Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06107


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Full Text
---------
"
1839 QUARTA FEIRA
i
.....TfY
cambios:
M.io.8.
Londres 3 r i/4 por ifooo sed.
Lisboa 8o por loo premio, por metal, ofi'erecido.
Flagea Sao a 3i5 reis por franco.
Rio de Janeiro <> par.
Moed.s de'njFloo l'ioo as velhas, novas i^/goo.
,, 4^000 8,.*ioo a 8jjftoo.
Pozos Col 11 mu a 1 ios i#68o a '#700.
Dittos Mexicapn 1^640'a infijo.
Pataces Bi82eiros 1^680 ifaoo.
Premios das leu. s, por mez i i/4 a 1 1/2 por too.
h Ir
Hp

PARTIDAS DOS COKRKIOS TERRESTES?
Cidadeda Pal aiba e Villas de sua pretenco .3:3.
CidudedaRic .'ramie do Norte, e Vil las dem .
C'dadc da Fcrtalera e Tillas Idens .....
Villa de (oianm.........,. .
Sfrd?doli,,a"............
Villa de banto Anto ...........
Dita da Garanbdns e Povoaco do Bonito. I .
Dittas do Caho Serinhaem, Rio Formoso, e Porto Caito dem 1 11, e 11 ditto dittoj
Crdade das A lascas, e Villa de Ma^ei. dem idern.
22 DE MAIO NUMERO 110. ?
Ja* I
'cA
Tudo agora depeooe de dos mesroos; dfjpossa prudencia
anoderaco, e energa : continuemos como principiamos
seremci apontados com admiracio entre as Necoe mas
enlta.
Prociumacao da As tembl* Gem Jo Brazil.
O
------ -I

segundas e Sextas fera.
Todo* os das, /- -, >
Quinta Teas.
Dia 10, e 14 de cada mei
Subscreve-se para esta folha a 5/foo por quartel pago* adi
asilada neste Typoaraiia, ra das Cruaes I). 3 e na Praca
da Independencia I). 7 e 38, onde se receben, correspon-
dencias legalisadas, e anuuncios; insirindo-se estes gratis
sendo dos proprios assignantes e vindos assigoados.
.
lo DIA^flAgEMAIAi
1, fc *t 'o" ,UV2 *%* de Sena.
att__
Villa d Paiaurd. Florea.
Todos os correios parlera ao meios dia.

dem 13, diltoditto

II oH. s r?.,J-?omAS Ri?de c'Mia Vi0- St**0 d T- p-
I 15 Sabbado T.m > Jl?u.n Nir' Se"""A-1"." f aud-. du Ju, de U,r- dt T"'de
-6 Domingo de sii Kd.d^. 8"r' 7 R tM' *' 'Danh'u e aud' do J' de D" d ra-
'
er chela para dia m de Majo.
As o hora. e 3o minntosd. manfai. A. o boru e 54 minutoi d. Urde.- .
PERNAMBUCO.
GOVERNO D\ PROVINCIA.
Expediente do dia i5 de Maio.
Officio Ao Inspector da Thetoaraa,
enviando-Ib* uno "xraphr do Decreto nu-
mero Ha de -/ de \1a>-co do crreme anno.
que concede os Empregado dos Correio*
Geraes d Corte e das Provincias a tiltil.
d graificacio os vencimenlo constantes
da tabella que igualmente se Ihe remette.
Dito -- Ao oipsmo pira mandar pagar ao
M-lor Fippo Duarte Pereira a quantia de
65^4 res, quo despandeo o Prefeito in
terino da Comarca do Rio Formoso cota o
sustento do rectuta* e presos pobres de
Juslica nos meses de Fevareiro, Marco e
Ahrildo corrente anno.
Dito Ao Coronel Chefe da Legilo d
Guarda Nacional de Girinliuns cmmu
nicando llie que attendendo a Pr.siden
ria ao que llie rpresentou JjIo Lourenc'
de Mello Capito da pr Deira (Jompanhi-
do primeiro Itatalliio da me-.n> j L--gia
houve por bem demitii lo do referido p<>*
to, visto nj poder ella p>r suas moled,>
continuar a survir ; devendo p>r tanto a
presentar a proposta para preencher eir
1 vaga.
Portara Ao Inspector Geral da
bras Publicas, para rrandar faser oa ropa
ros, e beneficios de que precisa o qua^U.
fio l orpo de Pollci*. designados no re
lacSo que se Ihe remette, conforme reque-
tita-o tejpectivo Commandanlu Geral.
Officio Ao Coronel ChefV da Legio
'a Guarda Nacional de Nasareih com mu -
icando-llie o conteudo na precedente por
aria. r
ar 1' %
Rxpadiente do da 17.
Uracio Ao Com mandante Saperior d.
Guarda Nacional do Recife psra faser des
tensar do servico por espaco de 2 mese.
. Jos Jernimo deSouza Uureiro, guar
la da primeira Companhia do segando Ba
alhio visto acha'-se enca'regado d
'ncamento de diversa Collectas da Rec^-
liedona das Renda? Interna Gerae de que
n* Agente conforma requesita o Inspector
a Thesouraria.
Dito -- Ao Inspector da Tliegooraria,
ommmiieando Ihe a expedi?io da o.
'era supra,
D.to \o Inspector Geral daaObra-
Publicas, pra mandar tirar una copia d
danta, efachda que e liie remette d..
C-miierio da Misericordia da Cidada) d<
VJtiiiIio.
D to Ao Inspector do Artenal de Mari
.ha, enva fJolbe urna nota de varios oh
i-dos requisiUdo- peb Ekid. Prasdeni.
lo Cear e ordenando-lbe que 0 faca
aprontar com possivel brevi.lade a fim e
perem enviados para aquella Proviocia.


-
Expediente do da 16.
Officio Ao Teoente Coronel Comman-
dinta do Jlalbio da Guarda Nacional de
Cirxb'es,- cornmuuicndo-lhB que a Pie
Sidencia temappruvadj a proposU de offi
ciios <|Ufi acompanbu o seu officio de ao
Tle iVlarco p, d.
rm r*
Dito Ao inspector Geral da Obras
Puubcis, respondemlo-lbe que deve man-
dar faser na cochia nova u C(>mpanbi
montada do Corpo de Polica os coaserU
qu iiidispeos-ivelmente sio necesario!-
como informa em seu u/Ecio de i5 do cor-
rente.
D 10 Ao Engenbeiro Augusto Iler-
ling Eucanegado da Esir lo, aucto/isando-o para contratar com
Francisco de Paula ftunes a indememsa
n
Vo das soc.is de caimas que tem no terre
no que se precisa para a referida Es
trada.
U1I0--A0 Director do Arsenal de Guerra
para faser ncar aoCoionel Cbefe daLigia.
daGurds Nacional de Nasarelb a quan-
tia de 18'ooo teis que de*pendeu com a
compra de bum C arim para o Eaquadrio
de (Javallarii daquella Legio. -
I'orterja Mandando pastar patente pa-
ra .Major du mcioat nisar uo Municipio de Nasarelb ao Noile
.1- c____m _____t.'.. ... r\.i.,k., i?...;..
Para, sen conhecmenta eexecucio, e em
resposta ao seu officio de 13 do corrente
nez, tranmitlo a V. S. por copia o pare
erque me de o Presidinde da R lacY
Iota Cidsde, para moitrr a obrigacio em
le V. 5. se ar-h.t de comparecer meama-
R- lacio par julgamento dos .feito qu*
a-lla se achlo pendente.
D'os Guarde? V. S. Palacio do Goeer-
no de PertMilineo 16" de Maio de 83p
,-Fracisflf do Reg Barros- Snr. Ju'.i
te Direito da tercera vara do Civel des-
ja Comarca Fejts Peixoto de Brito
Mello.
P
\f
Hlm. eEsm. 5nr. Tenho presente o
fficio de V, Ex. de i3 do corrente acom
ii'nhado da Repres^ntacio que a V. Ex.
lirigio na mesma data (que volta inclu)
.1 Juiz de Direito da tercera vara do Civai
esta- CidWe i respailo da qual me peda
V. Ex. nformacio.
Esse Jui/., coso de sua reputacfo de
ejaodo por-se a salvo de alguma re
uonsabelidide escrup .iisa tomar parte en<
Iguna Julgamentos de Feito dete Tiibu
ul, porexiilirem soment- cinco Dezembar
gadore inclusive o Preaidente e coa es
e numero oo poder baver dispacho, se
f;undc s expressio (diz elle) do artigo 4.
lo Regulamenlo de 3 de Janeiro de i833,
Cque nada tumenm a prtfsente'questio) e do
Migo t., que exige o numero de seis De
xembargadores para commecar o Dispacho,
ie.ndd evidente, que nio bavendo o na
oero nio podi trobilhar a Betacfo ; e que'
> Ju de Direito nao poda servir para cora-
^ontrowrea ; accrescentando, que talve,
e queufo tirar argumentos do'artiga 83 d
no regulamenlo. que Tallando do p-
limento dos Dembargdore f*|| en'
'uzencu ou lienca ; mas qnem nio vi
jue'na ii-r. 81 suppoe a Realo com o n
lese Detembirgidore, preceito que na
'Itera j qn^m ntovia. qn p-r esteartg
oara algum Fe.ilo, queja tivesse sido vi
nelo Dezembargador impedido e isto d^poi
-iddiado paraootra audiencia ; (.,0 h
audiencia, sim Seag0, ou confrtrenci.
que ni 1 va tambem. q-ie ns cirunstan
asem que nachava a Relacio gavia s*
ir fim postergado este m-so art >o d
U-fruUmeoto quando se findarem os Feit...
"""> pelos Dezembarg-dores- impedid.,
i se traetar de Feito novo, e anda ni
uto; concluindo esse escrupuloso Juz coa.
receio qUP tem de incorrer em ura crime
qa xndo-si de que ja pe prime-a vez
"v^ra quairo Fetos da'R-|*Cf>, e que a
v.-ta do tr.bWho daxeu juiso e da fac
-ipedicio, que rfPva dar ao nUP
em de julgar nfo Ihe era possiv-
^ivdir a silencio para outros ju|Ra
entos dtc. &c concluindo que a Lei d.
i d* Outubro deposilara as Attr.liuice
I- V. Ex. os meios de occorrer as neces-
s'd'des desta naturesa,
Exm. Sor. Presidente, tenho a dizer
V. Ex. qu- o Juiz Recorrente pela sua a
renga, ou quer qu o Tribunal d Relaca
*" f ixo ou que V. Ex. nomeie Desembar-
g^dore. interino ; (no primeiro caso se-
rm huma d.sgraca Publica) ma elle mu
ana- de concerno tese tivesse ddo ao tra-
Ulb. de consultar os Aviso citados no of
Hcio, que Ihe dirig, quando o cbamei pa-
ra tomar parte nos Trab.lhos da R-Ucao
e parece-me, que seria mais prudente fase
l>, antes de romper nesse excesso, (porem
o medo de ser criminoso Ihe nio den "lam-
po a meditar) e veris, que o Juiz de Direi-
to poda ser chamado pelo Presidente da
Relacio paia completar o numero
e Ministro de que trcta o citado
rugo 6 do Reguramento, pela Deeisio m-
oerul comunicada em Aviso de it d" Maio
le i836o Presidente da Relelo do \Ia-
raohfo |em resposti ao seu officio de 11 de
Marco, emoqual declama que a dlsp^si-
ca5 doart. 83 do Regulamenlo das RelacS s
ao tendo si lo rev^gada 00 alterada por
alguma Le 00 Resoluco da Assemblea
Geral Legisla va ti., bem o nfo fora p-
I. Oeceto d a3 de Junho de 1834, que
regulou a Resoluco de 2 do mesmo mez
-anno, equeniohavia por lando imped-
mente algum legal, que obstaste o cha
m-rem se o Juises de D.rclo para aupr-
r-m n-s Relacbes aos Desemb*rgadores *m
qual quer caso occorrente de falu esta de-
clarado he bem terminante a nio deixa
liuvida que no estado'actual destt Relajo
oode o seu Presidenta chamar Juizes de
Direito para o dispacbo dos piocessos, tan-
o em andamento, como daquee, que de
de'algam Ministro da Caaa.
Tendo eu informad a V. Ex. quanto ae
orrmeiro ob)ecto da Represenlacao cum-
re me diser alguma coiza h resoelA do
gundo. Nio comidero os Juir de Di-
eto desta Comarca acumulados d* tantos a-
fseras que o possio dedifwt I-
:uma hotas ao er*ico da Relaci-i.
P-lo Regiment de 1 i de Maio de 1812
' IdoCvel, e c nh-'ia d Acce oov.
5 lefia* do Destrict. da R-lacio, era .g
{avista ; a.sslia as e,5-s dj T-ibuna ,
ao dispacho d.i aggravos de policio, jue
corriii em grande numero, e sto-re
iudario em activdado os N-;ocos do Fo-
. e eu, que por roai de 8 anno erv
>lagf de Jmz dis Feitos da C .roa e Fa-
senda, sendo igualmente ggr.vista nun-
a atraaei trabnos chegando-me o lemno
-ara todo. E como nio poder' o hbil
lin'a daterceira Vara comease nao ^,.do
rabalho ? e que talvez nio seja p>r muito
tempi. mxime endo a Vara do Civel por
res luises exerrida ? cicun-crevendo se a
Comarca do Recife em menos de i5 bgas
emo era o termo do Ouvidor do Civel da
Relacio e sendo o proeessoa desta, que
oenessitio de Juises, repartidos por Irez.
Doi Guarde a V. Ex. por mnitos annoa,
R'Cife 15 de Maio de i839 IJIm. e
rjxm. Sor. Francisco do Kegu*Ba ros Pre-
sidente da Provincia. Tboma* Antonio
Maciel Monteiro.
nisai uo Dianieipitoc aieui o u>w jui/ ua u.reuo naopoma aervir para coa- fo em andamento, como daquee aue de
da Serra M-Scurenbas ao Ciddo tfaoc., ble^r o nnmero dos seis Dezembargaderta, L,0v0 $e jpTe.entarea, i que 'essa ne^
^0Gomes de Aranju PereiWa Va qutiiio que nio offereeia a menor [cestidade teja removida pela apreientacio
Hlm. e Exm. Snr. Convidado pelo
Presidente do Tribunal di Re| cij para to-
mar parte em Iguns julgami-nlps de Fe-
los pertencentes a aqu-llt, Tribunal pe|a
falta de Dezembargidore e couurme o
preceito doart 83 do R-gulajpe.a., da 3
de Janeiro de 1JH e di.put.e a comprir
uro dever, gue por untas vse tenho cum-
prido vejo-me todava embar 9*d por
outra circunstancia que se d oa aciu.li-
dade daquella Tribunal e qu. no meU
entender devo levar ao coohecimentp de V.
Ex. para aatim livrar me da alguma res-
ponsabihdade que me recaa para o fu-
turo.
Presentemente exislem na Relacaeinco
Desemba'gad.ire inclusive o Presidente ,
a com esta numero nio podo baver dispa-
cho naqualle Tribunal segundo a exprs
sio doart. 4.0 do ciado R.gulamento, a
do art, t. que exige o numero de seis
Dezem barga dores e como pela expreslo
do a. membro do ultimo art. citado de
pois do dispacho he que devem principiar
Audiencias o s .nVIlaa be que pwdem
tomar parle os.Juues de Direito que tiverea
de mtervir 00 julgamento de algum Feito ,
be evidente q.e na5 h-veodo o num. de
Desembargad.>res para o dspacho ni. pode
ir-balhar a Relac.. Ora que o Jmz de
Direito nio pode sirvir pra coropl->t-r o
numero dos seis Dezeraba g.dore heqo#s-
tio que nao offerece a menor coptrovercia 9
' lorqua alem de nt5 ter o carcter que
em os da <-or|>7ifa$a5 J"aLeTssim o nao
tem determinado. Talvez ie queirlo litar




DIARIO DR PFRNAMBCO.
argumento rjo ari. 83 do R-gulamento
quando f'iUndo do impedimento do De
tembargadores falla *mi auzenci* ou li
renca i mtt 1aem n, ''* 10e ,rl- ^ u
poen Relacaj com o numero desei De
temb-rgadore p ecelo que nio altera?
quem oio ve que por este rl. pode ter
chamado o Ju de Direilo par elguon f
lo queja tei.h aido visto pelo Dezem
bargador impedido eisto depois de ada
do para outra Audiencia? e quero n5 e
U bem que ns circunstancias cu que
te achaa Relacio hade 1er por fin poster
gado este mesmo arl. do Regulameoto ,
quando se lindaren s Fritos ralo pelo
Detembargadorrs impedido e se Iralar de
feito botos e anda nio visto ? porque
Ipremos enlafi o Juis*s de Direilo receben-
do Feitos sem qoe e tenhio epado paia
a scointe Ses.io. Toda a minlia duvida,
o#reccio que lenbo de incorrerem uno cri
me exe.crudo atiibuicoena que me nfo
perlencem coi.ssle en no me julgir
competentemente pura complelar o numero
do seis Desembargadorcs para poder harer
dispaclio e por conseguinte Audi'nciaNj
Releva anda diser a V. Ex. qoe pe
primeira >f/ me feri apresenndos qutrc
Feitos da Relapso e que a rista do tr*b-
lli d- a-t u juiso e da f-cil etpedicaS que
drv. dar eos Feitos, que tenho de julgir,
. lo me he prssivel dividir a stenco par
ilros juramentos que a mesma Relacio
** ertc-nlrar mu to crobaracos: porque
julgando os Juires n primeira Instancia
et5 constantemente impedidos para o jul-
gamento Superior de suas propnas Secre-
tarias.
A I.ei de 3 de Outubro de i8J4 depo-
sita as altnhuic dt occorrer as ntcessidades desta nitu-esa,
e a decisiodeV. Ex me servir de guia.
Continuo a protestar a V. Ex. meus es
pe i tos e ccns\der>co.
Dos Guarde a V. Fx. por amitos an-
eo. Cid de do R-cife l3 de Maio de
it'g. Illa, e F.xd. Sor. Pfanefcco d..
liego Barros PrMdfnt da Provirria.
Feba Peix-to de Brtc e !Vn lio Juir de Di-
reito da i.' Vara do C vel.
GOMMANDO DAS ARMAS.
Expdirnle do dia i3 de Maio.
Olfato Ao Exm. Presidente envan
do- Ihe om N quisicio de vanea t lij- rtos
que ie fasilo mifter no FoMe de (mi t, e
pedindo-lbe hcure?sc d'raud&r sat-.fa-
icr.
Dito Ao Comrt8ndanla interino do
3. Bslallia5 d'Artilbe.i p, remeilen-
do-lheaguis doCsdrte Jo Marinlio Ca-
valrante d'Albuque-que pouco rrcollii
lo do Deslacimento da liba de Fernando
dfl Noronh.i.
Fxpedient* do dia tq*.
ffiV o Ao Exm. Presidente d Pro-
vincia pieb'nc*5 de hum desertor do Bitalha
Provisorio de Capadores rujo nome fili
acio, e signaes constara de urna nota q-ie
lhe transmito
DitoAo Exm. Vice Presidente da Pro
vncia da Parahiba do Norte requintan-
do lhe na mesm ronforrnidade a pi so .de
BB desertor do 3. B.lalhio d'Artilhe.ria
Dito Ao Prefeito da Om tci do Li
n oeiro reqoisit-'ndo-lhe a aprehenca de
un soldado desertor do 3. Balaiio de
Arlberii e enviando-lne orna n t di
neme filia cao e signaes do dito soldado.
D to Ao Director do Arsenal drGuer
ru remeltendo lhe o mode'lo do mappa
que mensalrrente devia dar a Companhj
d'Ai tifice a Secretan* Militar.
Dito AoComreandaote interino do 3
B*talhio d'Artilheria envimdo-lbe o mo-
dt-llod" mapp mensal que oevia remtl
ter a Secretaria Militar, em substituica a
o notigo mappa.
__ o ine*mo. sentido se ofGciou ac
Cn mandante inte.irno Oo Bnt-lhiu Prwvi
fo'if te < acadores remettei4 lo-lbe o mo
delto do tPP 9l,e der" dir*
THtZRARlA DA PROVINCIA.
D versas Repariiv^,,s-
Expedante do dia 16 de Maio.
OfBcio- AoExm. Presidente da Pro
viocia inroratndo o roquerimento de D
Eugenia Jcsefa de Siqueira, D- Sebaa-
tianna Alexandrina Mag de Siqueira.
Dito Aolmpeetor das Obras Pub
cis com o requerimento de Rodolfo Joao
Barata d'Almeida Medidor dos Terreno
de Marinhs para informar a respeilo ds sus
p.itanca.
Expedienta do dia 17.
sj
OfGiio Ao Exm. Presidente da Pro
tiricia pedindo em eoosequencia de re-
presenti.ca do Administrador das Rece-
bedoria de Rendts Geraes internas par*
expedir as su. ordens para ser dispenso
por ates drus meses do servico das Guar-
da Nacionaes- o Agente da mesma Repar
tict Jos Jernimo de Souzn Limoeiro por
e scliar errupado no lancamenlo, das di-
veri' Collectss.
Dito Ao mesmo com as contas da*
disi.es frita por esta Provincia nos mesfa
ile Janeiro, Fevereiro e Marco do cor-
renteanno com o Ministerio da Guerr-
e Marinb a fira de Ibes dar o corrpe
tente destino.
Uito informando o requerimei.to de
Thom Peieha L*gJ.
Dito Ao Administrador do Coireio,
pai tecipando lhe ter o Regente em NmBr
do Imperador por Decreto de 7 de Marco
do correte anno concedido aos Emprega-
dos dos Cnrrtios Geraes da Corle e da
Provincias do Imperio a titulo de gratifica
ca5 o augmento constante da Tabella ,
que acompanheu o mesmo Decreto e re-
metiendo lhe por copi a parte da referid
Tabella que d>i respeilo aos Empregados
da mesma Rf partilo e pondo-o na iotel
ligencia de que devrm lodos solicitar o
spus ttulos pela Secretaria de Estado do
Negocios do Imperio e que em quanto o
nao 1 btiverem Gcio sem direitoao dito aug
ment.
EDITAL.
O Illm. Snr. Inspector da Thesrursri
de Fasenda 5 em tirluda do ofBcio do
Exm. Senhor Presidente da Provincia ,
diante t'anscripto manda fiser publico e
cor.vi*r a todas as Prssoxa qte pre
tenderen conlrtctnr a 1 Iuminca5 desta
Cidade por nv io di gaz para qoe ha-
ja5 de appresenlar as suas p'oposlas n*
S.'IU da Sessoens da mesma Tbesooraria,
dentro do piaso de Irinta lias, contado?
da publicat '6 (leste.
Secretaii da Thrsoursria de Fasenda
de Pcrnsmbuco l5 ue Maio de 1839.
loaqoim FraH'isco Bastos.
Orbcial Maior.
Offi'io a que le refere o Edita! cima.
I m. Sur, Tendoa Lei Provincial n.
i dv io de Abril p. p, aulhoriado esta
Presidencia contrariar a l'luminacad desia
Cidade p >r meio de gz e augmentando
por este modo o numero dos Lsmpiea ex
Utenlfs cero tanto que nem o p'eco de
c.da hum desle exceda ao que actualmen
teci ti nem o praso do' contractos seja
mior de Irinta e cinco annos,- anata
e^nteincnte que se laca publica sta b
nefiea disposica legislativa afino de que
psalo oocorrer a esse contracto todv;
quinto nelle foxro intereisailos ordeno a
Vosa Si nhoia que ficindona inlelhgen
cia de ssim o faser receba e me remella
iodsas proposices que rite respeUi
lhe forero apiiresentada emitiind* O sen
parecer sobre a sna respectiva utilidad-
P'asenda Publica e ao bom desempenho
das ohi ig-coi s que se comprcmeltem tu
Contracta |ei.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Go-
vemo d- Pernambuco em 11 de Maio de
10^9. Francisco du R-go Barro*. Sur.
ALFAMDEGA DAS FAZENDAS.
EDITAL.
Parante o Inspector d'Alfaodega sa ha
de arrematar no dia ii do corrente qua-
renln e oito cideiras de Jacaranda qua-
tro Camaps de dito que forao impug-
nados pelo Eacripturario Jeouino Joae
TeTa-es no despert num. 5349, de
Joaquina Marques da Silva.
Alfandega 17 de Miode i83q.
Manuel Z-firino dos Santos.
MKZA D CONSULADO.
i
A Pauta he a mesma uaaV 98*
ARSENAL DE MARINHA.
O IHrc. Snr. Inspector do Arsenal de
Marinh manda faser publico q se temde
por ero arreroats^aS < fornecimentos de
Pi e Colaxa, medicamentos e carne
verde para as Emhareacoens d'A-mada, du
rante todo o anno finsneeiro futura. O
mesmo Illm, Sr. Inpertor convida s pes-
soas a quero taes fornecimnio posa5 ron
vir o comparecerem rom as suas propu-
lsa em carta f'ixada at o dia 3i do pre
rente Bez de Maio, nasquaease decb
rem os fiadores afim de que se possa ef
fectuar a arrematace rom as que por me
nos preco os mesmos fornecimentos 6se-
rem ; prevenindo-se que a condicaS es-
sencial he dos gneros sereno sempre da
melhor qoalidade na falla do qua serio
recambiados ,' e comprados outros i custa
dos mesmos Fornecedores.
Inspecca do Arsenal da Earioha de Per-
nambuco i3 de Maio de 1839.
Alexandra Rodrigues dos Aojos.
Secretario.
OBRAS PUBLICAS.
Nos ds 28 29 ,p 3i do corrente me/
se pora em prtca a 4- partes da
estrada de S. Anla oreadas aquejla em
9r5i3U96a r$~. esta em i3:3'*3Uqo8 rei;
eo 5. lancodade Pao do Alho avaiixl
ero 993oUaao reis. Os Licitantes sP
convidados a comparererS competentemente
habiltados de fiadores idneos em os men-
cionados diss so meio dia a dar os seus lf ees
na Reparticadas Obras Publicas onde
estio patentes os respectivos orcsrornlos,
descripces, e condicoens para serem pe-
los pertendenles examinados em qnalquer
dia til s horas do expediente
Mortes Ancora.
Estando a finiiisar-se o corrente anno 6-
naoceiro o Administrador Fiscal ropa
todas as pessoas que tero conta cem a Re-
particad queira5 comparecer n'ella ate o fim
do corrente mex para serem fagas do qu
lhe deve a asq'nfo comparecerem s po
der ter pagas depoit de Julho prximo
(olvro. A. F. de Moura.
A. F.
PREFEITTJRV.
Paite do dia 17 de Maio de i83g.
Illm. e Exm. Snr. Forao presos hon-
lem a minba ordem e tiverad o compe-
len te destino : Manoel Antonio doa Sanies,
pardo Flix Gomes d'Oliveira bramo ,
e Galdino creonlo escravo de Joio Vel
loso de Mello do Limoeiro pelo Sub
Prefeito da Freguesia de S. Antonio O
I," para urna averiguado o a.
por
> ljon(ulves da Silva, Inspector da Th-
zouria.
ter chamado a hum pardo escravo de Joio
Cansio pera |ganhar um frele com o fim
de o fu:t.r cujo pardo foi apprehendido e
o ultimo por estar fgido ; Francisca pre-
ta escreva de Felippa de tal, pelo Om
cial da 1. Ronda de Polica, por ha vel a
encintado em orna escaQa e suppol a
fgida; Jja d'Arfuda Tambe prelo .
e Jos pardo escuro eeteee.i do Aj.idan
te Pufino., pelo Sub-Prefeito da Fre-
guesia da Boa-vista, esta por ser fugid
das Alagoaa e aquello por ter rneont>ad>
fl.s 11 horas da noite, com urna grana-
dal.
E' o que consta das partea boje recebi-
das nesia Secretaria.
Deoa Guarde a V. Esc. Prefaitura da
Comarca do Recife 17 de Maio de
1839. Illm. e Exm. S-. Francisco do Re-
g Barros Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de S Brrelo Pre-
feito da Comarca.
Parte da dia 18.
Illm. e Exm. Snr. ForaS preeo hon-
tem a minha ordem e liera boje dif-
ferentes destinos os individes segua-
les : Joae Pedro Villa.*! pardo polo Sub
Prefeito da Freguesia de S. Antonio por
estar ebiio ; Fi enrisco e Benedicto,
pretos eaeravea por urna pslru'ha do
Recil* por suppol-os fgidos ; Felippa
de Santiago parda Joaquina Mara do
Rosario preta ,e Antonio Roberto taro
bem prelo pelo Commissario de Polica
do distrirto da Capunga por serem de
roa' conducta ; Francisca das Cbag'S ,
parda e Mvia da Conceica5 semi bran-
ca pelo mesmo Sub Prefeito de S. An-
tonio por briga e se tenrn fe-ido mutua-
mente ; Jos d'Andrade branco, pelo
^uh-PreMo da Freguesia de S. Pedro
Mnrtir por ser de m*' conducta ; e Flo-
enco Manrel Rodiigues lnb co pelo Sub-Prefeito d Freguesia de Vlu-
ilieca por estar as circunstancias de
ser recrut*do.
E' o que consta dss parles boje recebi-
dat nestJ Secretaria.
Dos Guarda a V. Exc' Pr feitura da
Comarca do .Recife 18 de Maio de 1839.
Diario de Pernambuco.
Depois de termos publicado sobre o Ma-
ranhio o que se v do nosso n. 109, um
dos nossos Asignantes nos remeneo o
a Supplemento ao Dezeseis de Dezembro
n. 79 q"e abtixo copiamos, pelo qual
vemos ter o Ce ara auxiliado tambsm ao
Governo de Maranhlo.
Proclamacio.
Camaradss.' A glera que tanta juslica
(io asssignalado e conbecido t m feito o
nome Cearense vos convida as armas. Ida
levar a nossos irruios o vosso pequeo con-
tingente diminuto em numero im po-
rem sempre respeitavel e lemvel aos inimi-
os da oidem e proveilosa a humanidade ,
e o Naci. Ne-tas aceimis praaa e-pero
nceber de vosa preciosa noticia do trium-
1 ho da Lei, ese nio posso a vosso lado
concorrer para desaflVonUr a Provincia de
klaranhio da anarchia que l-gella os le Sg
11-cificos habitanles, resta-me a gloria ao
nenos de que io Cearense os bravo* que
lespeco em soccotro della. Embircsi .
Viva S. M. o Sr. D. Pedro Segundo.
Viva a Iniegridade do Imperio.
Vivao as Trop'S da l.i gahd.de.
Joio Antonio de Miranda.

Pelo Paquete da vapor S. Sebartilo che- ,
ads hontem do Maanhio reerbera-an
ornaes e cartas que dio bem triste* noticie 1
do estado daquella l'rovncia. O celebre
faccinoroso Raimundo Gomes pm tal ba-
laio e outros que tara avetados todo e
genero de crimes os mais horrorosos e a-
nimando a clesse mais baixa do interior da
Provincia qoe por seas cosiumes barbaros
e pessimos hbitos commummente inclina-
da ou pouco ascrupulosa de perpetrar oe
crimes, tem conseguido augmentar consi-
deravelmente o numero dos revoltosos que
nio escarmentados de haverem sido derro* (
lado em diversos pontos, continua con
as ^rmas na mi a infestar o interior da
Provincia roubando multas catas efazendas
accconmeltendo pequenss PovoacSes que
iem assolado drizando em conslernacio
militas familias e praticando vario* |sss>
Miiatos. I)iz-se que os revoltosos tu antes
ases faccinorosos para attrehir i essa
'as- brul e (liipiria pr-p-l-5 d-t de
que os Prefeilos os querem captvar e fa
ai'Inundo por esse meio tal gei.t-, vio c n
seguindo os seos iins _-miar e rouhar _
Nao devemoa por ora recta, do resultado de
urna aublevaco tem que por cheles, to-
MUTILADO


DIARIO DE PERNAMBUCO
le, individuos lio de.- *]
na-BOi ostensivaine
presireis, mis n-m por uo s" dere de
presar e dtixar angrossar por mais temp.
essas hordas infames : a experiencia n>
tan mostrado quf o porigosas se tornad,
de quio funestas coosequencias sio males
que em pi in- ipo se tilo cuida seriamenl
deatalhar. O Exm Sr. Maeoel Felizard
eom quauto ten ha tomado todas as medid'
para aballar completamente e punir ess>-
infames desordriros re recaber un reforc
de cem bravo Cearensea que o Exm. Si
presidente lolliajto a vigilante na manuten
co da ordem e pez do Imperio", nio bes*
tou um momento *m enviar-lhe eases ea
quero o Sr. Man el Felizardo tanta confian
ca tinha nast Provincia nio deixaro d
prebencher suss esperanzas.
He superior todo o elogio ludo quant.
a pasiou desde que te vu garisara a noli
ciai. O Eim. Sr. Presidente nio desean
euu em quinto nio rio tado dispasto par
a l.xpedico : suas oidens er.' dadas, >
inmediatamente ex*culadas, de tal forro
que as 11 horas do dia de boje estavad ero
barcadas ero baionetss. S. Exc., f-rm^
da toda a tropa ero ordem de roa i cha coi-
viduu os que voluntariimenie qui/e-^e
m Soldados do Corpo Policial. 8 G N de-
t cades e 18 soldados de i. Lmha s&hir-
t ii.ie < i;uns i-thuutrs larfibvm se > (T-
C4 6 S. Exc. mas -lie ja tih- ercviia
do ofierecim nio dos Si Jo-e Xavier d
Casi'o Silva Jnior e Rairouuuo Remig>
drfJrlello, o i" Tenenle do i Batalh
de G IV. uesta Cidade com exercicio n
Companhi* da G. N. destacada, eoa
Alfares da masroa Coropanhia. S. Exc. ac
companhado do Exm. Sr. Manchal An
dre-s, que coro sua prtsenca (asa reco
dar ana br-tos Cearenses os altos feilos d>
seos carneradas na P-ovincta dorar,
seguido de rouitos Othciaes se dengra *
lugar do embarque onde em frente da for-
rea expedicionaria dirigi he a Proclamarte
que publicamos, dando no firo os vivas q>
for- corre-pondidos com o mai3 exaltad
enthuzusmo. Foi s para lamentar qu
tantos actos de verjadeiro pttriolismo tan
tas prova do mais erdeote zelo fossen
nodoadas pelo procedimento coborda do S>
Tenenle Joo da Rocha Moreira que enver
gonhou de certo todoa os seos briosc
coropauheires ; procedimento sem duvid
indigno de quem cinge urna banda ; oc
cuitando se quando recbeos nomeato p
ra marchar.
O curto espaco de (empo que mediou d
chegtda das noticias ao eojb.iqae da Exp
riuio he o mais cumpletu elogio du quero
dirigi.
I
0| barcos de guerra ingieres uo nosso porto.
Um acontec ment bastantemente triste .
a que ao mesmo lempo que tem derrama
do a conelernacio nos coraces de todos o
hsbitanies d'ests capital, tem excitado n
espirito publico maior indignacio contr
a audacia est'angeira dentro do oesso porlo,
a frente do gover no supremo do estado, a
caba itilelir ment de cubrir de lato umajuve
senhora e de linear a consternarlo e a do>
i1) seio de duas familias inteias. FalUroo-
da prematura e desgracada morte do Sr
Joiu Soares de Bulhdes, victima da bruta
lidade a petulancia dos ingieres que gusr
d5 n'eate porto as rmbarcaces por elle
apprehendidas com africanos.
Domingo s g horas da noite voltava d<
Paquet p-ra onde tinha largado de ma
nhi oro passageiros urna barca de vapo
da coropanhw Nielen y que os reconduz-
corte: ao pissar por perlo de urna d.-
fmbaic#t:6Vs appresionadas (dizam algn
que a barca ptssou por entre urna das pri-
sas e o brigue) ouvjo-je grande alvorcco n
brigue de guerra ingUz, que Ihe servia d
, guarda e um tiro de baila dado pela ser
tmella entrando pela poupa do vapor ol
fendeo roortelroente na fronte ao infeliz ru-
co o Sr SoaieJ de Bulhes que Ma
sentado Mttto a mei la.ij, ao pede sua *
nhr. H qu- ro una .-s*jU'e qu- t
ftitna d l.agal.i injjl-aa ; oque, nVi
cto luan o fa/o anda poais /evclt.iii
p liaii* .- bordo d'rila w *et>ava o coromi
dente .m chele das foiqaa esv-es britano
cas na Amanea do bul.
Um facto to atroz era proprio a'far>
lubitameote nascer nos coraces de todo
os brasileiros, que d'elle tivessem conhec
nento a mais pronunciada reprovacio ,
nais profundo resentiroenlocontra aquelle
Iue o prticrao.
Isto o que da hontem para hoje temo
nesenciado n'esta cidade. Pela nossa par
i" ao tracarmos estss lindas, nosso cora
aoacha-se possuido da maior indignaci
'ontra os que assim zomha5 do respeilo
|ue devem sleisdop'is e naci bra
ilira que sempre soube scolher can
hosaem seo seio todos os estrangeiroa
iue, nio gossodo do grao de civiliascio
mqueM|io osinglezes e franceses, res
"ta esCrnp|nsmente as leis da bospitali-
d,de egeneroa.
Vue motivo pode ju-tificar nm proced
-nento (0 crHe|, tio insultante Manda
aser fogo de baila sobre Senhoras h>'
nens inermes, que linha idopasssar,
egressavso suas casas no seio da roai
rafunda paz, divertindo-se e que ni
nh5 feito a monor offenaa aos vasos d
ntrnha ingleta ou suas presas
neto roaia escandaloso, mais estranbo.
uais revollante, de que tenharnos notici* .'
o estes os europeos polidos fiUntropos
humanas que tanto se empenli na ex
iccio da escr-ivatura entre nos ?!
Uma o(Thhr um ultraje maior um
oiior prova de barbaridad? nao poiUam
.r-her da filantropa dos nossos amigos !>
_ Veja-se em que conta somos tidos pp!-
narinha dp guerra inglesa veja se corr>
o despresi>5.' Anda ni ha multo erar
'iia constrangidas a pausar bem. d larg
o^los barcos ingler.es esuaa presas, par*
lo sifrnrem tiros de baila 'inda i.io h>
nuito officiaes brasileiros, qu voltav-6 em
i ti bote para o arsen I de guerra, forar
onstrangidos a ir debaixo de priiio a po'
rdero dos barcos inglezes, para bord
la fragata d'esta mesma naci, exposto^
os arcasmos grosseiros dos s- Idadcs p ma
inheiros inglezes .' Nio contente, porem.
inda com lodos estes insultos os vasos d>
guerra ingieres no porto d'esla"capital ac
'v< agora de dar-nos com o assssinalo ,
]ue lamentamos uma outra prora do me-
nispreco em que tena seos generosos e pa
ceos hospedes, e as ieis do paiz.
Ha anda oulra circunstancia que torn.
oais aggi avante este fcto. Ala es'av*
'(asante clara para ver-se que o vapor vi
lia carregado de pssssgeiros. Mas que
' poitava aos inglezes iromolarem alguma'
'climas aos seos caprichos.' Si na fono
i files sacrificadas mais duas ou tres vidas >
culpa nio foi sua. Talvez d'enlre elles al-
loma alma damnada tenha lamentado que -
toalla nio matasse mais alguem 1 _
Os srntiroenlos, que ora agitan nosso
bracio, fsern descer da nossa penna -x
pieskes tslvez duras ; mas ser possivel
urq brasileiro ver impsssival l-.raanha tira
iia ?... ,
Dizem que no sabbado* fora insultados
o eses do Peco alguna ingleses dos que es
lo a bordo das embsrcacOes spresonadas ;
jue elles tintin jurado vtng ca ; e qu
morte do Sr. Soares de Uulbe.s foi effei
o da reaccio___Mas que reacc*o iniqua !...
ciste comportamento da marinha inglesa
toda sar de graves desordens futuras entr<
s subditos de ambas as naces.
Si os inglezes sifrera no sabbado essa
lense, que se diz, nos, sem.approval-a
otes condemoando muito os imprudentes,
jue a fisera, observaremos que foi ella u-
ua consequencia de anteriores ultrajes pra
ticados aqu pelos bucos Je guerra ingleses,
como cima m limos.
Para se vitarem tses cccurrencias; por-
ue nio pedem os ingleses que o goveriu-
lies d um fundeadouro retirado para a-
uas presas? (l)
Grande a humilhaco, em que un-
|uerem tancar os estrangeiros E como as
iro nio hade ser si alburosa das princi
es personagens eatrangeiras que entr.
nplos de roenusprec') para com o'Basil /
iqui lecorilamua a teiroa do Sr. Ba>iu
ut-n em quere pssnar no seo carro no u
(i) Consta nos que se acaba de se Ihe
uaicar um anc'oradoirot
ete de abril por entre as fileiras do b s
hio de Santa Anoa ao que patriotic
nergcamente se opooz o digno comman
'ante o Sr. Joio Baptista Lopes advertin
> ao nobru B faser-lhe sentir que ni > s insulta impu
i*mpnte aos americanos si presistissi
o seo intento.
Milhares de louvores ao benemrito cida
li > o Sr. Joio Bapii'ta Lopes.
Mas quanto sentimos diser que nem sem
ore se tem realisado oque dicaaoSr. bar
le Rouen o d gno ommandanle Que re
oaracio tivemos do insulto do morro d > C
valllo, nnntros? qoa reparacio terem--
la enorme offenss que agora acabamos d
eceber dos barcos inglzes ? Como ser r>
oarada a more do inf-ln Bulhdes, que *
nda noucos dita so ligara nos lac s de hy
mineo!...
Dentro dos nossos portos uma potenci
naritims orgulhosa pelo seo poder n
tuera, arenme, violando direitos qu
i -vera ser a primera a respeilar. tem qu-
ido dictar-nos leis... tem mais de um
z infringido o regulamento do nosso por
o.'..* Tanta audacia vas gerando odio
os cortcoes brasileiros. \ ignominia d'
|ue se i>-m querido de todo cob>ir-nos.
d nrodiuir exnlosdea, que todo o ai>
oarato maritmo da naci ingleza nio sen-
aoaz de nhsi un l in iiacio.
Nao nossa nt-nco com eslas refl-
\~> -s, que l-u-in s suscitar rivalidad*
Ir ns hrsilpivoa e alguna est augeiros
o : tod->s d-vm ler conhecido que sem
>b reprnvam >s r-acc6si, intrigas, e od
id-des pnlre os filhus do B'asil, e os d
ut'os paires, que aportan s noss s pau-
lemos s do incnc>vel em aconselhar ao
"Ssos pal'icios a concordia: Mas sen-
nnsindigno do nome de brasileiro si ,
a quahdade de escriptor publico nio e
unciassemos nossos sentimentos diante d
um acto tio atroz.
Para o Sr. mioistro dos negocios estran
;eiross dirigem *gora as vistas de todo*
sli > todos pendentes das m-di'ias oiip el
le d'-ve lomar paia desagravo da honr
nacional ultrajada. E* este nm f-cio qu
lar a conbecer o grao de patriotismo
'tergia do Sr. Candido B for a o (Tensa reparada tanto quanto p -
uvel repsral-a atienda o nobie roinist
brasileiro, atienda o ministro ingles que-
norte de Joio Soarea de Bulhdes, que ti
triste seosscio ,*e lio viva indignacio leu
causado n'esta capital,' nio ser de, diff-
vote modo encarada as provincias ; e qu
qai, e h principalmente em algum-
'i ellas poder producir funestas resultados.
Nao se d pretexto ao povo para diz->
jue as off nsas feuas pelos eslrangeiros a
oaiz nio sio punidas, que para desabaf-
devem as brasileiros fazer-se juslica, vin
gar-sv por su>s propiias mos. _. Ah <
puvo, na sua ving lento e injusto: o innocente pagai talvir
eolio pelo culpado Arrede.m-se, ess-
'males. Anda hont<;m os inglezes, que re
r-aterra, segundo se nos diz fora apu
pados, efoicadosa recolherem-se a guar
da do paco. lito convir P Nio por certo ,
mas a culpa do quem ? D.s provocantes
o> ingleses de mar.
Nio duvidamos acreditar que todos o
inglezes, ou pelo menos a maioria dos
que entre nos vivero reprovario o f ru>l de que noa temos oceupado : est
juslica Ihes faremos em quauto nio liver
noa proras contrarias por isso evite-s-
i|ue com a impunidade seja eovolrid.
ljdos no que t elguns tem paite, e Gquem
sendo mal olbados bous e mos pela masi-
da populaco do pas. OCincinnalo.
(Diario do Rio de ao d'Abnl )
THEATRO PUBLICO.
Da a3 do corrente.
Companhia Gymnastica Comedia e
'11-ifntei soiles, Jogos ele, o que se
ubhcar i.ellior por esta folha e pelos Car
Zer.'
**
la dos Bilhetes desla Lotera convida so
os amadores dosta jogv>, a concorrenm
ara a prompla extraccio dos Bilhetes que)
inda resla ; certos de que mu brev-men-
e ser'annuuciado o dia do andamento das
odas.
Avisos Diversos.
LOT rllA DO L1VRAMENTO.
Achando bastante adianlada a ven
A pesaos que annunciou no Diario
\ sabbado 18 de cocete querpr trocr
im negro d lodo oservico, p principal-
nenie da algodi i, por um morque de 11
nnoe entenda-se enj O Sr. Merx relo.
>"iro na p ac ds Indep-ndencia que in*
Tmar qu-m o |em.
Una Senhora de boa conduele ensina
meninas a ler pscevnr, e contar ; e co-
r chan, e bordar de todas as qulidade(
>m perfeic', e cuidado; tanto as ri.
tui destaCidadp, c mo *s de fora recabe-
1 em sua casa para nssistir a sup ir os
mp s que Ibes con vier aos pas, ou qu m
uas vezes fizer : querendo utibsar se da
"o pi estimo di-jar-se a roa do LivrarrentO
asi de sobrado D. i.\ no segundo andar.
_ A pessoa que Ihe fugio uma prela
la Costa de nome F ancisc muito ladna,
>i elle que Pala ausente dsde o m-z de Ja*
iro pp. procure a Migu-I Bernardo
)'iintejro, na ra Nova casa D. a, que
sudo oe.s'gnaes certos Ihe ser enlregue ,
ija prela foi adiada no dia j do corrate
as maltas de Muribece.
_ Compra-se um preto velho, que
u com pequeas molest as : annuncie ou
l>rja-se a ra Nova ao peda pon ama
em D. a^ aonde se di qitem precisa.
_ O abaixo assignado f-z publie que
-ssoa a'guma nao faca negocio com a p-o-
riedadn de hum andar com o seu com-
tente sitio perleiicerile a Ignaco d Je-
ns Bandeira ; cita na ra da Glo- > da
li a-vista por estar leda prop tedede |,y.
ilecada o iiunciante p isso -e evem
ot n ler primeiro Cnm o annnucianl.
Jos Antonio de Vz -ved i S ntos.
_ Mr Theard c belleiro avia* ato*
ls os Snra. e Snras., que s- quise em aer
r do seo presumo que elle -cba de obe-
irdePariz.e acha-se pronto a ex-rcer
- m a costumada ptonlidio e asseio a sua
ofissio; dvertiiid > que liouxe os alta-
os e melhores mudellos do atar e cor-
rcabello: sua morada h- como d'antea
a ra Nova i. andar. O mesmo len>
i ra vender ptimos a lindos v stidos pare
i 'ivas ; delicadas flores para gm-Mp-
los mesroos, e para cabeca ; chapeos de
oahnha a de seda preparados a u tuna
noda ; pescoclnhos de blau ; superiores
-neos de seda de todas as co es fido>es ,
- caixinhas d'uma nova miasa 5 com o me*
triodo como d'ella se deve usar pra a fiar
i-ralbas a q ni he a mais superior que
i'este genero apparecido tem. por isso que
om o uzj d'ella pede bu na n.v-lho pelo
nenos passar dous annos s m que pr-ciso
e] j ir ao rebollo \ ptima agoa de Colonia;
m.'is perfu Qiem tiver uma porca de prala ve-
ha de boa quahdade e a quiser vender;
iirija-sea ra Nova casa () Ja.
Quem qniser um Professor para en-
sillar Piimeitas lettras Giammatica lti-
a Rhethorica, e Msica em - ;enho ou mesmo no Serta5 : annum-ie.
_ Quem precisar de um horo-m euro*
po de idade.de ai annos para feitor de
sitio ou engenho e mesmo para pagem de
arrinho dirija-se ao beco largo em uma
tabriea de massas.
Qem liver para alugar um moleque
(Ue sirva par o servico de huma rasa de
pequea familia, que saibe cosinhar, e
comprar na ra e que seja fiel dirija
a ruadas Flotes casa D. 3, ou annnncie e
moradia.
Da-se quinhentos mil res a juros
dando-ae piohores de prata e onro de ve-
as porces ; a qu-m isto convier dinj^-SS
a ra do S Gonsalu sobrado D. i4 qdese
lira' qu- m os d.
Corrprx-Srt o T'natro E'-elesiaslico
corupesto por l'V. Vicente do Ro.ario oa
iirbios ; annuncie ou dirija ae a mj*
d-s Cruzts D 4. junto a Tipogiafi-'d-
OteriOa
1LEGVEL


r
""SU
__ Prec^ea-se de om.pnraeirn ou spgun-
d andar do um sabrado, en nmi dis priii-
cipaw rn-* de S. Amonio : ni rua "inn 0
11, no rerceiro andaf.
_ O f)"Uior H'nriqie Kranse que Pp
8*cu exame e i VI*dic*is na B hi.i < fo
app-ovado pra exerivi- a sua rte n*l-
pn/. n'lecip aa re'peitavel publica qn"
elle i'-t prompln a dar a sua assist-ncia roe
diciudl ,.a-tad.-.|*ea qua se. qoiae
r-ro >.ln'ar. Aquetas penosa que *e acin
ero c cunstanciis de desejar qne. ^H<* as ir
v m -iirt' mente o pr.icurar.rB d-s H para
as.<) tincada tcohi fin au< morada na rm
nuva D 11 3." andar.
_ Quena premYar de' dois cavallos coro
n pravos para carr*;r material P,f'
cb-if diijaVM a soiid de estrada qn"
pita o tranguinho sobrado do um anda
cam minnte.
,. A!ua se. o-n deque crenlo que w
he.i-oziuhar, e par. todo o se vio de tima
r.->fc : a ra do Ngueira sobrado de um
andar D. .
_ Mara Brl)rra mulher do falIfcW*
Pedro da Silva asbendo que os baM de
sen, marido fan-S ronoidprados na ViHa de
Maccjo coroohens e amantes, e que ero
oasf qpi ncia se bao de arrematar decla-
ra/xu"t'IU existe em Perni*buco e que
quatilu ante tem de ir a referida Villa h*
qu df es seos direilos por isso rgi as
m.h'f'dades daqu-He luar qtieirio a
b-m da Jnslica e da equilade obstar a ar-
r malario at que a annunciante compa-
rissa em juiso.
_ Qualquer meslre de late lancha ,
i u can^a que navegue para a Parahibi ,
ou (i iann querendo trifrer 8o a 120 to-
r;s f bnha de mangue, diriji se a praca
da I <" pendencia n ?o.
_ A'renda se uro sitio no Monteiro ao
lado d Igreja rom gt%iMd casa de pedr
eral rom muitos rvoredos de fructo f
o fundo rlir^a at beira do rio : no pateo
do C _ .Aparr-ceo no sitio de ponte de ucboa
d aulher*do f-lbcido Co> or.pl Bento Josi!
da Covta um preto de naci benguella ,
i).- nn que t< m Snr. e morador na rita da c^deia no
R-r fe st-ro querer declarar o nome do
m nvsfflt sitio que dndoos signis, e jus-
liGc-ndo llie pertencor he s r entregue.
- Preci-.a-s> de um feto que ssiba
i'-t-r f'e pomar e'de horta : dj atierro
qW-rtar qualquer relogia q<^ 'be se_i
i ouHadj pelo mais commodo preco elte
< briga-se restituir o dinbeiro fue tiver re
(i-biili em pgamntp d qualquer oncer
I > que nio for b<-m execut do.
Prec:sa se de um iffleM ^ Pbarm--
,n ptmurai botica noli go d S. Cru>
tica de los U*ia.
_ |>r,.,>i--se fallir ao Sr. (. -f.no n-
,uedeCrvath>, para lh- prop.i
egocio des-u inUresie : ti tu do(>
1111
do loia D. 5.

Vvisos .Uaritnios
^~
PARA LISRO\ o muito acreditado e
vjelJeiro Brigue P.uloguer Fel-i Destiao .
hir com toda hrevid^l para carga ou
liisssge.iros tratase com osen consona
rio H'wwiflisoa 6teriano R^bello no Ion
.1 i mallos ou com o Capitio na praca di
oromefcio.
P>R \ A B\HIA sesne viagu-m no
uita brevidadoo Patacho S. Ambrosio
.pitoJuo Jos d Silra ; qum qms
inegar ou hir de pissa;ein dirija se a se.
c >sif;aWrio Msnoel Joiquim Ramos i
vS.Ua.
v
.or escravos 3oo palma* dfl terrena no
tlerro dos aff'gados i cim os ncere! ,
m lol. frente e u na q antidade de pe
ras no m-.no terreno que cbea para fa
r o resto do aliceres 8 fin fareirj a Ca-
lar, de (Miada q'JP pg* rs' Pof P'J
-o : a ir.fr na ra da c den da Rec>TV
umero 6. .
__ ma canoi aberta em banfl estadI. ,
por cnmido pVed : no es'aleiro d-". Mi
o,l lo' Maria defronte do Cortvento d.
I< rancisco.
_ Umf.rreno aligad i na s?gui-npnf
, ra da Aurora, com ido palmos de
ente e i5ad de fundo, pagando de fo
3o rs. ao palmo : n ra de S. Gonsalo,
C -'M |) '* *AS
1 Moeda de cobre ellio tnarcido *
pfreco de 45 reis a ''ura D* Pra?a ***
Itdependancia n. 9"],
_ A Henriade de Voltaire inda que e
ja uzada ; qnem tiver annuncie.
_ Uma escrava que seja de bonita fr
gor* e saiba coiinhr engommaT % *
vender na ra : na ra da Florentina en-
casa da Senliora Mi ta d. Conc-ico.
Ve n das
- /
j
lD-a venda por d,tr de S lis'
>. -q que fr de fundos aao ooo e tero
.mmodos para familia e o seu aluguel b
.. 6)oo e outra as 5 ponas : a tratar as
L I ti .,.
pontos sobrado 1). 12.
j __ Um mtio em Bcbiribp p^rto da po
feoeda n. i-fi em casabe Firmino Jos Fe-
is da Risa que >er recompensado.
_ No dia 6 do corrente fugio uma es-
rava croola de nome Silveria. que re-
iresenta t#r a5 annos de idade alta seo-
a olhos pequpnos tem um talho bem
:esvel entre nariz e o beico superior,
.nsf andar pela Boa vista ; quem a pegar
ht.j ao sitio 8a eapenha do IVlonJego.
_ No dia 16 do brrente fu;io Miguel
re'ottlo d idade de 2o annos bonita f-
ura cita carnuda e lustrosa com ai-'
al de sicitru na testa olfbs aljjuma coi-
a verraelhos bastante ebeio do cjrpo ,
enas alffuma coisa arquiada e erossas ,
om principio desbarba, b-m tallantr-,
Jo$a5 com aivores de frucio e
baij
di-
d H< n vista casa do Medico Riita
_ Quem tiver orna ama de leif,
i M- tsta Tyfografia que se dir.
_ I'n cisa-ye re um eixeiro paia cma
veod em ora de portas, que entenla ou
ao d'*|e negeio; quem rsiiver m-slas cir-
,'un-trc!Hs annurcie.
_ Quem prtasn dp um caixeim p-ir-
to.'U'. deidade d' t5 aun.'" pr I ja de
faz-iu.'i;s dirijs-se a esta Typ. ;. fi'.
A'nga se urna caa terrea n.< ra da
F 'eiilina : s fallar n ra rio Coll";,io h:-
|pice io tndar do sobrado do Sr. Mar* el
di: ('ai (l|lO.
^ Quem annnnciou Jfer p'ra vender
p j-t (ns e soleuas de pedia queira do
ca a' a sua m> rail-.
_ D'jmit.go a6 do corrtnte, s*- c:'lebra-
ii< Featadu Fspirilo S-nti na Matriz S Antonio no R- rif- ?iii qun sera Ora-
dcr'b Et'*v. l'"|" I) Tli.maz d-Norouba
^ Quero prWJ'sar de um rp z b'asilei-
rc ct muilo Roa1 coatitM p'-ra caixeiro
deiua, ou de outr* quilfloer tecapecao ,
di taja-'e a rua f)iie:f D. 43-
_ P.ecisa-se e'Vgar uma css de dois
mUt->, Ou 8i gonifo, e freeiro nd<>iea
que teii'.oc miBudtM para grande familia .
a P#r US roa do Limrr.ento. Qflfnimado v
Caksjg Nava psteo do Carreo c; nfl
ttf* dt Hjitas j qut m o tiver annuncie.
__ Pti.csa-M' de alugar uma ca terrea,
cu*s*bi*do no beitro de 8. Antonio-, queui
tivu annuncie.
'_ A r.essoa que precisr de um r-\-\?
brrt^rro fura caixiir de qualqnor casa J>
CJf*O r'irija se a rua do cotovelo lidfe
do^xfiv. io.
^ Quem nrec'r de urna negra p-ir>
IOru qie kaibi coser e engommar, di
njt te a rua n_va I). II po tetceiro an-
_ Hr. Kissel relojoeuo franeez no
a^iirr* da Bot ?iata, cha-ie prompto a
Lisias Geraes da Lotera da Baa vista :
na praca da Independencia loja da livros
ti 'Sj e 38.
_ Uma escrava creou'a aindj m f}t corr
algumas babelidas eo comprador ae dirf>
o motivo: na rua do Crespo I). 8 lado di
siil, ou na B isvisla rua que vai paia o Hos
p rio pa-s.ndoo muro do lado eiquerdo r
primeira cssa
^ Ps de farangeiras de excel'ente qua
dade, e de limoairos oir sercas ; no 6
s^lio da estrada des >fHc!os a em da c>-
pplla e no coirer desla.
_ ia arrollas de barbitanss de balea :
nh roa Di'pi'a d- f onte do oitio do Livra
ment I ja D. n'\.
Urca e-crava de naco angola de 18
aimos de d-ide de multo boa conducta ,
e.sera vicio nena achaque e um boi pa 8
cwrroca : na roa do CalJereiro D '26.
_ Um bote muito Tortee novo com
, c. seus pt .tnces : na Jpraca da Iu
iJcpeedelicia I). .iy.
_ Uma est. ir. de b. lar livros gnnd
uito bem feta por preco comm..do
na |)rac,a du Corpo Santo na salla d> com
BCtciOj
_ Viho do Porto engarraf do eoi
i^'.ndres em caixas de 3 duzias eada uma:
da raca do Crpb Sato na sull d com
qn e 11 i < .
--llurra'escrava de naco de idade 18
a at> annns, com bonita figura cos-
lian engomina lizo cozinha bm o di
n,> de uma caza, e lava de sabo : n-
ih Drcita lado do L,ivramenti D. 20
._ Uma vpnda na ma do R-zario d-
.,a vista com fmnte para a rua do Arabio
c ii, os fujidoj de 5oo .1 (Juo,ooj : a tratar
na mt-sma.
{ iivres seguintet: odes de Horacio
qm Ulim comentadas e sem uzo algum
tfor Jooq diccionario de fabuUs a000 ,'
U7iadas de Csnps 1000 Odio Tii-U
1000 o bacirarel de-Salamanca em francei
ijo crtas de Cic ro em laliro t4o ,
cor- pendi de Geog'a.'fia universal do bu
lio Liceo dtstt l^tdadH 1600 to^ea meu-
fsica e etbica 2000 odcs da lloracij em
PortUfiuez ou ledo lies por 10,000; no
turro d Boa vista D. 1.
,iara cap o o com casa .oficente pr-
Lalquer l.milia ; na Boa vfeta rua velh
ll 1 1 ou no roesmo lugar om Lourenc
Justtniano.
_ 3 volumes do diccionario geial d-
ingoa portuguen de a|;ibeira p^r 3
literatos cintera mais de vinte mi! tormos
ovos pertencenles a artes fficios, e sci-
inejs, todos lirados declissiCos portugu"-
*;, e anda nao incluido* ero dicciono-io
lj;um at b presente pub cado ; estSo per
tVitamenle nuvos : nesta Typografia.
Ps de coqueiros ptimos para se mu-
Jarem : na solidade estrada que vai para p
nanftiiiuho sobrado de um andar com mi
nte.
_ Calsas de brim transado brano de
jfthoi de casemiras de cir coleles-de
ultima moda : na rua do Crespo loja De
cima D 2.
_ Uma cadeira de rua de dois bucos ,
c m caixa eemhom est.tdo: na ni 1 da
'Friiicheras D 15.
__ Um negro senrvicios, canda moco;
aa rua da cadea ve'ha loja n. 10.
__ Uma loja de couros com muito pone >-
fundo sita n ru D.re ta ptima por ft
/er muito ntgocia metade a praso e mp
itde a dinheiro : a Iratir na m;sma Deci
na 5.
_ A armaco de. uma venda acabada d
novo cara peius medidla e aJguns ge
de
jem officio de tzinheiro sabio vestido
om camisa de msdpolfo c 'Isa do bfni
raneo liso cHpo de seda com fumo }
uem o* pegar leva a rua Direita em casa de
lanol Buarque de Maceda que ser re-'
1 ompensda.
__ Miguel de naco cacan ge estatura
(guiar rosto redondo, pouca barba,
dor bem p ela, denles largos o hos gran-
es .'pernos grossss ; fugto no dia 5 de
ibril com camisa de algodSotinna cilsa
e estopa e aqueta de piano azul, e coas-
andar por Olmd ; quem o pegar leve
rua Direita loja de couros D. 18 que ser
ecooi pensado.
iMoviuientor do Porto
. .-----------------------------'
ros da lern coloc>d na rua dos bmro>
liaix is D 14 : a tratar na rui nova D. 7
_ B. iins e sapatos a botinadoa, sap'-
los de bezsno Ir-nctz p. do Lisboa, sola
fina e gressa sapatos de (odas as qua'ida-
rjes puta Senhora chiquitos t bolins para
mininos, sapatrs de cooro de lustro par
homen chapeca do Chile de copa ella t
ab-s I ga', bicos u rendas de fi de linhn;
Hscpvas finas para cabello o outras muif s
q-iuju- Ihenas : na praca da Independencia
n. 7) 8, e 34- *
Kscra vos Futidos
_ No dia 10 de Maio pelas 7 horas da
ao le deserxbatcou de um Iliale viudo de
, Macei o escravo de n*ca"o do nome. Mi-
gue! perfilte a Joa Ignacio Ribeiro
(lima, oqu vinlia remiltido ao Commandante Geral do
Corpo Policial desta Cidide e da escada
deste fugio por descuido do portador con-
doctorj o escravo lera ossignaea seguintes :
coi -fulla baixo, grossura ordinaria, olhos
grandes com umasicalri/ de alpoicaa n<
p< -coco de idade de* 35 naos, pouco
mais ou menos e b>tante. ladino ; que n
0 pr-ga entregue ao roesrno* Sr. ou ao dito
Cumma'.daute Geral que ser gratific>
IN. 1 15 do crlenle fugiio dois ne-
gros creouloj, com es signaes seguintes :
1 .iii-n'u de 4 annos de idr.de levou ca
ipi'a de riseado de pjifos ja suja, e tem por
f*nal mais visivel um calombo no pescoco-,
l enedi< lo de 17 nno de idade tem ^ao
bre uro puto sigqai de escaldadura e por
c ma dos clcanJuies tem signaes de quer
lave bichos grosSo do curpo e gmg*
qjuundo anda levou vestido caUa de clnl.i
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 17.
LHA DE FERNANDO; 3 dias, Brigue
Escuna Nac. Nectberuy Commandante
o Capitio Tenente Antania Conrado Sa-
bino teio de passagem o cab. Manoel
da Roza Araujo, eos soldados Malaquas .
lo e Joaquina Jas do Bomfim, o ex
deportado Josq Antonio de Finitas Gue-
des o sentenciado Mmoel Jos da Gir-
vallio e a parda Joaquina.
ENTRADOS NO DIA 18.
OANDA ; 25 dias Patacho Pjrtoguez
I 12 de Janeiro de 156 na Francisco Ribeiro
J.io Vaz de Ovena.
em lastro ; a
DITAS" NO DIA i9
RIO DE JANEIRO 11 das, .it;ue Nac.
j Baro Jezus de 2Ja tonel. M Juao Ro-
r dngues Amaio c*rga fariuha e c^ :
ao Meslre f pisageiro o Brasileiro Jo5
I Nunes Ribeiro e i3 escravos a enlre-
! gi^
|LUA DO SAE J 2 "daV, Patacho Porta-
I guez Paquete da Terceira de 61 tonel. ,
Cpita5Joaquim Mana da Si I v eir, caP-
ga sal : ao Capiled.
'uito suja e camisa de panno da algodtu
A dinheiro ou o praao 00 Iroca-se um trra j quem os pegar leve a rua da
i
SAHIDOS NO DIA 19
RIO DE JANEIRO pelos portos entermedi-
os B rea de Vapor Nac. Sa S-basti> ,
conduz os meamos passageirus que l'ou-
X'.- e Sarafim Jos Pinto ,. Joao Fer-
n-ndea Barros, Gao Kell Foluitan ,*
Devenporle Jos Vieira LeiuO Mau
raaux, Ten en tti Joaquina, l'tlis da Rocha,
Augusto Zp'OOHI.
110 DES. FRAiNCISCO; Sumaca Nac.
S. Mara M. Mauoel Antonio CoilinJio,
earga diffeienies guueros, passageiros
Manotl Jcs Roou Mn.ozl da Costa
Nunes, Manoel Bezeira dos Sanios.
DITA NO DIA 20
ISBOA ; Escuna P^rlugueza Roza Ca-
pu. o DoroingiB Robarlo de Aguiar *
carga asaucar e arroz passageirus Can-
dido Jo- dos Santos Guerra com umeri-*
ado e U'i>* criada Jos Maiia L,bo,
J.io Jos de V-sconcells, Jok Silveira
de Terra e Aogeio Rodri^ut*.
OBSERVAgOENS.
o dia 17 fundi 1 no lameira a B.rca In-
gleza Lord Cocrane viada da liba da
Assumpc.8 em 7 dias, M. Smilli, er-
gs lastro : ao Meslre.
ER. NA TYP. DE M. F, DE F. i8lT
MUTILADO l:_i ILEGVEL


Full Text
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