Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06099


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Full Text
*-
ANNO DE 1830
___ *
SEXTA FEIRA
cambio s;j
Maio 8.
f.ondres 3o i/4 pa i|ooo sed.
Lisboa 8o por too premio, por metal, ofierecido.
Fraifca 3io a 3)5 reis por Tranco.
Rio de Janeiro ao par.
Mocdis de fgoo i5#ioo as velhas, novas i{/goo.
4?o(x/ 8#aoo a Spw.
Pezos Columnarios i#68o a '#700.
Dittos Meiicanos i^6o a i^65o.
Pataces Rrazileiros 1 $680 a ijfTOO.
Premios das letras, pormez 1 i/4 a.i 1/2 por oo.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTES.
Ci dale da Paraiba e Villas de sua pretenco
Gidade de Rio Grande do Norte, e Villas dem
Cidade da Fortalera e rulas dem .
Villa de Goianna...... .
Cidade d Olinda S: -.'
Villa de Santo Antio ..;...::
Dita deGaraphuns Povoaco do Bonito. 5
Distas do Cabo Serinhaem, .Rio Formoso, Jar
Cldade das Alaeoas, e. Villa de Macei. Jf .
Villa da Paiau* d Floras......2 2
Todos os crrelos partcm ao fteiosMia.
10 DE MAIO NUMfilO 102.
. *
Tudo asjpra depende de nos tnesmos ; da nossa prudencia
medrselo, e nergu: continuemos como priucipiain.'s
e seremes apontados cora admiraciio entie as .Naces mas
cultas.
Proelamaco da Astemblea Ge ral do BrtKtl.
Subscrece-se para e antdos nestaTypografia, ra das Cruses D. 3 e na Praca
da Independencia D. .^7 e 38, onde se receben correspi
delicias legalisadas, e anouncios insirindo-se estes gr*
ende dos proprios assigaantes, e vindos assigoadot.
p.m-
trlis
Sefbndas e Sextas feira.
Todos os dias;
. Quintas fsiras. 1
Das 10, a a{ ele cada mei
to Caito Idea 11, e 31 ditto ditto
dem idem.
. Hm 13, ditto ditto

DAS DA SEMANA.
6 Segunda S. Joo anteporlam Latinan. Audiencia do J. de Dir. da r. vara de raanh.
7 Terra S. Estanislao B. M. Re. o aud. do Juia de^ Dir. da I. vara de manhi.
o Qua'rta jejum. Aparicio de S. Miguel Arcanjo. Sesso da T. P.
g Quinta >f< AscencSo" do So,
10 Sexta S. Antonio Are. SessSo da The*. aud. do Juix de Dir. da 1. vara de xaaoLS.
11 Sabbado S. Anastacio M. Re. de manh o aud. do J. de D. de m.
'ia DomingoS. Joanna "Princesa.
Maro cheia para odia 10 de Mo;
' As 3 Loras e 6 mnalos da manh. As 5 horas 4a minutos da Urde*
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROvffc-
CIA*L..
Represrntscio da] Assemblea Provincia],
a Assemblea Geral.
a>
Augusto e Dignissimos Snrs. Repre-
sentantes da Naci. *
* A^ Assemblea Provincial de Pernarabu-
co fin desempenho 'da obrigacio qun Ib
incumbe, de velar na guarda da Constitu
ci, artigo 11 9 do Acto Addicional ,'se
dirige por meio da presente Representa-
' cio( nico recurso que aind resta ) a
prevenir a offensa da mesma Constluicao,
e ouando ( o que nio he de temer) desa-
tendidos sfjfo seus^reclamos, ao menos
Ihe ficara' a complacench de'haver feito tu-
do, o que Ihe foi possival.
Aprestentanda-se dita Assemblea Pro-
vincial a Indicaco constante do documento
junto a fim de se examinar pela Coissio
de Const. e Poderes?o Projecto de Lei, que
passou em i discussio na Cmara Tem-
poraria para o*fimj|d'este dar interpreta-
dlo a alguns artigos) do Aclo Addiccional,
o tendo ajd|approvado o Parecer {tamben.
- junto da dita^Coromisio, em o qual se deu
arer, que o;sobredito Projecto dilatando
em alguns dos seus'artigos os mbitos de
huma ajustada inteligencia', passara a re-
formar omesmo Acto Addiccional,mudando
sm diversas entidades o qu elle bavia
ettebellecide, a Assemblea Provincial pre-
enchendo o rigoroso^dever, a que est' li-
gada assim de pugnar pela continuscio
da posse dostl)ireitos que Ibe forio con-
feridos, como tambem de', os entregar em
sua ^nieg-idade a Assemblea, que Ihe suc-
cader, e usando da permissio, que Ihe
faculta o 3o do artigo 179 daConstitoics,
I vero representar aos Augustos Senhores
Representantes da afio: Que o Agto
Addiccional alera de devflr ter hum
caractef?de estabelidade, que o far,a~respe-
tavel so poda ser alterado na forma pres-
cripta pelo artigo 17, 175, 170, e 77
da Constituido : Que a pisssr*a Li, que
o Projectoorganisa, as _P'o\inraa tem de
soifier qaebra ara suas gam.ire's tem de*
ser collocadas na dura colliso de ou se
Ibes dificultaren) os'recursos por falencia
de meios ou se retardar a decisao pela
grande longetude : Que o caminho que
a Cmara dos Deputados Gers*stem enca-
lado, be de lio estreitas, e torcidas sen
d*s que para ir avante he forca, que se
derriben) Oireitos que as* Provincias ja
aceeitario,- e possuem, por mais de 4
annos, e cuja perda he sempre dolorosa:
Qua -as Assembleas Prov. tem de anffrer
aragua em sus consideracfo^diafalcadas suas
Altnbuices, ntariado todo oYrilho dos Po-
deres que Ihes forio outorgadtos, e sen-
do de mor valia, o que se Ibes ceici, do
que aquillo que Ibes resta.
Nesta conaideracio jois aAssemblea Pro-
vincial recorre a Assemblea Geral Legisla-
tiva pata que Ella faca sobre estar, e nao
ir ai-nte.u referido Projcto, sssim pe-
hsrasSra expendidas, .como principalmen-
te era observancia dos ciUtjk. ariigos i*;4-
i?5 176, e 177 da ConstiTOicio, os quaes
forfo preteridos evitando-se desta arte os
males-, qne psalo sobrevir : e confia a
Assemblea Provincial da alta sabedorii, e
Asselada Prudencia, que caracteria* os Au-
gustos, e Dignissimos Snrtf. .Representan-
tes da Naci, que Elles mostraro mais
huma vez a sua circonspaccfo Patrio-
tismo.
Representara dos propietarios dos Sitios
collectados para pagamento da De
cima das casas dos mesmos Sitios.
01 propri etarios dos Sitios rujas
Casas se collctarlo para pagarem Decima,
tendo levado a Assemblea Provincial a Re
presentacio que juntlo por copia pire-
ce que nio devera ser competidos pelo Snr.
Inspector da F.izenda Publica a psgarem
Decima de taes Predios sera que a mesm
Assemblea tenha rezolvido a respeito o que
acbar mais justo, segundo as rstSes em
que se fundi os assignados naqualla Re-
presfntaco para resistirem a hum imposto
que no he determinado por Lei.
Aquello negocio poda ficar resdvido
nesta mesma Sessio de 1839, se nio fosse
a dtficuldadu em obter os documentos, que
acompanbaro aqaella representado que s
pod serapresentada aAssemblea no dia
'J d Abril deste anuo,

Copia da representsco.
Ilim?. Snrs. Deputados da Assemblea Pro-
vincial.
Os*assignados na representsco numero
1, vendo collectar as casas de seus respe-
ctivos SHioBjura se Ihe impor.Decima co-
mo se fossem Predios Urbanos, sendo alias
Predios rsticos, sera Lei, que mandeim-
por Decima emtaes Propiedades nio po-
dem deixar de representar a vos, Snrs. ,
os justos motivos porque rpugnfo anmiir
a huma im posicio, que na he fundada
em Lei, e que por isso lbe abe o nome de
desptica e arbitraria.
Parece que a-mesma attencio qu*e me-
receu ao Inspector do Therouroo Requeri-
mento de Francisco Manoel da Silva Tava-
res, deferindo-se-lhe ao que este pedia ,
como do Documento n. 2 se devia dar
Representacio n. 1 em que seachavio as-
signados oitenta e oito Propietarios que
requariio com igual Justica e fundados
nos mesmos Principios a pezar d*s Infor-
macoeds e Respestas que se precedeu
serem uniformemente contrarias, pelo inte-
rece que o*Informante tinha em nio ser de
ninuida a sua porenotagem, muito embora
gemio os povos de baixo do tributo de De-
cimas sobre Predios rsticos que as nao
deveni pgr.
Este mesmo tributo das Decimas sobre
os Predios rustico** ja se intentou por em
pratica no anno de i8iTi psra o de i834 ,
e fui sustado em consequencia da Denun-
cia} junta por Djj|umeolo n. 5, sem que no
decurso de cincoaniTosse cuidase na teoBran-
ca de tio injusto e iniquo Imposto athe
3ue ultiraimnte tendo-se sumido os Autos
aquella denuncia como ae deprehende
do Documento numero 6, exigisse dos
Supplicantas (ate com ameacas de violen-
cia aegundo sa leu no Diario de Pernam-
buco ) o pagamento das Dcimas dseus
Predios rsticos, at ao eorrente" anno de
1839, Omesmo se intentou no Rio de
Janairo, collectaodo-se as Casas das Cha-
caraVpor ordem do ex-MinUtro da Fasen-
da, datada em 29 de Deiembro d 1835,
e por resolucio da Assemblea gera'; Re-
presentacio dos poros fora estes aliviados
daqUelle oneroso^ tributo, imposto so
pela vontade do mesmo Ministro.
O Sitios dos Supplicantes, e suas casas
com mais raza devem considerar Predios
rsticos dos que aa mesmas chcaras em
circunferencia da Cidade do Rio, 1. por
nao conterem canto ecincoenta casis can
tinuas para se considerarem Lugr notavel;
. pela casas dos mesmos Sitios se acha-
rara izoladaa de vizinhos e s habitadas por
seus Donos, ou FtsitoY com escravos era-
pregados no servio i da agricuftara de capim
ou de Otarias, queja pagad tributo poi- Vos
imposto nesta Provincia; 3. por ae naoacha-
rem arrusdos taes predios ,' neo o mesmo
Govsrno da Prov. os reconhecer Urbanos,
porisso que os nao manda guardar pala Po-
lica nem garante de insultos noturnos
seus moradores, como garante os da Cida-
de edesus arruamentos na prolongagad
da mesma Cidade. Debalde se Ihes quei-
ra dar a taes predios a eaforcada defioica,
que Ihes d o ex Ministro Nacimento em
suas Instrucces do 1. de Set. de i836, e se
queira chamar Predio Urbano a todo o que
he feito de pedia e cal; porque tal de-
finido vai de encontr Rasio e ao com-
mura sentir dos Homens doatos entre el-
les o Author de Vocabularium juria utr-
usque pag. 129. Muito embora se achem
encravadas dentro dos sitios dos Supplican-
tes casas edificadas de padra e cal 5 por
que nio repugna haverem taes edificios nos
Engenhos de assucar, Fasendas de alg jdi
ou de gado sem que se Ibes possa chamar,
sem err Predios Urbanos, era app'i-
car a elles a Lei, que regula a Coleetoria
das Dcimas ; pelo contrario Decima pa-
gara huma casa edificada s de madeira ,
ou de barro estando dentro da Cidade,
eu em seus arruamentos, aind que em
sua constriica nao entrasse cal, nem pe-
dra.
Alem de que nio consta doart. 5 das
Disposicoans geraes da Lei desta Assemblea
aum. 6i que o Exm, Presidente fosse
por Vos authorisado a designar os sitios dos
Supplicantes como Predios Urbanos, nem
a cfundir a devisan dos Termos de Olinda
e do Recifd feita em curaprimento do De-
creto de 13 de Desembro de i83a como
tudosevt do Documento num. 4 ; pois
que cada hum diquelles Termos tem sua
colectoiis. Pelo O. das Instruyes da-
das por5. Exc. IJncumento num. 4 y
v que o mesmo Senhor foi m>\ informa
do das circunstancias dos Lugares que de-
zignou para serem colectados ; porque ali
se trata da Ponte da Tacaruna quando na
qtsel'a Camba, chamada Rio nur.ca
houve nem ha ponte alguraa. Naquelle
sa comprcude o L gir da (J irapina de
S. Amaro pertenc^ntu ao Termo de O-
linda ,.. e nao ao do Recife : ali so trata da
ra do Hospicio quaado esta nao segu a
direccio da Tacaruna ; nem ha ra que a-
[inda la gbegue. A mesma estrada novada
Luiz do Reg e a Rut da Aurora, ja com
algumas casas edificadas; eoutras qae ss
esto edificando, nio lera anda communi-
ocio alguraa com a (iidade, por serem
cortadas das aguas do mar em diversas
partes que as torna in transita veis ais.
sim mesmo forio coincidas, e se Ibes im-
poz Dacima .'
A* Coleetoria do Termo de Olinda nio
pertence s o lugar deS>uto Amaro ecom
ludo ao aobre esle se drrio as Inslrucc?)
constaot.es das primeiras buhas do Mr*gr*,>
pho3. do Documento numero^, dri-
zando em tudo o mais a cob-ctoria de O-
linda in estalo quo, como Se mus Ira do do-
cumento n, J. *
. Os Suoplicantes tem raotrado, e justi-
ficado Documento numero 7, que seus si-
tios nio sao, nem e devum cj.isiderar Pre-
dios Urbanos, mas rsticos, izeutos de De-
cipa ; e de que os mesmos ja psgo tribu-
tos impostos por esta Assemblea sobre ca-
pim de planta, obras de Otarias &c. r pro-
dutos dos mesmos Sitios. Tem feito ver
tambem a esta Assemblea a incoherencia
com que foi indeferida sua representacio
n. 1, comparando seu final Despacho com
o doRequerimento p t documento n. a ;
bam como o movai porque o colector geral
do Recife, tanto se opoz aos Supplicantes
serem alliviados daquelle tributo que^e-
cUmavio como injusto ; at passando, os
mesmos Encarregados da colecta, certidio
alheia do que se Ihes pedia, como se v do
Documento numero 8, no por nio declara-
ren) a verdade diseu proprio facto.
Resta so mo.tiar que aquelles mesmos
oDciaes da Colecta inclurio no valor das
Casas colectadas o Dsimo dos fructo dus
Sitios em* que se acliava situadas, seo Ia)s-
trurcis, que para isso tivessem ; porque
todas as casas colectadas excede ao valor
porque se poderia allogar ; e ueizando-
se deste excesso hum dos prejudicades rea'
pondeo-se-lbe, que para isso icava os
Donos dos Predios desonerados de pagarem
Disimo ou miuncas dos fructos dos mes-
mos Sjtios.
' Estes Disimoa, que os Supplicantes pa-
gara sempre por ordem do Inspector do
Thesouro at o anuo de i833 nio cons-
ta que fossem abolidos por Lei nem
mandados encorporar s Decimas das ca-
sas dos mesmos Sitios, que nunca pagiio
Decima. Attendendo-se pois ss rasci ex*
pendidas.
P. os Suplicantes ser desonerados da
Dcima imposta em aeus Prediis
rustiiof, x casas de seus sitos,cojos
fructos j t se achio carr.gadc-s de
oulcua tiiutfcs impostos por esta
mesm*Assemb!ea quem dirigem a
i
r
ILEGIVEL L-



"-
2

DIARIO; Df P fe
R
5?
presente Suppliea ; na esperan?! de
serem a Hendidos pela Justica y que
Jhes aasiste.
E R. M.
GOVERNO DA PRONUNCIA;
Expediente do da a de Maio
Officio AoCommandante das Armas,
ordenando em con Torra i dada de Imperial
Avizo do i. de Marco do corrente anno ,
que enlime 10 Capilio d'Erigenheiros An
tonio Carneiro Leo que se apromple
para seguir pata a Corte no Brigua i>
ger que de ver largar para aquello (orto
com a possivel brevidadel
Dito Ao mesmO communicando-
llie, que o Brigue Escuna Nictheroy tem
de sair no da 4 do corrale .para a liba
de Fernando,
pito Ap msmo para ordenar ao Major
Faenando da Cosa q' se aprompte para se-
guir no Brigue Niger para a Corte do Rio.
de Janeiro.
Dito Ao mesmo communicando-lbe
que a Presidencia aitendendo ao que Ihe
representou o Major Fernando da Costa ,
lliu tem mandado pagar os sidos d sua Pa-
tente em quanto esliver nesta* Provincia.
Dito Ao mesmo para mandar avisar
da Faspnda manda' Faser publico que a
arrematacio do Imposto da ao portento da
agurdente de consuno de toda a Provin-
cia e do Dizimo do Capim de planta dos
Municipios do Recife e Olinda por lempo
de 3annos contadodo i. de Julho de
18J9 3o de Junho d 184* i *e ba(le "
alisar perante a Sessa da mesma Thesoura-
ria de 10 do crrante mes e quaado por
qualqaer inconTaniente s no possa con-
cluir n'este da se far no seguate. E pa-
ra constar se mandou affixar o presente e
publical-o pelo pelo.
Thesoraria Provincial de Pernambaao
7 de Maio de 183g. (
O Contador.'
Joa Biptista Pereira Lobo Jnior.
^r
N
55!
A
5S
II B VC O

mesmo Carpo por estar vendendo urna en ^ria da Purifieioa', Cosme Jos de Mello ,"
cbida furtada; Matheos Jos Gomes, bran- I Josa Miguel de Souza Maglhaens Jnior,
co pela 1. patrulha do districto da Ris(Coronel Bento Jos Lamenba Lina Felip-
Dversas 'Reparticens.
os vogaes militares da Junta de Ju.Uica pa-
ra com parecer o no dia 11 do crrente em
que se ella lom de reunir.
Dito-. Ao Dezcmbargador Juis Relactor
da Junta de Justica avisando-o para compa-
recer na mesma Junta no dia 11 do corren-
te.
I{fuaes avisos forfo erigidos aos Da-
zembargadores Vogaes da mesma Junta.
Dito Ao Inspector da Thezouraria
communicaudo-lhe que tendo de largar no
dia 4 do corrente para a Ilha do Fernando
o Brigua Escuna Nictheroy enmpre que
faca embarcar no mesmo Brigue Escuna 0o
a 100 saccas do farin^ia.
Dito Ao mesma para mandar abonar
ao Deputado Provincial Domingos Alfonso
IVeri Ferreira a quantia de 800,000 res pa-
ra as dispesas da Casa e Expediente da As-
sembles Provincial.
DilflL Ao Prefeito desta Comarca en-
viandolbe 7 Guias da igual nura. de pre-
zos \indos da Provincia-do Cear afim de
os faser desembarcar de bordo do Brigue
de Guerra Niger e dar-lbe o competente
destifto.
Portara Ao Director do Arsenal de
Guerra erdenando-lhe que receba do
Cabmandante do Brigue Niger i5o ar-
mas itiuteis vinds do Cear e as faca coa-
certar com a raaior brevidade a fim de sor
atiafeita a reqaesica do F.xm, Presidente
da referida Provincia.
Cilicio Ao mesmo authorisando-c
para faser a compra das 800 esleirs de An-
gola segundo lequisita em sea officio de
o de Abril p. p.
Dito Ao mesmo ordenando-lhe que
pode dar consumo as 3i esteiras de Angola
qua se echo arruinadas e sem serventa ,
segundo parlecipa em seo officio de 3o do
mez fiado devendo igualmente mandar
desenerar o AlnlOxarfe depois de piel.cn-
xidas as devidas formalidades.
Portara Ae Commandante do Brigue
Escuna Nitheroy ordenando-lho que
se apronte afira do sabir no dia 4 do cqr-
rente para a llha de Fernando recebando
a sao bordo as saccas de farinha que poder
carregar e outros objectos.
Officio- Ao Commundante do Brigue
Niger parajentregar adisposiea do Pra-
feuoda Comarca os 7 presos sentenciados
que condusio do Cear e bem assim en-
tregar ao Director da Arsenal de Guerra o
cauto de armamento arruinado que igual-
mente condusio.
Dho ,_ Do Secretario da ProVncia ao
da Assemblea Legislativa Provincial, sig
nieando Ihe a fim de faserconsr mes-
ma Assemblea que a Presidencia tem dado
as precisas ordens para er publicada a Lei
do Orcamento das Cmaras Municipaes
detta Provincia, e destribuidos trm ou mas
exemplarcs pelas referidas Cmaras.

*
ALFANDGA DAS FAZENDAS.
O Brigue Portuguez Feliz Destino viu-
do de Lisboa entrado ejn 7 do corrente
Cepilo Manoel da Silva Bello consigna-
do a Francisox Seyerianno Rbeilo.
Manifestou o seguinte.
l54 Pipas com vinho, a4a barricas cerm
dito 39 pipas com vinagre t barril com
azeite doce 3o caixa com toucinbo 89
barricas com carne 10 caixas.com vidros,
3 ditas com barretinas para Senbora a
caixotes coto obras de prata, 2 paco tes com
capazos, 1 caixote com urna Imsgem, a
ditos com miudesas 1 dito com livros 3
bocetas com doce a caixotes com calcado,
1 dito com cera l&vrada.
Fora do Manifest.
4 Caixas com toucinho, 11 barricas com
carne, 1 caixa com obras de prata .5 Sai-
xas com rap 4^6 molbos de sebollas, 1
caixotinbo com doce r 1 caixa com bixae,
a cmbrulhos com urna espada e talim 1
pacota com livros, a 'canos, 1 caixa (ig-
nora-se.)
MEZA DQ CONSULADO.
A Pauta he a mesma do num. 98.
ORRAS PUBLICAS.
Pela Administrarlo Fiscal das Obras Pu-
blicas se hade comprar em asta publica,
a quem por menos vender as maderas se-
fuintes : a saber doze travs de 4o palmos
de comprido palmo e torno de grosso 4
ditas de 48 palmos de comprido com a
mesma grossura 13 ditas de 35 com pal-
mo de face em quadro 10 caibros de 4
palmos, 100 duzias de ripas Gdusiasde
taboas de assoalho de loiro de bom redigo ,
5 dusias de caibros para andantes 4 du-
as de taboas de loiro pata andames : as
pessoas quequiserem vender a d ta m.i-
deira compareci no Sala da dita Adminis-
trarlo Fiscal no dia i3 do corrente do
nft'ic da a a horas para darem seos Unces
e comprar-se a quem por menor preco a
vender e em menor praso de lempo a
der. A. F. de Moura.
A.F.
Na Sala-da Administrado Fiscal dasO-
bras Publicas se hade- vender em asta pu-
blica quem iritis der noventa e cinco
paos velhos de diferentes grandesas tira-
ios da ponte da Boa-vista avahados pelo
respectivo Mestre Carpinteiro em seiscen-
tos equarenta res cada um importando
scenla mil e oitoeentos : as pessoas que
pertendercm podem concorrer na sobredita
Salla no da 16 do corrente para darem se-
os lansos, e vender-se a quem mais der.
A* F. de Moura.
A. F.
a
PREFEITRA.
Parte do dia 7 de Maio de 1839.
Illm.e Exm. Sur. Fora presos hon-
tem rcinha ordem e tiverio deslino :
Benedicto preto, rscravo de Joo Vris-
simo', pelo Sub Prefeito da Freguesa do
Recife requerimtnto de seo Snr.; Felip-
pa Maria tambera preta por um sida-
THEZOURARIA DA PROVINCIA. do do Corpo Policial, oro haver insul-
EDITAL. lado 5 Caetano tambe* preto escravo de
O Illa* Snr. Inspector di Tbesourarif | Ciprianno Coneia porputro soldado do
beira por lbe toe encontrado um furador ;
Joa Cfjabar preto., pela a. patrulha
do SS. Sacramento da Boa-vista por su-
po)-o escravo, e fgido.
E' o que consta das partes boje re-
cebidas n'esta Secretaria. .
Dos Guarde aV. Ezc. Prefeitura da.
Comarca do Raeife 7 de Maio de
1839. Ulm. e Exm. Sr. Francisco do Re-
g Barros Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de S Brrelo Pre-
feito da Comarca. #
Parte dia 8.
i
Illm. c Evra- Snr. Partecino a V. Ex
que das partes bojq recebidas n'esta Secre-
tara consta que forao presos hontem a mi-
nba ordem os individuos seguints : Pier-
re Francez j pelo Sub-Prefeto do Re
cife requisiciS'do respectivo Cnsul;
Jos Joaqoim de-So za branco por hum*
dos meos Ordenancas por estar bastante:
ebrio; Benedicta., preta ,'escrava de Jow
Velloso mofador na Freguisia do Bonto
por andar fgida ; ose tambem preto ,
e escravo do Coronel lrito Inglez, pelo
mesmo njotivo ; Antonio Josa da Souza
\onteiro -pac pelo Sub-Prefeito dos
Af*ogados piWer c'ado com uin chicote
em hum menor e desobedecer a ordem
do mesmo Sub-Prefeito-^ Antonio Alves
Ferreira branco pelo Sub Prefeito de
Jaboata por haver extraviado hum escravo
d'EngenhoCurado Manoel Jos da Costa
Gal
maraeos.; "e Rita Mana preta por
hum soldado de Polica por haver tirado
outra preta 2os'reis cuja quantia restituio.
E nooccorreo*mais novidaJe.
Dos Guardea V. Exc. Prefeitura da
Com*rca do Recife 8 de Maio de 1839, &e.
EDITAL.
O Doutor Jlo Jos Ferreira de Aguir ,
Juiz de Dfreito interino da i. Vara do
Crirae e Presidente de Tribunal dos
Jurados na a. Sessa Judiciaria em o
mez de Abril do anno corrente nsta
Cidado do Recife <5tc.
Faco saber que eomparecera na presen-
to Sesso.os Snrs. Juizes de Fado Fran-
cisco Joaquim Cardoso Pedro Jos Nu
nos, Brigadeiro Aleixo Joze de Olvara ,
Jos Antonio.Pinto Francisco de Paula
Lopes Res Francisco Antonio, da* Cha-
gs Joaquim Lopes de Almeida Tenen-
te Si-bastiao Lopes Guimaraens. Padre Ma-
noel da Fojiceca e Silva Padre Bento
Manoel de Souza Castro Manoel de S."U-
za Raposo Francisco pse Vianna, Tbe-
raoteo Pinto Leal Manoel Loiz Viraens ,
Jos Luiz Inn^cencio Pogge Gon?alo Jo-
ze da Costa e S Ar tonio Baptsta R bei-
ro de Faria Ignacio Firmo Chavier ,
Jacomc Gerardo Maria Lumachi de Mello,
ade Francisco Jos de Almeida M*noel
Joaquim Gomes Jos Pacheco de Que-
rog, Vicente Ferreira Gomes Zacaras
Rodrigues de "Souza, 'Pnente Coronel Ma-
noel Jos da Costa Manoel Bernardino
Monteiro Antonio Bernardo Rodrigues
Sette, Bruno Antonio de Serpa Bran dio ,
Antonio Francisco da Costa, Vicente An-
tonio d'Espir. St. os quaea forio assiduos,-
e dos mesmos sorteados fora multados no
grao mximo Antonio Jos de Alhuquer-
3oe Antonio Mauricio Cavalcante Joa
Louza. Leso Antonio de Souza l.cao,
Diniz Antonio de Moraes e STlva Bacba-
rel Joa5 Francisco Coelbo Bitaticourt Jo-
io Ferreira dos Sintos e no mnimo Jo-
aquim Rodrigues de Miranda dos mesmos
sorteados forfo dispensados Jos Mariano
de Ataujo Silva Padre Manoel Julis por
nome diferente deste, Luiz Antonio Gop
calves por ser Estrangeiro Portu'guez, Ma-
noel Anl." dos Passos e Silva, Jos de Ale-
ma5 Cisneiro, Joa5 Carneiro da-Cunb, Ig-
nacio Neri da Fonceca Francisco Mano-v
el de Almeida Catando Rofino Jos Cor-
rea de Almeida Mijor Joaquim Mauri-
cio Wanderley, Joa Antonio Estevps da
Silva Joa Rafael da Silva ; e que dos
mesmos forfo absolvidos Francisco Jos Ca-
valcantc Gitvs Joa Rofino da Silva Ra-
mos, Manoel Antonio dos Passos a Sjlva, Jo-
te Joaquim mbelipo do Aiia;LJo$e Ma-
pe da Concei?a Cavalcant; e que dos
mesmos sorteados foro iluminados Joa
Monteiro Malvinas e o Padre Francisco
Jos Tavarcs da Gama ; e os que fora cha-
mados para completar o Tribunal e nelra
servira ate o fim da Sesso Snrs. o Pa-
dre Joaqnim Antonio Goncalvos Leisa Jo-
o Francisc^Duarte Manoel Jase Cha-
laca,* Prxedes da Foneeca Coilinho Luiz
Jos da Silva Guimaraens Jos Claudino
Leitp, Jos dos Santos Nevos Antonio
Josa da Costa Joaquim Leocadio de Oli-
veira Guimaraens Nurfo Maiia de Se-
xas l'lias laptista da Silva Jofo de A-
lema C>&neire, Jos Cicilio Carneiro Mon-
teiro Tenante Coronel Manoel Jos da
^rti o Jos Antonio de Azevedo Santos,
Onofre J'ose da Costa, Manoel Antonio
Marttns Pareira Manoel Alves Guerra ,
Francisco Chavier Carneiro L'ns Diutor
Manoel 'fose Pereira, Coronel Manoel Tho
msz Rodrigues Campello AnlQo Pires
Fe, reir Douter Casimiro de Sena M-
darriraf, Francisco da Silva Lisboa Josa.
Cardeiin de Ctrvnlho Lrile Joaquim Vi-*
egas. *E para constar mandou o Juiz la-
vrar este termo para ser publicado pela Ira-
prensa em que sssignou. u Felippe Be-
nicio Cavalcante de* Albuquerque, Escri-
vaAscrevi. *
Joa Jos Ferteira^d'guar.
Communcado.
Quanto sio os que governa sujeitos a
ultrauassarem em suas ordens, os limite a
do justo, por serem mal ni formadas areles
queasdeem!
No 3. das Instruccues dadas por S. Ev.
o Sr. Presidente do Governo ao Inspector
do Thesouro sobre os lugares designados
para pagirem a Decima se le o seguinte.
No Bairro da Boa-^ista desde a ruada
Aurora, inclusive todas as casta, nova-
mente edificadas at a ponte da Tacaruna ;
segnindo depois pela ra do Hospicio, &..
Na Tacaruna nunca bouve, asa ha
ponto Iguana c ncin iwu Ur. Auioiq clio
ga a-tu l com casas ediGcadas ; pois apenas
ate* S. Amar destrelopeiteneente ao Mu- '
nicipio de Olinda e nao do Recife cujas
colltclorias sio diff'renles, enem S. Exc.
havia de querer confundil-as, confundiada
os Destruios, marcados em compximeiUo
d'uma lei (;eral, Decreto de i3 de Dezem-
brodei83a.
A ultima casa da ra da Aurera em que
se limita o Municipio do ti cife a da Jo-
s Ignacio da Assumpco (qua num no ali-
nhamento da-rua seacha) defronte da da
Francisco Joaquim Pereira da Carvalho n
ra do Hospicio ; e todas as de mais que
se acha ao Norte sej velbas ou nova-
mente edificadas .'o do Destriclo de Olinda.
A ra do Hospicio a que segu da praca
da. Boa vista para o Pombal, o iravessa do
B:, e nao toma a direecio da Tacaruna,
e nem das instruec,-* de S. Exc. tal se en-
tende.
Os Exccutores de suas Ordens dando
aquellas Instruc?es a inlelligcncia que
bem Ibes pareceo collectara todas "as ca-
sas velhas e novas de sitios, e alagados
at a T-caruna voltando pela estrada de
Luiz do Uijjj, como sefosse ra do Hos-
picio ; e sem consideraren! na demarcaefio
do seu Munfipio coui o de Olinda,
A m srai estrada de Luiz do Reg, con-
siderada como ra o que anda nao ea
ma da Aurora em seu alinbamento at S.
Amaro, ambas sq coitadas das aguas do
mar em diversas partes, que. as toroso n-
Iransilaveis ; e p'or isto parece, que,-asa.
qaanto no forera trans lavis nao dever"
pagar Decala^ e .inda mais seseiomas-
sem em consideracio as>gra: des, daspeza ,
que es donos dessas casas notamente edi-
ficadas, tem fejto em levantar sobre,sier-
ros de 8 a 1a pilmos de altura da aguado
mar as mHti cheias,, fosa os mi cntu-
llios de quintaos para as mensas casas, caes,
e ra em sua frente sem que o Estado le-
nha dado cousa alguma para auxilio de taea
trabalhos.
Se S. Exc. fosse informado com exacli-
-!io sobre a verdde dos factos que dei-
\"mos expotos, cstsu certo qua^ojo cons-
ILEGIVEL
i




f
**
-----------
DIARIO DEPEfi'MYKBCO;
i 1 i '- *
Uaogera os povos daqasle Destricto pa-
jarero. Dcima antes pYotegel-os-ia para
animal-os a completaren! o Bairro a que
tem dado principio, e de que a Fazenda
Publica pode para o futuro tirar grandes
avantagens, sendo para islo animados e
protegido* plo;Goverffb todos os Eropre-
lunrledores como fora5 os edificadores de
Constaiitinopla por Constantino., alem de
muitos outros exeraplps, que nos fornecea
historia de oidades levaatadts em terrenos
sem seren allanados, como o de S." Amaro ;
logar destinado para esse nascente Bairro
do mesmo nome, talvez o mais linda, de
que lecompe at)idade do Recifa, em cu-
jo estabelecimento se interessa o prira'ejro
fundador, o
Homem de Sapto Amaro.
Exterior.
Froclamaci de Maroto.
Voluntarios povos do Reino de Navar-
ra e provincias vascongadas : Cinco an-
uos contacs j de heroicos offrimentos, e
sacrificios, vosso sangue copiosamente ver-
tido nelles; a dissipacio de vossas fortunas
'e indifinifeis padecimentos em todos os res-
peitos como sao os que haveis prestado e
consignado na historia de vossaadmiravel
resistencia* inda nio bastao para satisfa-
7er hojee placara cubica de homens irn-
moraes ,* que debaixo' da sombra sempr do
monarebaedisfroctando-o.com illuses, e
positivas commodidades tem olhado e veem
com fra indifftrenca vossas privaeoes, fa-
digas e.ainda vossa roorte, com tanto
Ibes assegure dormir no ocio, e ali-
ntat-se oossa custa.
Teitemunhas sois do estado lastimoso
em q\ie"tomei o vosso commando e direacio,
e o sois igualmente dos disvellos e cuidados
com que procurti nao dar motivo a desme-
recer a v.ossa co%fianc. Su meus rogos ao
Donarcha tem .influido de alguma maneira
em vosso beneficio pira que se vos facilitas-
so o que em jusica vos curtesponde anda
o r.io pudo conseguid; porque projectos
tle ecnUaelos era que se a/ratija combina-
das c*pcculnoo particularos tom irnftili-
sado meus desejos e afaslado de meu co-
"racio a esperanca que podo un dia cimen-
tar fundada em reiteradas palavras com
que se ana tssegurou nao se prescindira da,
justa considera ci que doveis merecer, che-
gando a tal extremo a ousadia de homens
alvados, qu iraniinenteraente circulad
noticias em que vos injuriadj, manifestan-
do que ichando-vos completamente vesti-
dos e pagos, nada mais fazeis que afHigir
os pvos ; se propozerao obfigr-me a que
v0s conduza a pelejar contra as fortificacoes
n/migas, ouj sacrificar-nos em novas expe-
dices, e quando soberao minha tenaz re-
sistencia a lio grande despiezo de vossas vi-
das reoerrera lra>?"o e meios Infames
para alucinai-vos r el'es escrevera e fizerao
nma publiracio escndalos, de papis ap-
crifos e subversivos 5 declamaras pelas ras
e pracas publicas, e ainda no clanslro aus-
tero e pi idfas.de anarchia desedicioe
de sangue; e elles rmfim ambicionara com
a/fminoso e ostensiva! empenho envolver-
ves em.novas desgracas e angustias em
troco de vosSos semsabores e calamidades ,
* obrigando-me as partecpacSes que com taes
. justificativos me foraa Tolosa dirigidas a
transtoroar meu plano e ter que vir pe-
saroso a este solo de honra de lealdade e
valor como fim de cistigir taes excossos.
: Vos outros todos sabis os fados po-
rem sao geralmente notorios ; nio ignoraes
que ped tres vezes aomonarcha pelo canal
de pessoas reapeitaveis que esli a, meu lado.
1 separaco de un commando que nao per-
tendi, porein que urna vez scceito nio o
manchase! com ignominiosa aflamla ; te
1 nho observado,vossa constancia, teuho no-
tado vosso desgosto e cheio de cnheci
meqto reputayo paternal que ves roereco,
morrerei entre vos; porem juro-vos nao
, permittirci por majs tempo o-tfiumpho da
aleivosia cobica e embuste.
"Presos osaulbores iromediatos que pro-
vocava urna sedicio militar, mandei eje-
cutar em suas pessoas um exeiupl.r castigo ,
que crcio pora termo as maejiinaces que
poderia fazer interminaveis vo|sos Iraba-
itos; talvez. nuiiisamloos fwr-vot
chorar o mais alto grao do infortunio. .0
rigor das penas- que estabelecem as leii mi-
litares acaba de fazer-se sentir e serei in-
.exorawel para opplicil-o a qaalqaer ,* que
esquecendo-se de seos s*agr|dos deveres ,
ultrapasse seus limites. Quando se acalme
o primeiro germen revolucionario em que
pretenders envolver-vos eu prbpro *os
apreserfrarei ajiistificaco legal, que pr<*ti-
carei com oconselheiro de guerra auditor
do exercito a quera irei entregando todas
as provas que j existem em meu poder.
Voluntarios e nobres Cilios deste reino e
provincias vascongadas : viva o re, viva a
subordinadlo, eaejanossp leme religio
ou mor te e restauacfo das nossas antigs
leis, por cujos principios morreremos to-
dos e lancemos fura de nosso lado todo o
homem ambicioso que coopere efficazmen-
(e no triumpho da causa que nao defiende-
mos, e pelo que vedes coberto de lucto e
de pobreza vossos pas e povos que vos vi-
ra*^ nascer.EstelIa em 18 de Feveiro ce
1859. Rafael Maroto.

Carta* do Maroto a D. Carlos/
Senbor a indifferenca com que V. V.
M. tem escutado *meus clamores pelo bem
ila suj justa causa desde que ti ve a honra
de coloca r-meTaos seus R. sV. no reino de
Portugal para defendel-a e mais particu-
larmente desde.minhas araargarfaltestacSes
com o general Moreno escurecendo'e des-
presando meu pajticnlar servico prestado
na bitallia sustentada' Contra o rebelde Es-
partero as alturas de Arrigoriaga que
pode e doria ter aprefentado o termo da
guerra porque o inimigo conlava s por
aqaelie, lempo com o resto de mui poucas
forcas desde qne IJilbao tinba suecumbido
encerrando nelte todo o seu exercito com a
divisfio ingleza-, reduzido e'4era recursos
para subsistir oito dias, f^ri-lo o seu candi-
Iho e com a positiva confianca que eu ti-
nba de que um nico homem nio podja es-
capar-so e c>nsegu inte mente a franca
marcha de V. M. para Madrid eslava certa ,
evitando com sua oceupacoas torfentes de
sangue que tem posteriormente corrido,
me. pozer.i na dura necessidade nio de
faltar a V. M. como terao procurado fazel-o
acreditar meus inimigos pessoaes ou para
mollior dizer os da causa de V. M. mas
sim de adoptar a'gmas medidas que assegu
rario a ordeno no futuro, a suBmissIo o
disciplina militar, e o respeito que as do-
mis classes e pessoas devem ter-me pelo
preferente logar n que tenho ehegado com
honra c constancia, servindo com utilida-
de 3 minha patria e o meu rei.
E' verdade Senbor que mandei pas
sar pelas armas os generaos Guergue Gar
cia, Sanz, o Brlgadeiro Carroona- e o in
tendente Ui4z e que eslou resolvido pela
comprovacio de um dentado sedicioso faT-
zer o mesmo com varios outros-que proru-
rei prender sem olhar a feVos e distincc5es,
penetrado de que com tal medida se assegu
rara oiriumpbo da causa que me compro
melli defender nio sendo de V. M.
quando se interessao mtlhares de vvenles
que seria victimas se se perder ; servin-
do-me presentemente para apoio de minhas
resolurSes vontade geral tanto do exerci-
to como dos povos caneados j de sjffrer
a marcha tortuosa e venal de quantos tero
dirigido o leme desta naci venturosa quan-
do j devia o porto do seu salvamento.
Sej* urna vez meu rei e Scnhor, que
a voz de um vassalo fiel fira o corado de
V. M. parax;eder rasio e escutal-a ain-
da quando nio seja mais porque convenha ,
certo romo deve estar de que o resollado
palentea' o embuste e vistas particulares
de quantos at o presente (em podido acon-
selbal-o.
Pfas mos de \. M. est Senhor a
medida mais nobre mas simples e mais in-
fallivel para conciliar tudo. Nio desco-
nhece V. AI. o germen de discordia que se
briga e sustenta por personag^ns nesse
vida de seus simithantes.
Estivo resolvido a retirar-me para otado
do meus filhos, porque, Senhor, nio viro
servir a V. M par buscar fortuna nem re
putacio ; porem 00 presente nio posso j
verifical-o consagrada minha existencia ao
bem estar e felicidade dos povos e do exer-
cito que per lenco a estas provincias e por
tanto rogo a V. M. de novo so presta a con-
ceder o que todos dtseja e'que talvez fa-
cilitar o termo a urna guerra que inunda o
slo bespanbol de sangue innocente, verti
do ao capricho e ferocidade de alguna am-
biciosos.
Tenbo detalhado a V. M. repetidas ve-
zes as pessoas que por seus feitos tem bus-
cado o odio geral e mu perto do si tem os
que mu rece m opiniio nio f entre nos ou-
tros ; chame-os V. AI. para o sea lado ,
pira a direceo o conseibo de todos osas-
sumptos que particularmente nos agitao ,
e V. M, se convencer de hav,er dado o pss-
so majs prudente e acertado.
Saln V.-M. que tem sepultado em rigo-
rosas prisoes por annos inteiros a chefes
benemritos, que a emulacio ou a mais
negra intriga indubitavelmento pode apre-
sen tar a V. M. como criminosos e traidores,
debaixo d cujo principio se formou urna
causa que a malicia tem escurecida com ad-
mir-icfi) da Europa inleira e V. M. deve
conhecerque ha um empenho^Bngulir ejn
sustentar o motivo que arrojou desde logo
fou real Decreto que o fizerao assignar e
publicar depois de seu regresso a estas pro-
vincias; e V. M. nio ter esquecido quan-
lo sobre este'particular tenho dito ao decre-
to D. Jos Arias, Tejeiro para vir no co-
nheciraento de quera auctor de tanto
com prometti ment.
Eu devo salvar a minha opiniio e justifi-
car meu comportamento face do mundo
inteiro que me observa ; e por lanto me
perraitlir V. M. que faca ao publico por
meio da imprensa esta nwnha reverente ma-
nifestado ; assira cOmo saccessivamenle
Judo quinto tenha referencia a taes parti-
culares. Dnos guasde a R. P.-deV. M.
dilatados annos para bem de seus vassatlos.
Quartel General de Estella ao- de Feve-
firo de i83g Senhor. A. L R. P. do V.
M. Suu rassallo e general.
Rafael Maroto.
Manifest do Pretendente declarando
traidor a Maroto.
Voluntarios, vascongados e navarros:
exercito, u com a lealdade de meus ama-
dos poves, bem seguro de que nem um a
d* vi outros ao cuvir minha voz, ao sa-
ber minha vontade se mostrar indigno des.
laslo, da justa e sagrada causa que de-
fendemos das fileiras que roo glorio do
marchar rli frente para salvar o tbruno coro
o auxilio.de Doos de todos os seus inimi-
gos, ou perecer se preciso for entre vos
outros.
Real Vergara em ar de Fevereiro da
t8?9. Carlos
(NacioDal de L, do 9 do Marco.).
Avisos Diversos.
O general D. Rafael Maroto abusando do
modo mais prfido e indigno da confianca
e.bondaderom que o tinba distinguido a-
pezar de soa anterior conducta ; acaba de
converter as armas que Ibe havia confiado
para bater os'inimigbs do throno e do altar,
contra vos mesmos. Fascinando e engaan-
do os povos com grosseiras calumnias, as-
sustando e excitando at com impresos
sediciosos e cheios de falsidades a insobor
din a vi o e a anarebia, Wilou sem proceder*
formaco de causa e generaos cobertos de
gloria nesta lucia e a servidores benemri-
tos por seus serviros estilada fidelidade,
lancou meu paternal coracio na amargura.
Para o conseguir soppez que obrava com
minha real spprovacio pois s assim po-
deria encontrar entro vos outros quem Ibe
obedecesse. Nem a obteve", nem a solli-
tt.'u nem jamis a concederei para arbitra-
riedades e crimes: coohece^s meus arinci-
pios ; sabis meus incessantes disvelioVplo
vosso bem estar n por sccelersr o termo dos
males que vos allligem. Msroto postergou
o respeito devido minha soberana e os
sagrados devefea para sacrificar alevosa-
mente acs que oppe um dique nsuperavel
rtvolucio usurpadora para expor-nosa
ser victimas do inimigo e de suas tramas,
separando j d commando do exercito, o
declaro traidor, como a qualquer, qne
depois desta drelaraco a que quero se d a
maior publicidude o auxilie ou obedeca.
Os ebefes e aatboridadet de todas as clas-
ses qualquer de vos est authorisado pa
harmona e o contentamento reinar em
todos os seas vassalos ; do contrario Se-
nhor e quando as paixoes chegi a tocar o
seu termo de excitamentos os aconteci-
mentos se mullipliea e se enlacio as des-
grecas, que sempre devem calcularle co-
mo taes, a prcuiso do proceder contra a
quartel reil ; mande es V. M. iramediata-
m'ente marchar para a Franca, ea'pax, a traUl-o como tal se nio se apresenlar
immediatamente a responder perante a le..
Dictei as medidas que as circumstancias ex-
igem para frustrar este novo esforco da re-
volucio, que ab tida impotente, proxi
ma a succombir s nclle poda fixar sua
esperanca. ^.
Para txecull-as cont com meu heroico
Pftcisa-se de um portuguez sendo
sotmiro para trabalhar em um sitio nos
Afibgados, que entend de plantacoes di-
lija-se ao armazem defronte da escdinha
d'Alfandega a Luiz Cezar de Albuquerquo
para tratar do ajuste.
_ Vende-so Champagne de. primeira
qualidade chegado da Franca pila A-
ihalie em casa de A. Hoscb ra da Cadcia.
velha I). 17.
_. Em consequencia doannuicio in-
serto no Diario de 8 do correnle em r?
qnal se oiTarece vendt era o L> illo de sab-
bado/fdo corrente, *3 moradas do casis
terreas, novamente edificadas em a ruado
Santo Amaro em Fora de Portas defron-
le das quaes diz o pos3uidor das ditas ter
um terreno com alicerce de 10 mil'iciros do
tijollos com 100 palmos de frente : faz-so
sciente a quem pertender, ser manifest
errgano a posse dos ditos cera, palmos pois
que o Senhorio das r f ridas tres uzas nio
possuo ali outro oceupado com alicerce,
mais do qan sessenta e cinco palmos 5 os
quaes dividero pelo Sul com alicoreo per-
tencentea oiftro Senhorio ; e para que nao
baja ignorancia se faz a presente declaraco.
_ Quem quiser um J'rofessor para en-
sinar Primeiras Letras ; Grammalica Lati-
na Rbetorica e Muzica em algum Engo-
nho 011 mesmo no Sertio : annuncie.
Arrenda-se lium Sitio junto ao Ri**
cho Agoa fra estrada cft Bobjribe com L*
caza independento da raza, Loas propor-
ces para planta de capira paia o verlo ,
alguns arvoredos frutiferos : os pertentfn-
tes dirijio-se a ra do Palacete caa erra
j unto ao lampio vidracadas de novo j. na
mesma caza da se noticia de hura escravt)
ainda bussal que appareteo em bum Sitio
fora desta Cidade huma legoa a quasa
entregar a seo legitimo Snr. dando esto
signaes certos do referido pseravo.
Quem precisar de huma pessoa apta,''
o conveniente para caixero de rus derija-sn
afruade sio Francisco casa D, 7 junto ao
porlao da Ordem Teiceira.
. O Empresario do Theatro agradece
muilo ao author da Palavra sobre o
Theatro os encomios que lbo deige a
aos seus"actores : encomios de que por sua
parle se julga indigno; muito bem conhe-
ice que nao he para semejantes Pecas Dra-
mticas, este pequeo Theatro j. a se as
poem em scena he somente para agradar
aos Illustres Socios de ruj benevolencia
est pendente a sortc dos actores e o bri-
Ihantismo da S ena.
Francisco de. Freitas Gamboa.
O Doutor Jernimo Villela de Cas-
IroTavares acha-se residindo nesla Cida-
de^as pessoas, qde se quiserem alilisar
de sei prestimo na quaiidade de advo-
gado, quemo Civel quer no Crile, o poda/
ro procurar a qualquer liara do dia em
a ra do Rosario larga sobrado D. 7, no
primeiro andar por cima da Loja do Snr.
Lodi.
Arremata se em praca Publica duzentos
garrafes bem eropalhados sendo cada
bum a 710 res pois excucio de Mara Jo-
quina de Ramos ao falescido Antonio Ro-
sado Simes pelo Juizo do Civej da primei-
ra Vara, na la do Fagundes, boje 10 do
presente mez e anuo, pelas 4 horas da
larde.
-.^Da-se bum milheiro de lijlos, postes
onde quiserem, por ao taboss de louro in-
da que seja velhas ou de Pinbo qna tenha
de comprimento ao palmos, e de largura
palmo e meio al dous \ a qtem convier a-
nuncie.
Des< ja-se allugsr huma caza terrea no.
Bairro de Santo Antonio ; quem a tiver >n<
nnncie.
MUTILADO


^
4
^

IAR
\
**
I O
A pessoa que no Diario de 8 do cor
rente annonciou querer ura caiveiro por
tliftuei para un vend dirtja-so ao pa-
teo du Ca ido venda de Manoel Arfitunio
Tarares.
Engomma-se rom todo asseio em
Ohda b ca de S. Pedro osa n. a.i,
_- Arrenda se por tmpo'de um anuo,
ura 1 morada de casa terrea construida a
poueo lempo noli;>r .lo mtnguioho e
defronte do sitio da Senhora D. Liuriana ;
ciiendo a mesan propriedade 4 I1""
quartos boas sallas cozinha estribara
para, ddis ca rallos e seu quintal, e pelo
preco o mais ornando passivei : os pre-
tendemos entendi se.com o Escrivij Al
meida.
Aluga-se um sobrado de 2 andares e
solio com boro armisrm : Da ru da Cene
11. 58 no segundo andar.
_ O abaixoassignado faz sefenteao res-
peitavel publico que se retira para a Cida-
de de Loanda a tratar de seos .negocios <
que nada fica devendo s pessoa algunas a
excepcfo de urna letra que involuntaria-
mente assignou a Luiz Jos Marques por
s'so Tai certo qoe ninguem faca trausscio
algume con referida letra cora pena de
Kuldade, visto o abaixa assijjutdo ser
orfo de pai e mi e menor nielado de
cuja inepcia se valeo referido Marques ,
para obter semelhsr.te letra em a qual ha
lezlo enorme e por so o abalxo assigua-
do seno defendeo em juzo pois que nSo
o podia fazer sea? a autborisaclo bastante.
de seu tutor o Sr. B'jnto Jos Teixeira Pen
tu da Cidade de Lisboa e para evitar
qualquer duvida que possa occoner faz o
presente. Nao podendo pessoalmente des
pedir-se aquellas pessoas a quem consagra
atnisade, o faz por meio deste pedindo des-
culpa de o nio fazer pissoalmente', olFd
recendo na Cidade de Loanda aeus limita-
dos prestimos. = Joao Francisco Marques
to na solidade estrada que vai para o man-
uinbo ; e urna negra do gento de angola,
de bonita figura de idade de ao amaos*,
boa lavadeira e quitandajra e fiz todo o
nais servico de urna casa ; e um negro de
naca : na solidado na estrada do mangui
nho sobrado de um andar com mirante.
Urna pessoa que se retira com bre-
rid .da para o mallo pretende vender ama
duzia de ca deiras urna marqueta', ama
ornoda a tocadores om 3 gaveras cada
um e urna mesa de meio de salla tudo de
jacaiand, n pelo preco de 337,000 : a
fallar com Joaquina Jos de Santa Anua
Pacheco em casa do Sr. Sano ico.
_ Excellenle farinha de trigo para bo-
laxa por preco commodo : no armasem
de taboado de pinlio de Joiquim Lopes de
Almeida atraz do Tbeatro.
Barretinas de oleado e de couro de
lustro par* offiaes e Sargentos: na loja de
chapeleiro na prac da Independencia n.
lien. .
P^RNAMB^COr .
-------------------------------------------------------------
Um casal de cadfelos de filba : nos
4 cintos da Boa).vista na venda nova do
_ Um moleque Creou'o de idade de 12
annos da bonita figura ,' e proprio para
o servico de uma casa : na rui velha cas*
nova que tem venda.
_Fazenda de muito boa qualidade pa-
ra baliito dos tercos de S Francisco: na'
pracinha do Livramento D. ao.
_ Compendios do Guarda livro moder-
no, perfeitarnentes novos ; Traite du C8-
mercepar Samuel Ricard, obra nteiramen-
te instructiva ,'e mais alguna lirros : no
atserro da Boa vista D. 16.
Uma escrava do gento de angola ,
cose bem > lava e eogomma : *na ra do
JjC i 1 lo
Qje se faz sexta feira 10 do corren-
te na praca do' Commercio pelas 10 ho
ras da manhi em um ou mais lotes o
sf guante : 3 moradas de casas terrea no
va mente edefieadas sitas na ra du S.
Santa* 'Amaro em fora de portas ca
(I*uma cantendo duis sallas), sendo uma
na" frente e outra atraz 4 quartos quin-
tal e &c,, defronte das quaus um terreno
com alicerce de 10 mtllie'yoj do-lijolos, cora
100 palmos de frente e 4'>jde fundos,'porj.
co mais ou menos com 11 Jia casa de pe-
dta e cal para anecadaco da ferramenta f i Jos Antonio Gomes Jnior
utencilios da mesraa obra e mais 10 c.i
xilhos de peitoral e 9 ditos da portas e
outros mais arraigos iudespensaveis para
edeficacfo da dila obra e na mesm.t ra
a casas de sobrado e 3 ditas terreas no fun
do das ditas; esta venda he feita indispen-
savelnaente para pagamento da Hypotheca a
que as ditas se acho sugeitas; o anuun-
ciante fica responsavet ao comprador po'r
duvida que possa occorrer, e qualquer pes
soa que jnlgar o contrario, dirija-se ao
rnesmo na ra da Cadeia n. 3^ qua dar3
todos os nece3sa/ios esclarecim'enlos respe
divamente o annuncio inceito no Diavio
de 2. feira 6 do emente.
_ Leilo que perleude faser Fernaqdo
Joze B/agues de huma, porcio de Lenca
sendo f ourinoes, Bacias, ljelas prates ,
chicras e pires em lotes no seu armazem
jfinto a Bfllica do Snr. Autonio Pedro das
Neves na ra da Cadeia velba Sexta feira
pelas 10 horas do dia.
Livramento D. ta no segundo andar.
Para pagamento de uma divida um
escrava de idade de 2o annos, de bonita
figura trabatha mui bem no ofGcio de
pedreiro a fianca-se ufo ter vicio alguna;
um dito de 18 a ao annos bom traba'hador
de campe por 43o,ooo um dito com 18
annos de boa presenta uma escrava de 0.4
annos, engomma coziuha case y faz
renda outra com hpas habelidades ou-
tra dita de 27 a 3o annos cozinha muito
lien o diario de uma casa boa compradei-
ra, Uva de sabio, por 3oo,ooo uma
moled de l anuos livie da molestias, tu-
do com Raneas da boas vendas : passando
a I;reja dos Martirios no l. andar do
1. sobrado.
_ lima escrava de naci de idade de
jo annos, boa cozinbeira, eogoraraadeira,
cose cha faz renda refina assucar e
faz doces de varias qualidades e vende-se
por nao servir para a ra : na ra Direita
S'jbiadojlo lado do Livramento D. ao.
_ No lecife.rua da Cijjz eberiptorio de
n.la sa
C fiai p r & s
_ Urna portada de 12 palmos de rom-
prido de pedra com verga a soleira f na
ra do Rozara na quina D. l5.*
Vendas
Um excollente boy de-carroca e um
moleque de idade de 17 annos : neata Ty-
pografia se dir.
* __ Dois terrenos da 3o palmos cada um,
e a5o de fundo ,.cam arvoredoj de fru-
cas com faiinha de mandioca muito fina e
superior a de Mag.
v- Um preto de idade de a5 a ir annos
de bonita figura : na ra da cadeia ora
D. 4.
"na A bordo do brigue Jupiter, superior
carne rinda do Rio Grande por preco
oramodo : a faila^com o Capilo a bordo,
ou na ra, do Vi. ario n. 7.
Uma armaco pesos e medidas
de uma venda colocada na ra.Direita na
'ja do sobrado D. 1 defronte do beco
de S- Pedro : a tratar na ru* do Rozario
D, 9 e tambem se alaga as lojas na ra
do Livramento I). 3*
Rap de Lisboa a a56o a libra e r.s
oitaras a 3o rs. : na loja de Antonio da Sil-
va Guuuaiies. t
-^fjacijos cliegados agora do se: to do
Serid na Boa vista armasem do sai De
cima 3.
X Uma armaco toda eovidrassada pro
pria para qualquer negocio: na loja de
sapateiro defronte da cadeia..
-_ Um escraro de naci benguella de
idade de 25 annos hbil .canoeiro e ca-
maroeiro e entende de pedreiro por ter
2 annos de exercicio prefere-se para fora
da provincia ao comprador se dir o no
tiro : naa 5 ponas padaria D 3a do lado
do pasente de manhi at as 8 horas e
de tarde das 3 al s 7.
_ Sementes de sebola ebegadas ltima-
mente de Lisboa: no forte do mallos em
casa.de Urbano Francisco iVIaia.
_ Um bom violo com excedentes vo-
zes : na ra da Cruz n. 3i.
_ Uma venda nos 4 cantos em Olinda,
D- ao : a tratar no forte do Matos com Jo-
aqun Francico de Alem.
Celestino e na mesma precsa-se alugar
negra e mol. q es para venderemazei^e de
carrapa'to pagando-se 3ao rs. por cma-
da+ e da-se para qoebras meia gtrraf >.
'Na ra do Queimido'loj-i D. 7, mei
ss de linho para liomem.
Um esferavo de 18 a ao annosjjle,di-
de de bonita figura e propriq para to-
do o 'aerrico no atierro da B ja vista loja
t>. 9- .
a|,Meos bilheles da Lotera da Boa vis-
ta : na loja dj iniud.-sas ^de 4 po!** *
p do arco de S. Antonio.
> Ura prtq muito eadip : qu repre-
senta "ter ao a a4 annos de .idade proprio
para servico decampo : na travessa de S
Jos as lojas do sobrado do Costa.
_ A posse de ura terreno no Gm da ra
de S. Rita nova com 7a palmos de fren
te e fundo at baixa mar, faz quina com a
ru# qtio vesu Por detraz da Igreja da Sio
Jos cujo terreno est quasi terrado-e
todo estaquisdo de fortes estacas de imbe-
riba e com uma grande porcio de pedras-
que.pode.rn servir para forma*" parte do
caes muito bom terreno para qualquer
estabal^-cimenta, principalmente para serra-
ra vende-se i .do com seguranca ou
trocarse por outro predio vollando-se o res-
to :*a tratar na pajdas Cuzes D- 18*
_ Na loja da encadernador ni praca da
Independeooia D. 26 os seguintes livros :
Alfonsiada vida de D. Joao de Castro,
Cathecismo do Economa Poltica Cam^s
Poema Gergica P^rluguez, Rimas de
Joio Xavier de Mallos, historia da Gre-
cia arte PoiAica, a O/iente Poema.
Por prec sio uma preta de angola ,
muito ladina de idade.de' 3 { annos : na
ra docaldereiro loja do sobrado D. a.
_ Muios bilhxtes da Lotera da* Boa vis-
ta : na ra dojCabug lojas de miudesasas
D. 3 e 4.
Um grande tio]na'estrada da ponte
de Uchoa com casa de vivenda grande com
11 quartos 3 sallas cozinha fora, copia,
estribara casa pira pretos e muitasjar-
rores de fructa baixa para cipim e ter-
reno para plant.c.-: naa roa Direita De-
cima a.
Uma escrava de naci angela, de
idade de 26 annos', boa lavadeira cozi-
nha o diario de uma casa,, e he quitand%-
ra e propria para todo o servico-; na ra
da Conceicio da Boa vista D. 8.
_6escravos, urna molato de a an-
nos de idade bom para pagem e serrente de
uma casa um negro de 18 a ao annos ,
ptimo para todo o servico uma negrinha
de 10 annos muito bonita, com principios
de boas habelidades ; uma negra moca /
cozinha ,engomma e lava roupa ; uma
molata de a5 annos com as mesmas habe-
dades com 3 filhas', uma de 8 annos e
1 jde dois a i di'os ; uma pegra de 3o an-
nos por 25o,000 : na ra de agoas verdes
D.37. a
scravos Fugidos
No dia 4 de Maio pelas 6 horas da
tarde desapareceo da obra' onde trabalhava
de servente na ra da cadeia defronte ,da
casa da opera sobrado que fo do fallecid0
Peixoto j'um^escravo do gento de angola
de nome Bajiezar um tanto bucal, esta-
tura mediana um tanto grosso bem1 pre-
to cara lisa olbos ura tanto amarellacos,
levou seroula de algodaozinho, e camisa de
madapolam, colele azul ; quem o pegar
leve ao pateo do Carmo sobrado de a anda-
res D. 9, que receber 5o,ooo de grtifi-
caco.
_ Fugio no dia 4 do crrante um es-
cravo da nome Jos cacangu levou vesti-
do camisa de madapolam cora mangas cur-
tas calsj de riscado escuro de quadros ,e
sem chapeo quem o pegar leve a ra do
mundo novo a casa d# Joio Antonio de
Souza, que ser recoftensado.
No da 29 de Abril Lugio um preto
de nome Gregorio creoulo de idade de
2i annos estatura baixa cheio do cor-
po, cor fulla
das Lechigas
chicote pelas costa, levou vestido camisa
de estopa de mangas curtas e cu Isa dita ,
adverte-se qua fuma e goala muito de mu-
, rosto comprido e picado
, tem bastantes sgnaes de
sica e de soldado/ j quem o pegar leve
a ra das Cruzes D. 16, que ser recom-
pensado.
No dia 5 do correte fugio um negro
de nome Serspio creoulo ,.de idade de
mait da 4<> annos, estatura b.ixa cheio
do corpo cor preta, rosto comprido bei*
eos grossos-, falto de denles, pi grdhos},
dedos cmtos feio de cara, e anda muito
ieragar qilem o pegar lere ao piteo do
Terco D. 6 no, aegundo andar, quff ser
recompensado. # ,
Desapareceo no dia a6jde iFevereiro.
um molerjue creoulo de idade Se 14 annos,
cor bem preta cara redonda olhas g-an-
desejabugalbados orelhas a lerant.da* ,
um* tanto apressado no fallar, fo reslido
de camisa de chilla azul, ecalsa de riscadi-
njio ja desbotfdo desconfii se ter hido pa-
ra Vlacei por sertde l ejs)er* sido com-
prado pelo Sr. Magalhias Bistos ao Sor.
Tenente Coronel J0S0 Linsjde Vasconcelos'
roga-se as authoridades daqaelle lugar que
lansem as suas vistas sobre o dito moleque
equem o pegar leve a*rua nova da trempe
asa pintada de amarello^, que ser recom-
pensado.
_ Fugio no^mez de f Marcojj um' cabra
escuro de nomej.Vlanoe', de idade de 26 a
a8 annos ,[offieLI tde sapateiro estatura
regular., nariz chato], e tem algomas mar*
cas de bechigas pouca barba e o maior
signal he que fugio com uma preta creoula
forra a qual tem uma grande marca de fo
go em cimaiduip.eito e outra no rosto, roga-
se a quemjo pegar d levar no Monteiro -1.
cish ao entrar du parte .direita1, e na ra
do Queimado na* loja d Antonio Fernan-
des^da Costa que (ser' recompensado.
Roga-se as authoridades a quem per-
tence a inspecio deste ramo da polica, e di-
reclamente aos Srs. Sub-Prefeitos do-a0oV.
gado e Varzea e Delegados do Remedio
e Bemfica o obsequio de attenderera os
signaos seguintes'para procederem a apre*
hncio de urna escrava fgida a a de Fe-
veireiro p. p. Francisca de bacio costa, de
jdade de 47 annos alta aecca com os
peitos descarnados leve ^sgnaes de tslhos
no rosto com falta de denles no queixo
inferior tem a persea direita zairabra, ou
torta quah'do^nda, falla cheia.dejingua
(vulgarmente dito ) : esta negra fig.<-
forra, e anda veydeado e comprando pelo
Monteiro ,*e Varzea julga-se estar acoi-*
tada equem quen.quo^o lenliu teito ou
e tenha a titulo de comprada # .proiesta-
e h iver-lhe os das de servico e a iin-
posi mina em taes casos; quem apreender ieve^
a ra de agois verdes obrado D. 5 por ci-
ma do assougu*, que satisfar toda a des,
peza.
_. No dia aa de Feverero desapareceu
uma negrinba do caminho da Estancia^
deidade de i3a \\ annos, qastante ma%
gra meia fulla comas.juntas dos j)s e
mios indiadas com urnas i'erijds as cos-
tas de marcas de bechigas olbos grandes .
boca grande beicos grossosj, denles) lar-
gos e feios oreabas pequeas e op d%
uma tem uma marca grande de ferida no '
hoinhro.esqueido um calombnho, he que-
brada do embigo ,. traz uma runda-, .levou
saia de chita roixa ja rellt amarrada pelo
hombro 3em camisa e-chama-se Mai*i|
Benedicta, quem a pegar traga a esta Ty-
pografia.
Moviuiento do Porto
NAVIO ENTRADO NO DIA 7.
LIVERPOOL; 3o das, Escuna fngleza
DeslandAde l43 tonel. M. 1 hornaza
Vibert, carga diversos gneros : a Ro-
sas & Braga ; passigeiro Johp Millar.
SAHIDO NO MESMO DIA.
PHILADELPHIA; Brigue Americado Tho-
odoro Mestre A. A. Shciol, carga as-
sucar e couros. *

03SERVAgOENS.
Foi fundear no mosqneiroa Escuna Ame-
ricana Benjamn) Tfulf,*_______
pers. nTtypTdemTf. DEF. iSj


CORRESPONDENCIA.
Snrsi Redactores'.
He oom bastante magoa; bem penalizado o fago j
mas o Publico; a humanidade; os Pais de familia,
como eu o exigem ; he indispensavel, que eu torne
conhecido hum triste faoto de que fui victima, sen-
do-o hum innocente filho men; para que o seu au-
tor se cohiba, e facto semelhante nio se reprodusa.
Preconisado, como foi, o estabellecimento de hum
collegio para educacio da jurentude, pela virtude
mgica das cousas, que de novo chegio a nossa trra;
roclamando*se innemitavel o seu fundador, o Stir.
oze Soares de Azevedo _; eu que almejo a melhor
educarlo possivel de meus filhos, annu de bom
grado, que do Collegio em que se achavfo, passas-
sem ambos para o Collegio do Sor. Joze Soares de
Azevedo.
Forio pois entregues os dois objectos mais caros
ao meu coracf o ao Snr. Joze Soares de Azevedo, que
foi prevenido do carcter de ambos, e que o mais
pequeo, Ivo se chama, e que anda nio prefez oito
annos, se surprehendia com qualquer terror, per-
turbando-se-lhe inicuamente as tenas faculdades, a
pouto de se dexar matar antes, do que prestar a
mi palmatoria.
Ponco tempo tive de saptisfactorias esperances
da parte do Snr. Soares de Azevedo; porque no da.
37 do corrente Abril, das 5, para as 6 horas da tar-
de, em consequencia de hum biliscffo dado por meu
filho Ivo no seu vesinho, foi elle chamado pelo Snr;
Soares de Azevedo, e porque nio obedecesse ao
chamamento, levantou-se o Snr* Soares de Azevedo,
armado da palmatoria, e chegando-se ao Menino, j
apoderado este de huma convnlso, como eu preve-
nira, recusou dar a mo j enlio possuido, o Snr;
Soares de Azevedo, de ira e esbravejando, como o
leo do deserto, espancou meu filho, cora aquella
paliatoria, de forma tal, que nao tenho animo de
referir; mas que no documento junto faco ver.
A vida de meu filho, ainda, por qualquer pe-
queo accidente, pode perigar, entretanto, que jaz
no leito da dr, solreo, e eu sofro com elle os ef-
feitoada brutalidade de hum horoem, que se nos
vendeo, como o nico digno mentor da mocidade ;
mas que, a prova abi est, melhor seria tivesse fun-
dado o seu Collegio em Marrocos, ou na Cafraria.
c Daqui poia apprendo os Pais, que conservo fi-
lhos em casa do Snr. Soares de Azevedo, a conhe-
ce este hornera, e a sorte que espera esses arrisca-
dos educandos; e aquelles Pais, que tiverem de os
dar hum dia, saibao desde agora o acontecido, e
m tempo algum poderS aecusar o Annuncianle
dehaver oceultado hum facto em prejuiso de seus
concidadios, e risco dos innocentes penhores de nos-
so afoctos esperancas.
Tenbio a bondade pois, Snrs. Redactores, d
dar publicidade a estas linhas e documento junto,
com o que muito obligar
Seu constante leitor
Joze Francisco Martina do Almeida.
Auto do vestoria.
Anno do Nascimento de Nosso Senhor Jezus Cliri-
lo de mil oitocentos trinta e nove nesta Cidade dd
Recife aos vinte e oito de Abril do dito anno perante
mira Notario abaixo assignado apareceo o menor Ivd
Martina Francisco lilho legitimo de Joze Francisco
Martins de Almeida para efeito de se proceder ves-
toria nos ferimentos nelle menor feitos e para esae
fim compareceo o facultativo Joze Francisco Pinto
Gaimaracns a quem defer o juramento do estillo, e
passando este a examinar ao referido menor dice
que o mesmo tinha, alem de huma pequea ferida
na mi direita, quatro contuzoens, huma no braco
esquerdo, entra na espadoa do mesmo lado, outra
na regio dorcal junto a espichado, ea ultima no
ventre junto ao quadril; das quaes a ultima s pode
por em risco a vida do dito menor, porque pode eo-
brevir em consequencia della alguma inuamacid
nos intestinos 5 mas he de esperar que isto nio a-
conteca, se sellie fizerhum tratamento apropriado,
e prezervativo; cujo reatabelecimento, a nio ser
perturbado por algum accidente, podo efectuarse
em vinte das pouco mais ou menos, e pelo Pai do
dito menor, e o mesmo menor foi dito que havia
feito oferimento, econtuzoens de que o ptezenle au-
to tinha sido Joze Soares de Azevedo Director
do Collegio estabelecido no Bairro da Boa-vista,
dando com huma palmatoria dentro mesmo em sua
caza, e isto aconteceo das sinco para seis horas da
tarde do dia vinte sete do mez e anuo retro, e para
constar fiz este auto em que assignou o facultativo,
e como testemunlias que prezenciario a fatura deste
prezente auto Joo Goncalves de Farias, c Joaqun*
Joze dos Santos e eu Luz Francisco Correa de Bri-
to Notario o escrevi.
Em f de verdade O Notario
Luiz Francisco Correia de Brito.
Joze Francisco Pinto Guiraaraent";
Joo Goncalves de Fai i.i.
Joaquim Joze dos Santos.
Declaro que o menor ofendido de que trata o pre-
zente auto xama-se Ivo Martina de Almeida escre-
vi e declare dia e hora et retro.
O Notario
Luiz Francisco Correia do BiiloV
l'emambuco na Typ. de M. F. do aria,
Mat de 1
83c/.
:
MlJnLDOi


Full Text
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