Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06073


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Full Text
E
t
ANNO Dfi i839. SABBADO
Cambios
Abril s
Lmdre 3* t/* por i Jooo etd.
Lisboa o por 100 premio, por ratUl. offeracido
franca ao a 3a5 Rs. por franco.
Rio de Janeiro ao par.
Maedasd6|4oo i5#too as velhas nova rtfooe
Psos Col uro na rio i#65o a 1I670
Dittos Mexicanos i|63o a 1 j65o
PaUce lrasileiros i#65o a 1670
Cobre ao par
PARTIDAS DOS CORREIOS TBRRE5TES.
Cidade da Paralha t villas de su a pretendo
Cidade do Rio fraude do Norte, 11 dem "
Cd.de da ForUleza Tilla, dem "
Vil/a de Goianna .....
Cidade de Olinda ....'," .....
Villa de Santo Anto ...'..'......
Dita de aiauuos e Povoaco do Bonito. "
O tas do Cabo Serinhaem,' Rio For.noso* Porto'Ca'lvo
Ci--.de das Alagoas, e Villa de Macei.
Villa de Pajau' de Fiore........' .' '
Todos os correios partero ao mei di.
y
^ 1
6 D ABRIL. NUMERO 76
Tudo agora depende de ni mesaos ; da im>sm prudenei*
moderacao a energa: continuemos cono pur.ipiamo*
e seremos aponlados eom admiracio entre as Ascea naisenl
Proelamacio da Assemblea boral do Brasil.
Segundas Sexta feirasi
Todos os das.
Quintas feiras.
Dias 10, e ?4 de cada naet.
dem i ii, e ai dilto dido.
dem idem.
dem 13, dittoditto

Suberve-se para esta folba a3#ooo rs. por croarte!, par tdt*
aatedoe tfeata TyjMt-raha, roa da, Crute,!). 5, e u. Prae
da Independencia D. 37 e 38, onde se recebo eorr.spon-
dcoeas legalisada, eannuncios: insirindo-se esle aratis
ssndo dos propnoi signantes, e rindos.ssignadoe.
DAS DA SEMAWA.
de Abril Segunda Jf< i. oilava S. Macario.
Terca ^ a. oilava S. Francisco de Paula Fundador.
Vuaru S. Ricardo Ii. Scsso da The. Prov.
^u?uAJ,dr ro Rel- aud- d J" e D 'o da a. vara de man,;
Stab _S. y 1Cenle Ferrer. Se Sabbado S. Me celino M. R. de m.nh- e aud. do J. de D de 5 i. cta ml,l
Domingo da iWl.a *. Epifanio B. M. Quart. 0 \? S^e";^".'!" m.nh.
alar cheia para o dia 6 de Abril.
As io horase J4 minutos da maobS. As horas n e 18 minutos da Urde.
------_
HE
RAMBBGO
PERWAMBUCO
ASSEMBLEA LEGISLATIVA
UAL.
'ROVIN-
Acta da 19. S.-ssio 01 diara ta Assembb-a
Legislativa Provincial i'm 3 de Abiil
de 18J9.
.
Presidencia do Snr. Maciel Monteiro.
Frita a chamada e adiando se presentes
29 Sius. Depuladns, faltando eom cau-
sa participada os Senhnres Paula Caval-
cant, Reg Daiit.il, Caimito Leio, Bspo
Eleilo, Mello Cavalcanli, Vieia df Mello,
Manoel Cavalcanli, Lamenha e Izidro, o
Snr. Piesidente abri a Sesslo e lida a
Acta da antecedente foi appiovada. O Sr.
priraeiro Secretario deu con la do expe-
diente :
Hum nquirimento da Irmandade de N.
S doLivramenlo pedindu a conljtinacio qummento de Sslvador IWiqne deAL
doseu comn.onmso: A' Comroisso de buquerqui profesor de primeiras La
Negocio Eclesisticos, i tra-d Freguesia de S. Pedro Mrtir de
liuma representado dealgum Cid.dios 01 nda hura projecto de Li diipoudo que
pedmdo que a Ass^ubW-a oermetlissu o re- ficasse approvado o Compendio de Grim-
?l'!'*0.d?r .""a"n* A,0sl1l,cos Cpu-, mtica Portugus oereeido pplo su,>Pli-
CMite e que se Ihe arfe (rasse a retrbuicio
pecuniaria de 5oiUooo cr>mO -indeuisa-
ci de sua propridade conforme a L i n
3o de i4deJunho de 18J6 Foi o Pro
jocto julgad materia de duliberar,lo eman
don ae imprimir.
a. parte da ordem do dia.
O pnmoiro da Gommissio de Pjslura e
Negocirm das Cmaras aobre o requerimen-
to do F que eom a decisSo que esta Assemblea de-
raarespeito di repreaentacio de A'exin-
dre Goasalves Guerra se devii' de cons do-
rar ndirTerindo os bredito Requerimenlo.
Addiado por opposito do Snr. Lopes Ga
roa.
O segundo d.< Commisso de Polica
concluindo que devera de ser adoptada eom
urgencia a Iudicacio que em a a8 Ssio
do auno prximo passado oflerecera o Snr.
Imputado Mello, para que foase rflo^a.
dj o artigo ia5 do Regiment da Asse'm
bita por sur diamttralmente opposio ao art.
I !'.$>. do Acto Addicionslj foi a Indi
csc.ao julgsi'a materia de deliberacJo e
mandou-se imprimir eom o tobredito Pa-
recer.
O lerceiro da Commiso de Iiistracfso
Publica cffvreceiido em differimenlo do re-
---------l_
e'illill' S lia i.uinos e Ihe oniid<8i 01 resll
luis o Hospicio respectivo : mestiu Com-
m isbo.
Hum offieio do Secictirio do Governo
repeliendo a couta dos sidos quj. Tbe-
siuiaria i'rovinci..| ccmpti^m em vuiuda
da Le do Oicsmenlo de ao de Uuiobro de
1838 Art. ao. A' Commisoio de F^seuda
e Oicamenio.
da liquido medidas sepirads. e limpas de
folhas de flmdres ou po pena de % a 6U
rs.; apoiada, e ficoa a discussio adiada
pela hora, teodo a palavra o Snr. Mello.
O Snr. Presidente deu para ordem do
dia ; Leilura de Pareceres de Commisses,
Projectos, e Indicaces, prinieira discus-
sio do projecto numero 18. cooliouacio
da ordem do'diajj designada.
Thomax^lnlonio Maciel Monteiro,
Presidente.
Joze Tlidmaz Nabuco de Araujo Jnior,
1. Secretario.
Firmino l'ereir Monteiro.
a. Secretario.
'"" 1 -
Diversas Repartiyoens.
ALFANOEGA DAS FAZENDAS.
ED1TAL.
Perante o Inspector d'Alfandpga se hade
arremata' em basta publica e na poita da
mesma pelas 11 horas da manhia do da
quarta frira 10 do crtente o seguinle :
bum acaller grande avahado em 8U000
Rendimentos das Provincias.
Dirimo do assucar das Alagoas a:3i3IJii(5
Dito d'algoda de dita 4oo83t
Dito de dito da P..rhiba
Dito do sssucar de dita
Dito d'algoda do Rio Gran-
de do Worle
36Uqa8
35779
2U193
8a:46ollia4
Meza do Consulado de Pernimbuco 3 de
Abril de 1839.
O Administrador.
Miguel Ai finjo Monteiro d'Andrade.
EDITA L.
O Administrador da Meza do Consula-
do desta Pu.viocia faz constar, que em
virio le do oliicio que acaba, de rccebei1
da Thez'>u>aria da mema passa a com-
prar U somente o Pao Brazil de piimeira
quaiidade pelo piecu de cinco mil res o
quintal conforme determina a Ordem do
Thezomo Publico Nacional de 39 de 1 ee-
lero do crrente auno.
Meia do Consulado 4 de Abril de 1839.
Miguel Aicanjj Monteiro de Andrade.
1. parte da ordem do dia.
Foiio liJosjulgados materia de de!ibera-
cio e ruaudaiaose imprimir os tegumles
Pfojelo de Le :
Oprimeito do Ornamento para oauno
noanceiro de i83y a 1840 otfeiecido pela
resptcin Commiiso.
Osegundo do Sor. N-buco de Araujo
""pondo quo pra o lancameuto para a de-
iima dos predios alugados se fisessedrsd'o
' para aibitiamento dos Coihclores ou
Lsiicadoiea quaudo Ibes parecess.m dolosos
ou Itzivo os recibos de aluguel iejiuindo-
e a espeiloo que isi disposto no Decre-
to 7 de Outubro de s83l para o lncaroe lo da dcima dos predio em que os |ro-
p'ios donos hab lio.
Oterceuo do mesmo Senhor marcando
hum praSo ^ir 0 paganieHto da meia sisa
de compra veuda dos escravos para que
'"do ele tei.ha lu(;ar a pena imposta no
A'vara' de 3 de Junho dc 1809., Sendo'^-
"o esto Prcjecto oseu autor p;dio licene
lua retiial o por es'ar comprebeudi Ja a
&"disp3icao uo projecto da L' do orce-
tteoio que a peuca se Unba lido : nao ioi
Coselido.
roi laiubi-m lido mas nao jugado mate
f'adedeiiberacio Imid Projecto de Lfiof-
cid pe| Sor. I'ereira Monteiro cu
uo urna ComrC4 na Villa do Cabo.
Lerao-e os seguinlti Parecerej da Com-
niissuej:
iean-
E trou em terceira discussio o Projecto
numero i5 deste. anuo, com a emenda
cereiida pelo Sor. (Jibario em segunds
discussao j o Snr, Lopes Gama maudou a
mesa o seguinte artigo substituiti vo ao ar-
l'go a. Os Exudantes do Liceo que no
coirente anuo nao pidi-icm ter sido ma
tiiuulailos no mesmo Liceo por ter passido
o lapso de lempo para a matricula e que
estiverem no caso do Ait antecedente seio
admittidos a diia matricula nioexcedindo
de 15 das depois da promulgarlo desta
Le foi apoiada. O Snr. (Jrbmo est'ou-
tra a emenda do Snr. Lopes Gima su-
bslitua-ie pelo seguinte rtigo additivo :
Oj Esludantes no c*so do artigo que ao
torrente auno o maia como na emenda li-
rando-seas palavias e que estiverem noca
so d a' ligo antecedente apoiado ; depois
de alguma discuisao foi o projee o aparo,
vado com as esmendas Crecidas em a -e-
gonda e lurceira discussio e contra o pro-
jeclo declsrou que votava o Sor. Mell (.
Foi em primeira discussio approvado o
Proj^lo numero l6, e regeitado em se-
gunda o projecto n. I 1.
Entrando em seguudt discussio o arti-
go 37 das Posturas da Cmara Munirip.l
de Olinda veio a mesa a s guinlu emenda
aubsiitutiva do Sur. Lopes Gama ; onde
diz 8U rs. diga-se 3 Uooo rs. fui apoia-
da, e ao depois rejaitada, e approvado o
JitigO.
Ao ar igo 38 offareceo o Snr. Mello es
ta emenda -- O ubernciros lerio para cj-
ra., e outt o menor em tiUooo res.
Alfaudeg 5 de Abril de 1839.
Manoel Zofirino'dos Santos.'
A arreroataclo .nnunciadi para o dia 7
do mci passado fica transferida para o dia
quart fciira 10 do correute.
MEM DO CNSUL A DO.
Rendimentos da Mesa do Cnsul; d) de
Pernambuco no mez de Marco p.p.
Diurno do assucar desta
Provincia 11:958 Uo-o
Ditodoalgodsde dita a:356Ua88
Dito do Cafe 111 )(j;
Dilo do fumo i8U3t>
Taxs de 4o rs. per "saca de
algodao iuspectado 'j^Uito
Dita de i6j rs. por caix de
assucar dito 440>UtJ4o
Dita de 4 rs. por fcixo de
dilo dito i5U48o
Dita 2o is. por barrica e sacca
de dit-.s ag3Uaao
Dila de 5s'|rs. por escravo
exportado 4^000
juonlo de 16' por cenlo
dos Ordenados de Fee-
reito 86TJ398
Pauta doPreyo corrento do assucar e al-
godao, e mais gneros, que se despa-
chad na meza do consulado
nambuco. na semana de 4 a
de Abril de 1839.
de Per-
o do mea
Ass. B. N. 1. sorte.
>

>>
1,55o ,,
1.
a.
3.
4.
5'
5>
)
aU85o
al)75o
aU5oo

>
>
Ass. M. N.
1,15o
5. ........... aU35o
(j- n ........... -2Uaoo
1. sorte ........ iTJ65o
a. ,......... iL:5:o
Algodio r. sorte

Direito de 7 por ce uto de
exportica
Ditos de a por cento de dita
Ditos de ancoragem
.tcs depositados que xce-
deis do anno
Emolumentos de Cerlides
i5.3obU933
52.a86U768
i73Ua7o
ii:844Ui6j
54781
Sirjj
r. soite........... 7U500
a. -, ......... oU5oo
i.............. 5U5jo
Joe Afi'onso Ferreira.
Antonio Bento Froes.
Feitores e confereotes.
CORREIO.
O Brigue Portuguez S. Manoel de que
he Capita Manoel Alvea da Cunba sai
para o Porto no dia i5 do correle mez.
A Escuna Vigiuia recebe a mala pa-
ra o Maranhio boje 6as 5 hora da tarde.
O Biigue Bom Jezus recebe a mala para
o Rio a mauliia 7 as 11 horas da manhia.
OBRAS PUBLICAS.
Pela Administrarlo Fiscal das Obra*.
Publicase hade comprar, em hasta pu-
blica a gradara de ferro, que hadi
guarnecer es dois lados da ponle da Boa-
vista: as pessoas que pertendeiem fazor
esta obra podem concorrer na Salla da
dita Admitilrac*d Fiscal nos dia 8,10,
<


PRRNAMBUG"
fe
e ia do corrente mez de Abril do meio
d, al a horas psra tratarse do ajuste.
jya toetmiL Sala acha se o dezenho da refe
rida obra para os pertendentes o verem
e poderem ajustar.
Amaro Francisco de Maura,
Administrador Fiscal.
PREFEITURA.
Parte do da 3i de Marco de tig.
Illrn. a F.xm. Sr. Fora presos non
lem minha orden e livera deslino :
Joi Antonio Csrdoso pardo pelo Sub
Precito da Freguesia do Recife, por ter
erido na cabeca ao Caixeiro de utm t-ib>r-
na em Fora de Portas dsndo-lhe com
pao-, Jov Paulo, pieto, pelo Sub Pre-
cito da Freguetia de S. Antoui, por de-
nuncia de ter elle dado un ficada em uno
guteito, e que o segua para assassnal o ;
Joaquim Jos de S. Anna lambem preto
pelo Commissario de Polica da Passagem
por estar bastante ebrio e resistir a entre
ga de um pao con que eslava armad 5
e Francisco Pereira da Silva braneo ,
pelo Sab Prefei'o da Frcgueiia dos AlTi-
gados por denuncia de furto do escravo.
E' oque constadas partes h je rece-
bidas uesla Secretaria.
Dos Guarde aV. Exc. Prefeitura da
Comarca do Recife 3i de Marco de
i89, lllm. e Exra. Sr Francisco do Re
go Barros Presidente da Provincia
Francisco Antonio de S Brrelo Pre-
feito da Comarca.
Parte do da 1. de Abril.
Illm. e Exm. Snr. Fora presos hon-
tem minha ordem e tivera di (Terentes
destinos: Joanna Francisca, Anna Ma-
ra dos Prazeres, e Joaquim lose de Sirit*
Anna pretos pelo Sub Prefeito da Fre-
guezia de Santo Antonio, 1. pire-tarem
dezoidem ero casa alheia pr< fferir p.la-
vras obscenas, e csiiof l.-ar a dona di mes-
roa casa ,a 2 por sr inquietadora da vi-
zinhanca, e o ultimo por estar pronuncia*
do prisio e livramento pola I. Vara do
enme ; Joaquim tamben) preto esciavo
de Cipriannode tal pela 1. pjtrulha do
districtodas 5 1'onUs e Severina Mai-
lr Antonio escravo de Jos dos Anjos ,
e Joze, escravo de Jos da Cosa, todos
igualmente pretos e pela a. patrulb do
districto du >$. Sicramento, p'orauppol-
os fgidos.
Nada man consta dis pirtes bo;e recibi-
das nesta Secretaria.
Djos Guarde a V. Exc. Prefeitura
da Comarca do Recife .* de Abril de
1839, &c.
Cointiiuiiicftdo
A intrrprelicio da Acto addicional
boje huma nec ssidade (pie gmente pode
de>conbecer quem nao len examinado o
mesmo Acto 01 ignora iot. iramente oa
embaracos que tile encoi.tra em sua execu-
cio. Esta necessi Jade so tein feito sentir
tfo geralmeute, esta ideia se tem apodera-
do de todos os espiritos que niopossi-
vcl desconliecer a rasio, em que se funda.
G Governo Geral, ancorado :>eli pralica
dos negocios publ eos fui o primeiro que re-
velou ao Corpa Legislativo es pigosos
conflictos, gerados pelo Acto addicional,
e o que ra..is variada inlelligenci
que os dive.sos Ministros di Coma lem da
do a ese mesmo Aito o loma anda maU
obscuroe confuzo. Vimos ltimamente que
na Sessio da Assemb'a Gsral Legislativa
to anno passado no I) scurso do 1 lirn o se
ttalou deslO ponto de vital interesse para as
nussas Jnslituices e que 1 Oim-ri dos
Deputados respondeu que em verdade reto-
iihecia os defeitos do Acto add>ciou\| e
que tratara de os remediar. Ella cumprio
oque prometiera e Iratou de interpreta
alguna Ai ts. do Acto addicicnal, que
por sua obscuridade inaiores obstculos of
erecia em sua execuclo ; obra que foi le
ts con toda a ponduracio e maduro conl.
timento lendn em vistas o duplicado firo
de roanter illesa a forma do Governo Re-
presentativo, e firmar aoidem publica,
primeixa nececsidede da Lberdade, Wlo
ignoramos que a nterpretscf o da Aeto *d
dicional encontra alguna adversarios <
fizendo just'cs seos senlimentos rouitn
importa examinar as rates, em que se
fundi parase oporem a asesina interpreta
ci : e-pecialruente nos oecopaTemO'* com o
Parecer da lllusire Commitslo de Consti
luicio e Poderes da Aembl<" Legislativ"
l'roviiu i| de Pernambuco sob *siignd por a'jjuns desW Membroa. An
tes de ludo Bulliremos essa mesrna fndica-
cao que nos parece escripia em om dog-
mtico e erdde neressita de serio, e profundo ex
ame para se poder dedutir precisa e segura
conclusa. E' t.'xado o Projeclo q>B p?s
sou em 3. discussio na Cmara Electiva
como urna verdadeira reforma um intei
ra deirogacio e auapensio das gsrantiis .
'le que gozaS as Provincia* e que por con-
seguiute trar comsigo males que compro
m-er.- a paz e seguranca do Brasil, e e*
labelidade de nossas Instilu-ces. Quir.e-
ramosque oa lllustres Membros, que as-
sinara semelbante Indicaco nos oferec^s-
sem as provas de taes asserces e que nos
dic'ssena se o Acto addicional da maneira
como est concebido se pode considerar c -
mo um elemento de ordem e meio mars
seguro de manter a paz e Iranqu'ltidade pu-
blica. Julgamos que esta ultima questfo
nao pode ser resolvida pela afirmativa e
por conseguinle temos que a inlrrpreiaeio
do acfo addicional e toma sbsolutamenle
neceissria para o nico fm de descobrir a
verdadeira ntelligncia que legitime aa pre
rogativas e direlos concedidos as Provin-
cias, corresponda a boa f dos Legislado-
res, firme para o futuro d'um modo iu-
vsriavelas regias e mximas que as Asem.
bleas Provinciaes devem seguir sobre urna
conviccio esclarecida. Antes porem de
moilrarraos que o Proiecto da Cmara Ele-
ctiva urna verdadeira e illuslrada inter-
pretadlo e nao urna reforma como erra-
damente afirms os IIlastres Membros da
Indicacfo e Commisso de Constituieio ,
sei conveniente expender as ra-es que
determinara5 a Cmara dos Diputados a
emprebender ainterpretacio do Acto addi-
cional. A* bastantes factos que caracteri-
smo as invas6es e usurpaces das Assera-
bleas Provincial s e s quem ignora a Le-
gislaQiodas Provincias, que deaoodliece
r sta verdade. O Poder Legislativo ad-
vertido da marcha que at o psente t ni
seguido as Assemb. Provinciaes na confec-
co de suas Leis tralou de fixar d'uma
maneira clara e ierreioante essa nlerprel*-
cio tio desejada que oferecesse barreira
invencivel tinto as preteoedes exageradas
d'algumas Assemblcas eomo aos perigosos
coiifltos entre ellas e os Poderos Geraes
do lutado. Ninguem pode ignorar que
em muitos logares do acto addicional se a-
cha iiiiprcsso o carcter da obscuridade e
incerteza e por conseguinte incapaz, da
maneira como se acba de satisfazer as ne
cessidades do Paiz que o nio podem ser ,
seno quando as Iustiluices se firmo
n um plano justo e convenientemente a-
propriado as suas circuoslanciaa. Se exis-
lem pois taes d.-leiios dita a raso pede
o inleresau publico, que seji remediados.
A clareza as L'i> tao necessaria como
a clareza as ideias a fim de que o sofisma
nao sublima o raciocinio. Pela confnzio
da L gilicao que se desacreditad e se
perdem as lustituices. Se sequerquaa
coisas fiquem no estado, em que se acli
forzoso confessar que o Poder Legislativo
Geral competente ou que sui authorid<-
de nao bastante para dirigir e enctminhai
a Socidade, que emfim sua existencia
e-teril. B>;m longe de nos persuadirnos
^ue da interpretaba o do Acto addicional se
seguira os males aponlados ra Indicelo ,
que combatamos pelo contrario acredita-
mos que iesullra5 muitos beneficios;
porque tende a corrigir os vicios do ^le-
ma que nos deve locar vivamente e des-
pertar um pensameulo elevado sobre o fu
turo do nosso Paiz. O que quer o Povo
liasileiroa liberdade. O Povo conheiv
peiltilimenle que a perlurbaco da ordem
poet a librdade em pongo quer por con-
seguinte garsniias mais completas, que
cosopreheuda lodos os inteiesses, lustitui-
ces menos | erig. sas edireilos b-ro de-
terminado. A Nscao Bnsileira s be que
o que llie convem o sistema de Governo
Rei-esfiilalivo. Ascl.sies meuos tusUui-
das da Socierfsde querem ser bem tratadas ,
e respeitadas em seos direitos; as classes
elevadas e mais lustra'ias omprebendom
m-'lbor ascondiefies da lih>rdade, conhe-
cem per fei lame ule qtfe se no devem tentar
revoluces Saibio pois todos os partid is,
que nenhum deHet pode dispor arbitraria-
mente do Po^o r^ne se engaa quando
pretende tudo comprometer para satisfazer
sus ambicio e obedecer ao imperio de
su' t deaprnvido de ideias acertadas, e d-
sinvtimentos justos e generosos para qik>
desconheca a utilidade da ititerpretacio do
irlo addicional tendente a barmonisar as
nossas Instituices com as necessidades pu -
lilicas e tanto mais se descobre essa utili-
dtde qu nto se considera a ferrivel situa-
cio do Poder Legi-lalivo Ge al. seropre em
controversia com as Asserubleas Provin-
ciaes, e que se c.insomt em Ihes demons
trar quinto ella lem obrado mal. C*b*
qui responder a umi olxervaclo, que c
mummente fazem os Adversarios da nter
prefacio e que o mesmo Acto addicio-
nal d Assembl Geral o direito de ins-*
pcelo e de exult para sVhular 6'-* aero*
Lgid contrarios Constituieio tio Imperio, tos
Tratados existentes aos impostos geraes dv
Estado e aos nteresss das outras Pro-
vincias. Esta objeccio mais eapecrots do
que so'id'. Quem ni> v qie Assemblea
(ier.il filia o necessaiio tempo para rever e
examin >r lodos os actos Legislativos das
Assembleas Provinciaes e que por conse-
guinte a faculdade que Ib; d o Aeto Ad
dicional no Art. ao, Sem erro, s pode
considerar nuil* ? Existe urna multidlo
de J.'is, claramente excntricas das alri-
buces das A^emb r^'s Provinciaes, e
quaes destas lem sido revogadas ? Apenas
nos recordamos d'uma oa eutra como por
ex. a da Parahiba sobre recrutamento, a
de S-rgipe. sobre os l> ns dos Frades Car-
melitas, a de Minas sobr a remoclo dos
Pirochos ele ele e isto urna prova irre-
sistivel de qu- este remedio do Acto addi
cionsl nao s por si suficiente para curar,
ou prevenir os males que resultad do ex-
cejso de jurisdicio e authoridsde da par-
l das Assemblis Provinciaes. A-
lem disto cumpre anda notar que se os
erros ommetlidos pelas Assembleas Pro-
vinoiaes provem da obscuridade e varia-
da ntelligencia do Acto addicional, justo
que os Poderes Graea do Estado tratero
de impedir o progresso do mal, fixando a
regra nvariavel que as Assemb'a Provin-
ciaes devem seguir em suas delibenees e
nunca consentir que se espatbem doutrinss
perniciosas sobre objecto de tamaita im
portancia que se podem tornar perigosas
para a librdade e contrallas a iodoh e
natureza do sistema Representativo o qua.1
para se poder solidam-'ine manler ne
cessario que suas instiluipoes e influencias.
em todos os graos da ordem socia I garanti
a librdade e a igualdade Constitucional.
Resta finalmente acrescontar que a inter-
preticio do Acto addtional um preceito
imposto ao Poder Legislativo Geral no Ail.
a5 do mesmo Act >, ulo sendo licito duvi-
dar que sobre a sua inteligencia se te.m
suscitado queslva mui srnaa que carecem
de ser resolvidas. Provsda pois a nece-si
dade da intarpret^cao e a legitima Aulho
lidade do Poder Legislativo Geral para a
decretar, pastaremos a demonsliar qlie o
Projecto que passou em 3. discussio na Ca-
maia Electiva est concebido segundo os
principios d'uma verdadeira o esclarecida
Hermenutica e que se nao pode conside-
rar como urna reforma segundo a opioiio
d< Commisso de Constituieio e Poderes da
Assemblea Legislativa de PeroSmbuco, cu-
lo Parecer impoita analisar. Ataca a ll-
lusire Commisso o i" Art. do Projecto p>r
considerar que as pa|avras_ precedend
proposla das Cmaras do Art. 10 4 do
Acto addicionsl con.prebende os lermus an-
tecedentes Pobcia e economa Munici-
pal e quer fazer urna' separarlo destes
dois termos, considerando a Polica rela-
tivamente a objectos Provinciaes, e a con'
dico das proposlas das Cmaras bmitada
a economa dos Municipios indiligencia
esta que nos parece absurda e contraria a
letra, e espirito do Acto addicional. A
simples leitura dp 4 da bem a conhecer,
que nao possivel separar os dois termos
Pclicia c tcouourta -. aem trBJQ;nar as
regras mais triviaes d'unaa intelligpncia pq.
ramente grammatical pois que a conjimc*
es e _- liga a palavra Po'liei e tor-
na o adjectivo Municipal relativo e ex-
tensivo a e-ta expreilo, e nao sub .fdin-
do unicimeute ao termo economa. Se
pois alguma certsnra mr"ece a Cmara E-
lecliva na interprelacS desse por se oc-
cupar d'elle pois sus ntellig.-ucia literal e
ta obvia que nao mcreceria explicaca e
quer-secomi de\ proposito d-scobrir difi-
culdades que a Commisss combste essa ntalli.
genrfa n't seguiremos lodos os seus ar-
gumentos, e motraremos sin debilida-
de. Parece nos bastante arbitraria e sem
fundamento a distinr> de Polica a que
recorre a Ilustre Comm'ssa pira sustentar
o seu voto e qu"! pelo contrario mais
plausivel a que descobrira os Autores do
Projecto que palo menos se deriva do sen-
tido obvio e literal do 4* A ntelligen-
cia da illuatre Commisso n s contra-
ria aos principios de codificaca, mas an-
da oposta ao espirito do Acto addicional.
Se acaso o Legislador quiz-sse dar s As-
serr.blea* Provincia-es o direito d legislar
obie objectos Policiaes na amplitud-; a-
cuicada pela Commisso certamente tra-
tara deste objecto separadamente, e nao
d'uma maneira fugitiva e obscura qual a
que presenta o 4 dada a* iutell gencia
da Commisso. E' porem principio jur-
dico1 bem sabido que quando se trata de
competencia de iurisdi^a, e direitos na-
cessario que esteja clara e distinctamente
definida para se nao suscitaren dolidas so-
bre a pessroa a quem a mesma jurisdievo
devolvida. Islo que as Leis oidriiarut
de summa utilidad torna-sa ainda mais
preciso as Leis Frmdsmentaeido Estado;
pois d'outra sorte a confuza das altribui-
ies dos Poderes Polticos prodtiz a sea
desharmonia d stroe a sus odqe com manifest perigo de transtorno ds 0'-
dnm publica. Se investigamos o espirito e
ndole do acto addicional conhcertros qu
o Legislador ojuerendo salsfairer as ne-
cessidades publicas coneedem s Provincias
certo grao do independencia e Ihesdruos
ni-ceisarios meios para enrarem de seus in-
teresses peculiares mas sem quebra da-
nia do Imperio e do carcter do rgi-
men Representativo.
E' neste sentido que foi confeccionado
o Acto Addicional : sua existencia de
poneos das comsultem-%e se os mesraos
Legisladores que o fiera leia se os de-
bates a discssos' dos Deputados por oc-
cuzjca da discussaa d Le das reformas
Coostitueiona-s e se1 conhecer esta im-
portante verdade. S- pelo contrario qoi-
zessemos aidrmttir a irilelligenca da illostre
Commisso, isto he, que s Assemblis
Provinciaes compete legislar sob'e obje
ctosde Polica Judicitria e Administrativa,
t'mos que ellas terio atribuicoens que nio
fora da intenca do Legislador conceder-
Ihes, eque nao poderia deixar de ser
offensivas das altrbuic"! da Assmb^a
Geral nocivas ordem publica e siste-
ma Representativo. Nem descobiivios -ll-
suido em seguir-se a iolelligemia da C-
mara dos Deputados como pretende a Com-
misso por que tendo as Cam .ras Muiu-
cipaes urna Le orgnica pela quil 'e,J,u"
lio as funceces claro fica que seguodo
a mesma Lei uelibro Sobre objectos pa-
liases ilativamente ao Muuicipios, e
nem se diga qu* em virtud do artigo
167 da Constituieio a palavra Polici.--
como eslranha dis Camiras Mnrticip*
pois que a estas compele segdhdo o rele-
ridoart. o Governo e conomlco e muni-
cipal das Cidsdes e Villas, porquanloa
palavra Pobcia- empregad no Acto
Addicional diz respeito a formaca das Pas-
turas que selido revistidasdesaneca pa-
nal com lodc fundamento s podem chi
mar Polica dos Municipios ou Muni-
cipal o que mesmo est em harmona com
o Art. itioda Constituido, onde se "*
da expiessa Postaras Policios Temos
pois qu a palavra Polica relativa a
Posturas das Cmaras e a palavra = o-
oemia comprehrnde a parte Biiancei'
da. Cmaras isto o modo da arree**'
cao, das suas rends e emprrgo o fc*-
lisa?a dellas. A vista pois desTa tnabii
nao descubrimos oib-uido, que enxer-
goua visti penetrante e aguda da Com*'
sao. l'to*diprsqu>sCasflrti Mnm-

. .

-


I
)
DIARIO DK PE
RNAMCO
ripees rla5>oderoexoi Litar daquillo qu->
Hits miniado pela L i que ibes serve de
'Regiment qundo le; lo sobie <>bje-
cts de PolirJfa dos Mltiplos', desaparece a
dovid* a gemelhahto t peito que aprsenla
n Comrovslo. Nt'm tambero incoerencia
desh0gar ao PndV f.ejislalivo da Provin-
cia o direito de Legi,Ur sobre objeclo po-
liciaes te quizermos entender pslavra
Policia da maieira como emende, a C5-
miso ; po* fjue era o r^smo que diser
que as As'sembts Provinciaes lem o dirilo
nipo da Legislar si bre Codos os diversos
rateos da Administracio Publica que $?
ciimprehe'ridero Ais expressciis Policia
Administrativa e.Judiciaria.
Srt rtla fsse a verdadera inteligencia ,
/orno quer inculcir aCommissIo nota veis
absurdos se se'gueriio, consagrando-so per-
niciosa doutnha, e principios subversivos
da uniio do Imperio. Nao negamos que
as Assembleas Provinciaes p >sso faser Leis
sobre alguna objectos de Pol ci ; mis nem
islose deva etilender emtodi amplitude ,
ero roe.smo esta facuidade se pode conside-
rar em oposicio com as Leis Geraes do
Eatido, que tem regeitado a Polica Geral
i\ Iwinislrativa e Judiciaria, sobre que
ni..i necssd'de da necio das Assembleas
l'rovi'nci'ies e que pelo contrado qualquer
ing-reniia deHa em semelhaule materia
sempre perniciosa debaixo de diver-
sos respeiis o que anda ten roos oc-
rasiio'de demonstrar. Dcsta intelligencia
nio pode resultar a completa aniqui-
la ca dos 1,2, 3, 5,6, 7, 8, 9, 10 do
Art. o, e dos i-y a, 3, 4, e 5, do ar-
tigo 11 do Acto Addicional porque anda
ijue a> Asserr-bleas Provinciaes nao lenliii
odireito d Legisla--sobre objectos de Po-
licia, rijm por isso se segu que estejo
inhibidas 'de exercicio das aitnbu c5es con-
c-ifidis nos referidos e que Ibes com-
pete legislar sobre os objectos nelles compre
hfiidid s. Forca confessar que a Cono
inisso n-'sta parte recorreu urna Meta-
fi/ica sublil e afastou-se das regras com-
miins do raciocinio ; pois cotfessamos que
inda tero urna coliza com a outra, o que se
i'onhece perfeitamente tlendendo a natu-
ria dos respectivos alguns dos quaes
nao cotttem em ai materia de policia pro
prutuente dita ; mas qundo mismo elles
se consideren! comprehendidoi nesse ter-
mo, 1 concbalo lgica que sement des
ts objectos de Polica, e nao de outros
que aa'Assenibls Provinciaes podem Ira-
i-r pola irieg'ma razio do texto latino, que
a Coturoissio cita. Anda mais ; As at-
tnbaicSes qde lio aoiiaroenfe o Acto Ad-
dicional concede as Assembleas. Provincia -
es nos citados e. lio esp. cocidamente de-
clarad -1 ( m v'erdade preciso faser esfor-
co para as nio entender e observar literal-
mente, como he do rigoroso dever das As-
s-mbleas Provinciaes ) o metmo passo
que a attribuicao de legislar sobre objectos
Coliches, que a Conrmissio deduzdau-
inca Palavra Polica do 4. somente
por meio de indueces e argumentos, des-
pidos aliss de r. tentar. Is'0 nos parece mais que suficien-
te pa desvanecer o escrpulo da Com-
missio quanto a inculcada aniqnilacio dos
referidos Concordamos coin a Cora-
mi.sio qde o verdadeiro sentido de qual-
quer disposicio legislativa he o quenas-
ce de honra fiel confrbnlacio com oulras
disposic6-i mais rilo Vemos que a Coro-
misso fosse felis na descaberta do 7 do
hfl'fio 10 pira sustentar a sua opinio.
Nesse se ft a distinclao de ttpregos ge-
raes e Previnciaes par mostrar que somen
le os oltimos podm as Assemblea Provia
tes crear, ou supprimir 5 mas da ere
""Cao ou suppres9io de umptegos Provinci-
Jes nio se segu que as Assembleas podem
legislar sobre objectos de policia. Se altri-
buicao Ihe compelte nio he cerlamente
Jesse que e|U j^ diiiva. Nio duvida-
nios oiie en virtudu desle podem as As-
sembleas crear novus Empregos Provinci-
*s, mas necessario que suas attribuic s
Do se opoiibio s Lei geiaes do Estado,
que tem regulado d'uma maneira un for-
' Policia Geral Administrativa e Judi-
ciaria do Imperio. E ninguem dir', a nio
querer dar urna iitlerpreUcjo errnea que
11s palavrls crear e suppiimir empregos
riovinciaej, se en cerra odireito de legis-
' sibie objectos de Polica- fs aind<
olttrrefco, ti este isatptb qundo tratar-
m
......' 1

mos de sustentar o Artigo 1. do Projeeto
la Cmara dos Daputidos. Resta final-
mente observar que a admitirse a intel-
igencia dad pela Commissao, legair-se-
ia o Inaudito abaurdo que as Leis das
Assembleas Proviclaes sobra Policia ettavio
izentas da ancc.5 dos Presidentes das
Provincias, segundo o que determina o
aitigo i3 do acto Addicional, e se como
cima fica dito a Polica Administrativa
e Judiciaria contprehende os diversos ra-
mos da Administracao Pnblica segue-s*
qne as Asss-mbleas Provinciaes podiio le-
gislar amplamente independentemente da
saneco dos Presidentes e neste caso o
Poder Legislativo Provincial se n9 cora-
poem de dis ramos, e despido inteiramen
te de carrectivo poderia emprehend^r a-
loitamrnte as maiores uzurpacSs, dege-
iterando desta forma o Governo das
Provincias n'iima monstruosa Oligarchia.
alterada esencialmente em suas bases cons-
litutiva a forma do Governo Constitucional
Representativo como cima diremos. Ne-
nbum de-t>-s absurdos ," nenhum desles
iuconveoientes existe enlendendn se o
4. da maneira como enteudem e interpre-
tou a Cair primeiramente as deifheracoes das Cmaras
Municipaes encontro o correctivo a ins-
pecci ) e exame feito pelas Assembleas Pro-
viheiaes, e isto parece bastante para se dis-
pencar a sanecio dos Presidentes nuito
mais estando as Cmaras Monicipaea ads
trictas de certos objectos de interesse pura
mente local; e em segundo lugar o Legis-
lador quir com esta prerogatira de isencio
da sanecio dos Presidentes conservar as
Cmaras Municipaes maior grao de inde-
pendencia, como convinha a estes Corpos
considerados como os primeiros elementos
de Liberdade afim de que podesse melhoi
desenvolver a proteccio tutelar em favor dos
babitantes dos Municipios e dos interes-
si materiies das localidades.
I'assamos agora aoaitigo a. do parecer
da Commissao.
O Depulado M. M.
Exterior.
Contlnuacs do N- antecedente.
Estes motivos serlo stifrWentes
para jus'ifiicar a guerra contra D. Jlo
Manoel Rosas, > contra a sua presiden-
cia no poder ; pmm concorrem outros
de ordem mais elevada que impon Re-
pblica a ohrigacio impre'scriptlvel de nio
admittir termo a esta guerra em quanto
o homem funesto nio tiver completa-
mente desaparecido e para sempre, da
scena em que hoje representa.
A Repblica oriental nao incorrer
nos meamos execessos que reprova no
seu inimigo arrogando-se o direitb de
regular a forma de Governo de 11ra es
tado independente ; m.s lo pouco pode
consentir em que s portas do seu terri-
torio se assente un Gobernante que nio
tem regra alguma de proceder que nfo
recebe a sua uthoridade da vonlade d
Naci que nio representa systema era
organiracio poltica de naturexa alguma ,
que conatitue urna reaccio permanente
contra os principios da revoiucio Ame-
ricana que vive ( porque a nfo r spei-
ta ) fora da Lei commum das Naces ,
que se tem posto em aberta luta contra
a vivilisacio os interessee materiaes e
polticos da Provincia que opprime; e
dos estados que o rodeam 5 que por
consequencia urna mese viva con-
tra a tranquilizado interior desta Rep-
blica contra as suas formas governati-
vas e contra a sua soberana e indepen-
dencia.
D. J. Manoel Rosss nio nm Go-
verno 1 um humero que forca de
violencias, de oppressio de fraude ,
de dilictos mantm urna tyrannia de
ferro sobre um povo que o detesta. Os
s- us actos pblicos nenhuma responsa-
bilidade imp-) a esse povo porque si
executados contra a sua vontade ; e por
conseguiote faser a guerra a esse ho-
rnero ominoso nao fa/.el-a Naci ;
quetn opprime : esforca-se para o arro-
jar de um posto no qual s o terror o
sustenta nio querer ingerir-se na or-
ganisaci de um pais independente e
menos tentar a mndanca de formas g>-
vernativas que nio existem.
O Eitado Oriental assim como todos
os que confinaos com a Repblica Argen-
tina, tem o mais positivo interesse n
queda de um homem que s cura de
submetter a um rgimen arbitrario todos
os seas visinhos em massa ; cumpre suf-
focir na sua pessoa o germen de desa-
vengas perpetuas e dar um golpe de
roorte ao funesto syttema de faculdades
extraordinarias, representado pelo Hela-
dor de Buenos Ayn-s : c umpre est'h--
lr de novo a ordem legal e os princi-
pios proclamad s pela g-ande revoiucio
\m-ri ana. A lata qu com tal objeclo
se emprehende nio pode ter fim sem
qvae o dito objeclo fique completamente
arrancado com a queda de uiu homem que,
se oppe felicidade de Untos povos.
0 motivos e objectos desta Guerra
mostram bem claramente que se dirige
exclusivamente contra a pessoa de I) J.
VI. Rosas e nio contra a Repblica Ar-
gentina. Este povo berco da liberdade
do cominelo piecursor model-o dos
outros Eitados Americanos na carreira da
independencia ni) pode ser inimigo da
Repblica Oriental cujo nascimento
presidio i ambvs sustentara a mesma cau-
sa ; ae os Orientaes chamaram outi' ora
os Argentinos para reconquistar sua in
dtpendencia poltica boje ficar paga
esta divida de gratidio coas o auxilio que
os u'timos vio rectjher para prostar um
lyrann domestico e para recuperar a li-
berdade de que sempre deram exemplo.
I), balde o oppressor d'aquella formoss
Repblica qoerer esligmatisar a empre-
sa com o carcter de inraso esfrngeira:
os Argentinos j mais poderlo acredtalo;
jamis se considerarlo como estrangeiros
dois povos que naacea do meima tron-
co que pertenceram a urna mesma fami-
lia que foram compartes nos periges e
as glorias de 1810 e i8a5 que sella-
ram sua fralernidade no campo da bata-
tha e que separados por obsequio
paz utilidade commum aspirara a urna
fortuna commum na sua organsacio po
litica. Sua causa idntica ; a da liber-
dade e civilisacio do continente-" a su-
bsttuicio de um principio poltico a am-
biedes pessoaes o triumpho da ordem
sobre o principio dictatorial e absoluto.
A earprensa gigantesca mis nVlla os
inlaresses de ambas as Repblicas sao os
mesmisiimos ; sua allianca natural. O
voto dos Argentinos ja nad pode ser duvi-
dozo ; s o anuncio da gloiicza ciusada
contra o inimigo da Liberdade Americana
ja coniccou a produz r reaccoens as Pro-
vincias ronfedeadag tr< mei o despota
qoando souber que a de Con entes jurou
guerra de n.o>te tyraiinia ; que no da
31 de Dezembro ultimo se firmn a con-
venca5 que sahir luz com esta mani-
fest
O nobre exemplo de Corrientes ser em
breve imittado pelas tulras Provincias ,-
e as bandeiras orientaes e argentinas mar-
challo reunidas somente contra os satelli
les do inimigo da civilisaca5 da liber-
dade e das leis.
Sua infallivel queda ser o termo da glo-
riosa ciimpanha ; e os soldados orientaes ,
d- p 'is de terem pago a seus irmios a su
divida de gratidad e de teiem i* mado a
independencia e tranquil idade da Patria,
volt-r logo a seus laies e deixaram
Naca Argentina o cuidado de orgauiz>r-se
hvremente conforme suas necessdades
desejes. Da fiel execucad d'esta promesss
empcuha a Repblica O.ienlal a ua honra
per.'iite Dos e o Mundo.
tQ insensato despreso do dictador para
coro as Leis das Nacoens e qs direitos da
llumii'idaile sua obslinacad em nio satis-
fazer aggravos de que esta se horrorisa ,
arroaram contra elle a Nacs Franceza,
que para reduzl-o a seus deveres blo-
queou os Pollos Argentinos desde Marco
passado sem dexar de lamentar os males
que se v lorcada a farer a um Povo que
nunca approvou as eflensas do frreo Poder
que o oppnme ; mas nio pode suspender
Hs hostilidades em quanto o Posto Supremo
da Repubca estiver oceupado p>*lo tyran-
no. Do raesiwo modo que o Estado Orien-
tal a Fra-nca s tem que vingar ullra-
gesjde D. J. M. Rosas j aprecia com<<
za com a sua cauza ; acceita-a por aliiada
contra o inimigo commum.
A Repblica Oriental, interessada en
que cesse quanto antes o interdicto mercan-
til que tanto a prejadica associou suas ar-
mas s da Franca contra o lanzador de
tantas calamidades ; mis nio se decedio a
esta grave medida sem seria m- diacio, por
que o poder da Franca inspirava a necessi-
dade de penetrar suas valas para evitar
passos falsos sob e umt Allianca de fado ,
preparada palos acontecimeolo*. Zeloz da
dignidade e direitos da Repblica Argen-
tina, o Estado Oriental i se decidi de-
pois de convencido dos principios e vistas
da Franca na questa que boje sostena ,
deilept is que os lacios Ihe mostram que a
honra e independencia Argenlua nada lem
que re car de -uas pietei.co.-m. Esta Al-
lianca he Glha dos a con ti cnenlos ; pro va
iriecasavel da sinceridade com que os a-
gestes francezes d. smentem imputaces ab-
surdas de conquista e os Orientaes toda
a idea de ntervenca nos negocios doms-
ticos Argentinos.
Fechado pois, todo ocaminho de con-
petidos insultos desafiada sueltamente
guerra pelas dechracoons olliciaes do tyran-
no de Buenos-Ayres certa da justictda
sua cauza forte comas suas armas com
a cooneraca de seus Alliadosecom o au-
xilio Divino a Repblica Oriental aeceila
a guerra que Ihe declarou D. Joao Manoel
Rosas ; declara-a ptla sua parle pessoa
d'aquelle Chele protestando perseguil-o
por mar e por Ierra aie sepralo absolu-
tamente de todos os negocios pblicos.
Declara igualmente queso olhar como ni-
migos os Argentinos que sustenlarem acti-
vamente a pessoa do lyranno e que accei*
tai a cooperacade lodos os mais.
O Mundo julgai da juslica d'esta guer-
ra ; votar execraen o Chele altivo que
attrahio sobre tantos Povos nio merecidas
calamidades; e, entregando-o ao odio u-
niversal, Ihe pedir sempre conta do san-
gue que pelo seu brbaro capricho vai der-
ramar-te.
Firmado as marguns do Uruguay, a 10
de Fevereiro de i83 ra. Santiago Vasquez. llenrique Marti-
nez.
(Da SetedAb.il.)
Correspondencia.
Snrs. Redactores. Quem mais vive
mais s. Achava-me a di is compran-
do urna eaixa de linhas no taholeiro de
uroa pieta qm-p-l vi sentada no arco de
S. Antonio qundo vejo dirigir-se a mim
um homem que logo condec ser o roeu
compadra .Manuel Joao o qual sera azar
daquelles proetnios quo a civilidad de
termina em t-es casos me disse : Com-
padre da rainha alma que caso nunca ais-
lo acaba ue succedr agora no paleo da ca-
za da insperca5 do assucar \ mba pass'n-
do um matulo montado em um cavado ,
e este car regado com duas ancoras de im l
ro, e como nao sei porque moti 1
de fu
vo espanlou-se o tal cavalio, cavaUado
por rima de urna caixa de assucar que
por desgracia acab.iva de ser iiispectada, im-
mediatami nte desapareceo.
Ja se deixa ver que um fado tal con-
vidou ao respeilavel publico a approximar-
se da caixa afim de conhecer do modo
porque se havia operado tal desaparec Ten-
lo. Saca daqui procura dali, esmerilha
dacol enada de matulo, era de caval-
io. Uns suppunhio, que era couzu do
ouiro mundo ; outros diziiu que era al-
gura embaixador do Rei D. Srbistia ; ou-
tros que era o I'eg.so onde vinba mon-
tado algum poeta e que as ancoras erao as
azas do tal cavalio e deste partido havia
tal, que jurava de o ter visto voar por es-
sesares,- e, dalo casu, nada disto era ,
porque depois de muitos va rejos fomos
dar com o cavado, ancoras, matulo, e
ludo enterrados no enorme rotundo e
profundissimo buraco que na dita caixa
unlia ftilo one^ro'furador.'
Eu duvidei que tal aconteces**, e
disse-lhn que iiloera fiiicamente impos-
,v-l, que o buraco feito por urna varruma,
para delle tirar-se urna pequea amostra
de assucar na5 era a boca da escotiiha d
deve a Na^aqmi elle opprime} sympalbi-'/aici de No por onde linhifi entrad




>
BMW',""* t>'Y^**n>c
todas a espacies de aves e quadruped s:
que elle eslava uu pe fe tissimo visiona
rio.
Ni i, meu Comprado di minha alma,
relorquio-uio o compadre Manuel Joio ,
isto nao visao realidade F,u Ihe
conlo o mais que se poss-iu. Entre os
admiradores estava doi> horneas, que ji-
la conversa me parecerao um senhor de
engeoho outro negociante- Di/Ja o te
uhorde engenho : como nao hade ser as-
sim se a maldita rasnU deludo reformai
hade dar com nosco em vaza-biniz An-
tig miente umpe|u:no furador lirava de
cada cixa orna meia quilla qnanto era instante para se conhecer a
quahdade, e ao depois estas amostras crio
remetidas para o hospital dos engatalos;
mas hoje um gigantesco fvirador qo-e
tem decompiido, salvo o erro, mais dr
tre palmos com a sua competente gros-
sura, lema animosidad* de extrahir as
suas ia libras do assucar, bem que no
acto da inspeccaS SO apparece una p. quena
porca como se ve do Diario n. 70, pelo
requerimento do porleiro da Iuspe.c- do
assucar feito Assemble* Provincial.
Por isto me dizem ( 1 io me atievo a dli
mar ) que h t fulzinho nesu prsc, qu
em um da anecada maior poro d ussu
car do que um senlior de engenbo po le
tirar de urna meladura. INo l m razio d
queixa triste o que me precia, negcci-.nte ,
porque em recompensa a iuspeccio
mu favoravel aos S ir. tgrieu:iv.ie pola
os Inspectores segundo as quexas do
Commercio dio ao assucar qmlidide su
perior aquella que elle de veril ter, A
qui paro 1 o meu Comprade, p r ouvir dai
meio da ,~e t ape taudo-me a mo reti-
ro U-so,
Eu, Snrs. Redactores dirig me a ca-
za, conciderando sobre o q ie me tiulu 4-
cabado de contar o Comprada 11. acerca
do cavallo e do malulo pirque soppu
ser graca nulle ; mas aceica ds la libias
de assucar tiradas para amostra, e d* qua-
lidade que se d ao inesmo j pois,1 )s 3ourr
estes dous objectos ja teobo ouviJo gru
des queixss, bem que ni" me'posso op.ci-
tar de tudo quauto se diz a este rcapeilo
Eu sou.
O Compadre do iManuil Joio.
Avisos Diversos.
_ Amanhan ha Theairo cuia p.ca ln
P?dro Grande Imperador da ROstia e
principia o Exp> ctaculo p lo Drama Ti i-
unfo das Artes.
fdr. kissel relojoeiro francez, no
atierro da Boa vista s cha-se promplo ;i
concertar qualquer lelcgio que llie sej,
confiado pelo niais conimodo preco elle
cbnga-se restituir o dinheiro que livor r-
cebido eai pagamento da qualquer con ce r
lo, que nao for bem do.
_ utra vez se r-.ga ao Sr. Fiscal d\>
bairro de S. Amonio do Recife queira
interpor a sua authoridadp, a fin do evi-
taro escndalo com que certei moiadorts
da ra dos 0_ uarteis do im-smo bairro, Un
cao de noite agOM sujise miis slgUraacosa,
juntu das suas testa las com nulavel in-
ommododa visinhanca de <|ueni nasas
pela mesma ra e at di au le publica
alem de ser inrarcio que confiera das pos
lua da Cmara Municipal, Esperase poi-
que o Ui'.o Sr. Fiscal f ca exeeutara I-i e
que no eonsiuta que se continua a fuzer
da ra dos Ooa ii-is a clo.es mus immun
da e que 4 011 5 morad jnj dclU que lem
pn tos para raanuarem laucar ,,* praia a.
immudiees de suas osas aliuiemdts leis
j da p.ciencia do publico fa/.endj-as sem
o menor pejo laucar as suas teilida**- O
observador da le.
_ Aluga se o sobrado de nm andar
solio no pateo do Livramento, ao p do
Sr. Joio Cario Pe tira de Burgos, quem
o pretender dirija-se ao mesmo Sobrado {
e no mesmo precisa-se de urna pesiia qj
entenda de venda para tonar cunta de urna
por bataneo.
_ onguera cntrate c rn Jos Pedro
de Abieo negocio algum 3 ib re urna mora-
da de casas de lijlo e c no lugar dos aT-
gados fe dois escravos creoulos Luiz di.
idadede 10 annoj e Eslevio de aaao 1-
DIARIO DE PERNAMfiDGO.
meio pir seiem bem do osd de Joanna
Francisca do Sscromenlo que se acha se
pirada do mencionado Ab.eo seu maiid-
e vio tratar de seu devorcio.
Quem annuuciou querer comprar
urna ob .1 de L er em 10 *. dinj 1 se a
Olind.i ao paco castilhano I). 17.
_ O S.-crel.rio da SociedaJe P convida tos socios da mesini lantc insta a
em sessao h ije (i do correute pelas li lio
ras da tarde.
. O abiixo .iss'ftnado (*i sciente ao res
peitavel publico, (ue elle te:n 'desapartado
a sociedade quelinhacom o Sr. Sebastin
los Gomes Peu.ua na venda ata na ra da
cadeta defronte do tbeatro fi.:'ndo o mes
mo abiixo assnado c>m todas as dividas
' penhores que eiistia na dita venda, ro-
;a po.lano a Jolas as pessoas que se con
sideiio d-^vedures a roesma h.ijio (|U lo antes satisl iz-t ao aiinuncianle, piis que
|Mriu,;.l ; assim
c >mo rts pesjois qu-; tem p:uh -r s, tratem
de os ir lirir no praso de ao di^s para U
ie>ois uio terem ds que se queixarem ,
declara larab mu que algumas divid s que
easa devia quuiu as paga he o S-' Sehis
liio Jjj Gomes Penna Luiz Marque
da Silva .Meio.
Tundo-se de se pagar o foro de um
terreno perlencente a Cmara d-j linda ,
e ignorando se a moradia do Snr. Pn cura
dor por isso ro;i-se ao musmo Sor. d
declarar aoude deve ,ter lugar scmilbante
p-gann-nto.
Aluga se a casa pintada de amarelu
na ladrim do varadouro de Oiinda junto
ao becj por 8joo mensaes : a Miar ni
ra da tiiutheiras D. 'a\ ou em Oiinda
na casa junio ao tbeatro.
\ pessoa iiooogoo de ibis a premio de a por cento
ao m 1 com Urinas a contento dirija-se as
5 ponas obrado D. Ji, que s pretende,
A Commisso administrativa da So.
ciedade Harmnica Tliea ral, em virtude
do paragapho la do arligo 6. e do art go
iij doestatutos, convida os SlCios da mes-
ma re un lio no da 8 do crrenle pelas 5
boris da tarde na casa n \ deroule da
Ijrrji do Corpa Santo, para eleiyao de
o ad.uinistrscio como he espreaso no
rtigo 4.
O Secrelaiio da Sociedade Terpsi-
core avisa aos socios que a Commissio ad-
minutrava uzaudo do direito quelbe con
(ere parag.ipho 7 do artigo t(j Jos estalu-
tos, es convida a ieunirem-se boje pelas
t horas dataide para por-se em secuto
o aitigo 4 da mesaos estatuios.
_ Rjga.se ao r. Fianciaco Jos Aran
tes de annuiiciar sua morada para se tratar
aa^oec deinltresse.
_ Pncisa-so de ioos'a i5-'a premio
ie um em mt-iu por cont ao inez, c-iui
hypjtlx-ca em um.i casa : em Oiinda Udei-
ra ta Msenconlia 11. 5.
_ Uji atemoro da sociedad* thcalral ,
p de a Uirecoso da m-.-rm que quando
iiouver de convocar >ssa, convide aos
socios por e>ta fullia como praticava a so-
ciedade Quaresina a im de compare
cerera lodos os socios e nao sucdi-r como
na primeira leisa em que leve lugar *
< le c5o da dita direccio que mu los soci-
morique, Capilio Renouf ; qupm quiser
cirregar ou hir de paiiagem dirija-se aos
consignatarios L-noir Besuchel & Poget ,
ua da Cruz n- 5
FREFA-SE nara o Cana! e um porto
?nlre Havre h Huiiburgo, ou de la para
Trieste h Barca -Americana Carito l'acbet ,
muito velleira e forrad > de cubre ; (|uem
pretender dirija-se a N. O. Bieber vi C.
na ra da C'u/. 1). 6S.
PARV O PRl'Oo Brigue Porttiguez
!''loi de Beinz, de q ie he Capilio Jo<
riiomaz de Lima pretende sabir no dia
it d corrate para carga e passageiios
traa-secoin o Capilio ou com Juatioim
J0.1L' de Amorim.

JL o i o
---------------------------------------------------------------------------------U..
Que faz o c rretor Oliveira de um
liom sortimento de 11/-ni as malezas e fran
e-zas Qaarta feira 10 du corrente pla>
10 horas cimanlii, no s^u arma&L'iu da
ra daConceico 1J. $ :u i. andar.
C g ty j) ras
_ O comp-ndio de Direito natural p>r
Marline em latim : na rus d cima 1 -
_ Umi cabra bicho que sej boa lei-
teira : na rui por detraz dos Maitir os De-
urna 4 <
de 18 anuos, engomm liso, cose cli
cozinli.i bem o diaiio de urna cj doi
escravos proprios para a 1 masera de assucar
d>ias escravas ptimas paia todo o strvico
um lindo moleque de idade do 1 a 10 an-
uos de idade, nao tem vicios neo achique:
e vcudem-se por pncisi : passando a
Igreja dos Marlirios 110 i. andar do j,
sobrado.
rT J
.Urna carnea de conduzr maleriapj
para obars e propria para cvallu ii,d0
acompaubada de slus competentes arreos
e dois sillioes sendo um novo e cuiro
em b'-m ozo: a tratar cjm Luurenco JUj.
liniaiiode Siqueira morid >r em urna das
casas da csir*da do Manguind defroMn
do sitio do Dtzi.mba.rgador Macitl Moa-
leir.
_ Urna barretina em muito hora uio
para uraG. N. por preco muito encouta:
uesia Typografia.
Escravos Fii> id os
Vendas
As novas Mximas pensamentos ,
e refl-xfs do Mrquez de Mrica, pi-
bli
asjiu cimo di* lugar em
que a mesilla leve iffcilo proviudo disso
seiem eleilos para a dita dincei socios que
ulvtz nao tablWem se lo'lo.s l,ssem sa-
bedores e comparece scni". espea-se per-
ianto ser allenido ntsle pedido.
Avisos MaiitiuiDs
PARA MNTEVIDKOo Brige Ame
ricino Ganges om minia bravidade le-
C'be (Veteo passageiioi; quera p .leader
enteiida.se c^m 0j consignatarios L. G. F.
i Manifield.
PARA O RIO DE JANEIRO e Santos
o Brigue Br-sileiroS Juio Baptikta oqual
podo lecebtr alguus p-tsigeiio* escra-
vos .i frito para o que lidia-se com Jos
G011 altea Casco, na rui da cadeia do
Re.-ife 11 45, i'iicoin o Capilio Jezuino
Jos Siades, a bonlo.
PAHAjOHAVREsahir com a n,or
brevidide posiivel o Brigue Francs Ar-
blicadas no presento anuo de iJ3y: nesla
Typograa.
_ Um m. I qu:' da costa d'aff ica di-
idade de 14 a i5 annos com princ pi .s
de cozinha e bom comprador de ma ;
quem o pretender ununcie.
Um molato moco robusto e de bo-
nita figura, meslre cirniceiro e tambem
serve para pescador nao tem vicios nem
achaques ; ua ru.( de S. Rita nova Deci-
ma 1.
_ Utencilios pira refinar assucira mo-
da da Europa : na ra di cadeia do Rici-
l'e D. t-
Charopes de grosellas de vinagre,
e gommoso de superior qualidade : na rua-j
nova D 7 e 2|.
_ 3 moradas de cosas sitas na ra da
palma que lica por delraz da ordem lercei-
r.i do Carino desla Cidade cujas Cssas tem
D. a, e 4 "ovas muito bem constmi-
das sendo dtus maiores com 4 quarlos cada
urna cozinha fora quintal murado e
cacimba e a outra de 3 quarlos por
preco commodo por cireun toncias : a tra-
tar na velad* defronte da Igreia da Penba
D. ia.
Kxcdlente vinho de Bordeaux en>
barricas., e engarrafas: naiua da cadeia
D.6.
_ Muito superior e nova salsa prri-
ha chegadiida preximamente e por
preco commoao: em casa de Manoel Fran-
cisco Pontea ra da sanzalla velha.
Um cav.llo ruco sujo bom cafre-
gadpr e duas negrnihas "com principios
de costura : no beco do Veras no sobrado
novo.
_ Urna preta de naci de dado de
3o annos cotiuha o diario de urna casa ,
lava roupa e tem piinc pios de engom-
ando; ud ra airaz d-s Merlinos Dci-
ma iS.
U.ua Qtaa terrea em Onda na tai
da bquinha dos 4 .(MiUoa lat 1 c-querdo
huido para o jugo ta b,U : a Halar na ra
da Mailmd^ D os loja D. 3i.
Urna das luelhoies vendas das 5 pon
las U. 8, com o undos Ue ooo a doj,ooo;
a tratar ta sesma.
_ Um rtl'e coui o seu transado ; urna
escrava de aaoao, de idade de 18 ;t 20 an-
nos engonima cozinha e cose e opti
ma para tuda oservico de urna casi de fa-
mil a; um moleque de uacnSJmocambique ,
No dia Quinta feira Santa fuju
urna preta de nome Mafia do gentiu ca-
laba rep;esenta Jo anuos de idade lea
o beico fur-do e com una cruz do tdlu
na testa estatura regular ; quom a pjir
leve as 5 ponas Udo o peulu D. 58.
_ Fugio no dia 3i do pissid> metma
moleque creoulo de nome Joaquiui iJi-
de de i.'j a 15 annos, com os signaes M-
guinles : bastante pcelo, olhos ve;mellios,
com um ou dois denles da menos ua tienta
da p'nU; de cima ro.io medio com macas
largas anda baslante aprensado levou
vestido camisa de alg dio e cal-a de la
escura e esta alguma coisa compr-da,
uzando elle por tste intlivo anegassar as
pernss da mesma e a maior parle d.is va-
zes uz* de camisa por can da cdsa; o tbai-
xo rfisignado rogn as pessoas qiu dele 11-
verem noticia e mesmo aos Sis. C p tes
decampo h-.jio de o prender e entrega*
lo ii/i ra do Queim id.) loja de ia/end 9 ou na ra do crespo D 7 que ser b.'iu
recompens do Luiz Cesano do Reg.
_ Fugio no da t de Janeiro do cr-
renle auno huin esclavo j de ni uio de no-
me Joaquina, do g ntio de Angola, caro
huma perna torta cabrea ja piulada de ca-
bellos brancos, olhos lundos steo do
corpo, vestido de calcao d- iiscado,e
Jaquea : quem o aprender leve a seu
Snf. o Tubellia R gis que sei recoui-
nencado.
IVo dia 24 do pissado m: z fugfo uai-
mol que de nome Cnl.o de ii.a'o tuga,
la, levando Vestido alia e camisa de bnu,
com principios de car pina n puseul ler
o auno punco mais ou menos estatura
icgular, secco docoipo, cara desenliad!,
roga'-se a todas as auihoiiJade pohciaes,
capities decampa e pessoas pailicul ares,
que virem ou soulierein de o jegar e levar
a ra do Vigario n. it que ser genero-
samente ri compensado.
Francisco d'angolla eslalura pe
quena, p.ucabuba, c,r fulla, roto re-
dondo peritas finas, bstanle l.idino,
anda sem pie -prc.ido, lugo 110 da 13
do crrante, e consta andar nesla prac,
e quizi sempre na rtbeirl do peixe no
bairro d- S. Antonio quem o aprelia"'
dor leve o a ra do Queimado D. 3. que
sei bem nempencado.
_------------------------------------------------------------------!-----------------------------------------------------------------------.-----------------------
Movimento do Porto
com muito bonita figura e de idade d
18 annos \ ua ra Direla do lado do Li
vramento D. ao.
_. Urna linda escrava de naci de idade
NAVIO ENTRADO NO DIA 4
B.\I1I\ ; t das, Brigue Americano Gan-
ges de 944 tonel. M. L el, em Usiro,
Haz de passugem a familia do Mealre.
OBSERVAgOENS
l'undiot no lameiilo o Lugre Sarda A-
masone de 187 lontl. viudo de G"'
va em SJdiai M. Jos Canevano, car-
g i fiiilha vinhos e mais geueroi '>
A. S.'.hramiu.
Fundiou no lameirio um P^licho Bia*1*
eiro e se f z a velU a noite.
PERN.NATYP. DEM. F. DE F-18.a 9
- -


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