata frequentes das molestias: os symp-
tomas, porque estas se fazem conhecer : os me-
dicamentos que melhor Ihes orrespondem : a
quantidade as dses de cada medicamento e
seus respectivos intervalos as molestias agu-
das e chronicas: a hora do dia ou da noite,
em que os medicamentos desenvolver melhor
saa aeco : a maneira de alternar os medica-
mentos: a maneira de curar os envennamen-
os, as mordeduras de cobras, facadas, tiros,
quedas, pancadas e fracturas e todas as mo-
lestias conhecidas, principalmente as quegras-
sam no Brasil, qur as pessoas livres, qur
as escravas: os soccorros que se devem pres-
tar mulher durante a prenhez, na occasio
do parto e depois delle: os cuidados que a
crianga reclama, qur logo depois do nasci-
menlo, qur durante a infancia : os perigos
que eslo sujeilos todos os que tomam reme-
dios allopalhicos: e muitos outros arligos de
vital interesse; bem como urna descripcao con-
cisa, e em linguagem acommodada a intelli-
gencia das pessoas exlranhas medicina, dos
orgaos mais importantes, que entram na com-
posico do corpo humano, etc., etc., com duas
eslampas, urna mostrando qaanto possivel to-
dos os orgaos internos, com a sua explicaco
phiniologica e outra mostrando as differenles
regies abdomivaes. (A primeira colorida pa-
ra os senhores assignanles.)
PELO DOCTOR
SABINO OLEGARIO LLDGERO PIMO.
O Diccionario Popular de medicina homeopa-
thic.i e urna obra completa de homeopathia, o
resultado da pralica dos homeopalhas europeos,
americanos, particularmente dos Brasileiros, e
da miuha propria experiencia ; ella satisfaz inlei-
rameote os mdicos, que quizerem experimentar
ou exercer a nossa medicina ; e muito mais ain-
da aos paes de familias, qur das cidades, qur
do campo, chefes de estabelecimonlo, capiles de
navio, curas d'alraas, ele que por si mesmos
quizerem conhecer os prodigiosos efTcitos da ho-
meopathia.
N. B. Tencionando o autor, aproveilando sua
viagem Kuropa,fazer imprimir all o Dicciona-
rio Popular tal qual o havia feite, aconleceu
que anles de incetar a publicacao visso elle obras
mu modernas de medicina, abundantes de ideas
novas, e ento resolveu mudar inteiramente o
plano que havia concebido, e dar toda i expan-
so e clareza a essa obra, de modo que tanto os
homens versados na sciencia, como os que o nao
sao, podessem tirar della o mximo proveito pos-
sivel, sem embargo de trazer-lhe isso um accres-
cimo de despeza de dous tercos mais do que gas-
tarla, se publicasse a obra, como a principio li-
nt) a organisado.
O Diccionario Popular de Medicina Homeopa-
thica, como agora est composto ser sem duvi-
da a obra mais til de todas que se tem publica-
do. Ella constar de 3 voluraes cora 1,500 pa-
ginas pouco mais ou menos.
A assignalura 15$, pagos na occasio de assig-
nar. [Depois de impresso custar 25-5.)
Acha-se igualmente em via de pnblica-
co a segunda ediccao do
THSOURU HOMEOPATHICO
O
Vade-mecum do homeopatha.
Esta nova ediCQo em lulo superior pri-
meira, tanto no que diz respeilo disposico das
materias, como no que relativo ao modo de ad-
ministrar as ds-s, ao esludo dos tjmperamentos,
s molestias hereditarias econlagiosas, a hygien-
ne pralica, etc., etc. Com urna estampa demos-
trativa da conlinuidade do tubo intestinal desde
a bocea al o recto.
A assignilura de 8fl pagos ua occasio de as-
signar, (depois de impresso custar 12$ pelo
menos.)
As pessoas que quizerem assignar urna e ou-
tra obra pagaro apenas '20$ em lugar de 23.
N. B. A assignalura, que nao for acompanhada
di respectiva importancia, nao ser considerada
como tal.
Assigna-se em casa do autor, ra de Santo A-
raaro, [Mundo Novo) n. 6.
Ama deleite.
Quem precisar de urna ama de leite sem lho,
e com muito bom leite, dirija-se a ruado Impe-
rador, oulr'ora Collegio n. 52, terceiro andar, que
se dir aoode ha.
O acadmico do 5 anno da Faculdade de
Direilo, Francisco Jacintho de Sampaio. chega-
do ha pouco do Cear no vapor Jaguaribe, con-
tina no seu exen-icio de professor particular :
na ra Direita n. 131.
Quem annunriou precisar de um homem
TortUKuez ou do Porto para trabalhar com urna
carroa com animaes, dando fiador a sua conduc-
ta, e dando-se bom ardenado, pode procurar na
ra do Rangel n. 17, que se lhe dir onde est
um perito que agradai muito, sendo se faca o
negocio.
Um moco chegado no ultimo navio que
veio do Porto deseja-se engajar para feilor ou
outra qualquer arrumarlo ; a fallar ou procurar
na tua do Rangel n. 17.
Jos Antonio de Feria Couto relira-se para
a provincia da Paiahiba.
Os abaixo assiguados fazem acienle ao res-
peitavel publico, especialmente ao digno corpo
do commercio, que amigavelmente leem ellos
dissohido a sociedada que tinham na loja de fa-
zenoas na ra do Cabug o. 8. que gyrava sob a
Urma deAlmeida & Burgos, Picando pertencendo
ao segundo dos abaixo assignados, toda a massa
dessa casa, e qual por se achar encarregado de
seu activo o passivo, passa a nao lera menor ge-
rencia e nem direilo algum nos negocios dessa
mesma casa, de que era socio, o primeiro dos
abaixo assignados, consecuentemente desonera-
do de qualquer responsabilidadc. Recife 2 de
marco de 1861.Antonio Correia Gomes de Al-
meida.Antonio Carlos Pereira de Burgos Punce
de Lcao.
O abaixo assignado para melhor disvanecer
o boato quealguem tem espalhado, declara que,
sendo grato ao Sr. Uanoel Celho Pinheiro, por
urna maneira que o abaixo assignado podo
avaliar. e qne jamis em lempo algum o poder
negar, isto pois o obriga a recorrer a imprensa
para pessoa alguma uose atrever a dizer por si
palavras que vo de encontr cora os seus sen-
timentos e para com o Sr. Manoel Coelho Pi-
nheiro ; assim espera o abaixo assignado as boas
Roga-se ao Sr. Romao Antonio
da Silva Alcntara, queira declarar sua
morada que se precisa fallar,
Julio & Conrado. |
Ra do Queimado n. 48. %
Participara aos seus numerosos ffegue-
zes qne tendo chegado o seu Ibestre al-
faiate que mandaram contratar em Paria,
acham-se promplos a mandaiem execu-
tar toda e qualquer obra tendenie a al-
faiate, assim como tem era seu estabele-
cimento grande sor'iraento de ludo quan-
to se desejar, para qualquer das esta-
cos nao s de fazendas como diversos
artigos de luxo, continuando o mesmo
mestre a receber por todos os vapores fi-
gulinos para melhor poderem servir ao
respeitavel publico a quem pedem de vi-
rem visitar o seu estabelecimento que
encontrarlo aquillo que deaejarem.
MflfjajgMfjjufja siisssa ais oms^mbB
wm wdw umv vunmv VWWV ero* m tyflni 9S9V Mt
Mudanca de esta-
beleqmento.
Jos Moreira Lopes avisa aos seus amigos e
freguezes desta e de outras provincias, que mu-
&ISM,
Precisa-se de tima ama para o servico de co-
sinha na ra da Camboa do Catrao o. 4.
Carro fu n el re
ao
glez.
estylo iu-
Acha-se prompto e patente a todas ai pessoas
que o queirao ver, no escriptorio de enlerroa na
ra Nova n. 63, o qual pela primeira vez que
sahio a ra. mullo agradou, por estar prepara-
do em conformidade do regulamento do cemile-
rio publico desta cidade; tornando-se respeita-
vel pela aimplicidade e gosto com que est ar-
mado. As pessoas que necessitarem de laes ob-
ectos, pdem dirigir-so ao mesmo estabeleci-
mento, a fallar com o Agr, que com proropti-
do e zulo desempeohar tudo quanto fr misler
a qualquer funeral por maior que ello seja, pois
tem o estabelecimento montado de tal torma a
bem servir aos pretndanles, de cujo adminis-
trador.
KftSS5iSftl6*S SifiaiS Sgfttts&SiSfisSlS
M M J. Leite, declara que cons- ||
tituio seu bastante procurador
aoSr. Manoel Gomes Leal, paia
H promover a cobranca de suas di-
H vidas passivas.
' ...:
Quem tiver para vender um negro perito
no largo do Corpo Santo d. 13, que achara com
quem tratar.
Os abaixo assignados tem contratado per-
mutaren) o sitio do lugar Peres pelo mulato de
nomo Thom, pertencenle ao Sr. Jos Bento de
Freitas se houver quem se opponha a esta per-
muta, apresente-se no prazo de 5 oias.
Jos Bento de Freitas.
Jos Marlius da Cruz.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 5$
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3$
Tira retratos por 3/f
Tira retratos por 3$
Tendo recebido um sortimento
xinhas novas
de
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de ca- m
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. W. Usborn, o retratista america-
no tem recentemente recebido um gran-
Pianos,
Mudanza de domicilio.
Joao Laumonnier Iransferio' seu estabeleci-
mento da ra da Cdeia do Recife para a da Im-
peratriz o. 33, onde abri um vasto deposito de
pianos dos melhores autores da Europa.' Eocar-
regs-se de afinar e cooceitar os mesmos instru-
mentos. $
Edward Paln, subdito brilsnnieo, retira-
M para fra do imperio.
qualidadea que possue o Sr. Pinheiro, de idea
alguna m fazer a seu respeilo, pois que, como
confessa, nSo lhe sobra tempo para ser mais ex-
tenso ; e espera de seu amigo nao lhe ser mais
preciso voltar a este jornal segunda voz. Recife
4 de margo de 1861.
Antonio Celestino Alves da Cunha.
_ Aluga-se o segundo andar da caaa da ruado
Pilar n 143, a qual tem vista para o mar, mui-
to fresca; a tratar na venda por baixo.
Prograroma da procissio do Senhor Bom
Jess das Dores e a milagrosa imagem do Senhor
Bom Jess dos Pobres AfOictos, que lera lugar a
sahir da igreja de S. Goncallo do bairro da Boa-
Vista, no dia 10 do correle mez pelas 3 horas da
tarde, a sahir em frente, ra da Santa Cruz, roa
Velhi, travessa do Veras, ra do Aragao, ra do
Rosario, ra da Coneeico, Praca, roa do Hospi-
cio, ra Formosa, ra da Aurora, ra da Impera-
triz, ra da Matriz, ra da Gloria, roa do Coto-
vello, Trempe, e ra do Sebo ao recolher; e
para que se torne o nosso acto com mais brilhan-
tismo, convidamos a todos os nossos irmaos e de-
votos para dos fazer a honra de ccoropanhar.
O escrlvao, Bento Francisco da Cunha.
Ha para alugar o segundo andar de um so-
brado a tratar na ra Nova n. 16.
Vende-se um terreno com alicorees para le-
vantar casa com 140 palmos de fundos, ni rna do
Quiabo, freguezia dos Afogados: a tratar na ra
Imperial n. 67.
Caima e espirito.
Vende-se canna em garrafas a 140 reis, e espi-
rite de vioho barato : na travesea do do paleo do
Panizo n. 16 case pialada de amarello.
dou o seu estabelecimento de fazendas que tinha i canoeiro e que Dao leona vicios, queira procurar
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a '
loja earmazem quefoidos Srs. Santos & Rolim,
onde tem o mais completo e variado sortimento
de fazendas de todas as qualidades para vender
em grosso e a retalho por precos muito baratos:
rua do Crespo, sobrado de 4 andares n. 13, e ra
do Imperador, oulr'ora ruado Collegio, sobrado
de um andar o. 36.
Hoje andarao impreterivelmente as
rodas da primeira parte da primeira lo-
tera a beneficio da igreja de Santa Rita
de Cassia, pelas 9 horas e meia da ma-
nhaa, no consistorio da igreja de Nossa
Senhora do Rosario da freguezia de
Santo Antonio desta cidade. O abaixo
atsign do convida o respeitavel publi-
co a presenciar o referido acto, o qual
e por um novo processo sendo os n-
meros e premios impressos em peque-
as espheras, as quaes sao sempre tira-
das e lidas sobre as pontas dos dedos
polegar e index, tendo os publicadores
as mangas bastantemente arregazadas,
tornando-se assim impossivel praticar-
se qualquer fraude, pelo que se respon-
sabilisao mesmo abaixo assignado. O
restante dos bilhetes, meios e qusrtos se
acbam a' venda na thesouraria das lo-
teras ruado Queimado n. 12 primeiro
andar, e lojas commissionadas na pra-
ca da Independencia n. 22 do Sr. San-
tos Vieira, na rua estreita do Rosario n.
12 doSr. Mira, na rua Direita n. 3 bo-
tica do Sr. Chagas, rua da Cadeia Velha
n. 45 dos Srs. Porto & Irmao e rua da
Imperatriz n. 2 do Sr. Sebastio. As
listas se da rao no da immediato pela
manhSa e os premios serao de p'orapto
pagos na mesma thesouraria e lojas com-
missionadas. O abaixo assignado roga
portanto a valiosa coadjuvacao do res-
peitavel publico na compra dos bilhetes
que lhe restaui, certos de que coopera-
rao para um tim todo piedoso como se
jam os reparos da dita igreja de Santa
Rita de Cassia, cuja coberta se acha em
ruinas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Ulissei Cokles Cavalcanti de Mello.
Henry Wilson Harris, subdito inglez, segu
para a Inglaterra.
Aluga-se a loja do sobrad da rua das Cru-
zes n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva pa-
ra lodo o servico de uma casa de familia: na
rua do Imperador n. 37, segundo andar.
Aranaga Hijo & C. participam ao espeitavel
corpo do commercio desta praca que o Sr. Juan
Anglada Hijo, socio gerente de sua casa nesta
praca, deixou de fazer parle da mesma sociedade
desla data em dianlo. Pernambuco 4 de marco
de 1861.
O Sr. Joaquim Claudino Cavalcanti de Al-
buquerque queira apparecer rua do Aragao nu-
mero II.
Henrlque Jos da Cunha vai a Europa, le-
vando em sua compnnhia seu sobrinho menor
Manoel Augusto da Cunha.
Odesmbargador Firmino Antonio de Souza
lerobra ao Sr. Joo Vasco Cabral, da provincia das
Alagas o seu dever, e obrigagao de entregar a
quantia, e seis letras que recebera no Pencdo do
Sr. tenente-coronel Antonio Jos de Medeiros
Bitaocurt, como testamenteiro, e liquidante da
casa do finado commandante superior Manoel
Gomes Ribeiro. Desde o mez de agosto, que o
Sr. Vasco se acha de posse do dinheiro, e das le-
tras e nao d resposla s carias que se lhe diri-
ge, sendo que por outras pessoas, e nao por elle,
chegou-se ao conheciraento de que eslava reali-
sado o pagamento. Vendo-se o mesmo dezem-
bargador na dura necessidade de incommodarou-
tras pessoas, teem sido estas illudidas com pro-
messas do mesmo Sr. Vasco, de vir restituir o
alheio ; mas de balde, e se conserva sem dar sa-
titfacao alguma aos seus compromeuimentos.
Com quanto esttjam dadas asordens necessarias,
nao ocioso doclarar ao publico tal procedimien-
to, afim de que alguem nao seja victima do Sr.
Vasco Cabial, que j muito conhecido nesta
praca de alguns negociantes, que ha muito lhe
teem re irado a sua conflanca.
Recife 5 de margo de 1861.
Na padaria da rua Direita n. 84 precisa-se
de um trabalhador.'
Precisa-se alugar ama pYela de idade : quem
a tiver dirija-se rua da Roda n. 32.
Mr. Louis Lucion Poulain, subdito francez,
relira-se para a Europa.
-------Precisa-sede ama ama deleite sem filho:
na rua de Hurtas n. 22, segundo andar
Precisa se de um homem casado para
feilor, a mulher servindo de guarda portao, da-
se bom ordenado : fallar na rua da Cruz n. 23.
primeiro andar.
No dia 8. sll horas, ua sala das audien-
cias, depois de Boda a do Sr. Dr. juiz dos ausen-
tes, se ha de arrematar os escravos Bernardino e
Florenoio, pertcurenies ao ausente Francisco
Augusto da Costa Guimares.
Francisco Jos da Costa Guimaros e Costa
Guimares & Reis, eslabelecidos na rua do Ran-
gel n. 22, fazem sciente ao commercio desta pra-
ca que todas as suas le tiras vencer-se no mez
de fevereiro passado no valor de 2:2003, foram
todas pagas dias anles de seus respectivos venci-
mentos, como provam os recibes nos mesmos t-
tulos, por ser de nossa vontade colher todos es-
tes documentos.
Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Henriques
de Miranda, na livraria ns. 0 e da praca da In-
dependencia.
A petsoa que deseja fallar com o artista al-
faiale Santa Rosa, am de lhe entregar urnas
obras, declare seu nome ou sua mcrada para ser
entregue.
OSr. Belarmino de Barros Correa, tem uma
carta na rua das Cruzes numero 50, segundo
andar. *,
O Sr. Eduardo Dusrte Rodrigues, tem orna
carta viada do Par, na rua do TrapichrNovo n. 6.
Vende-se uma carroca cen nm bol e uma
pipa: qoem precisar dirija-se a rua d Praia loja
de fazendas n, 84.
Philosophia, de gefratkia e rhetorica
PBLO BACHAEEL
A. R. DE TORRES BANDEIRA.
Professor de geographia
e historia antiga no gy mnasio desta
provincia.
Eslo abertos estes corsos na casa da residen-
cia do annunciante, rua do Imperador n. 37, se-
gundo andar ; e dar-se-ha lugar a no vos cursos
destas mesmas disciplinas, a propor;ao que aug-
mentar o numero doa alumnos. A classe de geo-
graphia comprebende ;
t. o estudo de geographia.
2. o estudo da historia com especialidade a do
Brasil.
A classe de rbetorica est dividida em duas
secces:
1. de relhorica em geral.
2. de potica e aoalyse dos classicos.
llenlo.
Joo Jos de Figueirodo, tendo comprado o
estabelecimento de fazendas finas ds rua do Cres-
po n. 9, que foi de Siqueira & Pereira, avisa a
todos os freguezes dos mesmos, que elle conti-
na a vender fazendas de muito goslo, bem como
obras de ouro e brilhanles, tudo por menos de
seu valor para liquidar.
O Dr. Casanova
ASSOCIACO POPULAR
vi
Soccorros Mutuos.
Nio se podendo conhecer na sesso ultima da
assembla geral desta aasociaco, o resultado do
trabalho principisdo na sesga de 24 de fevereiro.
o Sr. director convoca a assoeiaco para que se
rena em assembla geral no dia 7 deate pelas
7 horas da noite, devendo comparecer mesma
o malor numero de afiliados que for possivel,
tanto oa que estio habilitados, em face do arl. 61
e seus 1 e 2, como os que eslo as condicoes
do art. 79 dos respectivos estatutos. O mesmo
Sr. director confia e espera que os amigos dessa
insliluicao meito e muito se empenhem afim de
nao fallareis, visto que os interesses sociaes re-
clamara positivamente suas preseocas.
Secretaria da Assoeiaco Popular de Soccorros
Mutuos 4 de marco de 1861.
6=-. Joo Francisco Marques.
1." secretario.
^ Precisa-se de um carroceiro ou de uro pre-
to velho para andar com uma cairoca : na rua
dos Pescadores ds. 1 e 3.
Precisa-se rallar coro o Sr. Dr. Jos Patro-
cinio Pereira e Silva, na rus do Amorim n. 46.
ou eniao o dito senhor annuntiar a sua morada
para ser procurado.
Quem precisar de um comprador para casa
estrangeira, dirija-se a rua do Fego n. 20, das 7
horas da manba s 10.
Aluga-se um segundo andar do sobrado na
rua estreita do Rosario, aonde morou o Illm. Sr.
Dr. Feilosa : a tratar defronle n. 31.
seu
pode ser procurado todos os dias em
consultorio especial homeopathico.
30-Roa das Ouzes-30
Nesle consultorio tem sempre os mais
novos e acreditados medicamentos pre-
parados em Paris (astinturas) por Cs- S
X tellan e Weber.por presos razosveis. Jj
I Oselementos dehomeopathia obra, re- m
^ commendada intelligencia de qualquer x
: fB pessoa. |k
Antonio Eloy Rodrigues da Mlva pede a to-
das as pessoas que lhe devem, que no prazo de
.30 dias queiram vir pagar seus dbitos no mes-
jj mo estabelecimento aonde o conirahiraro, do con-
} trario vero seus nomes por extenso nesle jornal,
e passarao a serem cobrados judicialmente. Ro-
{ cife 26 de fevereiro de 1661.
Ama.
Prciisa-se de uma ama : na rua Nova n. 43.
COMPANHIA DA VIA FRREA
- DO
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(limitada.)
Avisa-se ao respeitavel publico que do dia 1*
jde fevereiro atoutro aviso o irem que parte da
| estaco das Cinco Pontas s 8 Ii2 horas da ma-
nbaa correr somente at a Villa do Cabo e o
! Irem que at agora tem sabido da Escada 1 3,4
Ca-. horas da tarde ser discontinuado, mas sahii
do Cabo s 3 horas da tarde como costura*-
Tendo recebido um sortimento de cai-'peu'tSe'i. MSte-d" lreD8>ero re6uld"
xinhas novas \
Tondorecebido um sortimento deca*]
xinhas novas
s
Cfi
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S
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CU
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de e variado sortimento de caixas, qua- W
dros, aparatos chimicos, e um grande '
numero de objectos relativos a arte.
Como tambern um grande ornecimen-
to de caixas para retratos de 3#000 rs.
cada um, as pessoas que desejarem ad-
quirir conhecimentos pratiecs na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condices muito
razoaveis.
Os ca va lhei rose senhora s sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do que
cima ica anunciado.
Attencao.
a
As filhas de Firmino Jos
Flix da Rosa (j fallecido)
participam ao respeitavel pu
buco desta cidade, que auto-
risadas pelo Illm. Sr. director!
da instruccao publica, acham-
se com sua aula aberta para
ensino particular, na rua do j
y.
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Vigario n. 15 segundo andar,
em cuja aula eosina-se o se-
guinte: marcar, labyriuth*.,
tapete, tapessaria, bordar em
branco, matiz, froco, missan-
ga, bordar a ouro, bordar em
papel, tudo isto com toda a
porfeico: rogam portanto aos
Illms. Sr.paes de familia para
que facam coocorrer suas me-
ninas para o ensino, afim de
que aquellas por este meio pos*
sam sahir da. miseria que
esto reduzidas, por cuja ra-
zo sua gratido ser eterna.
SOCIEDADE B.4NCARI4ESC0M-
IWD1TA.
Amorim, Fragoso Santos
(fe Companhia
fazem publico que desta data em diante as anas
coritas correles serao reguladas da maneira se-
gu nte :
Receber-se-ha qualquer quantia de lOOf para
cima, e pagar-so- ha vista at 5:0009, sendo
dahi para mais com aviso de 10 dias, conlando-
| se jaros de doos por cento, meos do que a taza
por que a caixa flal do Banco do Brasil descon-
t letras, sendo eites juros contados e capitali-
sados de 6 em 6 mezes.
Tambern serio aberras contas correntes sob
condiedea de serem pagas i vista qualquer quan-
lia independente de aviso, contsndo-se somente
juros de 3 0|0 ao anno na forma cima declarada
Recito 1.* de marc,o de 1861.
Precisa-se de uma ama para com*
prare cotinhar: na rua Nora n. 53.
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4 dinheiro.
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> C o- ft.eo AssignadoE. B. Bramah,
Superintendente.
Precisa-se de urna ama de leite sem fllho
na rila do Rangel u 7 2.a andar.
Jos Hara Salgado participa qoe desde o
dia 3 do corrente deixou de ser caixeiro da casa
commercial de Aranaga, Hijo i C
Pernambuco, 4 de marco de 1861.
Maooel Francisco de Agolar, precisando
fazer orna viagem Europa, deixa por seos pro-
curadores nesta cidade, em 1 lugr ao Sr. Vic-
torino de Almeida labello, e em 2* ao Sr. Ma-
ooel Alves Santiago.
Aluna-sfi o arm-iem n. 15 da roa da Croz,
a tratar no segundo andar do mesmo.
Vende-se nm excellente escravo de 18 an-
no* de idade, proprio para pagem por ser bonita
figura : a tratar na rua da Cadeia do Itdfe n.
56, loja da Figuairedo & linio.
Completo sortimcDto de fazendas.
filRGEL & PERDIGO.
Rua da Cadeia do Recilen. 23.
Vendero grosdenaples preto superior
muilo lrgo e enrorpudo a 2 al 5500.
Grosaenaples prnu tao enrorpado que
parece gorit'irao a gS00 Tal 3S-
Vestidos preto bordados a velludo,
ditos de seda de dous babados o duas
saias.
Manteletes, taimas, visitas de fil, de
gorgurao liso e bordados e mais modernos.
Manas de Ql de linho muito boas
por 8 al 14$.
Chales de cachemira pona redonda e
bolota, ditos de touquim braceos supe-
riores.
Sedas oe quadriohos, grosdenaples de
todas as corea e moreanligue.
Peines de lariaruga n,odernos e dos
mais acreditados fabricantes de 1C9 a 30$.
Saias balo de musselina lisa, de ba-
bados de 30 arcos para senhora e meni-
na.
Vestidos de cambraia brancos borda-
dos. de barege e gaze de sedas.
Camisas para meninos de looas
idades. dilasde linho para senhora.
Frai.jasprelaa de vidrilho,
relroz para lodo o prego.
as
ditas de
Vesiious oe seda de cores, ditos de
blnnde com manta, capella etc.
Cass.s, urgandys, diamanima, chila
clara e escuras, franceas e inulpras.
BOUPA FE1TA.
Caigas, sobrecasaess. colleles e pale-
lots de panno e casemira pretos e de co-
res, ditos de alpaca, de bombazina, de
brM branco e pardos para differenles
precos.
H Nesse estabelecimento se vende muilo
a, barato, basta ver os precos que menciona
dealgnmas fazendas oque pareceincrivel
mp a quem ignora, loja n. 23 da rua da Ca-
5i deia do Recife, dao-se as amostras. X
Vendem-se
Na rua das Cruzes n. 38,
segundo andar,
poi mui barato preco os movis seguin*
tes : uma cama de casal, embutida ;
um porta-ser vi Jor ; um colxao de mo-
las ; uma commoda : um espelho gran-
de ; um armario com outro espelho ;
um apparador ; uma mesa para doze
pessoas ; um porta-licores ; servico de
porcelana para jantar; um relogio de
marmore negro, representando Miguel
Angelo ; duas bellas gravuras (Apollo e
as musas, Moliere em cata de Hinon de
l'tnclos), em duas ricas molduras. Ten-
do seu dono de retirar-se para o campo,
por uso desaz-se destes objectos, man-
dados vil expressamente de Paris, aon-
de foram confeccionados com perfeicao
e apurado gosto.
Vrndem-se dous lindos casaes de gansos :
na Boa-Vista, rua do Rosario, sobrado que deila
os fundos para a caixa d'agua.
Na rua do Queimado n. i
vendem-se pegas de slgodao com loque de ava-
ria, pelos seguinles precos: 19500, lg600, 2$ e
2$5C0, cassas a 240 e 280 rs. o covado.
Vende-se um bom terreno de quina na rua
da Concordia e rua da Palma : quem o pre-
tender, dirija-se a rua da Praia, serrara n. 59.
Na mesma serrara a'uga-se um segundo andar
com grandes commodos.
Queijos a 1,600 rs.
Mauteiga ingleza a 960 e 800
rs. a libra.
Manteiga franceza a 720.
Cha a 29 s libr, caf a 240, arroz a 100 r*.,
toociobo a 320, talharim e macarrao a 400 rs..
aleiria a 640. batatas a 140, sabao massa a 200
rs., doce a 800 rs. o caixo, vinho do Porto a 800
rs.. de Lisboa a 560 e 400 rs. a garrafa, azeite
doco a 720. vinagre a 240. de Lisboa, azeite de
rarrapato a 440, [arelo a 49 a sacca ; no largo do
Paraizo, taberna da estrella n. 14.
Calcado.
Confronte ao Rosario em Santo Antonia, loja
que foi de conieitaria, vendem-se aapatos fran-
cezes com aalto para senbora a 29, ditos rasos a
1|600. ditos de tranca a 19260, encontra-se tam-
bern bolinas com aalto para menina de ns. 18 a
31, ditos de msrroquim e lustre sem salto de ns.
19 a 25, sapatinbos com clchele, de marroqoim
e lustre ns. 19 a 25, bolinas para homem e se-
nhora.
Freguezes.
E' chegado o muito afamado doce da casca d
goiaba, e o melhor que ha no mercado : na ta-
berna da travessa do Queimado a. 1, junto a loja.
do Preguica.
Bom negocio.
Na povoacio das Aras vende-se urna casa com
taberna, oa a taberna s, e aluga-se a casa; fi-
nalmente faz-se todo negocio a vontade dos pre-
tndenos : quem quizer, dirija-se measoa casa



--.-' ^;
i
DIARIO DE ERNAlBCO. QUARTA FEIRA 6 J MiR(0 DI 1S61.
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA PAMULHA @@> DR. TOWMS1NE)
MELeORADO E FABRICADO SOB ADIRECCAO' DO DR JANES R. CHILTON,
chimleo e medico celebre de New York
GRANDE SPERIORIDADE DO EX-
TRATO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo sen extraordinario
e quasi miraculoso effeito no
sangue.
Cada um sabe que a saude ou a infermidade
depende directamente do estado deste FLUIDO VI-
TAL. Isio ha de ser, visto o partido importante
que (era na economa animal.
A quantidade do sangue n'um horaem d'es-
latura mediana est avallada pelas as primeiras
autoridades era vinte e oilo arralis. Em cada
pulsago duas ongas sahem do coragao nos bofes
e dalli todo o sangue passa alem no corpo huma-
no em menos de qvatro minutos. Urna dis-
posigo extensiva tem si.io formada e destinada
com adrairavel sabedoria a destribnir e fazer
circular esta gorbknte de vida por todas as
partes da organisago. Deste modo corre sera-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
de fonte de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se empregna
de materias ftidas ou corrompidas, deffunde
com velocidade ELECraiCA a corrupto as
mais remotas e mais pequeas parts do corpo.
O veneno langa-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
at cada orgo e cada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta msneira
a circulado evidentemente se faz um engrnho
PODBaoso de doenga. Nao obstante ple tam-
bem obrar com igual poder nacriago de saude.
Eslivesseocorpo infeccionado da doenga maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se smente o san-
gue pode fazer-se puro e saudavel Gcar superior
a doenga e ineviiavelmente expedir da consli-
tuigo.
O grande manantial de doenga entao como
d'aqui consta no fluido circulante, e ne-
nhura medicamento que nao obra directamente
sobre elle para purificar e renova lo, possue al-
gum direito ao cuidado do publico'.
O sangue O saxjce o ponto no qual
se ha mysler fixar a atlengao.
O ORIGINAL E O GINUINO
AO PUBLICO.
Nos, os A?signantes, Droguista na cidade de
New-York, ha vemos vendido durante mullos an-
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, consideramo-lo ser o extracto original e
genuino de salsa parrilha do Dr. Townsend.
o qual primeiramente sob este nome foi
apresentado ao publico.
BOYD 4 PAUL, 40 Cortland Street.
WALTERB. TOWNSEND Co, 218 Pearl
Street.
LEEDS& HAZARD, 121 Maiden Lae.
JOHN CABLE & Go, 153 Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F.TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAM& Co, 10 Od Llip.
OSGOD & JENNINGS, 188 Pearl Street.
R. B. HAVILAN D & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON,ROBNS & Co, 134W ater Street.
TIIOMAS & MAL. WELL 86 William Street.
WM. UNDEBH1LL, Junr, 183 Water Street
DAVID T. LANMAN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCUCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, CLAV & Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M KFSSON & Co, 127 Maiden
Lae.
A. B. SCHIEFFELIN, BROTHER & Co, Hg&
106 Jete St.
LEWIS & PRICE. 55 Pearl Street.
HAVILAND,KEESE& Co, 80 Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK & Co, 110 Broadway,
10 Astor.
House, and 273 Broadway, cor.ofCham-
bers Street.
PHILIP SCHIEFFELIN, & C0107Watr
Street.
POU & PALANCA. 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Slreot.
RUST & HOUGHTON, 83 John Street.
I. MI.OR A Co, 214 Fu ton Street.
INGERSOLL & BROTHER, 230 Pearl Street.
JOSEPHE TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortland
Street.
HAYDOCK, CORLIES&CLAY, 2l8Pear
Street.
CUMIMG & VANDUSER, 178 Greenwch
Street.
HASKELL & MERRICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK & Co. 49 John Street.
CONHECEMOS A ARVOBE E SUAS FRU-
TAS i
B igualmente
Conhecemot um Medicamento nos seus Efftitos
O extracto composto de Salsa parrilha do
Dr. Townsend est.
O MEDICAMENTO DO POYO"
Adala-se tao maravilhosamente a consiituigao
que pode ser utilisado em quasi todas as enfer-
medades.
ONDE E DEBIL1DADE,
fortalece;
ONDE E' CURRUPCO,
purifica;
ONDE E' PODRID0,
ALIMPA.
Este medicamento celebrado que lao grandes
servidos presta a humanidede, prepara-se agora
na nova fabrica, na esquina das ras Fronte
Wasbinglom, Brooklym, sob a inspecco directa
do muito conhecido chinaco e medico Dr. James
R. Chilton, da eidadejle New-York, cuja eer-
tido e assignatura se acha na capa exterior de
cada garrafa de
ORIGINAL E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSA PARRILHA
DO DR. TOWNSEND.
O grande puriftcatlor do sangue
CURANDO
O Herpes
A Herysipbla,
AAdstriccaodoven-
TRE,
As Alporcas
Os Effeitos do azoc-
GDE,
Dispepsia,
as oencas,de pica-
DO,
A Hydbopf.sia.
A I.MPIN'GB
As Ulceras,
O Rhedmatismo,
As Chacas
A EB1LIDADE GERAL
AS DOENCASDE PELLE
AS BoRBULHASNA CA-
RA,
AS TOSSBS,
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
O Extrato acha-se comido em garrafas qua-
dradas e garante-so ser mais forte e melhor em
todo o respeilo a algum oulro purificador do
sangue, conserva-se em lodos os climas por cer-
lo espago de lempo.
certiJao do Dr. J. R. Chlilton, na capa
F01HWHA8 ft IWI.
Acham-se venda na livraria da pra$a da Independen-
cia ng. 6 e 8, as bein conhecidas folhinhas impressas nesta
typographia .
Folhinha d6 porta ou KALENDARIO eeclesiastieo e civil para o
, ... bispadodePtrnambuco..........'. 160 rs
Ulta d6 algibeira contendo alm do kalendario eeclesiastieo e civil,
explicado das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares e nasciment e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos impostos geraes, provinciaes e municipaes, ao
que se junlou orna collece,o de bellos e divertidos
jogos de prendas, para entretenimento da mocidade. 820 rs.
Dita ditd .... contendo alm do kalendario eeclesiastieo civil, expli-
cado das feslas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo- .
lumentos do tribunal do commercio ; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni o
modo de confessar-se, e couungar, e os educios que a
igreja eosluma celebrar desde domingos de Ramos, at
sexta-feira da Paixo, (era portuguez). prego.....
Vitado alwianak civil, administrativo, commercial eindustrial da provin-
cia de Pernambuco, ao prego de:.......
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e fizeram-se muitas alteracoes, sendo a corree-
cao a mais exaleta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias soffre mudancas) acrescentando-se a nu-
meraco dos estabelecimentos coinmerciaes e industriaes;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pela oceupaco do individuo de quem se quer
saber a residencia.
320 rs.
1?000
Cada garrafa do original e genuino extracto do Dr. Townsend lem assignatura e a
exterior de papel verde.
No escriplorio do propietario, 212 Broadway, New York, e era Pernambuco na ra da Cruz n. 21, escriptorio, I. andar, lam-
ben na botica da ra Direila n. 88 do Sr. Paranhos.
no
.Assignatura de banhos fros, momos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos............ lOfOOO
30 canoas para os ditos banhos tomados em qualquer lempo. 15*000
!5 Dilos dito dito dilo ...... 88000
^ ...... 49000
Banhos avulsos, aromticos, salgados esulphurosos aos presos anunciados.
Esta redueco de precos facilitar ao respeitavel publico o gozo das vantsgens que resultara
da frequencia de um estabelecimento de urna uiilidade inconieslavel, mas que infelizmente nao
estando em nossos hbitos, ainda pouco conhecida e apreciada:
Nova cartilha.
Acaba de sahir dos prelos desta typographia
urna nova edicao da cartha ou compendio de
doulrina chrisla, a mais completa dequaotas se
tem impresso, por quanto abraoge ludo quanto
conlioha a anliga ca til ha do ebbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acresceotando-so muitas
oragfs que aquellas nao tinham modo de a-
cornpanhar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das testas mudaveis,
e eclypses desde o cor rente anno at o de 1903,
seguida da folhinha ou kalendario para os mea-
mos annos A bondade do papel e excellencia da
impresso, dio a esta edirao da cartilba urna
preferencia asss importante: vende-se nica-
mente na livraria ns. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia.
Gama & Si
CONSULTORIO
DO
su ipa a im mmmm9
MEDICO PARTE.ROE OPERADOR.
3 Ul A IIAi.l.OrtlA.C AS VIMM L\Ei> V03
illiniea por ambos os systemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consullas todos os dias pela manha, e de tardedepoisde A
horas. Contrata partidos para curar annnalmente, nao sopara acidade, como para oengnhos
u outras propriedades ruraes.
Os chamadosdevem ser dirigidos sua casa at s 10 horas da maohaa e em caso
de urgencia outra qualquer horado dia ou da noile, sendo por escriptoem que se declare
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro doRecifepo-
derao remellar seus bilhetes botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou loja de
jivros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa de annuncianteachar-se-ha constantemente os melhores medica-
mentos horaeopathicos j born conhecidos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes...........10)000
Dita de 24 ditos........;........159000
Dita de 36 ditos.................209000
Dita de 48 ditos.................257000
Dita de 60 dito................. 309000
Tubos avulsos cada um.........: 1*000
Frascos de tinturas. : j............2)000
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
ducido em porluguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirnrgia etc.. etc........209000
Medicina domestica do Dr. Hnring, com diccionario. 109000
Repertorio do Dr. Mello Meraes. ,....... 6900*
Banhos econmicos!
Na casa de banhos do paeo do
Garmo.
Neste estabe'.ecimentu (alem dos banhos j co-
ofrecidos) se foraecer d'ora em raote, por maior
commodo do publicobanhos econmicossem
luio, maseom toda a decencia e aos presos se-
guintes :
I fri 320 rs.
} morno 400 rs.
I fros 2) rs.
(momos 80500.
30 banhos consecutivos frios ou momos 50.
1 banho avulso
7 earldes para banhos
M. j. Leite, roga a seus deve-
dores que se dignem mandar pa-
gar seus dbitos na sua loja da
ra do Queimado n. 10, en ten-
ten do-ie paia esse im com o seu
procurador o Sr. Manoel Gomes
Leal.
Precui-M alagar aro preto de mei*
t ra Nova, loja a. 7.
O ba cha re A. R. de Torres Ban-
delra mudou sua residencia da ra da
larga do Rosario n. 28, para a do Im-
perador n. 37, segundo andar, onde
continu no exercicio de sua profissao
de advogado.
Juan Ansiada Hijo participa ao respeitavel
corpo do commercio desta praci que deisou de
fazer parto, desta data em diante, da casa com-
mercial dos Sr?. Aranaga H socio gerente. Peruambuco 4 de marco do 1361.
Fugio o escravo Deodato, mulato, de idade
17 annos, aliara regatar para a idade, secco do
corpo, com um dente quebrado na frente, olhoa
um pouco vermelhos o cabellos cirapinhos :
quem o pegare leva-lo ao engenho Cauuna, ou
nesta praca na ra de Apollo n. 30, segundo an-
dar, receber boa grafkaco.
Gasa particular.
Avisa-se ao' respeitavel publico que ha ama
casa que cozinha para casas particulares, cujas
comidas seo feitas com perfeico, muita limaea
e por precos muito commodos : quem dsta casa
precisar, dirija-so alraz _
Ionio, lojaTo. 28, que aunar
da matriz de Santo An-
_ com quem tratar,
ou por feria eu por mer.
Pade-ae so Sr. acadmico Jos Joaquina de
Souto Lima o fsror de apparecer na roa Augusta
numero 9*.
stando em liquidado de sua loja de fezendas,
fila na ra da Imperatriz o. 60, por meio deste
aonuncio avisam a todos os seus deredores por
cuota e letras j vencidas, a virem pagar seu
debitas oo prazo de 30 dias, contados da dala do
primeiro aonuncio, Ando elle serio seus nomes
publicados neste jornal, llecife 16 de fevereiro
do 1861.
Aluga-so a loja do sobrado n. 3, sito ao
norte da fabrica dogaz e beira do rio, contendo
duas salas, tres quartos, quintal e cacimba, es-
tando pintada e caiada de novo, e Oca junto ao
banho salgado : a tratar com o Sr. Valen;a no
mesmo sobrado.
Offerece-se urna mulher para ama de urna
casa de pouca familia, ou de um rapaz solleiro :
a tratar na camboa do Carroo, sobrado n. 36, pri-
meiro andar.
JOIAS.
(MSILTOIUO ESPECIAL HOHE0P4THICO
DO TOUTOR
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
al meio dia, acerca das segoiutes molestias :
1. molestias das mullere, molestias das crian-
as, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
eslias ssphililicas, todas as especies de febres,
febres intermitientes esvas consecuencias,
PIIARSIACU ESPECIAL HOMEOPATHICA.
Verdadeiros medicamentos humeopainicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus elTeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelus preQos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos ero sua pharmacia ; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, leudo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lisia dos medicamentos que se pe-
de, As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenbam na lampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
COMFAHIA
ALLIANCE,
estabeccida em Londres
CAPITAL
Cinco MUiioes de Utoas
sterWnas
Saunders Brothers & C. tem a honra de in-
formar aos senhores negociantes, proprietarios
de casas, e a quem maisconver, queesto ple-
namente autorisados pela dita companhia para
eflectuar seguros sobre edificios de lijlo e pe.ira,
cobertos de telha, e igualmente sobre os objectos
que contiverem os mesmos edificios, quer consis-
ta em mobilia ouem fazendas de qualquer qua-
lidade.
aareaaa%are.fta**tfM*aAa^Mi*,aav,gaftiSt
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederic Gaulier, cirurgiio dentista, faz
todas as operaces da sua arte e colloca
den tes ariifkiaes, ludo com a superiori-
dade e perfeico que as pessoas entendi-
das lbe reconheem.
Tem agua e pos dentifricios etc.
Lauriano Jos de Barros
participa aos seus numerosos freguezes desta ci-
dade e mfsmo de fora, que acha-se regendo a
grande ofcina de roupas feitas de Ges & Bas-
tos na ra do Queimado n. 46, onde pode ser
procurado a qualquer hora, pois est prompto a
desempenhar qualquer obra importante, pois
para isso tem na mesma loja um completo sor-
limento.
- Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, primeiro andar, contina-se a
tingir com toda a perfeico para qualquer edr, e
o mais barato possivel.
Para urna casa
franeeza.
Precisa-se de urca escrava que saiba engom-
mar, coser, e fazer todo o servico de urna casa
de pouca familia, e que seja fiel e diligente. Na
mesma casa precisa-se de um escravo para o ser-
vico de um sitio : quem tiver pode dirigir-se
ra do Imperador n. 27 confronto a ordem ter-
ceira de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, das 9 horas da manha s 4 da tarde.
Atten^o.
Candido Pereira Konteiro tem para vender em
seu estaaeladmento buhares eseus pertences
os melbores que existen em Pernambuco, os
quaes se aeham forrados de nuvo, em muito
bom estado, cujos precos sao de 600S a 700, e
so os vende por ter feilo encommenda de ouiros
modernos : na ra do Imperador, bolequim im-
penal, que foi de Joaquina Jos de Paira.
Hontem pelaa 11 horas do da desappareceu
da casa do abaixo assignado um moleque da ida-
de de 7 para 8 annos, de nomo Raphael. teodo
chegado ba poucas horas do engenho Jussar ;
levou veado timao de ama chitinha miuda
bonel de panno preto enfeitado com lacos de re-
troz: quem o pegar ou delle der noiicia, leve-o
a ra eslreila do Rosario n 41, terceiro andar
qne ser recompeniado. Recife 4 de marco d
1861.JooFirmino Correa de Araujo.
Urna pequea familia [marido, mulher o 3
lnos] assis conhecidos, rcduzida ao triste esta-
do, em que a inconstante sorte, os acaba de redu-
zir, resolve se sahir para fora da cidade (com
preferencia para algum engenho) para lecciona-
rcm meninos e meninas, em primeiras lelas,
cozer, bordar, etc., etc., etc., mediaute commo-
da paga ; prolestando nao 1er em sua vida, qur
publica, qur particular, faclos ou criroes de que
se eovergonhe na sociedade : quem a pretender
annuncie por esta lolha para ser procurada.
Manoel Jos da Silva Oliveirs, subdito por-
luguez, vai Macei.
Precisa-se lugar urna escrava que saiba en-
gommar, coriohar e fazer todo servico de urna
casa : oirija-se a ra do Imperador, armazem
do ga? n. 31.
"Manoel Jos Vieira, por haver outro de
igual nome, de hoje em diante so assigna por Ma-
noel Joaquim Vieira.
Giovani Luciano de Slefano, Italiano, se-
gu para o Rio de Janeiro.
Precisa-se de 300 a juros, dando-se por
seguraoca um moleque de 8 annos : na ra Di-
reita n. 82.
Precisa-se de urna, ama para o servicn in-
terno de urna casa de pouca familia : na ra da
Imperatriz n. 74.
Grande e extraordinaria funreo aereostatica,
no domingo 9 do correte mez, se o lempo per-
mitlir. Mr. Eli.s mandou construir um grande
circulo com todas as commddidades para o pu-
blico. Depois de varios exercicios gyrooaslicos,
subir o balo Mongorfer paraense com o artista
Elias, trabalhando ne trapzo. s bilhetes acham-
se venda na ra estieita do Rosario n. 20, em
casa do Sr. Zebedeu.
Pnro dos camarotes. 159
Entradas geraes. ... 28
as entradas geraes havero separares do se-
xo masculino e femioino. As pessoas que o qui-
zerem beneOar previnam-se com antecedencia:
QP O Dr. Antonio Agnpino Xavier de Rrito O
reside na ra da Imperatriz o. 47 segundo 9
9 andar, onde pode ser procurado para o $p
^ exercicio de sua profisso. @
Avise
Joaquim Monteiro de Olive ira Guimares com
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos freguezes e ao publico em
geral, que se acha sortida das mais bellas o deli-
cadas obras de ouro e prata, e querendo acabar
com o negocio, est resolvido a vender mais ba-
rato do que em outra parte, garanlindo as ditas
obras, passaodo conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca obras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em oulra parte.~
romano.
Havendo a congregarlo da Faculdade de Direi-
to desla cidade adoptado para texto das prelec-
roes de dlreiio romano no correle anno as ins-
lituicdis de Werokoenig em ubsiiiuicao aos ele-
mentos de Waldeck, os senhores estudantes do
primeiro anno que quizerem ter aquella obra em
portuguez, podem deixar seus nomes e o impor-
te da assignatura (lOJOOO], na loja de livros do
Sr. Autonio Domiogues, na ra do Collegio n. 87,
onde receberao as 64 paginas que j se acham
impressas.
. A. Warnkoenig.
Em latim, na loja de livros da ra do Collegio
numero 87.
O padre Francisco Joo de Azevedo, com as
com plenles habilitaedea, propde-so a abrir no
1. de marco um curso constante de arithmetica,
algebra e geometra ; as pessoas que desejarem
eslndar estas materia?, pedero dirigir-se a ra
larga do Rosario n. 16, ende acharo com quem
trstar. *
Os Srs. Jacintho Augusto do Amaral Jos
Cesario de Souza Pereira, Joo Moreira Wander-
ley, queiram annunciar suas moradas que se Ibes
precisa fallar.
Precisa-se de um hornero carroceiro ; em
Santo Amaro ao p da fuodicao, taberna de Jos
Jacintho de Carvalho.
Precisa-se de um forneiro que saiba bem
preeocher eate lugar : na padaria da ra da Flo-
rentina n. S.
Attemjo.
Tendo fgido duas vaccas com a marca P. do
sitio n. 71 da rus Real (Uanguinho) na noile do
dia 2 deste correte mu, e nao se tendo ainda
podido acha-las, roga-se a quem souber deltas se
dirigir no sitio cima a fallar com Prederico
Chaves ou na ra da Iroperelriz n. 19.
Aranaga Hijo & C. parlicipam ao corpo do
commercio desta pra;a que o Sr. Jos Mara Sal-
gado deixou de ser oaixeiro de sua casa commer-
Jjjjj 4de eita dala. Pernambuco 4de marco de
aos terceiros da ordem
Francisco.
Na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas,
vende-se eslamenha para habito3 a 28200 o co-
vado, ese apromptam os mesmos habilos a ven-
tado dos irmos a 459 cada um. obra muito bem
feita.
SYNOPSE
4os consumidores de gaz.
A empreza da illumiiiacao
gaz, roga a todos os.Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregaremaos seus machinis-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigido. Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
Camargo < Silva.
compradores da loja dos Srs. Campos & Lima,
sita na roa do Crespo o. 1, rogam aos devedores
desta firma, que se dignem vir pagar suas contas,
ou enlenderem-se a respeilo com os referidos
compradores ; certos de que sero chamados a
juizo os que assim nio fizerem.
0 bacharel WITRVIO pode ser
pioeurade na roa Nova n. 23,primeiro
andar, do sobrado da esquina qne volta
para a Camboa do Carino.
Aluga-se o armazem n 7 sito na ra do
caes de Apollo, sendo ptimo para assucar ou
outro qualquer deposito de gneros, estando la-
do travejado, o que pode servir para guardar cer-
tos gneros, teodo o quintal murado e cacimba,
neo favoral embarque ao p da porta : a tratar
o paleo de S. Pedro n. 6
Agencia doi fabricantes americanos
Grouver Baker.
Machinas de coser: em casad e Samuel P.
Johiton Perderam-ie, ao desembarcar do ro quefl-
ea por Iraz do engenho Poeta at o corredor do
Cacfcang, ae deas ultimas pecas de urna flauta :
a pessoa que achaodo quizer ter a bondade de
resilla) dirjanse a esta typographW onde se lhe
graliflearl.
DE
ELOQUEMIA E POTICA VUIOML
PELO ACADMICO
MANOEL DA COSTA HONORATO.
Sabio do prelo a indispensavel synopse para os
exames de rhethorica, a qual se torna recom-
mendavel aos estufantes nao somenle pela cla-
reza eioncisao do phraseado, mas lambem por
urna tabea synthetica que tem junta, a qual, de-
pois de terse estudado o compendio, de impro-
viso Iraz memoria ludo quanlo ha detssencial.
A' venda na typographia commercial, ra estreita
do Rosario n. 12. e na livraria classica, pra;a de
Pedro II n. 2, a 2& cada exemplar.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho saccam
sobre Lisboa e Porto ; no largo do Corpo Santo,
escriptorio.
Attenco.
a .
O abaixo assignado roga a lodos os seus deve-
dores tanlo desta praca como do malo, hajam de
mandar satisfazer seus dbitos, isso al o Um do
crrenle ; lindo este prazo passar a cobrar ju-
dicialmente. Recife 2 de margo de 1861.
J. G. Malve ira.
Antero Jos de Almeida Carvalbo retira-se
para o Rio de Janeiro.
Albino Francisco dos Santos retirase para
fra da provincia.
Manoel de Souza Pimentel rclira-se desla
provincia para a Europa.
Cozinheiro.
Quem precisar de um peifeito cozinheiro, diri-
ja-se a ra da Cruz n. 4.
Jos Escunha Mi vai para Macei.
Nicols Chiooune, Italiano, vai para Macei.
Manoel Ribeiro da Silva manda o seu em-
pregado Jos Antonio Vieira s provincias do
norte.
Esl justo c contratado a compra da taber-
na sita oa ra do Alecrim n. 45, peitenreotea
Sra Candi-ta Fortuna da Cunha Braga : se al-
fcuem so julgar com direito a reclamar sobre a
dila venda, haj. de o fazer no prazo de 3 dias,
sob pena de nao ser mais attendido. Recife 1.
de margo de 1861.
Em urna ra pricipal, e por muilo barato
prego, aluga-se um solao de uro sobrado com ja-
neili para ra de um e oulro lado, e nao sendo
este muito alto, contendo um grande quarto, co-
zinha e urna sala, dando-se preferencia a urna
senhora que seja casada ou viuva e de idade, que
nao seja mais de urna a duas pessoas : a tratar
no becco Largo, taberna n. 2.
Antonio Nurberto de Souza Lealdade reli-
ra-se para o norte a tratar de urna cobranga.
Precisa-se de urna mulher para tratar de
outra que esl doenle, nicamente, sendo servigo
interno : a tratar na ra do Noguoira n. 21.
Aviso aos Srs. estudantes
da faculdade.
CT Pedro Angelo Evangelista, com hotel na
ia* do Arago o. 11, convencido que mandando
almogo e jantar s casas dos Srs. esludanies, es-
tes nunca sero bem servidos, o sonuncianle tem
deliberado a modo do que se faz em ontras cida-
des, onde existem faculdadea oa academias, a
dar mesa redonda de almogo e jantar quairo ve-
zes por dia, almogo s 7 horas e 1|2 em ponto e
jantar as duas hnias para uns ; e para oulros se-
r o almogo as 9 horas e 1|2 e jantar as 4 horas
4a larde. Cada esludante pagar lj diarios e
tendo criado pagar 10160 rs. Se houver nume-
ro de aasignanle para aa mesas redondas o jan-
lar ser augmentado em seus pratos. as horas
podero ser mudadas de modo a ae tornar coro-
modas e convenientes maioria dos Srs. estu-
dantes. O annuocianle dar tambera caf a lar-
dinha e a noile a 80 rs. a entere, e vendtr cha-
ratos de diversas qualidades.
Precisa-se arrendar urna otara : quem a
tirer annuocle para ser procurado. I
Precisa-se de urna mulher forra
ou escrava que 8ja boa cosinheira : na
ra do Crespo n. 25, terceiro andar.
C ompras.
Compra-so urna negra que esteja pejada,
com seis ou stle mez de bonitt figura que lenha
boa conduela quem tiver e se quizer vender diri-
ja se a ra do Rozario Eslreila n. 36 se dir
quem que quer.
Compram-se escravos.
Compram-se, vendem-se, etroram-seescravos
de ambos os sexos e de toda idade : na ra do
Imperador n. 79. primeiro andar .
Compram se notas de 1$ e 5$ ve-
lhas com mdico descont : na praca d
Independencia n. 22.
Compra-se um cavallo que seja manso e gran-
de : na cocheira defronle do porto das canoas da
ra Nova.
Vendas.
Vendem-se saceos com farinha de mandio-
ca muito barato : na ra da Senzala Nova o. 39,
taberna.
.em& tteeieeiese ^mmm
** NA LOJA
Encyclopedica
DE
Guimares & Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Vende-se fazendas de superiores qua-
lidades egostos por precos incriveis:
Chapeos de seda para senhora brancas e
de cores a 5$.
Ditos ditos de ditos de cores e traucos a
209000
Ditos de palha ticamente enfeitados a
28 e 40*.
Riquissimos cortes de cambraia branca
bordados a 35$.
Ditos dilos a 20$.
Las de Garibaldi em corles com 25 co-
vados a 10*.
Cassas a Garibaldi e otrtros delicados
goslos s 700 rs.
Cassas miudas superior fazenda de cores
uxas a 260 rs. o corado.
Las de todas as qualidadea a 3*600 rs.
Manteletes, sabidas de baile riqusimas.
Chitas fraocezas de todas aa qualidades.
Sedas de quadrinhos e gros de todas as
cores.
Cambraia branca da China com palmas de
9 varaa cada pega a 6J50P.
Saias baldes de 30 arcos a 5*.
Chalea de touquim brancos e outras qua-
lidades de chales finos.
Cambraia bordadas a mao a pega a 24*.
Saias bordadaa e de fusto.
Sedas de cores e prelaa de 2 saias borda-
das a velludo em cartes ultima moda
de Paria. !
Esparlilhoa de molas.
Grande sortimento
de roupas feitas. sobreessaoas, palelots,
colletes, calcas,camisas e seroulas.meias,
grvalas etc., etc.
Calcado Mell ultimasMnle chegado de
Neste estabelecimeno encontra-se
Srende aortimento de fazendas de to-
se as qualidades propriaa para senho-
res, homens e meninas e seus precos
sao admiraveis.




(6)
WiMO DE MllIlBtlCO QATl fHBA OE MAi$0 DI 1861.
Largo da Penha
Vendem noseu armazem Progresso os siguiles gneros recentemenle chegados por me-
nos 5 oa 10 por cento por serem .indos de corita propria e tudo das melhores quahdades que se
podem encontrar tendeles a molhades :
a libra e 800 rs. de 8 libras para cima s6 no
Ten de-se a 1*700
no mercado, so no
Manleiga ingleza flor a i9
rrogresso.
Quetjos Wamengos a 1$100 d0 prec0 de ^ e28500
pela grande porgSo que lem, afianga-ae quo sao os melhores que ha
Progreso.
V>\iampa*lia da9 maig acreditadas marcas a 20fi a duzia e 2$ a garrafa, a (langa-se que
a melhor do mercado, so no Prugresso.
^w
"""J SUlSSO a g{g rs 8 ]ura unicamenie se vende no armazem Progresso, aanga-se
a boa qualidade, s do Progresso.
%_iUOtM)\aiQ dos ma8 acreditados fabricantes da Europa a 900 rs. a libra, s do Progresso.
jHa[BClaUia em oompoteiras de folha do mais acreditado fabricante da Europa inda pela
priraeira vez a esta provincia lacrada hermticamente e muio be tu enfeitada a 1 rs. a libra.
s no Progresso.
lm\>eTia\ mermelada do a{amado Abreu e oulros fabricantes premiados na ex-
posico de Londres a 800 rs. a libra, s no Progresso.
nfl.aQa fiC tOHiale chegada ltimamente da Europa a 900 rs. a libra,
iLStaS eom SOCia Chegadas de conti propria no ultimo navio a If600e 4J
8 libras, s no Progresso.
A.m eixas raneexas
10, s no Progresso.
Figos de comadre
e 240 rs. a libra.
Cha perol, nyson e prcto dos melnores que lem tnd0 e hs n0 mercad0 a
29560,2* e 1g600 a libra, s no Procresso.
Caixas eom fc Vibras de passas muUo fcem onfeiladss propr8S para
meninos a 3* e em caixa de 1 arroba a 123 e em libra a 500 rs., alianca-se serem as melho-
res do mercado, s no Progresso.
^'**' COrUlla ou passas proprias para podim a 1J200 o frasco, s no Progresso.
Hoce da casca de g >iaba a n 0 caixa0i s6 no Progre8S0.
Vinlio xerex
Progresso.
**""S para paSlO e mesmo para engarrafar pelas suas boas qualidades a 4J>500 a
caada e 640 rs. a garrafa, s no Progresso.
Vi alio Bordeaux
Progresso.
Srvelas
s no Progresso,
latas eom
da melhor que ha nesle genero a 500 a libra e em latas a
caixinhas eom 16 libras, os melhores que ha no mercado a 29500
1,1
25-W NOVA-25
Grande deposito de pianos fortes
DOS
MAIS AFAMADOS FABRICANTES DA EUROPA
DE
ca*e C^SH^*^ aCb2 d? ceber da.Eorops algn, piano, da celebre fabri-
UKELdi issel. o propnetarlo deste slabelecimento toma a libordade de convidar
os professores, dilectanli e
lentes qualidades destes pi?
esmerado gosto desie afamado fbricanTe"
madores deste instrumento para qne se dignem vir apreciar as exeel-
ittea pianos, e juntamente observar a pereicao do trabalho unido a elegancia
do melhor que se poie encontrar neste gonero a 1J600 a garrafa, s no
das marcs mais acreditadas aliga caixa e lj a garrafa, s no
TABAC CAPORAL
Deposito das manufacturas imperiaes deranca.
rAMRntelfi in llin? qU8' Se/ende Pr m,sos de 2 hectogramos a 1J000 e em porcao de
10 mseos paro cima eom cesconlo de 25 por cento ; no mesmo estabelecimento acha-se tambera
o verdadeiro papal de linho para cigarros.
CENTRO C0IHNERCI4L
15 RuadaCadeiadoRccife 13
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E CIGARROS
cores a
DE
lose Leopoldo Boiirgard
chegada no ultimo navio do Havre a 800 rs. a libra, s no
das melhores marcas que lem vin lo ao mercado a 5$ a duzia e 500 agarrafa,
(branca) s no Progresso.
SlI.aC/tf.S para SOpa e scvadnha muilo nova a 500 e 320 rs. a libra, s no Progresso.
Hiauteiga fr&ncexa
Progresso.
\ aillOS llXaOOS os mellicres que lem vindo ao mercado a 200 rs. o masso eom 20
nussinhos, s no Progresso.
AZtllOTiaS a u,200 rs. 0 barril, s no Progresso.
ttailUa lie pOrCO rrfinada a mais alva que existe no mircado a 480 rs. a libra e em
por$ao de 8 libras para cima a 440 rs., s no Progresso.
ToucioAio de LAsboa
Progresso.
StVdua muilo nova a 3$ a arroba e 120 a libra, s no Progresso.
-V. pial 0 mas jiuipo que ha a 5g a arriba e 160 rs. a libra, s no Progresso.
SpermaCete a 80o rs. a libra, s no Progresso.
Sill -t*OH e ouiras rouitis qmlidaies de peixe em lats de 15200 a 2J. s no Progresso.
Os proprictariiK prometiera aos seus frognazes relativamente a roolhtlo e vt'it lerem mais barato qn-; omoutra qiialquer parte, prom^Uem mais
tambem servircm aqimllas p^ssoa? q>ie raanlarom por unirs poueo praticas como se viessem pes-
soalment-.i, rog-*m tnuocm a tolos osSrs. do engenlv) o Srs. lav-radores queiram mandar suas en-
coinmendas qm no arraazera Progresso se Ihes alniQa a boa qualidade e acundicionamenlo por
mais longo que seja o serlo.
o melhor que ha a 9j a arroba e 320 rs. a libra, s no
Chfl ne^nor f.HfP,."? ?'-hl"'/ gande deposUo de 8Piores charutos do Rio de Ja-
neiro por cunt da grande fabrica dos Srs Domingos Alves Machado & C. veodendo-se era
Charutos sissos m 0 mlher0i ^^ goperior e que se vend.a a ^
a320?8ara CQarUl0S eom agarras de metal ais cada um, ditos para cigarros a
e cigarreiros que fabri-
se a qua-
PaP?a1m?ai*a C*aPr0S P^prios para os fumante's de cigarros
cam os cigarros de papel de linho e seda. agarros
ieCaPOral fraDCZ' verdadeir 8 5os de diversos lamanhos, ga
Tk! fUVCJ *t' Hb.raf m,ea ,ibra Pr 3*' para ci8rros e cachimbos,
^b^ Pa cigarros e ca-
GlgarrOS de mailllha depapel branco pardo a 1S 0 ilhro.
Machinas e papel para Cigarrosdemanilha.
ap rolao francez em macos de ama libra e ditos de meia [bra superior.
Vsosdelou5aebaoparaubacoerap
Cachfi brS C SCaS de dFerMS qualidades para charulos-
' esla^sa,emsempresortimonlo espantoso de cachimbos de gesso, louca,
dein, barro e os verdadeiros e sempre apreciaveis cachimbos de espuma."
ma-
Tabaco do Rio de Janeiro oi
VPTlrip i rl c lu Plcado Pa" cachimbos e cigarros a800 rs. a libra.
m-Se lOOaS as fazendas mais barato do que em oulro qualquer parte.
r^-.tfg?,d^o%".Sr?BdllM lrnand0-3e 8 r6Ceber -lmado o* charutos) quan-
Rap do Joao Paulo Cordeiro.
E'chgado o rap de Joao Paulo Cordeiro
ra larga do Rosario, passarido a boti".a a segun-
da luja de miudezas e na mesma luja tcm muitas
mais qualidades de rap, linhas de Pedro V, car-
lao de 50 e 200 j irdas, muilo boas linhas por ser
de linho puro, e muitas mais miu leas c encon-
ta, que s vista se dir o prego do tudo.
e I.atham & C. ua
n.52, vende-se .
ra
9
@ Em casa de Mi
@ da Cadela do Kecife
@ Vinho do Porto.
Dito Xercz engarrafado da muito supe-
@ iui qualidade.
(9 O'eo de liuhaca.
Alvaiade.
Secante.
A/arcao.
C" F.'icarnado veneriani em p.
Boa peehincha.
Vende-se por preco muilo commodo urna casa
terrea de pedra e cal, nal ra Imperial, eom 3 sa-
las e 3quarlos, coiohaj fra, la lo do rio Ca pi-
ba ri be, quintal cm mai de 600 palmos de ex-
tensio e alguns arvoredps da ruclos, banho ao
p Ua casa e porto de eibarque em tojas mares,
cuja casa se acha alugada por 300^000 aonuaes:
os pretendenles dirijaoi-jse mesma ra Impe-
rial, casi n. 176, poucoi odiante da fabrica do
sabao, que acharao comlquem tratar, a todas as
horas do da, e se livere|a vonlade se agradarao
do preco.
A 20$00 o corte,
no armazem da ra Nova jun-
to Concento dos Milita-
res, n. 47,
de
Bastos Parece incrivel I... corles de ricos vestidos
de sfda pretos, eom babados ricamente borda-
dos pelo diminuto prego de 200000 o corte, as-
sim como temos grande sortimento de fazendas
pretas para a quaresma ; ricos taimas de velludo
e capas compridas, ricamente bordados dos mais
modernos gostos que teem apparecido ; vestidos
de seda prela de todas as qualidades; grosde-
naptes a Ip8u0, 2 e a 2J400 ao covado ; ricas
mantas prelas para aenhora, eom quatro paleaos
de largura muilo compridas, pelo diminuto pre-
go de 80 rs.; ricos manteletes de seda prela
eom tucos comprito* e sem bieo, gosto muilo
apurado, a 229, 249, 28 e a 30 rs:: todas estas
fazendas se vendem muito barato s eom o Gm
de apnrar dinheiro e acreditar este novo ar-
mazem.
Na nova loja de fazendas de
quatro portas.
Ka na da Impcratriz o. 58, vendem-se f zondas
que fazadmirar. proprias para a quareaaa, asa-
bar: grosdenapie pxelo* 1*300. a. eSJOO oco-
oSSa aJl,encorpado, panno fino preto a 3$,
J*50e4*500 o covado, (aseada muitofina, prin-
cesa prela a 600, 710 e 800 ra. o oovado, alpaca
preta do mesmo precio, cortes xle caseaira pela
para calca a 5$. 6 e 64500 o corte, cassaade co-
rea de ollimos gostos a 320 e 400 rs o covado
delicados padrOes.
Vende-scum cabriolel eom todos osarreios
eom cavallo para o mesmo : a tratar na cocheira
do Sr. Joaquim Paes Pereir3 da Silva, defronte
da torre do relogio.
Sortimento de chapeos
flua do Queimado n. 39
Loja de quatro portas.
Chapeos pretos francezes de superior oualida-
de a 7J.
Ditos dos mais modernos que ha no mercado
91
Uilos de castor pretos e brancos a 16$.
Chapeas lisos para senhora a 25$.
Dilos de velludo cor azul a 18$.
Ditos de seda para meninas ricamente enfeita-
dos a 8j.
Ditos dilos para menino a 5$.
Lindos gorros para meninos a 3$.
Bonels de velludo a 5$.
Ditos depalha muilo bem enfeitados a 4$.
Chapeos de sol francezes de seda a 7$.
Dilos inglezes de 10$, 12$ e 13$ para um.
Aproinpt-iiu-se
vidade.
encommendas, encauolatn-se e remeitem-se aos seus destinos eom bre-
do que tica erposlo tcm um variado sorlimanto d
manes.
e objeclos proprios para os senhores fu-
barato do^. ^^oe^5S^'"M,e' m0l' Pe' ^ M ^e yendf
Vender muito para veu 1er barato
Vender barato para vender muito.
muito mais
;posito,
ecnptorio
asm WSWKSWelBWraKI
I Potassa.
Veade-se a 210 rs. a libra, a
H superior e aira potassa doacredi-
H tado fabricante Joao Casa-nova ,
g> cuja qualidade e reconhecido ef-
feito igual ou superior a de
f| Hamburgo, geralmente conheci-
da como da Russia : no dei
ruada Cadeia n. 47,
H de Leal Keis.
Fazendas pretas para a
quaresma
Na roa do Queimado n. 39
Loja de quatro portas
DE
Joaquim Rodrigues Tavares
de Mello.
Corles de veslidos de seda pretos bordados a
velludo muito superiores a 120$. ditos bordado,
a retroz e vidrilho a80|, ditos bordados a sedas
lazenda muilo superior a 70$, manteletes da fil
oe lindos gostos a V$, ditos de grosdaoaple re-
lo ricamente enfeitados a 20$, S5$, 30$ e a 36*
cada um, ricas mantas de blonde heapaoholasa
20$, ditas de fil bordadas a seda a 13$ e a 15$
cada uma.grosdenaple preto de superior qualida-
de de 1$800 at 3*200 o covado. luvas pretas en-
tenadas e de superior fazenda 2$200 cada urna e
oulras muitas mais fazendas proprias para a qua-
resma.
Luvas.
Estampas finas e iuteres-
santes
A loja d'Aguia Branca recebeu mu Anas, e gran-
des eslampas, de fumo e coloridas, representan-
do urnas a morte do justo rodeado de anjos, etc.,
e oulras a morte do peccador cercado de demo-
nios, etc. Sao na verdade interessantes essas
estampas para quem as sabe apreciar, pelo que
se lornam dous quadros dignos de se possuir e
mesmo pela raridade delles aqui. Vendem-so
a 2$00 cada estimpa, na ra do Queimado n
16, loja d Aguia-Branca.
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Srs. Joo Soum & C nicos possuidores des-
te xarope j bem conhecido peles seus bons ef-
fetos, continuam a vende-o pelo preco de 1$
cada vidro, fazera urna differen?a no prego aos
co'legas e a todas as pessoas que tomarem de 12
vidrospara cima.
Rap priceza gasse da Bahia
Era_casa de Lopes Irmios. no caes da liande-
Pi n. 7, acha-se estabelecido um deposito dessa
terica, onde se vende em po^oes ou a retalho.
Farelo emlho.
Saceos grandes e de muilo boa qualidade : no
largo da Assembla n. 19, armazem de Anlunes
utmaraes a C.
Aprecos sem limites.
Na loja de miudezas da ra Direila n. 103 se
vende, para completa liquidacao, difTerentes miu-
dezas de diversos mistares, um completo sorii-
menio de bicoa e rendas, de algodo, linho e se-
cartelras e eslojos proprios para viajantes, diffe-
renles objeclos de porcelana, sendo jarros e ou-
lros para enfeites de mesa, banhas e cheiros
roupa o calgado. e realejos eom pancadaria ou-
teos eom figuras do macacos, e outras muitas' cou-
sas, que s a vista animar ao comprador.
Manteiga ingleza
F sera vos habilidosos.
. i ceilentes escra*a de Da aoa de ida-
i ;-rl'^?y i"'-**.^"^ f 800,
l diU de idade 40 annos, boa cozinheira por 600$.
1 eacravo paca de id.4. 90 .. 1 dito ozil
beiro do idade 25 annos porriR, 1 molequi-
Veries ?*} 8 *DD0' 9" 65Q| ? M r,tt4e A0,*
Grosdenaples baratis-
simos
m7ie"!,"^15iS2',en^Ie8 Pre,opelo baratissi-
mopreco de1J60e e 2 o covado: na ra do
Queimado n. 28, loja da boa f.
/fu do Crespo n. 8, loja
de 4 portas.
Peehincha que admira. '
Chitas francezas cores fixas e lindos desenbos
a *40 rs. o covado dio se amostras eom penhor.
Rival sem segundo.
Na ra do Queimado d. 55, loja de miudezas,
est queimando os seguintes artigos abaixo de-
clarados, todas as miudezas esto perfeitas e> o
preco convida :
Caiis de clchales a 40 rs.
Cartoes de dilos a 20 rs.
Croza de pennas de ago muito finas a 500 re.
Charutos muite unos, caiza eom 100 a 2*500
Groza de boles de louca a 120 rs.
Carretel de linha eom 3*00 jardas a 30 rs.
Bules eom banba muito fina a 320 re.
Ditos eom dita dita a 500 rs
Banha em lata eom 1(2 libra a 500 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 rs.
Caitas cora obreias muito novas a 40 rs.
Ditas eom ph sphoror especiaes a melhor que
ha a 160 rs.
Pares de meias cruas pera homem a 160 rs.
Ditos de ditas muilo finas a 200 ra
Tecas de franja de laa muito bonitas
oou rs.
Duzia desabneles muilo finos a 600rs.
Iscas para aceoder charutos a 60 rs.
rhosphoros em caiza de folha a 100 rs
Cartas de alineas unos a 100 rs.
Calzas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares desapatos de tranca de algodo a 1$.
Ditos de la pa-a meninos a 200 rs.
Frascos de macassi perola a 200 rs
Ditos de oleo a 120 rs.
Duzia de tacas e garlos de cabo preto a 3|.
I ares de luvas de Oo de Escocia a 320
Massos de grampas finos a 40 rs.
Caivetes de aparar penna a SO rs.
^Tesouras para unhas e costura muito finas a
Pegas de tranga de la eom 10 varas a 320
tscovas para denles muito finas a 200 rs
Cordo imperial fino a 40 rs.
Dito Rrosso a 80 rs.
Cordes para espartilho a80rs.
Cairas para rap muito finas a 1$.
Pares de meias de cores prra meninas a 160 rs.
Linha de marcar (novello) 20 rs.
Groza de marcas para cobrir a 60 rs.
Agua imperial
para tirar as caspas, limpar mui bem a cabeca e
fazer renascer os cabellos ; vende-se nicamen-
te era casado cabclleireiro da ra do Queimado
o. o, primeiro andar.
Agua para Ungir ca-
bellos.
A meihor que tem apparecido at boje : tinge
mu bem os cabellos, e nao tem o inconveniente de
licarem os mesnios russos ou verdes: o proces-
so do usar simples, e o efieilo proveitoso : ven-
?f H-n' ''kV'3 9ueimad0 6. primeiro andar,
casa de cabclleireiro.
Baratissimos jarros de por-
celiana.
Vende-se mui bonitos jarros de porcellana dou-
rada e de tamanhos nao pequeos, proprios pa-
ra enfetes de mesas, ornato de gabinete, etc.
pelos baratissimos pregos de 3$ e 4g00 o par:
na ra do Queimado loja d'Aguia Branca n. 16.
Attencao.
Na ra do Trapichen 46, em casa de Rostron
oofcer & C, existe um bom soriimento de li-
nhas de cores e brancas em. caneteis do melhor
fabrcame de Inglaterra, as quaes se vendem poi
precos mui razoaveis.
Livros.
Vendem-se diccionarios latinos, inglezes alle-
maes, selectas inglezas, Horacios eom interpreta-
45) Ra Dreita 45
Tendo de augmentar 30 ( o calcado de e-
nbora e o de henea 10 X. do dia 9 de fevereiro
em diente, em consequencia da non pauU que
ha 4* vigorar aUJuMUg,. ^ tf*^, H
be sortido eitttelMweQto da n$ D.raUa o
45. nao quar que os seus reguezes carreguem
eom as coosequendts do systema floanceiro do
Sr. ministro da fazeuda a por isso sustenta os
pregos do sen calcado pela tabella seguate :
Homem.
Borzeguitu para hornea (m-
perwe)....... 10$000
Ditos (aristocrticos). 9$000
Ditos fprova d'agna) J500
Ditos (Bersagiieri)..... 8^000
Drto,(ommum*tas). 6^000
Meios boTeguins (patente). f3000
Sapatet (3 bateras). 5<)4)
Ditos (sola dupla)..... MO
Ditos (blusas). ...... 5^0
Senhora.
Botinas (prima dona). 5jfQQQ
Ditos (fis ?i*). 4800
Ditos (me dei^e)..... 4500
Ditos (gnsete). ... a^q^
Meninos e meninas.
Sapates (bezerro)..... 000
Ditos (diabretes)..... 3500
Ditos (salva ps)...... 3000
Botinas (bohr;osas)..... 44000
Ditas (para enancas). ^50o
Sapatos para senJiora (lustre). 1A200
E um completo sortimento de couro de lustre
rXT.T80Ubezerro francM- courinhos e
ludo que oecessano a um irmao de S. Cris-
pim. advogado dos artistaseepateiros. pororeco
que s este estabelecimento pode vender. S
Boa do Crespo,
cambraiaUsafinaaS. organdys moho S J
rfotS*,' m^ COTao, ssaa abert de
r^l. h COres ?40 chi,as lar 200 e 240
Sos .lrt"-' de ^'af V 2- eDtreme08 borda-
dos a I500 a peca, babados bordados a 320 a
vara, sedinhas de quadros Anas a 800 rs.. casa-
,FThe,8dewC":b?ia e fll0 5. Penteadorea de
cambraia bordados a 5. gollinhas bordadas a
J'adla*c.POBtaa a500, manguitos borda-
desde cambra.a e 16 a 8, damasco de laa eom
l'l7,de largara. 1600, bramante de linho
eom 5 palmos de largura a 900 rs. a vara, Inras
para senhora a 100 rs. o par, capas de fusto en-
ifitadas a 5*. pecas de madapilao fino a 4|, laa-
m "Luadros P vestidos ; 340, caroisus de
cambraia bordados a 2, sobtecasacas de panBo
?. a *2S *>S. PaleloU de panno e caaemira de
hrit^?5, dUos de "'P8" de S500 8. dilos de
^Je cores e br,D"s de 3500 a 5J, calcas de
dito, rti8KP-ela,8 e de coreB P"ra todos P Presos,
di tos de brim de cores e brancos de 2 a 5#. ca-
ZM.'T" 6 d.e cores Para lodos Precos,
colletes de casemira de cores finos a 5 ; B
como oulras muitas fazendas por menos do seu
valor para fechar comas.
Liquidacao.
em barris de Inte a
de Tasso Irmaos.
Untas libras: no armazem
Vende-se um terreno eom 30, 40 ou aOnel-
mos de frente, conforme melhor convier ao com-
prador, tado aterrado, sitaado na na do Brum
Junto a fundicao ingleza, eom mais de 300 pal-
mos de fundo, e promplo para se eiftcarem re-
Ooaces, padariaa, ou oulros quaesquer estabele-
cimentoii por ter excellente porto para embarque
e desembarque da gneros: na ra da Madre do
Dos, armazem n. 20.
E chegado loja da aguia de ouro da roa do
Cabug. as verdadeiraa l-ivaa de pellica. JobsIb.
sendo para senhora e para homem, qua is ven-
dem a 3 o par. aflanca-se a boa qualidade.
Bolsas de tpele para
GRWDE 80RTIMEi\T0
DE
Roupa feita,
Na loja e armazem de Joa-
quim Rodrigues Tava-
res de Mello.
Hna do Queimado n.39
Loja de quatro portas
Sobrecasacas de panno fino obra muito bem fei-
ta, de 35 a 40* cada urna.
Palelots de panno 600 preto, de 25 a 30.
Colletes de velludo preto bordado, a 121 cada
Ditos de gorgurio preto a 7 dem.
Ditos de setim macio a 6$ idem.
Dilos de casemira preta a 53 idem.
Caljas de casemira prela tina de 12 a 14
Palelots do estameBha a 5. ^'
Dilos de alpaca preta, saceos de 4 a 5S
Dilos de dita sobrecasacos de 8 a 9.
Dilos de batnbolina preta superior fazenda a 12
Ditos de meta casemira a 10.
Ditos de casemira muilo flna'a 14fl
hr?mml*t? 8orlimenlo de paetot de rusti e
bnm. e caigas e coletea, que todo se vende
preco em coala.
A loja da ba-f
na roa do Queimado n. 2,2,
est muito sortida,
e vende muito barato :
Piinn1*"1100 de puro linho '"'ncado a IJOOO e
iSaJi "' a vara dil pardo muit0 superior a
182U a vara; gangas francezas muito finas de
padrees escures a 500 rs. ; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 r o co-
I vado : cortes do calca de meia casimira a fi60 ;
dilos de bnm de linho de cores a 2 rs breta-
nha de linho muilo fina a 20, 22 e a 24 rs a
pega eom 30 jardas; atoalhado d'alsodSo muilo
superior a 1400 rs. a vara ; bramante de linho
eom 2 varas de largura a 2400 a vara ; lencos
de cambraia brancos para algibeira a 2400 a
duzia; dilos maiores a 3$; dilos de cambra.a
de linho a 6. 7 e 8$ rs. a duzia ; ditos borda-
dos muito fios n 89 rs. cada um ; dilos de cam-
,.'* ,eJ,-^odao com bico 1,r le linnc- em
i* nS?8 ; lie'03 COm reDda> bko e aby>-
lo a 2JOO0; e alm disto, oulras mullas fazen-
das que se vendem muito barato a diBheiro a
vista : na ra do Queimado n.22, loja da Boa .
fiooitos cintos para senho
ras e meninas.
Na loja da aguia branca vendem-se mui boni-
tas titas com fivelas para cintos de sonhoras e
??nli0"\ie pe' baralifiS>o prego de 2jJ : em
dita loja da aguia branca, ra do Queimado nu-
mero 16.
Gheguem ao barato
O Preguica est queimando, em sus loja na
ra do Queimado n. S.
Pegas de bretanha de rolo com 10 varas a
2JJ, casemira escura infestada propria para cai-
ga, col le te a palitots a 960 rs. o corado. Cm-
brala organdy de muito bom gosto a 480, n.
avara, dita liza transparente muito fina a 39,
4!,5, e 63 a peca, dita tapada, com l varas
a 55 e 6JP a peca,chitas largas de modernos e
escolhidos padrees a 240, 260e280 rs. o cova-
do, riqoMsiraos chales de marin estanpado a
7 8, ditos bordados com duas palmas, fa-
lenda muito delicada a 9 cada um, ditos com
urna s palma, muilo finos a 850U, ditoslisos
com franjas de seda a 59, Ubcoi de cassaa eom
barra a 100, 120 e 160 cada um, meias muito
finas pira senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidade a 3 e 39500 a duzia, chitas fran-
eezas de ricos desennoe. para eoberta 280 re.
covado, chitaseseurM ingleaaaa i900 a
peca, e a 160 rs. o eovado, bfim braneo de paro
lramj a 19, 19200 a 19600 a vara,- dUo preto
muito encornado a 19*00 era, WiHiMtina
liJ r r,n8 peca ,6 e 20 pentes de
alizar, finos, a 200rs cordoes para espartilho
oo rs.. canas,de clcheles a 60 rs.. carioes a 40
nm IWu ? lamPar'Is a 40 rs., agulheiros
r,''lhM francezas 120 rs fita de linho, a
pega a 40 rs babado do Porto 120 e 160 rs. a
vara, .noloes de louga para camisa 100 e 120
boVdaMaln a' groza m "- froCo para
SuSma ['L peca- froco com a"i>e sem
elle 320 e 40Ors franjas e galoes de linha
k -^nf- T|l,nlh0 W*0 rs- a 'bra, goli-
nhasa 800 e 2. manguitos 2. boloes para
casaveque de todas as qualidades 200, 300 e
400 rs. a duzia, tranga de linha de caracol a 200
" a pe.Ca; "jacos de grampas 40 rs laa para
bordar 5. 6e 8 a alamares dourados para ca-
pole, a groza 8, 10 e 12, fitas de seda de to-
das as qualidade. bandejas, espelhoa dourados
quadros de eslampa flourada e oulros muilos obl
jectos por barato prego, e tambem se veude ar-
e notas Euclides.^ flo^w^o. i. o.tua rK^^SfloVllu^ and^
dus sanios, brevianum romao|: na ra da ma- ra d> retratista. a Danaei
Inz da Boa-Vista n. 31. j Vendse a
[Cruzes, era Sanlu
casa terrea n. 23, na ra das
,~ t a"'o Antonio, trata-se na
j Crespo, loja dos Srs. Adriano & Castro.
Vende-se um sitio
em chaos proprios. com urna excellente otaria
barro no mesmo sitio para obra fina e grossa'
boa baiza para capim. casa de morad. 0va e
^,.h !!M0llllno,lM Pra grande f.o,ilia, de-
Eflfeiles de cakfa
muito barato para chegar
a lodos
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabnofi n 1
vende-se enfeiies pretos de vidrilho pele bara'tis-
sirr.o prego de 2, ditos de velludo di ,, ,
4. dilos de .ranga a 3. assim como luv" p"u"
de lorcal com vidrilho. ditas de seda pretas e de
n/emSiSSlm h0 pu,leifM de contiBhas dl.af
de m.ssanga de cores, e gollinhas muito lindas
judo se veude por baratsimo pre-
por
Cera de carnauba.
A melhor que tem vindo ao mercado e por
prego commodo : no lamo da afcetnbla n. 19.
armazem de Anlunes Ouimares & C
Sonthall Mellor d C.
de vidrilho
co para acabar.
Ruado Crespo
n. 8, loja de 4 portas.
Madapolo fiuo com toque
de avaria de 2#500 a 4^500,
chitas escuras avadadas com
S covados de 3^500 a 4^500
a pe?.
ViDto de Bordeaux.
Em casa de Ralkmann Irmaos 4 C.,
Crnz n. 10 eneontra-seo denosito das'h
nbecidas
que aa fafi patenta ao compra-
dor, da todas sa darle amostras com pennor.
. ra da
deposito das bem co-
marca dos Srs. Brandenburg Freres e
dos Srs. Oldekop Mareilac & C, em Bordaaax.
lea as seguintes qualidades:
De Brandenburg frre*.
St. Estph.
St. Juliea.
Margan.
Larose.
Cha teau Loville
Chleau Margaux.
De Oldekop A MaBeiihaic.
St. Julien.
St. Julien Mdoc.
Cbateau Loville.
Cegnac em barris qualidade tu.
Cognac era chas qualidaa> inferior.
Na mesma casa ha par*
re&er:
unlrj arn barris.
Madeira em barris.
"7^


WAilO Di itKRAMMK. 1RTA ftDUH lMMg Mi86l.
MAZEM
DE
ROUPA FEITA
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
PORUADO QUEMADO 40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde. |
iua!id^rUflbeum?,.l0h"8ei;preura sorlimeDl ampielo de roupa feila de todas .3 Lj
"jl rtJ Zitm 88 ma,* execular Por medida, vontade dos freguezes, para o &1
que lera um dos memores professores. ^v^
Casacas de panno preto. 40, 35 e 30000 Ditos de setim preto SWalrt 929
30J.
Sobrecasaca de dito, 35$ e
Palitots de dito e de cores. 35.
25S000e '
Dito de casimira de cores, 228600.
15, 12 e ^^'
Ditos de alpaka prela golla de vel-
ludo.
Ditos de merin-silim pretos e de
cores, 9S000
Ditos de alpaka de cores. 59 e
Ditos de dita preta, 9, 7. 5 e
Ditos de brim de cores, 5?, 4500,
4S000 e ..-.
Ditos de bramante de linho branco,
6g000, 5000 e
Ditos de merino de cordio preto.
1&000 e
Calsss de casimira preta edecores.
.12. 10. 9 e
Ditas de princeza e merino de cor-
do pretos, 5 e
Ditas de Drim branco e de cores.
.5$000. 4s500 e
Ditas de ganga de cores
Colletes de velludo preto e de co-
res, lisos o bordados, 128, 9% e
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 6, 5$500, 5 e'
205000
9S000
llgOOO
8S0OO
38500
350O
3500
4J0OO
82000
68000
48500
2*500
3J000
8000
38500
preto 5*000
Ritos de seda e setim branco, 6 e 55OOO
Ditos de guranrao de seda pretos e
de cores, 78000, 63OOO e 58000
Ditos de brim e fustao branco.
38500 e 35000
seroulas de brim de linho 23200
Ditas de algodao, 18600 e 18280
Camisas de peito de fusto branco
e de cores. 28500 e
Ditas de peito de linho 68 e
Ditas de madapolo branco e de
cores, 3. 28500, 2 e
Camisas de meias
Chapeos pretos de massa, frariceze,
formas da ultima moda 108,88500 e 7000
Ditos de fellro, 6, 58, 4 e
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes, 14. 128, 118 o
Collarinhos de linho muito Anos,
novos feitios. da ultima moda
Ditos de algodo
Relogios de ouro, patentes hori-
sootaes. 100. 90. 80 e
Ditos de prata galvaoisados, pa-
tente hosontaes. 40J 3O000
Obras de ouro, aderemos e meioa
adrenos, pulseiras, rozetas e
anneis Toalhas de linho, duzia 128000 e 108000
28300
3j000
1800
1JO0O
2-;000
7000
8800
8500
708000
Algodo monstro.
Vende-ee ejgodio raoastto com duas larguras,
muito proprio para toalka lencAoa por dispen-
sar toda e qualquer coatura, pelo baratissimo
preco de 800 rs. a vara ; na ra de Queimado n.
22, na loja da boa ti.
BASTOS
que outr'ora tinha loja na ra do Quei-
mado a. 46, que gyrava sob a firma de
Ges & Bastos participa aos seus nume-
rosos freguezes que dwsolveu a sociedade
que tinha com o mesmo Ges lendo sido
substituida por um seu mano do mesmo
nome, por isso ficou gyrando a mesma
firma de Ges & Bastos, assim como a pro-
vena a occasio para annuociar abertura
do seu grande armazem na ra Nova jun-
to a ConceiQao dos Militares n. 47, que
passa i gyrar sob a firma
DE
Bastos ( Reg
com um grande e numeroso sortimenlo de
roupaseitas e fazendas de apurado gos-
por presos muito modificados como
lo
EAU MINERALE
NATRALLE DE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n.22
DE
Calcado barato na ra larga do Rosario n. 32.
O dono deste estabelecimento tendo em vista acabar
com todo o calcado at o fita de marco, expe ao publico Dlo
preco abaixo: r r
Para homem, senhoras e
Borzeguins de bezerro de Meli a
Ditos de Nantes sola patente
Ditos de dito sola fin
Ditos dito de dito
Ditos francezes de lustre de 6, 7 e
Dilos todos de duraque
Ditos de couro de porco a
Sapatosde lustre a 38 at
Ditos de bezerro a 3500 al
Ditos de dito de 2 solas
Ditos de 1 sola com salto
Ditos de 1 sola sem salto
meninos.
Borzeguins de setim branco
Dilos de duraque dito
Ditos pretos
Dilos de cores
Ditos de cores panno de duraque
Ditos dito de dito
Ditos de cores para menina
-5^lR"0S de dil tolios de duraque
o^OO | Ditos de dito dito
^mK'nT"!!3 de lraD5a P" meninos de M a
lt. R! os de lre para senhora *
.j.u.i Pilos .le tranra franrez-g para hornera
108000
98000
83C 00
7S000
890OO
6]>>00
58000
de seu costnme, assim como sejam: ri-
cos sobrecasacosde superior panno uno
preto e de cora 258, 288 e 30, casacas
do mesmo panno a 30 e a 35, paletots
sobrecasacados do mesmo panno a 18,
20 e a 228, ditos saceos de panno preto a
12 e a 148, .ditos de casemira de cor
muito fina modelo ioglez a 98, 10, 12
e 14, ditos de eslamenha fazenda de
apurado gosto a5 e 68, dilos de alpaca
preta e de edr a 4. sobrecasacos de me-
rino de cordao a 8, ditos muito superior
a 12, ditos saceos a 5, ditos de esguiao
pardo fino a 48, 4500e 58. ditos de fus-
to de cor a 3, 3*500 e 4, ditos bran-
cos a 4500 e 5#5C0, dilos de brim pardo
Ono sacco a 28800, caigas de brim de cor
Cuas a 3. 3500, 4e 48500. ditas de di-
to branco finas a 58 e 6500, ditas de
prineeza proprlas para luto a 48, ditas de
merino de cordao prelo fino a 5 e 6,
ditas de casemira de cor e preta a 8, 9
elO, colletes de casemira de cor e pre-
ta a 48500 e 5, ditos do seda branca para
casamento a 5, dilos de brim branco a
3 e 4, ditos de cor a 3. colletes de me-
rino para luto a 48 e 4500, ricos rob-
chambres de chila para homem a 10.pa-
letols de panno fino para menino a 128 e
14,casacas do mesmo panno a 158,calgas
de brim e de casemira para meninos, pa-
letots de alpaca ede brim para osmesmos,
sapatos de tranca para homem e senho-
ra a 1 e 1500, ceroulas de bramante a
8 18 e 20 a duzia, camisas francezas fi-
nas de core brancas de novos modelos a
178. i8, 20. 248. 28 e 30 a duzia
JE ditas de peitos oe linho a 30 a duzia di-
sf tas para menino a 1*800 cada urna, ricas
fB grvalas brancas para casamento a 18800
j e2 cada urna, ricos uniformes de case-
I mira de cor de muito apurado gosto tanto
U no modello como na qualidade pelo di- i
W minuto preco de 358, e so com avista se
i| pode reconhecer qu6 barato, ricas capas |
de casemira para senhora a 18 e 20.
II e muitas outras fazendas de ezcellenle |f
s gosto que se deixam de mencionar que 2
m por ser grande quanlidade se lorna en- X
*g adonho, assim como se recebe toda e 3
|g qualquer encommenda de roupaa feitas II
jf zendas scolhidas e urna grande officina tf
g> dealfaiateque pela suapromptido e per- >
Jf) feigo nada deixa a desejar, ff
Cassas de cores.
550O > Aind.a ?e T.en 5n00 I mu" ;oo,,. P^o baratissimo preco de 240 rs.
48000 "
48000
3|000
38000
3S000
28500
18200
18-280
1S0O0
Perfumaras
novas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
propria encorumenda um lindo e completo sorti-
menlo de perfnma ras finas, as quaes est ven-
dendo por menos do que em outra qnalquer par-
te: sendo bem conhecid oleo philocomo c ba-
nha (societ hygienique) alio frasco, finos
extractos em bonitos frascos de cores e domados
a 2i, 2500, 3, e 4, a afamada banba trans-
parente, e outras igualmente finas e novissimas
como a japonaise em bonitos frascos, cuja lam-
pa de \idro tambera cheia da mesma, bu i le
concrete, odonnell, principe imperial, creme,
em bonitos copinhos com lampa de metal, e
muitas outras diversas qualtdades, todas estas a
19 o frasco, benitos vasos de porcellana doura-
da. prepriospara offerta a2e2500. bonitos
bahusinhos com 9 frasquinhos de cheiro a 2,
lindas cestinhas com 3 e 4 frasquinhos, e caixi-
nhas redondas com 4 ditos a l200e 15600,
finos pos para denles e agua balsmica para ditos
a 19 e 15500 o frasquliho ; e assim urna ia-
finidade de objeclos que sao patentes em dita to-
ja d'aguia branca, na ra do Queimado n. 14.
Ultimo gosto.
XGKNCW
Si
A\ZllZ% ru:|Fazendas Parias para a
toresde New-York, Sioger! cuaresma, no nOVO es-
& c, whecier Wiisou e tabelecimento de Jos
Moreira Lopes, ra do
Crespo n. 13.
Geo. B. Sioat A C.
Estas ma-
chi n as que
sao as melho-
res e mais
durad ouras
moslram-se a
qualquer hora
e ensioa-se a
trabalhar as
casas dos com-
pradores ga-
raotindo-se a
sua boa quali-
dade e dura-
gao : no depo-
sito de ma-
chinas de
Raymundo Carlos Leite & IrmSo, ra da Irope-
ratriz n. 12, adtiuameote aterro da Boa-Vista
Na ra dr> Queimado n. 17 a primei-
ra loja passandoa botica vende se casa-
cas de suoerior panno fino preto de
3)# pelo barato preqo de 28^, por haver
grande sortimento e querer-se apurar
dinbeiro.
Estampas finas.
Na loja d'82uia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
rendem-se collecges dos passos, o mais fino que
podo haver, comoslos de 14 estampas, que se
rende por baratissimo prego de 14, assim como
estampas avulsas. lauto de santos como de vistas
de ctdades e de retratos que se vende, pequeos
a 200,400 e 600 rs., e grandes a 1600 o 2 ca-
da urna.
Vende-se urna bonita negra com 13 a 14
annos de idade, sem vicios, e com perfeico co-
se, engomma e lava : na ra da matriz da Boa-
Vista n. 21, casa particular.
Arcos para saias balo.
No armazem de fazendas de Joo Jos de Gou-
veia, ra do Queimado n. 29. vende-se a 160 rs.
a vara de arcos para saias balo.
Vende-se urna padaria prompta de lodos os
utencilios para trabalhar, em um dos melhores
locaes marcados pelas posturas municipaes e com
um deposito em urna das melhores ras desla
cidade: quera a pretender, entenda-se com oSr.
Jos Duarte das Neves.
Bom e barato.
Vende-se reanteiga iogleza a 96o a libra, dita
franceza a 720, queijos a 1600, loucinh a 360,
cha a 2, vinho do Porto engarrafado a 800 e 1
a garrafa, banha de porco a 480, milho a 160 o
240 a cuia : na travessa do pateo do Parauo n.
16, casa piolada de amarello.
Peincha.
Cassas francezas de lindos desenhos a 240 rs. o
covado, chitas francezas a 160rs., ditas a 200 rs.:
na ra do Queimado a. 44.
Manteletes, vestidos de grosdenaple cora bar-
ras de velludo, ditos bordados, veos pretos de
fil bordados, sarja preta, grosdenaples, casemi-
ra?, pannos Anos, e outras muitas fazendas, ludo
por precos muito commodos.
A500rs.
Vende-ie o covado de finas las de cores : no
armazem de fazendas de Joo Jos de Gou-
vea, ra do Queimado n. 29.
Aos Srs. estudante do
segundo b uno.
Vende-se por preco muito commodo
Bergier, diccionario theologico er-
seis voluntes e una supplemento ; Geom
ge Phillips em tres volumes e um sup-
plemento ; Colonjbel, instituicoes de
Franca ; compendios de direito natural
e publico pelo consellieiro Autran e
constituicao poltica : quem quizer di-
ra-se a ra Direita n. 7i, onde tam-
bem se comprara todos os ltvros neces-
sarios para o quinto anno.
Fazendas baratas
Na ra do Queimado n. \ 9
Cambraias finas matizada, pelo baratissimo
preco de 240 rs. o covado, ditas escuras a 18C rs.
o covado.
Chitas francezas tanto escuras como claras a
220 o covado.
Toalhas de fustao a 600 rs. cada urna.
Cambraietas tinas para vestido a 2800,3 e
3500 a pe5a.
Esleirs da ludia para cama e Torro de sala,
sendo de 4, 5 e 6 palmos de largo-
Lencos brancos para algibeira pelo barato pre-
;o de l600aduzia. *
Grandes colchas de fusto lavradas a 5s5O0.
*a$e*9 !
# Machinas de vapor. t&
% Kodasd'agua. 0
9 Moendas decanna. a)
# Taizas. 0
% Rodas dentadas. %
^ Bronzes e aguilhes. 0
f Alambiques de ferro. %
a) Crivos, padroes etc., etc.' #
% Na fundico de ferro de D. W. Bo-vrman#
m ra do Brum passando 'o chafariz. %
#
Relogios.
Tendem-se emeasa de Braga, Silra & C,re-
logios de ouro de diverso; fabricante ingl.zas,
por prego commodo.
o covado,
Queimado
Boa f.
e mais barato que chita: na ra do
n. 22, na bem conhecida loja da
A loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. B.
acaba de receber da Europa pelo ultimo vapor!
de sua propria encommenda, lindos cintos para'
senhora ou para menina, o mais fino que se po-
de encontrar, sendo ultima moda, que se vende
pelo baratissimo prejo d. 4 e 5, assim como en-
feitesde cabeca para icnhora, todos entrancados
rom borla dourada a 15J, grinaldas de flores
muito finas tanto branca como de cores que se
vende a 3, 4 e5, pois a vista da finura e do ul-
timo gosto ninguem deixar de comprar.
Peonas d'co.
A loja d'Aguia-Brsnca recebeu um grande sorti-
mento de pennas d'aco de diflerenles qualidades
as quaes est vendendo de 500 a 1000 rs. gro-
ZlH ? 11.a]8 b-"" Pss'Te'L Da Iua d0 Quei' I A"'" (mal de),
mado loja d Agu.a-Branca, n. 16. Aslbffia
Arados americano} e machina- Clicas
para lavar roupa: emeasa de S.P. Jos
bnston & C. ra diSenzala n.*2.
Cheguem aloja da Boa f
Chitas francezas muio finas de cores fizas a
280 rs. o covado ; cambraias francezas n.uito fia
as a 640 rs avara; dem lisa muito fina a
4o00 e a 6J00O a pega com 8 1(2 varas ; di- Desinteria.
muito superior a 8J00O a peca com 10 varas ;
dita fina com sal pieos a 4J800 a peca com 8 1\2
varas; fil de linho liso multo fino a 800 rs.a
vara ; tarlatana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e outras muitas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muilo baratas: na ruado
Queimado n 22, na loja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos muito finos proprios'para os
tabaquistas por serem de cores escuras e fizas a
JCDO a duzia : na ra do Queimado n. 22, na
loja da Boa f.
Na loja da Boa f vende-se
panno prelo fino a 4, 5, 6, 8 e 10J rs. o co-
vsdo, casimira prela fina a 2g, 3 e 4 rs. o co-
vado ; gros de naples preto a 2, 2^500 e 3 o
covado; alpaka preta Ona a 640, 600, e muito
fina a 1 rs. o covado ; casimiras muilo finas de
cores escuras com 6 palmos de largura a 4 rs. o
covado ; ditas de cores claras a 68 rs. o corte de
jwrtin' n,e'" de Iflodao cr muito superiores a
4b00 rs. a duzia; ditas de algodo cru lambem
muito superiores para meninos a 4$ a duzia ; e
assim monos oulro artigos de lei que se ven-
dem baratsimos, sendo a dinheiro: na referida
loja da Boa f. na ra do Oueimado n. 52.
Camisas e toalhas.
FINBIC10 LOtV-MOW,
Roa da Senzalla Nova u.42,
Neste estabelecimento contina a haver um
completo sortimento de moendas eaeias moen-
das para engenbo, machinas de vapor e laixas
te ferro balido e eeado, de todos os tamanhos
para dito.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem aerepre no seu depo-
sito da ra da Moeda n. 3 A, um grandesor-
mento de tachas moendas para engenbo, de
muilo acreditado fabricante din Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou aa ra do Trapiche
S\STE Mi MEDICO DE HOLLWAY
P1LULASHOLLW01A.
Este inestimavel especifico, composto inteira,
mente de hervas medicinaes, c3o conten mercu-
rio nem alguma outra subsunciadeltcieria Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicamais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na complejo mais robusta ;
entecamente innocente em suas opera^oese ef-
feitos ; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grio por mais antigs e lenazes
que sejam.
Entre mimares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j eslavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn)
recobrara saude e forjas, depois de haver tenta-
do inullimente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se a des-
esperssao ; fajam uro competente ensaio dose
efficazes effeitos desta assombrosa medicina,
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao sel perca lempo ero tornar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
"
a 1,900 cada mu.
J10WA FEITA AINDAMISBA1ATAS.I
SORTIMENTO COMPLETO
O DI
sFazendas e obras feilas.
n
SLOJA E ARMAZEM
DE
Ges k Bast
0!
NA
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Aro polas.
Convulses.
Debilidadeon extenua-
;ao.
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Ditas no figedo.
Dias veneris.
Encbaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto dae specie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
lnflammses.
Irregularidades
mensiruaco.
Lorobrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Abstrucjo de ventre.
Phtysica ou consumn-
f ulircnar.
Betenjo deourina.
BbeuroatiFDQO.
Symptomassecundaiios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Yenereo(mal).
Vendem-se camisas brancas muito finas pelo ba-
j ratissimo preco de 28 rs. a dszia ; toalhas de li-
nho para rosto a 9 a duzia ; ditas felpudas mul-
lo superiores a 1$ a duzia : na ra do Queima-
do n 22, loja da Boa f.
E' baratissimo!
Ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Cassas de cores fizas miudinhas a 240 rs. o co-
vado, cambraia. organdys lindos desenhos a 400
rs. o covado. e chitas largas finas de 210, 260 e
280 o covado, e outras muitrs fazendas por ba-
ratissimo prego : dao-se amostras com penhor vnA,
Para ripeante Vendem-se paletos de panno prelo fino, muito
rara UeseilDO. bem fetos a 22rs.; ditos de brim branro de
Mu bonitas caizinhas envernizas, com tinta fi- ;Ilnho. 5 rs.; ditos de selineta escuios a 3*500,
as, lapis, ptncels, e os mais necessarios para t muito b"'o, aproveitem : na ra do Queima-
no. E o que de melhor e mais perfeitose i do n- loJ" d Bo f
Paletos.
kT1 .8,4.1,0qai 6. 8. IM, 12 e 14 : na ra do Queimado n
16, laja d Aguia-Branca.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e decores fiza-
a dozevintens o covado, mais barato doqn'
chita, approveilem em quanto nao se acabam
na ra do Queimado n. 22, na bem conhecida lo-
ja da Boa F.
No armazem da ra da Madre de
Deo n. 6 confronte ao consulado pro-
vincial, ha para venderse saceos com
milho muito novo e com 122 libras de
peso que regula 22 a 23 cutas a preco
de 30600 cada urna. K
Vinho do Porto, genuino,
Rico de 1820.
Stomacal de 1830.
Preciosode 1847.
As duzias.e em caizinhas, adinheiro, por ba-
ato pre$o : vende-se na ra do Trapiche n. 40,
escriptorlo.
Para quem tiver gosto.
Vende-se um sitio na na da Esperanca, o quai i
faz quina para a travessa de Joo Pernndes Vi-
eira, com ezcellpnte casa de vivenda assobrada-
da, a qutlofferece os melhores commodos para
grande familia, bastante fresco, com agua de
beber e muitas fnictetras lucrativas; est collo-
cado em lugar ameno e bastante perto da praca,
lando ao lado direito do* mesmo um terreno que
se pode aproveilar para edirtcacao de mais al-
gn predio : trata-se na ra Imperial, casa ter-
rea n. 74, ou ra da Senzala Velha n. 10.
Aos senhores alfaiates.
Para acabar.
Na loja d'aguia de ouro. ra do Cabug o.lB
eziste urna porcu de boloes para paletut ou col-
lele, grandes e pequeos, que se vende por ba-
ratsimos pregos. grandes a 1 e a 1200 a ro-
sa, pequeos a 500 e 600 rs. a gros.
Atlen^o.
N. 40-Rna do Aniorim-N. 40.
Vendem-se sa. eos grandes com tres quartas de
farinha de mandioca a 2OO.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa. .
No bem conhecid eacreditado deposito da
ra da Cadeia do Reeife n. 14,ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambero cal virgem ero
podra, tndo por precos mais baratos do que em
oulra qualquerpartev
Febreto intermiten te.
Vende-se estas pilulas no eslabeleciroento ge-
ral de Londres n. 224, .Strand. e na lojad*
lodos os boticarios droguistaeoutras pessoas ede
carregadas de sua venda em toda a America n-
frul, HavanaeHspanha.
Vendem-se as bocelinhas a 800 rs. cada
urna deltas, contem orna inslrucrjo em portu-
guez para explicar o modo de se usar deslas ni-
lulas.
O deposito geral ero casa do Sr Souro
dbarmaceutico, na ra da Ciuz n. 22 ero Per-
nambuco.
SEDULAS
de le 5*000.
CoBtinua-se a trocar sedu'as de urna s figura
llua do Queimado
n.46,fTeBte attatella.
Constantemente temos um grar.de e va-
nado sortimento de sobrecas.es Dr"
X Y""0 e de core n,uuo fi"
e35,
paletots dos mesaos p',^?,
*"# $ e 24J, dilos saceos pretos di>i
mesmos pannos a 14. 16 e M fai
cas preta*nuito bem feilas ede '"o
J". *'**' 30* 35. lobrecM?;"Sl'\
casfnira de cores aullo filos.15f 16
?a. io mVV." ","* e"p*?
ras a uj, 12 e 14J, calcas prela, e
S-.1*'^11" .de "*"'" decores a 7 \J
brim braners n'uii
9e 10, ditas de
fina a 5S e 6, ditas de ditos de rm.
3. 3b^..4 e 4*5C0. dXVeV V'
semiradericascoresa4 e45f0 rol
letes pretos de casemira a 5 e f' dit
de dito, decore, a 4,500 e o
brancos de seda para casanenio a
ditos de escolete de brim branco ede
UV^ 3*^8O0 e 4. dito, de ,,'..
25500 e 3, palelvu pretos de roerlo de
cordao sacco e sobfecasaco a 7 P q
colletes pretos para.lulo a 4j(.(i% *'
gas pretas de merino a 4>f0 e 5 s '
lelots de alpaca p.et a 3*500 e 4fi,'dii0"t
sobrecasaco a 6,7.e 8$, muilo lilorol-
eles de gorgurio Cese da de cores n uo
boa fazenda a 3800 e.4S. colletes de vel
ludodecoreseprelosa7e 8., rour.
para menino sobre casaca de panno re-
los e de corea a 14. 15 e 16, dit,; ,
casemir sacco para os mesmoa a 65f 0 e
-, ditos de alpaca pretos sacros a 3> f
3J50O, ditos sobrecasacos a 5fi e 55f n
fiS^7*SeD'-8 P'e,8 acores a f'
bg500 e 7, camisas para menino a S(>
a duzia, camisa iogleza. prega. Ursas
muito auperior a|32 a duzia par* acabar
Assim como temos una officina oe al
faiate onde mandamos execular todas as
obras com brevidade.
tasa a veuda.
Vende-se a casa de sobrado na ra Imperial n.
L% ,rM" na l0* de "-'"dzas da ra Direita
n. 103, ou com Joo Ferreira dos Santos Jun'or
ZTX^J^Zlii'Sl" San,os:
Pechincha para a
quaresma.
Manteletes de gr. sdenaple e da fil de aeda
A i ,800 a coberta.
Ra do Queimado n. 19,
por-
ELOGIOS.
Vende-se em casa de Saundres Brothers & C.
prasa do Corpo Sanio, relogios do afamado-fa-
bricaule Hoskell, por prejoa commodos e tam-
bem trancellins e cadeias para os mesmos de
excellente gosto.
Relogios.
Vende-se em casa de Jbbnston Pater & C.,
roa do Vigaro n. 3 um bello sortimenlo de
relogios de ouro, patente ioglez, de uro. dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; lambem
urna variedade de bonitos trancelins para os
mesmos.
S Remed >s americanos!
gj nonoLion
!Raway A-C.. de New-York
S PROMPTO ALIVIO i
2 Resolutivo renovador. j
Pilulas reguladoras. J
V,y Estes remedios j sao aqui bem conhe-1
f| cidos pelas admiraveiscuras que tem ob- i
tido em toda a sorte de febres, molestias i
chronicas, molestias de senhoras, de pe- i
9 le etc., etc., confrmese v as instruc- |
co<>s que se acham traduzidas bm
9 tuguez.
----.----
{Salsa parrillia legitima e
g original do antigo
DR. JACOB TOUNSENDi
0 melhor parificador do saogoe
cura radicalmente
9 Erisipela. Phtisicag.
Rheumatismo. Catarrho.
g Chagas. Doen?asde figado.
% Alporcas. Efteitosdoazougue. 2
4j Impingens. Molestias de pelle. S
& Vende-se no armazem de fazenda. de |
H Raymundo Carlos Leile diIrmao, ra do
gj lmperatrizn 12.
@99S99 9999 9&9&Q9
Gumma doAracaty.
Vende-se ezcellenle gomas* do Aracaty; na
ra da Cadeia do Reeife, primeira andar, n. 28.
Libras sterlinas
Vendem-se no escriptorio de Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Ruada Senzala No va n. 42
Vende-se em easa de S. P. Joahston dC,
sellinse silbos nglezes, candeeiros e easticaes
bronzeados, lonas nglezes, fio de Tela, chicote
para carros, entontara, arreios para carro de
um e dous cvalos relogios de ouro patente
inglez. .
Ovas do serto.
Vendem-se ovas do ertio muito frescaes ; na
ra do Queimado, loja de ferragens n. 14.
Fazendas .ara a quaresma.
No armazem de faseodas de Joo Jos de Goa-
veia, roa do Oueimado n. 2. eaiste o mais com-
pleto o rico sortimento de fazendas proprias para
a quaresma, que se vende a dinheiro pelo mais <
diminuto preco.
por metade do descont que ezige a thesouraria armazem de fazendas vende-se a liJ. k
desta p.ov.ncia, e notas das mais praqas do tas de chUaeaenho chnele nel h"*? Cber-
impeno com o abale df 5 por cerno: no escrip- de 1 800 rs UMenno cnine e Pel b"ato preco
tono de Azevedo & Menes, ra da Cruzi
o. 1.
Ges k Bastos.
Ra do QueimadoD. 46.
Tendo os ennuncnntrs conseguido elevar este
estabelecimento a um engrandecimento digno
desta graude cidade, apreseniam i concurrencia
deste ilustradopublico, o mais moderno, varia-
do e escolhido soriimento de roupas diversas e
de fazendas escolhidas para toda, as estaces.
Sempre solcitos em bem servir aos seus nume-
rosos freguezes nao s em precos como em bre-
vidade, acaba de augmentar o pessoal de sua of-
Ona. sendo ella d'.>ra em diante dirigida pelo
insigne mestre LAUB1ANO JOS' DE BARROS,
o qual es seus M erosos freguezes podfm pro-
curar na loja b. 46 ou no primeiro andar do
mesmo estabelecimento, as.-im pois em poucos
dias se prompta qualquer encommenda, quer
casaca, quer farddes dos Srs. cfftriaes de marinha
e exercito. Outro sim recommendam aos Srs.
paes de familia grande sortimento de roupas pa-
ra meninos de todas as idades.
FROCO.
Vende-se frco de todas as cores egrossuras,
com rame e sem elle a 400,500, 640 e 19 rs. a
pega ; na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n.
Relogios
Suissos.
Aviso aos Srs. thesoureiros
das irmandades e confrarias.
Na na da Senzala Nova n. 30 tem para venl
der caixinhas com doces de fructas c de farinha
amendoas, casianhas com confeitos e an.enooas'
tudo rom muilo bom sortimenlo para os anjos'
das proc.ssoes e vende por preco muito ti mn o-
menlTqUe 8brCil10 neste eleri-
Attenco.
Brito & Braga, proprietarios da imperial tilho-
graphia sita na ra nova do Ouvidor n. 25. nu Rio
de Janeiro, lem para vener por precos razoaveis
um completo sortimento de prelos, pedras e to-
dos os accessorios lilhogTaphicoa em grande e
pequea escala. 6,auue o
- Vendem-se 6 travs de 30 a 35 palmos e
urna pouca de cal de Jaguaribe: no becco da
Congregaco, na.loja de encaderneeao, achara
rom quem iralar, das 10 horas da manhaa al as
o ua tarde.
miT Jerde"Se uni?- lsberDa na tBa Imperial,
com muitos commodos para familia, por seu do-
no querer se retirar para o malo: a iralsr
mesma ra, no armazem de sal do Amaro.
na
Escravos fgidos.
SOS00O de gratificafo,
a quem apprehender urna escrava de nome VI-
L6,0,0!^ '" S 8lg?ae! ?p6ulnl baixa, grossa,
fea de cara, cor fula, beicoe grossos, borca regu-
lar, orelhas grandes e acabaadas, urna esneri*
Em casade Schafleitlln A C.rua da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sortimento
de relogios de algibeira horisontaes, patentes,
ebronometroa, roeioschronometros de ouro. pra-
ta dourada e foleado. a ouro, sendo estes relo-
gio.dos primeiro.fabricantes da Suiasa, que se
vsndero or precos razoaveis.
Vendem-se noventa apolices da
companhia do Beberibe : na ra Nova
n. 14, primeiro andar.
Vende-se na cidade do Aracaty urna casa
terrea com aolao, bom quintal e cacimba, na prin-
cipal ra de commercio, propria para quem qui-
zer ali estabelecer-se, por ter nao s commodos
precisos para residencia, como lambem loja, arma-
zem, etc.: a tratar na mesma eidade com s Srs.
G urge I Irma os, que esto aulorisados para esse
flm, ou nesta praca na roa do Cabugi, leja n. 11
Superiores manteletes.
Vendem-se superiores manteletes pretos rica-
mente bordados, pelo baratissimo preco de 35a -
na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Venda de um cavallo.
Na roa do Jardim u. 19, ha para vaDder um ca-
vallo que serve para todo o servico, que se ren-
de muito em conta.
a quem apprehender urna escrava de nome Vi-
ffi-Ct"- 1'" S H8?"! ?p6ulnl baixa, grossa,
fea de cara, cor fula, beicoe grossos, bocci
lar. orelhas grandes e acabaadas, urna especie
de sardas pretas no rosto, oti marcas de bexigas
lalla spera e grossa, acompanhada de arreme-
cos, cara um tanto comprida, cabello corlado
rente uma pequeua fenda no lornozello fsuuer-
do ; levou uro vestido de chita roxa j usada e
um dito (nao em folha) de chita encarnada, cons-
ta que romprou um par de sapatos de ,anno o
que indica que vai usar delle para pafg*r or
forra; e que seguir para Paje de Flores
pois foi encontrada na estrada de Jaloaio em di-
reccao a sto sertio. onde j urna vez esleve pre-
sa : quem a pegar ou della der noticia, dirija-se
a ra Augusta n. 70, que alem de se agradecer
ser gra.iB.ado com a quantia cima, '
Fugio da cidade do Aracaty, no'mez de se-
tembro prximo passado, um escravo do com-
mandanle superior Manoel Jos Peona Pacheco,
que ha pouco o havia comprado ao Sr, Benio
Louren^o Collares, de nome Joaqoim, de idade
de eincoenta e tanto annos, fulo, alto, magro,
denles grandes, e com falla de alguns na frente,-
queixoCno, ps grandes, ecom or dedos gran-
des dos ps bem abortos, muito palavriador, n-
culca-se ferro, e tem signaos de ter sido surrado
Consta que este escravo apparecera no da 6 do
eorrente, vindo do lado das CincoPonias, e sen-
do en ter rogado por um pareeeiro sen conhecid,
disseque tinha sido vendido por seu seobor para
Goianninba: qualquer pernea que o pegar o po-
der levar ero Pernambueo aos Srs. Basto & Le-
ntos, que gratificaro generosamente.
i


(8)
DIARIO. II NUUIIBQM. ftARTA fZEaU 6 DI HA1C0 DE Mil.
Variedades.
Carta do viscoade de Kikiriki sea
sa a viscoadessa da mesmo ti-
estas
tafo.
Andara sola por c,
Maranhooi de costa cima :
Sao Lio gordos, minha prima,
Que eu nio sel como conta-Ios,
E menos acredita-los.
II
Cousss do arco da velha.
Ha quem diz que csio in mente ;
Cousas taes que pe a gente
Com razio ou sen) razio.
Lom cara de papelo.
III
Eu, prirainha, nao eogulo
Esta galga, que mcu ver,
Tere ordem de correr,
Pra a gente divertir,
E mesmo faze-la rir.
IV
Diz-se que ramos S ter
Confresso constituinle.
Nao moda do de inte,
Mas tal ou qual arremedo,
Que por iim nao mella ruedo.
Diz-se que*vo reformar
A sala dos pergaminhos, *
E que os senbores armiohos,
Levam losa, levam monda,
E lalvez baixn redonda.
VI
Diz-so que ramos ter
Senado conserrador.
Que ha de approrar sem calor,
E mesmo porta fechada,
Qualquer lei encoromendada.
VII
Que a nossa imprensa ter
Quem Ih'estorre as demasas,
Como faz todos os das
O nosso primo Luiz,
Que mora l em Taris.
VIH
Para ser conserrador,
Curopre apresentar vista,
Airar de lazzarista,
Com honrosos attestados
Dos nobres acreditados.
IX
Quo cumpre tambem mostrar
Airar de Malagrida :
Eu por mim, minha querida,
Nao como tal maranho,
Que grande carapeto.
X
Temos gente que nao gosta,
Que rira, que esleja em p,
O ministerio Loul :
Nos jornaes Ihe faz caretas,
E na praca espalha petas.
Nao crea,pois, riscondessa,
Metade do que se diz :
O nosso poro feliz.
Milito feliz, certamenle,
Quando gorerna esta gente.
XII
Oneir Deus que estes ministros,
Tomando o freio nos denles.
Nao nos fujam, descontentes,
Deixando as pastas 1 ento,
Desgracada da nagio.
XIII
Quanlo mim, estes senhores,
Sao muito boa fazenda,
Obra mesmo d'encoramenda ;
Sao Cirour em corpo e alma,
Se lhe nao levam a palma.
XIV
Tambem se diz nos cafs :
Porm, se diz mu baixinho, _,
Que as Boiras e no Minho,
E em Trs-os-Montes, nao tarda
A' debutar a bernarda.
XV
Tal o norae que toma
Urna nova companhia,
Que ha de cantar noile e da,
Ao estrondo alroador.
Do badalo o do tambor.
XVI
Ja est escripturada
Para cantar l no monte,
A tal Mara da Ponte,
Prima-donna de cartello.
Da relba empreza Chinello.
XVII
J tambem se escripturou
O tal padro Casimiro,
Baixo profundo, em retiro,
Cuja roz, hoje cansada,
Tere grande nomeada.
XVIU
Ha comparsas militares,
E comparsas larradores,
Porem nao sao amadores,
Sao coristas que s cantam
Nos coros, porm que espantam.
XIX *
Faz-me rir cerlo boato
Que se espalha hoje em segredo,
Ninguem do chuco tem ruedo,
Muito menos do badalo ;
Ha medo sim do qu'eu calo.
XX
Nao se assusle, pois, senhora,
Nom esconda as joias suas,
Se ouvir hritor pelas ras,
Sao de cerlo os rendelhdes
Que soltam os seus pregues.
XXI
Ha de ouvirespinho viva.
Manjar bronco to frtsquinho.
Ha de ouvir o bom preiinho
A' gritar em sons formaos,
#re grande, e nada mais.
XXII
Isto, prima, de beroardas
l'oram moda, bem o sei,
Mas hoje que impera a lei,
E quo o povo est feliz,
Ninguem expe o nariz.
XXIII
Temos paz e paz mui podre,
Temos socego de mais,
Ha folhetins e jornaes.
Ha touros e ha lourinhos,
Zarzuelas, carallinhos.
XXIV
Temos ronda, temos monte,
Temos quino e domin.
Temos tabaco de p
E de fumo, relho e doto,
Que consola o luso poro.
XXV
A' reapeito de tabaco,
Eu rou contar-lhe o que fiz ;
Tire d do meu nariz.
Quesoffreu um grande mono,
E puz a caixa com dono.
XXVI
Conlos e cootos de res,
Sao mui boas para o thesouro.
Porem rale mais que o ouro
O por o mea narigo
A' salvo da podridlo.
XXVII
Se lem caixa, ae inda gosta
De tomar a pitadinha,
Cautela, miaba priminha,
Que eu por mim urna de xis
N&o dou pelo 8pu nariz.
XXVIII
Nosso primo Dom Francisco,
Quo pela graca de Deus
Mandara os rassallos sous,
O seu throoo abandonou,
E cm Gaela se encaixou.
XXIX
Com effeilo, nosso primo
Tem-se risto em calcas pardas,
Pois de Garibaldi as fardas
E o munido popular,
O nio deixam descancar.
XXX
Nosso primo anda tentou
A riella liberal,
Mas por fim sahiu-se mal,
Pois as bichas nao pegaran),
E os Garibaldis brilharam.
XXXI
Teoho d desie mocinho,
Que dar esperanzas. Bem sei
Que seu favor tem a lei,
Tioha um throno que era sea,
Pois Eosso Senhor lh'o deu,
XXXII
Mas os poros, riscondessa,
JA rio sendo mais espertos,
E lendo os olhos abertos.
Se iasurgesa de quando em quando,
Centra o pos*, quero i mando.
XXXIII *
O nosso Papa tambem
Larga por bem ou por mal,
O seu throno temporal,
Picando Papa o nao mais,
Cercado de cardeae?.
XXXIV
J bastante temos visto,
E inda mais temos que rer ; .
Eu deixo o mundo correr,
Pois por ora 6 lhe digo
Que a cousa nao comigo.
Carla do visconde de Kikiriki sua
esposa a viscondessa do mesmo
titulo.
Vou-lhe dar, riscondessinha.
Urna noticia de arrumba,
Que me parece ser bomba,
Que nos lacou d'esla rez,
Um folhetinbo em fraucez.
II
Eu nao ri o tal folheto,
Masj lhe forgo o nariz.
Mas alguem que o leu me diz,
Que elle trata os Portuguczes
Como rebanho do rezes.
III
Nao duvido, pois l fra,
Passamos por pouca cousa,
Qualquer bigorrilhas ousa,
Em fel a penna molhar,
E contra nos rabiscar.
IV
S nos conhecem, priminha,
Para impiogir-nos as chitas,
As rendas, filos e fitas,
E outras mais quioquilharias,
Que poem as bolsas razias.
V
Mas. tornando racca fria,
Ao folheto de Pars,
Dir-lhe-hei o que elle diz,
J se sabe, que o nao li,
E qu'inda mesmo o nao ri.
VI
Diz elle, estar decidido,
No Pantheon de Pars,
Qu6 o nosso primo Luiz,
Trate agora os Porluguezes
Como roupa de Fraocezes.
VII
Que rae este Portugal,
Que nao faz mal ninguem,
Perder o norae que tem,
Unir-se eppenso por liuha,
A' naci nossa visinha.
VIII
Vade retro Satanaz 1
Agua benla cruz, diabo 1
Nao creio que r ao cabo, *
Inda mais por esta vez,
O peosamenlo francez.
IX
Os nossos Portuguezitos
Tem cabellinho na venta,
Pegando na ferrugenta,
L se rae, l se acabou,
Tudo que Marllia llou.
X
Os Castelhanos, senhora,
J nos conhecem de porto,
E cerlo, e mais que cerlo,
Qu'inda ha pouco os Franceziohos
Levaram pelos focinhos.
XI
Que venham, que hao de encontrar
De p firme, e na fronteira,
D'arcabuz e cabellerira,
O relho Kikiriki,
Que se bate e nio se ri.
XII
He-de ter s minhas ordens
Tres batalhdes de viscondes
E outros tantos de rondes,
Alm de seis batalhdes
De fidalgos e bardes.
XIII
E de mais, seis regimentos
De hachareis e doutores,
De Dobres cominendadores,
Alm de dez d'cmpregados,
Promptiohos e bem fardados.
XIV
Que venham, nio tenho medo,
Que mellan) r dentro o p ;
Temos per nos o Loul,
Chefe do grande partido,
Que se agachou em Gramido.
xv-
Tomos nosso favor
O Bentinho da marinha,
Com as suas nus de lmha,
Aitilha las de epigrammas,
E que dio fogo sem chammas.
XVI
Temos tambem de retorco,
Duzia e meia de soldados,
Ha trinta annos Urimbados :
J sio calvos, nao lem denles,
Mas sao braros e relentes.
XVII
Cerlo bravo, frente destes,
Responde, com roz guerreira,
Pela praga da Figueira,
E prometle s barraquiohas.
Salvar todas s galinhas.
XVIII
J se re, riscondessinha,
Que temos as cosas quentes,
Deixo gair os prudentes,
Eu por mira nao temo a guerra,
Nem por mar e uern por trra.
XIX
E' rerdade que se rosna
Que a cousa nio rae sueco,
Que temos um bcharoco,
Que armado d'astucia e manha,
Nos quer vender Hespanha.
XX -
Que rae formar-se um imperio
Que tom o nome de Iberia.
Em lio profunda materia
Nao posso metier o bico,
Porm, prima, nio me (ico.
NXI
ln illo tmpora houve
Quem nos rendesse Castella,
Mas enfastiado d'ella
Portugal ergueu a frente,
E tornou-se independenle.
XXII
Nio duvido que boje em dia
'Alguem baja que isto queira,
Pois moda a tal asneira,
Do forte engolir o fraco,
Sem mesmo lhe dar cavaco.
XXIII
Se nao quer ser Porluguez,
Se nio loe cheira o paiz,
E' senhor do seu nariz,
Tem o remedio na mi,
V rirer n'outra naci.
XXIV
Que nos deixe e se retire,
E r na paz do Senhor,
Seja, priminha, qual fr
Esta tirma lio capaz
Nechuma falta nos faz.
XXV
Desconfo que a tal pega
De Rilbafolles fugio.
Que de l se escapuliu
Sem que fosse presentido,
Pelo bom doulor Pulido.
XXVI
O que certo que o folheto
J vae dando que fallar,
Muita gente anJa pensar
Se em descont de peccados '
Ficaremos annexados.
XXVII
Torno dizer-lhe, nio creio
Motade de tudo isto,
Duvido que Jess Christo,
"Jue nos fallou em Ourique,
XXVIII
Sem a roDtsde de Dos,
E' de f, nada se faz,
Sei isto desde rapaz ;
Nada pois me espantar,
E o que or soai.
XXIX
Mas, pelo sim, pelo nao,
Eu por mim rou protestando,
E seoapre desconfiando
Da cena gente, primiBb*,
Que lem rolo na cosinha.
XXX
O que lhe peco, sehoro,
E" por fim que nio se assuste,
Quer lhe custe, quer pao custe,
Tome a cousa em ar de graca,
Ou por outra, por chalaea.
XXXI
Vamos agora s do resto.
Que de cerlo pouco rende,
Ninguem com elle se entende.
Veio o con le de Thoroar,
Anda tudo sarilhar. -
XXXII
J se dizem muitas cousas
Que em breve rio apparecer,
Teremos muito que ver,
Falla-se at sem misterio
J4%no novo ministerio.
XXXIII
Se tal rejo, cahe o Carrao,
Treme a trra, o cu se irrita,
Santa Barbara bemdita 1
Sao Jeronymo, priminha I
Nao lhe esqueca a ladainha.
XXXIV
Se o conde sobe ao poder.
Vio secear-se os chafarizos,
Vio morrer as codoroizes,
E toda a passarinhada
Fica em p, em cinza, em nada.
Carta do vizconde de Kikiriki a saa
esposa a viscondessa do mesmo ti-
tulo.
O Garcez largoo a guerra,
Deus o lere em boa paz,
Foi um ministro capaz,
Atrarez d'alguns barrancos
Se lere nos seuslamaocos.
II
Fot lezinho como um alho,
Mas histrico nos ossos,
Nio papara padre-nossos,
Era destes, meu rer,
D'autes quebrar que torcer.
III
Alguns, priminha, diziam
D'elle trapos e 'arrapos,
E lhe deu muilos sopapos,
Certo lypo, descontente,
- Que nao gosta desta gente.
IV
Mas o throno lhe passou
Um mui brilhanle allestado,
Hoje n'elle inlrncheirado,
Elle pode triumphar,
E deixar papsguear.
Re anorto, prima, rei posto,
Patarras de minha ar,
Que outr'ora por pao de l,
E a pinguinha de rioho,
Dar serio caraquiohn.
VI
O relho S da Bandeira,
Que da lamaos tubos gasta,
J tomou conla da pasta :
E' um bello Porluguez,
Porm surdo, Deus o fez.
VII
Veremos o que elle faz,
Ou se se estende tambem,
Vamos ver se elle tem
Mao na tal caranguejla,
Que de corto nos amla.
VIII
Eu nao sei que me cheira
Itso que porc rou rendo:
Mesmo aquillo quo rou lendo
Nos jornaes da capital,
Que j fallara menos mal.
IX
A' respeito desta cousa
Com nome de ministerio,
Nada ha, que seja serio ;
Os ministros rao dormiodo.
Vio fumando, e rio-se rindo.
X
E o porozinho soberano
Deixa-se ir, e rae rivendo,
Quem tem quo, l rae comendo,
Quem nio tem que dar ao dente,
Cerr ao relho expediente.
XI
Vae ferrando o seu calote,
Como quem rae de caminho,
E, com malilha ou szinho,
Rouba e mata, e audaz passeia
Mesmo em frente da cadeia.
XII
Os ladres d'hoje conhecem
A conta de repartir,
Pois nada tem de sentir,
Se a criada do juiz
V descaucado >:> lhe diz.
XIII
Vae por c grande algazarra
Nos jornaes e pasmalorios,
Po"r causa d'uns palarrorios,
De que o nuncio pontificio, ,
Fez uso uo seu oQicio.
XIV
Na nota semiscarunfla,
Hs muito que debicar:
Muita gente anda pensar,
Que ha dentro da camarilha
Quem nos vende e nos humilha-
XV
Ha muito que o lusitano
Esta lura descobriu,
Quem eotao d'isto se rio,
Hoje vista desta historia,
D as raaos palmatoria.
XVI
Eu eslou, riscondessinha,
Que a cousa nio rae aim:
Vae-se um nuncio, e um outro rm,
O qual le em campo vario
Pelo mesmo breviario.
XVII
Bem sabe, priminha, o gato
As barbas quo lanmer pode I
Se o Lopes nos nio acode,
E seu poder nao redobra.
Adeus Carla, temos obra.
XVIII
Isto de carta foi moda,
Quando o Porto s coma
Arroz doce, e combata,
E o seu sangue derramara
E os caipiras derrotara.
XIX
A Carta, prima, foi moda,
Quando de esesda servia,
E por ella alguem aubia.
Hoje deixou de ser moda,
Porque a relbinha incommoda.
XX
Era o gtito c da gente,
Quando o Saldanha era o pae.
Esse lempo j l vae :
Hoje moda ser Romano,
Lazzarista, ultramontano.
XXI
Mudaro-se os lempos, menina,
Mudam-se os rentos tambem,
J ninguem principios tem,
Os principios mais geraes
Sao as pastas, nada mais.
XXII
Todos querem ser ministros,
Trazer o correio atraz,
Ninguem sojulga incapaz.
Tudo est habilitado
A' reger a du do estado.
XXIII
Jl ninguem escolhe pastas,
Qualquer que renha faz conta,
No carallioho se monta,
E depois gastam-se os das
Assigoaodo portaras.
XXIV
Compra m-se qualro jornaes
Que lhe* sirram de trombes,
Vendeudo os seus palavroes,
Em eslylo sena-serio,
A' favor do ministerio.
XXV
Os afilhados se arranjam,
Nao fallando nos sobrinbos,
E na sucia dos priminhos,
Que sao tantos surgir.
Que nao ha ruaos medir.
XXVI
lado papero ser ministro.
Urna das pastas pilba,
Eu sei muito bem sommar.
Que aprend, priminha asaada,
Easioaodo a taboada.
XXVII
E' no direito que eu sou forte,
Pois raastignoi o Lobao,
Na guerrafui cauitio,
MilidatlaW rerdsde,
Mas patrulhei a cidade.
XXVIII
Fui Irinta procissoes,
Assisti dez paradas,
Valho mais que tres criadas,
Sei bruir e sei cozer,
Sel cosiohar e comer.
XXIX
Fago o rol da roupa suja,
E tomo os pontos s meias,
. Meco o azeite das candeias,
Sou, priminha, economista,
Com balda de lazzarista.
XXX
Na marinha Dio direi
Que exceda o nosso Bentinho,
Mas j fui no vaporzinho
A' Cacilhas, por signal
Que remeie menos mal.
XXXI
Sobre a vela do iraquete
Nio eslou l mui correte,
Mas conheco de repente,
E at mesmo oslando s,
O que O prtalo.
XXXII
Tudo islo que lhe digo
Pode mui bem succeder;
Pelo que se est rr,
Como a cous d'entremez,
Nio dispenso a minha rez.
XXXIII
Se me rejo de correio,
Salvo o nosso Portugal,
E decretando a moral,
Dovolro naci inleica
O rabicho e a cabelleira.
XXXIV
Eu creio que os males todos
Que est soffrendo a naci,
Nio vem s da corrupto,
Mas que vera e tilvez s,
De usar boje de chin.
(Brai Tisana.)
Mas digam-nos qoaea alo asas potencias ?
Vemos signos prncipes cstholicos, mss gorernos
qoesa se possa darjin tolum esse nome religioso,
estes rio cala vez mais desapparecendo da face
da Ierra I
espantados e Otos firmemente ao lugar em que
sappde rer um phanlasma de terriret aspecto.
Encostado n'um soph, tendo ao lado um medi-
co, que o obserra eiieociosamearte, apalpa a pul
so, que; como todos os Albos de Hyppocrates,
considera o doente, ala coasa amigo oa hornean,
as como um-simples instrumento pralic de K admitliado mesmo que com eftVito alga mas
sdeocia 1 Do outro lado urna senhora branca, potencias verdaderamente catholieas, so menos
cabellos louros, modesta e elegantemente vesti- por sua historia, combiaem entre si para sua
da, pintsndo-se-lhe no roslo urna Tira afflircio, j cuela sssegurar ao santo padre recursos que es-
chorando, e olhando ora para o medico, ora para j tejara em proporcao com a sua dignidade suprc-
o doente. ma, ser preciso priraejro que tudo que essas
Litteratura.
Albertina.
O medico ia determinar o que quer que seja de
medicamento para atalhar urna apoplexia,
quaodo se oure um grito abafado do relho, que,
estrebuxando nos ltimos paroxismos da morte,
aponlava, como que assustado, para um militar,
que de frente o olhara paludo, trmulo, pairan-
do-lhe nos labios um sorriso, em que se envolva
a irona de um cyoico e o prazer de um Tingado!
A cena atorrou todos. Albertina desmaiou.
E o relho, como ultimo esforro, pode pronunciar
a patarraperdi -que apenas foi ouvida por
aquelles que estaram mais prximos I
VII
Oleitor j prorsrelmeote desconGa que o mor-
to foi o marido de Albertina, e que o militar nio
era outro que Antonio de Castro. Acerloul
O relho, depois de desorientar a cabeca no jo-
go, pelo dinheiro que perdeu, reio afogar o des-
gosto em vinho. e aprcsenlou-se-lhe logo o es-
pectro qual sombra de Banquo, que o persegua
sempre desde a morle do pae de Castro. Reco-
nhece depois o filho, e morro, pedindo-lhe per-
dio de lhe roubar amante, e concorrer directa-
mente para a morte do pae.
Passado um anno, o brigadeiro Castro slcancou
a sua trra da promissfto. Casou com Albertina,
que como foi, apezar de ser violentada casar
com o homem que nio amava, um moJeito de ca.
sada.
O pae de Albertina, que interceptou as cartas
de Castro, porquejt desconfiara delle, porque
conhecis o amor que Albertina lhe dedicara, per-
suadiu-se que faria feliz a Dlha, casando-a com
homem muito rico.
Morreu com remorso de fazer a fllha infeliz, e
com algum allirio por deixar Emilia, com o ho-
mem que eseolheu, que ama anda, apesar dos fl-
Ihos, com s mesma constancia e pureza, que nos
primeiros diss.
Castro j tem um filho, que frequenta a univer-
sidade, e j diz como todos os paesuna filho nao
paga os sacrificios que fszemos por elle.
(Oraz Tisana.)
(Concluso.)
Houre urna mulher, minha seohora, que
amei com a turca, com o ardor que acompanba
sempre e amor comegado na infancia. Nao a
amara por vaidade de conquistador, porque nun-
ca me atrev dizer-lhe francamente o que sen-
lia por ella ; nem por ambicio, porque nao era
rica, oio tinlia prenles ricos, que me despertas-
sem esperances de riqueza futura. Simplesmen-
te amava como lodos deviam amar.
Eu estudava para padre. Depois que conhe-
ci a paixio que me dominava, ambicioaei urna
posicio conveoienlc nasociedade.
< Fui paraCoimbra. Nio iris, certamenle, sa-
nio tivessse a esperanca, quasl a certeza de que
Albertina nio me olhava com ndiffereuca.
Em Coimbra as lides acadmicas, e estudei
sempre com a mesma vontade, com o mesmo de-
sespero, com que o naufrago no meio das ragas,
busca a taboa de salvacao.
a Quando frequenlara o quarlo annomathema-
tico, ri, com terror, lerantar-se a guerra fratre-
cida, e eu corr, par de meus condiscpulos,
pugnar pela liberdade da patria, o coocorrer para
o castigo dos despotas.
Mais de urna rez vi a morle diante de mim,
e nunca a tem 1 Arrostra va os perigos mais ilu-
mnenles, e chamavam-me ralete, porque nao
sabiara que o que pareca ralentia e coragem, nio
era em mim, mais que o desespero levado lou-
cura. Nao linha a torga moral suflkienie para
me esmigalhar a cabeca, procurara as balas ini-
migas, dirigidas de irmaos para irmios. A Pro-
videncia, porm, se me persegua no amor e na
familia, protegia-me a vida, pois que nunca tire
um ferimonto mortal naquellas diarias carnifi-
cinas !
Mas, desde que foi para Coimbra, nunca
mais soube de Albertina ?
Nio, minha senhora. Logo quo cheguei
Coimbra, escreri-lhe, nao urna caria de amantes,
mas de um irmao, de um companhero de infan-
cia. Para que a familia nio suspeitasse de mim,
a carta ia inclusa em urna que dirigi ao pae, dan-
do-lhe parle da minha chegada, e oflerecendo-lhe
o meu presumo. Escrevi mais alguma-, mas do
nenhuma dellaa obtive resposla.
Em julho vira passar as ferias com minha
familia. Meu pae mandou-me Braga acompa-
nhar minha irmia, e dispr tudo quo fosse ne-
cessario para ella entrar no conrelo de....
Fois eolio que conheci a razio porque Al-
bertina me nao respondeu. E' que era urna mu-
lher vulgar: ambiciosa como quasi todas. Es-
queceu-se do companhero de iofancia, e casou
com um Brasileiro relho e rico I
Nio me admirei: eu nio possuia castellos de
ouro para lhe saciar a ambicio I Tioha s os
meus livros, tioha um futuro risonho, para quem
sabe o que 6 a sciencia
Relirei-me d'ali, logo que pudenao quera
ver a mulher que preferiu ouro amisade sin-
cera.
Depois que me alistei no batalhio acadmico,
meu pae foi preso por ter um filho que balalhava
contra a tyraonia, e despotismo brbaro. Foi
clausurado naa hrridas enxovias do caatello de
Guisarles, e morreu ao fim do rirer de um an-
uo de cadeia em cadeia, coberto de injurias e viu-
gancas mesquinhas I -
Anda conserro a carta de minha mi, es-
cripta as ancias da merte, em que me noticia a
morte de meu pae, e que fra preso por denun-
cia do marido de Alberrina 1 Conserro-a, para
em occasiio opporluna, mostrar que teoho razio
sufciente, e agsaz justificativa da vinganga.
c Nunca mais ri Albertina. E hoje, que die-
go de Lisboa, mal esperara eocontra-la aqu fe-
liz, porque a acompanha seu marido, que.... 6
um homem rico I
c Olhe, senhor Castro, parece-me que Alber-
tina nio culprda : V. Exc. nunca lhe disse que
a amara.
c E' rerdade. Eu nunca lh'o dsse, mas o rer-
dadeiro amor nao se conhece por patarras. Nun-
ca me atrev, como j disse V. Exc, fazer-lhe
urna declaragaoamara-a muito para que o i-
zesse; todava, esses senlimentos, anda que o
queiramos, nao se podem oceultar.
Mas nio qui procurar saber as razes que
levaram Albertina casar-se ?
< Que mais poderia eu saber ? Eslava casada
com um relho, porque era rico.
Pois senhor Castro, Albertina nao recebeu as
suas cartas. Queixa-ae de V. Exc, que esque-
ceu, diz ella, e do pae que asacrificou obrigao-
do-a casar I Apezar de estar persuadida que
V. Exc. a esqueceu, nio o odia. Ri de prazer
ao ourir narrar os ralorosos feitos d'armas do
que hoje brigadeiro Castro.
Carolina, a fllha do bario, a confidente fiel de
Albertina, eslava nesla occasiio digna de ser re-
tratada por um desses poetas pintores, aristcra-
tas da arle, cujo nome Dio morre, como morre o
dos aristcratas de ouro ou pergaminhos. Eslava
realmente bella. ^f~
O brigadeiro Antonio de Castro ficou petrificado,
lendo-se-lhe no roslo o contraste das paixes que
o agitavam : o amor Albertina, o odio ao ma-
rido, a gralidio Carolina.
Assim se conservaran) mudos os actores desta
scena, realmente pathetica, por alguns momen-
tos. Oorem-se repentinamente os gritos: soc-
corro I um medico 1 um padre Ie tjdos corriara
assustados e ridos de curiosidaJe para a sala da
ceia.
VI
Nos, leitor, que temos ueste baile esplendido
feito papel de meros observadores, ramos tam-
bem com a turba-multa rer se a scena trgica
ou dramtica. Eu parece-me que apenas al-
gum duelo entre o glutao e as girrafas o que
causa tanto alarido.
Entramos, e nada remos, porque a sala est
ebeis de horneas e raulheres, que querem todos
saber d'onde e porque se ou vira m os gritos de
soccorro. Depois de tenaos soffrido muilos oo-
contres e pisadellas, podemos chegar rer um
relho, quasi todo cairo, serpenteando -lhe apenas
alguns brancos-amareltados cabellos pelos parie-
[ taes, a bocea semi-aberia espumante, os olhos
potencias se entenderentre^sj sobre a parte pro-
porcial com que cada urna nevo concorrer ; de-
pois que obienliapj das essemblas constituidas
nos seus respectivos estados o voto para t* con-
tribualo pontifical, e concedido esse, uma rez,
ser preciso aioda reoora-lo lodosos anuos,sen-
do por este modo discutida annualmeote a sorte
do Suramo Pontfice ; depois finalmente, con-
summadoo accordo, que julgamos necessario en-
tre as diversas potencias, cumpriri que este ac-
cordo ae mantenha sempre no mesmo p I Por
tanto, sent precisas todas essas numerosas e
diOiceis coodicoes, se orna s rier faltar, o
Papa ficar para logo abandonado.
E realmente, basta pensar-se na inconstancia
e vicissitudes do homem em todos os lempos,
mormente no nosso seculo; basta langar-se um
rpido olhar sobre essa agitacio febril que rao
progredindo sempre na humanidaie. e que faro-
rece a rapidez prodigiosa das communicaces,
sobre esses desejos noros que se produzem em
loJas as classes e que logo cahem para dar lu-
gar outros desejos mais noros anda ; basta
considerar-se essas espantosas obscuridades ds
poltica geral, todas essas potencias europeas que
so espreitam e desconfiara urnas das outras, to-
das essas alliaogas que nio sio mais do que me-
ros expedientes, todas essas guerras e trumphos
que s ten lem para oras complicares ; basta
finalmente rer-se que nao existe con Ganga em
parte alguma, e sim soflamemos e inquietacoes
por toda a parte, para que nos admiremos de que
hajam horneas lio audaciosos e irrefleclidos
ponto de proporem que a grande e immutarel
instiloigo do papado seja posta merc de po-
pulages que s peosam em mudangas, e de po-
tencias que nio estio ellas mesmas segures do
que lhes ha de acontecer no dia seguiote.
Resta, pois. o terceiro meio as off'rendas espon-
taneas dos fiis.
Pareeendo esse meio incerto por sua nalureza,
acontece que a experiencia nos tem mostrado que
nao obstante o mais susceptirel do melhora-
mento.
Sem remntennos ao testemunho dos seculos
passados, o quo poderia fazer-nos acorrer na
censura de ter evocado cbslumes que nio sao os
nossos, remos no nosso seculo, charissimos ir-
maos, que o clero calholico da Irlanda, da Ame-
rica, e de muilos outros paizes, nio contara
para si e para suas obras com recursos de outra
natureza que nao sejam as off'rendas volunta-
rias dos Qeis.
Nao queremos dizer qne esse rgimen nao pro-
duza inconveniente, nem provanga, e estamos lon-
ge depreferi-lo aquelteque fra eslabelecido pela
egreja, e que j mencionamos: julgamos que
elle o preludio de uma organisagao mais completa,
um recurso na insuficiencia absoluta produzida
por grandes desastres: mas oa falta de outro es-
so rgimen pode bastara. Limitamo-nos um
exemplo:
Se ha sobre a trra ama nagao incapaz de jun-
tar por si mesma para suss despezas de primeira i
necessidade todos os rditos do seu culto a
Irlanda. Opprlmida ba mais de trezentos an-
nos por orna perseguigio poderosa e cruel, tem
ella soffrido um a villa ment mais duro do que a
escravidio, e uma deficiencia levada ao ponto de
extrema miseria. Pois bem t a Irlanda, cujos
habitantes andara pela maior parte mal vestidos,
mal accommodados, e alimentados mais misera-
relmcnte do que os nossos mais pobres compa-
triota, a Irlanda, onde numerosas familias mor-
rena mingua e fome, a Irlanda finalmente,
que nao percebe subsidio algum eslraogeiro, as-
Iostrucco pastoral do Sr. bispo de
Arraz, de Bolonha e de Sanf Omero
sobre o temporal da egreja, e ordem
para a orgaoisaco do Dinheiro
de S. Pedro.
(Concluso.)
II
De tudo o que fica dito, meus charissimos ir-
maos, podis fcilmente concluir quo existe da
parte dos fiis uma seria obrigagao de rir em
soccorro do Papa, nosso santo pae. cada um se-
gundo i sua posicio e os seus meios. Jjo uma
lei arbitraria e de supesrngagio, um rigoroso
dever da conscieocia christia.
E' um derer, porque ninguem pode rer seu
pae soffrendo necessidades sem soccorre-lo, sob
penadecommetler um crime ;
E' um derer, porque na falta dosses soccorros.
o santo padre nio pedendo manter a sua alta
missio de soberano pontfice, rir isto sor um
grare prejuizo para a salvagao das almas ;
E' um dever finalmente, porquo se o chefe da
nica e rerdadeira egreja, se achasse por descui-
do dos deis, na impossibilidada de prehencher os
seus compromissos, seguir-se-hia um escndalo
immenso, porque seriam responsareis todos a-
quelles que nio fizessera ) que deviam fazer para
iraped-lo, como se acha escripto : Infeliz a-
quflle que for causa do escndalo (Math.
XVIII, 7.)
Ora, vamos agora mostrar-ros, meus charissi-
mos irmios, que esse derer nio accidental e
temporario, mas que curopre que nos lodos o
aceitamos como um encargo que devora Irans-
mittir-.se s familias christias, com uma condi-
gio de heranga.
Para bem comprehender-nos convm notar .,
que as despezas do culto, ioclusive a raanuteogio s,m mesmo com economas quo faz tem edfl-
dos seus ministros, podem satisfazer-se de tres [cado "gestosas egrejas, lem coocorrido para
modos diversos : ou por hindagde3, ou por sub- por os seusbispos e sacerdotes ao abrigo da ne-
sidios do estado, ou pelas offrendas continuas dos
fiis.
Fallamos j das antigs fundages, e sabemos
infelizmente que a santa s. lendo recebido em !
outros lempos vastos patrimonios, os foi succes- |
sivamente perden Jo, e por ultimo foi desapossa-
da das provincias que lhe restaram I
E nem podemos deixar de patenlear um ptie-
nomeno lio triste quaoto singular 1 Nio pode-
mos deixar de notar, meus charissimos irmios,
que osbens'do raz, sobre os quaes nossos ante-
passados queriam assegurar a perpetuidade das
suas pas fundages. se hajam tornado ero virtu-
de certas commoges sociaes cousa menos se-
gura que ha ; porquanlo as propriedades arraiga-
das ao slo, o que, como se costuma dizer, so
acham face do sol, sao mais fcilmente subir-
hidas por aquelles que ousam ludo, do que aquel-
las que podem ser occullas todas as vistas ; de
sorte que o roubo dos mais vastos domiuios se
consuraraa cora maor facilidade, ousadia eim-
punidade, do que o roubo das cousas mais vul-
gares I
Assim, pois, temos nos chegado a tal estado
de confusio e de treras, que se, como no lempo
das Pulcheras e Malhildes, algum principe chria
lio quizesse hoje doar a santa s com outras pro-
vincias, em compensagao daquellas que lhe aca-
bara de ser arrebatadas, o santo padre rer-se-hia
na necessidade de rejeila-las, porque a, rerolu-
gao nio tardara appossar-se deltas tambem.
Por conseguinle Dada se pode fazer por este
lado.
O syslema que pe a religiio expensas do
thesouro publico, forma um estado de cousas que,
com quanlo desconhecido dos seculos presentes,
foi adoptado pela Franca em 1801 em virtude de
uma convengio solemne celebrada entre Po VII,
de sagrada memoria, e o primeko cnsul, que
foi depois imperador Napoleio.
De eolio para c foram garantidos ao clero tra-
tamenlos convenientes, nao como um favor, e
muito menos como um salario, mas como uma
indemnisagio muito fraca dos bens que tinham
sido arrebatados egreja, grande parle dos quaes
se achavam na posse do estado.
Nada temos que dizer sobre esse syslema, quan-
lo ao que dos diz respeito, pois que do dosso
paiz uma regra da egreja, bem como uma lei do
estado: somos obrigados reconhecer que oa
pralica lem ello sido entre dos um beneficio ; e
de sorte alguma tocaramos nesle ponto, se cer-
tos homens nos seus vospensameotos e discur-
sos imprudentes delle se Dio oceupassero, pre-
tendendo sjeitar o soberano pontfice essa
condigio inferior, incerta e dependente.
E' portento da maior importancia qoe ros ex-
pliquemos quanto seria imsraticarel esse projec-
to assim generalisado, e quaoto offeosira seria ao
saoto psrlro s a proposta delle I
Dizem que em troca dos seus estados, o Papa
poderia receber das nagoes catholieas urna rica
subveogao.
Em primeko lugar seria preciso que o chefe da
egreja consentisse em semelhante cousa, e para
consentir deveria renunciar, ao meos em parte,
ao patrimonio de S. Pedro, tal qual foi conat-
tuido no correr dos seculos, e sos outros domi-
nios, que recebeu da piedade dos Deis, nio para
sua pessoa, mas para sua dignidade soberana,
patrimonio e dominios, que elle jurou peraole
Deus e os homens conserrar intactos.
Ora, por aqu coroprehendeis j, meus charis-
simos irmios, como grare esta primeira diffi-
culdade. E agora do syslema proposto o qne
receberia elle em troca ?
Respoodem-nos quo receberia das potencias
catholieas uma subreagio digna e honrosa.
cessidade, e cootribue largamente, quaoto est
ao seu alcance, para todas &* outras obras catho-
lieas 1
E nos todos, calholicos do mundo ioleiro, reu-
nindo os nossos esforgos, nao poderiamos regu-
larmente assegurar ao dosso santo padre os re-
cursos equivalentes aquelles que lhe roubaram
as reroluges 1
O contrario sera uma rorgonha eterna para os
Olhos da santa egreja de Deus, seria um peso
mortificador para as nossas consciencias t
Coocorraraos, pois, com as nossas dadivas, e as
renovemos todos os annos, emquanto durarem as
necessidades do dosso chefe e pae espiritual.
E haremos de concorrer, baja o qne hourer:
suppoodo mesmo que por um feliz acaso e mui
legitimo as prorincias tiradas forga santa s,
lhe sejam depressa restituidas (e este o desejo
de todos nos, 6 a supposicio mais agradarelaos
nossos coragdes), suppondo que isso acontecer
no menor prazo possirel, anda assimquede
ruinas levantar, que de injostigas reparar,
que de existencias reconsolidar I e que lempo
seria necessario para que esses paizes risonhos e
abundantes chegassem de noro ao estado de po-
derem contribuir com o seu tributo para o
thesouro pontifical I
E agora, meus charissimos irmios, at quando
ser preciso esperar que tenha effeilo essa am-
bicionada restauragao? At quaodo o santo pa-
dre rer-se-ha reduzido es3a posigio fraca e im-
potente, em que par das despezas io dispensa-
reis e sempre crescentes, apparecem rendas es-
gotadas, quaes footes que seccaram ? B oio com-
prehendeis que emquanto durar semelhante es-
lado de cousas cabe nos catholicos a missio e
a honra de proror essas fonles, de supprir
essas rendas?
Sim, roso coroprehendeis, estamos disso cer-
lo ; ros bem sabis que o Papa nio dere ser soc-
corrido como o sera qualquer pessa, porm
como o chefe da mais alta e da mais preciosa so-
ciedade que ha no mundo.
E nos sabemos qoe o summo pontfice nada
pede para si, e sabemos, por termos pessoalmen-
te risto, que sio muito|humUdes as suas exigen-
cias privadas.
Finalmente, meus charissimos irmaos, nos
membros da familia escolhida de DeusDio de-
remos consentir que a mageslade do seu repre-
sentante na Ierra soffra sos olhss dos poros al-
guma quebra pessoal: deremos querer e traba-
Ihar para que todos os esplendores do culto ca-
lholico se reflictam sobre aquelle que o grande
e supremo pontfice, e para que tenha alie em
suas maos os meios de despejar numerosos bene-
ficios sobre todos, at nos mais loogioqnos pai-
zes, como a providencia divina, de quem neste
mundo a vira imagen I
(Le Monde.Sirra).
PMUI<- IIP. DE H. F. DE FARU. -1861.
i


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