Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06101


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Full Text

I

w
l
Maio 10.
Londres 3o 1^4 por ifooo sed.
J-Uboa 8o por loo premio, por metal, oTerecido.
Tianca 5qo a 3i5 reis por franco.
(Rio de Janeiro *o psr.
(Moedas 4?ooo 8fooa8#5o.
Peros Columna i ios if8o a 1700.
Dittos Meticapis 1^6{o a ijjft>5o.
Pataces Briilciros ijj(68oa i#7oo.
Premiosdas iti as, por'mes 1 i/< 11 i/a por 100.
* PARTIDAS DOS CHREIS TERRESTfcSi
CHale da'aiaiba e Villas de sua pretenco 3 .-
CldadedeRio. C'idade da Fortaleza e villa! dem .......
Villa da (oianrtk...........
Cidada da Olioda........ .
Villa de Santo Anto...........
Dita da Garantaos Povoaco do Bonito. !
Di:tas do Cabo Sarinhaem, Hio Formoso, e Porto Caito
Cidada das Alagoas e Villa de Macei.....
Villa-aaPajaoPde Flnret.........
Todos os crrelos parten ao miot dia.
13 D MAia NUMERO {<$*
Tudo agora 1 (lepen e de n* mesmos ; da nosas prudencia
mod'Taco e energa: ronlinmmos. como priucipiaipos
e serenes apatados com adiniraco entre as Naces mas
cultas;
ProC'umac.rio da Jssemb/ea Geral do BraxiU
I Segundas e SezUs feira.
Todo* o* das.
Quintas feiras. /
Das 10, a r4 de cada mes
dem in,m ditto dittoj
dem idara.
ldein i5, ditto ditu
Suliscrece-se para esta folha a Jiffooo por qoartel pagos adi
amados nesta Typografia, ra das Cruces U. 3 e na Praca
' da Independencia D. C>J a 38, onde s receben correspo,-
dencias leaalisadas*, e anouncios; insirindo-se estes gratis
sendo dos proprios asignantes, e vindos assignads.
DMS DA SEMANA.
i3 Seguada N. S. dos Marlyres. Audiencia do d Dir. da 1. Vara de manti.
4 Terca S. Gil. Re. e aud. doJuixde Dir. da I. vara de manbl.
|5 Quarta S Izidoro Lavrador. Desafio da T. P.
16 Quima S Joo NepomocenofA. Rei. e aud. doJ.de D. da 1. vara de mauh. %
17 Sexta S. Pascoal Baylo. Sesso daThez. a aud. do Juis de Dir. da |. varando mani
18 Sabbado jejum S. Venancio M. Re. de manh e aod. do J. de D. dt id.
19 Domingo l'ascoa do Espirito Santo.

Mar ebeia para odia i3 de Maio.
As 5 oras e 18 minutos da manb. As 5 horas e 4a minutos da tarde.

PERNAMBUCO.
i83g m N. 72.

'Francisco do Reg Barros, Presidenta d
Provincia de Pernambuco. Faco siber
todos os seus habitantes qu > Assem-
blea Legislativa Provincial Decretou e
eu Saoecionei a Resolucao Vgunte.
Artigo 1. O Presidente da Provincia (Ira
authorisado a prover ao Padre Ignacio de
-Almeida Fortuna, em aobajitaicio as Ca-
deiras de Graramatic Latina da Gidade
do Recife odependenta de novo Exame,
cu concurso. -
Artig > a. Par a jabilauio do mesmo
Padre entrarlo en conta os auno* que en-
ainou como Professor Regio de Grammatica
Latina em a Ilha de Itamaraca'.
Artigo 3. Fico revogada* todas as Lei
e DisposicSes em contrario.
Mando por tanto a todas Auetorida.de
a quem o conbecimente e execucio da refe_
rida Resolucao pertencer, que a curaprio, e
-faci cumprir lio nteiramente- como neila
secontem. O Secretario desta Pro?incia a
faca imprimir, publicar e correr. Cidade
do Recife de Pernambuco 16 de Abril de
1839; dcimo oilavo da Independencia
e do Imperio.
L. S.
Francisco do Reg Barros.
Carta de Lei pela qual V. Ex. manda
i execular a Resoluoio da Assemblea Legs
lativa Provincial, que liouve por befo Suic-
cionar, aulhoriando o Governo a prover
V Padre Ignacio de Almeida Fortuna, na
Substituido das Cadeiras*de Grammstira
Latina da Cidade do Recife, e mandando
cootar para a sua jubilaciS os aanos que
eusincu como Profetior Regio na tyaa de
llamara'; tudo como cima se declara.
Para V. Ex. ver.
Jos Xavier Faustino Ramos a fez.
Registada a f. io4 do L. i. de Leis
Proviuciaes. Secretaria^ da Proviniia da
Pernambuco em 16 de A-il do 1839.
jase Xavier Faustino Ramos.
Foi Sellada* e -publicada esta Lei na
Secretaria da Provincia de Pernambuco em
16 de Ablrilde 1839.
Jernimo Maitiniaao Figueira de Mello.
ar a^ muitos Officiies que a ruerna guerra
fise'io e ultmamete aes que ^egressario
t"o Para e marhara para o Rio Grande do
Sul ppdindo que em consequenei.a- deste
prccedimentodoG)veroo, S. Ex. bouvesse
de mandar abonar semalbante gratificaca
a todos os mais Olficiaes que a ella tivessem
dneito conforme tinha ja rpquisitado por
Officio de aa de Maio do anno findo.
Dito Ao ffle(mj) Exm. Sr. rsmelten-
do.lha itins requisicao de varios objectos
que se fasi<5 mixter no Forte do Po-ama
relo, e pedindj-llie bouvese d'a mandar
satisftst i*.
Oito L. Ao Doutr Presidente da
de Saude
COLMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 7 de Maio.
Officio_ Ao Etm. Presidente, remel-
tendo o requerirnento do-Capitio Manoel
Joaquim d'Oliveira que pedia se Ihe
mandaste abonare gratifictcio de Caospa-
(nha que te ihe eslava a de ver pelo lempo
que servio na guerra de Panellas e Jscui-
I pe sb informando, que o Supplicante es-
tava no caso d'obter a gratificicio pedida ,
por a ler o Gsrerno Imperial mandado abo
Junta
, com mu oieando Ihe que no dia
15 do correte devia comparecer na Secre-
taria Miliur para inspecia/iir com os trnis
Membros da mesma Junta vanas pracas in-
v'afldts que devia ser propostas para Re-
forma.
Dito Ao D tutor Fraecsco Xavier Pe-
reira de Brito (asendo igual communiea
f;a5.
Dito Ao Commandante interino do
3 Batalha d'Artilbaria ap ordenando-
Ihe que fsesse constar ao Major Fernan-
do da Costa que sua viagem para a Corte
oa5 podia ter lugar no Brgue Niger ,
como se Ihe determinara por que nelle nafi
havia as commodidades precisas ; mas que
eativsse prompto a partir o primeiro Na-
vio de Guerra que se fisesse de vella pira
quelle Porto.
Portara Ao Major Commandante do
Deposito, mandando dar derniesf aos re-
crutas Antonio Luis e Jote Luis Cavalcfa-
te que tendo sido inspeciooados pela Junta
de saude foraS reputados inhabeis para o
serrlco das armas.
Expediente do dia 8.
Offi io Ao Commandante interino do
Batalbo Provisorio de Cacadoraa reinvi-
ando-lbe o Conselho de Direc^t feito ao
soldsdo Pedro d'Assia Campos Cosdem ,
que pretende servir em qualidade de i.
Cadete, para que o 6*ns*e reformar ; por
isso que nm na Portara d# nomeacio ,
nem no Termo lavrado pelo Conselho se
menciou a ordem porque elle foi coavoca-
do e feito.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Ma-
rinba coramunicando-lhe que de con-
formidade com as ordena do Exm. Sor.
Presidente Ihe sei ao ipresentados pelo
CommaAdante interino do 3. Batalhio
d'Artilheria os ex soldados JoaS do Valle,
e Izidro Pereira vindos do Para altima-
mente na' Charra 16 de Marco, afim de
que fossem pelo mesmo Arsenal fornecidos
de racSes se Ihes proporcionar transporte
para suas Provincias Babia e Parahiba.
Dito__ Ao Commandante interino do
Batalhio 3. d'Artilheria mandando
considerar addidos os soldados da Brigad<
desta Provincia em servico na. do Para
Jse Francisco Torres Vicente dos San-
tos Neves e Fuapcisco Goncalves Ribei-
regressadosVlimamente daqueila Pro
dados Jos, Soares Pinheiro e Josa !
SousaTeixeira este, da Baha e aqu
Jo Rio Grande do Norte. Remeltendo Ihe
as guias de todas estas pracas, ordenevi-
Ihe que em vista deltas cobrasse da l 1
souraria no primeiro Preto que se Ihes es-
tivesse a dever de sidos e vanlageaa dt
Campanil adverando que estas vanta-
gentdeveriaS tmente ser cobradas at 17
de Mi reo deste anno. Ordenava mais qu
a Etap.i se Ihes deveria abonar do dia 5
deste meiem diante ; que mmdasse apre-
zenlar ao Inspector do Arsenal de Marinha
os ex soldados Joad do Valle, o Izidoro Pe-
reira a m da seren fornecidos por ali
de racoens, e de transporte para as suas
Provincias e6aalmente, que despediste
ao paisano Ignacio Dias Leite demittido no
Para entregando-lhe a oscuza que Ibe eu-
viava.
Portara i. Ao Major Cimmandantedo
Deposito mandando d'ordem do Exm.
Sor. Presid"ute comiounesdaem officio
de 7 do correte dar biix< ao recrula
Francisco Jote daa Chagts ; por ser filho
nico de mulher viava e estar por isso
iiemptodeservir na Primeira Linha.
ro
vinciapor invlidos 5 assim como aos sol-
THEZOURARIA DA PROVINCIA.
EDITAL.
Illa. Sor. Inspector da Thesouraria
das Randas Provineiaes manda faser pu-
blico que nos dias la \\ e i5 de Junho
prximo futuro sa ha de arrematar em asta
Publica por lampo de 3 anuos contados do
1. deJulbo de i8.ya 3o de Junho de
i8^a o imposto de \o reis pir caada de
bebidas espirituosos do consumo ha Pro-
vincia excepto a agoardente. de fabrico
Nacional sendo esta arrecadacio feita nos
Municipios do Recife e Olinda.
As pessoas que se proposercm a esta ar-
rematacio compareca na Salla das S-*isde s
da mesma Thesouraria nos dias indicados
competentemente hobelitadas.
E para constar se mandou affixtr o pre-
zente, e public.W-o pelo Prelo.,
Tliesouraria Provincial de Pernambuco
10 de Maio de i83.
O Contador.
JoaS BaptiiU Pereira Lobo Jnior.
Diversas Ueparti^oens.
TRIBUNAL DA RELLA^A.
Sesso do dia 11 de Maio de 1889.
Na appeliacad Civel do Juiso da Villa do
Principe da Provincia do Rio Grande do
Norte, appellante Manoel Pereira Montei-
ro wappellado Joaquim Alves de Freitas
Admiiiistradar da Capilla de N. S. do O*
da Serra N.e^a ( Escrivio Bandeira se
julgou pela Wforma da sentenca appellada
MEZA DOCONMJLAtiO.
t, A Pauta be a mesma do num. 98,
CORRER).
O P.itaxo Mara Luiza recebe a mala
para o Aracaly no dia 1$ do cor rente.
O Brigue Profiro recebe a mala para a
Babia no dia 1 ;f do cor rente as 4 horas d*
tarde.
A Birca de Vapor Todos os Sintos rr*-
ceb as malas para Macei, e B.hia bcjn
13 ao meio dia'.
OBRAS PUBLICAS. J?f^|
* Pela Administraras Fiscal das Obras Pu-
blicis se hade comp-nr em asta publica ,
a quem por manos vender as madeiras se-
gu otes : a saber dore t aves de 4o palmos
de comprido palmo tornorde grosso 4
ditas de 48' palmos <1 comprido com masma^rrossura 1a ditisda 3^com p-l-
mo de face em quadro 10 csibros de \\ 1
palmos, IOO duiias d rips 6 dusias da
taboas de astoalho de 1. i o de bom refuAi .
5 dusias de caibros pjia indimns 4 duzi-
as de taboas de loro pt'a andames : as
pessoas que qniserem vender a dita m.i-
deira compareci no Sala da dita Adminii-
tracaS Fiscal no dia i3 do corrente do
meio dia a a horas para darem seos lancea
e comprar-se 4 quem por menor preco a
vender, e em menor praso de lempo a,
der. A. F. de Moura.
A.F.
Na.S hras Publicas se hade vender em asta pu-
blica quem mais der nvenla e cinco
paos ve'hos de diferentes giandesas tira-
dos da ponte da 13)a-viiU avaados pelo
respectivo Mestre Carpnteiro em seisceh--
tos e quirenta reis cada uno importando
scenla mil e oitocentos : as pesso-s qrn
pertenderem podem cjncrrer na sobredi:
Salla do dia 16 do correte para darem se-
os lansoa e vender-so a quem mais der ;
cujos se echad em Pal icio velho por de-
trs da casa da Relacio : os pertendentes
os oderd ir Ver.
A. F. de Moura.
A. F.
PREFEITRA.
Parte do dia 10 de Maio de i33q.
Illm.e Exm. Sor. Forao presos hon
lem minba ordem e tiverSoo compe-
tente destino : Serafina lose pardj pela
i. oa'rulha do districto do Corpo Sito ,
star gritar ptlas ras, armado da
neta, h tima lima; Felippe, pre-
r.i ttMi -iy de Joa Salgado morad c no
iho Gaipi peb Sob Prefe/to fa
Fieguesia de Santo Antonio por estar
lugido ; Antonio timb->rh preto .pseravo
do Jote Bernardo pelo mesmo Sub-Prf'
to per ter dado urna grande rbrcadaea
um mueraTel meiidigo, a qoel o lanwu em
1 ILEGVEL



:? I

81
DIAH 10
L
P*| )>E R JH^l MBUC O

trra
Policarpo Freir pardo soldado
'Artfices, por um particular por ter
passeado sobre o Caes do Collegio em cou-
travonea das ordeus respeito Manoel
Felippe tamben pardo e Feliciana* ,
preta, escrava de Manoel Rodrigues da
Silva, pelo Comraandante da Guarda do
mesmo Caes por briga ; a Domingos Af-
fonso Ferreira eomi-branco, ptlo Sub-
Prefeito da Fregneeia dos Affog'ados, por
farto da cavallos.
E' o que consta das ptrtes boje re-
cobidaa n'esta Secretaria.
Comarca do Recife 10 de Maio de
1839. lllm. e Exm. Sr. Francisco dp Re-
g Barros Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de S
feito da Comarca.
Barreto Pre-
NOTICIAS OOSULi
Extramos do Despertador as arguintes
noticias, por ello transcriptas hontem das
folbas de Montevideo :
Montevideo a de Abril. Pensava-se
em Buenos-Aires qua o general Gaidono
sairia ; que a impresio moral- da sus no-
meaclo tinba sido t6do o objecto poltico do
Rosas, do mesmo modo que a nomescio do
general Mancilla para general de reserva
em Tucuman que nanea marebou.
Espera se todos os dias que saisse pa-
ra Salta o Snr. Oriburu' em misso secre-
ta de Rosas. A estas horas ja tu lo se ja-
be em Salta: a missio de Oriburu', sua
intimidado cora Rosas, seus planos, eseus
disignios.
A. Rioja, Catamarca e Jujei, tornaiio
de novo a pronunciar-se em opposicio a
Rosas, logo que seus temores a respeito de
Bolivia se desvanecerlo.
Bolivia est dividida, e 1 guerra em seu
seio,
O general Balivian a testa da restaura-
Co legal, e o general Velazco a frente do
movimento revolucionario se disputlo o
poder. Antes e depois desta luta nada tero
que temer as provincias argentinas pelo
que diz respeite a Bolivia. Durante a lu-
ta nada pode fassr ; depois da victoria nio
as querer' bostilisar. Tanto Velaico co-
mo Balivian detento o poder selvagem
de Rosas e seu brutal systema de oppres
sao. Alem d'isto, considero-o agonisante,
e nio se engano.
Retiras de Buenos-Aires u Rio Grande.
Recebemos folhas de Monte-Video at
2 de Abril, e d'allas fiseraos os seguales
extractos :
A rerolucio de Cordora ja nao retro-
cede : acaba de nasrer e ja conta duas
victorias ; seguir ae-ba a ultima que qui-
c a estas boras estara' j consumada ; le-
ra subido ao trono da liberdade victoriosa
e radiante. Sahiio a campo os ltimos
restos do goveroo tyranico, a expirar
provavehnento as m.-os do Commaodan-
te Salas, que ja tinba obtido dous tri-
unfos.
Tem-se passado de Eatre-Riospara o
exeicito correotino dois grandes trocos
de soldados com um ebefe. E' esta a gen-
te com que conta o brbaro, para enssn-
guenlar Corrientes .' Assasaino infame, qu<
desojara ver as Provincias degolarem-se
urnas asoutras; porem primeiro as vera'
todas irroes adiadas e marchando de
acord contra elle, que o seu maior inim-
go, seu nico opressor !
Recebeo-se em Bueoos Airea a noticia de
huma contra-rerolucio em Bolivia : o ge-
neral Velazco foi balido pelas tropas do
goveroo legal de Santa Cruz e em conse-
quencia dtsta uoridade, e das que vieram
das provincias do Norte, sera' difierda
a saida do general Guido !
O Corpo legislativo de Buenos-Aires
oceupa-se actualmente de urna contribu
ce, que prorarelmcnte bao de tuppor-
tr os unitarios, samprejuisoa dasemmis
s'S que proseguirlo ad libitum at a
ex ti necio simultanea do papel, da fortuna
publica e da vida de Rosas. Teta de ser
por urna lapida onde se lea : Aqu ja-
sen o assassino e a victima; isto Rosas
e o papel.
Grande novidade,
DeCaistpari, en dala de 6 de mirqo,
escrevem-nos o sfguinta,
O goveroo de (tjiratinim) n
Cmara para o representar juntara, repi}
ca do Paraguay, qa.8 reconheceu a nossa
indenpencia, aceitando o dito Cmara n'a-
quella quslidade. Enaste um passo gigan-
tesco ; e estou seguro de que Vm. hio de
por elle congralular-ee comgo.
(Diario do Rio de 19 d'Abril).
S. PEDRO DO SL.
Quartel general em Porto Alegre, 4 de
marco de i83p.
Ordem do dia.
Na tard do da a? do passado mea se-
guira da Picada, embarcados em dais
barcas de passagem vapor Liberal e ea-
nhoneira n. 10, oitenta homens de ca val-
lara e maia da cem cacadores, com des-
tino villa do Triumpbo ; a desembarcan-
do de madrugada 4o cavalleiros perto da
mesma villa estes encontrando urna parti-
da rebelde a destrocaras completamente ,
matando-lbe um tenente e a negros lan-
ceiros escapando-se o commandante per-
dendo o cavallo arreado e as dermis pra
cas, indo uto oficial bastantemente ferido.
Ficara prisioneiros nomos um cirurg o
e tres individuos mais; 60 cavallos destes
alguna aireados e alguno armamento.
Toda a forea chegou a villa onde nio
encontrou inimigos por se haverem relira-
do e p>r isso legressou para o destino de
ondesahira, trazando com os prisioneiros
algum gado.
Esta sortids que foi dirigida pelos Srs.
majores Francisco Flix Ferreira Pinto e
Francisco Pedro de Abreu, alarmando os
rebeldes eeausando-lhes prejuizo, leve a
fortuna de nio contar ferido urna s praca
das que a ella foraS, e o marecbal decam
po presidenta e commandante das armas
da provincia publica este feito para co
nhecimento do exercito, a* quem segara,
ao mesmo tenino, o bem que se conduzi-
r5 todos oa officieefl e soldados, tanto de
mar como de tena. Antonio Elzeario de
Miranda e Brto. (Campe!o)
S.CATHaRINA.
Desterro, a 6 demarco de 1839.
Tenho-vos escrito por vezes ; e anda
agora o faco por nio perder occasiio
am
*
com recusa de sanecio do presidente da
provincia a lei que prohibe o commercio
coma villa de Liges em consequancia de
ama excepcio que a dita lei fatia a favor
do asi, o que ludo veris das copias offi
ciaes, que junto vio em sello volante, e s
quaes daris a competente direccio.
Tem isto sido materia para ordem do da
dos parladores polticos, e a assembla
muito se ressentio das ultimas phrases do
airasoado do presidente; em que a insulta
abertameate, apesar do torneado da ex-
pressio:
Ah meu amigo, vejo os nimos muito
azedos e urna indignacio quasi geral contra
o presidente, em consequencia da sua in-
experiencia e imbecilidade que tem llie ali-
enado as affeicSes do povo pelas impru-
dencias que tem commettido. E Dos sabe
qual poder ser o desfeicho deste estado do
espirito publico. Sao governo nao estives
se Iludido pelas informaces calumniosas ,
e a dedo, que daqui llie mandad, deven*
sem demora de um instante mudar o presi-
dente e subslituil-o por algum que tivesse
ao mesmo lempo energa e espirito conci-
liador. Se o Pardal continua mais 2 ou 3
mezes, temo muito pela sorte da provincia.
Todo o seu systema de governar consiste
em desenvolver umapparato militar eos o-
llios do pacifico po*o a quem considera e
tem considerado desde o principio de sua
administrato como cheio de sympathias
pela causa des rebeldes do Sul, ea quem ,
m consequencia tem procurado constan-
temente atierrar authoriaando violencias ,
das quaes a maior parte Ihe sf o eonbecidas.
Em ves de acalmar algumas ligeiras desa-
vencas 4f,ae encontrou, tem a ellas dado
vulto, tem as augmentado at que se en-
costou a um partido fortements exagerado ,
que se inculca exclusivamente amigo da or-
dam e do throiio, lineando sobre todos a-
quelle que ceg amento nio diaap amen os
r/Aatiros., o anathema de farra-
o inimigos da causa sagrada da
tegaudade. ,-
Cercado o presidente de um circulo de
creaturas embustejras e intrigantes (salvas
algumas. poucas e, honrosas excepcSes) dota-
do de um carcter extremamente covarde ,
sem couhecimentos de quslidade alguma
era materia de legislacio e de politice dea-
conhecendo absolutamente as localidades e o
peisoal da provincia sempre disposto a a-
creditar os embustes que Ihe qaerem imbu-
ir eis-aqai o qaadro exacto daquelle a
quem est confiada emerise difficil a admi-
nistracio de um povo digno de melhor sor-
te. Alem doe innmeros alarmes, e me-
didas de terror, que por veces sem conta
tem presenciado esta cidade para prova do
grao da timidez e covardia do presidente ,
basta narrar-vos o que ante hontem acon-
tecen.
Um individuo, filho de certa pessoa a-
nathematisada de farrapismo veio ci-
dade a negocio, mas como reparassem fue
elle chegara enlameado e com certo ar de
pressa, tornara-se desconfiados os legaes
terroristas ; denunciaras o facto ao presi-
dente que por sua parte ficou tambase at-
errado e anda mais porque noite viraS
entrar um homem de ponche, em casa de
um depulado provincial, indrgtado como
rusguento; os denunciantes nio cessaraS
de explicare definir os diversos movman-
loado homem de ponchee do homem en-
l.'meado ; puzeraS-se patrulhas pelas esqu
as com eartuxame embalado foi vigiada
toda a noite a casa do depulado a escuna
de guerra estere em guarda e com escaleres
rondantes, at que de madrugada ludo se
esvaeceu ; no houve nada e os govefnis-
tas envergonhados JlxeraS enlio espalhar o
ridiculo boato, deque tudo aqullo fura
para prevenir um desembarque de meias
caras. O povo a principio rio-so da farca
e do medo do homem mas o caso nio he
para rir, porque he assim que se vaide
mais em mais alimentando a intriga e en-
raizando os odios. O mo systema de tan-
tas vezes satsr *m attitude hostil para com
o povo como simples medida de preven-
cio he o meo mais fcil e prompto de
provocar terriveia conflictos.
Outras medidas sei que se estio toman-
do. Tem-sc mandado aprmptar muito ear-
tuxame emba do. Mandou-se deitar abai-
i), a machado os reparos de urnas relhas
pecas do forte de S. Jio do quo se sague
no aui .ene
do qt.de^csp
caso, de nao
Hoja foi remettida assembla provincial'que se recea inimigo interno, que pode,
na trra firme, servir-se do furia contra a
cidade. Hojetem sedua/ido fretar um bia-
te para fazer delle canlioneira. Uns 100 ho-
mens de cacadores de Montanha que aqu
esli, comecaraS.tambem hoje ^fozer ex-
ercicio de fago apesar da estarmos em ae-
mana santa. Emfim, comefa-se repenti-
namente a renovar o systema do apparelbo
bellico que por alguna matea tinba cessado.
' Afguns tem querido explicar a raso de
ama tal conducta governatiya e he que se
pretende fazer acreditar ao governo da cor-
te que esta provincia est em criss emi-
mente e consegnintemente faser que nio
v para o Sul a torca da columna cathari-
pense segundo deixou determinado o mi-
nistro da guerra 3 e tambero mais porque
assim S. xc. Parda!, se faz acreditar ne-
cessario e ndispensarel na presidencia,
Sara s>'guranca da provincia e manulenfio
a ordem.
rassa por aqu como,certo, que p presi-
dente vendd, que a assembla Ihe recusara
o seu disparatado e anarchico pedido de
suspensio de garantas mandara, com to-
do o einpenho sollcitar esta medida do
governo central. Eu confio que o governo
nioannuir a um tal disparale, que pode
ter tristissimos resultados. Do mais que
for occorrendo, Ihe dare aviso em lempo.
CCarta particular )
aj de marco.
Pouco tenho a accrescentar ao que lbe
communiquai em data de hontem e o que
lia de novo sio as occorrencias da sesso de
hoje, e que constaS das copias que junio
remeti, sendo urna o parecer da commis-
sio especial da assembla sobre a questio
da recusa da sanecio lei prohibitiva do
commercio com a villa de Lages ouli a a
resposta do presidenta s exigencias que lbe
fe a asssemba, em consequencia da ter
approvado o dito paroeajp e finalmente,
uminoyamtnsagem porpacte do preiidon*
te repetindd 0 pedido que emoutVa occa
siioBzera sobre a suspensio ne garantas,
o qual foi remettido a urna commissio es
pecial que deve apresentar o seu parece
na primeira sessio. Esta ultima pec^. ba|
sea-se em a risos recebados
da villa da Laguua (o Frai
rahy e do commandant
peracoes da columna que actuahnhte
cha na Crnica que he o Villas Boas
SuppSe-ae e, talret, com algum funda-
mento que tudo isto he urna ridicula ur-
didura com que o Franca e Villas Boas
combinadamente pretendem embair o ere"
dulo e imbcil Pardal, ai fim de que nie
marchem para o Sul os 400 homens tirados
da co'umna, segundo mui*terminanlemen-
te deixou determinado o ministro da guer-
ra. O Franca diz-se nio quar que a
tropa se retire da Laguna porque atierra
do com as violencias ali com medidas nio
se julga seguro desamparado de forcas ;
o o Villas Boas por tres rasus : a primei*
ra porque Ihe faz mal o cheiro da plvora
no Sul, e he mejhofseHegahsta da lingoa
a sagunua J. porque no
jiar jSarn, ^jlul, diisol-
vnqp-se chamada columna' e ficando
desempregado perde a pexincha de perto
de 3oofooo ra. mensaes ; a terceira por-
que, quandoo minittro da guerra aqu es-
tere como elle commetteu a falta capital
de nio ir com os proprios olbos ao acampa-
mento visitar a columna esteva pelas fal-
sas informaces que lbe deraS os interessa-
dos e fizera-no crercom mappas de tar-
raza, qua hara 1,000 homens. Nesta
supuosicio o engaado ministro nio duvi-
dou deixar ordem para a marcha dos /u0
para o Sul, suppondo que anda ficavad na
provincia perto de 600. Ora o cam he
que a columna, descontando invlidos,
soldados em deligebeias e em foitaltzis,
cadetes menores (contando servicos e ven-
cendo aoldo) doentes tropa irregular de
cavalUria do Sul (a maior perla, nominal,
o l existindo nos mappas e nos^ret*/, o
resto nio chega a fornecer os 490 homens.
Deste modo ficaria desmascarado o embus-
te com que lograraS o ministro. Por tanto ,
o modo maia fcil de salvar o smbaraco he
figurar umacrise eminente invasio .dos
rebeldes do Sul pelas Torras pelas bocas
da Serra o por toda a parte, isto de mais a
mais augmentado com suspeitas de planos
combinados de insurreicio interna em al-
guna nonios da provincia. Assim creado
esta grande pretexto ha urna rasio appa-
rentemenle forte, para conservar a forca
dealinada pata o Sul. O governo, se esti-
vesie bem informado, dereria mandar ,
quanto antes, um president com mais li-
no e meos accessirel a intriga e ao me-
do ; se assim nio for... o que ser da pro-
vincia I A desordena qqe indiscretamente
s existe gerada na phantazia do tmido^
goverrrf nte, poder rir a ser urna realidade
funesta. "1
Da Lag> s nouco-mais se tem sabido. Os
rebeldes que inradiraS aquella municipio
no dia i" do cor rente anda ali se acha
com a forca ; e desgraciadamente parece e-
rifianr-se a noticia de que es Lageanosde
algum modo tem adheiido causa da re-
belliio. Entretanto Dos permita que es- #
sa adherencia teja filha da coaccio, J nio
consentem descer gado para aqu, em re-#
presaba da prohibicio do commercio ; e a
este respeito estamos muito mal. (Id )
Meosagem por fsvte do presidente dirigida
a Assembla Provincial no dia 27 de*
marco.
Illm. Sr. S. ExoA) Sr.' presidente da
provincia me ordena a communicsr a V. S.
para ser levado ao cunhecimenlo da assem-
bla legislativa provincial, o que de novo
occorro contra a seguranca e conservacfo
desta provincia ; acoutecimentos por S.
Exc. previstos, e que bem justificas a rasio
em que S. Exc. se fundara, quando pedia
a assembla medidas a'ppropriadaa s cir-
cunstancias quaes as que se acha recla-
madas no officio que a V. S. derigi pom-
munjeando a invasio de Lages. (i) Pelo
commandante da columna e em cense-
uencia de partecipacSes que recebeu da
tente, e que por copia remelle, consta
que toda a loica de Canavarro se acha na
........." *
(ij Ha o pedido da suspensio de garanT
tas,
'.
^
-
/


'i
A,.,P uni fi i? fe ft w v iv fi t c o.
\
fronteira J que o inimigo meltera pelo ca-
roinhoquo vem de Maquin uma forca de
ioo homens, o que as Torrea j eslo aoo.
Ojoiz de pac da Liguna partecipa igud-
menteque ai ayancadas dos rebeldes, no
da ai Ibe consta va acharem ss j no lu-
pa r denominado os Conventos ao p da
Barra Velba. Por orncio do juiz de paz de
I-naruhy dirigido ao j\ii de par. da Ligu
na consta do igual modo que ai bocas
da trra estao todas tomadas por forcas re-
beldes. Na villa da Laguna divisa-se se
gundo informa o mismo juiz de paz, bas
lante agitacio e reconhece-se baver plano
concertado de anarchistas internos com os
rebeldes de Piraliyim ; plano que talvez te-
nha ramificaces em mais alguma paite;
pois consta por outra parteeipacio, que
tentando os rebeldes de Lages vir sobre a
Laguna, Antonio Cela no Machado ac-
tual presidente da cmara daquella villa,
por parte dos rebeldes, obstara a isto d-
zendo que se devia esperar o movimento da
insurreicio na capital e ru Laguna. Convem
'repetira V. S.', que ludo quanto refiro ,
para ser em cooformidade das ordens de
S. Exc., levado ao conhecimenlo da assem-
bla legislativa provincial si especies a*
trabidas de partecipacoes cfficiies. Em vi*
ta de taesacontecimentos, S. Exc. reitera
o seu pedido sobra medidas legislativas,
quaes as que impetren quando foi c.-ramu-
ncado ssemb'a o successo de Lages. E
posto que as circunstancias actuaes nio a-
presentem aspecto agradavel, S. Exc. me
ordena, comludo, asegurar de sua paite
a assrmbla que empregar todos os meios
* seu alcance para conservar a provincia que
Ibe foi confiada quo talvez os anarchistas
tenhaS de arropender se de marchar na ve-
reda do crime ; que serio baldados seu*
esforcos por abysmar a patria ni deslriuvio
eaarchia ; e que na ultima extremidad,"
S. Exc. saliera ietab ar se que salus po-
puli suprema lex est. Sirva-se V. S. faser
tudo presente assembla legislativa pro-
vincial.
Dos guarde a V. 3. Secretaria da presi-
dencia da provincia em 27 do marco de
1839. Sr. 1* secretaria da assembla le-
gislativa provincial. Antonio Jos Palco
da Frota secretario da presidencia.
(Jornal do Commerco de i d'Abril.)
quim Coelho que desejavaS por frente
do movimento.
E' nesse estado de fermentacio que o
Exm. ministro da guerra vao encontrar os
nimos na capital.
Remeto-lhe acopiada uma carta que
tve de Porto Alegre por onde far idea
do que por l vae. Espero pela volta do
ministro e pelas suas providencias para
Ihe noticiar quanto occorrer que nio pode<
rdeixarde ser iuUressatissimos.
Carta particular.
Porto Alegre 18 de marco.
RIO GRANDE.
Rio Grande 3i de marco de i83g.
Meo amigo e Snr, Como por eauza de
ineommodos ni miuha aaude lem ja decor-
rido algnm tempo serri eu escreVer-lhe, po-
de talvez acontecer quo algumas das coisas
que Ibe vota dizer jaai soja sabidas.
A bordo do vapor Paquete do Norte en
trou o Exm. ministro da guerra a barra
d'-^ta provincia e depois de 3 (lias de de-
mora n'esta cidade durante os quaes S.
Ex. foi com seos olnos ver o mseravi-1 es-
tado a que se tem deixado reduzir
nossas trincheiras e visitar os bospitaes e
mais reparlicoens de guerra seguio no
da 3 do corrente para Porto Alegre no
vapor A guia chegado d'ali no da 23 fi
cando aqui o vapor Paquete do Norte para
opnduzir de fora da barra a tropa que ve-
io com S. Ex. que n'esta data ja est toda
desembarcada.
S. Ex. foi visitado por grande numero
de ciadoas., inclusiva alguna que-nunca
ea id*
que o
se movera a visitar autliori ddus
dos captivou o bom modo ,,
nobre ministro os receneo.
at
ra
Constt-me que ninguero_deixou de con-
firmar a S.'Ex. a>erdadeTras censuras, que
tem sido fetas ao Eliziario nos diversos
peridicos da corte e com especialidade
110 seo Diario ; e que S. Es. mostrea se
penetrado d'ella.
"No acampamento da margem direita do
S. Goncalo estaS preparando ama honrosa
recepca ao ministro de quem lodos ea*
iperio a demissaS do Elisiario sem a qaal
nada far com sua viagem porque o povo
e a forca tanto de mar como de trra ja
foca5 ao 'desespero.
Em Porto Alegre tem-se manifestado a
opiniao publica por uma mullida de cartas
annimas e de pasquina que respirio at
intencoens anrquicas contra a pessoa do
presidente ; e assegura-se que teria ali
rompido urna sedico nio se Ihe oppor
inobremnte o destnelo cotomI loso Joa-
Nada t#n havido por squi de notavel.
Muita inaCa5 ; descontentamento geral nos
chefesda tropa na tropa e no povo, que
ja desespera pela falta de providenciaa,
rielo desmedido arrojo com que francamen-
te saem diariamente da cidade pira os re-
beldes coitos e conlos de res em faseodas,
sal e gneros de barra fora troco de l
guns lanchef dos alemSes que em retor-
no trazem algum saco d feijo farinha ,
e- tal e qual cojsita mais ; pode-se dlser que
de facto est reconhecida 1 republiqaeta ,
porque tudo feito coro o consentimento
das primeiras autoridades. Como nio ht
mprensa porque as dus d'esta cidade es
lio vendidas ao piesidYnte que dizem ,
mensalmente paga cerca de 210 s" rs, a cada
uma pela quota das despesas secretas cho-
ve ha das a esta parte prodigiosa quanli-
dad' de cartas annimas e de pasquins no
sentido de ateameacarem com a morte ao
presidente, que parece andar corridoeas-
sombrado. E' publico e notario que o V.
de Castro, c-cmraandante da'guarnic,
chuza bastante por concessoeos da portar-
as para a saida dos gneros para osrtbeldes
o que a ser verdade como parece vis-
ta da .i voz populi voz De __ diz mais do
que era preciso contra as boas roraeacS
do Snr. Antonio das Avarias.
Houva em um da destes um celebre suc-
cesso. 'O major d'engenheifos Jos Xavier
Garca deAlmeida ( um dos do circulo de
S. Ex. ( achtndo-se na Picada, onde es-
t acampado o corpo de cavallaria do l-
ente coronel Propicio a providenciar
sobre a formacaS de um reducto, insulten
ao Propicio aos ofGciaes e soldados que
ali ?e achavo o em geral 'n todos nos di
zendo Va5 tratar dos cavallos ; eu nio
don sati&facoens guascas por cojo mo-
tivo Propicio apesar de sua demasiada
prudencia, Ibe deo duas tremendas bofa
tadas pisou-o aos ps, -a cok um reben-
que a Cerca de rebencassos pela cabsca ,
mostroii-!he que se nao insulta impunimen-
te a hum rio grandensei O presidente
mandando o quarttl ttiestre general syndi-
car sobre o facto deo raso aos guasc-s.
A' proposito fiserlo os gaiatos muitos
versos galantes e entre elles o soneto que
remello. O tal major nao quiz mais saber
dos guascas e em commissaS se foi embo-
ra.
Muitas familias legalistas se tem retirado
d'esta cidade para a Campanha e como
iadetTerentistis queieai ir cuidar em con-
servar o que he seo : muitos capitalis-
tas com su-'S familias tratio de ir pata e:sa ,
e mesmo para fora da provincia. Por isto
walie-sc do nosso estado. dem.
elle em nenhuma duvid existe essa da^
membraca ; seo parecer qua atienta
a existencia de tal f nhecida nao convm dignidade da pro-
vincia que a lei adoptada : sob n. 7 e data
de ai d'esle mez, mandada voitar issem-
b!a contenba a disposica constan!j do
art. 3. d'ella; o quo portanlo, suppri-
mido o referido art. seja a Iti reenvida
a saneca modificida a3sm no sentido
que propa o Exm. presidenta. Sala das
commis$5es em 3o de marco de i 83q
Mafra. Siqueira. Coelbo. Silveira.
Calileira.
Este parecer foi approvado pela nioiori
de dois tergos d3 votos da. assemblua e
conseguintemente foi a lei segn Ji vez re-
mettida para asaneco do presdanle, e
com a modi6ci5io pon elle propesta.
SANTA CATHARIN \.
A assembla provincial na aonuo a
suspensio- de garantios, pedida ptl Presi-
dente, porquo nao supoera a provincia em
perigo*lal, qde s-iasalvacia exija o empre-
go de meios extraordinarios, qud seja o de
suspender algumas das formalidades, que
garantem a l bardado individual.
A assemb'ei diz misino no COnlde-
rar-se auihariasda para tanto a pezar
de existir ja um precedente ( o dji Sisera bles
provincial da B.hii): por quinto, diz o pa>
recer dacominissio tspecul que foi u-
nniraementa spprovdo, as assembleaa
legislativas provinciaes, pe lo 8, do ar-
goll. dovelo addicioia), ezeicem sobre
susppncods da girantias Eltribuicss cumu-
lativas com o governo geral, nes meamos
casos e pela mesma forma, em que tile o
poda faser : e como, ero virtude do artigo
IQ 6. da Loi das attribuicoes da regen-
cia de i4 de Julho de t63i, se soba o go-
verno geral lemporariamante privada de.
semelhante atliibuiclo so nij ha claro ,"
fica ao menos mullo duvidoso que as as
sombleas provinciaes durante s menorida-
de de S. M. o Imperados, oosij legitimen-
te suspender as formalidades que garantem
a liberdado individual ; pois si o governo
o nio pode actualmente fazer, tambora a as-
sembla provincial nio podeexcercer cumu-
lativamente aquella altribuiclo.
Pondera mais o parecer a que nos re<
feriraos, que eslan'Ji prxima a abeitura
da assembla gara l, a ella poda o presi-
dente" recorrer, no caso do considerar aia
da indispeaaavel a mso'ida, qua pedji
3
caura dos revoltosos do Rio Grande. D'esta
provincia recebemos cartas de mui recent.j
data mas nada nos disem sobre isto. O
que remos no observador foi smente quj
em Sorocaba se linba commettldo.u m sssa-.
sinauto, cujo resultado io-se tornando uta
Unto assutadores, porque alguem queii
fazer desse acontecimeuto urna questo d
partido. Viato mesmo nio sabemos si
exacto o Observador, porque nesse mesmo
artigo nianifesta grande animosidda con-
tra huma familia daquella villa cjtii
cujos seutimentos polticos nio simpatas j
as pessoas, de quem eco o Observador
Pzulistano, rujo estilo um tanto exultada.
V01 lauto a re.-ptito de Curitiba devemea
crerque nada de novo (em ali eccorrido;
nenhuma carta de S. Paulo o noticia qxiu
o saibamos. E no que toca a Sorovain
tambem entendemos que n&da quo p?am
produzir seiiis couequencias tem lia-
vido.
(Diario do Rio de 17 de Abril.)
Correspondencia
Schores Redactores. Cioso d..- tneu cr-
dito nao posso consentir, que o Sr. V.z j
queira deprimir com annuncios j pin Jo
eu duvida a minba bo* fe vg^menla ,
apontando fados espiciaes, iuh du lid. .1
partcem derrubar ; tal foi o de qa\> f^z
mencio em seu annuncio inserido un o
Diario de 8 do corante. E' versado S+s.
i'eductores |ua sendo eu dvedor ao Sr.
oao Vaz de uma letra de /.SG tfooo dei-
Ibe em pagamento 5 letras as quaes loLs
prefazia.o valor de 4:3.70^000 qao reu-
nidos a i:6ooj'joo valor < <|Utro eacravos,,
que eiu pagament) da letra c mi fo0
dados ao Sr. Vaz ant.^s da seu venc ment,
fasem aquantia ue H-.cfjojfQo; e que rice-
bi do acceitante de uma das latras daa" ero,
pagamento a quautia da 3ooi'ooo ; mas co-
mo sendo eu devedoraoSr. Vaz de .f- s'
e tendo ello ero seupodei f.yjoifupo obu
dama fe, recebendo 3jos'oo, quando a>
inda ficava no poder delle 5:(>7o$'oao de-
pois de fe 1 lo o descont ? D'aqui se v
Srs. Redactores que em tal facto nio a pie.
santo m% f e que com ello nio preslei-
meaos ataques, e insultos, que ao mm
crdito derige o Sr. Vaz. Decida agoia o
publico onde h mais n; f se ncatc pro-
ceder ou no do Sr. Joo Va?., que apre-
so nUndoconta de grio Caphj, quer ago-
Quanlo acs sentinientos que o presiden- i ra cobrar de mitn 8.000'000 ; todo o Per-
SANTA CATIIARNA.
Parecer de uma comrr.isss sobre a recusa de
saneca dada pelo presidente lei que
prohibe o commeicio com a villa deLiges.
A commisss especial, a quem foi remet-
tido o officio da presidencia com data de
27 do coiyente, em resposta ao que por
parle da assembla se Iba dirigir para
que o Exm. presidente Gzesse constar a mes
ma assembla ai das informaces que tem
obtido pJe affinnear com seguranca que o
municipio de Lages tem adherido causa
dos rebeldes pertencendo de facto rep-
blica de Piratiaim ou si o dito municipio
apaas se acha em estado de coaca que
pode cessar com a desoceupaca das forcas
rebeldes meditou maduramente sobre o
contedo n'aquelle officio ; e vendo qua ,
com quanto o Exm. presidentedeixe deemit-
tir a sua opiniaS sebre todas as partes da
questa proposta responde pela afirmativa
que diz respeito desRmbrscaS do mu-
nicipio de JLrtges 1 quando declara que para
^__--------------------- -, ,...._^
te enuncia de que, ni ultima estremidade,
saberi'dembrar-se qu3 a slvenlo P, e a Iti
supremo, pondera a assemblra que o pri-
muirodever da aulboiidade publica e dar
o exemplo dsrospeloe cbeiiioccia asns-
tituicQes do paiz : que ua caso ds S. Ex.
(anear miedo recurso extraordinario, de
oue se lembra carregueelie s com a res-
ponsabelidad? ; entretanto que a assembla
provincial, fiel ao seu juramento, recor-
rer* somentc aimcio constitucional (ue Ilamburgo..........
Ihe da o 9. o artigo 11 da e das re- Ouro embarras......
formas. em cujo d'semponho ssbera'
cumprir o sagrado preucito de velar ua
guarda da constiluico e das leis.
" A assembla provincial snuuio a su-
pressio doaitigo 3. da lei, que prohibe*
o commercio com a villa de Lages oceu-
pada pelos arebeldes. Esso artigo permo-
ta a cunduccio do sal para aquella villa :
ponderou o presidente que o sal eti' um
grande recurso quesehia prestar aos re-
beldes e qi9. de mais, era ease um meio
fcil de ellea recbereni muni^Ses da guer-
ra. A assembla catendeo as judiciosas ra-
zas do presidente
RIO GRANDE.
De baixo da rubrica Interoi publi-
camos duas cartas qu disem quanto bis-
ta para se conhecer ate que ponto tem che-
gado o descontentamento naquella provincia
contra a administracio do Snr. Elisiario.
Certo que a conservacio deste Snr. na di-
reccio dos negocios pblicos ali ja paisa
de imprudencia.
Esperamos que finalmente esta pedra de
escndalo ssra removida para bem da cau-
sa legal no Continente.
Ilonlem ouvmqa| di
Curitiba em &. Paulo tinha
ser que
a Villa de
a d he 1 ido
nambucosabe, que o Sr. !>z ni ue-
nliUHJ molleirio, que se deixase imb^r por
minhzs speitezas. Sou S.s. Redactores
Seu venerador ttenciaso
Francisco Jos Ulem.
CAMBIOS.
Rio de Janeiro, 18 de Abril*
Londres............ :>g i/a
Pariz............... 3Jo
.600
137
Dobioes liespanboei... 3o,ooo
da Patria ....
Pezos Hespanhoes .... 1,820
u *da Patria....... 1,800
\Ioedas de 6,4oo velbas 15.750
novas i4i7oo
de 4,000..... 8,o5oa 8,iotf ,
Cobre punca do....... 3 a 4.
Frata............... yo
Apolices de 6 p. c. jorro 78.
5
(Diario do Rio da J.)
LOTERA DA ROA VISTA:
O Thesouieiro da Lotera da Matriz da
Bavista faz publico que as redas da mesma
Lola a andad no dia i5 do corrate.
Avisos Diversos.
Precisa-se de um rapaz deidade pou-
comis eumenos iaannos para caixeiro
de venda: no Hospicio em uma venda so-
va.
Perdeuse hum sineta de ouro para
relogio com a firma F. A. B., enlatados;
Quem achare quiser restituir dirija-se aa
Alterro da Boa vista casi do Coronel 'o.o-
derodes, que gra(i6ciraav
MUTILADO
si
ILEGIVEL


=^a
^^H
DIARIO 'DE
P E r'N AMBtC
Antonio W Rodrigues da SHf. per-
ten* r Pa poriBl Ir.ur de sua sa.ide
H,,.ndo nor.,0 procurador n-5t, C.d.d.
joSoAnmniod.sS.ntos Andr.de, e lo
podando despedir-s. de todos seas A mi-
rra por cuta de*ua vista o faz por est-
' ,oVotesunde lodos sin prorapdJo.
_ Quena preeittr de om emdo raesrao
D.r. fora di provine. e tambera entend.
de boliiro annuncie.
Oaemquiserd.q.v pouo? lempos
lugar um. es l*rra con. um pequeo
sitio muito perto d.st prac dinja-ae .
ru ove .o p da poule rmasera onde se
veudem qiiartinhas.
Quem plisar d um rapa, P"u
gae par. caixeiro d. loj. de fazen-
3,, do que tem ttdo a'guma prat.ca d.
,j...e.ruanov. no penltimo armasen
D* *7 No dia aa do correle lie a ttllim-
praca pefoJaiin do Cvel da aegunda iin,
5a M. sil. na Boe vista na ru, do col..!*
lo bem contrada sal!, forrad, chM
proprio, cuja cas. be terrea D. 3 os llM-
l.nles compareci em os das de praca ale
ehe^sr o dia assim matead.
1 O escravo-qae npirveeo em uro Hio
* que se tem anuunciado por uta folha ,
ia foi entregue a seu proprietario o Sor.
Francisco ferreira le Mello de cuja eu-
sjega passou o recebido o qua I lile era
poder do annunciante.
_ Antonio Jos Francisco Ve.g v.s
.o publico que Antonio F.anctic Vmira
o he mais seu caixeiro desde o da 9 do
corrente.' ...
A mulber parda de roea idade que
diz querer > ama de cisa dinji se ra
da cadeia vlha D. 5.
_ Alug. se um escravo ctnoeiro e Ole-
rtS quemo pretenda finja a cas 11.
33 frontein h r.beira da Boa vista.
_ O grande hospital de candad* pre.ci
aa de ma lavadeira, daodoiui.'c.
1 Da so dinheiro a orerain sobre pi
r.h.res de opro : na ra do Cbllegio renda
do Sebasto, e na sesma precia-se de
urna ariapara aervit em casa de um bomem
solteir.
_ Prtcisa-se de nm f llor portaguei .
ouiibeopar. um eogenba diaiete desta
prac. 5 lego..: elr.Ur V\A do rnean-
amento cea Francisco X ** Mart.ns
Bastos. 1
Aluga.se o prime.ro andar da rasa
."i na tua estrella do II z.> : a tratar
na mearos. v-, .
*>ammiiV adro.mstrfuva da so-
c;tt"ideTewaichoiero..ridie-w socio da
.n.par...H-* ^ **i*' ".
ordinaria b je l3 do eomutt fitUs b.ho.a
da tatde. ,,.
Luit Pistar avisa ao publico que tem
tabelecido urna fabril* de#peos na ra
treit.doRoi-rio..3,:^de. vende
cheos de cjator de nrtaa e de sed.,do
ultimo gosto,etamb;,n cf.cerUo s clu-
peos de todas as qualidedot
lAindasecuilmuaaafo^arO >estan-
doa'dois terrenos situad-, k, nrdiecfo
do s lio do Dewmbatgadar Maciel Monlei-
,0, no lugar do Manguinbo, "seSu,men-
t ou principio da estrada dos efflicio, dan
do-se os-fceiros gnndea .anttgrqp par^
oedeficamento de propriedads sendo c
neamoa terrenos baalantei eafhato, bene-
ficiadw, e pelo pfP d" ^ ,s- e ,l'"
3o cada um palmo que se aforar ; os pi-
Uodealea eotendo-se com o E^cnvao Al-
meida, que tem poderes para taes.
C o m p r a s
19 annos de idado e tem boas habelida-
des : em fora de'portas n. 207.
_. Os livios seguiutes obras de direito ,
por prebo com nodo : Fritot curso de
dire;toj IVlontesquie > espirito d^s leis .
Vale! direito das gentes Smilb "R^cber-
i> ppssoai : a ches sur la nlure desirichepes ,B!ckclone
velha com Joo Frajfcisco comrhentario das leis inglet, S. Pinhei-
_ Canoas feitsdaseencivernadas pro
nrias par trafico de olaria, assim com 1
bertas qu-pega 6jo lijlos *de alvenaria
;;rossa editas grandes bem constmidas .
que oego m is de mil lijaos da mesro^
qualidade e outra decarreira. pintada
e que admllte para mais de
l atar na ra velha com
Santos de Siqueira', e'pra aa'vnr no silio
in.vesivel deAntoni Jos Gomes doCorreio.
_. Me'ios bilhetec d.< Lotera da Matri?.
da 13 .a isii a 4000 : na ra do cbug toja
da miodesas junt<> a botica.
_, Umaeserava pai. fara da provincia ,
ou para o matl de idade da ?5 annos
pouco mais ou menos cotinha o diario de
_ Um Athlas geogrfico por Simicourt-
e Diccionario ingles pr Vieira ( dos grai.
lies ) ainda qne stja uiado : em Olinda 1.
esa passando o varadouro ou anuuncie.
., Um armario ou guarda loupa, fin-
da atudo em meio uro, annuncie.
Vendas
I
Urna canoa de carteiracn bom esta-
doT o* rul d'Croa vendan. 38.
" Uire prel* u gtno de angola de
idade de 4 annoa eoaioka o diario de
urna ca e engoma.: na Boa viala vea-
a D 5.
urna cs ese cha e tem oulras habe-
(idadea qua a nsta se dir : na rui do eres
po d. 7. ;
_ Um venda aita na'r'ua do F.gundes
D. 1, com os fondos pouco mais ou tneno<
de 5o?.ooo : a tratir na mesma.
_. Rap de Lisboa novo a 3ioo a libr*
dito d 1 I! ihi. a 10B0, cha isson de primei-
ra sVta a 1600 a libra, linha parda, prela,
e azul ferretea libra a 1600 y e sendo em
noicio de 10 I bras para cima se far o aba
limenlo de 5o rs eanutilho em caixas ,
crespo de todas as qualidsdes e dito liso ,
latra amarel a em libra que tem 4o Tolhas,
terinas de escre'ver a aoo is. ao quarteiri.
tinta deecrever a ajo rs. mens garrafas ,
e em pote a i6j sag' de primeira goite
a 4oo a libra pnntes travessas de tart.ru-
P* bichas grandes de Lisboa chegadas uU
limamente : na praca da Independencia n.
ao e na ra dos Quarteis loja D. 3.
_ Um pequeo silio com boa casa de
vivenda no lugar do monteiro tambem se
troca por outra qaalquer propiiedade resta
pr8,;a a vista dos o-etendentea se dir o
motivo : na ra da Florentina D. id ou no
conventi de S- Francisco a fallar c>m o
Padre Mestte Fr. Joiode Capislrano Meo-
doea.
, Para pagamento de urna divida um
escravo de idade de 2o annos de bonita
figura t.ab'Iba mui bem no officio de
pedreiro fianci-se. nao ter vicio aigum;
um dito de 18 a ao annoa bom trabaJhadoi
de campo por 43o.000 um dito com 18
anuos de boa presen'ca orna escrava de a4
annos, ngomma cozinha cose far
renda, outra com boa babel idades ou-
tra dita de a7 3o annos cezinln milito
bem diario de urna casa boa oompradei
ra, lava de sabio, por iao.ooo urna
moleca de r anuos livre da molestias, tu
a com flancis de boas vendas : passando
a Igreja dos Maitines 110 1. andar do
I, sobrado.
_ Orna duzia de cadeiras e urna mar-
queza de palinbi, urna mesa de salla lu-
do de angico com pouco uto e moder-
nos i quem os quiser annuncie.
_ IJii molato canoeiro de idade Je 21
a aa anuos, bom Nrrafiador faz I rral'a.
cozinha o diario de urna casa : em Olila
00 varadouro loja n. 8.
_ Orna negra moca de bonita figura ,
be fateira e vende na ra com urna cria
de 4 annos : na >ua atraz do caUbjace nu-
mero 9*
a. fj 111 car roca de conduzir materiaes
para obras, e prouria para cavallo indo
acompanh. da de sens competentes areios ,
e doia ilh5e sendo um novo e outro
em bom uzo : a tratar com Lourenpo Jus-
tiano de Siqueira, morador no'sitio do
Dezembargador Maciel Monteiro no lo
gar do Manguinbo.
. Por precisan urna preta de angf
muilo Indina de idade de 34 annos :
ra do calderero loja do sobrado D. 2.
_ Mi-ios bilhetes da Lotera da Boa vis-
ta .- na ra do Cabug lijas de miudesas
D. 3 e 4.
_ Um mileque creoulo de idade i3
annoa, mui sadio, aem vicio, e sabe hi.r
o servico de ma caaa ; e tamb-m est pro-
prio para apienderalgum oficio, ou para
pagem por ser bonito ; oa ra d'Agoas ver-
des lado de N. S. do Tarco, casa lene.,
que tem duas janellas e urna porta, que
im lampeio.
__ Urna venda ha ra do cotovello com
os fundoa de 3oo,ooo e tem commodos
para familia, a dinheiro cu. preso : a
iratac na roa ifova D a.
__ Urna porclo e cera de cirn.huba :
o. ra nova venda.-D. ii\.
. Una molequo e o%a moleca de 17 al
i.,
ni
ro direito publico. Lapage dito ,nu|laina-
que direito natural e das gentes Gmeiner
direito ecclesi'st.co F-itot srreaicia d>
publicista, Rossi D-t Penal-, Mifl', eco
nomia'polilique : em Olinda no baldo ul
tima casa de.fjbrado
Um prelo muri sadio :fJqo repre
aenl ter|o a a4 annos de idajple propio
para servico decampo : na Iravessa de S.
Jos as lojas do sobrado' do Costa.
__ Urna escrava.de napo angola, de
idade de a6 annos boa |avadir cozi-
nha o diario de urna c.sa e he quitan lei-
ra e propria para todo o servifo.: na ra
da Conceico da Boa vista 8.
_ Urna escrava de bonita figura de
idade da 19 a ao annos boa costureira,
eogommadeira, cosuiha bem o diario de u-
m% casa, e Uva de sabio ; *os perlendenlea
dirijio se a ra Direita sobiado do.l.do do
Livramento D. ao. (
,_ Meios bilhetes da Lotera da to
vista : na roa da Vfadre de Dos n. af
_ Os seguintea livros em francez : die
cionario fiancez e ponuguez p?lo Capilao
Manoel deSouza elementos da hislorii-
natural medica por Achille Richard cur
so elementar de hygien 1 prr L Rostan,
manual de chmcatmedica par L. Martnel,
formulario de poebe por P. A. Richard ,
diccionarie^portatil porlu'gutf e francez por
Constancio ."t.roanual de materia medica .
o nove guia da conversapao em francez e
portugus, el elementos de grammatica
francez todos estes livros ero bi>mw uzo ;
na ra novloj de Fraocisco Nuas Cr-
rela.
igbarriscom mel promptos pira
embarcar : em f..ra*de porlaa n. 44-
_. Um escravo proprio para o aervco
decampo, mesmo para; socar asscar :
na ru do encantam^nloarmasem n. i.|-
__ Urna armaco pesos e medidas de
urna venda colocada na ra ireita D. I
dafronte do beco de S. Pedro por pieco
commodo; a trataraw ru* lrga do Roza-
rio t). ge tambera se aluga a lojas i.a ra
do L'vramento D. 3.
_ Uma escrava de ao annos de id.de ,
Uva de sabio engomma liso, e cozinha
o diario de uma casa .- no largo de S. Jos
_ Um molatinbo de idade de 10 annos,
proprio para aprender qua'quer officio: na
ru das Cruzes D. 18.
aa Meios bilhetes da Lotera da Boa vis
ta : na ra do Cabug loja do telojoeiro
junto ao Sr. Bandeira.
_ Um molatinbo de ia .sunos de idade,
bom para pagem e srvenle de um casa ,
uma pretadaao annos perita engomma-
dera corta e faz vestidos e camisas de'
bommem e uma preu de ao anuos por
a5o,000 cozinha lava roupa be boa
compradeira ,\e vaudedeiai na ra de
agoas verdes D. 37*
_ Urna bonita escrava cabra escura de
idade de t5 annoa cose eogoram* e
faz hvarinti) : na ra da praia em cas de
Francisco Jo.PinJo Vianna,
_ Um par de brincos de brilhantes e
um par de atacas de diamantes ; quem qui-
ser annuncie.
des policiaes como civis e militares c ,
pitaes de campo e de embircacei, me|-
tre pedreiro e donas de obras e psso*s
particulares que virem ou souberem de
um molat >de nome Bernardina cora ofti-
cj re pedreiro de idadd Jdi ai annos
pouco mais ou menos fugio np dia 7 p^ra
8 do corrente com os signaps segui teT :
liaino, groso d cjrpo rs largos, mi^s
gross e com falla de uoha no^dedo pul-
gar da mi esquerdi, cabel o. cr, si, a, ollios
de gato tero o rosto pintado de pannos
espinbas lem uma orelha furda, nao se
menciona o trajo com qu, sabio por ter sido
valo com outros d.fferenles e tem sido
v slo pela estanca e"estrada do maoguinbo
liabalhandoem um pdViio de um lio ,
pade aea quem o pegar Uvar ao aeu S'. ni
ra da roda D. ao que pagar toda adei-
pes com generosid.de.
Fup,ij ua noile do dia 9 pira 10 do
corrente de bordo do Brigue Ul.oda um es-
cravo de nomo Joo levando no peseteo
urna arg'la de ferro cjro/bastia coroprida ,
reforcado rosA largo /olhos vermelhof)
barba por b,)xo do qu-ixo cor bastante
pret representa ter 3> annos de idade ,
levou vesta camisa de bicta encarnada ,
f*lsa deestoupa e chapeo de palba; quem
o peg.r leve a bordo deado na praia do Collegio que aera recom-
pensado.
i Fuglo do Brigue Escuna Nova A mi-
sade fundeado defronte da escadioba di
caes da Ifandeg um escravo pardo de
noma'Jos, naturl de S. Cathariua a.
latii'a regular cara escarnada cabello
crespo, tem por baixo da buba suissa ,
tem falta de um denlo na fente do queuo ,
levou vestido calsa e jaquel de ganga azul,
chapea forrado de bara pintado de verde
com fumo ; quem o prender leve a bordo
do dito Brigue Escuna ou .traz do Cocpo
Santo D. 67 quesera bem gratificido.
_ Fugio no dia (> do correte de bordo
do Brigu Olinda om escravo de nome An-
tonio, de idade de G > annos, bailo e re.
forcado do corpo barba branca, rosto
larga tm uiai costura grande em una
mi; quem o pegar leve a bordo do enlamo
Brigue na praia do Coliegio qua ser
recompensado.
.*. No dia aa de Fevereiro desapar *ceu
uma negrinha do cain.iui.io da Estancia,
de idade de i3a 14 annos bastante ma-
gra meia Tulla, comas juntas dos pese
mi indiadas com urnas ferid.s nfreos-
las de marcas debechigas olhos grandes ,
boca grande beicoa gressos denles ar-
gos e fe'io's orelbas pequeras e o pl de
uma tem uma marca grande de ferida no
hombro esquerdo um caloffibinho, be que.
brada do embigo traz uma fundo levou
saia de chita roiza ja velha amarrada pelo
hombro aem camisa e cbama-se Mara
Benedctaj, quem pegar traga estaIV
p*ografia.
Escravos Fgidos
t^DESAPARECEO ou fa Urio no dit
11 do corre te pelas 6 horas de manb a
spravos um de nome Francisco alto,
magro e com algum. barba e eor fulla ;
outro de nome Joio alio e gordo e re-
1 i uto com percas e pe grosses e barba-
do os mencionados scraays sao ainda bu
caes e do gento de angola ; offerece se
100,000 de gratificaco a quem delles sou
Ler e o quiser d. clarar e roga-se a quem
elles forem offerecidos para comprar o ob
s iiuio de os apreender e avisar ao abaixo
assignado na ra do Vigario == Antonio
Alves Barbosa.
Roga-se eafearecidament. aos Snrs.
Pcefeitos 1 commiss.rios e maia autborida-
Moviiueuto do Porto
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 10.
LIVERPOOL; a5 dias Barca
Elise Joliuston de aiti tonel
A Pelrie carga fazendas : a Johnstou
Pater & Companfaia ; passageiro 1.
InglAa
, Meslre
ANEIROj aa das, Brigue
JUO DE
Brasfle^p Roza de a5i tonel. M. L"uiz
dos Santos .carga plvora, e outros g-
neros : F. Jos Felis da Rsza.
DITO; 19 di, Barca Ingleza Malhac
Plenorvter de a)3 tonel. Ihursbv em
lastro: a Suart B. ; fundmu uo lamei-
ro
MACEIO'; 3 dias, Hia'e Brasileiro S.
Sebsstiao de 37 tonel., M. Joaquim ta
Costa garga assucar couros e algoda:
a Magalbies Bastos.
SAI11D0 NO MESMO DIA. 1
GOIANNA ; Hiato Brasileiro 'Conceico
do Pilar M, Antonio de Souz. Louro ,
carga varios gneros.
PEftK. NA TYP. DE M. F, DE F. I82,,
ILEGIVEL


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