Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06119


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Full Text
Anno d 1839. Sexta feira
^Tudo agora depende de nds mesmos; da nossa prudencia, modera*
Cao, e energa: continuemos como principiamos e seremos apontados
yjcom admiracao entre as Naces roas cultas.
Proclamaeao da Assetnblcp Geral do Brazil.
'! --_
Suhscrevc-se para esta folha a 3ooo por quartel pagos adiantados
tiesta Typografaa, ra das Cruzes D. 3, enaPracada Independencia
jD. 37 a 38, onde se recebem correspondenciaslegalisadas, eannuucios;
insinndo-se estes gratis, sendo dosproprios assignantes, e vindosassig-
gKiados.
, Partidas dos Correios Terrestres.
Cidade da Parahiba e Villas de sua pretendi.............,......\
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas Idro...................(<...j i ..i, w.-
Dita da Fortaleza e Villas dem..........................Segundas e Sexta Fe.ras,
Villa' de Goiaiina................................../
Cidade de Olinda..................................Todos os das.
Villa de 8. Anto...................................Quintas l'eiras.
Dita deGaranhuns ePovoaco do Bonito.....................Uias lo, e q4 dcada mcr.
Ditas do Cali, Serinhaem, llio Formozo, e Porto Calvo............dem 11, e ai dito dito.
Cidade das Alagoas, e Villa de Macelo ,'........................dem dem
Villa de Paja de Flores.............'....................dem 13, dito dito.
Todos os Corretos partem ao nteio da.
eS
6 de SeteiwbroT Numero 193.
CAMBIOS.
Seteiio. 4*
Londres^..... 3t a3i ippor lfooo ced.
'jsboa....... 90 por 0/0 premio, por metal ofTereeMo.
"'anca....... 3ao a 3a5 reis por I raneo noiu.
liio de Janeiro 3 por o/o de premio.
OURO ~ Moedas de 6#4oo rs., Velba i4jf5oo a iSgaoo
^.lli,s .. Novas ijffjoo a n5oo
Ditas de igooo rs., jfooo a
PRATA Pataces Hraiileiros ----------lucilo a
,, \Pf zus Coluinnariot----------------- !#o'4o a
^ /)tosMexicanos-------------------i|im> a
Premios das Letras, por mez l 1/8 a 1 ii por loo
Moeda de cobre 5 por loo.
Das da Semana.
83oo
l^ffJ-Jo
ijjriGo
* Segunda -
3 Terca-------
U (Juarta------
5 Quinta
6 Sexta--------
7 Sabbade ----
8 Domingo-----
S. Estevo Rei.-------------- -
S. Eufemia V. M.........
S. Roja de Viterbb-------- -
S. Antonio M.---------------------
S. I.ibania V. M____.....
Jtjum S. Joo M. ---------
Natividade de N. S.......
---------Ses. da The/.., e Awl. do J. de D. da a.y.de m
--------lli'l.ir.'ui, e Audiencia do J. de D. da i. v. de m
- Sesso da Tlicourana Publica.
.....Re. Sesdn Ti.cz.. e Aod.doJ. del), da a. v. '
---------Sesso da 'fijes. c Aud. do J. da D. da i. van.
- Nao ha desp.
Alare chela para o da 6 de Setembro.
As 3 horas e 4a minutos da tarde. : As 4 horas 6 minutos da manb.
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
Sesso em 5 de Aposto de*i83t).
Presidencia do Sr. Diogo Antonio Feij.
As lo ltoras da maih frita a chamada, e
ncbose presentes os Snrs marquez de 15a r-
bacena, Carneiro de Campos, Yalasques, Mel-
lo Mallos. Paraso Rodrigues de Carvalho,
Lobato Verguero, Mello e Son/.a, Augus-
to Monleiro Almcida e Silva, Cosa Ferrei-
ra, Paula Albiiquerque Oliveira, marquez
de Marica, Feij, Brilo Guerra Rodrigues
de Anillada* visconde de Congonlias, visemele
de S. Leopoldo, e Lopes Gama.
O Sur. presidente declara nao liaver casa,
c convida osSenhores senadores presentes a
oceuparem-se em trabalhos de commissoes.
da de'itjde junho do corrente que oreque-
rimentodo Snr. deputado^Tosla foi dirigi-
do a esta augusta cmara precisa que se exi-
jacom urgencia do ministerio da fazenda os of-
ticios do inspector da lezourara da Rahia de
4 -de maio i. de setembro de 1834 c ucin
assim os do presidente, de nmeros no, e
ao5 que acompanharo aquelles, e quaesquer
outros papis que baja no tezouro relativos ao
negocio de que Iralo os mencionados olFicios,
c finalmente lambem a copia da proviso do
tesouro de 27 de julbo do mesmo anuo de
i334.
Le-sc c approva-se tira parecer da terceira
commisso de fazenda sobre a cvposico que
faz a esta cmara Manoel Fernandes de
Mello, que depois de ter servido o estado na
(ropa de primeira linlia, oblivera sita baixa ,
e lora empregado no logar de guarda da al-
fandega d esla corle onde servio pelo lempo
dedesasseis anuos mas que em altenco a sua
idade, e molestias, fora absentado em t de
de abril de 1835, pelo governo, com o venci-
Sesso em 6 de Agosto. ment do 3ao reis diarios, que Hic foro pa-
Presidencia iln Sur. Aiaujo Vinna. g09 al ao ultimo de Junho do anuo financei-
As 10 horas da manb faz-se a chamada ,' 10 de i83* a i833. Queixa-se que este pa-
e logo que se rene numero legal de Snrs. de- {amento desde entao al o presente Uie foi
putados abre-sea sesso, le-se, eapprova- suspenso, e porisso pede providencias para
se a acta da antecedente. ser pago, e para que cessem os ma-
O Snr. primeiro secretario d contado ex- les, que por tal causa soffre. A com-
pediente leudo os seguintes olficios. missao precisa saber, 1. como foi conferida
Do ministro do imperio partecipando cssa aposentadoria e a. porque foi sus-
que exigindo a cmara dos Snrs. senadores as pens o pagamento de ordenado deque se tra-
seguinles informacoes j 1. em quanto est, ou ta, para que possa diHinitivamcnte opinar |
foi avaliado o vinculo de Jaguan 5 a de quan- porisso que se quer que requisilem infrma-
las fazendas se compoe o mesmo vinculo, o coes ao governo.
nome de cada urna sua extendi assim co- Le-se e approva-se o parecer da com-
mo o numero de escravos, e canecas de gado, missao de marinha e guerra sobre o requeri-
De orden) do regente, em nome do imperador, ment do lente reformado, Joo Ladislao
e ministro se dirigi a esla augusta cmara 'Montqjro de Mendonca em que pede o pa-
para que se digne communicar-lhc se nos pa- gamento dos Sidos vencidos de 14 de seleni-
peisquecom aviso da secretaria de estado dos bro de 18a a 19 de fevereiro de i8a3. como
voluntarios d El-rei ,
CMARA DOS DEPTADOS.
I apoiada
imprcssoo nrojcclo.
A urgencia
sao.
Nao bavendo quero se opponlia posto a vo-
tos, eapprovado.
Entra por consequencia em discussao o pro-;
jeelo. .
O Snr. Andrada Machado exige ver se o
(dado que pede esla caria de uaturalisaco
induslrioso, e se ha documento que o provem.
Pede que da meza lhe sejo enviados os papis
relativos a osle objecto para os examinar,
Ilustre orador de|>oisdecxainnar os documen-
tos continua dizendo
neis que com aviso da secretaria ue esiauu uos uro ue 10a* a negocios do imperio de 5 de maio de i83, oflicial da divisad dos vol
1. de abril, e 6 de maio de i83 i, tem sido em que veio de Montevideo com licen a do {c-
remeltidos cmara^ dos Snrs. deputados e neral emchefe do exercito.visQpnde da Laguna,
sao relativos ao referido vinculo se encoutrao a esta corte tratar dos seos negocios, e a com-
esclarecimentos com os quaes jx)ssa ser sa- missao de parecer que se indi (ira ao supl
tisfeila a indicada exigencia. A' secretaria pa*- can le nao s por que nao est comprehendido
ra seexamiuar esalisfazer ao pedido do mi- na porlaria de 5 de maio de i8a3, que man-
uistro. dou cbnlemplar os vencimentos aos officiaes
. Do ministro da justica remetiendo nao s daquella diviso quedella se separassem, e
oofficio do presidente da Babia datado del 5 se appresentasse ao dito general, como por-
de junho prximo (indo, como a reprcsenco'que o mencionado general, visconde de La-
do prelado daquella diocese, pedintlo a pro-j guna nao o podia licenciar com vencimen-
videncia de ser dada ao rcitor do seminario
eclesistico, ou algunioiitro agente d'elle a
administraco da parle dos bens dos carmeli-
tas doylann qu<' Mt confiada ; meza ulnii-
uislraliva da casa pia dos orfos. A' terceira
conimisso de fazenda.
J)o ministro do imperio, remetiendo a copia
do decreto de J1 de julbo prximo fuido, pe-
lo (tual se concedeo' ao brigadeiro rclbrmado
lanciscode Ornellas Telles Brrelo de.Mene-
zes, a lenca annual de duzentos e quarenla
mil reis, correspondente ao posto de coronel
Bde cavallarU do exercilo.
, 1 lu esle cidado vi\e
do seo honesto trabalho e que elle deputado
nliunia duvida tem em que elle seja naturali-
zado. Dizmaiso orador, que tulvei-propo-
nlia a revogaco do atpaco de 4 anuos exigi-
dos |K>la lei, porque quer que lodo o eslran-
geiroutil. quando vier a este paiz e declarar
que quer ser cidado brazileiro, que a lei desde
logo o naluralisc. (Ajioiados)
Sao apoiadas as seguintes emendas:
O praso concedido pai a a naturalisaco dos
estrangeiros fica restringUlo a dous anuos, fi-
candtf assim revogado o artigo da lei deTiatu-
ralisaco. (lomes Rilieiro.
O praso exigido de quatro annos de doiniei-
lio no imperio para ter lugar a uaturalisaco
dos estrangeiros em conformidade da lei de %5
deoulubro de i83a fica red irado a dous an-
uos q' corrern independenlemente da declara-
co previa feita na cmara municipal respe-
ctiva de qie falla o 7. da menta lei,
que fica tamhcm revogada n'essa parte. 1M011
tezuma.
A provincia do Ccur 4<>;oooUooo reis
eenlra em discus- Cosa Miranda.
Emenda ao 17.
Accreacente-s aqnanah aedocecancbi do
reis, e desdo ja para & continuacSo do caes do
\aradoro da,Cidade daParaiba. J. J. Oli-
veira.
O governo indemnisar os porladonsda mo-
eda de cobre que em consequencia da deli-'
beracaO do presidente da provincia se recolhe-
ro na casa do irom da Babia nos ltimos di-
as do mez de outubro de 1837, e que depois foi
e\ Ira viada pelos rebeles de 7 de noveinbro do
mesmo anno- Goncalves Marlins.
Emenda ao 18.
(iralificaces em lodoo imperio n;oooUooo
reis, sendo a;ooo(Jooo reis para lodos os em-
preados da tezouraria de S. Paulo inclusi-
ve o tezoureiro menos o inspector ; deven-
do a dita quantiaj ser dividida pelo governo
com audiencia de diefe da repartico. J. J.
Pacheco
Tomao parte na discussao os Snrs. Vianna,'
Limjio de Abreo. e Carneiro Ledo, cabida
(ica addiada pela hora.
O Sur, ministro rolira-se com a mesma rdr-
malidadu com que cntrou,
O Sr.presidente d para ordem do dia a
mesma materia, e levanta a sesso as duas
horas e meia da larde.
com missao
pensoes e ordenados.
JJo mesmo ministro enviando acopia do de- Iwapode cidado braziteiro dispensado pira
|e i de iulho prximo fio co que conce-, este (iin a 'disposicb do artigo 1. paragra-
** a 1 I TV .11..-^ i_I .Li I j I j^ *^ 1I11 i\ii I ii lil'u t\ 1 S 4 f^
creto de .
deoaomajor reformado de cavalana Manoel
do Nascimenlo da Costa Monleiro a lenca an-
imal de cem mil reis. A' mesma commis-
so. ,
Le-se, e approva-se o requenmento da
commisso do orcamenlo da fazenda, cpie para
Oder loterpor seo parecer acerca da prin.ei-
ra parle do ofiicio do Sor, iuuusUO da fazen-
tos
La-se, e approva-se oulro parecer da mes-
ma commisso de marinha e guerra pedindo
informacoes ao Governo sobre o rcqucriinento
dos alumnos da escola. militar da corle, que
pedera a esta augusta cmara a gratificaco-ad-
dicional concedida jx-la lei do I. de Oulu-
brode 1834, deque foro privados pelo fado
de sercm matriculados.
Julj;a-se objecto de deliberaco, c vae a im-
primir- o projecto da commisso de constilui-
co e poderes, que declara que o govenm c
iiulorisado para conceder a Benlardo X a vier
pinto,' subdito portugus caria de nalura-
pho'!{; An lei de ti de outubro de^83.
O Sr. Mariano pede a palavra peda ordem .
erequer que a dispensa da imptessodo pro-
jecto que se acaba de 1er, e prope a urgen-
cia ; para que se discuta allegan-
Jo o exeinplo do que esta cmara tem platica-
do a resjHlo de outros individuos.
CousulU-sc a ciuuara, u cjju dispensa, du
O govrrno fica aulorisado a conceder caria
de uaturalisaco atodoohomem do mar que
qnizer *^cr cidadebrasileiro independenle-
ncute das formalidades exigidas cm a lei de
j deoulubro de i8a3. Nunes Machado.
Tomo parle ncsle debate os Snrs. Gome-
Ribeiro, Oltoni, Carneiro da Cimba, Souza
Marlins, Clemente Pereira, Henrique de Re-
sende, c Carneiro Loao, e a discussao (ica
addiada pela hora.
Achando-sc na sala immediala o Snr. mi-
nistro da fazenda recebido com as formali-
dades do estilo c oceupa o competente lu-
gar.
Ordem do dia.
Continua a discussao addiada sobre a fixa-
cao das despezas e emendas, c mais as seguin-
tes j.i apoiadas.
Emenda ao 8.
AcrcseeiileTsc o seguinte incluidos 900U
reis de augmento a gratificaco concedida ao
solicitador da fazenda da provincia da Babia*
Altcre-se a soma respectiva*
Taco da cmara dos depulados 5 de agosto
de 18J9 Moma Magalbes.
Emenda a lei do orcamenlo artigo 7. t.
O governo (ica aulorisado a mandar pagar
pelo quintal do pao Brazil, cortado as provin-
cias das Alagoas, Pernambnco, e Paraiba,
oitomil reis, e na do Rio Grande do A 01 te se-
is mil reis, dando-se prelrcocia aos proprir
etarios das tenas, queproduzirein oditopo,
I aiqnefles a quem os mesmos proprietarios
anlorisarcmpara o dito corte, ficando os spra-
dttos proprietarios pelo contrabando, pmqual
quer individuo, nina vez que Un- fica ,aran-
Udo^>dirto de propriedade. Carneiro da
Cunba.
Sao apoiadas as emendas que se Migue.
para suprim uto
PERNAMBUCO.
TIIEZORARIA DA FAZENDA;
A1 emenda additiva
das
provuicua
UJO.
aarcscenle-sc au ortigo seli-
EXl'F.OIENTE nO DIX 3o D8 AfiOSTO*
OllicioAo Administrador da Rcccbedoria
de llnelas Internas declarando-lbe que
devendo as despezas dos mandados cxlrahidos!
por a mesma Kepartico contra os de vedo-
res da Fazenda seren pagas pelo solicitados1 ,'
quando se tiver de proseguir nos termos da
c xecneao he necess.u o para que as inesmas
despezas seiao levadas em con la ao mesmo So-
licilador cpie quando se lhe fi/er entrega dos
cleridos mandados sejo acompanbados de
urna reta So iI.ls pe.-soas a quem pertencem 0
das cusas que lhe dizeni respeilo. com de-
ca racao assiagndo pelo Escrivo, e o mesmo
Administrador de que a somma 011 inqior
tan total lo^ndemnisadaciapelo referido Solici-
tador. DIA 5l.
Otticio-Ao Commanc.inie das Armas com o
requerimento de ( hemoteo Ferreira l ampos y
soldado da 1. Companbia Artilbcria para lhe mandar pagar pela forma
estabelccida os \ encnenlos que lhe forem
divides.
DitoAo Contador da mesma Thezouraria
remetlendo-lbe por copia as ordenS do Tri-
bunal do 1 Iie/ouro Publico Nacional 11. 8g o
90 do corrente auno.
IA a DE SETEMB1U).
Oflicio Ao Commandatite das Armas com
o requerimento de Joaquim de Santa Anua
Bam .. eoolrpsGuardasNacionai,4 Lbo de l. una que servirn m koampamenle
dePauellas e lacuipe para lhe mandar pag
pela -iiianeiru eslalecicla os v Ibes forem dejfidos visla das Guias juntas
ao mesmo requerimento.
DitoAo Inspector da Tkeeaumia das
lleudas Provinciaes romniuiucando-lhe em
consequencia da ordem co Eim. I'nsidenio
da Proviueia em que fi ia pedidas por cun-
ta dosuprimentode 1 :>:oooooo reis mana-
do na Lei Jo QrcaoNBtO geral, am de \we



DIARIO
f F, PERNAMBUCO
m
em dia diverses plmenlos que a mesma ?en-
trega ser eTetuada proporco dos plidos
que se fizerem pedendo ja ter lugar a doris
i5:oooUoo.
T1EZORARA PROVINCIAL.
EXPEDIENTE DO DU 3 De'aGOSTO.
PortaraO Inspetor da Thczouraria Pro-
vincial leudo de aprezentar quanto antea ao
Exm. Presidente da Provincia o Balan-o do
anno financeiro prximo passado o qual deve
de conter a declaraco do que resta papar
determina ao Snr. Adminitrador Fiscal das
Obras Publicas que com urgencia envi essa
declaraco respectiva a sua Repartico com
distincla classilica ao dos paga men tos que estao
as seo cargo a dos reparos das Capellas Mo-
res &c nao sopor que as contas da sohee-
dila Admiuistraco conforme o Hegulamcnto
se bao de aprezenlar em Oulubro, quando o
Bataneo ja deve de estar formado, como por
que nos do ultimo trimestre do anno nao veio
a (indita de claracao que dora cmdiante
o mesmo Sur. Administrador nao deve om-
mittir as contas dos fucturos trimestres,
como por este restrictamente se lhe recomen-
za.
Thezouraria das Rendas Provinciaes de Per-
nambuco a3 de Agosto de i83g. Joao Ba-
utista Pereira Lobo Jnior.
OficioAo Exm. Presidente reprozeutan-
do sobre a sua ordem de aa resneitoda
arrccada.ao da Taxa das Caixas, Hechos,
e Barricas d'assucar e sacase' Algodo pela
me/a do Consulado.
Tllm.Exm. Sr, Francisco do Reg Barros, Pre-
zidente da Provincia. Francisco Antonio de
S Barreto ,. Prefeito da Comarca.
REGULAMENTO POLICIAL.
Para o Theatro d'esta Cidade do Becife de
Pernambuco dado em observancia do Ar-
tigo 7. do Decreto de 39 de Marco de i83J.
Art. 1. Nao se pora em secna. espectculo
diverso do que se tiver annunciado e come-
car imprelerivclmente a hora marcada : po
rem se por motivo imprevisto for necessario
alterar-se o espectculo, ou comecar mais tar-
de dar-se-ba ao Publico a devida satisfacaos
o mesmo se pralicar quando os intervalos se
prolongarem alem do tempo costumado e
ladispeusaveUncnte necessario e neUe caso
para se facer menos sensivel admora, a Orques-
ta por ordem do Inspector eexecutar alguma
Peca de Muzica
Art a. Pouco antes da hora [disignada ,
para principiar o espetaculo estar illti-
111 iudos os corredores sallas e Plateas ; e
depois que se hndar o espetaculo assim s
conservarao o tempo precizo para seta
pre-
To-
es-
l) versas 'Keparticoeus.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
Rendimentos da Alfandega de Pernambuco
no niez p. p.
Direilos de 15 por cento do
consumo
Ditos de 5o por cento de be-
bidas espirituozas
Ditos de 3o por cento do
Cha
Ditos de a por centode Re-
cxporlaco
Expediente de 1 11a porc.
Armazcnagem de i|4 por c.
ao mez
Dita Addicional de 3 l|a
por cento
Premio de 11a por cento ao
mez
Multas de 5 por cento cal-
culadas nos Despachos
Emolumentos de Certides
como dp livro respectivo a
(1. ie\.
Multas avulsas como do li-
vro respectivo a II. 1 v.
io5:434Uaat
3.-546U838
a:36i84o
57583
n:iaaLliJ4
124U633
34:99611764
a:i4gUo87
i49a53
11U760
888U790
ciplaco se rc.lirarem os Espectadores
das as portas que facilitaren! a sabida
tar a bertas.
Art. 3. Os Porteiros nao deixaro entrar
na Plateia pessoa alguma com ccete benga-
la chapeo de clin va, ou armas excepto os
militares que estiverem trajados de seos u
n formes 1 junto a entrada haver lugar des-' dos no Theatro que nao cumprirem as or-
tinado para depozito de taes objectos entre- dens do Inspector e bem assim quaesquer
gando aos donos a pessoa expecialmentc des- outras pessoas que infringirm ;s disposico-
tiunda para a guarda dclles, urna sedula nu- ens d'este Regulamento Policial sero pro-
Art. i3 O Inspector designar com an-
tecedencia o lugar ende devero arrumar-
se as seges Carruagens e cavallos de
maneira que nao embaracem a entrada,
e sahida e encarregar a urnaPatrullia ron-
dante de vellar no cjjmprimento deste Ar-
tigo.
Art.- 14. OEs^presario do Theatro re-
quisita ao Inspeetor urna Guarda Militar
mais ou menos reforcada conforme as cir-
cunstancias a qual se postar no lugar do
cosluiue. O Commandante respectivo destri-
buir as necessarias sentinellas, que lhe forera
indicadas pelo Empieza rio, segundo a ordem
do Inspector; e executar oque por este lhe for
ordenado
Art. 15 O Empresario do Theatro dever
ter prontos em lugar conveniente, os utenci-
lios necessarios para o caso de incendio.
Art. 16 O Empresario do Theatro em-
pregar em cada ordem de Camarote urna
pessoa de sua confianca, para fazer conserr-
var nos Corredores e sallas a boa ordem ,
e fornecer s familias, que assistirem ao es-
pectculo oqitf houverem de precisar*
Art. 17. Em tudo querespeita regu-
laridad* decencia, e puntualidad* do Es-
pectculo devero os Actores e mais Em-
pregados no Theatro cumprir exacta e
prontamente as ordens do inspector, que
tender em a desempenho de suas respectivas
obriga ei.
Art. if* Os Actores e mais Emprega-
l5i:.H)i,l;rr5
Alfandega de Pernamliuco 4 de Setcmhro
de 1839.
O Escrivo.
Jronte Gerardo Mara Lumacbi de Mello.
rv A Pauta he a mesma do numere i83.
PREFTEILBA.
PARTE DO DU 5 DE SF.TEMBRO.
Illm. e Exm. Snr. Fora prezos houtem
a minlia ordem e tivern boje destino
Luiz Jozed'Oliveira e
Caetano
Pedro Jo?e Goncal-
ves brancos Caetano Pereira da Silva
Benedicto pardos, este escravo de Manuel
Joaquim Gomes, e Antonio Ferreira Porto ,
ii, anco p-'m SuLPrefeito da Frcgiiezia de
Sanio Antonio ,01.,*., e 3. por ten 111
maltraclado a seo comiianheiro dandolhe
nina bofetada no lugar do Trapixe da AI -
'umlega das Fazcndas o 4. por se ter enlro-
merada vista da qual lhe restituir I cessados como" desobedientes na forma dos
Art 4* A ebrio assim como ao inde Arts. 2o3 e ao4 do Cdigo do Processo e
cente, e ao deshoneste em trage ou em incorrerS as'penas do Art. ia8 do Cdigo
palavras vedado entrar no Theatro. 1 Criminal. sem embara ar outro processo e
Art. 5. Em quanto durar o espetaculo, penas maiores que tiverem de merecer,
fica vedado o ingresso no scenario e nos has- Art. 19. As Instruccoens ou Regulamen-
1 dores s pessoas que nao forem do servico tos Policiaes datados de a6 de Fevereiro de
d'elles ou empreados da Polica- em ser- i834 ; fico revogados com a observancia des-
vico d ella. i 1 te Regulamento.
Art. 6. Nao se deixar entrar maior nu- Prefeitura da Comarca do Recife a de Se-
mero de Espectadores que oceorrespondente. temhro de 1839.
as cadeiras que houverem as Plateas, e O Prefeito da Comarca,
nem se destribnir bilhetes, excedentes, ou Francisco Antonio de S Brrelo.
por maior preco que oannnncado
Art. 7. E'prohibido iuljuncto as portas CMARA MUNICIPAL DA CIDADE DO
do Theatro nasescadas, nos corredores e RE( IFE.
as portas dos ('.amarles assim como falla- a. skss& ordinabu de 18 Jumjo de 1889
lorio-, alti'rai'tKiis e l'uuiur das porta* do Presidoncia do Snr. Silva.
Thealro para dentro. E* permittido jiorem ler Compareeero os Snrs. Rios, Souza, Cha-
na porta de cada ('amarle un creado ou ve*, Oliveira e Figueiredo ; faltando com
escravo para o servico das familias que as- cauza os mais Snrs.
sim o quizerein. Os infractores sero pela Aberta Sesso e lida a Acta da antece-
1* vez advertidos, e pela a. prezos, epro- dente foi approvada.
cessados por desobedientes, I O Secretario declarou nao haver expedicn-
Art, 8. Se qualduer Actor por gestos a- te algum.
ctituddes de palavras ofl'euder em sceiia a Compareceo o Doulor Promotor e fez o
decencia Publica ou commetter algum a- snrleamento das 60 Sedulas dos Jurados que
buzo contrario moral, e ao respeito devido devem compora4- Sessao ordinaria, c re-
as familias, ser pre/o emflagranle logo que sol veo amara que se finan! publico por
se recolher aos bastidores, e condusido Ca- Editacs os nomes los sortiadus.
deia depois d'acabar a parte que tiver de Conlinuou-se rom apuraco dos votos
execular no expelaculo. Esta dispozhao fi- para Mcmbros Asscmblea Legislativo Pro-
tt sendo extensiva aos Actores de Companhi- vincial.
as particulares, que repiescnlarem no dito E por ser dada ora levantou-se Sessao;
Thealro. e mandaro fazer a prezentc em que assigna-
Art. 9. Durante a representaco os Espe- rao. E eu Fulgencio Infante de Albuquei-
ctadores estar sentados, e dest-obertos, esem- qne e Mello Secretario a escrevi. Silva
Ere Ules he prohibido o tranzito por cima dos Pro-Presidente.- Rios, Souza Chaves
ancos de urna para oulra Platea assim co- Oliveira e Figueiredo.
mo o estar a p sobre o banco com jiena de Est conforme,
desobediencia. O Secretario.
Art. 10. Er licito dar moderados signaes Fulgencio Infante de Albuquerque e Mello,
de approvaco ou desapprovoco nunca
com voceras estrpitos e conversacoens ,
ou le qualquer maneira perturbar aos Espe
perra i t te
menlos de Caridade se hade arrematar a auem .
mais der as rendas da caza D. 3 na rua.de S,'
Thereza; as pessoas que se propuierem a ar-
rematal-as poder oomparecer no -Grande
Hospital desta Cidade no (lia 6 do corrente mez
as 4 horas da tarde.
Salla das Sesses d'Admiuistraco dos Esta-
belecneutos de Caridade 4 & SetmDro da
,839
J. M. da Cruz.
Escripturario.
Carapuceiro
\
AS EXAGERACOES.
Quando hum objecto lie tao extraordinario,
ou de lana magnitude, que nos faltad termos
adequados para o exprimir exactamente en-
tao a imaginadlo buscando pintarlo, ou des-
crevello recorre as byperboles, exagera e
diz mais, do que a cousa be ; porque nao po-
de dizer quanto be. Assim o Rei Psalmista ,
3uerendo significar a Omnipotencia de Dos ,
isse Dominus regnabit in eternum, et
ultra/ s o Sr. reinara por toda a eternidade,
e ainda alem.
A hyperbole tero-se intrtxluzido nos tractos
da vida, as conversaces familiares. e mor
mente em os cumprimentos de urbanidade:
por isso nada mais ordinario do que o dizer-
mos, que estamos mortos querendo signifi-
car a nossa fadiga e cancasso. Qual he o
namorado, que tendo estado ausente da sua
amada, lhe nao jura que quasi morre de
saudade ainda que se lhe aprsente gordo ,
e nedio como o cachaco d'hum Frade Ber-
nardo ? Certas Senhoritas sao muito caroaveis
de exagralas, principalmente quando se
queixa de qualquer encommodo de saude:
huma pequea dor le garganta he logo hum
garrotilho : se Ihes doe levemente a cabeca ,
di/.ein que os miollos lhe estao saltando;
qualquer indispozico de estomago he huma
terrivel gastrile ; se porem o encommodo pode
dar a entender alguma affeccao hemorroidal ,
nisse nem se toca ; porque hemorroida he mo-
lestia de velhos.
Mas em os cumprimentos visitas, &c he,
que tem o seu imperio as exagera(es ; porque
cada nual que mais revide a respeito de frazes
Jiyperholicas. Multas vezes se onfessa nosso
liiinWlisvimn servo rjni'iu iolerKirmeutc nos
nao estima, ou muitas vezes at feicoado.- Mais fcilmente secar o mai- (diz
hum de quem pretendemos algum favor) do
que deixar eu de o servir. e entretanto o su
jeito est to longe de taes sentiroentos quan-
to dista o polo rtico do antartico, ^lorrerei
antes (exclama o amantetico a os pes da victi-
ma que procura sacrificar a seus criminosos
appetites) do que fallar minha palavra ; e a
final de contas nem morre nem mais se lem-
bra do que prometiera. Qual he a Meuina
sentimental, que ausente da sua presada ami-
ga nao esleve j morre nao morre de pura tris-
teza, e de saudade? Conheci huma destas,
que separatido-se dos seus Tudinhos poral-
guns mezes, e voltando mui nutrida, e lus-
trosa disse sua amiga quando se baratea--
va finezas, que vendo, que j nao podia
Rendimento da Meza das Rendas Geraes In-
ternas no mez de Agosto do corrente anno.
ladores ou aos Actores ; nem se
recatar das Plateas ou dos Camarotes dis- Decima de mo morta
cursos ou poezias, salvo em dias solemnes, Sello de Herancas e Legados
entre os Actos precedendo licenca do InSpe- Emolumentos de Certidws
ctor que mandar tocar a Orchesta quando Direitos Novos e Velhos
taes recitas devo cessar, j Ditos de Chancellara
Art. n. Se no recinto do Theatro se in- Impostosde letras ajuizadas
fringir alguns dos arts. deste Regulamento, I Dizima de Chancellara
o OfHcial de Policia intimar com civilidade Impostos de Caixeiros Extran-
ao infractor para que i m media lamente o acom-
duzido no a. -andar lacaza de um JNegoci- panhe prezn'ca ~*do Inspector ;
ante Inglez na ra da Cadeia para o rouba
tora de horas de sociedade m outros que se
achavo prontos e de espreila na ra para
acoadjuvarem no dito roubo quando lhes
u'zesse signal e o ultimo por ser encontrado
pela meia noitc na ra da Senzalla andando
opreeadamente e fizer-se por issosuspeito ;
Jacinto Theodoro pardo Vicente Ferreira,
preto, e Ignacio Antonio Rodrigues pardo ,
pelo Sub-Prefeilo da Boa-vista ,01, por ter
po casa de urna parda injuriado-a e es-
piancado e o *. e 3. por briga;
Dos Guarde a V. Ex. Prefiituia da Co-
marca do Retile 5 de Seteinbro de 16'g.
he dar voz de prezo ordem do mesmo Ins-
pector e a far effectiva pelos meios que
as Leis tem posto ao alcance dos Ofticiaes de
Justica para esse fim ; porem se for (dentro da
Platea ou Camarote esperar que saia ,
vigiando-o sempre.
Art, 1a. Haver ura Camarote para a
Inspecco o qual ser da escolha do Inspec-
tor que a nao ter respeito do Camarote ,
destinado para o Governo da Provincia.
No Camarote da Inspec.o haver meza luz,
penas papel, e tinta Na Platea, ondeo
Inspector designar haver um lugar para
um Agente da PoHcia.
geiros
Siza dos bens de raiz
Impostosde lojas aberlas
Ditos de Segis
Ditos de Barcos
Sello do papel
3o5U8oo
5ooo
U3ao
ao',U3oo
yiJo
iaaUit)6
17U70
a4oUooo
5:873U3i4
a:i95('90o
a5Utoo
38U4oo
4b7U56o
Q:5a{LJ3aa
Recebedora das Rendas Geraes Internas a
de Setembro de 1839.
Administrador.
Antonio Ferreira Duarle Vellozo.
Adminstralas dos Eslabeleciraentos de Ca-
ridade.
Perante a Administtaa dos Eslabeleci-
com a saudade assentou de comer at sobre
posse para morrer de pressa ; mas que o re-
sultado fina engordar por oquelle feitio.
As cartas familiares os bilhetes ti 'amores ,
os livros de Poesa ertica estao cheios dessaa
expressjes exageradas. mas felizmente rara ha
a pessoa que lhes nao d o devido descont ,
reduzindo-as a o seu justo valor que vezea
pouco sobe a cima de zero 1 mas ha pessoas e
at Nceles naturalmente hyperbolicas, taes
sao os Orentaes, cntreos Europeos os He*-
panhoes. Dotados de huma imaginacio viva,
e ardente tudo pinta5 com cores exageradas, e
muitas ,vezes com tanta extravagancia quo
provoca o rico : assiiu hum celebre |> danie de
nome Barias chama va a o sol omnipotente
Grao Duque das candeias aos venios pos
tilhes de Eolo ao trovo tambor mor dos
deozes a ; e hum Hespanhol por no tmulo de
Carlos 5* este epithafio -
Pro tmulo ponas orbem, pro tegmina
cselum,
Sidera pro facibus, pro lacrymia mara.
Por tmulo o orbe, por cobertura o ceo ,
r tochas as estrellas por lagrimas os mares,
a passada guerra da Pennsula rondando
bum sargento Hespanhol com quatro soldados,
como quer que o Major do dia lhe sabisse a o
encontr, e perguntasse quem era : respon-
den -I he mui ufano, e dtsdenhoso lio soi
o commandante em chefe desta fuerca arma-
ida Outro coronel d'hum Regiment em
(Occasio de parada zangando-se com hum sol-
dado, disse-lhen Nao sei onde estou, que
E


DIARIO
DE PERNAMRUCn
Hao arranco aquella morada de casas para dar-
te con os aUcerces na cara.
Ha pessoas naturalmente hyperbolicas, que
o sabem descrever as cousas sem se atirarem
os mares das exageraces ; ejsto provem da
Viyacidade da imaginario quando nao he re-
primida e reculada pela raso : mas nao de-
Temos confundir o hyperboco com o menti-
roso ; porque este diz o contrario do que sen-
te e aquel le acha sem pro pequeas as ex-
pressoes, que emprega para significar -o que
ente. O mentiroso inventa, e da existencia a
anillo que nao a tem, raramente deixar
ei contradner-se; o hyperbolico recorre a vo-
abulos excessivos para exprimir o que se Ihe
figura extraordinario, e gigantesco: o menti-
roso en quanto por tal o nao conhecem, po-
de aludir, e ser acreditado; o hyperbolico a
ninguem engaa; porque todos logo do o
evido descont s suas exageraces, e as re-
duzemaoseu justo valor. Em Verdade quem
ha hi to bajoujo, e paslrano, que tome em
rigoroso sentido essas expresses exageradas ,
que se hlo introducido no tracto civil, e que
s pessoae reciprocamente se baratead ? Quan-
do alguem nos diz sou seu obediente servo
seu creado hurailissimo &c. nos responde-
mos-! be com o mesmo ou igual palantrorio ,
e nem elle, nem nos damos o restricto valor a
taes modos de fallar : e assim como de parte a
parte nao se d engao, tambem se nao d
mentira : parece sim que h;i falta de fran-
Sueza ou sinceridade : mas esta virtude he
e poucos, e est eliminada do ritual do bom
tom. O bom tom tem endeosado o refolho,
a hipocrizia e a m f desterrando do mun-
do a Ihaneza de nossos a vos. Homem de hom
tom be aquelle, cujos exteriores sao afaveis,
cujas palavras sao doces, e urbanas ; que he
prompto em prometter, e ainda mais prom-
pto em faltar. Cont com a minha proteceo,
esj Vm. infailivelmente servido milito folgo
de llie poder ser til (diz o poderoso dessa
classe ao misero que se v necessitado e re-
corre ao seu val i ment) mas apenas d as cos-
tas o protegido que vai saltando de contente,
o Lord nem mais aelle se lembra e no pego
dos prazeres, em que vive engolfado afoga
todas aquellas promessas. Feliz d'aquelle ,
3ue nao carece de taes Mecenas : a proposito
o que dizia com muita verdade o grande Po-
eta Dante
Tu provera i si come sa di sale
Lo pane aitrui, e come duro calle
Lo scendere e salir per allrui wl.-i li>. *
Tu experimentars quanto be salgado
O pao ii 11 icio e quanto he dura estrada
O descer e sahir d'outro as es.adas.
esta accao seja a mais poderosa e a mais ex-
tensa de todas.
Oa postes estes principios que sao ineon-
testaveis ,' e provados por mil factos directos,
que graves consequencias nao deve causar o
dobre pelos dcfunclos sobre o moral d'hum in-
dividuo cujo cerebro j excitado pelas sym-
pathias que o liga com os outros orgos,
que sao a sede da molestia (quando elle mesmo
nao o seja) se abala vivamente pela impresso
da ideia terrivel, que nelle disperta aquelle
signal ? Quo fatal se nao torna esse horroro-
so signal, se a todas estas circunstancias se
ajunta a da existencia de huma epedemia ,
que em poucos dias em poucas horas mes-
mo leva ; sepultura grande numero de victi-
mas ? Se durante a existencia de lesoes que
termina") pela morte dos individuos, cujos
orgos afTcctos pouca influencia tem sobre o
encephalo assim no estado de saude, como
no de molestia, nao poucas vezes a ideia as-
sociada de morte, dispertada pelo do! re de
sinos, fazaggravar as molestias, quando nao
mata os doenlss; como nao deve ser de muilo
peiores consequencias esta mesma causa se as
lesoes tivessem sua sede no oparelho das sen-
sacoes ? c Pour honorer les mors ils font
monrir les vivants !
He desnecessario Sis., enumerar aqu a
serie de casos de molestias aggravadas e de
mortes de que tem sido causa este pessimo,
e brbaro costume de dobres de sinos pos
que raorrem. Por tanto Srs., ainda que a
ignorancia, e o fanatismo bradem contra vos,
cerrando os ouvidos s suas loucas impreca-
ces concorrei com as vossas luzes e esfor-
cos a fim de que os vivos sessem de ser victi-
mas dos morios. Eia, Srs. nao tremis:
dai o passo, e o Gove-ino de S. M. I. vos aju-
dar na vossa philantropica empreza. A.' vis-
ta pois Srs., das rases que acabod'expor-
vos proponho : i Que se represente a S. M.
I. os damnos que resultan ao publico do uso
de dobicsde sinos pelos defunclos o "qual nao
s aggrava as molestias como Inmbem occa-
siona mortes que deixaria de ter lugar, se
tal pratica nao exislisse. a* Que se supliqu
ao Mesmo Augusto Senhor, que por bem da
humanidade e mesmo da Religiao (que nao
precisa para seu honrada e venerada que se
sacriiquem os vivos pelos defunclos) baja |or
bem ordenar que tal pratica sesse, acabando
assim hum uso, que mais parece de barbaros,
do que de ('.Iinstaos. (Revista Medica Flu-
minense)
liafrisassemos mais com tila nao seria to in-
tensa essa aprebenso nos mesmos enfermos.
Finalmente talvcz se possa afirmar sem medo
de erro, que a indiscreta applicaco do Svs
tema de Brossais tem levado muito mais victi-
mas ; sepultura do que os dobres dos sinos.
Antigamenle havia thisico por ex., que atu-
rara 5 e 6 anuos : boje nem seis me/.es ; por
que tira-lhe todo o alimento, coneedenuo-
Ine apenas colherinhas d'agoa com assucar
(como se hum homem fosse hnm beija-flor),
esgotao-o de sangue por meio de centenares de
bixas e reduzido o misero a hum talinho de
allaco, em poucos dias acaba exinanido por
honra da sceita. Quem vive as cidades for-
cosameute ha de sujeitar-se a certos males in-
separaveis das grandes populaces. Tal he a
sorle das cousas humanas.
da e Fstremoz nos cacoo e nos incommo-
do Para nada nos faltar at isto !!! pa-
ciencia venba o bymno !!!!
( Peridico dos Pobres no Porto. )
Discurso do Sr. Vr. Soares de Meirelles sobre
os damnos, que causa os dobres de sinos
pelos defu netos.
Sen hores.
Se he verdade, como estou convencido, que
os Mdicos em todos os paizes do mundo tem
sido a porco de homens que mais servicos
tenhao feilo cansa da humanidade: sebe
verdade que elles mais que nenhuns oulros
tem contribuido para destruir os erros eos
prejuizos dos povos e concorrido singular-
mente para o esclarecimento da raso humana,
fazendo com qne esta triunfe da hypocrisia ,
e supersticao, que tanto fizerao gemer a hu-
manidade nesses seculos de trevas, e barbarie,
e que anda hoje com desprezo das luzes da
nossa era nao sessao de fazer victimas ; seria
triste, que os Mdicos Brazileiros, abando-
nando a senda por tantos outros dignamente
trilliada fizessem a vergonbosa e humilde
encpelo dessa honrosa regra gera.
Creio, Srs., que presents |que vou fal-
lar d'hum brbaro uso que nos legra nos-
sos maiores o qual (sem hyperbole) tem le-
vado tumba muitos militares de homens.
Quantos escaparia foice da morte se esse
funesto legado do fanatismo e da supersticao
livesse desapparecidod'entre nos ? Sim Srs.,
*fa niel hor que ninguem sabis de quantas
desgracas e mortes tem tido causa o inhumano
e brbaro costume dos dobres de sinos pelos
que morrem.
Quem melhor, do que vos conhece a in-
fluencia do moral sobre o fizico e a desle so-
bre aquelle ? Vos sabis que esta grande
influencia de certos orgos he muito mais vezes
devida importancia de suas funcees do
que vivacidade de sua sensibilidade, e, o
que nao be menos digno de note o augmento
de sua sensibilidade e mesmo o de sua accio
sympathica sao mais vezes a consequencia di-
1 recta de sua debilidade, ou de su*s molestias,
do que do arrescimo de suas forcas; e por isso
Jsei quedesta feila incorrerei para al-
guns na feia pecha de fantico ou superstici-
oso e bem pode ser, me aecusem de fallo de
condolencia para com os enfermos ; porque
com o devido respeito nao aprovo a medida
'embrada pelo Sr. Dr. Meirelles. Apresenta-
A Conspiraco Bracharense.
Continuaeo do numero antecedente.
Que em consequencia desta sua declaraco
foro presos o Caelaninbo o Padre Jos o
Relio, o Veiga e o Castro ; os quacs sen-
do com elle acareados negro ms cen-
trad issero-se fiados na protecebdo Manco,
e do Baro doCazal, e F. ,'diz o denuncian-
te se esquentara tanto com a priso do Cae-
taninho que fra aos Congregados para as-
sassinar o denunciante convidando para esse
fim o sargento que o guardava. Que dndo-
se busca ao Abbade de Cndores se lhe en-
contrara a correspondencia e a relario dos
conspiradores. Que depois da sua declara-
cao fra posto em liberdade e viera para es-
la Cidade acompanhado do irmo de Sua Fx.
o Sr. Conde das Antas e no caminho encon-
trara o dito Abbade a quem quizero pren-
der ; porm que elle fugi'ra deixando o ca-
vallo, as armas e o capote. Accrescenlou
que em Braga havia urna junta d'assassiuos
a juramentados cuo servico era assassinar
os Liberaes : a cuja juncia pericona o Veiga ,
e o Castro que se acho presos} dando-nos
os nonies dos outros que pelo mesmo moti-
vo cima nao publicamos ; e que o Bello o
quedaaaacasa para a reunio dos assassinos
e dos correspondentes e que para isso tinha
un Diploma de D. Miguel; e coatuiu que
os conspiradores e seus amigos (carao desani-
madoscom a priso do Macdonald tanto que
o Manco j Ibes tinha retirado o seu apoto.
Nao podemos por ora publicar os nomes dos
seis individuos assassinos ojuramenlados ,
porquecdguns ainda ando fgidos nem pe-
lo mesmo motivo os dos, dous correspondentes
alm do Caetaninho : asseguramos porem ros
nossos Leitores que bavio homens na Beira ,
Minho, eTraz os Montes, ecarregados dv.
con una i idos de gente. F.... 6oo F.... 3oo
-F.... Joo-l1.,.. qoo F.... 3oo- F....
ioo-F.... >oo E que dous individuos se
AVIZO COMMERCAL.
Para Triestre.O Brigne Dinamarquez
Ceres sai boje 6, Consignatarios Lutkeus &
Comp. ra da Cruz,
^ Para Liverpool.A Barca Ingleza Thomaz
x'ellors sai a o do corrente Consignata-
rios Russell Melloi-s & Comp. ra da Ca-
deia.
Avisos Diversos.
re as ninhus rases: o Publico'sensato e achavo em Lisboa frente da conspiraco,
instruido q' decida a questb. Primeiramenle donde emanavo as ordens ; um Brigadei-
de advertir,queoCatholecismo a Religiao do ro outro Coronel. O tal Hespanbol que
Brasil,e os dobres dos sinos esto intimamente isto nos disse esub cuja palavra rediginos
ligados ao ulto Catbolico visto des de tem- este artigo faz grandes elogios ao General
|W immemorial. O sabio e virtuoso Bispo Pudoa Juiz substituto e Delegado ; quei-
uo Algarve Fr. Amador Airis chama aos si-
nos lingoagem com que os finados pedem
xa-se amargamente do Fortuna e do Pacheco ,
e do patriotismo dos Mancos, c do Baro do
aos vivos, que orem por elles aoPai das Mi- jCaza. A nao ser o ffOO de Campanh ,
sericordias. A Igreja sempre os adoptou em ninguem hojeduvi'da da conspiraco Migue-
oi di'sculterta ,
extincln; o Go-
e tem tomado as
que os Miguis

lodos os paizes ; e creio que nem o Sr. Dr. ; lista que se felizmente
Meirelles, nem ninguem provar que nos nem por isso se deve julgar
antigos tempos era maior a mortalidade pro-i yerno est ao faci de tudo ,
veniente dos dobres de sinos, do que o he lio- suas medidas e esperamos
tsr Vende-se hum moleque com la an-
nosde idade e proprio para qnalquer officio;
quem o nertender dirija-se a ra do Fago
Juina do lieco do Padre n. 38 j, primeiro an-
ar,
C^- No Reeife, ruada Scnzalla velha Pa-
daria Amerieana, tem para vender moinbos
e torradores de Caf, grandes e tambem jie-
quenos.
S3~ Perciza-se alugar urna caza trra no
Bairro da Boa-vista sendo as ras seguin-
tes: Arago de traz da Matriz velha ou
conceiio para pequea familia ; quem a-
tiver e aqueiraalugar dirija-se a ra Direita
pailaiia D. 15.
%j- Pereiza-se de um caxeiro para tomar
conta de a padaria por ballanco tendoj
pratica sufficientc e dando fiador a sua con-
ducta : quem se achar n estas circunstancias ,
dirija-se a ra Direita caza de dous sobrados
entre duas cazas trras defronte das catacum-
bas do Livramento lado da torre.
E5- Roga-se ao Sur. Antonio Paz de S
Brrelo Antonio Manuel Roza, baja de de-
clarar a suas rezidcncia por esta fblha, afim de
tratar-se h negocio que Ibes diz respeito.
SZF Quem qiiiserhum Professor para en-
sillar Primeiras Letras Cramatica Latina,
Rhelorica e Muzica em algum Engehho ou
mesmo no Certb: annunoie
t^-Uma Sen hora capaz se ofierece a engo-
mar de todas as qualidades : a pessoa que qui-
zer se utilisar do seu prestimo dirija-se a ra
do Cano D. 10.
IS" Quem precizar de um rapaz Brazileiro
de idade 18 iq anuos de idade para > axeiro
de loja de l'a/endas ou ferragem; annuncie
para ser procurado.
ILT Quem pci( zar de hum moco Brazi-
leiro paracaixeiro de loja, venda, e mesmo
para armazem; e d fiador a sua conducta pois
de ludo tem alguma pratica : annuncie.
C/~ Pelo Juizo dos Orlaos se hade arrematar
as moradas de caza segnintes no lugar das
5 l'ontasilo Bairro de Sanio Antonio D. tu,
t2 63 64 c outra por delra/. das 5 Pon-
tas L). i perteneenles aos orlaos do felecido
Manoel Tcixeira Peixoto e ter efleito hoje
t pela i horas da larde*
Um eslraiiciro
nao podero fazer triumphar a sua causa
que sera o peor de todos os males ; n > ro le-
mos com tudo deixar de observar com magoa
te em os paizes Protestantes. De mais os do-
ires dos sinos sao signaes para chamar os fiis
celebraco das exequias e Officios Divinos
pelos defunctos: e prohibidos os dobres com que a descoberta da conspiraco deve-se a
casual idade da conversaco dos homens de
Tuv que a denuncia em Braga nao pro-
duziu seu rpido effeilo por causas em que
nao entramos Que em Lislioa se passou
PJssaporte ao Macdonald que este esteve
aqui um par de dias sem ser descoherto de-
vendo-so a sua priso a outra casualidade !
Por vezes temos chamado a attcnco dos
Leitores sobre os terriveis efleitos da
que se aun unca rao taes cousas P Com t rom-
betas pelas ras, como pratica os Musulma-
nes em suas Mesquitas. ou com buzios, como
fazem nos assougucs para apregoar a carne vi-
rada ?
Confesso, que os dobres, mormente sendo
em excesso como por abuso se faz em certas
Igrejas possaS prejudicar, e ten bao preju-
dicado muito a alguns"enfermos e que a apre-
benso da morte mais de pressa ihes abrevie os jdesunio dos Liberaes; esta
dias: mas esses e outros males sao insepara-|s fatal aosocego do Paiz, mas auxilia c mui-
nossos
J_____:?_ _.;
veis da habitaco da Cidade. Tambem o es-
trepito e os sons estrugidores podem aggra-
var muito a certas enfermidads mormente as
nervosas, easdo encephalo; epela doutrina
doSr. Dr. Meirelles deviaS proscrever-se das
Cidades os Caldeireiros.n1 fazem urna bulhado
inferno os carros. carrinhos e carracas, as
descargas, e artilharias em dias de cortejo ,
&c. &c.
A educaco moderna he toda sensual; e d a-
qui nasce o deseio de proscrever a ideia da
morte encarandoa com horror demasiado :
mas se des de os nossos primeiros annos fosse-
e, mos creado a olhar para a morte como filsofos
tenda maior influencia sobre todos os outros ; e Cbristos, a tella |x>r huma consequencia
eque elle rena todas as condices para qu j uccessana da nossa organisacao e nos faroi-
no vos admiraos que o systema cerebral
e da vontade ,
to as vistas do Usurpador Nos nao concor-
remos para ella e por isso nao temos remor-
sos a similhante respeito ; lembramos porm
que os homens d'Evora Monte conseguro de-
sunir-nos, e enfraquecer nos ; que entre
alguns fingidos Setembristas tem elles amigos ;
que o Scysma a sua guarda avancada ; e o
seu reforco essa carga immensa de parvoiecs
que temos feita e desgostoem que tudo es-
t. Dos perdoe a quem foi a causa de redu-
zir os Liberaes a este estado vertiginoso e
de insufficiencia politica. Que foi Portugal
nos primeiros annos da Carta! e que elle
hoje com o systema d'Hotel de Viile At
os homens que derramro nosso sangue na
Praca Nova no Caes do Sodr cm Almei-
ullimamente chegado
'lamburgo nonde tem exercido O lugar de
guarda-livros de cuja arle lem I asanles ro-
nhecimenlos pralieos etheoricos, |iodeni!o
mostrar documentos e atleslados que afirmad
lauto a sua babilidade como a sua condjpcta ,
desejase empregar em qualqucr nina caza de
negOjCO, nao querendo exigir no principio
grande paga em quanto nao se coohecsf a
sua pericia : quem precisar annuncie para ser
procurado.
C?* Precisa-se de cenlo e cincoenta mil reis
com premio de dois por cenlo ao mez (Hir
lempo de seis mezes dando-sc toa firmu :
annuncie.
Na ra do Queimado D. io loja que foi
do Sr. Joaquim da Silva Pereira se ada esla-
belecido Antonio Jos.' dos Santos Braga &
Comp. com grande? sorlimento de fazendas
porprecos muilo cmodos.
sy Precisa-se de um Feitor para um sitio
pe lo desia I'raca : atierro da Boa vista caza
do Medico BrtO.
Dezejase allugar huma casa terrea no
Bairro de Santo Antonio, nao excedendo oseo
alluguel a oilo mil reis ; quem a tiver anun-
cie.
SI7' OPferecc-sc urna mulber para servir
(le amaeni caza de homem solteiro, a qual
engoma e cozinba : nha D. defronte da Sadtrislia
5_T Na ra de Dorias caza D. 4i ensina-se
pequeos a ler escrever ronlar, Cramma-
tfca Portugiieza, e termos de civilidade por
muilo commodopreco, com todo o cuidado,
e applicaco ; quem perlender adnuttir seos
filos dirija-se a mesma caza j na qual tam
!>em se receban pequeos pensionistas.


" *
A
DIARTO DE PERNAMBUCO
Cj" Aluga-se o primeiro c segudo andar
ja vistosa propriedade n. 19 da ra da Cadeia
do Recife ; quem os pretender dirija-se a lo-
ja de fazendas da mesma propriedade.
SJT Aluga-se um armasem na ra da Cruz;
quem o pretender dirija-se a mesma ra ar-
masem n. 1.
Os Srs. Jos Antonio Fernandos, e Jo-
So Luic Tekeira queiro se dirigir a loja de
cabos defronte do Gorpo Santo, n. 5.
O. Sur. Francisco Fe-mandes Thomaz,
que teve negocio em larangeiras, declare a
sua morada para su Ihe (aliar a negocio de in-
te resse.
\3f Prceisa-se de um liomem aneio que
queira pasturar vaccas em um si! 10 perlo da
pi ac, alem da paga da-se-llie urna casa
para morar e um bocado de terreno para suas
piantacoes ; na ra nova D. 5 delronle do
caldcreiro.
-j" Os credores to fallido Ignacio Lopes da
Silva sao convidado-, para a casados Srs, L. G
Ferreira i Mansfield administradores na se-
gunda fe ira nove do correle as 11 "horas ,
a fim dereceberem sena dividendo.
S^" Olferece-sc dois homens, um com
idade de 45 anuos viuvo e sem filhos o
OUtro solteiro de iq anuos de idade, para
administradores de sitio engenlio ou mes-
mo para oulra qualquer oceupaco os qtiaes
do fiador a sua conducta ; quem os precisar
dirija-se a Olinda na ra do Amparo em casa
de Jos Germano de Lira Jnior.
5^r Aluga-se um prelo para servente de
qualquer obra ou para onlro qualquer ser-
vico ; na ra do Queimado D. 5.
tST Ojicm quiser trocar um moleque por
urna moleca quetenha de idade pouco mais
jo anuos com alguna, principios de costura ,
dirija-se ao terceiro andar do sobrado D. 7 da
ra das Cruzes.
C7- Quem tiver urna casa terrea, oualgum
andar de sobrado para alugar, para urna pe-
quena familia dando-se alguus mezes adi-
anlados annuncic. '
duas duzias de tijelns; 1 a colearas e pires para
vejamentos 5 na ra por detraz dos Martirios
cha 1 a ditos "para caf com os mais perten-
ces anlogos tudo por preco commodo 5 de-
fronte da lingoeta ra da alfandega vclha
n. 9.
C7" Um moleque de naco, de idade de
pannos, cozinhaodiariode urna casa e
niuitofiel; na rua,estreitado Rozario sobra-
do D. a4 no primeiro andar.
$-?- Urna negra de naco de idade de 91
annos, engommadeira cozinheira lava de
sabao e boa quitandeira ; na ra do Calde-
reiro por detraz da Igreja dos Martirios De-
cima aq.
Cj-'Dos terrenos na ra do Palacete em
linba recta a ra dos Martirios os quaes tcm
("o palmosde frente, e i5o de fundo, com
alicerces promptos para duas casas podendo-
se edificar nos fundos para fazer frente para
a ra Augusta ou I roca-se por escravos ; na
ra nova D. 11 no terceiro andar.
S27- Urna lileira em bom uzo urna por-
codc cangalhas dois escravos mocos um
dos quaes molato c olieial de sapalciro ; j engomma., faz rene I
na ra da Cadeia do Recife D. 17. da Conccico da Boa
!C7- Um cavallo novo gordo, e de bons
andares, sem achaques c de bonita figura;
no Hospicio junto a Quartel.
SST Urna morada de casa em Api pucos a
margem do capibaribe com os commodos se
guintes ; duas sallas qnalro quartos
fora, e um orando copiar de
D. 41.
CF* Primas de boa qualidade; na ra no-
va ai.
S2P Tres moleques de nacao lindas figu-
ras de idade de la a id annos ; dois osera-
de de 4 annos cozinha o diario de urna ca-
sa com principio de costura c engommadoj
na eamboa do Carmo D ari. ^
ssr Um barretina para G. Nacional j nesta
Typgrafia.
'sif Urna negra e umaftiolata com babli-
co. 1-
Avisos Martimos.
PARA O RIO DE JANEIRO segu via-
gem com muita breridade o Patacho Nacional
Novo Especulador, Capilao Joo Luiz Ro-
drigues; quem no mesmo quiser carregar, ou
birde passagem dirija-se ao mesmo Capilao,
ou a scu consignatario Muuocl Joaquim Ra-
mos e Silva.
TARA LISBOA olsriguc Brasileiro Cons-
tante no diaai do corrente ; quem no momo
quiser carregar assucar a 200 rc'is por arroba ,
ou ir de passagem para o que tem excellcntes
commodos, dirija-se ao Capilao Manoel Mar-
ciano Ferrreira", na praca ou a Thomaz de
Aquino Fonscca.
C o 111 pras
C7" O Commandanle do Corpo de Polica
compra caval los para o esquadro de primeira
linba, e remonta da companhia de cavallana
do mesmo Corpo ; quem os tiver ompareca
na secretaria respectiva lodosos dias das nove
horas as duas da tarde.
jsy Um Cdigo de Direilo Romano ; nes-
ta Typografia.
, o jornal archivo popu-
, com os seguinles nme-
ros- Hariadam Barba rocha, o pobre pas-
tor, o cabrito montez os desafos com a lar-
ca do orco e o pacha Ilarl conde de Hiche-
trouro castigo D* Joo de Austria ou a vo-
cacao, o Gaialo de Lisboa, com a historia
geral da arte dramtica : no caes da alfande-
vos de nacao de idade de 16 a ao annos, mui, dades para o servico de urna casa eum negro
ladinos e sem vicios; umaescravade naco ,
a lia nca-se nao ter vicios-, cozinheira de pro-
fisso engommadeira e muito hem educa-
da ; urna dita crcoula ptima para um tabo-
lciro de fazendas engomma liso cose cha, e
cozinha ; na ra de Agoas verdes D. ff.
SST Urna loja de uiudezas compoucos fun-
dos de huma porta s na ra do Crespo D.
7 lado do norte.
K3- A obra de Orocio dita de Virgilio,
dila de Cornelio Nepote dita de Saluslio ,
qc'mlo curso tentativa teolgica novo me-
thodo de grammalica, Luziadas de Camoes os
deveres dos homens e da religio e um ora-
torio grande ja uzado ; na ra vellia L). a.
S_J-- Urna esciava (le nacao angola cose ,
faz renda e lava de sabo; na ra
vista 1). 1.
CT Urna parte to um herdeiro do sobrado
D. 1 a as cinco ponas na quina do beco do
Marisco ou todo o sobrado logo que se deso-
ypolh'eca que tem a mesma
briguede urna
propriedade ; a tratar na mesma.
C7- Urna canoa com 3; palmos de compri-
tle boca muito propria pi-
nna lora, e um grande copiar de lacanica do, e qnasi tres de boca muito propnu p.i-
ladrilbada e muito fresca ; a tratar na ra -ra carreira ; na serrana por detraz da ra do
de Hortas casa D. i4-
3- O Ramalhete ricamente encademado ,
com estampas finas
lar, dito llieatral
b" Dois grandes quadros com relogio e
sica um rico relogio de cima de nica ,
ga armasem defronle da escadinha.
E5" Urna venda com o fundo de 700 }f 000 ,
com commodos para familia na ra l.'ireila
defronte de N. S. do Terco ; a fallacjjfoo ar-
masem de Antonio Joaquim Percira.
tSf Bneos de ouro puleeiras ^e ouro
com diamajites, ro/arios de uro muito mo-
dernos jiark senhora cordons de ouro fino ,
salvas de prata proprias para copo d'agoa,
pratos c tisouras de prata para espevitar vellus,
ludo chegado ultimameule do porto c por cima 14.
preco commodo ; assim como palalilhas de I-''' ^7" lima
nho finas, suspensorios de burracba mcias
de algodao pretas e brancas para homcm e se-
nhora eoutras muilas fazendas jwr pceo
commodo ; na ra do crespo lado do norte nu-
mero 6.
G^ Um pardo de bonita figura proprio
para todo o servico ; a fallar com Jos 111-
V c 11 (I a s
t^T Urna flauta de chano de 4 chavea a
coileeao do Cruzeiro amigo do povodo anuo
ile iii'i'i o Diario de Pernambnco de 18^9 ,
o O in i MoRio Semanario Civico Gazeta
rnambucana,o Consilliador .Nacional, o
Maribondo Segarega Relator ^erdadeiro ,
de ler-
na ra nova
loja
ludo encadernado ,
rageas I). 10
Umaescrava creoula de idade de a5
anus engommadeira, rendejra, faa_ doces
A* v.-u'i.i-;iMi:ili:l.:w!fs. e ca^tanlias confeitadas,
c e iaha o diario de urna casa 5 na ra doA-
nioriin junto a lenda de ferreiro.do Sr. Cae-
tano Jos Coelho, no segundo andar.
.. Urna lancha feta de madeiras deste
Imperio, com todos os seus pertences, capaz
de qualquer embarcacao de alto bordo u possu-
~- ; na ra largado Rozario D. b\
Urna nrgrinhade ti a / amtosde ida-
^tlu o m.tvco de urna casa cose cha engom-
ma li*o; na ra do Livramenlu sobrado de um
andar i), b.
Barricas com louca fina e de exceHente
,) conteiido cada nina um completo ap-
paaelho a saber 10 dudas de pratoa de lo
,. meia pulgadas |3 aopeiras j ditas de bpolga-
daa, 10 |)iat<>s iravessas, duas sopeuas, 4
terrinas para molaos 4 |"-lll,s cobecloa duas
ideiras, 4 traveasa para podina, disou-|
riada duus barias com os competentes jarros, |
gino de Miranda.
S9* Na praca da Independencia loja n. 11
e 12 talins com chapa na frente com o dis-
tico de Pedro Segundo, bandas de ofliciacs, de,
superior qualidade choroens talins de car-
rancas barretinas para ofGciaes sargentos ,
e soldados cordons de todas as qualidades
para as ditas e plumas e um par de dra-
gonas para segundo lenle de artclhei a ap-
parelho para barretina da G. N. e de cava-
laria, vidrosde poz antebeliosos de Manoel
Lopes ludo chegado do Rio de Janeiro.
^r" Dois bois mancos de puchar carroca ;
a fallar com Jos Paulino de Almeida, na Ma-
gdalena.
3^7* Cliaropessortidosde superior qualida-
de ; na ra nova D. j ai.
t?* Um bom juarto em meias carnes ;
na capclinha do Mondejo.
OP" Msicas para violo ; na ra nova loja
de ferragens D. 18.
ST7" I 'os escravos de nacao um offieial de
marejueiro e torneiro e destilador, de
idade de a ti annos e o segundo de j> proprio
para o trahalho de campo ambos de bonita
figura; na ra de S. Gonsaio na propriedade
do lallacido Joao llaplisla Branco a fallar com
Manoel Elias de Moura.
3^j- Um par de rodas proprias para carroca,
presuntos inglezes queijos londrinos latas
de salmn, musanla, conservas, vinhos
de lodas as qualidades carros de mo para
conduzirentulho e ser reja prcta ; no arma-
sem n. 4' j ra da Cruz.
IS?- Para fora da Ierra um escravo oficial
de alfaiate ; no pateo do Collegiojunto a loja
de livros.
S2?- Essencia de bagas de zimbro ; na ra
uui da cadeia velha D. 57.
6:^ Urna lancha bem construida e cm
Ijom estado por preco commodo'; na ra lar-
;;a do Rozaria D. ti.
Urna rede, de palha maqueira feita
Fagundes
musica
um candieiro ou lustro de vidro com oito lan-
ternas para oilo luzes urna cadeira muito ri-
ca para Senhora urna Darelha de cavallos
para cano um carro de duas roelas muito bem
Pintado e forrado de novo um carroca feita
na Ierra para conducao demateriaes para ser
puchada por hoy una capella para missa ,
rom diversas Iniagens de bom gosto, un pre-
sepio do Menino Dos grande, com .1 vidros,
una cela de S. Antonio obra nuiilo boa, e
outros objeelos de bom gosto por pre o com-
modo ; no atierro dos atlogados sobrado gran-
de junto ao viveiro do ;Vuniz.
i^f Dois negros tic nacao de lindas figu-
ras com principios de padeiros de idade de
90 annos e urna negra de bonita figura, pro-
dria para lodo o servico ; as cinco ponas De-
muito bom trabador de sitio e urna arm/cao
de venda uas cinco ponas decima a3.
negra moca, santa, sem netas-,
c com nahelidades o motivse diraocom-
prador ; na Boa vista sobrado defronle da r-
beira.
Tesourinhas finas para costura sus-
pensorios de burracba a 4o rs. dito de fita a
a o, fsforos a o rs. o masso c em duziaa
4oo, agoa de colonia a no, lamparillas 80
a caixa cana da China para cha rap areia
prela e nutras muitas coisas muito cnconta ;
no atierro da Boa vista loja 1). 16.
C7" Um sorlimenlo de chapeo de seda para
senhora de muito bom gosto flores e fitas ,
tudo chegado prximamente da Franca, por
preco commodo ; em casa de Theard cabelle-
aeiro na ra nova l). iti.
' ;r~7* Urna eserava creoula de idade de 17
annos cozinha o diario de urna casa
ma ; cose
engom-
c lava bem de sabao ; na ra
de
Ortas D. 15 cm casa do escrivo do Juiz de
Paz.
C7* Urna eserava de nacao angola moca
e de bonita figura e hbil para todo servico .
com especialidade de vender na ra d que
tcm muito pratica ; na ra velha casa terrea
D. 8.
SC7" Urna canoa de carga prompta a na-
vegar de carga de 5 toneladas; na ra do Fa-
gundes !) 28.
K3" Um grandebanheiro de cobre eslanba-
do por preco commodo ; na ra de Hortas
D, /f.
C7* Urna negra de bonita figura, de idade
cusa
varias quali-
rua Di-
Escravos Fgidos
'-----------,.,-------------------nB------------------.
S?"Nodia3i de Agosto desapareceo um
prelo de nome Agostinbo de4dade de aa an~
nos estatura alla( grossodo. corpo tem os
denles da frente de cima um tant9 abertos e
os pt's alguma coisa bichentos levou vestido
ealsadcbrim. camisa de chilla jaqueta de
ciscado encarnado e chapeo de palha cujo
trelo trabalhava cm urna padaria na .ra da
aranjeira d'onde desapareceo ; quem o pe-:
gar leve a ra por detraz do calabouce velho a
sen Sr. Justino Antonio Baptisla que da 5o
mil rs. de gralifieacao.
S-v" No dia 39 de Agosto fugio um escravo
do sitio Parnamcirim, de nome Elias, estatura
regular de naco cassange poma barba ,
cora falta de denles na fente (piando falla
suprime as palavras levou calsa e camisa do
csloup e por cima una camisa de baca
encarnada levando para maior signal um
emplasto confortativo nos peitos em razode
molestia ; quem o pegar leve ao mesmo sitio ,
ou na ra da Cadeia D. 3o que ser recom-
pensado.
Gf^> No dia a3 do n p. fugio urna eserava
de nome Joaquina de naco angola secca
do corpo rosto redondo e bem prelo levou
vestido de chita azul e oulro prelo ; quem a
pegar leve a ra do Qucimado sobrado D. 19 ,
que ser recompensado.
CJ- No dia a3 de Defembro de i838 dea-
appareceo um negro com idade de 3o a f\o an-
uos com os signaes seguinles ; estatura re-
gular nariz chato com algumas marcas de
Ix (higas 110 i-oslo urna pequea nevoa em um
0II10 tem unas pequeas glndulas no pesco
co, que s se conhecem apalpando eom a
mo, seu nome Antonio
conbeeido pr -Major-
e |K>r alcunho
quem o jiegar o
leve a seu senhor Francisco Rodrigues da Cruz
e *n iino eo/.iiiii o ino c
cose
laz doces de
dades c d-se a contento dias ; na
1 tila do lado do Lirramcnto D. oo.
C7" Urna parelha de cavallos
, propru
no Para ; na ra Direila padarih 13.
HT" Ombrciras, vergas soleiras, e tra-
mellado
raposo propria para carrinho ; na ra Di-
11 ila D. 4ti venda de Bento Joo Cardoso.-
Zf- Na ra do Amorim n. 10i venda de
Antonio Yaz de Oliveira, ha conlinuadamcn-
le cale moido, bom fresco c prompto na
trra e por preco commodo em porco de
arrobas ea retalhocom dillerciua no preco ,
e igualmente se recebe caf em grao para tor-
rar e moer.
C7* Terrenos na passagem da Magdalena ,
abeira da estrada ', entre as duas pon tes com
arvoredos de inicio tambem se aliua perpe-
tuamente ; a faltar com o seu pioprielario Jo-
s Joaquim Bezerra Cavaban!i.
morador na Cidade do Recife ra dos Quarle
is que pagar cem mil rs. pelo trabalho.
~>" Rogase a os Srs. SubI refeilos desta
e mais Comarcas Commandanle do registo e
aulhorkladcs policiaes e pessoas particula-
res, aprehenco de um escravo de nome Fran-
cisco naco ra bollo cujo escravo foi do fal-
lecido Gervasio I ires Ferreira e apelida-se
por Francisco de Vera, ora offieial de pedrei-
ro baixo cabeca sobre o grande, olhos
grandes e abugalhados um pouco afumaca-
dos, nariz mais afilado do que chato boca
grande, beicos grossos peitos batidos de
idade de a3 annos julga-se ter sido seduzido
para embarcar levou vestido calsa de brim
branco, e camisa, jaqueta de chita azul des-
apareceo no dia a5 do corrente ; o mande le-
var na ra do S. Gonsaio a entregar a Manoel
Elias de Moura que gratificar generosa-
mente
C^" Vicente creoulo de idade de 16 an-
nos baixo beicos grandes olhos ditos e
olba um tanto em branco coixo do p esquer-
do o qual nao assenta no chao com. duas
feridas as pernas fugio a um anno ; quem o
pegar leve a ra da senzala velha n. 3o refi-
nai: o de Manoel Ignacio do Nascimento que
ser recompensado.
t~r" No dia aa do passado fugio um escravo
donme Miguel, alto, cor pouco prota^.o
o maior signal que tem, ter o queixo.incita-
do de um lado |>or ter bastantes grandulas, ou
alporcas quasi lodas ou todas ainda aber
tas porcm eslo fcixando ; roga-se a lodas
as pessoas que vivem de prender escravos f-
gidos e muito principalmente a os de fora ,
e mesmo a os Srs. cm pregados le Policia para
o prender e remelle-loa casa do seu Iciumu
Sr Antonio da Silva Gusmo que pagar to-
da a despesa e dar una gratificaco a quem
o conduzir.
/
Muvimento do Porto
1 .i 1 i. m
No dia 5 amanheceo fundiado no Lamciro ura
Brigue Sardo.
ERRATAS I'
Esspnciaes Ka Sesso da Cmara dos De- 1
puludos publicada no Diario de hontem em
lugar do dia leia-se 5.
o Editalda Alfandega columna 3, linhas
19 em lugar de 16 barricas leia-se oilo.
tT Urna eserava de naco angola de ida-1 RECIFE NA TYP. DE M. F, DE F. Tiiif.
*

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