Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06064


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Full Text
ANRO DE i838. SEXTA FEIRA
CAMBIOS.
Novembro aa.
Londres 18 111 Da. St. por ifaoo cd.
I/sboa o/> a i)5 por ioe premio, por metal.
Franca 33 3*o R*. pof franco
Rio de Janei ro o par.
Miedasde6j|lioo tifios velhm n ivas
4fooo 8fMon 8j?o;>
Pasos Columna rio' ijISio a i#0;o
D'ttos Mic*uos ijjfbo a irrito
Pataces H'asileiros t/'Ho a 1^670 -
Premios da Letras p .r ruei 1 a i\i por
Cobre a p. c. discunlo.
Nora.
100.
PARTIDAS DOSCOIVRKIOS Ttl'.HI.S'rrS.
m NOVEMBUO. NUMERO
Tarto a.ore< depende de noa meemos J e> nossa p.ud*'r
.o, e energa: continuemos >mo piiric.,-H:.
rumos aponados eom admiraco entre as ftacoes inai* '-
Prodaroaco da Asierohlea Geral do Brasil
S>l-rrcve-s'p paVa esta folba a mil rei mensaes pae^s'''
ai'i-p.!'-'- esla Trpoprai, ru das Croxes l). 3, e ua Pr.r
da I 1 .p.incncia L>. 07 e 8, onde se recebera corres|
.;.!(..- lejaliaadas, e annuncios: insirindo-se osle* v 1*1 *
sendo dos proprios aasignantes, o vindos assignados.
DI kS DA SEMANA.
Cidadoda Paraiha e vilfasde wia pr'te .cao ....
Cdado do Rio irao-le do Norte, o villa* dem ...
C darle da Fortaleza e villas dem ......j
Villa (e Goanna......,......
Cidade de Ulinda............
Villa de Santo Anlo .,..*.....
Dita d'iaranbuns e" Povoaeo do Bonito.- '-.
Uutas do Cabo Serinhaem, Rio Kormoso, e Porto Calvo
Cidade das Alagoes, e Villa de Macei......
Villa de.fajan'de.Flores..........
Todos os correio's partero ao meio da.
Segundas o Sectas feirai.
Torios os das.
Quintal foiras
Das 10, e ?4 de cada me*.
dem 1 n, e Jal ditto diJo.
dem idein.
dem i3, ditto ditto
.'el 1\. And. do Jui? dociitne de tarde e sessSo da Thes. P.
le yaioi^ Helaco de maulla aud. do J dos rf. de tarde:
jg Segunda S Iza' 1
ao Terca S. lelia d.
21 OuarU Ameenlacio de N. S. S-s*5o da Thesouram
51 Q Ota 5
20 Se* I a S Clemnte P. Sesaao d* Thesouraria
ai Sablmdo S J fio da Cruz Uelacao de manila, e aud. do V- G-de Urde. 3 linn.s e ji "i.11. da tarde.
a5 Domingo Chaina Him.
niBiili. r audiencia do J. dos orlaos de tarde. f
Puli'e aud. do Juii do Civel de Urde
Mar diei par o dia a "> de Novembro.
As 10 horas 6 minutos da macha As 10 horas 4a minutos da Urde.
11
Artigo B N Litro de valores di The-
souraria Gein) sera' lanoedo em d-b'lo ao
resp-ctivo Thezoureiro todo o papel de en-
comroenda que houver da sen estampido
nesta Officina ; e em crdito o que ("o.- pe-
lo uesmo Thn90urei.ro entregue ao Director
que nt$goarea as car gil.
Artigo 7. Por oidcm do Impr-clor Ge-
ral, o Director rereb fa' apirea) dvpi
pe necessana p.ri o traliJlio que Ihe for
determinado ; entregara' ao Tliegaureico
Geral es Apolices Rilhetes, e mais pip*is
qne ti ver estampado, recebando o compe-
Mente Conhecim'enlo.
O Regente Tnlerino, em Nome do Im-I Artigo 8 Serio debitado? o Theson-
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.

R.gulamento N. 1 { de a3 de Mar;o de
i838.
Etabelecendo o modo de dirigir a fisca-
hs^r o Irabalho da ofti^im xistente no
Thesouro Publico para estampir Apo-
lle* e oulros papis.
p >radar o Senhor Djid Pedro Segundo,
Mt por bemque se observe o Regulea*uto
?ue com eate biixa, assignado por Miguel
>lmon du Pin e Ahneida, do Conselho
do Mesoao Atiguito Senhor, Ministro e
Secretario de Estado do* Ne,fr>cos di Fi-
. zenda e Presidente do Tribunal d The-
souro Publico Nacional.
O mesm > Minisiro Secretario de Es-
. rado otenha assim entendido e faca eje-
cutar com os D>'spach'i* necessarios Pa-
lacio do Rio de Janeiro em viole e tres de
Maicode mil oitocentose trila eoilo', de
rimo stimo da Independencia e do Im-
perio.
Pedro de Araujo Lima.
Miguel Ctmoo du Pin e Almeida.
Regulamcnto a que se refere o Decreto an-
tecedente.
Artigo 1. A OfBcina destinada a estom-
paria de Apolices, Assignados, Letras, IJi-
Iheles, e oulros p3peis que por Le i devb
ser preparados dentro do Thesouro publi
co, estarn' d.'ora em diante d'-baixo da im-
mediataTiscalis'-co do Inspector Geral do
me.smo Tliesouro."
Artigo a. O Director desta officina (que
nlodeix.ac do ser um emprtgidjde faseti-
i\i de cnhe.cdo '/ l ) he o responsavcl
p( la g larda, conservaco e aceio das sitas
machinas, instrumentos, e mais pertences
que sero inspeccionados de quando em
quando pelrvdilo inspector geral.
Artigo 3. Os. operarios da officina, a
saber: o Impressor, Compositor, estampa-
dor, e Ajudante deste si o igualmente
responsaveis por todos o* uhjeclosque Ibes
lorem entregues para o laboratorio e ex-
pediente della.
Artigo 4- Hacera'dentro daolBcina hum
coffre com duas chaves, onde sero guarifl-
das todas as chapas, e nelle recolhidas, fiu-
, do o Irebalho do dia, as que tiverem ser-
vido. No mesmo cofre serio depositados,
logo quo poeao ser emmassados todos os
pape9 eslampados, at que passem para a
Thesourana Geral. Os claviclanos se-
rio o Director e o Impressor.
Artigo L A Officina sera' aborta, nos
dias em que dever trabiihar as oito horas
da raanh e feichadas as duas da larde.
E quando for necess'Ho prolongar o lem-
po do trebalbo o Inspector Geral o de- .
terminara'.
reiro Geral, no referido Livio d v todos os papis estampados, que Ib forem
entregues p-lo Director acompauhadas de
guia assignada por elle, e pelo Impressor,
eom declarayio da quantidade de Apolices,
Bdheles, &i!. ; e acreditados a mesmo
Thesoro aquellos que por ordem do Mi -
nistso da Faaenda passsa'rem di Thesoura
ra Geral para diversas Est ic.-s fncaes.
Artigo 9 As Analices era numera-
das na Thesouraria G-ral, e por ella re-
remetidas a assignalu a bavendo dos
assignatarios o competente incibo, que se-
ra' ennuhi lo quindo restituid is ames
roa Thesouria. que far' logo eocador-
nal-as. Os Btlhetes do Thesouro e da
Allandega, as Letras, e quaesquer outios
papers e lampados sero igualmente enea-
deinados logos que forem entregues o
Thesoureiro Geral, ou antes de pissarem
para oulras estaco s.
Artigo 10. O Director lera* nm Livro
mappa em qne assenfara' : primiiro o mi
mero das (olh da quoreceber da Thesouraria Geral 2 se-
gundo, o numero dis folhss que estampir
ea quantidade de Apolices, Bilhcteg &o.
queellas tiverem firoduzido, o forem en-
tregad d.ta Th'souraria : e o ter-
ceiro, o numero (fas fofhak, queseinui-
lisarem jior qualquer accirlente.
Artigo 11. O Director guardara' de-
baixo de chive o papel de encommen da
que recebar, e entregaba' as folhas neces-
..ariaa parn o trh.ilho do dia ao respecti-
vo impressor, de quem rec'h'ra' por con-
ta na mnhi seguidle s que tiverem sido
estampadas, o iuulilisadas.
Artigo 12, As olhas inulilisadas t**lU
igualmente entregues'a Tn-souraria Ge-
ral, ese. ipturadas no Livro de que tracta
o artigo 8. em columna distincla a fi.n
de aeren qu< invid.s peranle o Tribunal,
depots de conferidas n.i'occasiio do Blan-
co semestral, f iseinlo-se os assentos ucees-
garios, elavrando-se o coiapelente termo
de queima.
litigo 13. s provas serio tiradas em
pape! diverso do de enco'nmenda 5 e quau -
do o contraro seja indispensavel em I-
guns ca.-O s foihts queservirem enUa-
rio no numero las inniilisadas.
Ai ligo i4- No fim de Cada trimestre,
se antes nio'lhe for exigido, o Director en-
tregara' ao Inspector Geral hum Rila oco-
te, extrahido do Livro mappi com as ob-
servaces que fulgir confenienle.
Artigo 15. As chapas necessarias para
trahijlio da offiuna nrlo ah-rtis na Casa
Ja Meili, iva-ecr-d-ndo nrdi-m do Trihu-
nil d Thsnuro, arompinhada d >s res-
pectivo de"nhni. as quaes concluid 1
a abertura passarao para o Archivo da
Secretaria di Thesnuru N o sera'bcito
aos Abridoies o tiaballurern (<>r3 da sobre
dita Casa. '
Aitigo l5 Nanhiima clnna s-r^' avi-
'a'la sena prece'ltrr ord-n do Instador Ge-
ra; naqu for havid prcansad, de
pois re inutilisada em |>rsenci d> mes-
mo Iiispetor Geral, volta- a Cisa da
Moed 1 para que se pproveile o metal
Arlig i1. As hmina* precisa pifa as
chapas sero forneenhs pe*"Casa da Mo
ed 1 a vista ra onlem d > Tribunil que
determinar a abertura della.
Artigo 18. A folba da deapsa men-
sal da officina sr feita e assiguaih pelo
Director sendo-lh furneci.los os arligos
prnciSiai pira o tcabalho da inesma officina
pelo Porteiro do Tlifsouro Publico', qu
os encar regara' na folha do expediente em
conta dislincfa.
Palacio do Rio de Janeiro em vln'e tres
de Mirco do mil oilo ceios e trinta e
oito.
Miguel C*!roon du Pin e Almeida.
CAM R \ DOS SENADORES
Sessio em 14* de Setembio de 1838.
Pressidencia do Snr. Mrquez de Bae-
pendy.
Feita a chamada eachando-se preente
numero legal dos Snrs. Senadores, ri Sr
Presidente abre a s-sso, e lida a acta ta
anterior beapprovada..
O Snr. primeiro secretario d' conta do
/xpedieute.
Ordena-do dia.
Ha approvadu em ferceira discusvo
fim de-subir a sancr;io, resoluco qo.'
milorisa O governo a despender aunujl-
mente ao coritos de reis com o melbora-
ment da etrad que novaunte ne abri
entro a? provincias de Millo Grosso
e S. Paulo.
Entra em terceira discusso a resoluco
do senado que entorna a tenca concedida
ao Rrig.deiro Joao Egidio ('dmon.
Heapoiada a seguinte emenda :.
Depois da p^lavra -- servic^s --.accres-
cente-e para se verificar, de d p. em
mu B"brinha D. Mirinlu Francisca de
Aragio Calmon dt Silva Cabial. Satur-
nino.
Discutido a materia be opprovada a
resoliic.i com a emenda para ser reinellida
acooimissio de redaccio.
Achando-se- na *nte cmara o ministro
daJiltc leitos a sorte para o recehereni os
Si,rs. Teixeira d tj.uvea, Saturnino e
VergUeiro.
Sen do' ntrodusido com as formalidades
do estilo, toma assento, e eolioeutro em
P'imeira discusso a proposta do governo
sobre o orcamento da receila 6 despesa d.
imperiu para o tino financeiro do i83g a
181<> com as emendas adoptadas pela c-
mara dos Snrs. deputados e pareceres dar
csao de fasenda do senida,' a voto
separado do Senhor Hollanda CaTal-
land Cavalcanti; discutida a materia ,
retira-sen ministro para se votar 6 ha
approvada a proposta do governo cosa a*
eiiieiid is da outra cmara para passar sa>
guma discuss o.
Tendo novo ingresso o ministra entra-
se logo na segunda discQssio e coma-
cando pelo art. 1. da proposta com a res-
pectiva emenda da cmara dos Srs. depts-
tsdos frea esta materia adiada para sa Ir
tar no fim da di-cus*o da le.
Segu se a discusso do art. segundo da.
proposia do minisiro do imperio, cosa o
art. a. dis emendas da outra cmara sert-
do a discussao por psrsgraphos ; julgaS-sa
di cutidos os ^ desde o 1. da proposta ate
o 18 wto as emendas da cmara dos Srs.
deputados at o 19. additivo e com o
segiiinte additivo que he apoiado :
Com a reduefio do torreo do paco
da Boa vista e reparos dos pacos imjSe-
riaes 4o contos de res, desde j: devendo
estus oh 'as na forma do art. 115 daconi-
lilO'co ser f alas pela direccio das obras
publicas. Mrquez de S. Joo da.'JM-
m*' ..',>*
Retirando-sn o ministro com as formatl-
dadesdo estilo, sio approvados os sobre-
ditos^ do art. 2., como tinhad sido e-
mendad s pela cmara dos Srs. deputados,
sendo igualmente approvado o additiVo
do S- MirquezdeS Joo da Palma.
O Sur. presidente d para ordem do
dia as mesm.is dadas para hje.
Levaotou-se a sessio as duaS horas da
tai de.
PERNAMBUCO.
's
GOVERNO DA PROVINCIA. ;
Expediente do dis ao de Novembro de
1838.
-
Oficio Ao Commandante das Armas,
connnunicando-llie que devendo solem
nisai-se com a m.ior pompa possive o Dia
a de Desemh'-o Annversario do Felia
Natalicio de S. M. o Imperador o Senhor
D.Vedro a.*, cumpre que expeca as
convenientes orde'iis para que hajaGrarf,
de Parada nesse Dia*; qual se cumpot
de toda a Tropa de Lilih 1 desta Cldade
do 1 a e 3 Bilallias da Guarda
Nacional diste Municipio do Esquadro
de Civalhaiia, da Compa'nhia MonUda'do
Corpo de Pdhca e do i.'" Bstal ho da G.
Nacional de Olinda a cujos C'hefes forio
expedidas as precisas ordena ficando na
intelligencia de que o 4. BaU'.bS de?!
Municipio enlrai no servico da Guarn-
c- da Praca no dia 1 do referido mea.
Dito. Ao Commandante Superior, da
Guarda Nacional do Recife eoeMiuor*
cando-lhe o cooteado oo cfficio sapra o


nI A RIO
u
C'rr na
M RU O,
TO
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de do ai t, 48 da Lei de 4 de Outubrb de
i84t, a quanlii de aotooo' res fim de
continuar o pagamento das despesas Pro-
vnciaes a seo cargo.
Dita Mandlelo carrejar pm receita
ao Thesoureiro das ..-Rendas Provinciaes
a quantia constante da precedente.
Diversas RepartiCu^
--------S------------ -i-f-rr-rT-
TRIBUNAL DA RELLACAO'.
Sesslo de a a de Novembro de io38.
Na-appellaco Civel do Juiso de Direi-
to desta Cidade appsllante- Cela no Gon-
calves di Luz e apptlladt Joanna Biptis-
la Fe re ira Prenla e Antonio Elidi da
Silva, Escrivo Chaves; se julgou pela
confinnacio da sentenca recorrida.
NaappelUcao Civel do Juiso do Cive%r|j 1 P;.r., 1Uh|l'i
desta C.dade, appellaote Izbe| Ferreira ^Jtin "*L *^^I 11,1111 UUCO.
ordenndo-Hi* que expeca as suas ordensment mandado binar palo Exm. .Snr.
para que o4-* B'lalhSo da G. N. faca no Presidente da Provincia em conformida
dia i. deUesembro a Guarnicio da Tra-
ca e que fe anteada com o Commaodan-
le das Armas acerca do dstalhe da grande
Parada.
Dito Ao Chafe da Legiio da G N
da Olioda. communicmdo -Ib.- o conteu-
do no precedente otfi:io derig do ao Com
mandadle das Armas.
Igual officio foi derigida ao Com-
mandante Geral do Carpo de Polica.
Dito Ao Chele da Legiio di G. N.
deOlinda, respo adeudo (lia que a Pu-si
dencia d*' a precisas providencias era
tempo opportuno pelo que respeita ao E<
quadrio de CavalUria da ransmi Legiad ;
3uapto a requisico de chumbeiras pe-
erneiras e caituxos que fui niindada
saptisfaser pelo Arsenal ds Guerra ; e
qoanlo finalmente ao atrazo un que se
chao o a. e3. Dt?lU5:'s de sUa Legi-
lo que deve o referido Cb.-fe dar as pro-
videncias que esliverera a seu alcance,
pira que ellas adquira a necesiaria ins-
tfiicio o eos Guardas se apresentem
fardadas <&c- &c. fasndo porem inte-ra
(,|ervaacu as ordens Ji Presidencia subre
os exarcicias e adm estnd os Offinaes
omm9sus a que cumpra exactamente os
seo* de"ere > pos qua delles em grande
parte depende a dvicipaa e subjrdioa-
cao dos seos Corpos.
Dito--- Ao Inspector Geral das Obras
Publicas respondendo-lhe visto nao ap
parecer ou'ro licitante para <>s obras da
Estrada d'Giqui se nao Joaquim Joe
de Mello que pode admetlir a propona que
Ur. o mes,o Mell que se obriga a fa,er
at obres d* referida Estrad.i com t >das a-
coadiccoens,' excepto a que o responsbe
liza pela conservacao das obras do alieno.
Dito Ao Director do Arsenal de Guer-
ra /ordenando que dentro de 3 dias enve
o mappa das pessoas que trabalhar& no
mesmo Arsenal no mez deOutubro e que
Ihe foi exigid* em oficio de a2 do mesmo
mee remetiendo no entre lano urna re-
lacio das oficinas existentes e dos Mes-
tres Oficiaos Srvenles dallas com de-
Uw4.du qnantias com e.lles despendi-
furto de gslinha ; Joo, tarobem prelo ,
escravo de Jo.a5 Fernandes por hum mol-
dado do maamn Corpo a requisico de seu
sensor ; Joiquim Jos dos Santos d'Arau-
jo brano p-do, Sub-I'r feito da Fre-
guesia da-Roa-vista por estar n&s cir-
cunstancia de ser recrutadn ; e Jolito
prelo e*cravode Luiz Jos Cavalcanti de
Alrmquerque pelo Comlnissario de Po-
lica dodstricto de Santo Amiro por ler
<'spancd*> a hnma mulher : assim como
qu-a i. patialba do districto de Fora de
portas apprehendera um quartj com can-
gallia qun encontrou sollo e sem dono
nodilo lugar, rujo quinao entregou ao
Olficial d'Estadod^ Corpo P licial.
Dos Guardo a V. Exc. Prefeituia da
Comarc:i do Rocife aa de Novembro de
i838 Illan. e Exm. Sr. Francisco do Re-
g liirros Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de S
feito da Comarca.
lirrelo Pre-
e ordenando outro sim que em lodas
ais segundas feiras de cada semana informe
imprrterivelmente por escripia quaiuose
dfspL'ndeu na antecedente semaua e quaes
os objectos em que se fez a d s-sa.
Dito Ao mesmo, ordenando-lbe que
mande recebar do Commuidanle da Bn-
cue Constanca o ai mmenlo constante da
rlaco que se Ihe remelle e fasondo -o
conscrlar d parle a ('residencia logo ,
qu estiver prompto afim de ser enviado
na pTimeira occasio para a Provincia do
Rio Gwmde lo Nur!e de onde veio para
er consrtado.
Portara__ AoCommaodinle do Urigue
Coustanca para entregar a ordem do
Direcitar do Ais*nal d Guerra oarnu-
aenlo dequj traa o precdeme ofBcio.
-------------- ji| ni--------
THEZORARIA DA PROVINCIA.
Expediente do da ai de Novembro de
m.
Oficio Ao Exm. Snr. Presidente da
Provincia com os pontos dos Emprega-
dos da mesrna Thesouraria Ja Contadu-
ra Provincial e Alfandega do mez di-
Outubro ultimo.
Dito-, Ao Inspector da Alfandega pa-
ra dar as suas ordena para que os Negoci
ates Ate Calmont & Comp. faci o des
pacho dos ails., que a mesraa Thesourai ia
lhes i.ncommenduu, e cheg-ro de Londres
noR/igue loghz Aritbuza entregando-
a oidem do Drreclor do Aisenal de (iueira.
Dito Ao mesmo dtcUrando-lhe que
vindo com a iucommend-i cima Irez gra-
naderas para amostra mande logo que
alias desembarcarem condusil-as a me.-ina
Thesourana para serem remetiidaa ao
^x'm. Sr. Presidente da Provincia.
l)o Ao Director do Arsenal de Guer-
ra paitecipaodo-he, que o Exm Snr. Pre-
zidente da Provincia lem oidi*nado que
- V? rl'Jos ac|u>a referidos tejo recoihidus
ay mesmo Arsenal. '
rtaria, Ao Tbesooreiro da Fasenda
mandando entregar ao Tlieaoureiro das
Rendas Pro?iuciaes por conla do supri-
app
Hallar, e appellado o Juiso. Escrivo Cha-
ves ; se jalgou improcedente o meio da
jus ificaco.
Na qppellac^o Civ<-I do Juiso de Direto
da Comarca da Limoeiru appellanlo Sif
h-sliode 15 ir ros Silva., e appellido Joa
Gomes d'Aiauj, Escrivo Chaves ; sh jul-
gou pela reforma da senteiici appellada.
MEZA DOCQ\SUEADO.
A Pauta he a mesma do num. a5o.
ARSENAL DE MARINHA.
O Arsenal de Mari ilia precisa comprar
os objects seguintes : canoas para trans-
portar materia.* 3 macacos de furro i,
,H barro mil alqueires : quem queira vender, dirija-se ao mesmo Arse-
nal.
Ar-na,l de Vhrinba ai de Novembro
do i833.
Francisco de Assis Cabral e Teive.
Insp>cloi.
OURAS PUliUCAS.
Achndo-ae o Snr. F.ngenheiro Royer ,
encarregado p^lo Exm Sur, Presidente da
Provincia da conslruco de hum Caes ,
desde o Arcada Smto Antonio, at a lli-
heiradi Peixe e ha vendo represen lado ao
mesmo Exm. Snr. que se f^z neessario
desempixar todo aquella lujir afim de
sedar principio ao nlicerce ordenou o
mesmo Exm. Snr em o IB co de ia do
correte que pela Imprensa se faca sci-
ente a lodos os Particulares, dorios d^sma-
deiras canoas pud'as e mais olijectos,
ali existentes que os removo para outia
parte, ob pena de serem removidos,
pnU Ropaiticfio e a cusa de seos donos
marcando-Ibes para sto um praso ; avisa
non uito o Administrador Fiscal da* Obras
Publicas a todos os refriidas Snrs qqe
f.ico a dita remocio at o da 3o do cor-
rente Novembro, e que d i. de Do
zembro prximo vinduuro emdiante, sh da-
r principio aremoca Ijsobp-ctos que ali
exislirem a cusa seos dorios como
lem ordenado o mesmo Exm. Sur. Pees i
denle em seo supra dito olb m
Amaro Francisco A* Mau'a.
Administrador Fiscal.
LDCCSJPAO JMJBIICA.
O nosso carcter d'escriptor publico (ena-
nos levada alguaiiis vezes a tractar das ne-
cessidades mais urgentes desia bella pro-
vincia ea reclamara sollicitude da pri-
meira authoridide do ptiz em favor de
melhoramenlos que a civilisaco o a bu-
manidade lemand.
He por este de ver rigoroso, imposto ao
jornalista que nos lembrmos dizer hoje
duas p-tlavras cerca da educirn publica
em Pernambuo, e da necessidide quo
sentimos de ver animados os esforcos d'al-
guns bomens generosos, que re bao dado
aoensinocom huma dedicaco nimitavel.
ma d'eduoaclo elementar e secundaria a
que nos consta estar quasi decidido; e to-
da a ratiio temos de crer que a anthorida-
de superior da provincia bafejaria. tal obra,
e Ihe d m ia a aeco moral de que ella neces-
sita
Vfiriedade.
ONDE BSTARAO OS MEOS SAPATOS ?
L vac cont ou historia.
O Sr. Andic: era hora laful da ultima
moda; rapaz bem tirado das canellas; alio,
magro e digno das adoraces do bello
sexo: elle meltia n'um chineHo lodosos
D beau monde, e o indispensavel nos ifea
e nos balancees. Todas as bellas o deseja-
vao para par (sem ser do reino ) Um tete
a tele era p supra summum da magia, em
fim o Sr. Andr nao tinha rolos a me-
dir: e entra va na sarta do baile os gros
deN&pLs, as escumilhas as rosas os
li'azes, aslulin.as, andar ludo ero mov
ment : no thealro elle vagava todos os
camarotes ; todos os oculs se fixava na
figui a encantadora ; os rendz vous e a-
tropelava uns aos outros : em fim o Sr.
Andr era adivindade fluctuaote do da ,
que escand< ca as voluveis cab.cinbas das
nossas belles. Qualro lugares eomfflons;
duas frazes francezes tres palabras italia-
nas, era todo oseo c.abedal scieolifico ;
poim elle passava nos.circuios-femeninos
por um sabio consumado ; e de conquista
em conquista de conspirarla em conspi-
raco tile vivia satisfeito da sua pessoa e
semeava a anarqua nos pfeos das menipas.
Tal era o Sr. Andi aos vinte e dous anpos
He na verdade dolorosa a impresso quel ^* 8U* fe''z dade.
recebe o patriota sisado >el o observad Eot dor estranseiro quandp examina bem da navia. quo, linda como os amores ,
PRFEITRA.
Parte- do dia a a de Novemhro de 1838.
Exm. Illm.e Snr. Das pirles hoje
recebidas uesla Secretaria consta que
fort presos hontem a minha ordem e
tivero destino: Jo> Jo-e do gascimen-
to prcto pelo bub-Prefeilo do i'.ecife ,
por ser encontrado entre as madeiras de
um Eslaleiro faser-ae suspeilo Luiz
Antonio de Albuquerque MeIJo, semi-
branc > pelo Suh-Prefeito da Fieguesia
de S. Antonio, por Jer ferido com liuma
estocada na rus do Pal cele a Joo Furtado
Franco j Jos Antonio da Suva e Mxi-
mo Paz do Rozarte pela i. partrulha do
diilriclo do Carmn por terem tirado, e
desencaminhado huma rapariga, tambera
prela de casa de sua mi ;' Jos Roberto ,
pardo por usa soldado de Polica por
perto o actual es-lado da nossa educacio
popular e quando c.dcula os resultados
funestos da direrclo tortuosa e mesquiuln
que nossa mocidade se ha dado.
Huma mullidlo de meninos atravessa
todos os diasas ras da Cidadc para irem
receb-r a educacio impe feila que temos
destrilmiila por differentes casas ; nenbu-
ma dellas organisada segundo os principios
luminosos dos bomens destnelos que se
ho occup*do da instruecSo publica ; ncm-
buma oceupada al boje em formar o cora-
do e o physico dos mancebos para os tor-
nar morigerados e vigorosos ; poucaa apre-
sfntando outra garanta se nao a do CiH
col malerial, e o capricho dosmeitres ,
e quisi todas o resultado provavel d'buma
direceo iciosa.
Grande be porem a differenca que ha
ti( entre o educidor que s faz do seu of-
ficio hum officio i e aqelle que o con-
sidera como a mus riohre mssio a que o
homem possa ser chamado depois da dp
Evsngelho.
Felismente por huma desias occasies
que s a Providencia prepara, ac>ha de
ebegar entre nos hum homem. cuja vida
inteira ha sido hum sacrificio constante de
sun facuidades em fav r da inslruccio
publica; e seria para a nossa Ierra hum
suceesso d grandibsima vantagem se elle
aqui se quisesse demorar poralgirhi tempo,
e prestar o uiesmo Rervico provincia que
ji acibara de prestar ; capital lo Imp no
O Correio Oliciul, o Nouvlste o Jor
nal dos Dbales, o Scte d'Abril, eo Jor-
nal do Commercio por muilas vezes nos
inatiifeslara a admiravel progressao dos
mancebos confiados vigiUnria do Sr. So
ares d'Aiev^do o esplendor a que ali
fna levado o Collegio EmuUco que
le 'erigir.
0< reconbecidos melboramentos que por
nvais de quatro anuos elle dera educarlo
pblica quasi despresada a se>a disci-'
plina qse estabelecera nos rosiumes dos
alumnos, eos bomens espeitaveis que
chamara a si para o judarem em similhau-
te tarefn ludo mereceo ao Sr. Soares
d'Azevedo o profundo reconhecimento do
piis e a saudade inexplicavel de centena-
res de familias.
Nos fasemos pois os mais ardeules votos
para que ao Sr. Soares d'Azevedo se pro-
porcionem roeios de conlinusr em nossa
urna
fmv
d'algum modo a sua fel z votubilidade :
chamava-se D Capeloliua: esta deosazinha
linba um grande dote eo nosso Andr
nao tinha bastante pbilosophi para resis-
tir a um parada louras : a meai.ia era j
possuidoia de viole masaos d earlaa n-
mas em prosa ,. outras em verso, em que
se. admira va nao s o pap-l dourado *s
o mais lindo fraseado : ella as lia es re-
lia as suletrava todas ns manilas, no lei-
tn, no toilete nopasseio, o veneno quo
ellas destlayao se ionoculava no ror?ja
daestoiivadinha : de suspiro em suspiro,,
de balanc em balanc, ella chpgou a pro-
netler ao eo Aodr um modesto rendez
vous, ineia noile para o salvar d garras da morle que Ihe disieraelle, o
lancaria fria e terrivel sepultura se Iba
fosse negado tyranicamente
O amor caritativo : e toda a carta que
for humedecida ainda que seja com agoa,
que levar huma cifra com caracteres de
->angue e as palavras sepu'lura morle,
anniqmlaco produz aempre o elifeitp de-
tejado. D'da a boi a, o nosso Aodic,
mais ponlual que o ponte o donlogio,
ccende o charuto, e van ao sitio suspia*
do : bella tinha fingido urna dor de esto-
mago qne andad agora mulo em moda ,
ese havia enllocado janella espera do
feliz momento. Tudo era silencio : ala
eulornava em sua alma a mai> embriagante
melancola : urna brisa consoladora Ihe re-
fresca va a tez incendiada ; o um maldiclo
olficial da convenci de rhves disfarcava ,
em urnas agoas fuiladas fom.e tocando
em i/ma flauta bocadinbos de Nina. Quem
ama sabe o mgico valor d'uma fl.ula : 6
mais pequeo rumor um cao vadio que
passa. Quem vem l d seulinella ,
tudo a perturba e sobresalta : o maldito
gl,osalta da cadeira icmi da mesa, que-
bra a lamparn enlorna-se o azi ite...
Que momento Mas firme no seo pos'o
d'honra a anciosa C.ipetolina nao arreda
li al que o charuto Ihe descubre seo -
manle. Era elle : a alfazema a agoa de
colonia, as pomadas o denunciad: elle
desprende oseo suipriiibo, outro auP-
rinho Ihe responde... ebegao se es'80
filia.
Eu le amo : tu me amas. En morro
per ti : tu morres por mim Que filicida-
! qua noite 1 constancia .
de que ventura qua
firmes* e o longo ct rcelera de najavras
trra a excellente obra d'hum vasto sysle- i technicas eis a symphonu da abertura.


DIARIO DE PERUMBIJCO
O Sr. Andr" pede 10 cao um raio que der-
rube huma tyrannica grade de ferro que
o separa do doce objecto da sua ternura ,
o amor eng*nhoso : ditosa lembranca !
Ha hum vidro quebrado elle entia a caba-
ca pelotruraco : e una lagrinm lacrima
ardente, que se deixa cahir dm lindos o-
Ihosdasua bella, Ihe faz supportar a in-
comoda posicQ. Quem se obriga a amu,
obriga-se a padecer : masque este in-
comtnodo quaudo se gota o objecto ama-
do .' nada. J linha passado o 1. acto dos
celos ; o a. dos planos; e estava no 3.
do juramentos quaudo o Sr. Ambrosio ,
digno p&i da menina que nao pudera a
dorraecer por causa il'uit bilhetes admis.
siveis as Ifandegas senlo rumor ; er
gue se e p ante, p se, avisioha ao lo-
gar da conferencia.
Agora o ve rio O susto do conde da
Taipa quando das margens do Vouga sal-
lou ao prtalo da. Cordelia foi nada vis-
ta do pavor que a sbita appariqSo do Sr
Ambrosio cau.spu n par ditoso A meni-
na conhecendo que he chegado o Sa-
lus populi abandona o infeliz sua sor-
te ; mais ligeira do que um relmpago ,
desapparece ; porem o Sr. Andr nao po-
de tirar de repente a cabeca pelo maldito
buraco : a moda o sacrifica a grvala o
inconmoda ; e os dois cachos de caballo ,
que Ihe caaS p-las faces ahxo i estio
us unhas do Sr. Ambrosio irritado' O'
desgraca .' ferve o murro : l se Ihe vio as
orelhs..' a pennha ama.rrota-se o bigo
de honorario desmancba-se J e o velho en-
caminado agarrado melenas sacia a
sua colera as lindas faces do hroe que
todo arapalhado martyr de amor ga-
nha novas forcas ; escoucea coro Mi furia
que ambos os sapatos Iho sallaS dos p* :
d ur.ros espantosos; accode a palrulha 5
fecha-se a jan#ia ; e o Sr. Andi sem Ihe
importar os sapatos e o chapeo dando s
trancas se esgueira : corre desfilada ;
mas nova fatalidade o persegue; cgo d'i-
ra de dores 5 abofeteado ; sem prinha;
sem bigodes ; sem chapeo 5 e sera sapatos,
elle se esbarra com urna patrulba que, pe-
lo sim pela nao, o recolhe ao corpo di
gmrda onde o pobre nao faz aenao pe -
guniar': m Qnde-esto o tpeos sapatos ?
Acabou-se a historia : j estamos ouvio-
do os nosso-1 leitores a dizor islo be mm
fulano com bellrano-,. a menina a
filil de.. mora na ra de Sic, __
Todos se deitaS a adevinhar ; iras nao se
cancem, n*"o faca juizos temerarios; o-
Ibem que.no adevinhao.
(Peridico dos Pobres.)
asa
THEATRO.
Producto dos Bilhetes e Gam totes ven-
didos no Tbeatro na noite do 1. de No-
vembro a beneficio das viuvas dos Bravos
Peruaiabucanos morios im entrada da Ci-
dade da Babia.
5al? Hieles de Platea n 1000
u4 de Varandas a ^Sa
Camarotes repartidos pelo
Empresario a seus acLoies
e amigos.
8 Camarotes da 1. Ord.a 3ooo
1 Dito de frente dita a 0000
10 ditos da 3. Ordem a aooo
a Dit'is da frente dita a3ao
8 Camarotinlios do Em-
presario a lem do Ca-
marote E VI. ai000
Aluguel do Botiqun do
1 Tbeatro naqueila noite
Total vendido o passado
no Theatro
5o,000
1 1,5a*
34.000
ti,000
30,000
6,/foo
8,000
i,a8o
ia7,aoo
PessoAsque protegero as viuvas dos
Bravos Pernambucanos moitos na entra-
da da Cidade di Baha no baaeficio feto
no Theatro no 1. de Noverubro toman-
do Caromates da 1. e 3. orden.
J0S0 Jojp Lopes Alvits
Luiz Jos Tbom-iz d'Aquino Lopes
Antonio da Conceico Pessoa
Eleuterio Francisco Dmeles
Pedro Mai .juw de Araujo
a, 000
vi, 000
a, 000
3,aoo
3, a 00
Actores que representarlo no beneficio
das viuvas dos l'eruambucanos morios na
entrada da Cidade da liibia.
Antonio Lopes Rib^iro .gratis
Joanna Mana de Freilas gfat s
Jos-fa Candida de Mello gratis
Mara Joaquina da Conceico gratis
Luifa Leopoldina por 3 000
Joio Maciel deOlivern 4i00
Luiz Jos da Silva Carioca 4 ,noo
Antonio da Conceico Pessoa 4-0"
Eleuterio Francisco das Cbagas Kratl*
Jos Mximo C>lwal 4>
SebaStU' de Arroda gr*l's
Joo Jos Lopes Alvits 4.000
Pedro Biptista de Santa Rosa gratis
Thomaz de Aquno Lops gratis
Joz< Guedes a,ooo
Antonio Jos Affonso a,ooo
O Sur. francisco Sales de A.lneida
deo 174 penas pretas gratis
Antonio Jos da Silva
Jos Mximo Cabral
Antonio Lopes Ribeiro
Antonio Jos Afi'onso
Jos Francisco d S^lva Guede.3
Joo Maciel de Qlivcira
Luiz Marques da Si|va Mello
Sebastio de Arruda
Mara Joaquina da Concpico
Luisa Leopoldina Fidanca
Pedro Biptista de Santa llosa
t ,00o
5,00o
5,ooo
3,ooo
3,ooo
3,'>Q0
Goo"
3,ooo
3,ooo
3;ooo
3,ooo
Despesa que pague a casa do Theatro
para o beneficio livre d" disp-'S.is para as
viuvas dos Bravos Pernambucanps mqrtos
na entrada da Cidade da Babia.
Muzca 23,a8o
IllurQnar;aO it),00o
Pofteiros Bilbeteiros', gente
de movimento 5,84o
Atfaiate Carpina Tintas pre-
gos e mjudezqs io,aoo
Pretos para cadeira do ensaio, a-
luguel de baetas e Typografu i3,a8?
Cmica por ti.ooo
Desprsa total 9,6qo
LOTERA DO LI VRAM ESTO.
Devendo andarem as rodas da 1. Parte
da 3. Lotera do Livramento no crrente
un visto que se acha j vendidos mu-
tomis da metade dos respectivos Bilhe-
tes para que se possa at o fim do corren
le mez annuncar o dia imprelerivel da an-
dament das ditas rodas convida se ao-
apaixonados desles jogos a que concorra
a comprar nos lugares j annunciadoso
resto dos Bilhetes que exislem : aventu-
rando-se assim a passaiem huma f.sta de-
liciosa nquell-'s a quem couber a surte dos
premios grandes. ,
Avisos Diversos.
_. Perdeo se hontem quinta feira a-i do
conente urna carta com urna dispensa den-
tro desde o Palacio do Bispo alr- a Matriz
da Boa-vista nom a sol scripta ao Vigirio
Francisco de Hollanda Xacon do Biejo de
Areia-, roga-se a quem a aeliou queira an
nunciar a sua morada ou dirgir-ie a ra
doQueimado I). 18 loja fe ferragpm; 011
mesmo qoalquer pessoa que suber quem
a achou queira faser o favor ensinar aon-
de de*reser entregue, que o po'tador re-
cbela a recompensa.
_ Quem quiser comprar urna negra da
Costa mossa e de bonila figura sem vi
ci s sabe cosnhar e lavar de sabio, *
sobre ludo muilo boa Boceteira ven-
de por nao querer servir a sua senhor :
na ra das 5 Ponas D. '39 lado do po-
ente.
_. Segu viagem para Bircellona com
escalla por Porto Rico sahii at 8 do fu-
toro mez de Desembro o Brigue Hespanho)
Barcelloves Capilio Francisco Rovia :
quem nelle quiser crregar dirija-se a iua
da Cruz numero aa em caga de Antonio
Jos d'Amonm
- Quem quiser mandir conceitar nen-
ies de Tartaruga : dirija-se a loja do so-
brado que volta psra o Pateo do Csrmo
1 >.......1----- I I f----f n" f'l f t'li'' I ';'" .
ra das Trinteras ; onde tanvbm se ven-
dtf ol Meamos tanto grandes como de tnut-
Tifusiaio da ultima moda.
---Precisa sede um pequeo Portaguv.
deidadsdeaa i4anno<, viudo ltima-
mente de Portugal, para Caixeiro, na Villa
55
1B&*
_ Antonio de Paula e Mello faz publi-
ca a quem quizer mandar fazer conoilia-
ces ou cubranca fora desta Cidade qaje
podem com elle tratar perqu se prepoem
aquellas degencias para teda a parte da
Provincia : as pessoas, que precisaren d*
lo II1 o Furmoso : a pessoa que lite c^nvier seo prestimo o podem procurar na ra de
annuricie ;avisla se explcala a Occupieio
que vai preencher.
Hurlas D. 19.
_ llum sujeito de capacidade prope-
-- Arrenda-se pelo lempo de Festa se receber en sua casa .10 meninos cono
ucoa boa casa era Api pucos a .nargem do
rio Capibarilu com as commodidade.8
seguintes : a salas 4 quartos cosiuha
fora 1 grande copiar caiadas e pintadas
capaz para qualquer familia que quiser
passar a Fesls : a pe^sua que a pretender
dirija-se a ra de Hutas casa I). 14 visi-
nba a da Residencia do Esciivo do Juiso
de Paz.
Quem precisar de bum PrnfTVsvir
para ensinar fora da Praca n6 sendo
muito distante d'ella ; Primeiras Letras ,
Arithmetica Geororlria Pratica dra-
mtica Latina e .Francesa ; annuncie.
Quem precisar de htim rapaz Por-
tugus pira Caixeiro de qualquer arru-
maca : annunce.
Quem liver urna escrava para alugar
quemienda de quitandi endo ella fte|.
qne a queirao alugar : di ija-se ao Pateo
do Collegio venda defronte da Guarda
Princidal portas amarellas.
Precisa se alagar um sobrado ou um
primeiro andar com a loj ? anda mesmo
urna casa dea quartos en ru de negocio:
quem o liver annoncie.
Ci'ino Marques de Araujo acha-se
residndo no (Janxag e tem nesta Cidade
Procurador bastante, authorisado para to-
do e qualquer negocio, que he o Ajii-
danle Antonio Luiz de Souza, presente-
mente morador na ra de Dorias Casa
D. 14, junto ao e>orivao do Juiz de Paz.
K^* Alluga.se pelos tres meses da festa
urna casinba pequea emb >ra seja de taipa
e seja retirada da estrada e caso seja
dentro de algn cilio nilhor pois he pa-
ra liuma pessoa. doente tonar ares, e que
nao diste naisdemeia legoa, desta praca;
paga se o lluguel adianlado ; quem a ti-
ver annuncie
Percisa-se caxeiro porluguez para
tomar conta de huma padaria na qualida-
de de Caixeiro de lulco; aiiueil" pois que
se achar as circunstancias, eder fiador
dador a sua conducta podo dirigir-se a
ra dos quarteisD. \ onde achara com
quera tratar.
Sanio Ag stnho dentista. Italiano,
mudou-se para a ra doQueimado, D 11
lado direilo, primeiro andar.
-- AHuga se para se passar a festa urea
casa no poco da paneHa.com pastante com-
m'odos que foi do faleseido Jos Francisco
dos Passos : ra das irincln iras lado do
poente D. i4-
Na padaiia ila ra Direita O. i3 casa
de 3 andares precisa-se de uro forneiro
forro e mesmo cativo que seja hbil para
des.1 ipen liar bem o sr u luga*.
-- A pessoa que no Diario numero :>r).\
deseja comprar prata velha por mais do
s-u valor, querendo 3oo e tautooitavss a
160, procure na ra Diteita lado de ter
ra D -j4-
fj^> Precisa-se de allugar bum moleque
quesaihi cosnhar, comprar na ra, e
que seja fiel ; quem o ti ver dirija sea roa
das Flores casa D. 5, ou annuncie a mo-
rad ia.
Prrcisa-se da urna prela, que ten ha
leitrpara ciiarhum me-nno ; quem a ti
ver annuncie.
Precisa-sede urna casa no Bairro da
Boa-vita com enmmodos superiores per
morar dous homens solteiros e o seu llu-
guer nao exceda a (is-joo quem a liver
annuncie,
Precisa-se,de dous Europeos, bdro pa-
ra caixeiro de Eogenho e oniro para feilor
do mesmo : os que estiverem nestas cir-
cunstancias diiijo-se ao armssem de so-
car assucar ; rta ra da Sapzalla Vtlla nu-
mero 66.
huma casa muito boa, no lugar do Arron
ludo ; quem a pertender dirija-sr as Cin-
co Pontas no ultimo cobrado da Viuvs do
Peixolo
- Quem quiser conprar um selim Io-
gletcoui todos os seos prlenc-s ; va a ra
das cruz N. 5a.
porconitas, pelo mdico preco annual
de aous.rs., ensinando-lhes primeiras
Letras, Grammatiea Portugueza Lalim ,
Franeez, Inglez, muzca, e danca tu-,
da com bwtanle perfeiclo. Na ra do
Queimadoloja I), a de F'rmino Jos Ro-
drigues -Ferreira se dar as precisas n-
lormacoes.
A pessoa |" que quiser dar aqui oito-
centos mil res a hum cOnto para receber
no Maranha ; 'dirija sea ruada Prai da
llibeira primeiro andar da esa do Pa-
checo.
Quem precisar de boma ama seco
creoula para casa de pouea familia quer
Seja de horneen casado ou solteiro an-
nuncie.
6^ Anda se continua a aforar os
dous terrenos situados na estrada da Soli-
dade para o Mauguinho, defronte mesmo
da ponte e da parte da estrada que se-
gu do Manguind para a Igreja dos Af
fl icios comecando logo do fim da caza
nova do seu proprietario o Desembargador
Thomaz Antonio Maciel Monteiro con-
tendo o fundo de caza palmo aforado lao
palmos ditos e na raslo de 3ao reis cada
bum palmo: adveriindo porem que hum
e outro terreno he todo enchuto e bene-
ficiado e prora po para logo seedificarem
propredades independenle de outro qual-
quer trahalbo quando pelo contrario su.
uede com ontros terrenos por aquellas iroe-
diacoes en lamacal que se tem aforado
pplo mesmo preco : os prelendentes enten-
da-se com o Esorivo Aimeida en seu
Carlorio na ra das Trncberas que est
munido de poderes para faier taea afora*
mentos.
Quem quiser conpiar barris cqm
vinlio branco de Careavellos muito bom ,
te -j oro pipa por preco cmodo, e feijo
mol aiinlio muito barato, dirija se toar-
uiazem do Bages ao p do arco da Con-
ceico do Recife.
_ Perlende-se arrendar bum Engenbo
que alem de todas as bondades seja
deagoa, preferindo copeiro ou cuviete
aos rasteiros e em ultimo caso, sendo
bom se comprara': quem o liver dirija-se
a Praca da Independencia, loja de livros
numero 37 e 38.
Na larde do dia ai docorrente fugio
da guila do sobrado do 1. andar na ra do
Rosario larga que faz quina para o beco
do |ieixe frito bum xexo : quem o apa-
nbou e o quizer >stiluir leve-o ao dilo so-
brado que ser recompensado.
_ Quem quiser comprar por acomoda-
do preco hum par de casticaes de prata no-
ves ebra do Porlo ; isto he, de mu boa
prata, e mu bem feitcs, dirija-se a roa
da Santa Cruz, caza D. 19 aonde se elle
ach para ser presentado a quem quer
que o pertender.
_ Na mesraa caza existem para o mesmo
fin cincoenta bixas mais ou menos de
bom taraanbo ; mu boas e por mu cmo-
do preco ; isto be pelo preco porque fora
compradas em primeia man por isso que
j; nao sao precisas pata o fim para que fo-
ra compradas.
_ D-sapareceo do Engenbo Penandu-
ba hum cavallo russo giande e bastante
pvpero, no dia 10 do corrente mez:
quem delle liver noticia dirija-se a casa de
Jds Claudino Leib, na na do Rosario
D 7 que dando noticia do dilo cavallo
ser bem recompensado.
_ Quem quiser conprar han ra vallo
eastanbo carregador bon paste>r.o, eea-
quipador. novo, sen achaques, por
p eco do D 5
_ A luga-se pra pastar a F*s bum
obrado em B.b ribe ra>v etib.ria,
coxeira planta de capim para dous cavs!
los : na mi Nova caza de Caldeixeiro D.
i5.
-- Precisa-se de huma ou do as pes*oas
que entendi do servido dt p.dan'a, fol-
ios ou cativos: na ra Diieita padaria D. 12.



DIARIO DE PERNAMB11CO...

Precisa-se de um liomem que sai-
hi Irabahar em'ouro e prata para fora
da provincia.r na'praca da Independen-
cia \o{* d* Indepndericia n..3i 3a.
-- Precisa-se dealugar um moleqoe pa-aj
ra o servico de urna casa, que ej* fiel:
n i ra do Collpgio D, a, loj da chapeo.
-- Hypoih-ca-se' urna, casa terrea de pe-
dia e cal livre i desern'iarassada m Po
voaco doa Affogadoi por 200,000 : a
filiar na Iravessa da ra de S.Jos na loja
do si'br. , -- N t uotte do dia sr-xta feira iGdocir-
Trnt4>sro>fl-sB acuantia de 4^so 11 era se
do! is - p-leo di (Milri/. ; q'iem as acliou rjjtiirendo
resirtuir dirij -sea esta Typografii, qu*
ser bem recompensado.
Qiem precisar de um pouco de nln-
. lliObom pira atierro dirija se a roa do
Livrameulo defronte das catacumbis da
' me>ma.
-? OSnr. M. P. va resgatar ons pi-
nbores na ra do Rozarioestreita n. it>a-,
i,lo no praso de 3 das, e do contrario se-
rio Tendidos para o pag intento e para
constar fiz-se o prese'qte.
Ilm'ique Muncel faz sciente ao rps
petavtd publico qu dle ve*m se eslabele
cef coa tenda de Marcinero e carpina .
na roa do Aragio D. 5 as"pessoas qu
e qjiserem ulitUar de sen presMmo mor-
mente para fazer escadas: de todas as quali-
dades para casas, cu-jos modellos se chao
na mensionada 'tenda. 4
O fabricante.eatfminiJtrador da fi-
brica d chpeos s la na ra nova D 3 de-
fionleda cambia do Careno, faz sciente ao
respejtavel publico, que largou a sui admi-
nistracio e se acha com fabrica de chape-
es no alt-rro da Boa vista D 17 quina do
1) co dos ferreiros e por isso convida a
lodosos seus fregueses'para faier qualquer
ola pertencente aseti officio o mis bre-
va qua for possive!; na mesma loja tem
um grande snrtimento de fazen las franca*
zas -bieos de linho sonidos, los de linho,
pescocinhos sortimentos de seda, sapatos
ile duraque e marroquim para Senboras ,
e c.aixas de prata do porto para rap ludo
chegido ltimamente, e a preco commodo
.. J^io Carlos Pe reir de Burgos Pone
'Ip-1joi pativoipa a rtlpeitave" praca do
Commercio Agricultura de Pei-nambuco
que o seu filli- tem poderes df. pissar re-
cibas en scu lugar co'm a firma de-An-
tonio 'Us Chaga* Ferreira de Burgos Ponce
I Lmn e orno prlende mudar o norae
de Chapa par Carlos ; por so faz ten-
te que a sua firma 9er de ora em dinte
Antonio Carlos Pe reir de Burgos Ponce
de Len.
Afogara- um aovado na ladeira da
Misericordia em Oliffi : a tratar na ra
da-Gloria sobrado juntoa fabrica do'falle-
cido Gerr^rio.
-- Alafia se urna csa coro grandes cora-
modjs ao entrar na povoac j.hindo do'Re-
(ife. a pii.neiaa esquerdi junios um
venda ,; no cafninbo velho, p .1 feata oU por anno como ennvier ao pre-
ttndenl* : h fallir na vend di mesma
Afbga-ie urna casa lri'ea por detra;
di Matriz d 1 Boa vista quem a pretender
dirija-s* a ra d;1 S. Rita confronte a Igreja
-- Hypotruca-se urna parle de urna casa
terrea bit 1 no bairr'o de S. Ant >nio ; quem
este"negoi-ioqoiser faier annuncie.
A pegsoa que annunciou ler um se-
gundo andar com solio para alug*r na rui
da penha, qnerendo lugar o primeiro
rom da lojis par i6'ooo por mez annun-
cie.
Echo n. j8-e*r publicado no dia
sebbado.
Brasileira ; qu?m na meima qu-ser carre-
gar, ou bir de passigem drija-se a raa
da Cruz n 3a ou ao Capillo a bord ,
do Trapiche do pelornho.
PARA O RIO DE JANEIRO, o Brigue
Escuna Amiside abir al o dia 28 do cor-
rente para al^uma carga ou passageiros ,
pare o que tem eyci-lleptes cammodos -tra-
anse na ru,a da cadeia armasem de Franca
& Companbia n 5'^
' FRRT\-SE para qualquer parto da Eu-
ropa i Litrea Francesa Cananas de oo Tj-
neladit. Cap. Varqniiti, os pretndanles
dirijao-se ao Esciptorio de L^noir Bjsu
ch-l A Pget ra da Cruz n. 5.
L e i I o
- L'ilaaqtir p-plendem f.zer Alexan-
dre Mack iy i< Companbia no dia TeiCi fci-
ra iy do crenle de umaparco de fa-
zend.'s limpas e avariadas as 11 horas em
ponto.
-- -Q-ie so faz a ra d 1 Cideia do Rjci-
fe D t Terca feira 27 do corrente,
as 10 horas da murria deum grande sor
liment > da mi'ili'as donradas para cua-
dros, eslimpas'linis ornamento de asila
com q'latiros e sem elles, espclhos grands,
um grandu sorlimento de v.nbo de 15 >rv
deaux de superior qualidade agoardt-nle
de franca v<>l>i>s e casacis de varios gos-
tos bijjte.rias fiUas e dila de ouro co-
Iberes garfos e outros obje'ctos de 'pra-
la ,'sinetes caigas para tabaco, panles ,
(I tres ,_ luvas de linho e da sed 1 para Se-
nboras e para bomens instrumentos de
cirurgia de g amina el islica, eo'jlros; brin-
quedos de meninos, pedras falsas, ps
de ouro, pahua d- couro para vigem ,
cdxas para cbapeos espingardas man-
gas de vidro e outros objectos.
mangas de ?.MrolNaa, i roe 1 se a ima-
gens'dS. Antonio e S. Francisco, c .m
as suas mangas de tlro propri*.s para se
porem em cima de bancas: na ra da Fio-
fres D 8.
Um oratorio de 3 rijjros com 4 ima-
g-ns ; de S. Francisco S. Anna V S
das Dorps; duas bancas, urna mesa da
iantar rnm duas givptis J camas urna
hacia de rame en* cadeirai: na rm do
J-irdim D 2.
m palanqiim em meio uzo por pre-
cocommodn: as 5 pintas venda I). 9.
-- Facas de marfim de ebos d>. bilan.a,
ditas de,cabo de osso ditas d cabo verd"
immitando marfim ditas de cabo lorio do
ultimo g 'sto ditas do cabo preto de oaui-

em razio de ser perito em. plahUct\a
duas molecas de lannos e un mobque
de 13 annos : no pateo de S. Pedro sobra-
do de um and-r D. 8.
- Duas rapias agoas, no, biirro de S.
Antonio e urna negra para lo lo o servi-
co t cozinha o diario de urna csa e em.
gimroa : narui de Agoas vaid venda
numero'1. *
Um rama de ponduru' em muilo bom
iizo e pir prco commodo,: alraz JS
Martirios 332.
Esc ra vos F agidos
s qualidade* estribos de lalo ;do'tirado,
nimat arias de lata a ; brincos de filagmn ,
Compras
10 a 12 duzias de taboas de pinho de
fliodes, de assoalho qua lenha 25 a jo p I -
mosde comnrido, e moe x^n'-id? I'nro:
na ultimo cobrado do cortume do C'oclho ,
ou annuncie.
pal
ditos de pedias rosetasde filagrl dilas
de pedras caix^sde prala para tabaco ,
ditas d.a massa estojos de navalhas finas ,
ditoentre finas tisonras pira alfu-.M ,
rulas para polurade Senboras caivetes
finos de 4 f'dh'as ele cabo de vi>do de muil
boa qualidade escovas para farto ,, espe-
Ibos df jogo de dimas de diversos tjma-
nhos ppnnas de escrever, retroa po'tu
iie' pipel de licha linba de carretel ,
dita d'j roris ea masaos, d las de novellms
em libras e sortid caixas de -ex pjalas ,
p'iingardi de espoleta de doi canos e
outraa moitas miud. sis a preco nuil com
modo de que em outra qualquer parte : na
nrrtr-inhado Livramento loja de ferragem
D. 34.
. -- Potasa Rnssiana nova em baniz
de 4 arrobas liquido: na ra da Cruz I). 23,
botica do Sr. Luiz Pedro das Neves.
V e n d a s
Avisos Martimos
PAR\0 HAVRE, a Barca Franceza
Camelia Capitio Guillebert ; quem qui-
ser crregar ou bir de pasaagem diriia--e
ao esciiptorio de Lenor Btsucbet & Pnget.
ra da Cruz n. 5.
PARA. O ASSU' o Brigue'Olinda;
quem no mesmo qoiser carregnr ou hir de
passagem a fa!l*f na riu da Cruz casa ta
viii de Gousaives Ferreira & Filhos, nu-
mero n. >.
PARi O ASSU" e Touros. sahir no
r-s-a-j do corrente a Sucoaca Laurentioa
Urna casa na mi do fogo na quina
do beco dosarapattl : a iratar na mesma
na n, :.
U.na linda escr.iva com 4 onos de
idjde de naco angola engoma com pr*r-
feicio cozinha tiplimanenle diario dfc
urna casa lava roupa 5 com duas crias ,
urna tem 3 annos o a outra tem 4 mezes
ao comprador se dir o motivo ; urna ca-
sa lerrea em um dos melbres lugrres do
bltrro de Smto Antonio e mais um
lindo moleqae de nacao costa sem vicios,
de idade de l3 a i{ aunes, lir dito dr
nacao bengUrlIa com 12 aunos. 4 2 mof-
eis da mesma naco com principios d cos-
tura com 11 annos da idade todos livres
de bexigas 0 de lindas figuras : passando
a Jgreja dos Martirios no primeiro andar
do primeiro sobrado.
-- lidias milito boas ; grandes e pe-
quenas chegadas prximamente: ha pra-
ci d Boa vista 1). i(S.
Um sitio do tenas de plmhr n lu-
gar chamado Alagna compnda no termo
da Vilv Real do Brejo di Areia com 300
bracas de fundo pela margem di rio Man-
guape ni freguez^a de Alagna Nova cu
j .s trras pn tem pela parte do norte com os
herdeiros do coral do meio e da parle do
sti 1 a encostar com a estrada real de Alzgoa
grande cujas trras perlencem a Irman
dade de N. S. do Amparo da Villa de Goi-
anna : a tratar com o Thesonreiro'Joaquina
Lopes de Andrade ou cun Vicente Fer-
rer da Purificacio ambos moradores na
dita Villa, que avista de seus ttulos se
far o ajuste.
- Bichas sag'de primeira sorte, e
marmelada muito nova : na praca da Boa-
vista vnda D. 9.
-- Umcavallu ptimo para cirrinbo e
por precocommedo : na rm do (^ueima-
do D. 3.
Por proco commodo > djU pares de
Quatroquar olas promplas para a.ei-
te de carra palo : por deiraz do assougue
el'a ra Ba vista venda ). 7.
-- Um lerreno com alicerce para casa .
earvoredis, bastante fundo, no princi-
p o da estrada dos amiclos : a tratar no
Manguind D 2.
, Urna escrava de nacao de dade de
a3 a 25 annos, de bonita figura, engom-
ma liso, cozinha o diario d ma casa, e
lava roupa : na ra Direita D 20lado da
Igreja do Ijivramento.
Ou aluga-se urna canoa aberta que pe-
ga ni 600 tijobs de alteniria grossa : na
praca na Independencia D. 2.
Mantas de linho de bom goso !<)>
Utos de varias qualidades e tamaitos,
lencos de 3 ponas chapeos de-castor da
ullima moda a 7600, ditos para meninos ,
ditos de masst de varias qualidade, mi-
tras muitas fazendas inglezas e francesas
por preci commodo : na ra do Cabog lo-
ja do Mello.
r- Ou rrenda-se um sitio no lugar do
Barbalho com suficiente casa banbo per-
tono rio capibaribe, contando diFerenles
arvores de fructo: a tintar na ra do
Queimadono segundo andar do sobrado
O. 19 .,
I i ebas muito boas grandes e peque-
nas, chegadas ltimamente: no Aterro
da Boa vista venda D 18.
- Urna escrava de naco cambinda de
dade de ao annos com principios de ei.
gommado edecozinhar, com duas crias
e com muilobom leile para criar: no hter
ro da Boa vista no 3. sobrado do lado do
sul junto a ponte.
- Rap de Lisboa r.hegado do ultimo
navio, a as'oooa libra : na loja da ra da
cadeia quina da Madre de Dos.
- Uma casa principiad? com as fronte!-
ras de pedra e cal no pateo da Igrpja do
Baro fim em Olinda : na ra do Rmgel
D. 2 defronte do beco do Liceo.
Para f .ra da provincia um cabra bom
trabalhador de encbada e carreiro : na
camboa do Carmo D. 12,
109 botijas com agoa de Selters che
gada prximamente de franca pela Galo
ra Camelia : no atierro da Boa vista ven-
da de Manoel de Azevedo Maia-
Um expeliente sobrado de um s an-
dar com 4o palmos de frente ratificado ,
e plnlado.de novo fallado-lhe as veran-
das que se esto acabando, tem grande quin-
tal e banheiro de pedra e cal 5 i\oo barri-
cas vazi.isamericanas : na ra dos Quar-
leisl) 4.
Umescravode i Snnos de idade,
de bonita figura e ptimo para oservico,
tanto da praca como do campo um pre-
O do rneia idada ptimo para o campo
No dia 19 do corrente desapareceu
uma escr iva crioula de boa estatura le-
vando saia de sarja prela e panno fino, signaps melhores que tem be meter orna
vista pt-h outra e pamas loMas : quem a
pegar leve a seu Senhqr t Jas Luiz Pare,
des no sttio da estrada do i. Afflictos de-
fronle do riti de Francisco Ma.ooel da Sil-
va T1 varea ou no Recife no beco da Mo-
eda ve;(da nova da quina de Joaquina
Duarte de Azevedo ,que. gratificar.
Joaquim de naco Baca 'idade da
22 a a4 annos altura medianna olhos
grandes, nariz rombo, baibado boc
pequea., beicos gi.ossos, os dois dente,
da frente lirgos yernas pouco arqniadaa,
levou seroula e camisa de algodo grosso 1
chapeo da couro levando tambem uro
trouxinha de roupa cootendo uma carnisi
de madapollo urna baeta verde, 2 ca|.
sas uma de (usa 1 branco e oul>a de corj
um jaqueta de chita de assento branco e
floresencarnada % fugio a 8 do corrente ,
do engr-nhe Caiaoa'; quem o pegar leve a,o
mesoio engenho o Capillo Manoel Jos
Serpa ou no Recife a Jos '^vare-i Caj'
com venda na ruado Rangel,,.ou no lio
das salinas na freguesia re M ^rangua po a o
dono do mesma escravo que se dar 20
mil ris.
iHovimento do Porto
.....----:--------
NAVI3 ENTRADOS NDTA ai.
HAMBRGO: rj das, Brigue Diatmar-
qner Cores de 180 Tonel Cap. Pedro
Frellcem carga varios gneros a A.
>, Schramm ; passagiro um.
D\ COSTA DEPATAGOMA; 3o dias,
Buca Americana Jobos de 365 Tonel. ,
Cap. George llobron K.es carga varios,
gneros : ao Cnsul Americano j fundi-
dinti no I imeiro.
FIGUEIRA ; 31 dias', Brigue Porlnguez
Imprebendedor de 200 Tonel;, Cap.
Ignacio Jos de Araujo carga vinhos :
a Rabcllo ; fundiou no lameirio e se-
gu para B.bia.
TERRA NOVA: 3j dias Patacho Inglez
Tampioo de 129 Tonel. Cap. Grictor,
carga bacalhu : a Areon& Companhia ;
fundiou no limeiio.
DTTA ; Sj dias Encuna Inglcza Sypndus
Pack de 5g Tonel. Cap. Franc Lber-
ton, carga bicalhu : a Me, Calmont e
l.umpanliia ; fundiou no lameiro.
S HIDOSNOMESMODIA.
RO DE JANEIRO; Patcho Nc. 4 de
Maio Cap. Isidro Domingos dos Pas-
sos carga farinba ,. passageiros os Bra-
aileires Joo Trocato de Cropos Anto-
nio Jos da Silva, Jos Ferreira Ma-
no<-l Jo quim Carneiro da Sdv.i, e Jos
Joaquim dos Santos Jos Fancisca Pe-
relra e o portuguez Carlos Ga*par.
OBSERVAGOENS.
Bordeja no lameiro o Brigue Escuna Pur-
. tugupz Recuperador viudo da liba de
F.ielem 23 dias Cap. Vicente Ferrei-
reira de Fraga : a Joo SeverinO de
Avelarj traz 110 col.nos, e mantlmm*
to< para os'ditos ; passageiros os porlu-
guezes Benlo Jos de Oliveira Gaspar
da Yedeiros Alberto Correia Fran-
cisco Marlins e sua familia.*
Perh, ha Tip.
OE U.W. DI F.
,838.


CORRESPONDENCIA.
PeRNAMBDCO NA TtPOGR APHIA FtDBDISNA, OS J. N. DK MeLT.O.
Scnhor lUdactoi1.
c
^OM 6 tiesprso coi qu s traftta a canalha 4
devera Se hadar o correspoidinte Catun.i,
repartido coin o Diario N. a5 de 16 do cor-'
rente, por ser cailallia, embusteiro, calumnia-'
dor mentiroso e irais algunia coisa ; mas co-
mo hajao' alguus que queirao'com essa eorres-
pondeuciu imbutir no espirito dos sinceros e
crdulos a sua acrimonia lie forros responder
a esse longo alinhavado de falsidades, e toize-
rias, cuja f'rze nao' s revela o" punho asala-
riado do corrompido, e interessero estalao', por
onde se copia certa sucia como os sCntimentos,
que ennobiensem tao' distinta* personagens,
parellias em origein1 e educaran. Ao ler-se o
Catana supor algiiKUi que Ant .m-j Rodrigues
Vieira lie o queixoso, que alli dezabtfa a magoa
de ver perdidas as diligencias de huma boa he-
ranea nao' be assim nao' lie o Vieira quera1
obra, quera se exprime, que>n esbravej pro-
raeite acad >s mortes incendios, ruinas,
nao1 Senhor Redactor, be huin sugfito, que
quer ser rico, aeja como fr e' porque nao'
berddu do l'ai, que llie den n ser, tencin
berlar dos Pais dos outrOs ofa qoem falla as-
sim nao' tein medo de facadas &c. &c. &c. e
esta exulca\ao' be precisa pata introduccao',
comecenios pois.
Se as n >ssas leis nao* concedessem o henefi-'
ci do recurso de bum Juiz, ora leigo ora
pouco estrealo ni julgar, seriao' ravissimas'aK
decizoens juiliciaes que assentassem em justi-
ca fu em Direito. fsto, que dizemos, se
verificara na causa sobre a q'ual se espojou o
Catana; porque o Juiz da prim'eira Instancia in-
gotindo x casca do ructo que Se (he oferceeo ,
regeitju o amago a parte nutriente alias de
fcil recon'becimento, como ao diante sugeita-
remos ao juiso dos leitores e assim se huma'
?ez aquelle julgamcnto decidisse a questao', ll.t
o teria sido coui'a maior arbitraliedade e u-
justica, sendo o caso o seguinte.
DezerJou Jos Antonio' Lopes por escriptur'
publica a sua (ilba bastarda Mara Joaquina, por
'ugir de sua casa Com Joaquim Rodrigues da Sil-
va direito que a lei confere enr tal caso aoi
Pais; veio da fuga a teuipos dita Mara J'oaqui*
na a cazanse cora o seductor desd entao' co-
nhecendo este a forca da escriptur reconhe-
Cendo que tentando judicialmente inutilizada*
nada obrara, cntemporizo para ver se o tm-
po e delignci obtinba o perda por outra'
escriptur ; entretanto' Lopes por fofmalidade ,
e dezenganar o seductor de sua ilba mesmo
a esta tentou hum Libello pelo Juiso ordinario
de Serinhaem reforjando consolidando com j
# 4
elle o fin da escriptur. Joaquim Rodriguen,
que antes diso tinha avaliado, quanto llie seria
nociva a oppocao' escriptur fcilmente
concluio que nutro" tanto resultara da opposi-
ca ao Libello; tanto mais porque os motivos de
Jos Antonio Lopes erao vrdadeiros erao' jt*
ridicos, e elle Rodrigues materia alguma atten..
divel tinta oppor aquella aceito. Em vez
puis de se defender continuou as diligencias de
amaciar o sogro, j por sua conducta, j por
empenhos e por esia sorte dos meios todos qu'e
julgou convinbaves. A magon de Lopes nada
dedeo nem mesmo com o nascimeuto do ne-
tos e fo tal osen snim'ento, que obro u at
ilo seu fallecimeiito cora a mesma severidade de
espirito; Joaquim Rodrigues pelo seu lado tao'
beiu foi constante m escogitar os meios de re-
conciliarle, e como j na molestia que o levou
sepultura se dez^nganasse de o obter em vida ,
f'tzeudo o seu testamento nomeou o sogro, que
inda llie sobrevivo para testamenteiro em pri-
, metro lugar mas esse meio veio ainda esclare-
cer mais a constancia de Jos Antonio Lopes;
porque apprfzetando-se-lh o testamento nesta
Cidade para o acceitar elle em alto, e boni som,
perante pesos bem conhecidas, declarou nao'
acceitar, nem queier ter conbechnento'de cou-
sa, que pretencess a Joaquim Rodriguen, ou a
sua mulher; como dos Autos da questao' se po*
de ver. Que pode convencer a lem branca do
apadrinhnmento de buna das filbas de Joaquim
Rodrigues, por os til ti os do Lopes ? Somente
convencer rtiais da asteridaJe de Lopes em nao
querer levar piabaptism.il bum neto seu e
tant'i que isso foi cdncessaS da Viuva boje por
sua nimia bondade, e Como Senlu>ra mais fit-il
commover-se das Choradrras da eiiteada posti-
la as escondidas do marido que levou milito a
mal; era mais conveniente a Joaquim Rodrigues
tomar ao sogro por padrinho de seus' filbos, do
que a seus Clin liados porque desta sorte an-
nuindo o ogro teia elle vencido meio caminho
na reconciliadlo', que nunca obteVe e tanto q'
Lopes com outra escriptur'nao destruido o acto
da desberdac,ao, nem por testamento. At a-
q'u? a narrac^ fiel dos' promenores, em que se
baz toda a questao pendente, e que termina
pelo f'.Hecrrtento do genro; passemos a huma
segunda 'poclia.
Caz'ou-s' em segundas nupcias Maria Joaqui-
na viuva de Joaquim Rodrigues com o Autor
dessa demanda de que falla estonteadamente o
Catana isto he com Antonio Rodrigues Vieira ;
assentou este tirar melhnras da ignorancia e re-
colhimento da viuva de Lopes, e estranbeza s
cmisas judicaes de seus herdeiros, nao exista
mais Jos Antonio Lopes, cujos negocios erad


sagrados pera a ftpvrifti. 411* dellW une tese,
ci.nheoimontu nem nelles se ingerio e assim
tentn lima Lri>ello de^perfilhavao, e petizo de
heranca decahio del'e e afiual assignoii ter
mo de nunca mais vir a-J triso p-r simttiaht" itw-
tivo Queta livre, expontaneameute pratica
liiiui acto dfstes *!epi* de hum pleito renbido ,
est convencido do seu facto e renuncia toda
prctriica; pcrein nao' foi assiio o Vieira
instigado, eaqpecidu torn<-u hca esgra'atqti,,
corroippeo,. sedeuio, cuipro, e afranjou dxxv
tneuto ew Seribaem p" cohonestar a invencaoV
ment?
e increparlo de nullidade do Libello dedesherda-,
9 procssatjo .., e promovido pelo fndlecido Jos
Antonio. Lopes.; obiee v. gr huma ceitidao.Vde
que o Lib>> naor traba sido distribuido mitra,
c(e que nao* tiuha sido laen da a verba do S outra i\e. nao' ser sellada a Provizao' do Qfticod
di',.J'*tu;a pie citou a Joaqun Rodrigue* pa-
ca, y I.ibvllo de desbej^cao' requereo hora
tjx.iuie nos Autos t e io p ripelo; tu do tata
prajijcnu s.a vontade, e sen oppozcao' de,
aJguerav begou tempo de Bccor>darem a Viu
va e.JHei Jiir...> d Lopes e pelas pegadas de Ap*
t-yio Hod.ugues Viira camiubrao\ nao',, se-
du( e toironipend, poreip ex,iminando,
e, i-qiijri.iid d. cimiento* cora pro yat olios, das
djkft> t 'iiii*. Uodngues Quaico eiraes-iurar--
r.(.u erizos,, e de toiios dciujiiooaggreswr.os
s.<,iit> docoiueut & f/ca aniqjiitid s p r outr-os
rais, rgaes evidente*, e, verdadeiros a mea*
ni,u. piqva d agiyessor, as suas mesmns teste-
nuiuba* confessdra. t*r existido o Lib*dlo de.
desljeiila^ao', e ter sido propasto por pipes eoi
vida dteat*., e du genru Joaquina Rodrigues, f,~
fluiente turto concorrivo para stabelecer a
evidencia, deque semelbante Liuello tinha ex-
isndo e era verdbdeiro; e como deixaria.Ao-
tuwo Rodrigues hum. negocio em iaes circuas-
taucas deeajhir de sua iirfe ncao' ? Que. bene-
ficio |iu tfajudicia'es. como lossp o depokuento dy Mei..
nabo Pedro Lu do Nascimento, 0 o de Fuaa-
cisco Xavier Lopes, aqp> lie minera vele. pido, e esiHi inimigp da familia re Lopes.,, cora
q^iem su siento u pleito* injustas? JE, se. Antonio
Ro*.' era .suuero, porgue no termo probatorio
? lesduienie nao' p*oduzi Qi* sw era l>ireito acieditavel, a tfertidao' do
Oilu"i--L de Justic., ou trst-u dito < xUajmlicial ?
Aqi**Ur Pr9 '" certeza p^el .uiHtuii/.acao'legal,
este nem ui'io iidici jn computo jurdico.
Qndn exist a leciari^ ni Fr mcisco Xavier Lpt-
pea, qpe'as sua* fuuus erao' .ib#olnlamente fol
S> ? Vcj.rSM ..s Aut'S, e rouliecer-se-ha oais
o.s4a filsi*de; poique all diz rsse Francisco.
Xavier L >pes que a banca, que asignara, nao.
era pana aqwlle fa\n>., a-$. para outro e assim
Ctiufussf a ideuiJait* G-ttana vanea. in< ntindo m^is esta vez. Que
yeui ao caio bum ^ttestado de l'edro Rarbozade
&H*%*t Jutac- mp.inbeiro de JosCawaJcanta de
llbuquerque, se rile Birboza nao' foi o Juiz da
causa por ter sitio processado an tempo, em.
que r(uiu -ili o compaabeiro Jos Cavalane ?
De que poe aowvialcer a.tk*<*t dn tcrWtv' Ihr
certificar, ffde o Libello nao' esta va relacionado*
"no ihvontario' do Cartono em i83i ? Tu sao ffioleiraar, que petaor meiwi dto que a fuma-
en. B^*a prova de quinztr pvss.-as, jo direnos,
e repetimos, foi mai fcvoravet Viuva e Her-
rknr.a de Lofea, doique a Antonio Rodrigues ,
vejarse os Autos, lase o AcCordac/, e adiar-
se h a verda !e do expendido, fao' citamos os
Autos da uisnetf*,. q*e o faz o Catana, de fal.
so e tanto que requeremns cent,r*r no que se
faltar iverdade. Xaoy dizftnus em referencia a
Autos alen ^ cartas, e cont;.s con tutes,
que existiao' entre o sogro., e o peino cerno tu,
do se acha patente nJ3 proprios Aub>s-^- Coria *
se apa Autos, e prcuremse essa Curtas,
verse-h a.impudeneta do Catana.
la alli. Luna e-rta do M^m 0 genio, em
que !be pcgnnti quem hade. pegajr, se elle, se
trato' o1h.!k que este fez aFuao cub dipUi-
r llie consta aebat-pe em mao delW: geiuo.
Requiyicjao'de huma divida, e sd ate objecto,
se braita a carta; coptas corfentea nem bumi,^
su alli appareceo. e se nao' be assim dez.-jLn'
Ujq o Catana & C* para nos publicar a inifegr*
t tasa* cartas edossas coirts erreutes; e assiin)
liesmentic-nos maglstralrpepte. M < fim. do
Caima, nao'be, dx,er averdade, o \m d'.lle lie
oulro, porem engapa-se, p.irque ninguMu ii m
ruedo de artaa, pde estar cuto, era o seo,
palvriado ussPsta 611 pre\ioe alguem. *
Falla elle taobe-in i l"<<> figuruo', que pe
la forma de expremo,,, intiica .ser. M.'gisirad.,
Hess,* paite be maUado, ponjue no lempo,
em que o Catana di/- terse labriego ce Li*
bello, nao' so com nenbum tiubao' ruiiAale or
L pes, corao nem, mero conlipeimiuto, o quvi
obtiverao' depois que llies f i preciz na pri-
neita demanda prCitrir a alg.ns para implo-
laieui justira como to'li'S os que tero tt-man-vis
Costouiuo'/azer; e apenas o filby de We'Anto-
nia L pes conliecia o Spr. I)t embaigador Jo^p
Libanio de S uza p<>r epet niialo em casa de seu
b)Ueci|o sorej enln lauto que e*se.Snr. Oezen-
bargador per esses meros, cncontros nao' eia
Amigo de Inopes, e tanto que votou con*a *r|
\g>, eape/.ar de saberle, que elle he decidido
protector de hpm dos v'oniprdoi'es da bjefan^
de Antonio Rod.i iguea, era por issq tiverur
a baixeza uep prpepr-rao' os, meios de o abra-
can bar,, como os capte.pdores de Lqpes u tn
feito, ja por meipde e^ppepbos, ja por outro.
vebicJilos, .sera nutra raza,o' mais do que.eao*'
qpererem p-'i 4uizs nos etobaegos os, que vpv
Virao' cojtra elks n.> piimeiro Aciordao', fle
pao' tem podUxx rejiWir sana ipte'esses, eba-
njapdo-a,e$p* injustos. #,:. eptnetaitp. qite lie
j.us(o o J-uiz d- priraeira Iustapeia, ( dista ricto
medalUao' no tytfpdugu. "4 Migistr..tpia '!j s
pocqjue Ibes, deo. sf.*n*iia .ab\or, mo' pei*
; juauc,. que,.lbes.assj>tisse. ni s pelas razonas,
que elle*, itera, prociVuiiado ; assuu como sao'
jastos s Srs De/eu.barg (dores q,ue votrao' a
seu.favor,, os qjiiaes aleiu >W servio os que goxs.
derae,n-S coneitoscjenhfic.' o Tr'bun.l pina
cora otuWco, tiwwvf' ura vista uao-' ao*


campan Un*, j.aVmejs, siirh> j^paV.cniripai* 1
*ao!!! &c. concidind.-se' dahi qu todos"
quaulus nao- puliera /su youl-ul.- C 'ntor^t-
S*S Saol iktlMMVurixM porCa^s if>j;ustp* *t
uiftis.qM*. *.titw^: qpw.eiV' Nao pw penloar a, .Sni'. Autonii da Sd^ iliacaudQ-Oi,
quaiwloo si-u tlH^mimi-rito veis*** apenas sidr*
o, fado de t^*: id> 9 s|i* c;)s<,p;>i- pints de, Auto?
im JRtxl.r^twMi luaumc.* Xtnier fifi M^rao*,
l> de.. LnVdio, piop- uU Iiuum aflo'.aniod*ij*o',
(^TJ^y-^'U Autos ):h pn'jbo<!.. qu unser..
vqdo, en sua wjo' tWflMh md.v\id.. <} iUgai-
fmtule, jxi-liy ser ajt-ria,1 .pr-itjvir*,! ys vi.
il-.ii! i o, Jv UUl II tanto* nesp.n>diW ai Sun
Catain. e kt.it* gttftA, Veo' d Lb- ll" iutonio W 'diques
c 'tjtifa* \'iu.v^ ti ll^fil- ir.s iv U|.wa, '< pecoa,
ecn ;nv'f-,j-I^Uj, o vMiciiiueiHi; au 4kn Antonio
Hwdnpii-s, <>U MfM a hm.> ])...i:a que li titile fiui., tmjt dcEestiecu
se. ,. c Aino <> CJaan. da, vott&a d aw sabedurte
e r<'<:Ii.l<>' dq .liq^enu Tidnuvd, pana qii* .ve
s^dd-? M. *v I*m*t dH ie*tu*i lie vinds*
riu, id ya por ijaw lustai) 9M por menos
cieos* ua vr ni Ut|r, solide* ds narw de
Antonio Rct't$igft&t* '<* ;dj gao' de Iferna.tfb-ucw na*' Ihe tor favoravel,
tem e>se-,s. iuiefessadus; wijm, que niugaiem
loe* tdV. Mus o cas<> W be anda sse,.-pt;
limlvugn*-A Catana flreteH&de iwMvUn. c# ni. sitas th.-bvas
cadas o (tMuiy.4 wclus,jdtn<|'^-es,. iutenta p*r
ju7 dwsa.,s hffcNeita Vt-*- f o que a roaW, a
iJ^li.W U.^if > \Ur n0 o", r'i 'i-s*-, o.Al--
j.;orda ^UHriilu li ntt'^t.K.l'.'.s, pairtVfM^otu n j..ra,u-ft|os falsos.
nf c! p ii:^. I sejis irises soi5
y<'Ct"S, ^ fftl l)(*lu* mis ,-<>ti)iHci'neit"s. juridir
es. J-hrrm >;-M.jfcs; ..l^dii.i A(Uia 'uHa, pa^
Z| !fto ^(.ji r ursjMM id- <> que ilis.s# o C^t.f
UH MVq\p ll'lr---' !|'i" ( l.lllrllo til) dRsKlll.
da^j.t' >-if v -ir; euii dif i|f tdw>. qu- ht-m-firif*
|i.U'l,vl,i) An m.| Madrun'is^ G.^ ? I)ieli4d
fS.ir,p^ ->tV"I-iImi Mil- n<..va H VJUT V. M*t> '.
deir...s l ^i p.v* oui-.o l>il)*-llo, n C"rifAteucia ,
eja h do H.?fd*r t> l<'2iuuo5 eos Dirfitog.de |
seu antecessor DaAe li.es pode iifgr, ns.'jxur
tivos verJadiiOi presisteiiles, e os fundamentos
aquelles, qu* a L-i esUbeieceii em casos taes ;
ora n.i t^ndo Vntoni Holrigns em temp \-
fuui dispiitaln n-m oiuri-m pcr^lU,.aaa;iAeufl
da escriptura de dfsh'rd.icaii'. taheui nao podia
disputar os fundamentos de.sse Libello e as-
situ, se Ihfg/osse indespp^isavel a-,accao', ^ue.
os He>ffifos'tem. e para ell-'S passou pida mor-
tedol'ai, acaba va CQfU toda a grazinada. Mas
esse Libello, q' Antonio Rodrigues & C> divm '
ser falso, nao' precizava existir nem durante a
vi la do sogro, nem agora pur bem dos Her-
deiros, como est esclarecido rio Accordao',
porque sen lo hua f.icto a escriptura de des-
berda9'io\ e confessado pelos inters* idos", nao
podendo ?er contravindo senao' pur outro facto
seuielbante, huma Yesque este segundo'facto
uto1 e}ite ^ne^aisaf^^Mitorna efse Libell:
Ulnia^ne^lo. que,ui podrid -tonceber,.que ia^
l#idOi4lMin?'a e y&idnriifr.te Lopes o (hnilo
dfl pnopor* qMeAU Hl* M*** Srill.^fli, e ma-
x\df>i m V,\q, f#i\.. cMes ^ t>Lvdrtnv'sM'U a
^JW^Mfd/rnftC,'fisaji,W>Ut. .a prt.u.oyer. lu-
*m Ijdeifla^e.^ Nin^ufi^. di oejito uni'ca sua
Vepvtegao', os Af#A- di|iei/togj^ ti <> Hu^ftgo d4p
pifito Sflm pfo-vei^, N,..M\.Qfl-Ufiideiiiis dn* Lor
pe*h e,a, \ipva, ato,;-sao' d>ts, qne e.m tn-o
fWtfWlde^i paubi^ spJw' s, iv^ Si qufus 6o-
rei, e,gevi^>.' s/4we- uw.11 imep^fottados; loocos
coi^l^os se, dq*tfe(A o. c.ffc pU dvU.
dty.
Qff (Wthit, ij^pi^cavsl v e. da cnW,f> w JMtl* dflssejfjatana uili erando, o pWio ien.jp dej-
bajxo do* oJbpstt4)b.eii|; t 4tPCfdao,\'que vaj
rran.es*
tia Rajtioq Q.diiedpj, es^fh pblio, qj^ muj.
U b^lU-swreifurdj*. <\\\ SAUaifnft. sj'ptt'jidlrizda,
dp,i,euoM>, dj-s^Mf c^aib-u.o^, e.^iiulns. d^-sr
su dala, tsft.publfco., qu v;>i!!'te pj|f){de.Jy q
Qigan.t). S,Miais.pois > m^ni publJflJ, qilfc
Mr >d>ert e,-c.i,ufOi-ue, cw fricUws,,. e Hi.q'>
DV wai^de, i^iir..!, a yeda,!e e 9tn x^if(lad#. coi p.ilwY^e. o sV^V] con.rje ^r<
CMjfar aqs i>uvidos <)et"i!(>>, qwe tea 9^
cbowv, de kr> cp^f:s^"l,^ues,.
^ k^i Sttfv. Kfldjictjor, jfl a pcinifiia <&T
CtAUq' i^viMiutia- SU V.eper^d^r
,q" ____ AH ^ficordao' e? PeUn^! &&. Qjie OR ltew j'Ujj*du paU.Aujg MUAfflidji estf HM iWffHft
#.fl1..4e qw .aHft-
p.u,r>, pi4>v.,.s;.!^ia, t dihj. ptjW'flv.^i'tal^
por qim ba/.(e..nd'oil1 i aW^' .uJtAktol pelos
A{umW.m1.:s ua imUr*/W> ><:Uv^A^ 4e. 4.fSf|*
de.i.wfcAjf ^ogjio pK)^r.' ni lnun pjocesy
i'alsuu''.-iite.iu'^\t,wii\4o Juttyti App.,Jant/*s. ilepois
dtll^ App'lUwitje e App^JI* 'os .jui! ,se prrte.ij*i-d'
Ae4w de..dejdirrdM.W1 p.uh i.ni^tara oflu
41 fieuA. uca oblivei^a ,. e>)i<;quqnte re;. u^_-
lhiao' qm* se dWjga ^er .I4y< *. igi/alno;|iAe
enie o **tre4ifc> -a coinouun. e mh JR4-
iba namraJ ;a myUftr do App iMd.o -.i,trs 'jb
SU <<,!,I e jf)> HHIftf) .p.>>t. ri 1 a Ksrnpl.iCa
le d-berdaca"' fl a?'i nada ililo se proVa con-
lu nenliuma attehfao' pode merecer contra f
An i;j|.C;iu' ciinstdJitc do pfCesso que m Stra o
d.icuuieuro fl 6i v. e jnramei t<> e*tr .jiihcial
do Official l'e.lro Lui do N Suneut-, presta-
doseincit.ua'' i^i'tr pioli.it lia ciTinpeN'oi', 'sein peevin i'ft.tme
da Certidau'0iiein.1l .nos proprios autos, gssiin
Como linih is* docuinetitos fl 5o e fl'ti p r
que se pretende demonsti-.ir u l.da de destriboi-
Cao' que solue nao' ser por si s inente siificieit<
te para pro va da fal-.id.ide d. pices*0, n-'in
mesnio de su< nulli ladf quiinto se verifico
nao' hiver no Jui-o mis il.. que uin EscriviV
se acluo' al-in dessas destr udo.s de fl q^ e fl.
lu pjr ouJe se inostra a esisteucta da tuvsuja


(lestribuic-a; o mesmo cazo se acha a docli-
racuo' jurtda, a A.274 por se clareen as mes
mas razes cima ditas, alem da inbabilidade
da testemonlia declarante provada pelo docu-
mento (1 319 a 3i3, e assim mesmo os docu-
mentos 1. .a fl .eui que se conten os repetidos
exames, c sempre informe o que se proceder
sobre a escripturacao' dos termos de audiencia
no respectivo protocollo, e cujo rezultado, -in-
da quundo provado e verdadeiro fosse, ape-
nas u arguirir eni falta de exaccao' e cumpri-
mento de de veres no respectivo Escrivao', em
nao' 1-ncar como devera em lugar, e occasiao'
opportuna os competentes termos sem q' com
tu-.o ncui d'isto nem da gracioza declaracao' a
l.. do Juiz Ordinario que se diz companheiro
do que proferir a Sentenca sobre dita f. no
firoresso de que se trata, possa concluir-sea
alsidade do tal precesso, nem q' tal a cea o' nao
fosse intentada e proseguida, e a Sentenca ofr-
tida pido fallecido Pai eoinmuan, e siui fabrica-
da por pirfe dos Appellantes depoisde su mor-
te, e tnuio principalmente liao mostrando c-
111 p'rnjt nutra pro va mesmo pelos depoimentos de
suas te-.t<-uiiiiih.is. e inquirieres do pl^ na rio de
t. e fl., mostrando-se antes pelo contrario, que
algtmi.is d'ellas e seguiutes as de fl. 15o,, joi,
1K6 e 190 asseverao'contra producentem, e
notician' de diferentes maneiras a existencia da
mesn.a acc-i* com referencia ao tempo da vida
do referido Pai commum como patenteao' os
autos, e por cujo motivo dezapa recendo toda
falsidade, e macbinacao' argtiida aos Appel-
lantes, nenbuma attencao' merecem as sop 5-
tas nullidade do sobredito processo a Sentenca.
Depois di.sto suposta a existencia e veracidade
da Escriptura ds desberdacao* fl. origem, e cau-
za d.i mesma que os Appellados nao' impugnao'
anda *podo que o Pai commum nao ines.se
intentado aquella arcao', nem obtido era quan-
to vivo a sobredita Sentenca ainda assim, seria
forcozo concordar nao' so que elle tinba este
dueito como tamben) que era transmissivel a os
A|'pelhdos seus tillios e berdeiros, os q ua es
sem duvida alguma podiao' iutenia-la, ma i
ne.n uto mesmo era necessario por que nao'
b I>i abruma que imponba ao Pai em tal cazo
a obngacao' de propor setuelbante accao' quan*
do justificada como no cazo prezente a ejsuart
legitima da desberdacao', nem o contrario se*
pode colligir do Asa. de 20 de Julbo de 1780,
sendo suficiente ao Appellantes a existencia da
escriptura sobredita fl. para abitaren) perpetua-
mente por excepcao' nos AppeMados quando
tentasseu) a habelitacao', e pefficao' de berunca
como o fizerao' a fl. por 11,1 o' ser expressa,
nem legalmente provada por esnipto, ou por
alguma dispozico' ou facto posifrvo do Pai com-
mum a recoBsrliacao' com a filba desheidada, e
a remissao' da mesma desbei dacao' ton ta a re-
ferida Escriptura que nao' pode ser destruida
por depoimentos das testen, un has que asseverao
vagamente a existencia da rtlacao' subseqoentc,
que anda mesmo conct dendo-se qne fosseiu
verdadeiras, s poderiao' ser consideradas os-
tensivamente como tendentes a evitar o escn-
dalo, nao' faZendo piova alguma a carta fl.2/|i)
por ser o seo objecto inteiratnente extranlio ao
cazo, e ainda menos os documentos juntos a
fl.a5o e fl.. por nao' poder dellas tirar-se argu-
mento algum favoravel aos A ppeHtfdos. A ludo
isto arcresse terem os Appellados j deduzido
por embargos a Sentenca sobredita a id es m a
materia de nullidade, e falsidade baverem d-
metido dos mesmos embargos sem protesto al-
gum, como evidencia o dociiineiito fl. transitan-
do por isso a mesma Sentenca em julgado, e
ltimamente o ba\eicm igualmente contra os
Appellantes a pelicao' de berafir^a, ebabililacao'
de que decabirao' julgando-se privada a ex-
cepcao* de que marao' os Appellantes fundados
na escriptura sobredita da desherdacao', man-
dando-se por perpetuo silencio em sobredita
tanza e accao' perempta por Accordao' fl. 78,
que passou em julgado, sendo-lhe at denegada
a Revista fl 79 era. cojos termos nao' poda ad-
niitlir-se em Juizo a nova accao' intentada nest
processo sobre o mesmo objecto, sem fazer re-
viver urna canza j finda. Por tanto, e o mais
dos autos, e dispnzicoes do Direito reformada
a Sentenca recorrida, julgao' improcedente a
arcao' intentada pelos fundamentos cima ditos,
indeferido por isso o reqiierimento fl.; paguem
os Appellados as custa. Recife 18 de Setembro
de 1838. Mactel tyonteiro, Presidente Ra
mos Lima, Belmont, Liban ovencido, Pon-
ce-vencido.
Voq
PERNAMBCCO: Na Typ. Fjbedigna. o J. N. de Mello, Esquina da Travessa
DO ROZARIO PARA O QfJEIMADQ, 3. AfDAR,l83.


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