Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06113


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Full Text
V*.
ANNO BE ftt gOAltA. fftlftl
Tl|i i l IIT I
1*1, i im
CkMMIOSi
Maio ao.
Londres aOpor i'fooo sed. ,
Lisboa 85 por loo premio, poT metal, o Aereado,
franca 5ao 3i5'reis por franeo.
Rio de Janeiro 3 por ioo p.
Moedas de fifoo i5>oo as velhas, novas i{fgoo:
<#ooo 8#3ooa8#ioo.
Pesos Columnarios 1700 a 119710.
Dittos Mexicanos ijj(68o a i#6ao.
Pataces Bratileiros 1^700 a1^170.
Premios dag leti as, por mes i 1/8 a 1 173 por 10b.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTE8;
Cidade da ^aiaiba e Villas de roa pretendi V 3 3 9 .
Cidsde de Rio 'randa do Norte, e Vil(p>s Idea .' '.'
C dade da Fortaleza e Tillas dem ...... .
Villa de Goianna ..'.... 2 2 .' : 3 I
CHsde de Olinda : C i 3 3 8 3-3 1 3 3
Villa de Sanio AntSo 3 5 3 2'.". 3
Dita da Garanhnoi PovoacSo do Bonito.: '-' .'
Di:tas do Cabo Serinhaam, Rio Fonnoso, e Porto GalTO
Cidade das Alagoas, e Villa de Macei. .....
Villa de Pajan/de Flores. ...........
Todos os correios partem ao meios da.
29 DE SIA10 NUMERO H*.
Tudo "agora depende de nos tnetmos; da ticssa pradeo;
tnoderacSo, e energa : continuemos como principiamos)
e seremcs apontados com admiraco entre as N*ca
caltas.
Prociumacao da Jssemblea Geral do Brasil.
Segnndas e Sextas fen-a.'
Todos 01 dias.
Quintas feiras.'
Dias 10, e 34 de cada mee
dem t 11, e 11 dittodiUo:
dem idem.
llera i5, diitoditte
Subscreve.se para esta folha :1300o por qnartel pagos adi-
anlados nesta Typograda, rus das Cruzes 5 e .ia Praca
da Independencia D. :<-; 38, onde se receben correspon-
dencias legalisadas, e anuuncins; insrindo-se estes gratis
endo dos proprios assignantes e viudos asignados.
DAS DA SEMANA.
37 Segunda S. Joo P. M. Ses. da The* e aud do J. de D. da 1. vara de mauh.
28 Terca S. trerinano B. Re. c audiencia do J. de D. da 1. vara de mau.
9Q Ouarta S Maximiano B. Sesso da T. P.
5o Quinta >fc Festa do Corpo de Dos.
3i Sexta S. Petronilla V. Sesso da Thex. e aud. do Julz de Dir. I. do Junho SaShado S. F.rmo M. Rol. de manh c aud. do J. de 1). de m.
1 Domingo a. Marcelino M.
Marcheia parj odia ai) de Maio.
As 6 horas e 6 minutos da manh. As 6" horas e jo minutos da tarde.
.7V

PERNAMBDCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 37 de Maio.'
OfEcio Ao Prefeito da Comarca do
Limoeiro, commnoicando Jhe que a Pre-
sidencia concede os oito diss de licenca que
en oficio de 22 do correte pedio para
\ir a esta Cidade.
Dito Ao Inspector da Thesouraria ,
pira mandar satisfazer a Silverio Borroso
de Carvalho, autorlsado pelo Prefeiti da
Comarca do Limoeiro a quantia de 3as'q6i
rris que despendeo com a sustenUco dos
presos pobres de justica.
Dito rr Ao Commandante Geral do
Corpo de Polica, para mandar apresen-
tir ao Commaadaate das Armas para com-
pletar a Guarnilo da praca no da a8 do
correte, 1 Capital pira o Dia na Praca,
9 inferiores, a cabos, e i5 soldados,
Bcsndo na inteligencia de que o Corpo de
seu Conmando sera' coadjuvado no servi-
co da Polica nocturna no dia arr a 28 pe-
la Companhia de Artfices.
Dito Ao Commandande das Armas,
commuoicando lhe a expedirlo da ordem
supra.
Dilo Ao Director do Liceo, ordenan-
do em compriroento do artigo la da Le
Provincial numero 73 por a concorsO a
Cadeira da primeiras Letras novameote
diada pala dita Le na Fregaesia do SS*
Sacramento da Bae vista.
desta Cidade, anpelUnte Salvador Jsrdinil CMARA MUNICIPAL DA CIDADE
ppelladoJoo Jnnely Escriviu Rabel-i DE OLINDA.
f\>i jqlgedo o appallado carecedoT da j
jacefo e o appellante da reconvenci pa-
gando ambas as castas prorata : ficaodo
i Direito salvo ao appellado para ha ver par-
das edamnos do appellante oro cosequen-
cia de nio ter sonidos seos effeitos o con-
tracto de fretamento.
MEZA DO CONSULADO.
*
THEZORARIA DA PROVINCIA.
EDITAL.
O Illa. Snr. Inspector da Thesooraria
das Rendas Provinciaes manda faser pu-
blico que nos dias 12, i.{, i6d Junho
prximo futuro se ha de arrematar era asta
Publica por te.mpo de 3 annos contados do
i. de Julho de 1809 a 3o da Junho de
1842 o imposto de 4o reis por caada de
bebidas espirituosas do consumo na Pro-
vieta, excepto a agurdente de fabrico
Nicional; sendo esta arrecadaca feita nos i
Municipios do Recife e Olinda.
As Pessoas que se proposerem a esta ar-
rematac5 compareci na Salladas Sssses
-competentemente htbelitadas.
E pira constar 89 mandou affixar o pre* !
ente e publical-o pelo Prelo.
Thesouraria Proviuei.il de Per na albuco {
ao de Msio de i83o.
O Contador.
Joa Baptista Pereira Lobo Jnior.
. A Pautawhe .mesma donato, na.'
OBRflS PUBLICAS.
.
Tera deit a prapa nos dias 14, i5, e 17
do mer de Junho prximo futuro a sexta
parte da estrada.de>S. Antao calculada em
rs. 17:17303^. >Os Licitantes devena ,
competentemente habilitados de Fiadores
idneos, JTompareeer nos referidos dias ,
ao mticyflia a'offarecerem os se' na,Rjpflrtica5 das Obraa Publicas onde
sCacnio patentes o respectivo Orea ment ,
DescripC'5 e Coodicoeos para pelos par-
endeptes serem examinados em q ualque
tdia til u 'bocas do expediente.
Inspeccf o das Obras Publicas 37 de Maio
de J1839.
Moraes Ancora.
PRE^EITURA;
Parte do dia 8 de Maio de i83g.
Illm, e Exm. Sor. Fora presos hon-
te.m a minha ordem e tivrad hoja des-
tino : Florencio Jos Cesar pardo pelo
Sub-Prefeito da Fregueiia do Recife por
ter comprado um enterado furtado ; Joo ,
preto escravo de D. Mia Nobre, pela
1. Patrulba de Fora de Portas, por ter in-
3.* Sessio Ordinaria de 8 de Fevereiro de
i839.
Presidencia do Snr, Guedes;
Foi aborta a SesasTo estando prevales os
Snrs. Vereadores Paula Lefo Ferreira ,
Pastos, Maciel Mouteiro LaageJnnior,
Figueiredc Rozellis, e Albuquerque 5
faltando com causa os mais Sanhores.
Lida a acta da antecedente foi approvada.
O Secretario dando conta do expedien-
te mencionan os leguintes officios.
^ Um do Exm. Snr. Presidente da Pro-
vincia determinando que a Cmara pro-
posesse hum CirurgU para a vacina deste
Municipio de entre os moradores do mes-
mo para a Pretidencia mandar patsar o
respectivo titulo conforme foi requintado
em olicio da mesma a foi proposta a p!u-
vidade de votos o Cirurgia mor Joaquim
Jernimo Serpa por nelle concorrer to-
dos 01 requesitos, e resol veo a Cimaraqua separa darem os seus nomes afim de se
se officiasse ao mesmo Exm. Sor. neste j procuraren os meios de transporte as pr -
mesrno sentido. meiras Embarcacoens que d'este parto se-
Outro do mesmo Exm. Sor. mandando jguirem para aqoelle destino.
nhorado por Manoel Luiz da Veipa e Dizi-
ma da Chancellara, ouves$9 o mesmo
Exra. Snr. do mandar abonar pela Thesou-
raria Provincial a mencionda quantia para
a Cmara ir pagando conforme as sois co-
branzas o que foi aprovado.
Houvera varios requerimentos de par-
tes que se dispachara e por ser dada a
ora o Presidente levantou a Sessa5. Do
que fiz a presente em que assignara. E
eu Jos Joaquim de Figaeiredo Secreta-
rio a escrevi. Guedes, Presidente. Fer-
reira, Passos. Maciel MonUro. B.e-
zellis. Paala Leo. Albuquerque. Laa-
ges Jnior. Es couforme.
Jos Joaquim de Figuairedo.
Secretario.
t
CONSULADO DE PORTUGAL.
Todos os Subditos Portugoezes qus se
qoeiraS transportar para Angola cuta,
do Governo de S. M. Fidelissima tu
conformidade das Iostruccoens recebidaa
n'este Consulado devem n'elle apresuiiiar-
que se posase em praca o contrato das ba-
la ncas de pesar assucar em volomes pe-
queos nos fapixes do Rcife pela quan-
tia de 1:076,610 e da Afilact por reis
a4o,aoo.
Outro oficio do Tenente Coronel de En-
genheiros Firmino Herculano da Moraes
Ancora remetendo o ores ment da despera
qui se pode faser com a tapagem do arrom-
bo do atierro dos arrombados cuja quan-: pode dirigir-se Chancellara do Consulad
ta he de a:574,ob'o rs. por coja quantia defronte da Igreja do Corpo Santo to los
Consulado de Portogal em Pernambuco'
aos 27 de Maio de i83g
Joaquim Baptista Moreira.
O Cnsul de Portugal, precisa contra
ctar para a Provincia de Angola, hum
Viestre de assucar que entenda bem de
purgidor d'este genero. Qualqoer pessea,
que se queira contractar n'esta qualidade ,'
havia-se posto em pra^a dito arrombo.
Nesta Sesso por haver-se Godo o prsso
que foi marcado para andarem em praca
soltado e querido dar com urna pedra na o contrado d'affilacao e tapagem a Cama
mesma Patrulba ; Joaquim, tambero pre- ra mandou ao Porteo apregoar a ultima
to escravo do Tenente Francisco Caval-1 praca e depois de varios lances sobre o
canti, Umbelina Simplicia, branca An- contrato d'affilacao apareeso J0S0 Hilario
na Margarida da Cooceicio, semi-bran-j de Barros e ancou sobre o orcamento de
ca, e Francisca das Cliagas, preta pelo a4o,uoo reis a quantia de 89,800 rs. e
Sub Prefeito da Freguezia de Santo Anto-1 por nao haver quera mais oftVrecesse man-
os dias otis para saber dea estipulacoes
com que se pertende faser este contracto.
Diario de Pernambuco.
nio ,01" por denuncia de estar fgido ,
ou furtado a segunda por ter seduzido a
urna menor para fugir de casa de aua tnii
don a Cmara entregar o ramo sendo fia-
dor do dito arrematante Manoel Antonio
Vilac, e continuando a praca sobre a ta-
para mos fins, e a lerceira, equarla pelo i pagem do arrombao pela quantia do or-
areseno motivo ; Pedro tarohera preto es- carnelo do dito Engenheiro apareceo Joa-
eravo do-D^zembartjador Tibmcio, por
um aoldado de Polieia por briga, e nio
se querer dar prisio ; Thomaz tambem
preto escravo de Antonio Pereira da Cu-
quim Theodorico de Albuquerque Mara-
nbio off-rencedo-se a faser a dita tapagem
pela quantia de 1:999,000 rs. com as con-
dicoens do dito orcamento e do mais que
nha, e Amaro igualmente pr^to, escravo seacha no termo do anto d'arremalacio
Diversas Repart9oens.
TRIBUNAL DA RELLACA0.
Saasio do dia 28 de .Maio de 1889.
a appellasa Civcl do Jaiso deDireUo
de Carlos Jote pelo Sub Prefeito da Fre-
guezia de S. Pedro Marlyr, por julga-los
fgidos.
E' o que consta dis partes hoja recebi-
dat nesta Secretaria.
Dos Guarde a V. Esc. Prefeilura da
Comarca do Recife *8 de Maio de
1839. Illm. e Exai. Sr. Francisco do Re-
g Barros Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de S Barreto > Pre-
feito da Comarca.
sendo seo fiador Jos Francisco da Ferias
Sales e por nao haver por quem menos
fizesse mandou Cmara entregar o ra-
mo aceitando dito fi me como determina a Lsi.
O Snr. Presidente propoz que se offici-
asse a Ex- Presidente da Provincia que se
aebando arrematado o arrombo e nio po-
deodo a Cmara dar cumprimento as pres-
tacoes que se tea de faser ao arrematante
fot hto qut se ach o seo Patrimonio pe-J
Talvez alguem nos jalgue excessivos,
quando nes mostramos inctusave em lou-
var a prudencia, e sabedoria com que
esta Provincia se sustenta ; fazeudo, quj
a sombra da Constituicio florera o eos-
murcio augmento a agricultura e d'esU
arte enriqueci os cofres ; porem loriada
sermos excessivos, somos justos, e, quin-
to mais rtfi elimos sobre o nosso estad),
maiores motivos encontramos para merecar-
mosesse epteto antotbando-se-nos moti-
vos d'elogio no que outros o eacontraria de
vituperio. Vejamos,
O Governo Geral parece pouco cuidado-
so do uosso bemest.r, e que s de nos se
lembra, quando qtrersrmss, e dinheiro.
As Provincias do Sul j gozad da estradaa
geraes para a facilidade do seu commer-
cio; para comxodidade dos viajantes e
prompta execucio nos seccorros que de-
vem de prestar-s 3 uiutuiineote : entretanto
que as do Norte vivam emmaiauhadas de
espetsos matos alagadas de lodosos pal,
q cercadas de immeosos precipicios ; tea*


---
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^
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2
l,juti cous de milagroso o modo porfo
c Urfi'd ft p*ica os Notaos aunaros ; e de
etern a nos-- coan un c ci interna de
a para ou"m Provincias.
A nossa Alfrndeg que pela dividad*,
e honra de *mis empregados retid* annml-
m-Tif" o nselre" de vinte rontos de arnwe-
nhagem e mil e cm coritos de direi:iis,
minio mais p deria render se ella tivsse
fr nazens uicientes que nodessam reer>-
lli r as me. cidonas importadas a este pe*
17; dqu r-^u!ta, iflie navios, qti pode-
lib gslar, quando iii'l >, oito das para
a descarga gastad quinte vir-.te e mais
dias, coco grande detrimento dicorpmer-
cio e d?sfrlqu3 das rendas publicas; p's
que a impdrticao est na mlt, nio s do
hjm preco do mercado cerno da franque-
za e erdade dos dep em opposico a estes principios, qu^ obri-
gado o despachante a esperar cito dias ,
contados do em que se appresenta para o
despacho, por frita de logar onde, se abra
os voluntes para seretn as fazend's vistas,
e conferidas a pezar da boa d.ligenci dos
Ero pregados.
Nos a multo que vivamos de remendos;
de cazas, feitas pira babltacfo de fr'des ,
temos visto surgirem, opaco pira a Presi-
dencia, o Erario, a Alfandega etc. Por
mais que voltas se Ihes dm ; por miis que
se Ibes feixem Os portas, e ab'ad-se ou-
tras; por mais que se Ihes pe-pguem em-
plastos e remendos, sempre tica tildo co'm
ar fradesco : nao ha quem a o entrar da
caza da Presidencia nao diga: Aqui nes>
tas celias moraran os padres de Jerus, que
deverfo a sua grandeza a o seu sistema e
a sua queda a sabedoria do Mrquez de
Pombal, e a de Ganganelli.
A Alfandega que passou d'is cazihas
de pombos para os corredores e torredes
dos Manigrepos tem anda maiores laivos
de clausura que de aduana. E bem con-
vencidos estamos (talvez en eraos) que pa -
ra a edificacio de cazas proprias e condu-
centes a o 6m de sua construceo chega-
riad as avultadas desperas que se tem di-
luido rom abaxar muros e levantar pare-
des; abrir portas, e tapar janelUs. Se
considerarmos atentamente no er uiotucon*
tinuo que se tem dado a o fazer, e des-
fazer dessas cazas, bem se poderia crer ,
que os nbssos emeiaes acabarlo as suas o
bras quando as Danaidas acabaren de en-
cher d*agoa o seu tonel.
Mas apezar do que vimos de dizer e de
ser a Alfandega a todas ns luzes, mal co-
locada com tudo anda ali resta muito ter-
reno que approveitar se possa para a cons-
trueco de armazens, com c-ja faetura des-
ptnder-se ia mu pouco, por se approvei-
tar a mod'obra, que existe, e pela pro-
xmdadedo mar, que facilita a condcelo
dos materiaes.
Outra qualquer Provincia onde medras
se o espirito d' anarchia clamria contra o
Governo pregaria ade.-uniJo, rilara s
armas. Mas esta confiada na jnstica de sua
causa; esperando o bom resultado das re-
presentacOes', que, a este respeito nos
consta terem as Aucioriddes feiio che-
gara o Goveroo gral, est tranquilla ex-
iste em paz.
RIO DE JANEIRO.
O Novo Ministerio.
A Aurora publicando os nomes do* no-
vos Ministros ssira se exprime : Tal
o pessoal ainda do incompleto da nova ad-
ministracio que timou oleme di estado
no meio das circunstancias extraordinarias,
em que se ve o Brasil. Esta' ella ao n-
?el dessas cirennstancias ? Podera' inspirar
confianza ao pz e as cmaras ? Tm
principios e meios de Governo ja concebi-
dos de ante-mo em hum syUema fixo, co-
mo o exige o estado dos negocios ? Eis a-
qui por certo questes importante-i, que
se apresenlio naturaUnente ao espirito,
roas de cujo txaroe julgamos dever ahster-
nos por agora, aguardando a ecuducta ol-
te-ior da adrainisliaco. NJ a julgaiemos
p* I os seos actos ; e segundo elles Hiedes
tr.buiro-tios o lonvor ou a censura com
a rwrfe ti imparcialidade de que nos li-
sone; >mt ter dadi sobejas provas.
Como o nosso collega, ti lambem a-
D I A 1t I O DE PiERNAMBC.
"?
guardamos a conducta ulterior da nova ad-
ministrsclo para julgarmos por aeus ac-
tos ; mas, nfi deixaremos de faser a qui
eguntes reflexes : A administ'aco a-
ctud f>i acolhida com np-ovapio pela o-
pniio publica ? Tera' ella pulso
bastante forte para reger o lame do es-
'"!> no tempestuoso lempo em que sobe ao
po-ler ?
Qnandoo publica fui nteirado dos no-
mes das pessous chamadas para o novo ga-
binete nem deo vivos indicios de appro-
vaco, nem da desapprvacio. O nomes
dos noss.s ministros nio encontrarlo an-
tipathias, nem vivas simpathias ; porque
t^dos. ou a maior parte considerarlo con-
sideras o ministerio actual, filho dos cir-
cunstancias extraordinarias do momento ,
e odo coosequencia necesaria dos apuros
em que se vio o chefe do governo com. a
'iemissio que a hum tempodero quatro
ministros dacoroa nis vesporas daabartu-
ra da ssemblea geral legislativa, prante
a quil tinho de responder a questes de
maior gravidadn.
Em semelhantecrise raai diflBrtil se tor-
nava a organiaco de um novo gabinete;
e qual quer qu* accitasse as redeas da ad-
ministraco do Estado, neste momento cri-
tico e de oscilaco quise geral fasia real-
ro^nta um grande sacrificio de sua trao-
quilidade e um servigo importante ao
paiz. Em tal estado de coizis, porem o
Regente nio foi desamparado por seas
numerosos amigos nem a opinio pu-
blica, um instante se quer, vcIIou na' con -
fianca que tem justamente depositada oo
patriotismo do Exfta. Sor. Pedro de Ara-
ujo Lima : era isso o que nomeio da os-
cillacio, de que Miamos e que natural-
mente devia niscer da demissao dada pe-
lo ministerio poneos dias antes da aber-
tura das "cmaras o que da va lugar a
muitos juisos pouco favoraveis aos minis-
tros, que se retirabam, restitua a qttieta-
ci aosespiritos de todos transformando
em eurioadade pnblica sobre quem seriio
os cidados novamente chamados ao poder
a priineira impressEo cauzada pela queda
do ministerio de 19 de Selembro, que nao
era publicamente odiado (compre confas-
sa-loj, mas que, teodo fritado a algomas
de suas solemnes prorossas tinh* Unca-
do n'uma especie de marasmo tinta
quasi sepultado na inUefT.-rebca, sinSore.
al, ao menos com todas as cores da a'ppa-
rencia, ocorpo poltico.
Como ja dicemos, os novos ministros nio
lorio recebidos nem com favor nem
com reprovapio publica. Nios acolhe-
ro expresses de notorio aplauZo, por
que de um o nome quai que em intei ra-
no circulo dos seos amigos e dos cida-
dios Ilustrados anda havia homens que
em maiores apuros se dedicaran ciusa
publica e se arrisnvrio a sacrificar seo
repouso e popularidada ao b?m do paiz.
D'este exame tem resultado conhecer-se
que o Snr. Jacinto Roque tem conhecimen-
tos prefessihnaes da clsse de marinha a
que psrience; _* que o Snr. Paula Albu-
buquerqu he magistrad) de conhecimeu-
tos njltibida honradez ; e que oS'.
Candido Baptista he cidadio de struceo
nao commum.
Resta ag-ira saber-se si sao elle homens
de planos e tacto administrativo ; si tem
pulso forte para o governo do estado ;
si com sua conducta patritica sabei
justificar a escolha do Exm. Regente.
S seos actos futuros nos poder levar ao
conhecimento de tudo isto ; mas na ca-
rencia de factos pelos quaes por ora pos-
simos ju'gar a nova adminsiraco oica-
mos o que nos diz com simptomas officia-
es um nosso collega.
' Sabemos que o governo s crupa des-
veladam-nte dos negocios do Rio Grande ,
e que medidas da maior importancia'serib
tomadas mal chgue d'aquella provincia
o Snr. ministro 'da guerra.
M uto fagamos cota to prasenteira no-
ticia ; 'si O que diz o nosso colleg repousa
sobre dados seguros, aocioso esperamos
pelo ministro dt guerra afim de vermos
promptamenta tomadas essas medidas de
tamanha importancia em cujo resultado
tanto confia o novo gabinete.
Muitos, aventurando coojecturas, opi-
no que o actu d ministerio he um minis-
terio de perfeits traasicao, que ser de
pursca efmera e qae depois de abertas
as cmaras utros homeAs talvez tirados
pela maior parle do seiT da cmara tem-
poraria lomar5 conU das. rodeas da ad-
mitiistracad suprema. > 'T*.
Talvez assim sejk: tudo ser possivel ;
mas nos pensamos que a' existencia ou a
queda dos acluaes ministras depender pri
roeiro que tudo da capcidade, ou icapa-
cidade que elle desenvolveren! na gestfo
dos negcioa pblicos e perante os repre-
zentanles do paiz com eipecialidade na
cmara quarienaal. ^
Si diaute das cmaras se apresajQtaSie a-
inda na prxima sessio legislativa o'^miajs-
lerio de 19 de selembro as discussoens
seriio calorosas penetrantes seriad as se-
tas da opposicao qua invidaria todas as
suas forcas contra o gabinete. Mas ao
novo ministerio que culpas ter qae lancir
em rosto a opposca da cmara qualrien-
n>l ? Por isso pensamos anda que a ses-
sio, no principio ser tafrez urna imita-
mente desconbecido em poltica : (tratamos cao da sessao hanzeira.de 1835 : mas nem
do Snr. Jacinto Hoque) : outro, com qun- por isso deixar os novos ministros de
to tivesse sempre ou quasi sempre, na I ser interpellados sobres liaha de conducta,
qualidade de membrO da cmara quatrien- que se propoem seguir nem os que as-
nal e ltimamente da victalicia tomado ; pira ao peder seraS ommissos em exigir
parte nos trabalhos legislativos, nio se ti- d'elles declaracoens em faser-lhes ma-
nha assignalado nos debates parlamenta- nhosos alfaques efti procurar surprehen
res, nem em poltica seo nome, fora del-os em sasexplic-ces S nta5 po-
da cmara tinha pronunciadas sympatias ou dera ser bem avahados os conhecimentos
a animadverso departido algum ; (refe-
rmo-nos ao Sor. Pauta Albuquerque ) ; o
terceiro, mais conhecido pelo publico do
dos actuaos membros do poder.
O que quanto a nos nao se pode p
ern duvida be qie ser de mu pouca dura-
que os aeus dous collegas, tendo sido ja ca5 a intennidade com que sao eerci-
um dos representantes da populacio rio das duas pastas, a dos negocios da fa-
grandense na cmara dos deputados da na- zenda n a dosao imperio. O Exm. Re-
cio e oceupand na actualidade o lugar gente nao querer um mnisterib incom-
de inspeclor geral do thi-souro, eroprego pleto, e manco. Si he certo o que se as-
rjue ja Iwiva exercido, nao era todava segura, o Snr. Manuel A. Glva pe
d'esses homens que entre nos se tem feilo
notaves na opiniao publica.. Era esle o
Snr. Candido Baplist.
.Nao forio recebidos com reprovacSo ;
nio somente porque erio da escolha do
Exm. Regente ; como porque onguem po-
da ainda calcular qual seria sua condu-
cta futura ; nem elles se tinh 6 compro-
mettido antes ou se comproinetlia igo-
ra consorcios talvez de sua posicio rae-
lndiosa, com solemnes pomposas proms-
sas perante o paiz. .
Entretanto o publico tem tratado de in-
tei rar-se das qualidades que adorna os
novos administradores do est*do ; porqQe
nao considera crivel qua o Exm. Regente
livesae d'elles l.mcado mi ora hora urgido
pelas circustancias do momento ^ si (ossem
destituidos das qualidades necesarias ,
si nio tivessem o menor meicimen-
to para ta eminente posto ; por quinto
as cheque de Londres toma'a conta ,
como ja se dice da pasta da frsenda ; e
es geial approvaca no publico. Mas quem
ser o futuro ministro do imperio ? '_
Breve talvez o ssberemos ao certo ; por
oru apenas circuido sobre esta nomeaca
rumores vagos.
Assim reflexionando sobre o novo mi-
nisterio conclumos ese nosso artigo-pon.
dorando ainda uma vzaos nossos leitores
que, sendo nossas nicas divisas spoiar
a cauza da lei e as autoridades legaes,
sustentar a rasad e juslica em qualquer
lugar que as veamos defender a religia
e o trono representativo, e acoaselhar
a pata ordena publica como elementos es-
senciaes da prosperidade geral a comba-
teremoa com vigor qnalquer facca que
ouza tentar algum passj perigoso, qae,
debaixo de qualquer aspecto torne pro-
blemtica nossa futura aorta torne menos
seguro e inteiramente calamitoso nosso
estado prsenle e pon lia em rntaineote
risco a mooarchia representativa, qUa
consideramos a salvaguarda de nossa lber-
dade eopenhor de nossa unia e fu-
tura gloria do imperio brasileiro. O Ca.
cinnato
( Do Diario do Rio de Janeiro. )
. i .
Divindade da Religiio Catholica demons-
trada pelos Preceitos do Declogo, e pe-
la Oracio Dominical.
No Cdigo de Leis, eseripto sobre o Si
nai em que nem tocou o Filho de l)us-
viodoao mundo com todo o poder do seo
Eterno Pai a'aonde nicamente se en-
contrad em mod'o as ideas depeifeicio,
e de irdem relativas aos Cdigos que
de todas as anlogas obras dos homens so-
mente se pdsm deduzir por meio da con-
ten placi dos seos de. frutos. "Quem dicta-
va as Lais 00 alto d'quelle monta, enchia
as funeces de "Legislador, e nao as de
Doutor. seo Cdigo em vez d'ensio'ar,
decreta. Nada define; nada conten que
toque no entendimento. Daatmado para
regular as aeces dos homens, o seo impe-
rio devia ser sobre a vontade aonde ni-
camente reside o querer ou, nio querer';
o obedecer, oa desobedecer'; a sede da irn-
putacio; o principio do mrito e do deme-
rito ; davirlode, e mais dos'crimes. O
Legislador doSinai por isso nada inclue
as sua tboas que nio'recaia sobre a von-
tade. luminosissimo principio da dar
a cada um o queche pertence ,' foi a fon-
te, de que inteiramente se derivad aquellas
lboas. E com que ordem com que me-
thodo com que deduccio a'eocaminha ali
o Legislador na-pfomhlgacio dos seos pre-
ceitos derivados d'aquella origam!
O hornero. creatura de Dos ; o lioruem,
irmo dos o'ulrs homens assim como de-
via respailar a propriedade d'estes tinha
de respettr taaberii e muito mais religio-
samente o que era proprio de fteo. As
tsboas comelo por esiai*Leis mais i'mpor-
tantas a mais sagradas, em rasio do Au-
gusto obJHcto que se dirigiad. Iguaes
com ss o'utras no vinculo que produzi o,
por seres todas destinadas quelie princi-
pio de dar a cada um o que seo de-
viad preferir-1hes na collocacio fim de
se iractar do que se devia a Dos antes d'a-
quillo que se de ve aos homens.
' Tu nio leras outros Deoses alera da
mira Nio lomars em v|6 o Meo No-
me Tu guardars o sabbado. Eis aqui
os preceitos impostos ao homem para dar
a Dos o que de'Dis. Era propriedade
sba que as suas obras nio reconhecessem
outro autor; era propriedade sua que as
suas creaturas nio chamassem em vio pelo
seo nome (se isto seria faltar ao que se
dere a urna pessoa respeilavel, como o nio
seria relativamente ao Autor da Naturezs ,
do Filho para com o Pae!;; era proprie-
dade sua que as suas creaturas, dotadas de
intelligencia sanclificassem o da que O
Senhor sinctfic u com o seo descaneo tera
minada a grande obra da creacio do Uni-
verso. Er* istj reconbecer o maravilhoo
d'aqualla obra de que aos homens tinha
vindo existencia, e de qua elles tinha
sido a parte mais primorosa. Os prtceilrs
pois do Declogo, que cjntem as obfga-
edes dos homens para com Dos dimanao
todos d'aquella universal fonte de toda a
Justca e de todo o Direito.
Depois de Dos vem aos horaeos a se-
gunda creacio do pae, e mais da me; e
tambera propriedade d'estes o serem honra-
dos por aquellos a que derad o nascmen-
to : e o respeito por esta propriedade vem
logo depois d'aquelle relativo ao que pro-
pr o de Dejos.
Seguem se as propriedades dos outros
homens. A mais imprtante era a vida de
cada um : e o Seobor comeca por ella P"
nio mstais O homem e a aulher unidos
no matrimonio erad quasi urna nica pe-
soa ; depois do ataque existencia qua
tocara no todo da propriedade do bomem ,
parec segur-se ataque que se faifa u' M
maneta de d'ella,- e o Legislador une logo
aqualle preceito Tu nio adulterars
Vinhad depois d'isto as outras proprioda-
des dos bomens de diversa nstureza to-
t


\.


*A '
DIARIO
DB PE JI.N A M BUfi
3
das je menor importaacia; e o Codi>o
as comprehende em daas patarras. Tu
nao roubar. j ,-,v.
Um falto testernunlio nlo pra j
propiamente rouhar mas poda enncorrer
para aso con-lu/indo a que se offendesse
a p'opriedade dos outros j, por aso op?*-
ceito contra e f.lso juramento vem depois
ci'aquelle, mas logo iaimediatamento unto
a pIU. '
Finalmente o Legislador do Sinai, co-
nhecendo que eonvinha acautpllar na sua
primeira orjgeai os ataque* doa homens so-
bre o que era proprio dos outros e qup
lodos elle antea de realisados comecavad
pelos dse jos remata as tb*s da Le, d-
zendo Tu nao desejers a casa do feo v-
sinbo nem a sua ronlher nem o seo es
crsvo, nem a sua pserava nera o seo boi,
nem o ano jumento, nem cousa alguma do
que d'elle. _
Admirte! LegislacSr Sublime modelo
dos Cdigos Divinas Taboas que man
festaoa sua importancia; Ha ana sancti-
dade; no immenso < descortino 'que em
peuco chega a ludo; na conveniencia de
de/, mandamentos, a todos os homens do
Universo, aos que existem aos que hfo
d'ezistirf nao sendo precisos nenhuns ou
Iros, para que a cada um se guarde oque
' seo Se nos faltassen todos outros Au
gustos monumentos, qe certificas a.Di-
vmd.de da Religio. que profesamos ; ...
se outros monumentos nos faltajsem para
nos faier adherir a esta' Religio, bastan
o que nos encontramos na summa perfeicao
dVste Cdigo de Leis, que exclue todas as
notas das obras dos homens, todos oa ca-
racteres de i n venci humana .'
V se ludo inmediatamente, derivado do
grande tronco da arvore da Justica, em
que eat gravado o manda ment do respeito
pelo direito e pala propriedade dos oa-
tro. Delle, parten) todos os prceitos do
Declogo. Tudot-hi Lei; nenboma ou-
tra materia estranha semisturou. Todo se
dirige sobre a vontade sobra aquella par-
te donde pedia vr obediencia e desobedien-
cia. Urna Le para todos os homens e
sobre lodosos seos direitos escripia de
maneira que todos a podem ler e conlucer,
O grande Newton era arrasado \ pelos
seos estados Agronmicos ao reconheci-
ment da, Divindade, tle Systema roag-
niBco do Sol diselle, dos planetas, dos
cometas, nf o poda ser criado senio pela
vontade, e pelo poder de orna ntelligan-
cia Omnipotente. _. E nos rendemos um i-
gual tributo ao Divino Legislador40 Sinai,
an astados pela perfeicao do seo Cdigo,
depois do seguido estado de quarenU an
nos sobre os Cornos Legislativos, que tem
vindo da rco doa homens.
O Filho deixoa igualmente autentica-
da a sua Divindade com o mesmo sello da
Divina Sibedoria qoe reluz na Ora cao
Dominical. Cmeca pela honra da-Deoa,
fasendo publica confissa da sua existencia,
e de que Elle loi o creadoi do genero hu
mano 'Padre nosso qu estaes no Ceo^.'
E continuando a manifestar os desejos da
sua gloria Sanctificado seja o teo nome'
13 aln em diante seguem-se as deprecc5*a,
pdo hornero eilas a seo favor. E cam que
precisad vem ellas concebidas ; com que
tro ds pedir, em ta5 poneo eoroprenen-
dendo tanto e ludo sa5 pra nos um
evidente test<>raunhn da Divindade do Pae,
e maisdo Filho. Nenhuraa das obras dos
hom-ns se parece com isto. E nos por is-
so depois dos nossos estudos de quarenta
annos sobre os Cdigos que ao mundo vie-
ran das mos dos homens a face da todo
o Universo juramos a Divindade. do Pae ,
pondo a mo sobre a evidencia qoe d'ella
no d o Cdigo das accoens por elle dicta-
do sobre o Sinsi; e a Divindade do Filho,
pon 'o a ma sob'e a evidencia que d'ella
noa d o Cdigo das oracoens por elle pu-
blicado na Jadea.
Dr. Cardoso da Costa.
Santa.Roza se representar a grande Peca
Ho.Kte do MarechaJ Gomes Freir O
Duelo Dos Pombinhos rematando o
eppetar*1ry a Farca f O aprendiz de la-
drxi. I Principiar as 8 horas em ponto.
------------.----------------1----------1-------------------_
Avisos Diversos.
Correspondencia
L.------------------------------------^
Senhores Redactores Tendo en lidio
com surpresa em spu bem conceitudo Di-
ario deste corrente anno numero 114 a
advertencia de que o anuncio no D. 111 de
rae estar hypotecadt o Sobrado d<> Sor.
Ignacio de Jess Randeira era boma im-
postura e mais a'guroa cousa eu talvez me
devps-p contentar coro a boa reputaco de |
qoe felisment goso, p que tenho da minha
parte trabalhado por grangear procuran-1
do viver com honra, e prnbid *de. Mas 1
para soldar a'quebra, que a calumnia de I
impostor, e de mais alguma cousa podara r j ^'"7* 'W
. t L p e portas a dentro sendo, esta crioula ,
acarretar-me para com pessoas que me nao ; r -,
. -m -i e de bons costuraes.
conhecem e que teriao. o meu silencio
por um argumento da verdade da imputa-
do cumpre-me declarar ao Respeitavel
Publico,, que o dilo sabrado nao s me esta'
__ Na ra dos Pires, hindo para o cor-
redor d-> Palacio do Bino casa D. 8 pre-
cisa-se de h'im failor Portuguez ou'llheo
quo aeja livre e desembaracado, eque Ira-
hallip dnenxda entendendo dnhortalices
e de todas as mais plantacSes, para ser em-
pregado em hum citio perto da praca, na
dita qua'idade.
Offerece-sebum official bauleifo pa-
ra traba bar de empleitada, ou para faser
camas de vento, o mesmo se cfferece pa-
para qualquer caixana : quera o precisar
queira annunciar a suamoradia por esta'Jo
Iha.
_ Freta-s* para qualquer parto do Im-
perio, a Sumaca Nacional 14 de Novembro
de 14o tonelladas, forrada, e caailhada da
cobre; e de boa marcha : qum quiser tra-
tar do seu frelamento queira procurar o
consignatario Gaiidioo Agostinho de Bar-
ros Detras do Cjrpo Sanio D. 67.
Na Cidade de Olinda casa o Cura
da S ha huma ama para todo o sarvigp
an-
. Quem precisar de um caixeiro ;
nuncie.
Quera ti ver para alagar lium sitio, qoe
I uuiivu,, uuc Uliu Hurmu DUIU III CIH J Jf'.
hyon,Tc.doe.peci.lmen.le peU qu.ot. de tenhac.pacd.de de ter vacada Le.te; .-
5:8778i por escriptu-a Publica ero dala '
den de Dpsembro de i87 em a nota do
Tabeliio ^Jose Alezandre Ferreirs; como
tambera rjue o dito Snr. Bandeira deve-
dor hipotecante se obrigou pela Esciitura
nlo ven del-o. nem |ienal-o a oulrem sem
me dar a.preferencia ou sem primeiro me
l_ Quem annancioa querer um citio
para vares oerto da praca, dirija-se a
esta Typografia que se din' pessoa que
o tesa.
_ A Escuna Ingleza Black Sern arri-
bada, e desarvorada neste porto;, precisa
da'quantia de seis ou oito cootos riereis
orden, w sncCpdem urnas s oulras !
*Venba a ios o teo Reino.' N. cede a is(o E s depois d'est suppca ,
vemaoutra Sej feita a tua vontade, assim
na letra como no Ceo' como quem diz
S.lra-n js Snnbor, e tirado isto em ludo
o mnisgoverte a tua vontade.' Quesum-
mit jus'ica na avaliacad das co usas .' Que
aunima precitio eexactida ns preces!
Para quem nao podia viver sem sus
tentar-se, em quanlo s cosas d'este
n uiko tinha o primeiro lugar o que se
fregu 'o pao nos*o de cada da tos d boje.'
esta deprecaca vem logo immediala-
n-ente.
Em quantos offensas da creatura cul-
pada para com o creador eslava sera du-
vida em primeiro lugar pedir o perdi dos
peccados com me tli dos e depois o Divino
fri (torro para que se nao cahisse em ou
'ros 5 a oracao continua. 'Perdoa-nos ,
Senbor aa nossas dividas, assim como
Bos perdotmos aos noasos deyedores e
*o oa deixeis cair em lentaca mas -
vra-nos de todo o mal.
Estes doii,Cdigos, no ds ohrw e oa-
pagr a dita qaantia de 5:878U78o.
B-ir r j :(maisoa meoo) para faaer os concertos
Rogo a Vms. o favor de transcreverem 'v ... _; ..
o.,. 1 Li .. rv j iu c eossnos oara seeuir a sua laeem para
estas lindas no seu Diario, do que Ibes 11-
cara' agradecido o
Sea atiento, venerador
Jos Antonio de Azevedu Santos.
THEATRO PUBLICO.
Amanhfi 3o do corrente.
necesarios para seguir a m yiagem para
Nova Holanda tocando no Cabo da Boa-
Esperaoca: Quem quiser addianlar a di-
ta quanlia com seguranca sobre o Casco
da mesraa escuna dirija-se aos consigoata-
rioj Rnssel, Mellors, & Comp.
Troca-se a moradia de ama cata pe-
quena, sita na ra do Jardiin de preco
com modo, por outra grande que
tenba bom quintal, ou mesmo por um
I." ou a.
andar.
poder dripir-se a dita casa para tratar.
Arrenas-s' ama grande OlarU a roar-
gem do Capibaribe no logar do Mnteifo
com todas os porpocoens que se ezige de
Otaria que avista se ver com casa de vi-
venda de sobrado e senzalla por baizo do
mesmo para ib ou mais e^cravo* : quera
pertender entendasecom Jlo Francisco
Santos de Siqueira na rua velba.
__ A crioula que mora em Olinda em
casa do Snr. Curado querendo se pronor a
servir de portas dentro de ama casa que-
rendo ir para um Engenho distante deita
Praca encarregar se do zelio e trato do
mesmo dono da casa a do laboratorio e
pencio dos escravos e dando Manca a aua
conducta.: dirija-se ao Rerifa na irua Ve-
Iha a'falar com JoSo Francisco .Santos de
Siqueira.
_ Quem precisar de 4^0,000 rs. a juro
dando pinhores ou firmas a contento : di-
rija-se a esta Typografia, que se dii qaem
oa d.
_ Nvamente se roga o favor de quem
souber do ama canoa decarreira de hum
s pu e enc.ivernada que fugio do cilio
do Invisivel do Sor. Antonio Jos Go-
mes de Correio de a mandar al i levar
que ser pago o seu trabalho assim como
orna outra tambera deemeira porem esta
abarla e desconcertada que tsmbemale-
vero ali oa enlio que annancie para sea
dono a puder mandar buicar.
_ Quam precisar de hum rapaz Portu-
guez para Caixeiro de qualquer casa de ne-
gocio : annuncie.
Quem tiver para alagar um moleque
qoe sirva para o servioo de huma casa de
pequea familia, que saiba coiinhar,
comprar na rua e que seja fiel, dirija-
ruadas Flores casa D. 3, ou annancie a
moradia.
Alaga-te o a. andar da casa D. ia
da roa nova a falar na atestas.
s. Quem precisar1 de hum Feitor de botaa
costumes.
-se a rua da Penba D.
J
hindo desta Igreja para a do LivFamenlo
lado esquerdo casa de Alfaide.
_ Quem qnizer hum Prafessor para en-
sinar Piimeiras Letras, Gratnmalica Lati-
na Rhelorica a Muzicaem Iguqa Eq-
genbo oa mesmo no Serio-: annuncie-
_ Vende-se a posse de tiinta palmos de
trra de frente e cem de fundo no prin
cipio da estrada dos Afleos i qsquerda : a
fallar com Manoel Soares com venda bo
meamo logar. ,. .
A Eacaoa,tnglesa Black Savan fr-
bada desarvorada ueste porto precisa de
um maslro de pinhode64ps tic compri-
men to e de sieseseis polegadss de dame e so
t que o aluguel nao ex-
A Companhia Gymnastica far o 5 Ez- ceda de ioU-joo resj> cnensaes sendo nf
pentculo da maneira segu.inle. Depois de Bairro de Santo Antonio j a quem !hp.,,
execulada primeira Overlilra se represen- convier esle negocio annancie declarando I gu^a tiver um pao desla proporefo uaa
tara a sublime P-c de Antonio Xavier de- i imoradia.
nominada : As duas Rivaes Inglesas. No' Precsa-se de um caixeiro.p*ra, urna
(irado 1* acto trabalhar a nova Coropa-! veoda ; quemesliver nestas circunstancias
nhia,: i* Danca de corda forte. a A danca anpira dirigir-se a rna dj Rjsario casa
do escravo amanado de ps, e mfios com Di' 8.
correnles, sobre a coi da executada por | Compra-se bgma molatinha de oito
Mr. Livrero. 3a Mr. Macrala ezecutar O a nove anuos de bonita figura : neata Ti-
i ropa lio ferral. 4* O Palhaco sallar sobre a pografiia.
q'uira vender, annuncie, ou dtrqa-ie aos
C. ;i. ignatarios Ru>sell W, -llar o C.
Vende-se a posse de un-. t.;reno ro
stg^jmeuto da entrada nova de Luiz do,r! -
g!j os peilandentes p -dem dirigir-te a
14* de Joaquim Pereira Penn'a na rua da
Midre de Daus que Ihe dir' quem a per-
I teudp vender assim como vende-se aun
corda urna pessoa paia traz e para diante. I Alloga-sp um preto que entenda dojeasa terrea pequea no paleo do Paraizo ,
5 Mr. Levrero depois de maitos e dificul- servico da Otaria ; quem o tiver annun- de m^ja agoa na mesma loj.i-
tosos equilibrios sem maroraba ezecutar
6o O soldado bebado. j" O exercicio de fo-
g. S%oir-se ha o a acto d Comedia.
S-guir-se-ha as celebradas i Forcas yra-
nasticas. a* As posicSes acadmicas. 3" As
lutaade Alcidss. 4o O jogo da granada. 5
Ou grande baila de ferro. 6 As forcas de
Hercules. Seguir-se ha o 3o acto da Come-
dia. Continuar a Companhia. Gymnastica ;
i" As passagens Chinezas. 3* O salto da
meza e cadeira por Mr. Macrala. 3" O
trampolim francez. 4 O maravlhoso salto
do Vezpvio de aplas. Com o que termi-
nar o Expectacalo. A Companhia alem
do exposto far oulras muitas sones a fim
da ae tornar cada vez mais grata aos bene-
mritos Espectadores.
Principiar as 8 horas em ponto.
A Companhia scienlifica ao respeitavel
Publico, que de accordn com o Empresa-
rio nio tem vendido mais de 3oo bi I heles
para cada recita pos tantos sao os lugares
da i'lateia e esta prompta a qualquer ins-
peccio que.se digne fazer a authoridade Po
licial : assim como nio tem alterado oa pre-
cos do que vai designado noa competen-
tes bilheles.
Hoja %g do corrente.'
Em beneficio do actor Pedro Bsptlsta de
ce.
_ No dia ao do correle desaparecen da
praia detrs do Theatro huma codoa de
carreira meia abertn, com os signaes se-
gaintps : pintada por dentro de encarnado
e por fora preto com o verdugado encar-
nado, bocarda encravada em tres pedacos,
o banco do meio lem hum buraco de
maslro e por bsixo do banco tem hum
chapus de pintio com tres buracos, quem
della souber e a quiser denunciar, diri-
rija-se a rua dos Quarteis D. 5, que sera'
recompensado,
Precisa-se alugar quatro pretos q oa
saba5 trabalhar de anchada dndose o
sustento ; quem os tiver di rija-se rua no-
va D. aa segundo andar para tratar do a-
jnste.
_ Aloga-se urna casa Ierren grande na
roa de S. Jos : na rua Direia sobrado
D. 19.
__ Precpa.se de m criado abil e que
seja eopeiro : que estive,r nestas circuns-
tancias dirija-se Praca da Independen-
cia leja de livros n. i-j e 38.
,. A casa de Pasto da rua dos Quarteis
O. 8 recebe assigaataras de almocos e Un-
tares diarios ,. por preces commodos, sen -
do a remida menulmente: quem quiser
_ Precisa se de algar um cas terrea
cmodos para pequea .familia, tendo
quintal e cacimba, e nao exceden do o ala-
guv,f oilo mil reis mensaes embora seja
en, rua menos publica : quem a tiver ao
nuncie.
_ Quem quiser refaser cem cabreas de
gadoemlagar.de ex cliente pasto, eque
embebida permanente todo o verlo di-
rija-se a propriedade da Barra das Jangadas
distante desta Cidade 5 legoas ao sal :
tratar com o proprietario da mesma Joo
Rufino Ferreira.
_ Precisase de urna casa terrea em S.
Antonio at oito mil reis mensaes nao se
ezigindo grandes cmodos mas qua tenba
boa salla ua frente ; annuncie.
_ Arrend-se um sitio na estrada da
S. Amaro para Belem, junto a camboa,
com casa de viveoda, estribara, casi par
pretos eom muitas arvores de fructos
boa baix que d muilo bos verduras, e
meles, com capirn j plantado que pode
sustentar um cavado aonmlm-nle : quem
o pertender dirija-se a ru do Rosario lar-
ga aobrado de dous andares junto a botica
D. 8, '
_ Precisa se de quatrocenjos mil re
a jaros sobre am escravo ; annaocie.
ILEGIVEL
1


u
i
DIARIO DE P B* K^4MTHJC
PARA O HAVRE i Galera Francoz.
Athalie sabe coas toda brevidaa ; quera
quiser cirregar ou hir 4* osasagera # diri
ji-fR ao Consignatarios Lfiair lie*cliet
& Puget, oa ru da Crur. n. 5.
_ PiRALlSBCHa Encana Portague-
z Piquete da 3 aahir no da i5 de Ju-
oho; quem qaisarearregar essuear a aoo
rit a arroba ou ir de pasaagem dirija -se
ao Cpito na praca oa com Thomaz de
A jumo Fonceca.
I j e i 1 a o
_. 0Farece-ae uoi rapa brasilero para
-aixero de ra ou armasen, e lambam se
ffuieita a cobrar dividas pagando,se por
canto conforme o ajuste; quem o precisar
annuncie.
J. Rebtanse una letra vencida pro-
testada e aceita por pesaos segura com
vaotajoso negocio ; quem qu'ser fazer este
negocio dirjase a ma do Collegio u. i no
segundo andar.
_ PeloJuizoda I. Vara do Cvel e
Orfaos de*ta Cidade Eserivio Francisco
Joaquira Pereira da Carvalno anda era
prsoa para ser arrematada de renda trienal,
finio os dias da (ei, a quem maia der una
morada di casa de sobrado D. 4 ita na
ra da Cadeia velha do Barro do Recife Que fazem askell Johnson dlC, por
avaliad* no de renda annaal em Boo.ooo ,' 'ntervencio do Corrotor-Oliwira do um
pertencentas a viuva e herdeiros de Auto-1 sort nenio reguar de Fazendas IngWai .
nio Jas Quaresma. S* fe,r 3' d crrante pelas
_ !i raullier que aonunciou querer ser
ama de casa de pooca familia, dirija se a
ra da cadeia velha n. 5.
_ Que a precisar de am mettre pira en-
tinar geografa universal annuncie.
' Daseja fallar nesU praca com o cor-
respondente do Sr. Manoel A'exsndre de
Souia que mora no engenlio Santa Cruz ,
morada.
lo
da uanha no sea armazem da ra fia Cruz
D. 7.
_ Qoe faz oCorretorOliveira de nm
boro sortimento de fazendas inglezas e fran-
cesas e alguno facto feito Ojarta feiral
29 docarrente pelas 10 horas Ja rnmh ,
n> sbu armasen da rus da Concuic De-
ciros i\ no 1. andar.
__ Qit faz oCorretorOliveira d um
por isso queira aanunciar a sua ........ .,
- Alng.a-se um sobrado de dais and-reaJ b,> ortimenio de fatendas inglesase fran-
cezas incluin lo urna porcao de nscidos
moderaos para calsai, fato feito o cass i" tfonlom avariadas, Qjarta feira 99 do
'~r~~glWii>rjta p 10 horas da raanhi no seu
com lojas que tetilla comraodos sulicien-
tea, e quintal com cacimba, que s-ja na
roa Direita ou agoas verdes assim como
nrna cosa terrea que sirya par*
lja de fazendas, na ra Direita dandov
sa luvas a quem preteacer ; quem as quiser
alugar annuncie.
P:ecisa-S9 de mandar um" carta dis-
tante dtsia Cidade 10 logoas; (^P-u se qui-
ser a i&lo propor dirija-se a ra da roda De-
circa 27.
Precisarse de un pequen} pan cai-
xeiio de ana venda : 00 Moriego D. -26.
_ Achoa-se um pouco emseduias: quem der os signaes Ihe ser
entregue na ra do Collegio D. 3.
_ Quem precisar de um portugus c at-
rio para feitor de sitio ou para adminis-
trador de alguna obra dirija-sa a ra da
F.orrntiua na obra do Sr Branger.
_ No dia 99 do corrate pelas 4 horas
da tarde e porta do Juiz da Direilo da 2.
Yara na ra da praia se hade arrematar
i go e 4i de fondo cora 4 sallas e 7 ou 8
quartos
f '
ar^moin d> roa da ConcsicaS D. 34 no
prim-ro andar.
* '
Compras

_ Umexemolar da obra de Ponele i
nosta Typografia.
. Urna escrara que seja moca e sadia
quesaiba engommir, cozinhar e lavar:
na ra d-t cadeia velha do Recife O. 29 a
fallar com Jos Pires de Moraes. |J|
__ Co'mp-ndios de Fi'osophia por Po-
nslle : a fallar o*> convente de S. Francia-
ccora o Padre Mestre Fr. Joa6 de Capij-
trano Mendonca ou annuncie.
Vendas
cozinha fora e quintal, no lu-
1 da ponelh plnboraMa por
1 Manoel Morara daiouza a Jo-
i. .. < de Limos.
_ C/uen annuociou querer comprar
una coneiii para relogio dirjase atraz
dos Martirios casa d? i roldas verdes,
na mesma casa compra-ae ana volta de ca-
noriuas encarnadas.
>_ Da-?.e. 3oo.ooo a joro de 2 por cento
ao mez c f.io-st bons pmhores,: ta ra
Dire(a leja de couros D. 18 sr dir.
-J1-1, Bonnefond Fanx fjtl||aiivernay,
fabricntes de estefosde seda de> jh as f
qn lidadts, ieo> a honra de anJunfW fc> balharile enchada : na ra nova
,Srs. lojistas desta praca, ase fcc.ban i-., Cbapeleiro D. 22.
elA'itcei' em Pernacabuco roa da 4>.dei* i Uma duzia de eadeiras de assenlo de
do Rtcife a. 45 ua> deposito destas fsue- paliaba e ama marqueta todo de angicn ,
Cera barricas vasias, que forfo de
farinha de trigo : na padaria da camboa do
Carmo;
Uma propriedade decasa de nm an-
dar sita oa rae velha : a tratar na roa do
Jbccasa terre% junto ao do Sr. Lvra.
_ Uma escrava dogeotio, de bonita fi-
gura de idade de 3o anoos faz todo o
aervico de om esa : oa ra do Obug qui -
na da ra da larangeiaa no 1. andar.
_ Ch verdadeiros-charutos da Havana
em aixftfhas de 25o : na ra da Cruz
n. 60.
y na negra de naci que saba tra-
loja de
das e que la e echar igualmunta oju-
elos c ; oaais modernos de P .;;/. assim co*
mo tudo o qu for do tnsbo! gosto e da
ultima roo >.
_ Cjlerece-se psra fazer o. servJco inte-
rior de uma casa menos o da cozinha ,
uma rouiher de bons costuraos e d fi
a sua conduela : nesta Typografia ce dir, j
. Offerece-se am caixeiro portuguez de^
idad de i5 a i6uanos para loja de fazen-
das ou para cohranca ; quem o preci.ar
dirija-se a esta Typogra&a.
Avisos Martimos
PARA O ACARACD' com estala por
Cear aAumaca Ave Mara; qutm qui-
jer carregar ou hir de passsgem ,'dirija-se
ao Mestre a bordo ou a Meodes & Olive
ra na ra do Vigario armasen! de asaucar
n. 10.
PARA ANGOLA segu viagero at 8 de
Jntiho o Brigue Pernambvcano.; quem qui-
tar can agir oa hir de passagem > dirjase
a Manoel Gontalves Pereira Litaa cu ao
Capillo na piafa do Coonercioi
quem qui.er annuncie.
_ Rape em libras e as oit-vat de su-
perior qoai'dade : na roa do Qneimado
D. 11 defronte da loja do Sr. Lagos ouri-
ve.
__ Queijog de superior qualidade ero
caixas-de 5o ; na ra da Cruz D. 4-
_ Uma canoa aberta de carreira em
bom ozo e por preco commodo : no atier-
ro da Boa vista sobrado que tem luja de
ourives francez do lado do sul junto a pon-
te das 6 te 7 horas da raanhi a das 4
as 6 da tarde.
Um conhecimento de divida publica,
reconhecid* e inscripta na Thesouraria
derla Provincia da quantia de 946,633 rs.
a qual vence juros de 5 por eento u da-s*
por metade do seo valor por argente prr-
cisao : na ra do Livratoento O. i3.
12 arrobas de batbataoas da Balea :
na ru* Dirjeita loja defronte do oitao do Li-
vramento D. 24.
Uma poi co de cera de earntbuba : a
fallar com Manoel Francisco da Silva en
sua loja na pracinha do Livramento.
Uesa porcao da frascos pratos pro-
prios para frasqueiras ; o garrafas vacias 1
ao Biondego venda D. *.
*~^orins de Lisboa para boma ir. ai-'
te bem feitos e bonita forma chegados
prximamente em eBrigoe Feliz Destino,
sspates de todas as qualidades para Senho-
ra ; assim como um bom sortinento de mi-
udesas todo per preco rnuito commodo :
na praca da Independencia loja n. 6.
-" A possn de $4 palmos de terreno no
fundo da fgreja dos Martirios com os fon-
dos atea biixa mar e quasi todo atterrado
o qual paga loo rs. por palmo de foro a
resma Tgreja dos Martirios : na roa estrei-
ta do Rosario D. 3o.
_ Para fora da provincia am bonito
moleque de idade de 18 annos tnui sarrio ,
gil e robusto ptimo para todo e qual-
quer ser vico : na roa de agoa verdes no 1.
andar do sobrado passando o b?eo que vai
para a ra de Hoftas.
_ Umarmacao de venda com todos os
pertencos : na ra dofog na quina do be-
no do sar.apatel D. 19.
_ Uma caixa de prata para rap por
preco comnodo : nesta Typografia se dir
Duas escravas de 18 a 20 annos bo
nitas figuras engomma5 cozinha5 e
uma dita da 35 an ios por 240,000 cozi-
nha lava roupi e ptima qnitand- ira :
na ra de agoas verdes casa terrea Daci-
ma iy.
. Um carrinho deduas rodss com am
cavallo rnuito bem ensioado, por preco
commodo e uma duna de eadeiras de ja
caranda : na ra do collegio. D. 4 fabrica
de chapeos,
- Un moleque de 10 a 12 annos : na
ra larga do Rozario enda D 2.
_ A obra de BurToncom 80 volumes :
na ra da Moeda n. 5 i.
Msicas para piannos a a e 4 mos ,
po preoo commodo : na ra do Collegio
l\ 2.
Um guarda roupa -em rnuito bom
uzo e por preco rnuito enconta : na ra
da cadeia velha armasen n. 7.
> Uma armacio de amarello envernisa-
i' propria para loja franceza ou de miu-
dssas: na roa nova D. 19.
_ Um guarda louca novo por preco
commodo : na ra do Queimado D. o".
Os si'guintes livros : coleco^s de leis
do imperio do Brasil de 1822 a 1837 CorD
o indix geral historia da revotuc fran-
ceza dita do Brasil dita de Napoleo ,
resumo da listona natural a voz do pro-
feta diccionario topographo memoriaes
da campsnha de D. Pedso guias dos co-
letorea modeles para os meninos coro-
g-atii Brastleira pauta das alfandegas ,
piloto do Brasil d:cciorarao -dea -verbos
irregulares da lingoa francesa memorial
de fortificacio mestre francs, granaras-
tica inglesa manual de jardineiro codi-
gw-d.is estrangeiros morte de Coligny ,
queseo sabr o cdigo do comraercio, a
forca do- amisada honrado negociante .
Dorothea historia de Roberto at ami-
gas rivaes Galilea Claudioa Abenca-
rage Selico mana do jogo, Talismio ,
Laura, Ziira, engao fatal e outros
mu'toi livros por preco comnodo : na ra
do Vigario n. 16.
_ As cartas de Heloisa 9 Abeilarde se-
guidas das cirtss amorosas de uma religio-
sa portuguesa : nesta Typografia.
_! Tres moradas de casas lerreis, na ma
do Nogueira D. 12 mt de S. Thereza D
19, e no atierro dos affogados entre Ma
noel de Jess Praftas e Joaquina Ferrei
rada Penha por preco commodo.* a Ira
tar cora o Reverendo P*dre Joaquim Gon-
salves Rodrigues na ra do Fagandes D.
4 ou com Jos Beato Ma.iiz no pateo da
Ribeira os quaes esto munidas para as
vender.
_ Urna loja de couros com muito poucos
fundo sita na roa D zer rnuito negocio metade a praso o me
tade a dinheiro: a tratar na mesna Deci
ma 5.
_ Uma escrava do gentio de angola ,
de idade que representa a5 a 38 annos bo-
nita aadia e aem vicios propria para
vender na ra : na solidada casa o. 445.
Kscravos Fgidos
_ No da ao do crrente
Bargas comarca de goisaa,
do engenbo
o un mole
que de^nocaajoaqnim de idade da 18 a
o annos, -altara regalar, beieos groasos >
or bem preta ps um tsnte chatos, levoa
vestido camisa e*eroirla de algodiotinho;
quem o pegar leve a roa do Crespo D. 7 00.
no dito eogeeho qae ser reeempert-ado-
^Codi 4^*rrenre fago uma es
erava deangoa de idade de j5 annos,
estatura regalar secca do corpo e ps
cheioi de crsvos, bsm fallante, levoa ves-
tido saia de Kls prela por baixo vestido
de riscado encarnado de quadros pinno
azul de listras branca da costa, eargolas de
crisolitas as orelhas sahio com om tabo-
leiro a vender bages de feijao foi escrava
de Manoel Baroardo morador m an sitio
en Beln julga se estar acortada, e qaem
quer que o ten lia feito protesta-se haver os
dias de servico e a imposicaS rigorosa da
tudo quanto a lei conmina em taes casos
que a pegar leve a ra da Cruz n. 57, que
ser recojpaaensado. _______
'^"En 5 de Agosto do auno p. p. fugi
do Rio de Janeiro un escravo de nome Fe-
lis pardo escaro de idade de ig annos,
oRicial de alfaiate pertencenteao Coronel
Mai-oel Jos da Silva Freir eujo escravo
consta andar por esta Cida com o nome de
Gaspar e a lempos querer sentar praca ,
e tem 'os signaes segaintes baixo olhos
grundet, sobrancelhas grossas pestaas
arqqiadtt dente; claros pones barba t
quem o pegar leve a Jofo Piolo de Leraos,
morador no Recife na ra do Turres qae
gratificar generosamente.
_ No dia a3 de Dezembro p. p. fagio
um escravo pardo da norne Gonsaio de
idade de ti annos pouco mais ou menos ,
baicos grossos falta de cabellos na cabeca,
e com alguna bramos corpo regular eos-
turna andar pela lagoa d'aotas Nazareth ,
S. Anlo onda tem parentes intitula-so
de forro, ellosn^ndou un morador do en-
genbo Marajo' ou Pindoba a fim de o com-
prar, e ficou de voltar e que athe o presen-
ta ufo tem aparecido; recomenda se as au-
tlaondades daquelles lugares que o manden
prender o remeter a ra da cadeia do Reci-
fe D. 64 qae se pagar toda a despeza.
Roga-sa aos Sura. encarregados da
Polica haja5 de dars suas ordena, a 6m
de que saj* pegado um escravo de nome
Eazebio cabra idade de i4 annos tem
os ps cambarlos e consta qae anda f-
gido en a Fregaesia de Maraoguape en-
comendarse tamben aos capitiea de campo
ou a outra qualquer pesaos hajo de pegar
dito escravo v ou mandar em Olinda na
ra de Amparo D. 3o.
Raga ao encarecidamente Boa Snrs.
Prefeitos commissarios e mais authonda-
des policiaes como civis e militares ca-
pitiea de campo e de embarcaces', mes-
tre pedreiro e don os de obras j o pessoas
particulares que virem ou souberem de
um molate de nome Bernardino com of*
ci de pedreiro, de idade de ao anoos
pouco maisou menos fugio no dia 7 para
8 do correte com os signaes seguidles :
baixo, grosso d-> corpo ps largos |mos
grossas e com falta de uoha no dedo pol-
gar da mi esqoerda, caballos crespos, olhos
de gato tero o roslo pintado de pannos e
espinhss tem uma urelhs furada, nio se
menciona o trajo coro que sabio portar sido
visto com outros di de rentes e.'lem sido
v sto pela estancia e estrada do manguinho
trabalhandoem um poni de un sitio,
pede sea quem o pegar levar ao 9eu Sr. na
ra da roda D. ao que pagar toda a des-
pesa com generosid.de.
No da 4 do crrante desapareceo 1
escravo creoulo de nome Bernardo idade
de 22 anoos, estatura regular, marcado
debexigas, os ps apalhelados ; quem o
pegar lave ao beco do peixe frilo venda D
4 q>ie ser recompensado.
Movimento do Porto
______________________-----------=--------'
NAVIO ENTRADO NO DIA 28.
TRIESTE 5 64 dias, Brigue Bsrea Castro
Dinamaanaez Capillo J. Iverseo car-
Si farinha de trigo e azeile; CrabtreO
evwor* & Companha, fundiou no
leyatoi
lameirfo.
PERN. tfX TYP. DB M. F- DE f. 18J9.
I
ILEGIVEL


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