Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06109


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Full Text
r
'"WJSP'MPL'W:

, ||i'M|.i
ANNO DE 1839 SEXTA FEIRA
C A M BIOSl
Mato li.
Londres 3o i/J. por tfooo sed.
l.ibo 8por loo premio, por metal, oflerekido.
Francalto a 3i5 res por franco.
Rio de Janeiro o par.
Moedaa de 6foo i5#>oo as ralbas, horas i jooo Sfioo a 3|3oo.
Pexoe Columnarioa i#68o a 1^70%
Diltoi Meaicec* ij^o'o 1 i65o.
Pataces Braiiieiros 1^680 1 1^700.
Premios das U(1 is, por mea i i/4 a 1 i;imt 100.

PARTIDAS DOS CORRE IOS TERRKSTESt
1
i


Cidade da P11 a iba e Villas de sua pretencSo .*
CidadedeRio 'rreo'le do Norte, e Villa dem a
Cldade da Fortaleza e rillai dem.....
Villa de Goianna.....t ,
CMade deOlinda......... .
Villa de Santo A nio ...... 4
Dir d.Garanhuos a Povoace do Bonito. a
Dtttas do Cabo, Sarinhaam, Rio Formoso, e Porto Cal? dem 1 ti, ai dittad'ttpf
Cid.de das Alagoas e Villa de Maeei. ..... dem dem.
ViMa de PajW de Flores...... $ dem i3, diltodilt*
Todos os correios partera ao meios dia.
24 DE MAJO NUMERO 112
0
Tudo aget derenie de| nos tnesmos ; da nossa prudencia
moderarlo, e energa continuemos como priucipianjo
o aeremos apontados; com admirado entre as aces mas
caltas.
ProCiumacp da Asstmlilem Gemido Brmiil.
Segundas e Sextas feira.
Todos eidias;
Quintas faires.
Dias 10, e a4 de cada mea
__

Subscrere-se para esta folha a 3#ooo por qua riel pagos adi
amados nestaTypograla, ra das Cruzes U. 3, e na Praca
da Independencia D. 57 38, onde se reerbem correspon-
dencias Irgalisadas e annuncios; insirindo-ae estos gratis
sendo dos proprios assignantes t tinelos assigoados.
DAS kDA (SEMANA.
Stet'^^iiSK-s.'.a-;
lt SPthr^'h^te?* 'ud- doJde D- da '>. de tnauhS.
VtlZ rL J" SoMr.' M- Sessi'0 A" '" e ud- Ji D.r. da 1. vara de as.
i v? te tsszst** 7- p-ReL de manhi e ,ud-do J-de
Mare ebeia para o dia ai de Maio.
Al a horas e 6 minutos da maah. As a horas 3o minutos da Urdo.
PERNAMBUCO.
GOVERNO D\ PROVINCIA.
Tenho presente o omcio qae V. S. me di-
rigi era data de 17 0*0 corrate mnz ser-
rindo de inforraicio ao requer manto de
queixa, q.ie fes contra V. S. o soldado do
Corpa do s*u Cumulando Manoel Joaqun
de Soasa Veigas por harel-a mandado
ca ligar com juoco no dia i5 d dito mee;
e rn reaposta cmprame algnificar-lhe
que; com quanto um Ul castigo ceeahisse
sobre o Suplicante aem formalidade de
Juito segundo afirma, pelo facto de ha-
rer-se amotinado no quartel e?corn o
fina de par termo o alarido, que nelle se
fasia en menoscibo da disciplina e do
respeito devide aos Oftciass qua ahi se
echarlo nio de*i V. S. emprrgar ji-
msis un la1 rneio pa faae-r reioar or-
dem e disciplina em seus subordinado* ,
risto ser file integramente reprorado pelas
leis, que regem o Corpo do seu Corammdo,
e terem estas posto em seu poder outros
msis dignos e fincases 1 pelo que esta Pre-
sidencia oio pode daixar de extranhar em
V. S. um tal procedimiento esp' raudo en-
tretanto que V. S. ponliatodo o crida-
do para que taes fsetos que muita ma-
golo a esta Presidencia no se repiti
d ora em dame, v para que se mantunlia
>m todo o rigor possirel a disciplina do
ruesmo'Co p>, croo muilo conrem ao cot-
S'giliento dos Him. que O /.f io Ciear,
somitcm, aos quaer eJlej tero saptis-
feto por dirersis orcas-s prestando er-
ricos importantes a ordem n tranquibda-
de publica desta Prorincia com elogio
dosstus hsbittntes e dsta Presidencia.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Gorer-
no de PerriMmbueo aa de Maio de \&3$.
Francisco do llego Barros- Sur. Com-
v mandante Geral do Corpo de Polica, Pe-
dro Alexsndrioo de Btrros Csralcanre.
ra V. E*. que nm honre ctstigo com
form-ilidade como pifente inculcir o Su
plicinte em seu reqaerimento, e naeoos
que algum caba pattecipasse das junesdas
que a necessidsde de por termo a o alarido,
o de erjtar acontinu*cao de taes actos tan
fotpou a emprega-. Quanto poreai a de-
misifo querequer o Suplicante pirece-me
nio derer ter lagar tanto'por Ihe f.ltarera
dea meaos para completar o seu engaja-
mento, como porquo ella he' contraria a
disciplina do Carpo. Tenho desta forma
informado o lequerimoato do Suplicante
Manoel Jjaqaim de Soots, cumorindo as-
si m o respeitarel despacho de V. Ex. de
16 de Malo correte proferido no requa-
rimento do Suplicante,
DrtW Guarde a V. Ex. Quartel do Com-
raandoGeral do Corpo de Polica 17 de
Milodei83g Ulna, e Extn. Sor. Fran-
ci1 co do Kego Barros Presidented< Pro-
vincia -- Pedro Alfxandrinode Barros Ga-
rateante Commaodaote Geral.
lilni. p Eira. Snr. Pelas unte horas
do di* t5 do corrento 'chindo me na Se-
cretaria ouri, que dnCalibjuco do entro
do Quartel que Ihe fie contiguo, parti*o
gritos, qu pediao soccorro : maudei como
me entnpri indagar a cama de bum ala-
rido tal, fui informado pelo segundo
Commandanle Geral que bum soldado
eslasa sendo cruelmente espaueacio com
hum grc?o rcete por cutro's, em me
noscbo da disciplina e ordem que dere rei-
inr nos squarleUment a sem que ao menos
a mii'ha preseoca no Quaitel naquella oc-
casifo os conlireasa de seu desmedido ex
ee*.
Respor.catel como sou pola disciplina do
Corpo que me esta' confido e sendo
informado que os amotinados estarlo por
tal forma obstiuados qu* nem a \i do
segundo Commandanle Geral obedecerlo,
cd?noi que fossem chamados a obedien-
cia e separados pela aplicicio de algunas
juncadas que rtceiiio no Suplicante, e no
Soldado Manoer de Miranda por seren
os amotioados. Diqui poia conclu-
Illa, e Exm. Seahr -- Recebi o offi-
co de V. Ex. acompanhado da copia de
outro que com.) informacio a durida, que
levei apresen? de V. Ea. Ihe traosmetiu
o Presidente d* R-lacio, e como em re-
ferencia a essa pesa importante com que
quis o Presidente da Rel.c>'o enrequicer o
rquiro da Secretaria de'V. Ex. be que
me diz V. Es, que sou h-igado a com-
parec r ao Tribunal d Relacio, a cujas
C nferei.tias, e SssSl-s ou Audi nens
t.nboeSBtido pelas reses que tenho si-
do conridado; parmia se V. Ex. que a
renture anda algunas r.flxoens sobre um
objecto to jundieomeme decidido pelo
Presidente da R<-laca6, usando da facul
dada que me permetiu V. Ex. de de-
fender-me, a responder em n-torso a
ofensas a que aenhum moliro di-i, quan-
do rm rez de satisfaaer a especian* a do
Presidente Informante que coniou aem
durida com o agredo de aua nformacafi
m'afez enriar conh"cendo assioi a desme-
surada injuaiipa do mea voluntario agres-
sor.
Fesmente Exm. Snr. tare V. Exc.
ev suas mijs e debaixo de suas vistas o
meuofficio, que deu lagar a inorrracao
do Presidente da R..|c,5 b,,m B j
i que neo lereokVnto otfendi a aquelle Pre-
sidente O quatudus oa meas argumentos fo-
rao eatranhos a psisoa e a dignidade do
, Piesideoto da Rnlaca o qual informan-
do a V. Exc. sobre o objecto e inleiramen-
te desrairado do porte'conveniente ao lu
gar que cecup e a idade que tem e
sem aicocao as ptssoas a quem informa-
ra queso respeifos Ihe merece e con-
tra quejn informara, que al boje o tem
tratado com toda a .civilidad e particu-
lar estima em tu de urna resposta >vo-
prit de hum Literato e anligo Juriscon-
sulto contentou-se do mimosear-me com
algumas palanas retorcidas e disfarcados
ntuperios que bem prora o estaco roso
a que o reJusio a mioha representado ta6
justa, como comedida,
Qmndo no omcio do Presidente In-
firmante em recopiiseaS os meus argu
menloj pensei de rel-os destruidos e fi
quei inteiramente surprenhendido q iand.
vi qua tudo se reso'ria com a felis daaco
berta do Anso de 16 de Maio de i836 ,
que sendo dirigido ao Presidento da ReU
cao do M.ranhao am resposta ao seu offi
co de 11 da Jineiro cujo contexto he ig-
norado pelo Presidente Informante dia"
que a disposicaS do art. 83 do Regula^
meoto das Relacoens nao foi ravogade, ou
alterado por Lei ou Resoluca5 alguma ,
nem pelo Decreto de a3 da Junho de 1834.
e que nlo hara portinto impedimento al
gum legal que obstass< o cbamarem-se os
Juises de Direito para suprirem as Rela-
coes aos DesembarRadom em qualquer ca-
10 occurrenle de falta logo dia o Pr-
ndente informante no estado aeiutl desta
Iliaca o pode o seu Presidenta chamaros
Ju.ses de Direito t e dispensar, pergunto
tO, a disposica do art. G. do Regula-
ment das Relacoens que be lio clara ,
terminante, e ihteiramento independent
do art. 83 do mesan Regolamento ? i*
o art. 6. o dispicho n comecar
que se. achem na Relaca cinco Oe-
zembargadores alem do Presidente, ou
quem suas reses fiser ao que permta-
me o Presidente Informante qae t0 bem
dig, logo sem seis D-sembargadoros, in.
clusir o Presidente nao pode haSer Sesa,
e C nf-rencia ou'AU-ditncia' |0go itf '
do quanto se fuer s,m o numero de seis
Dsrmb.rg.iur.s es nuil.) porq,,* (l0
Ira Tnbu11.1l da K-I.ceft, mas diaZ p,e$j-
0>nt Tuforofante que eu quero, que se
Me o Tnbunal da ReLca'o o qua sena
huma desgra* publica ao que respondo I
que naSfui eu qua aposenlei licenciei |
e ramn Desembagad'>rej, e que n5 sei'
se ser mior desgrac'ptMoa a null.dade
de snfiuitos Julmentoa* por se nao cunfprir!
,L"'ie c.llou se o Presd-ote informan-'
te na ouira conclusio qua til ou da mi-
nht arenga; porque ella indica o seu ex-
cesso na medida que tem tomado e qua
s a V. Exc. compete a sua iavata em
atribuicoens alheias escorando -se em hum
Aviso que nada tem com o art. o'. do R-,.
gulamento e que s se refere ao att. 8i.
Permita-me o Presidente Informante ,
que Ihe rer-orio qae quando out'ora com
Juises de Direito aispiiu o numero de seis
Deiembargadores nesta Relacsde Pernara-
buco, tere de ser f.voecido por seus a-
migos no Supremo Tribunal de Justca ,
que o hvrarad da responsafc.lidade a que
ia ser chamado eesse faci, que auasi
Ihaea fatal, derera servir da exemplo
par se cohibir d* huma repetica, e re-
incidencia na qual smlo de apresenlir-me
como co-ro por huma criminosa condes-
cendencia, que tenho tido para com quem
ta mal me trata.
Exm. Snr. eu nao estou possuida de
verdadeiro ressentimenlo pela patarra a-
renga com que denominou o Presidente
( Racurrido o meu officio porque na' enten
1 tendo dito Presidente as rasoens contida
no mes'mo >ssim o deria denominar.
Rulara anda diser, qua sem entrar na
compareci do augmento de populicfo n
de outras circunstancias que r'mai'ca a
difereaca da administracsS da Justica do
anno de 181 a para o anno de 1839 bas-
ta lembrar ao Presidente Recorrido, que
ease fcil expediente quaj se dar entio
aoservico do Foro, |segundo elle diz"
prorinha em alguna dot seus Accessores,
em outroc do despeito com que s ouvio
a quem queriafaaer juslipa e em outros
finalmente, entrando neste numero o Pre-
sidente Recorrido da sama habelidade com
qua podiio aplicar-se ao mes'mo lempo a
variadas complicadas queslSes deci-
dindo-as sempre com todo o acert ....
Conhecendo perfeitamento a ironia com
que me chama o Presidente Recorrido ,
hbil Juu dero declarar Ihe que apeiHr
de ter concluido o meu tirocinio Jurdico
sem Carta de Suplemento, de me ru
ter at hoje inculcado por hbil ; todaria
nao estou disposto a ceder-lhe o passo ,
sendo-me para isto preciso o grande en-
cornado de descer infinitos graos e de a-
inda assim encontrar difficuldades natu-
raes que no posia vencer.
Nio a o medo de ser criminoso co-
mo dia o Presidente Recorrido, que ma
tem condusido a V. .Exc., be lio bem a
repugnancia que tenho da rer e calado
obdecer a determinarles, que considero
It-gaes e nasudas do pescas incompe.
ients.
Roe ba V. Exc. meas protesta de estima
e consider*c.
Daos Guardas V. Exc. pormiWiosan-
nos. Cidade do Recife aa di* Mam de
i839. Illm. eEm. Sor. Fran-ec do
Rgo Barros Presiionte da Provincia.
Ffhs Peixoto de. Bnto Mello Juii de
Direito d 3. Vara do Cves.
THEZOURARIA DA PROVINCIA.
Cootiouaciio do Expediente do dia 17 de
Maio.
Officio Ao Contador da masma The-
souraria com as ordens do Tribunal do
Thesouro Publico Nacional por capia ,
nmeros ^a a 45, e $a do correis aBno.
Espediente do dia 17.
Dito- Ao Exm. Presdante do Tribunal
do The.ouro Publico Nacional acompa-
ando ero comprimento da ordem da i5
de D.sambro prximo passado rnte e ein-
co copias dos despcaos de reexportaco
para o Rio de Janeiro que fe fisero pela
Alfaudega desta Provincia desde que te-
ye execusso o Regula monto de Su de Ma-
io de i836 ate a data do recebimeoto da
mesma ordem.
Dito Ao Inspector da T/iesouraria
da Provincia da Babia remetteoso-lhe em
cumprimeoto da ordem do Tribunal do
Thesouro Publico Nacional de i5 deDe-



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D I A R 10 DEBE
R NAMIC.
zembro prex. passado desuno ve copias dos
jpspaclios de reexpoi tacao pira a me^raa
provincia qu se fizerio pela Alfandega
desta Cidade, desde que nella teve exrcu-
sio o regulamente de 3o de Maio de i8J>
ale* a data de recebimento da mesma or-
dena.
Ifiul officio foi dirigido o Inspector
da Tbesooraia de Sio Paulo remeneado
Ibe tres copia, o do Maranhio 9, ao do
Para' 1, andas Al*gas 2, ao da Paraiba
3 ao do Rio Grande do Norte 3, eaodo
Ceara' 6.
Officio Ao Inspector da Tbesooraia
da Provinea de Santa Catbarioa parleci-
pando-lhe que entre as cop as apresanta-
das pelo Inspector da Alfandega desta Ci-
de ( em cumprimento da ordena do Tri
bunal do Thesouro Publico Nacicn.l de
l5 de Deserobro prximo passado, das des-
peis de reexportacio q' se fiarlo para 00
tras Provincias, desde que teve principio
o regulimento de 3o de Maio de 1836 ate
a data do lecebimenlo da mesma ordem ,
nio se encontr despacb'i algum de ge
teros reexportados para a mesma Provio-
ria.
Igual partecipaco foi feita ao Inspector
da Thesouraria da Provincia do Rio Gran-
de do Sul.
Expediente do dia I.
Officio Ao Exm. Presidente da Pro-
vincia informando o rrquenmeoio do Fren-
tez TVard.
Ditu Ao mesmo informando o reqoe
rmenlo de Justinianno Antonio da Fon-
ceca-
D'to Ao Inspector da Thesourarifi
da Piovinciade barita Catbarioa aecusao
d*o a r.cei cao do seu officio em que paite-
cipru nao ter bavido despaeho algum de
rerxpoi lacio de mercadori* estransgeiras
p ra ** ouuas Provincia desde o I. de
Junli > <1- 87 em que foi posto em xe
(U..(u < Re^'t.ment re 3o de Maio di-
iK3
Uiiu Ai. I-.ipecti r do AisenaldeM*
tota 1 em r.un prime 11 ID de ordem (tu
, Exm Pit-siiieiite d* P ovinci* ue 5 I- A
bul prximo findo enviar no "ultimo de Ju -
nhopnximo fuitu o em que o Alauxa.
rile do roes roo Arsenal deve recolber o>
a-Id existentes em seu podtr, a coi u ds
OapiS-S fe lia com O Caes rt; i oll;M- ,
exc denles a quanli de 4.-0U1.U rtii consi-
gnada por ordem do I ibunl do Tesi-u
ru, a Gm de serem iudemmsadas pela The
aeoraria Provincial.
Dito Ao mearoo. respondendo-llis,
qoeem spreseo'ando-se na Thesouraria o
Escripturario Joio Manoel Miguis se
ra' satisfeito o officio que dirigi em data
de 14 do ci rrenle.
Dito. Ao Director do Arsenal de Guer-
ra, coro a copuda corita apreseutada por
Jos Loii Innocencio Poges, d ambulancia
queenlregou em 12 de Maio do anno po
ximo pastado, a fim de que leudo conde
cimento do valor de cada hum dos respe-
ctivos cbjectos possa haver a cotupeclen-
te indemnisacio quindo a mesma tanha
"lugar, pela R'parlicio em que forem con-
sumidos.
Dito Ao mesmo reroettendo-lhe por
copia a rellacao dos geneos que requesila*
o Commandaute da liba de l'aroaodo, pa-
la em cumplimento do officio do Exm.
Presidente da Provincia de 18 do coi rente,
maudal-os aproropler a lempo de serem
remeltidos 1 1. occsiiu.
Dito Ao Major do Batalblo de Guar-
das N'cionae de. Oiuida Juo Paulu Fer-
reira para reo luer a Thesourana dentio
do praso de i5 das a qutulia de 38U5^3
reis que se achs devendo a Fasenda l'u
blici em consequencia de ler recebido a
de 4' ^ "-'e P*,a a compra de buma ca
algadur* <> ter vencido desde 25 de
Jajaelro ate i de Abril de 1838, em que
aleve, em exercicio cumo seu Btlalhad a
na -rulado no Huspi'io.
Portarla Ao ex Colleclcr de Diaersis
Rendas de Itamarac Jlo Gomes Fetrti
ra dcAbreo, disendo Ihe que a entrega
da guia dos lendimentos que a-iecadou
con aa Letras ; e saldo qte Itm em seu po
der nao podepor mais lempo aer demora
da e que noae verificando ateo oltimo
do'correnie ame procoiar se.ha o embol-
so da Fasenda pelos meios que a lei de
termina.
Diversas Reparticoeiis'
TRIBUNAL DA RELLACAO.
Sessio do dia a3 de Maio de 1889.
Na appellacs Civel do.Juiso de Direilo
desta Cidade appellante Jos Alexandre
Ferreira e ppellado Jos dos Santos Ne-
ves Escrivao Ferreira ; se julgou pela
cor.firrnac da senteuca recorrida.
Na appellacd Civel do Juiso de Direito
da Villa Oe Goianna appellante Jos Ca-
mello Pessoa da Albuquerque ppellado o
DwUtor Pedro Francisco de Paula Caval
cmte d'Albuquorque Escriva5 Bandeira;
se ju'gou confirmada a sentenca de que se
appeiLu.
Na appellacsS Civel do Juiso de Diieito
da Villa de azaretb appellante Joio da
Crux Rodrigues {,Caopello e ppellado
Mano-1 da Exallicad Radriguea Campel-
lo Escrivio Rebollo ; se julgou pela re-
forma da sentenca apptllad*.
O* Embargos de Mara Theiesa Joaqui-
na Vellosa de Atevado oppostos ao accor-
dfo contra ella proferido na caoza de ap-
pel'aca deLabel GoneaUet-Paredes. Ea
criva Ferreira ; fors rrcebidos e jolga-
dos provados, e reformado o accordij
embargado.
Os Embargos de Thom Ribeiro Gomes
des Santos na cauta de appelUclo Civel
desla Cidade em que he appellada e
Embargada Qaiteria Mar a da Conceica ,
Eicrivlo Feneira } fora disprea<(ios man
dando se cumprir o aecurdio embargado.
Naappcllacao do Juuodf- Direito doCi
vel da Villa e Comarca de Naxareih appel-
ante Joaquim Francisco de Mello ('val
cin'e e appc'ad' Fram"ic so de Lncecd* Ecmv- Chaves ; foi.
t sent 111,1 ppl-d;i c iifi'in 'la.
ALFAKDG* DAS F ZENDAS.
EDITAL
P-ranle o Insp-ctor d'Alf'dg se ba-
qirrenta e qotr- c^de ra e seie c-mL>
d Sudira empug"M 6349 de Jo*qU'm Maiques da Silva, pelo
Guarda Caetano Aurelisoo de Carvalho
Couto.
Alfandrga a de Maio de 1839.
Manoel Z Cuino dos Santos.
rtBZA DO CONSULADO.
Pauta do Preo'Jcorrente do usuear e al
godo, e mais gneros, que se despa-
chad na meza do consulado de l'er-
nambuco, na semana de 23 a 29 dojmcz
de Maio de 1839.
Ass. 15. N. i/'sorte.......... a75o
,, ,, a. ,, .. ........ aU65u
9. 3. mp ........... 2U *) JO
1,45o 4* ......... 2U400
), gy Os> |j 2U 30
,, ,, G. ,, ........... 2U100
Ass. M. N. 1. sorte........ iU55o
" No dia 16 de Abril liaba chegado Cor-
le na corveta Portuguesa 'Elisa' o Sr. Jo
quim Cesar de Figaniere, e Mourlo, mi-
nistro de S. M. F. junto a corte do Brazil.
Por Decreto de a3 do corrente Abril foi
nomeado o Teoente General reformado ,
Laxaro Jos Goncalvea para Commandaute
superior da Guaida Nacional do munici-
pio da corte.
RIO DE JANEIRO.
i,o5o
........ iU45o

Algodio 1. soile........... 7lJf>oo
a. ,,........... 6U600
3. ........... 56oo
Jos Maria Cesar de Amaral.
Joo Francisco Duarte.
Feilores e Conferentes.
Diario de Pcrnambjico.
A Provincia dejMinas segundo as no-
ticias recibidas pelas folhaa 'aquella Pro
vincia at 3 d'Ab il goxava d tranquil
lidade.
Noticia partirulares nos disea ler che-
gado a Corte S. Ex. o Snr. Ministro da
guerra.
Recebemos folhas do Oro Preto at
n do corrente No dia 1. foi encerra-
da a assemblea provincial, depois de tet
approvido na sessjS de 27 de mu 90, o
parecer d.< commissa5 que julgou em cir-
cunstancias de serem publicados sem a
sancc.<5 do presidente os doos projiCtos
<|ue fasem revi ver a lei da remociS dos p
recbos, annullada pe'o carpo legislativo
do imperio em 18ij.
Eisa integra do parecer.
Foi presente i comaisslo de poderes o
rfficio do Exm. presidente da provincia .'
datado de 5 de juuho do anno findo em
que communicou a esta assemb'ea a duvi-
da em que se achava de que os projeclos
de leis na. too 101 sepunda vez enviados
na forma do art. i5 do ac addicional, se
acbem eompreliendidos no citado artigo ,
e que p?r isso ti levava ao conbeeimento
do (ovar no imperial puraque, m virtu
du do a t. a3 fosse A sua duvida submet-
tida decisn da assemblea geral. A com-
miua, primeiro que ludo julga conve-
niente observar que estes projeclos quan-
do pela primeira vez fora enviados a san-
rcao deixara5 de obter a pretexto ue
conlerrm materia contraria a constituido
segundse drprehende das respostis nellea
exaradas pelo Exm. presidente da provin-
cia ; e sob este fundamento e o exame
qu* a m acto addicional, nao pode encontrar huma
sa5 plniMvel que justifique a duvid* do
mesmo e multo meaos o expedienta que
loa tu de lem tter ao { V'-ruo im e ial < s
sob enilos pr. jicos f ra dos t' rm 1 p es
rriptos pelo ai ligo 16 do acto add cional
A ccmmifssio enteide que- se pode ra
ziavelmeote duvidar da niel igencia He u 01
ailigodalei, qu.rido exi>te bsedridade
na sua exprsalo retugnaucia c ra < ut aitigs, ou huma Wl omrois** queen-
vulva absurdo ns ex- rucio de algum .s del
las : porem da simple! leitura do artigo
16 do seto addicii nal se rrconbtc clara-
mente sem a menor sombra de duvid ,
ssrem doos somente os casos eos que os pre-
sidentes de provincia) podem lavar ao go
verno geral os actos das assembleas previn
ciaes a que denegarem sanecap ; e cb
serva demais a ccmmissa nio existir cm-
missio de providencias acerca d aquel les
artos que ferem contrarios a consmelo,
pcis que o acto addicional mni ler mu ri-
te men 'e ce b fiou a sua insp'erc 5 assem
blea geral. e n6 aos prcaideuies de pro-
vincias adiando ae no art. ao recurso
bgitimo para altender se a taes inconveni-
entes. A commi-s>5 se dispensa de tor
nar a ventilar a constilorionslidade ou in-
constitucionalidade desses doos actos.legis-
lativos porque esta quest ja foi suffici
entemente demonstrado nesta' casa ; ram
b*m se absiem de dar mais longo destn-
volvimento aos artigra postos em duvida ,
por lhe parecerem claros e nem entrara'
na analyte das rasceos que teve o legislador
para nao permittir aos presidentes o direi-
to de negar s.-necio aos actos legislativos
provinciata por iiiconjtituicioiiaes ; por
que no caso vei lente lhe pin ce sufficieule
o demonliar-se que os prejectos ns. loo e
101 esli as citcunatrinciaa de serem pu-
blic-dis segundo o arl. 19 do acto ad-
cicionsl: este he o seu p.uec-r.
Sala das sessoens, a3 de marco de 1839.
J'quim Anla. Ceiqueira Leiie. Quei-
rega.
( Du Jornal do Commercio. )
Com mullicado.
Pois que felizmente a Assemblea Provin-
cial acaba de aulhorisar o nosso Exm. Pre-
sidente para reformar o Lyeeo desla Cida-
de, o amor das Letras li > necesarias,
hum Povo livre insta S. Exc que s-j
compadeca da estudi sa juventude Recifen-
se, privada vinte aanos de buma Aula
publica da Philosophia racional, e moral!
Esta Cadeira exista na exiioda Congrega,
can do Oratorio cujos Padres se obrig-
ra5 a enaiqa-la ao Publico por a4ni'ooo ra.
Em quanto aquella Cnngregaelo .floreceo;
a mocidsde, e o erario tiraran utilid>de
deste monopolio : roas a final a Cadeira foi
occun'da por Congregados, que apenas
sabi<5dizer Missa. Asiim estav>5 as cousas,
quandooExm. Presidente Mtrinrk crou
o Lyceo reunindo nelle as Cadeiras Na-
cionaea da Capital ; mas elle mesmo entor-
ton logo o sej sabio piojectu deixando fi-
nar por condescendencias na Cadeira de
Lgica hum ex -Congregado que ltima-
mente a i-xercia eom capacidad* tal, que
S- Exc. memo informando depois o seu
requeriraento (.ara a Confirmaca Imperial,
eertificou queoSup. apaas poder a 6car
ae Substituto e isto mesmo por obra de
caridade para sustentar sua mi, trillo vi-
va : como se o bem privado devesse ser
preferido ao publico .' Isto parecera incri-
vel se nio existase documento na Secre-
taria desta Presidencia. Eolio o nosso
Professor pobre, aproveitando depois a
Reforma Constitucional, tirou buma Pr-
vido vitalicia de hum novo Presidente para
com ella delirar o magro cofre Provincial;
poi'a qoe os Exudantes, matriculando-se
no Lyceo p; estudad Lgica extra muros como se
explicou hum dos nossos ('residentes em
huma falla de abertura da Assembli Pro-
vincial Com efleito, a nullidade deste
Professor que elle dzia ser filha do pe-
queo ordenado de a4?coo rs. mostra-s*
agora ser natural: porquanto nemo>of
rs., nem oexerciciode perlo da vinte an-
n s lem corrigido a inercia de sua alma.
Na mesma desgasea es' a Cadeira de In-
glez por ser o seu Professor hum hororm
rgo e S'm lino para ens nar a grsmma-
tica de huma liogoa q e falla por uso. A
rlor pite de aeof alumnos sao des-rlorea
da Guaid Nacu nal que vero huma vez
por outr divertiiern-se n'aula ou fu-
mando charul s janella ou pintando pe-
las predes 6guia. ebcenrfS ; entreini> que
o Prulessor supi&e que i ii.<$ ei*orint
d ouvimto h lea > o^quelle q 1- fia
e'U ch ido .' Poi'ast inC'fi.Cl'l-d- i-l>y
sica j f.i despedido du Lyc" p-lu G>ver
no f e o Governo o tornoU admuiir /
D se embira boma esm. Ha ao pobe c/jo
dasoihos, e eo pobre cgo d'alma ; mas
nio com prejoizo da inslruccio publica ^
pois nem lodos tem com'que paguen mes-
tres particulares.
O Amigo das Lrtras.
Correspondencia
Srs Redactores. A lempos deiejo in #
comodalos, roas nio me acliandj com t<-
lentos para dar que fazer aoa s>us typos,*
viva calado com os meus hons deaejos, a-
gora porem. que por desafogo recorr a meu
Compadre J io Maudcom a respostaque
roe deu vou rogar-lhes me f inserir em humdeseus primeiros numero
essa respesta de meu Cempadie a ver s*
coro ella disperta adurmente, ecallejad
Agricultura pelo que muilo me penhora-
r5.
Mea Compadre Sr. Affieco Sirava. A.
sua ultima me f-z persuadir q^ue Vm. s #
tem inquietado muilo com o que dizem o
Diarios que lhe lenho enviado.- Em algo,- ^
mas cous--s tsm raio ero out-as oio Ihes
d pero nenhum apesar de as ver m letra ,
redonda. Cada huro des-fg a sua p*-
xao como quer e os prelos alo desasgo a
quamas asneiras occorrem etc. Meii Com-
pad-e nem tanta cedu'idade f e aplique bun criterio dictado pela pruden
c.a. Eu irai expondo-lhe algunas cousa
pelo modo que pode'.
A insip;dez que Vm. diz a'chou na gra-
cola do cavallo ancoras de mel, matulo
ele. entrado pelo buraco que a varruma fez
na oum para extrahir a amus,tra do aesu-
car ele saiba que o caao foi cario porem
j desfigurado o narrado por oulra f^r-

j ILEGIVEL


TI
DIARIO DB PE R N* M BUC O
e logo se soube per quem e miada-
do por quera, que o diabos dos meninos
da Candinha ludo advinhaS. Saibt que as
ancoras ereS cheia da agoa ardente, ou ,
por ouiro notna mis honroso Anua Car-
d;ts que be quem faz >s man habilidosas
mag'cas algutaas vete crescendo os ob-
iecl'os, nutres rooltipUcando-oa euiras
anproenlando-os e otras deroinuindo-os ,
aldesapaiecirem de lodo, como v. a;, o
Btluto o cavallo etc. Eis o roilagre. mgi-
co o pozado pello resultado do rol desti-
lado a que elle qoisers cohonestar par*
encpb'ir a embriagues' Ora vamos eom a
nossa Inspeccio que ladto tem d-safiado o
furor de umita, gente ho*, segundo dizero
a< ms linguas.
Dusde a craacio da defitot Inaprccio .
por Altars e Cartas* Regias se mandou
tirar duas libras de assucar para se poder
tirar a amostra o amago da eaixa t pene
tr*r noaisuear msis bem acondicionado, *>
sonto d-s hunsidadea doa caises terdos.
Esaa Inspeccio foi abiso quem quiser
advinhe para que fim E quem (icaria jul-
arjd as qualidides do sucar da Provin-
cia por tos paco de seis annos ? Omeiri-
nho da mesma Inspeccio .'! beavo O
meirinho? viva! via \ E a Praca de
Pernarobueo sofreu islgralada ? Nao Ihe
posso dizer o mesmo dos callejados Agricul
tores porque sempre quisri6 ser entes
nllos e sendo quem d* juitiea devera re
clamar calados e abatidos no sofrimen-
to, nem podi'S respirar O silencio que
esta Praca guardou he huma prova qu
tifo admitte contradira o por todo esse
tempo nio se incomodaren) os typos .'
Finalmente o sofi imrnto tamhem tem
oa seus limites. Constou me ter ipireeido
bom abaixo *ssignado, no qual measseve-
raraS alguns S*nhore Negociin'ea estam-
paras sus nomes louvores Ibes sej5 tri-
butados. Com este incentivo hum Illus
tre Deputido ergup a vos na A-semble* P. ,
seo* digeos Coll-gas annninS a recia roacfo.
a inspeccio foi restaurad. Misericordia !
qno ei*l me le perseguidores, a tuduquan-
to he d* ln'pprqo quanto se tm aasaca
UVconffa ella e o que mais admira .
p*ssos a quem isto toe d- reuito perto se
m >ira->m indiferente x perseguidoras a
t c m oonlradiccV!
Os Agricultor* c>ntino'5 no en pro-
fundo Ih co, e continuaras 0 Neg
c-nles de pilas?, quer.> diz-r os que en
cix8 nos armasen rerl-iQiS por sort" mi -
bidas os oul'os s querVm sort^s infe-
riores ; vejaS n'este Caao quem pedir
ser Juizeom taes mordomos i- Restaaroo-se
a Inspeccio Aleluia rn fom ai mos amarradas *ei vos activa
para a cousa roais insigficanta, Tora da
qualficacio do assucar o mesmo nisso
com a irrisoria determinacio de no oso de
se ito concordar na qualificaco anda ten-
do recorrido a terceiro votlo o Adminis
trador decidir Ora bem pode spr termos
aindd hum Sr Administrador que apenas
tienda xupado huma bola queimada, ou ,
- comido alguna confeitos quando fosse feito
Anginho o como se decidir da sor le-do
assucar ? porem manda quem pode Hat
Lembre se meu Compadre, que fomos
este anno aos Trapixea ver as suas raizas;
pergunlar-me Vm. se aquella tanta gente
que formigava pelos Trnpiches eraS todos
Negociantes. Bt c rdese que ibe respon
di, seiio quase todos caixeiros, e tlguns
Negociantes i. in nomine e que inda
tem muita tentad* de o serem. Meu Com
padre o Negociante de primeira nota, e
grosio trato nio desperdic tempo em ni-
nharias nem anda saltando por sima das
cnxn nos Trapiches nos seus Escriptori <
tem muilo rro que se oceupem e desej.S
* tempo psra descanctr. Eu tambera vou
aos Trapiches, quando os meus interesses
me ehamaS e sem sercaixeiro ou Nego-
ciante, tambem vejo quanto al se passa e
admiro tanto exagerado, invenemndo-se
ludo rom (i filo de deprimir altisp-ccio.
Observe mais que nunca se ex'gio do M*>t-
rtnho que coro ampios poderes ftth lu-
da, sem que ningurm o arguisse fazendo
as InsprccSes em conformidida com o que
seus amos queria enera se lh tomava
ccnta'do assucar qu-i lirava e o Ag"Cultor
mudo sofredor aguentava ludo! E esse
sneirmbo nunea foi obrigado a assistir ao
furo, e ludo M fasie mo contiadiclo.
nem sa Ihe lomara eohta d- quirttid-.de dr>
assucar que se exlrahia da eaixa. Ora he
preciso indiscripeo grande para qmverem
que <>s Inspectores sejaS S*"to Antonio,
qua existi em duas partes assislindo sos
furos, e qnalificando os asalteares qua no
tempo da afluencia da safra dio muitos rae
es de trabalhos activos desde as nove ho
raa da raanlii ate* as duas, e tres da tarde,
corno he publico o eu tenho presenciado ."{
acrasce mais que sendo Inspectores del
Provincia inspert>S as ciixas da* Provine1
(lo Rio Grande do Norte, Parah'b Ala-
gla e no lempo da guerra da Bihia to-
da a safra de Sergipe que mandn o su a
sucar para esta Pra'oa sem compansscio
alguma duplicndose o trabillm < todos
os seus em pregados sem que se Ibes aog-
mentassem seus ordenados dessem {jreti-
ficcSiS, porcentigem emolumentos co-
mo tem hoje todas as R-pa> ticei.
Por ora temos qualro trapiche, elejaS-
se quatro Inspectores para alies era qutn
tjse edificaS o* dois que esto em snda-
O f)\ Franca, lberalio por alcunho ,
*nd-u tidos osae >s escravos na Babia e
nd.' p*ra o Rio de Janeiro propoz na C-
mara do Sn. Dnpntadns a libatdad dos
ecavos Meu Compadre, nlre n b
muita gente desta o poneos daqoella ; ti
dos querem ser bons, poueos osi, es
nolrem de deprimir n merecimiento alheio.
Nio pense me esquecerei dos velhos Ins-
pectores, to recomendado por Vm. Ad-
mira- a afoiteza eom que se reprehende ao
Kxm Governo or os ter nomeado taes.
D'osos das da Grecia quando se respecta
vaS os Anc'S'spor suas i lades e virludvs !
Bom ser que e se mnliTo, a illnminadn
Censor va' etclh-ndo dona mocos esbeltos ,
cigarristas do b-m lom com a t-irta estra-
da da liTilade ;>travesstndo Ihe ac^beca
ero duas partes com os caixo de eneres
pidos c'bellos e cobrindo Ibes os olhos ,
par* a eu tempo os inculcar ao Exm. Sr.
Presidente e qn remircavel servico nia
faru esse S*. p Meu Compadre do coracio
fallo ingenuarn*nt* nio acho co'isa miii
ment para fieirem sempre dois na qua bem acertada para pss* emorego do qu" ho-
liBcicio do assucar de todas as Provincias | mem da l ti idade presidindo em huma Me
ja fxpecficadas. Est determinado por-se za cumpindo hum prece em arremilacio os furos d sabe quem hade ser o arrematante a pira Cezapo que he de Cezar. E como quere-
quem foi lembrada essa sabia providencia rera qne horoens de taes dades vio lomar
que os malvados meninos da Candinha pa- tssnto no tremendo Tribul dos Ju'ados,
nelrao ludo he preciso qoa sa declare no vendo diante de si hum f'o'noroso ro ,
aclo d arrematiclo se serio ditas medidas rujosAnlos o ccnsaS de horrorosos crinnes
huma mais pequea piri o asaucir fotte, He familias inleiras mortas desapiedida-
ou"a maior para o assucar frico, que mente com tanla crneldade nne nem asn
precisa maior quanldade pira dar as duis nocentes criincas escalaras Vm. muilo
libras.. Deve declarar se so as medidas de- bem sabe de casos acontecidos nio mnito
vem ser sotcadis se cccultdas se razas distante de sua caza A esse velho .loir a
para evit-r depois aa questSn* que podem qunra devm ju'gar maduras considerc6"S.
aparecer. O m*is espere do tempo, pois nUeztenha como diante d sena cirios as
queu meu Compadre, nio quero ser desgranadas victimas espirsndo entre horro-
P/ofeta, Bem se esperou pelas aemaoas do res; singue fnvolto rom lagrimas in
Daniel, mas ellas se preencheriS ? eundando aterra os gemido* e olucos fa
Mais huma pilula sobre os negneios da 70nd-i* ultima de pedida da ida Ver ali
Inspeccio sobre o que Vm. lant > me m- mesmo aa parte agravada grita-em vin-
portuna. Veja que eampanhas cintra a II. ,,nc _o Promotor clamar justica _a
de assucar dos furos das caix*s qua as fa- mul|,*r e filhinhoa implorar niedade -
em eubir aos ltimos algarismos sem con- earece muita soma de insensibilidade ou
j-asareinq- o aasorsr xtrahido de 3 4 nrvenid*d para tal aronse\har e ulgue
ciixas que se jnnt>S nos ciiros para adian- Vm. o gao de afoiteza nara reprov.or.
tar o servico he qu f-sem ees voluntes Algnmi cousinha S"br as traa dos cai
que detlurobr>S aa vistas dos c bicosos. ,5,s< 0 dou Inan-ctores nomeados na res-
Tama genle zelosa nao houve aiodi quem toiracio d < loupecci- foraS os pri.meiros
fllasse na meia arroba de bom pezo em ca- qUH ,pClimar>S sobre ese >hurn ; mi da caix*
I !
V-ja como se -ngisg 5 c ra ih-ridades er>5, sio lemitad;ssimas e
no-quitos, e f.zem entrar pelo fur> da Contids ness rec'amav'S". Ellas p'odu
varruma cavilo nululo aneoras d'agoa 7r, hom Fd|ai. eannunens nos Diin s.
a dent^-te. etc. Tenbo regulado safras de qnedenada lem aproveitado porque os
%o mil ciixas, lenho feito a cenia por di- ahnzos conlinu-6 Pessoa que mer-ce cre-
vers^s modo-, e maodado faser por pessoas d ti me asseverou que essas representacS-s
babisemcontibilidade sempre tem dado snbiraS a Autbori'ade superior. Eatando
hum resultado de io mil arrobas era cgdi p0, as cousas nesse e lado e tendo os los
fra ero asquaea a Fasenda Nacional (sal- pectores constantemente representado, como
erro) perde ascuas mil arrobas, e4rguilos? s se for por desafogo do frade ,
imo nio se reclama ? O' l de todo os Se- qU<, escandalisado de seu Prelado todos
si
vo
como
reitos a conta que voa aprsenlo nio tem prec* diz quer cheg>r hoje em ciza. Sm-
o menor engao, sio nove mil arrobas que dados a Comadre.
vos aprsenlo,, e vos perlence acrescenlai
mais todas a II. que acrecero as vossa
clisas porque piucas serio as que enxs
o peso certo de arrobas e muas arrobas ,
quasi todas tem de roais 8 II. la 14 e
i5 ; essas vio engohdas por modo de sufra-
gii, mas que juntis com a roeia arrobada
boro peso, tambem a soma nio tero e ro.
sio certissmamente a4, 28, 3o, e 3i !
que dio seguramente duas mil arrobas que
onidasssdes fasem 1 afioo arrobas, quem
duvidar ti e-lhe a prova Ind" ser doce e
para oatros amargosa Aleita todos os St-
nhoresencarregados da fiscalisacio da Fa-
zenda / Acordem aomnolento Agricultoie,
ileita alerta !
Era todos o genero de comercio, nio se
d nada d queV ; os Agricultores sio os
que mais consomero, mostrera sonde,
quando e em que e d mia II. de boro
peso, neio quartilho de boa medid' \ s
se as fasendas varejidas se dio alguna va-
rejos. Forte opp-s 90 s roig'lhas das a-
raostras e dos furos e nem palavra a res
pito do bom p*zo e de tantas II. de roais!
IO Hroe d'Aroerica doyNorle quando qui
foitificar roais es roeios da sua independen
cia libertou todos os seus escravos que e
raronitos, a depois tratou da libeididr
de todos o escravo !_____
S;u Compadre -ff-ciuoso
Joio M*nu-:l.
Avisos Diversos.
_ O abiixo aasignado roga a quem
Ihe achou uro meio bilhete do num. iJ^i
qyerendo resliluil-o v a casa do abaixo
ssignado na ru^ do Livraroenlo loja de
couro D. 9 Joa Muniz de Souza.
_ Quer-se comprar urna cas t*rrea na
bica dos 4 cantos foreiras a Snra. D.
Clara irmia do lalacido Padre Meslre Mi
guel Joaquim de Alroeid* e Castro quer-
ae saber da sua morada ou seos Procura-
do| para receber os dinheiros dos annos
que se deve de foros annuncie
_ No da 17 do corrente perdeos* dos
\ffjgsdos al > sitio da Mongonga cento
e quarenta eoitJ mil reis ero sedulas :
pessoaqua achou e queira^ restituir dirij-
se ao mtsroo silio que sei recjmpnsad
Aluga se urna casa terrea na tui dos
Qiirteis, cuja precisa de se fascralgitmi
b'a lem quintal e cacimba : a pessoa
ijue a perlender dirija se a ra do Crespo
D. 7. lado do Sul.
_ Precisa-se de um menino Poilugviez
com id da pouc > mais ou menos le ta '""
nos para aju'lar em huma venda nesta Ci-
dade : qum o tiver e qamr dar annuu-
Cl'e,
_ O Estrangsira que sa annuicioa pa-
ra eriido od pagnm po4e dirigirse na
casa da \eve di Rico do Theatro.
Coro > techio continuado a tirar 'car-
lis doCo-reio pan JoiS \nt>tnio Mirqu<><
pjr isso des% seS'ber e ha neata Prac
ouiro d< igual nome afirn de pjder re-
mediar este mal.
_ Quero precisar de urna mulher par-
da e de roeia idade pira ama de esa de ho-
rnera solleiro ou casado coro piucs fam<
lia : annuncie.
_ Preoisa-se de srrpndar hum sibrado
de um ou dois andares salido ms ras Di-
riita Agoas-verdes ; Ortis, Pattio do
Carino Livraroenlo, e Penha : quem o
liver annuncie nu dirija-sa a padaria d
na do Peixotodas 5 Ponas que far todo
o negocio.
__Precisa-se de 3oo^03O reis a juros pe-
lo tempo qu'S se cioarencionar daodo-se
boa firma e o juros de dois por cento ao
ates.'
-. Uro BrazlWiro cazado de boa con-
dota proponm-se a emsinar tli o nume-
ro de quinz^ menio oonlar G'imaliea Portuguesa 6 terojos
'e S^velidade ; com todo zello e cuida-
do aptitio posiivel, por menos do
pn>co eslab'll'c da .quem de sio pr. ,
timo se quizar utilizar, dir ja sea ra No-
va de S. Amaro no hiirr de S. Anto-
nio, na penltima caza do lado esquerdi
ao r do ultimo sobrado qa z< a> ehe-
garaop-d mr p-qti'oa ; que ahi a-
ehar cm qum t'alar ; asom Orno t
tem quem precisar de huma pa'1 dq
m"ia idad* pira > servico homaro solteiro ou de pouc* familia ,
a cuta he muilo cpr. di rija se a mesma
cas* a cima, que ahi Ihe dir quem he.
_ Engomase 'izo muito enconta : no
heco da Ordero Terceira de S Francisco
i num. a ; e na mesma casa ha para vender
! allomas obis de oiro sera feitio de Senbo-
ras o de hornero.
_ Quero pmcisir d-im m-'co Brasilei-
ro de idade i8ar>no* de muilo bo< con-
duct para Caix-iro d* loja d* fen>-gro,
ou miudesas dando fiador a sua condu-
cta ; pod* dirig' se a ra dos Qui'le s D.
5 que se Ihe di- quem he o pea-nd'-nle. ^*
_ Aluga-se o armasem e primero andar *
da casa da ra da inoeda uit-n amenl.< ree-
dificada : os pertendentes dirijS se a ra
do Vigario D. la.
Quem preciar de hum Feilor de bons
cosluroes, dirija -se a ra da Penha D. 5
hindo desta Igrej* para a do Litramenlo
lado esquerdo casa de Alfaiate.
_ Quem titer para alugar um moleque
que sirva pai 3 o servico de huma casa de
pequea familia, que saina cosinhar, e
comprar na rna e que seja fiel, rJirija-
a ruadas Flotes casa D 3, ou annuncie a
moradi'.
_ Piecisa.se de alugar hum cilio anna-
almente, cilo smargero do rio, desde o C-
jueirosle Capunga ; quem o liver aa*
nuncie.
Compra-se o Theatro' Ecclesiastics
composto por Fr. Vicente do Rosario do
Arr.bios \ annuncie ou dirija-se a ra
da Cuzes D 4- > ,junl Tipografa do
Diario. \
_ Na ra do Cotovello casa D *J ha
qu-m se proponh* a l-.mir alguroas crean-
cas ja desmamadas para ser acabada de ere-
ar, sendo isto feito com todo o mimo e a-
mor, e tambem se r.ceita alguma de mama;
na mesma can lava-se,engoma-se, e cse-
se si", lavarintos, e bordados, costuras de
alfaiate e marca se.
Da-.'e quinhentos mil reis a juro
dando-se piohnre de prala eouro de va-
l porces : a quum isto convier dirij-e':
a ru* de S Gonsalo sobrado D 14 > 1ue ,e
dir' qii' m os d
_ E'igoma se com toda a peifeic8 tan-
to lito como de pegas e faz-se pregui-
nh s em aberturas de carnizas, cm l|
pefeicScoino poucas se f.z-m e semas
romper con alfinete ; tud 1 por prego co-
mrdj : na rui djs M.rlvrioi i) >'
_ CompraS se duas juntas de bou ero
casa de Meros relojoeiro prac. da Inde-
pendencia



MUTILADO


4
DIARIO DE PKRNAMBCO,
titB
I
_ Qm-m precisar de um rapaz porlu
guez para cixeiro de cobrancas da 6a
dor a sna conducta dirija se a ra Dien-
ta D. 14*
_ Of-T'ce separa ama de I te oros
parda forra e cas Ja ; quera a precisar
dirija se a Olimla no sobrado que volt* pi-
ra a bica de S.% Pedro as lojas do Capili >
Olivera.
tm D*-*e om cont de res a premio com
boss firmas ou hypolhci : na ra da Li-
Yramento D. o.
Aind." se continua, a aforar o reatantes
dos dois terrenos situadas na cordiaca
do s lio do Detembargsdor Maciel Montei-
ro. no lugar do Mnguinho, -aeguimen-
tn oo principio da estrada dos : flLctoa, dan
do-se aos foreiros grand-s vanlagens para
o ideficamento de propriedad.es sendo os
sesmos terrenos bastantes enchuto, bene-
ficiados, e pelo preco de 4 e de
3ao cada uro palmo qu se aforar ; os pre-
tndanles entendo-se coro o Escrivio Al-
meida. que tem poderes para taes.
_ Quero precisar de um hornero para
forueiro de padaria dirija se a ra dos
Qjarteis na cas de pasto.
_ Jos Gonsalve da Silva Jnior fas
seiente ao respeitsvel publico que deiiou
de ser caixeico da Si-n hora D. Mara Ilota
da Assuropcio.
A'ug-ae um casa terrea atraz da Ma-
triz da Boa vista com duas sallas 6 i|uartos
cozinha fora corredor ao lado e quii I
murado com cacimba ; qu ra pretender
dirjanse a ra da Aurora ua sguada casa
de 3 andares.
_ Piecisa-se de urna ama de leite para
tjudar a criar urna menina e tambero
e 'zinhar para duas pessoas : na praca da
Independencia o. 17.
_ l'recisa-se de urna ama para todo o
lervico da urna esa : n ra das Tnncbei-
ra D. 5*
Avisos Martimos
PARA LISBOA sahir no di 7 de Ju-
i.lio o Brigue Portugus Feliz Destino, de
que be Capitao Manuel da Silva Bello, pura
carpa e passageiros trata-se com Francisco
Severiano Babello ou cont Capillo na
pra^a.
PARA O HAVRE a Galera Fruncen
Aih.lie sabe com toda a brevidade ; quero
quiser c.rreg.ir ou hir de pasasgem diti
jv'sVaos Consignatarios Lenmr Best cltet
4 Pget na ra da Ciuz n. 5.
PARA O PORTO sabi. al o dia 3o
do corrente o muito veleiro P-.tacho Portu-
goez Mana Fr'.iz Capillo Antonio Luiz
(Jones, novo da segunda viajera e for
r hit dr pssagein dirija se ao Capilio na
prn^a do t.ommficio, ou ao c asignatario
Antonio J. quimde S oz R bi ro.
PARA O ARACAlYa Sumaca Emilia,
M Jeiommo de Souz* \ quero na roesm
quiser cirregr di-ijastj no dito Mesire
ou a< seu ci'iisigi.ataiio Antonio Joquim
de Son?* Rib-no
PARA O LEAA' Maranbao, ePaj.
de ve i-begar t o da 17 a 29 do cnente
um dos I5"1 es de V^por da Companhia
Brasileira ,- quam quise hir de pas>getn ,
ou cnega uinhi tro a fele dirija se a Me.
Calmi m i Coropanhia.
C c ca p r s
TJma pserava de i5 a iG anuos que
lenha lunila figura : na tua dj Hospicio
casa do E"gr>nbeiro B y*r.
_ Os hvros^eguttilfS i Mafia Sintiiti-
ma Myttica Cidid- le Dees iost/uccao so-
bre os costuines R Jtnau< s por Pedro Pe-
reira de Ohveia; quero os tiver annuncie.
V e 11 d jis
_. Um molatinbo de 12 annos de idade,
boro para pg"m e ptimo pa a o seivico
d urna caaa urna prela de ao annos de
bonita G.jura cozinha engorome e co
te- um preto boa olficial de sipateiro ;
na ra de agot verdes D. 37.
'_ Vinho superior do Parto, tinto e
branco de dez 7, e 4 ea P'P* : na ru*
do C'esp.) loja 9.
_ Muito excedente farinhi da trigo pa-
ra bolaxt e dita Am-rc>na paira pi e
famoso tabosdo d pinho da Sucia : no r
masom de taboado do Sr. Joaquim Lopes
de Almeida-, atraz do theatro.
_ Uro negro ofcial do sapileiro e h
cozinbeiro 1 n ra do'Vigario D. i*.
_ M'ith'odos pira violto piaono, re-
beca Flagolel e cornete a pistn do*,
roelhnres authoret, collet s das roais bel-
las operas de Rcs*ini Bellini Donizetti,
Recthoven Mozard Mercadant, arran
jadas par pianoo s ou enm acompanb
manto de flauta ou rebeca duelos, cava-
tinas, arias, e modinhas com acomp-nha
ment de pianno e outras muitas pecas
para piano e flauta : na ra nova D. 5 loja
de Frederico Chaves.
_ Imagens da Senbora da Conceiclo.,
0 de S. Benedicto fritas com toda a paifei-
cao na Cidade do Porto e iguilmenta um
r o Santuario e urna cruz d* prata pro-
pria para Irmindide : ua raa da cadeia do
Rccife n. 16 /
_. Urna venda siti no atierro dos affj-
gados a primeira passando o vivetro do Mu-
niz, com poucos ftfndos s tratar na mes
tan
m Canoas abortas muito bem c nstrui
das ; e fead/s de um s pao*, e encier-
n'das pioprias para trufirtj da olaria, a urna
muito linda de carreira que ppga mais de a
pessoas ; para ax verno sitio do invesivel
de Antonio Jos" Gomes doCorreio, e para
0 i-j ust a tratar com Joio Francitco Sanios
de Siqueira na ra velha.
_ Agoa-arde te de franca batatas de
superior qtialidade presunto equeijos in-
gleses charutos terdadeiros da Havai.'a ,
ditot da Rihia vinho de champagne di-
to de Bjfdeim dito d^ madeira e porto ,
ginebra de Hllanda K)naa inglezas ca-
bos de patente n varios ontros gneros l
na tua da alfandega velha n. 3.
_ Exc 'lenles b chas chegadas ultima-
mente de portog! a 5oo rs. cada uma: airai
do Corpo Santo na venda de Antonia Jot4
deS Araujo.
_ Urna venda na roa das Cruz-s D. 7 a
dinbeiro ou a prso com bois firmas ; t>
tratar na mesma ra I). 9.
__ Urna bircica ni muito bom astado ,
que pega em locaixas de asaucr,>e mais
alguma cirga miuda e prompta para na
vpgar : na ra da praia no aobrtdo novo
do ladn da mat.
_ Um carrinbo de duas rodas com um
ravallo por preco commodo : ha ra do
collegio fabiicade chapeos D 4-
-_ A Henriadede V iltaire ja uzada :
ns ra do t^U"imd(i D a
_ Um-neiiro bni c zinheiro moco e
de boniia 6gura ; sendo para fora da pro-
vincia a v.sta do comprador se dir o
mi tivo : na ra Direit* quina do b-co do
beco d'> Serigi.lo ds 6 as 8 bous da BU-
nbi t> d-s duas as 4 tard.
_ Urna Biblia urnas l boas de Calit ,
e um oitante : n ra da Cruz n. ii.
i_ Urna pharmi'copeia geral uma
dita de l'into tildo novi.: na ra de Agoa
verde D 6
_ 3i a 4o duzias de madeira de louro
serrada no vapor : a fallar com L'iiz Jos
M *iques
__ B-elanbas de linio em pecas de 6
varas ; eracisa de Hermano Mvbrtens, na
na da Crus D. a3.
_ Uro escr*va do gntio de angola ,
de idade que representa a/> a a8 anuos bo
nMa sidia e sera vicios prop'ii para
vender na ra : na solidade casa n. 45.
_ Um lindo molatinbo de idade de n
annos, com principios de sapiteiro e
oplimopaia pageni : na roa do Liviamen
lo loja de couros de Joio Monis da Soozi
_ Uma escrava de naci costa de ida-
de de 2 j a a5 annos engomma liso co
zinba bem o diario de uma casa, lava de
s-bio, e se afianca o comprador qu nio
tero vicios de qualidarie algum : n% ru.' Di
1 rita lado da lgreja do Livrameoto sobrado
D. ai.
_ Uma morada de cisa de um andar
sita no breo do padre ; uma poicio de fei-
X'>s bsrticas vtwias e 7 sacas com fejio:
ito superior A-
na ra d Crut n. a8.
_ Farinba nova
mericana ebegada .altinamente : no ar-
maseis de Joaquim deSouia Pinto na ra
da sanzalla.
__ Uma venda com muito psucoa fundoa
e detobrigas a crios oradores, o mcior nio
excede da 4>,000 e a casa teas bons cim-
raodos com 3 quartos quintal, morado,
portlo para Irat e ptima para rancho de
malulos sil* as 5 ponas a ultima a di-
reta defronte do forte : a-tratar na mesma
e se dir o porque.
_ Uma venda na ra do l'agundos D. 1
com poucos fundos a dinbeiro : a tratar
na mesma.
Um grande sortimento de sspitos
de todas as qualidades para hornero : na
rita, da Cruz n. 8.
' Um moleque official de pedreiro : n
ra do Vigario n. 18 no segundo andar,
_ Uro sobrado de um andar em chos
proprios com quintal sito na ra da
snzala nova : a tratar na ra do Encanta-
mento trmtsfm da assucar n 99.
_ Uma canoa que carrega 8000 d'agoa:
na ro* dasCruzes D. 18 ou na raa do Cres-
po D. 11 e da-se a praso; e na mesma ca-
sa um molaliuho de 14 anuos da idade,
ptimo para p'gem
_ Uma venda nos aflbgidos sita defren-
te da Igreja de N. S. da Paz com muito
poneos fundos : a tratar na mesma.
_ Uma moltta de ao annos de idade ,
com alguroas babelidades e com b m leite:
na ra da Gloria D 46 casa que fica de-
fronte do porlf o do quintal das freirs
Uma escrava muito robusta a fhn
ca-ie nio ter vicios, de idide de a4 annos
cozinha e:gomma coas cbf e entende
de todo o mais arranjo de uma casa ; uma
escrava parda de idade de ao annos reco
Ibi la cose engomma liso e cozinha o
diario de uma casa sem molestia alguma ,
eaem ha ver nota akuma na na conducta ,
que faca desmerecer o seu merecimen'o e
valor-, e uma negrinha de idade de la an-
nos de linda figura, tudo com flanea de boas
vendas/ passando a Igreja dos Martirios no
primeiro andar do prim-iro sobrado.
.' Rape de Lisboa novo a 3aoo a libra
dito da Bshi a 1080, cb isson de piimei-
ra aorta a 1600 a libra, linba parda, preta,
e atul ferrete a libra a 1600, e aeodo em
porcio de 10 I b as para cima se far o aba-
timento de 5o rs., nanotilbo em csixas ,
crespo de todas as qualidades e dito liso ,
latra amarel a em libra que tem 4 folbas,
pennas de escrever a aoo rs. ao quarleirio,
tinta de escrever a aoo r. meias ganafos ,
e.em potes a 16) sag' de primeira so-te
a 400 a libra pentes travessts de tartaru-
ga bichas grandes de Liaboa chegadas ul
timimenle : na praca da Iiidependenna n.
ao e na ra dos Quarleis loja D. 3.
Esc ni vos Fgidos
_ A perio de dois metes fugio do en-
genho Petirobu na Villa do Cabo um es-
cavo congo a lo, grosso barbado tem
is costas bordadas aignaes de sua naci ;
qualquor pessoa que o pegar bu der noli
essat c?ttas dirija-.e as 5 ponas obrado D.
3 I onde rrc-bi 5o,0no d gratikacin ,
u no dito engenho a seu Sr. Manoel do
Reg Barros.
Fugo noVdia ta de Abril um negro
de noroe Caetano, me cacange levou
vestido ealsa de algodio tran de algodiozmbo demaugas curias estatu-
ra baixa serco do corpo ptnsudo uma
orelha furaria tem em uma das barrigas
das perms uma marc redonds represen
ta ter ao aunes de idade, e vero agora
*pHitando a barba ; qum o peg;ir leve as
5 ponas D. aa que ser recompensado.
_ No dia i5 do crtente fugtao dois ne-
gros creoulos rom os signaos seguintes :
Estevio de 4 annos de idade levnu es
misa ile rispado de pifos ja soja, e tem por
signUmeis visivel um palornbo no pescoco;
Benedicto de 17 nnos de idade lem so
bre um peiu signal de escaldadura e por
cima dos calcan liares tem signaes de que 1
leve bich"> grosso do corpo, e ginga
quando nda levou vestidocalsa de chila
n.uilosuja e camisa d* panno de algodio
da Ierra 5 quem oa pegar leve ra da
moeda n. 14> em rtsl de Fumino Jos Fe-
] lis da Rosa que jter recompensado.
_ Aleio de naeSo S. TfaMO** alto,
ebeio docarp^ bsic'S grossos p^s gran-
de* mal feitos bem ladino, MU apw
sada e gagueija ; Mariana, de naci bin-
gue la alts corpo medio falta de din-
tes aa frente superior qnalquer dallas
representio 4o annos de idade e levara
bastante roupa que por aso lalvat mudem
detrajo, o p-el) trabadura de pedreiro,
e a negra foi do fallecido Ltvra que lave
venda as 5 ponas ; quem oa pegsr leve
a casa de Joaquim Jo Ferreira.
_ No dia 18 do mez passado fugio do
engenho Sihauma tiro roolaio de noroe Fe-
lis claro, cabellos estirados a ruivos, olhos
pardos pones barba um pinto beicudo ,
baixo alguma coisa carnudo e barrigudo,
lumtdor de tabaco falla grois quem o
pegar leve a ra doL*vramerito na venda
do Cardial que sea recompensado.
_ Ero Jaoeiro do anno p. p. fugio do
sitio Ismeirio confronte o poc/> da panella,
um eicravo pardo de nome Manoel que
representa 41 So anuos de idade estatu-
ra regular calvo falla fina he casado
com a parda forra Theodora ambos fotio
escr*vos de Jase d% Richa morador em Te-
jucupipo lugar que se supoi andar o dte;
quem o pegar leve ao mesmo sitio ou na
tua do (ueimado no segundo andtr do so-
brado D. 19 que sera recompensado.
Roga se encarecidamente aos Snrs.
Prefeilos commisstrios e'mais aulhorida-
des policiaca como civis militares ca-
pitaes de ciropo e de embircacej, mrt-
tre pedreiro e d-noi de obra* e pessoas
particulares que virem ou s'ouberem de
um mulato di nome Bernardino com offi-
ci de pedreiro, de idada de ao anuos
pooco mais ou menos fugio no dia 7 pira
8 d ocurrente com oa signaes segu otes :
bixo, grosso d>> corpo p* largos mios
grossaa e com falta de uoha no dedo pul-
gar da mi esquerda, cabellos crespos, olhos
de gato tem o rosto pintado de pannos a
eapinhas lem uma orelha furada, nio se
menciona o trajo com qu* sabio por ler sido
visto com outros differenles c tem sido
V trabalbandoem um poni de um sitio,
pede-se a quero o pegar l^var ao eu S'. n*
ra da roda 1). ao que pagar toda a des-
pesa com gencrosidde.
No dia i3 do cirrente fugio um mo-
leque de nome Luit de idade de 18 a ao
annos cibeca grande cara comprida ,
secco do corpo pea grandes e apalhetados,
he muito ladino, e conbecido por andar
a muitos annos vendendo louc* em um labe-
leiro consta qu lem andado m Olind \
quem o pegar leve a ra nova armasen da
louca D la qu aer recompensado. #
Desapareceo ou furtaro no dia tg
de Abril um mol-que de nome Joio de
idade de 1* annos p .uco mata ou menos,
allurj proporcional a idade ro do narit chato denles grandes e ratos
pornaturesa, cor preta bracos,grosso* ,
e tem de um lado da checa uma paquana
falla de cobelloi qie serve de signa! mais,
evidente, rtforcado alguma oii* do cor-#
pu teve bixos nos pea do que lem as mar-
cas, levou vestido c algodio a immitafr de toaihsdo emen-
dada as dus pemas esmisa de chila atul
cora liseras ene roada* ja deabolada urna
fita aroarella no p-sfc'jC com duas contas
azues ; quem o pegar leve a ra da Cadeia
loja de J aquim Gontalves CascaS, que
rtcrbe- 100,000 da graliOcHcao.
_ No di 6 do correute fugio uma es-
crava creuula de nome Silvetii > qu* r-"
prsenla ler a5 annos de, idade alta seo-
ca olhos pequeos tem um taino bern^
vesivel entie o nariz e o beico superior,
const andr pe Bol vista ; quem a pegar
leTM ao ailio da capelinin do Mondego.
/
Muviiuento do Porto
No dia aa as 10 horas fundiou no lameiraj
a Corveta Fr.ncezs Danayde viuda
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PERN. NA TYP. DE M. F. DE F. i8?J
I


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