Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06103


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Full Text


14.
Londrp*ro 1/^ por igooo sed.
|,sbon Ho por loo premio, por metal, olTerecido.
Yanca 5ao a 3i5 res por Tranco.
Ttio le Janeiro ao par.
Moedas de 6# 4/000 8/aoo a 8/3oo.
Pczos Colnmifarios 1/680 a '/70o.
Dillos Mexicanos 1/640 a i/65o.
Pataces liraailciros 1/680 a 1^700.
Premios das lelt as, por mes i i/4 a 1 1/3 por 100.
PARTIDAS DOS COHREIOS TERRESTPS;
Ci.lalc il< Pal ailin e Villas de ma pretendi 2 3 2 3
(iulsilc do Rio C'dade da Fortaleza c villas Ideas ....... |
Villa de Goianna ...........
Ci lade de Olinda ........ ; .-
Villa de Santo Anto ....;:.;.-. 2
Dita de Garaahnns t Povoscio do Itonito. I .
Dillas do Cabo Serinliaera, Rio l/ernaoso, e Porto Calvo
Ciiladc das Alagoas e Villa de Maeai. .....
Villa de Pajan' de Flores. ....'. 2 3 S 3
Todos os correios partcm ao me ios dia.
15 DE MAIO NUMERO 10C.
Tndo agora depende de nds mesmos; da nossa prudencia
nioileraeio, e energa 1 continuemos como principiamos
e serene* aponlados com admiraro entre as Naces Blas
cultas.
Prociitmcfto da Asscmlka Getal do Bratit.
Suliscreve-se para esta folha a 3/ooo por quartel pagos adi
anlados nesta Typocralia, ra das Cruzes U. 3 e na Prae
da Independencia l>. .17 e 38, onde se recebem corresp 11
delicias legaliaada?, e anuuncios; innirindo-se estes
sendo dos proprios assigantes 1 c vindos assiguados.
DAS DA SEMANA.
lia
Segundas e Sextas eira.
Todos os dias.
Ouintas ftiras.
Dias 10, e a4 de cada mez
dem 1 11, e 31 dUto dlio]
dem dem.
dem i3, ditto ditto
13 Segunda N. S. dos Martyres.
i< Terca S. f'.il. Re. e aud.
. Audiencia do J. de Dir. da 1. vara de maiiL.
n. 1I0 Juiz de Dir. di 1. vara de maiili.
|5 Quarla S. T/idoro Lavrador. Sesso da T. 1'.
18 Quinta S. Joo Ncpomoceno M. Re. tfaud. doJ.de D. da 1. vara de mauli.
17 SezU S. Pascual KayISn. Sesso da Thez. e aud. do Juiz de Dir. da 1. vara/le manh,*.
10 Sabfoado jejuuiS. Venancio M. Re. de manila e aud. do J. de D. de m.
19 Domingo Pascua do Espirito Santo.
Mur ebeia para odia i5de Maio."
As 6 horas e 54 minutos da mana*. As 7 horas e 18 minutos da tarde.'
y* ..... --------------------
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 7 de Maio. -
Ollicio Ao Commandante das Armas,
itspondendo-llie que foi expedida ordem a
o Inspector do Arsenal de Marinha para
fornecer de racoens ate* qo<> sejaS remetti
das para us suas Provincias as duas pracas
demittidas vindas da Provincia do Pai na
Charra 16 de Marco 5 e con viudo que
mande addir a un dos Corpos desta Cida-
de as outras duas pracas vindas igualmente
do Para al que se proporcione occasiad de
serem enviadas para as tuaa Provincias.
Dito Ao mesmo communicando-lhe
que visto partecipar o Commandante do
Brigue Niger que a seo bordo n se en
i-ontro os precisos armnjoa para o trans-
porte da mulher e mais familia do Ma-
jor Fernando da Costa na pode este
seguir para a Corte no dito Brigue o que
dever faser logo que pira ali houver ou-
tra quslquer embarcacaS.
Dito Ao mesmo para faser dar baixa
ao recruta do Deposito Francisco Jos das
Chagas visto nao estar no caso de servir
na 1. Linha.
Dito Ao mesmo nartecipando-lhe ,
que tomando a Presidencia em considera-
cao as rasoens expendidas pelo Capita5 de
Engenbeiros Antonio Carneiro Lea, o
tem dispensado de seguir para a Corte no
Brigue Niger como Ihe foi ordenado ; Pi-
cando porem na intelligencia de partir na
primeira Embarcaca Nacional que se des-
tinar para aquella Corte.
Dito Ao Inspector da Thesouraria ,
para em contorna idade do art. a 2 da Le
Provincial num. 63 que manda abonar as
despesas que se Gserem com os Clarins do
Esquadrad de Cavallaria da Guarda Naci-
nal do Recife, faser pagar ao Major Com-
mandante do dito Esquadrf o a despesa por'
elle feita com o fornecimento de cavalgadu-'
ras forragens, e equipamento aos sobre
ditos Clarins.
Dito-. Ao Delegado do Exm. Hispo
Deocezano communicando-lbj que lendo
a Presidencia annuido a prctencio do Re-
verendo Vigario da Freguesia dea Bizarros
de faser opca da nova Freguesia ; cum-
pre que Ihe mande passar a respectiva Pro
viaa a qual aervir de titulo ao mencio-
cionado Parocho.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Ma-
rinha para abonar urna racfo diarias a a
pracas demeltidas vindas do Para e per-
tencentes as Provincias da Parahiba e
Baha ate* que s propocione ocessifo de
serem enviadas para as referidas Provin-
cias.
Dito Ao Secretario do Instituto His-
trico Geogrfico estabellecido na Corte ,
enviando-lhe dous Exemplares dos Inven
torios do armamento petrechos bellicos, e
Predios deixados pelos Holandeses quando
fora obrigadoa a evacuar esta Provincia ,
afim de oerecer oa meamos exemplares ao
mencionado Intulisto Histrico.
Portara Nomeando nos Ci dadlos An-
tonio Jos Piras, Jos dos Santos Nunes de
Oliveira Joa5 Xavier Carneiro da Cunha,
Joaquim Leocadio de Oliveira Guimaraens
e Manoel Caetano Soares Carneiro Mon-
leiro para Membros da nova Administra-
cao dos Estabellecimentos de Caridade de-
signando b i. para Tbesoureiro, e o
i. para Escrivfo.
Oficio. A actual Administraca des
Estabellecimentos referidos, communican-
do-lhe as nomeacoens supras afim de fa-
zer de tudo entrega aos Nomeados e lou-
vando-a pelo zelo e actividade com que de-
zempenhou a Commissio de que fora en-
ea rregado.
Portara Ao Commandante do Brigue
Niger para derigir-se a Thesouraria afim
de receber dous caixotes de sedlas que
devem ser remettidos para a Corto.
Dita Ao mesmo para se faser de
vella para o Rio de Janeiro no dia 9 do
coi rente depois que ti ver recebido as ulti-
mas ordens.
Expediente do dia 8.
Officio Ao Commandante das Armas,
enviando-lhe urna requisicfo despachada
e communicando-lhe que foi expedida or-
dem ao Inspector Geral das Obras Publi-
cas para mandar reparar o relelhamento
da easa do Po-amarello.
Dito Ao mesmo para mandar receber
do Commandante Geral do Corpo de Poli-
da e recolher ao Hospital a a racrutas da
Provincia do Para.
Dito Ao Commandante Geral do Cor-
po de Policia para entregar ao Comman-
dante das Armas os dous recrutas de que
(rata o precedente officio.
Dito Ao Commandante Superior da
Guarda Nacional do Recife para nomer a
Capitaens afim de sorvirem nos Conse-
Ihos a que tem de responder algumas pra-
cas do Corno de Policia conforme requi-
sita o respectivo Commandante Geral.
Dito Ao Commandante Geral do Cor-
po de Policia communicando-lhe a expe-
dicca da ordem supra.
Portara Ao Inspector Geral das Obras
Publicas para mandar retelbar a casa de
palamenta e a cosinha do Quartel do For-
te do Po-amarello.
Dita Ao Commandante do Brigue
Niger para transportar a seo bordo para
o Rio de Janeiro ao Marinheiro Joaquim
Pedro Fernandos da Guarnv5 da Eseuna
Lebre e a dous sentenciados que acaba-
ras de cumprir suas senteness na Ilha de
Fernando*
Expediento do dia 10.
Officio Ao Commandante Superio da
G. N. do Recife communicando-lhe que
a Presidencia a vista do que representou o
Coronel Cbefe da 3. Legiio tem deter-
minado que o 4. Bttalhfo fique dispen-
sado doa exercicios ate* o fim de Ootubro
exclusivamente em gasio de se nio poder
elle reunir na presente estacaG.
Dito Ao Delegado do Exm. Bispo De-
ocezano enviando-lhe o requerimento do
Padre Felis Alves da Cruz Vigario do Sr.
Bom Jezus dos Navegantes do Porto dos
Toaros em que pede ser trasladado pa-
ra a Freguesia de Bizarros, a fim de que
inlorme sobre esta pretenca interpondo
o sea parecer.
Diversas Reparticoens.
MEZA DO CONSULADO.
- A Pauta he a mesma do num. 98.
CORREIO.
A Escuna Portuguesa Roza recebe a
mala para Lisboa amanille 16 as quatro
horas da tarde.
ARSENAL DE GUERRA.
O Arsenal de Guerra compra os gneros
constantes desta rellacio quem os ti ver
e quiser vender comparece no mesmo
Arsenal das 9 as duas horas da tarde.
Ferro de galopas ditos de planas, mar-
tollos grandes, ditos pequeos ferros de
guilherme ditos de junteira goivas de
mua largura ditas curvas de inxovada ,
serrss de mfo paus de coronbeiros com
seos competentes forros.
Arsenal de Guerra i4 d Maio de 1839.
Jos Carlos Teixeira.
Director.
ARSENAL DE MARNII A.
O Illm. Snr Inspector do Arsenal de
Mario ha manda faser publico que se tem de
por em arremaUca os fornecimentos de
Pi e Bolaxa, medicamentos e carne
verde para as Embarcacoens d'Armada, du-
rante todo o anno financeiro futuro. O
mesmo Illm, Sr. Inspector convida as pes-
soas a quem taes fornecimentos possa con-
vir o comparecerem com as suas propos-
tas em carta feixada al o dia 31 do pre-
zenle mez de Maio e as quaes se decla-
re*) os fiadores afim de que se possa ef-
fecluar a arrematarlo com as que por me-
nos preco os meamos fornecimentos fise-
rem ; prevenindo-se que a condicad es-
sencial, be dos gneros serem sempre da
melbor qualidade na falta do que serio
recambiados e comprados outros a custa
dos mesmos Fornecedores.
Inspecct.8 do Arsenal da Earinba de Per-
nambuco i3 de Maio de i83g.
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Secretario.
OBRAS PUBLICAS.
Nos dias 28 39 ,e 3i do frrente mez
se por em praca a 4. e 5. partes da
estrada de S. Anta oreadas aquella em
9)5i3U96a rs., esta em i3:3a3Uoe8 reis;
e o 5. lanco da de Pao do Alho avaliado
em ():i)ioUiio reis. Os Licitantes convidados a comparecera competentemente
babiltados de fiadores idneos em os men-
cionados dias ao meio dia a.dar os seus laces
na Repai tica das Obrss Publicas, onde
esto patentes os respectivos ornamentos,
descripces e condicoens para serem pe-
los pertendentes examinados em qualqoer
dia ulil s horas do expediente.
Insneccio das. Obras Publicas 13 de Maio
de 1839.
Moraes A acora.
Na Sala da Administracfo Fiscal das O
bras Publicas se hsde vender em asta pu-
blica quem mais der noventa e cinco
paos velhos de diferentes grandesas tira-
dos da ponto da Boa-vista avallados pelo
respectivo Mestre Carpinteiro em seiscen-
tos e quarenta reis cada um importando
scente mil e oitocentos : as pessoas que
pertenderem podem oncorrer na sobredMa
Salta no Uta 10 Uu cneme atara uarem se-
os Isnsos, e venderse a quem mais der ;
cujos se acba em PaUcio velho por de-
traz da casa da Relacao : os pertendentes
os poderq ir ver.
A. F. de Moura.
A. F.
PREFEITURAi
Parte do dia 14 de Maio de 1839.
Illm. e Exm. Sor. Pariecipo a V. Ex.
que das partes hoje recebidas consta n
occorrer novidade.
Dos Guarde a V. Exc. Prefeitura da
Comarca do Recife 14 Lde Maio de
1839. Illm. e Exm. Sr. francisco do Re-
fo Barros Presidente da Provincia,
'rancisco Antonio de Si Brrelo Pre-
feito da Comarca.
A instancias d'algumas pessoas publica-
mos os nomes dos Candidatos a os logares
de Senador c de Deputados Assembla
Provincial, segundo as listas, que pode-
mos obter d'alguns Collegios; e depois
que se fuer a apuracio geral, daremos co-
pia do resultado, para que o publico possa
tei entSo exacto conbecimento dos mais vo-
tado.
EleicSo para um Senador.
Collegios do Recife i Olinda, Iguarassu',
Rio Formoso Serinhaem Cabo. Gou
anna, Limoeiro, Santo Anto, Ilama-
rac, Bonito, e Pao d'Alho.
Os Srs. -
Votos;


Coronel Francisco de Paula Cs falcan ti
d'Albuquerque 359
Advogado Antonio Joaquim de Mello 33i
Dezembargador Thomaz Antonio Ma- A
ciel Monteiro 2 4a
aaaati
atase!


*7"?
f
DIARIO
Elcicio para Piador-Prvida**,
fl,eife; Olinda, Ipmass, Goiairaa,
JVazareth Limoeiro, Serihaem tlio-
Formoso Santo Ailo Bonito, Sim
Lres, Cabo, e Pao d'Alho.
Os Srs. Vol.
Coronel Francisco de Paula Cavalcante
d'Albuquerque 454
Dr. Pedro Francisco de P. Ct. d'Alb 414
Dr. Jernimo Martiniano Figueira de
Mello. 383
P.* Antonio da Trindade Antones M. 379
Dr. Francisco do Reg Barros 35a
Dez. Tbomaz Antonio Maciel Montr. 347
Advogado Antonio Joaquim de Mello 535
Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mello. 3r7
Dr. Manoel Francisco de Paula C. d'A. 3o3
Dr. Alvaro Barbalbo UxoaCayalcanti. a8i
Antonio da Costa Reg Monteiro. ^69
Dr Manoel Mendes da Cnnba Azevedo 269
Dr. Feliz Peizoto de Brito e Mello. 2169
Dr. Francisco Elias do Reg Dantas. a63
Izidro Francisco de Paula Mosquita. a58
Dr. Francisco Xavier Pereira de Brito 348
Dr. Joaquim Manoel Vieira de Mello 46
IV Joaquim Rafael da Suva 244
Ctpitio Antonio Gomes Leal 240
'Pnente Cor. Antonio Carneiro M. R. 236
Dr. Francisco Joo Carneiro da Cnnba a33
1'. Miguel do Sacramento Lopes Gama a3o
Vr. Joio Mauricio da Rocha Cayalcan-
ti Wanderley 228
P.c Luiz Igoacio d'Andrade Lima 22
Coronel Lourenco Bizerra Cav, d'Alb. 22
Dr. Antonio Affonco Ferrera 221
Dr. Sjbastiio do Reg Barros 221
Tenente Cor. Manoel Jos da Costa a18
Dr. Jofo Jof Ferreira de Aguiar ao8
Coronel Tiburtino Pinto de Almeida 2o5
Vigario CbristovaS de Hollando Ca?. aoo
Dr, Antonio P<.rogrioo Maciel M. 188
Leonardo Bezerra Cavalcanti d'Albuq. 187
improprio que pela mn

DE
T-r
m*
\
PER

MBCO
-friaba? e exterior, assim ofar executar
l
Major Antonio Jos de Oliveira 180
Prefeito Laurentino Antonio Pereira
deCapralho 179
Dr. Simplicio Antonio Mavignier 177
RIO DE JANEIRO.
Repartieio dos Negocios estrangeiros.
Em o dia n do correte, loco danni* ano
o corpo diplomtico toi admitido honra
de cortejar a S. M. o Imperador, pelo
fausto aniversario de sua elevaco ao
trono do Brasil entrarlo novamente na
sala da audiencia os Snrs. Bario Daiser,
encarregado de negocios de S. M. I. e Re-
al Apostlica ; commendador Pritz, encar-
regado dos negocios de S. M. El-Rei de
Dinamarca ; e W G. Ouseley encarrega-
do de negocios de S. M. Britnica
e receberio- n honra de que S. M. o Im-
perador, acompanhado do Regente em seu
augusto nomo recebesse das maSs do pri-
meiro a carta, com que S. A. I. e Real o
Archiduque Gra-Duque deToscana res-
ponde a que Ihe participava a Eleico do
senador o Snr. Pedro do Araujo Lima
para regente deste Imperio por tempo de
quatro annos ; do segundo a carta com
que S. M. El-Rei do Dinamarca responde
mesma partici paci 5 e do terceiro da-
as cartas de S. M. Britnica sendo urna
em resposta a esta partecipacfo, e outra
credencial, que remove da corte de Lon-
dres o Dezembargador Manoel Antonio
Galvio, que ali esta va exercendo o carc-
ter de enviado extraordinario e ministro
Sdenipotenciario do Brasil. O Snr. Ouse-
ey proferio na occasilo o discurso seguin-
te :
* Com o mais profundo acatamento ap-
paroco junto do throno de V. M. Imperi-
al, para ter a honra de apresentar a carta
que a Rainha minha augnsta Soberana di-
rige em resposta aqueV.M. Imperial se
dignou escrever-lbe participando a elei-
cio do Ilustre senador o Senhor Pedro
de Araojo Lima pora regenta d'este Im-
perio.
Eu tenho tambes a honra do entre
gar outra carta, em que a rainha accoza a
rece pe o da recredencial, pela qual V, M.
Imperial, julga convenienio dar par lindas
as funecoee diplomticas do Snr. Galvio,
na qualidade de enviado extraordinario e
mialitro plenipotenciario junto corte de
S. M. JJritanica, Soria desnecessario e
Uno quaes quer observacSes, para exprs -
sar os bera conhecidos sentimentos da Ra-
inha em todos os ssomptot, que possio
interossar a sauda e* prosperidad de V.
\I. Imperial : e bam assim superfino se
tornara qae me demorasse em faser conhe
cer a boa disposicin retardes migaveis,
que felizmente subiistem entre asduas co-
reas 5 por issoque mailo recelo que, si
fallasse em tas sentimentos, eu alo ma-
nifestara adeqaadamente a sua txtenco e no d
sinceridade,
(Correio Oficial.;
RIO GRANDE. DO SUL.
O intitulado presidente da efmera re-
pblica de Piratinim hoja em Cass pava,
fez publicar com data de 4 de fevereiro ul-
timo o seguinte, a que elle deo o nome de
decreto.
Art. 1. Todos os prisioneros de
guerra imperiaes, ate* aqu snbmeltidos
nossas armas ou que para o futuro o fo-
rera serlo cuidadosamente guardados e
considerados como refens para que Ibes
sej appticadas as penas de represalias ,
todas as vezes que assim for necessario.
Art. 1" Vinte o quatro horas depoje de
ter sido denunciado ao governoda repbli-
ca o asstssinato jurdico de qualquar sub-
dito seo, perpetrado por qualquer anthori-
dade civil ou militar do imperio o gene-
ral commandante em chefe do exercito,
precedendo o competen'e aviso do ministro
da guerra far passar inmediatamente pe-
las armas um official de patente, ou de
commisslo imperial, retido em nossis pri-
s5es de guerra, proeedendo-se a esse fim
por mel de sorte, que designar aquelfe
que deve sofrer a pona, advertindo que
serio sacrificados tantos prisioneros inimi-
gos quantos houverem sido os republica-
nos assassinados por ordem das autoridades
do imperio: um por um, cabeca por ca-
beca.
Art. 3o Achando-se o general comman-
dante em chefe do exercito em presenca e
contacto do inimigo proceder a fazer
passar pelas armas um numero de officiaes
imperiaes, igual quelle dos subditos da
repblica que o tiverem sido por ordem do
general ou dos chafes militar do mpa-
ri. Igual poder fica conferido a qualquer
general republicano, que se achar encar-
regado da operaces militares em casos i-
denticos.
Art. 4* No acto do sorteamento supra-
citado concorrerS indistinctamente sor-
te todos os officiaes, sem attencio a sua
graduaclo ou patente.
Art. 5 O general presidenta exelue da
accio das represalias nos officiaes inferiores,
e soldados do imperio, por nlo se Ibes po-
der imputar os crimes do seu gorsrno, vis-
to que sio forcados ao servico e que a sua
falta de instrocclo nlo os habilita para co-
nhecer a injustica da guerra, que nos fax,
caso em que nlo esto os seos officiaes, e
principaes chefes.
Art. 6 No momento em que a sorte das
armas Gzer cair em nossas mos um soldado
estrangeiro, mercenario, ou allisdo do
imperio, ser-lhe-ha appicada apena de
represalias, sssim como aos seos officiaes ,
e principaes chefes.
Art. 7 Como em todos os poros, e {jo-
vernos civilisados da trra sio reputados sal
teadores bandidos, o nlo devidamente
aotorisadas as reunies parciaes, e infor-
mes organisadas em paiz neutro, d'onde
se introduzem indirectamente no territorio
bostilissdo ; e nlo devendo ser de outra
maneira considerados os Glbos d'este paiz ,
e outros tirados ds clssse de homens reco-
nhecidos geralmente por assassinos, incor-
rigiveis, viciosos, e acostumados a vivar
de rapias que instigados pelos sgentes
da legalidade, vem de um paiz limtrofe
para exercer no territorio rio-grandense os
mais vergonhosos actos de violencia o de
depredaco ; fica autorisados todos os ge-
neraes, officiaes superiores, o subalternos,
a fazer passar immediatamente pelas armas
a quantos destes miseravais Ibes cairem as
mos, e que invadirem para o futuro o sa-
grado territorio da patria, vindo do Estado
Oriental, ou de qualqaer oatro visinbo.
Jos da Silva Brando, ministro e secre-
tario d'esudo dos negocios ds guerra, ma-
cos a ntfeassariaautorisaca. Bento Gon
calves de SHvi. Jos da Silva Brandlo.
Cunapra-se', registe-ae publiquese, e
imprma-se. Breadlo.
Este decreto precedido de um longo
prembulo com que Bento Goncalves pre-
tende justificar is medidas que n'elle se en-
cerrad. N'ette prembulo forra ig.o falsi-
dades revoltantes e injurias contra o gover-
0 Brasil, a quem elle chama de bar-
baro e crael! A maioria da cmara quatri-
ennal brindada com o epteto de infame !
E diz o caudilho que toda a sorte de mos
irem.
que era
tratos, crueldades e ultrajes sio pratica-
dos contra os subditos da repblica (isto
contra os rebeldes, cujo chefo elle ) que
cem em poder do governo imperial.
Nao se pode ler a sangua fri as prfidas
accusacSes que aos legalistas faz alevosa-
mente Bento Goncalves. Quaes sio as bar-
baridades por estes praticadas e apoiadas
pelo governo imperial ? .' _. O ropost ir sabe
que os seus sequazes sio os que se tem man-
chado com assassnatos, stupros edepre-
darles mas para arredar do seo partido o
desprezo, a odiosidadegeral, quesaapes-
sima conducta Ihe tem attraido trata de
imputar todos esses crimes aos" legalistas,
que em diversos pontos do imperio tem
combatido contra a rebelda escoltada de
actos, que deshonra a especie humana
Elle falla das atrocidades commettidas
pelos defensores da le no Para, das cruel-
dades dos legalistas da Babia! As victimes
esquartejadas machado pelos sanguinarios
anarquistas na Vigilia, o incendio da cid
de de S. Salvador o fogo de metralba so-
bre um brigue carregado de roulheres e
decriancas, de velbos e religiosos que
fugia5 fome e aos tirannos republique-
ros, seos olhos sio actos justos, pois que
a favor dos que os prajicra que ulle se
pronuncia porque alo elles do seo credo ,
e queraS a mesma coisa que elle quer.
Mas onde esli essss crueldades essa
liranniado governo do Brasil ? Nao vemos
nos ficarem impunes na Bhia quase todos
os authores da novembrisada ? Si o governo
do Brasil fosse tiranno si no fosse antes
em certos casos nimiamente indu'gente pa-
ra com revoltosos tera enviado para a Baha
o mestno Bento Goncalves que depos se
poz ao fresco em boa hora para elle, e em
m hora para o bem estar do paiz.
Atrocidades, infamias sio as que tem
commettido Bento Gqncalves, o os Seos
sectarios, pela maior parte homens sem re-
ligilo, sem moral, sem respeito s les ,
affeits aos crimes e endurecidos na cui-
dado. Quem armou os escravos contra os
seos senhores nio fora 01 chefes rebeldes ?
quemsollicita o apoio estrangeiro para os-
era visar sua patria nao sio elles, os rebel-
des ? quem arredou o Rio Grande do.cami-
nho da prosperidade, eo lancou no abis
mo das desgracas rio sao esses seos fiihos
reprobos, que, brandindo fratrecidas es-
padas e blasfemando conta o governo le-
gal do Brasil ajuntaquotidianamentecri-
mes a crimes, miserias a miserias? ..Co-
mo pois ousa esso caudilho lancar sobre o
governo do Brasil a infamia que cobre os
republiquislas do Rio Grande ?...
Mas para que nos irritamos com sso ..
Elle segu a conducta usual de todos os che-
fes de reyoltas: ninguem o acredita, min-
ia elle como quiser
Rivera o os unitarios os
Para convencer a M. de
isto o que mais convinha ca_. (
elle agacha va incumbido apresen1 _
principes emigrados unitarios argn
e estes firmaraS o compromiso de que, 13,
goque estlvessemem Buenos Ayres seria
reconhecida a repblica do Rio Grande
como naci ndpendente. /
Eis o que diz a correspondencia a qmlj
acrescenta que talvez brevemente aqu sa
convencers de que Rivera nio tem poder
de genero algum para fazer guerra rep-
blica argentina e que sua forca em Duraz-
no no passa de mil homens sem urgani-
saclo, sem disciplina.
Talvez esta correspondencia nio seja em
todo exacta talvez n'ella tenha parlo algum
agente occullo de Rosas ludo possivel;
mas cumpre que o digamos muilo pou-
co nos merece a f de D. I'Vuclo que j,;
sua volubilidade poltica, e da filia de cura
primento dos seos protestos lem-nos dado
ezu buranles provas: por isso n> nio duvi-
damos acreditar que boje jioucos so illmlem
com suas prbmss^s e quo rj a ver no do
Brhsiroo'ln 'olna'r /empr| pm descou-
wlica.-'.''-'" .'r .
(Diario do Rio de 20 de Abril)
PROBLEMA.
A Aurora publica urna correspondencia
de Monte-Video com data de 20 de marco ,
na qual se diz que 'agora sabe- se ali positi-
vamente que a missio de Jos Marjanno de
Mattos enviado farropilba junto a Rivera,
exigir que este reeonhera a independencia
do Rio Grande, e auvilie o governo de
Cassspava com i,5co homens para varrer
as autoridades legis da.mesma. provincia.
VejaS como sincero Bento Goncalves ,
quando diz que o governo do Brasil quem
procura o auxilio estrangeiro !
M. de Maltos est impertinente, quer que
Rivera cumpra as promeasas feitas. D.
Fructo diz-lhe que se acha muilo embara-
cado, que todo se perdera, se elle com-
prisse ja o que promettera porque o agen-
te do Brasil o ameaca por mar, e por trra,
se elle favorecer os republiqueirot de Pira-
tinim : que espremeles, ate que se ef-
leclue a queda de Rojas, para tu to alie
Quem ou porque meio hade acabar entre
d a mercanca de escr^vos da Cos-
ta d'A frica.
Mil projectos, mil planos, nmeros all-
viires se tem excogitado para dar cabo desiu
trafico infame, iniquo, o emminenlemeale,
destruidor da moral no Brasil. 'I rarttdos
leis, regulamentos, ludo tem sido intil,
de tudo temzombtdo a cobica dos homens.
A mercanca d'tscravos afrcaoos ba de
paralisar-se per s mesma como aconte-
cen com as fabricas de chaucha. Estas che-
gario a um numero prodigioso ; e enlo
appareceiio especuladores volantes os
quaes, se haviao de tomar o incommodo,
e sujeitar-se as dispesas de tal fabuco, a*
juntario-se em bandos o o seu rama de
industria era empolgaras fabricas dos ou-
tros de mo armada, llouveio reconlros,
derio se batalhas por cauza hu>>s def- iider
as suas machinas, outros de as surripiar,
Os riscos os prejuisos de tal especula-
co foro a entibiando at que quasi per
sj mesmo cabio o lo universal negocio
de chauchan.
O mesmo, pouco mais ou. menos vai-
se verificando a respeito do trafica de car-
ne humana, Tom-so eslabelecido compa-
ohias., cuja especulacio he saltear por es-
sas praias aos donos das pa'tidas d'escra-
vos, e a forca de armaa apossarem-se da
preza. Ha na liba de Femando duas es-
pecies de pasaaros huns chamado alca-
traces; e outros mumbtbos : os primeiroa
vivem pela Costa pescando peixinho* ; os
segundos nada fasem se no aocoroetter a-
()uclles, o tirar-lhes o pescado. Tal acon-
tece ca'aos nossos alcalrases, e mumbebos
1 acionaes com a naercancia dos escravos 5 a-
quelles mandaos vir da Costa d'frica:
estes tem eslabelecido a sua industria em
lu'os empegar a fortiori. Armio-se huns
Q outros para essa faeco, e a quadrilha
mas forte he a que fica vencedora depois
de t'r, facadas e mortes. Eis aqui como
esse trafico horroroso, e infame se vai
tornando urna occasiio prxima de infindas
desordens desgracas ; e assim impofsi-
vel hea meu ver, quo n?o acabs per si
mesmo. A nescessidade (diz o antigo pro-
loquio) melle a lebre a caminho. Nio ba-
vendo mais importacio de escravos, essa
mesma mcessidade, quo he tio engenhosa,
sabera' descobrir recursos e meios desu-
prir a lio exagerada falta de b-acos para a
nossa Agricultura. O excesso do mal Ira-
r o remedio, e as geracoas fucturas
ae-hio livres desse flgallo, germen
barbaridade, o corrupoio, queso tem ser-
vido de empecernos no caminho da ci
zacio, e prosperidade.
(Aorora da Babia.)
ver-
de
vi-i
LORD PALMERSTON.
da
E o tractado sobre o commercio
escravatura.
Muito se 4em dito e oscripto crea da,


t+m
D I A II 10 DE PERA M BU e O.
lo ce! snctado : e ja boje ninguem de
boa f i W*i patfpaaiosinceros dezejiis de abolir simi-
lhanle trafico com lauto que nao soffra a
prosperidade nossas colonias, nem lio poico
nos provenha d'ab a menor puebra no
decoro e dignidade nacional. Urna le
expressa aboli este commercio ; e todos
os govemos, qae temos tido desde 1834
se nao tem recusado a ultimar um iracta-
do a esto respoito: agora mesmo eslava elle
quaai concluido e o actual ministro bavia
mostrado dse jos do o ultimar se Lord
Palmerston lbe nao quisesse addiconar u-
ma clauzula, que de certo era degradante
para o pa vilho porlug< cz ; e isto quando
da nossa parle nos sugetavamos j a mai-
or rigor do que aquello exigido em trac-
lados, que a Ioglaterra ultimou com ou-
trJs naces.
Era pois evidente, que nfo dependern
do governo Portugus os motivos porque
deixou de se assignar e ractificar similhan
le tratado : as exigencia demasiadamente
exageradas di-Lord Palmerston deram c-u s
reco'i do nosso ministro pelo que loa
vores Ihesejio dados visto que coman-
la Grmesa soube sustentar a dignidade niei-
nal e decoro da coroa.
Estando pois o negocio neste estado,
nao duvidou Lord Palmerston declarar em
pleno Parlamento: que as ncgocacei
oro Portugal relativas ao tractado da es-
cravalura duravam bavia perto de quatro
anuos ; mas que por despachos do Ministro
Hritanico em Lisboa, se sabia que nlo ha
iia problielidade alguma de so concluir
esse tractado ; e quo por isso o governo de
S. VI. Bilanica eslava resolvido a apre-
senlar naquella cmara toda a correspou-
dencia quo tem liavido entre os dous (Mo-
vernos para e-sa negociacio; e que alero
disso o mesmo governo brevemente propo
lia ao Parla ment as medidas necessarias
para aulboiar os crusadores Inglczes a
uzarem ao sul do equador com os navios
Portugueses os mesoios muios quo pra
ticou ao nerte delle eai virtude de trac
lados.
Combinadas, pois, estas assrccs do
Ministro Inglez- com as circunstancias
que acompanhararo e prerederam estae
/H-taco, sobresalte com cora toda a evi-
dencia a injustica com que somos tratados,
quando le nos attribuem intencoes que
nunca (vemos de nos evadir a conclusio
do tractado, e se nos tanca a culpa toda
da rnptnra de similhante negocio. Porque
razio sera* o governo ingle* lo exigente
com nosco, ao ponto de nos ameacar com
oemprego de meios violentos, quando ou
tras incoes ha como os Filados Unidos,
com as quacs nada tem concluido a este res
peilo ?
Samos pobres, sontos-poucos eporis-
s assim nos metelo calumniando ao
mesmo te ropo urna naci, que, pelos serv
ios, que tem prestado sua alliadi, me-
reca por certo mais contemplarlo pois
nganam-se se pretenden) forca constran
p,er-nos a concenlir no avitalmonio do
noroe Portu{uez porque n defesa de
uma cauza justa e era desaggravo (leste
tome to conhecido no mundo nao havera
se iiio uma su vonlde : crobora sejamos
> -'..-i^ado-s na luda roas venderemos ca-
lo a nossa independencia o decoro. Nlo
'inoramos os recursos da Gri Bretanha,
nao desconhecemos os meios de que pode
dispor <9taWs por isso nao llovemos do
subsvrevcr as bis do mais forte mais val-
le acabar debaxo das minas, qne viver des-
borrado.
(Nacional do Lisboa.)
ridade qne ninguem disputa va.
Nlo havianolicias do interior do M-
xico, por estar prohido toda a communi-
cacio.
(N. Y. Express, de 19 de Fevereiro)
HAVANA.
O Brigue Aududon chegou a Nova Of-
leans na dia y do corrente vindo da Ha-
vana, donde sabio no dia a9 do passa-
do. Tinha se recabido a noticia na
11vana da ebegada de huma esquadra fran-
cesa nos mares das Antillns, com 10,000
homc-ns de tropa a bordo destinados a a-
tacar o Mxico. A esquadra foi encon-
trada a vista da Martinica.
II.va no porto da llavana grande nume-
ro de navios de'guerra franceses, equnsi q'
se nao passava lium dia sem que fosse an
nunciad a entrada ou sabida de alpina
vaso de guerra daquella naci. Apresen
<;a de tantos navios fizerao subir o preco
de todos os roantmentos ; tal ver que fus
se boa especulaca'eo embarque degeneres
Segundo o qne vamos vendo parece pro-
va vel quo arraementos immensos vio con-
centrar-so no golfo do Mxico.
(dem, idem).
(Jornal do Comm. de la de Abril.)
Correspoiileneii.
Como poucas pessoas conhecem ao indi-
viduo pela moradia e inda conhteendo-o
nlo sahem o motivo de certas eces; pede
o abaixo assignado aos Srs. Redactores de
declararen) (no ha vendo implicancia) o no
me do aiictor do annuncio, que nos Dia-
rios de e } do corrente diz ter para alu
gar uma canoa e que os pretndanles o
procuren) na Iteparlico das Obras Publi-
cas, ou em sua caza na ra de S. Concalo
D. 11 &c,
liento andeira de Mello.
Nenhuma implicancia pode haver em set
declarado o nome do Sr. Marcellino Jos Lo
pes, auctr do anuncio, inserto no n. 100 do
nosso jornal de 7 do orrente, atienta a
singeleza desle negocio ; e, se deo as vistas
rdguem uma pequea mi, que no dito
annuncio se ve em logar d'uma linba de
seguimento saba-se, que islo so deve ao
descuido lio usual a quero compite de
enganar-se com o cacifo; assira como em
outros muitos nem a mesma linha por es
queciimnlo se pe, como se pido ver na
mesma columna oro que esta o annuncio:
outro sim saba-se que a canoa em ques-
tio de propriedad particular.
QsRR.
morle despresando nos Combates ,
Moslrar quanto pode um peito Livre.
Actor.
Mis espera, escuta, atiende para....
Nio vez de um lado e d'oulro, estes pies*
tantes
Hroes, nio s de Marte, e de Minerva;
Mas hroes da razio, beneficencia,
Que os leus dias assaz lorna ditosos ?
Queao Germen do Amor ao caro filho
Que o Ceo te concedeo, vio dando abrigo,
Ampiro, e proteccio /> !.. Ab nio decan-
tes
S de Marte os hroes; todos que vemos
Em frente Patria Scena que piz irnos ,
Merecem nosso amor nossa f pura.
Actriz.
A minlia gratidio ser eterna.
Falla talentos expresses me Mta5
Com que possa louvar, mostrar-me grata
A meus Concidadaos ; meus protectores ;
Falle o roeu coracio ; meus olhos fallem...
Mas nio nao sigo vante; eu j termino:
AoChefe, e Cidadies nlo falufi luzes ,
Para em nt'u descobrir segredos d'alma.
Por minhas acedes mostrar protesto
Que a Itm branca do bem qne hei recebido
Ude ero quanto eu viver, viver comi
o. I")
LOTEIUA DA BOA VISTA.
I lujo pelas nove horas do dia anda
prelerivelmente as rodas desta Lotera.'
COSMORAMA.
Segunda Subscripcio.
m
cxposi-
'ropre
Quinta Exposicio.
Desde Sa libado que existem na
cdo as vistas segaintes que serio
lerivelmenlu mudadas no Sabbado 18 do
corrente a saber : vistas da Cdado de
Alhenas uma das mais antigs do mun
do berco das scieneias e das artes. Ve-se
o monte lulicon habitado pelas muas coni-
forme aos poetas gregos. Vista ten i \ el
dos montes de gilo de Vcterhorum ero
Suissa, fasendocontraste com orisonho,
e ameno specto de um dos mais deliciosos
valles. Vista do encantador Valle de 1
le lachen em Suissa, um horizonte limi-
(i do Jote' Braguez de urna poicio de loue* -
valsa constando de ourinoes, iti ti-
;e||as chicaras, o pirca, em scuarmazeui
da ra da Cadeia junio aponte*, quaila
feira i5 docorreute mor.
O abaixo assignado faz eciente aos
Snrs. Misarios di actual Mesa da Irmw-
dade do SS, Sacramento da Freguesw dn
Boa-vista que Domingo 19 do corrente
se dever achar as 9 horas da manbia po
respectivo Consistorio para se proceder a
eleicd de (j Eleitorcs que devoro noroear a
nova Mesa quo principia no presente au
no, e iluda no de 180, como deternjlu.
o Capitulo 1, do nosso Compromiso.
Joaqun) Mondes da Cuuha Azevidc ,
Thesoureiro da irmsndade.
A pessoa que annuncicu sur clbu.!
purgador, oleiro ou pata feiior, sendo
queira ser feitor de escravos no sitio da 1
Iba ao pe do Eugenbo do Poota tenha a
bondade dirigir-se aos Bairros Baixos no
sitio que foi do finado Padre Manoil do
Muro das 6 oras da manbia as 8 ou d i da larde al as 8 da noito ali achara com
quem a justar.
O Ueverendissmo Snr. Fr. Joaquim de
Assumpca, queira dirigir-se a ra di
Florentina viudo do Paraso a mo direita
segunda casa nova do defuuto Joa Zur-
111 k a negocio do interesso ; na mesma casa
se vende burn alambique pequeo de lo
Iba anda novo,
Uma Senhora de bons coslumes, pro-
poem-se a servir em huma casa de familia; .
a pessoa que se quiser utilisar de sous ser-
vicos .dirjase a ra da Gloria, lado do
sul casa D. 1 \,
_ Roga-so ao Sr. J. A, M. C,, A.'
Laja do no prsso de t\ dias vr pagar o
-ue-devi! em huma das lojas da ra do
Queimado na falla vei seo nomo por
extenco.
_ OTerecO'se para ama de casa de t-i
guro horocm soltciro uma mulhor, quo
sabo engomar com toda pciTcic.au, c cos -
nha sofrivelmenlc (ntundo doarrsnjode
uma casa : quem a pertender dirija-se a -
traz do Livrarnento na loja do sobrado ew
quo mora o Sr. Francisco Ignacio Ferr:
ra Dias quo achara com quem tratar.
A pessoa que annaociou querer com-
prar um guarda roupa : pode derigir-st*
tado longo por altos montes j servindo co- ao arroastm de roadeiras de Domingos Jusc
modo barreiraa um vasto, e magnifico Rodrigues de Azevedo, no Porlo da rus
abo um rio corla-Jo por huma Novadcfronle do tanque d'agoa ; no mes-
Jxtcror.
ELOGIO EM DIALOGO.
Recitado pela ima do Theatro de Per-
nainhuco e o Actor Sebastio de Arru
da Cmara na noite do Beneficio da
mesma Senhora, a 18 de Abril; anlo-
go Peca Napoltio no Egypio olio
recidoao Rexpeitavel Publico
Por seu humilde Aulhor
Francisco de Fieitas Gamboa.
MXICO.
Huma embrcelo chegada a Neiv-Orlc-
ss em y do corrente tnuxe noticias de
Vera Cruz ale ai de Janeiro. Naquella e-
poca, poucos era os habitantes que havia
na cdado alem dos cnsules estrangeiros e
suas familias. O castello de S. Joio de
I Moa eslava ocecupado pelas tropas fran-
esas. Na visnhanca havia cerca de do-
20 navios de guerra franceses, e seis iu
li'eies.
'' armiranl raneci exercia bunti aulo-
Actrt'z,
So os Francezes hroes da Liberdade,
Tem no Templo da Gloria altar distioclo:
Nio menos dignos so do Egregias Palmas,
O L'izos, os Breles, e todos quantos
Uaul.5 no mundo, Liburdade invicta
Mas depondo de parte o herosmo
Das uerreiras Naces da Culla Europa,
Mu quero decantar actes briosas
Dos meus Concidadaos que lenhoem f. tu:
A ti eu me dciijo, Egregio Povo,
Povu 1!Lo de bures que o mundo admira :
Sio lautas as Virtudes que te adoi nao ,
Que decantal-as s me fora dado
Pelo Metro de Orpheo, pulsando a Lyra.
Em frente a mim divizo em grao distincto
Ilustre Prezidente Sublimado (*)
A terna Espoza que lh'adoca a Vida: (*)
Outros muitos hroes em torno vejo ,
Em que a Patria confia sous destinos :
Hroes sendo preciso em Campo armados ,
Em defeza da Patria invictos furtes.
lago donde sano um rio conato por
elegante ponte fasem desta vista huma das
rae!boros do Cosmorama e onde coro
indizivel praser vio-se demorando os mon-
tes da bella u pittoresca natures. Vistas
das Ruinas da Cidade de Alhenas antiga ,
ve-se no fundo do quadro a Moderna A-
ihenas. Vista dos Passeios da Cidade de
Prugne em Austrea. -Vista da Praca de
S. Peitersburgo capital da Russia ve se a
direitoOrio INeva e no roeio da praca a
Statua Colossal de Pedro Grande i e seo
fundador ; esta estatua huma das mar vi
'has do mundo moderno collocado sobre
um enorme rochado que foi ali transporta-
do dualgumas legoai. Vista da Cidade de
Genebra ero Suissa ve se o magnifico lago
desto nome a hullosa c o pettoiesco da po-
zica desla Cidade berco da filosofa mo-
derna ( pois ali nasceo J. J. Rousseau.)
a 1 (coramendad aos amadores. Vista do
Parque de Aranjuez em Hespanha. Vis-
ta de Roma antiga como ella era do lempo
de Cicero Catio e Cczar. Vista Las-
timosa dos desgranados naufragados a
burdo da Fragata Kranceza a Meduza ledu-
zidos sobre huma fracca jangada a todos os
horrores da fome e desesperarlo. O Pa-
tbetico desta vista arrancara' lagrimas do
e.\p:dador seusivel. Caverna sepulcral em
Escossia servindo de covil aos Salteado-
res. Ve-se alguns destes bons sogoitos se
aquentando 110 lume eslavista be do nu-
mero das vistas nocturnas que tem meresci-
dotantes louvoies em geral. Vista Ro-
mntica doa arredares de Alhenas, Os
prtcos de entrada e de subscripa assim
como as horas sio sumpre os mesmos.
Avisos Diversos.
(*) S. Exc. noasaiiljo ao E\|H.claculo ,
e por isso iotao upiimtdoi na jaoaifio,
Lelio que perlendo faser Fero. n-
(,) vjjqic Jnior.

roo se vende algumas tinas para serventa
de Pedreiro.
No armasen) de Antonio Joaquim
Pereira defronlo das Escadiogas da Al
fandega vndese pur precos commodos ,
roeias raixas com muito bons charutos,
caxas com traques bons ditas com libia.
de cha sacas coro faiinha de mag e o
primeiro e segundo anno do' archivo Po-
pular o o primeiro u segando anno do
Panorama encadernado, e tambera frascos
dose.
Prccsa-s<) arrendar hum sobrado de
lium ou dois andares sendo as ras Di-
reita Agoas verdes, Ortas, Pateo du
(..'armo, Livramento: quero o ti ver ann ini-
cie ou mande na Padaria da ru do Pe i
xoto das 5 Pontas que se far todo o ne-
gocio.
Quem precisar de um Caixiiro Por-
togez pasa toja de ftsenda ou de ra ;
annuncie.
Alugaso uma casa pequea que lo*
i.ba cacimba e quintal sendo no Monde
go passagem da ponte para c, Manguind,'
Solidada : quem a liver annuncio ou di-
rija-se a ra Direita a falar com Manee!
Buarque de Macedo.
Venderse, ou lroca-se por um negro,
uma r sera va do gentio de Angolla que sa-
be cozinhar fazer al,'unas quahdades de
doce, coser chio, ensaboar, eeDgomar,
de idade do 20a ?4 aunos ; na ra do_Ro-
sario larga D 1S.
Vtnde-se rap de Lisboa ebegado
prximamente : na laja da Pracinba do L
vramento que foi doSr. IJercolano Jore
de Freilas ; o qoal lamber rebate a.lcujnas
letras, ed algum diuheiroa premio c?m
hipotecas ou boas lirmss.
Olerece-se para ama do casa de hu-
mero solti iro ou do pouca familia, hu -
roa croula livre, desembaracada, e o
bons cosluroi s quem do seu prestio se
quiser ii'ilsar t. a ua direita loj defi-
na 4o.
?


rr

DIARIO DE.PKRNAMBCO;
_ Jos" ,u* Gonsalves faz seiento an
respeitsvel publica que desde o dia^ 13 do
Maio dnixnu de ler caixeiro de Firmino Jo-
s Felis da Rom pelo qun oOTerece nova-
mcBleo seu presumo niquele exercicio.
A pessia que Ihe faltar una cavillo
russo dirija-se a ra do Queimado O.
11 qae se dir quem o tem.
Quem precisar de urna negra para
alagar que saiba coser e engommar diri-
ja se s ra nova D- 11 terceiro andar.
Precisa se de uro primeiro 011 segun-
do andar de um sobrado em ama das prin-
cipaes roa de S. Amonio ou do Ricife : na
ra nova D. 11 no terceiro andar.
O Doutor Ilenrique Kranse que fez
o seu exame eo Medecma na Baha e foi
approvado para exercer a sua arte nesto pa-
z parlecipa ao respeitavel publico qae
elle est promplo a dar a sua assistencia
medecinal a todas as pessoas que se quise-
rem utilisar. Aquellas pessoas que se achio
no circunstancias de desejar que ello as
sirva gratuitamente, o procurara das 8
para as 9 horas da manh em sua morada
na ra nova D. 11 no terceiro andar.
O Srs. membros da Commissio Ad-
ministrativa da Companhia de Bebiribn sao
convidados para se reuniem quarta feira
15 do corrente ; pelas 11 horas da manh
noescriplorio doSr. Manoel Gonsalves da
Silva*
.-Precisa se de 1 menino braaileiro para
caixeiro que tenha boa letra e d fiador
a sua conducta : na pr. cia n 7 8.
_ Qaem tirou urna carta do correio
vindo do Rio Grande do Sul para Jlo An-
tonio Marques queira ter a bondade de
mandar entregar no Recife em casa do Pa
dre Joaquina Antonio Marques ou torna-
la a lancar no correio.
_ Aluga se o armasen e primeiro an-
dar da casa da ra da moeda ltimamente
reedificada e pintada : os pretndanles
drijio-sea ra do Vgario D. la.
_ Precisa-se de urna lavadeira que
lave de varrela ou se aluga para o mesmo
fim .- no hospital do Hospicio a fallar com
o sargento Garca.
Firmino Jos Felis da Rosa avisa a
quemeonvier, que Jos Luiz Gonsalves ,
deixou de ser seu caiteiro desde o dia i3 de
Maio do corrente
A peasoa que no Diario de ti de
Maio do corrente annunciou a venda urna
dutia do cadeiras e um camap tudo de an-
gico dirija-ae a ra da moeda a casa de
Firmino Jos Felis da Rosa.
A peasoa que tem urna negra fgida
desde o dia 37 de Abril diriia-se a Olinda
na roa do Coi'xo em casa de Jos Bezerra ,
que informar a tal respeto.
A peasoa que Ihe faltar ama canoa de
csrreira e urna trave dirjanse ao por-
feiro do arsenal de Marinha que dando os
sigoaes lhe ser entregue.
Quem precisar de um caixeiro para
venda ou padaria do que tem pralici1, di-
rija so a ruaDireita D. i4
_' Precisarse de 5o,000 a premio com o
uro de dois por cento ao mez com pinho-
res de ouro quem quiser dar annuncie.
_ Precisa-se de um feitor portugaez ,
para trabalhar em um sitio no lugar do
Mondego na casa nova do sitio da Cape
linha do Mond'-go do lado da estrada que
vai para o manguind.
_ Urna Senhora parda se ofTereca para
ser ama de urna casa de am homem soltei-
ro; qaem a precisar dirija-so a roa da Fio
rentista D. 7.
_____
JLeilfio
_ Que faz o Correlor Oliyeira de um
bom aortimeoto de faaendas ingieras e
francesas, de la e de algodio e alguna
falo feito Quiata feira i(j do correte,
pelas 10 horas da manh no seu armasem
da ra da Concec6 D. 34 primeiro andar.
Compras
Urna morada de casa terrea na ra de
agoas verdes ou de horUs qe tenha
quintal com porto para a ra oposta : na
ruada goas verdes D. 37.
Pecaa de 6,400 do canuo antigo e
que tenha o peso legal a i5,5oonm sedula no armasem de vidrossolado da cadea.
_ Um arm'aro de cozinha para guar-
dar louca annuncie.
_ Escravos pardos ou pretos de 18
s 3o annos de dada com officio de pe
dreiro caipina oa carriro e sem of-
ficio que sirvi para o servico de campo :
na ra larg do Rosario D. ti 00 segundo
andar.
Vendas
_ Urna negra ladina de bonita figura .
de '24 a 35 annos de idade, sem vicio nem
achaque lava bao cozinha o diario de
urna casa e tem principios de engomma -
do ao comprador se dir o motivo : no
atierro da Boa vista 17.
Urna mobilha completa de Jacaranda,
muito moderna, e em perfeito estado, por
preco commodo r passando a fgreja dos
Martirios no primeiro andar do primeiro
sobrado.
As casas terreas da ra do Nogueira
O. 1a na ruada S. Tbereaa D. 19 do
aterro dos affogados entre Manoel de Jess
Prafitas e Joaquina Jos Pereira da Penha
por preco commodo : a tratar com Jos
Rento Muniz no piteo da Ribeira ou ao
Reverendo Joaquim Gonsalves Rodrigues
na ra do Fagandes D. 4 T>e esto ma
nidos para fazarem este negocio.
3 volumes do diccionario geial da
lingos portuguesa de algibeira por 3
literatos contem msis de vinte mil termos
novos pertenceqtes a artes ofGcios, e sci-
encias, todos tirados de classicos portugue-
ses e ainda nao incluidos em diccionorio
algum at o prsenle pub'icado ; esli per*
feitamante novos nesta Typografia.
etes cobertos de retroz ds ultima
moda para casaca e aobrecasaca : na ra do
Queimado loja de ferragam defronte do
beco da Congregacfo D. 66.
Urna elegante negrinha mumbanda
recolhida de idade de i4 a i5 annos,
lava cozinha cose e tem principios de
engommsdo e nio tem vicios o que se
sfianca, urna escrava de ao a aa annos ,
com am Gibo que tem 8 mezes de bonita
presenca engomma muito bem cose e
faz o mais arranjode ama casa, dois ne-
gros de idade de So a a4 annos de boni-
tas figuras e proprios para todo o servico,
urna moleca de 1 a annos com principios
de costuras urna preta de a4 a 25 annos ,
engomma cose cozinha e faz rendas ,
tudo com fianca de boas vendas .- passsndo
a Igreja dos Martirios no primeiro andar
do primeiro sobrado.
_ Urna duzia de cadeiras um camsp
d assentode palinha : eem boro uzo : na
ra Direita lado do Terco D. 62 no primei-
ro andar.1
_ Um molatinho de la annos de idade,
bom P*ra pagem e servente de um cssa ,
uma fjrreta de ao annos perita engomma-
deira corta e faz vestidos e camisas de
hommem e urna preta de 10 annos por
a.50,000 cozinha lava roupa he boa
compradeira e vandedeira e um pti-
mo negro para todo o servico : na ra de
agoas verdes O. 37.
_. Ricos lencos pretos de garguro de
seda por preco rasoave: na loja de miude-
zas ao p do arco de Antonio-
Duas moradas de casas terreas na ra
do Palacete 3 ditas no largo das 5 ponas,
e um relogio de cima de mesa : na quina
do beco do ouvidor, segundo andar.
_ Charutos de Havana de superior
aualidade chegados ltimamente : na raa
a- Cruz n. j.
_ Urna barretina para GN, do 3. Ba-
talho da Boa vista com todo o sea apa-
relho t na travessa de S. Jo*.nas lojas do
sobrado do Costs.
_ Uma escrava de bonita figura de
idade de 19 a ao annoa, boa costureira,
eogoaamadeira, coainba bem o diario de u-
ms casa, e lava de sabio ; os pertendentes
dirijio-se a raa Direita sobrado do lado do
Livramento Di ao.
Meios bilbetes da Lotera da Boa
vista : na roa da Madre de Oeos a. a4-
Meios bilbetes ds Lotera da Boa vis
ts : na raa do Cabug loja de relojoeiro
junto eo Sr. Baodeira.
_ Uma cima de cndor u' con no col-
xa e trsvicero mea duzia de cadeiras
Americanas cuma mesa de amarell lu-
do em bom uzo : no beco do Burgos sobra-
do do varandas de pao o solio defioulu das
padaria* e re/iaacoes.
Um escravo de idade de i\ annos,
cazinha o diario de uma casa : na ra do
Coligh em cssa do VIr Costa.
Um moteque de na^io. de idade de
1 a annos : na ra larga do Rozario venda
D. a.
Uma negra de idade de ao annos .
de bonita figura e nao tem vicios : na
ra do collegio casa I). 3.
_ Duas mola tas mocas de bonit is figu
ras sabe engommar cocinhar e coser
na ra do Crespo loja D. 6.
_ Meios bilbetes da Lotera da Matr
da Boa vista a 4000 : na ra do cabug loja
ds miudezas junto a botica.
__ Meios bilhstes da Lotera da Boa vis-
ta i na ra do Cabug lojas de miudesas
D. 3 e 4.
Uma porcao de cera de carnauba : a
fallar com Manoel Francisca da Silva em
sua loja os pracinha do Livramento.
__ Um preloe uma preta para o servico
de campo : na ru< da Cruz D 8.
_ Um bom civallo de estribara ; urna
junta de bos e duas vaccas : na ra das
Cruzes D [)
_ Arroz pilado superior a io.ooo o al-
qunire, no beco do pexe frito venda De-
cima 4*
Uma porco de barricas vasas que
foro de faiitiha de trigo e um eaineiro
mansoecarregador : uatamboado Carmo
na padaria do bom pi.
_ Uma escrava mofa ; que sabe cozi-
nhar alguma coisa lava roupa e ptima
para todo o servico de casa a vista do
comprador se dir o motivo : oa ra do
crespo D. 8.
A dinhero oa a- praso ou se tro-
ci por moloques de 16 annos teodo boas
figuras anda que sej.5 vadios um mo-
latinho de 10 11 annos, e um moleque
da mesma idade e um negro : em casa
de Firmino Jos Felis da Roza na raa da
moeda.
_ Uma escrava de naci de idade de
18 a ao annos boa coznheira e engom-
madeira com principios de costura e sa-
be bem enssboar : na ra nova D. 37 no
primeiro andar.
_ Na loja de encadernador na praca da
Jndepeadencia n. a6 os seguintes livros :
Alfonciada vida de Jofo ds Castro, Ca-
thecismo de economa poltica, Cames po
orna, Gergica portugueza Rimas de Jo-
ao Xavier de VI altos historia da Grecia ,
arte potica e Oriente Poema.
-h Champagne de Joly, qaeijos de pra-
to agoa ardente de franca e vinbo de
liordeuax : na ra da-cadea velha Deci-
ma 7.
_ Umacarroca de condusir materiaes
para obras, e propria para cavado indo
acompanhada de seus competentes areos ,
e dois silbos, sendo um novo e outro
em bom uzo : a tratar com Lo u re neo Jus-
tiano de Siqueira morador no sitio do
Dezembargador Maciel Monteiro no lo-
gar do Manguinho.
16 barris vasios que forio de vinbo
por preco commodo : na ra nova no ar-
masem de capim.
Escravos Fug idos
No dia 12 para 13 do mez passado ,
desaparecen do sitio da jang de Jos Zaca-
ras de Carvalho, ama preta de naca ja
idosa muito bucal, eom a bunda bastante
grande levoa vestido de chila azul ecom
sigo uma cra pouco mais ou menos de 3
annos roga-sea qualquer pessoa que a pe-
gar de a levar no mesmo sitio ou no Reci-
fe na ra da ssnzalla n. 34 qae ser re-
compensado.
_ No dia 3 de Maio se evadi de casa
da Manoel Fernandes Bezerra na Cidade
da Parabiba o escravo Joio ereoulo de
idade de 19 annoa eststura regular la-
bios grossos, tem uma sicatriz na perna do
ama ferida qae leve 5 qnem delle tiver no-
ticia mande prende-lo e conducir a dita Ci-
dade no varadoaro \ que ser recompensa-
do do seu trabalho.
_ Roga-se as aatborjdadci quem per*
tance a inspeco deste ramo dPI & 4.
reciamente aos Srs. Sub Prefeif^ j 'aff0,
gado e Vsrzea e Delegados doRBa^edio
c Bemfica o obsequio de attenderen
;naes seguintes para proeederem a apreH
hencio de uma escrava fgida a a de Fe-
veirero p. p. Francisca de naci costa, de
idade de 47 annos alia secca com es
petos descarnados leve signaos de talhos
no rosto com falta de denles no queixo
inferior tem a perna direita zaimbra, ou
torta quaudo anda falla cheia de lingua
(vulgarmente dito ) : esta negra finge-se
forra e anda vendando e comprando pelo
Monteiro e Vanea julga-se estar acol-
lada e quem quer que o tenha feito ou
que tenha a titulo de comprada protesta
de ha ver-I be os das de servico e a m-
posicio rigorosa de tudo quanto a le cora-
mina em ttes casos ; quem spreender leve
1 ra de agois verdes sobrado D. 5 por ci-
ma do assougue, que satisfar toda a des>
pesa.
Roga-se encarecidamente aos Snrs.
Prefeitos commissarios e mais authorda-
des poiiciaes como civis e militares ,cs-
pities decampo e de embarcaces mes-
tre pedroiro e donis de obras e pessoas
particulares que virem ou souberem de
um molatn de nome Bernardiuo com o lu-
cio de pedreiro, de idada de ao annos
pouco mais ou meaos fugio no dia 7 pira
8 do corrente com os signaos seguidles :
baixo grosso d-> corpo ps largos mos
grossan e com falta de unha no dedo pol-
gar da mi esquerda, cabellos crespos, olhos
de gato tem o rosto pintado de pannos e
espinhas tem uma orelha furada, nio sa
menciona o trajo com quo sabio por ter sido
visto com outros differentes e tem sido
v sto pela estancia e estrada do manguinho
trabalhandoem um poni de um sitio,
pede-sea quom o pegar levar ao seu Sr. na
tus da roda D. ao que pagar toda ades-
pesa com geiierosid.de.
-- Dimissiana representa a5 annos de
idade secca do corpo falta de denles ni
frente fugio com ferro no pescoco esta-
tura baixa -, quem a pegar leve a ra qae
segu para o Hospicio na 4* casa terrea do
Exm. Sr. Jos Carlos Marink que ser
recompensado*
Moviuiento do Porto
NAVIOS ENTRADOS NO DIA i3.
MONTEVIDEO ; 38 das, Sumaca B-
sileira Boa F de 139 tonel., M. Anto-
nio Jos Veira carga carne socca a
Antonio Francisco dos Santos Barros.
DITO ; 33 das, Polaca Oriental M.ra
Theiesa de 85 tonel. M. Aogelo A-
quino, carga carne secca : a M. J. R. e
Silva.
DA PESCA } 9 mezes Galera America-
na Camilla de 374 tonel. Meslre A.
Rogias, carga azu lo: ao Mestre, veio
refrescar e segu para a America Norte.
SAHIDOS INO MESMO DA.
BAHA com escala por Macei; Bawea de
Vapor Brwileira Todos os Santos M.
Joio dos Santos, carga diversos gene-
ros ; passageiros Severo da fincha, I au
lo Jos ds Silva Custodio Martns Pe-
reira Joio Ferreira de Araujo, e o
Soisso A. Brunner.
PORTO ; Barca Portuguesa Tentadura ;
M. Emigdio Joi de Oliveira carga as-
socar, passageiros o Dezembargador Ma-
Iheiros, Jos Marques Braga e sus fami-
lia Joaquim Jos de Oliveira e sus la-
milla Jofo Antonio de Castro Joio
Nepomuceno Antonio Jos Rodrigues,
e os portogaezes Caelano Luiz Ferreira,
Manoel Jos de Acevedo Maia, Anos
Dilavine das Neves.
OBSERVACOENS.
Fes se a vella a Polaca Sarda vinda de Mar
selha j que esUva fundiida no lameirau.

PERN. NA TYP. DE M. F, DE F. 18?!


3-
LL
RIO DE
*Beo;
_ Jos Lu/ Gonsalves fat tejante ao
retpet.vel publico qw desdeo da i3 d*
Miiodiiion de icr etueiro de I' ir mi no Jo-
tieio que sir
na rn K\
andar. '

-
Venal
-------------------------~^-
_ U n*re ladina de bonita Bgors
s Ffl da Rota pelo qu offerece ioii-
mente o tea presumo naquill ejercicio. >
- A ppssaa q 'be faltar jn calilo
rusto diriia-se. a ra* do Queimad* I).
41 qoe telir quem o te*. .
_ Quein prcrtptvde un* negra pare
lugar que s.ulu cosaaa engoramtr diri-
ja se s ra nova D n tercriro War.
s _. Prcetsa^ke-da uro ptimeiro on legan-
do andaf.d>; umeob-ado em uaueii pria-
lijiu i itjit>jfc \nlinio ou lo Htcifi! : na
ra aova Dima lerceiro aamflM
O DontorneoWlsue rWeswB que fu
o Ofuexameem Medecini na Bii e foi
approvado para esercer sua arte nesie pa-
s pirtecipa o speitavel publico <|.e
rile est prostpio a dar a sua astUtoAcia
nedecinal a tollas'as pessoas qua'sequisa-
rem utiMsir. Acuellas peteoaH que se cMo
em circunstancia* de Jesejar que ella as
irva gratuitamente, o procurar. das 8
para as 9 horas da mantea em sua morada
na ra nova D-.'ii no tfcjfirj ndar. i
Ot SrfcTneosbroedCcmmtstt'J d
ministrativa daCompenhia dfcBdbinb to
convidados para te reunwem quera fetrB
i5doorfeate;\pelai n hora da raaiilii
ao etcriptorio do Sr. Manoel Gontatvet da
Silva* +L
Precisa te de i roeoino brasileiro para
tekeiro que leoha boa letra e d fiador
toa conducta : na pr,a da Independen- '< m> fazerem esta negocio.
atoa conuuc r ~ yr~ ?T aMaT"".....
JBJI D. ^ O.
que twvbe 9 */** 5,6oo en sedulaimj
no arm*se _ armario de cotinha para guar^
dar louca i aonuowa. % ,
_ scr-vos piejos t o pretoi, de 18
i 3o anirbs de idade eota officb da pe
rlrean, carpina oo carwieav^e m>m of-
"P*9 tervif i Se campo -
o D no aegundo
sarandof
da 24 a a 5 annos de idade, teaa vicio oem
aftaqoe,. lava aw /-cotinha o dierio/de
urna casa e telsrprincipioa. de engota mi-
do ,ef|omprador se dir* o motivo ; ao.
atierro a JB00 ewta D. V% j
_ Urna mobilha o#npln de jacarar
muito moderna, e en parfeito estado, pot
prpco commodof^iattando a Ig'eja dos
Mattirios ooarimeieo andar dofprinaeiro
obrado. ** y
_ At casis terreas q> roa do Noguei
D. 1a na roMio S. Tbereja D. 19 do
ejerrodos affogidot entra tVjanbel de Jess
Prafitas e Joaquim Jos Petoira da Panha
por preco commodo : a trataV com Jos
Hanto Munii no pitfo da Ribeira ou ao
Reverendo Joaqoim Gonsalvee Rodrigues
na ra u FagoWes 0-4 Ka e traviceirtJ. ona.
A rica nat* elm
do em bom lao^tA
do de va randa* de^no^
1**rnj reWSes.
' r fj|tndeidi
eozinba odTpVle de nmi
Collgii e eaaa do VI .j :
Um molaqoe da rn;
ce aonoa
D. t.
rU^fWa eRra
dt|bonita figura Jkm ot)
ra do cotlb ca|
ocas de bonjfas
r 'ngommar rotinhar e ci
na ra do GreAo loja D. 6j
Quera tirou ama carta de/ .correio
viado do Rio Grande do Su! para Jjo An-
tonio Mrquet, queira tr a bopade d-
naodar entregar no ilecife em cata do Pa
dre Joaquim Antonio Marques ou trna-
la a lanc.ar no covaeaoKa
Aluga te o rmasete e. primeiro an-
dar de casa da ra da moeda ltimamente
reedificada e pintida : oa preteofcntes
dirijo-se ra do Vigaiio D. la.
Precita-se de ifma lavadeira que
lave de varrela oo te ala*, para o meaoi^
fim : no hospital do Hospicio a fallar com
sargento Garia.
Fumino Jos Felis da Rosa avisa a
quero eotnier que Jo* Luit Gontalves ,
deixou de ser sen caiaetrv ile'ie di 3 do
'Maio do crrante.
A postee que na Diario de i3 da
Maio do-correte annunrio'i a venda um.
dutia do etdeiraa e um csmap todo de aav
gice dirija-toa roa da moeda a casa de
Firmino Jos elit da Rost.
* A pettoa que tem urna negrt fgida
desde o dia 37 de Abril diriia.se a linda
na ma do Caito em cata de Jote Beterra ,
que informar a'tal respailo.
A aeisoa que he faltar urna canoa de
etrreira e urna trave dir ja-sa ao por-
teiro do artenal de Matioht que dando os
signaes Ihe ser entregue.
Quem prec-i^r de nm caixeiro pera
enda ou padaria do que tem praticij, di-
ija-so a ra Dareita D. M
^ ,Precita-ee de 5o,000 n pramio Cjtf*?
juro de doit por centoao raer com tnVlaoV
re de oaeo ^ quem quiter dar annncie.
Precisase de um feitor porMigue ,<
para traba har el um sitio no lugar d
Mondego : a can novt do sitio da Cape
linha do Mondego do lado da estrada que
Tai para o manguiubo.
_ Uma Senbora parda te offereca para
ser ama da uma casa da um hotnem soltei-
ro; quem a precisar diiija-te a ra da Fio
ron tina D. 7.

h e iI o
Que fu o Corretor*Dlveira de um
bom torliment franneiv, c <|, de eJgb|lo, e elgum
fato faito (amia eira rd do crtente ,
poiat 10 horas da nuohd notdn Jirmasam
da ra da Con*ic. D. 34 primeiro andar.
1. e *^ Ty- atT^t^O^
* Com p ras
daoav tea
da miuders
.- f- ei
D. 31
de cera
noel a|rwo
!!>] na t^avanmTdo
. dltr
etH dj I^Maj*^
00 : na rUa de cabu
fcolipa.
datKfflmratt|
.u| ^loja
niub| : 1
^Iva em
noto.
eta para o servico
'mJMT*
alnspeclo dotte ramo da polica, e d-
Hbjapofe ios Srt. Sob'Prefeitos do efifa-
Vartea e Delegados do Remedio
, o obeequio de attenderem 01
egiiinles pera procederem a apre-
de urna eseravafumda a 9 de Fe-
ireiro pJp, ManciseaTe nsclo costa, de
e de t Bfenoaa aka secca com 01
, Uva aignaea de talhot
alta de denles no queiao
perna direta zaimbta, ou
Otada falla cheia de liogua
esta negra finge-sa
edondo e comprando pelo
rzea jolga-ae star acoi-
er que o tenha faito ou
o de comprada, protesta
diat de servico o a im-
lei com-
nder leva
10 agois vardet sobrado D. 3 por c-
asottague que satisfar toda a dea*
'"I

nln a
ver-lhe
|H9rigorosa de tudo quanlo a
mina em tses casos } quem apreer
* ra de ago's verdes sobrada D.
:MMrua dt
Koo .1
to venda Dc
^i Urna moreda de cata torren na ra de
atmo ToroVe, od do hortat amo tonhi
qaintei com pnrU* pera orna opmU : ..
imade aoas eerdst 0-9J. fct*
peeaa de 6,400 do cunno-nnitjore
o geial da
'lattofe porluj?urti 3P|n)gibeira ,por )
literatoa cantem raais de vint mil termos
novos partencentes h artet, officiot, e tei-
ricias, todos tirados d clatsicot porldfpo-
tet e anda nao ocluidos em diccionorio
Igum at o presente pub'icado ; eiAa^W*
feitiment* novos : nesta Tvpografia. t
- B jtet cobtrtos de retroi da ultima
moda para ruaca e sobrecasaca : na ra do
Queimado loja de ferragem de fronte do
beco dt Congregscio D. 6.
Urna elegante negrinha murabanda
ecolhida de idade^de i4 a
Itvacoxinha cose e tem pn
eagovmado ena tem*Tcioi o que se
alianct, uma escfsvt de 10 a i annot,
oam um filhu uac tena O ibmoi Am lia
presence., engomma ra tito bem A cote e
fat otnais arranjode uma Casa, doit ne-
gros de idade de to a a4 annot de booi
tas figuras e proprios para (odo 0 servico,
uma moleca de 1 a annot com principios
do costuras urna preta de ai a a5 anj>os ,
eogomma cose cotinha o fia: rende
tudo com fianca de bode vendts'' Hpatsand
a Igreja dot Martirios no primeiro andar
do primeiro sobrado*.
_ Uma doria de cadairat um Ctmtp
de assento de palinha : e em bom uto t na
ma Dueita lado doTeiCo D. 6a no primei-
ro andar. t _
_ (Jm molatinho de la annos de idade*/
b.'Jtn pra p*gm o tertonte de um etia ,
iimi preta de ao annot perita ebgomma-
leira .corta e fat vestidos o comisas de
boromem e ama preta do 00 anuos por
2)o,ooo, coiilba, lava roupa be boa
compradeire o tandodeim, e ara pti-
mo negro-para todo o terrifO : ae rua d
i.!oi verdes D. 87
- Ricos leneoa pretoa da gurguro de
teda por preeo rasoaaolt na1oja de miude-
0 p do arco de S. Antonio-
_ Duas morada 1 do casas tersos ns roa
dn Palacete J diUs no largo das 5 ponas,
e nm relogio de don do mealS oa quina
do bato do oovidor aegundo andar.
_ Charutos de H.vaaa de superior
3ualida4g chegados ultisnamenta : na roa
a CrU*T.efc9.
__ Uma barretina para G N. do 3. Ba-
talhio de liaa vista ,j(Bni toBo o'eeu*apa-
reliio : na travesw de S. Jo>e-nas lojas de
sabrtdo do Coa|a. -
_ Uma eacrava de bonita figura de
idade de 19 a ao annos botWmatureira,
engommadeira, eosioha bem offariod'u-
ma case, elavtji t'stblo ; 01 pertendeales
dirijio-ae a ron DireiU tobiado do lado do
LivramoBtoDlSO.
- Meios biibetes da.Woterii da Boa
vina : na roi de Medre de Oeoe n. 4-
- M i os bit botes da Wtorie da Boa vis
la ae rtaa do Cabuga lija la relojoeiro
junto ao Sr. Basmira.
Uma ara de conduro oam Mo col
QWIbe
de campo t na ru
_ Um !i'n c*v*aada.e'ttribaria ; uma
I unta de bois e deas v teas: na ru <
CrozWj0 Q- l t
*Arrot pilado superior a 1
queire no beco do peise frito
eima dt* ? *
Uma porfo de b forode faiinbatde trigo d' mansp o carragady T na cam boa di Cano o
ne padaria do bom pao. dAfcJL
_ Uma escrava meca quf tibe cozi-
nhar aiguma coitt .Jra roupa e optim-
para todo o servico de casa, a vista do
comprador te dir o motivo : ta ra do
crespo D. 8.
A dinheiro OU A praso ?u se tro-
ci por molequas de 16 annot, lando boa
ligaras, ainda que tej..5 vadiot um mo
latinho de.ioa 11 au >ot e uma ioleque
da mesma idade, e_ ura negro: 1 casi
dewRoza na na da
Rjga-se enearecidamente sos Son.
Prefeitos*/ commitsarios e mait autliorida-
des pjUciaes como eivis e militare! ca*-
pilitft d' cmpo e de embircacSes, mes
tre j idreiru e mis de obra,, **pesot
Vlimrt que virem ou aouberem de
um mAtfde flome Bernardiao com ofti-
lireiro, de idade da ao nonos
'sisma menos fugio no dia 7 pa
rente com ot signaes seguirte! :
grosso d'. corpa ps largos ml->s
e coui falta da uoha no dedo pol-

dajls d.
o onToi
i annos de Fiajuino Jote F|
laeTpios di moeda,
Urna eaara#> de neofo de
8 a no aanot boa cozinhaim o amgom
"deira ca>m principioi de costura a aa-
be bem entaboa- r nt rae nova D. 37 no
primeire andasj, "V- T
_- Na loja de eaetdornador na praoa da
Jodpesraencia n. a*o os ieguintes litros :
Alfonciada vida de Julo da Castro Ca-
tecismo de economia poltica, Cames po
s ansas Gergicajortugtsot V Riosas'de Jo-
ido a5 Xavier de \fnloi, historia da Grecia ,
arte poetioave**** Oriento l'eataa.
m* Champagne de Joly, queijot de pre-
to agoa ardente de franca, d'vioho de
Bordeuex t na rus da cadeia valha Dci-
ma 7.
_ Uma carroea de condutir tnateriaet
para obras, e propria para cavallo indo
aeompaohada de seus competentes areios,
e dois silhoes, seado um aovo o outro
em bom oto : a tratar com Loureoco Jut-
tiaao de Siqueira morador ao sitio do
Deiembargador Maciel Monieaf f ao to-
goadlo Manguen. ^p.
16 barril vastos que foro de vinh<>
por preco cftmmodo : na ra aova no ar-
masen) de cepim. ^
os # ^
Escravos Fu idos
-----^"
a No dia t&pera 13 do me* patsado .
desaparese do sp da jang de Jote Zica-
riai de Car-ailio, uma preta de naca6 ja
tdosa f mijito bucal, eam a bajada bastante
grande levou vestido dtj *faihi aiul eoem
sigo uma cria pouco mai va meos de 3
annos., rqga-sea qoalqer^>essoa que a pe-
no mesmo sitio ou no Reci-
-r de a levar
fe na ra da santalla o.
compensado.
_ No dm de Maio se evadi de cal
da Manoel Farnandei Be/erra -na Gidade
do Parthiba o esodk^o Joio ereouto*JBb|
.dado de 19 aonos estatura rnftfc^K
biot groAos tem urna amatri rpWlfa do
mana ferida que leve 5 qaem dote ti ver a-
ticia manda penado lo e conduzr a dita Ci-
dade no varadoaro que sntd recompensa-
do do aeu trabalbo. dWtV <_
Rgate as anthoridades a quem per-
34 que aera re-
, O l^W
gar da nUp esqaarda, cabellos crespos, olhos
de gato Van o rosto ni na Jo de panuos o
espinhat tem orna* orelha furada, nio se
menciona o trajo com qA sabio por ter sido
vitto com oulros diDferenlet > e tem sido
v sto pela estancia o estrada do maaguinbo
tfrtbtlritjtpem Um poni de um sitio,
pede-sea ajoem o^egar Isvar ao teu Sr. na
Tu (la roda D. ao que faga toda a des-
pesa com generosid.de.
- Dimissiana, representa a5 annot de
Idade tecca doJcVpj ,,f*t de denles ni
frente ; fogio c^paJnrro no, .nescoco esta-
tura baia ^ quem sfmegar leve a rus que
segu pare o Hospicio na 4- tata terrea do
Eim. Sr. Jos C.rloi Mariuk que teta
recompensado. ,y
xllviineuto |o. Porto
HVIOS ENTRADOS NO DIA i3.
MONTEVIDEO; 38Jdu,umaca,Brt.
ileira Bbt F de la?) tonel., M. Anto-
nio Jos Vieira carga carne a ce ; a
Ajenio FranciicoJaramos Barrot.
DITO i ,33 dias Polaca Oriental M.fia
Theresa de 85 tonel., M.. Aogelo A-
quinor cargacarne^cca : a M. J. R. d
Silva. .,
g metes Galera A raer i ca-
de 37 lobel. Mestre A.
i^ga ateito t -ao. Mostr, void
gdafjnrn a Ansarina do
Morte. (
SAfleos O B|fSMO DIA
BAHA com escal
Vapor Brasileir
roa aauageuo.
odos os Santos., M.'
carga diversas gene-
vero di RoMf, ^au-
lo Jos da Silva Custodio Martins Po-
reira, Jlo Ferreira de Ataujo, e d
Soisao A. Brunaar.
POfiflksY; Barca Portugueza Tentadora ,
migdio Jo- do^jiveua carga as-
*pssageiroi 9 D-tembargadur Ma-
ris\ Jos,Marques Braga o aua fami-
Joaquim Jos da Oliveira e sa fa-
milia Jejo Antonio de Castro Jeio
Antonio Jos Rodrigues,
e Caotana Lan Fa/reira,
de A teredo Maia, Anna
jetes.
V
OBSERVAgOENS.
Fet se a vella a Polaca Sirda vioda de Mar
seiba, qne eslava Iundi.da no lameirad.
PERK, NA TYP. DE M. F, DE F. i%2$
*

MELHOR EXEMPL


Full Text
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