Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06111


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Full Text

p
.> 3 U 6 U A *
ANIO DE 1830 SEGUNDA. fiElftk^-- -
' CAHBIOSI
*
Maio a5.
Londres aQpor i#ooo,sed. ,.
Lisboa 8o por loo premio, por metal! offerecido. J
l franca 5io 3a5 res por franco.
Rio de Janeiro ao r*r.
Moedas de 6#*oo i5#roo as velbas, oras i ' t 'Pesos Columnarios i(68o 1I700.
Dittos Mesicsim i,*/6 Pataco* s Brasileiros i68o a 1^700.
Premios das k ti as, por mes i 1/4 1 1 i/a por too.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTESi
Cidade da Pal aiba eTillas de sua pretenco 7 3 2 9
Cidade do Rio Orande do Norte, e Villas dem .- 3 1 (s
27 DEJiffeLK* NUMERO 114.
Tudo agn depende de nos rnesmos; da mm prudenare
moderacio, e energa: continuemos como principame S
seremos apontados com admiraco entra as Naces aseo
caltas;
Proeiumacio da Astcmblta Gem do Bwil.
Cidade _.
Cidade da Fortaleza e Tillas Ideta .
Villa de Goiaooa :
Cidade de Olinda ; 5 ; ; .
Villa de Santo Anto V 7 7 ; 7 V 5
Din deGaranhnns e PovoacSo do Bonito.' 7
s s 7
E 3 S
Segundas e SexUs feira;
- "!L **9 sefli
- Todos oe das.
1 :
s a
s x
: 3 Quintas feras;
li> 11 -i-y uv ......iwi 1" Dias 10, o a4 de cada mez
Dinas do Cabo Serinbaem, Rio Formoso, e Porto Calvo dem 1 n, e 11 ditto ditto.''
Cidade das Alagos, e Villa de Maeei. 3 .' .' dem idem.
VWa de Pajaurde Flores. ; a s 3 I dem i3, ditto ditU
Todos os correios partem ao meios da.
Subscrere-se para esta folha a 3ooo por quartel pago*.ad-
an lados nesta Tjrpografia, ra das Cruses 3, e ne Praca
da Independencia D. $7 a ,38, onda se reoebem correspon-
dencias legalisadas, e anauncioe; iasirindo-se estes frats
sendo dos proprios assignantas, a vindos astignados.
OJAS DA SEMANA.
S fe SC ,08n5"e!1, O S.M- d" Th, 6 >ud d0 J' e D' a- "* dB' "A-
%. n hermano K V- audiencia do J. de D. da 1. vara de maub.
ao Ouarta S Maum.ano B. Sesso da T. P.
3o Oiinta >fc Festa doCorpo de Dos.
. a'T u a* W* Y" leMSo d." Thw- J- >o Jale de Dir. da t. vara'de at. '
Mar ebeia para o da v de Maio.
A, 4 huras a 3a minutos da manb. As 4 horas a 54 minutos da tarda.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Foi presento a esta Presidencia offico
que V. I he dirigi en dtta de a a do cr-
rante, insistindo sobre a queslo de ser, ou
no obrigado a comparecer as sessSes da
R-lacio daita Cidade, para decidir os
feitos nella pendentes, para cajo fim fora
chamado pelo sea respectivo Presidenta,
esm resposta esta Presidencia tem de se-
pnificar-lhe qae muito desagrada vel Ibe
foi a leitura do mencionado fficio, nf o s
porque elle se tornava deinecesssrio depois
duque se Ibe aderessara em 16 do mesmo
nei, como porque em toas ezpressSes, e
redscefo devera ser mais respeitoso para
com o chafe da Administradlo Judiciaria
sa Provincia, a mesmo para com esta Pre>
lidencia a quem se enviara o dito officio;
sporisso nio pode ella deizar de extra-
nhsr a V. S. este procedimento ; e espera
qae V. S. nio o repetir* mais, dando as-
lim urna prora de.qae labe manter a di-
gnidade que em todo o tem'po e lagar
deve caracteriiar aos empregados pbli-
cos, e com especialidade aos empregados
da Admioistracf o daJustica, ecumpriras
Leij qae recommendio aos rnesmos Em-
pregados toda a civilidade e decencia em
sui corrrespondencia oficial.
Dos Guarde a V. S. Palacio doGoverno
de Pernambuco 25 de Maio de 1839. _
Francisco do Reg Barros Sor. outor
Juiz de Direito da terceira vara do Carel
Felis Peizoto de Brito e Mello.
THEZOURARIA DA PROVINCIA.
Expediente do di *4 <* MaM
Offieio^ AoEzm. Presidente da Pro-
vincia, pedindo para enviar a Thesouraria
Provincia do Ceara' por intermedio do
krm. Presidentente da mesma Provincia
ganda va do officio qae acompaabou
4 Letra sacada sobre aquella Thesouraria
qaaatia de 6:825Uooo res a favor de
Uomingos Theophilo Aires Ribeiro.
Dito_ Ao Commandante das Armas
wm os requerimentos de diversos Guardas
conses('8 Unna, que servirlo no acam-
Pimento de Panellas para dar o seat para-
r sobre a legalidade das guias anidas
mesmos requerimentos, e se 'to
termu de serem pagas.
lito Ao Inspector do Arsenal da Mari-
para serem remedidas i Thesouraria
* ma|or brevidades as contas do mes
trienal do mez de Abril prozimo pas-
ito Ao D>reclor doLiceo com o reqva-
tnto de Mamede >im5es da Silva para
trotar a respeito da prelenco do mes-
Diversas Repartigoens.
TRIBUNAL DA RELLACAO.
Sessio do da a5 do Maio de 1889.
Na appellaaaS Civel do Juiso de Direito
da Villa de S. Antlo appellante Maris
Joaquina das Presares a appellado Ms-
noel de Albuquarque Barros, EscrivsS
Postbumo; sejulgou pela confirmscaS da
seotenca.
Na appellaca Civel do Juiso de Direito
desla Cidade, appellante Jos Joaquina da
Costa como Administrador de sus mulher,
appellado Joo Manoel Ribeiro da Costa
como Administrador da sua filha Escriva
Posthumo; foi o Prooesso jalgado nullo.
Na appellacao Civel do Juiso de Direi-
to da Cidade da Parabiba appellante Ma-
riaano Ramos de Mondonga, a appellados
os pretos Francisco | e Joa Escriva5
Rabello t foi reformado o accordlo appel-
lado.
Na appellacao Civel do Jomo desta Ci-
dade appellante Francisco Camello Pessoa
de Mello, eappellados Josa Ignacio Soares
de Macedo e oatros Escriva Rebollo ;
se julgou pela reforma da santenes os
sppellantes carecedores de accaS e condena-
nados nss castas.
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta he a mesma do num.^i 1 a.
PREFEITRA.
Parte do da %i de Maio de 1839.
Illm. o Ezm. Sor. Das partes hoje
rscebidas consta qae hontem nio houve
novidade.
Dos Guarde a Vi Ezc. Prefeitara da
Comarca do Recife ai de Maio de
1839. lllmi e Ezm. Sr. Francisco do Re-
fo Barros Presidente da Provincia.
"rancisco Antonio de S Brrelo Pre-
feito da Comarca.

Parte do da a5.
-
Illm.'e Ezm. Snr. Fora presos bon-
tem a minha ordem e tiveraS boje des-
tino : Carlos Eduardo Mulheta branco ,
pelo Sub-Prefeito da Fregnesia do Recife,
por ter seduzido a um menor para fugir
da casa paterna, e ir para a Parabiba do
Norte; Heredara preta escrava de Vi-
cente Ferraira de Mello, pel Sub-Pre-
freito de Santo Antonio a requerimea-
10 de seo senbor ; e Joa Ferreira da Cos-
ta branco ," pelo Sub-Prefeito do Cabo,
por ser de m conducta.
E' oquaconsfa das partes hoje recebi-
dat neeu Secretaeial
Dos Gusrde a V. Ese Prefelura da
Comarca doRecife a5 de Maio de 1839.
CMARA MUNICIPAL DA CIDADE
DE OLINDA.
i.'Sessio Ordinaria de 17 de Janeiro de
i839.
Presidencia do Snr. Guedes;
Foi aberta a Sessfo estando presentes os
Snrs. Vereadorec Ferreira Rowiiis, La-
age Jnior Maciel Monteiro e Figuei-
redo ; faltando com causa os mais Senbo-
res.
Lids a acta da antecedente foi approrada.
O Secretario dando conta do expedien-
ta mencioaou os spguintes oficios.
Um do Ezm. Presidente da Provincia
da 4 ae Dezembro p. p. psrtecipando na5
dar fsculdade a qae se arremate norme
nos os contrates das bataneas de pesar as-
sucar em volamos pequeos nos Trapizes
do Recife e o contrato de a6lac5 por a
Cmara ibe haver partecipedo nfo haver
quem arrematis? visto o seo grande orea,
.ment, a que a mesma Camera Ibe infor-
mase dasquantias porque fors6 arrema-
tados nos ltimos 4 ennos passados.
Outro do mesmo Exm. Snr. da i9 do
mesmo mez remetiendo os Regulamentos
de nmeros a, 3, 9, 10, e 11 ,. Decre-
tos de i, a 3o, de Assembla Geral para a
Cmara dar execucaS na parte qae Ibe to-
ca.
Outro do mesmo Exm. Snr. psrteci-
pando ter expedido as mais terminantes
ordena ao Inspector Geral das Obras Pu-
blicas para dar quanto antes cumprimento
as anteriores determinacoens da Presiden-
cia organisando e enriando a Cmara o
orcamento das Despesas que se poder.! fa-
xer em-o milhoramento do atierro dos ar-
rombados.
Outro do Commandante interino da Le-
giadeste Municipio reqnisitando a nome-
acad de um Secretario para substituir ao
que se acha impedido para os Conselhos de
Diciplina.
Nesta mesma SessaS foi respondido o
Exm. Snr. Presidente os oficios de 4, e 19
do mez de Dezembro.
Hooverad varios requerimentos de par-
ttis que se dispaehara a por ser dada a
ora o Presidente lerantou a SessaS. De
que fiz a presante >m qae assignara5. E
eu Josa Joaquina de Figueiredo, Secreta-
rio a escrevi. Guedes, Presidente. Fer-
reira. Maciel Monteiro. Laages Jnior,
e Figueiredo. Est couforme.
Jos Joaquim de Figueiredo.
v Secretario.
Correspondencia
Senbores Redactores.
Peior (diz o Deao) Isic o mesmo
OJue para tras andar qual caranguejo.
Hrseope cant. V.
"nha raslo teve o Dlo da Igreja
d'Elvas para comparar a immortal Penelop*
com um caranguejo. Se elle nos conhec^ssa
m outro lempo, e nos risso agora, da arto
taris carradas de rsso se nos comparasse a
fis cambada deesrangoejos, a estes agros,
e enlsmnados. Por mais qae se planeia *'
por mais qae se' projectn '
Tudo o mesmo
Qae para traz andar, qual ctnaia;aje>.
Estacidsde, que, em oatros temos
mereceo com justica o titulo da Paraiso d'A'
marica hoje (nio sei qual foi ^ froto pro-
hibido qae comeraS por c os nossos peas)
est reduzida a urna enfermara. Os nor-
tes enterrados naslgrejast os vivos (que,
em tempos mais obscuros, passavaS os seos
qotrenta dias em S. Amaro) boje, tam as-
te ceremonial, recebidos, a agasalhados
no iuterior da cidade ; as roas encharca-
das ; os matsdouros embalsamndo-
nos o ambiente; um numero incalcolivel
de Hippocrates de todos os paizes,
e de todos os sistemes, un. ,*,.!.
do o de Brousset, oatros o do Dr.
Sangrado, e alguns destes sea os reqnisi-
tos da les s em 6m todo, todo tasa reduci-
do esta cidade a um grande hospital de es-
rulada. E nfo ha de ter com nosco earidade
a Illma. Cmara? E'd'esperar-sa atienta
a probidade, e patriotismo dos seas illas-
tres Membros, que ella cooperar prom-
pta e eficazmente, para a salabrdade do pa-
11, e por consaqaencia para aaior dnracfo
de possos diss e dos dalles mesmos por-
que a Snrs. D. Morle qasndo ebega nfo
distingue os Camaristas dos osagsrefas.
Pallida mora cequo pulsat peda pauperam
Regam qae turres.... ( tabernas ,
... Pr 'hi ^*,bt ?de \) qae a
Illma. Cmara tem poeto em xecuecfos le,
que regula o modo porque se d-ve dar a
osestraogeiros, que sedisem mdicos, l|-
cenfs para curar { mas que tm nisto heri-
do sua parcialidade; que tem herido soas
excepcoes. Nada de favores e d'attencTies
qasndo se trate de dar expcttefo let, e
qoando o objecto e vids do cidsdfo.
Creio firmemente, que todos esees Senbores
estrangeiros sao peritos na sos arte que
cada um a essencla a nata da medici-
na a mesma medicina com cabeca com
bracos com barriga, pamas, e pe; mss,
cumpra-se a le para tirar toda a mi ,,_
peite que por ventura posss recahir sobre
essesSenbores ; porque, sendo este ose-
culo de luzes, nfo ba quero nfo seiba a
sentenca do rei acerca do sapateiro medir
co', segundo nos conta Esopo :
Quauta julgsis ser vossa demencia,
Jusndo entregar queris vossss es bacas
A um homi-m fatal, a quem os cu tros
Nfo Confiaras seus ps para os ca'cer ?l
A cerca dos matadouros pede sHude pu-
blica a prompta ezecucfo do que se acha
determinado, pois consta- nos j estar para
ellea ercada a despera. Dis Cambes, se-
gundo s aus itn.gia.cio potica que os
que tiolia a fel.cid.da da morar as isi-
ohancas do Gsoges vivia' do cheiro das
flores, que nsqueles ampos brotad j a
nos podemos duer, segando a verdad*


ahio
*+
DE
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PINAMIUCU.
T^
*
1^1
ou* cr.ua
qiM o* infalic**,
U$ na ciicumvisiohanca dos
* morrea do mo cbetro,
^F
qu* heiri- i re Hespanha, Runi, J?; ossia Af-
ut -dovros R o que h mais 1 fallando dos Empre-
qu* esala d\rl-1 jados Pblicos e do boa &*rooderrt*,
se* putrid* depsitos. que ae vai pregreaivaaenta dftandindo
& dia* indo M cinco ponas a visitar i' antro empr. Respeitevel Ca Ha do Ge-
familia de miuha amisade, qu* te liaba
menhos Bem fto safa Parla
pata ali mud.do raparei, qu* o donos dores e Arengueiros outro officio, dei-
da cata toda a familia atada mesmo oa xem correr o Mundo como vai ; bico eala-

meninos tomava mrcbas : Uto e xc.tou-m*
ft curiosidade a pergdutai a o dono da ca-
la cona quero tinba familiai dad*, a* ara
poesivel, quo todos **tiv**em ataaadoa do
defluxo ; ao qu BM rerpondeo o toeu anai -
go:Nio defluxo, falta da polica;
aeatet contornos fax-s auior gasto a o ta
1 do; a olbo feixado.
Sara; Redactores com a publicsca do
expandido auito ubrigar ao
bebastianisti.
" Pe* brigue Veloz
entrado honlam do
baco, qoa em toda a aidada, por causa da- Rio Grande, rectanos a segaintJ carta
quelle maldito ra*tad*uro.
'Que diremos nos do estado das nos***
ras ? E' por isto que cjuj maior razi >
devanarnos ser comparados a os car-ngoejos
pelo mmortal Lira Qoeado stas roas es-
taia debaixo da jorUdicco do J -s Estei-
ra, escrivto da Cmara,, da Meirinbo
por entonomazia o Voso er5 esta roas
usa passaio publico ; saaa boje o *eu estado
i digno nlo aei, aa da aojo, se de rai-
-va : parre* edade qae acaba de so-
frarum terremoto| n*o ha podra, qa* es-
teja ao seo lugar ; aquelle, que por i ufe
licidade tea de saliir de noito, ra ,
pode coatar victoria, se lioso mente se re-
colbe para casa, coa o aapato roto, e
- sm ta dos ai deslocado i a, se*a estsclo
4 eburosa, isto a aa deus i SU acoda
' cu hade Gcar atolado aa Isaa, ou bada vol-
Ur.'. Todo O qae nrste lempo, paisa pe-
la ra diraita, hade ficar aasoarado d'uoj
, ledo como ditero (cara Cabia apaar
de nanea ter aquella astado a aa rafe
nena por pensamentos, como fes astecoa
urna qaeixad*.
Tenbo dado-Ibes macada borrands,
Senboras Redactores, a por tesitura sn
p oveito, porque arei, que nlo pedido
e cortado. Ea de veris para ser coaclu-
do ole tratar sobre o Tiros, e oa morios;
toas sobre os morios j em uro dos NOS
prximos j ornee* trataras Vossas Mi. aos
triado claramente quintos mil phisicos
nos socrrete a falta d'ua eea bre a ttoi ... Calada Nm id*s m rer-
dtdes se diz*m.
Eo sou
O Qam quer cear
ti-
que contera noticias d* algum interesa:
Ra Grande, i3 deubrilr
......Grande esquadrilha se ipeomb-
toa'aqai para aer dirigida sobre Iiapol.
lendo tanbem marchado o 7* batalhlo .
isto he o de Burlsmsqu?. Apnareen ,
patp huma ora a, quanto a aiffl v fe .
lis Uro branca que. veio mudar o p alo do
ataque. Que nos importa a ato faio os
rebeldes fortifiquen) a Itapel, donde os
desalojaremos toda a ees qne qaizermos ?
Pare qae feremes ros di ralo sobro este
ponto de nenhoma importancia por
ora qasado preciseaoe da nnsea gnte
em outra parte ? tgo que a iiapol be ,
por ora de nenhuma importancia por-
que os coroboios podem pasear pdotabi.lei-
ro onda nada pode fazer o fogo da foi ta-
lis.
Foi ea cousequeacia disto que regresad-
rio e diegirlo 00 da 15 ao S. Goncilo o
dito 7* batalblo e o do Neptmacaao e
dixem que breve ii tambaoi'( 3*.
Tudo por atfui tea cobrado muitas ape-
1 ancas com a chegada do ministro da guer-
ra aas j tai admirando qu* ainda nlo
esteja mudado o presdanle que b* aui
t* lempo pardea todo O prestigio, e qae
he malqoisto de todas. Q ie Irimt qae
eegaeira em conserrar unto teoapo, o
hornea qoe ass contribuio pare que a
prori ocia apresentasse o medonbo aspecto
que aella-dirisems!
Orre sabir brevemente para a cara pan ha
toda a forc a qum do S. Gnnsalo. Eata
ta columna ha forte depettode 4"oo ho
aens haveodo aera erre 1.700 ho -
mena deeavailaria deata -provinca Vio
P,S. Jid'hoje Ibes pfeo um canlinho, acamparse no campo da O. Antonia. Q
noaeu Diario para dizer algurua coua so-
bra cario 4 Empregado', qoe se constituid
* Metre-eace4a', a tio rigoroso, qae su>
pandeo a dona saeninos', por qae Ibe nlo
ped rao liceo? a para f^zer picha Ol i
temporal Oh! Moral
Sors. Redactores. Cada vet me con-
veoco maia da injustica e mi rasa5 com
que o* Meninos ao Trem esses lingua
ruda qotrerea deseidir da lado sem co-
nheciment de auna !
Qae nio tea ases rapazas ndoscretoi
dito do orcamento e facturas de Pontea,
estradas, a mais obras publicas ? Que ca-
lumnias 1 Parea Sars. Redactores,
coatata factos nao ha argumentos: vej -5 ,
maldiseatM, vejad epasmem a econo-
ma coa que he feito a aossa Porte da Boa
vista 1 por ba aethodo novo de goslo
moderno e coa lio rigorosa percimonia,
qoa al os bancos Iba tirarlo r pare dimi-
nuir a despesa a augmentar a bellesa
alapnria da obra.
Bm aei aia boa aatevpjo, qu* car-
tos comed islas gritar*: qua vileza! que
violencia! qae despotismo .' I'ois n'um
Peizendo nio ha hua Patseia poblieo, un
]arda boa Theatra cap>r, em fia a
mnima distraco at se nos prira da a-
Bc recreio que tinhsoros eonde bum
greade naaeio de Gdadlo* de tod*s as
Cla'sses hiai Urdizmba oiMaocar du fa-
digas de suas occopaoora a gozar de fres
co a pintor sea vista qo* o lagar por
aua posic6 off^recia ? Sim respondo q,
s m babea Uiio, para ni estarna ati -fv-
c ndo caballas para aa Elleicoeus dicu
t-odo Projectoa de Ltt, reformando Cons-
tluiccco, p4uejaordo Progretsos, re
reeoe Repblicas rimando versos,
r eitsndc Roaance* arguaentaado svhre
Astfot a... Diieito Reosaaio e todas as
m*ts Scieocias e publicando os srgredos
rai|i imporianUs e recnditos da alia, Pu-
hcadaeGbneles da Frupc* aigiater-
brigadeiro Sera que comroaada estaco-
lumoa tem sabido captar a benevolencia
e a allnelo de todoa. e as suas ordeas sio
cumpridas tisca eegamonte. O minis-
tro da guerra be aqui esperad- pera ir
pissar retist* s tropas no S. G incalo.
. Jornal do Com*rcio
Exterior.
31
NOTICIAS DO PERIT.
Valparaso 19 de aireo.

:--.
. A marcha da Santa Cmu abra o sal do
Per augmentis os s*OS deseganos. Sa-
bemos por ca tas de Bohvia com data" de
33 de feverero dr Cobijt e de l do
mesnjo Ba da Potos, que ea todos os
departamentos daqualU republiu M m*D-
festava buaa grande agitfca5 coa a -ten-
dencia aaoifeata de derrocar do mando a
oa agentes do general Sania Cruz e ele
orumaovo presidente, com a f acalda de
de pdr em t igor a Ui aarcil, o cooperar
para a queda do prolectorsto.
rjbpja em Huemangt auppoada qoo se
demoraste esa Jaaj ao da reorgaasaa
do-se e completando o sea material dr
campanha. Seoasatnho da Cusca for
impraticavel pela eeuead das agoas, ama
paite do oiarciso podar' descer para a
costa, ea aito di* de navegp* e'*r
ea Quilco e accapar sacevasi va meato A.
1 equipa e a valles da costa. .
Sappomoe todava -, qoa auito antes
que aeja aeeessario mudar a march do
esorcito onido reetaiirador, D- Andia
Sania Cruz teri (ido hom desengao com-
pleto procrala por-se ea segura oca.
Poet-Scriptnm. A corveta de S. M. B.
Aarrier qoe chegou hontea de Calbio ,
Ireotn car tes" de' Lima ate 10 da fevereiro
Sabemos por ellas qae o general La Fu
eme entrara em Lima aodia 17 a fren-
te de i.5oo horneas, ao numero do*
quaes contio-" i.aoo Pe.ruanos e ioo Chi-
lenos. 'Ifo da 18 eaviou haa eomau
nicacaS a Moran pea que entregasse as
fortalesas de Calbio mas ,este reeusoa
fael o diseodo que entregara es fortale-
zas *o governo que eleger o congresso pe-
raarjs qu deva reunir se.
O exercito unido restaurador estar em
l-uj* a 11 de ferereiro. Uisia-ee ea Tj>*
mi que huma das suas colamos baria sido
desueeds sobre Huancaveltca, e jalga*a-se
que av.icaria sem iapedimenlo at Hua-
manga a'telen Ma Apurimee, A esta-
do ds aguas 11 o umea impedimento
que obttav* a qu* o exercilo proseguiste a
sua marcha ati Cseo; a deven do esta
ceasar ou ao manos diminuir mnito
ea marco, esperava-se qae ea aeiadoa
desle estarla ea aoviaento todo o exer-
cito raido para o sul do Pem.
Etpeiave.te 9m Lema, ao da ai de
ferertro, presidente pro vi torio gene-
ral Garttarra. Presmese qoe a sos ati-
zonas temporaria da exercito tarja por ob
jacto reorganiar a administrarlo publica e
insttiair -bum governo delegado ato qoe ,
livres toda o departamentos da repblica
ae pasa reaair boa contjresso qoa aoaeie
o presidente legal do Per'.
No dia o do pasado, ficavso. vista
do Calho aa corvetas chilenas L>h*> Ud
Socabtve abarca SaaUC'Ut. Julgara
e que taaeionavlo pi/ as fortaUaaseiuri-
goroio btoqubio.
Ignora va so ea Lima onde ests va Santa
Cruz ; suppiiiiha-M que liabachegsdo aa
00vidade a Arequipa.
O general La Fuente foi meebido pele
populac5 de Lima coa Botareis demons-
IracOaS de araizade.
O Geoeral ea Chafe do ejercito Peruano.
r
----------------------- -i T i. V----------------
cissitaft glandes aforeos.
Compatriotas. Ae dirigir-ros 1
pressio sincera do m*u apreco m
Mudar vos livres da dorpinecad e mais i
qua e a frontesa se a-me psra ttido
nifetlar- vos o profundo ir nt i atento de
atou possuido lembrandowme qoa ai
lietea alguna Peruanos desvairedos, naT
fallando sa evos patrios deveres, seg^a
sorte do conquistador. Sansiveia a es-
tmulos da sua coaacieocia b5 de |.
nalavtate eoahecer o erro, o virio reo.
nir-se aa asas iraine amigos. Achara!
ent-6 em cada ora da nos hum aot'go t
ffeotuoso csatrada a no governo eaeh-
nal a protnccaS n^c-nsaiia e o mqoeciiaee.
lo eterno do passado.
Peruanos. -0 telM celebrar trine*
pho bndo com demjiistracoins inequitu
cts do patriotismo o mais puro e exaltaos.
Deappareeen para seapre a Irraonia *
de nos dependa que a beneficeoto pu ti
catriz-; ftidas abortos pela, 'ambicio e peh
perfidia. Unidos seremos inreaeirsit a
feliaa.
Antonio Gutierres de Lt-Fuente.
Quirtel general ea Lias 18 di fftarii-
ro de 18J9. .
att.-w
O* geaerses VeLzco, M.dina-Cet -a impossivel drscrever o seo entbusiasmo, o
VilUgra esta va em Chich.s eam 70a vele-
ra noj a dt signa va se os deas prssdSHSM
como a agentas principaee qew davem
apoar o proau acia ment popalar que ae
espetara a cada momento ea Chaquisaaca,
la Pea, e Cocha bamba.
iulgtva-M come aullo provavel ea Bo
livia a cbvgsda de algunas tropea argenlinaa
dorante o mez de aereo aa o fia dara-
novar as hostilidades ou apoiar as oparav-
coeos de Velasco o Medina Cell.
A noticia da victoria do Yuugay Uti
precipitado as combin edes lefeiidaa a
be mu provavel qua hoja Santa Croa ja
nio governe ea poto elgua de Bolivie.
O tseicito unido restaurador por nvis
lutl* que lana sida a sua aaicba, u-
Peroano*. Dep-isde imaeasos saeri
ficios pars obtr a deatroe< do tyrnn<>
do Per' rm Puntan Pan de aatucar r
Ancach aaudou hontea a capital com as
maia ternas emoees de enihusiasmo os
restauradoras das leis da dignidad* da
independencia nacional. O meu corelo
experimentla boa ubilo Jnesplicavel ao
contemplar o trina pho da raslo e da per
sujeto sobre precooceitos alimenld>s pe-
los nossos ioiroigos para vilipendia dalle
meamos. Desapparecera, felizmente a
oninioons a tuda a vea jo liria das
illusoens que p.de boa dia dividida.
Concidadlos.' O exercito do Chile
nosso alliado foi o fundamento e a base das
nossas opara^oens. De vemos-Ib* pho
ciplmente a victoria qua celebramos. O
exercito peruano quaai formado do aada,
tomou iacraaealo como por encanto 1 be
seu orgnlho e bravura. Toda a milita-
res cooperarla digna a efttczaante cum-
prindo ossea deveres coa a aaior rxa-
desaeatir o bea mereci-
c lidio
do conceito qua ja bariao granjeado por
sua moralidad* subordioaes e ordea.
Peroanaa. Dentro de tra diaa atar
nevamente organisado o supremo governo,
eo esclarecido vaiio que a echa. ana
frente, pala vontade da pova apre-
sentar-se-hs entre os seas coapalrioUs ,
ciagido coa O loiiro da victoria qoa soube
arrancar coa herosmo da saios doa cro-
is appressdra do Per. Pertenn-ros ,
concidadlos 1 stvir-voa ea torno dalle ,
-iud*-lo coa constancia na sscro-aaata
obro, para cuja coacto*** jas* nJoao-
O Ciddio Antonio Gutirrez de La-Fu-
ente gnneral aa chafe do exercito nt.
cional. .
Considerando :
l. (Qu* na conaeqaeneia do bsver
-vacuado etta capital S. Ex. o presidente
da republia grandt aslechal U Agqt-
tin Gamarr* a 8 de norembro de iTi8 ,
como fin dt marchar com o exercilo uni-
do restaurador contra o boliviano Ibi mu-
dada a admiuitraca d* n.-publica, pela
occupc5 do gonl'eal Santa Cruz.
a Que a autoridades oa a iuib
diff.:renl.-s ramifiea^oenS nio devaa pa-
ralelar oexeraieio da, funcc>-ns que a*
tio aereadas pola conslitU0.
3. ? Que do eolorpecimeatu das suasat*
iribuicoeus resultio malea grava ao caa-
Ihor arvico do atado.
4 Qua esloo suficientemente sutoii-
oado palo governo supremo ,. pra expedir
as providencias que aa perecem conducen.-
las i boa ordem 00 goxoi .dasta facol-
dades decreto: .
i. R*st*ba!acea-M as couxa no atado
ea que a ach*v6 em 8 de norembro ul-
imo quando o exercito restaurada de-
soecupou a capital.
a. O prefeito do departameato 6a ta*
car regido da exeeoca dasta decreto a
de fazel o p"b'icar e circular.
Dado em Lima a 18 de feverero de
l839. n.
Autonio Gutirrez de La Fuente. -Vt.
Pedro Arrela sacr.tario,
M aa de aer^o
Huma carta de Lima de 19 de f.verairo
annuncia que Santa Cruz devia terse em-
balado ea Pisco a b rdo do Waillaat
B.aqoe, com destino a Qiilca. N- af-
fi.ncamos a aalheoticid*de dest* noticia.
(El Marcara.)
(Idea.;
PORTUGAL. J
EsUtislia criminal do a nao de l858.
Crime* de rebelliio 6J
De resisteeets *8
De srmes drfeas ,fl
A r roa be me o tes 1
Faga* da preso* '
A taadas
Meada falsa
Abusa da imprean '
Falafiaeoes *
*>assMna|ea ,'"'
lnfaatecidioa. a
Suicidios *
Propiacl* do venena '
Latrocinios .
Rouboa ^
Furtoa
Rizas
Oetcamiaho*
Triasgrasia sJt pohoii
#ai


T
DI ARTO 1>t

ireVa o
Incendio
Criroa da torpM
Perjurio
Crimea religiosa
Deterc5es
fe
i
Ests atetist ei, que nao he forjada pal
barbeiro, Coi aprontada pela averno a
,esio da corlea da tj delevereiro .' S 'bre
lia fez o Si. Panos Manuel huta discurto
a ten ad<>r, qna ti rantou a cinara. S- S.
ou S. Etc. dia qu* a arios pinto* do
' reiuo nlo ae atrevi-5 oa jais* a uhir dti
' m* caas sam etcolla I qoe o jurad
f.i smeacados a as teitemuahas stterrs-
e/! Q'iando t.<, pequeaina crea tura ,
diliamos tato, os Qost inimigo poliiiew
no chamavad anarchiata ; agora quem o
dii h o Sr. Manoel da Sil Palio a oq.
tro da o Sr. Rodriga Pinto Puerro l ara-
ba esta Sr. leem por ouir > ripaoue que
no* niJ tamos o por itse ttset-a nosaos ini-
migoj, que lo l da libi dntes senhorea,'
nlo tetn emed'u enlo ruedo.
Nlo ha ninguem no pas fc do pas
quanlj -iba a causa driles orimae; alia
asti inoculada p dasmoraliseclj i geral, n
'asta damoralisalcio na filba deasa fatal don
trina da resistencia a daob<>rani< das mas
ja t con que S. E*e. o Sr. Manoel da Sil
va Paseos, oa sua gante facitou o paii
Conhecemos Sr. Manoel da S Ir Pasaos,
ornse somos aus*ag..a, reconhecemo.
scuslaleatoj, e fasemos jve|iea aa eWjo
que elle teaa de felicitar a su patria. Ms
a qua 6ai aegslo ? O Sr, P4aaos como ho'
mena lem a su balda, .ala consista em
querer huma cel-bi dada; a dasejo praaa-
furo dista celebridad o pardea, e pardeo
loapalria, qua ella, para par chcf de
partido, desmoralisou cooa huma opposi
cioacintosa a revolucouan, .coa mas
aVutriaas da reaeyio qua habilitaran a sua
gente ao desrespeito da lai, desobedien-
cia i sttthondades. O reeultado be nata
asesino de qu S. Etc. agora tequmn t a
ihi tan a s obra ah a coasrqoeocis ne-
csima do las doutriuas subvenirse eagi-
udoras!
S. Esc. vio o abroan quf Unbe aborto ,
com huma f.ulid.d. earseUriuia e qo
Ihe be natural,,, cK^moq^aeaaaara-j
algate d lais auvss ntda de tbaorias
Seria huma excUa.clo fill.a da con vicco ?
tremera 9. Exe. vista do quadco que lio
hforrifel deenhf ? N, dovidamos, a o
tempj nos ha da desengaar, li mam d
boucas, genio dragilaclo a das frivolida-
des, rapaz vatbo vejho rapas } boje sen-
deiroetmaohf giganta, boje a.guando
Ptntheona a aanabau fallando aa manga
douras; dii o dicudo aprenda o bar-
beiro noro na cara do tolo Vos epren
ais dos direitos pblicos quizestes aprender
di cara do poo ste poso dcil a honra'
do, arrestado da sua estrella, ceden vos
M ii'lu no patriaren* qua Ihe prego* o canon das
rteteos be o m'esajo que buje proclama o
erro fatal d. ,ua doutrina j a estu confi-si.i
parlamentar justifica a pmue iod "M"J'"i que oi taa .cump*i>bdo oa
dilirante carraira da vosso desvarios politi-
aas.
Pela astatistict em f'eate commeUer.5 se
M*c#ntos e vint* o s*-Ua ci ims de rebel
"o I Os bu me ni do moviaento rpido
Pgara5a rebollio do 9 de seteabro,
hoje se adairafi da qua s. ui seapos pro-
auznem seitcentos e vinte e seta cooseqoen-
a! .'! P.rp-t.ai.6 ae a8i crime da n-
niieiii. oa hoaaos do aovim<>nto rpido
eord <|a (euros o corneta que puebra
d pttnhal para o sao coronel !! C6-
tiertft j, rromnamentos! e os hoaans
a aiuvimeiito rpido consentirlo qua te ar-
tiab.ue a imprenta do Galhaido I / Per-
(*tr.r*5 se triula t oito anuid ? os bo-
*"osdo moviaento tapido cbaara6 virta-
. a atoada ingrata de S. Carloa contra o
Nqoe de Drag .oca aaauada contra o
Ne deP.laeli. aau.da con r. os
['Ml atrangeiros! Coaaetierefi-s* 19
e* da liberdade da iapreaaa .' fortft
~ os que pela imprena chaara6 tf ran-
esiraogeiroaogrande Pairo que Ihea
' a liberdade f I iorafi ellea, sio elle>
'lu: pela imprensa esto desacreditando o
*erao, HaMods e sitaaia a a iasubor
tinha Joa Freir l os qa* eoa punhel
s mlct tam entornado o sangue dos Porta*
guasea, por nssas aldeas a aor niu nrovi n-
ciasll Perpetrara ae 3969 roobos! e fo-
no ella o que roubara sob istenei a
1 amansas familias, tiradq-lhea sv>a culpa
oseapreges pblicos deque viv6-I foraS
olla as que dorad carta de corso ao Coa
gosts, para aaaainae i ida voatada a
roubar a sea esprcho HouveraQ 100 des-
ctainhos e fora alies que coa anas leu
abrira a canal ao contrabando Perpe-
trartfi aa i5a4 traasgressVs da polica e,
for6 ellea o que pregara resistencia as
autoridades Comm*iter>5 aa 47 perjuriovj,
eqaeaseaio ella calearafi os juramento
m abi a de aa, a depoia d'emanhl a da 38!
Qum Mn> assa religiosos anarehiat s tero
calcado MO jrameitos; andado, de or-
den e de estado Perpetr te 5g5 deaercoe. e quea sanio ellos esto 1,
desertando todos os das \,
E a lmira-ie o Sr. Passos Vfanofl da es
tatiillct dos crime/, Nos inda -t-hamoi
pouco, a casa de alosar aaior be por-
que -genio da mco raage a* desmo.rali*
cf o t ea Portugal anda ba. virtud* ; -aind*
ha gente que teme a Dos 8 respeita o tbro
no : Portugal quer ser lis re, porque nlo b*
povo q' quir ser eicravoj aas. fio eafas
liadost alie de eipefiencias polticas tij
caneado de theosias to aborrecido d ti i-
botot a de eleicSest qe nos, podemos ssss
gurar que, se ssa mana revolucionaria
nlo termina o pnvo se 1 mear j^o$ braco
do absolutisao. E de qu-ra seta a aqlps ?
do governo rapresentativn?, nlo, ,qua ella
be boa ajusto, .ata do vargonnoso abuso
qua carta gente del le f. z.
Sejamoa justos, a queremos aer li-
vras ; lenhsm<* compaixio dest* povo .
cuja paciencia ezmp'r no ><>ff. e; no -
busemos aiis dasua ndole aucegada j dei-
geao-aosda agitaeloaeatrmot aa estrada
or asi: j tamo dito que a I berdadi he
como o vinhd : bebido em tei moa .vigora
oa ervos e da sisada ; bebido rom azceaso,,
eabriags1 e a*t$ a quem podar negar qua
huma bebedeirk aa poltica nio s-j aorta
certa ? E quem p dar' negar' d que S.
Ee. eslava neata estado, qaad.o na sesslo
de a de marco diisa que era amigo da anar-
chia qdando etla abata as attribuicSes da
coroa .. '
[Peridico dos Pobres ) ,
' L' (Wei:
-ousadoa, os raos-de pol'ca a bftmaca
aalba aasvnhorear-se-6 de lado a
gierrs eivil levar oa seos estraga sos n
is escuioa riaroN da nosa populac*o.
. Repblica no Brasil ( n5 sessarai da o-
repetir ) he syni-nimo de roubo de matan-
ce, e de todos os criroes iaeginaeais. A
o'oweittm poi< as Iic6?s da Historia. O-
Ihemos par a Re*olulo Fraaoesa re-
citramos da horror ao recardar-i i da
larri>e fructo da demagogia. De hum
pcqnano livro intitulado A Rapublica ou
o Lim da sangua tradzi as tres
sef-ointej decais, enjss verdades ub
mstto mediucio dos meus Illustre
Leitora.
Aonda o poto domina
Coa ssnguintri* furor
id Sem raslo, tea horor
}jS Dtvdroe, periegua, extermina.
-i Fm tl madonna ruina
Ji*'.' '"M-nra, piedad, varis
."'.* Nlo mais, arvirem da leii;
"" Pois c'o a aorts'governa,
Pendurarido na laacaroa
Quem jalga asa'ga dos Res.
DaMha os wmosfmyt'riosos
De dirt-ito, e Libar dada ,
* Taris com q' atracdda
Chega a eieessos herrorosca
Thronos, a templo faaoaos .
Tudo cae com estrondo igual
' St b o aartello fatal,
Com bruta Mlifca
Gon'empla a deetruicla
'. Do edificio social.
Sonha hum grfo nivellamaato
Tova a furia demaggica,
Guilhitina baaaa Lgica,
. Matar he MU argumento:
. Fx;ga a cada momento
Victimas para os mu cu tallos,
. Davonndo-s qoees cadellos.
Deoa Hrrai nosaas fartiilbaa
' Da sobena lrpilhs,
' B dos despotas.da tb icl. el loa, .
IS s
COSMORAMA.
Segoads Subacripclo.
Setiaa F.jposicia.
CARAPCE.IRO.
TARIEDADE
Rio Grande do Sul
guaci 11 FralrafaV * a fo, ailai oa qua aasaatotaO Ajoi-
Os ltimos aconteciaentoa dessa malfa-
dada Provincia merecen n seiias refl ?
sdes de todo' o sincero amigo do B atil.
fvite visto Impe'i'o ligsdo pela palernaas
Ucos ds Monarcbi Coottiuicional R pro-
saeittiv he grande b poderoto he res-
peitavel ; mas dividid e re.talhada*
uas Pf ovinciasl 0 que sei a Rrszl ? Han
tKoatro de anarchi a guerra civil, hum
edifico desmoronado, a ficil pieca de
qualqaer N cao eaprehendedora a poda-
roa. Por mais que declamen os noaos
demagogos por mais que apregoaa as su-
a virtude cvica : todo o mundo reco-
nhece, qna o Brasil alo tea aind aas sa-
la msioi 1 Provincias os precisos elementos
par poder' gern*r-sa com Repblicas
democrtica a que esta forma da Gover-
ao, alias tscaliv-atf para outros Pov'os ,
nlo ba adaptada i nossa circunstancia ,
aaa earforae a os notaos habita usos ,
* rottume.
Em ests d-ficiancia 4 virtada repaj-
blicaaB a eaceaira aa g ande Provinci-
as, a que ara aas pequeaas ? Logo a ideia
da demebracio ds Provincia a de R pu-
blicas ao Brasil ba a mais fatal de todss as
concvpces be o maior de toda o fiagel-
loa he a anniqoiueio da Brasil. Quebra-
da 0% laca da uu.io, etiasiaada d entre
na a Mni.arcba o Imperta da S**ata
Cruz toraar-a- buai vasto dagoladooro,
bam ibaalro borrtel da todos o* crmn
d'ambigo a da demagogia. Aa adtfaaa
toccedero, humas as oulras coa rpida
paaeuosa( pr8*u"wi ***oaaa
tm :
*-* V*
.
:' --
Desde s'tbbado panado que ciiitem aa
exposico as'vistes segniata que ario im-
prsterivelmente mudad. no sabbido pri-
ma-ro do Junha aabar :
Huma vista da Cidade de Ljon em
Franca, tomada no arco do Rhoae.
Vuta do Caslelo da Valencay em Fran-
ca, qae arvio da prizio ao infeliz psps
Pi VIL
Vista gerl de Newvork huma da pri o
cipaaa cid o vasta rio,sobre as margena da qul alia
se cba situada e a mais extensa aria
prospectiva pos.ival.
Vista de um acampamento ao darlo da
La esta vista huma das mait agrada vea
docOMaoraoM s recommeuda aossma-
dora" qu" sio rogados da examinar a na-
tural c.m que seaib reproduzido oca-
lo di? la lineando seos raas prelados
tob om ror tranquilla, bjaa praca s-
liada*, e abra diversos grupa de solda-
dnt*** '
Vista da Castalio da Pierre Sisa aa ar-
rebaldas de Lyan f-u entrada trina-
fanie ala. Han fique qua lo dirigiado-a pa-
ral a Ciatade qae se divulga ao loag*.
VivU da Cidade'-da Bame ea Suisa.
S^u lago encantador, monteabas BO fondo
ata onde a pode estender a \iata.
Vtta de Ljon Cae da Saooo.
Viste doa amigos a celebra monumaatoa
da Tsc. Vuta do lastimlo quadro do esercto
Franca de Moscou ; nio a pode aaelhor
esaresar o ligar do invern, ve te o glan-
de bornea sobre hum treno., acuapanba-
de' por aua mait fiis geaar-es.
Vita do Monte Braaco, a mais aba trra
da Europa ; tea do de alto fio m*tt Vita nuc urna da Campa. Santa asi Pi-
ta, Italia, asta vista loa geralnteuta sido
considerada como a m.luor do coa [
aj** da ha na ../ .
ha a propri >aluitut
Viu da pasa do Albuas ao mar
tarraneo.
As hora sio u aesnas, de 6
9 da noita.
MadJ
at as.
Avisos Diversos*
Quem preciar de ama peeta fiel pa.
raama deca de bornea soiieiro, qurf
engoma baa cosa, e rosiaha sofrivd-
menta, ananacio, an dirija-so a ata Tru-
que a dir. ,p"
." Si\* t? n> m Mpr<> Bon-
2S$? ssJpan *9*
Bebetibe, a pedia qrf nlo alojataa a oa-
tra pasos Mm que viaaa dar ..da a ras-
posta qneira aparacar a dala, poj, flu_
hs ouir. pretendenus. P0 qun
- A Escunaloglaa B.,k Sean, arri-
bad, dearvorad. ampara, mj+
r? PB.hodP* o-ecaVnpri-
ato de daaeu paletada da diaeutiro;
quem t. ver om paa data propareao, .c
quaira vendar, ananaeie, on dirija a o.
Consignar artos Rusall Mellar 4 C.
.- Compra-ieumpi.no: na PM ff^^
araasem ao p da peata da Bbavista, anda
M Tendea quartinhas.
_ Um npa de boas entuma, oro.
piem-a a animar priaairas letras fots da
preee atambem por comaoddade da so
ande ; advartiado porem aja logar porte-
da mama praca: qoalqaer Snr. dW -
abo au outra qualquar pasos quaquiser
uiiluar-sa de sao prastiao dirij-,B s>
d'Orta. D. 66. parto da Igrej, Martv-
rvn Isdo do poeute qu, ,obMi ^
quem tratar.
_ Elixir Ophtslmico, inventado ptda
De. K. Villar, oqial obieva da S. M. o
Re dos Francas, um privilegia, ata
compenaclo por sua inrenciu, EiaJ va.
medio tem por fim o fortefioar a vista/ a
iautiliar o uso de oculos, a dalruir qal-
quer inflamacio dos olhos. 'Muitaj psisoas
cujosolhos aechavsS ta enfraquecida
qae apenas podiafi distinguir eom ocala ea
ohjectoe ,' com o oto dente B.'ixir recupera
rafia mama forca de vista de que goav5
anteriormente. Ach se i venda aa rus da
Cro N. 45, ea a* da Tobler Frera &
C. A sgoa aromtica pra vivifiaar as ca-
ra do rosto, a destruir a Bodas da palla,
e o oleo de erras Soisas j t tado o reconhecido pelo ateo especifico ca-
paz de faser ereseer o cabello o tatema.
abo dsdo por innumerav* is pasoaa data
Provincia basta para faar n seo elogio.
Na mesma casa cima, e aa loja do Sr. Ma-
ro Praca da Independencia,
Engoma ss com toda a perfeic.fi tan-
to lia como de pegas a fss-a prega,
nhts ea abortaras da camius, coa tal
perfecafi como pouess a fsem a am as
romper com alfinete : lado por prego c-
modo : oa ra da Martvrioi D. ti.
Arreada-a am sitio oa estrada da
S. Amara para Belaa, jaata a camba,
eom ca de vi venda estribara, cas para
preto, com muitai arvora de fructos.
boa bsiia que d mafito bo arduras, a
me loes, com capim j planudo qua poda
lastentar am avallo aanoalmenle: quem
a pe tender dirija a a roa da Rdara lar.
ga eobrado da doua andaras joa a ootiea
D. 8a ..':
- Quea preciar da oa moca Braai.
ro da idada 18 sanos da muito boa coa-
docta para Caiaeiro da laja da ierra gem,
oa roiudesas dando fiador a sos eoada>
ata; poda dirigir-a a roa dos Quirtais D.
5, qua aa Iba dir qoem ba o pertendeats.
No die 4 da corrate fugio de litio
de Joafi Rafael Cordeiro aa Pasagem da
Magd.lena om moteqoa erionlo da o orna
loa da idada ti aaaw levando vestida
areUa a camisa da algodad Ierra, a ba
filbodoCerW : qoam dalla soobar, au
quea o encoaUar quaira leva I a dito
sitia aeiaa qua ara bem reeoapaBada.
Aluga-se o a. aadar da ca B. 19
da roa aova, a salar na masa*.
A pesio que annuacioo na diario no,
mera 111, querer comprar boa orna-
melo completo pan Misa,, ditij-.
ae sobrado contiguo a Igreja da Solidada
ae Sacritio mama lgre*a qoa aataa*


V
4
DIARIO

DE
PERN.AM.HHGQ-
. Carlos Van Nes professor da lin-
gua in.-jleza do Liceo desU Cidade preci-
sa de un* ps>oa que sai|,a fallar ns lingoas
frunce, e ir.*'' sen^ complelamirnte
desocupado c de suhsistQcia honradamente; quero se achar
neataa eirennstanc'as diria-e a ra de 8.
Francisco casa defronte do beco do tanque
d'agna.
. Arrenda-sw por ternpo de una anno .
uroa morada de casa terrea construida a
ponen temoi no lugar do manfruinho e
defront* do sitio da Seniora D. Lauriana :
contend a moaroa propriedade \ bons
uuirto*. boas sallas, cozinha estribara
para doUcvaUos o seu qiintil e pelo
py&$ a 'ais cororoodo posaivel r os pre-
tor li>n's entendise com o Escrivo Al-
mei la
_. A oessoa que recebeo por uro engao
a govdar de una preto ,'urna caixa coro
umt birrtioa de oa'ba qneira mntrega-1
noa'mKmdo Jos Gonsa'ves Torres, den-
tro do R"cfe, ou annunciar.
__ OffVere-se uro rapaz brasi'eiro par
caixeiro de raa armasem oa nrenca lao
b" n e a sujeita a cobrar alguroas di vi las
pagamlo-se llie por cento conforme se jus-
tar quem nrtendr annuncie.
__ O Sr. Jaio Germano de Paula diri
ja se a 'u da Cruz por cima da loja do Sr.
Mtquita a fina (i 8 se tratar negocio de seu
inleresse.
Ro'ase a quero souber ero que sit"
existe de feitor uro hornero de nona* Jacin
to natural da Hha de S. Miguel o qual ser-
vio de feitor no sitio da trompe e depois
esteve no sitio pertencente a Jas Bernar
dio e ltimamente se reliroa o favor
de declarar aonde se acha para negocio que
multo lli"? interessa ou dirigir-se a Jas
Domingues da Coila Cardul.
(juera pretender uro sitio foreir no
lugar da Vligdalena coro boa casa de pe
dra e cal e outra de taipa cacimba com
muito bia *goa, tanque; duas grandes
baixas para capim, muito arvoredos e pasto
para vaccas dirija-se a ra do crespi D
a a fllar coro Jiaquiro da Silva Castro.
Precisi-se de urna ama de boro leite ,
forra ou captiva : as 5 pon tas D. 3o, ou
annuncie.
Aluga-seum dos grandes armasen*
coro parlo de desembarque, por delraz da
ra da aanzalli nova : a tratar com Manoel
LuizGonsalves.
^. A abaixo assi,;nada avia as possoas
quetero penhore de ouro e prata ena seu
podes que os vo tirar no prtso'de 8 dias
contados da publcaclo dest8 em diante, do
; inirario sera'V. n lidos para pagamento de
p.iiicipale cusas. Anglica Francisca
de Awvedo.
_ 0> Sis. Manoel Joiquira Muniz i
Jjlo Manoel Jnior, diriji-se a fjra de
purtas n. 98 da parte d paente para se
tratar negocio da seu inleresse.
Mr. K.issel relojoeiro francs no
etteiro da \\ ,< vista acha-se prompto a
concertar qu-ilquer rejogio que Ibe seja
confiado polo mais commodo preco elle
cbriga-se restituir o. dinheiro que tives re-
cobiJo em pagamento &J qualqtter couwr-
tu, qeno for b mu executado.
__. O Padra FeTippe Nri de Faria tutor
dos mr-rjo'p$ seas sobriabjj, e a fiiii. los ,
filhaf do fiuvdo aeo irmo o Cpito V icent"
Ferroira (iurjo deo p/iucipio a iueula-
riar 'ft ben* d > di'o finido pelo cartorio do
\l. Mota, qulquej pessoa i;u,. se conciderar
cr 1
dividas no inventa ij queso est preceden-
do no qul lie invenlariuule*
_\"tv>irlrt sa que o aiiiiuucio feito por O
SrJo Aitonio de. Ai've.lo Santos no Dia-
rio 11. 1 i > 'bre q' uuiguaoi Contrate com
J iirio e Jess Dandria o seu cobr- , ru> (i" Gloria por liie bstar hypotlieca-
d be uina impostura e m*\i algum<
cotia j porque se com efTeito ena aobiado
ll) est (typoibtcjda ( o que se dovjda )
be poi urna tj de minuta quanlia, que uiu
cltt-g r,i s xt* paiteoo eu valor a roes-
nio e:.f,a liyp..lUca nao Ih de reiro ven-
de 10a p^ra que lindeira nao podesst
vt-noVr o seu sobiodo tanto mal que par
Uso fez uro auiiuncu 110 Diario. Mas t
S>r Jo. Autunio com uro semeihante an-
DUOCto ja faz es.Lab.car um cetlo stijei
to, e Ibe lei.oeo um m-gocinio a CoSl d*-
miua ,*"iem ter de correr o risco*
__ Bernardo Antonio de Miranda jen
usto e contratado como Sr. Manoel Catan?"
de Mello a compra de seu sitio no lugar d
piranga junio ao sitio do remedio, ese ha
alguem prejudicado que tenba de recla-
mar seu direito queira annunoiar, pois
que ncsles 8 dias sa vai pagar a escriptura.
_ Aluga-so urna aroa de leite, seno cria:
quetn precisar procure atraz da Matriz d
Boa vista n. 17 no segundo andar.
Avisos Martimos
PARA'LTSBOA sahlr no da 7 de Ju-
nho o Brigue Portuguaz Feliz Destino, de
que he Cap lio Manoel da Silva Bello, para
cara e passageiros trata-se com Francisco
Severiano Rabelb ou com o Capillo na
praoa.
5PARA O HAVRE ai'Galer Franceza
Atlwlie sahe com ^oda a bravidada ; quena
quiser cirregir ou hir de passagem diri
i-seaos Consignatarios Lenoir, Besuche'
& Puet n ra da Cruz n. 5.
P\RA O CE ARA' Maranhio e Para
leve chegar at o dia 17 a ag'do corrente
uro dos Barcis de Vapor da Companhia
irasileira ; quera quiser hir de passagem .
>u carregar dinheiro a frete dirija se a Me
Calmont iCompanhia.
L e i 1 o
Que faz o CorretorOliveira de aro
boro sortiroento dejfazendas inglezase fran-
cezas e algum facto feito Quarta faira
ao docorrente pelas 10 horas da manh ,
no seu armasem da ra da Conceicao D-
cima 34 no 1. andar.
C o mpras
_ Um diccionario inglez e portuguez ;
quero tiver annuncie.
Urna serpentina em bom uzo : na ra
do Ran/jel quina do beco do carcereiro De*
cima a5.
_ rr. bode : no largo das 5 pontas ca-
sa junto a padara do Sr. Jofo Lopes.
_Extrume de'gado; quera tirer annun-
cie.
_ ?UiB banco proprio para marcineiro ,
e que e3teja em bom uzo ; quena tiver an-
ouncie.
o. Urca canaria de imperio: no largo
das 5 pontas junto a padara.
Urna corrente da rologio que seja mo-
derna ; quena tiver anuncie.
Vendas
_ Para fora da provincia um bonito
rooleque de idade da i8anoos, mui sadio ,
gil e robusto ptimo para tildo e qual-
quer ervico : na ra de agoa verdes no_ i.
andar do sobrado passando o beco que vai
para a roa de Horras.
_ Massos de cartas finas francezase en-
trefinas ditas portuguezas traveisas de
tartaruga para marra fas milbeiros de pen-
nas de escrverpira i'iecralaria rap de
da lude
rea preta da Babia : na praca
pendencia n. 3q.
Queijos flaroengosem caixa .de 5o,
chegados ltimamente de boa quaii dade ,
e muito frescaes ; na ra da cadtia nume-
ro 4-
__ Os seguintes livros che gados de I'is-
boa : Muas de D. Miguel, cartilba do bo na O. 18.
. Um* escrav* da naefo costa de ida-
de de -i \ a a5 annoa ngomma liso 0
zinba bena o diario da wn.a casa lava d*
sabio % e aa afinc o comprador que ni
(ero viciot da qualidade algoro 5 ni ra D;
-eita lado da Igrj do Livraraento sobrado
D. a o.
Urna caa terrea de (aipi coa urr
alicarcea roda da dita : a tratar no aterre
dos affogados em urna tanda de tanoero.
Um pillo grande da bronze proprio
nara botica e um alambique paueno d
folha ainda novo : na ra da Florentino
casa da Jola Zurrele pegado ao lampifo.
Bixas muito boaa e par preco coro-
nado : na ra da cideia do Recife botic>
D. 5.
_ Urna banda de retroz nova; na ra do
Rosario estreita na padara da 3 porta*
.- Na roa estraita do Rozario na vand
da quina da roa daslarangeiras. muito bo-
as bichas e manteiga a 48o"a libra.
_i Urna propriedade de sobrado na na
velha : a tratar na ra do tebo cata' larrea
ao p da do Sr. Lavra.
_ Urna venda com muito poucos fundo*
0 desobrigas a cartos ere lores, o maior nlo
'xcede de 40,000 e a casa tero bons com
modos com 3 quartos quintal, murado,
oortfio pira trai, e ptima para rancho de
na tutos sita roas 5 pontas a ultima a di
reita defroniedo forte : a tratar na mesnv
1 ae dir o porque.
_. Uro molatinho de ta annos de idade.
boro para paguro e ptimo para o ervico
-de urna casa ama preta da ao annos de
bonita figura cozinba ngomma co
se^ e um preto boro oficial de sapateiro;
na roa de agoa verdes D. 37.
' Bixas muito boas e por preco com-
roodo e urna guitarra em bom estado : na
ra da Padre Floriano D. a6, lado do
oascenta, se dir quena ot vende.
Na loja de encadernador na praca da
Independencia n. a6 os seguintes livros:
Aifonciada vida de Jofo da Castro, Ca-
thecismo de economa poltica, Cames po
ema Gergica portugueza Rimas da Jo-
bo Xavier de Matto., historia da Grecia ,
arta potica e Oriente Poema.
Um grande banheiro de cobre urna
cadeira de dois bracos com sua caixa*, gra-
des para janellas e portas e algumas
portas de costadinho e assoalho de amaril-
lo ludo por preco commodo : na ra de
agoas verdea casa do marcineiro Francisco
de Paula.
_ Urna loja de couros com muito poucos
fundos sita na ra Direita ptima por fa-
zer muito negocio metade a praso e me-
tida a dinheiro: a tratar na mesma Deci
ma 5.
_ Urna escrava do gento da angola ,
de idade que representa a5 a a8 annos bo-
nita sidia e sem vicios propria para
vender na ra : na solidado casa o. 445.
_ Umi molata e urna negra mocas
e de bonitas figuras cosem cozinba e
engomma um par de esporas de prata ,
3 voltas de cordaSde ouro com urna ve-
rnica um anu de abra'cos um relogio
de cima de meta, ama caixa com selindro
que toca ao vezes ama laote'rna que de-
verte a urna familia pelas difiranles vista
que aprsenla urna porco da canelia,
potes com graixa um berco de conduru' ,
taboado de louro e amarello urna parte de
um sobrado na ra larga do Rozario a
posse de um sitio na piranga e se los
uzados : na ra da praia sobradinbo D. a6
defronte das serraras.
Um molalinha de idade de 14 annos
muito bem p*racido proprio para pagem,
ou para aprender qualquer officio : na ra
do crespo D. 11 ou na ra das Cruzas
idio o cidadfo luzitano d-Quicio dv I
um ci
relindo o atbeo e o sabio
historia
de meninos para quem na for crianca,
noiles do barrcio ,- palavra de um crente ,
amores de Helocl Abeilardo, aventura
de Telemco Princtza d ontros muitos livros e folhe'jos comedias ,
eentrem'ezea : no caes da a.iaodega arma-
zem defronte da eac^dinba,, ou ua O
cadea ultima loja de fazeo.das ao atravear
, ara oCorpo S^nto.
_ A arm*c*& de urna
venda acabad*
medidas e hI^uh
pa ra dos b ino-
baixos D. i4 !' ''atar na la nova V. 7.
de novo cun pesos ,
renerus d le. ra sita
Duas pipas arquiadas de ferro pro
p>aspara aze.te de carrapato : na ra do
collegio na venda nova por baixo da repar-
licao das obras publicas
_ Bolins de Lisboa muito bem feilos ,
e de bonita forma chegados prxima-
mente em o Brigue Feliz Destino tpalos
para Seobora e muito bom sortiroento de
todas 8 iniudes.ie : na praca da Indepen-
da n. 6.
_ [Ma estrada dos flelos em um sitio
defronte do fallecido Peixuto, ha viveiro
de larangeiras t cesenos de bom tama
..bo para sr mudarem e por umno pre
fo de que em outra qualquer parle.
t Sacas com milho a a56o : no arma
sera de Antonio Annei dafronta do ciai da
ialfandega.
Um cavallo eiquipador : na ra nova
D. 11.
Urna ascrava muito robusta a fian-
ca-se nio ter vicios, de idade de 1^ annos,
cozinba engoroma cota cha e entend
de todo o maii arranio de tima casa aun
escrava parda de idade da ao anos rec-
Ibiila cose engomma Kfo e cozinba o
diario de urna casa, sem molestia alguma ,
e. sem baver nota aljama oa sua conducta
que faca desmerecer o sea merecimen'o
valor; a urna negrnha de idade d la an-
uos de linda figura, tudo com fianca de boas
venda; passando a Igreja dos Martirios ao
primairo andar do-primero sobrado,
__ Na loja de farragaos na ra da cada
do Recife defronte do beco da cacimba
rouito boas cordss para pianno violo a
rebeca a preco commodo.
_ Urna escrava da naci, com urna cria
da poucos.dias de nascda cozinba o dia-
rio da urna caa lava bem e tem princi-
pios da engommado : no atierro da Boa
vista lado direito ao sahir da ponte Dcima
10 no primeiro andar.
Escravos Fgidos
_ .No dia' 10 de Maio pelas J horas da
iio'te. desembarcou de uro Hiale viudo de
Macei o eseravo de naci de noo Mi-
:;ue!, partencante a Joa5 Ignacio Ribeiro
Roma o qual se achava fgido a d'ali
vinha remeltido ao Commandante Geral do
Corpo Policial desta Cidade e da escada
dasle fugio por descuido do portador con-
ductor; o eseravo tem 01 signaes seguintes;
cor fulla baiio, grossura ordinaria, olhos
grandes com umasicatriz de' alporcas no
pascoco da idade de 35 annos pouco
mala oa menos e bstanle ladino ; quera
o pegar entregue ao mesmo Sr. oa ao dito
Commandante Geral que tara gratificado.
__ No dia a 3 de Dezembro p. p. fugio
um asertivo pardo de nome Gmalo de
idade de 6a annos pouco mais ou meaos,
beicos grossos falta de cabellos na cabeci,
e com alguos brancos corpo regular cos-
tuma andar pela lagoa d'aotas Nazarelb,
S. Autio onde tem parantes intitula-se
de forro ella mandou um morador do en*
genho Mar jo' oa Pindoba a Gm de o com-
prar, fico de voltar e que albe o presen-
ta nlo tem aparecido; recomenda-se as au-
toridades daqoelles logares que o maodsin
prender a remeter a ra da cadeia do Reci-
fe D. 64, qae se pagar toda a despeza.
fugio no dia 17 do correte um
negro de naci angola r ainda bucal, de
nome Vicente cbelos grandes, olhos
pequeos e a fumacados macas do rosto
altas caballos na barba hombros altos,
caoellas finas cujo negro reprsenla lar
a5 annos da idada, levou vestido leroula
de algodo muito suja e curta,, a camisa
do mesmo com ama rotura qas costas a
em urnas das mangas curtas a tambeaa
muito soja ; quem o pegar leve a ra do
Vigario D. 18. ou ao silio Tacar una a
Paulino da Silva Mi o dlo que lera de
gratiGcacio 3o,ooo*
_ No dia 16 do corrente fagio Miguel
creoulo de dade de 20 annos bonita fi-
gura cara carnuda e luilrosa com W-
gual de scatriz na testa olhos alguma coi-
sa vermelhos bstanla ebeio do corpo
pernas alguma coisa arquiadas e grossas,
com principio de barba bem fallante 1
tem officio de cozinheiro sahio vestido
com esmisa de madapolio calsa de brim
braocoliso, chapeo de seda com fuaia i
uuem o pegar leva a ra Direita em casado
vlanoel Buarque de Macado tyu era re-
compensado*
ERRATAS
NoN. n3 de 25 do corrente P5 '
coluaina .lm. 45 no territorio de Mata
uha l*>i*>a no tan torio do Para.
PRS. NA TIP. DE M. F, DE F. 18391
ILEGVElTl


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