Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06128


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Full Text
h Avaro de 1839. Ter$a Fetra
Tudo Rgor depende de r\6i mestros; d nossi prudencia, modera-
fcao, e energa : continun>os como principiamos e seremos aponlados
Com admirarlo entre as IWoes mas cultas.
Proclamaran da Assemblea Geral do Brazil.
n n o ----------------
Suhscreve-se par esta folln a Sjfooo por quartel papos adiantados
a> hrsia Typograna, ra das Cru/es 3, ena Praca da Independencia J^SS/^Si
. 37 e 38, onde se receben coi respond ncias lega'isadas, eannuucios; ^P**
insiruido-se estes gialis, sendo desproprios assignantes, e vindosassig-
Bados.
x Partidas dos Correios Terrestres.
Cidade da Paradilia e Villas de sua prete-co...................\
Dita do Rio tlrande do Norte, e Villas dem.........,.........f .
Dita da Fortal za e Wllas dem..........................Segundas e Sextas toras.
Villa de Goianna. ...................'............./
\Ciriade d- Olinda..................................Todos os dias.
Villa deS. Anto......^............................Quinta fe ira i.
D.ta de Garautiuns e Povoaciio do Bonito............-4........Das lo, e ? decaa mez. I
linas Cidi.de das Mascas, e Villa de M'acei.................;.......dem dem
Villa de Paja de K'ores ^...........................dem 13, dito dito.
Todos os Correios porteril ao meio da.
-*------------=*=
17 DE SftTEMBRO. NMERO 202.
CAMBIOS.
Setemro. i 4.
Londres......33 por tfooo ced.
L'snoa....... jo por o/o pre-nio, por metal offeredo.
M M AlEf_ Franca....... 3oo reis por tranco uom.
hio de Janeiro ao par.
OURO Moedas de 6|4oo rs., Velbas i40oo a iH>oa
" D'las ,. Novas 1^800 > i^om
Hilas de 4ooo rs., 8/foao a 8*300
PHATA Pataces Rratilriros--------------if^Ro a tfHoo
Peros Columnarios---------------iffJ8o a igftnn
fleos Mexicanos--------------------I0j(>o tfJSo
Premios das Letras, por 11 ez t 1/8 a 1 i|i por loo
Moeda de cobre 4 por 100. de disc.
Dias da Semana.
16 Segunda------S. Comelio e Cypriano.--------Batato da Tbei. e Aud. do I. de t). H >. v. de m.
17 Terca--r-- S. Pe 'ro de Arbues U.------- -- Relaciio, e Aud. doJ.de D. da 1. vara de manh.
18 Quarta--------T. jej. S. Jote de Cupcrtino F. Audiencia do J de l). da a. v. de ii.aub.
19 Quinta-------S. Januario t. M.--------------- Re esso da The*, e aud do J. de D. da I. r.
10 Sexta---------- Tcmp. j j. S. I ut quio .M.-----Sesso da Thez e aud. doJ. de D. da 1. vara.
ai Sabbado iff lein^. jej. S. Matlieos Ap.- %
ai Domingo-----ista das Llores de N. S. -
Mare chela para o da 18 de Setembn,
As 1 liora? e 18 minutos di mantiS. -- As 1 horas e 4 minutos da tarde.
i
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
SENADO.
Sesso cm 11 de Agosto de iR3c).
Presidencia do Sr. Diogo Antonio Feij.
Reunido numero sufticiente de Snrs. sena-
dores alire-se a sesso e lida a acta daan-
terior appprova.
Expediente.
0 Snr. primeiro secretario le 11 m officio do
primeiro secretario da Cmara dos Srs. depu-
lados, remetiendo a seguinle emenda l'eita e
approvada pela re erida cmara proposta do
governo sobre fixaco das forcas de trra ,
para o anuo Pinanceirode 18'o a 18 i
" No artigo 4- da proposta supprimo-se
as palavrasou quando forem encarregados
de commisses importantes etc.
1 ir-n nhrp a Mpra para spr tomada em
consideracona discusso do projeclo da lei res
pectivo.
O Snr. presidente : -Se a commissoes|>eci-
' cial nao tem trabalho a apresetar, passa-se
aordem dodia.
Primeira parte da ordem do dia.
Continua a discusso addiada em Q do cor-*
rente do requerimento do Snr. Lopes Gama,
pedindo que fique addiada a discusso. do pa-
recer que prope a annulaco da lei numero
J>. de ir>3 da provincia do Maranho que
creou os prefeitos al que se discuta a refor-
ma do codito do processo.
A discusso do requerimento Gca addiada
pela hora.
< mi l i ma a secunda discusso addiada pela
hora em ^ do corrente do artigoprimeiro da
proposla do governo fixando as forcas de
Ierra para oanno financeiro de 1840 a >r4i
eonjiinclamente com a emenda approvada pela
cmara dos Snrs deputados ao paragrapho -.
do mesmo artigo 1. e com a emenda do Sur
Conde de I ages, apoiada em 7 desle mjz e re-
lativa ap enga^amente dos estran,>,eiros.
Julg"a-sc a materia discutida appro-
v'odo o artigo t da proposla do overno com
as emendas da mitra cmara e com a do Sr.
Conde de Lages.
Entra em discusso o arligo a. da propos-
ta, e approvado sem debate
Scguc-sed discusso do artigo da proposta
rom a emenda subslilnitiva da cmara dos Srs.
deputados.
Sao apoiadas as seguintes emendas :
Supprima-se no actigo segundo a forca de
fora da linda, que fof creada para defeza dos
Indios de difieren tes provincia com regula-
mentos privativos e acommodados a locali-
dade particular.
Salva a reda 5o. Sala do senado, ladea-
gostode 10 '9 Mello eSouza.
Artigo l.A forca fora da linha sera' or-
ganisada e regida por um regulamento espe-
cial que o governo fica autorisado para la/er
regulando-se no enlanto pelas instrueces das
divise** do Rio-Doce. Salva a redacto. -
Vergueiro.
cmara sao approvados.
Entrando em discusso o artigo 7 das e-
mendas da cmara dos Snrs deputados, sao of-
fececidas, e a poiadas as seguintes :
Primeira E igual sera' a dos capelles.
Alencar
Secunda. Ao artigo 7 em ItiRar de-
da marinha, sem ter o curso completo da ac- j porte no Vapor Pemambucano que segu
demia de marinha, S. R, Ferreira de para os portos do Sul ao Alferes de primeira
Mello.
Dada a hora fica addiada a discusso Re-
t raudo-se o ministro com as formalidades com
qne foi inlrodiizido sao approvados os arti-
gos 1. 1. e 3. do projeclo com a-
Desde lioje diga-se ; Desde ja.Sa- emendada cmara dos Snrs. deputados ao ar-
turnino. tigo >.
Discutida materia, approvado artigo O Sr. presidente d para ordem do dia a
?., com as emendas dos Snrs. Alencar; e conlinuaio da discusso da resol uco quean-
Saturnino, e igualmente a proposta, com as e-, nula a lei dos prefeitos do Maranho; e, cm
metidas para passar a terceira discusso. chegando o ministro da marinha a discusso
O Snr. presidente d; para ordem do dia addiada das forcas navaes; e sobrando tem-
| a continuaco da discusso addiada Ja rcsolu- po a <. discusso do projeclo do senado -sobre
cao queannullaa lei dos prefeitos do Mar- instrucca publica,
nbo e, em chegando o mmislro da Marinha,
a fixaco das Ibr as navaes.
Levanta-se a sesso as 1 horas.
Sesso em 1 \ de Agosto.
Presidencia do Snr. Diogo Antonio Feij.
Reunido numero sufh'ipnlp de Snrs sena-
dores ahre-se a sesso ; e, lida a acta da an-
terior, approvada
Expediente
O Snr primeiro secretario l um officio do
ministro da justica em resposla ao do senado-
de 6 do conente commiinicando que dos of- dos de primeira linda j 11 Igados pela imita de
o, que e\is- Justica a fim de fazer dar execco as sen-
Levanla-se a sesso as duas horas e 10 mi-
nutos.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente no nu la.
Officio Ao Commandanle das
i rias.
A 1 uiua.
enviando-Iheos processos de difieren tes solda-
ficiosdo presidente do Maranho, q
tem na resiiectiva.secretaria, nada consta da re- tencas nclles exaradas.
vogato da lei de 6 de junho de i8IX, e da
expulsodos porttig,ue7.es que reclamoos per-
Dito Ao Prel'eito da Comarca do Brejo,
respondendo-lhe, que baja de remetlcr acon-
turhadores da ordem publica naquella provin- ta do conserto feito na priso da Fortaleza de
cia ; fica o senado inteirado.
Tamandar paraseguranca dos presos de jus-
O Snr Saturnino l um parecer da com- tica que nclla existem a 6m de ser paga pc-
missao de marinha e guerra, concluindo que lo Arsenal de Guerra.
seja approvada a proposico d cmara dos Dito> Ao Coronel chefe da Legiao da G.
Snrs deputados que approva a pensoconce- Nacional do Brejo ordenando-llic que deora
dida ao eapilo de guardas nacionaes da pro- em diante faca render 9 destacamento d a-
vinciadeS Pedro do Rio Grande do Sul quella comarca todos os mezes a (im de que
Jos Ignacio da Silva Ourivcs : fica sobre a oservico se torne menos pesado aos Guardas
misa
Le-se e posto em discusso oseguinlc re-
qucrimeDto.
Nacionaes,
Hito Ao Prcfcilo da Comarca do Brejo,
communicando-lhe oconteudo no precedente
A commisso especial, encarregada de pro- oHicio.
poras medidas lembradas norequerimeuto do1 Dito Ao Inspector do Arsenal de Mari-
Snr Lopes Gama, tendo adiantado os seus nha, significandollie em resposla aseo offi-
trabalhos, julga conveniente que se convide ci de 1 docorrente, acompaubado do pie II13
a outra cmara, para que nome urna com- dirigi o Contratador das madeiras cortadas na
misso que, com esta concorra para ullimajo Paraiha, para o mesmo Arsenal representando
dos seos traliallos Lopes Gama |que n'Al'andega d'aquella provincia, selhe
portos
Linha, Filis Jos do Reg, que deve seguir
paia a Corte em conformidade das ordens do
Governo Imperial.
Dito A Cmara Municipal do Recita
communicando-lhe, que partecipando o Ins-
pector Geral das obras publicas que a mes-
illa ( amara exiga que elle Ihe fizesse: entrega
da chave da Palla da < adea onde ottt'ora cc-
lehrava as stias sesses, exigencia a que nao
satisfez cm conseqnencia de haver recebido
ordem da Presidencia para fazer em dita salla
os precisos reparos a fim de servir para as audi-
encias dos 3au.es Criminaes cunipre que in-
forme sobre esteobjeclo com o que lhe occor
rcr.
Portaria-Ao Director Interino doArsenal de
Guerra para remetlcr ao da Companhia de
operarios engajados 5o granadeiras das que
precalo concert, afim de serem conserladas
pelos Arlifices d'aqtre'la Companhia Picando
na intelligencia de que logo que cslerem,
promplas sero recolhidas ao mesmo Arsenal.
Dita Ao Director da Comj anhia de ope-
rarios engajados para mandar receher e con-
sertar as granadeiras de que trata a preceden-
te Portara, e mandal-as rccolber ao Arsenal
logo que esteja promplas.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DODIA "O DO CORRrNTE.
Olfiio-Ao Exm Presidente da Provincia
das Alagoas deprecando-lhe a captura de um
dezertor cujo nome filia oens e signaes
lhe Iransmittia em urna nota.
Dilo-Aos I refeitos das I omarcas Recita ,
Santo Anto Flores, loa-vista, e Goiana,
solicitando semelbanlcmcnte a prizo de vari-
os dezerlores e enviando-lhcs os seos nomes,
(i lia cues e signaes.
Dito 'o Commandante interino da Forta-
leza do Brum communicando-lhe que a l'ar-
ca de Vapor Maranhacnse que liaba de
seguir para os Portos do Norte e que actu-
almente se achara surta no dcsta Provincia ,
gozava de todos os previlegios co cedidos as
Embarra oens de (-tierra Nacionaes
1 ilo-Ao < ommandante interino do J, Ba-
lalho d Altiiheria mandando levantar a no-
I epois de fallarem alguns oradores-, ap- poc emliarasso na saida das ditas madeiras sem ta de des-r o lansada nos assentos do soldado
provado o requerimento edecide-se que ho- que sejapa,;o o imposto 'o por cento ultima-I Francisco inbeiro, por haver elle provado
:e mesmo se otticie a cmara dos Snrs. deptt- mente ali eslabellecido ; que nao sendo justo Isufficientemente a impassibilidade que leve de
tados que o mesmo Contraclador sessigeite a um o- recolber-se ao Corito no dia em que finalisara
O Snr. primeiro secretario partecipa que o mis que nao existia ao lempo do Contrario, ol-
Snr. conde de Lages nao comparece por in- ficiou a Presidencia d'aquella Provincia re-
commodado.
Fica o senado inteirado
Ordem do dia.
quisitandoIbc as convenientes ordens pa-
ra que as mencionadas madeiras possa
cmara deis Snrs. deputados
Discutida a materia approvada a propos-
ta com as emendas para passar a segunda dis-
cusso na quai entrando inmediatamente ,
O Snr. Mello e Son/a retira a sua emenda sao julgados disentidos 08 artigos 1. % e >
com conse-ntimento do senado. da proposla, com a emenda da outra cmara ao
Saindo adepulaco a receher o ministro da embarcar, sacando sobre esta pela importan-
marinha e sendo introduzido com as formali- cia dos respectivos dircitos a fim de que sce-
dades do estilo? toma assento,, e entra em pri- vite qualqucr demora na condueco.
meira discusso a proposta do gQverno, fixan- Dito Ao Inspector Geral das obras pu-
do as for as navaes para oanno fixanceiro de hlicas, approvando o orramento da obra que
8 o a 81 com as emendas approvadas pela precisa a ponte do Anjo em Serinhaem e or-
Discutida a materia, approvado o art. 3.
subsliluitivo da outra cmara nao passando
o artigo da proposla, nem a emenda do Snr.
Veruoro. .
O artigo 4. da proposta approvado nb
Pssando a'emenda da outra cama
ira.
artigo a.
Segue-se a discusso do artigo 4. da pro-
posta com a emenda supprissiva da outra
Miara.
\ em a meza esta emenda:
Ninguem podera' ser promovido a aspirante
M *0s artigos 5. e o*. das emendas da outra sera ter a approvaco do 1. auno, e a guar-
denaudo-lbe que organizo as condi oes com
que deve ser arrematada a mesma obra.
DitoAo Administrador Fiscal das obras
publicas ,' que mande apromptar mais cento
e sessenta e duas aquetas brancas para os ope-
rarios da Companhia de enga ados e entre-
gal-as com a brevidade possivel ao Jrector da
mesma Companhia
Dito Ao Director da Companhia de o-
perarios engajados communicando-lhe o ron-
leudo no precedente officio
Dito Aos Agentes da Companhia dos
Paquetes de Vapor, para mandarcm dar irans-
^orK)
a licenca que oblivera.
Porlaria-Ao Major Commandante do Te-
pozito mandando considerar pracas do mes-
mo a 17 recrulas vindos das Alagoas, cujos
nomes hio discriptos na relaeo que se lhe
enviava assignada pelo Swretario \ililar.
I ita-Ao Commandante do %. 1'alallio Pro-
vizorio Expedicionario ao aranbo, mandan-
do dar demico aos soldados Joaquim Rodri-
gues de Senna e Joze das Virgen* Costa,
por assim o determinar o Exm. Snr. Presiden-
te e eslarcm izentos do servico de 1 rimeira
Linha segundo a I ei.
ila-Ao Quartel ^'estro A (Tonso Honorato
Bastos mandando de requi/.i o da Tliezou-
raria cobrar os vencimentos que se eslavo
a dever aos Cabos d'Fsiuadra do Batalbo de
narial Nacionaes de Unna que siiviro na
guerra de Puuellas Silvestre auricio \'a-
noel ui/. de'irito, e Flix ote de Castro, de-
vendo fazer o pagamento na forma das ordeus
a respeito.
' I
i!

i



' ----- -"
OlARl
tRNAMBUCO
THEZOURARIA PROVIMAL.
Os Empreados que nao percebem erarao-
lumcntos e que tiverrem vencimcnlos al ao
fin de Marco desle corrente anuo compareco
nesta I he/ouraria do dia 17 at ao do cor-
rente mez incluzivel.
Thezouravia t rovincial i6deSetcmbro de
38*9.
Jo Manoel Mendes da Cunha e Azevedo.
'i l.ezouueiro.
rao
E eu Fulgencio Infante d'Albuquer-
que e ello Secretario escrevi.
Pro-Presidente, riios,
Oliveira e -igueiredo.
Chaves Mamede
Esl conforme.
Fulgencio Infintede Albuqucrque e
fcecretario.
Mello
i yerbas te|>rtiyot5ius.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
- A Pauta be a mesma do numero i83.
MEZA DO CONSULADO.
- A Paula be a mesma do numero 199.
CORRFIO.
Existe na Administrar;*) do Corrcio huma
carta segura para U. Candida Monteira de
Queiroz Pupe auzcnle a Joze Lino AIvcs
Coelho.
O Hrigue ForluguezS. Joo Raptista, sai
para Lisboa no dia aQ do corrente.
PREFTEIURA.
PARTE DO DIA l5 DF. SETEMRRO
Illm. eExm. Snr. artceipp V. Exc.
que pelas partes que boje receb, consta so-
ment que l'orao prezos hontcm minlia or-
dem ; Thomaz da Silva pardo e Tbiago
Higas, bcspanliol pelo Sub-Prcfcilo da
F'reguczia de S. Antonio este por lhe ser ap-
prchendida urna faca de pona que elle per-
tendia inlroduzir na Cadeia, e aquello por
estar bastante ebrio os quaes tivcro des-
tino. ,--
CMARA MUNICIPAL A CIDADE DO
RECIFE,
5. SESSAO ORDINARIA nE H I IUKHO DE l83j.
Presidencia do Snr. Silva.
Comparecerao os Snrs Rios Chavos Sfa-
mede Oliveira e Figueiredo; fallando
com cauza o; mais Snrs.
Aberta Sesso, e lida a Acta da ante-
cedente foi aporovada.
O Secretario dando conta do Expediente
mencionou os segurles oficios.
l'im do Tenente Coronel Moracs Ancora
informando que leudo procedido conjuii-
ctamente com o Tenente Antonio Egidio o
exame na torre da Matriz da I oa-visla re-
quizitado |>or esta Cmara observara) que
a mesma torre apresentava alguma ruina; mais
que por ora nao ameassava perigo ; porem
que se houvesse projecto de demolir frente da
mesma Iyreia para melhorar sua archilelu-
ra nao poderiio ah'ancar a esta bel idade da
torre assas elevada ficando desamparada
por esle lado e que la l vez fosse prudente nes-
se cazo demolir at a primeira cornija para a
elevar de novo em proporco com o frontis-
picio da Igrcja : a Cmara ficando inteirada
resol veo que se prcv en isse ao Fiscal respe-
ctivo, para que tivessc lodo cuidado em pro-
hibir qualquer obra que lrmandade pre-
tendiese lazer sem que demolisse parte de
que tracta o Engenbeiro.
Outio do Fiscal do Rairroda loa-vista exi-
gindoquanlia de i.|U;)ors para satisfacer
aos peritos que procedero 03 exames na tor-
re da Matriz do dito Rairro e as cazas de
Manoel Francisco Pintor e Antonio Maria
de Jezus que ameassavo perigo como se
verificou pelo exame qucizeraoos mesmos
peritos: Cmara ficou inteirada, c resol-
veo que se pacasse mandado.
Outro do mesmo l iscal exigindo que se
mandasse salislazer ao Cirurgio Joze da
Siha Costa ; quanliade 3 00 reisdeuma cor-
rida d- leile que com o mesmo fez no dia
jo de Junho : que se pacasse mandado.
Outro do mesmo Fiscal exigindo quan-
1iadc4L)ooo reis que despendeo com o
rcorao na Praia dosCoelhos :' que se paias-
se mandado.
Entrn en discusso o requerimento de Jo-
anuim Candido Comes que se achava addi-
ado e sobre eVrezolveo Cmara que se
nforinasseaoEini. Presidente com o que a
resoeho teta liavido.
ontiDUOii-se com apura ao dos votos para
; EUei.O dos Siembros a Assemblea Legisla-
tiva < rovincial. ,
E norserdadaa hora loantou-sca Scssao:
c mandarn fazer a presente em queassigna-.
Perante a Administradlo dos Eslabelcei-
mentos de Caridade se hade arrematar a que*
mais deras rendas daca/a que oulr'ora 1*1
oceupada pelos, ex postos as pessoas que as
quizerem arrematar poder comparecer no
Crande Hospital dcsla Cidade no dia ao do
corrate mez as \ horas da larde com seus fia-
dores.
Salla das Sesses d'Administraco dosEsta-
bclcrimenlos de Caridade i< de Selembro de
1839. L W da Crufc
Escripturario.
Perante a Administrarlo do Patrimonio dos
Orlaos se hade arrematar a quem mais der as
rendas do sitio do Rozario as pessoas q'asqui-
zerera arrematar poder comparecer iu caza
das Sesses da mesma Adminislracao nos dias
10 e i5 do corrente mez as 4 horas da tar-
de com seos fiadores
Salla das Sessoens da Admiuislraca do Pa-
trimonio dos Orlaos 14 de Selembro de i3y.
J. M. da Cruz.
Escripturario.
realsaedanacao. Repellimos com todas as sent siluacao. offerecer irre-
nossas (oreas semelhnt idea mas nao a en- Quando presente so parece oHerecer i
minamos.' Sim ; iv s comprehendeuios tudo tadTsVefe ^Auentoi^fjjj;*^
quanto pide ler de generoso o voto pea mam- rito do homem **^.r
rid-ule denois de loannos de" huma mino- contente com o conten pla-lo (m l,ei sl'^"* *'
rldade SSZ ?*& das calamidades ealribulaces que lem sido sempre a sua con
sequencia em todos os paizes he natural que
muilos espirites ardentemenle- anceiem por
chegar ao termo em que o augusto menino .
penlior querido de todas as esperaneas tome
em maos as redeas do estado. Mas esse termo
s(') Acid ser aquelle que a constituico tracou
fi'tra debe jogariamos o nosso futuro seuo
com perda certa ao menos com fataes contin-
gencias
Diario d Periiaiubueo
Paquete Inglez, chegado a esle porto em
1 rj do corrente nos trouxe a imporlanle no-
ticia da morte do Sulto de Constantinopla
Maliamouth quedizem foi invenenado pelo
Capito Pacli OueUB agentes, e que em
consequencia lora acelanlado e coroado Impe-
dor seu filho que conta 7 anuos de idade.
O Capito Pacha bavendo sabido des ar-
danellos com a Escuadra Turca a foi entre-
gar ad V ice -Rey do E y po o qual parece
o duvidar resliluila ao novo Sullao, na
concluzo dasdiferencas que exislio enlre o
Pav deste e elle \ ice-Rey e com as condi-
dices que esle deveria propor. Este extra-
ordinario aeontecimedlo 5 mudou inleiramen-
te a face dos negocios do Oriente e com
elle cabroos receios de huma guerra que
ameaiav involver em suas consequencius as
primeiras potencias da Europa.
As noticias de Hespanba cnegao ao fim de
Julbo. As operaces militares lias l'rovin-
cias Vascongadas haviao progredido com vizi-
vel vanlagem das armas da Rainba. Os po-
vos daquellas Provincias locavao o desespero
em conseq-iencia das vexaces que solriao de
D. Carise seus Satlites e milito se rece-
ava huma sublevaco quaze geral contra o
Pretendenle. As noticias de Portugal che-
gao a 39 de Julbo eexcepcao do inserra-
nienlo das Cmaras", nada havia d nolavel
naquelle Paiz.
A Maioridadetib Sr. D. Pedro II.
Consla-nos ]>or cartas do Rio Grande ,
que desta Capital insinuacoes lem sido para al-
l dirigidas como lim de indu/.ir-se o exercito
legal a proclamar desde ja a maioridade do
joven monarcha queso piula como o-meio
nico de salvacao na presente irise do Rra-
sil. Tambem sabemos que nciihuma influ-
encia tivero ellas no espirito de hum exercilo
quecouhece o seu dc\er e sabe respeitar o
limite alm do qual lhe nao he dado ingei ir-
se em.questes devolvidas aos altos poderes do
eslado mrmenle quandosi podem ler huma
solucao inconstitucional eextraordinaiia que
iria eompromeller o porvir da monarebia e
desle modo destruir as derraHeiros esperaneas
do paiz. ....
Limitor-nos-iamos a esta noticia brevissi-
ma se na cmara dos Srs. depurados se nao
houvesse por \;entura dado involuntariamente
vulto aquella mesma idea e se nao appre-
bendessemoso ellilo moral de palavrasque ,
pronunciadas na tribuna relinem at as ul-
tima* extremidades de nossas provincias on-
de i exageracao polilija o amor irreflectido'
das muilancas o espirito de' partidos e tantos
ontros stniimentos irregulares poden) dar-Ibes
huniainlelligencia bem diversa da do orador
que as proferio.
Se o Sr. deputado Montezuma no calor de
huma improvisaco rpida e brujante nao
redaron em oppr o fqio da maioridade do
joven monarcha ao da dictadura e em pre-
conisa-lo de alguma sorte estamos cerlos que
o resp lave! orador o retractaria bem depressa
pela siiiccn'dade do sea patriotismo log quc
mais maduramente refleclisse qe sem 9 sa-
ber, prestara farpa a huma opinio taoperi-
gosa como funesta aos iuleresses reunidos da
Enlre a maioridade e a dictadura impos-
sivel be (|ualquer opcao razoavel humae
outra surlirio o inverso dos resultados a que
seriao destinadas ; huma e outra compromet-
iendo de igual maneira a cansa da ordem do
trono conslilucional e da civilisaco brasileira.
Se os governos conslUucionaes fundados no
principio da regularidade perdem-se pela
inlerrupco da juslica legal ; se a dictadura ,
que os cohdemna a viver de golpes de estado ,
abrevia-Ibes os dias ; se as represses illegaes
lazem repullular as faeces como os dentes de
Cadmo desparsidos ; a maioridade por oulro
lado najo houvra de ter menos tristes con-
sequencias.
Primeiramente nao se improvisa hum im-
perador maior ; nao est na potencia do I-
que delle o separa afim de obte-lo de im-
proviso Assim enlre nos boje acolhem-sc
com entbusiasmo os mais singulares e inexe-
quiveis pro,etos pelo nico motivo de serem
novos de nao baverem sido ainda, tentados ,
cnfundindo-se dest arte a novidade do re-
medio com a. propriedade real de remover
os embaracos do paiz. Affigura-se-nos ser
hum desses enfermos em que a febre accen-
de ainda hum resto de vigor ,. e que se revol-
ve de mil manen as sobre hum leito ardente
em busca da posico que lhe d alliyio sem
que em parte alguma a encontr. Ainda urna
ve/, cssa posicaue all vio nao ier amaioridade
antesdo termo constitucional. Lsem-se es-
traguem-se embora muilos homens polilicos j
mas conservemos intacta a nossa esperanca.
( l>o Despertador )
Ca rapuce i ro
O BROUSSESISMO.
Muilo respeito os conbecimentos professio-
aes do grande Medico o Sr. Rroussais; e
Msladroaccelerarporhumare^oluco o de--quem son eu para ousar sabir acampo relu-
senvoUimenlo dos fatuidades humanas contra tandda sua doulrma eu, que nunca esludei
a ordem da nature,a. Sen. duvida fcil f- Medicina e por conseguiole naoeslou legiti-
ra s cmaras inlringindo a regr imposta mmenle auclor.sado a penetrar em as suas
pelasahedoriadacousliluico, proclamar des- ibeorias! Mas se como diz hum vulgar ada-
dei maior o monarcha.' Mas. esse golpe gio o gato de msico una por sola nao se-
nao lhe infundir nem o grao de discemimen- ni muilo extranho que se aventure a dar
loeinstrucco, nem a lorca de vonlade pro- suas rajadas em Medicina quem lem a distmc-
pria, queso os progressos da educacao eda ta honra de ser nelo d Esculapio.
Idade teirt de dar-lbe no prazo c-onstilucional A pesar pois do alto conecto que me mere-
tanto quanto possivel be. Ha hum ,>eriodo da ce esse grande reformador da > edicina con-
existencia, em que a mais leve dillerenca de esso, que sempre me rc-pugnou a sua doutri-
am.os corresponde a dillcrencas nolaveis no na na parle em que reduz todas as enlermi-
desenvolvimento das faculdades do espirito: dades a hum so principio, islo he ; imla-
he o periodo em que se acba o imperador, cao do estomago e dos intestinos. JNaoou-
JNem se diga que no governo conslilucional sava lodavia a declarar a esle: respeto a minha
poucoimno.loasqualidadespessoaes do mu- duvida, quando leudo o Iractado tlemen-
narcha. i\ao ; a realeza nao he huma puro lar de Diagnostico ,&c. ou Curso de Me-
01 nann-nio ,\n edificio social huma sombra dicina Clnica do Sr. L. N. Roslan vi,
magnifica, mas v destinada simplcsmenle que esle rcspe.tave Medico lam en, nao ad-
a impor a imaginado dos pavos, sem lien- m.tle cssa s.mpl.cdade expr.m.ndo-se desla
huma outra virlud propria. maneira INes.enovo syslema (de Rroussa.s)
A escolha dos ministros a inspeccao inces- nao se aclmille senao huma so molestia, de ^
sanie sobre os seus actos-, o conhecimento das huma So nalureza e que variando inl.mta-
circunslancias que exigem buma dissolucao mente por huma multidao de circunstancias ,
de r.abinele : a obra dillicil de discriminar a app.cscnla mil aspectos diversos e constilue
verdadei. a opinio publica da falsa os verda- Su por si Unas as alleccoes que accomellem a
ileiros votos dos deseios das faeces*; a inler- humanidade esla molestia be a .rnlacao : a
fereneia na saneco das leis na dissolucao da sna sedcmais ordinaria he o estomago e os
cmara: a mautenca do equilibrio dos pode- intestinos igaos s<-mpre tesados primitiva ,
res : o impulso geral dado s rodagens do me- ou secundariamente. Esta doulrma sus.enla-
canismo constitucional 5 emfim estas, e tan- da com tlenlo pelo,eu inventor conta mudos
tas outras eondices-qUe ommiltimos nao seguidores ella, quanto a nos encerra bons
marco acaso a larga influencia da realeza so- principios mas tambem eremos, que nao
bre os destinos do eslado ? conlcm todas as verdades, e esla semeada de
Governaria em seu nome hum conselhode grande numero de erros.
eleieao parlamentar ? E nesla bypolhesis o U# powo adan e elle proya que todos o
que- con. isso remediar-se-ia ? De que re- orgSos poden.,ser prnnrtiramentejmlenqos, e
gies, desconhecidas al boje, sahir.au esses assim se exprime <^ o principio da nova dou-
conselbeiros miraculosos e salvadores ? Nao trina susfentou-se com todo o calor (le que
calculemos sobre chimeras : teriamos sim, era capa* o seu inventor queso o estomago
outra especie de regencia sem as garantas poda ser primitivamente cnlermo, e que
queoHcrece a actual; e o eslado ver-se-hia quando os mais orgos o vinhao a ser era
apelo a todos os Uagellos dos governos de sempre depo.s desle. Uirao a isto, que tal
partido, que dominando a hum lempo o im- opinio ja esta a muilo lempo abandonada,
obrador e o paiz I P*1 (.overnaria por si mesmo o joven impera- reno: mas nos nos congratulamos dessas cn-
dor ? Entoos mos resultados do prematuro ccsses que se fizera ; pois sendo em favor,
reinado ( e elles houverode ser infalliveis) da verdade, constiluem a maior prova que
murcl.ario as esperaneas deslruirio esses podemos produzir. Todava a muilo rusto ob-
lacos do inleresse, consideraco e amor livemos primeiramente, que o cerebro poda
que ora prendera os Rrasiieiros aoseu mo- ser enerme independenletr.ente doesiomago.
narcia. Ainda sem os hbitos conslituciona-, e ao depois, que o estomago tambem poda
es que exlremo a inviolabilidade da cora gosar desse triste privilegio.
da responsabilidade dos miniseros que lhe lie incrivel a salisfaco que noscausarao.
surprhendessem a f inexperta, veramos em j estas duas especies de conquistas. Se o cerc-
breve os espirilos em seu desconcert pro-1 bro se os polmes podem ser enfermos dnec-
calmar o discredilo da realeza, impropria e lamente pela ac o de seus excitantes naliuaes.
incapaz de salvar o paiz.
No Schhor D. edro II est identificado
todo o porvir nacional; o seu sceplro symbc
lisa a anchora de saUacao- do Brasil. Ora ,
essa maioridade improvisada perdera tudo ,
aventurando-nos a hum recurso que por
intempestivo s lerrives resultados poderla
trazer. Jogarramos a ultima caria que nos
resta em hum ense.o -despropositado licau-
do-nos depois to somente pesares amargos e
impotentes. He alguma. cousa para hum
povo ler esperanca em hum futuro melbor
a desesperaco para as na oes como para os
individuos he a morte. Este desejo de mu-
dan as fundamentaes que boje se mauiffsla ,
be huma circunstancia caracteristka da pre-
porque as outras visceras, porque ocorato,.
osrins, o ulero. a pelle &c. nao sero tam-
bem lesados primitivamente sem que o esto-
mago o seia antes ou depois Quem emba*
ga deque huma causa leve a sua aeco diiec
tanienle sohr'hum desles orgos ? As inqires-
ses dos sentidos as paixes, osexcessosem
os trabalbos intellecluaes nao podem obrar di-
rectamente sobre o cerebro sem ser preciso,
que passem pelo estomago ? Nao poder os
gritos o canto a respiraco d'hum A fri
determinar huma angina liuiii pleuriz bu-
ma bemoplize sem obrar sobre o estomago ? E
se lodos estes modificadores do organismo po-
dem alteraras visceras,de q' sao excitantes na
luracs porque rasao uo poderia os mais or-



\>
DIARIO
D E
P&RNAMBUCO
MIi
5
o
gaos ser tumbem primitivamente feridos pelos
excitantes qu ihes sao proprios ? Todos os
nossos orgos sao coinpostos dos mesmos ele-
mentos em todos h vasos sanguneos arte-
riaes e venosos; eni todos exislem ervos,
e vasos linfticos : todos tem lium parenchvs-
ma hum tecido particular e hum lecido ge-1
ral, e todos tem seus excitantes proprios : porl
qu pois huns seriao suscepliveis de tornar-se
enfermos, eoutrosno? Tal proposico pa-
rre-nos insusleuta-vel pelo que deve-se ad-
mit i r, que todos os nossos orgos podenr tr-
ar-se primilivamenle enfermos, independen-
tes hnns dos oulros sem que seja necessaro,
que humdelles, c sempre o mesmo seja pre-
viamente impressionado.
Adianle moslra o mesmo Sr. Rostan que
os fluidos do corpo humano estando sujeitos
alleraco ederomposi.o sao suscepliveis
de enlermidade, doutrina inteiramenle op-
pesla escola do Sr. Hroussais. Mas seja o
que for ou em virlude deste syslema ou
porque niuitos de seus seguidores o nao enten-
da cabalmente o certo lie que varios Fa-
cultativos enamorados dessa novidade, e sim-
plicidade classifica por irritado a loda e
qualquer enfrmidade, e conseguntemente
n conhecem outra medicina curativa, que
nao se'a a applicaco dos anlephlogislicos, e
o ti admenlo dcplectoranle
No uso clnico desses Snrs. as boticas nao
carecen d'oulras drogas mais do que bixas ,
e mais bixas sacos de raiz d'allca e de ce-
v'da cbaropos de gomma e d'espargo, ea
tridace. Seja (pial Ibr o temperamento e i-
deosincrasia do enfermo seja qual for o sexo ,
e dade ha de gramar bixas e pr-se no u-
so dos anlephlogislicos: ecomo, segundo a
doutrina do vieslra, ou l no scu entender,
nao h;i enfrmidade sem phlogse para
nao a augmentar redusem o misero doenle a
agoa com assucar por semanas inteiras, quan-
do muilo a dous caldos de piulainho por dia ,
e as grozas de bixas na regio epvgraslica chu-
pando-Iheo rtstodo sangue, de maneira que
seo destacado pode escapar da molestia de
fraco dessorado, e'exinanido nao escapa da
ANECUOTAS.
cura
He verdade, que nao estudei a Medicina
por principios ; mas nem Esculapio nem lly-
pocrales me melleriao nos cascos que huma
velha octuogenaria deva ser tractada do mesmo
modo que huma rapariga sangunea, e na i
dade de n anuos. Ea sumnia debilidade nao
ser lambem hum irritante da primeira or-
dem ? A Come extrema produ/o frenezim ea
loucura i e ser; crivel, que ludo se cute com
bixas champe gomoso, altea e com lome
extrema ? A nature/a he grande mestra. Em
as molestias inflamatorias e agudas appre-
senla logo o faslo cmo hum me o de cura-
tivo; mas assim que se disperta o apetite, pa-
rece-me que a molestia tem declinado e
neslecaso porque se nao traclar de ir levan-
tando manso, e manso as forcas do doenle com
alimentos substanciosos ? Porque motivo ha
de o amargurado enfermo eslar herrando com
lome, eo Sr. Facultativo ordenar, que lhe
nao deem se nao agoa com assucar ou co-
Iherinhas d'agoa de arroz ? Hum desles ante-
phlogisticos eslurrados que traclava de certo
doenle, mandou-o sangrar abundantemente,
cobrio-o de bixas, reduzio-o a Irez caldinlios
d'agoa de I rango magro or dia at que em
huma das vizitas, que lhe fez, tomando-lhe
o pulso, deo parabens mulher de estar sen
marido escapo ; porque o puls estava noseu
estado normal ; e a inda tacteando-lhe obra-
co, o misero revirou os olhos e mandou-se
mudar para o nutro mundo como morreria
hum passrrinho; eo bom Esculapio ainda em
cima pregou hum sermo familia aseve-
rando, que sem duvida linhao dado algum
aliment ao enfermo que lhe exacerbou a ir-
ritarn e matou-o instantneamente : o lio-
oiem eslava dessorado e quasi Hiaphano,
como hum talinho de brdo, e ainda tinha ir-
ri lacio!
Nos ierrenhos tempos do Rei velho conheci
ihisicos, que vivrao assim sinco e seis an-
uos ; porque enlo o tractamento de taes en-
fermos era o de papas de araruta lie calima,
a jalea de mo de vacca, o leite de egoa &c
&c. e deste modo ia procrastinando a con-
sumpeo que raminliava a pasaos dtenno-
sos : mas boje (gracas ao nrogresso das luzes)
de maraviiha apparecer tnisico que tractado
t moderna, cheguc a viver seis mezes ; por-
que ahi eslo as bixas humas atraz de outras ,
e a dieta absoluta para o despenarem de pressa
Esl o misero lasarando com fome : pede hum
biscoitinho hum bolinho hum pao de lo-
zinho : nada todo ata vai augmentar a plilo-
gse. Sustente-se como saguim em goma-
arabia beba agoa com assucar 011 com lei-
te s colherinbas ; ponha mais tantas dulias
de bixas noanns, tantas duzias no estomago ,
nutras tantas na regio tboracica ; que se as-
sim mrrer morre seeundum ai tem. *
l'ois be crivel, que as tac* bixas sirvan pa- Na Academia de Rolonha como quer que
ra toda e 'qualquer enfrmidade como m- se anroximasse a Procisso do Corpo de Deus ,
lhode pasleleiro serve para todos os guizados ? susettou-se grande allercago entre os Juris-
He possivel, <]ue a hum homem marasmado tas, e Mdicos sobre qual das duas corpora-
no laca falla o sangue, ou que nelle ainda ges devia ler precedencia na mencionada Pro-
exista o estado inflamatorio? .Misera hiunani- cisso. Foi o caso por meio de representacao
dade. que al ests sugeita a ser victima de presenca do ardeal Governador o qual,
syslemas pathologicos e iherapeuticos H depois de examinar as rasoes de part a parle ,
anuos appareceoo celebre Inglez o Sr. lrown, despachou desla maneira Prujcedant la tro-
que classificando todas as molestias por Sthe- nes sequantur assassini Vo adiante os
nas, e Asthenias nao admittia oulros iriedi- ladrocs, eapoz desles osassassinos
cntenlos que nao fossem os tnicos os esti- Hum servo de Dos adoeceo e pondo-se
mulantes, ma invadi o mundo inteiro d'aqui aappli- revelasse qual o Facultativo que menos mor-
caco lo geral, e muitas vezes imprudentissi- tes tivesse feilo para o consultar a respeito da
ma da qutna do ferro do'almiscar da can- sua queixa. Ouvio-lbe Dos a sua sunplica ,
fora &c. &c. : os pobres enfermos morria a- e fez apparecer-lbe em sonho o seu Anjoda
Inusados. ltimamente surgi o Snr Hrous- Guarda, que lhe fallou nesta substancia
sais eslabelecendo hum systema diametral- Procura acodos os Mdicos desla Cidade; por
mente opposto ; e proscrevendo qttasi absolu- permisso Divina na escada de cada huin doiles
lamente o uso dos tnicos, B adopta os deb- apparecer-le-o as almas de quantos cnvjra
litantes, os calmantes, e aitcphlogislicos ; e 'para o nutro mundo aquelle em cuja esta-
os enfermos lamhem vo-sc mudando para o da vires menor numero d almas com esse he ,
oulro mundo lo amarelinhos, e magrnhos, que devena receilar-lePoz-se o homem a
que ao menos lem' poueo paslo, que, dar a os correr a coebia e recuava espantado; por-
guzanos. (^uasi todos morrem desamparados que hayia casa de IJr., onde as almas nao ca-
de forcas como a luz a que falla materia beodo j na escada, e corredor, andava pe-
combustivel.
Longe e bem longe eslou de reprovar n
totum o systema de to abalisado Facultativo
o que nao combina com o meu fraco modo de
pensar he o excesso o qual ou provm da
doutrina do Meslre onda ignorancia de cer-
tos discpulos., Extremos nao roe agradao em
colisa alguma: os syslemas exclusivos tem ,
em meu humilde entender, o cunho da pai-
xo e do erro ; sou ecletico e desejra (pie
o ("ciclismo pcuelrasse por todas as parles dos
conhecimeiitos humanos. Neipiid nimis
he hum principio justamente applicavel a to-
das as cousas sublunares. Peco venia aos Srs.
da Faculdade os quaes como entendedores
da materia e pessoas sizudas perdoaro os
mcus rrOS e alrevimento em assumplo em
que sou menos, que hospede.
VA HIEDA I E. .
Copia fiel de huma carta de certo amante gos-
' toso.
Ingrata e inconstante de coraco.
Hontem ebeguei a esta cidade e o dissero-me era que a Senhora eslava se na-
morando com hum escrevcnle de carloiio por
cima da lojade J M. e que virad seu
mano"pequeo chamar elle c dar-lite huma
cousa e assim quero hum desengao se quer
continuar com elle ou contigo, pois lvi,
que Vot larga os amores velhos pelos novus.
Soque lhe digo he, que o cujo chama-se
Andr notne de cabouco e o mesmo he matu-
lo do calcanhar raxad ; he to desgraciado
que mora na casa de outro rapaz o enjo refe-
los lelhados final mente em liunt heco esqoi-
silo deparou com a casa d'huui Medico,' que
eslava como aposentado ; e nesta escada apenas
encontrou oilo alininhas. Spbio logo disse
ao que a e o bont Esculapio com grande
conlcnlamenlo exelamou Ora seja Dos Oli-
vado que o maudou aqui ; pois desde que
exercilo a niinha arle s terei curado a 8
docnles. m O homem ficou sem pinga desan-
gue e rclirandose assentou d'enlicgar-se
Providencia, e fogir da Medicina.
Com mullicad o.
A Correspondencia exarada em o Diario de
Pcrnamliuio 11. iy\ obriga-nos a fa/.cr de
novo gemer os tvpos acerca da Reprczentaco
da Provincia da lahia por nos ex probada cni o
Communicado inserto em o 11. tn(>: vollamoa
ainda sobre esta materia nao porque acccila-
mos al uva pois que estamos convencidos da
inulilidade da (jueslao ; mas nicamente para
explicarmo-nos visto que aberramos daquel-
la linguagem da claresa e precizo que ge fa-
zia mister a fim de (jueevilassemos qualquer
alomo de obscuridade eem consequencia que
se podesse vislumbrar en: nossos principios
Porcnt faltando-nos o dol da preciso, o nos-
so illuslre Collega fez-nos una censura que
alias seria justa se os nossos principios nao
fossem outre s por elle diversamente pensados.
Sim a representacao em quesla5 inipru-
rido supilicanteganha hum cruzado por dia dente e precipitada nao pelos principaes iti-
e eu sou hum em
seiscentos mil r
l
da
mez loi porq
deste seu namoro com o matulo que eslava sob pena de cahirmos, na Irasiologia scholasli-
comendo pitombas defronte por cuto motivo ca em circulo vicioso, pois que dinamos,
wsoqueira a Senhora continuar comigo na d-
1 pregado pubilico que ganho'digelados pelo illuslre Correspondente ; mas
is todos os annos ; e assim [ sim por aqitelles/ (pie a raso dictou o que se
1 eus queira que a Senhora nao se arrependa lem em o mencionado Communicado. Nao
la troca, se eu nao fui lhe pedir no fim do I laxamos a representacao de imprudente 'pelo
nez foi poro ue no diada Procisso eu soube simlese nico feilo d'eila nao rcalisar-se ,
ilomacia de amor eu bol a rei huma senlinel-
a para ver se voc chega na varanda e olha
para o marvado matulo: ah cruel impia
deshumana se eu soubesse que voc nao
podia guardar as garantas da constancia ea
firmeza certa no seu amor tal amor nao to-
mava e nao dava palavra de me casar segun-
do os preceilos do matrimonio mas sempre
ouvi dizer, que o homem e o boi pelochifre,
e pela palavra por isso be a corda que me
amarra aos seus^olhos : por vida de sua mi
mande j diser a esse malulo que v apanhar
tanaiuras que voc nao pal mais continuar
que a reprsenla o imprudente porque
cahio e cabio porque imprudente Tam
bem nao servio de base ao nosso raciocinio pa-
ra increparmosa representa vo de imprudente
'oexigirm os representantes aos Nossos Legis-
ladores medidas de promplo que tendessem a
terminar a trrenle de males que pareciam
incendar o solo de sua Provincia Todo o Ci-
dado pode apresenlar por escripto ao Poder
Legislativo queixas peticoes e reclamaco-
ens ; tem mesmo o direito de exigir que com a
celeridade maiorsatisfaca a requi/.ico i|'atien-
da aos clamores da infeliz Provincia; porem 110-
te-se (/ quando se insta pelo promplo enmpri-
na pendencia da assislencia por estar para se me.nlo de qualquer couza, alende-se apronuoao
casar com bum-su jeito ; he bstanle a Senhora possivel a fim de escapar-se da pecha de de-1
mandar dizer este probema eu espero que j sassisado Eis-aqui em (pie peca a menc:ona-
voc''se emende de seus lalrocismos, c veja se da representado eis-aqui onde est a
. 1 _________ _________ __ _. t\ ____1' .. 1 r\ .i:_..:._ .1' ...:.= ,i,-..,
tm-
he bonito huma mouca namorar-se com Deus
e todo o mundo e veja a qnem voc antes
quer para sen consorte e esponso com a cu-
ja resposla irei pedilla em conju{;aco matri-
monial e se voc nao se emendar por l nao
passar mais
Ueste que julgava-se feliz, c agora
julga-se infeliz
O mesmo F. G. S. P. J.
P.S.
Ao amor enlreguei
Buscando conseguir victoria,
Mais pens que prorurei
Chegar perloda minha morte.
Adorei a huma ingrata
Que me foi infiel,
I)eixou-me por hum matulo,
Fiai-vos l em mulher.
tirudencia O direito de pelico, de que aca-
lanios de fallar e que consagrado no nrli;;o
i-q 3o da Constituirn oulorgado a qual
quer cidado Nao negamos amata aos nossos
Comprovinciannos a juslica da representarn,
porem diremos com vigor que ella impru-
dente porque exige, que os Membros de urna
e nutra Cmara nao se aparlem de seos pnstns,
sem tomarem as medidas reclamadas pede-
seo que justo porem indica-se o meio de
cumprir-se que nao pode vigorar.- Ora as me-
didas exigidas sao Reforma sobre o j"lga-
menlo dos Crimes Polticos, e augmento de
rendmiento para gozar-se do l imito Flciloral:
porem taes reformas envolvem derogaco de
artigos Conslituicionaes e para o que sao in-
dispensaveis as formalidades prescriptas pelos
arts. iy4 e sejuinles, conscqucnlcmente nao
podem-se eTeiluar as relormas sem os Mem-
bros das Cantaras se drredaren, de seos pos-
los; mas o querer se o cum primen lo daquillo
'|iie impossvel consumada imprudencia,
logos representantes tornan-se iniprudenl
oom a exigencia que fasem das pretendidas re-<
formas este auno. A opinio que sustenta-
mos escoro-se em argumentos lo irrefrajja-
veis que noduvidamos desistir dos que temos
at agora chamado a terreiro Conceda-so
muilo emltora que as reformas pedidas nao sao
de arligosconslitucionacs e por feso sucepl-
veis de realisar-se esteanno. Ainda assim ;i
grave imprudencia na representa o, pois que
sendo ella remetida da Baha em Agosto nao
poderia ser (ralada e terminada este anno sen*
que houvessc eonsideravel prorogaco ; porem
a prorogaco direito consedido nicamente
ao Poder Moderador a face do do artigo
lo' da Constituicao ; logo h'ouve impruden-
cia era esigir-se aos IVlemhroa das Cmaras
s tahda e 'Fcanporaria (jue nao abandonassetn
08 seos pesloa Bem o cumprioienlo da exigencia;
pois que fallando lempo para aso cllcs nao
podeno (Icinnrar-sc na Assettlbiea sem especi-
al faculdade d,i Poder Moderador a menos
que qui'cssein postergar a ConstiluiesfO ar-
rogar a si um direito pertencente a outro Po-
der, e consequentemente produr Actos mil-
los Avista pois d'isto pedio-se aos 1 ramos
I do Poder Legislativo o que eiles nafi podem
conferir* exigio-steque cala um d el les se
cnnsiilcrassc com direito de proro.;ar a Assem-
: Idea ; exigio-se finalmente que cada um d el-
los feriase a Constituicao do i atado. xao ser
islo caprichosa Imprudencia] i'
. Dedusidos assim 08 nossos francos e sin
ceros principios o nosso Ilustre Collega o
Inobra Correspondente far^-uos-juslica, por
Iquanlo reprovamoa a representacao porinex
equivel poiaque qiiercm os representantes
que baja um cumplimento reiigiozo <\e ludo
elle anuo; e nao porque ellos nao. pusso
queixar-se e temer do melanclico estado
da decantada Halda Tendo-.-e assas com-
preheodido estos principios, comczinho
COqheCer-se que nao somos inoonscqi o tes ,
como ponsou o nubie Correspondente no prin-
cipio do 4.0 periodo em censuras as ama-
ras. Pois que i1 ser con I radican censurar os
extremos Censuramos as Cantaras por indo-
lentes por olvidarem-se dos interesaos Na
cronaea ; censuramos a representacao poi*eM
gir domis por exigir que os Mandatarios de-
em oq'ue nlopodem: n*oqueremosauffo-
car a voz de um povo dosditoso' ; prohibimos
siniplosmenle que se alce a voz para demandar
o que de imposshel exceucao
O Academu o Bahianno.
Avisos Diversos.
MST Subscrovo-sc na pa a da Independen-
cia luja de livros iN. j t: .irt para a Ron isla
I Vedica Fluminense, publicada pola Acade-
mia Imperial de Medicina do Itio de Janeiro ,
ao proco de seis mil mis por anuo pagos adi-
anlados e na occasio da subscrip o se en
i iregar.io quatro nmeros do correnfe anuo ; o
lamben se Tendera avolaoa os numeras a seis
Ceios reis cada um. Esle jornal apparece u
1 ma ver por mez, contendo cada numero o
! paginas de impresso no formato d* 8o francez.
Lv' Percisa-se de um creado hbil edeli-
gente, dando fiador ;i sua conduela : caza de
Pasto da ra dos Quarleis D. 81.
S^T Prelende-se saber se ha embaraco na
quarla parte da casa da Gamboa do Carino D.
h pertencente por ora a Manuel Antonio da
Trindade iior rabee a de sua mulher Joana
Mara de Lima Cirne fiJlia de Joaquim er
anadea para sobre esla quarla parte se poder
negociar.
^ hrislova Diestcl, com ca/a de cam-
bio na ra da Caricia do Recite faz sciente ao
rcspei}ae! Publico eem pnnicija:- as pstsOSS
(|iK? com elle lem feilotraiisacites ; que pretende
lazer unta viagem para lora da Provil cia p )i
CUJO motivo previne as pos as que a sua ca/a
tqa 110 niosmo giro de entumen 10 cxjiii a Ad
ministra o do Sr. A. Schramm o (jual so
responsabisara por todas, as IransacrCes do
aniiiiiiiiaute em as quaes esle,a obrigada a
sua firma, e do dia da sua partida 0111 vante
fica n arrogado de promover os negocios ten-
dentes a casa de cambio do annuiicianle o Sr.
Gregorio Antunes d'Oliveira. Iecife 16 de
Setmbro de 18 9. C. Diestel.
6t^ r.in eonsequencia do annuncio cima o
beixo assignado declara, que so responsabiKaa
por todas as Iransaccs (citas por o Sr hris-
lova iestel, em as (pinos atoja olirigada a
firma do dito Sr.. IIcoi( ib* de Selcmbro de
18 i.~t. A. Schramm.
S~r Precisa se de hum caixeiro para pada
ra ; quem se acbar lias circunstancias v a
ra direila D. -|.

__


DIARIO DE PERNAMBCO
tsr Os liqudatenos do casal do tallecido zes e que tenha bom leite ; na runda orcfcm
. Antonio Varques da Costa Soares an-[ terceira deS Francisco'em casa de Jos Un-
goriode Albuquerque.
Sr..
nunciaoa quem convit-r, que nos-das ti, >i>,
e do corren te se lia de arrematar em basta
bblica na praca do Commercio peranle o Dr.
Juizdo Civel da primeira vara, o Brigue
Triumpbo Americano com lodos os seus per-
tences cu'io inventario se apresentar no acto
da arremataco sete esclavos marojos, um
sitio na onte d"Ucha com "asa de vivenda, e
aores de laido e um dilo noarraial.
SU- Piccisa-se de um porliigucz idoso po-
rem suficiente para leitonsar urna fazenda no
serto distante desla praca 5o legoas; na illiar-
gado Carino D. j.
%ZT A pessoa qnc precisa de um caixeiro
para tomar conta de urna lo;a de fazendas c
dando fiador a sua conducta dirija-se a
ponas I) i)'i.
S^r O Snr. que no dia 7 do corrente qui
comprar o sobrado D. anas b ponas, baja
de aparecer para se effoctuar o negocio.
tST O Sr. Jos'- N icionnoda Fonscca Silva
eSampaio, que ira unnunciar a sua morada,
queso lhe deseja lallar.
tar Precisa -se de alagar uma pitia Torra
ou captiva, qoe saiba co/.inliar o diario de
urna ca*a e lser to tas para dentro ; na ra nova delronle do 01-'
tao da Matriz, casa I). 4, no segundo andar.
UP- A pessoa'que annunciou precisar de
um hbil caixeiro pora urna loja nesta praca ,
enlenda-se com o Sr Cipriano Luiz da 1 az
boticario na ra do Colle;io _
Cfs. A pessoa que precisa de um caixeiro
para tomar conta di; um loja de fazendas di-
ri a-se a ra do muro da penba casa terrea"'
V. i5. .
ser A pe-soa que annunciou precisar de
um ciixeiro para lomar conta de urna lo; a ,
diri a-sea ra da sonzalla velba a fallar com
iV.aiioel Francisco Puntes.
3
Vendas
SSr Superiores charutos da Ha vana e da
Caelioeira ebegades ltimamente ; na ra do
Cabga loa do Sur Bandeira
SCJ- L'm selim inglez em bom estado, e
com todos os seos pertences : na loja de ccleiio
no atierro da lioavista.
S3=- Uma venda na ra estreita do Rozano
I). -i com poneos Tundos ; a tratar na mesma.
S2F" Na praca da Independencia n. aH e o,
os livros seguintes um jogo de breviarios,
um manual Roman,- Larraga e Theolo-
gia por pceo commodo. >
Cj- Ou Permutan um sobrado na quina
deboco do marisco D. 1 logo que se deso-
bligue do uma'hvpotheca Teita na me'ma pro-
priedade ; a tratar na mesma.
523* Ou aluKao-se escravos e barricas
vasiasque forode farinha de trigo, pipas,
e barril tambem vasios ; as ponas D a3.
tST i) m paf de dragonas com franja # pa-
ra subalterno do corpo deartilheria de primei-
ra linba ; na ra do Crespo D. .
SSf- Uma esrrava excellente cngommadci-
ra e mu'ilo boa cozinboira com urna cria
molatinba do metes, tambem se vende sein
a cria ; na ra do Vigario n. 1.).
S2T Uma canoa* aborta bem construida, qr.e
carroga 1200 lijlos de al venara grossa ; atraz
da rilieira do poixe no estaleiro de Joo de un-
to Concia.
STT Um sit'ro na Povoaco dos affogados de-
frdnle da Igreja do Rozai io com duas mora-
das de casas sendo una a sobradada com du-
as alcovas na salla e nove quarlos e a mi-
tra terrea tambem com bastantes commodos
1 fallar com Jos Paulino de Almeida na Ma-
gdalena. ..
cr Pilulas da familia de superior quali--
dade chegadas ltimamente da Cidade do
orto ; na loja de cabos defronte do Corpo S.
n. 5- -..
xit Ursa eserava creoula com orna nina
mplalinba lava engomma liso c ptima
para ama de um casa ; eoutra dita que co-
zinba o diario de uma casa ; na ra do Calde-
reiro D ti.
C? Um aparelho de mesa de porcelana
mu i lo rico e de bom gosto contendo as se-
guintes pecas i duzias de pratos urna
'terrina grande para soupa duas ditas mais
pequeas pralos redondos para assados ,
k travessas sortidas .- pralos com p a sal-
vas por ter 1t cales para ovos a canecos
com lampas uma manleigueira duas sela-
deiras dois bacas 5 e os livros seguintes 5
a princesa de babilonia ou a ave de 8ooo an-
nos de existencia Antoninoou osdois pintar
roxos 011 o gentil rapaz, o ingenuo, ou o
selvagem civilsado secretario porluguez; na
ra do I.i ramento loia de louca ;'. i
SSF" Um terreno livre e desembarassado ,
eommmsde 00 palmos de I rente, no lorie
do matos ptimo para armazem por ser abei-
ra do mar e com magnifico desembarqu ; a
trat r na ra do Cabug sobrado delronle da
loa de cora das 8 horas as o, da manh e das
3 e niela as 5 da iarde
527" Uma rotula quasi nova e por preco
commodo ; na ra do Rangel venda do Bento
se dir
tlf Um negro de naco angola de idade
de >. 1 anuos de muito bonita figura; na ra
do Vigario n 7.
$27" m moleque de idade de i5 annos de
bonita figura propriopara pagem umdilo
de 90 annos*, muito reforcado 1 um dito de
tf annos de hpa presenca cozinha o diario
1
i para familia cozinha ora estribara para ... .,..> ,.^ >,.. ,........- ,
sr Precisa-- de um pequeo portugus eavallo., enwa para*iPretos duas cacim- de uma casa uma aoka de idade de
ara caixeiro de uma venda-, em o.L de por- I has sendo uma de excellenle agoa de beber annos, cose cha e lem boa .gura ; urna es-
t na venda da quina do primei.o hoco da eoutra com bomba e tanque para banho gra^crava boa quiandmra e bem comportada,
1 i deiu 1 'de borla, dois grandes vivnos, lugar para faz doces de todas as quahdades com perTeicao;
PWN. ma.lru iada do dia 1 i do corrente Otaria com barro para lijlos baixa para ca- urna dita com uma cria faz todo o servico de
perdTo-e urna caxo.racom os signaes soguin- pim bastantes eoqueiros lrange.ras ca- urna casa ; e um escravo de meia idade mui-
toMBUitonova, cor vermelba, orollias cor- sajeiros mangueras e outras arvores de fiel lodos estes escravos se dao a conteni, e
Sasfocinho curto, naris e boca preta. quem fructo grande parreiral de exceUentes uvas, se afiancao as boas vendas na ra de goas
a li'ver acbado a podoi levar delronle da Ma- com pilares de podras sabida para a estrada verdes U. 34.
triada Boa viste venda nova, que ser bem da piranga,, uma pequea casa para foi.or ik, -------W?c-vnf. FlT^.I^
recompensado, j Tundo do sitio, proporcoens para ter seis va- SCTlVOS J1 II 1(1 OS
* AluFa-scummolenueoupreto, inen- cas de leite todo anuo e tanto na Ireniecomo----------
1 ,. ,! ,,,,d (iloiial) n mes- no lundo lugar para se edificaren! mais de t3* Fugio no da do corrente um. escravo
S*Td"p^Vv vo:;;;," LeUe de vi .o morada di ca'sas- (rente murada e todo de nome Antonio cor meia u lia gordo e
raaw 1 1 cercado de gravat tambem Iroca-se por al- baixo, ca beca grande nariz chato tem lal-
%,V^N, ruado Ilorlas sobrado de um andar guma propriedade na praca, e vende-se a pa- la grossa e he de naco cassange, anda sem-
D^precisa-sc do urna ama para o servico do gemente; a vista sodira as vautagons do ne- ore multe sujo { quem o pegar leve a ra
1 I gocio para o comprador; a tratar no Recife Trapiche novo casa D. 5,quctera 0,000 de
UmC-a5Ouem precisar de um homem babel ra da cadeia n.a,, gralilicacao levou vestido calsa branca eca-
pa^idnnnis.ra.lor do qualquer enficnho ou \ W Uma mola.a de ,3 annos de idade misa de r.scado encarnada rota e veio a
1 ;..... e ,,l,mi- ar diriia-Sfl a ra com principios de costuras, ou Iroca-se por poucoda arahiba.
?^1L?lSLWramSn3. luma preta que nlo tenha vicios; na ra li-l cr fo dia ,. de Agosto p. p fugio um
^ Oum brisar de 1 mo o brasileiro rei.a leiula da quina ,1o becoTlo serigado. | prcte de nome Joao benguela com oftie.o
deidadcMle O para 1- annos. de muito boa C?" Tocadores para nreparos de costura a de serrador de idade de o annos altura
Z2la, para caixeiro de loja de miude/as 600, i;o e 9 o Jilos para preparse regular, grosso do corpo cor vermelba, tem
rSenTreXtiuetemilguma pralica harlmai, o, too, >'*> e .u o agoa um dente t.rado na (rente da parle de cima
\'u'1" > .J ,. r l' ,lJnai.niifr!im sahnncic nara ..irha lem um hoico ak-iiua coisa loveuo. Pastante
(tarima 1 1 .0 1 00 > uo e 10 u -~ -..- ,
de colonia I-'O O frasco, sabonote para v barba tem um beico alg'ima coisa foveiro bastante
OOaduzia, lamparillas para 1 mezes -o rs. a barba, tem na cabera falla de cabello de car-
caixa tosourinhas do cabo dourado e sm ; regar peso levou vestido calsa de algodo
. dourado muito finas suspensorios de burra- e camisa de dito tem na cara a marca de uma
PARA o ARACATY, o patacho x aria cha a 00 o par ditosdefita -.. o dito, rap crida que tove a muilptempo; quemo pegar
Luir, Mestre Ignacio Marques, muito ve- areia prelada Rabia a io- o a libra, e ou- '
va ____ 4 1. *i > 1 I ni* 1 iiiiI 1. na mili 1 -1 1 n\t\ 1.0111 nliwln t 11
dirija-sc a ra dos Qarteis D. 5.
Avisos Martimos.
lriro e forrado de cobre ; quem no mesmo
quizer carregar dirija-se aodito Mostr ou
ao pr iprietario Antonio Joaquim de Souza Ri-
Leiro .,
PARVA AIIIA com eseala por Macen,
o volloiro patacho Dois Amigos Torrado e
regado de Cobre, sahircum a maior brevi-
dade possivel por ter seu ca-regament qua-
si piomplo : quem (juiser carregar ou ir de
passagem diri,a-so a a noel Joaquim Pedro
xla Cosa na ra da cadeia n. 1.
i, e I O
jr^- Que fazcm Kalkmann & Roscnmund
por iiilorvencao do Corrolor Oliveira de nm
inteiro s.M'timoiilo do azenda emiudezas.
quinta foira i> docorrente pelas o horas da
manh, no seo armazem da ra da Cruz fti
to primeiro andar.
Oiiefai o Correlor Oliveira de diversa.*
fazci.das in,le/as e francesas, qu rta leira
1 do corrente pelas m lunas da manh ik
son armazem da ra da Cadeia n' .i primen o
andar.
o 111 p r a s
. j2j- Um feirocom o peso de 7 a 8 pjinlaes
c ma coirente correspondente ao dito le 10
sendo ja litado mas que v>U,a em boin esta-
do ; peni livor aniiuncie. 1
l^- Uma osera va com cria de 4 a cinco me- J
tras muitas miudezas por proco commodo; lo
atierro da* Boa vista loja I, ti.
lar Tres escravos uma molata de ao an-
nos de idade., cose engomma e cozinha ;
uiv.a preta com as mosmas habelidades 5 umu
dita que Taz todo o servico do uma casa com
um ilbo de dois annos ; na ra de agoas ver-
des casa \) *~.
y-y Caixasdeseho do Porlo em vellas de
seiscm libra por preco commodo ; na rea
das Cruzes I. t;.
X~T 1 u/eutas garrafas vasias muito lim-
pas proprias 1 ara engarra lar licores, ou vi-
n lio a preco de o is cada uma; na ra
Dreita D. "3 primeiro andar das (i as ti ho-
ras da manh e das < as da tarde.
JCF" Um diccionario \:ajnum Lexicn :
Comlio; Salustio; Selecta, abula urna
rammalica ; um palanquim em bom U'O ; o
.m alambique de lolha ; na ma da Floronti-
ia secunda casa nova de Joao Zurnk na mes-
na deseja-se fallar ao Slir. Jos Joaquim do
vlnieida.
S^" Um engenho moente e corrente. da
igoa com mullo boas maltas bous partidos,
sonados, ptimos sitos de lvouras o oa
az para se criar grande sa ni na lieguesi
e Lima a margem dorio do mesmo com e
ualmoe, ou lam em se ai renda ; a tratar
a praca da l?oa vista D 1 ,
tf I ni pardo de muito boa figura ; a 'al-
ar com Jos Iliginodc Miranda
C5=- jois boys mansos de puchar carroca ;
leve a ra do ( ivramento D. 'O no segundo
andar que ser bem recompensado. ,
ty Fugio em Olubro de >H3a um mo-
leque de nome Antonio nacao congo que
naquelle lempo teria 1 a t annos de idade ,
0 qffil andava aprcndendoofficiq de pedreiro ,
scceodo corpo. pernas finas, caheca muito
redonda cabello manto fino e rnivo ao p
da testa e esta larga dois dontes da frente
da parte de cima muito largos*p alvos um U-
lho na testa, olhos muito vcrmelhos nariz
pequeo e chato ; (uem o negar leve a ra.do
Vigario n 7 no tereciro andar que recebe-"
r cem mil rs degratificaco
327" Ro;a-se encarescidamente a 'odas au-
thoridados policiaes civil, e militares ca-
>pitaes de (ampo e pessoas prliculares que
virem ou souberem de um molato de nome
Francisco, fgido em Abril de i'- de ida-
de de 'i annos com orticio de alfaiate bai
xo, clieio do corpo nariz bastante grosso ,
1 cieos grossos denles desapartados ps
giossos e chatos muito registra por isao supo-
1 m-so saber ler e escrever aprendeo o olheio
dealfaialena loja do Pimentel junto ao arco
de S Anlonio elle lem mi de nome Igua-
ria moradora na ponte velha e o dilo ja foi
visto para as parles de S Anto ; quem o pe-
gar leve a ra da Conceico da Roa vista casa
. 4 qc reeobor deGeminiano de Azevedo
00,000 de iralificaeo.
C? No dia h de Maio fugio do engenho
Covasda extinta Ircguesia da Luz um es-
cravo de nome Aiauoel, conhecido por ftia-
noel Gomes de nacao Vacangana alto cor
fulla pernas finas ps grossos e foveiroS
de bichos que teve sem barba tem de ida-
de so a -5 annos sp e-seter levado passa-
porte ou carta de alforria pos ouve pessoa
gue lhe fizesse esta caridade ; quem o pegar
leve ao proprieta rio do mesmo engenho, que
satisfar toda a despeza.
S2^* No dia do p. p. desapareceo um es-
cravo de nome Domingos naco benguella ,
estatura regular bstanle barba e agumas
ja brancas tem uma sicat'riz na espadua es-
querda de uma estocada que levou levou
vestido camisa de brim e calsa de panno cor
de rap, supe-se que este negro tenha sido
Turtado porque dahi a dias desaparecero 1
parceiros que foro descobertos pelo Sub-
releitode Olinda ; quem o pegar leve a ra
do Collegio em casa de Joao Zurrich que
recompensar.
$ZF No da a^ do p. p. fugio um escravo de
nome Miguel alto de cor pouca preta e o
maior signal que tem he tero queixo incitado
de un. lado por ter bastantes grandulas ou
alporcas levou calsa e camisa de mangas cur-
tas tudo de algodao transado ; quem o pe-
gar leve a ra do Queimado a seu legitimo
Sr. Antonio da Silva Gusmo que dar cem
mil rs de gratificaco.
533- L'esapareceo no dia 5 de_Junho do
corrente, do sitio do cajueiro da passagem de
Magdalena um moleque de nome Felisber-
to d gentio de angola com os signaes se'juin-
tes ; olhos grandes cara redonda pescocQ
grosso, pernas alguma coisa arquiadas ea
direita mete para dentio e tem no peito esta
letra L ps grandes e lem algumas sica-
trizes pelas costas levando uma camisa de
estopa velha e seroula de dita e lem urna
mo alguma coisa inchada e alguns bichos
nos ps tem de idade i'v annos qualquer
capito de campo o outra qualquer pessoa
que o pegar, ou denunciar aonde elle exisle
verificado que seja lera de gratificaco 0,000
por Joaquim Jos da Silva Rairo na ra da
cadeia do Reci e.
K3'* Fugio ha mais de um mez um negro
alto seco com uma coroa na caneca de.car-
regar cousas com o dedo grande do p vira-
do para dentro bastante'tomador de agoa
ardente cor fulla desdentado na frente,
de nome Kaooa pertenoaoia' a Domingos Co-
mes dos Santos Sr. do engenho Massauassu';
julga-se tor procurado para as partes de Coi-
anrta por haver pertencido ao Sr. Llias Coelbo
Cintra ,e ser casado com uma sua eserava;
roga-se pois ao mesmo Snr. ou a qualquer
outra pessoa que o encontr de remette-lo ao
sen senhorio, que se rcsponsahelisa pela
despesa de sua condi o alem do reconheci-
m'ento com tal favor.
52?- Nlo dia 4 do corrente pelas 9 horas da
noile foi lomado na ponte da Roa vista a
um moleque que conduzia, uma eserava de
nome Valentina creoidade idade de 1 an-
nos estatura mediana bonita de feicoens ,
e bem feita d corpo levou veslido de cassa
chita ; esta eserava foi tomada por tres pessoas,
dizendo-seque era para levar a seusenhor e
sabe-se quem he um dos laes por isso se
adverte que a leve ou mande ao mesmo que
he Antonio Bernardo Ferreira ra da Glo-
ria ou a esta Typografia ; asuim como pede-
se a qualquer pessoa que a aprender de a levar
a os mesmos lugares que ser generosamen7
te recompensados.
527* No dia 1 5 para amanhacer odia 6do
corrente fugio da ra do Fogo um preto de
nome Joaquim de naco anda bucal ; al-
io e secco do corpo bem moco lem os ps
grossos de inchaoo bem como os olhos ;
quem o pegar leve ao engenho Penedo debai-
xo que ser recompensado.
jilovimeiio do Porto
.1
$
U
NAVIOS ENTRADOS NO DIA i5.
FALMOUTH; ^y dias, Paquete Inglez
OjMisson Commandante Peler.
RIO Dli JANEIRO; odias Brigue Trans-
porte Nac. e Imperial Pavona Comman-
dante o primeiro Tenente Fortunato Eu-
genio 1 avaros passageiros um 1 Tenente c
da Armada e di erentes officiaes de fa-
zenda e Cirurgia para servirem as I ro-
vincias do araidio e Para.
SAHIDO NO MESMO DIA.
CUTINGLII5A ; HiateNac Especulador, M.
Bernardo de Souza carga varios gneros.
ENTRADO NO DA io.
t'ARAHIBA ; dias, Hiale Nac. Pureza,
M. Jos Francisco Lima carga lenha ; ao
mesmo iMeslre ; passageiro um portuguez.
RECJFE NA TYP. DE M. F, DE F. 183


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