Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06137


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Full Text


' Di? SttTfiM?a>. JNUMF.RO M
Tudo agora depende de nos mesmos; da noasa prudencia, modera-
*o, e energa : continuemos como principiamos e seremos aponlados
com admirado entre as fiaces mas cultas.
Proclamac&o da Assemblea Geral do Brazil.
Suhjcreve-se para esta folha a 3#ooo por quartel papos adiantados
msia'Jypografia, ra das Cruzes O. 3, enaPracada Independencia
t). 37 e 38, onde se rrcebem correspondenciaslealisads, eannuueios;
inslrmdo-se estes giatis, sendo desproprios assignantes, e vindosassig-
Dados.
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidadeda Parahiba e Villas de sua pretendi................. ~. .\
Hita do Rio Grande do Norte, e Villas dem...................(c _c_ .
,.' b 1 tr-n u /Secundas e Sextas reirs.
Dita da hortaliza c Villas dem..........................I =
Villa ile Goianna................. ....... .........../
Cidade dV Oliuda.................. ..............Todos os das.
Villa deS. Anio..................................Quintas feiras.
Dita de Garantiuns e Povoaciio do Ronilo .....................I)ias lo, e al de cada mez.i
Dilasdo Cal>o. Serinhaem. Rio Formozo, e Porto Calvo............dem 1 11, e ai dito dito.
Cidade das Alagoas, e Villa de Macei.........................dem dem
Villa de Paj;i de Flores.................................dem 13, dito dito.
Todos os Correios partem ao meio da.
CAMBIOS.
Setemiio. ".
Londres...... 33 por ifooo ced.
Lisboa....... r,o por 0/0 pretiio, por metal orterecido.
Flanea....... ?>,i res por Iranco nom.
Lio de Janeiro ao par.
UOO Moedas de 6lco rs., Velhas i4.*"oo a lHion
Ditas ,, ,, Novas i.SIHoo a r'i'ooo
Ditas de <|noo r-, .Vooo a Kjfanfk
PKATA Pataccs Rratiteiros.......l'S'n'o a i#)So
_, Pesos Columnarios----------------- lfirio a 1
., ttot Mexicanos---------------------- tf35o a 1/J70
Premios das Letras, por mez I 1/8 a 1 i|i por loo
Hocda de cobre 3 por 100. de disc.
Das da Semana.
93 Segunda-----S. Lino P. M.--------------------Sesi3odaThez.eAucl.doI.de D.daa. t. de na,'
ai Terca--------N. S. das Mercez.----------------Relaro. e A Un*, do .1. de D. da 1. vara de manh.
j5 Quarta-------S. Firmino P. M.----------Audiencia do J de I). da a. v. de nianli.
ari Quinta S. Cvpriieo e Justiniauo-- Re te>s<> da Tliez. e and. doJ.dcD da a. r.
17 Sexta---------S. C .mi' e Uamiiio Irs. Mm. Sessao da Thcs e aud. 1I0 J. de D. da 1. vara.
ao Sabbado S. Vence-No Duque.-------^ Ral. e ud. djJ. de 1). da 3. vara.
ag Domingo S. Miguel Arcanje.- ---------
Mare chela para o da 1$ de Setembro.
As 7 horas e i% minuloida mmh. As 8 horas e 6 minutos da Urde
\
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
SENADO.
Pessao em 91 de Aposto de iflty.
Presidencia do Sr. Diogo Antonio Feij.
Reunido suffieiente numero de Snrs. sena-
dores abre-se a sessao e lidas as acias do a o
e >. 1 sao approvadas.
O Snr. primeiro secretario d conta do se-
guirte Expediente:
Um officio do ministro da fasenda em res-
posta ao do senado, participando que logo que sera perseguido olHcialmcnle pelo promotor
receber as informacoes e esclarecimenlos que acompanhada da parte qucixosa 011 sem ella
se ped i rao ao presidente de Minas, satisfar ao e peranieo juiz territorial, que poder im-
requisitado no referido officio I por a pena deprisaoat um mez sem recurso
Outr do primeiro secretario da cmara dos algum ; e excedendo a um me/ com recurso
Snrs depulados, partecipando que a mesma. para a relago, e eom e'^eilo suspensivo pres-
camara, tomando na devida considerado o lando porctn fianca nos casos em que ella deve
conteudo no officio do senado de 1 \ do cor- ter lugar.
rente decidi pelas ponderosas razes que Artigo 7 Estes crimes prescrevem denlro
se apresentaro que podia sem inconvenien- em "> mezes d' pois de commcltidos.
te deixar de annuir ao convivile do senado, j Artigo 8. O decreto de 8 de marco de
para se uomear a comisso indicada no sobre- 18.16 fica de novo em vigor, e com carcter de
ttilit a~\l-lnffi>*\ *
me do delinquente, 011 algum signal carac- unidos Ibes dar' a organisacao que mais con-
teristit o por onde possa ser condecido :*o pe- veniente for para a defea da provincia.
ero da culpa, o u',ar da pnsao, 011 nome
da auctoridade a quem deve ser remetlido, o
lempo que deve ser conservado preso, data, e
nomedu superior que faz a deprecada.
Artigo 4' Es'a deprecada sera' entregue
ao carcereiro, o qual findo o lempo marcado
da prisao, independetite de ordem alguma,
soltar o delinquente.
Arligo 5. A deprecada, em que fallar al-
gum dos requisitos aqui marcados, ser repu-
tada Ilegal, e por isso nao cumplida.
Artigo h. O crime de injuria e calumnia
dito officio
Fica o senado inteirado.
Le-se o seguate requerimento t
le na parte que diz respeito ao abuso da im-
prensa.
Artigo q. Todo o ornalista sera' obligado
Requeiroque se pecao informacoes ao go- a admittir gratuitamente quer da parte do go-
verno sobre os seguintes quesilos : verno, como na falta d'este, da parle de qual
1. Se o governo se julga auclorisado .quer particular um artigo que tenba por
para nomear juizes de direilo para as provin- im refutar 011 contestar qualquer opinio e-
cias. millida pelo mesmo jornal, com tanto, porem,
a. Se defacto alguns se tem horneado. I que tal artigo nao oceupe mais da quarta par-
S Se, caso se tenlta nomeado, as nomea- te do mesmo jornal,
ces sao sob propost^s dos presidentes ou o Artigo O jury s conbecera' dos crimes
governo leve n'ellas a iniciativa. commettidos por escravos e pela imprensa,
4. Se em algumas provincias existem jui- excepto injurias e calumnias que sero pu-
rs de direilo nomeados pelos presidentes, e nidas pelo juiz territorial, na forma do arli-
eflectivamente oceupando seus lugares sem go 6
previa nomeaco ou approvaco da corte. Artigo 11, Quando em urna provincia re-
5 Se alguns presidentes tem-se negado bentar sedierjo ou rebelliao, ou acontecer in-
a p r o cumpra-se as cartas de jui/.cs vaso de inimigos, quer internos, como ex-
de direilo, que o governo central tenba no- temos, fica o presidente respectivo autorisa-
meado. do para deportar de urna parle para ou-
6. Se, tendo succedido pela afirmativa, tra da mesma provincia os suspeitos de fo-
o que se nota nos dous precedentes quesilos, mentarem ou protegerm os sediciosos re-
que providencias tem dado o governo para ac- beldes ou inimigos, eos pon debaivo da
bar com este conflito dejurisdico. vigilancia da auloridade que para esse fim de-
Paco do senado, i de agosto de 1S09. signar.
Joze Martiniano de A lencar. Arligo 11. O governo central, a vista de in-
E' apoiado*, e posto em discussqo. I formages circunstanciadas dos presidentes
l'ando-se por discudido o requerimento, das provincias, poder auctorisar aos mesmos
posto a votos, approvado, menos o primeiro para deportarem certa e determinada pes-
qUesl0 soa. para certa e determinada provincia que
O Snr. presidente convida o Snr. primeiro menos incommodo cauzar ao suspeito e mais
secretario para oceupar a cadeira e ollerece convier causa publica
o seguinie projecto de iei: Anigo 11. Qualquer deportaco cessa des-
A assemblea peral legislativa decreta : de que cessar a sedieco rebelio ou in-
Arligo Tod"o o superior, sendo desobede-1 vaso de inimigos.
cido o'u de qualquer modo injuriado, pode| Arligo q. O presidente em cada correio
prender o seo subdito que talado pralicar partecipar circunslanciadamente ao governo
por 4 horas, sendo porem o delicto revs- central as medidas que houyer tomado a este
tido de circunstancias aggravantes, que pela respeito, declarando a qualidade e oceupa-
lei merei-a maior pena, passadas as ai horas cao da pessoa deportada eos motivos da sus-
remetter o delinquente auctoridade judici- peita os quaes, sendo frivolos ou injustos,
al competente, com parte circunstanciada do daro cansa a responsabelidade dos presiden-
dlicto para vista del le o promotor offi- tes. v
Arligo t. O governo central, n'estes tres
casos, podera' nomear um general paracom-
maudar as fercas da provincia, independente
do presidente d'ella em ludo o que disser ros
peilo guerra e disciplina do exercito.
Artigo 18. Durante a guerra, s para a
impnsic.o da pena de morte ha vera' recurso
de revista para o militar excepto se o crime
for commeltidono aclo da guerra ou em mar-
cba para o combale Os reos, porem, con-
demnados passada a guerra, poaerao inten-
tar o di lo recurso
ArlLo ip. A forinaco da culpa Hca per-
tencendo ao juiz territorial, c cumulativamen-
te ao |uiz de direilo em toda a comarca.
Arligo o. Ojuiz de direilo, sendo-Ibc rc-
requerido pela parte ou promotor, poder avo-
car os autos crimes, corrigir, emendar os
erros no processo, c determinar ludo qtian -
lo for necessario para a boa ordem do mesmo,
mas nfo sentenciar.
Artigo -i'. O Juiz territorial dever fazer
remessa dos autos no lempo que lhc for orde-
nado \ e o juiz de direilo Ib os reenv'mr lo-
go que n'elles determinar o que lor conve-
l en le.
Arligo aQ. Desde a pronuncia ate a sentenca
seguir-se-ba' o processo anterior ao cdigo
actual, mas nao se admilliro aggravos de qua-
lidade al juma.
Artigo 11. Po juiz territorial appclla-se
para arelacao onde seguir-se-ba o processo
anterior ao actual em casos semelbantes. .
Arligo a4- I''ico revogadas todas as lcisem
contrario.
Paco do senado, 11 de agosto de i83q.
Diogo Antonio Feij.
E apoiado o projeclo do Snr. Feij, para
ser remetlido a commissao especial encarre-
gada de ofTerccer medidas para passificaco
do paiz e sustenlaro da ordem.
Ordem dodia.
Continua a lerceira discusso addiada em
10 do correte da resolu ao que concede lo-
teras s fabricas de Andr traillan! e Joa-
quim 'ose da Silva, conjunclamente com o
parecer c emendas A E d este anno da
commissao de commercio e com as dos Snrs.
Oliveira, marques de Barbacena, c Rodri-
gues de Carvalbo.
discutida a materia, e posta votaeo a reso-
luco nao passa ; nao podendo porlanlo, o
senado dar o seu concent i ment;
O Snr. presidente d para ordem dodia
a continuadlo da materia dada para boje.
Levanta-se a sessao as duas horas da tarde.
PERNAMBUCO.
COMMANDO DAS ARMAS.
par
ciamento denunciar e promover os mais ter-
mos de direito. ."
Artigo 1 Qualquer official de justica
\pnarda policial ou nacional, a quem o supe-
rior o 'endido deprecar se prestara a pren-
der o delinquente, e conduzi-o a pnsao pu-
blica ou a auloridade judicial segundo* a re-
JL< quisico.
Artigo 3. EsU deprecada deve conter o no-
[.
Artigo i5. Todas estas informa73es e
providencias dadas pelo gov*erno central se-
rao remettidas a cada urna das cmaras ao i.
dia da sua reunilo.
Artigo 1 t. O presidente da provincia onde
rebentar sedic o, rebelio. ou houvcr inva/o
de inimigos, durante "wse estado podera' ar-
mar todo o cidado tjjfe menos falta fa a ao
servico publico, e particular; e, depois de re-
EXPEDIEKTE DO DIA q3 DO CORnERTF..
Officio-Ao Exm. Presidente significan-
do-lhe que muito conviria anproveilar a es-
tada dos pedreiros na Fortaleza do ''uraco
por occasiao do concert da parede do Paiol ,
para se proceder to bem aos pequeos reparos
das can'ioneiras reboca ment dos quarlcis:
cujas paredes se biao progresivamente arrui-
nando do callabouco dos prezos de correca ,
edoquarto contiguo tonto mais porque para
a promplificacodestas obras si)se necessitava
de cem lijlos deladrilbo oncluia ped indo I
que fosse mandado um Tanueiro a I ortaleza
do l'rum a examinar se os toneis c'jarras del
raadeira onde se deposito as aguas de consu-l
mo estarloainda em estado de concert ese
pela a firmaliva, que bojivesse de expedir sua
ortlens para que elle, se elfeiluasse ali ouno
Arsenal de Guerra como mais commodo
fosse
Dito-Ao Exm. Tenente General c Com-
mandante das Armas do Rio rande do Sul .
requisilando-lbe a guia do Sargento A pdante
Jorge Rodrigues Sidreira que tendo sido
prezo no aclo de embarcar o seo l'atalho pa-
ra b Rio de Janeiro nao foi possivel aoCom-
mandantc passal-a por ter a a bordo o ar-
cbivo.
Dito-Ao Prefeito da Comarca de Nazareth
enviando-lhe o requerimenlo do recrutft do
Deposito Joaquim Uonicresso e pcdindo-lhei
informacoes acerca de. sua conducta se com
(lcito era casado e se vivia com a mulher
como allegara
l'ito-Ao Inspector da Tbezouraria disen-
do-lbe em resposta ao seo oflicio de *o do cr-
lente que contando o Capito Manoel Joze
de Serpa mais de io annos de servico quando
por t'ecrelo de 5 de Marco desle anno lora Re-
formado competia-lhe a Graduaco de Ma-
jor eo sold neCapito c>mo era expresso
no segundo quesilo do Alvar de iti de De-
retnbro de itl,o que nao fora revogado pela Lei
de oSetemhrodo anno pp.
Dito-Ao Major Commandanle interino da
Fortaleza do Rrum discndo-lbe que icava
scienle da aprescnlaco do Corneta Bomim ,
e da ausencia do Sargento Atnoiim que de
via ser contada dcsta dala devendo o Com-
mandanle da Companhiu enviar ao do Pata
Ibo a competente parte accusaloria se acaso
complclasse os 8 diasda Lei para ser qualifi-
cado desertor.
Uito-Ao mesmo disendo-lhc que as 3 Ho-
ras da larde do dia (t do correte se Ibe a-
presenlaria o Tenente Antonio Joze de SouxP
Cosseiro para acompanbar o prezo Roa-ven-
tura Ferray no passeio que tinba de dar a bem
de sua saudc.
I ito-Ao ommandante interino do 3 Rata-
lbo d'Arlilberia aprovattdo o procedimen-
to que leve o Ce meta J. J. do Rom-fim. at-
lenliis as razoens que expendeo em seo officio
desta data.
Porlaria-Ao Coronel Director do Arsenal de
Guerra mandando d'ordem do Exm. Snr.
Presidenlc communicada em officio de o do
corrente excluir com guia de passagem da
Companbia d'Artiices para o i. Ilalalbo do
Artilhcria. os soldados Antonio Macario ,
Francisco Xavier de < enezes Silvestre de
Carvalbo Ferreira e Theotonio Jo/e de San-
ta Auna destacados no Rio 1 -rande do Sul.
Dita-Ao Commandanle interino do' i. I a-
talhod Artilhcria t anlhorisando-o a receber
c6*m passagem em qualidade de d'aggregados
as Pracas mencionadas na precedente Portara.
considerando-as destacadas no Rio Grande do
Sul.
THEZOURARIA PROVLMAL.'
A Thezouraria Provincial principia a pa-
gar do dia %- al Jo os ordenados de lodos 09
Empregados Provinciacs que esliverein por
receber at o fim deJnnbop. p.
Thezouraria roviucial de 'crnambuco 6
de Setembru de 1 ^ J;>.
Joa Manoel Mendes da Cunha Afevedo.
Thezoureiro.
MUTILADO
NUMERACO INCORRETA


D I
Diversas iit|iiifiiyutiit8.
. ALFAINDF.GA DAS FAZENDAS.
- A Pauta tie a mesma do numero i83.
MEZA DO CONSULADO.
Pauta do proco correle do assucar e algodo
que se nespaeliao na Meza do Consulado
botemhro a 4 deOntubro de 8Jy
Assucar Braneo i. Sorte......... a oo
(( H 'J. ......... t lili
M U i. ......... 1 '(>
iaoo 4> ....-.... e'lSo
Si ......... -jooo
6. ......... i*5o
Dito Mase. ......... 3oo
>-oo t. ......... l'OO.
Algodao I. ......... tito
a a. ......... Moo
3. ......... 41
Jo/.e Mara Cczar do Amaral.
Jo:io Francisco Uuarlc*
IVilores e Conferentes.
O Arsenal de Guerra compra os gneros a-
baixo mencionados.
Inxodefuzil >\ Serra de mao li Ser-
rote grande o ferro 'de galopa de capa 4 ,
dito de plana 4 tiinxa surtida 4 formos
subidos 4*< goivasculvas de polegadas 48 .
ditas de dita direita de dita 4* unvi pa com
seus competentes ferros segura para lanoei-
ro i varrumas cabrees to dilas caixaes 3o ,
ditas de garnko .lo, ferro de junl ira \%.
As pessoas que estiverem as circunstanci-
as de venderem os mencionados gneros quoi-
rao comparecer no mesmo Arsenal a manha
as 11 lioras do dia. O mesmo Arsenal ne-
cessila de 8 Alfaiates, as pessoas que as
mesmas circunstancias estiverem queiro com-
parecer amanha as ii lloras do dia para tra-
laremde seus ajustes.
Arsenal de Guerra %-j de Setembrode 18J9.
Joze Joaquim Coelho.
O Illm. Snr. Inspector do Arsenal de >!a-
rinba leudo decontniclar o forneeimenie de
bom lijlo para as obras do mesmo Arsenal
por todo o lempo que decorar do 1. de Oul li-
bro prximo al o fin de Juuho do anno vin-
douro convida a todas as pessoas a quem tal
contracto conviero compareccrem com asamos-
Iras no dia a do correte pelas 11 lloras da
manba, na caza da Inspeccao acompanliadas
dos respectivos, fiadores"; 11a certeza de que. o
contracto ser realizado com quem por menos
proco fornecer este objeclo.
Inspeccao do Arsenal de Mariuha de Per-
nambuco cm a de Sclentbro de l83u. .
Alexandro Rodrigues dos Aojos.
Secretario*
Em virtudodo art. ;6 da Le Provincial
n 74 de o d* Abril p. p. .pela Administra-
cao Fiscal das Oliras h ubi cas se hade com-
prar a quem por menos vender os gneros se-
guintes para a obra da Cosa da oficia a sa-
ber : ooo lijlos d'alveoaria Poo tcllias .1o
al i uei re* deca -t tabeas de forro de louro ,
> ditas assuallio de amarello 5o caibros de
2o ao d'.uas de ripas.
A. F. de Moma.
A. F.
EOITAL.
A Cmara Municipal desta Cidade doRecife.
Faz sabor que no dia 3o do correte se ha-
de arrematar por lempo de um anno limpc-
za das 4 Pontea do Recife Boa-vista Alio
gados c Molocolomb e o fornecimento de
azeile para as luces da Cadoia desta Cidade lu-
do quem por menos fuer.
Igualmente hade sor arrematada Ale-
ricao o reviza cm lodo o Municipio, Ribei-
ra do Peixe desle l'airo de Santo Antonio .*,
e do repezo nos Assougues desle Bairro e do
da Boa-vista ; os perlundentes devero com-
parecer na Caza de suas Sessoens hahelita-
dos com fiadores idneos na forma da Lei.
E para que chegue ao conhecimenlo de to-
dos se maudou publicar o prezenle.
Recife em Sesso ordinaria de a 5 de Selem-
bio de t3g.
Joze de Barros Eale.o de Lacerda.
Pro-Presidcnle.
Francisco Antonio Raliollo deCarvalbo.
Secretario iolerino.
penas litemos um Jornal ^do Commercio de 3o
de Agesto, noqual a penas deparamos a pro-
rogawo d Assemblea geral por mais um me/..
Temos ouvido fallar de uin novo ministerio,
ltimamente prganisado porem "nem vimos
cartas, nem ga/.etas, que isso annunciassem.
A corveta Regeueraco (segundo di/, urna earT
la ) tinba partido .para osla dousdias antes da
saida do navio recemebegado. Ueve por tan-
-lo estar aqui lodos os momentos.
(Crrelo Mercantil)
Noticias Est Na Sessaododiaa [Julbolna Cam. dos Lords
suscitou-se um inleressanle dolate provoca-
do (fras soguintos intei pellacoos do Marque/,
de l.onderry relalivamenle as cousas de lies
pania :
" Se na opiniao do Governo, havia al-
gum emponho entre a Gra-Bretanha e a
Franca por disposico do Preciado da Qua-
drupla Aliianea, que impedisse que a Ingla-
terra Potencias alliadas para a pacificaeo da Hes-
panha ? Se a Gra-Brelanlia v a Franca se
nao achavam exactanvonle na mesma postead
como as outras Grandes Potencias, ouse elle
devia entender que a (ira-Bretanha e a l-raca
monopolisavam o arranjo dos negocios de lles-
paulia em opposic5o Convenco do ly l5 ? Se
o Governo de S. M. ten iona.* o escindir dos
beneficios da Convenci acordada por media-
cao de Lord El rot ou applica-la feralmente
aos bandos de ladroes e bandoloiros que
devastavam o paiz ? E, or ultimo se era
da intencao do Governo dar passos mais de-
RAHIA-
Pwlo nano ebegado do Rio do Janciro; a-
cisivos para o pagamento da Legio Auxiliar
liritanniea ou para alcancar do Governo
llespanholo pagamento do juro do dinheiro
devido quelle?.,
O ( onde de Clareadon (lia pouco Ministro
Pritannioo na corle de Madrid dolmixo do ti-
tulo de Sir John Villers) respondeu ao preo-
pinante e entre oulras colisas (Jsse que um
dos molivos que baviam movido o nobre
Mrquez a fazor aquellas inlerjiellacOes era
o carecer de auxilio a causa (a de U. Carlos)
qu elle interpellante tanto tinba a poilo |>ro-
toger e que o nohre Mrquez havia feilo a-
quella moco nao tanto por deseiar ver ter-
minada a guerra civil; mas por temer que se-
11:10 se verificisse q auto antes a intervenio
iue elle tinba orn vista ehegaria j; tarde pa-
ra a rousa da sua predilcecao. Constava ,
disse o nobre Conde que exisliam gravsi-
mas dissenses no* campo de l). Carlos, e
que esto tractava de urdir urna vasta intriga
contra M a rolo em quoni afleCtava ter conli-
anca mas a quem detestara cordialmenle
Passou depois S S. a descrever mui hbil
me teas faganhas de Marolo. e a alfeicao que
o una a U. Carlos e adverliu irnicamente
q ue -.- -
O resultado destas circunstancias era ,
como moslrava a correspondencia interceptada,
que nunca os negocios de ti. arlos estiveram
em peor estado que agora Que tal era a opi-
niao de muitos Carlistas influentes, lano den-
tro como lora de llespanha ; e que por ventu-
ra este facto era o que imbuir o nobre ar-
quez a vir ; cmara lan;ar o son escudo so-
bre l>. Carlos, propondo a meliaiao das
grandes Potencias, o que leria o elcilo de col-
locar a I). Carlos 11 um p de igualdade com a
Rainha.
Lord Clarendon recopilou depois o que se
fuera a fim de induzir as Potencias do Nor-
te a empregarem a sua intervencao para que
*l). Carlos puzesse termo s atrocidades de se-
usGeneraes, eas dimcul.lades que empecan)
qualquer inlerpcsico da parle daquellas Pu-
le ncias ,
Em seguida alludiu o orador ao plano de
casar o filbo de I). Carlos com a joven Rainha
de Hespanha o que maoi'oslava urna crassa
ij'.iiuraucid dos negocios uc Ies|).in'ia. a Ln
primeiro lugar, disse elle estabelece-se co-
mo condicao necessaria urna desistencia de di-
roitos de ma e outra parte, o que de sorte
alguma se podia esperar. Tudo o que nao
fosse o dominio absoluto sobre o povo Ilespa-
nhol nunca satisfara a I) arlos ou o par-
tido fanal ico em cnjis mos eslava ; nem elle
quercria abdicar o outro qualquer os seus sop-
rostos direitos mais depressa que cm seu filbo.
'or outra parte nao era de esperar que a
Rainha Regente de Hespanha quizesse ver sua
filba condemoada a urna vida desdilosa ou
repet' ao das coosequencias que se seguiram a
um similhante contracto entre D. Miguel e a
actual Rainha efe Portugal. Porem abstra-
hindodostasdifficuldades como se proponha
que se etleiluasse aquel le plano ? Como que
so esperava que se verificasse urna unio entre
passoas que 'representavam dous principios
adversos que j haviam servido para supu-
tar a Hespanha aos horrores de'urna prolrabi-
1 da guerra civil, e na qual os diversos parli
distas estavam tao enearni-ados como sem-
' pre ? A consumacao de-similhaiite planosert-
ria s para seir.ear o germen de cierna discor-
dia naquelle mal fadado paiz.
S. S procuro 1 depois moslrnr que nunca
bouvera equivocaco maior que sup|)r que os
Hespanhoos nao estavam preparados para.urna
consliticao li- re e para a refutar alludiu as
suas iosliluicoes municipaes. Declarou-
se convencido de que se I). Carlos podesse
ganhar o llirono ( cousa impossivel ) faria
mais em um anno para tornar odioso o gover-
Uomonarchicodoquepodiam etTeituar todos
os argumentos dos seus inimigos.
A falla de Lord Clarendan, abundante de
principios de urna polilica sa e Ilustrada, im-
pressionou fortemenle como devia a C-
mara onde foi pronunciada ; e o propno I tu-
que de Wellington depois de congratular o
orador a respeilo do primor do seu discurso ,
passou a contestar que a ra/o pela qual a
(ir-Bretanhanao podia obler a inlervenco
da grandeallianca era por ella ser parte belli-
gerante. Disse mais que se os alliados nao
iaviam reconberido formalmente a Rainba ,
estavam disposlos a fazel-o.
Os jomaos Francezcs discorrem largamen-
te acerca dos acontecimentos do Oriente.
A (ateta de Franca d a seguinte rolacao
da Ralalba entre o exercito Otlomaiio e o Fgy-
pcio : c
* O exercito Turco ncrupava urna forte
posi 5o em Ne/.il. Ibrahim que havia rc-
cebido de seu pai licenca de atacar queria
acommetter a posico pela frente ; porem So-
liman Bey [ o Coronel Selves ] conseguiu re-
primir o seu ardor e acordou-se em" mano-
brar para allrahir o inimigo para lora dos
intrincheiramontos. Os Egypcios fizerm
urna retirada simulada e o Seraskier Ha-
fiz l'acb mandou apoz ellos urna forte div)-
zao de cavallaria, O primeiro oorpo que esta
alcancou composlode Beduinos, debandou
conforme a ordem que recebera e o Seras-
kier imaginando que seria fcil derrotar os
Egypcios avan ou com todas as suas for as.
Desta sorle abandonou a sua posicao fortifica-
da, e dous formidaveis reductos construidos
por ofliciaes Prussianos de que se esperavam
grandes vanlagens. A fim de attrabir os
Turcos para maior distancia do seu campo eo-
trinclieiado, Ibrahim e Solimn continuaram
a retirar-se durante duas horas at chegarem
a um campo de batalha que o tacto superior
de Polvos escolheraantecipadamentecomo mui
favoravel Occuoado o terreno o exercito
Egvpcio voltou de repente caras ao inimigo e
valendo-se da nalureza da posico lormou-
se em massas compactas a infantera no cen-
tro a cavallaria e a arlilberia ligeira nos
Bancos e carregou vigorosamente os Tur-
cos, que ficaram altonitos deste ataque repen-
tino e principiaram a desordenar-se. To-
dava o Seraskier avancou para a frente, e
pelo seo valor e bravura docorpoque o se-
gua remediou anda por algum (lempo o
erro que commeltera Infel:zmente para elle
a sua arlilberia grossa nao pode transportar-
se eas pravasligeiras dos Egypcios dirigi-
das por olliciaes Europeas e auxiliadas por
opportunas cargas de cavallaria pozerara os
Ottomanos em completa desorden). As alas
destes estavam demasido eslendidas e as tro-
pas excitadas pelo ardor com que baviam
perseguido o inimigo nao baviam conser-
vado urna ordem de batalha regular e por
isso mal puderam resistir; e a este lempo
algnns corpos de rabes, quepbrabim re-
lirando-se deixara de emboscada ; direita
e a esquerda oairam sobre a retaguarda dos
Turcos e os puzeram em completa derrota,
A desordem lornou-se tal que o* soldados
Ottomanos arrojavam as armas e fugiam na
maior confuso Parte das tropas procura-
ram p.anba? cura vez pesse do campo i:ili
cheirado ao passo que a outra acuda aos
vaos do Euphralcs. Parece queum grande
numero dos fugitivos conseguiram escapar ,
e que amalan a nao fra, lo' grande como
era de esperar. Entre tanto o arraial arli-
lberia bagagem e at as espiugardas do
exercito Turco caloran) as inos dos Egypcios.
Q Seraskier levedo pela derrola geral pode
anda atravessar o Euphrates. OJcaVallo era
que a, ferjdo de urna bala no pescoco,
cabiu esvaido em sangue 110 meio do rio ,
e teria desapparecido com o cavalleiro se
um joven" Amano montado n'um pequeo
cavallo Epirola nao segufasse o eraskie.
pela cintura fa/endo-o cliegar salvo a mar-
gen) opposta. Tro/, horas depois eslava Ibra-
him descancando na bar Ai de llajz l'aclw.'
As noticias de Par/, davala mais recepte,
alem dos pormenores do desbarate de Hafiz Ba-
cila referen) que a esquiara Otlomana de-
haixodasordcnsdoCaiito Bacha Achmed ,
se fuera de vela dos Uardanellos no da a de
Julho: que o Almirante France/ a deixara
passtff 4 que o Principe de-lainviHe ebegara
a Conslantinopla para confenreom o Almiran-
te Roussio. ., .
O Jornal de Esmvrna confirma a sania da
esquadra Turca e janla que ella fora en-
contrada na latilude de Meara navegando
para o Sul.
(Do Diario do Governo de Lisboa.)
REIROSPECTO.
Contnuao anda a ser a Turquia e a Hes-
panha o scvlla e caribdes da polilica e da paz
Europea. No Oriente huma batalha e hua
morte parece que pioduziro apenas o ad-
diamenlo e nao ofim da crise deplomalica en-
tre as grandes olencias he este o sentir
quase unnime dos escriptores : para oulros
que iulgo tdo ultimado se Ibes pode ollerecer
assc"i)inles observatOes. Nem a morte do
Sul'ao Mahmoud nem o desbarato do seu
Peneral Hafish-Pach em Anlil) fclos Egip-
cios de Ibrahim filho do Buch do Egipto se-
tao o termo definitivo da qesta*o onenlal 5 por
que esta queslao he realmente a lula enlre a
Russia e a Inglaterra sobre o predominio da
India i questo que accedem a rranea
pelo lado dos principios a Prussia e Aus-
tria pelo receio do augmento de hum poder ja
muilo collossal F por que be que d huma
causa puramente Aziatcacomo a evacacao das
iropas Egipcias da Syria que de parle do
Divn se exiga e do reconhecimenlo heredi-
tario da Authoridade de iMehemet-Ali que
esle pretende, por que disto se formabsou
hum protocolo onde eslava e onde esla anda
inscripto a paz ou a guerra geral do conti-
nente ? E por ventura demiiiuirao os simp-
tomas d'bum conflicto ? Quahdo se nos di/. ,
que os negocios do oriente parabsarao dao-
nos os mesmos jornaes a noticia de que a Rus-
sia se prepara seriamente para entrar em huma
fraude guerra que fretou 1 o embarcacSes
para o transporte de tropas que sua esqua-
dra do VJar Negro se acbaem p muilo respei-
tavel ; e que duvidao que taCs preparativos se
derijo contra a Srcashia como em apparencia
se desenvolvem. Por outro lado o amor de
Mora militar com que se nos pinta o Jo\en
Sullo Abdul-Medjid sucessor de Mahmoud
ficar muilo submisso rom o desharalo dos seut
70 mil Turcos por Ibrahim ? Concluiremos
pois, que contra a espectaliva commum a
quoslodo Oriente se acha no seu enligo p, e
talvez mais complicada :. e que a interferencia,
amigavel da corte d'Austria offerecendo-se para
tboalro d hum convenio nao ser lo conclu-
dente como huma decisao sobre o Mediter-
rneo. .
A respeilo da Hespanha as noticias sao sem-
pre paliativas, queixas contra Espartero,
quexas e censuras contra o Ministerio gran-
des intrigas para as eleices, acomnanhao
sempre a devaslaco ehinsular. A duracd
da guerra Carlista parecer sempre lu m phr-
noneno a quem-no rcflectir que tambem a
sua origen) nao esl em Hespanha Uando
! os peridicos se afano por inculcar hum con-
veoio enlre os grandes Soberanos da Europa
para lorminacao da guerra civil nao annuu-
cio ellos mesmos alguma cousa de modfica-
1 ces no seu Paiz ? A nao ser islo que cum-
pria fazer-se seno o reconbecimento da Rai-
nha em concorrencia com a Franca e Ingla-
terra Mis remetemos os leiloics para a
trauscrtpcoes que iremos dando sobre os ne-
gocios da Hespanha e por ellas vero que
esle bello paiz ainda nao est salvo nem
livre. -
As noticias commerciaes da Franca nao sd
agradaveis ; 4(i quebras de casas algunjas
d ellas concideraveis os symiomas de desor-
den) em Marcelha e o surdo descontenta-
menln contra o Roverno do Re sao apenas
compensados por algUs objeclos de grande
interesse nacional. O Canal dos Pirineos be
cortamente huma empieza de epocha O pro-
cosso e sentenca de Barbes o ebefe dos revol-
tosos de i> e *t de Maio atrabio a publica
attenco. Jarles fo difendido no tribunal
dos Pares por \ r. Arago : apezar da eloquen-
cia deste eximio orador o Reo leve sentenca de
morle por ia5 votos contra aH* O Re com-
inutouapena em gls,perpetuas. Madama
Charles irma de Barbes levanlando-se dos pos
deLuiz-Felii.pe ioi olla mesma noticiar a seu
irmoa modifieaco da pena. Eis as palarras
que elle prolerio qnando ouvio a sua irmaa -
Luiz Felipue se moslrou mais generoso do que
eu espera>a: seguramente mereca eu a mor-
le 1 hum sentimenlo de honra mo faz de-
]', clarar, facip de,, mn o que quizerem j


MUTILADO


|J10-
que eoncluo a menta carreira poltica ,
>, heide observar esta especie de pacto, que o
,, <,o%ei-no acaba de l'azer contigo no acto de
" ."r-me a vida. Barbea he hum
pnetario de o mil crinados de renda. -
A respeilo de Portugal copiando mis o s
guite trecho d'l.um artigo do Nac...
ver-ser- que. alise nao conciderSo os negocios
publicse bella aparcnna -, od.&mos
comecar este artigo como amigamente di/.en-
Ministeno nao presta por que em

da de i
destruir a
nossas colonias
ver-
cometa a tomar-se nsupporlavel oma-
rasmaeinqueseacl.oos negocios do Estado.
Ha da parte do Govemo Ingiez huma seria
v.olacao do Direito das gentes cm o lira. 4*
>sa navegaco e de perder as
, lia demonslracjes do overno
do Brasil tendentes a prejudicar gravemente o
nosso commercio e apezar de se tornar indis-
pensavel a adopcode medidas enrgicas-ludo
dorme nada se faz a fim de que quaudo
accordarem seja tarde para remediar o mal
que nos esta iminenle., Tinbo sido enser-
adas as (orles e aiud fallou esta vez a Lei
de orcamento.
Ca rapuce i ro
O homem em conscqucncia da culpa original
he mais propenso a facer mal do que a l'a-
zer bein.
O meu N prximo passado desagradou a al-
guem na parie em que profer-, que a nature-
za humana tem mais pendor para obrar mal,
do que para obrar bem. Sci y que a minba
proposico nao est de accordo cora a escola
philosophante do ultimo secuto a ponto de
que J. J. Rousseau procurou sustentar que o
homem nascera bom e que o estado social foi,
que o perverteo mas tal absurdo he insuv-
tenlavel; e se recorrermos ; experiencia se
consullarmos allenlamente a historia do gene-
ro humano convencer-nos-hemos da verda-
deda minha proposico.
Quem nao recoiihece no homem essa triste
inelinaco que vai gradualmente des da sim-
ples indillereuca em ver soll'rer osanimaes,
des d'o simples prazer de ver matar al o mais
imperios (lesejo de matar? A sensibilidade pare
'ce repel ir esta doulrina; mas nem por issodei-
xa ella de ser muilo real. Observa-se nao s(')
em os meninos como em os adultos nao s
entre homens rsticos, como em os que livera
educac,o que huns sao sensiveis outros in-
diirerenles a os padecimentos do seu prximo ,
e alguns al achao prazer em atormentar osa-
nimaes. emos'ver padecer, sem que isto
proveuha de nio habito ou de m; educac,o;
e fcil lora citar nmeros cxemplos, em que
esta inelinaco ojiando bastante enrgica .
temdeeidido a varios sujeitos na escolha do
seu estado. Hiim eslucJante, por ex. hor-
rosisava militas vezes a seus condiscpulos pelo
gosto particular, que toma va em atormentar
insectos aves e oulros animaes; e fiara sa-
tislazer esta inelinaco como elle uicsmo d-
zia, dedicou-se ; Cirurgia. Hum aprendiz
de boticario experimentava lao viole* pendor
para assassinar, qu offtirrceo-.se para carras-
co. O filho de hum mercador dominado do
mesmo seiitimerilo aoraeou a profissao de car-
mceiro e outro quedes de menino goslava
ardenlemenlc de furlar, nao quiz outro modo
de vida se nao a do Foro.
Cavalleiro Selvin fazia lo cias para se por bem perlo do padecen te. que
a para o suplicio ; e do celebre Coudanrine
conta-se ; que hum dia fazendo exforcos para
romper a mullidlo, que seapinhoava na praca
das execucoes -, c sendo repellido pelos solda-
dos o carrasco Ihes disse Deixai passar a
este amigo que he hum dos amadores destes
espectculos Hum Padre Hollandez tinh tal
gusto por ver matar e malar j que procurou
o poslo de capfello d'hum regiment s jtera
ler occasi de ver destruir maior numero de
iioineiis : p pm la casa crea va rsuiics animass
lomeas e quando estas pariao torhav por
iverliir.entodegolar-lhes os filhnhs: cor
respondia-se com lodos os carrascos do paiz e
fazia a p viagens de muitos flias para assislir
s execucoes. dos padecentes de moneira que
bs algozes faziao-lhe a disliucla honra de o por
sempre ao p de si.
E o que diremos da mor parte dos salteado-
res que uo contentes de roubar mauilslao
a inelinaco sanguinaria de atormentar e
malar sm necessidode ? O lamoso assassino
Joo Rosbeck nao se I mita va como os seus
cantaradas a maltractar as suas victimas a hm
deque conlssassem onde tinha escondido os
seus thezouros e exercia os mais horriveis
crueldades s pelo gosto de ver o sangue, e
ouvir os gemidos das muheres, dos velhos,
menino. No eomecodo secuto passadd ap-
parecrao innmeros assassinios na Hollauda hermais, do nu os spiis maiores
em as fronteiras do paiz de Cleves sem que
se podesse deseobi ir o auclor de tantos Crimea :
a fim suspeitrao d hum velhoe mau rabeqiiis-
la quecostumava andar por aquelles lugares
tocando nbeea em casamentos do c.im|K) Fc.i
preso o funeconista e levado ; presenca do
Magistrado conl'essm ter perpetrado sessenta e
qualro assasssinios, asssererando com desl'aslio,
e alac idade que o fi/.era sempre sem motivo
algum de inimisade, sem nlenco de roubar,
eso pelo grande prazer que lhe causava o
matar.
Luiz r5 diz oSr. de Lacretelle nasua His-
toria de Franca tinba bem fundada averso
a hum irmo do Sr. Duque de Bourbon-Con-
d Conde de Charolois principe (pie re-
novarla todos os crimes de ero se a desgra-
cia dos poros quizesse que chegasse a reinar.
Nos mesmos brincos iL sua meninice j; mos-
Irava hum patnelo de crueldade que fazia
tremer. O seu maior prazer era atormentar
animaos e exercia em seus domsticos violen-
cias feroces ; finalmente o seu melhor diver-
limenlo era alirar a pedreiros s (tara ^ter o
goslO de os ver cair dos andamies ou dos le-
li.adoS. ,
O quadro do genero humano he hum qn'a-
dro de horrores como nos lestificao as pagi-
nas da Historia de todas as Nacoes Onde ex-
iste hum s espaco da Ierra que nao estoja
tinelo de sangue humano l'ara prova desla
verdade basla ler a historia do povo escolhido ,
adosliregos, e Romanos, o descobrimento
d America, principahnenle de uba do Me-
co e do Per, a da Inquisico, das uer-
,. 4 11..!:._:-_ ____. n- -i."
ras
deRt
como as Nsperas Sicilianas,
giao,
oS nartbolomeo e cima deludo
as car-
nificinas da Revoluco Franceza. Por Inda a
parle s pisamos em camjKts de balalha por
toda a parte nao encontramos se nao foguei-
equules, e mil inslrumeulos de
ras
rod
as
tortura inventados para destruico da especie
humana : e que immenso cathalogo de ma-
chinas de deslruio np peja os arsenaes de
guerra de todas as Nacoes !
Como he horrivel a hislofia dos Pespotas ,
eTyrannos, quer estes seja Monarcbicos ,
quer populares D"aqui vemos hum Caligula,
que manda corlar a lingoa a innocenles e en-
trega-Ios a leras ; que obr'i;a os pais a assisli-
rem ao suplicio de seus filhos, ou vicc versa |
Hum Principe da Italia (inlia huma ci ni-
panhia de comediu'les', a qtiem estova sen-
pie filiando com os pagamentos. Hum dia
mui salislilo. da epresentaco diise-ll.es
- ., Nos sois muilo b^nsedmiets ,, Sim meu
>eria de eus d.reilos subhmes e de sua Sr. ( mpondeo o bufo 1 ello bofo que tal-
n ive degradac*). No estado a que se v vez por isso seiamds mpagaveis.
to entes eslao lianq litios no lu;;ar qn oceupa;
lodos sao sin. de ,iedados mas o igiiora ; so
o homem lem esle senlimenlo que lie ao mes-
mo lempo prova de sna grandeza e dtj sua
in'
ineii
redu/.ido, elle nem tem atriste felicidade de
gnorar-se: he-lhe mister conteniplar-sesem-
pre e nao o pude fi/er sem envergonhar-se:
sua propria grande/a o bnmilba : [ois que as
suas luzes que o elevan al ao airo, nao ser-
ven! se uo de llie mostrar em si prn|M'ns abominaveU, que odesiindiao na classe dos
brutos. File busca no lundo de sen ser algu-
111:1 |'"re M sem que a |ssa enconfrar ; por-
que o mal lem manchad^ ludo. Klle he hum
bgregado incomprehensivel de duas potencias
ditlereiites e incoinpativeis ; centau'o mons-
truoso que sent ser o resollado d'al;um cri-
fwr isso sejamos imp.i_
- Hum viajante irespa'ssado de fri por
mu li chava, que levara, chegou a huma
Mi.lagein laocheia de genle que o homem
nao poda chegar-sc ao 'fog para aquerer-se!
Neslc aporto eliamou o'estalajadeiro, e Ihe | e-
dio mahdsse dar hum grato tic ostras asss-
da-ao seu cavallo. ,, Fcoii o estalajadeiro
espanlado ; mas o homem iiilimou dizendo-
lh<-: faca o que I lie mando. Nao hoitve quem
nio quizesse ir ver o cavallo'corr'er ostras : lu-
do parti |>ara a cavalliarice. O viajante apro-
veilou a aberla 5 tomou o melhor lugar junto
ao liigo ; e quando o dono da casa voflou com
medesconl.ec.do d aljama mixtura detest i- as ostras dizendo que liem qui/era aixistar
vel y que o viciou at sua mais intima essen- que cavallo nao romia ostras ; espondeo Ihe \
cia' que nesle caso as comera elle e assim o fez
Contemplemos o menino entregue a si mes- com geral aplauso,
mo, e vererrfbs, que malignidade, e que
pendor para a deslrui o Kssses filhos da na-
ture/a, lao trabados dos philosopbos, que
51a
nunca os virio
S0C1BADE TMEaTRAL.
F.'omingo >o o Fmprezario far representar
. e visitara qu pahfOe* ler- a Pe nova aininlio Escuro Drama as-
mis os domina que perfidias que exercem, tn sublime e que miiilo honra a boa escolha
que cruezas, que praticao! Finalmente quan- da Direcco. Duelo Forluguez Farsa -A
do ojho para todas asas-.oria^es humanas, e Villan Fidalga. -
concidero as leis preventivas ascaulellas, e
segu-ancas, que se toma em quasi lodosos
contractos as medidas |olciaos as fechadu-
ras de segredo os grossos ferrolhos as portas
das d

COSMOHAMA.
Novos pain'eis.
Hoje -jR tara lujara segunda < xposicao das
ctiapeaas de ferro, as gargi^beiras as cor- novas vista, que exisliro ex postas at sab-
rentes as masmorras &c. &c. o que de- hado 4 deoufuhro
que o homem pro-
' que ira pra-
verei concluir se nao ,
pende mais para fazpr mal do
licar o bem ? E tanto he isto verdade qn
se se elimjnassem da lace da Ierra a educaco,
as leis positivas e princip.ilmente a Religio ,
os homens mais sanguinarios que os leo-,
pardos, e tigres devorar se-ia reiproca-
A Boberba columna de Traano em Roma.
A vista do porto e cidade do Rio de Ja-
neiro
Tomada e incendio de Moscou
de Napoleo com a Rnssia
As catacumbas de M.h lia .
O soberho mohilmelito de Belem em Lisboa
na guerra
mente, eexlinguiria a sua propria especie, obra por si s capaz de levar a mmortalidade o
seu fundador.
VARIEDADE.
Calembour.
Hum Mairc de certa villa em Borgonha ti-
nba por esse ttulo direito de assento nos Es-
tados da Provincia-, e de comer ;i mesa como
A cidade de M drid da ponte de Segovia
Com estes paincis lem lam em mais seis es-
colhidos entre os da primeira colee o.
A drectoi a espt ra continuara merecer os
obzequios dos amaveis habitantes desla ci-
dade.
O Cosmorama est patente das 6 as 9 horas
DtX
*'l>o.
. Principe quando este ia presidir aos Estados,
que dominado de todas as furias do inferno ; Era o tal vaire hum bom ram|mne-/ de frica
chegaaprofenrodesejodeque Roma livesse j figura ; mas nao destituido de espirito Os da tarde.
huma garganta para a poderdecepar d'hum s pagens que serviao mesa do Principe, --------- .
golpe! U'alivemos hum ero, que manda quizera diverlir-se i cusa do lio'm homem;' A VISOS
envenenar a Britannico tirar a vida a sua porque apenas Ihe mettnfS hum prato tira- _____________________________ _
propria mai que divaga de noile pelas ras j vao-lh'o mmediatamentc sem que o Mir c^- O Sr. Gabriel Antonio diriia-sc ao so-
e lugares de prosliluico accompanbado d l.u- livesse lempo de tocar na comida : mal tinha- bfera da quina do beco do 1 arcereiit) na ra
ma mocidade dissolula com quem espanca o servido com huma aza de.galinha quando do Rangel a fim de Ihe ser entregue a quan-
rauba e mala ; que sacrifica a seus furores forao a.lirar-lbe o pralo ; mas o nosso lio:nem lia de .oooo rs por ordem do Padie \ iceu-
(Jclavia sua esposa, Sneca seu mostr Bu r- \ com o cabo dogarfodeo huma forte pancada te Ferrer de Albu.,iierque Professor de Fa-
lli, Ptronio, Encano e Poppa sua ama- nos dedos do pagem quolbequeiia pregara lim da Mlla de Santo Anlo.
sia 5 que poe logo a os qualro ngulos de Bo- peca ao que disse o Principe que at alise t=> Antonio da Silva (i u maraes com loa
ma e sobe-se a huma torre mui ele'ada pa- fingir distrabido Que he isso Sr. Mairo ? de quir.fiuilharias no atierro da Boausta.
ra d al 1 asen gosto gozar desse lerrivel es pee- Poisespai.ca os mens pagens ? Nao, meu Sr.. vendo no' ario dehonlcm 77 do crlenle um
taculo; que manda untar de cera, cd'oulras (espondeo) : eslou-lbes ensinando a ler para annuncio de urna pessoa de ighal nome que
materias comliusliveis a os Chrislos e orde- nao lomarem A A (azas) por OO (ossos O Fe relira desla Prca declara que nao he el-
na sejao queimados de noile di/endo por Principe rio muilo do calembour c fez cessar le e sim outra pessoa de igual nome
chasco, que aerviriaS d'arcbotes, &c. &c. a brincadeira xy O abaixo assignado faz saber a (odas as
1) acola vemos hum Luiz 11, filho ingrato,! ancdotas pessoas a quem a deciaraco dsle possa inte-
desnaturalisado, e rebelde ciijo pai morreo I Prega va hum frade Bernardo hum Sormo ressar, que vai vender os seus engeiibos de-
do susto de ser assassinado por elle. As obro- i de Cuaresma e quando ebegando ; perora- nominados Ilapirema de Cima e Piluassii,
nicas dessas eras-meneionn para mais de i cao pegou do Santo Cbrislo para fazer as suas no termo da Villa de Goianda cuja venda se
mil cidados execulados por sua ordem quer exclamacoos vio. qu o povo ia sa indo de iib realizar sem que primeiro o niesm abai-
publica i quer secrelamenle. Esle monslro | tropel em busca d'hum peloliquoiro que fa-j xo assignado salislaca todos os dbitos, que
raca, ou alias jiessoas
que pelos mesmos se responsabilize da mesnia
maneira (juc heobrigado
Manocl Rento Machado
tC OfTerece-se iim rapaz brasi eiro para ca-
xeiro de qualquer negocio, do que lem platica,
e mesmo .iescrever em algum l artorio, quem
precienr annuhcie.
tsy Dezeja-se saber nesla praca quem se
jan os Correspondentes dos Snis ladre Je-
rnimo Rarrciros Rangel, Padre Alexndre
Pedro Somos Francisco Pereira de Abroo
do Engehb SrnHem Fr::;;cisl0 Amonio
Esleves, do Engenho Gameleira e Manoel
Joaquim de Mertdonca morador no En
genb de Santa Anua, os mesmosqneiro an-
nunciar suas moradias para se Ihes falar a ne-
nogocio.
vrj- Offerece-se hum rapaz Brasileiro de
idade de -to anuos para cnixeiro de botiquim
011 venda do que tem bastante pralica e d fi-
ador de sua conduela t quem do seo preslimo
se quiser utilisar dirija-se ao lugar oes Ar-
rombados de Olinda em capa de anoel Joo
de Lima: ou na ra Nova junto a Ponte
D 36.
%ZT Quem precisar de allugar huma escra-
va, para lodo o servico de casa e roa, que, en-
lende de todo o serviro dirija-se a Solidada
pasandd o corredor do Bispo venda d qui-
na.
quando punha os reos em torturas coloeava- zia as suas ligeirezas no paleo da Igreja ,, On- '. lem oonlrahido nesla
s por dolraz d'huma rotula : em torno de seu de idos meus irmos e irmas? Parai
palacio s se via forras e elle mesmo assislia este ( mostrando a Imagem) he, que he o me-
as exeences de suas vingancas. Quando Ja- Ihor dos polotiqneiros. ^
ques d Arrrtagnac, acensado do crime de lesa
majestade foi suplea(|o ordenou que os
filhos deste infeliz se pozessem debaixo do ca-
da falso a fim de que sobr'elle cahlsse o san-
guedeseu pai. Enlro tanto o perverso Luiz
- Outro ajudando a bem morrera biim rus-
tico que to como o viss delirante sem allender ao Gru-
cifixo que Ihe appresentnva e s fallando
no seu cavallo russo passeiro no sen alnso
1 i andava sempre coliorlo de vernicas, al no cafregador &c. ; abalou-o com huma rnab ,
Chapeo Irazia huma imagem de N. Sen hora de je leudo na outra a Imagem do Sr dira 00
chumbo; pedia a Dos perdo de eus assassi- moribundo ,, Meu filho deivai-vos dessos
S.CS, C iSpS CE C.S3S .";;;;;i-!i OVC:>. pCUSSii'MltS iitiikiimis ; ponde OS clhos 1108I6
Que horrorosos crimes nao
II,
russo pomho pegai-vos com oslo que he o
cometterao os
Syllas, os Tiberios os Domicianos os Mar- verdadeiro alaso oarregndor, &c; ,,
oos-Caios os A indianos os CaracaJIas os
Septimios Severos os Henriques X." e as
Calhaiinasde v odiis Quem b que igno-
re as secnas d'horror i que delurpara a Re-^
voluco Franceza ? Quem se esquecer. jamis
dos nomes execraveis de Rossignol Pelhion ,
Marat Chalier; Danlon C'arrier, Hon-
riot, Babeuf, Collot-d'Herliois thoumet,
Fouquier Tiuville Robespicrre &c. &c. ?
Quintos roubos, quantos assassinios quan-
les crimes horriveis se commettem diariamente
por todo o mundo a jiezar da educarn da
moral j da Religio, c das leis !
O homem gravita se assim se podedizer ,
para as regios da luz. Nenhum castor ne
ithuma andorinha ; uenbuma abclha quer sa-
- No lempo em que a Medicina, e Cirurgia
fazio duas cor pora cies dislinelas, foi hum C-
riirgio a humas theses que se suslenlavo
na osela de Medicina e solando os degraos
dos l'ocloraes assenlou-sc ntreos Decanos
ida Faro Idade Hum destes chegou-sea elle ,
edisse-lhe ,, Queira sabir d'ahi ; que esle
Lugar be s para os Srs. Doctores ., K nonde
be o lugar dos doulos ? ( prrguntou o Cirur-
giao.) Se o Sr. tivesse pergunlado islo logo
no principio ( disse o Medico ) moslrar-lbe-
io as argolas onde antigmente os prendio.
- He salado que os Doctores em oulras eras
lizo as suas visitas montado* m muas e a-
inda por muitos annos vio-se as argolas em'
que costumavao ammarralas portaclaula.


W- Quem quiser ftlugar ou traspassar a
chave de urna casa terrea ou de um aH
na ra da cadeia ou do Cabug. ou perlo
las nao se duvida dar boni aluguel;
andar
del-
quem
urna pequea porco de prala a saber 12 co-
Iheres para cli, e urna de tirar assucar ,
urna espumadeira de bulles lima caixa de
t*T Vinho de Champagnhe de Bordeuax,
e de todas as qualidades quejos londrinos ,
presuntos inglezes ltimamente cbegados, ca-
liver annuncie
tsy- Aihou-se 4 taboas de louro,
for seu dono dirja-se a S Amaro casa delron-
te do semiterio dos ingieres que dando os
ignaes llie ser entregue.
SSS" O accionista das cautellas correspon-
dentes as tres loteras avisa ao publico que as
rodas da Lotera da Boa vista correm impretc-
rivelmente no dia 7 de Outubro conforme
nnnunciou o Sr Tbesoureiro por isso avisa
a os apachonados deste jogo concorro a com-
pra das cauteles da mesma Lotera as j pon-
tas 13. Q,
rap nova urna hola para dinheiro e mais 1 bos de linho lonas, fiodevella. carne de
ou tras pecas e os movis seguinles ; 11 ca-jporco e de vacca salgada em barris camisas
cbegados da America a preco commodo ; no
armazem de Antonio Joaquim defronte da es-
cadinha da alfandega.
SST* Ervillias em conservas chegadas lti-
mamente de fran a vinho muscasel dito
quem deiras, urna banca.de abrir que serve para] finas de linho e de madapoln conservas de de Bordeaux dito de Burgogne e fructas
Avisos Martimos.
PAttA O RO DE JANEIRO segu at o
dia 10 de Outubro a velleira Escuna Isabel ;
quem quiser carregarou ir de passagem di-
rja-se a bordo a tratar com o apilo Joaquim
Antonio, ou com Amorim Irmos no Re-
cite ra da Cadeia-
meio de saia duas mesinhas de amarello com
gavetas tlois pares de mangas de vidro lisas .
ditas com casticaes de vidro dois espelhos
ordinarios um candieiro (rancez com globo
de vidro urna poltrona rica de Jacaranda .
urna cadeirinha de palhinha para costura e
de
de
outra de tarracha para pianno, um par
jarros para cima de mesi e urna cama
angico para casal com todos os seus pertences ;
na ra de S. Rita nova I). 8 lado do nascente.
S^~ Meios Bilhetes da Matriz da Boa vista ;
na ra do Cabug loja de relojoeiro junto do
Sr Bandira
*"7* Um renleque de ao a %9 auno ,, con
officiodechapeleiro e 4oo massas francezas
para chapeos finos ; na ra nova D 9.
SS5" Para fora da provincia urna negra mul-
to moca engomma cose e faz todo o mais.
servico de urna casa ; na nw do Crespo I). H.
l^" Cartas Geogrficas das linhas do or-
., ~ JANEIRO o.Berganlim to contendo as posi .oens cbatanas dos dois
Brasiieiro Jpiter por ter metade de seu exercitos Conslitucioi
carregamento prompto sahir com muita preco commodo 5 na
brevidade ; a fallar com o Capito Jos Xavier D. A.
T*gS "gL?"* X '8''0 n- 7- S.-^ Na casa D. S da ra da ordem terceira
i AKA &AH 1US segu at o da .lo do cor- 6 arrobas de doce de caj' em calda.
rente o Brigue Escuna Brasiieiro Deliberaco ^y. Urna conoa que pega em 5 caisas de
Capitao Jos Luciano Dourado, e s pode re- assucar de pao amarello com todos os seus
ceber passageiros; quem quiser transportar-te pe teneos: na ra do Collagio venda I). 1 L
dinja-sea os seus proprielarios Roza i Ir-
mo ra da Cruz n. at>.
carne e de peixeem latas, cha isson e perola ,
escovasde cabello para lavar casas charutos
daHavanaeda Bahia, genebra em ca xas de
11 frascos agoa ardente de franca fato para
marujos eoutros gneros por preco commo-
do na ra da Alfandega velha n. i.
tsy iVleios bilhetes da loleria da Boa vista a
38 o; na ra do Crespo loja de fazendas i>. 4.
CF" Meios bilhetes da Loteria da 1 on vista
a '000; na ra do Crespo loja de roiude?as
de uma s porta D. 6.
C? Um cavallo de sella com muitos bons
andares ; na estribarla do Alemao na ra da
Guia.
S3" ma casa de sobrado de dois andares
esoto construida a pouco tempo. ""om mui-
to bons commodos cacimba e estribarla pi-
ra 011 4 cavallos no paleo da Matriz de S.
Antonio ) 9 ; a tratar no mesmo.
CJ" Um re fe uma barretina e uma ban-
da para sargento de G. N. tudo poi preco com-
e Meguelisla por modo ; na praca da Independencia n. 1 e 1 >.
ra do Quemado loja S-T "< Iones grandes novos e arquiados de
ferro, rroprlos para armazem ; e um cavallo
muito manso ptimo para carroca ; na ra
da Cruz armazem n. \ '.
S~y 4 escravos a saber ; duas negras lava-
deiras de idadede >4 annbs uma ne;:ri-
da Europa em conservas; na ra da Cadeia
do Recife D. 17.
Escravos Fgidos
nha com principio lecostura de idadede o
tfp Meios bilhetes da Loleria da Boa vista; ranos um negro de idade de o annos tra-
na ra nova loja de ferragem ) o. balliador de campo adverle-se que se d;i me-
XZj' Uma casa terrea acabilda de edificara tade a vista e metade a praso ; na ra do Li-
pouensmezes de gosto moderno si ti na ra vramenlo botica D. t>.
~ : ~ ~ J~T~ ~~~ de Agoas verdes D. v5 ; um cavallo de es- t=r Tres malhos de pescaras de tainha ,
^TS"e 'em.,r{^ ne ^?mPnh,a tribaria muito Ijom carregador passeiro e com lodos os seus pertences. e uma jangada
rande de carrciar dez ninas: na ra do
.Le i I a o
intitulado Vinolj ; quem o
CF- O livro
tiver annuncie.
\Lf O Commandante do Corpo de Policia
sala duas banquinhas e duas commodas ,
cin casa de Hermano Melirlens rua'da Cruz
D. 93.
tZr' !\fcios Bilhetes da Loteria da Boa vista,
a '80; na ra Dimita renda >. <: que loi de
Jos da Penha e na loja de fazendas '). V,
ws
para hornero lensotde seda verdadciio da in-
dia filas de garsa e de retro/., barrdas para a fallar
Cl a S ofteiaes espadas, chapeos do Chile de copa Magdalena.
--------;-------a,,a ditos de alas largas ditos de seda para S-^r Umtf Venda no paleo do Terco D. 8,
MCIOS bilhetes da Loteria da S' l"(,os de todas as larguras, e or.tias n.ui- com um cont e tanto de fundo a dinheiro ou
ras do dia as duas da larde.
Ven
CJ" Segunda'feira a3 do corrente fugro
umr neg ra de nome Joaquina, alta secca do
corpo, cara larga beicos grossos peilos
grandes nariz chato com uma sicatriz na
tesla entre as sobranceilhas levou vestido
de panno da costa julga-se ter sido desenca-
mlnbada por alguem e que a tem oceulta ;
quem a pegar leve a seu Sr. Francisco Xavier
Cavalcdnii de Aibuquerque na ra Direita
casa pegada a Igreja do Livramento.
VSF" Fugio no dia 1 < do corrente um negra
de nome Severlno de naco cabund de
idade de -o annos meio bucal, dedos das
maos compridos olhos meios espantados ,
com uma (crida grande na cabe .a mas ja es-
t sa e nao tem cabellos no lugar da ferida ,
beicos meios cabidos para baixo ps abertos
para as bandas, e grandes alto muito ma-
luco levou calsae camisa de algodao e re-
mendada ; quem o pegar leve ao beco da lin-
goeta venda de VanoelfGonsalves Pereira, que
receber o 000de gratificaco.
CJ" Fugio no principio do corrente um es-
cravo de nome Antonio estatura baixa, cheio
do corpo ; e com a roupa suja camisa de
riscado encahiada ,' e calsa branca; quem o
leve a ra do trapiche novo n. i5 que ser
recompensado.
S35- Frigio uma npgra de na o angola de
nomeGraca, no dia .0 do corrente, alta ,
seca do" corpo sem peitos rosto comprido ,
bem prela, com um buraco na orelha esquer-
dabem grande, apalpando-se sobre o pello
, na ra da Madre de "eos lo a do Cunha. ;'cba-se um calombinho com vestido de chi-
31" Um pelo de naao de bonita figura 'a a/u' v^'bo saia de ganga encarnada; quem
prefere-se para (ora da provincia; na ra da a pear leve a fora de portas a seu Sur JJo-
moeda a fallar com Antonio Joaquim Pereira 1 minj-os da Silva Mota, n i7a, que ser
XZT Uma lo .1 com armado e ulenciliospa-' recompensado
ra venda niui bem siliuada na qual se faz' *^" No da i do corrente fugio um negro -
interessea pessoa inlelligenle e capaz de ad-' ^e nome Luiz de na,o eange de idade de
unos estatura regular testa comprida .
xo pontudo pouca barba ps peque-
entre o dedo minimo e outro mais peque-
levou vestido camisa encarnada e serou-
Dois boys mansos de puchar carroca ;' 'a de algodao em meio uzo seu Snr. he Jos
com Jos Paulino de Almcida na Francisco Marques com canoa d'agoa no forte
pipas
mundo novo l>. 7^ e%^.
t^T Meios Bilhetes da Loteria da Boa
ta
vis-
Boa-Vtsta a 3s'8Ao : tiesta Tvpo- tas'"'"dezas por preco commodo ; na praca da a praso com boas firmas; a tratar
oTa-a '. Jt Independencia n.-eS. 6 cadeiras nm jogode ha
tST f'or 4 # 000 sacas de farellos feitas ha Ipmias!
fabrica de vapor da Boa vista ; na ra da sen- o mais necessario ao bem a
zalla velha no armazem grande do finado Ben- belccimenlos com safra
do mato ; quemo pegar leve a ra da ca-
deia nova t. 4 quesera recompensado.
t-T ^o dia a ro corrente desapareceo um
mo cque de nome Joaquim de naco mucam-
bique cor muito fulla cabellos ralos com
DBT Os engenbos Ilapirema de Cima, e caranda, um sof dois pares de mangas de i annos de idade estatura e corpo a pro-
1 abrir hovs, e ludo vidro lavradaa um globo tres bandejas pa- porcadda idade marcas de logo da naco no
ia mesma.
ncas de ja-
to Jos da (insta.
anjo dcMcs
para mais de
pacs ; e a nova planlaeo feita para a safra se- Armes D. 1*.
esta- racha ludo por preco commodo; na ra do rosto > lornozelodo p direilo melido para
000 Fagundes dcfroiilc do sobrado do Sr. Antonio dentro, e tem falta de urna unha em um dos
annos de
uas negras de nacao
if
1 uma
velha
8^. Uma boa escrava de nacao costa, sem guinle; sendo situados na Comarca de Goian-
vicio algn. ptima para todo o serv o, no na distante daquella Villa legoas e desta annos de idade c outra de
atierro da oa vista em casa do ounves Irn- Cidade p primeiro engenho movido por cria de dois annos ; na ra da scnzalla
ecz ao pe da pona. agoa ecopeiro; tem lambem outra nioenda casa terrea I) (j.
WT Urna escrava de nacao angola moca para bestas. para q.iando Ihe faltar agoa. boas .^ Uma venda sita no principio do atler-
c hbil para todo o sen ico com epecialida- obras de rasas de engenho e caldeiras de ro das 5 ponas-. 4 com t-ommodossuficien-
de de vender na ra de que tem mura pa- encllente terreno lauto em varzes como em les para familia ; a tralar na mesma
tica; para seiba casa terrea O. 8. Jadciras tem partidos de re na prods tW Uma viola com excellentes vozes :
Ln.a casa lenca de pedra e cal no beco boa mandioca e todas as mais lavouras tem um melhodo de violao por preco commodo e
madeiras de todas as qualidades e principal- no atierro da Boa vista loja de sapaleiro dc-
mente em serraem sitr.doque pode precisar lime de beco do Ierro
um engenho; o segundo he levantado em lu- tET Uma arma.10 de loja com um grande
;aii- que devide com o primeiro, moe com fileiro por preco commodo; o aluguel da casa
annnaes podendo ser de agoa |>or ser par is- que he de 7000 ; as > ponas I). 5 1.
so construido, tem muito boas obras e excel- C3~ Uma venda sita na ra do Ro/ario da
lente casa de vrvenda com seuzalla ; he de Boa vista, vollando da ra do Aragfo para
muita producSo por seren todos os parlMos aS Cruz, junto ao sobrado do Sr. Oueiroz
novos ; convein serem lodos dois en,;enhos pa- a tratar na mesma
ra uma pessoa por estarem distante um qu-
doadique; quem a pretender annuncie.
1S7" Unsaicertes silos no atierro dos abo-
gados ; e 00 palmos de ter reno com serrara;
na ruada praia serrara de Joo Antonio Ba-
plista Muniz.
V3~ Um escravo de 18 a 90 annos, sem
vicios nenr achaques, proprio para todo o
servico ; quem o quiser annuncie.
t^T Os livi os seguinles; 1 eija flor com es-
tampas linas, diccionario/rancez por Fonse-
ca uma grammatica um Telemaco e um
Saluslio em latim ; na 1 ua da cadeia loja De-
cima I), t.
%ZT Guarda Livros moderno, novo, e
)x)r preco commodo ; no atierro da Boa vista
ojaD.'ib.
jOf" Um passaro de angola chamado viuva,
muito cantador um casal de rollas lam em
de anguila cujos passaros jiela bondade se
poderodar a contento sendo pessoa capaz ,
oudcixando o va.or ; na ra do Burgos no
forte do matos loja de alfaiate.
CJ- Uniajiorcode ouro l:om e do uzo
por preco commodo por ja ter sido servido
constando de uma rnoeda de D. Pedro 11 en-
casloada um adeies-o para snhora dois
coracoens um de filagr esmaltado e outro li-
so pequeo urna cruz de diamantes, um bo-
to de dito para camisa aneles de diiTerenles
qualidades rozelas de diamantes com esmalte
dedos do p quem o pegar leve a ra da
uma com 10 Cre n. ari casa de Roza o; Irmo n. a, que
ser recompensado.
S2T Da-se 1:0.00o de gratificacaoa quem
aprehender umnegio de nome Joaquim de
nacao mucambique de idade de i i annos
pouco mais ou menos est tura regnlar ,
cor muito preta com marcas da naco as
fonles u/.o de brinco em uma orelha heco-
zinheiro e sapatoiro loi escravo de Francisco
de Paula Bn.ndao quando teve boicquim na
ra do Ro/ario e hospedara na ra da ca-
deia e como he muito ladino pode ser que se
inculque por forro lambem ha suspeilas de
estarem um engenho em Pedias de logo ou
porto calvo, fugio em 6 ou : de Abril de 18 t
eve a Antonio Jos da Costa
ssr
1 eios bilhetes da Loteria da Boa vista;
arlodelegoa e ser fcil a. quem os comprar na ra do Cabug loa de miudezas junio a
observaros servreos dos dois; lambem serro, botica,
duvid
Mteta Ht2 pulpas juras que se mostrara -}i x6.m
a vender s os cacos dos engenbos, 011
trocao-se por onlrosquc sejio para o sul ou
por propiedades nesta Cidade ; a quem con-
vier qualqucr dcslas condicoens pode diri-
g r-se a lira da cadeia nova D. 4.
SS" Veios l'lhetes da Lotera da Boa vista
la a 4000 ; na pracinhado Livramerito De-
cima a.j.
SSr' ^ eos bilhetes da Loteria da Boa vista,
a 800 ; as ^ ponas I) ().
C7" Bilhetes e meios ditos da Loleria da
Boa vista no atierro da Boa vista D 11
ti" Boas filasde garze de varias cores de
00 a oo rs a vara agoa de colonia a i->o ,
lamparnas para seis me/es a o rs a caixa ,
sabonele para barba a joo a duzia afiadoi es
de navalhas a tan e outras muilas mimle/a^
por preco commodo ; no atierro da Boa vista
a tra-
l~&" Duas vareos de leite com crias ;
lar no trapiche novo com o rendeiro do mesmo.
Cy Uma morada de casa de taipa com a
frente de pedra ecal, no principio da estra-
da dos Afflicios ; a tratar com o commissario
do mesmo lugar.
53- Grande sortimento de liPouteaias de
ouro da primeira dislincoe das mais a moda
brincos crlenles de relogios para homem e
sen hora aneis e alfinetesde brilhanles e de
outros cassoulas brochos ou alfineites para
senhora com cassoulas caixas para tabaco de
prala e douradas relogio de ouro e prata
orisonlaes patente inglez e suissos da pri-
meira qualidade ; na ra nova D 11.
^* Um preto de naco mucambique, bom
serrador ; na ra da Alegra em uma casa
confronte a um porto.
tsr Sacas grandes com farelos ltimamente
quem o negar
Araujo di fronte da lingoeta.
>koviineiiio do Porto
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 27.
Enlrou para dentro o Biigue Inglez Esperance
POST SRT'TUM.
Rogamos a os Snrs. Subscriptores que an-
da nao paga rao o quartel que se linda no
ultimo do corrente mez hajo de dgnar-se
faze-lo ou quero por favor deivar oidem
em suas casas para este e'eilo a fim de que o
cobrador nao tenha de ir tantas vezes a incom-
modal-os. Eos'rs que esto debitados em
dous Irez e oito quai teis ,"bajo de ter con-
siderai o a os immensos gastos desta officna :
pois a passa a ser digna de nota uma falla,
alias to diminuta para os Srs Assignantes ,
mas assaz oLensiva a os interesses desta casa.
RECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. -.iQ

MUTILADO


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