Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06141


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Full Text

1110 IIXT1I IDUIO 62
Pr Ires neies adiantados SSOOO
Por tres mezes vencidos 6)000
^k^
SE6DIDA FEIIA 4 II MABgO DE IS61
PtriBMidiaiUdol9|000
Porte fraiet para t sitoeripUr.
Mil
BXCARRBGADOS DA. SUBSCRIPCAO DO ROETE
Parahiba, o Sr. Antonio Aleandriao de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Braga; Cear o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mar-
ti ns Eibeiro Guimaraes; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS DOS WJKtihlUS.
Olinda todos os dias as 9 1/1 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anto, Becerros, Bonito, Giraar, Altinho e
Garanhuns as termas-reirs.
P4o d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fi oas quartas (eiras.
Cabo, Seriohem, Rio Forrooso, Uoa.Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feras.
(Todos os correios parlem as 10 horas da manhaa)
EPHEMERIDES DO HEZ DE MARCO.
3 Quarlo minguante as 4 horas e 56 minutos da
tarde.
lt La noTa as 11 horas e 18 minutos da man.
19 Quarto crescente as 3 horas e 12 horas da
tarde.
26 La cheia as 11 horas e 55 minutos da man.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 10 horas e 54 minutos da manhaa.
Segundo as 11 horas e 18 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
4 Segunda. S. Lucio p. m.; S. Casimirolrei.
5 Terca. S. Theophilo b. : 8. Focas m.
6 Ousrta. S. Olegario b. ; S. Collada v. m.
7 Quinta. S. Thomaz de Aquino b. doutor.
,.8 'Seila. A Coroa-de espioho de J. Christo.
*H>abbado. S. Francisca Romana viuva.
^Domingo. S. Mfitao-e $ companheiros.
AuuiiWAS UOS IKibUNAK UA CAPITAL.
Tribunal do eommereio: segundase quintas.
Relacao 'tergas, quintas sabbados sslO horas.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do eommereio : quartss so mel dia:
Dito de orphios: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tergas e sextas ao meio
Segunda Tara do civel:
hora da tarde:
qu arlas e sabbados a 1
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SLjL*
Alagoas, o Sr. Glaudino Paicao Dia; Bahiay
Sr. Jos Martios Aires; Rto de nafro-, o Sr*
Joo Perira Martina.
EM PERNAMBVCO.
O proprietario do dubio Maaoel Figueirea #
Paria, na sus livrarijjrc.a da Independencia n
6 a 8.
PARTE 0FFICIAL.
Governo da provincia.
Expediento do dia 28 de fevereiro de 1861.
Officio ao coronel commindante das armas.
Tendo era attencio o que expde no officio incluso
por copia o director do arsenal de guerra re ti-
camente substituido de sessenta lences for-
necidos ao hospital militar, de que tratt V. S.
ora seu officio de 2z deste mez, acabo de deter-
minar-lhe que continu fornecer lences cora o
comprimento exacto de duas varas da mesma fa -
zonda dos que e*io feitos, e que toi enviado pe-
lo arsenal de guerra da corte por ordem do go-
verno imperial, ficando sem elTeito a rainha or-
dem de 23 do correnfe, mandando efTectuar essa
subslituigo, e de que se deu sciencia V. S. na-
quella masma data; o que communico V. S.
para tai intelligencia.Offlciou-se reipeito ao
director do arsenal de guerra.
Dito ao mesmo.Sirva se V. S. de informar
acerca do que pede o soldado do 8 batalhao de
cacadores Fernando Jos dos Santos.
Igual para informar aobre o requerimento de
Laurindo Adrto de Araujo.
Dito ao meamo.Visto que se acha doente o
facultativo existente no presidio de Fernando e
ainda nio chegou esta capital o 2 cirurgio
ManoeliBernardino Bolvar, que deve rende-lo na
formadas ordens imperiaes, pode V. S. mandar
substituir o referido facultativo por outro, como
propoz o delegado do cirurgio mor do exercito
no officio que se refere o de V. S. de 26 do
correte aob a. 274.
Dito ao cora mandante da estaco naval.Haja
V. S. de informar acerca do que pede Candida
Mara da Cruz no incluso requerimento.
Dito ao insdector do arsenal de marinha.De
cooformidade com o officio do commaodante da
divisao naval, constante da copia junta, mande
V. S. saliofazor as inclusas guias do brigue escu-
na de guerra Xing.Commuaicou-se ao refe-
rido commaodante.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
A' vista do incluso officio do coronel comman-
dttite das armas informe V. S qual a quantia
que deve recolher ao cofre dessa thesouraria o
2 cadete do 2o batalhao de infantaria Joao Wao-
derley Navarro Lins aflm, de eximir-se do servi-
do do exercito na conformidade do art. 12 do re-
glamento de 28 de setembro de 1859.
Portara.O presidente da provincia, confor-
mando-se com a proposta do teneote coronel
commaudanle do batalhao n. 47 de infantaria da
guarda nacional do municipioda Boa-Vista, data-
da de 31 dejaneiro ultimo sobro que ioformou o
respectivo commandante superior em officio de 2
de correte, resolve, de cooformidade cora art. 48
da lei n. 602 de 19 de setembro de 1850, no-
mear officiaes do referido batalhao os cidados
seguintes:
Estado -moior.
Tenente quartel-mestre, o tenente da anliga
guarda nacional Francisco .Vives dos Santos.
Cirurgio, tenente Mauoel Hyppolito Lima J-
nior.
Alferes secretario, Themistocles Pereira Bran-
do.
Alferes porta -bandeira, Joao Vital de Santiago.
Primeira companhia.
Capitao, Manoel Jacome Bezerra de Carva-
lho.
Tenente, Andr Arsenio Pereira Brando.
Alferes, Benedilo Honorio de Carvalho.
Dito, Thomaz Alves Vianna.
Segunda companhia.
Capitao, Jos Chrispinianno Rodrigues Coelho
Brando.
Tenente, Joo Tertuliano Rodrigues Coelho.
Alferes, Jos Ferreira Gomes.
Dito, Aodr Rodrigues Coelho.
Terceira companhia.
Capitao, Eduardo Nunes de Barros.
Tenente, Antooio Jos de Santa Anna.
Alferes, Aodr Nunes de Barros.
Dito, Antonio Joaquina de Santa Aona.
Quarta companhia.
Capitao, Francisco Manoel Rodrigues Coelho.
Tenente, Marcos da Costa Matiz.
Alferes, Bento de Santa Anna.
Dito, Jos Ignacio da Silva Jnior.
Coromuoicou-se ao respectivo commandante
superior.
Dita.O presidente da provincia resolve conce-
der a exonerago que solicitou do cargo de subde-
legado do i* districto da freguezia da Boa-Vista
destscidade.o capitao do 9o batalhao de infantaria
Firmino da Cunha Reg.Fizoram-se as commu-
cicages convenientes.
Dita.O presidente da provincia, tendo em at-
tengo o que Ihe expoz o director da repartigo
das obras publicas em officio de 26 do correte
sob n. 41, resolve, nos termos do art. 32 da lei
provincial n. 286, de 17 de maio de 1851, nao s
cncampar as obras do empedramento entre os
marcos de 6 8 mil bragas na estrada daVictoria,
de que arrematante Antonio Halachias de Mu-
cedo Lima, e as do empedramento de 1,067 bra-
bas em diversos pontos da mesma estrada,
das quaes arrematante Joo Hyppolito de Met-
ra Lima, mas tambem multar i cada un des-
ees arrematantes e seus fiadores na decima par-
te do valor das obras de seus contratos, as quaes
devero ser concluidas por administrarlo,confor-
me prope o mesmo director.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes vapor mandem dar transporte para
os seus destinos por conta do ministerio da guer-
ra no Io vapor que seguir para o norte ao offlcial
e soldados mencionados na relago junta por co-
pia.Officiou-se thesouraria de fazenda para o
ajuste de cootas dos officiaes, e commuoicou-se
ao coronel commandante das armas.
DESPACHOS DO DU 28 DK FEVEREIRO DE 1861.
Requerimento*.
3936 Bento Jos Ramos de Oliveira.Volte
ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
3937.Cleto da Costa Campello.Nao ha que
deferir em vista da iotormago.
3938.George Quintana Martha.Informe o
Sr. Dr. provedor da saude do porto.
3939.Ba cha re Joo Hircano Alves Maciel.
Depots que entrar em exercicio o juiz de dircito
da combrea, ser o supplicante attendido.
3940.Jos Guilherme Guimaraes.Requeira
o supplicante pelos canaes competentes.
3941.Manoel Antonio de Jess.Volte ao Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
res reformado Jorge Rodrigues Sid reir ; o pri-
meiro para a freguezia da Boa-vista, o segundo
para Santo Amonio e S. Jos, e o terceiro para
a de S. Fr. Pedro Gongalves do Recife.
Por esta oecasio o mesmo commandante das
armas, para facilitar o desempenho do servigo
daquelles seohores officiaes, determina aos Srs.
commandantes dos ditferentes cornos, que sem-
pre que os Srs. officiaes recrutadores requisita-
rem at 2 soldados para se effectuar alguma pri-
sto, lhe prestem, dando para esso fim, ordem
aos Srs. officiaes de estado maior, para que no
caso vortente, elles possam satisfazer com promp-
lido a qualquer requisigao, que aquelles Srs.
desses despachos escrpto por lord John Rus-
aell a Mr. Pagel, ministro da Gra-Bretanha em
Copenhague.
Eis o seu contedo :
a Traosmitto-vos a inclusa copia de um des-
pacho do baro de Scbeleinilz ao conde de Ber-
nstorff, e da resposta que dei em um despacho a
Mr. Lowther.
Dignai-vos notar que, neste despacho, desig-
nei eu oscompromissos, que, na opinio do go-
verno da rainha, o rei de Dinamarca esta obriga-
do a cumprir por sua honra. Disse: Contra-
hio o compromisso de nao incorporar ao Schle-
swig a Dinamarca de manter os estados represen-
officiaes lhe fizerem ; os Srs. commandaotes das tativos do Schleswig e de conceder protecgo
guardas a quemo mesmo dever imponho, nos igual a nacionalidade allema, assim como ana-
casos imprevistos, fornecero tambem aos men-
cionados senhores officiaes at dous soldados.
clonalidade dinamarqueza naquelle ducado,
Qualquer que seja, segundo o ponto de [vista
afim de cooduzirem os recrutados aos lugares do direito jurdico, o valor dos compromissos con-
que pelos respectivos recrutadores forero desig- j trahidos para com a Austria e Prussia, o governo
nados, recolhendo-se logo depois aos corpos de '
suas guardas.
Finalmente determina, que na manhaa do 1."
de margo vindouro se passe revista geral de mos-
tra aos corpos movis do exercito aqui existen-
tes, e as companhias isoladas, pela erdem se-
guate :
A's 6 horas companhia de artfices ; as 6 1/2,
ao 2." batalhao de infantaria ; s 7, ao 4. de ar-
de S. M. olio heaita em declarar que o rei de Di-
| namarca est obrigado pela sua honra a cumprir
osses compromissos. Proclamou-os publicamen-
! te, e notificou-os nao s aos seus subditos, mas
tambem aos representantes das potencias atran-
geiras, e o seu i ulerease, nao menos que o seu
dever, impdem-lhe o cumprimento.
Os seus subditos deveriam coohecerque, sob
o seu aceptro, gozam dos masmos dtreitos que os
tilharia a p ; s 7 1/2, ao 9 ; s 8, ao 10 am- seus concidados dinamarquezes. Experirenta-
bos de infantaria, e finalmente s 8 1/2 compa- riam o mesmo tempo o sentimento de dedicago
nhia fixa de cavallaria. i leal a monarchia dinamarqueza, e o desejo sioce-
Assgnado.Jos Antonio da Fonceca Galvo. ro de a conservar intacta. Mas se, pelo contra-
rio, a educago dos seus filhos as escolas publ-
cas o os exercicios do seu culto Ibes sao prohibi-
dos por medidas vexalorias ; se o governo pare-
Conforme. Antonio Enia Gustavo Galvo.
Alferes ajudante de ordens interino do commando.
!. de margo.
ORDEM DO DIA N. 80.
O coronel commandante das armas faz publico
para conhecimento da guarnigo que em officio
da presidencia de hontem datado lhe foi commu-
nicado que por portara da mesma data fra con-
cedida ao Sr. capitao do 8: batalhao de infanta-
ria Firmino da Cunha Reg, a exonerago que
pedio do cargo de subdelegado do primeiro dis-
tricto da freguezia da Boa-Vista desta cidade.
Asilgnado.Jos Antonio da Fonstca Galvo.
Conforme. Antonio Eneas Gustavo Galvo,
Alferes ajudante de ordens interino do commando.
EXTERIOR.
Os jomaos prusianos publicara urna carta di-
rigida em 3 de junho de 1849, por Ernest Mau-
rice Arndt, ao rei Frederico Guilherme IV acn-
selhando-o a acceitar a coroa de imperio de Al-
lemanha, e a resposta do rei, datada de 18 do
mesmo mez. Eis a parrte esposta, em que eslo
expostos os motivos de recusa :
Pedis-me que acceite urna coroa, quo me of-
ferecem l Examinemos primeiro que ludo quem
offerece, depois oque que seofferece...........
A grande assembla que se chama assembla na-
cional, e da qual urna grande parte se forma dos
melhores homens da Allemanha, nao lem coroa
nem para dar era para offerecer. Tem urna cons-
tituigo a elaborar e a combinar com todos os
estados da Allemanha reconhecidos pela Europa.
Oode est o mandato que aulorisa esses homens
a collocar um reiou um imperador cima das au-
toridades legitimas s quaes prestaram juramen-
tos? Onde est o conselho do principes que, se-
gundo os usos que datam de mil annos, alego o
seu rei e o prope confirmago do poro?
A vossa assembla oppoz-se sempre a for-
mago desse conselho, representarlo dos sobe-
ranos allemes no novo centro da nago. E' um
grandissimo erro de que agora se sentem as con-
sequencias; cada um sent em Francfort que a
despeito de tantos trabalhos, de muitos, o de in-
tences to, puras, se trabalhe para urna especie
deimpossibilidade. Julgaes vos que scenas vio-
lentas, discursos e resologo do parlamento tor-
oaro possivel o que impossivel.
Mas suppondo, meu charo Arndt, que o erro
nao chegasse commelter-se ou podesse ser re-
parado, que o conselho dos principes e do povo
proceda a urna eleigo, e me offerecia ento a an-
liga ; a verdadeira e a legitima coroa allema,
que conta rail annos de antiguiuade, ento seria
necessario resolver, acceitar, ou recusar; mas eu
responderei como deve responder um hornera a
quem se offerece a suprema honra do mundo.
Mas, ha I Nao assim. S o silencio me
prende em presenga da mensagem que se me of-
ferece de Francfort. Nao posso responder, e nao
responderei, para nao oileoder homens que con-
sidero, como vos meu velho amigo, com orgulho
e reconhecimento. Que me offerecem elles ? Es-
se facto da revolucao de 1848 ser urna cora ?
Nao tras o sgnal da cruz saota ; nao tem impres-
so na fronte o sello da graga de Deus ; nao
urna coroa. E' o collar de ferro que reduziria
posigo de escravos da revolugo o Qlho de viole
e quatro eleitorea e res, o chefe de 16 milhes
ce ser guiado pelo desejo de opprimir a naciona-
lidade dos seus subditos de raga allema, destes
acontecimonlos s podem resultar consequencias
serias.
a Se a confederagao germnica se dispozesse
a fazer executar pela forga as resoluges do mez
de margo ultimo, o ducado visinho de Schleswig
seria cortamente o theatro de aglago, e talvez
de desordena e de rebellio. Seria ento con-
.cessesqu aos olhos dos Schleswigianos podiam
levaniar-se cima de qualquer suspeita de felo-
na, procurando desculpar-se da censura de que-
rer reduzir a urna posigo odiosamente inferior
urna parte inteligente e industriosa dos seus sub-
ditos.
i Dignai-vos dar leitura deste despacho a Mr.
I Hall, assim como do que dirig a Mr. Lowther,
; deixando-lhe copias.
J. Russell.
Em seguida publicamos am extracto do despa-
cho dirigido a Mr. Lowthor, a que allude o mini-
tro da Gr-Bretanha, por isso que nao encontra-
mos naa folhas o texto deste documento :
a Examinaremos em primero lugar a formula
e depois o theor dos compromissos de que se faz
menso. Segundo a sua formula, essas promes-
sis sao feilas pelo rei de Dinamarca directamen-
te aos seus subditos. Todava despacho austra-
co de 26 de dezembro de 1851, e a resposta do
ministro dos negocios estraogeiros de Dinamar-
ca, tendem a dar a essas promessas o effeilo, se-
na o precisamente a forma regular de urna obri-
gaco jurdica.
O ministro austraco expe o contedo do
rogramma do rei de Dinamarca, e pede, para
be dar a formula obrigatoria, urna declarago
mandar para a Sicilia, nao nada; a difficuldade
conservado alli>
Estas sao as proprias paTavras do re, diz Mr.
B rodeno.
Quando chegou ao fim da carta, o rei accres-
centou :cumprimenlae Mazzini da mtnha parte;
duei-lhe que ti as suas cartas com prazer, e que
aprecio as suas boas intenees. Quera rnente
urna cousa.
c Qual seohor?
Mazzini quer-me dar 500.000 homens no
papel. Eu nao pego tanto. Conlento-me com
250.000 homens effectivos.
Seohor, eu respondo pelo povo italiano.
Affaste-se a clientela dos falsos italianos que o
cercam, e elle ha de fazer prodigios.
Que despert, e nos veremos.
Queris, senhor, permiltir-me que pega a
Mazzini urna conferencia, afim de por em execu-
go o que elle prope?
O que 1 Mazzini no Piemonte ? Dizei-lhe
que tome o cuidado.
Vossa mageslade nao queria de cerlo fa-
ze-lo prender.
Eu, nio, de certo; mas se o procurador
fiscal o soubesse I
Pois bem I senhor, para que o fisco o nio
saiba, se V. M. m'o quer permiltir. eu o convida-
re! a dirigir-se a Verbanella, no Canlo do Tes-
sino, ondo ambos estabeleceremos as bases da
paz entre a repblica e a mooarchia, da maoei-
ra que urna dellas nao possa ser devorada pela
outra.B
O rei concodea a licenga. Escreveu a Maz-
zini, que respondeu com a seguinte carta, auto-
risando o seu mandatario a que fizesse leitura
della a Mr. Rattazzi e ao rei Vctor Emma-
nuel :
Meu charo.
Entenda-ae bem que eu nao tenho a menor
difficuldade contra a conferencia em principio, e
acceito a cidade que me indicaes; mas carego de
um praso para regular as cousas particulares que
dependem da posigo excepcional em que os li-
bertadores da Italia me conservara. Apenas se
veneam certas difficuldades, eu me dirigirei ao
ponto indicado, o aviaarei a tempo opportuno o
amigo Brofferio.
porm til que eu aproveile este praso,
afim de que Brofferio saiba por vos a posigo em
que eu entendo dever manter-me. Digo isto, por-
que recelo que a minha carta seja mal entendida,
e desejo que eutre nos se trate lealmeote.
_ Esta carta nao um primeiro passo, o ul-
timo. o senao, nao, proferido com mais lgica,
e com mais invariavel determinagao do que a de
Manin.
Sou republicano, continuaren a ser republi-
cano ; conservo, em todo o caso, e meu direito
de propaganda pacifica republicana, por meio da
imprensa ; recorrerei acgo onde e quando isso
for possivel, se a proposta cuntida na minha car-
ta ao rei nao aceita.
Inclinado perante a soberana nacional, con-
vencido pelos tactos que boje a maioria do paiz
nao s aceita, mas tambem deseja a monarchia
de Vctor Emmanuel, partidario da UDidade ita-
liana maia do que qualquer oulra cousa, julgo que
do meu dever dizer ao rei : se queris verda-
deira e effieazmonte alcangar a umdade nacional,
nos estamos promptos para vos auxiliar. Venga-
mos juntos : callemo-nos quaato ao reato.
i sua livraria uraga da Indepi
* Se?redo bsoluto sobre tudo isto ; hoie e
aaanhaa, emquanlo ronvier ao governo sardo ;
A iaaurreicio da Sicilia, apenas os nossos
liverem passado a Cattolica ; antes mesmo, se
lor necessario,com tanto que no- advirtam :
A insurreigo napolitana, logo que Garibaldi
estiver na fronteira dosAbruzzos ; e entre a in-
surreigo da Sicilia e o movimeato das provin-
cias, a insurreigo de aples torna se certa :
O offerecimento de annexago ao rei, que a
di.er acceitar publica e aimplesmente. Este
offerecimento, cessando toda a opposigo da nos-
sa parto, igualmente certo.
O resto resultar disto mesmo.
E tudo se dove fazer rpidamente. O tempo
perdido d vantagem ao inimigo. Aos goveroos
do centro comega a faltar dinheiro. O descon-
tentamento, em consequeocia da desilluso por
que se pasaa, augmentare a aoarchia ha de re-
bentar.
Os meios de defeza|do reino augmentara. A
inercia fatiga os povos e os voluntarios. Os mo-
vimentos localisam-se. O enthusiasmo perde-
se. E' necessario obrar ou morrer. Nos nao pro-
vocamos os descontentamentosdos povos.mis de-
vemos aproveitar-nos d'olles para combater, na
primeira crise, Srs. decrpitos, governos fracas.
Se nao obramos, cahiremos loevitavelmente, di-
go-o com sentimento e certeza, na guerra civil e
na anarchia.
Com um instaste de revolugo, o Piemonte
pode fazer que a Italia seja ama. O rei pode
tornar-3e o homem do seculo.
Se estas bases pdem ser aceitas, tratemos
e j. Do contrario tornam-se inuteis quaesquer
negociages. Estou irrevogavelraente resolvtdo
conservar-me absolutamente independente na
minha conducta, se estas propostas forem julgi-
das xcessivas.
Mas o governo sardo nao se illuda com a
sua posigo. Nao conhece o povo, nem os parti-
dos, se nao comprehende que mais dous mezes
de tergiversages pode mudar a papularidade ap-
parente de que gosa em um antagonismo, e em
um sopro de rea cea o.
Communicai, etc.
.Jos Mazzini
Esta carta foi communicada Ma Ratazzi, e
ignora-se ae foi lida ao rei.
Poucos dias depois cahio no ministerio Rataz-
zi, sendo substituido pelo ministerio Cavour. As
negociages nunca se eotabolaram. Mazzini raan-
dou Rosolino Pilo para insurreccionar a Sicilia.
Depois de se haver sustentado por mais de um
mez com as suas proprias torgas na ilha, a revo-
lugo ia suecumbir, quando Garibaldi se levan-
tou, e lomou seu cargo a defeza da indepen-
dencia italiana.
a formula obrigatoria, urna declarago Quando o paiz nos perteneer, nao podis en-
tena por ordem de S. M. e conclue offerecendo to duvidar ; nao nos opporemos a isso, nem
espontneamente assentar nesta condico. o man-1 obraremos em sentido contrario. No dia seguin-
daio que a Austria e a Prussia tinham recebido te [il si dopo, urna illuso para Mazzini. sempre
da Confederagao, e obter a evacuago do Hols-
tein.
A 28 de Janeiro de 1852 o ministro dos ne- i
que choga o dia seguinte, tf si dopo, dizem os
seus adversarios), no exilio ou no meu paiz, es-
| creverei como d'antes as convieces da minha al-
gocios estrangeiros de Dinamarca fez, em virlnde m. Eoto nos limitaremos a escrever as nos-
sas bandeiras : Unidade, liberdade.
Entendemos que isto serio. Estou muito
avangado em idade, e mnito conhecedor dos ho-
mens e das cousas para me Iludir.
<' As intenees oceultas e indeterminadas sao
Sara mim sem valor. Nao aceito a unio, a uni-
cacao progressiva, o as transaegos de conscien-
eia taes como marchar para avante no espago de
10 annos.
de urna authorisago real, a declarago de que
o rei reconhecia como conforme s suas proprias
intenges as que eslo consignadas e interpreta-
das no officio da corte da Vienna de 26 de de-
zembro de 1851.
No que diz reipeito ao conlecido das suas
promessas, o rei de Diuamarca promette :
1." Que nao ha vera nem incorporago do
ducado de Schleswig ao reino, oem medidas ten-
dentes para esse fim :
2. A proclamaco de 28 de Janeiro de 1852
promette urna orgaoisa;o representativa dos es-
tados schleswigianos, e assegurar que a le a
promulgar para esse effeito, assegurar tambem
os difeitos e a efficaz protecgo das duas nicio-
nalidadea do dito ducado.
Na opinio do governo da rainha certo que
essas promessas coostituera urna obrigaco que
S. M. el-rei de Dinamarca a obrigou pela sua
honra a cumprir. O brigou-se a nao incorporar
o Schleswig Dinamarca, a manter os estados de
Schleswig e a proteger, lauto urna como outra,
as duas nacvolidadea do ducado.
Todava, na opinio do governo da rainha,
nao do essas promessas, nem pela sua forma,
nem pelo s*u contedo, Austria, i Prussia,
i ou Confederagao Germnica, o direito de ae en-
de homens, e do exercito mais valente e miis de- T,ol,'erem <"? Jodos os delalhes da adminiatrago
a
COMMANDO DAS ARMAS.
uartel do commando das anisas
de rernambuco, na cidade do
Recife, S8 de fevereiro de 1861
ORDEM DO DIA N. 79.
O coronel commaodante das armas faz publico
para conhecimento da guarnigo que em officio
da presidencia? de hontem datado, lhe foi com-
municado que por portara da mesma dala o Erra.
Sr. presidente da provincia resolveu nomear para
recrutadores as freguezias desta cidade os se-
guintes Srs. officiaes.
Tenente do 9. batalhao de infantaria Manoel
Azevedo do Nascimento, tenante do 2." da mes-
va arma joo Adolpho de Souza Barreto e alfe-
dicado do mundo.
A' custa desse presente, seria necessario vio-
lar a minha palavra, dada em 26 de fevereiro
dieta prussianade tratar de combinages com
todos os outros principes allemes, de um accor-
do com a assembla nacional allema sobre a
constituido da Allemanha. Mas nao violarei
nem essa promessa oem neohuma outra. Pare-
ce-me, meu charo Arndt, que partilhaes com
muitos outros do um grave erro ; o de que a re-
volugo que ha a combater a da demagogia e a
do coramunismo A revolugo a aboligo da
ordem divina, o despreso e o quebrntamelo do
direito e da jusliga; ella ha de viver e sustenta-
r o seu odio de morle, at que a ordem das coa-
sas seja derrubada.
Emquanto, pois, as autoridades allemes nao
tiverem um lugar no centro de Francfort, e nao
tomarem assenlo frente do conselho chamado
para decidir do futuro da Allemanha ; emquanto
esse centro permanecer na superficie do terreno
revolucionario, e se deixar arrastar por elle, por
todo esse tempo nada haver que offerecer, que
mos puras possam tocar. Como Allemo e co-
mo principe, cujo sim um $im de valor, o nao
em nao digno de se reflectir nelle, nao consinto
em cousa alguma que possa desagradar minha
patria, e entrega-la irriso dos nossos visinhos,
e Justina da historia ; nao acceito cousa alguma
que nao esteja na altura dos raeus deveres natu-
raos, ou que ponha qualquer embarago ao seu
cumprimento: Dixi et talvavi animam meam.
Esta carta, meu velho amigo, s para vos.
Comprehendereis a necessidade dosegredo, que
vos recommendo com instancia Entrera-vos as
minhas palavras no sentimento e no corago ;
convencei-vos de qne nao posso proceder de ou-
tra mineira, sem me contrariar a mim mesmo, e
depois pensai, combinai com os vossos amigos,
com as pessoas sensatas, que pdem alguma cou-
sa, levan tai a vossa voz noseio do parlamento, e
pedi-lhe afinal o que ainda faz falta e que ab-
solutamente necossario; a ordem legitima e
razoavel.
As correspondencias de Copenhague e de Ber-
ln fallara da differente modo e alludem aos des-
pachos dimanados do ministerio dos negocios es-
trangeiros de Londres aconsclhiodo o governo
dioamarqaez a fazer concesses aos seus subditos
allemes, e a considerar obrigatorioa os compro-
do ducado de Schleswig.
I Se Schleswig fosse incorporado Dinamarca,
o se o Schleswig fosse despojado da sua
constiluigao particular, a Allemanha poderia pre-
tender o direito de intervengo. Mas se o regu-
lamento para cada igreja e para cada escola do
Schleswig fosse objectodessa intervengo, os di-
reitos de soberana do rei de Dinamarca nao exis-
tiran) senio no nome.
O governo de S. M. pela sua parte, ha de
ompregar sempre a influencia de que gosa junto
da corte de Dinamarca, para fazer dar toda a
protecgo aos habitantes allemes -do Schles-
wig.,
Escrevem de Turin Preste :
a Mr. Brofferio acaba de publicar no jornal in-
titulado Roma e Venesa, ama pagina retrospec-
tiva da historia das tentativas feitas depois de
Vil la franca para reunir os republicanos e os cons-
tilucionaes.
Todos se lembram da famosa carta de Mazzi-
ni ao rei Vctor Emmanuel depois de Villafranca,
na qual Mazziai dizia ao rei que se queria fazer
a Italia livre e urna, nao s elle Mazzioi, nao fa-
rla a isso o menor obstculo, mas que pelo con-
trario promettia lodo o seu concurso para conse-
guir esta sublime empreza.
A esta carta offielal, vioha junta urna carta
confidencial, na qual o ministerio Ratazzi, ento
no poder, era, diz Mr. Brofferio, muito desconsi-
derado.
Mazzini escreveu
medio de um amigo,
entregasso ao rei a carta official j publicada m
todos os joroaes, e a carta confidencial.
No Piemonte, todos se jactara de ser consti-
locionaes, e Mr. Brofferio o primeiro. Respon-
deu pois, que isto nao se poda fazer sem permis-
so de Mr. Rattazzi. Mazziai consente, e Mr.
Brofferio apreseotoa-se no palacio do monarcha
s nove horas da noite, levando na algibeira as
duaa cartas do republicano Mazzini.
Deixo a Mr. Brofferio referir o que passou
com o rei:
Chegou afinal o momento de apresenlar ao
rei a carta de Mazzini. Elle leu-a de vagar, e
sorra a cada instante, parecendo dizer:ha aqui
alguma cousa de verdade.
Quando
a este respeito, por inter-
que pedio a Brofferio que
Nao aceito que se me diga : tomaremos hoje
os ducados, amaoha outro pedago da Italia ; de-
pois esperaremos que o papa morra, e daqui
dous ou tres annos tornaremos a fazer a guerra
para tomar Veneza ao austraco.
As melhores intenges, as dos ris mesmo,
depeotam da vida ou da morle do monarcha, de
urna mudanca de ministerio, de um facto que se
produz no estrangeiro, tudo cousas que nao po-
demos aceitar como condico de aalvago. O fac-
to da actailidade est dianle de nos; sobre elle
que devemos fundar a nossa obra.
O facto de hoje a resolugo do centro. E'
ella que deve servir de ponto de apoio para o le-
vantamento em massa. E' necessario que a mo-
narchia se una resolutameale revolugo e nos
auxilie a torna-la rpidamente italiana.
< A minha proposta nasce da conviego em qua
estou de que o Piemonte e a revolugo sao suf-
ficientemente fortes para por termo obra.
em Pesth, em Varsovia ou em S. Peterabur-
goi Delxa tudo ua indeciso, excepto osaeuy
laques contra o syatema parlamentar de Luiz>
felippe. systema que hoj ootrafaz em parle.
Os differentes discorsosdfc rei da Prussia. Gui-
Ihernw I foram medjbs desTros. porm mais Tran-
cos. iCpreocupago das eventualidades guerrei-
ras prximas nelles oceupam mais ampio la-
gar. O rei sabe perfeitameote que urna nov
intervengo da Frange na Italia contra a Au.tri*
chamar forgadaraente a Allemanha inleira
armas. E por isso dizia elle ltimamente ao
sem generaes que em caso de guerra para *
Prussia seria, vencer ou morrer f
De balde um partido muito influente que se-
ntitula partido nacional allemo tem procu-
rado determinar a Prussia assistir de bracos cru-
zados a urna derrota complola da Auslna e *
proveitosamente com esperteza do desmembra-
mento desse imperio poderoso da casa de Haps-
burgo que ameaga ruina. A opinio publica
na Allemanha cada vez mais se revolia contra
urna poltica semelhante, que seria um verda-
eiro suicidio poltico da Confederagao germa-
No meio de todos esses recelos e apprehenses
continua a Blgica cheia de f no seu futuro, uas
reformas mora es e materiaes cuja necessidade
recoohece.
A cmara dos representantes depois de ama
discusso ardua da maia de qoinze dias, acaba de
restabelecer o exame do discpulo uoiversita- -
rio. Fez mais. Iodo mais longe que o mi-
nistro do interior Mr. Rogier, anlicipou-o sup-
primindo sob proposla dos Srs. Van Huulecck o
Defr.oscursosde aitestados e restabelecendo para
todos os ramos os exames escriplos e oraes.
Era refazer de umamaneira evidente a lei org-
nica de 1857. Porm a cmara qutz acabar com,
urna lei cuja influencia fatal aobre o descimento
do nivel dos estudos na Blgica ninguom ousa
contestar. Essa resolugo anormal e lodavia ne-
cessaria prova quo iudispensavel pareca a.
odas os homens illuatrados e sem distiaego
partido, a revogago dessa detestavel lei de
de
Sobre as brochuras publicadas em Franga, 1S-
se no Moniteur o seguinte :
Tem-se fallado muito em Franga, e princi-
palmente no estrangeiro, de certas brochuras pu-
blicadas em Paria, que defendem Ineses muilo
temerarias, e nao poucas vezes as mais absurdas,
principalmente as que prope em Franga o esta-
beleciroanto de urna igreja nacional. O que ve-
lera estas brochuras, to pouco em harmona com
o sentimento publico, intil dize-lo, e os actos
do governo do imperador bastara para provarque
faz dellas o caso que merecem. Mas nos vivemos
sob um rgimen de liberdade regulado pelas leis.
Essas publicages, com o Moniteur j leve oc-
casio de o fazer nolar, esto sob o imperio do
dircito commum, e nio esto sujeitas seno
formalidade do deposito.
Este estado de nossa legislago em materia
de imprensa e de litros, deixa iniciativa indi-
vidual a mais completa, liberdade para todas as
publicages nao peridicas ; o governo nao tem
pois sua disposigo o menor direito preventivo
a respeito dos livros e das brochuras. Compre-
hende-se desde logo quanto seria injusto tornar
responsaveis escriplos em que esto desenvolvi-
das essas doutrinas insensatas, que a justiga nao
persegue porque nao cooslituem delictos; mas
que o bom senso publico reprova como contra-
rios aos ioslinctos calholicos do paiz. e ao res-
peito pelo Santo Padre, do qual a poltica de im-
perador sempre tem dado exemplo.
De um jornal de Turim extrahimos a seguinte
proclamago de Vctor Emmanuel dirigida aos
Napolitanos:
Italianos das provincias napolitanas.
Os cuidados do estado obrigaram-me,
a separar-me de vos.
sul. Feito isto, entro o actual exercito napole-
lano, as milicias sicilianas, as que j existem no
Piemonte, no centro e na Lombardia, as que pro-
duzirom o immenso enthusiasmo que deste facto
ha de resultar na Italia, nos nos encontraremos
fortes de 500.000 homens, e com urna marinha.
A victoria ento rpida como um vapor.
Se a monarchia sarda nao tem um homem
que sinta por intuico, pelo poder do genio revo-
lucionario, esta verdade, intil qualquer con-
tacto, e impossivel lodo o acord. Faga cada um
ento o que poder. ( _
homens em armas, o povo
aria um facto consumma-
povos ha de applaudtr, e a
ar murmurando,
o pode fazer a guerra ao
nao pode mandar os seus
ue a guerra se acenda con
, com
grande pesar meu, a separar-me de vos. Nao
posso dar-voa urna prova maior do meu affecto do
que mandando-vos meu muito amado primo, o
principe Eugenio, a quera costumo confiar du-
rante a minha ausencia as redeaa do meu gover-
no. Governar as provincias napolitanas em meu
nomo e com os poderes que eu propro exerci, e
que tinha delegado no eminente homem de es-
tado que em consequencia de urna dolorosa des-
grana domestica pedio a demisso daquelle hon-
roso cargo.
Depositai nelle toda a confianga de que me
ha veis dado pro vas inequvocas, e", no que diz
respeito aos vossos representantes no parlameo-
- w-------r-- -~-------------- -~ .- -------r .w wv^j .v0wa tpi cocui fllHJ UU UaildlIlCU-
* p"a e8se flm necessario revolucionar o to, trabalhai com espirito de concordia, e com o
I? i i 1 i\ i -> t i\ Anta* n uliial nvmalA f.r..^-.\ __>_^__ .,. ___
Quiobentos mil
da Italia atraz delles
do que a Europa dos
Europa dos res saud
c Luiz Napoleo
Piemonte e Italia _
exordios ao sul, sem I
guando chegou ao conselho que lhe dava
r Mazzini para que mandasse Garibaldi para a Sl-
musos que outrora tomou para com elles. TJm cili, o relpoi-aa rir exclusiramenU e dista :
tra elle na Prussia, da Allemanha e em Ingla-
terra. Se a diplomacia sarda ignora estas cousas,
est muito mal informada.
Revolucionar o sul coisa fcil, urna vez
que se queira. Nao paco que o Piemonte entre
em lice primeiro e tome a iniciativa ; a iniciati-
va nos a tomaremos.
O que eu pego se o\rei quer verdadeiramen
le a unidade italiana, se elle entende tranquill-
sar todos os partidos cam urna semelhante em-
preza, o seguinte:
Os governos do centro, orna palavra do go-
verno sardo estes ulmos basta, que elles
ponham fim ao escndalo de urna perseguigo
contra nos, que deshonra a causa nacional, e
torna o aecrdo impossivel. Que se deixem em
paz os exilados emquanto seno toroarera culpa-
dos de actos hoatis contra a\ tranquilidade Inter-
na, que possam percorrer liremente casas trras
italianas que se dizem livren; nos nao abusare-
mos por urna publicidade perigosa.
D o governo aardo i Garibaldi a seguranga,
quer seja directa mente,quer\ por via de Ricasoli
oa de Farini, de que se elle operar alera da fron-
teira actual, lera os votos e a approvaco tacita
do Piomoote ; que tora o aeu concurso se a Aua
tria oa as outras potencias quizerem iotemr
otra o italianos e o seu soberano.
< Com stas condiges, lealmanle campadas;
i\6$frometttmot ptla nowa honra ;
vosso bora senso poltico, na obra da unificago,
que deve ser dentro era pouco proclamada.
A Europa, que est ha dous annos contem-
plando com aasombro os grandes fados que se
teem realisado, saber, pela vossa conduela, que
as provincias napolitanas, por terem chegado mais
tarde posigo de saas irmas livres, nao dese-
jam menos ardentemente a unidade, constituida
com firmeza, da patria commum.
Turim 7 dejaneiro de 1861.
a Vctor Emmanuel.
C. Cavour.
Jornal do Commercio, de Lisboa.)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DEPERNAM-
BUCO.
Bruxellas "3 de fevereiro.
Estamos nos prolegmenos do drama an-
nunciado para a primavera. A' estas horas,
imperadores, reis e raiohas teem a palavra; seas
discursos serven de prologo. D'aqui penas
chegar a vez da diplomacia. Ligar a acgo,
enuovelarei os mil nos da intriga e teremos assim
o primeiro acto da pega, representada custa dos
povos.
Na Blgica temos infelizmente o triste previle-
gio de acompanhar de muito perto a grande
comedia da poltica napoleonina, e chegamoa
mesmo a deitar alguna olhares para os baatido-
I8j7, bandeira de retalhos, sem ordem, e sem
nexo, triste mooumento legado Blgica pela.
f raca adminiatrago de Deduker.
E por isso, cousa singular I o ministro do inte-
rior e o relator da secgo central Deveaux, pro-
ounciando-se contra a emenda dos Srs. Va
Humbeck e Defr pela conservago provisoria da
legislago actual foram obrigados a coovir que-
essa lei era pessima.
Talvez procure tornar a carga quando houver
o segundo voto para se restabelecer a lei de
1849 decidida pela cmara dos representantes
apesar da opposigo do ministerio, mas pens quo
naufragaro.
Restabelecer os cursos por aitestados, depoi
que tima longa deciso os condemuou de urna,
maneira to expressiva, seria urna triste inconse-
quencia.
O publico j est bem ioteirado do valor dos
atiestados da reprovago solemne que suscitaram
ao mesmo tempo nos Corpos profissionaes e en-
tre os discpulos.
Os attesiados sao pouco mais ou menos corno
os passaportes. Constatara a identidade do dis-
cpulo : provam que o seu cadver assistio du
rante certo numero de horas s lices do pro-
fessor; porm quanto sciencia adquirida pro-
vara to pouco como os passaportes quanto
moralidade d'aquelle que os tem.
E apropoailo de passaporle deixe-me contar
apresas um grande passo dado pelo governo
no comego da aboligo des3a anliga vexago dos
governos absolutistas.
Um decreto recente supprime a verificago dos.
passaportes na fronteira belga. Esperamos quo
abandonada essa formalidade incommoda, vamos
am pouco mais adianto nao pedindo mais nem
visto oem passaporle, quer a entrada quer sa-
hida do paiz que se diz com razo o mais livre
do continente.
Fecho este parenthese e torno aos trabalho sJa
cmara belga. Apenas tinha essa assembla.
acabado com a lei sobre o ensino, no dia seguin-
te urna petico reclamando urna especie de am-
nista para os belgas, que sem autorisago pre-
via tambem tinham ido alistar-se no servigo do>
estrangeiro, suscitou urna discusso muilo agi-
tada.
A direita, a vista dos numerosos mancebos, que
partiodo da Blgica linham ido alistar-se sob.
o estandarte de Laroorecire, apoiou notavel-
meote a remessa da peligao ao ministro.
O Sr. Arts. da esquena, antigo presidente da
cmara, declarou-se vivamente contra a proposta,
dacommisso das petices. Fazendo valerao mes-
mo razes polticas e jurdicas o pedio a ordem.
do dia, que foi adoptada aps um debate muito
tempestuoso com 44 votos contra 33 Tenho-
mnita cousa a contar para detalhar mais um de-
bate em que appareceram de ambas as parles os
ataques mais vivos contra Vctor Emmanuel, es
tigmatisado por Dumartier com o nome de ty
ranno por Guillery. da extrema esquerda, qua
em um improviso rdeme e eloquente julgou de-
ver vingar em nome da liberdade, a causa da
liberdade e di justiga, fulminando a seu turno
os actos do governo papal. o mais detestavel
de todos os governos, exclamava elle sob as pa-
teadas furiosas da direita, o que vindes defender
neste recinto I Acreditis vos que ns parlamen-
to belga ninguem protestar contra o elogio da
um governo do qual devemos a eociliyea de Gre-
gorio XII que chamsva o livre exame delirio da
liberdade.E vos Mr. Duvantier, acreditaos po-
derdes impunemente insultara mais bella causa
do mundo, a causa da Italia ? Nao, as annexa-
ges da Italia nao sao como aquellas de que po-
deria ser ameacada a Blgica 1 A annexago da
Blgica seria urna infamia, ama violago dos di
reitos sagrados da Europa, urna violceo da li-
berdade e da independencia de um povo.
O governo guardn sabia reserva neste rogos
debate ; o ministro do interior limitou-se a hon-
rar sem destioeco de causa o carcter de todos
aquelles que tinham ido sustentar as suas codvc-
ges com as armas ; e arriscando as vidas. Dissa
3ue estava prompto a auxiliar todos os esforgos
aquelles que quizessem obler de novo a sua an-
tiga qualidade de belgas e dirigir-se-hia para essa
fim legislatura.
Mas elle tambem apezar de suas vivas sympa-
thias pela coragem e pela abnegago recooheca
com o Sr. Arts, que urna medida collectiva a,
geral em favor dos peticionarios impossivel.
Dentro de algunsdias vai a cmara comegar a.
discusso do projecto de lei conceraente s cai-
res. D'ahi a aprehenso deque espectadores ixas econmicas, de que j lhe faltei na ultima
interessados nao nos tornemos de repente
actores e aejamos toreados a deixar o nosso cama-
rote de frente para nos envolvermos em a lula
geral.
No em tanto, soletram todos o discurso do
imperador Napoleo III e o da rainha de Ingla-
terra : cousa aingular l Tanto a optimista como
o pessimitta nelles scham ao meamo temo mate-
ria para esperaogas ou para receios.
O discurso de Napoleo prioeipalaente urna
maravilha, no ponto de vista da daphcidade; tem
todas aa dualidades de camaleo. Aflirma ao
mesmo folgo a poltica da nao intervengo e o
da interveogo em favor da justiga do direito,
est entendido.
O imperador tem o cuidado da nao especificar
esse direito : nao nos dii se a cansa -la jusliga
se acha em Turita ouemGaeta, em, Vienna ou
carta. A imprensa calhlica organisa contra es-
sa grande medida urna opposigo que nos faa
voliar dez ou doze annos atraz. .' chovem sosco
o,ministerio as aecusages de socialismo e- da
coramunismo, e esses ataques acharao sem du
vida echo no parlamento. Em vista das eleiges
para o mez de julho servem todos os meios, e-
resuscitaram com prazer o velho < espectro ver
melho que tem feito to boni serigos a Na-
poleo lll.
A qoesto do ouro vira depois, Julgo que ii
lhe disse que Mr. Dumartier submetteu & consi-
derago da cmara um projecto de lei que d
curso legal 4 moeda de ouro na Blgica. Porm,
a aeceo central, bem que composta em maioria
de adversarios de aystoma monetario actual, o
declarando a situagao monetaria presente intole-
ravel, nada degedirso oem adoptaram. Q mi-
;..
w


(*)
g*r %$ *g
A *l
ii
_
MlftiO DI ffERBiHBUGO. SEGUNDA FEUU 4 DI MABQO DB 1861,
^tMr'I I 111A



#?
,:
nistro da hienda, Mr. Frre de Orbao.seraTerga-
do, ero presenta da agitagSo crasceuledj grande
pequeo ooaiinercio que orgtnin meettngs
sobre meetiugs, a vir cortan o ootordi*; naanni-
rara-rue que propor como concesso extrema, a
admissao do ouroirancec as Mina da eojaiai
com o corso do paiz.
A qaoatte das pee' raMas catufan otr4goes a
elemento de polmica mu i lo iva. Ceoaora-se ao
ministerio por ter dupiado o sistema prussianno
e muiios jorn#es ecoostlhara a legisiMora a re-
cibi do pedido de crdito de qawte- rcilrieoa
Sahbedo, do corrente, reuntrara-se, cono
amauBciatDoi, em casa do fitas Sr. baro de Ja-
ragua, diversas pessoas para tratar dos meios de
pro ro cao e auxilio a certas roprezase raelno-
vamemos maieriaes.
Resolveu-se unnimemente recorrer is peti-
_ mrae a asMnafelas geraes.
Da redaegao desses trafcalhos, que j se esto
asignando, foi incumbido o Sr. Dr. lavares
Fensoque quaadose discutir o projeeW, o mioris
tro da guerra bero do C'.iugal, ex.cotten.le orador
dialctico, m pouco reduaira m 4o das as
objeegoes mnito intempestivas de semelbaole
materia. _
E agora, Iregoas a poltica aproveiterne-nos
da ultima pagina que me resta para dizer que
sympetbras dolorosas, as innundagoes herriveis
da Hullanda tem suscitado na Blgica e quanto
ero Flandtes como as provincias walonas lodos
se tem dado presa em traeer o seu bolo para
oosolar essa miseria. S Anvers enviou nos
primeiros dias do desastre 35.000 mil franco.
Bruxellas enviou 20,660 francos e de todos os
lados organisaro-se testas, bailes e subscripcoes
em favor dos innundades. O exercito belga roes-
mo dar urna graodefesta para esse Oro philan-
ropico. E por isso e-^e grito de syropalhia da
Blgica respondendo ao grita afilete de sua ir-
tnlavfrllollanda, Toe mais^^approxiinago in-
tima deasc^Ou^aTt* TT^fallffigxaga que se
xeconhecem os amigos, diz-se hoi na Ilollanda
-e lodo o passado esquecido. Foram duas ir-
tnaos que se encentraram.
Demos anda depressa urna grande noticia ar-
tstica. A cidade de Anvers, quando lver lugar
aexposicao geral das bellas artes que ha de ser
uesi* vero, organisa um coagresso artstico ;
oero convidados tolos 03_ artistas eslraogeirus
uueho de ser recebidoscom toda a pompa e
uxo que caracterisavam outfora as testas arr.in-
jadas nessa mesma ci lade pelo immortal Hubens.
P. S. A segunda cmara na l'russia na dis-
cussao do voto de gracas, acaba d adoptar por
159 votos contra 146 a emenda do Sr. Veulho, de-
clarando que a opposigo ao ptogresso da conso-
.idaco da Italia considerajo pela caraira como
ncompalivel com os interesses da Prussia e da
Allemanha.
Essa resolugo ha de fazer grande sensagao. A
cmara prussiana pode bera correr o risco de ser
em pouco dissolvida, se continuar desle modo.
INTERIOR.
RIO DE ,I.\.\UIKO
Folbas solas pelo Sr. Xuno Alvares
Pereira e Sooza.
Salve o mancebo esperanzoso que no meio dos
arduos estudos malhematics cultiva as flores da
imaginacao; salve o illusire guerreiro a quena
nao insu'rdeceram os canhoese os obuzes, e cuja
voz doce e maosa, como a do sabia que gorgi-ia
nos palmares de seu patrio Maranho, faz-nos
ouvir a cadenciosa prosa de Bernardina Rbeiro
e Rodrigues Lobo. As Polkas solas sao pagi-
nas escripias sera pretenco, sem orgulho de
aulor: conudeocUs intimas em que se espelham
as diversas phases de um corago juvenil, rpi-
dos lampejos de urna alma arueule e apaixo-
nada.
Uedilhemos ligeiramente nesla sonora harpa.
A' minhas inmaas urna elega em prosa, urna
endecha repasada de suave melancola, em que
o autor recorda saudoso o lempo da su i meni-
nice, quando, cordada a fronte de doze prima-
veras, se ergua mais altiva do qua a grimpa de
um limoeiro. Si'vestres sao as flores com que
tece o Sr. Nuno Alvares a grinalda que suas
irmas offerece; nada ahi se encoutra que nao
soja da mais perfeita naluralidade.
A prece do deserto, dedicada a memoria de
seu pai, o liymno da dr que se eseda do peito
quando nos recordamos que j do templo da vi-
da abateu-se urna das columnas da nossa feli-
cidad c. As consolagoes que na religio do Cru-
cificado vai buscar o piedoso filho revelam-nos
a pureza dos principios em que fra educado.
Lendo a dcscripcao da Un de S. Lux:, a jul-
garei escripto por Chateaubriand ou Lamartinp,
tal c o vigor do seus traeos e a delicadeza dos
contorno. Admirai, lcitores, este bello trecho
da niis patritica inspirarn :
No meio das ondas e la (a lha) repousa mol-
letnente como urna odalisca nos hareus de seu
amor!
Mais doce, mais bella, mais lnguida que a
Veneza americana, ella, frouxa luz do creps-
culo. binlia-.se as aguas de ail I
Mais pura, mais linda que a princeza do val-
le, ella sonha os seus amores de moga no ln-
guido seio do Dacanga I
Quem ao lr esta delicada pintura nao ex-
clamar :Nuno Alvares Gonralves Dias em
prosa:
Em um desses deliciosos instantes em que o
pensamenlo se perde as regios do infinito,
quando, acordados, sonriamos, achando-nos, co-
mo dizia Caraes:
Naquelle engao de alma ludo e quedo, s
Que a fortuua nao deixa durar muito
escreveu o nosso amavel patricio o seu Creps-
culo. Nao falla anda a esto quadro o colorido
bra.'ilico, e quasi oiramos o matiz maranhense,
com que nos moslra aquellas abobadas em que
O cedro enirclaca com a cajazeira coberta de flo-
res: cm que as palmeiras curvara-so ao peso
dos fruclos, e o cipo se enlaca s emba-
beiras,
A Camelia e o yrio um aplogo no goslo
oriental, cheio de graa e expressSo.
Forraosj apparigo, lindo ideal da pureza o
retrato de Olympia, essa loura c graciosa meni-
na de doze primaveras de idade e que foi natu-
ralmente o objecto dos primeiros amores do nos-
so poeta.
Com toda a conflanga do seus verdes annos e
a intuic.io do brilhanle futuro que lhc inspira
sada o" Sr. Nuno Alvares a Esperanza. Doce
esperaogal exclama elle, s t que ao peregrino,
extenuado de cansaco, alentas; que innocencia
perseguida fortificas ; que s almas murchos de
desalent amparas; s t que, as duras prova-
5's da minha orphandade, serapre te inclinas,
triste, porm sonindo-me como urna caricia do
co. Oxal que no horisonle do seu porvir
nunca so eclypse essa estrella, conduzindo-o se-
guro ao remanso da felicidade l
Dos urna curta e fervorosa proflssao de f,
evidente prova que na bella rima do autor o h-
lito impuro de seplicismo anda nao embaciou-
lbe o ciystaf.
A pittoresca e verdica analoga entre o orva-
lho e as lagrimas, que ambos procuram de pre-
ferencia a noite para mansamente se desusa-
ren) inspirou lije urna pagina de maior senti-
mentalismo.
Em seu idyllio consagrado s flores imita o an-
tor o estylo do Gessner, e, como o grande poeta
soisso, sabe ser original descrevendo aquillo.
mesma que tantos cutios haviam descriplo.
Quanto nos devra ser sempre este o verda-
deiro escopo da poesa descriptiva.
Tado o que hava de suave tristeza no sensivel
coragao do Sr. Nuno Alvares inflltrou-se no epi-
cedio escripto por occasio do passamento de
seu amigo e collega Macedo Jnior, que < dorme
to feliz e tranquillo no seio dos aojos, repou-
saado-lhe aos pee a lyra cordada de boninaa.
Deo* e as flores urna das passagens que mais
nos agradaram no elegile livrinho de que nos
oceupamos, e nao podemos deixar de compri-
meinar seu autor pelo bello peusamenlo de fa-
zer^urgir as flores ao aceno do Scnhor para
erabellezar a habitagao do hornera.
Seus Anhelos sao os de um verdadeiro crenle,
cuja alma se abre, como o calic do lyrio, para
recebero roco celeste. Nemuma idea positiva,
nem um pensameoto sensualista descobre-se
nos votos desse mancebo de viole annos, que lio
bera eslrea pela vereda da gloria.
Temos constantemente chafado de poeta, o
Sr. Nuno Alvares, porque de fado o ; apesar
de haver escripto accideutal a forma com que
quera revestir seus ponsaiuenlos.
As Folhat tollas nao sao urna obra coosum-
mada, um modelo de pcreieao, lindo o qual de-
va o escripior entrar no seu sabbado, cascando
de produzir. Nada disso; apenas um teota-
men ymnastico; uro boUo que desabrocha; o
primsiro gorgeio de implumado cantor.
Saudemo-lo como uma promesas, come um
compromisso de oras e formosas composi-
F. Pr
{Ctnrreio Mreania.), \
Bastos.
BU o recurso te cada representscao j
As govern imperial.
1*. Pedindo a ceoetraccao de urna alfandegs,
e ponte de descarga. Deve a alfandega ser col-
locada no centro di enseada ds Pkjusera, e a-
berla ao publico quando justamenie a mesma
enseada prestar-se a ser o ancoradoare do porto.
Pede-se tambem a construeco de uma ponto
Provisoria na costa dfl- Jaragu, cmqirtmto dura
o levaotameriio daquellas oulcas obras.
2a. Impetrando que se cuide sem demora de
escavar e aprofundar o canal que communica o
porto de Jaragu com a baca da enseada da Pa-
jussra, assim como queso flxe uma estacada no
mesmo canal para desviaras areias. Ooserva-se
que este pequeo melhoramenlo p6de bastar por
agora smente.
3a. Bemoustrando a grande e urgente necessi-
dade de se construir um ramal de via ferr*a, que.
partindo desta capital ou do Fernao-Velho suba
pelo valle do rio Munda cima at encontrar a
estrada do Kecife. Nesla represeulacao faz-se
ver que as Alagoas ver inteiramente usurpados
e absorvidos cerca de dois largos de seus recur-
sos, se nao realisar-se um tal melhoramenlo, que
nao pode ser substituido por ama simples estra-
da de rodagem ; c, concoindo, pede-se ao go-
verno quemando proceder a estudos prelimina-
res afim de incorporar-se opporluoameDle a
companbo.
A' assembla geral.
Ia.. Impetrando o auxilio de cem contos em-
preza das fabricas de tecidos e fundigo de Fer-
no-Velho:
2'". Solicitando uma subvengo annua com-
panhia de navpgar.So das duas lagdas.
3a. Pedindo que se marque j uma boa sub-
venijao companhli que realisar sem demora a
navegaco vopor do rio S. Francisco, sob estas
condicoes: Navegagao a vapor desde o ponto
extremo do rio na provincia de Minas at o pr-
ximo anterior s caxoeiras nos conlins de Ala-
goas ; estrada de ferro ou rodagem, desde este
ultimo ponto al Pranhas; e conlinuaco da
navegaco a vapor desde este porto al a foz do
rio.
As tres prmeiras petiges devem ser logo
submeftidas a S. M. o Imperador.
As assignaturas teera lugsr em casa do Exm.
Sr. baro de Jaragu.
[Diario das Alagoas.)
DIARIO DE PERAWBUCT
" < Instructor dos guardas marinAs; 1 len-
le Antonio Teixeira da Silvs.
Prctfettor de desenho : i.* lente Manoel
Pereira Res.
Guardas marinhat: Henrique Messeder da
Rocha Freir, Antonio Manoel Perdigao Tenrao-
des, Carlos Frederico de Noronha, Constancio
rsciodo oOboza rite, Carlos Behhar do Sil- rojios
vetra, Arthor SiWeirs da Molla, Peora enjamin
Cerqueira Lima, Octaviaoo Antonio Vital de Oh-
veira, Carlos da Silveira Basto Vareli, Theoto-
nio Cocino Cerqueira deCarvalho, Joaquim Gon-
galves Martins, Adriano Minoel'Fernandes, Fran-
cisco de Paula Tollos de Menitee, Antonio Seve-
riano Nones, Loie Barbalho Moaz Finca, Eduar-
do Frederico Meunier Goncatoes, Pedro Pinto da
Veiga, Estanislao Przewodowaki, Jos Pinto da
Lu, Manoel Joaquim Pederneira, Miguel Anto-
nio Pestaa, Jos Luiz Pereira de Souza e Jos
Antonio LopeSr
PERNAMBUCO.
Asappeila^JieB.cives :
Aopollaue, Uomiogos Francisco de Souxa Leio:
Mtlerto; Bento bs Umenhi Lins
,. Appellante, CarUs^Eugenio Duarche Mavignier;
aopoUado, Isidro-Jos Pereira e outros.
Aaaollaote, Kstevo Jos Paes Barreto ; ap-
pellado, Gabriel Germano de Aguiar Montar-
Avcellonto; Jos de Amorim Lia ; appellado,
Umbelino Maximianode Carvalho.
Appellante, Gertrudes Mara de Mes
pellado, o curador do preto Venancio.
Appellante, Domingos Affonso Nerr Ferreira;
pandada, a. fazanda.
Appellante, o procurador fiscal ; appellado,
Jos Vicentf Colmbra.
Appellame, Jos-Antonio Pereira Pacheco ; ap-
pellado, Jos Smhhde Vasconosllos*
Appellante, Valeria Mariado Rosario ; appel-
lado. Mana- Lua-da-Gost,
AD meio-dla encerrou-se a sesso, nao se jul-
gsndo osfeitos com da assigoado pela falta do
Sr. desembargador Silva Gomes.
REVISTA DIARIA.
ap-
adminitraiivo com que governa a provincia e
esaociatnMnto esta loeandado, nu se sua docili-
dade criminosa aos nossos deoaffectos, que pode
lUteralmeote ser traduzida por servilismo pol-
tico. r
' hTJJlTemos reclamado contra os abusos.
". 2&* diariamenlapoe em pratica nossas aulntia*-
[ los; toaos paWo ao Sr.------->=-- rr mm _
bir g^^soecorro,irorO'ni'teceio, o
procura umadefeso,contra os mandos da trra.
O vapor francez Bearn, entrado hontem do Rio
e Baha, apenas foi portador de jornaes do pri-
meiro, adantaodo um dia ao brasileiro, que sa-
hira d'ali 24 e da segunda no mesmo dia.
Da leitura desse numero, eis o que colhemos:
Foi agraciada cora o Mulo de baroneza de Mon-
te-Verde, D. Mara Thereza de Souza Fortes, que
ltimamente fizera construir um templo para ma-
triz na villa do Rlo-Preto.
Obteve o foro de moco fidalgo da casa imperial
com exercicio, Francisco Cordeiro Torres e
Alvim.
Foram nomeados :
Comraendador daordem de Christo, Dr. Anto-
nio Marcelina Nunes Gongalves ;
Cavalleiro oa mesma ordem, conego Joaquim
Emygidio Rbeiro ;
OUlciaes da Rosa. Snval OJorico deMoura, e
major Joo Baplista de Mello.
Foram reconduzidos :
O Dr. Joaquim Pires Gongalves da Silvs, no
lugar de juiz municipal e de orphos dos termos
do Ass e annexoj, na provincia do Rio Grande
do Norte ;
O Dr. Joo Francisco Paes Barreto no lu-
gar de juiz municipal e do orphaos do termo de
S. Miguel, na provincia das Alagoas.
Foram promovidos:
0 tenenle-coronel Joo Antonio Machsdo ao
posto de coronel comraondante superior da guar-
da nacional da capital da provincia do Cear ;
O tenenle-coronel commandaaio do Dalalho
n. 2, Vctoiiano Augusto Borgeg, chefe de esta-
do-maior do mesmo comraaodo superior ;
Capito Joaquim da Cunha Freir, do posto de
tenenle-coronel commandante do balalhao n. 2
da mesma guarda ;
O major Jusliiuano Duarte de Oliveira, ao pos-
to de lente coronel commandante do bala-
lhao n. 61 da guarda nacional da provincia da
Baha ;
O major Jos Coelho de Souza Jnior ao posto
do leneute-corooel commandante do balalhao n.
8 da guarda nacional da provincia do Mara-
nho ;
O lenlo Antonio de Lclis e Souza Pontes ao
posto de capitao-se:retario gcral docommando
superior da guarda nacional dos municipios do
loga e Campia Grande, na provincia da Para-
hyba ;
U lente Jos Bernardino Vargas, ao posto de
casito quarlel-meslredo commando superiorda
guarda nacional do municipio de Jaguaro, na
provincia do Rio Grande do Sul.
Foram reformados :
O tenenle-coronel commandante do balalhao n.
21 da guarda nacional da provincia* do Rio de
Jaoeiro, Bernardo Feraz de Abreu, no posto de
coronel ;
O tenente-coronel commandante do balalhao
n. 2 da guarda nacional da provincia dj Ro-
Grande do Sul, Jos Joaquim Candido de Ma-
cedo, no posto de coronel;
O capilo Manoel Mariano Bandeira da Gama,
no posto de major da guarda nacional da pro-
vincia do Maranho.
Tiverem merc :
Manoel Anrelmo de Souza Jnior da serventa
vitalicia do officio do escrivo de orphos do tet-
rao de Capivary, provincia de S. Paulo ;
Manoel Rodrigues dos Santos da serventa vi-
talicia dos offlcios de tabellio do publico, judi-
cial e notas, e escrivo de orphos do termo da
Barra de S. Malbeus, provincia do Espirito-
Santo.
Foi concedida ao Dr. Salustio Pereira
da Motta a demisso que pediu do lugar de juiz
municipal e de orphos do termo de Cele, na
provincia de Mioas-Gerses.
Foi perdoado Jos Ferreira da Cruz o
resto do tempo que lhe faltava para cumprir a
pena de 12 annos de priso simples que foi
condemnado pelo jury do termo da Parahyba do
Sul, na provincia do Rio de Janeiro.
Foi concedida ao Dr. Antonio Manoel
deArago e Mello a deraisso que pediu do car-
eo de presidente da provincia de Goyaz, sendo
substituido pelo Sr. Jos Martins Pereira de
Alencastre.
O Sr. Francisco Adoloho do Vatnhagen,
ministro residente no Paraguay, foi removido no
mesmo carcter para as repblicas de Venezu-
ella, Nova Granada, e Eqoador, sendo substitui-
do no Paraguay pelo Sr. Anlonio Pedro de Car-
valho Borges, na categora de encarregado de
negocios
Pelo ministerio da fazenda foi publicado o
decreto u. 2,743, regulando a maneira da arre-
cadago da multa de'4% substitutiva do impos-
to de 2 /0 sobre o valor das caso demandadas.
Devia sahir para-es,te porlo 28 do passado,
o brigue nacional Mara e Alfredo.
L-se no Comi da Tarde :
Aonuncia-ee para a prxima semana a par-
tida da carreta Dahianna.
Tomeu hontem (21) posso do commando o
Sr. capilo de mar e guerra Jos Mara Ro-
drigues.
A offlealidade que segu os crrela compoe-
se dos Sr*. :
' O ffietaes nuticos: Capito-teaenle Jos An-
tonio de.Paria, immmediato ; 1* tenentes Joa-
quim Jos Pinto, Alvaro Augusto de Carvalho,
Henrique Francisco Martins e Cincinaatus Cer-
queira Lima ; 2** tenentes Evaristo Ferreira da
Viga, Francisco Spendio Rodrigues Vaz, Tan-
credo Jos* d Silva Quinlanilni e Manoel Joaquim
da Costa Jnior;
c Piloto : Jos Lamego Cosls.-
OfUsiatt de claetes annexas.CapellSo, pa-
dre Braulio Ludgero do Reg Mouteiro ; 1" ci-
rtirgtifl^JJr. Amedeo Prudencio Masson : 2 ci-
rurgtao.'Dr' Joao Adnio Chaves; pharmaceoti-
eo. JoiO- Rodrigues Vieira ; commissario, Joan
Joaquim da Rocha ; eicriro, Olympio Ignacio
Nao ser despropositado lembrarmos, que as
compras e vendas dosescravos, que pelo dispos-
to no ait. 19 do regulamento de 11 de abril de
1842, que nesta provincia regula a percepgo do
imposto da meia siza dos escrafos, podiam ter
lugar por escripto particular, segundo a disposi-^
Cao genrica do an. 3. do dacreto de 28. de no -
vembro do anno#p. p.,- n 2699, nao podem
huje deixar de ser feitas por instrumento publico
ou escriptura lavrada com as formalidarfbs Ingaes
consignadas no referido decreto, que foi dado pa-
ra a arrecadago daquelle imposto no municipio
da corle.
Entrando o consulado provincial em duvida
esse respeito, logo que do decreto houve seieu-
ca, e sendo levado ao conheetmento da presi-
dencia a mesma duvida, S. Exc. solveu-a no sen-
tido de haver sido pelo novo decreto revogado o
art. 19 supracitado, visto ser a disposigo do art.
3 terminante e genrica.
Isto posto, oecessaria a escriptura publica,
salva a restriego explcita no mesmo art. 3.,
nao s para a validada do contrato, como anda
para poder satisfazer-se o imposto ds mnia
siza.
O 4." balalhao de arlilharia a p aquartella
no edificio em que estere o 8.J de infamara, e a
companhia fixa de cavallaria paisa a oceupar o
quarlel do campo das princezas, em cumprimen-
to de ordeus imperiaes.
Foi aotorisado o director do arsenal de
guerra a augmentar 200 rs. diarios ao vencimen-
to percebido pelo respectivo servente Izidoro do
Franga Barros.
Em congregagao dos professores da Facul-
da foram distribuidos os trabalhos lectivos das res-
pectivas aulas, e approvadosos compendios, pe-
los quaes leem de ser dadas as licoes do curso
no corrente anno.
Os compendios adoptados sao os mesmos do
auno passaio, com excepgo daquelle da primei
ra cadeira do primeiro anno, que fot substituido
pelo do Sr. conselheiro Antran.
Completando a Revista Judioiaria sobre os
trabalhos do jury era a sesso do da t. d-i mar-
go, somos informados que a r Alexandrina Ma-
ra da Luz, pronuncisda to art. 201 do cdigo
criminal, fra cosderanada em 1858 como incursa
no grao medio do mesmo artigo, appellaneO o
Dr juiz de direilo para o superior tribunal da
relago, que em venerando accordo deu provi-
mento a appellagao, mandando submetler o pro-
cesso novo julgamento. Accusada pelo minis-
terio publico de haver commettido o crimo de
tentativa de morte, e nao o de ferimentos leve,
foi a r condemnada pelo jury como incursa no
grao mnimo do art, 201 do cdigo criminal, ap-
pellando o promotor publico desta seotenca.
Cora assistencia dos Drs. Carlos Frederico,
Gongalves de Moraes, Pereira de Brito, e Xavier
de Brito, no dia 26 do passado foi operado da
cataracla, pelo methodo da exlracgao e pelo Dr.
S Pereira, o Sr. Bernardino Rbeiro, morador
na villa do Cabo.
Ioformam-nos que o diagnostico da molestia,
e as manobras operaras exigidas neste caso.foraro
minuciosa e scientemenle avaliadas pelo referido
Dr. S Pereira, antes da operaco ; e que esla
confirmara cora exactido ludo quanto havia
sido prognoslicado pelo operador.
Todas ests circunstancias, e cabal exeeuco
da operaco encuerara de.prazer aos mdicos
assistents.
O operado vai sem novidade em sou estado; e
de esperar que em pouco fique restabelecido,
attenta a pericia ao Dr. S Pereira, e os varios
factos semelhantes que a comprovam.
ca.ixA
FEVE-
Thesourart provincial.
DIJIOSSTRACAO DO SALDO EXISTENTE NA
DO EXERCICIO DB 18Gt> A 1861, EM 28 DE
REIRO DE 1861.
Saldo em al de janeiro p.
passado .... 18t1-7ffe0O76
Tteceita de 1 a 28 de .. a78.7tit>#il0l
2969579877
Despezaidem ..........26U:693l4t
Saldo.
296 957877
, 36:264J)736
Em moeda corrente. 36:264fi736
DNMOSSIRAgAO DO SALDO EXISTENTE NAi CVIXA DE
AMORTISACA DAS APOL1CES E PAGAMENTO DO RES-
PECTIVO JUROS EM 28 DE FEVERB1RO.DE 1861.
Saldo em3l de jiueiro
p. passado .... 598#J2i
Receita de 1 a 28 de .. l:00u000
---------------1:5988122
Despezaidem........ I:314j340
dos eulres os leaes abrigos de frateraidade e or-
den, pois sendo essa sua guia social, nao podem
deixar de chegar em salva pas com o ramilhele
de gloria ao procurado e salvador porto da feli-
cidade.
Louvoros mil sejam dados a estes zelosos ar-
tistas que to acertadamente teem coraprehendi-
do.* vda social nesta de de dooroias, PM ------------
corando meios valieoopqpo-faeam bmtar a IsWrfTto^onwo^ Z i
d^astadora da rui q^.cVb. coa. o hoasem oedan^oTSS&enll^a>S
baldodo recurso, *d*.,e.do dor dotooda, f ^S^At^Sl
Seohore?, trabalhai, trabalhai que m natureza
igualmente mi de toaos, Unto coamnan
de como com unbpooneno, pode indubi
mente repartir risoones proodas de horoe.
Pelo caruinho do trabalho sobe-so magosta-
da do applauso.
O trabalho essa misso nobre que anima o
homem a a tirar-se a largas nreditscoes, proeo-
rar mesmo descobrir meios habis e instructivos,
cujo resultado seje em proveito e adiantamento
das arles ou das-letras, por isso que o em prego
dessas acertadas meditages faz appareeer na se-
rie uma claridad to viva por meio da qual se
encherga a estrada do progresso naquelle ramo
de oceupago que esteja j por domis conside-
rado, enfraquecido e gasto, porm sompre oocut-
to sem remedio na sombra da morosidade dos
Seeulos : semduvida essa dedieago importan-
te que tanto anima a existencia, um titulo de ma-
geslade, um Ululo de applauso.
Foi isso mesmo o que se deu com G ut temborg,
eom-a descoberta da imprensa, como um meia
vaniajoso o rpido para a prompta geoeralidade
das ideas aproveilaveis, dando ao mundo agrade-
cido osla valiosa e necessana descoberta. A im-
prensa que coma 420 nonos de existencia, 60 an-
tes da descoberta do Brasil e 110 quo vire enire
nos.
Saldo., 283#782
Em moeda corrente 2839782
DESlONSTRAgiO DO SALDO EXISTENTE- NA CAlXA DB
DEPOSITO EX 28-FEVEBEIRO DE 1861.
Saldo em 31 de Janeiro
p. passado .... 282:9939742
Receitade 1 a 28 de .. 26:1949145
---------------309:1879887
Dcspeza dem : .. 540069152
Saldo : .255:1818735
Em moeda corrente.
Acedes.....
Letras ....
23:3899360
. 9.OOU9UOO
. 222:7929375
---------------255:1819735
EXISTENTE NA CVIXA
DE FEVEBE1RO DE
DF.MONSTRAQAO DO SALDO
ESPECIAL DAS APOLUES EM 23
1861.
Saldo cm 31 de Janeiro
p. passado .... 22:100.>000
Receita do 1 a 28 .le .. 9
Que a civllsago moderna muito deve a des-
coberta daImprensaoinguem ousar negar.
A imprensa em seu nascimenlo com immensos
obstculos lulou, muilos foram os impegos que
se lhe ergueram, e mesmo depois de reconheci-
da sua existencia grandes desprezos lhe mostra-
ran! os incrdulos do progresso e irreflectidos da
poca, esquecendo se que o relmpago daIm-
prensa faz mrocdiatamente dissipar as trovas
da ignorancia at mesmo nos lugares mais ermos
e recnditos: que aImprensa o lelegrapho
e.eclnco da sabedoria humana que faz estender
suas luses por todo universo, que o commercio
eas demais artes tambem muito devem aIm-
prensasuas prosperidades, que o commercio e
as artes finalmente em suas prosperidades fazem
a dogurae ornamento da sociedade na qual ha-
vemus de passir nossos dias : portanlo os obs-
tculos que so lhe oppozeram foram injustos
porque aImprensa til aImprensa ne-
ee afia.
Senhores, ao passo que os amigos do engran-
decimenio das arles, se comprezem e exultam
por verem a prosperidad.! nacional, surgir por
esse lado que se achava na escurido, os inimi-
gos da ordem do progresso, o das artes, assom-
Despeza dem.
22:1009000
9
Saldo.....22:10091)00
DEMOSTRABA? DO SALDO EXISTENTE NA CAIXA ESPB
Cita DA DIVIDA PUBLICA EM 28 DE FEVERE1RO
DE 1861.
Saldo em 30 de jaoeiro
p. passado .... 32:950^000
Receila de I a 28 do cor. 9
Dcspeza idem.
32:9'>09000
17:600j00
Saldo.
15:3500O0
por agora, quando anda comeco, sei que tenho
Baplisados da fregoezia de Santo Antonio apenas a boa vontade, garanto-lho quo os seus
do rtei-ife de 17 do passado a 2 do crreme
Assenso, branco, filho legitimo de Miguel Joa-
quim do Castro Mascarenhas. e D. Izabel Emi-
lia Gongalves Mascarenhas.
Leopoldina, branca,Qlba logilimade Manoel Dio-
go Chaves e Rosa Bibiana Ferreira Chaves.
Amelia, branca, Qlha legitima de Antonio Luiz
Teixeira Guimaies e Antonia Gomes Gou-
tinho.
Miguel, crioulo, escravo de Florencio Do mingues
da Silva.
Eutilia, branca, Qlha natural de Emilia Maria do
Nascimtnto.
Artemira, branca, filha legitima de Marcolino
Jos de Moraes e Umbelioa Julia de Moraes.
Maria, parda, liberta.
Vctor, pardo, escravo de enharina Thereza de
Jess.
Um neto do Sr. Manoel Florencio Alves de Mo-
raes.
Casamenlos :
Francisco Campello Pires Ferreira com Olindina
C'eta Borges Ucha.
Manoel Fernandes Leal com Emilia Lindolfo D-
niz e Silva.
Foram recolhidos cada de detengo no
dia 28 do mez flndo (feveroiro) 9 homens, sendo
8 livrese 1 escravo ; ordem do Dr. delegado do
1 districto 7, ordem do subdelegado deS. Jo-
s 1, ordem do da Boa-vista t.
Foram recolhidos i mesma no dia 1." do cor-
rente 7 homens, 4 livres e Sescravos; ordem
do Dr. delegado do Io districto 1, do subdelega-
do do Recif 1 do de S. Jos 2, do da B4a-vista
2 e do da Varzea 1.
MOIIT VLIDADE DO DA 2.
Vicente Ferreira de Brito, pardo, solteiro,
annos, assaisinado.
Anna do Remedio Salgueiro, branca, viuva
annos, diarrhea.
Amaro, pardo, 1 anno, coquilocho.
Jos, branco. 3 mezas, convulsoes.
Alejandre Noberio dos Santos, branco, casado,
63 anno, estupor.
Juvenal, preto, escravo, 4 annos, pulmonite
chronica.
Fenonilla, parda, 4 annos, convulsoes.
Felleceram durante a semana 49 pessoas,
sendo livres; 11 homens, 8 mulheres e 26 pr-
vulos: oscravos 2 homens, mulheres e 2 pr-
vulos.
MATADOURO PUBLICO :
Maiaram-se no dia 2 do corrente para o con-
sumo desta cidade 102 vozes.
50
70
Correspondencias.
Srs. redactores. Teodo estado ausente desta
capital us das-26 e 27 do corrente mez do feve-
retro, smeme hoje seube que um su commu-
nicante sedixnou dirigir-rae no sen Diario de 27
algumas palavras de aniaiacao acerca da defeza,
que peranle o tribunal do jury em sesso de 25
tivede produzir em,favor do.porluguez Jos Viei-
ra, Reseudo,
Nao quero deixar passar a oceaeoo de agrade-
cer a este Sr. anonymo. que assim se digna es-
tender-me a mo com o bolo di animago. Como
quando ainda comego,
elogios oo tero a magia nem o poder da me
tornar vaidoso.
Entretanto, porque se enlende que, quando elo-
gios, como esees de seu communicanie, reeahem
sobre pessoas obscuras e descoobecidas, como
eu, a paternidade quasi sempre altribuida ao
proprio elogiado, pego a este Sr. ou a qu6ru quer
que por ventura se queira oceupar de minha pes-
soa, nunca mais o fagara seb o anonymo.
Com a publicago destas Imitas, Srs. redacto-
res, muito obsequiareis ao confiante leilor
Recite 28 de fevereiro de 1861
Jacintlio Pereira do Reg.
na liberdado-qao naraaa leara
Qooremo* faUardo aileotfla* da-qoo-ia sendo
vicma um dos nossos- amlos- e oei laborad oros,
o Dr. Aristides de Paul Disa Martn.
Estando* Sn Arrstides nrealgada de toa eos*
que dea vizinjia do Sr. Manoel Pacheco e qua-
si feonleira ao quarlel, acommetudo s 9 horas
da noite do dia 11, por um famtgerado assassino
bem conhecidopelo seu genio,queatirou-lhsduas
cacetadas, das quaes somonte a primeira, resva-
laodo pelo braga esquerdo. pode feri-lo.
Achando-se o Dr. Aristides inerme, e rendo
que ia perecer sob os golpes e o punhal do sica-
rio, porque estejioorosurara n cintura, correu
ao quarlel que licava i alguna pastes, e intimou
ao corneta quepreodessem o seelerado que per-
maneca mmovel.ao que elle retorquo, com um
Ileugma que trahia sua coroplierdade, que nao
o poda fazer porque ia tocar s nove horas.
NM-aohaudo-oDe, Aristides garantas pata sua
existencia nem mesmo na polica, e vendo que o
criminoso retira va-ee. passo lento, sean, que o
soldado sahisse de sua irresoluto, correo casa
de um sgu amigo, munindo-se de uro par do
pistolas, foi dolegacia acompanhado do outras
pessoas que lestemunhavam sua indigoago, para-
communicsr o occorrido.
Depois de ter narrado o facto, pedio o Dr. Aris.
lides providencias ao delegado, dizende que lio ha
recanheeido o criminoso, que um individuo co
onecido por Felu aa Bosta.
Finalmente conciuio o Dr. Aristides acrescen-
taodo que linha visto Flix da Beata sahir da ca-
sa dos ceixeiros do Sr. Pacheco, e que sem que-
rer afurmar, suppunha que este iosse o mandan-
te de Flix.
Apezar de tudo isto, ainda o Sr. delegado nio-
deu um s passo a Una de descobrir o assas-
sino II
Ora, o facto de ter Flix da Besta sabido da
casa do Sr. Pacheco, com as circunstancias de
que j fallamos ; esla negligencia appareote do
delegado ; o facto de se achar n*roesma occasio
o delegado com o Sr. Salles Pacheco ; a confu-
so desies Srs. ao verem o Dr. Aristides, eorabi-
nando-se com o.que no theatro e mesmo Sr. de-
legado disse ao Sr. Salles, segundo voz publi-
ca refere, isto quo era mister acabar com a
apoco todo transe, lado isto nao nos di di-
reno suppor que sao participantes do alteulado
tanto o Sr. Pacheco e o Sr. Salles como o dele-
gado.
O Dr. Aristides, gracas as sua qualidades e aa
brados e feridos pela ira,que votam velocidade "'^'n/'r"1urb8nM' d8 uma yPlhi*
lo progresso. soltara convulsos gritos em tom 8eral eso con t. como inimigosesses senhores.
,i..,im....H., i-----..-i i ..-.._ r-i tudo isto nao conspira contra os Sr. Pacheco e
delegado ?
E estas sao as autoridades que S. Exc. cooser-
CHR0N1CAJUICURIA.
TRIBUNAL DA RELUCHO.
SESSO EM 2DEMARgO DE 1861.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO ER1IEL1N0
DE I.EA0.
As lOJhoras da manha, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Fgueira de Mello,
Caelano Santiago, Silveira, Gitirana, Lourengo
Santiago, Costa Molla, e Guerra, procurador da
cora, faltando o Sr. desembargador Silva Go-
mes, foi alierla a sesso.
Passados os feitos e entregues os distribui-
dos, procedeu-se aos seguinles
JULGAMENTOS.
DILIGENCIAS CHIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellacoes crimes :
Appellante, Joo Mximo Brrelo e outros ;
appellado, Antonio Quirinode Souza.
Assignou-se dia para julgamento da seguinte
appellagoos crimes -
- Appellante, o juizo; appellado, Aleandre Go-
mes de Souza.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Vicente
Barbosa.
Appellaate, Jos Agostinho de Jess ; appel-
pellado, o juizo.
App.eiUinte, o juizo ; appeirdo, Antonio Jos
das Neves.
Appellante, o juizo; appellado, Jos Francisco
Lsrrt.
Publicagoes a pedido.
Srs. membros da Associao Typographica
Pernambucana.Dignai-vos a cooceJer que o
artista de classe differente da vossa que vos dese-
ja a mais luzida prosperidade no caminho da
honra e da virtude, que sao semduvida o facho
illuminoso que faz conservar em clara luz o cir-
culo da paz e da tranqoillidade social: diga al-
gumas ainda que fracas palavras na presente oc-
casio era que se vos reconhece espelhar a divi-
sa do prazer.
Senhores. a honra e a virtude sao fortes pedes-
laes que pela sua sublimidade infallivel e segu
ranea sero igual a torpe corrupgo, nao pode j-
mais plantar em seu seio a menor sement que
d por lim o resultado infeliz de produzir a ar-
vore venenoza, cujas florea contagiosas trazem
por cerlo o resultado transgressor que faz eres-
lar a ordem regular e compacta quo deve reinar
no centro dos corpos associados.
Srs. membros da Assocrago Typographica
Pernambucana, o risco eminente que vos-amea-
gava quando ainda nao associados, a quatro an-
teriores anees, deve oceupar vivamente a vossa
attengo, afim de nao regressades dessa marcha
to brilhanle que segus, lembrando-vos que a
classe typographica nao era conhecida era Per-
nambnoo, que os companh.iros do trabalho es-
palhados pela proviocia e pelas offleinas onde
eram erapregados, alm de nao se communica-
rem conforme exigoo espirito de classe, aerescia
mais ainda que jaziam continuamente esteris na
escalla de desoonhecidos os seus trabalhos, cujo
exercicio estraga a saude e consom a vida, suas
pagas extremamente minguadas nao davara a
certeza de sero producto desta lida, um meio de
remedio efficaz para proropto dessfogo de suas
neoessidades, era-lhes oecessario, portanlo, re-
correr ou buscar recursos dirTereates, os quaes
de ordinario sempre se voluveis, sngrenlos e
incerlos:
Senhores, innmeras rezes aconteeeu ser o
compositor acommeltido de graves molestias, e
oppnmido por semelhante forma, entregue s
mos das dores e dos gemidos, dores que lhe fe-
ram o coracao arrancaoilo-lhes dos olhos copio-
sas lagrimas, sus falta apenas era conhecida por
poucos companheiros em razo da ausencia que
fazia da ofBcina em longos dias.grita va contra essa
falta involuntaria a voz do interessee doimpelooso
administrador da casa do trabalho, o espirito de
bumanidade desapparecia, nao hara o cuidadoso
zelo de conhecer qual a razo da ausencia do ar-
tista, e poucos eram os companheiros que o pro-
caravam ver e partilhar com elle os sentimenlos
de ternura que o coracao humano em taes occa-
sios nao poda oceultar. o posar que tem em face
dos padecimentos daquellesque sao considerados
como amigos, Olhos. parantes e companheiros.
A Divina Providencia, porm, que vela sobre
nossos destinos e protege nossa existencis, os
uni a qoatro anteriores annos, com a prestimo-
sa liga social, que hoje os caraterisa e honra com
garanlia as molestias, com a beneficencia
social, ( realidad)
Portanlo jase v que lem de existencia a As-
lociagio Typographica Pernambocana quatro an-
nos, eque a sorte de seas conponentes de slgu-
E maneira est mais aventajada e com recur-
s, as relacdes de amizade entre elles se estrei-
m unnimemente, e as portas pnneipaes que
offerecem eotrsda no edificio social, recebem odj
desoompagado e horrivel... grilem, ranjam e fal-
lera os ronceiros e medrosos da patria, porque o
progresso deuiaado por Dos, caminha, nao
para, nao recua, alarga a esphera dos coaheci-
mentos, rompe as trevasda ignorancia e prepa-
ra, um lisongeiro futuro.
Distinctos membros da Associago Typographi-
ca PornambacaBa, nao os esculeis, prosegui sem-
pre airosos no caminho de vossa macchr radia e
de honra, pots a gloria ser a vossa coroa, e as
benjos da patria nosaonaes da alegra em vos
contemplar, a recompensa de vossos desvelos e
cuidados.
A vos, Srs. membros da nova direcgo, cabe
a gloria de dirigires os trabalhos desle respeita-
vel Associago nesse quinto anno que hoje prin-
cipia ornado de gala, os vossos associados sem
duvida esperam achar acert na eleigo a que
procederam cheins da mais genuina e lisoogeira
esoeranga cscolhendo-vos para dirigirdes os tra-
balhos da Associago nesle novo anno, que a
economa nos dinheiros sociaes, a moderago ad-
ministrativa e a manulengo da lei e da ordem
social sejam poniuslinente exercidas, essa a
honra e a dignidade de uma direcgo sabia e au<
os vossos coibocos assim o presumem e espe-
ram, os destinos da Associago esto sob vissa
guarda e vigilancia e vele bera que toda e qual-
quer sociedade que nao tiver como base a virtu-
do, nao pode de maneira nenhuma alar, um.
edificio fuodado em aris sola que a mais pe-
quena borrasca a abate e desmorona.
Srs. membros da Associago Typographica
Pernambucana, cooQai ufanos no valimento e
urbaoldade de vosso presdeme honorario o
Exm. Sr. bara do Liviamenlo, cujas virtudes e
bondade de que ornado, muito e muito o dis-
tinguen! em sua patria natal.
Conliai risoohos na eleila direcgo quo ha de
corresponder Belmente os vossos desejos, porqee
estaodo coraposia da forma que est de pessoas
habis e zelosas, amostradas nos trabalhos da vi-
da social, vos nao descubriris nelles nem em
seusaciosse nao um horisonle de radiante luz e
prosperidade, elevando a Associago com gosto
e dedicago ao subido e merecedor grao da mais
a formse adora felicidado
Senhores, sendo os actos festivos das corpora-
ces sociaes, motivos justos e dignos de applau-
so para os amigos do eugraudecimenlo e do pro-
gresso nacional, eu dominado desses sentimenlos
honrado com o vosso digno convite para nesta
brilhanle soiemoidade paitilhar de voseas honras
e prazeres neste dia magno e do ventura, muilo
me alegro cora*osco o o som melodioso d* or-
cheslra marcial que enla o hyrano de vosa ale-
gra, acredilai que tambem me euche o coracao
do prazer e onihusiasmo. Contento por ver esta
Associago contar 4 annos de existencia, firme
sempre na cordealosiims do publico Pernam-
bucano apreciador da illuslrago e do progresso
de sua patria, lembrandu-me tambem que osar-
listas a exemplu una dos outros vo compretaen-
denao sua misso de se associarem para soc-
correrem-se muluamenle, fago votos ao nosso
Dos de bondade pela vossa conservago longos
e innumeraveis annos.
Recebei portanlo os meus devidos parabens,
desculpai a minha fraqueza e acaohamento, bem
como relevai tambem o uso que fago de expres-
ses to fora de estylo.
Dsse.
Angelo Jos Themolheo.
12 de agosto do 1860.
va como um peohor de seguraoca 11
E agora vaoham-nos dizer que ha no Aracaty
seguranga individual, quando se est vendo o Sr.
delegado de bracos cruzados com os seus solda-
dos, presenciando scenas semeluanles 11
Sr. Marcelino preciso, de suprema necessi-
dade que haja um paradeiro a esse estado anor-
mal de nossa infeliz comarca ; do contrario os
homens honestos, que se veem opprimidos, tero
de fazer-se a justiga que as autoridades lhe de-
negara ; e, comoj uma vez dissenios, talvez nao
eaieja muito looge o desenlace deste drama, qua
praza a Dos, nao soja le trgico, como o exi-
gem as circunstancias.
Esperamos que esse duplo attentado que po
em perigo a vida do Dr. Aristides, e a existencia
de nosso peridico, por que seu flm acabar com
a E"poca. nao lcar impune, s assim ser repa-
rada a offeosa feila ao Dr. Aristides, e deaagrava-
da a liberdade de imprenta, atacada na pseos
de um de nossos redactores.
5 Um gpverno, como a medicina, diz om es-
cripior, tem continuamente precso de seguir
pista e de verificar por um simptoma o pensa-
menlo intimo de urna localidade. Ora elle pos-
sue providencialmente Da imprensa a medida
exacta desle pensamenlo. Nao isto porm o
que faz o Sr. Marcelino, que surdo aos nossos.re-
clamos, relegou-nos para o esquecimeoto sem
sabeemosqual seja o motivo de nosso ostracismo,
e da maldigo que sobre nos langou.
Dos queira que, pela primeira vez, o Sr, Mar-
celino venha fecundar os nossos votos, e que &
E'poca, este iherrooraetro de nossos interesses o
vexages nao seja sacrificada pelos Srs. delega-
do, promotor e Commandante superior, aos seus
odios.
As eleicoes, Sr. presidente passarara ; oscom-
promissos expiracam, e us aguardamos uma
melhor ordem de cousas.
Aracaly.
Por muitas mdzes temos eensnrado o procedi-
mento do presidente da provincia, a respeito das
autoridades desta commarca, e o Sr. Marcelino
anda nao deu uma s providencia tendente
sanar os males que opprimem o nosso par-
tido!!
Nao ha um s numero de nosso peridico que
nao faga publico as innmeras arbitrariedades e
os crimes praticados por ellas, o o Sr. Marcelino
impassivel, nao trata de averiguar a veracidade
desses factos, nao procura remover daqui esses
instroraeotos abjoctos de sua poltica estpida, e
como que indignado coutra esta voz que reclama
justiga 1 procura impor-lhe silencio, deatitindo,
repoosibilisaudo, e alterando algumas poucas
autoridades quo commungam de nossas ideas e
que eram o nico escudo, a garantia uuica que
tiuhamos de nossos direilos I I
Caneados de dirigir nossos votos ao Sr. Marce-
lino, e de soflrer a presso que sobre nos exerce,
s nos resta hoje denuncia-lo como cmplice dos
allantados que diariamente praticam nesla ci-
dade seus funecionarios, e digamo-lo franca-
mente, instrumento de nossos Bimigos.
O que avengamos aqu, nao uma aecusacao
infundada, pelo contrario, se appellarmos para
os (actos, veremos: de um lado, a responsabili-
dade injusta do Sr. Silvestre Ferreira dos Santos
como substituto de juiz municipal, que oceupan-
do a 40 annos cargos pblicos, sempre foi hon-
rado pelaslautoridades superiores, que nunea li-
veram um s momelo em que duvidassem de
sua iotegridade de sua equidade ; de oulro lado
a demisso do Sr. Joo Ferreira, da subdelegado,
lugar que oceupava 14 aooos successivos sem
ter receido uma censura, porque esta seohor
respeitado mais como um pai, do quo como um
homem publico; ahi esla a suspeoso llegal do
lugar de escrivo da mesa de rendas, que sof-
frou o Sr. Aureliano de Paula Dias Mariios, o sua
demisso que foi pedida pelo Sr; Marcelino, pri-
mtyro que fosee o Sr. Aureliano responsabilisado.
Se quizeasemoi, chamaramos eu nossa apoio
pleos factos seraelhanies, porm basta-nos estes
que seseguiram una a pos outros dentro de poucos
das,
portas pnneipaes quej Com effito, nao sabemos o.que admirar mais,
se a inepcia do Sr. Marcelino, se o nenhum. Uno
No anno de 1846. sendo promotor publico des-
ta comarca o bacharel Hypolito Cassiaoo Pam-
plona deu a seguinte denuncia do Sr. Vicente
Gurgel do Amaral:
Illm. Sr. Dr. juiz municipal.A V. S. de-
nuncia o promotor publico da comarca, de Vi-
cente Gurgel do Amaral, morador no Casosa, e
ora preso as cadeias desta cidade, pelo que pas-
sa a expender.
Tendo em o anno paseado alguns malfeilores
do termo de S. Bernardo, brbaramente assassi-
nado para rooba-lo, o infeliz Jos Gurgel do Ama-
ral Jnior, irmo do denunciado, esto looge de
procurar a justiga para ver a punigo de to hor-
roroso crime commettido contra as leis e huma-
mdade, assim nao o fez, e pelo contrario deian-
do de lado e desamparando todos os seus deveres
domsticos e sociaes, procurou em ludo imitas
aquellos, cuja perversidade elle era o primeiro
que quera ver punida, ainda' que nao pelos meios
que a legisla cao lem proscripto para castigo dos
que nao respeitam a existencia de seus seme-
lhantes.
E pois o denunciado seguio os invigilados ma-
tadores de seu irmo, e colheudo um ou dous,
segundo voz publica, os assassioou, ignorando
esla promotoria em que parle, mas cerlo que
nao foi no termo da jurisdico de V. S. feito isto
e ainda nao salisfeito o denunciado com Unto
sangue, mas parece que por isso mesmo mais
incitado dirigio-so para a provincia da Parshiba.
do Norte para onde havia seguido um dos apon-
lados assassinos do desgragado Jos Gurgel, e
munido de ordeos que para esse flm dizem, le-
vara, l o prendeu ; mas em vez de traze-lo para
entrega-lo a punigo das autoridades, o veiocon-
duzindo com iodo o cuidado al o lugar do Cor-
rego do Retiro para ter o brbaro, e canbal pra-
ser de sabbado da alleluia 11 de abril do corren-
te anno saogue fri com a crueldade de um
antropophago assassinado, deixando depois de
to horrendo attentado o corpo de sua victima
insepulto, e servindo de pasto s aves carn-
voras II 0 denunciado pois, Illm. Sr. juiz mu-
nicipal acha-se incurso no art. 192 ao cdigo
penal, e por isso se deve proceder na formacao
di culpa contra o mesmo, e todos os mais ter-
mos do procosso at a sua pronuncia devendo
ser conservado na priso por o seu crime ser dos
que trata o art. 175 do cdigo do processo; nes-
ses termos pede a V. S. que autoada a presento
denrmeia se prosiga na ioquirico das testerau-
nhas margem e as mais que forem necessarias
e que requerer a promotoria se mande passar
mandado para serem notificadas nos lugares Re-
lirinho, e no Corrego do Retiro que fleam pr-
ximos ao do delicio; R. J. Aracaty i\ de no-
vembro de 1846. Uyppolito Cassiano Pamplona.
Testemunhas Angelo Praucisco da.Silva, morador
no Corrego do Retiro. Agostinho de tal, morador
no mesmo lugar. Antonio Por-Deos mdVador no
Retirinho. Manoel da Maia Motta morador no
mesmo logar cima Manoel Flix da Silva, mo-
rador no mesmo lugar: Cite-se as testemunhas
para o dia 1*. Aracaty 11 de novembro de 1846.
Nascimento.
Sendo iostanrado o processo, preso na cadeia
desta cidade o mesmo Sr. Gurgel, e o mesmo
bacharel Uyppolito como promotor deu a segua-
te promogo.
Posto qne no presente processo nao existam
provas, como as que exigen o direilo para con-
demnacao de qualquer homem. se nao pode ne-
gar todava, que no mesmo existem indicios de
sobra para que o reo deve ser pronaooiadecomo
incurso no artigo citado na denuncia a folbas 2.
O facto prosado de haver apparecido no. lugar
Retirinho um homem aasaseioado o de lar o roo
sahido de sua casa em procura dos, q *sai
naram seu. mano Jos Gurgel do Amaral Jnior;
0* ter passado pela mesmo lugar, em que
lare.o Miaaatralo trazando um. do* matadora*



f

r
MUB&M MMmVW. ~ bWVSlHtZUA 4. DE ABQO DI (811
de seu irmao, que por orna -mesmas passagens, \
esappaera tendo lomillo u cordas coni que
vinha pteeo. (ataaos do que o onduzia, que
'apenas trreti orna atea na cabera marchando
aempre muito atrasado o reo que Irazia um cla-
vioote, ao/obstan te Mr o niaanio pstan iaogua
J^gMo. jjue deia.Mi^iVaatsM|gu o cuidado
A.'^J*'aBU*"*au'1,*mtlM am tea,t> <* -
soladora sacca paca ir caplura-lo e finalmente a
coincidencia, que j mencionada morte fui pela
mesma poca da naasagern do reo pelo logar em
que teve ella lugar: seo indicios bem foriea de
que elle e nao osara oommaUeu oerirae de que
accujado. A promoloriabaaeada no que tem
esposto e eoolUJa que os coohecimentos, e pers-
picacia de V. S. encontrario outros amitos fue
ine escaparan), capera que o reo ser pronuncia-
do, pois que s assim ficarjaalisfeita a Justina
Aracaty 5 de novembro de 1846. Pamplona.
Ora epesar dos indicios, que conslavam do
processo, foi o Sr. Gurgel despronunciado I E
porque boje nao se pode instaurar outro?
Chamamos a attencao da polica para o caso -
e dizem que sibem bem do (teto o capitio Izaias
Jos Rodrigues Draga, morador as praias, iuiz
Antonio Tubaro, morador na capital, Antonio
de Brillo, morador no Corrego de Thereza Maa
Luza Peixolo, moradora Da Lagoa do mallo
mais um individuo, que lambem mora para b'an-
Consa
(A E'poca.)
COMMERCIO.
Praea do Recife 2 de
marQodel861.
A-S tves Yioras da t*rae.
Cotapes oflU-istes.
Cambio sobre Pars364 e 364 rs. por franco 90
das de vista.
Cambio sobre Londres 26 li4 a prazo e 26 3[4
d. por Ig a dinheiro.
Cambio sobre o Rio de Janeiro 2 0i0 de des-
cont a 30 das de vista.
Oescoolo de letras10 e 15 0[0 ao anno.
Leal SevePresidente.
Frederico Guimaressecretario.
Al fandera,
endimento do da 1.....20:370j}761
dem do da 2.......20896j926
41:2673687
Mo\ment da alfandcsra,
Volumes entrados com fazendas.. 108
> com gneros.. 76
Volumes
sahidos

com
cam
fazendas..
gneros..
-----184
140
210
350
a Domingos Jos Fer-
dito trigo
proTtnclal.
Rendimeato do dii 1.....3 8974612
dem do dia 2........1:961*480
5:859J0!
26
Descarregam hoje 4 de fevereiro.
Galera franeezaSolferinofazendas.
Brigue pnrtoguezSoberanoo resto.
Brigue porluguezAmalia Imercaduras.
Patacho americanoLangarotemadaira e breu.
Paiacho inglezEova Creinabacalhio.
Importacao.
Brigue porluguez Amalia, precedente do Porto,
consignado a Manoel Joaquim Ramos e Silva,
manifestou o seguate :
152b.rrls e 136 caixes vinho, 15 barris e 3
saccas nuzes. 20 ditos trelos, 50 ditos feijo, 200
barris chumbo de municao, 130 raias de sal, 1
caixao um estandarte e urna astea para o mesmo ;
a Jos Antonio da Cuoha & Irraao.
10 barricas sardnhas, 2.00I) resteas ceblas e
253 canastras batatas ; a Jos de Suuza Amellas.
1 catxa miu lezas, 1 dita maceas; a Gabriel An-
tonio deC. Quinlaef.
1 caixao carae de porco e doce ; a Joo Perei-
ra Moiitiaho.
1 caixote freios e filas
reir.
1 caixao toalhas, 1 dito trigo : a Manoel de A-
zevedo Andrade.
2 ditos linha : a Jos de S Leito Jnior.
4 dilus vasos de cera e flores ; a Perreira Alves
.Viegas.
3 ditos palitos, 2 caiioles fouces ; a Birroca &
Medeiros.
1 volme obras de prata ; a Anlonio Jos da
Silva Brasil.
2 caixoes mages, 1 dito travesseiros, lencos,
toalhas e guardanapos ; a Bcnto de Freitas Gui-
mares.
1 viveiro canarios ; a Manoel Soares Correa.
15 caixoles e 6 caixes fechaduras, freios, pi-
cadeiras, etc., 4 (Jilos pnnles e rendas, 1 dito li-
nha e toalhas, 2canaslras palitos, 8 barris enxa-
das, 20 ditos pregos, 60 ditos chumbo de muni-
do. 4 saccas feijo ; a Thomaz Feroandes da
Cuoha
50 saccas farelo, 15 barris sardinhas, 1 caixao
palitos, 1 dilo llvros ; a Louiengo Pereira Mendes
Guimares.
20 caixes vinho ; a Jos Joaquim Teixeira.
2 ditos salpicos; a Joaquim Francisco dos
Sinlos Maia.
1 dito ditos, l barril vinho ; a Maia & Irmo.
1 caixao peras seccas; a Antonio Emilio Rufi-
no Vasconcellos.
20 amarrados obras de vime, 36 canastras alhos;
a Cosme Jos dos Santos Callado.
100 rodas de arcos de pao ; a Custodio Rodri-
gues Fernandes Vieira.
6 cideiras de pao, 1 mesa ; a Luiz de Moraes
Gomes Fprreira.
1 caixao salpicoes e chourcas ; a Francisco Jo3o
de Barros.
2 ditos 4 imagens : a D. Francisca Sehorinha
da Costa.
1 sacca rolbas, 30 rodas de arcos de pao ; a D.
A. Matheus.
150 rodas de arcos de pao; a Jos da Silva
Loio.
3 caixoes doce ; a Daniel da Silva Ribeiro.
1 dito vinho, 100 rolas arcos de pao ; a Amo-
rim Irmo.
3 caixes louca, 12 ancoretas azeitonas, 4 bar-
ris vinho ; a Jos Goncalves da Fonte.
3 caixes linha ; a Prente Vianna A C.
1 dito e 1 barril vinho ; a Jos Antonio dos
Santos Lassa.
1 caixao turibules, caldeirinhas e navetas de
metal amarelio; a Jos Baptista Braga.
2caixotes linha, 102 canastras alhos; a Manoel
Duarte Rodrigues.
1 barril azeitonas ; a Joo da Cunha Neves.
1 caixao doco ; a Jos Gardoso da Silva Pinto.
1 dito dito, 1 dilo salpicoes ; a Jos Joaquim
da Silva.
1 dito doces, 1 dito figuras de barro ; a L. An-
tonio Siqueira.
1 caixao salpicoes; a Jos de Azevedo An-
drade.
47 caixas batatas; a Manoel Ferreira da Silva
Tarroso.
2 caixas e 1 volume obras de palheta, missan-
gas, papis d rebique, palitos, cordas de instru-
mentos, botes de cabello, etc. ; a Altes & C.
1 caixao imagera ; a Jos Antonio de Car-
Talho.
1 barril vinho, 1 volume escovas de piaSBava ;
a Antonio Lopes Rodrigues.
1 caixa penles ; a Francisco Alves de Pioho.
4 duzias de malhos de po ; a Antonio de Oli-
veira Guedes.
12 saccas feijo: a Antonio Joaquim G. Fraga.
200 caixoles velas de sebo, 30 cadeiras de raog-
D0, 4 mesinhas, 1 sof, 1 cama, 2 com modas, 1
trem, 1 caixinha, 7 colxes, 1 lavatorio, 1 tape-
te, 2 camas de (erro, 1 dita de armaco com 2
colxes, 1 mesa de jatar, 1 guarda-vestidos e 1
spparador; a Manuel Joaquim Ramos e Silva.
10 caixes balitas, 8 ditos ceblas, 10 ditos vi-,
chos, 20 saceas farelo, 1 dilo feijo, 5 canastras
olha de louro ; a Amaral & C.
1 caixao feijo, nozes e carne ; a Antonio Ri-
beiro Meirelles.
9 divos vinho ; a Henrique de Oliveira Soares.
Patacho Inglez Nora Crina, vindo de Terra-.
Nova, consignado a Johostoo Paler & C., mani-
estou o seguate :
196 harneas eom bacalhio ; tos uestJK.
Exportacxo
Do dia Io de mareo,
Brigue sueco A*a, para Stokolm carrega :
N. O. Bieber & C. 1W8 ceuras saleados eos
55,33$ libras.
Recebe doria
PRA^A. DO RECITE
EMaVBOI>18ttI.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Se a nal
Cambios---------Sobre tomires eaccouse
174. T1/2. 26 5/8 e 2rJ 3/4 d.fc
por I9 rs. a prazo e a dinheiro;
sobre Paris de 382 a 365 rs. por
ir. do mesmo modo; sobre Ham-
burgo a 84-rs. por M. B.. e so-
bre Lisboa de 104 a 106 por con-
t de premio, regulando por Sfi
'75,000, os saques sobre a Euro-
pa. Sobre o Rio de Janeiro sa-
couse a 2 por cento de descon-
to a 30 d. v.
Algodao O superior vendeu-se no co-
meto da semana a 98400 rs., e
O regular a 9$0O0 rs., por ( ;
porem depois da chegada do
vapor da Europa, baixou para
8ft40 rs. por do superior, e
8j>2UO do regular.
Agsucar----------O branco de segunda sorle
Tendeu-se de 3j90 a 49OOO rs.
por arroba. A terceira sorle
superior de 3700 a 3j800, ler-
ceira sorle regular de 30500 a
3&600, quarta sorle de 3#300 a
8JM00, a quinta e sexta sorle de
3S000 a 3J200. O mascavado es-
colhido para Lisboa a2550,dito
bom para outros portos de
25*50 a 2*500. dito Canal de
SgOOO a 2$ 100 res.
Agurdente Vendeu-se de 80J000 a 8>;&000
rs. a pipa.
Couros- Os seceos salgados a 220 rs.
por libra.
Arroz------------Vendeu-se a 2J800 rs. por ar-
roba.
Azeite^ddce------dem a 2J900 rs. por galao.
Bacalho---------Em atacado oegociou-se a
14lf>00 rs. a barrica ; e a rela-
lho de 149500 a 15$, ficando em
ser 11,000 barricas.
Batatas---------Venderam-se de 2J200 a 3)00
rs. por arroba.
Bolaxinha------Urna partida de 500 barricas
vendeu-se a 4JJ200 a barrica.
Caf---------------Vendeu-se de 63000 a 63400 rs.
por arroba.
Cha---------- dem a 1&200 rs. por Preto, e de 1$600 a I}9u0 a
libra do verda.
Carne secca A do Rio Gnndo retalhou-so do
3$jl)0 a 3$8O0 por arroba, e a
do Rio Grande de 45500 a 55,
ficando em ser 12.000 arrobas
da primeira e 18,000 da se-
gunda.
Carvo de podra- O escocez vendeu-se a 149 a
tonelada, e o de Cirdiff a l6j.
Cerveja---------- Vendeu-se de 4J a 55500 a
duzia de garrafas.
Farinha de trigo. Retalhou-se de 28 a 305 por
barrica de Richmond, e345 da
de Trieste ; ficando em ser 000
barricas desta e 5,000 daquella,
inclusive parte de um carrega-
menlo negado nesta semana ;
tendo seguido para o sul um
outro que veio a este porlo.
Dita de mandioca Vendeu-se a 49 por sacca.
Feijo----------dem de 11$ a 149 por sacca.
Folha de Flandre-Idera de 199 a 22| rs. a caixa.
Ferro------------dem de5S500 a 6J por quintal
do inglez, e de 89 a 89500 do
de Suecia.
Manteiga---------A ingleza vendeu-se de 800 a
850 rs. por libra, e a franeeza a
600 rs., ficando em sor 2,000
barris.
Oleo de linhaga- Vendeu-se a 19450 por galao.
Os fiarneogos voudcram-se de
19900 a 25200 rs.
Os tintos de Lisboa de 280$ a
300 rs, a pipa.
Vendeu-se de 100JS a 120$ por
pipa.
O rebate de leltras regulou de
10 a 18 por cento ao anno ;
descontando a caixa filial cerca
de selecenlos contos de ris
nesta semana.
Queijos -
Vinhos---------
Vinagre---------
Desconto-
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
Pauta dos pregos dos gneros sujeitos direilos
deexportaco. Semana de a 9 de viarco
de 1861.
Mercadorias. Unidades. Valores.

Rendimento do 44a' 1
dem do dia 2
Abanos.....: cento
Aguldenle de cana. caada
dem resillada e do reino o
dem caxaca...... >
dem genebra......
dem alcool ou espirito de
agurdente ......
Algodao em carogo .... arroba
dem em rama ou em la.
Arroz com casca.....
dem descascado ou pilado.
Assucar mascavado ....
dem branco......
dem refinado.......
Azeile de amendoim ou mon-
dobim......... caada
dem de coco ....;.
dem de mamona.....
Baiatas alimenticias .... arroba
Bolacha ordinaria propria para
embarque. ......
mflndaees........
Caf bom...... ;
dem escolha ou restolho
dem terrado...... libra
Caibros........ um
Cal.......... arroba
dem branca ....
Carne secca charque.
Carvo vegetal...... >
Cera de carnauba em bruto. libra
dem idem em velas.
Charutos. ...... cento
Cocos seceos.......
Couros de boi salgadas libra
dem seceos espichados.
dem verdes ......
dem de cabra cortidos nm
dem de onra......
Doces seceos...... libra
dem em geleia ou massa
dem em calda.
Estaadores grandes. *m
dem pequeos .....
Esleirs para forro ou estiva de
navio......: cento
Estoupa nacional .... arroba
Farinha de mandioca. alqueire
dem de araruta..... arroba
Feijo de qualquer qualidade.
Frechae*........ Um
Pumo em folha bom. .
dem ordinario ou restolho.
dem em rola bom ....
dem ordinaro restolho.
Gomma .*..... arroba
Ipecacuanha (raz] ....
Lenha em achas..... cento
Toros. .......
Lenhas e esteles..... nm
Mcl ou melaoo...... carnada
Fio brasil ......
fWfttatle amolar ....
ljfOOO
19000
1$000
9440
19000
g900
28-2:25
89000
$800
2$700
29100
3$400
dem rebolo......- lfSCO
Piasaava........molhos JWO
Puntas ou chifres de vaccas e
novilhos.......cento 4000
Pranches de amarello de
dous cuitados. ..... una 16*000
dem muro....... 8JH0O
abao. ......libra |120
Salsa parrilha.......arroba 25fOOO
Sebo em rama...... 5J0O0
Sola ou vaqueta ...... una 2J40C
Taboas de amarello .... duzias 1049500
dem diversas.....; 7O9OOO
Tapioca........ arroba 39200
Travs........, ama IO9OOO
nhas de boi......cento $300
Vinagre ....... caada S280
Aifandega de Pernsmbuco 2 de marco dcl861.
O primeiro cenferente.Antonio Carlos de P-
nho Borges O segundo conferente, Jos Thomaz
de Campos Ouaresma.
Approvo. Aifandega de Pernambuco 2 de
narco de 1881 Barros.
Conforme. Joo Jos Pereira de Faria, ter-
ceiro escriturario.
cuUflS, preado fe que corfcrirje
o decreto n. 2,66* de 10 de outubro
ltimo e decitao do tribunal do thesoa-
ro de d]2 de juRtro do wrreaste anno;
m
Para o Aracaty
wgne eom breaideda o Mate eamamajke ; pa-
ra carga e passtairOI, trata-w a na ttol^B
H n ** wm*
eita tubstituic^o l continua em pre. Para a Rabia segu em poneos das a es-
juito dos poMudore das mesma* noW'f,",r.D_,rt?"1 Carfe<: !'* <*I^
Mo vimento do porto.
Dia 2,
Nao entraram nem sahiram erabarcages.
w V V PJ en W Oirecco. <
M w V 53 o (a a O Intensidad/. a O
S 00 lo & s 3 Fakrenheit. H ce 9 m o
a 9 3 Centgrado. -i .a o
s 9 e -4 O O Hygrometro.
o o o 6 Cisterna hydro-metrica.

-4
ce

o
-4
3
3
a*
O
Prancez.
O M
O
o
8
o
inglez.
ate 9 de marco prximo viodour, poil
qoe detfe dia em diante f tera' lugar
com o descont mensal e progreuifo
de 10 por cento ou de 10 por cento no
prsmeiro mez, de 20 por cento no se-
gundo, de 30 por cento no terceiro e
assim *uccesamente at ficar no deci-
mo mez e d'ahi por diante sem raais va-
lor algum, Recife 5 de fevereiro de
1861. Os directores gerentes, Luiz
Antonio Vieira, Joao Ignacio de Me-
deiros Reg.
Consolado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico, que os 30 dias uteis para pagamento dos
impostos de 12 OfO sobre lojas a retalho. arma-
rens de fazendas, tabernas e cssas de leilao ; de
*_jy sobre oa de mais estabelecimentos; d
2009 sobre casas de cambio ; de"50j} sobre casas
de modas que veoderem perfumarras e chapeos
estrangeiros, e de jogo de bilhar. e finalmente os
toipostos sobre carros, carrocas e mnibus, tanto
de aluguel como particulares, relativo ao anno
(Inaoceiro de 1860 a 1861. flndam-se no dia 9 de
marco cerrente, ficando sujeitos multa de 3 0i0
sobre os seus dbitos, os que pagaren: depois
desse prazo.
Mesa do consolado provincial de Pernambuco
1.* de mareo de 1881.Pelo administrador,
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva
Pela contadura da cmara municipal do
Recife se faz publico, que o prazo marcado par
pagamento do imposto de estabelecimento nda-
se no ultimo de margo vindourc, e todos aquelles
que nao pagarem dentro do prazo, ficam sujeitos
multa de tres por cento.
Contadoria da cmara municipal do Recife 26
de fevereiro de 1861.O contador,
Joaquim Tavares Rodovalho.
Pela subdelegada da fregaezia de Santo
Antonio se faz constar que se acha recolhido
casa de delencao o preto africano de nome Ma-
noel, que diz ter sido escravo do Sr. Annuncia-
__ ?ao, cujo preto foi preso por briga, e nao tem
c. i apreseolado carta de liberdade. Se alguem se
julgarseu senhor, compereca nesta subdelegada
munido de seu titulo.O subdelegado suppleote,
Joaquim Antonio Garneiro.
. trata-se com sen tomigaatario Frao
cisco L. O. Azevedo, na roa da Madre de Dos,
n. 12.
A nole clara, vento ESE fresco amanbaceu.
OSCILLaQAO da mar.
Preamar as 8 h. 6' da manhaa, altura 6.4 p.
Bauamar as 2 h. 18' da tarde, altura 1,4 p.
Observatorio do arsenal de marinba, t de
marco de 1861.
ROHANO STKPPLB,
1. tenente.
Editaes.
Oltlm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda faznr publico, que do dia 2 do cor-
rente por dianle pagam-se os ordenados dos em-
pregados provinciaes, vencidos no mez de feve-
reiro prximo Gndo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 1. de marco de 1861.O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciago.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial em cumprimento da ordem do Ezm. Sr.
presidente da provincia de 22 do correle, man-
da convidar aos Srs. Belarmino D. da Silva e
Joo Duarte Carueiro Mooteiro, para comparece-
re m nesta thesouraria no prazo de 15 dias, a con-
tar da dala deste, am do pagarem voluntaria-
mente as quaniias constantes das contas abalxo
copiadas, relativamente a direilos de exportado,
que deixaram do pagar na collectoria da Granja
na provincia do Ccar.
E para que chegue ao conhecimento dos raes-
mos senhores se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 25 de fevereiro de 1861.O secretario,
A. F. d'Annunciago.
OSr. Belarmino D. da Silva a thesouraria pro-
vincial do Cear, deve ;
Do imposto de 9 sobre 200 alqueires de
farinha que ezportou da Granja para
Pernambuco no vapor alguarass
em 18>8, como dos manifest*
dem idem de 89 alqueires 2 1(2 quer-
as de milho
dem idem de 30 alqueires 2 1(2 quar-
tas de arroz
400$00
1799250
61S*50
lem de filtrar
29000
29500
1$280
15000
4$O00
7$500
6$400
4$000
|300
9400
92G0
$400
450O
1$600
9250
$400
29000
4$0O0
9220
9360
9140
$300
10$000
19000
9500
9500
4JJ0O0
2$000
249000
1J600
1$600
6$000
1$500
5$0OO
10$O0O
7J000
12SOO0
0000
anooo
29100
2$000
109000
50$O0O
4B40
ifoiu
patatal 10flTO



6409500
fevereiro de 1861.\olooio
thesou-
Contadoria 6 de
Louriano Rib<*iro.
O Sr. Joo Duarte Carnairo llonteiro
raria provincial do Cear, deve:
Importancia que deixou de pagar do im-
posto de 6 alqueires e 1(4 de milho
que exportou da Granja para Pernam-
buco no vapor Iguarass no anno
de 1858, pelo que devendo pagar
125500 s pagou na collectoria 109
29500
Contadoria 6 de fevereiro de 1861.Anlonio
Lauriano Kibetro.
Conforme.0 secretario, A. F. d'Anounciaco.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desta provincia manda fazer publico, de
conformidade com a ordem circular do thesouro
n. 8 de 25 de j*neiro ultimo, que no dio 1.* de
abril prximo vindouro se far concurso nesta
thesouraria para preenchimenlo dos lugares de
praiicmtes da mesma. Os que pretendern) ser
admiitidos no concurso devero apresentar nesta
secretaria os seus requerimentos instruidos de
documentos que provem : 1. lerem 18 annos
completos de idade ; 2. estarem livres de culpa
e pena ; e 3.' lerem bom comporlamento. Os
exames versaro sobre leiturs, analyse gramma-
tical, orthographia e arithmelica at a theoria
das pruporgoes inclusivamente.
Secretarla da thesouraria de Pernambuco 21 de
fevereiro de 1861.O officiat maior,
Manoel Mamede da Silva Costa.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia,manda convidar aos cre-
radores da repariigao das obras publicas a apre-
sentarem na mesma thesouraria os eus ttulos no
prazo de 30dias. a contar da data deste, afim de
aerem examinados e pagos os que estiverem cor-
reles ; certos de que fiado este prazo nao serao
attendidos.
E para que chegue ao coobecimenlo de todos
se mandou affixar o presente e publicar pelo
Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 22 de ferereiro de 1881.O secretario,
A. F. d'Anounciaco.
Declarares.
COIREIO.
Pela administrarlo do correo desta provincia
se faz-publico, que as malas que devem conduzir
os vapores cosleiros Persinunga e Jaguaribe,
aquaMe com destino i Macei e potlos mterate-
dios, e osle ao Cear e portos intermedios, a da-
quelle ser (echada no dia 5 do correle, s 3
horas da tarde em ponto, e a deste ao dia 7 lam-
bem do corrento, e s asesinas horas.
NOVO BAJSCO
CE
Pernaflflco.
O novo Unco cootaauaa a ubsskuir
a resgalar as notaste lflf -e *0 qnti
vCWH
Vice consulado de Espaa.
De orden del Excmo. Sor.
ministro residente y cnsul
COMPANHLA
que toraMtigtr segtinda^eira 4 de mar-
co,as 1 lfeoraTsea ponto, em seu ar-
maein ray do Iai]cffior n. 35.
MBUGANA
CK
ftfevegacao costeira a vaper
O vapor Persinunga, commabdanlante Mou-
ra. aegue para os portos do sol em 5 de marco s
5 horas da tarde.
RecebecaTga at odia 4ao meto dia Passa-
geiros e dinheiro a frete at o dia da sahdi s
2 horas. Esctiptorio no Forte do Matos n. 1.
COMPANHIA
DAS
Hessagcries imperiales.
At o dia 4 de margo espera-se dos portos do
sul o vapor francez Bearn, commandante Aubry
de la No, o qual depois da demora do costurae
seguir para Bordeaux locando em S. Vicente e
Lisboa, para passagens, encommeodas etc. a
tratar na agencia ra do Trapiche n. 9.
COirAMIA PERNAlBUCArtt
Navegabacosleiraavapor
200 saccas con lepo e
Tamo da Baha.
Qtarta-feita 6 do cirrenle s i 0 horas.
Anlunesfarletlo por coma e risco de qoem
aPr?perJ!efl,,"Merft d* pre? ,luo'. ** 0
aa Baha. As 10 horas em ponto
DE
Terca partedo sobrado da
ra Direilan 88.
Terga-feira 5 do corrente.
Antunes far leilao era sen artnazem na roa
do Imperador n 73. da terca parte oo sobrado
da rus Direita n. 88. que ser vendido Imnrete-
nvelmenle pelo malor prego que f6r offerecido
no da cima indicado as 11 horas em ponto.
LEILAO
DE
Tinta branca em latas e 3
caixas com phosphoros.
Terca-fcira 5 do corrente.
Antones far leilao em seu armazem na ra d
Imperador n. 73, de urna porcao de latas com
tiota branca de boa qualidade que sero vendi-
das sem reserva de prego, bem como de 3 caixas
com phosphoros. As 11 horas em ponto.
Parahiba, Rio Grande do Norte. As-
8u', Aracatv, Ceara' e Acaracu'.
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato, sa-
nir para os porlos do norte at ao Acaracu no
da 7 de margo s 5 horas da larde.
Recebe-so carga at ao dia 6 as 3 horas. Pas-
general de S. M. Catlica en\tT^X^^^\^Jt 2h0"
Rio de Janeiro, prevengo a: Para Lisboa se8ue com toda, brevidade o
lOS SUDUltOS espaoles reS- t'r,8ue Pwt"g oerano, por ter quasi todo
j. ^ i. |seu carregamento prompto; para o resto o pas-
aenteS en eSte aiStriCtO COn- geiros. trata-se com o consignatario T. de Aqu-
milaraiii ipnrln inrlicnonoa n -Fonse" Jnior, na ra da Cacimba n. 1. pri-
blliar que, SienaO naiSpensa-, meiro andar, ou com o capto Anlonio Agosti-
ble que se hallen provistos de | ,0 Ue Alm,iid8'na p"?8-
una carta de nacionalidad,
tanto por inters propio para
acreditar sus personas y po-
der reclamar la proteccin de
los agentes de su nacin, co-
mo por convenir al servicio!
del estado, el tener una noti- se*ue DOr es,es 4 ou 6 dias brwu escuna Ne-
_, j Igraes. tem todo o seu carregamento prompto, e
Ca exacta de JOS CUl(JadanOSs recebe escravos a frete : trata-se com o coo-
que residan en el extrangero; \ Vu^^TL^V^i.rua d0 Tr,piche
debern en el termino de 15 ; Para Lisboa segu com nimia brevidade o
dias ItrfSntfirf pn Pfp viP!0*l8ono porl"8uez f,*rco* recebe carga
Uia J.ILb<,IllrtI hC eU CSie VlCC e pass8gPros, para o que trata-se com mi
consulado renovar sus car-
Rio de Janeiro,
tas de nacionalidad proveer-
se de ellas los que no las tu-
vieren. '.
Pernambuco25 de febrero
de 1861.El vice cnsul de
S. M.Juan Ansiada Hijo
Pela subdelegada tm freguezis de banto
Antonio desta ridado se actiam embargados em
urna cocheira tres cavallosldo differentes cores,
tendo todos o mesmo ferrol o que.prova perton-
cerem a urna s fazenda, e com indicios de se-
r m do servico de engenhi, por desconfianza e
indicios de serem fuados,[visto terero sido all
recolhidos por dous homenp do mato desconhe-
cidos, e depois apparecerem outros tratando de
os vender, sem haver cninoidencia as respostas
entre cites: quem, portanto, se julgar com di-
reito a ditos cavaltos, comolireca neste juizo mu-
nido de suas provas, que llie sero entregues.
Recife 22 de fevereiro de 1861.
Carneiro.
Conselho de compras navaes.
Tendo de promover-se a compra do material
da armada abaixo declarado, manda o ronselhn
fazer publico que ter isso lugar em sesso de 5
dn mz prximo, mediante propostas recebidas
al s 11 horas da manhaa desse dia, acompa-
nhadasdas amostras dos objectos.
Para os navios.
3 pegas de flele azul, braaco e encarnado, 8
arrobas de gaxeta de patente, 4 livros mappas de
50 toldas. 6 ditos ditos de 25 ditas, 10 arrobas
de mealhir branco, 16 arrobas e 19 libras de
plvora grossa. 1 peca de cabo de linho de 7 e
1|2 a 8 polegadas, 1 jogo de tinleiros galvaniza-
dos e 30 raspas de ferro.
Para os navios e arsenal.
6 barris de alcatrao, 4 arrobas de agua-raz, 6
barris de breu, 3 caixas de guerra, 2 rolos de
chumbo em lencol, 6 arrobas de estopa de algo-
dao para limpar machinas, 4 DO folhas de cobre
de 4| com a competente >regadura. 50 arro-
bas de oleo de linhaca, e 30 latas de tinta branca
de chumbo, 1,000 folhas de [ixa de-esmeril era
panno, 72 paesde ferro e 4,000 tachas de bomba.
Para o arsenal.
80 arrobas de almagre, 85 \calcas de algodao
azul, 85 camisas do mesmo auodo, estes dous
otijectos para africanos, 9 camisas de algodao
branco, 9 saias de dito azvl, estes objectos para
africanas. \
Para as obras de aorto.
400 varas de linhagem para saceos.
Sao as coodiccoes para effectuar-se a compra
ser paga logo no mez subsequeote do recebi-
mento dos objectos e sojeitarem-se os vendedo-
res a multa de 50 por 0)0 do valor dos mesaros
objectos, caso nio os enlreguem da qualidade e
oa porco contratada.
Sala do conselho de compras navaes de Per-
nambuco 25 de fevereiro de 1861.
O secretario,
Alexaodre Rodrigues dos Aojos.
a frete
seus con-
signatarios Amorira Irmos na rua da Cruz n. 3,
ou com o capitao J M. Coelho sobrinho, oa pra-
ca do commercio.
A agencia do vapor de
reboque achase estabelecida no escrip-
torio di companliia Pernambucana no
Forte do Mattos n. 1, onde se recebera
avisos para qualquer servico tendente
ao mesmo vapor.
Maranho.
Segu oestes dias o hiale Sanio Amaro ; pa-
ro o resto da carga, tratase com Cselano Cyriaco
da C. M. & Irmo, ao lado do Corpo Santo o. 23.
W09Q! havia etntttdo arada .existoa m
Avisos martimos.
Rio de Janeiro
eaua tiestas dia* a barca nacional aCastro III,
capitao Antonio Goncalves Torres.por ter a maior
parte eo carregamento prompto, para que anda falta, passageiras e escravos, para as
quaes tem exceltaates^oamodoe, trata-se cooa
os consignatarios Pinto de Souza & Biirao, aa
rua da'Craz n. 94, ou na pra&a com o capitao
Para o Ass
Mgoa com bravUad* hiato ^Atharbe ;nara
saina coaa toavad* -a hiata Botone* ;nara 0:1 ilin;or m n
carc.*p*aaa(am, 4fata-a a-rna *o Venio a"a Jnior, os p
Bumaro 6.
COMPANHft BRASILE1RA
DE
iMMMM & todil
Espera-se dos portos do nortate o dia 5 de
margo o vapor Cruzeiro do Sul, commandan-
te Puntes Ribeiro, o qual depois da demora do
costume seguir para os porlos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada :
agencia rua da Cruz n. 1, escriptorio de Azeve-
do & Mendes.
Para o Aracaty e Assu
segu com brevidade o hiale S ma Rita, j tem
a maior parte da carga ; para o resto trata-se com
Martios & Irmo, ou eom o capitio Antonio Joa-
quim Alves.
Um grande sitio na
estrada do Arraial.
Terca-feira 5 do corrente.
Antunes far leilao era seu armazem na rua
do Imperador n. 73. de um grande sitio eo prin-
cipio da estrada do Arraial junto ao do Sr. Mar-
celino Jos Lopes, com excellento casa de pedra
ecal, conlendo 8 quarlos, 2 salas, um gabinete
cosinha, estribarla, murto boas laraogeiras. sa-
potizeiros, jaqueiras, coqueiros. urna grande
baixa de capim, um riacho no meio do sitio com
banheiro. chaos proprios. Os pretenderles diri-
jam-se ao referido sitio para oxamioarem. tendo
lugar o leilao no dia cima indicado s 11 horas
em ponto.
DE
Generfls de estiva.
Qnarta-feira 6 do cor-
rente s 11 horas.
Antunes autorisado pelo Sr. Jos Nu-
nes de Paula, vender' em leilao para
liquidar todos os gneros existentes em
seu armazem na rua do rVmorim n. 48 :
Pspr-l paquete.
Gigosde chaixpagne.
Caixas com cha preto.
Ditas cora ditas ordinario.
Barricas cora bolaxinhas,
Pipas com vinagre.
Barris com era*, o.
Barricas com cerveja.
Garrafes vasios.
Caixas com sabo.
Urna barra de ferro.
Urna balanca decimal e pesos.
Duas carteiras.
Duas mesas.
Avisos diversos.
Leiles.
LEILAO
Segunda-feira 4 do corrente.
James Ryder & C. fario leilao por intervengo
do agente Oliveira, de grande e variado sor'ti-
mento das melhores fazendas ioglezas bem co-
nhecidas de seus boas freguezes, a auem tanto
ellos como o referido agente multo prazer tem
em convidar, e cuja concurrencia muito apre-
riario como aempre, e esperara .no indieado dia
s 10 hars da manhaa em ponto.
Leilao de queijos.
Hoje 4, Iiaver leilao de 30 caixas casa saaiio
boas queijosflanreogos era caixas de 24: as 10
horas ila aasSana defronte da porta da aifandega.
LEIlft
O gaarte Hyppo
sado pelo Sr. Or. jutaate
leilao deum predio
Poco, o qual tem ai
grande familia, neste
sentemente o Sr.
pois o po-
derlo examinar a compareos ao letlfio
Aviso a tudos os que me
conhecem.
Causas particulares que serio publi-
cada opportunamente e nao um puro
capricho em phantasia, nem a supersti-
cao de imputar os infortunios da minha
vida ao nome porque me hei feito co-
nhecer.como disse ophilosopbo de Fer-
ney ao trocar o seuArouetpor-Vol-
tairedeterminam-me a mudar o mea
nome assignando-me de boje por diante
Estevo Benedicto Francez.
Rejeitmdo (com dr) um cognome
trintennarioe ja' taoconbecido, nao des-
conheQO a sorpresa da parle de todos e
a censura da parte de alguns dos que
me conhecem a que me expde esta ine-
perada e innterpretavel mudanca ; mas,
teobo vontade assas forte para nao re-
cuet ante a dea de qualquer juizo ou.
sent ment com que tenha de er rece-
bido este facto, e abstet-me de juitii-
carfeatquaado, imitando S. Agosti-
nho, J. J. Rotseau, Chateaubriand e
outros, escrever asCoofissdesde mi-
aba vida, que tenbo em projecto. tem-
pom que explicare i esta innovacio.
Villa-Bella na comarca de Fafeu' da
provincia de Pernambuco, S^ de Janei-
ro de 1861.O -hachare Estevao de.
aVIbuquerque e Mello Montenegro.
^ Os Srs. Jaointho Augusta. do Amaral Jos
fleaario de Sousa Pereira, JoaaJareira Waader-
tay, queiram aoaunciar suas motaflaaquosalbes
s/acisa fallar.
5~ Prtsa-ao da nm homem aartaaetro.: tn
sato. Amaro aa p da fundica, ttaeiir-drJasa
adntho de Carralho. T v J


%

W
w
DUBIO DI PRMABlUCO. ** SEGUNDA FEIRA 4 M lUftCO DE 1841.
25-ftlJA NWA-25
Grande deposito de pianos fortes
Dos
MUS AFAMADOS FABRICANTES DA EUROPA
DE
PuUicac^es do instituto
tha do Brasil.
a-

r^LV eslabelecimento acaba de receber da Europa alguna pianos da celebre fabri-
ca de C. SUEEL de Cassel; oproprietatio deste eslabelecimento toma a libcrdade de convidar
os profesores, dilectan e amadores deale instrumento para que se dignem vir apreciar as excel-
entes qualidades destes pianos, e juntamente observar a pereicjio do trabalho unido elegancia
e esmerado gosto deste afamado fabricante.
laliilsPMKll"
Ra da Guia n. 3.
Aligaste Spina, chaudronnier franjis, se
charge de fair des alambics en cuivre de tous
les sysiroes, ainsi que des appsreils distillaioi-
res poar faire l'esprit de vin, luyoterie en cui-
vre rouge ou jaune pour machines a vapeurs,
ballerie de cuisine ettout ce que concerne son
elat. Aussi il fail des -etamages et racomraoda-
gs en tous genres.
Augusto Spina, caldeireiro francs, ultima-
menta chegado do Rio de Janeiro, encarregase
de fabricar: alambiques de cobre de todos os
systhemas, spparelbos para dislillacao de espiri-
to de \inbo, cha mines de cobre ou lalao para
machinas de vapor, utensilios de cozinha, e tudo
quanto de seu officio: egualmente se incum-
be de estanhar e concertar toda a especie de ob-
jectos.
APPHOVACiO E AUTORISACiO
DA
kmtmt DiKBOfiL si umm
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
mhtu mmmm&
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
Oe Ricardo Kirie
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
AS CHAPAS MEDICINAES sao muito conbecidas no Rio de Janeiro e em toda
vincias deste imperio ha mais de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas curas que se te
as emfermarias abaixo escripias, o que se prova com innmeros atteslados que existem
soas capazes de dislinc^es.
Cora estas Chapas-elbctbo-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura rad
fallivel em todos os casos da inflammajao ( cansado ou falta de respirado), sejam in
externas, como do ligado, bofes, estomago, bago, rins, ulero, pello, palpitado de coracao, gar-
ganta, olhos, erysiptlas, rheumalismo, paralysia e todas as affecces nervosas, etc., ele. Igual-
mente para as differenles especies de lumores, como lombinhos escrfulas etc., seja qual fr o
seu lamanho e profundeza, por meio da suppurac,ao sero radicalmente extirpados, sendo o seu
uso aconselhado por hobeis e disiinclos faculialivos.
As encommeudas das provincias devera ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado de
fazer as nece3sarias explicaces, se as chapas sao para hornera, senhora ou enanca, declarando a
molestia em que parle do corpo existe, se na cabera, pescoco, brajo coxa, perna, p, ou Ironco
do corpo, declarando a circumferencia: e sendo nchac,5es, feridas ou ulceras, o molde do seu la-
manho em ura pedaco de papel e a declararlo onde existem, afira de que as chapas possara ser
bem applicadas no seu lugar.^
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas sero acompanhadas das competentes explicaces e lambem de lodos os accesso-
ios para a collocacSo dellas.
Consulta as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianza, era seu escriptorio, que
se achara abano todos os dias, sem excepgao, das 9 horas da raanha s 2 da larde.
Ra do Parto
PERTO DO LARGO
DICCIONARIO POPULAR
DE
MEDICINA HONEOPATHICA
Obra indispensavel a todas as
pessoas que quizerem corar bo-
meopathica mente,
costeado :
de/inigo clara dos termos de medicina: as
cautas mais frequentes dat molestias: ot symp-
tomas, porque estas se fazem conhecer : os me-
dicamentos que melhor Ihes orrespondem : a
ouantidade das dses de cada medicamento e
seus respectivos intervalos as molestias agu-
das e chronicas: a hora do da ou da noite,
em que os medicamentos desenvolvem melhor
saa aeco : a maneira de alternar os medica-
mentos: a maneira de curar os envennamen-
os, as mordeduras de cobras, focadas, tiros,
quedas, pancadas e fracturas e todas as mo-
lestias conhecidas, principalmente as quegras-
sam no Brasil, qur as pessoas livres, qulr
as escravas: os soccorros que se devem pres-
tar d mulher durante a prenhez, na occasio
do parto e depois delle: os cuidados que a
crianca reclama, qur logo depois do nasci-
menlo, qur durante a infancia: os perigos a
que esli sujeitos todos os que tomam reme-
dios allopalhicos: e muitos outros artigos de
vital inleresse ; bem como urna dtscripcao con-
cisa, e em linguagem acommodada a inteli-
gencia das pessoas exlranhas medicina, dos
orgaos mais importantes, que entram na com-
posico do corpo humano, etc., etc., com duas
eslampas, urna mostrando qaanto possivel lo-
dos os orgaos internos, com a sua explicando
phitiologica e oulra mostrando as differenles
regies abdomivaes. [Xprimeira colorida pa-
ra ossenhores assignanles.)
PELO DOUTOn
SABINO OLEGARIO LUDGERO PINIIO.
O Diccionario Popular de medicina homeopa-
thica urna obra completa de homeopathia, o
resultado da pralica dos hoaieopalhas europeos,
americanos, particularmente dos Brasileiros,
da minha propria experiencia ; ella satisfaz ntei-
ramente os mdicos, que quizerem experimentar
ou exercer a nossa medicina ; e muito mais an-
da aos paes de familias, qur das cidades, qur
do campo, chefes de otabelecimenlo, capites de
navio, curas d'almas, etc., que por si mesmos
quizerem conhecer os prodigiosos effelos da ho-
meopathia.
N. B. Tencionando o autor, aproveitnndo sua
viagem Kurops,fazer imprimir all o Dicciona-
rio Popular tal qual o havia feito, acontecen:
que antes de incetara publicado visse elle obras
mui modernas de medicina, abundantes de ideas
novas, e ent.io resolveu mudar inteiramente o
plano que havia concebido, e dar toda i expan-
sao e clareza a essa obra, de modo que tanto os
nomeos versados na scieocia, como os que o nao
sao, podessem tirar delta o mximo proveito pos-
sivel, sem embargo de trazer-lhe isso ura accres-
cimo de despeza de dous tercos mais do que gas-
tara, se publicasse a obra, como a principio li-
nba organisado.
O Diccionario Popular de Medicina Homeopa-
tinca, como agora est composlo ser sem duvi-
da a obra mais til de todas que se tem publica-
do. Ella con-lar de 3 volumes cora 1,500 pa-
ginas pouco mais ou menos.
A assignatura 158, pagos na oecasiao de assig-
nar. [Depois de impresso custar 25$.)
Acha-se igualmente em va de pnbliea-
co a segunda edieco do
THESOURO HOMEOPATHICO
oo
Vade-mecum do homeopatha.
Esta nova edicto em ludo superior pri-
meira, tanto no que diz respeilo disposicao ds
materias, como no que relativo ao modo de ad-
ministrar as dses, ao estudo dos temperamentos,
as molestias hereditarias e contagiosas, a hygien-
ne ortica, etc., etc. Com urna estampa demous-
trativa da conlinuidade do tubo intestinal desde
a bocea at o recto.
A assignstura de 8g pagos na oecasiao de as-
signar. (depois de impresso custar 12 pelo
menos.)
As pessoas que quizerem assignar urna e ou-
tra obra pagarao apenas 20 em lugar de 23.
N. B. A assignatura, qua nao for acompanhada
di respectiva importancia, nao ser considerada
como tal.
Assigna-se em casa do autor, ra de Santo A-
maro, (Mundo Novo) n. 6.
Roga-se ao Sr. Romao Antonio
da Silva Alcntara, queira declarar sua
morada que se precisa fallar.
Conrado.
Ra do Queimado n. 48.
Participara aos seus numerosos fregue-
ses que tendo chegado o seu mestre al-
faiate que roandaram contratar em Paris,
acham-se promptos a mandaren execu-
lar toda e qualquer obra tendenie a al-
taiate, assirn como tem em seu eslabele-
cimento grande sorlimento de tudo quan-
to se desojar, para qualquer das esta-
cos nao s de fazendas como diversos
artigos de luxo, continuando o mesmo
mestre a receber por todos os vapores Q-
gurinos para melhor poderem servir ao
respeitavel publico a quetn pedem de vi-
re m visitar o seu eslabelecimento que
eocontraro aquillo que desejarem.
&1fT
Na ra Direita n. 28. acha-se urna carta para
Sr. Jnaquim Francisco de Paula, e pede-se ao
mesmo senhor que se d ao trabalho de a procu-
rar na mesma casa.
AVISO.
Jos Paincio de Siqueira Varejo, com taberna
na ra Augusta n. 1, e fabrica de charutos na
travessa do Dique n. 7, avisa a seus devedore
que no prazo de 8 dias. a contar deste, venham
saldar suas comas, do contrario sero publicadas
por esta fotba os seus nomes.
Attenco.
O abaixo assignado rogs a todos os seus dere-
dores tanto desia praca cerno ao mato, najara de
mandar satisfazer seus dbitos, isso at o flm do
crreme ; lindo este prazo passar a cobrar ju-
dicialmente. Recife 2 de marco de 1861.
J. G. Halveira.
Anlero Jos de Almeida Carvalho relira-se
para o Rio de Janeiro.
Furto de cavallo.
30$ de gratificaco.
A quera apprehender ou der notida ao abaixo
assignado, morador na travessa da Piranga para
o Giqui, de um cavallo que Ihe foi roubado de
eua estribara na noite de 24 do corrente, o qual
tem os signaes seguintes : cor caslanho escuro,
maos pretas. com o p direito calcado de branco
tannnho regular, cabeja pequea, bem feito)
bstante carnudo, inteiro, vivo e ardigo, carrega-
dor de baixo a meio, lem mais cauda e dinas
grandes, mas esle.signal talvez j o ladro o te-
nha reno desapparecer. Este cavallo, o abaixo as-
signado comprou-o na cocheira do Sr. Lobato,
no Mundo Novo, em dezembro prximo passadoj
o qual o conhece bem. Ao abaixo assignado
sobre-modo sensivel a falta delles. que a priva
de poder sibir e vir a esta cidade adquirir algu-
mas esmolas, sendo do que vi?e actualmente, e
o seu estado enfermo nao Ihe permitlir andar a
P .?.'??"' po'8- Ia0 Pr fvor ou paga, lheaeja
restituido o seu cavallo, eisto mesmo recommen-
da s autoridades. Giqui 25 de feverelro de 1861
Francisco Jos de Paula.
larioel Jos da Silva Oliveira, subdito oor-
tuguez, vai Macei.
Precisa-se lugar urna escrava que saiba en-
goromar, coziohar e fazer todo servico de urna
casa : dinja-se a ra do Imperador, armazem-
do ga? n. 31.
Manoel Jos Vieira, por haver outro de
igual nome, de hoje em diante so assigna por Ma-
noel Joaquim Vieira.
Giovani Ludano de Stefaao, Italiano, se-
gu para o Rio de Janeiro.
Precisa-se de 300 a juros, dando-se
seguran;* um moleque de 8 annos :
reita n. 82.
Na padaria da ra Direita n. 84,
de um amassador.
Precisa-se de urna ama para 6 servico in-
terno de urna casa de pouca familia : na ra da
Imperalriz n. 74.
Albino Frapciaco dos Santos relira-se para
tora da provinda.
Manoel de Souza Pimentel relira-se deala
provincia para a Europa.
Cozinheiro.
Qoem precisar de um perfeito coiinheiro. diri-
ja-se a roa da Crus n. 4.
Jote Esconda Mi Tai para Maceio.
Nicols Chipoune, Italiano, Tai para Macei
Maaoel Ribeiro da Silva manda o sen em-
pregado Jos Antonio Yieira s provinda do
norte.
por
na ra Di-
precisa-se
Mudanza de esta-
belecimento.
Jos Moreira Lopes avisa aos seus am
freguezes desta e de oulras provincias, que mu-
dou o seu eslabelecimento de fazendas que tinha
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim
onde tem o mais completo e variado sortiment
de fazendas de todas as qualidades para vender
em grosso e a retalho por precos muito baratos :
na do Crespo, sobrado de 4 andares n 13, e ra
do Imperador, outr'ora ruado Collegio, sobrado
de um andar o. 36.
LOTERIi
Qnait-feira depois d'amanhaa 6 de
marco anda rao impretertvelmente as
rodas da primeira parte da primara lo-
tera a beneflcio da igreja de Santa Rita
de Cassia, pelas 9 horas e meia da ma-
nhaa, no consistorio da igreja de Nossa
Senhora do Rosario da freguezia de
Santo Antonio desta cidade. O abaixo
assign.do convida o respeitavel publi-
co a presenciar o referido acto, o qual
e por um novo processo sendo os n-
meros e premios impressos em peque-
as espheras, asquaessao sempre tira-
das e lidas sobre as pontas dos dedos
polegar e ndex, tendo os publicadores
as mangas bastantemente arregazadas,
tornndose assim impossirel praticar-
se qualquer fraude, pelo que se respon-
sabilisao mesmo abaixo assignado. O
restante dos bilhetes, meios e qu&rtos se
acham a' venda na thesouraria das lo-
teras ruado Queimado n. 12 primeiro
andar, e lojas commissionadas na pra-
ca da Independencia n. 22 do Sr. San-
tos Vieira, na ra estreita do Rosario n.
12 doSr. Mira, na ra Direita n. 3 bo-
tica do Sr. Chagas, ra da Cadeia Velha
n. 45 dos Srs. Porto & Irmao e ra da
Imperatriz n. 2 do Sr. Sebastio. As
listas se darao no da immediato pela
manhaa e os premios serao de p'orapto
pagos na mesma thesouraria e lojas com-
missionadas. O abaixo assignado roga
portanto a valiosa coadjuvacao do res-
peitavel publico na compra dos bilhetes
que Ihe restam, certos de que coopera-
rao para um im todo piedoso como se
jam os reparos da dita igreja de Santa
Rita de Cassia, cuja coberta se acha em
ruinas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Deseija-se saber se o Sr. Jos Pereira da
>ilva que annundou retirar-se para o Para
o que foi socio do Sr. Poncianno Lourenco da
Silva, em urna fabrica de charutos,
Jos Soriano de Souza, doutor em medicina
pela faculdade do Rio de Janeiro, tem o seu con-
sultorio medico-cirurgico na ra do Imperador
n. 77 2." audar onde pode ser procurado a qual-
quer hora para o exen icio de sua arte.
. Procisa-se de um homem portuguez. prefe-
nndo-se do Porto, para trabalhar cora urna car-
roca, dando Dador a sua conducta: quera pre-
tender, dirija-se a ra do Imperador n. 46 : nao
se poe duvida a pagarse bom ordeado.
Jos de Dos Monteiro Junior faz sciente ao
respdtavel publico que ninguem contrate nego-
cioi algum com Vicenle Campello do Patrocinio,
vulgo Vicente Campello. relativo a seus bens
porque ellos esto litigiosos.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Ulisse Cokles Cavalcanti de Mello.
ILHA DES MIGDEL.
tu. An,onio Pacheco Lourenco natural
da Ilha de S. Miguel, tem urna carta vinda da
mosma Ilha, na ra de Apollo n. 8,
andar.
C01PAMU DA YIA FRREA
n do
Recife ao rio Sao Francisco.
(LIMITADO)
Ara.
Para maior commodidade dos senheres de en-
genho a companhia estabeleceu um novo arma-
zem na Escida no logar denominado Alalaia do
outro lado do rio Ipojuca, o qual estarf aberto
para o recebimenlo do assucir, gneros etc., etc
de quarta-feira 20 de fevereiro em diante.
AssignadoE. H. Braman,
Superintendente.
Al J. Leite, declara que cons- |
tttuio seu bastante procurador
Sao Sr. Manoel Gomes Leal, paia
promover a cobranca de suas di-
vidas passivss.
Quem tiver para vender um negro perito
canoeiro e que nao leona vicios, queira procurar
no largo do Corpo Santo n. 13, que achara com
quem tratar.

O artista americano
O artista americano
O artista americano
0 artista americano
0 artista americano
Tira retratos por o#
Tira ratratos poro>j(
Tira retratos por 3$
Tira retratos por 3$
Tira retratos por 3#
Tendo recebido um sortiment de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortiment de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortiment de cai-
xinhas novas
PhilMtpfcia, de iegraphia e rhetorica
FILO BACHARIL
A. R. DE TORRES BANOEIRA,
rrolessor de geographia
e historia amiga no gymnasio desta
provino.
Eslo abertosestsjf corsos aa casa da residen-
cia do aonunciante, ra do lajpendor n. 37 se-
gundo andar ; e dar-se-ha loiar a novos cursos
destas metmas disciplinas, a proporcao que aug-
mentar o numero dos alumnos. A classe de geo-
graphia comprehende ;
1.* o esludo de geographia.
2 o estudo da historia com especialidades do
Brasil.
A classe de rhetorica est dividida em duas
secces:
1." de rethorica em geral.
2. de potica e snalyse dos classicos.
Altencao.
Joao Jes de Figueiredo. tendo comprado o
eslabelecimento de fazendas finas da roa do Cres-
po n. 9, oue foi de Siqueira & Pereira, avisa a
todos os freguezes dos mesmos, que elle conti-
nua a vender fazendas de muito goslo, bem como
obras de ouro e bnlhantes. tudo por menos de
seu valor para liquidar.
O Dr. Casanoya
pode ser procurado todos os dias em s<
consultorio especial homeopathico.
30"Roa das Crozes~30
Neste consultorio tem sempre os mais
novos e acreditados medicamentos 'pre-
parados em Paris (aslinturas) por Ca-
tellan e Weber, por precos razosveis.
Os elementos de homeopathia obra, re-
commendada intelligencia de qualquer
pessoa.
Antooio Eloy Rodrigues da tilva pede a t-
das as pessoas que Ihe devem, que no prazo de
30 das queiram vir pagar seus dbitos no mes-
mo eslabelecimento aonde o contrahiram, do con-
trallo verSo seus nomes por extenso neste jornal
e pasearlo a serem cobrados judicialmente. Re-
cife 26 de fevereiro de 1861.
COMPANHIA DA VIA FRREA
_ DO
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(limitada.)
Avisa-se ao respeitavel publico que do dia 1
de fevereiro at outro aviso o trem que parte da
e o
Tendo recebido um sortiment de cai- ?hka correi. somenle i a Villa do Cabo" !
xinhas novas >ft '&rM\^** *
de cai- Cabo s 3 horas da larde come. costur "*
I AS huras Ha r\*>ii4> j__ a__ "
primeiro
Precisa-se de urna ama para com
prare cosinhar: na ra Nova n. 53.
Os abaixo assignados socios na botica e ar-
mazem de droxas silo na ra da Cruz n. 22, do-
claram que elles lem amigavelmcote dissolvido
a soriedade. ficando de posse do dito cstabeleci-
merito o socio A. Caors, o qual de ora em diante
ser o dono eliquidalario do mesmo eslabeleci-
mento, e obligado porquaosquer transaccoes an-
teriores e cora exclusivo direito a todas as divi-
das activas na conformidade da escriplura de
compra feita ao socio i. Sonm da psrte que Ihe
pertencia no supradito eslabelecimento, a qual
fica registrada no tribunal do commercio. Reci-
fe Io de marco de 1861.J. Soura.A. Caors.
Alugam-se os dous grandes sobrados da
ra de Hurtas e Caldeireiro n. 140, sendo que
tem commumcac&o um por dentro do outro:
quem pretender, dirija-se 9 ra do Imperador
n 75, escriptorio.
Roga-se ao senhor que em 1858 comprou
por 100# um cavallo, o favor de o pagar, certo de
que se o nao Qzer nestes dias. ter o prazer de
ver seu norae por extenso neste jornal.
. Existe urna ama deleite, no Caminho Novo
n. 70, defronte do oilo do sitio do cirurgiao Tei-
xeira.
SOCIEDADE BASCARA EMOM-
ASDITA.
Amorm, Fragoso Santos
<& Companhia
fazem publico que desta data em diante as suas
contascorreles serao reguladas da maneira se-
gu nte :
Receber-se-ha qualquer quantia de 100J*para
cima, e pagar-so- ha i vista at 5:000$, sendo
dahi para mais com aviso de 10 dias, contndo-
se juros de dous porcento, menos do que a laxa
por que a caixa filial do Baaco do Brasil descon-
t letras, sendo estes juros contados e capitan-
eados de 6 em 8 mezes.
Tambera serio abertas contas correntes sob
Tendo recebido um sortiment
xinhas novas
Tendo recebido um sortiment de cai- i _
xinhas novas i
Nograndesalodarua do Imperador!
No graude salo da ra do Imperador I
No grandesalaoda ra do Imperador!
No grande salao da ra do Imperador \
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador O
A. W. sborn, o retratista america- J
no tem recentemente recebido um gran- U
de e variado sortiment de caixas, qua- |
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte.
Gomo tatnbem um grande fornecimen-
to de caixas para retratos de 3#000 rs.
cada um, as pessoas que desejarem ad-
quirir conhecimentos pratiecs na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condiqoes muito
razoaveis.
0$ cavalheirosesenhoras sSoconvida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do que
cima fica anunciado.
Aluga-se a loja do sobrad da ra das Cru-
zes n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
Os meios bilheles da lolena que tem de
correr no da 6 do corrente. pertencem : o de n.
all 2- la^DS>B ,15 D- M. e Augusto, n.
956 a J. F. de Oliveira, n. 921 a Sergio & C.
Carneiro Vianna.
.i1\h?r?is d" pa-"ida dos trens ""0 reguladas
. pela tabella seguinte : reguiaaas
Os
en
fe
w
5
Attenco.
Asfilhas de Firmino Jos
Flix da Rosa (j fallecido)
parLicipaiii ao respeitavel pu
blico desta cidade, que auto-
risadas pelo Illm. Sr. director
da instruc^o publica, acham-
se com sua aula aberta para
ensino particular, na ra do
Vigarion. 15 segundo andar,
em cuja aula ensina-se o se-
guinte: marcar, labyriuth*),
tapete, tapessaria, bordar em
branco, matiz, froco, missan-
ga, bordara ouro, bordar em
papel, tudo isto com toda a
porfeico: rogam portanto aos
Illms. Sr.paes de familia para
que facam concorrer suas me-
ninas para o ensino, afim de
que aquellas por este meio pos-
sam sahir da miseria que
esto reduzidas, por^ cuja ra-
zo sua gratido ser eterna.
0 abaixo assignado previne aos seus deve-
dores que venham quanto antes saldar seus d-
bitos do lempo que leva estakelecimento na ra
Nova, at o m do correle mez se nao quizerem
ver seus nomes por extenso neste jornal : a tra-
tar na ra da Taima n. 41, ou na ra Non n. 3
Recife I. de marco de 1861.
Sebastio Jos Gomes Penna.
Francisco Jorge Marlins Bolelho retira-te
para a Pirahiba.
O estudante que mandou engommar roupa
na ra estrella do Rosario n. 17, mande buscar
uestes tres dias, do contrario ser vendida para
pagamento da mesma.
Jos Pereira da Silva, subdito portoeuez.
cond.ces de serem pagas vista qualquer quan-, relira-se para o Par
lia independente de aviso, coniando-se somonte'
juros de 3 D|0 ao anuo na forma cima declarada
Recife 1.* de margo de 1861.
Arrenda-se o silio em que estove o Sr. Fran-
cisco Comea de Mallos Junior, na travessa da es-
trada de Joao de Barros, com grande easa de so-
brado, lado pilotado de arvoredos, 2 viveiros e
balsas para plantar capim : quem o pretender,
poda drifir-M o mimo sitio.
so e a es 3 3 0 ce o a a o 8 -= SO E o m 00 ce o < E- O
o o a
< z < Q es < < s ----- 'JsSSISSSISgg
5 t-t^t^00000000O!ftOtO o aa
m o = 2252 1 suso i ouja s
a H
< 03 Z < z o 0 8 S S | "5 5 O S
O 3 B oo oo oo o os e o o H
I
3 a>
a *S *j *3
O n oc -"5
a.o.2-S
i "O -C -
o "
S o 8.2= S
O. o;
7.11-
Attencao
Pedro Francisco Cordeiro Cavalcanti avisa ao
publico e principalmente ao respeitavel corpo de
commercio. que de hoje para sempre se satina-
rPedro de Alcntara Cordeiro.
Na a do Creapo n. 14, precisa-se fallar
cosa o Sr. Joaquim Miriabo Cavalcanti de Albu-
tjaerqae.
Asslgnadofi. H. Bramah,
Superintendente.
Ill^JB*cro^&e<,eiro, nc*n P,ra Portugal 9
Ilha de S. Miguel.
Offerece-se ama moca de boa conducta pa-
ra engommar, cosinhar o coaer em urna casa de
pouca familia, poia de tudo alende bees, sendo
servico de portea a dentro, vindo dormir em sna
S8,!" :,"loeni Precisar, dirija-se a ra de Sania
Rile, loja n. 14, que tratar negocio.
ma casa eslrangeira precisa alugar um ne-
gro para servijo de easa: na ra dsCruxn. 19
armazem.
Precisa-se de orna ama de leite sea fllho
a* tuto Raegtl n. 7 2. andar.


DIARIO DE FERA.MBUCO. SE-iURDA FE1RA 4 BK MAR0 DE 1861.
I
(*>
.
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA PARBOLHA B DR. TOWG^IM
MELHORADO E FABRICADO SOB ADIRECGAO' DO DR JAMES R. CHILTON,
chlmlco e medico celebre de New York
EX-
GRANDE StJI?ERIO!IDADE DO
TRATO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo sen extraordinario
e quasi miracnloso effeito no
sangue.
Cada um sabe que a saade ou a infermidade
depende directamente do estado desle fluido VI-
TAL. Isio ha de ser, visto o partido importante
que tem na economa animal.
A quantidade do sangue n'um homem 'es-
tatura meiiana est avallada pelas as primeiras
autoridades era vinte e oito arralis. Em cada
pulsado duas oncas sahem do coracao nos bofes
e dalli todo o sangue passa alem no corpo huma-
no era menos de cuatro minutos. Urna dis-
posigo extensiva tem si.io formada e destinada
cora adairavel sabedoria a destribnir e fazer
circular esta corbbnte de vida por todas as
partes da organisaco. Deste modo corre sem-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
de fonte de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se empregna
de materias ftidas ou corrompidas, deffunde
com velocidade ELCTRICA a corrupcao as
mai's remotas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno lanca-se para tras e para disnle pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
at cada orgo e cada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maneira
a circulado evidentemente se faa um engenho
PODEROSO de doenja. Nao obstante pie tam-
bera obrar cora igual poder na criado de saude.
Estivasseocorpo infeccionado da doenca maligna,
ou roca! ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se smente o san-
gue pJe fazer-se puroe saudavel Ccar superior
a doenca e inevtavelmente expedir da consli-
rijao.
O grande raanancial de doenca entao como,
d'aqui consta no fluido circulante, e ne-
nhum medicamento que nao obra directamente
sobre elle para purificar e renovalo, possue al-
gum direito ao cuidado do publico.
O SANGUE O SANGUE O ponto DO qual
se ha rayster fixar a allenco.
O ORIGINAL E O GINUINO
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguista na cidade de
New-York, havemoa vendido durantemuitosan-
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town^f
send, considera molo ser o extracto orignale
genuino de salsa parrilha do Dr. Townsend.
o qual primeramente sob este nome foi
apresentado ao publico.
BOYD & PAUL, 40 Cortland Street.
WALTER B. TOWNSEND Co, 218 Pearl
Street.
LEEDS& HAZARD, 121 Maden Lae.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F. TRIPPE. 92 Maiden Lae.
GRAHAMA Co, 10 Od Llip.
OSGUOD & JENNINGS, 188 Pearl Street.
R. B. HAVILARID & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON,ROBNS & Co, 134W ater Street.
THOMAS & MAL. WELL 86 William Streeu
WM. UNDERHILL, Junr, 183 Water Street
DAVID T. LANMAN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, CLAY & Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M RFSSON & Co, 127 Maiden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFELIN, BROTHER & Co, HflA
106 Jota St
LEWIS & PRICE. 55 Pearl Street.
HAVILAND.KEESE& Co, 80 Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK & Co, 110 Broadway,
lOAstor.
House, and 273 Broadway, cor.ofCham-
bers Street.
PHILIP SCHIEFFELIN, & CO107Watr
Streot.
POU & PALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Streot.
RUST & HOUGHTON, 83 John Street.
I.MINOR& Co, 214 Futon Street.
INGERSOLL &BROTHER, 230 PearlSlreat.
JOSEPH E TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortland
Street.
HAYDOCK, COBLIES&CLAY, 218Pear
Street.
CUMIMG & VANDUSER, 178 Greenwch
Street. *
HASKELL 4 MERRICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK Co. 49 John Street.
CONHECEMOSA ARVORE E SU AS FRU-
TAS ,
B IGUALMENTE
Conhecemos um Medicamento nos seus Effeitot
O extracto eomposto de Salsa parrilha do
Dr. Townsend est.
0 MEDICAMENTO DO POYO
Adata-se lao maravilhosamente a constituigao
que pode ser utilisado em quasi todas as enfer-
midades.
ONDE E DEBILIDADE,
fortalece;
ONDE E' CURRUPCO,
purifica;
ONDE E* PODR DO,
ALIHPA.
Este medicamento celebrado que tao grandes
servicos presta a humanidede, prepara-se agora
na nova fabrica, na esquina das ras Fronl e
Washington!, Brooklym, sob a inspeccao directa
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da eidade'de New-York, cuja cer-
tido e assignatura se acha na capa exterior de
cada garrafa de
ORIGINAL E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSA PARRILHA
DO DR. TOWNSEND.
O grande puriiicador do sangue
CURANDO
O Herpes
AHertsipbla,
AAdstriccaodoven-
TRE,
AsAlporcas
OsEffeitos DO AZOU-
GUE,
Dispepsia,
as d0encas,dbfiga-
DO,
Cada garrafa do original e genuino extracto do Dr.
exterior de papel verde.
No escriptorio do propietario, 212 Broadway, New York, e em
bem na botica da ra Direita n. 88 do Sr. Paranhos.
AHYDROPESIA.
AImpinge
As Ulceras,
O Rheumatismo,
As Chacas
A EB1L1DADE GERAL
As Doencas de pellb
AS BORBULHASNA CA-
RA,
As Tosses,
Os Catarrhos, As Tsicas, btc.
O Extrato acha-se comido em garrafas qua-
dradas e garante-se ser mais forte e melhor em
todo o respeilo a algum oulro puriiicador do
sangue, conserva-se em lodos os climas por cor-
to espado de lempo.
e a certidao do Dr. J. R. Chlitton,
Townsend tem assignatura e a certidao do Dr. j. n. Chiuton, na capa
Pernambuco na ra da Cruz n. 21, escriptorio, 1. andar, lam-
&32$3 &;
DE BANHO
NO
Assignatura de banhos frios, momos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias -
Nova carlilha.
qualquer lempo,
dito
em 30 das conseculi
30 cartoes para os ditos banhos tomados em
15 Ditos dito dito
7 .
Banhos avulsos, aromticos, salgados esulphurosos aos precos anunciados.
Esta reduccao de precos facilitar ao respeitavel publico o gozo das vantgens que resultam
da frequencia de um estabeleciment de urna uiilidade incontestavel, mas que infelizmente nao
estando em nossos hbitos, anda pouco conhecida e apreciada:
Acaba de sahir dos prelos desta lypographia
urna nova edicto da carlilha ou compendio de
doutrina chrisia, a mais completa dcquantas se
tem impresso, por quanto abrange ludo quanlo
conlinlia a antiga caitilha do vbbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrpso-ntando-so muitas
orages que aquellas nao tinham ; modo de a-
coropanliar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das testas mudareis,
e eclypses desde o crreme anno at o de 1903,
109000 I seguida da folhinha ou kalendario para os roes-
159000
83000
49000
CONSULTORIO
DO
MEDICO PA*TEIR0E OPERADOR.
3 RUADAGLOftIA,CA$ADOFLlVD03
Clnica por ambos os systemas.
O Dr. lobo Moscoso d consullas todos os dias pela manhle, e de tardedepois de 4
horas.-Contrata partidos para curar annualmente, nao sopara acidada, como para nnnenhos
u outras propiedades ruraes.
Os chamadosievem ser dirigidos i sua casa at s 10 hora
de urgencia outra qualquer horado dia ou da noite, sendo por
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nio forem de urgencia, as pessoas resid
(ferio remoller seus bilhetes bolica do Sr. J. Sounn & C. na
jvws do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao j
Nessa loja e na casa do annuncianteachar-se-ha constai
mentes homeopathkos j bom conhecidos e pelos precos segua
Boea de 12 tubos grandes.........
Dita de 24 ditos........;......
Dita de 36 ditos...............
Dita de 48 ditos............, .
Dita de 60 ditos...............
Tubos avultos cada um.........: 1*000
Frascos de tinturas. ; ;............39000
Manual de medicina homeopathiea pelo Dr. Jahr, ira-
duzido em porluguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia eto.. etc........209000
Medicina domestica do Dr. Hering, cora diccionario. 109000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......., 6800*
mos aonos. A bondade do papel e excedencia da
impresso, do a esta edicao da carlilha urna
preferencia asss importante: vende-se nica-
mente na livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Gama & Silva
estando em liquidaco de sua loja de fezendas,
fita na ra da Imperatriz n. 60, por meio deste
annuncio avisam a todos os seus devedores por
cuota e letras j vencidas, a virem pagar seus
dbitos 00 prazo de 30 dias, contados da dala do
primeiro annuncio, Ando elle serio seus nomes
publicados neste jornal. Recite 16 de ferereiro
de 1861.
O padre Francisco Joao de Azevedo, com as
competentes habilita^des, propoc-se a abrir no
1." de marco um curso constante de arithmelica,
algebra e geometra : as pessoas que desojaren)
estudar estas materias podero dingir-se a ra
larga do Rosario n. 16, onde acharao com quem
tratar.
Roga-so ao eenhor que em 1858 comprou
por 100* um ravallo, o favor de o pagar, cerlo
de que se o nao Qzec nestes dias, tora o prazer de
ver seu nome por extenso neste jornal.
Aluga-so a loja do sobrado n. 3, sito ao
norte da fabrica dogaz e beira do fio, contendo
duas salas, tres quarlos, quinlal e cacimba, es-
tando pintada e caiada de novo, e -Sea juuto ao
banho salgado : a tratar com o Sr. Valenca no
lamo sobrado.
O Sr Jes Antonio fereira Jnior queira ter
ade de dirigirse- a ra Nova ti. 43, quo se
eja fallar a negocio de seu inter-esse.
erece-se urna mulber para ama de urna
pouca familia, ou de un. rapaz eolteiro :
br na camboa do Carrao, sobrado o. 36, pri-
f OIWUHAS bt Mil.
Acham-se Yenda na livraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, a bem conhecidas folhinhas impressas nesta
typographia
Olhinha de porta on KALENDARIO eeclesiasleo e civil para o
n. # bispado de Pernambuco.......... 160 rs-
Vita de algibeira contendo alm do kalendario ecclesiastico e civil,
expliea^ao das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares e nascimento e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos impostos geraes, prownciaes e mucipaes, ao
que se juntou urna collecjo de bellos e divertidos
j., Jgo* de prendas, para entretenimento da mocidade. 320 rs.
Ulta (lita .... contendo alm do kalendario ecclesiastico civil, expli-
cado das festas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commertio ; ditas dos impostos
geraes, provineiaes e municipaes, ao que se reuni o
modo de confessar-se, e coaungar, e os officios que a
( igreja eosluma celebrar desde domingos de Hamos, at
, sexta-eira da Paixo, (em porluguez). prec,o. .....
Dita do almCak civil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao prec,o de:.......
Para facilidade do uso deste al ni a na k, augmentou-se
de formato, e izeram-se muitas alteracoes, sendo a correc-
C/So a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias sollre mudancaj^fiictntaudo-se a nu-
320 rs.
15000
mei aco dos estabeleciment
acompanhado de ndice p
que se deseja pela oceupaj
saber a residencia.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATJ
DO DOL'TOn
n SABINO O.L.PINHO.
Ra de Sauto Amaro (Mund.
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
al meio dia, acerca das seguiotes molestias :
I." molestias das mu'.heres, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias ssphililicas, todas as especies de febres,
febres intermitientes esvas consequtncias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPaTHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopainicos pre-
parados som (odas as cautelas necessarias, in-
aHiveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos precos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; lodos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteiras sao acoropanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, leudo ao
redor as seguiotes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora lenham na lampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
COAUPJJtiHIA
ALLIANCE,
establecida em Londres
IlrttQ) II C&2&
CAPITAL
Cinco MiUtes de Vibras
sterUnas.
Saunders Brothers & G. tem a honra de in-
formar aos senhores negociantes, propietarios
de casas, e a quem mais convier, queesio ple-
namente autorisados pela dita companbia para
eflectuar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de telha, e igualmente sobre os objectos
quecontiveremos mesmos edificios, quer consis-
ta em mobilia ou em fazendas de qualquer qua-
lidade.
e industriaes;
procurando o
em se quer
Dentista de Paris.
15Ra Nova15
Frederic Gautier, cirurgio dentista, faz
todas as operaces da sua arte e colloca
denles artificiaos, ludo com a superiori-
dade e pereicao que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos denlifricios etc.
ios consumidores de pi
A empreza da illumiuaco
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregarem aos seus machinis-
Pe4ojuizodosorphos, escrivio Briio, n- t>S OU Serventes qualquer di-
dias da lei, e na casa das audiencias do
le Barros
freguezes desta ci-
______________acha-se regendo a
gri^H BHIpii feitas de Ges & Bas-
tos na ra no Queirnado n. 46, onde pode ser
procurado a qualquer hora, pois est promplo a
desempenhar qualquer obra importante, pois
para isso tem oa mesma loja um completo sor-
lmenlo.
- Na travessa da roa
das Crnzes o. 2, primeiro andar, conlina-se a
tingir com toda a perfeijo para qualquer cor, e
o mais barato possivel.
- Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : oa ra do Hospicio n 62.
Para o Sr. Armand Pierre Louis de Massy
ha na ra das Cruzes n. 2, segundo andar, urna
carta sobre negocio de importancia vinda do sul.
Para urna casa
franceza.
Precisa-se de una escrava que saiba engom-
mar, coser, e fazer todo o servido de urna casa
de pouca familia, e que seja Befe diligente. Na
mesma casa precisa-se de um cscravo para o ser-
vido de um sitio : quem tiver pode dirigir-se
ra do Imperador n. 27 confronte a ordem ler-
ceira de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, das 9 horas da manhaa s 4 da tarde.
Aviso
deS.
aos terceiros da ordem
Francisco.
Na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas,
vende-se estamenha para babito3 a 2200 o co-
vado, ese apromptam os mesmos hbitos a von-
lade dos irmos a 459cada um. obra muito bem
feita.
SYNOPSE
25
3090
Banhos econmicos!
Ka casa de banhos do pafe o do
Gafmo.
elle estabe'.ecimento (alem dos banhos j co-
nhecidos) se foraecera d'ora em vante, por maior
commodo do publicobanhos econmicossera
lua, as com toda a deeeucia e aos precos se-
guales :
i fri 320 rs.
i moro o 400 rs.
(frios 29 rs.
(momos 29500.
30 banhos consecutivos frios ou momos 59.
1 baoho arulso
7 cartes para banhos
CASA
AI. J. Leite, roga a seus deve-
dores que se dignem mandar pa-
gar seus dbitos. na sua loja da
ra do Queimado n. 10, enten-
tendo-ie pal a esse fina com o seu
procurador o Sr. Manoel Gomes
Leal.
PrjcM-Mi ainr pm pelo I
tama Nora,loja o.7.
de commisso de escravos, pa-
teo do Para izo n. 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo.
Para a dita casa foi transferido o antigo escrip-
torio de commisso de escravos que se achiva
i estabelecido na roa larga do Rosario n. 20 ; e
J ahi da mesma maneira ae contina a receber es-
cravos para serem vendidos por commisso e
por coota deseos senhores, nao se poupaodo es-
forcos para que os mesmos sejam vendidos com
iromptido, aflm de que aeus senhores nao sof-
ram empates com a venda delles. Neste racimo
eetabelecimento ha sempre para vender escravos
de ambos oa sexos, velos e moco.
O bacharel A. R. de Torres Ban-
deira mudou sua residencia da ra da
larga do Rosario n. 28, para a do Im-
perador n. 37, segundo indar, onde1
RmtinuB no ejercicio de sus profisto
I de drogado.
Do juizo, ser arrematada por venda a casa
sobrado de tres andares e solo em o estado
era que se achar, sita na ra da Guia n. 53, do
bairro do Recife, avaliada em 5 200g. por exeeu-
o de C. G. Breckenfeld contra Joao Alhanaeio
lias.
No dia 5 de marco de 1861 ir pr-ea. On-
da a audiencia do Dr. juiz de orphos, o moleque
Amaro, avallado por 4009. pela eiecuco que mo-
ve o Dr. CaetaiM Xavier Pereira de Biito, e Jos
Maa Freir Gameiro contra Jos Rodrigues do
Pisso, como invenlariante de sua fallecida mi,
eseudo o dito moleque entregue pelo executad
para os oDciaes effectuarem a penhora, e deposi-
larem em deposito geral : portanlo ignora o abai-
o assignado qual a razo delle executad querer
afa&tar os pretendenles da prar^s, pois sem falla
alguma ir prnca como cima diz, porque os
meus constituidles querem^er pagos. C. P. de
B., solicitador.
romano.
Havendo a congregar;o da Faculdade de Direi-
to deata cidade adoptado para texto das prelec-
Qoes de dlreiio romano no correte anno aa ins-
tituicu de Warokoenig em anbslituico aos ele-
mentos de Waldeck, os senhores estudantes do
primeiro anno que quizerem ter aquella obra em
porluguez, podem deixar seus nomes e o impor-
te da assignatura (108000), na loja de livroa do
Sr. Autonio Domiosucw, na ra do Collegio n. 87,
onde receberao aa 64 paginas que j se acham
impressas.
L. A. Warnkcenig.
Em ltiro, na loja de livros da roa do Collegio
numero 87.
Jos Ramalbo de Souza vai fazer ama via-
gem.
O padre Francisco Joao de Azevedo, com as
competentes habilita.cdea, propoe-se a abrir no
I. de marco um cuiso constante de arithmatica,
algebra e geometra ; as pessoas que desejarem
estudar estas materias, pedero dirigir-se a ra
larga do Rosario n. 16, onde icharQ ?pm quem
DE
ELOQIEMIA E POTICA NACIONAL
PELO ACADMICO
MANOEL DA COSTA HONORATO.
Sanio do prelo a indispensavel synopse para os
exames de rhethorica, a qual se torna recom-
mendavel aoa esiudantes nao somenle pela cla-
reza econcisao do phraseado, mas tambera por
urna taboa synthelica qne tem junla, a qual, de-
pois de ter se estudado o compendio, de impro-
viso traz memoria ludo quanto ha de tssencial.
A' venda na typographia commercial, ra eatreita
do Rosario o. 12, e na livraria classica, praca de
Pedro II n. 2. a 2 cada exemplar.
O abaixo a.'aignado, sabendo agora que o
Sr. Luiz Emigdio Tenorio procura contratar, ou
j est contratado a vender o seu engenho deno-
minado Soledade, silo oa freguezia do Senhor
Bom Jess de Camarsgibe, na provincia de Ala-
goas, apressa-se a declarar que ninguem se ar-
risque a fazer negocio a respeilo de tal proprie-
dade, visto estar ella hypolhecada ao abaixo as-
signado, que alias ainda nao foiouvido para dar
o seu consenlimento. e como se acha estipulado
na respectiva escriptura. Approveilando o ensejo
declara mais o abaixo assignado que estai prom-
plo a fazer negocio relalivamenle a sea debito
com quem quer que pretenda comprar o referido
engenho, transferindo e cedeodo-lhe a hypothe-
ca que sobre elle lera. Recife 22 de fevereiro
de 1861. Joaquim Rodrigues Tavares de Mello.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filbo saccam
sobre Lisboa e Porto ; no largo do Corpo Santo,
escriptorio.
Atten^o.
Candida Pereira llonteiro tem para vender em
seu estabelerimento 2 buhares e seus pertences,
os melhores que existen em Pernambuco, os
quaes se acham forrados de novo, e em inuilo
bom estado, cujos presos sao de 6002 a 7008, e
so os vende por ter feito encommenda de ouiros
modernos : na ra do Imperador, bolequim im-
perial, que foi de Joaquim Jos de Paira.
Hontem pelae 11 horas do dia desappareceu
da casa do abaixo assignado nm moleque de ida-
de de 7 para 8 annos, de nomo Raphael. tendo
chegado ha poucas horas do engenho Justar ;
levou vestido timo de urna chitioha miuda e
bonet de panno prelo enfeitado com lacos de re-
ros: quem o pegar ou delle der noticia, leve-o
a ra estreita do Rosario n 41, lerceiro andar
qne ser recompenaado. Recife 4 de marco de
1861. Joao Firmino Correa de Aravjo.
-- Urna pequea familia (marido, mulher e 3
ulhos) asss conhecidos, redunda ao triste esta-
do, em que a inconstante sorte, os acaba de redu-
zir, resolve se sahir para fora da cidade (com
preferencia para algum engenho) para lecciona-
rem meninos e meninas, em primeiras leltras,
cozer, bordar, ele, etc., etc., mediante commo-
da paga ; protestando nao ter em soa vida, qur
publica, qur paiticular, fados ou crimes de que
se envergonhe na sociedade : quem a pretender
annuncie por esta folba para ser procurada.
C ompras.
Compram-se escravos.
Compram-se, vendem-ae, etrocam-se escraves
de ambos os sexos e de toda idade : na ra do
Imperador n. 79. primeiro andar .
Compram-se notas de 1$ e 5^ ve-
Ihascom mdico descont : na praqa da
Independencia n. 22.
Compra-se um cavallo que seja manso e gran-
de : na cocheira defronle do porto das canoas da
ra Nova.
Compra-se urna pequea casa terrea, ainda
que eslea em mo estado : a tratar na ra Ve-
1 nan. 28. das 7 s 9 horas da manha, ou das 5
s 8 da tarde.
Vendas.
Vende-se um cabriolet cora todos osarreios
com cavallo para o mesmo : a tratar na cocheira
do Sr. Joaquim Paes Pereirs da Silva, defronle
da torre do relogio.
u&emm wwmm&fz m9&$mk
^ NA LOJA
| Encyclopedica
DE
Guimares & Villar.
^Rua do Crespo numero 17.]
! Vende-se fazendas de superiores qua-
i Hdades e goslos por precos incriveis:
| Chapeos de seda para sehora brancos e
a de cores a 159.
. Ditos ditos de ditos de cores e brancos a
20*000
I Ditos de palha ricamente enfeitados a
. 289 e 409.
Riquissimos cortes de cambraia branca
bordados a 359.
Ditos diios a 809.
Las de Garibaldi em cortes com 25 co-
vados a 109.
Cassas a Garibaldi e outros delicados
gostos a 700 rs.
Cassas miudas superior fazenda de cores
fixas a 260 rs. o covado.
Lias de todas as qualidades a 39600 rs.
Manteletes, subidas de baile riquissimas.
Chitas francezas de todas as qualidades.
Sedas de quadrinhos e gros de todas as
cores.
Cambtaia branca da China com palmas de
9 varas cada pe$a a 68500.
Satas baldes de 30 arcos a 59.
Chalea de touquim brancos e outras qua-
lidades de chales Anos.
Cambraia bordadas a mo a pera a 24$.
Saias bordadas e de fusto.
Sedas do cores e pretas de 2 saias borda-
das a velludo em cartoes ultima moda
de Paris.
Espartilhos de molas.
Grande sortimento
de roupas feitas. sobrecasacas, paletots,
colletes.calijas.camssas e seroulas, meias,
grvalas etc., etc.
Calcado Meli ultimamer te chegado de
Paris.
Neste estabelecirceci'.o encontra-se
grande sortimento de fazendas de to-
das as qualidades proprias para senho-
ras, homens e meninas e seus precos
sao admiraveis.
Rival sem segundo.
Saturnino Marques Valle, subdito hespan-
hol, retira-se para o Rio de Janeiro.
Aojos e flores
para os actos da quaresma
As bem conhecidas pinhoas que rnoravam na
ra Nova acham-se boje residindo na ra da
Praia, e ahi continuara a vestir anjos e fazer flo-
res com toda delicadeza e pereicao, por isso avi-
sam aos Srs. encarregados dos actos da quares-
ma e festas para que.se lhes quizerem fazer o fa-
vor de as incumbir desse Irabalho, as procurem
em dita ruada Praia n. 31, segundo andar, que
sero servidos com todo esmero.
Gaspar Pereira da Silva subdito porluguez
vai a Portugal e durante sua ausencia deixa pro-
curayo a seu socio o Sr. Joao Valenle da Crnz e
ao Sr. Antonio Martina Duarle.
O abaixo assignado perdeu um val de 320
passado por Joao Adriano Mello Dutra a seu fa-
vor, pagavel em mateo prximo futuro. Recife
28 de fevereiro de 1861
Joaquim L. Honleiro da Franca.
Est justo e contratado a compra da taber-
na sita na ra do Alecrim d. 45, peitencentea
Sra Candida Fortuna da Cunha Braga : te al-
guem se julgar com direito a reclamar sobre a
dita venda, baja de o fazer no prazo de 3 dias
aob pena de nio ser mais altendido. Recife 1."
de margo do 1861.
Em urna roa pricipal, e por muito barato
preco, alaga-ae um solio de um sobrado com ja-
nella para ra de um e oulro lado, e Ao sendo
este muito alto, contendo uta grande quarto, co-
zlnha e urna sala, dndose preferencia a urna
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigido. Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
Camargo (G Silva.
compradores da loja dos Srs. Campos & Lima,
sila na ra do Crespo n. 1, rogam aos de ved ores
desta Grma, que se dignera vir pagar suas contas,
ou eotenderem-se a respeito com os referidos
compradores ; certos de que sero chamados a
juizo os que assim nao flzerem.
0 bacharel WITRUVIO pode ser
procurado na roa Nova n. 23, primeiro
andar, do sobrado da esquina que volta
para a Gamboa d* Carino.
Aluga-se o armazem n 7 silo na ra do
caes de Apollo, sendo ptimo para assucer ou
outro qualquer deposito de gneros, estando to-
do Iravejado, o que pode servir para guardar cor-
tos gneros, tendo o quintal murado e cacimba,
neo favoral embarque ao p da porta : a tratar
o pateo de S. Pedro n. 6
Agencia dos fabricantes americanos
Grouyer & Baker.
Machinas de coser: em casad e Samuel P.
Jubston & C, ra da Senxalla Nava n. 53.
Perderam-se, ao desembarcar do lio que fl-
ca por Iraz do engenho Poeta at o corredor do
Cachsng, aa duas ultimas pecaa de um* flauta :
i que echando quiaer ter a bondade de i
Strr,,-M'e,U *****<* HffiEaa?.^.!^
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezas,
esi queiroando os seguintes artigos abaixo de-
clarados, todas as miudezas esto perfeilas, e o
prego convida :
Caixai de clcheles a 40 rs.
Cartes de ditos a 20 rs.
Groza de pennas de ajo muito finas a 500 rs.
Charutos muito finos, caixa com 100 a &S5C0
Groza de botoes de louga a 120 rs.
Carretel de linha com 100 jardas a 30 rs.
Bules com banha muito fina a 320 rs.
Ditos com dita dita a 500 rs.
Banha em lata com 1i2 libra a 500 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 rs.
Ciias com obreias muito novas a 40 rs.
DilJL?om pn' sPnN>s especiaes a melhor que
uj 8 i ou rs*
Pares de meias cruas pera homem a 160 rs.
Ditos de ditas muito finas a 200 rs.
Pecas de franja de lia muito bonitas cores*
800 rs.
Duzia de saboneles muito finos a 600 rs,
Iscas para aeender charutos a 60 rs.
Phosphoros em caixa de folha a 100 rr.
Cartas de alfineles finos a 100 rs.
Calzas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares de sapatos de tranca de algodio a 1.
Ditos de la para meninos a 200 rs.
Frascos de macass perola a 200 rs
Ditos de oteo a 120 rs.
Duzia de facas e garlos de eabo preto a 3J.
Pares de luvs de fio de Escocia a 320.
Masaos de grampas finos a 40 rs.
Caivetes de aparar penna a 80 rs.
Tesouras para unhaa e costura muito finas a
500 rs.
Pecas de tranca de lia com 10 varas a 320.
Escoras para dente* muito finas a 200 rs.
Cordao imperial fino a 40 rs.
Dito groiso a 80 r*.
Cordea para espartilho a 80 rs.
Caixas para rap muito finas a If.
Paread* meias de corea pira meninas a 160 rs
Liaba de marcar (novello) 20 rs.
Groza de marcas para cobrir a 60 rs.
Tenda-se o engenho S. Jos, de Bom Jar-
senhora que sej* casada ou viera d* id.de, que dim, sito n* freguezi de N. S. da tal
nao seja mais do urna a dua9 omm, : a lr;Ur ccwrente, dUunte da prac^ 4 eaoa uaal o?n!
no tono Largo, taberna n. t pto p.r.'njoer com *gua. cora % mh Tt-
- Antonio Norberto de Seuc. Lealdade ret- ciUnte cercado, boT obras"a urna bo.aafr.i
'-aa para o norte a tratar cbr.nca. criada : os pretendenles haam d^dhialr-se *o
^o engeaho, ou no engMVpenadode b.i-
: a tratar raa do ogueirTaT.'"" I pndo?."


i
DUJUO DE FERNAMBCO. ftEWnDA FE1RA A M fJAR0 DI 1861.
(*>
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA IPARBDUHA B R. TOWiSIN
MELH ORADO E FABRICADO SOB ADIRECCAO' DO DR JAMES R. CHILTOtf,
_____ chlmleo e medico celebre de New York
GRANDE SfERIOBIDADE DO EX-
TRATO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo seu extraordinario
e quasi miraculoso effeito no
Mmgne.
Cada ura sabe que a saude ou a infermidade
depende directamente do estado deste fluido vi-
tal. Isto ha de ser, visto o partido importante
que lem na economa animal.
A quantidade do sangue n'um hornera d'es-
tatura mediana est avallada pelas as prlraeiras
autoridades era vinte e oito arralis. Em cada
pulsado duas oncas saliera do corarao nos bofes
e dalli todo o sangue passa alem no corpo huma-
no era menos de qatro minutos. Urna dis-
posigao extensiva lera si.io formada e destinada
cora adrdiravel sabedoria a destribnir e fazer
circular esla corrente de vida por todas as
partes da organisacao. Deste modo corre sem-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
de fonto de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguraa se empregna
de materias ftidas ou corrompidas, deffunde
com velocidade ELCTRICA a corrupco as
mais remotas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno lanca-se para tras e para diente pelas
arterias, pelas veias, e pelos vasos cepllanos,
alocada orgo e cada teagern se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desla maneira
a circulajao evidentemente se faz um engenho
poderoso de doenja. Nao obstante ple tam-
bem obrar cora igual poder na criacao de saude.
Estivassaocorpo infeccionado da doenga maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se smente o san-
gue pJe fazer-se puroe saudavel Ccar superior
a doenga e inevitavelmente expedir da consli-
liricao.
O grande manancial de doenga eniao como
d'aqui consta no fluido circulante, e ne-
nhura raedicaraento que nao obra directamente
sobre elle para purificar e renovalo, possue al-
gum direito ao cuidado do publico.
O sangue O sanoue o ponto no qual
se ha myster fixar a a tiene, o.
O ORIGINAL E O GINUINO
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguista na cidade de
Cada garrafa do original e genuino extracto do Dr.
exterior de papel verde.
No escriptorio do propietario, 212 Broadway, New York, e era
bem na botica da ra Direita n. 88 do Sr. Paranhos.
?eW'York' ovemos vendido durante muitosan-J HASKELL & MERRICK, 10 Gold Street.
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town
send, considramelo ser o extracto original e
genuino de salsa parrilha do Dr. Townsend.
o qual primeramente sob este nome foi
apresentado ao publico.
BOYD PAL, iO Cortland Street.
WALTER B. TOWNSEND d Co} 218 Pearl
Street.
LEEDS& HAZARD, 121 Maulen Lae.
JOHN CABLE & Co, 53 Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F.TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAMA Co, 10 Od Llip.
OSGUOD & JENNINGS, 188 Pearl Street.
R. B. HAVILAN D & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON,ROBINS & Co, 134W ater StreeU
THOMAS & MAL, WELL 86 William StreeU
WM. UNDERHILL, Junr, 183 Water Street
DAVID T. LANMAN, 69 Water Street.
MARSH & NOBTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK&WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, CLAY. & Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M KFSSON&Co, 127 Maiden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fullon Street.
SCHIEFFEL1N, BROTHER & Co, 146*
106 Jobn St.
LEWIS & PRICE. 55 Pearl Street.
HAVILAND.KEESE& Co, 80Maiden La-
na.
RUSHTON, CLARK & Co, 110 Broadway,
lOAstor.
House, and 273 Broadway, cor.ofCham-
bers Street.
PHILIP SCHIEFFELIN, & CO107Watr
Street.
POU & PALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Streot.
RUST & HOGHTON, 83 John Street.
I.MINORA Co, 214 Futon Street.
INGERSOLL & BROTHER, 230 PearlStreat.
JOSEPHE. TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortland
Street.
HAYDOCK, CORLIES & CLAY, 218Pear
Street.
CUMIMG & VANDUSER, 178 Greenwch
Street. *
B. A.FAHNESTOCK d Co. 49 John Street.
CONHECEMOSA ARVORE E SUAS FRU-
TAS ,
B IGUALMENTE
Conheetmot um Medicamento nos seus Effeitot
O extracto eomposlo de Salsa parrilha do
Dr. Townsend est.
0 MEDICAMENTO DO POVO
Adata-se tao maravilhosamente a constituigo
que pode ser utilisado em quasi todas as enfer-
midades.
ONDE E DEB1LIDADE,
fortalece;
ONDE E' CURRUPgAO,
purifica;
ONDE E' PODR DAO,
ALIMPA.
Este medicamento celebrado que tao grandes
servicos presta a humanidede, prepara-se agora
na nova fabrica, na esquina das ras Front e
Washingloro, Rrooklym, sob a inspeccao directa
do muito conhecido chircico e medico Dr. James
R. Chilton, da eidade'de New-York, cuja cer-
tido e assignalura se acha na capa exterior de
cada garrafa de
ORIGINAL E GENUINO
extracto composto de salsa parrilha
DO DR. TOWNSEND.
O grande purificador to sangue
CURANDO
O Herpes
AHertsipela,
AAdstriccaodoven-
TBE,
As Alpobcas
OsEffeitos doazou-
ge,
Dispepsia,
As Doencas.defiga-
DO,
AHvdropesia.
A Impingb
As Ulceras,
O Rheumatismo,
As Cuacas
A Debilidade geral
AS DOENCAS DE PELLE
AS BORBULHASNACA-
RA,
As Tossss,
Os Catarrhos, As Tsicas, btc.
O Extrato acha-se contido em garrafas qua-
dradas e garante-se ser mais forte e melhor em
todo o respeito a algum oulro purificador do
sangue, conserva-se em todos os climas por cor-
to espado de lempo.
Townsend lem assignalura e a certidao do Dr. J. R. Chlitton, na capa
Pernambuco na ra da Cruz n. 21, escriptorio, 1. andar, tara-
Y&lift^ WiMWSMWb^iQ
BANHO
_ Tap JET _
Assignatura de banhos frios, momos, de choque ou ebuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 das consecutivos.........,
30 cartoes para os ditos banhos tomados em qualquer lempo.
15 Ditos dito dito dito ....
7 ....
Banhos avulsos, aromticos, salgados esulphurosos aos precos anunciados.
Esta reduccao de precos facilitar ao respeitavel publico o gozo das vantagens que resultam
da frequencia de um estabelecimenlo de urna utilidade inoonleslavel, mas que infelizmente nao
estando em nossos hbitos, ainda pouco conhecida e apreciada:
IC&OOO
15*000
88000
45POOO
Nova cartilha.
F01NMNA8 c mu.
Acham-se venda na livraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, a& bem conhecidas folhinhas impressas nesta
typographia
Folhinha de porta ou KALENDARIO eeclesiastieo e civil para o
_. bispado de Pernambuco.........., 160 ra-
ima de algibeira contendo alm do kalendario eeclesiastieo e civil,
explicado das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares e nascimento e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos impostos geraes, prownciaes e muicipaes, ao
que se junlou urna colleceao de bellos e divertidos
jogos de prendas, para entretenimento da mocidade. 320 rs.
contendo alm do kalendario eeclesiastieo civil, expli-
cajao das festas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commertio ; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e muicipaes, ao que se reuni o
modo de confessar-se, e conungar, e os officios que a
igreja eostuma celebrar desde domingos de Ramos, at
sexta-feira da Paixo, (em portuguez). prec,o. .....
civil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao prego de:.......
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e fizeram-se muitas alteracoes, sendo a corree-
gao a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias sofre mudan cas) acresceutando-se a nu-
meraco dos estabelecimentos conmerciaes e industriaes;
acompauhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pela oceupacao do individuo de quem se quer
saber a residencia.
Dita dita
Dita do almanak
320 rs.
19000
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHICO
DO DOUTOR
n SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
al meio dia, acerca das seguiotes molestias :
1." molestias das mu'heres, molestias das crian-
zas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
destias ssphiliticas, todas as especies de febres,
febres intermitientes esvas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPaTICA .
Verdadeiros medicamentos homeopatbicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falveis em seus efteitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos presos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabioo sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem (oa della sao falsas.
Todas as carleiras sao acoropanhadas de um
imprrsso com ura emblema em relevo, leudo ao
rtdor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Picho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenbam na tampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
COMJPAilMIA
ALLIANCE,
estabeecida em Londres
Acaba de sabir dos prelos desta typographia
urna nova edicr.o da carlilha ou compendio de
doutrina chrisla, a mais completa dequaotas se
tem impresso. por quanto abrange tudo quanto
conlinha a antiga catilha do ebbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrescentando-so muitas
oracoes que aquellas nao tinham ; modo de a-
compaohar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das festas mudaveis,
e eclypses desde o corrente anno at o de 1903,
seguida da folhinha ou kalendario para os mes-
mos aonos. A boodado do papel e excellencia da
impresso, dio a esta edi;ao da carlilha urna
preferencia asss importante: vende-se nica- "rmar aos senhores negociantes, proprietarios
CAPITAL
Cinco miUtes de Uluras
steTHnas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de in-
CONSULTORIO
DO
MEDICO PARTE I RO E OPERADOR-
3 IUA\(.l(MIA.(AS\nOH\ir\03
Cliniea por ambos os systemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consullas todos os dias pela manha, e de tardedepoisde 4
horas. Contrata partidos para curar annualmenie, nao sopara a cidade, como para o ngenhos
u outras propriedades ruraes.
Os chamadosdevem ser dirigidos i sua casa at s 10 horas da manha em caso
de urgencia outra qualquer horado dia ou da noite, seado por escriptoem que se declare
e nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que n3o forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro doReeife po-
dero remetter seus bilhetes botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou leja de
aivras do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annuncianteachar-se-ha constantemente os merhorea*edica-
Bectfs homeopartiicos j bom conhecidos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tubos grande.....,.....10*006
Dita de 24 ditos........;........159000
Dita de 36 ditos.................209000
Dita de 48 ditos................. 253TO0O
Dita de 60 ditos................ 309000
Tubos avulsos cada um.........; 19000
Frascos de tinturas. : j............29000
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
ducido em portuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. etc........209000
Medicina domestica do Dr. Hnring, com diccionario. 109000
Bepertorio do Dr. Mello Moraes......., 6900*
Banhos econmicos!
Na casa de banhos do pal o do
Carino.
Seiie estabe'.ecimeoto (alem dos banhos ji co*
nhecidos) se foroecer d'ora em vaote, por maior
comojod do publicobanhos econmicossera
luis, mas com toda a deceucia e aos precoa se-
guintes :
lb.nbo.,ul.o ^^00%..
7 cartoe. par. banho. jjS* -,
30 baohoicooiecutiros frios ou momos 5g.
g 8IHK9K enae tmtms&wtmm
II M. J. Leite, ropa a seus aere-
dores que se dignem mandar pa-
gar seus dbitos na tu* loja da
ra do Queiroado n. 10, enten-
tendo-ie pata esse fina com o seu
procurador o Sr. Manoel Gomes
Leal.
CASA
i ataar pm preto Oe rafia
lana Nora,loja n,7.
de commisso de escravos, pa-
teo do Paraizo n. 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo.
Para a dita caaa foi transferido o antigo escrip-
torio de commisso de escravoa que se achava
estabelecido na ra larga de Rosario o. 20 ; e
ahi da mesma maneira te contina a receber ea-
cravos para serem vendidos por commisao, e
por eoola deseas seohores, nao se poupaodo ea-
forcos para que oa meamos sejam vendidos com
promptidao, afim de que seus senhores nao sof-
fram empates com a venda delles. Neste mcamo
estabelecimenlo ha seropre para vender escravos
de ambos os sexos, vel ti os e mocos.
O bacharel A. R. de Torres Ban-
deira mudou sua residencia da ra da
larga do Rosario n. 28, para a do Im-
perador n. 37, segundo andar, onde
fcntinuB no ejercicio de sua profissao
lfeadrofi^ido. |
memo na livraria ns. 6 e 8 da prac.a da Indepen-
dencia.
Gama & Silva
estando em liquidaco de sua loja de fezendas,
fita na ra da lmperatriz n. 60, por meio deste
aonuacio avisam a todos os seus devedores por
coota e letras j vencidas, a virem pagar seus
dbitos no prazo de 30 dias, contados da data do
primeiro annuncio, lindo elle serio seus nomes
publicados nesle jornal. Recite 16 de fevereiro
de 1861.
O padre Francisco Joao de Azevedo, com as
compotentes habilita^oes, propoe-se a abrir no
1. de margo um curso constante de arithmetica,
algebra e geometra : as pessoas que desejarem
estudar eslas materias poaerao dingir-se a ra
larga do Rosario n. 16, onde acharo com quem
tratar.
Roga-so ao senhor que em 1858 comprou
por ll)0& um cavallo, o favor de o pagar, cerlo
de que se o nao fuer nesies dias. ter- o prazer de
ver seu nome por tenso nesle jornal.
Aluga-so a loja do sobrado n, 3, sito ao
norte da fabrica dogaz e beira do rio, contendo
duas salas, tres quarlos, quintal e cacimba, es-
lando pinlada e caiada de novo, e Oca junto ao
banho salgado : a tratar com o Sr. Valenca no
mesmo sobrado.
O Sr Jes Antonio Pereira Jnior queira ter
a bosdade de dirigir-se ra Nova i. i', que se
lhe deseja fallar a negocio de seu interesse.
-Oferece-se urna mulher par* ama de urna
casa de pouca familia, u de un. rapaz eolteiro :
a tratar na camboa do Carroo, sobrado n. 36, pri-
meiro andar.
IMo juizo dos orphos, escrivo Brito, n-
dos os dias da lei, e na casa das audiencias do
mesmo juizo, ser arrematada por venda a casa
de sobrade de tres andares e solo em o estado
em que se achar, sita na ra da Guia n. 53, do
bairro do fterife, avaliada em 5:200$. por exeeu-
co de C. G. fireckenfeld contra Joao Alhanasio
Dias.
No dia 5 de mar^o de 1861 ir pr^ja. On-
da a audiencia4o Dr. juiz de orphSos, o moleque
Amaro, avallado por 4009. pela execuco que mo-
ve o Dr. Caetane Xavier Pereira de Biito, e Jos
Mara Freir Gameiro contra los Rodrigues do
Passo, como inventarente de saa fallecida mi,
eseudo o dito moleque entregue pelo executad
para os officiaes effectuarem a penhora, e deposi-
taren) em deposito geral : portanto ignora o abai-
ko assignado qual a razio delle executad querer
afaslar os pretendentes da prar;a, pois sem falla
alguma ir prnsa como cima diz, porque os
meus conslituintes querem^er pagos. C. P. de
B., solicitador.
de casas, e a qnem mais convier, que esiao ple-
namente autorisados pela dita companhia para
eflectuar seguros sobre edificios de lijlo e pe ira,
coberios de telba, e igualmente sobre os objectos
quecontiveremos mesmos edificios, quer consis-
ta em mobilia ouem fazendas de qualquer qua-
1 ida de.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederic Gautier, cirurgiao dentista, faz
todas as operaces da sua arte e colloca
denles artificiaos, ludo com a superiori-
dade e perfeicao que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos den tifr icios etc.
91
Lauriano Jos de Barros
participa aos seus numerosos freguezes desta ci-
dade e mesmo de fora, que acha-se regendo a
grande officina de roupas feitas de Cues & Bas-
tos na ra do Queimado n. 46, onde pode ser
procurado a qualquer hora, pois est prompto a
deseropenhar qualquer obra importante, pois
para isso tem na mesma loja um completo sor-
lmenlo.
- Na (ravessa da ra
das Cmzes n. 2, primeiro andar, contina-se a
tingir com toda a perfeicao para qualquer c6r, e
o mais barato possivel.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na ra do Hospicio n 62.
Para o Sr. Armand Pierre Louis de Massy
ha na ra das Cruzes n. 2, segundo andar, urna
C8rla sobre negocio de importancia viuda do sul.
Para urna casa
franceza.
Precisa-se de urta escrava que saiba engom-
mar, coser, e fazer todo o servido de urna casa
de pouca familia, e que seja fiel e diligente. Na
mesma casa precisa-se de um escravo para o ser-
vico de um sitio : quem tiver pode dirigir-se
ra do Imperador n. 27 confronlo a ordem ter-
ceira de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, das 9 horas da manha s 4 da tarde.
S
deS.
aos terceiros da ordem
Francisco.
Na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas,
veode-se estamenha para habito3 a 220O o co-
vado, ese apromptam os mesmos hbitos a von-
lade dos irmios a 45#cada um, obra muito bem
feita.
SYNOPSE
romano.
Havendo a congregacao da Faculdade de Direi-
to desla cidade adoptado para texto das prelec-
coes de dlreiio romano no corrente anno as tns-
lituicis de Warokoenig em substituido aos ele-
mentos de Waldeck, os senhores estudantes do
primeiro anno que quizerem ter aquella obra em
portuguez, podem deixar seus nooses e o impor-
te da assignalura (lOfOOO). na loja de livros do
Sr. Aulonio Domiocoes, na ra do Collegio n. 87,
onde recetario as 64 paginas que j se acham
impressas.
1. A. Warnkcenig.
Em lauro, na loja de livroa da roa do Collegio
numero 87. .
Jos Ramalho de Sooza ra fazer ama ra-
gem.
O padre Francisco Joio de Azevedo. com as
competentes habiliticdes, propde-se a abrir no
l. de marco um cuiso constante de arithmetics.
algebra e geometra ; as pessoas que desejarem
estudar estas materias, Cederlo dirigir-se a ra
larga do Rosario 18, onda icfairSo. ?pm quem
BBBBjW|
los consumidores de gaz.
A empreza da illuminaco
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregarem aos seus machinis-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigido. Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
Camargo < Silva.
compradores da loja dos Srs. Campos & Lima,
sita na ra do Crespo o. 1, rogara aos devedores
agesta Orma, que se dignem vir pagar suas contas,
ou entenderem-se a respeito com os referidos
compradores; certos deque serio chamados a
juizo os que assim nao fizerem.
0 bacharel WITRUVIO pode ser
procurado na roa Nova n. 23, primeiro
andar, do sobrado da esquina que volta
para a Gamboa d Carmo.
DE
ELOQIJEMIA E POTICA NACIONAL
PELO ACADMICO
MANOEL DA COSTA HONORATO.
Sahio do prelo a indispensavel synopse para os
exames de rhelhorica, a qual se torna recom-
mendavel aos esiudanles nao somente pela cla-
reza econcisio do phraseado, mas tambero por
urna tabea synthelica que tem junta, a qual, de-
pois de ter se esludado o compendio, de impro-
viso traz memoria tudo quanlo ha de essencial.
A.' venda na typographia commercial, ra estreita
do Rosario n. 12. e na livraria classica, praca de
Pedro II n. 2. a 2 cada exemplar.
O abaixo assignado, sabendo agora que o
Sr. Luiz Emigdio Tenorio procura contratar, ou
j esl contratado a vender o seu engenho deno-
minado Soledade, so na freguezia do Senhor
Bum Jess de Camarsgibe, na provincia de Ala-
goas, apresss-se a declarar que ninguem se ar-
risque a fazer negocio a respeito de tal proprie-
dade, visto estar ella hypolhecada ao abaixo as-
signado, que alias aioa nio foi ouvido para dar
o seu consentimento. e como se acha estipulado
na respectiva escripiura. Approveilando o ensejo
declara mais o abaixo assignado que estai prom-
pto a fazer negocio relativamente a seu debito
com quem quer que pretenda comprar o referido
engenho, transferindo e cedeodo-lhe a hypothe-
ca que sobre elle tem. Recite 22 de fevereiro
de 1861. Joaquim RodriguesTavares de Mello.
Manoel Ignacio de Oliveira 4 Filho sacesm
sobre Lisboa e Porto ; no largo do Corpo Sanio
escriptorio.
Aluga-ae o armazem o. 7 sito na ra do
caes de Apollo, sendo ptimo para assucar ou
oulro qualquer deposito de gneros, estando lo-
do Iravejado, o que pode servir para guardar cer-
tos gneros, tendo o quintal murado e cacimba,
neo favoral embarque ao p da porta : a tratar
o pateo de S. Pedro n. 6
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser : em casad e Samuel P.
JobstOD & C., na da Senzalla Nova n. 59.
Perderam-se, ao desembarcar do lio que fi-
ce por traz do engenho Poeta at o corredor do
Cachang, as duas ultimas secas de ama flauta :
a pessoa que achando quizar ter a beodade de
no riJ'"M P e,t* lyPofrpW> oade lhe
B flfl vfjl e> sW a
Saturnino Marques Valle, subdito hespan-
nol, retira-se para o Rio de Janeiro.
Aojos e flores
para os actos da quaresma
As bem conhecidas pinhoas que rooravam na
ra Nova acham-se hoje residindo na ra da
Praia, e ahi conlinuam a vestir aojos e fazer flo-
res com toda delicadeza e perfeicao, por isso avi-
sam aoa Srs. encarregados dos actos da quares-
ma e festas para que.se lhes quizerem fazer o fa-
vor de as incumbir desse trabalho, as procuren
em dita ruada Praia n. 31, segundo andar, que
serio servidos com todo esmero.
- Gaspar Pereira da Silva subdito portuguez
vai a Portugal e durante sus ausencia deixa pro-
curado a seu socio o Sr. Joo Valente da Crac e
ao Sr. Antonio Martina Duarte.
O abaixo as signado perdeu um val de 320,
passado por Joio Adriano Mello Dutra a sen fa-
vor, pagavel em marco prximo futuro. Recite
28 de fevereiro de 1861
Joaquim L. Monteiro da Franca.
Atten Candida Pereira Monteiro lem para vender em
seu eslabelecimento 2 buhares e seus pertences,
os melhores que existsm em Pernambuco, os
quaes se acham forrados de novo, e em muilo
bom estado, eujos precos sSo de 6O0| a 700. e
so os vende por terfeito encommends de outros
modernos : na ra do Imperador, botequim im-
perial, que foi de Joaquim Jos de Paivs.
Montero pelas 11 horas do da desappareceu
da cass do abaixo assignado uro moleque de da-
de de 7 para 8 snnos, de nomo Raphael. tendo
chegsdo ha poucas horas do engenho Jussar :
levou vestido timo de urna chilioha miuda e
bonel de panno preto enfeitado com lacos de re-
troz: quem o pegar ou delle der noticia, leve-o
a ra estreits do Rosario n 41, terceiro andar,
qne ser recoropenaado. Recite 4 de marco de
1861. Joo Firmino Correo de Aravjo.
Urna pequea familia [marido, mulher e 3
filbos) asss conhecidos, rcduzida ao triste esta-
do, em que a inconstante sorte, os acaba de redu-
zir, resolve se sabir para fora da cidade (com
preferencia para algum engenho) para lecciona-
rem meninos e meninas, em primeiras leltras,
cozer, bordar, ele, etc., etc., mediante commo-
da paga ; protestando nio ter em sua vida, qur
publica, qur pailicular, fados ou crimes de que
se envergonhe na sociedade : quem a pretender
annuncie por esla folba para ser procurada.
Compras.
Compram-se escravos.
Compram-se, vendem-ae. etrocam-seescravos
de ambos os sexos e de toda idade : na ra do
Imperador n. "9. primeiro andar .
Compram-se notas de 1# e 5# ve-
Ihascom rxodico descont : na praca d
independencia n. 22.
Compra-se um cavallo que seja manso agran-
de : na cocheira defronte do porto das canoas da
rus Nova.
Compra-se urna pequea casa terrea, ainda
que eslea em mo estado : a tratar na ra Ve-
lha n. 28. das 7 s 9 horas da manhia, ou das 5
as 8 da tarde.
Vendas.
Vende-se um cabriolet com lodos os arreios
com cavallo para o mesmo : a tratar na cocheira
do Sr. Joaquim Paes Pereira da Silva, defroolo
da torre do relogio.
emeetess 9*mem&
*^ M LOJA
Encyclopedica
DE
Guimares & Villar.
|Rua do Crespo numero 17.
Vende-se fazendas de superiores qua-
lidades e gostos por precos incriveis:
Chapeos de seda para senhora brancos e
de cores a 15#.
Ditos ditos de ditos de cores e brancos a
20JJ00O
Ditos de palha ticamente enfeitados a
. 28 e 40.
Riquissimos cortes de cambraia branca
bordados a 35.
Ditos ditos a 20$.
Las de Garibaldi em cortes com 25 co-
vados a 10.
Cassas a Garibaldi e outros delicados
gostos a 700 rs.
Cassas miudas superior fazenda de cores
fixas a 260 rs. o covado.
Lias de todas as quslidades a 3*600 rs.
Manteletes, sjfiidas de baile riqusimas.
Chitas francezas de todas as qualidades.
Sedas de quadrinhos e gros de todas as
cores.
Cambraia branca da China com palmas de
9 varas cada pega a 6JJ50O.
Saias bales de 30 arcos a 5.
Chales detouquim brancos e outras qua-
lidades de chales finos.
Cambraia bordadas a mo a pe;a a 24$.
Saias bordadas e de lustio.
Sedas de cores e pretas da 2 saias borda-
das a velludo em cartoes ultima moda
! de Pars.
Espartilhosde molas.
Grande sortimento
de roupas feitss. sobrecasacas, palctots,
colletes.calcas.camisas e seroulas.meias,
gravataselc, etc.
Calcado Meli ultimamer'.e chegado de
Pars.
Neste eslabelecimetrfo encontra-se
grande sortimento do fazendas de to-
das as qualidades proprias para senho-
ras, homens e meninas e seus precos
sao admiraveis.
Rival sem segundo.
Est justo e contratado a compra da taber-
na sita na rus do Alecrim d. 45, peitencentea
Sra Candida Fortuna da Cunha Braga : se al-
guem so julgar com direito a reclamar sobre a
dita venda, haja de o fazer no prazo de 3 dias
sob pena de nio ser mais altendido. Recite 1.
de marco de 1861.
Em urna roa pricipal, e por muito barato
preco, aluga-se um solo de em sobrado com ja-
nelli para ra de um e oulro lado, e rilo sendo
este muito sito, contendo usa grande qnarto, co-
staba e urna sala, dndose preferencia s urna
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezas,
est queimando os seguintes artigos abaixo de-
clarados, todas as miudezas esli perfeitas, e o
prego convida :
Caixas de clcheles a 40 rs.
Cartoes de ditos a 20 rs.
Croza de pennas de ac muito finas a 500 rs.
Charutos muite finos, caixa com 100 a 25C0.
Groza de botOes de louca a 120 rs.
Carretel de liana com 100 jardas a 30 rs.
Bules com banna muilo fina a 320 rs.
Ditos com dita dita a 500 rs.
Banha em lata com li2 libra a 500 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 rs.
Cixa8 com obreias muito novas a 40 rs.
Ditas com phi sphoros especiaes o melhor qne
hs a 160 rs. *
Pares dmelas cruas pera homem a 160 rs
Ditos de ditas muito linas a 200rs.
nec" de rraDJa de '*- n>ilo bonitas cores a
800 rs.
Duzia de saboneles muito fiaos a 600rs.
Incas para aeender charutos a 60 rs.
Phosphoros em caixa de folha a 100 rsv
Cartas de alfinetes finos a 100 rs.
Calzas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares de sapatos de iranca de algodio a 1.
Ditos de lia para meninos a 200 rs.
Frascos de macass perola a 200 rs
Ditos de oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garlos de cabo preto a 3fl.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320.
Masaos de grampas finos a 40 rs.
Caivetes de aparar penna a 80 rs.
Tesouras para unhaa e costura muito finas a
500 rs.
Pecas de tranca de lia com 10 varos a 320.
Escevaa para denles muito finas a 200 rs.
Cordio imperial fino a 40 rs.
Di lo grotso a 80 is.
Cordea psrs espartilho a 80 rs.
Caixas para rap muito linas a 1$.
Pares de meias de cores prra meainas a 160 rs
Linha de marcar (novello) 20 rs.
Croza do marcas psrs cobrir a 60 rs.
ifd-.d-e,"q-7. ^^^5^3^^^^^::
SoVecouTgod^Xrnaandl,9Pt,m*: '"'" ^^ dto"'e ""* "" .i^TpTjt
ale^L%'XT'm Lea.d.d. ret- t^XfolV.bS*. ?E Kf&Si
ra-ae para o norte a tratar de urna eobrana. criada : os pretendentea haao dTdSriilr-e< li
ootTa^eV^V^:^ P*"(,tr'Urde a*" "VV ouVo egen^o^ned'o'de'bai!
ara\u.ir^u^rg?e^ as.,e f,r ,w, n,goeio ^do com-



>
usioMffMwiieo. wgwda fW't^MLMgi-ftwsi.

largo da Penha
SMHT1
Terreaos na ra do Jruna
Vendem-se 40 ou-50flores de mino, qoe
dividanoa a fun^gae IVSr Iwwian, por pW-
a l}a .libra e 800 rs. de 8 libras para cima s no
s no Progresso,
latas com
da melhor que ha nesto genero a 500 a libra e em latas a
Vendem no seu armazem Prograsso os segutotes gneros receolemente chegados por me-
nos 5 ou 10 por cento por serem iodos de conta propria e ludo das'melhores qualidades que se
podem encontrar tendentes a molbados :
Manteiga ingleza flor
Progresso.
Quei^OS HameilgOS a l$100 d0 preso de 3, e a500 vende-se a i-oo
pela grande porgao que tem, afianca-se quo sao os melhores que ha no mercado, s no
Progreso.
V Alampan lid das maig acreditadas marcas a 208 a dua e t a garrafa, aanga-se que
a melhor do mercado, s no Progresso.
^ aCIJO SUISSO a gjQ r8 a Dra nicamente se vende no armazem Progresso, aflanca-se
a boa qualidade, s no Progresso.
IjllOCOiatC dos jas acreditados fabricantes da Europa a 900 rs. a libra, s no Progresso.
IarlCiaaa em compoteiras de folhado mais acreditado fabricante da Europa vioda pela
primeira vez a esta provincia lacrada hermticamente e muio bein enfeitada a 18 rs. a libra,
s no Progresso.
lHi|>eTia\ maT1Iie\ada d0 a[amado Abreu e outros fabricantes premiados na ex-
psito de Londres a 800 rs. a libra, s no Progresso.
?*laa de tomate chegada ltimamente da Europa a 900 rs. a libra,
LiataS COm 81 Chegadas de conti propria no ultimo navio a g600 e 48
8 libras, s no Progresso.
A.m eix.as francezas
18. s no Progresso.
W IgOS fte COUia O re caixiorras com 1C libras, os melhores que ha no mercado a2&500
e 240 rs. a libra.
Villa perOlB, liySOll e prCtO dos melhores que tem vindo e h no mercado a
2*560,20 e lg600 a libra, s no Procrease-.
Cai&as eom libras de passas muit0 bem cnfeiladJS propriM para
meninos a 3* e em caita del arroba a 128 e em libra a 500 rs., aanga-se serem as melho-
res do mercado, s no Progresso.
aU.t eoriUtu ou paSsas proprias para podim a 18200 o frasco, s no Progresso.
Hoce da casca de gnaba a u 0 caiia0i s no Pr0gre3so.
lOuO XeTeZ d0 melhor que se poie encontrar ueste genero a 186O0 a garrafa, s no
Progresso.
* auOS paTa paStO e mei caada e640 rs. a garrafa, s no Progresso.
Vi alio Bordeaux
Progresso.
oeTVejaS dasraelhors marcasque tem vinlo ao mercados 53 a duzia e 500 a girrafa,
(branca) s no Progresso.
lilac, c\S para SOpa e sevadinha muilo nova a 500 e 320 rs. a libra, s no Progresso.
illantClga IranCeXa Chegada no ultimo navio do Havre a 800 rs. a libra, s no
Progresso.
"atlVOS llXaOOS 03 meiuores qU9 (Cm Tado a0 morcado a 200 rs. o masso com 20
massinhos, s no Progresso.
V/.-llOliaS a 1*200 rs. o barril, s no Progresso.
"aulla Oe pOrCO refinada amis lva que existe no marcado a 480 rs. a libra e em
porcao de 8 libras para cima a 440 rs., s no Progresso.
Toucvann de LAsboa
Progresso.
Scvada muit0
A.I pista
Sper mcete
Salk&oa
90 commodo : quem pretender os meamos, diri-
ja-se a ra da Madre de Dos n. 6, que achara
com quem tratar.
Casa ventla.
Vende-se a casa de sobrado oa na Imperial o.
79 ; a tratar na loja de miudezas da roa Direita
n. 103, ou com Joo Ferreira dos Saetea Jun;or,
no escriptorio do Sr. Maool da Silva Santos,
aecco do Cepim, barrro do Recife.
Pechincha para a
quaresma.
Manteletes de groadenaple e da fil de aeda
pretos e de cores, pelo baralissimo prego de 58,
89, 10J 128 : na ra do Queimado o. 44.
Al,800acoberta.
Ra do Queimado n. 19,
armazem de fazendas, vende-se as liadas cober-
tas de qbita desenho chinez e pelo barato prego
Ceneja braca.
Vende-se na na dasCruzes n. 1, a 500 *.,'
massas a 480 a libra.
Aviso aos Srs. thesoureiros
das irmandades e contrarias.
Na ror da Senzala Nova n. 30 tem para ven-
der caixinhas com doces de fructas e de farinha,
amendoas, castanhas com eonfeitos e amendois,
iludo com muito bom sorliment para os anjos
das procisses, e vende por preco muito commo-
do, porque tudo fabricado oeste estabeleci-
mento.
das marcas mais acreditadas a \l a caixa e 18 a garrafa, s no
o melhor que ha a 9J a arroba o 320 rs. a libra, s no
TABAC CAPORAL
Deposito das manufacturas imperiaes deranca.
Este excelente fumo acha-se depositado, diretaroente na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
GAMBOA DOGARMO, o qual se vende por mseos de 2 hectogramos a 18000 e em porgo de
10 masaos paro cima com cesconlo de 25 por ceato; no rnesmo estabelecimenio acha-se tambem
o verdadeiro papel de linho para cigarros.
CENTRO COMMERCIAL
15 Ra da Cadeiado Recife 15
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E CIGARROS
Grosdenaples baratis-
simos
Vendem-aajroadaaaplaa'iBplaapelo baralissi-
mo preco detfoo e 28 o corado: na ra do
Queimado n. 5, loja da'koa f-
3T*^*ffKii
relia ^T"** qa88S bM *l,M0 '' a* ru* Di"
/ua do Crespo n. 8, loja
de 4 portas.
Pechincha que admira.
Chitas francezas cores litas e lindos desenos 1
a 240 rs. o corado dio-se amostras com penor.
irisas de tapete para
viagens.
Vendem-se mu bonitas bolsas de tapete pro-
priaspara viagens, etc., etc., pelos baratissimoa
presos de 5, 6j e7 : na loja da aguia branca,
ra do Queimado n. 16:
Aos cocheiros e carros
culares.
Na loja da ra do Crespn n. 14 existe um com-
pleto sortimento de aviamentos para carro, como
chicotes, galio, vaqueta, sola, virola, belotae,
lanternas, botoes, puxadores, oleado, incerado,
o velas, tudo ae vende por monos preco do que
em outra qualquer parte.
Arreios para cabriolet.
Na loja da ra do Crespo n. 14, vendem-se ex-
celentes arreios para cabriolet muito em conta.
45 toa Direita 4
Tendo de ajeniar 30 <>e 0 calcado de s.
obore e o de honBwnlO^,,, do dia de fereroi
em diante, eaa aoosequencia da ort pauta qu
ha da vigorar na aUandag.; rrSruatiii Uin,
betnisoilido esUbetecaaaaato 'djgiitua Difiu
45. nao quer que os Wu .fstMkazea carregueE
com as coosequencias do sratama fioanceiro d )
Sr. ministro da fazenda -e por laso sustenta
pregos do seu calcado pela tabella seguinte :
Homem.
O!
DE
pa'rti-
Livros.
nova a 38 a arroba e 120 a libra, s no Progresso.
o mais limpo que ha a 5$ a arroba e 160 rs. a libra, s no Progresso.
a 800 rs. a libra, s no Progresso.
e ouiras muitas qualidades de peixe era latas de *8200 a 2$, s no Progresso.
Os proprietarim prometiera aos seus freguezes continuarem a terem os melhores gneros
relativamente a molhidos e venderem mais barato quo em outra qualquer parte, prometiera mais
tambem servirera aquellas i-'ss.ms que mandarem por outras puucu pralicas como se viessem pes-
soalmente, rogim timbera a todos os Srs. de engenho e Srs. lavradores queiram mandar suas en-
commendas que no armazem Progresso se llies alianca a boa qualidade e acondicionamenlo por
mais longe que seja o serto.
Leo de prata i
Rival do leao d'ouro.
Vendem-se luvasde seda com mofo a 240. 320
e 400 rs. o par, ditas protas bordadas a 10800 o
par, ditas de cor a IS'jOO, luvas pretos lisas
a 1$-200 finas, ditas amsrellas e brancas para me-
ninas 1 80O rs. o par, franja preU de vidrilho a
6i0 e dita larga a 800 rs.. estreitinha a 500 rs. a
vara, pares de jarros a 1^500, 2J. fftOO 3# o par,
e outras muitas miudezas : na loja da ra larga
do Rosario n. 3G.
Rap do Joo Paulo Gordeiro
E'chgado o rap de Joao Paulo Cordeiro
ra larga do Rosario, pialando a botica a segun-
da loja do miudezas e na mesma loja lent muitas
mais qualidades de rap, linhas de Pedro V, car-
illo de 50 e 200 jardas, muilo boas lihs por ser
de linho puro, c muitas mais miu lezas o encon-
ta, que so vista se dir o preco do ludo.
Boa pechincha.
Vende-se por proco muito commodo urna ca3a
terrea de pedra e cal, na ra Imperial, com 3 sa-
las e 3 quartos, cozinha fra, la lo do rio Capi-
baribe, quintal com mais de 600 palmos de ex-
tunsao e alguna arvoredos de fructos, banho ao
p da casa e porto de embarque cm todas mares,
cuja casa se acha alugada por 300SOO0 annuaes :
os preleodenles dirijam-se mesma ra Impe-
rial, casa n. 176, pouco adiante da fabrica do
sabao, que acharao com quera tratar, a todas as
horas do dia, e se tiverem vontade se agradarlo
do prego.
A 20$000 o corte,
no armazem da ra Nova jun-
to a Conceic,ao dos Milita-
res n. 47,
de
Bastos < Reg.
Parece incrivel I... cortea de ricos vestidos
de seda pretos, com babados ricamente borda-
dos pelo diminuto prego de 30#000 o corle, as-
si m como temos grande sorticiento de fazendas
pretas para a quaresma ; ricos taimas de velludo
e capas compridas, ricameulo bordados dos mais
modernos gestos que leem appareeido; vestidos
de seda preta de todas as qualidades; grosde-
naples a 18u0, 29 e a 2g4O0 ao covado; ricas
mantas pretas para senhora, com quatro palmos
de largura muilo compridas, pelo diminuto pre-
{o de 80 rs.; rieos manteletes de seda preta
com bicos cmputos e sem Meo, gosto muito
apurado, a 22, 24*, 98* e a 300 rs:: todas estas
fazendas se vendara muilo barato s com o fim
de apnrar dinheiro e acraditar este novo ar-
mazem.
IPMIlIIffl&
Na nova loja de fazendas de
quatro portas-
Na ra da Imperalriz n. 56, vendroaae ficeaas
que faz admirar, preprias para a qaaresma, a sa-
ber : gresaenaple piel a 1*700. 2, e-S|IM'o eo-
S?S nju^oencarpado, panno nao pteto a 3,
3500 e 4BO0 o aaW laSaaa awaitiia^rln-
ceza preta a 600, 7* 800 xa. oao-ado. aapaaa
preta do meimo prego, corles de cascaaita prata
para calea a5J, 6J eS00 o corle, rassas de co-
res de eUiflios goalea a 320 e 4Q8t. corad.
delicada* padsoas. S ata.....
Vende-se orna barco?* de lote de 450 sjc-
cos, bem apparclhada, a dinheiro ou a prazo, e
muito barato ; na ra de Apollo n. 8, segundo
andar.
Sortimento de chapeos
ftua do Queimado n. 39
Loja de quatro portas.
Chanos pretos francezes de superior qualida-
de a 7.
Ditos dos mais modernos que ha no mercado
*9S-
Ditos de castor pretos e brancos a 16$.
Chapeos lisos para senhora a 255.
Ditos de velludo cor azu! a 183.
Ditos de seda para meninas ricamente endita-
dos a 8;.
Ditos ditos para menino a 50.
Lindos gorros para meninos a 3$.
Bonels 4e velludo a 5&.
Ditos depalha muito bem enfeitados a 4>.
Chapeos de sol francezes de seda a 7&-
Dilos inglezes de 100, 122 e 13$ para um.
I Potassa.
Vende-ae a 2-0 r$. a libra, a
H superior e aira potassa do acredi-
& tado fabricante Joao Casa-nova ,
tcuja qualidade e reconhecido ef-
'teito igual ou superior a de
Hamburgo, feralmente conheci-
gg da como da Russia : no deposito,
ruada Cadeia n. 47, escriptorio
f de Leal Keis.
fazendas pretas para a
quaresma
Xa ra do Queimado 11. 39
Loja de quatro portas
DE
Joaquim Rodrigues Tavares
de Mello.
Corles de vestidos de seda pretos bordados a
velludo muito superioreea 120*. ditos bordado,
a retroz e vidrilho a 80$, ditos bordados a sedas
fazenda muito superior a 708, manteletes de fil
de lidos gostos a 2fg, ditos de groadenaple pre-
to ricamente enfeitados a 208, 258, 308 e a 35$
cada um, ricas mantas de blonde hespanholas a
200, ditas de Ol bordadas a seda a ISg e a 15y
cada urna, grosd*aple preto de superior qualida-
de de 18800 at 38S00 o corado, luras pretas en-
forltaa e-deauperioT fazenda 28200 cada urna, e
outrasmuilss mais fazendas proprias para a qua-
resma.
Jos Leopoldo Bourgard
dliarUtOS SUSpirOS da Bahia. e grande deposito de superiores ehsrutos do Rio de Ja-
neiro por conta da grande fabrica dos Srs Domingos Alves Machado & C., vendendose em
porgaj e a retalho, alm disto tem sempre grande sortimento de charutos manilha. havana.
suissos e hamburgo.
Charutos SUisSOS a 30g 0 milheiro, fazenda superior e que se venda a 458-
LlgarrOS de papel e palha de milho, de papel grosso, de linho, de seda, arroz, pardo e
hespanhoes sendo de superior tabaco do Rio, vende-se em milheiros muilo barato.
^0Ca^SnPara C^arut0S. com agarras de metal a 18 cada um, ditos para cigarros a
rape para Cigarros pr0prios para os fumantes de cigarros e cigarreros quo abri-
cam os cigarros de papel de linho e seda.
1 ilbaco Caporal francoz, verdadeiro em macos de diversos lamanhos, garante-se a qua-
lidade. '
labaCO tUrCO a 58 alibrae meia libra por 3fl, para cigarros e cachimbos.
TabaCO fleur deharlebeke em magos de diversos lmannos, para cigarros e ca-
chimbos, fazendo-se abatimento em porcao.
t abaCO americano em lalas a 2j, era chapa 18 a libra e em macinhos embrulhados
em chumbo a 160.240 e 320 e a groza de 178 a 228, para cigarros e cachimbos.
GigarrOS de manilha de papel branco o pardo a S o milheiro.
Machinas e papel para dgarros de manilha.
Kape TOlaO [rancez em magos de urna libra e ditos de meia libra fazenda superior.
VASOS de lOUCa e barro, para tabaco e rap.
FhOSphorOS e ISCaS de diversas qualidades para charutos.
. deiri, barro e os verdadeiros e sempre apreciaveis cachimbos de espuma.
TabaCO do RiO de Janeiro piCadapara cachimbos e cigarros a800 rs. a libra.
Venaem-Se lOOaS es fazendas mais barato do que em outra qualquer parle.
liarante-Se t0d0s os objecios vendido tornando-se a receber (iocluindo os charutos] quan-
do nao agradem ao comprador.
AprOmptilU-Se encommendas, encaiiolam-se e remeilem-se aos seus deslios cora bre-
vidade.
AILLU do que fica exposto tem um variado sorlimanto de obiectos propiios para os seohores fu-
mantes.
Recebem-se todos os artigos direclamenle, motiro pelo qual se pode vender muito mais
barato do que em outra qualquer parte.
Veuder muito para vener barato
Vender barato para vender muito.
Vendem-se diccionarios latinos, inglezes, alle-
mes, selectas ingleza3, Horacios com interprcta-
coes e notas. Euclides, flos-sanctorum ou a vida
dus santos, brearium romanum: na ra da ma-
triz da Boa-Vista n. 34.
Cassas francezas de liados desenhos a 240 rs. o
covado, chitas francezas a 160 rs., ditas a 200 rs.:
na ra do Queimado n. 44.
Vendem-se saceos com farinha de mandio-
ca muito barato : na ruada Senzala Nova o. 39
taberna.
Vende-seouarrenda.se um dos engenhos
Caramur ou Santa Cruz, Da comarca do Cabo,
perto do embarque e da eslacSo de ferro, os
quaes lem muito boas trras de plantario, com
vaneas e pas, muito boas matas, com capacida-
de de safrejar de dous a tres mil pes: quem os
pretender, dirija-se ao coronel Lameoha, no Re-
cite, ra do Hospicio, para tratar do negocio.
Vende-se um mulatinho deidade 12annos,
muilo bom para pagem ou para aprender qual-
quer oflicio, nao lem vicios nem achaques : n
ra da Senzala Velha n. 110, a tralar
quim Lobalo Ferreira.
Agua imperial
Estampas finas e interes-
santes.
A loja d'Aguia-Branca recebeu mui finas, e gran-
des eslampas, de fumo e coloridas, representan- !
do urnas a mnrte do justo rodeado de anjos, etc.,
e outras a morie do peccador cercado de demo-
nios, ele. Sao na verdade interessantes essas
estampas para quem as sabe apreriar, palo que
se lornam dous quadros dignos de se possnir, e
mesmo pela raridade delles aqui. Vendem-se
a 2^000 cada estampa, na ra do Queimado n.
16, loja d'Aguia-Branca.
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Srs. Joio Soum & C nicos possuidores des-
le xarope j bem conhecido peles seus bous ef-
feitos, continuam a vende-o pelo prer.o de 18
cada vidro, fazera urna dif-renfa no preco aos
colegas e a todas as pessoas que tomarom de 12
vidrospara cima.
Rap princeza gasse da Bshia
Em casa de Lopes Irraaos, no caes da alfando-
ga n. 7, acha-se estabelecido um deposito dessa
fabrica, onde se vende em porcoes ou a retalho.
Farelo e milho.
Saceos grandes e de muilo boa qualidade : no
largo da Assembla n. 19, armazom de Antones
Guimares & C.
Lircas
E' chegado leja da aguia e ouro da roa do
Ciaag.aa verdadairu luvas de pelNco Joavia, e deseaaaaraue da aaneroa: na raa da akura de
sendo paraaadnora e para homem, que sa ven- Dos, ataaazem*. SO.
dem a 38 o par, aanca-se a boa goalidda.
Pechincha.
Venda -ie balees de 30 arcos, palo nimia din
pr?ode48: a raa a Cadeia n. 24.
Apresos sem limites.
Na loja de miudezas da roa Direita n. 103 ae
vende, para completa liquidarlo, diferentes miu-
dezas de diversos misteres, um completo sorli-
menio de bicos e reodas, de algodao, linho e se-
da, caitas com msicas proprias para costura,
carteira? e eslojos proprios para viajantes, diffe-
rentes objeetos de porcelana, sendo jarros e ou-
tros para enfeitea de mesa, banhas e cheiros,
roupa o calcado, e realejos com pancadaria, ou-
tros com figuras do macacos, e outras muitas eou-'
sas, que s vista animar ao comprador.
Vende-se nm relogio de algibeira, de euro,
patente ioglez, cora muito pouco uso, e por um
prego raaito barato, o qual regula perfeltamente :
a tralar na loja da ra do Queimado n. 41.
Manteiga ingleza
embsrris de vinle e tantas libras: no armazem
de Tasto Irmaos.
Vende-se um terreno com 80, 40 ou 50el-
dms de trente, coaeorae selhor convier ao enm-
rador. tado aterrado, situado na ra do Brum
u nlo a uHdicae inglen. com mais da 50 pal -
mos de fundo, a pramplo para se ediflcarem re-
flnaQOe8, padrias,-ou outros quaesquer eatabele-
cimetrtea por ter Mellente porto para embarque
GRANDE SORTIMENTO
DE
Roupa feita,
Na loja e armazem de Joa-
quina Rodrigues Tava-
res de Mello.
Una Ao Queimado n.3$
Loja de quatro portas
Sobrecasacas de panno Ano obra muito bem fei-
ta, de 358 a 40* cada urna.
Paletots de panno fino preto, de 25$ a 308.
Golletes de velludo preto bordado, a 12$ nada
um.
Ditos de.gorguro preso a 78 dem.
Ditos de selim maco a 63 dem.
Ditos de casemira preta a 5$ dem.
Caigas de caaemira preta lina de 18 a 148
Paletots de aftamenha 58.
Diloa de alpaca preta, saceos de 48 a 58.
Ditos de dita tobrecesices de 88 a 9j).
Ditoade bambolioa praaaauperior fazenda a 118
Ditos de meia casemira a 108.
Ditos de casemira aautta una a 14g.
Um completo -sortimento de paletots de fusta o e
bnm, e calcae e coletos, que tudo se vente por
preco em ajaaia. '
Ceradecarnaob.
A melhor que Um vindo ao mercado e por
prego cemmodo : no largo da assembla n. 19
arrnaxea.de Antunes'Giiimaraes g "C
para tirar as caspas, limpar mui bem a cabega, e
fazer renascer os cabellos ; vende-se nicamen-
te era casa do cabelletreiro da ra do Queimsdo
n. 6, priraeiro andar.
Agua para Ungir ca-
bellos.
A meihor que lem appareeido at hoje : tinge
mui bem os cabellos, e nao tem o inconveniente de
ficrem os mesmos russos ou erdes: o proces-
so do usar simples, e o efTeito proveitoso : ven-
de-se na ra do Queimado n. 6. primeiro andar,
casa de cabolleireiro.
Baratissimos jarros de por-
cellana.
Vende-se mui bonitoa jarros de porcellana dou-
rada, e de tamanhos nao pequeos, proprios -pa-
ra enfeites de mesas, oroalo.de gabinete, etc.,
peles baratissimos pregos de 3 e 4SO00 o par:
na ra do QueimadO loja d'Aguia Branca n. 16.
AttnQao.
Na ra de Trapiche n 46, em casa de Rostron
Reoker & C.,- existe um bom sortimento de li-
nhas de cores e brancas em carteteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendem por
precos mui razoaveis.
A loja da ba-f
na toa Ao Queimado n. 2ft
est maito sorda,
e vende multo barato :
Brim branco de puro linho trangado al $000 e
18400 rs. a vara ; dito pardo muito superior a
1$2(J0 a vara; gangas francezas muito Anas de
padres escuros a 500 re.; risesdinhoa de linbo
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado : cortes de caiga de meia casimira a 1J600 ;
ditos de brim de linho de cores a 28 rs.; breta-
nha de linho muilo Una a 208, 228 e a 248 rs. a
pega com 30 jardas; aloalbado d'algodo muito
suoerior a 18400 rs. a vara; bramante de linho
com 2 varas de largara a 28400 a vara ; lengos
de cambraia brancos para algibeira a 2$400 a
duzia ; ditos maiores s 3g; ditos de cambraia
de linho a 68. 78 e 8j rs. a duxia ; ditos borda-
dos muito Qoos n 8$ rs. cada um ; ditos de cam-
braia de algodo com bico lrgo de linho em
volta a 18280; ditos com renda, bico e labyrin-
lo a 28000; e alm disto, outras muitas fazen-
das que se vendem muito barato a diahiro a
vista : na ra do Queimado n. 22, loja da Boa .
BodIos cintos para senho
ras e meninas.
Na loja da aguia branca vendem-se mui boni-.
tas Otas com fivelas para eintos de senhoras e
meninas, e pelo baralissimo prego de 2$ : em
dtla loia da aguia branca, ra do Queimadonu-
mero 16.
Borz^gums para homem (im-
penae)....... J0|00)
Ditos (aristocratieo). 9000
Ditos prova d'agua). 8|60
Dito(Bersagiien). .... 80000
Ditos (communistas). .
Meios boraeguim (patente). 6AO
Sapate* (3 bateras)..... 5jjl6_
Ditos (sola dupla)..... 5^O0
Ditos (blusas)...... 5#oOO
Senhora.
Botinas (prima dona). 5/)000
Ditos (wis a vi). 4^800
Ditos (me deixe)..... 4|500
Ditos (grisete)...... 4^000
Meninos e meninas.
Sapotoes (bezerro).....*^000
Ditos (diabretes).....3^500
Ditos (salva ps). ZjfOOO
Botinas (boliQosas).....4/fOOO
Ditas (para criansa). 3^500
Sapatos pnra senhora (lustre). 1#200
E um completo sortimento de couro de lustre
roarroquim. sola, bezerro francez, couriDbos
ludo que oecessario a um irmao de 6. Cris-
pim. advogado dos.artiaUsaapaleiros. por pregos
que s esteestabelecimento pode vendar.
fina do Crespo,
loja n. 25, de Joaquim Ferreira deS, vende-se
por pregos baratiaaiaoos, para acabar : pecas de
cambraia lisa fina a 38. orgaodys muito f.owe
modernas a 500 rs. o covado, cassas aberias.de
honitas cores a 240 rs.. chitas largas a.200 e 240
cortes de eass de cores a 28. enlremeios borda-
dos a 18500 a pega, babados bordados a 320 a
vara, aedinhas de quadros finas a 800 rs., casa-
veques de cambraia a fil a 58. penleadores de
cambraia bordados a 58, gollinhas bordadas a
h40,diteacoro poetas 38500, manguitos borda-
des de cambraia e l a 28. damasco de 15a eom
a palmos de largara a 18600, bramante de linho
com 5 palmos de largura a 900 rs. a vara, luvas
para senhora a 100 rs. o par, capas de fustao en-
tenadas a 58. pegas de madapoln fino a 4$, laa-
zinha de quadros para vestidos a 320, camisusde
cambraia bordados a 28, sobrecasacas de panno
floo a 20g e25S,paletots de panno e casemira de
coas Joa- >6 a 20$, ditos de alpaca de 38500 a 88, ditos de
brim de crese brancos de 38500 a 5*, caigas de
casemira pretas e de corea para todos ps pregos,
daos de brim de cores e brancos de 28 a 58. ca-
misas brancas e de cores,para todos os pregos,
colletes de casemira de cores finos a 58 ; assim
como outras muitas fazendas por menos do seu
valor para fechar cootas.
Liquidacao.
na
na
ra das
ra do
Veride-se por bm prega commodo orna car-
roeveam pipa a aeis perteoees para conduocio
e'aajua. ejunl tem pouco nao i. para InUt/j
nrt Imperial n. W.
Cheguem ao barato
O Preguica est queimando, em sualoja n
ra do Queimado n. 3.
Pecas de bretanha de rolo com 10 varas a
28 casemira escura infestada propria para esl-
a, eollete e palitots a 960 rs. o covado. cam-
braia organdy da muito bom gusto a 480, rs.
vara, dita lisa transparente mailo fina a 39,
4, 59, e69 a peca, ditatapada.com 10 varas
a 59 e 69 a peca, chitas largas de modernas a
escolhidos padrees a 840, 26Oe280 rs. o aova-
do, riijutssimos chales de marin estanpado a
7 a 88, ditos bordados cosa duas palmas, fa-
zenda muilo delicada a 98 cada um, ditos com
urna s palma, muito Baos a 850t), ditoslisos
com franjas de seda a 59, leaeos da aasaas eom
barra a 100, 120 e 160 cada um, meias muito
fiws psra senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidade a 38 e 89500 a dusia, caitas fran-
cmss de ricos deseches, para eobarta a 280 rs,
o eevado, ehilasesenras iaglaeasa 59900 a
005a, e a 160ts. o covado, brim branco da paro
linho a 19, 19200 a 19600 a vara, d pravo
muibs enconado a KMOO avara, fcfMbaaiina
Fitas de cor, a pega 160 e 200* rs pentes de
alizar, Guos, a 200 rs.. cordes para esparlilho
oOrs.. rana de clcheles 60 rs.. cartns a 40
rs., caixas de lamnarinaa 40 rs., agulheiros
com agulhas franceas 120 rs,. fita de linho, a
pega a 40 rs babado do Porto 120 e 160 rs. a
vara, botoes de louga para camisa 100 e 120
rs.. peonas de ago, a groza 400rs., troco para
i*. Jr pe?8 rroco com ""me e sem
e 6.0% e 40 "- franl"s e 8a,oe de l>"ha
80 e 100 rs., vidrilho 18.J00 rs. a libra, g0|i-
nhas a 800 e 28. manguitos 38. boie para
rasaTf^ue de ludas as qualidades 200,300 e
400 rs. a duzia, tranca do linha de caracul a 200
rs. a pega, macos grampas 4 rs la para
bordar 5. 6e 88 a alamares dourados para ca-
pote, a groza 88, 18 e 128, Otas de seda de to-
das as qualidades, bandejas, espelkos dourados,
quadros do estampa dourada e outros muilos ob-
jeetos por barato prego, e tambem se vende ar-
| magao e pertences em porgao; veffde-se prazo
: na ra do Imperador n. 38, por baixo da bandei-
1 ra do retratista.
Vende-se a casa terrea n. 23,
jCruzes. era Sanio Antonio, trala-se n
I Crespo, loja dos Srs. Adriano & Castro.
Vende-se um sitio
em chaos proprios. com urna excellenle olaria,
barro no mesmo sitio para obra fina e grossa,
boa baix para capim, casa de morada nova e
com mullos commodos para grande familia, de-
fronte do Caldeireiro, a margem do Capibaribe :
na ra da Cadeia n. 29, no Recife, se dir quem
vende. '
Eofeites k cabeca
muito barato para chegar
a todos
Na loja d'aguia de ouro, ru do Cabuga n. 1,
vende-se enfeiies prelos de vidrilho pelo baralis-
simo prego de 28, ditos de velludo de escama a
48, ditos de ranga a 38, asstm tomo luvas pretas
de torcal com vidrilho. ditas de seda pretas e de
cores, assim como pulseiras de conlinhas, ditas
de n>"snga de cores, e gollinhas muito lindas
de vidrilho : tudo se vende por baralissimo pre-
go para acabar.
i sera vos habilidosos.
2 excellf nles escravasde 20 a 25 annos de ida-
4X } JU-J)0? "'"''ira, muilo fiel por 8008,
1 dita de idade 40 annos. boa rozinheira por 6008.
1 escravo pega de idade 20 annos. 1 dito cozi-
nheiro do idade 25 annos por 1:0008, 1 roolequi-
Verdes n 46 *DD0S Pr ^^ : "0a rUB de Ag88S
...rJy^a,dein'se 3 bois mausos paja carioca : oa
ra da Gloria n. 71.
1tate
J Em casa de Mills Latham & C. m "i 5
da Cadeia do Recite n. 52, vende-se
Vniio do Porto. 2
I Dito Xerez engarrafado da muilo supe- S
9 >ior qualidade. aj
V Oleo de liohaga. m
$ Alvaiade. a
Secante.
I) Azarco. ^
99 Encarnado veaerianoem p. da
Ra do Crespo
n. 8, loja de 4 portas.
Madapoio fioo com toque
dovaria de 2#500 a 4JJ500,
cbitas escuras Taadascom
38 covaiios de 3^500 a 4^500
a peca.
cobeno. u T1 4t%2- *^U sWan
.."CTW..*a*vrrWM l8 "**, t aras a 360 rs. o aarado, caasmirae prata.
llaESS? S2? i LltVo. vta, prata a da ulpiaaa a 990 ra. a vara, e oatrat
i;
Saaaars Brotbers & tem para rendar
armazem, na pregado Carpo
i dos bem
tes J. Broadvraod
f i-----------r-----------------r- oncanies i. nroauiro
r dor, de todas se darlo amostra po pbnlfor, tmuito pronriopara este


0UU9 D* f a*H*ftfBBCA. -* SI6WD1 FHftA WttLBtJO M 1861.
ffffmMLLm
DE
DE
FBFPA
Joaquim Francisco dos Santos.
|40 RA DO QUEIMADO 40|
Defronle do benco da Congregaco letreiro verde. |
Neste oslabeleciroenlo ha sempre ura sortimeDto completo de roup feila de todas as h
qualidades, e tambem se manda executar por medida, vontade dos freguezes, para o
Sue tem um dos mclhores professores.
sacas de panno preto. 4Q9, 35 e ^
3O000
30500
Sobtecasaca de dito, 35$ e
PaliloU de dito ede cores, 35, 30.
25gOOO e 0;000
Dito- de casimira de cores, 22000,
15, 12 e 9000
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo, llgOOO
Ditus de merin-si'.im pretos e de
cares, 9J00O 8&000
Ditos de aipaka de cores, 54 e 3)500
Ditos de dita preta, 9, 78. 59 e 3J500
Ditos de brm de cores, 5}, 4500,
48000 e 3*500
Ditos de bramante de linho branco,
68000.50OOe 40OO
Ditos de merino de cordio preto,
15000 e 8*000
Calaas de casimira preta e de cores,
12. 10. 9 e 68000
Ditas de princeza e merino de cor-
do pretos, 5 e 4500
Ditas de oriro branco e de cores,
58000, 4500 e 250O
Ditas de ganga de cores 3g000
Coeles de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 12, 98 e 85OOO
Ditos de casemira preta o de cores,
lisos e bordados, 6, 5500, 5 e 3fl500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco, 6 e
Ditos de gurguro de seda pretos e
de cores, 78000. 6000 e
Ditos de brim e fustao branco.
3500 e
Seroulxs de brim de linho
Ditas de algodao, 18600 e
Camisas do peiln de fustio branco
e de cores. 2*500 e
Ditas de peito de linho 68 e
Ditas de madapolao branco e de
cores. 3. 2;5O. 2 e
Camisas de meias
Chspeos pretos de massa frar.cezes,
formasda ultima moda l08,8&500e
Ditos de feltro, 6. 58, 4 e
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes. 14, 128. 118 e
Collarinhos de linho muito finos,
novos eiiios. da ultima moda
Ditos de algodao
Relogios de ouro, patentes hor-
sontaes. 100. 90, 80 e
Ditos de prata galvanisados, pa-
tente hosootaes, 408 30000
Obras de ouro, aderecos e meios
adrenos, pulseiras, rozetas e
anneis a
Toalhas de linho, duzia 12&000 e
108000
5S000
5000
5000
3000
22fl0
18280
2V300
3a000
1800
laOOO
7SO0O
2000
700O
70*000
EAU MINERALE
NATRALLEDE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n.22
Algodo moBsIro. PorfiimipiaQ
e-se algodao moBstro eomdoas larguras, J| \J& WK3
Vende-sealgodio moastro eom/doaslarguras,
muito p rosti par* toalhas e-leocim por dispen-
sar toda e qualquer coalura, pelo baratissimo
ein
na loja da boa f.
na na doQoeimado n.
BASTOS
s
DE
Calcado barato na ra larga do Rosario d. 32.
O dono deste estabelec imento tendo em vista acabar
cora todo acalcado at o fim de marco, expe ao publico pelo
prego abaixo:
Para hofnens, senhoras e meninos.
Forzeguins de bezerro de Meli a
Ditos de Nantes sola patente
Ditos de dito sola fina
Ditos dito de dito
Ditos francezes de lustre de 6, 7 e
Diios todos de duraque
Ditos de cnuro de porco a
Sapaiosde lustre a 38 at
Ditos de bezerro a 3500 at
Ditos de dito de 2 solas
Ditos de 1 sola cora salto
Ditos de 1 sola sem sallo
ogooo
9000
88000
7S000
80fl0
6^f)0
5g00O
Borzeguins de setim branco
Ditos de duraque dito
Ditos pretos
Ditos de cores
Ditos de cores panno de duraque
Ditos dito de dito
Ditos de cores para menina
As memores mchicas de co-
zer dos mais afamados au-
tores de New-York, Siuger
AC, Whecler & Wilsou e
Geo. B. Sloat & C.
Estas ma-
chinas que
sao as melho-
res e mais
durado uras
mostram-se a
qualquer hora
e ensina-se a
trabalhar as
casas dos com-
pradores ga-
rantindo-se a
sua boa quali-
dade e dura-
cao : no depo-
sito de ma-
chinas de
Raymnndo Carlos Leite & Irma o, ra da Impe-
ratriz n. 12, adligamente aterro da Boa-Vista
Acaba de che-
5*0H0 Ditos de dito todos de duraque
53000 Ditos de dito dito
4*000 Sapatos de Iranga para meninos de lfl j
38000 Dilos de lustre para senhora
2500 Ditos de tranca francezes para hornera
6ooo
5S50O
5'i00
icooo
4000
38000
3000
38000
2500
1S200
180
1S0O0
Fazendas proprias para a
quaresma, no novo es-
tabelecimento de Jos
Moreira Lopes, ra do
Crespo n. 1X
Manteletes, vestidos de grosdenaple com bar-
ras de velludo, ditos bordados, veos pretos de
fil bordados, sarja preta, grosdenaples, casemi-
ras, pannos finos, e outras muitas fazendas, ludo
por presos muito commodos.
garao armazem
DE
Bastos & Reg,
urna grande quantidade do uniformes de case-
mira de cores muito recommendados tanto pelos
seus bonitos padroes como pela sua bemfeitoria
e como seja grande quantidade tomamos a deli-
berarlo de vender pelo diminuto prego de 258.
assira como urna grande quantidade de chapeos
de castor brancos e preto peto diminuto prego
de 68, poisse vendem estas obras por este dimi-
nuto preco como fim de apurar dinheiro e acre-
ditar este novo armazem 3a ra Nora junto a
Conceicao dos Militares n. 47.
Na ra do Queimado n. 17 a primea-
ra loja pastando a botica vende se casa-
cas de suoerior panno fino preto de
3 # pelo barato preco de 28$, por ha ver
grande sortimento e querer-se apurar
dinheiro.
Estampas finas.
Na loja d'agnia de ouro. ra do Cabug n. 1 B;
Tendera-se colleccoes des passos, o mais fino que
podo harer, comoslos de 14 estampas, que se
vende por baratissimo preco de 14, assim como
estampas avulaas. tanto de santos como de vista
de cldadea o de retrata o,ne se vende, pequeos
a 200,400 e 000 rs., e grandes a 1600 o 2' ca-
da urna.
Vende-se urna bonita negra com 13* 14
annos de idade, sem vicios, e com perfsieo co-
se, eafomma e lava : na ra da matiis drfot-
YJftfcaJB, casa particular.
Vende se um cavallo, preto, para
carro ou cobrtolec; a tratar na ra
Augusta n. 4.
Aos Srs. estudantes do
segundo a nno.
Vende-se por preco muito commodo
-Bergier, diccionario theologico er-
seis voluntes e um supplemento ; Geom
ge Phillips em tres volumes e um sup-
plemento ; Colombel, instituicoes de
Franca ; compendios de direito natural
e publico pelo conselheiro Autran e
constituido poltica : quena quizer di-
rija-se a ra Direita n. 7i, onde tam-
bem se compram todos os livros neces-
sar ios para o quinto anno.
Fazendas baratas
Na ra do Queimado n. 1 9
Cambraias fina matizada, pelo baratissimo
preco de 240 rs. o covado, ditas escuras a 18C rs.
o covado.
Chitas francezas tanto escuras como claras a
220 o covado.
Toalhas-de fustao a 600 rs. cada urna.
Cambraietas finas para vestido a 2800, 3 e
38500 a pega.
Esleirs da India para cama e forro de sala,
sendo de 4, 5 e 6 palmos de largo
Lencos brancos para algibeira pelo barato pre-
go de 13600 a-duzia.
Grandes colchas do fustao lavraf as a 58500.
49 Machinas de vapor.
0) Rodas d'agua.
0} Moendas decanna.
0) Taixas.
Rodas dentadas.
Bronzes e aguilhes.
4) Alambiques de ferro.
aj.Crivos, padroes etc., etc.*
K Na fundigode ferro de D. W. Bowman
ra do Brum passando *o chafariz. ft

que outr'ora tinha loja na ra do Quei-
mado a. 46, que gyrava sob a firma de 49
Ges & Basto participa aos seus nume- S
rosos freguezes que dissolveu a sociedade ff
que tinha com o mesmo Ges tendo sido
substituida por um seu mano do mesmo f
nome, por isso ficou gyrando a mesma a
firma de Ges &. Bastos, assim como a pro- VV
veila a occasio para annunciar abertura 1
do seu grande armazem na ra Nova jun- a
to a Conceicao doa Militares n. 47, que tt
passa a gyrar sob a firma
DE H
Bastos < Reg t
com um grande e numeroso sortimento de
roupasfeitas e fazendas de apurado gos-
to, por precos muito modificados como
de seu costnme, assim como sejam : ri-
co sobrecasacoade superior panno fino
preto e de cor a 258. 288 e 30. casacas
do mesmo panno a 30 e a 35, palelots
sobrecasacados do mesmo panno a 18f,
208 e a 228. ditos saceos de panno preto a
125 e a 148, <"tos de casemira de cor
muito fina modelo inglez a 98, 10, 1
e 149, ditos de estamenha fazenda de
apurado gosto a 5 e 68, ditos de alpaca
preta e de cor a 49. sobrecasacoa de me-
rino de cordao a 8, ditos muito superior
a 12$, ditos saceos a 59, ditos de esgmao
pardo fino a 4(, 49500 e 5$. ditos de fus-
tao de cor a 39, 355U0 e 49, ditos bran-
cos a 49500 e 5S5C0, ditos de brim pardo
fine sueco a 28800, caigas de brim de cor
finas a 39. 3500,49e 48500. ditas de di-
to branco finas a 58 e 69500, ditas de
princeza proprias para luto a 48, ditas de
merino de cordao preto fino a 59 e 69,
ditas de casemira de cor e preta a 89, 99
el09, rolletes de casemira de cor e pre-
ta a 48500 e 59, ditos do seda branca pan
casamento a 59. ditos de brim branco a
39 e 49, ditos de cor a 3. col leles de me-
rino para lulo a 48 e 4&500, ricos rob-
chambres de chita para homem a 102!,pa-
lelots de panno fino para menino a 128 e
149,casacas do mesmo panno a 158,caigas
de brim e de casemira para meninos, pa-
lelots de alpaca ede brim para osmesmos,
sapatos de tranca para homem e senho-
ra a 19 e 19500, ceroulas de bramante a U
189e 209 a duzia, camisas francezas fi-
as de core branca de novo modelos a M
178. 189, 20. 248. 289 e 309 a duzia, S
ditas de peitos ae linho a 309a duzia di- fi
tas para menino a 1J800 cada urna, ricas O
grvalas braacas para casamento a 1J800 n
e29 cada urna, ricos uniformes de case- SI
mira de cor de muito apurado gosto tanto 9
no modello como na qualldade pelo di- S
minuto prego de 358, 6 com avista se
pode reconhecer que barato, rica capas S
de casemira para senhora a 18# e 20. 1
|| e muitas outras fazendas de eicellente S
*" gosto que se deizam de mencionar quo 21
por ser grande quantidade se toma en- *
gw fadonho, assim como se recebe tada e S
H qualquer encommenda de roupas feitas, J|
para o que ha um grande numero de fa- o
I zendas escolhida e urna grande oflicina |
deinjfaiate que pela sua promplidao e per- m
feican nada deixa a desejar. Te
mmm-m^ eessseiefisaiefiBif
Cassas de cores.
Ainda se vendem cassas de cores flxas, padroes
muito bonitos, pelo baratissimo prego de 240 rs.
o covado, e mais barato que chita: na ra do
Queimado n. 22, na em conhecida loja da
boa fe.
E' baratissimo!
Ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Cassas de cores fizas miodinhas a 240 rs. o co-
vado, cambraia. organdys lindos desenhos a 400
rs. o covado, e chitas largas finas de 240, 260 e
280 o covado, e outras muitas fazendas por ba-
ratissimo preco : aao-se amostras com penhor.
Para desenlio.
Mui bonitas caizinhas envernizas, com tintas fi-
nas, lapis, pincels, e os mais necessarios para
desenho. E' o que de melhor e mais perfeitose
tem visto aqu em tal genero, e vendem-se a 59
69. 89, 108, 129 e 149 : na ra do Queimado .
16, laja d Aguia-Branca.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e decore fiza:
a doze vintenso covado, mais barato do qn
chita, approveitem em quanto nao se acabam
na ra do Queimado n. 22, na bem conhecida lo-
ja da Boa F.
Pechina
Na ra do Queimado n. 47, vendem-se pecas
de franjas pretas de seda para vestido por 19800
a pega coro 10 varas.
Vinho do Porto, genuino.
Rico de 1820.
Stomacal de 1830.
Preciosode 1847.
As duzias.e em caixinhas, adinheiro, porba-
ato prego : vende-se na ra do Trapiche n. 40,
escriptorio.
Para quem tiver gosto.
Vende-se um sitio na rua da Esperares, oquai
faz quina para a travessa de Joao Pernandes Vi-
eira, com excelente casa de vivenda assobrada-
da, a quil offerere os melhore commodo para
grande familia, bastante fresco, com agua de
beber e muitas fructeiras lucrativas; est collo-
cado em logar ameno e bastante perto da praga,
tendo ao lado direito do mesmo um terreno que
se pode aproveitar para edirJcago de mais a|-
gum predio : trata-se na rua Imperial, casa ter-
rea n. 74, ou rua da Senzala Velha n. 10.
Aos senhores alfaiates.
Para acabar.
Na loja d'agnia de ooro. rna do Cabog n. 1 B;
existe urna porga o de botes para paletotou col-
lete. grandes e pequeos, que se vende por ba-
ratissimo pregos, grandes a 19 e a I92OO a gro-
sa, pequeos a 500 e 600 rs. a grosa.
Atlengo. -
N. 40r-Raa do Amoiiui--\. 40.
Vendem-se sarcos grandes com tres quartas de
farinba de mandioca a 29980.
i\GRNCl\
DA
aovas.
A loja d'agnia branca acaba de receber de sua
propria encommenda um lindo e completo sorti-
mento de perfnmirias finas, as quaes e>t ven-
dendo por menos do que em oulra qualquer par-
te : sendo o bem conhecid oleo philocomo e ba-
nha (societ hygienique) alte frasco, finos
extractos em bonitos frascos de cores e domados
a 29, 29500, 39, e 4, a afamada banha trans-
parente, e outras igualmente finas e novissimas
como a japonaise em bonitos frascos, cuja lam-
pa de vidro tambem eheia da mesma, buile
concrete, odonntll, principe imperial, reme,
em bonitos copinbos com tampa de metal, e
muitas outras diversas qualidades, todas estas a
19 o frasco, benitos vasos de poreellana doura-
da. preprios para offerta a 29 e 29500. bonitos
bahustnbos com 9 frasquinhos de cheiro a 29,
lindas cestinhas com 3 e 4 frasquinhos, e caixi-
nhas redondas com 4 ditos a 19200 o 1960,
finos pos para denles e agua balsmica para ditos
a 19 e 12500 o frasqultho ; e assim urna in-
fiuidade de objectos que sao patentes em dita to-
ja d'aguia branca, na rua do Queimado n. 14.
Ultimo gosto.
A loja da aguia de ouro, rua do Cabug n. B.
acaba de receber da Europa pelo ultimo vapor,
de sua propria encommenda, lindos cintos para
senbora ou para menina, o mais fino que se po-
de encontrar, sendo ultima moda, que se vende
pelo baratirsimo prego de 4 e 59, assim como en-
feileade cabega para senhora, todos eotrangados
com borla oourada a 158. grinaldas de flores
muito finas tanto branca como de core que se
vende a 3, 4 e 59, pois a vista da finura e do ul-
timo gosto ninguem deixara de comprar.
Pennasd'aco.
A toja d'Aguia-Brsnca recebeu um grande sorti-
mento de peonas d'ago de differentes qualidades
as quaes est vendendo de 500 a 19000 rs. gro-f
ss. o mais barato possivel: na rua do Quei-
mado loja d'ARuia-Branca, n. 16.
Arados americano? e machina-
par a lavar roupa: cm casa de S.P Jos
hnston & C. rua dtSenzala n.*2.
Cheguem aloja da Boa f
Cbilas francezas muito finas de cores flxas a
280 rs. o covado ; cambraias francezas muito fia
as a 640 rs a vara; idem lisa muito fine a
4S5C0 e a 6JO0O a pega com 8 li2 varas ; di- {j
muito superior a 88000 a pega com 10 varas ; uor de8rganta.
dita fina com salpico a 4*800 a pee com 8 i\'
varas; fil de hubo liso mullo fino a 800 re. a
vara ; tarlatana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ;e outras muitas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muito baratas: na ruado
Queimado n. 22, na loja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos muilo finos proprios para os
tabaquistas por serem de core escuras e flxaa a
5JQU0 a duzia: na rua do Queimado n. 22, na
loja da Boa f.
Na loja da Boa f vende-se
panno preto fino a 49, 59, 69, 89 e 108 rs. o co-
vado, casimira preta fina a 2. 39 e 49 rs. o co-
vado ; groa de naples preto a 29, 28500 e 39 o
covado; alpaka preta fina a 640, 800, e muito
fina a l9rs. o covado ; casimiras muilo finas de
cores escuras coro 6 palmos de largura a 49 rs. o
covado; ditas de cures claras a 68 rs. o curie de
raiga; meias de alsodo cr muito superiores a
49800 rs. a duzia; ditas Je algodao cru tambem
muito superiores para meninos a 48 a duzia ; e
assim muilos ouiro artigo de le que se ven-
dem baratissimo, sendo a dinheiro: na referida
loja da Boa f. na rua do Oueimado n. 22.
Camisas e toalhas.
Vendem-se camisas brancas muito lina pelo ba-
ratissimo prego de 289 rs. a dueia ; toalhas de li-
nho para rosto a 99 a duzia ; ditas felpudas mui-
to superiores a 12$ a duzia : na rua do Queima-
do n 22, loja da Boa f.
Paletos.
Vendem-se paletos de panno preto fino, muilo
bem feitos a 229 rs.; ditos de brim branco de
linho a 59 rs.; ditos de seiieia escures a 3$500,
muito barato, aproveitem : na rua do Qoeima-
do n. 22, loja da Boa f.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecid eacreditado deposito da
rua da Gadeia do Recife n. 12,ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova ede superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
podra, tndo por pregos mais baratos do que em
outra qualquerparta.
FllNDIGlO IW-M%,
ftudSullaKftvaB,42.
Neste estabeleciment contina a baver om
completo Sortimento do moendas emeias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
te ferro balido e eoado, da todos os lmannos
para dito.
Tachas e moendas
Braga Silva C, tem sempre no sen depo-
site da rua da Moeda n. 3 A, um grandesor-
mento de tachas e moendas para engenho, da
muito acreditado fabricante Edvrin IVlaw a ira-
lar no mesmo deposito ou na rua do Trapiche
SSTE HA MEDICO DE HOLLW AY.
P1LULASHULLWOYA.
Este nestimavel especifico, composto inteirs,
mente de bervas medicinaes, nao comen, mercu-
rio nem alguma outra substancia deltcieria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarraigar o mal na compleigao mais robusta ;
eaieiramenle innocente em suas operacoete ef-
feitos ; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre mimares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j eslava mas ponas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrara saude e orcas, depois de baver tenta-
do inullimente todos os outros remedios.
As mais afflicias nao devem entregar-se a des-
esperago; fagam um compeiente ensaio dote
efficazes effeitos desta assombrosa medieina,
prestes recuperaro o beneficio da sande.
Nao se) perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguntes enfermidades:
a 1,900 cada un.
n ft V.^lm d,8 f,,M,s Quemado
^A;n.dde.8l9.osr5:, ^^^^ n
lift
ROUPA FEITA ANDA MAIS BARATAS.!
8 SORTIMENTO COMPLETO
IFazendase obras feilas.
HA
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A m polas.
Areias (mal de).
Astbma.
Clicas.
Convulsces.
Debilidadeon exlenua-
go.
Debilidade ou falla de
forcas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Febreto dae specie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflamroaees.
Irregularidades
menstruago.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Ma) de pedra.
Manchas na cutis.
Abslrurgao de ventre.
Phlysira ou consump-
pulmonar.
Retengo deourina.
Bbeumatismo.
Symplomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
No armazem da rua da Madre de
Deosn. 6 confronte ao consulado pro-
vincial, ha para venderse saceos com
milbo muito novo e com 122 libras de
peso que regula 22 a 23 cutas a preco
de 3$600 cada urna. *
Escraros fgidos.
508000 de gralilhcao,
a quem apprebender ama eacrava de nome Vi-
ceocia. com os signaes segnintes : bsixa, grossa.
lea de- cara, cor fula, beigoe grossos, bocea recu-

0$ americanos
DO DOCTOR
Radway & C, de New-York
PROMPTO ALIVIO i
Resolutivo renovador.
1 Pilulas reguladoras.
Estes remedios ji sao aqui bem conhe-


cidos pelas admirareis curas que tem ob-
tido em toda a sorte de febres, molestias #
I chronicas, molestias de senhoras, de pe- #
le etc., etc., confrmese v as insiruc- 9
ges que ae achara traduzidas em por- 0
tuguez. A
------------
Salsa parrilha legitima eg
original do autigo
DR. JACOBTOUNSENDl
0 melhor parificador do sangue m
cara radica I mate f
Erisipela. Phlisicas.
Rheumatismo: Catarrho.
Chagas. Doengaade Ogado.
Alporcas. Effeitosdoazougue.
Impingeos. Molestias de pelle.
Vende-se no armazem de fazendaa de
Raymundo Carlos Leite & Irmao, ruado
lmperatrizn 12.
9
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
bitas no figado.
Ditas venreas.
Encbaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto intermiten le,
Vende-se estas pilulas no ostabelecimento ge
ral de Londres n. 224, Strand. e na loja di
todos os boticarios droenisiacoutrar pessoas edo
carregadas de sua venda em toda a America n-
bvS, Havana e Bspanba.
Vendem-se as bocelinbas a 800 rs. cada
urna deltas, contem nma inslrucgio ero portu-
gnez para eiplicar o modo de se usar desta pi-
lulns.
O deposito geral ero casa do Sr. Souro
dbarroaceutico, na rua da Cruz n. 22 ero Per-
nsmbuco.
SEDULAS
de j^e 5#000.
Conlinua-se a trocar sedu's de urna so figura
por melade do descanto que exige a thesouraria
desta provincia, e as notas das mais pragas do
imperio com o *baie de 5 por cerno: no escrip-
torio de Azevedo 4 Mtndes, rua, da Cruzo
n. 1.
Gees & Bastos.
Rna do Oueimado n. 46.
Tendo os annunciantes conseguido elevar este
estakeleiimento a um engranderimento digno
desta graude cidade, apreseniam a concurrencia
deste iilustrado publico, o mais moderno, varia-
do e escolhido sonirrrnio de roupas diversas e1D08, Puco mais oo menos, estatura regular, cor
de fazendas esrolhidas para todas as estages
Sempre solcitos em bem servir aos seus nume-
rosos freguezes nao s em pregos romo em bre-
vidade, acaba de augmentar opessoal de sua of-
flna, seodo ella d'^ra rm diante dirigida pelo
insign* mestre LATJBIANO JOS' DE BABROS,
o qual os seus Duo-erosos freguezes podem pro-
curar na loja n. 46 ou no primeiro andar do
mesmo estabeleeiroento, assim pcis em poucos
diss se aprompta qualquer encommenda, quer
casaca, quer fardoes dos Srs. cffiriaes de marinha
e eiercito. Oulio sim rerummendam aos Srs
paeade familia grande sortimento de roupas pa-
ra meninos de todas as idades.
FROCO.
Vende-se frco de todas as cores egrossuras,
com rame e aem elle a 400, 500, 640 e 1 rs. a
pega; na rua do Queimado, loja da aguia brac-
ea n.16.
LOJA E ARMAZEM
DK
[Ges & Basto!
NA
Una do Queimado
u. 46, frente amareUa.
r.Crt?St8lten,enle ,em8 UB Br"e e va-
*0|, 2S e 24#, ditos saceos prees
mesines pannos a 14, 16 e 188 f,
U C.H9 i> Puliiu a. i.it., W.-----r-, ** "
nado sortimento de sobrecasacas preas
2^pai^=0 e e cores """'o Ano a 58
80S e 85, paletots dos mesnos '.,,*;
dos
cas pretas muito bem'f'elta's edeTJn'erlr
panno a 28, 30$ e 35. sobrecasacas de
casemira de cores muilo fines a 15 16S
..Vioi-sn0! i" ,""
rasa lj, 12 e U$, caigas pretas de
casemira fina para homem a 8, 9. joi
8
e 12, ditas de casemira decores'a 7ii s
h e 10. ditaa de brim brancos &.
Baa o|e
3. 3500,
semirade...
letes pretos de casemira a 5 e 6, ditos
n uiio
a
Ba a 48 e 6, ditas de ditos de cotel
4 e 4500, ditas de riei. ca
semiradericascoresa4 e 4|5P mi
leles pre'
de ditus
*. --j." _\.---------------------
5.
de corea a 4J5C0 e 5, j,0,
ancos de seda para casamenio
ditos de 6. colletes de brim branco m
fustao a 3, 3500 e 4.ditos de core, a
2500 e 3. paletots pretos de meri
cordao sacco e sobrecasaco a 7, 6
colletes pretos para lulo a 4{E'(o
gas pretas de merino a 4fEC0 e 5
letots de alpaca preta a 3J500 e 4'
Efihrpmairri s fila 7 O*____. .**'
2S500 e 3, paletots pretos de merino d
cordao sacco e sobrecasaco a 7f 8 e 8
colletes pretos para lulo a 45Ct) t sj|
ia-
sobrecesaco a 6',7e St.'mnilo fi'n'o"^ol-
letas de gorgurao de seda de cores rooiio
boa fazenda a 3800 e4J. colletes de vel-
ludo de crese pretos a 7 e 8, roupa
para menino sobre casaca de panno nre-
tos e de cores a 14, 15 e 16. dit, e
casemira sacco para os mesmos a 6*5C0 e
7, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
3*500, ditos sobrecasacoa a 5$ e E500
elK?nnde7*8Sen,'-a P"1" decores a 6'
t>SE>uu e 7, camisas para menino a 2(
a duzia, camisas ingfezas pregas larsas
muito superior a|32 a duzia para acabar"
Assim como temos urna officina de i
faiate onde mandamos executar todas as
obras com brevidade.
lar, orelbas grandes e acabaadas, urna especie
de sardas pretas no rosto, ou marcas de bexieas
falla spera e grossa, acompanhada de arreme-
?os, cara um tanto comprida, cabello cortado
rente, urna pequeua ferida no tornozello fsquer-
do ; levoo um vestido do cbita roza j usada e
um dito (nao em folba) de chita encamada, cons-
ta que roroprou um jar de sapatos de panno o
que indica que vai usar delle para passar por
forra ; e que seguir para Paje de Flores
pois foi encontrada na estrada de Jaboato em di-
reegao a este serlao, onde ji urna vez estee pre-
sa : quem pegar ou delta der noticia, dirija-so
a rua Augusta n. 70, que alem de se agradecer
ser graiicado com a quantla cima, 8rauecer'
Fugio no dia
orna e/crava de noro
2& de fevereiro do corrento
le^lzidoria. de idade 23 an-
m m
Relogios
Suissos.
A
Voodam-a em casa d Braga, Silva &, C.^e-
logioadeoure dadisarsos; faarioaoies^itaaai,
por prego commodo.
RELOfilOS.
Vende-se em casa de Saundres Brothers de G.
praga do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
bricaule Koskell, por pregos commodos e tam-
bem trancellins e cadeias paraos mesmos de
excellente gosto.
Refogios.
VennVse e-casa de Jobnston Palor' de C,
rua d Vlgaio n. 3 um bello sortimento do
relogios da ouro, palele ingtea, de um dos mais
afamados fabricantes do Liverpool; tambem
pu. variedido do bonhoi irontotw pan os
notaos.
Gomma do Aracaty.
Vende-se excellente gomma do Aracaty; na
rua da Gadeia do Recife, primeira andar, n. 28.
Libras sterlinas
Vendem-se no escriptorio de Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Ruada Senaala Novan. 42
Vende-se em casa da S. P. Joahston 6C,
sellinse silbos nglezes, candeeiros e castioaes
bronzeados, lonas nglezes, fio de vela, chicote
para carros, entornara, arreios para carro da
um a dous cvalos relogios de ooro patenta
ingles.
Ovas do serlao.
Vendem-se ovas do serlao muito frescas! ; na
rua do Queimado, loja de ferragens n. 14.
Cavattiohas.
No trapiche do Barbosa vendem-se barris com
125 cavallinhasam salmoira, pelo diminulo p;e-
0 de | cada barril.
[ Em casado Schafleltlln 4 C.rua da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sortimento
de relogios de algibeira horisontaes, patentes,
chronometros, meioschronometros de ouro. pra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
giosdns primeiro fabricantes da Suisaa, qua ae
venderlo por precos racoaveis.
Veodem-se noventa apolices da
companhia do Beberibe : na rua Nova
h. 14, primeiro andar.
Vende-se na cidade do Aracaty urna caaa
terrea com antao, bom quintil e cacimba, na prin-
cipal rua de commercio, propria*para quem qui-
zer ali estabelecer-se, por ter nio s commodos
precisos para residencia, como tambero loja, arma-
zem, etc.: a tratar na mesma cidade com os Srs.
Gurgel Irmaoa, qoe esto autorisados para esse
Bm, on nesta praga na rua do Cabug, loja n. 11.
wperreres manteletes.
t Vendera-se superiores manteletes pretos rica-
arUo berdaaa, pelo baratissimo preco da 35 :
pajua do Qoeimado n. 22, loja da boa f.
\&da de um cavalloT
Na roa do Jardim n. 19, ha para vander um ca-
allo qpe serve para todo o serrco, que se veo-
e muito em conta. !
preta, lersndo um veMido de chita j usado e um
panno da Costa tambero j usado; pede-se por-
tanto a todss as autoridades e qualquer pessoa a
apprehenso da dita escrava, e leva-la nos Afo-
gados a Jos Buarque Lisboa, que serlo genero-
samente gratificados.
A noite paseada, 25 do corrente, fugio do
engenho Quanduz na freguezia de Santo Ai.tao
um escravo de nome Victorino, representa ter 23
a 24 annos de idade, cor preta, altura regular,
rosto bechigoso, ps feios sem ter bicho, e lem
pouca barba ; este escravo folTJa viuva de Joo
Das que leve botica na cidade da Victoria, rua do
Meto, e quando se aosentava ia para a cidade do
Becife: portanlo roga-ze as autoridades policiaes
ou capitaes de campo a sua apprehensao e ba-
jero-no ao referido engenho a seu seDhor Jos
Ignacio de Mello, on no Reeife a Bernardino
francisco de Azevedo Campos, no pateo ao Car-
roo, que serlo generosamente reeompensidos.
1OOJ0OOO.
Fugio no dia 14 de dezembro do anno prximo
passado um negro de nome Filippe, escravo de
Francisca Bosa Pereira dos Santos Bezerra. mo-
radora em Ierras do eogenbo do Curado, rojo es-
cravo tem os signaes segurles : cor fula, alto
secco. pouca bstbe, pee grossos e mais pretos d
que a cara, pernas malfeilas, olhos brancos e pa-
pudos, denles pequeos, cabega pequea, duas
fallas e muilo maosa. e quando olha para-qual-
qoer pessoa fita os olhos e nao peslaoeja, nade-
gas grandes e empinadas, levou caiga preta de
caaen.ira nova, paletetOe-alpaca tambem preta
chapeo da moda de massa de cor, sapatos de*
cooro de lustre, camisa de madapolao nuva e
tambero de baeta verde velha. abena, e tam-
bero de algodio azul, chapeo de massa cor de
chumbo j velho, de suppor que ero vi.gem
elle nao ande com a roupa nova e sim com a ve-
lha por ser mais propria : a pessoa qoe o irou-
xer no referido engenho, ou na rua Augusta n.
I, receber a quanlia cima.
Fogio da cidade do Aracaty, no mez de se-
tembro prximo passado, um escravo do com-
mandante superior Manoel Jos Peona Pacheco,
que ba ponco o havia comprado ao Sr, Beato
Lourencn Collares, de neme Joaquim, de idade
de cincoenta e tantos annos, fula, alto, magro,
denles grandes, e com falta de alguna na frente,
queix'o fino, ps grandes, e com os dedos gran-
des dos ps bem abarlos, muito palavriador, in-
culca-ae fono, e tem signaes da ter sido surrado:
Coma que este escravo apparecera no dia 6 do
corrente, vindo do lado das Cinco Ponas, e sen-
do enterrogado por um paraeairo sen conhecid,
disseque tinha sido vendido por seo senbor para
Goianninha : qualquer pessoa queo pegar o po-
d|t levar em Pernambuco aos Srs. Basto d Lo-
mos, que graficaro geaerosamenle.


(8)
DIARIO DI PERHA*BlICO. SEGUHDA FURA 4 DI MARCO DE 18#1.
Litteratura,
I alma*, nao obstante quanto Si necessidades ex-| Os fiis de toda a$ partes do globo chtistao
|teriore$56 cha sujeila mesma condijio de chavara vergonhoso que o chete supremo da
. todas as sociedades hamanas. Nio ha duvida,
InstrOCCaO MSltrai dO r. MS0 de jque Deus tem muilas vezes praticado milagrea
Arras, de Bolonha, e de Sait'OBerO,! era seo abono, maa os milagrea formam exeep-
sobre temporal da egreja, e orden
para a organisaco da obra do Di-
nheiro > de S. Pedro.
Muitosc tem dito, meus charissimos irmaos,
sobre os deplorareis successos que reduzem o
jes, e oo curso ordinario das eoosss da Provi-
dencia quer que ella marche pelos meios oa-
turaes.
Assim, tondo a egreja por encargo glorificar i
Deus, sio-lhe precisos templos, aliares, e orna-
> meatos sagrados: tendo de expandir as suas grs-
nesso santo padre situado de Ihe nio serem cas polo 0rgode ministros quem sao proliibi-
sffi-ientes os seus recursos maleriaes para sa- das as industrias humanas, cumpre-lhe prover
tisfazer as Mas mais urgentes necessidades. e |8obre a existencia desses ministros: e tendo de
tambero sobre o dever imperioso e sagrado, que'gormar espirilualmente os povos pela hietar-
" cha dos seus pastores, dte dar scus cheles,
qualquer que seja o seu grao, posijes que asse-
g'irem a independencia da sua aci3o, sobre as
almas.
voluntarias.
Nunca direitos lo inviolaveis foram mais ata-
cados, violados e ultrajados por infames usurpa-
edes, e traicoes indignas : mastambem no mun-
do catholico nunca o pastor supremo foi da par-
Fui precisamente para manter o sacerdote nes
; sas liberdaJea de espirito e diguidade de posijo,
le dos verdaderos eis o objecto de urna solici- indi.peugaveis ao seu ministerio, que a egreja,
filial, de urna sympalhia mais uni-
tude mais
versal.
No meio do egosmo e indiferentismo do se
culo, sacrificios de todo o genero erguem-sesem
rica em oulro lempo de olleras accumuladas no
decurso dos seculos, fundou esses beneficios es-
senciaes de lodos os cargos da familia sacerdotal;
desorte que encarregando cada um dos seus m-
cessar como urna solemne manifestijo dos sen-1 nistros de urna misso especial, lhe podesse di-
tmenlos de f ardeote, e dedicajo absoluta. A zer : trabalha com todas as forreas da la alma nos
generosidade. das dadivas se uniu o fervor das interesses espirituaes, nao lo importando com os
supplicas ; e as privacos quesc impdem tantos ; interesses do mundo, por quanto eu te dou o pao
Chrislos obscuros, para enviarem o seu bolo ao : de cada dia.
paecommum de oossas almas, sao leslemuuhos
authenticos da religio profunda, assim como
timbera o sangue derramado pelos gloriosos mar-
t\ res de Castelfidardo I
Estas verdades por si raesrnas lio tocantes, on-
de resplandece em todo o seu brilho tanto bem :
par de tanto ma
menso, e proseguindo na sua via de iniquidades
e aboroinaveis conloios, estas verdades, repito,
hosido pelas mais elogenles vozes patenteadas
em toda a sua belleza celeste e em toda a sus si-
nistra evidencia.
Aquelles quo nao iecharam os olhos bem
viram que a saola egreja de Deus nao pactua nun-
ca com a mentira e nem com a maldade : elles
bem viram que para fallar e para obrar ella nio j 'a0^e e
vae ver onde est a torga, mas sim onde est a j
forja, mas sim onde est o direito : que as cons-1 No Cm do """"o seculo sobrevierto) das mos.
.pirjes e ameajas de todas as najes da Ierra j Airreligio, a ioveja, e a cobija, reunindo seus
contrae suafraquezaappareote nada lhe lem fei- gigantescos esforjos. se precipitaran cora furor
to perder de sua dignidade, de sua pureza, e de SoDre ludos os eclesisticos, opprimirara ou dis-
sua segundada, porque ella repousa sobre essa persaram os legtimos possuidores desses bens,
pedra que os nossos constructores de oicionali- j repartirsin entre si os seus despojos, e deixaram
dades modornas quereriam, segundo a expresso a eSreJa absolutamente sem recursos, com os seus
Foi assim que se constituu a ordem espirita-
ai, especialmente na Franja, desde a conversao
de Clovis e dos Francos ao christianismo ; e ad-
mittindo raesmo que, durante esses mil e qualro-
centos annosdacorridos deento para c.essaor-
ganisajao providencial nem sempre tenha estado
1 sustentado por um poder ira- ao abrigo dos abusos que a fraquezi humana in-
troduz em todas as instituirles deste mundo,
sinda assim, deve-se reconhecer que essa previ-
dencia materna da egreja foi em si mesma a
mais ju3ta, a mais sabia, e a mais segura. A
mais justa, por que todos 03 recursos proviuham
de dadivas voluntaras : a mais sabia, por que o
sacerdote, mesmo as altas po3ices, nao podia
mais fazer do que usufruir ; e a mais segura,
porque essas rendas benificiarias eram fundadas
to.
do l'ropheta, arredar da edificio social, porm
que cada vez so torna a pedra angular, e a base
indispensaTel : Lapidan quem reprobaverunt
adificantes, hic faclus esl in capul anguli. (Ps.
CXVH.22.) -
Nao vientos aqu, meus carissimos irmaos, para
provar-vos de novo aquillo que j lo bem com-
prehendestes, nem para exhortar-vos fazer o
que j tendes feito.
templos em ruinas, seus sacerdotes foragidos, e
todo o seu culto interdiclo.
Por mais que clamassem cerlos exaltados, de
acord sem o pensar com os impos declarados,
que a religio nao lem necessidade do poder tem-
poral, todava nao deixa do ser verdade que nessa
privajo lotal em que a vmoi -, a egreja achou-
se como que desarmada, e no meio de todas es-
sas ruinas os fiis se pareciam absolutamente
i cordeiros sem abrigo, sem pastagens, e sem pas-
Grajas Deus, a niuguem cedestes a palma, e : ir.
nossa circular de 26 de junho ultimo, em que
ct.annmos vossa atleocao para as necessidades !
da sania s, bastou para incitar-vos enviar as
vossas offr'endas com tanta presteza, como mo-
destia
Mas convm quecomprehendacs perfeitamenle,
meus carissimos irmaos, em primeiro lugar
que ludo quanto se passa presentemente, e do
que pretender fazer um escndalo para os tra-
eos, nada tem de inslito, que o uso dessas da-
divas espontaneas ao soborano pontfice, enli-
go, e muito aotigo na egreja, eque sao ellas per-
feitamenle conformes ao seu espirito e s suas
constantes tradcjes ; em segundo lugar que '
as circunstancias actuaos importa que essas da-
didas sejam organisadas e consltuam as nossas
dioceses um beneficio permanente, que nunca
Nao aqu a occasio propicia de fallarmos dos
meios que ento se recorren para sor iudemni-
sada a egreja, quanto fosse pos3vel. das suas
imraensas perdas. Basta, para dar livre curso
aos nossos raciocinios, provarmos que aquillo,
que lhe fra sublrahido na Franja pelos impe-
tosde urna impiedade furibunda', tinha-lho sido
adquirido por todos os seculos chrislos.
A final, desta sorte, e pelos mesmos motivos
foram doladas todas as instituijes do mundo
catholico : e desde 03 dias primitivos en que os
fiis deposeram seus bens aos ps dos apostlos
( Act. Apost. cap. IV ) al essa immeosidade de
fundajes pia, onde eram garantidas as rendas
do sanctucrio, por toda a parte vimos pralicar-
se essa mxima, de que se escandalisam, ao rae-
nos na apparencia. certos espiritos orgulhosos, e
dever cessar seoo no da em que a santa s ti- q,,e entretanto lirada dos nossos Iivro3 santos,
nossa sania religio, que o vigario da lesas
Christo sobre a trra, estivesse exposlo aos in-
convenientes da aeeessidade, ou fosse violentado
na sua adminiatrajio espiritual por enormes sa-
crificios que lhe cumpria fazer bem da salvadlo
do povo, confiado aos seus cuidados. Assim, pois,
de todas as partes os fiis se apressaram to3-
tcmnnhar por meio de ricas dadivas e offeitas, o
seu profundo respeito para com o successor de
S. Pedro, c contribuir com os seus bens para
sustentar o governo da egreja universal.
Eis o que a [firmara lodosos historiadores: e
nos tinharaos muiti razio para dizer-vos, meus
charissimos irmaos, que nada ha da novo no que
sa passa em nossos dias ; porque tudo isto quan-
to acabaes de ouvir, a que parece muito coadu-
nar-so com os successos acluaes, j tinha sido
escripto nos primeiros dez seculos da era chris-
ta.
Desde ento para ca os povos se tornaran) vo-
luntariamente tributarios da egreja mae e primaz
de todas as egrejas do universo, da mesma sorte
quo na ordem natural das cousas os ftlhos teem
como um dever sagrado alimenlarsuas mes hon-
rosa e decentemente
A Franca, na observancia dosse callo filial,mar-
chou sempre na vanguarda das outras naces, e
por isso que recebeu por consentimento das
mesmas naces o glorioso titulo de primognita
da egreja christa.
Tudo quanto vos pedirnos, meus chsrlssimoi
irmaos, quo conservis intacto esse titulo, o
entregando-vos com lodo o ardor s obras meri-
torias que o justificam, facaes de vossa parte com
que a nossa patria cada vez mais o mereja.
Nao vos di cuidado o espectculo assombroso
de contradices e de opposices, que se ergaem
grandes no numero e no poder: porquanlo ainda
as pocas as mais religiosas ellas se ergueram,
mesmo na Franja, como hoje ; e aquelles que
nao ignoram a nosst. historia,devero recordar-se
dos obstculos que certas autoridades publicas
oppozeram cobranja das annatas e outras
rendas e foros devidos santa s.
E a egreja lomana nunca julgou baixeza recla-
ma-los, assim como hoje nao so avilta, como
muilos prelendem, implorsndo os soccorros e as
esmolas dos sacerdotes e Qois, pos que sempre o
fez, ainda quando possuia oulros recursos; por-
quanto, por isso mesmo que ninguem to ele-
vado quanto o soberano pontfice, ninguem tam-
bera mait sobrecarregado de obrigaces de to-
das as formas.
Pelo que, ainda mesmo na posse de toda a ex-
teoso dos seus pequeos estados, o santo padre
cora o seu governo essenciilmonle paternal como
indica o seu nome, com a iuexgotavel generosi-
dade do seu corajo, por si nao poderia occorror
s precisesque exigem tantas baslicas e monu-
mentos de primeira ordem, conservajo de tan-
tas congregajes necessarias para o exame e ve-
rficajao dos interesses de todo o catholicismo,
s relaces officiaes com todos os soberanos do
mundo, remessa de missionarios para todos os
paizes inflis, e hoje especialmente para essas
immensas regies da China, que mais que nunca
seabremao evangellio, e para as quaes.serio
precisos pregadores iooumeraveis.
E ainda assim apenas tragamos um quadro mui-
to incompleto das obrigacea incomparaveis da
sauta s 1
Mas elle basta para comprehender-se que,
quando mesmo completa a situajo, o santo
padre deve ser auxiliado por seus fllhos no desem -
penho ios encargos excessivos que pesam sobre
a sua suprema responsabilidade.
E' pis para admirar que elle reclame o nosso
concurso quando crimioosos invasores o tem es-
bulhado de tudo, i excepjo do que mais lhe pe-
sa, eque menos oale para elles?
(Continuar -se-ha.)
ver novamente readquindo por si recursos que
bastem para a sua manutenjo.
I
Duas verdades exislem, egualmenle inconles-
taveis, quesos homens irreflectidosparecem mu-
tuamente oppostas; mas que sao o complemento
urna, da outra, e que se combinam marchando
para a mesma solujo.
A primeira dessas verdades que o nosso sa-
cerdocio sendo essenciavelmente espiritual, exige
um recolhimento e urna reserva, que sao incom-
pativeis com o cuidado dos negocios tempo-
raes.
Por isso que se escreveu : Nemo militans Deo
implical se negotiis saalaribus : todo aquelle
que entra na sania milicia nio se deve mais inge-
rir as especulajes seculares. (Tiro. 11,4.) Por
isso tambera, que os sagrados caones da egre-
ja prohibera que o sacerdote negocie, trafique, ou
emprehenda qualquer transaejo commercial e
industrial.
Esta primeira verdade o seculo comprehende
muito bem, exagera-a mesmo algumas vozes, e,
Deus louvado, entre vos, meus carissimos irmaos,
o sacerdote ella se conforma fielmente.
A segunda verdade nao geralracnte admitli-
da, e entretanto ella nao menos evidente, sa-
ber : que a egreja de Deus sobre a Ierra, com
quanto oceupada exclusivamente na salvajao das
saber : que aquelles que servem ao altar de-
vem viver do aliar Nescitis quoniam qui tu
scrario operantur quee de sacrario $unt edunt,
el qui altari deteroiunt, cun altari participan!
( 1 Cor. IX, 13).
E' assim que as mais altas proporjes se lem
praticado respeito da s apostlica, chamada
deata sorte por que a cadeira de S. Pedro,
principe dos apostlos, sede do pontfice en-
carregado de confirmar ua f a todos os seus ir-
maos, a columna da verdade, quem s foi pro-
mettido que as portas do inferno nao prevalece-
ro contra ella, finalmente a nica origam de
todss as grajas que os oulros pastores tem por
missio destribuir s almas por toda a parte.
E como da egreja de Roma que lem partido
quasi sempre o movimento priucipal, de toda
a regenerajo espiritual do mundo, os povos e
os principes, que lhe devem a sua conversao ao
christianismo, conservaran) para com ella um
activo reconheciraeolo que se esforjavara por
teslemuoharenviando-Ihe generosos subsidios,
ou mesmo ceden Jo-lhc vastos patrimonios que
ella possuiu por multo tempo. Os historiadores
aflirmam que esses senlimenlos hereditarios entre
lodos os filhos da egreja catholica se reanima-
vara nos seus corajes noticia das calamidades
que santa s, e aos povos da Italia sob a pro-
tecjo desta, causava a invasao dos barbaros.
Variedades.
VOLHETOI
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
Carta do visconde de Kikiriki sua es-
posa a viscdiidessa do mesmo titulo,
i
Estou mettido, senhora,
Em calcas pardas; nao sel
Como desta sahirei:
Os histricos, por fim,
J se lembraram de mira.
II
Fui chamado ao ministerio,
Que felizmente nos rege,
Que s bellas-artes protege,
E, apesar da foma e losse.
Nos fomenta, sobre posso.
III
Eslava minha janella,
Ouvindo cantar o cuco,
E sorvendo o doce sueco
D'uma bella tangerina
Que me deu certa menina.
IV
Quando o bicho da cozioha,
Do hotel onde eu estou,
Um ofilcio me entregou ;
Era um convite formal,
Com slo ministerial.
V
Arranjei logo o cabello,
Vesti camisa lavada,
E fiz s d'uma assenlada,
A minha barba, priminha.
Que bastantes dias tinha.
LVII
SistMARio.Estudos sobre as marinhas estrangei-
ras.A marinha russa.
'**
Pelo rpido esbojo que expozemos aos nossos
leitores na ultima Resenha Martima, eremos
que ficaram ao faci do paternal desvello com
que o eoverno russo olha para sua marinha, cu-
jj desenvolvimento moral e material o alvo de
suas constantes preoccupsjoes, depois da guerra
da Crimea, que foi urna luta de gigantes, que
marcar na historia urna poca importante da vi-
da das najes ; porque ter ama graude influen-
cia nos deslinos do mundo.
O imperador Alexandre, subiodo ao throno
moscovita, quando o baluarte do mar Negro suc-
curabia, essa soberba Sebastopol, que se julgava
ioexpugnavel, e que arriava bandeira aos esfor-
cos reunidos das najes adiadas, comprehendeu
verdadeiramenle a sua misso, e ceden i um tra-
balho incessante de reformas internas, que nao
corrigido muitas chagas e vicios da defeituosa or-
ganisajio do seu grande imperio, revelados aos
seus olhos perspicazes, que tem operado ama
completa revolujo toda cirtsadora, inteiramen-
te productiva em os poneos anuos de paz que se
seguiram.
O novo Cesar nao se olvidou di marinha ;
eram mu recentes ainda os bnlhantes servijos
dos marinheiros na defeza do Sebastopol, para
que elle nao sentase tambera a iropressio favo-
ravel que elles tinham sabido conquistar dana-
jio pelo seu nobro e elevado procedmeotoAe-
mais : Pedro o grande iodo aprender a cons-
trucjfio naval nosestaleiros de Saardam, deseen-
do do throno para se alistar entre obscuros car-
pinteros hollandezes com o nome de Peter Mic-
kailok, fazeodo-se marioheiro, e emprogando de-
pois lodos os seus esforjos quando tornou para
a patria, para crear urna marinha de guerra po-
derosa, iodicou com mi firme o vigorosa aos
seus successores a sonda que a Russia devia
trilhar.
Se este leve junto si um Lefort, que o auxi-
liou e guiou na coostituigao do staiz, e na creajo
deesa marinha, de quem elle conlleva completa-
mente o destino da Russia, mais feliz ainda, o
actual imperador, no grao-duque Constantino,
que um principe alustrado, nacional e dedica-
do esta profissio, que voluntariamente abrajou,
encontrou o bomem necessario para executar
seus pensamentos ; para fazer sentir na marinha
o grande impulso e adianlamento que ella tem
tido em to pouco tempo.
VI
Vesti a minha casaca,
Que, em abono da verdade,
J tem dez annos d'edade;
Puz depaisna sobredta,
A minha vormelha fita.
VII
O meu habito de Christo,
E a medalha da poeira.
Que dentro da papeleira,
E com vergonha dorma,
Sem gosar a luz do dia.
VIII
E com agua de Colonia
Dorrifei o meu lencinho.
Aquello bello trastnho,
Que a viscoodessa me deu,
Como argola d'hymineu.
IX
E assim promplo e alfazemado,
Mostrando certa jactancia.
Me encaixei, com petulancia,
Na sege de bandetrinha
Que porta da casa tinha.
X
Com as cortinas abertas,
Passei pela ra Augusta,
E ao chegar Saota Justa,
Os arenques se esquentaram,
E urna velha atropellaram.
XI
Sub entSo mais um furo
Na escala social,
Pois metti a capital,
N'um chinello sem taco,-
Fazeodo de figurio.
XII
A tal srraia miuda.
Que n'um grupo sejuntou,
Contra rnim gemeu, berrou,
Deixei gritar a canalh,
Eotrei na ra da Palha.
XIII
Ena prac.a do Commercio,
M'apeei, era meio-dia,
E quaodo os degros aubia
Da grande escada, auei,
E em fidalgos tropecei.
XIV
Eram velhos Ululares,
Rispos e commendadores,
E oulros grandes senhores,
E conselbeiros d'estado,
E o bichioho deputado.
XV
Enlrei na sala d'espera,
Rompendo por entre as gentes,
Com cara de pretendentes,
Que senhora, urna carinha
De miseria e de zanguinha.
XVI
Eram velhos militares,
Do tempo do rei-chegou,
A' quem a patria dotou
De paciencia christa
Depois de lirar-lhe a la.
XVII
Estes velhos militares,
Da guerra peninsular,
Afeilos jejuar,
Andam mendigando em vio,
Urna falia de pao.
XVIII
Eram viuvas e orphos,
Com os seus requerimentos,
Ornados de documentos.
Mas nenhuma dellas tinha
Um amigo na cozinha.
XIX
Se seus maridos e paes
Fossem grandes figures,
Tinham de certo peuses ;
Como eram capites,
Nem um osso como aos caes,
XX
Passeei por entre os grupos
Desta gente abandonada,
Soivendo a minha pitada.
Melli por fim o nariz
No gabinete feliz.
XXI
O ministro, repimpado
N'uma cadeira de brajos,
Se ergueu e dando doua pasaos,
Me offereceu urna cadeira,
Da mais amavel manelra.
XXII
Como passa a vis ondessa"?
Sua excellencia,me disse.
Com cerio ar de meiguice,
Da sua caixa dourida.
Me offereceu urna pilada.
XXIII
Vae passando menos mal
Do seu nervoso, que a lem
Mortificado mui bem ;
Creio que ha de melhorar
Com os 'seus banhos do mar.
XXIV
Recommende-me, visconde,
A' viscoodessa ; e abriu
A sua caixa e lossiu.
Farci presente, senhor.
De tanta honra e favor.
XXV
O que se passou depois
Entre o ministro e entro mim,
Hei de Um Um por Um tiro,
Conlar-lh'o de viva voz,
Quando eu chegar i Foz.
XXVI
Saber, porm que estou.
De facto ministerial;
Vou redigir um jornal
A' favor do lazzarismo
E lambem do iberismo.
XXVII
Qutz resistir, mas nio pude,
Quiz-lhe (ranzir o nanz,
Blas o ministro feliz
Convenceu-me muito teso,
Com argumentos de peso.
XXVIII
Com certas razos, priminha,
Que do calor aos bolsicos;
Nem todos podem ser ricos,
E um visconde sem patacos
Nao vale quatro cavacos.
XXIX
Metti alfim o focinho
Na pia do orjamento];
Chamar-me-ho catavento
E outros nomes pesados.
Nos jornaea acreditados.
XXX
Ea c nio dosft cavaos,
Nem don papiaha aos jornaes,
Hat de fazer como os mais.
Pois a moral, minha amiga,
Fde menos que a barriga.
XXXI
Fingir! de lazzarieU,
De jesuta lambem ;
Como a cousa rende bem,
Seguirei como carola
Santo Igoaeio da Loyola.
XXXIl
Boa mesa e boa cama,
Bom charuto e com caf,
A's ordens sempre coup,
E nos theatros entrar
Sem pela cora puchar.
XXXUI
E gozar demais a mais
O sorriso das altezas,
Tomar o cha com marquezas,
Passear com titulares,
Com deputados, com pares.
XXX
Islo cahiu-me do cu.
Que alfim se lembrou de mim ;
So eu nao soubesse lalim,
Nao petiscasse o fraocez,
Nochuchiva desta vez.
Carla do visconde de Kikiriki a sua
esposa a viscondessa do mesmo ti-
tulo.
i
Pego na penna, senhora.
Para dizer-lhe de c,
As novidades que ha :
Nao temos grande fartura,
Porm, isto pouco dura.
II
O parlamento se abriu.
Segundo disse a gazetta,
E na forma da etiqueta ;
Porm, logo se adiou 1
Quero dizer, se fechou.
III
Os paes da patria, senhora,
Nao goslaram da gracinha,
Maa o governo nao tinha
Hoje f nos tagarellas,
E Ibes fecheu as janellas.
IV
B disse aos paes, com licenja,
Adeuzinho, al Janeiro;
Quero dizer, se primeiro
Nao vier a urna de novo
Causticar o laso povo.
V
O que pode mui bem ser,
Sem ser milagro lambem,
Eu por mim, nem um violera
Dou por islo que se ve,
Menos pele que se 1.
VI I
Que temos Mouro na costa,
Islo, priminha, de f,
Porm, o Mouro qual ,
E o cbaveco qual ser,
Islo, prima, se ver.
VII
Nos cafs, nos pasmatoros,
J se diz bocea cheia.
Que est velha, magra e feia
A Carta, que nos livrou,
Dos mimos do rei chegou.
VIII
O p fresco j nao gosta
Da tal cmara dos pares,
Quer chegar-lhe aos calcanhares,
Esrangalhar-lhe os arminhos,
Assim como oulros trasllnnos.
IX
Pelo contrario, senhora,
Os nossos legitimistas,
Longo do abaixar as cristas.
Se vestirem com primor,
Nos aonos do seu senhor.
X
Ha quem diz valha a verdade,
Que o aeu retrate beijaram,
E de novo lhe juraram.
Por a f ; valha Christo,
Se eu por mim nao goslo disto.
XI
Este ex-rei, que tem saude,
Inda espera ser feliz,
Segundo a Nacao nos diz,
C mesmo dentro em Lisboa ;
Inda o temos pela proa.
XII
Tambem temos quem se queira
Annexar Dona Iberia,
Hidalga sm rica c seria.
Que enforca. reza, amortalha,
Por d c aquella palha.
XIII
Quem lh'as faz, paga-lh'as logo,
Morre em breve fuzilio;
Acho isto multo mo,
Pois ten lio, viscondessinha,
Muito amor vida minha.
XIV
Quem perde a vida defunto,
Quem defunto, morreu,
Sei que este o fado meu.
Que tenho de soffrer isto,
Isto, prima, est bem visto.
XV
Porm, prefiro mil vezes
Morrer na cama doenle,
A' voz do meu assistente.
Que espirar, fazer fiasco,
A' voz do senhor carrasco.
XVI
Tambem nos cafs, fidalga.
Se falla na republique,
Porm, nio se mortifique,
O bonnet rouge, por ora.
Inda tem muita demora.
XVII
Nada disto me encommoda,
Nem causa susto nenhum,
Mas o que me causa algum
' ver os taes Malagridas,
Passeiar, testas erguidas.
Por isso que ali consideram-se as penses
concedidas aos filhos e filhas dos officiaes, ainda
em vida destes, de que j fallamos, como um di-
reito sagrado, differenlemente de qualquer outro
paiz, inclusivamente o nosso, onda ainda depois
de morios, sao concedidas, mui raras vezes, apz
tongas e difficultosas sollicitajes, que sao sem-
pre mui penosas s almas generosas ; o que nao
admira quando para a obtenjin do Monte Pi se
luta com tantos embarajos I
Neste ponto'de vista a Russia est em urna fe-
liz posijio excepcional ; porque a nica naci
que tao previ tente e acertadamente procede. Bel-
lo exeraplo digno de imitajo I
E' porque, como diz perfeitamenle o principe
Nicolao/ em o excellenle artigo que anslysamos,
no seu paiz se onlande, o se enteude bem que
< o eorpo dos officiaes de marinha ama mag-
nifica e preciosa forja ; a alma de ama armada
naval. As grandes e gloriosas tradltces do ser-
vico msntem-se intactas nelle, e se transmit-
iera mais remola posteridade. Compre, por-
tanto, o estado um sagrado dever assegurando s
preciosas existencias que o constituem, o nobro
brilho que as deve rodear do servijo activo, pa-
ra respeito da najan que represenlsm ; assim
como a prolecjo que ellas reclamara quando
chegam edade das reformas.
Quando urna najo pensa desta forma ; quan-
do o povo estima e admira a marinha respai-
la-a o repousa tranquillo ao lado del la, estas ge-
nerosas medidas fcilmente se estabelecem, prin-
cipalmente quando um priocipe distincto toma a
iniciativa de adopta-las, e se colloca frente
dessa imperante classe.
O procedimento actual do grao-duque Constan-
lino, o mesmo que o priocipe de Joinville teve
em Franja, coja marinha elle fez progredir no
reinado vacillante de Luiz Felippe, era que, ae
nao fra a sua energa e dedicaco, ella se teria
aoniquilado ; de sorte que ganhou as mais no-
bros syropalhias entre a officiatidade, sympathias
que tem resistido ao seu infortunio e exilio, e
que se maoifestaram lio bellamente por occasio
da grande revista de Spithead, em que a com-
missao de officiaes frsncezes que ella foi assis-
tir bordo da Du Chayla, nio duvidou dar-lbe
provas bem salientes quando o encontrou.
Tambem o archiduque Maximiliano d'Austria
segu a mesma via, apresentando ideas, e reali-
sando projeclos de augmento da marinha austra-
ca, cuja frente se acha collocado.
Egual linha de direcjo adoptara, por sem du-
vida, um priocipe nosso, que tivessemos a fortu-
na de possuir como chee, como succede oaquel-
les pases, e em Portugal com o principe D.
Luiz.
Infelizmente as esperanjas que a marinha im-
perial principiou affagar quando nasceu S. A.
o Sr. D. Pedro, desvaneceram-se com o aeu in-
fausto passamento, o ainds hoje o posto de almi-
rante do Brasil conserva se vago no quadro da
nossa armada, espera de urna vergontea robus-
ta do tronco imperial, que o venha dignamente
oceupar.
Se nao fra este triste e lamentoso aconteci-
mento, que ainda lamentamos, a marinha brasi-
lera entrara agora em urna phase brilhanle, sob
a direcjo e commando do sea joven e illuslre
almirante.
Esperemos ainda ; confiemos no futuro, tra-
balhemos primeiro por deslocar o terreno, de
frtil, e a colheita compensar toda a nossa fadi-
ga. Nosso dia tambem ha de chegar ; assim
teuhamos a perseveranja do elemento em que
vivemos, que, embora com lentido, gasta e pe-
netra a rija pedra, que afinal cede.
Nao satisfeilo o governo russo com as provi-
dencias efficazes que j ha adoptado, tem actual-
mente em um estudo um projocto para crear pen-
sos de reforma, alm das pensos ja estabeleci-
das, e das que paga urna caixa fundada era 1856,
com o nome de iaer(a(,que conta j 10,400:000
francos ( rs. 4,16O:0OOOO) de fundos, e funecio-
na o ministerio da marinha.
Os meio sidos que apreseotamos na ultima
Resenha sao os da reserva, e que os officiaes re-
ceben) sem fazer sejvijo algum, com a faculdade
de residirem ondo lhes parecer, quer na Russia,
quer em paiz estraogeiro, que com ella se ache
em paz.
Esta faculdade tambem urna grande conces-
so que, na Franja, Inglaterra, Hollanda, Iles-
panha Estados-Unidos etc. se faz aos offi-
ciaes superiore se generaos, que podem viver
em qualquer localidade de sua escolha, no paiz,
quando nao forem designados para o servijo.
Nio succede o mesmo aos nossos officiaes que,
quando desembarcados, e por cooseguinte redu-
zidos aos mais insignificantes vencimentos, sao
obrigados residir na corte, onde vem-se for-
jados fazer despezas com que nio podem.
D'aht resultam compromissos com. o publico que
os descooceiluam, que os desprestigiara comple-
tamente.
Nem ao menos os officiaes generaos gozam d'a-
quelle privileg:o 1
Os vencimentos nos portos da Russia de 1853
1860 duplicaran), e no eslrangeiro foram ele-
vados com mais um quinto, pouco mais ou
meaoata
Conheceu-se que isto era um seto de justiea, o
incentivo necessario, e o governo nao hesitou em
pratica-lo.
A seguale tabella demonstra esta notavel si-
lencio;
Em servijo na Rassia ;
Chele de esquadra......... 21,868 fr. 8:747900
3-1608000
25009000
2:4005000
9699000
Cipilo de fragata......... 7,900 fr.
Capitio tenenle........... 6,392 fr.
Primeiro tenente.......... 6,272 fr.
Segundo tenente.......... 2,424 fr.
Em mares estrangeiros:
Chefe de esquadra......... 37,744 fr. 15:0008000
Capitio de mar e guerra.. 25.164 fr. 10:0008000
Capitio de fragata......... 15,120 fr. 6:0009000
Capitio tenente........... 11,400 fr. 4-500*000
Primeiro tenente.......... 11,400 fr. 4:5UO000
Segundo tenente..'........ 5,436 fr. 2:1&0$000
Ainda exislem algumas disposijes mui im-
portantes favor dos officiaes, que sao pouco
conhecidas entre nos, e que julgamos Interes-
santissimaa.
Os sidos sao sempre psgos em trimestres, de-
pois de vencidos. As comedorias sao pagas adiso-
tadas, de seis em seis mezea, principiando do
dia do armamento do navio. Quando occorre
ser este desarmado ainda que pausas horas de-
pois daquelle fado, por conveniencias do servi-
jo, nao restituida a importancia dellas. Em
circumstancias que nao forem de armamento sao
pagas no 1." fie Janeiro, a no T de juina, e
quaodo este se d, por exemplo, em sbril, sao
abonados os officiaes do semestre de Janeiro, o
no 1. de julho recebem o oulro.
Se, porm, o navio desarmar em 31 de dezem-
bro, depois de urna com misso, os officiaes nao
tem direito ao outro abono que deveriam rece-
ber no dia seguinla.
xvni
Quando encostro pelaa ras
nsaaaado a tal roupeta,
Julga lago que foi pata
A lei do grande Pombal,
Coaita a sagaz animal.
XIX
Nao guate do ehapelorfo,
Que me cheira Santo Officio,
. Se exigem tal sacrificio
Da familia portugneza,
Don s gambias com certeza.
XX
Direi adeus afea penas*,
Inda que me leve brasa,
Correrei pee Seca e Meca,
E andarei al de socos
No imperio de Marrotos.
XXI
Mas no meio deste qusdro.
Que faz scismsr o toulijo.
Ha, prima, certo feitija
Que dissipa os mos agouros,
Ha theatros, temostouroa.
XXI
Os Carmonas e o el Gordito
Andam hoje as palminhas,
Quem nio v estes capinhas
Tourear um boi malreiro,
E' por falta d dinheiro.
XXIII
J nio ha nem ci nem gato
Que nio conheca os Carmonas, ;
T as proprias primss-donnas,
Raiohaa da jasotada,
Valem pouco mais que nsda.
XXIV
As proprias damas ds corte,
Os marinaques da moda.
Anda tudo em viva roda,
Cordal, ramos, rosas, criv.s,
Palmas, vivas, bravos, bravos.
XXV
Os jactares que Ihea dio
Sao outros tantos trophos; ,
Para arranjar os pttos
Trabalham dias inteiros
Os Matas, os Escoveiros. i
XXVI
Um dos Carmonas, ha dias.
Superior julgou-se lei,
E com que bulaa, nio sei,
Mas um boi sssassinou,
E"o povo se horrorisou.
XXVII
E quera matar mais,
Mas o povo, honra lhe seja,
Nio consenta na pelis,
O Carmona encordoou
E um negro ferro limpoo.
xxviii
O theatro italiano
Este anno nao corre bem,
rouca concurrencia tem,
Tal vez que o mealre, coitado,
Nao d cenia do recado.
XXVIV
O dileUanli da Lisbis,
Nao fcil de eogodar, \
J corneja palear
Com o lacio, nio siogello,
Primas-donas di cartello.
XXX
O grande actor brasileiro,
Joao Caelaoo so chama,
A' quem os tubos da fama
Dio a cora principal,
Sobe ao theatro normal.
XXXI
Veremos que tal sa sahe
Este grande actor di l,
E se os ares di c
Tem a pessima virlude
De lhe alterar a saude.
XXXII
Tambem temos cavsllinhos
E zarzuelas mui bonitas,
Guapas hespanholitas
Seu salero vencer ha-de
As irmaas da caridade.
XXXIII
Divertmenlos nio fallara,
Assim houvesse dinheiro,
Fosse falso ou verdadeiro, ,
So um ou outro eu arraojira,
Outro gallo me cantara
XXXIV
Vamos vivendo, assim mesmo,
E comendo bons peliscos,
Esta Vida tem seus riscos.
Mas se os reis em risco esli,
Os viscondes porque nio?
[Braz Tisana)
ANCDOTAS.
A senhora X... muda de criada, e recebe em
troca urna gallega mais desenvolvida no physico
do que no moral.
Filha minha, lhe diz ella, voc ganbar por
mez quatro cruzados novos, e alm desta soldada
hei lambem de vesti-la.
Na seguale manhia a senhora X... chama pe-
la sua nova criada, mas esta nio responde. Tor-
na cbama-la, e contioua o mesmo silencio. Co-
rneja de novo, e niogaem acode.
J impaciente levanla-se a senhora, e vae pro-
curar a criada.
Ento que islo Catharina ; nio me ouviu cha-
ma-la?
Sim, minha senhora, bem ouvi I disse a bes-
tunta, alargando os brajos, porm, como a mi-
nha ama declarou que me vestira, eslava espe-
rando.
Lia ama senhora nascida em Hespanha um ro-
mance francez, no qual estavsm em larga con-
versa dous namorados, e exclamou :
Que celeuma I Para que falla tanto se esla-
va m sos?
Quando teve lugar em 1781 a representajio da
pnigenia em Taurida, a senhora Laguene, que
deserapenhava o principal papel, estara ebria
ponto de quasi cahir no chao.
Tendo perguntado um dos espectadores so
aquella actriz representara a Ipbigenia em Auli-
da ou em Taurida :
Nao, cavalleiro, lhe respondeu o seu vizinho,
Iphigenia em Chatnpanha.
(Nacao.)
em todos os
assim como tem entrada franca
theatros e di vert roen tos polticos.
Tal vez pareja aos nossos leitores fbula con-
cessao de tantos favores, desacostumados, como
eslao ver a classe de marinha ser tratada como
merece; mas nos lhe garantimos a verdade do
ludo isto, pois que nos bascamos em escriptos,
authenticos, e em ioformajes mui averiguadas.
Anda assim, nao pensem que a Russia tem
abundancia de officiaes de marinha. A vida do
mar lio excepcional, lio preohe de perigos,
que estes grandes favores e previlegios mui
poucos seduzem para abraca-la, e estes pouco*
raramente peraistem nacarreira at o fim ; por-
que precito possuir urna natureza privilegiada-,
urna vocajao decissiva toda prova, para resis-
tir aos iocom modos de todos os momentos qoo
esta vida nos faz supportar, em troca de ama
gloria epheraera, do um sacrificio coastaote.
Menos ainda se devem admirar quaodo lhes
dissermo8 que, em Caldeira, porto do Pacifico
o caminho de ferro que une esle parlo i Copiap
o que percorre urna distancia de dezesele leguas!
e facilitado gratuitamente aos officiaes de mari-
nha nacionaes e estrangeiros, a que estes, egual-
raente era Montevideo lem franco accesso em to-
dot os clubs, onde sao o alvo de inequvocas at-
tenjes.
Estas sympathias gtraes por urna classe Ua
notavel, revellam perfeitamenle que, o povo tem
oinalincto da importancia dos ardaos e nobaes
s officiaes que sabem para servir em paizes deveres que ella lem i cumprir em um elemen-
estrangeiros teem, como ajuda de costo, um an- to, onde, toda a aclitidade, energa, intelligencia
a vigor com que Deus dotou a raja'hosuaa, sao
prepara-lo.para depois semea-Io, EUe a virgen,' Cspitlo de mar e guerra,. 14,000 x, frWOJOOQ
no de sido. Elles tem direito educacio de
seos filhos, ou importancia de 100 rubros (1)
por anno, por cada um.
Se lhes acontece slguma desgraca, como incen-
dio em caaa, roubo, ou prejuizo considerare! por
accidentes naturaea o improvistos, o governo oa
indemoisa generosamente de ludo
Alm disao, gozam da paassgem graUs em to-
dos os caminho da torro o vaporas da Russia ;
(1) Um rubro rale pouco mais oa menos 1*500.
Baalvala, pois, aquella aoaatU i5000Wde|
BOMa moeda. \
indispeosayeis estar em jogo continoasaalSr
A respeito de marinha estamoa ainda mui
atrasados ; ignoramos quasi tudo, e entreunto
ssbe Deus quanto nos convm aprender de-
pressa 1
Tomamos i peilo estudar o fazer estudar a
queslio, inleressando o publico na Iaiiura deslaa
revistas aamaaaea.
Por hoja basta.
E. 4.
PUM.-.TTP. DS M. f. DI f AMA. -!8W.
'-


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