Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06102


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Full Text

AMO DE 1839 TERCA JEIRA
CAMBIOS.
Maio i3.
Londres 3o 1/4 o~>r 1J000 sed.
I.Uboa 8o por loo premio, por metal, o Acrecido.
Fianca oo a 3i5reis por franco.
Rio de Janeiro to par.
Moedasde fi*V 40000 8#ioo a 8jjf3i.i.
Pezos Columna'ios ijjoo a 1^700.
Ilittos Mexicanis i#6Jn a i^65o.
Pataees Rrajiteiros i#68oa i#700.
Premios das Ult s, pormez 1 i/4 a 1 1/1 por 100.
PARTIDAS DOS COHRE10S TERRESTSi
Cidade da at alba e Villas de ua pret'enco i i
Cidsde do \\i(, Cidac'e Ha Fortaleza e rillas dem.......
Villa He lioianna ........ .
CHade di Olinr'a.............
Villa de Santo Anto...........
Dita daGaranbuns Povoaco do Bonito.. ....
I)i:ts do Cabo Serinhaem, Hio Formoso, e Porto Calvo
Cidade das Alagoas, e Villa de Macei......
Vlla d Paiaii* de Flores....... .
Todos os corrcios paiten ao me'os da.
U DE MAIO NUMERO 05.
Tudo Mor depeiwe de nos mesmos ; da nossa prudencia
mod^raco, e energa : continuemos como P''''"P''"0'
e sereinu aponlados com adiniracio entre as roes mas
Procttimac'in da Assemblea Geraldo BraU
"S.bscreve-se para esta folha a 3>oo por q .artel pagos ai-
' anta-Ios nestaTvpogr.ia, ra das Cruaes U. 5, en fraca
da Independencia) D. 07 e 38, onde se receben, correspon-
dencias legalisada, e annuncios; n>inndo-se estes gratis
sendo dos proprios assigoates e vindos assignados.
DAS DA SEMANA.
Segundas e Sextas feira.
Todos 01 dias.
Quintas feiras.
Dias io, e a de cada mes
dem 1 11, e 11 ditto dittoj
.dem dem,
dem i3, ditto ditto
i3 Segunda N. S. dos Marlyres. Audiencia do J. de Dir. da vara de manh.
14 Terra S. Gil. Re. e ui. do Juisd Dir. da 1. vara de nmnlin.
i5 (lua'rta S '/-loro LJavrador. Sessio da T. P.
16 Quima S. Joo Nepomoceno M. Rei. c aud. doJ.de D. da 1. vara de maulla. t_
17 Sexta S.' Pascoal Bayln. Sesso da Thez. e aud. do Juiz de;Dir. tta 1. virada manhn.
18 Sabbado jeium Venancio M. Re. de manh eaud. do J. de D. de m.
19 Domingo Pascoa do' Espirito Santo.
Mare cheia para odia 14 de Maio.
Ai (i horas e (i minutos da manh. As (i horas 3o minutos da tarde. ,
1 1
1
PERNAMBUCO.
GOVERNO D\ PROVINCIA.
Expediente do da 6 de Maio.
Olficio-* AoCommandante das Arman
para mandar escusar do servico de 1. Li
nha os recrutas do Deposito Antonio Lu'z.
e Jos Luis Cavalcante que fora ju'ga-
dos incipase* pela Junta de Stude.
Dito Ao isfsmo 1 para informar sobre
pretenca d D. Antonia G mcalves Br-
bosa viuva doCirn/gia Mor de Arlilhe-
fia Francisco Alexsndrino de SiqTteira Ca-
neca, elijo requerimeato se Ihe remelle.
Francisco do Reg H>rros Presidente
da Provincia, tendo em vista a melliorexe-
cuca5 do Regulamento de ai de Feverei-
ro do corrente.anno ordena que os arts.
1. a. do naesmo Rpgulatnenlo 6-
qtiem substituidos pelos arts. seguintes.
Arl. i. Na-Villa de Garanliuns e"eni
cada urna das Povoacons de Agoas Bellas ,
Corrente Papacac e S. Benedicto, ha-
vera Agntes eocarregados de tomar cout >
do algoda desta Proviacii que pelos seus
distrctos se transportar para outras Provin-
cias e de verificar 'se todo he manifestado
a Estaca c inapetente Lno lugar para onde
he eondusido.
Art. a. O Districtodo Agente de G-
raohuns comprehenda Freguesia deste
jome menos a parte que respeita a Po
Toacio do Corrente : o do Afjentede Ago-
as Bellas compreh-hde ai Freguesas do
Buique e de Cimbres: o do Agente do
Corrente compreheude o Districlo do roes-
monome : o do Agente de Papacac com
prebende Fregus ia do mesmo nome : o
do S. Benedicto a Povoic.5 do mesmo
nome e a de Quipap.
Palacio do G%verno de Pernambtico 6
' de Maio da i83rj.. Francisco do Reg
Barros.
" Officio Ao Inspector da Thesouraria .
enviando-lbe o Regulamento supra afim
de llie faser dar expcuct.
Dito _. Ao mesmo para mandar abo-
nar commedorias de embarqu" ao Mnjor
"Fernando da Costa Tenente Antonio Jo-
te de Moura e ao A'feres Malinas Car-
los de Vasconcellos que seguS para o Rio
de Janeiro.
Dito Ao mesmo para mandar abonar
Irtz meses de sold adiantado ao Destaca-
. ment PolicisTda Comarca de Flores a vis-
la dos Prets que Ihe forem apresentados
pelo Com mandante Geral do Corpo de Po
iicia.
Dito AoCommandante Geral do Cor-
po de Polica corhmiinicindo-lhe o cont-
Tilo no precedente officio.
Dito Ao Prefeitoda Comarca do Rio
Formoso communicando Ihe que foi ex
-pedida ordem para ser pag ao Cirurgi5
Ignacio Alves da Silva Smtos Jnior as
quantias despendidas com o curativo e
medicamentos dos presos pobres de sua
Comarca de que tratad os officios de 3o
de Ncvembro do anno pissido O 3o de
Abiil prximo findo.
Dito Ao ProTaotor-Publico desta Co
mares enviando Ihe diQVpntes doc'u en
tos sobre o soldado de Polica do Dstica
mento'da B.rrein da Pjnte'da M'g'lal-na,
que desertou levando a quanlia de 5iUaoo
res do rendiment? de urna semana da dita
llarreira aTimdeque proceda contra o
mesmo soldado.
Dito Ao Inspector G'ral das Obas
Publica, ommui.ic.'iidu Ihe o contudu
no officio supra.
Dito Ao mesmo para enviar a Presi-
dencia a memoria explicativa do Projecto ,
e Plano da casi de pris5 com trabalhas pa-
ra esta Cidade afim dequs se possa dir
as precisas providencias para constrnccio
da dita casa.
Portara* Ao Inspector do Arsenal e
M irinha para' fornecer as precisas racSes
de embarque a familia do Major Femando
da Costa que seg'ie para o Rio de Ja-
neiro.
I) to Ao Commadante do Brigua
Niger para receber a seo bordo e transpor-
tar para o Rio de Janeiro o Major Per
nando di Costa e sua f nente Antonio Jos de M' u a e Alferes
M.thias Carlos de Vasconcellos Motiteiro
Dita Numeaudo a Joaquim da Fon
ceca'Soares.de Figueiredu ,'para encarre-
gar-se dos exames e riconhecimento da
Estrada que corre desde a Ponte do Soc
corro at a Povoaco da Eicada pelos En ge-
ntos Sussnna Macug e Caraunas a
fim de formaros planos perfiz e orcamn-
tos das obras precisas.
Officio Ao Eogeiiheiro Augusto Hers-
ting, communicando Ihe o couteudo na
precedente Portara.
THEZOURARIA DA PROVINCIA.
Expediente do dia 8 de Maio
Officio- AoCommandante das Armas,
com os requerimentos de Antonio Jos do
Espirito S uto e Augusto Jos Leopoldo
para serem pagos dos vencirutntos, que Ihe
forem devidos.
rJito Ao Insprctor'd'Alfandega para'se-
rem recolhidos a Thesouraria os Bilhetes
do rendimento da mesma Alfndega do
rae?, de Abril prximo passado.
Dito Ao mesmo com a representado
do Cnsul Britnico respeito de huma
porca5 de ferro pertencenle aos Negocian-
tes Starr & Comp. para, satisfaser ao des-
pacho do Exm. Presidente da'Provincia na
mesma proferido.
Expediente do dia ib.
Officio Ao Exm. Presidente da Pro-
vincia informando o requerimento de Jo-
t> Monteirod'Andiade Malvinas.
Dito Ao mesmo informando, que a
gratificica da 3of res que se abona ao
Commadante da ilha de Fernando be em
virtude de ordena anteiiores do Governo
da Provincia as forragens para duas c*-
valgaduras peta Tabella de u8 de Marcn
I' i8a5; ea gratificaca ad licional pela
L"i do I. de Outubro de 183>4-
Oito Ao Commadante do Coi po Po-
licial resp indend Ihe 1111 po le mandar
ap'omptar os bjectos que se fasem indis
ensaveis-no Hospital Regimontal do mesmo
Corpo 1 enviando a coata legalisada para
ser paga. ,
Dito Ao Capi'a5-m r Joa5 Cavalcan-
tftd,Alhuqujrf|u&.pa.-a manir reeolher ao
Cofre da mesma Thaso.ura/i com toda a
brevidade a quanlia da 7aoUooo reis que
como Testamenteiro do seu Jallecido Pai se
acha devendo Fsenda Publica da sisa da
Propredade d Pindbi como consta de
orna relacaSdada pela Camira Municipal
da Villa do Limoeiro.
Dito A Manoel Barbisa da Silva pira
entregar o Cofre da Thesouraria antes do
fim corrente mes com a quanlia de 6o' U.ra-
que recebeu do finado Eicrivio Jos Pedro
Ab>xandrinao proveniente d'arrecadaca de
sitas e meias sisas que estove cargo da
Cmara Municipal ds Villa do- Limairo ,
como consta de urna conta dada pela oaes-
ma Cmara.
Dito A Joaquim Pedro de Lima pa-
ra entrar para o Cofre da Thesouraria an-
tes do fim do corrente mes com a quanlia
de i58Uooo reis que recebeu do ex The-
soureiro Joaquim Jos de Olivera prove-
niente de sisas e meias sisas que dei-
xaraS de er arrecadadas, pela Cmara tj.a
Villa do Limoeiro, como consta de huma
conta dada pela, mesma Cmara.
Dito A D. Antonia Maria d'Mbu-
q.ierque para mandar recolher ao Cofre da
Thesouraria antes do fim do corrente mez
a quaotia de 4o3945 reis que tem ^m
seu poder como em deposito proveniente do
rendimento da siza ou meia sisa que dei-
xou de ser arreedada pela Cmara Mu-
cipal da Villa do Limoeiro como consta de
huma relac* dada'pela mesma Cmara..
Portara A Manoel Joio d'Andrade 1
Agente nomeado para a Villa de Garahuns
na forma do Regula ment de ai de Feve-
reiro do corrente anno com o titulo da
sua nomeaca e G exmplares do mesmo
Regalamento ees Livfos que este se re-
fere a fim de entrar em exercicio no 1.
de Ju'bo do corrente anno.
gual Portara se expedio a Antonio
SebastiaS Freir Agente da Povoaco de
S. Benedicto a Jos de Barros Correia ,
da Povoaco de Papacara a Joaquim L-io
Dias Machado, da d e Corrente e a Ni-
colao Florentino d'Albuquerque MaranhSo
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta be a mesma do num. 98.
OBRAS PUBLICAS.
Nos dias :>8 ag a 3i do coreen te mes
se por em pr;ca a 4- 5. partes da
estrada de S. AnlaS oreadas aquella em
g:5i396a rs. esta e.n i3:33U%^c8 reis;
eo 5. Unco da de l'.o do Albo avalia,do
m ().()>.'iI '. > res. 0< Licitantes sao
convidados a comparecsi competentemente
habiltados de fndores idneos em os men-
cionados dias ao meto dia a dar os seusjcfis
na Repadica das Obra? Publicas ondo
esli patentes os respectivos orcamentos,
descripces e condicons para serem pe-
los pertendentes exam-mdos em qualquer
dia til s hora3 do expediente.
Inspercio das Obra3 Publicas t3 de Maio
de 1839.
M o raes Ancora.
Na Sala da AddBnl ac Fiscal das O-
bras Publicas se hade v 'ndr em asta pu-
blica quero, mais paos velhos de diferentes .grandesas (ira-
dos da ponte da Boa-vi?ta avahados pelo
respectivo Mes.re Carpinteiro em seisceu-
tos e quarenta reis. cada mu importando
secenta mil e oilocentos : as pessos quo
perteaderem podem contorrer na sobredna
Salla no dia 16 do corrento para darem,se-
os lansos e vgajtder-se a quera mais der :
cujos seachaS em PaLcio velho por de-
trs da casa da Retacad : os pertendentea
os poder ir ver.
A. F. de Moura.
A. F.
PREFECTURA.
Parte do dia 11 de Maio de 1839.
dade Aguas Bellas.
Diversas Reparti^oens.
ALFNDEGA DAS FAZENAS.,
Os Srs. que pertndem o lugar de Guar-
da (pie nao comparecers para serem ex-
aminados podem virem boje pelas 10 bo-
tas da manilas.
Alfndega 1 3 de Maio de 1839.
Jaco me Gerardo Mara Lumarln Ja Mello..
Illm. e Exm. Snr. Parlecpo a V. Ex.
que das partes hoje recebidas consta ao-
menteque f<>ra5 presos hontem minha
ordem D verendo Manoel d'Aguiar por nm solda-
do de Polica por ter (trido na cbe ou'ro preto*, e Manoel Fernandas da Sil-
va branco poroulro sol-la I-.a do mesmo
Corpo porliaver feito igual ferimeotoa
um sugeito qH lia v ia sido seo patrio cu -
jos presos tiverio b competente destino.
Dos Guarde a V. Exc. Prefulura da
Comarca do Recife 11 de Maio de
1839. Illm. e Exm. Sr. Francisco do Re-
o Barros Presidente da Provincia,
Franeisco Antonio de Si
feito da Comarca.
Brrelo Pre-
garte dia
13.
Illm. e Exm. Snr. Forfo presos hon-
tem a minha ordem liverio o compe-
tente destino: Jos Wartni Cordeiro da
Cunha, pardo, e Eduardo Daniel da
Silva Lou-eiro branco, peto SubPiefe,-
la da Freguesia de Santo Antonio, este
por aT deaerior do Corpo Po/.cial, e ..
_



ww
ai
DIARIO DE
R
quslle por lerespancad a Constantino Jo
i* Teixeia ; Theotooio Vai de Carvalho ,
e Manuel de Li brincia por nm sol
dado do dito Corpo por briga ; ftlanoel
Francisco d'Azevedo, a Fflizardo Fran-
cisco pardos, pelo Sub-Prefeito la Fre-
gueaia da Boa-vista ete por ter acollado
eos sua casa urna preta 0 aquella por te<
seguido a outro pardo coas buma faca de
pona a qual I ncou fora na occasii* de
ser preso Ponciano Ferreira de Lira ,
tambera pardo [~lo Sub Prefeito da Fre-
guesia da S por ter drizado fugir o pra
zo Goncalo Jos da Silva qm Ihe Tora en-
tregue para ma ser appresentado por ter
sido encontrado condusindo urna preta fur
tada,- e Manoel Ignacio Maroto branco,
pelo mesmo Sub-Prefeito por ter dado
agasalbo era sua casa a dita pieta e an-
dado a para o Cedi qual escruva foi
apprehendida e entregue a seo senhir.
E' o que consta das paites boje re-
Cebidas n'esta Secretaria.
Dos Guarde a V. Exc. Piffttifura da
Comarcado liecii'd 12 de Maio da i8ig &c.
Parte do di i3.
Illm. a Exm. Snr. Fora presos hon-
tem a minba ordem e tiverad destino:
Edevard Bale e Hsn>y D neo, Ingtezes,
pelo Sub Prefeito da Fieguesia do Recife
por estarem bastante ebrios ; Mara Lou-
lenca preta, pelo mesmo Sub Prefeito ,
a motivo e ter dado com nm fundo de
garrafa etn huso mendigo ; Antonio taro
b ni preto e escravo de Joaquirn Jos de
Abreo por um soldado do Corpo Policial
por ser encontrado tarda da noile encoba-
do urna esquina ; e armado de um fu
rador ,- e Appolinario tambera preto e
escravo de um Ul Costa pelo Sub- Pre-
feito da Freguesia da Boa-vista, por estar
ebrio, e suppol-o fgido.
E' o que consta das putea boje receb-
das nesta Secretaria.
Dos Guarde a V. Exc. Prefeilma da
Comarca do Recle i3 de Maio da 1859.
Diario de Pernambuco.
S*
CEMITERIOS.
Etre ou n'etre la qaestion
est l- (1)
Si. kespear.
Por mais que a ignorancia e um zelo
mal entendido d'alguns homens pela Reli-
gilo, queira desacreditar o edabekcimen-
to dos Cemitertos e negar os salutare* ef
feitcs qne d'elles nsnlu nSo poder
ja mais fazer, que se despreze urna medida ,
tionreessaria para a salubridade da atmos
fera e que nada tem de contrario a os pro-
caitos da nosaa Santa Religio ; antes um
tal estnbereclmento lbe ioteiramente con-
forme, como no desenvolvimento deste ar-
tigo completamente provaremos. *
Nao pertendemos faser um discurso so
bre a bygiena, os sabios o tem feito ; mas
cumplir com o derer de escriptor publico,
cooperando quanto permiltirem as iiossas
fui cas para felicidade publica e para que
puntualmente se curoprtd a leis existentes.
CJuauta influencia tem no notso organis-
mo o ambiente d'uma experiencia lio an-
tiga e d'uma verdade to sabida que des-
necessario seria fazer a sua e x pos i cao. Na
toidade quem boja desconhece, que ni
podemos fazer a nossa vida mais Jonga por
iseio da hygiena phisica da moial, e da
poltica; e que na phisica tem o primeiro
logar o ar que respiramos e que nio sen-
do esta ar puro nos vem tirar do equilibrio,
em que deve existir a nossa crganisacio
phisica ? E' por esta razio que os philoso-
plios, que trU5 da hygiena observad, que
a vida rural, nio so pela moderacio da
mesa, mas lamban pelo ar puro, que ae
respira e al* pato menor numero de pea-
soas, que nos eerca fd a ser iodispen-
savalpara a durecoda vida. E se a nossa
saude depende at das pessoas que nos
etrcaS como fasemos timbre de vi ver cer
cados de morios 7 Quintas rezes nao temos
visto, nessas missas de madrugada (lio no-
civas ao phisico_, cm<> *o moiaU igualas
(1) TiaU-e da riU, t da uiorte*

O A^
m7T'
pesoas cahirem sam sentidos; na ^Pf
snabnrem, as portas dis Igrejas^Esse-
morliferos eff-Mtos maivs' deix5 sentir na'
Igrejas do Rosario Terco Martirios, r
ootras, que por pequea tem o ar mis
corrupto, e por is'o fazem o seu effeito
mais profflpto. Temos visto desenterrareis
se corp '8 ainda com as carne* pegadas aos
ossos. Foi para evitar os ptridos, e mor
tiferos efluvios da putrefacclo dos cadave
'es que os n 0*913 Legisladores fue rao o
-i" do Art. 66 da sabia e proficua jLei d--
188 que al hoje nio lem tido o seu de
vido efTito. Nio conhacemos a cauta des
ta omissa; se se teme um acoutaeimento
igual ao da Bahia; se por falla de dinheiro
para es* estabeleciment, que requinta no
estado civil das naedes.
Sara um acto irreligioso aeJificaco de
Centiterios longe do coracio das cidades,
0"de se enterrem os cadveres ? Se olhar-
inos psrfl a antiguidade veremos no Egypto
os obeliscos, scolunnas, as covas pro-
fundas, e as pirmides sarvindo de tmu-
los; os Gregos e Romanos elevava5 os
seiis lumulug a entrada dis cidades, a o
longo das strachs margena do mar;
mas nos seus terplos 10 haviad victimas,
incensa, e sacrificios. S nos temp'os da
verdadera religiio devera ser enterrados os
mortcs \ nos templos do Deus da vida dio
de ir os christios procurar amorte? Os
primeiros christios enterrava8 osous mr-
tires nss igrejas; mas com o andar dos
teropos foi esta honra tmente concedida aos
principes pessoas ditinctas por suas qua-
lidades, ou bens. Theodosio o Grande,
segundo nos diz a historia, renovando os e-
diitos de seus antecessores, prohibi, que
se enterrassem os cadveres na cidade. Car-
tos Magno, a pedido do Bispo d'Orleans ,
prohibi seni excepeo de pessoas os en
terrtmentos as igrejas.
Se consultarmos a dpiniio dos modernos
a clin I-osemos concordes nestes principis
mulos de quase todas as nacoes civilsadas ,
veremos collocadas as cinzas de seus cada
veres em cernitei ios, fora das cidades. Diz
Chateaubriand, quo o Cluistianismo, dio
tinguiodo-se das mais religi3a tem eolio
cado as cinzas dos Seis a sombra doa tem-
plos do Senhor e depositado os morios no
seio do Deius vivo. A*sim ; mas Cha-
teaubriand filia contra as icces abomina-
veis dos revolucionarios da Franca, que
desenterrava as cinzas dos morios, para
eos
armas, catea distinctifos do p>-
der, edagrandesa, que pendem do alto
lestes tmulos, to trasem a memoria os
males cansados pajf ans e aofridos por ou
tros em qunto pra elles existi Troia.
Dum Troia fuit -*
Maa para qua nos caneamos em persua-
dir urna verdade, de que toda Provincia
est convencida ? Ai nossas Confrarias e
Irmtndads, cemos, que nenhum duvi
da terio em abracar urna Lei, cuja utilida-
de c lio saliente; e a nossa Cmara Muni-
cipal a quem est entregue o cuidado da
saude publica bam poda comprar um ter-
reno para ao depois delle vender s ditas
Confrarias, elrmandades, a porcfo que
cada urna adiar conveniente para o seu Ce-
miterio, e o resto enllo Bcar para os que
nio pertencarem s essas associacoes reli-
giosas e pira os pobres.
Da certo que melhor destino se nio da-
r ao dinheiro que existe no cofre nem
outra coma se pode esperar do patriotismo
dos Ilustres Membros da Cmara Munici-
pal desta Cidade.
Exterior.
O nosso correspondente particular de Ma-
drid em data de 13 da Marco nis comuni-
ca o segninte.
Madrid la. Ha ja bastante tampo que
Ihelenho annunciado aquilb que poucos
accreaVtavam tivessem probabelidade isto
he, o projecto matrimonial que havia en-
tre nessa ovem Rainha e o fiibo mais velho
da D Carlos.
Affirmam que o nosso embiixador em
Paria o Conde de Florida blanca escrevera
a sua familia disendo Ihe que os negocios
da Pennsula iam a protacosarenvse pela
reunio dos plenipotenciarios estrangeiros
que existe em Londres; qua se pora' fim
a guerra civil casando a Rainha com o
(illio do pertendanle, e sahindo este de Hes-
panha para a Italia onde residera' com
a Princesa da Btira : porem seus outros
fiihos podero residir em Haspin'ia sa as
sim ibes conviar recebendo huma somm
annual paga pela naci.
Nioaccredita V. o que disem os peri-
dicas respeito a prxima vinda a este paiz
para) entrar ao aervico da Rainha-1 o Joven
Principe Lniz Napolelo prirrreiro porqae
o governo nio Rio permttiria asegundo
oaquelles lugares ediesrem prisoes, e'que j por que em Hespanha o nome de Napolelo
lan^ava os cadveres nos montaros pura j nio merece sympathias seus feilos neste
paiz nunca serio esqueridos pois esli
consignados na histaria 1
Vamos agora ao Snr. Conde de Lacana:
S. E. continja dando seus pisseias milita-
res cuidando com o maior escrpulo em
nao fasar damno algum o Mtrot nem a
nenhum do* seui S. E. longe deavancar
retrocedeo desde Lodosa tem duvida com^
o piedoso fim da que o Cbi lioissimo D.
Cario, posta anislir procicSes da sema-
na 5t. com todo o sucego; S. E. recupa-se
com tudo em arranjar a dispor ludo no
governo de Madrid a assim he que ja por
ordem tua (isto he por um firman de dicta
dor ) torasu potse do commando em chefe
da guarda real o Tenente general D. Ge
ron 1 rao Valds e foi nomendo Capitioge
neral da Catalunha para substituir o B*rio
de Mear e inepto general Rodil, aquel
le mesmo que nunca pode com vinte cinco
mil homens bter nemalcancar Gomes.
Estes dous Snrs. assim como Al novo capillo general de Andaiutia Caira-
tala, O General Narvatz, (pi o tlente D
Ramn, M. Narvaei ) o proprio Espartero,
eosgoneraes que disem vio a substituir a
Mendes Vigo, e Latre nos seuscomman-
doa de Estremadura eCast.Ha a Ve'a,perten
cem a pandikba chamada de Ayacucbo :
quero diser, todos elles se acharlo na
verganhusa derrota que no sitio daquelle no-
me no l'eru' soffreram as arma* Hspanho-
las, e pelo que em lugar de aerem fusila-
dos a sua chegada a Hespanha, forio pre-
miados, gracas ao muito euro que etpa-
Ibaram pelas secretarias do governo desp-
tico. Esta pandilha looga de procurar
esconder-se tractoa de assumir o poder
a forma urna especia de massonaria mui
particular. Queresa diser que o general Ro-
dil vacilla em partir para o seu novo desti-
no porque Iba dizem que os Catadles em
sereno delacerados pelos cies. O Comiteno
um templo um logar bento a ca-
sa do Senhor, lano como outro qualquer
templo da cidade o qual, por todas as ra
^5es concorre para o fim de sua creacio- E'
ali, em um lugar longe da pertu baclo d*s
cidades em que o hornera nio ve co-
mo nos ricos e sobarbo* templos cuje-
los que lbe poss.5 atlrahir os sentidos e
ofuscar-lhea imsginacio : as nossaa Igre-
jas o concurso do povo, a riqueza doa al-
tares a profuzo das luzes o encanto dos
instrumentos, a harmona das vozes, tudo
nos convida distraer ; pizamos sobra as
cinzas dos nossos similbantes, cacamos so
bre os ossos dos nossos mesmoa paes sem
iue Ibes digamos ao menos descanca ero
p. venerandos, os mais medonhos e borri
veisme.-mo perdera toda a sua virlude pelo
uso, e costume de seren vistos e conside-
rados. Mas sio mui d:ver.-os os sentimen-
los, que nos cecupa, quando visitamos
um Cemiterio. So a lembranca da morte
enche todo o nosso cerebro : a aolidio nos
causa horror; se o vento sopra snppomos
ouvir sabir urna voz do seio dos tmulos;
se canta um passaro, lembramo-nos da ve-
locidade com que passa as glorias deste
mundo; se cahe urna folba recordndo-
nos da comparacio do Sanio Job quando
diz; A vida do hornera similhante fo-
Iba, qne o vente leva contra folium,
quod vento rapilur. Urna flor viva ,
e fresca o bomem na sua mucidade ; a-
quella l >r murcha retrato da aua velhica
E' n'um Cemiterio longe do murmurio do
povo, que nos, a simultanea do piedoso
Troiano que coosiderava todaa as desgra
gas da patria nos quadros que ornavao o
palacio de Di do, recoi damo-nos do q' forao
aquell-s que jazem agora envollos no p ,
eoacioza, E1U1 iosipe5ti, ettea dial-/gr, acham maii aaptiafaitoa con o
pelas tro-
tem. O
samen-
darlo de Meer, qua he ad
pas em raslo de bem pagas
Bario de Meer nio roul-a ,
le applica os productos das rendat^%| pro-
vincia a manutenclo das tropas e entre-
gados Pblicos. Nio fallemos da maneira
como tem hido limpando aquello principa-
do da ranal ha callista reduziodo-os sem
pre ao mais piqueno circu o de territorio,
a que sio commandadot pelo melhor gene-
ral que D. Carlos ; isto be, pelo Conde
de Hespanha. Nio julgue V. que digo
iato por amisade que tanha com o Bario da
Meer; nunca falei urna palavra com S.
Exc. '
O Ministerio fnnda suas esperanzas pe-
cuniarias noa exfo'COS qua em Londres pra-
tique o Conde de (Urenden : infelwcs.'!
julgam elles que os capitalistas Ingleses
hio de fiser caso das palavras doces da-
quelle fidalgos? S. Ex. quera faser o trata-
do de commercio, porem nio o consegrje se-
cundo dados positivos que tenho em meu
podar.
O Governo nompou o Snr, Argaiz, Te-
anta Coronel d'artiibiaiqoe eateVe aggre-
gado a nosaa legacio na Itussia para seu
ministro, jttnto do Piesidenie das Estados
Unidos da America e o Snr. Caldern
para Ministro do Mxico. Todo mundo
se escandalisou com eU ultima nomeac,ia
pela simplissima raslo de que este Sur. he
ameiicsuo, e por conseguinte nao pode
nimprir com o seu derer. Se for fiel a
Hespanha, ser olhado naijuelle paiz como
traidor a soa patria, e sera tal a preoccu-
paci contra elle, que aquelle goterno sera
obrigsdo a tratal-o com certa indifferenfa,
e pelo contrario, se consegue ser bem re-
cebido e rfactsdo pelos Mexicanos Claro
be que s poderia consegail-o sendo Infi-
el ao Governo Hspanhol.
Em verdade que admira como o Sr. Pe-
rex de Castro cometteu ou permitiu come-
ter tamanho desalio I qualhavera' sido
o poderoso influxo que mediou neste as-
surapto ? eria a casla rogos do governo
do Mxico ? Tantas outras pessoas mais
proprias para semelbante lugar seachio de
parte e sem destino.
Admira quefstes ministros senlo demi-
lm quando veem que nio nspiram a con-
fianza aos capitalistas e que as classes to-
das quecompoem esta naci obseivo eo
peiorar aua sorte de da a dia. O refor-
mados, por exemplo, tristes merlos de
fome, limitam aeu alimento a perseguir
com olhos vidos as abundantes provisSes
da quatro mandarina, qu andam nadando
na mais escandalosa sbondancia. As infe-
lises viuvas, cojos maridos morreiio no
campo da honra esto peitcendo de fome.
Ot empregados em aclividade stfgeitos as
cprixo as mndancas.e soffrendo a desi-
gual e injusto reputicio dos fundos. Nos-
,'os fabricant s commerciantes e la-
vradores pagandi' mais coulribui-
edes do que podem arruinndose em
quanto que quatro bandalhos se tornera
ricos com as delapidacoea qua sobernas
taes contribuic5es antes de se deslnbui*
rem.
Cauza horror e desgoslo o ver ludo
islo.
(Nacional de Lisboa.).
NOTICIA DOCORREIO.
de Hespanha.
Temos folbas e cartas de Madrid qua
*li-anc De pone interesa sio as noticias rece-
bid.s. Corra a rozem Madrid de que o
marquez de Mimfloies embaixador em
Pzris escrevera disendo, se bia a proto-
colistr a Hespanha e que dentro em um
mez ae concluir' a guerra com um cass-
mento !
O tystema dos protocolos esta' boje lio
desacreditado que coavem muito que os
libertes hespanboes estejio alerta para qua
Ihe nioarmem novos lacos que kpossio tra*
zer consequencias tristes para a liberdadi
do seu paiz.
Em uc-ssa correspondencia particular vea
to nossos leitores oque hade mais inle-J
ressante.
O famoso P. Larranga ex confr-ssor qu
foi de D Carlos, e refugiado em Frao<
ca em conseqnencia dos successos de quw
sio theairo Nararr* e as Prorincias Vascon^
MUTILADO



TP"*P

DIARIO DEPEBNAMBCO.

seguate Carta a aoi poros
gadaa diriga
deltas l'
NitfJ^: Tendes presenciado ama
grande aniastrophe : o terror pnico domina
boj* em (Navarra. Um tirano selevantou
cora o commando suppremo, e absoluto, e
) proclama a destrtrcio do .edificio monar-
cbico, que tasoobeteis sasterem toda a
aua purs* e espleador i cuita do sin-
gue dos vossos filhos vertido em torren-
tes nesse solo classico de lealdade e da re-
gio.
i Navarros : Em Esteila foram assassina-
dos por um traidor qu 'tro d.>s rossos mais
fifis e melhores generaos doexercito real.
D. Carlos approvando aguellea assassigna-
tos com um real desacert sanccionou seus
mandados, que Marolo pos em execucio.
O ingrato principe premiou lio altivo
smente o saogue que tendes venido, Na
varros, para suatentar suas pietencdes ac
tbrono de Castella.
Voluntarios ; memoria dos rreroes sa-
crificados iraidorami nle em Esteila pede
vinganci. Os home ns mais teaes ao rei e
os mais firmes spoios do tbrono os vedes en-
rarcerados, perseguidose expulsos para ter-
torioestrangeiro pela espada de um soldado
ou-ado e desleal.
Navarros ; somos vendidos traidora-
mente. Aliados unidos espnlsemos do
reino aos que sio nelle intrusos e nos t-
veridade de sua disciplina a sobre tudo ,
o bom senso do paiz.
Rocif, ladeMaio, 1839.
Jjs Soares d'Azevedo.
rioisfo ; a essa luibi de aventureiros
querem engrandecer-se a cusa de
que
00550
Viva a religilo, Viva Navarra, o seas
voluntarios. Em tranca 4 de Marco de
1839.
Fr. J. de Larraga.
(dem).
MXICO.
O general Sant-Anna acha-se melbor de
suas tundas, e foi nomeado geoeralissm >
das Torcas do Mxico que se estavi
reunindo para se opporam aos franceses.
Mr. Ptkaiibao, fui do primeiro de Janeiro
a sua babilacio ero Manga de Clava a
curta distancia do Vera Cruz, onde leve coro
elle variaa conferenciaste como este ministro
brilaonico dtclarou a suaintencio ao gene-
ral mexicmo, bem como ao commandante
fiancez de partir no da 7 para o Mer-
co julgaya-se qne as forcas francesas e
Mxico jalga-su que as forcos francesas
e mexicanas esperano pelo resultado de
seus esfoicos para compor as diferencas
entre as duaa part s contendoras, antes que
passem 1 notos extremos.
(Uem).
Correspondencias.
Srs. Redactores. Nao lando au a honra
deconhecer o Sr. Joz Francisco Martina
d'Alroeide, uem de com elle b ver tido re-
hces algunas, mesmo indirectas merec
todava aquello Sr. a Correspondencia
que VV. SS. se dignaram pub icar com o
tu Diario w de sexta feira ultima.
A minha resposta a um I,bello simillnn-
te, nao serio insultos ero convicios: se-
ra o profundo recouheciment -de mais de
jchefes de familia, que coolliram seos
nlhos a esta Iustituico apenas plantada,
ocujo testemuubo invoco } ser a lingoa-
gem unisona e publica de oacionaes ees-
"ogeiros, que na capital do Imperio visi-
UumoColleg.o Eiutacio, e observararo
o aeu rgimen j e sei o que mesmo entre
noija tem publicado os mais acreditados
jornaes de Peroambuco.
Nem o menino de que se tracta me foi
Benc entregue por seu pai, o Sr. Martina
dAlmeida, nem eu tive nunca a bdtra
* de ser prevenido do carcter desoe men
o Outra foi a pessoa que me pedio o
ttaue com seu irsaio Vequeotar este C/>l-
eu'10 ao que por condescender annu,
'em Por iso receber retribuicio alguma.
es=a pessoa pois pe tenca responder, se
1u'aar vehemente Correspondencia do
ar-Almeida, e ao faci todo adulterado j
S" *IU encerra.
IMisroenle, o crdito do Collegio Pr-
ucano pousa jem bases provavelmen-
juras que sio o reconbecido aprovci-
Srs. Redactores. Muito me conformo
com os exclarecimeotos que Vms. se digna-
ras prestar a minha correspondencia inser'a
no aeu eonceituado Diario N 91, assigna
da O luvejoso ; e smente laboro anda
na duvida de quaes seja as honras milita-
res que havendo-as perdido deve perder
igualmente o goso da distinccio que Ihe foi
concedida pelas seos relevantes servicos;
porque se cooceder-mos a essas palavras
(honra militar) toda a forca que ellas expii-
mem : concho que todo o militar que dei
xar de o ser, tem perdido as honras mili
tares e por conseguinte tendo alguma c>n-
decoracio ou distinccio que tambem sio
honras militares estas igualmente perdeo
o direito !
S-j o militar demltido perde as honras
militares; entendo aquellas honras iohe en-
tes ao posto do qual sademittio, deixando
por consequencia de uzr di uniforme mi-
litar; mas nunca dever perder a sua des-
t necio, ou condecoracio, que o sgnal
ou o sello das cedes heroicas, ou sei vicos
elevantes que pre-tnu.
Se as loslrucces que accompanbara o
Decreto diz queso nente ser permitlido
o usod'esta distinccio aos que fizera toda
a campanha; claro est que ella nlo s
propria dos militaras.
Sa o militar pode uzar da distinccio pos-
ta na cazaca tambera est claro que ella
no privativa aos militares; e mesmo por
que o 3o das mesmas Iostruccoes s diz .
dever ser ella posta no lado esquerdo do
peito.
Se ss Bccfca heroicas acompanhaS o be-
toe a sepultura, oadestinegao nio depen
de do fardamento para ser uzada, como
perder esta distinccio o militar demitlido ,
porque deixou de militar, e de usar do
uniforme^.'
Perdem Srs. RR. outra vez o importu-
nar com estas nhas Glhas do desejo de a-
certar, para o que Ihesssjggo o obsequio de
tornarcm a exclarecer-sjjflfc que lbea ser
loTPr
O Invejoso.
Veremos, se nos possivel contentar
a o nosso Correspondente e esforzar nos
emos por fazel-ocom a maior clareza pessi-
vel.
Quando disseffios que o militar, que
perder as lio-iras perde. o gozo deata dis-
tiuccio; queramos fallar da peda das hon-
ras militares, em viituda d'oma sentenca
candemnitoria ; pois j mais o termo per
dersepode tomar naaecepco de deixar
da ser, como quer o nos-o Corresponden
te; pode-se deixar de ser > por lvre von-
tade do agente; mas quem peid- nio
perde por urna vontade lvre. O mil lar ,
que der baixa por sua lvre vontade perder
ceitis honras que sio immediatas do seu
O quarto pargrafo est tambera incluso
no 1 Quando o militar perde as suas hon-
ras em virluda de sentenca condemnatoiia ,
perde tambem esta e todas as outraa dis
linceos militares. Tal a aossa opinio ,
salvo mtliori judicio.
THEATRO.
No dia i5 do corrente em beneficio de
Francisco da Rocha Preto, haver o se-
guinte Expectaculo : Representar-se ha a
Peca Trinla Annes, ou a Vida de um
Jog >dor. No fia da Peca a Actriz Mara
Joaquina da Conceiclo eom o Actor Pe-
dro Baptista de Santa Roza cantars o joco-
so Duelo intitulado a* As Astucias de Pisca-
pim.
Avisos Diversos.
eternamente agradecidoJ
Jos Pl.cidu Nunes Pacheco perdeo
trez meios bilhetes da Lotera da Matriz da
IJoaviala, que corre no dia t5 do corrente,
o primeiro bilhete de n. 3Jy; tendo no
verso o nome do annunciante da Snciedads
com Antonio Jjs Das, o segundo de 0.
3.9, rom o nome no verso de Jos* Jer-
nimo da Silva eo ultimo n. 5 Jcjj ; toga
por f-ivor ao Sr. Thesourerono caso de sa-
bir algum premio nao pague sem ser ou vi-
do o annuuciaute.
__ Compra se um selim inglez em bom
uzo : neata Typ.
_ Precisa se alugar um preto cance o
para canoa a'agoa : qrjem o ti ver diiija-se
ao ai nid'.em do sal o tanque d'agoa que
achata com quem tratar.
_ Vende se, tu Iroca-se por um negro,
urna parrara do gento de Angolla que sa-
be coziubar fazer al^umas quahdadea da
doce, coser chio tnsaboar, e engomar ,
de idade de so a %.\ auuos ; na ra do Ro
sario larga D' 13.
Vende-se rap de Lisboa chegado
prximamente : na I ja da Praciuha do Li-
que foi do Se. Herculano Jos
e entenda de ortatices : quam esliver ues-
las circunstancias anauacie a sua mora-
da.
Arrenda-se huma grande casa de ?-
veuda com bastante terreno de plaotacio
com algumas alvores de fi ucto ; assim cobo
tambem arreada se hui formid.-vcl Otaria
com muito bom barro uu lugar da estra-
da do Luca como quem vai para a I-
greja do Romedio: quem o pe tender dirja-
se a Jos ilignio do Miranda ou a Viuva
do faiescido Manoel Izidro de Mianda.
Quem precizar de hum Official de
Pedreiro ; com bum discpulo para ta-
balharem em alguma .bra neata Pisco di-
rija-se aa esquina da Praciaha do Livra-
ment loja de Burgos.
Carlos YVries Professor da Lin-
gos Iogleza desta Cidade, pode admitir
em sua aula particular, a tarde, tres albi-
nos, para o eosiao tanto do Inglez como
do Francs e Hespanhol para \>i ,
escrever tradazir 8 fallar igualmente
pode de manbf das Q as 7 ir dar litio a
a'guma caza, Quem ae quirer utilizar da
de seo prestmo pode o procurar na ra
de S. Francisco defronte do beco da Tau-
d'agoa caza d'um andar.
_ Aluga se urna casa pequea que te-
i.ha cacimba e quintal sendo no Monde*
go passagem da ponte para c, Maoguinho,
Solidada : quem ativer annuncie uu di-
rija-sea raa Direita a falar com Manoel
ISuarque de Macedo.
__ A pessoa que annunciou ter para
vender urna duzia de Cadeiras e huma
marquesa de palhinha boma mesa de
salla tudo de angico com pouco uzo ,
a moderno : dirjase a3 Forte do Mattoa
na venda de Joaquina Francisco de Uulom,
que abi achai com quem tratar.
Quem precisar de um Catabro Por-
tugez para loja de fasenda ou -de iu* .
auuuucie.
O official purjador e oleiro ou du
feitor, que se clferecao para urna das cou-
us: dirija-so a pracinba do Livramento
loja D. 19.
Veude-se lijlos de alvenaria e face de
tapamento sendo de encomenda na ularia
do Passo Giqui : adverte-se quo be boat
barro e boa forma.
Veude-se um negro bom official de
vramento ,
de Freitas ; o qual tambem rebate alumas 9pteiro e cosinheiro ,e de boa figura:
letras, e d algum dnheiroa premio com :os prndenles dirija se a ra do Vrgaria
hipotecas ou boas firmas. i D. la.
l'ri ci-a-se alugar urna casa terrea pa- Prccisa-sa arrendar hum sobrado da
ra pequea familia, tendo quintal e cacim- ',a,n > u do andares sendo naa rusa Di-
b, e nio rxcedendo o seu aluguel a oito | reita Agoas verdes, Orlas, Pateo do
mil reis mensaes: quem a liver para alugar | <-''mo, Livramento: quem tivar auriuii-
annuucie
posto e conservara outras
dem snrvir, comD temos visto
motivar o gozo de qualquer emprego civil;
aeremos, que neate caso est a medalba
em queslfo pois nio ha determuacio em
contraro : e nem justo que se apague a
ce ou mande aa Padariadarua do Pe
_ l'recisa se de um rapaz de dada pou- xoto das 5 Puntas que se far lodo o e-
co maia ou menos ra anuos para cai.viro gcio.
de venda ; qo II jspcio em urna venda no- No armasen de Antonio Joaquim
va. I Ferera defronte das Escadingas da Al-
_ Aliega-se o armasen) da Casa nume- i fandega vndese por precos commodos ,
ro na ra da Alfaadegt velba ; na mesma : meias caixas com muito bons charutos ,
Casa. caixas com traques bons ditas coa libias
_ D*-se aoo| de dous por cento com p- oa cha sacas com farinha de mag e o
que Ihe po- nhures d'ouro : na ra ds Crusa no 3. an- 'primeiroesegundo anuo do archivo Po-
st para dar do sobrado que fica defronle da Praa pular o piimeiro o segundo anno du
narub
tese
Oeoto 9 decencia da sem alomaos, a se-
oude qui.erem, por uo labias de louro in-
da que sija velbas ou de Pinbo que tenha
memoria das accoea illuatres do militar, s] de compnmento ao palmos, u de largura
por que elle quiz dexr de continuar no j p*lmoe meio at dousj a quem convier a-
Seylco ; mas quando um militar deixs de! nuncio.
o ser por urna sentenca condemnatoria que
da Ind pendencia. | Panorama encadernido, e tambem irascos
Da se hum milbeiro de lijlos, postos 1 dose.
o destitue das honras Militates, tudo t s
cabs, tudo se borra al esees bonitos
desapparecem.
Vamos ao terceiro pargrafo ; porque o
sf gundo fica respondido com a resposta do
primeiro. A conclusio tirada por oosso
Correspondente nio necessaria ; pois o
a* diz que s p'de asar dessa distinccio
os que Gzera toda acampanba : e daqui s
se pode concluir que podem Irazel a os
militares, e q^que gosaS das honras mili-
tares como por exemplo o capelio ; mas
nunca lados os que accompanhaS oexerci-
to.
No pargrafo quarto tambem milita outro
erro de Lgica ; porque, qu trucc.s dizem que a medalha aeja trazda
no lado esquerdo do peito nio se pode
concluir daqui, que ella perteuca aos mili-
lares e aos seculares; mas sim como j
dissemos na nossa prime ira resposta qu
os militares, que (aerad toda a campeaba
podero truel -a aa farda cu cauca,
Manoel Francisca Pontes, faz pu-
blico, que tem com piado por ordem do Sr.
Custodio Dias de Oliveira do Mrenhiu
seis bilhetes intuiros e dous meios ditos da
. parte da 3. Lotera da Matriz da Boa-
Deseja-se allugar huma ciaa terrea no I vista, sendo oum. 1761 de conta de Jero-
Bairio de Sauto Autonio ; qusm a liver an- nimo de Ahreo a5a iiudc e. j Antonio Ribeiro Puca e Bento Goocal-
x Piecisa-se de uro portugus sendo ; es Machado 1750 de Jos Pereira da
solteiro para liabalhar em um sitio nos I Silva Goimaraens a5o de Antonio Pe-
Affogados que entenda deplantaqoes, di reir da SilvaGuimaraens a.,08 de Cus-
riia-se ao ermazem defroute da escadoha 1 todo Dias de Olivtira para hum annimo,
d Alfandega da Luiz Cezar de Albuquerque
para tratar do ajuste.
mam solteiri, ou de pooca familia hu-
ma crioula livre, desemb.uacada e de
bons costumes quem do seu presumo se
quiser ulilisar v a ra direila loja deci>
ma 4-
_ Compro se porcoes de pez de liraoei-
ro para cerca ; aa ra Nova D. 5 confronte
o Coldeireiro.
Quem precisar de um feitor pa's algum
citio, que ttntende de ser vico de Campo, e
be casado, dirija-se a ra do Livramento
venda do Cardial.
Preciza se de um Portuguez para
feitor de sitio que trabi Iba de iaxada,
1744 de Custodio e Antonio Pereira da
Silva Guimaraens e dous meios ditos
OQerece-se para ama de casa do ho- aum. a38o e 3615 de Custodio e Fran-
cisco Jos Lopes,
Alluga sea casa de mirante na ra
de S Gonsallo, com commodos sufKcienUs
para grande familia senzala, e grande
quintal com algreles e quase todas aa
cualidades defiuctas: quem a pe tender
dirija se a Praca da Boa vista na casa pe-
gado a do flescido Joo Feneira, botica-
rio.
_ O Propietario da Caza da ra da
Gloria D. ia, aviza ao Snr. dos xios da
dita caza baja de anunciar a sua morada ,
ou dirija-se a ra da Madre de Dos u,
i\ para recebar os foros que sa dero.
asi
.


DIARIO DE PnNAM|tCO.
_. Piecisa-ae de 5o,ooo premio cono o
juro de dois por ceoto ao mu con pmho-
tes de ouro quem quiser dar annuncie.
_ Precisa 38 de mu feilor portugupz ,
psratiabelhar em ura sitio no lugar do
Mondego : n casa nota do $;tio da Cape
linha do Moodego do lado da estrada q<
ai p-.i o manguinho.
_. Uma Seniora parda se offerece para
tur ama de urna osa de uro hornera soltei
re; quem a precisar d'uija-see ra da Fio
mu!. D 7.
_ O Sr. que na Urdo do da 9 do cr-
rante lirou um chapeo de sol do Collegio
leitoral, nao tendo raelh orado con a tro
ci ese est arrependido pode procurar
o seu no segando ai.dar do sobrado D. 3l,
na roa do Raoge!.
_ Ouera prteisar de um coiioheiro lies
pahol q" aue b*m o seu oficia din
jase a ra nova D. 16.
_, Tem sa unas encornen-Us para se en
tregar ao Sr. Fr. Mavigoier as quies se
achio am Olinda vindds do Para arist-
as ao mismo Sr. as mande buscar na ra de
S. Rento em casa de Manuel Jo/quim Ri-
bsiroSeabra.
O Bacbarel formado Fern-nlo Af
onso da Mello prop so a-dvogsr : ai pes
os que de itu prestimo se qu'.serera
utilisar o podetn procurar de mauhi das
6 as 8 horas, e de larde das 4 a> 6 "s
diasuteis, e nos Domingos e diis Smtoa
a qualquer hora do da : ua ra do llan-
gel, sobrado de dois audares da quina do
beco do carcereiro.
, RogasoaoSr. qn- perengano tirou
ama carta do corraio viuda do Porto p-lo
^Brigue Exportador com o nome de Jos
Antonio Fernindea o obsequio de a en-
tregar na ruJ do Qaeiraado D. l.
Foi lirado do correio urna carta vin-
Ha do Porto para Antonio Jos de Figueire-
do ; quem a tirou que.ira fzr o favor de
a entregar na ra nova arnusm ao p da
ponte D. 27.
_ Na palariae refin.ico nova do foi te
do m.ttos D 4-*. precisa-se de um foruei-
ro forro ou aaacravo.
_. Arreuda se por lempo de um anuo ,
ima~morada de casa terrea construida a
pooco lempo no lugar do manguiuho e
4fronte do sitio da Seubora ) Liunaua ;
conteodoa mesma piopiedade 4 borw
quartos boas sallas cozinha estribara
pira doiscavallos e seu quintal, e pelo
preco o mais comruodo possivel .os pre-
tendenles entendi se core o Escm o Al-
ineida. ,. .
_ Aluga-se o arrmsem e primeuo an-
darda casa da ra da mouda utlimameote
reedificada e pintada : os pretndante*
dirijo-sea ra do Vigario D. I.
_. Precisase de umi lavadeira que
la? ede varrela ou se aluga para o mesmo
fim: no hospital do Hospicio a fallar com
oaargento Garca.
_. Prtcisa-se de alugar um sitio perto
da p"raca que acomode 8 vaccaa de leite ;
quain tiver aanuncie. .
Joaquim Leocadio de Oliveia Gui
rafias muou a sua esidencia para a casa n.
5 da mesma ra.
_ Mr. Kissel relojoeiro francs, no
atierro da boa vista, acha-se pro rapto 8
concertar qualquer 1 elogio que Ihe liria
con6ad pelo mais commodo preco elle
briga-se restituir o diuheiro que tiver re-
cebido em pagamento d qualquer concer-
t, que uio for bem extcuUdo.
JLeilo
_,' Que fai o Corretor Olveira de um
bom aotlimenlo de faiendae ingleaa e
frapcezas, de li, ede algodio e algum
Lio feito Quinta feira 16 do correte,
pelas 10 horas da mauhi 110 seu armiaem
da ra daCoaceic 6 D 3f primero andar
Compras
_. Uma morada 'le caa terrea na ra de
agoas rerdea, ou de horlaa que tenba
quintal cero pottio para a ra oposta : na
la de ngoa* verdes D. 5^.
_ Um stlimem roeio o : na ra do
Livrataeuto O, I*
_ A historia E>-c!esiastiei de Beiti em
ponugupz; quem tiver annuncie.
Urna eserava que seja hoa engomma-
deira : na ra d-> crespo lojt D. 6.
_. Peca de 6 4< do cunho anligo e
nu tenha o peso legal a i5,5oo em aadulas;
00 armasem de vldros ao lado da cadeia.
Yenda
_ Urna duzia de eadeiras um camap
de asiento de palinha : eem bom uro : na
ra Oii-eita lado do Te 90 D.t>* so primei-
ro andar.
Rap princesa de 'L'shja chegado
ltimamente pelo Brigue Felii Destino ,
en botes de libras e meiaa ditas a 3a00 a
libra : na ra do Crespo lojt D. 3 do lado
da norte.
Um grande sitio na estrada da pont
de Ucbot com casa de vivenda grande com
II qim tos 3 sallas cozinba fura, copi,
estribiia casa psra pretos e auitaa ar-
vores de fructa baiaa para capim e lar
reno para plant c5bj : na ra Direita De
cima a.
_ Um moiatinbo de a annos de idade,
bom para p*gem e servente de um casa ,
urna preta da ao annos perita engomma-
deira corla e Ui vestidos e camisas d
hommem e urna preta de ao anuos por
a5j,ooo coiinha lava roupa he boa
compradeira e vamiedeira e um opti
mo ne;ro p-r.i todo o servico : na ra de
aoas verdes D. ij
_ Iraagensda Senbora da C nceicio,
S. Rita 8 Banedicto feitaa com (oda a
perfeicfo na Gidade do Porto, igualmente
um Santuario grande e rico e urna cruz
de prata propria para Irmandade : na ra
da cadeia do R--cife n. 16.
__ Um moleque de laannoff^sem acha
ques muito esperto e urna negrinha
de 8 a 9 anuos e urna cmoda de Jacaran-
da tudo por mdico preco .- na ra d <
Penha D. 7 no segundo andar.
*. 6 cabos de facas e 5 garlos de prata :
na ra doa Martirios D. ti
Urna barretina para G N. do 3. Ba-
talhio da Boa vista com todo o seu apa
rellio : oa travessa de S. Jos as lojas Jo
sobrado do Costa.
_ O compendio de theologia ora I pa-
ra uzo do Seminario de Olinda em Per-
nambuco, pelo Padre Manoel do Monte
Rodrigues de Araojo lente desta facuida
de em o aobredito Seminario. Esta obra
aeia-e adoptada para o eosino da materia,
de que se ella oceupa no Seminario desta
Diocese no Aicbiopiscopal da Babia e
do Maranho ; he milito bem impressa e
encadarnada. Recife, loja de livrot do ar-
co da Conceicio praca da Independencia
u. 37 e 38 e defronte do Collegio loja
do Sr. Pinto. Em Olinda ra de Malhias
Perreira sobrado amarello e acha-ae
tambera em mo do Sr. Padre Joaquim da
Usumpcio escrvio da Cmara Episco-
pal preco 8,000-
_ Urna ficrava de bonita figura de
idade de 19 a ao annos, boa eoaturaira,
engommadeira, cosinhabem o diario de u-
dirijo-ae a ra Direita tobiado do lado do
Livramento D. ao.
Muios bilhetes da Lotera da Boa
isla .- na ra da Madre de Dos n. a(.
Meioa bilhetes da Lotera da Boa vis
la : oa ra do Cabug loja do lelojoeiro
junio ao Sr. Bandeira.
Um cavallo castaobo grande e mui-
to forle prupiio para carnnbo ; no largo
do Ter?o D. 4.
_ Urna ptima eserava de bonita figu-
ra e ptima para o malo : na ra do No-
gueira sobrado de um andar D. 6.
' Oa hypolheea ae urna casa na ra do
Fagundes ui : a tratar na ra do Ran-
gel-D. S.
Urna canoa abarla que carrega 1100
lijlos de al venara grosia : no estilen o de
Joo de Brito Corroa atr >z da Ribeira.
Um aobrado de um andar sito ero
Olinda nr ra do Amparo n. 35 : a tratar
na ra da Alegra casa de lampiio com can
celia de ferro.
__ Meioa bilhetes da Lotera da Matriz
da Boa vista a 4000 : na ra do cabug loja
de miudesas junto a botica.
_ Usapcqoeno lio con boa) caa de
vivenda no lugar do monteiro tambem "
troca por outra qualquer propiiedade.nesta
prafa a vista doa preter dente* se dir o
motivo na ra da Florentina D. i3 ou no
conven!- de S- Francisco a fallar c Padre Mestre Fr. Jlo de Capistrano Men-
doea.
Meios bilhetes da Lotera da Boa vis
ta ; na rna do Cabug lajas de miudesas
D. 3 e 4.
Una eserava dn nielo angola, d-
idade de a6 annos boa Uvadeira coli-
nda o diario de umi casa e he.quitandei-
ra e propria para todo o servico : na ru*
da Conceicio da Boa vista D. 8.
'Urna estante de botar livros mu to
bem feito : na praca do Corpo Santo salla
docoanraercio.
Urna eserava para fora da provincia
ou para o matto cozinhi o diario de urna
casa eengomma ao comprador se dir :
na rna de S. Gmalo casi junto a Igaeja.
_ Ou arrendase um sitio a margem do
capibaribe na cambo* juntos Estancia, e
o portio do sitio confronta com < oilfo da
[greja : na ra dos Martirios sobrado n. a
_ Duas rnez.s sem gavetas tem dr-
comprido 6 p Irnos e 4 de largura *. na iua
de Hortia D. 5t>.
_ Baratsimas obras completas de Vo'-
taire em 7 volumea em qiurto enctder-
nadas edicfo de 836 ecm 99 eslampas:
na roa do Vigario n. 16.
Urna elegante neg'ioha de dada de
4 a i5 annos lava corintia engomraa,
sem vicioa o que se afisnet um ptimo
escravo de idade de 2o annos de bonita
figura traballn mu bem no officio-de
pedreiro a fianca-se nSo ter vicio algum;
um dito de 18 a ao annos bom traba'hador
de campo por 43o,000 um dito com 18
annos de boa presenca urna eserava de a4
anuos, engomaos cozinha cose fa
renda, nutra com boas habelidades ou-
tra dita de ij a 3o annos cozinha muito
bem 0 diario de urna casa boa compradei
ra, |va de sabio por 3oo,ooo um*
molec.i de 1 i annos livre de molestias, tu
do coro Bancas d boas vendas : passando
a tgreja dos Martirios no 1. c andar do
1. aobrado. jt
_ Orna mtala que faz todo o servico
de urna casa urna parle do sobrado da ra
larga do Rosario D 7 um par de esporas
de prata modello moderno 6 selins com
arreos ja usados urna bonita picideirade
boa prata urna chave com corren te de oi-
r para relogio um alfinele de diamantes .
um relogio de cima de mesa 3 ans d
ouro 3 voltas de corda".) de ai.ro, urna lan
terna com muilas vistas de dfferenles ca-
tangas urna c.iixa que danJo-se corda to-
ca a horas diversas varaces de msica,
potes de graixa grandea e pequenoa, taboa-
do de ouro e amarello e libras de canela
pelo prego correte da praca ; na ra da
praia aobradinho de veranda cor de chum-
bo defronte das serraras.
Urna porc o de cera de carnauba : a
fallar com Manoel Francisco da Silva em
sua l.ja na pracinha do Livramento.
Esc ra vos Fu i dos
*>DESAPARECEO ou fartfrXo no dit
11 do corre te pelas 6 horas da manbi a
escravos um de nome Francisco afto,
magro e com alguma barba e cor folla ;
ontro de nome Jof o alto t e gordo e re-
tinto com prnas e ps grossos e barba-
do os mencionados escravos sfo anda bu
caes o do gento de angola ; offerece-se
100,000 de grstificaclo a quem delles sou
ber e o quiser declarar e roga-se a quem
alies forana offerecidos pira comprar o ob
squiodeos spreender e avisar ao abaixo
assignado na ra do Vigario = Antonio
Alves Baibosa.
_ Roga-se as aurhorrdMes policiaes,
capitiea de campo e pessoas particulares,
laoaarem suaa viatas sobre dois escravos que
fugirio em Dezembro de 1834 1 os quaea
o oa segajintes : urna negra de naci re-
bolo de nome Mara altura cor e
corpo regular, bem pareeida, olbos gran
des bruta no fallar peitoa compridos ,
magra, s sabe faser balaios de sap, e tra-
balha de enchada, representa ter 3o annos
de idade e rauilo cachimbeira a outro
ha Gibo da mesma negra creculo de no-
me Estanilo quandoVcio com a nii
linha 6 annos, boje lera *^Hli > noo?,
fornido de todo o corpo Velos muit
torcidos rosto carnudo olh r$ grande^
nariz baixo e r.o largo ten, posWenUo
do beico de cima um pequeo cartcn|
que quando ri-se devulga-ae,na barba |
um talbo a travessado, e em um dos da-
dos do p urna unha arancada os p* mal
frito 1 as mios curias e grossas ante*
d>-sla segunda fuga forfo raudos por uq
portugus o qual foi preso com os escra.
vos na Cidade da Parah.ba e agora u|.
vez se dirgissem para a mesma Cidade -
quem os prender leve-os a Olinda roa de
S. Bento a entregar a sua Senhora Anm
Joaquina Thomazia de Toires que grj.
tificar com 60,0000
Dimisaiaoa representa a5 annos de
idade secca do corp j falta de denles tu
frente ; fugio com ferro no p-scoco asii.
tura baixa ; quem a pegar leve a rui qua
segu para o II lapicio 01 | tai terrea do
Etra.Sr. Jos Carlos Mn-iuk que sei
recompensado.
__ No da 39 do paasado met, fugio
urna eserava de nome Anna estatura or-
dinaria aecca folla cara bechigoia,
nariz afilado e pequeo tem dois denles
do'queixo superior de menos, peiloi em
p p* pequeos e bamfeita de corpo,
levou v-stido de rscadindo e um panno di
costa novo e debraado ; qura a pegar le-
ve a fora de portas ctsa D. i85 qua teta
rocora pensad o.
_ No dia lo do mez p. p. fugio uro ei-
cravo de nome Paulo estatura ordinaria,
cor alguma cotsa Tulla com camua a ciIm
de bnm ; quem o pegar leve a casa de
Francisco Augualo da Costa Guimaries.
Moviuiento do Porto
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 11.
PORTO ; 39 diss Brigue Portuguez la-
portador de 3ia tonel. M Joaquim
Marques da Silva carga diversos gaoe-
roa : a Vlanoel Joaquim Ramos e Silva
passageiros i5 portuguzas, e um bra-
sileiro.
SAHIDOS O MESMO DA.
MOZAMBIQUE; Brigue Escuna Maris
Rila M. Joaquim rVreira da Silva,
carga gneros do paiz, passagei.os 4 Pjr'
tuguezea um brasi'eiro e urna esera-
va.
FALMUTH ; Brigue Dinamarqus Dorias,
M. Aic Closler, carga agoa ardente.
LIVERPOOL, Brigue Ingles Mry Qjen
of Sictta Mestre Wak. Kelly; carga
e algodio, passtageiro 1 ingles.
ENTRADOS NO DIA ia.
MACEIO'; a4 horas Patacho N*e. Rii-
nha dos Aojos de l a o tonel M. L. Cus-
todio Perina carga algodio : a .vinioel
Joaquim Pedro da Coala, passsgeiro 1
porluguez e um brasileiro.
ANGOLA ; *8 das Brigoe Escuna Por-
tugus Bom Suceeso de i33 tonel., M.
Custodio Jos de Olivaira carga laslro
de pedra paageiro um Alema5.
SAHIDOS NO DIA ia
MARANHO'; Brigue Escuna,Nsc. Da-
arte 3.* M. Jote Mendo de Souu car*
ga aasucar passageiros I brasileiro
16 escravoe.
HAVRE; Brigue Fiancei Armorrique,
M. Renenfe carga algodio passagei-
ros 3 brasileiios um Alemio, e i frsa*
'Vetes.
OBSERVAt^OENS.1
N9 dia 11 aahio para BOSTON 1 Galsr
Americana Warrior, que loba dada
fundo no lameirio para refrescar no dts
8 e fundiou no mesmo urna Pol*w
Sarda vioda de Marsalha.
PERS. NA TYP. DE M. F, DE Ft i?9
*-


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