Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06046


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Full Text



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Letras purmetit ii< por iqo.
I. discontp..
PARTIDAS DOS CORRfclOS TERRESTfcS.
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a GJB NOVEJfctBK. NUMERO *#T.
Todo agora depeadade ota meamos ; a nossj prudencia,
sooderacSo foereWta continuemos como principiaiooe,
seremos eponu'aea; cora admiraco entre as Nacdes mais 11-
^Proclamacio da Assemblea Gral* do Praiil.
Suhscreie-se para esU fofha a mil reia mensaes PM* *dl"
nudos neaU Typoarafia, ra dal Gruses U. 3, '"ca
da Independenria D. 37 59, ondo se recebem correspon-
dencias leealisadas, e annupcioa: iisrrindoaa1 esUs grapa
Sendo dcaproprios assif nanles, e vindos assignados.
{ Segundas e SeaUs feifat.

Cidade da Parama e Tillas de toa pretcnco .
Gidadedo Rio <}ande do Norte, villas Iden* .
Cidade da Fortaleza, e villas dem......
V|| da .Uoianna.........I '
Cidade de Olinda .........'
Villa de Santo Anio .......
ranbuns e PovoaoSo do Bonito. .
Pitias do Cabo, Serinhaem, Km Fonnoso, f Porto Calvo, dem 1 II. si dUlodido.
Cidade das Alagoas, e Villa de Macet. dem dem.
ViUa da Pabw'de Flores.......... dem 17, d.ttod.tu
Todos os corraioa partero ao sacio dia*
Todos os dias.
Quintas feiras.
Das to, e ai de cada mes.
DIAS DA SEMANA.
9Q Segunda S. Feliciano M. ud. do Juix do criroe de Urda e sessto'd* Thes. P.
5o Terca S. SerapiSo B. RelacSo da manh aud. do J. dos Or. da Urde.
3i Qa'rta (yc'jtim) S. Quirino. Sesao*da Thesouraria Provincial.
1. de Novembro. Quinfa a'esta de todos os Santos.
3 SesU Coromemoracfirt dos defuntos. S. Victorino. Nato ha despacho. La ebeia s 9 horas
e i4 min. da taide
3 Sabbado S. Maiamiia* B'. RelacSo de manhl, a and. do V. Q. de Urde.
4 Domingo '. Orlos Borroraeo B. C.
tare cheia rara a dia 1 de Novembrq. .
As 5 horas 18 minutos da ranh As 5 horas 4* mtasstos da Urda.
SS F
PARTE OFFICUl-
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SENADORES.
Sessio en 3o de Agosto do i838.
Pressidenca do Snr. Mrquez de Bee-
peodr.
FeiU a chamada eachapdo-sa presente!
numero legal dos Snrs. Senadores, o Sr.
Presidente abre a sessio, e lida a acta da
anterior heapprovada.
O Sor. primeiro secretario da' conta do
expediente.
Ordem do dia.
Continua a discusso addiada na s*s-
sao anterrior do requerimeoto do Snr.
Paula Souza pedinde iDorsacdes ae go-
verno, feilo e apoiado na primeira discus-
sfo' da reaolucjo n. 3. que aotorisa .e
governo a iodempissar 0$ cidadios Ignacio
-Rigaud e Antonio Joaqnim Rodrigues da
'Costa das perdas que nostrarem ha ver
soffrido, em virtude da oceupseo das
suas propriedades pelas tropas da legal
dade durante a rebeliio que rebentou na
Rabia em 7 de novembro do anuo passsdo ;
e a iazer hum suprimento extraoidinario
vde 60 cootos de reis ao cofre provincial
de Santa Catharina.
Achando-se na ante cmara o ministro
da guerra o Snr. presidente declara adia-
da a discusso.
t. Parte da Ordem do Dia.
Sendo inlrod.uzido com as formalidades
do slilo toma assento e contmus
a segunda discusso adiada pela hora na
ultima sessio da emenda da cmara dos
estraogeiros. ao artigo da proposta do
governo Osando as forcas de trra pa-
va; o ano finau.ceiro de j8j9 a i84<> j
oni ueta mente com a do Sr. Paula Souza,
potada na sessio sobredila.
Fira a discusso adiada pela hora.
O Sr. Presidente d para ordem do dia
continuacio da discusso do requerimen-
to do Sur. Paula Souza, boje addiado 5 pri
meira diabttssfoda resoluco appro.vando a
aposentadoria do Snr. Jos Thoma Nabu-
ro de Araujoi o a lenca do brigadeiro oo
Egidio Calmon^ seguLado-se asmis ma-
teria dada para hoje.
Levantou-se a seasa as duas horas da
.Urde. ________
CMARA DOS DEBUTADOS.
SeasaS em 3o de Agosto.
Presidencia do Snr. Araujo Vianna.
Logaque se reune'numero legal de de*
eutados, he a berta a sessa, lida e appro-
ada a aqta da anterior.
O Senhur primeiro secretario da' conta
do expediente.
Qrdem do Primeira parte.
Continua a discusso addiada do 1. ar-
tigo do projecto da coromisso do com-
mercio sobre o privilegio que concede a
Roberto Coats, e emendas apoiadas.
Sfo apoiadas duas emendas a primei-
ra d<> Snr. Vianna, para que no contracto
3pe q governo fizer, e marque o mximo
os frotes que ella podera levar pelas car-
gas, qqe transportar, nfo podando este
exceder nqnea o qqe actualmente levio os
barcos de veljas qqe navegib nos mesmqs
portes: segunda do Snr. v\cidrada Macha-
do, mandando que p governo marque o
mximo dos fretes, qqe em todo o caso
sera' inferior aq que levio actualmente as
embarcacSes de vellas.
O Snr. Ferrejra Peona manda a mesa
lian reqqerimenlo para que fique addiada
a discussfo $0 proejeto at que a commis-
s|o apreseqte o sen parecer relativo ao re-
qusrisentp da romptnbia de Necterny ,
que foi remettido a dita pooimissa. a-
ppiada.
Q Sr. Vianqa offerace um requerimeoto
para que no entretanto se.peca5 ao governo
pelo ministerio < do Imperio todos os pa-
pis relativos a companbia da Nicthrroy
desde oanpo de i834.
He igualmente apoiado, e dando-se por
discutido o addiamento, saq approvados
ambos os reqqerimentof.
Entra em discussfo o seguipte.
A asscmblea geral legislativa resolve.
Artigo nico. He nulja e como tal fica
de nenhum eifeito a le da s-semblea legis-
I isla ti va da provincia deScrgipe, datada
em 8 de marco de t83^, que admite de
juiz de direto na referida provincia o
barbarel Manoel Joaquim de Sousa Brito.
Salla das commisses, 8 de agosto de
1837. Gonsalves Martina, Carneiro Le-
go, M. P. S. Velloso.
O Snr. Renques de Resende propSe o
addiamento desta resoluca, por julgar
qn* convem discutir se em quanlo se nao
depidir a questaO sobre a interpretacaS do
actq addicional. O addiamento he apoi-
ado, e depois de discutido, na5 se ap -
prova.'
Continua a discusso que fica addia-
da pela hora P,ra e passar a outro ob-
jecto.
Segunda parle.
PERNAMBUCO.
9OMKANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 3o de Outubre de
|8^8.
OPcio Ao Exm. Vice-Presideote ,de-
volvcndo-lhe o requeriqento de Rufino
Coethu d.t Silva, Tutor da Menor Elisa
Vaz de Piobo ejparapeqa qqe pedia urna
Tenca para a difa Menor remetiendo a
f de Officio do falecido Capito lose fran-
cisco Vaz de Pinho eCarapeba, e infor
mando sobre os servicos por el|e presta-
dos.
Dito Ao Inspector da Thesouraria ,
requisitando Ihe a f de oficio de Brav Ra-
mos Chaves Tenente Quartel Vfestro do
extincto 4.0 Batalhio d .*.' Brigada de
^lilicias detta Provincia que ora ped a
aq Governo Imperial Confirmacao deste
Pqjto.
Dito Ao Capito Coramaudante inte-
rino do 4 Corpo de Arti)heria para
que Ihe reraeltesse com rgenca os asen-
tamentos de praca do i. Sargento Ajudan-
te Manoel Pereira Barbosa que exislis-
sem no Corpo do seo Command.
Dito Ao mesmo remetiendo Ihe um
ojficio de Exm. Vico-Presiente e orde-
nando-lhe, que com o Capito Antonio Go-
mes Lial passasse ao Arsenal de Guerra e
ali examinase a qualidade do papel cartur
jtinho -destinado para cartuxame que
dizia o Director do mesmo Arsenal n*o
servir ,por arruinar a plvora em pouco
tempo.
Dito Ao Capito Antonio Gomes Lial
eommunicaudo-lfie o exposlo no antece-
dente oficio, e ordenando-lhe, que se
entendesse com o Capito Commandante
interino do 4-0 Corpq.
tiiro anex de Novembro se proceder a ar-
rematarlo do 4 nD? da estrada de Pao
do Atho desde a valla oue separa as larras
dos Engenhos Brnm e Poeta at a estrada
denominada do Barbalho avahada em
Ra. 18 835s7a 1. Os Licitantes sao con-
vidados a comparecer competentemente
habilitados de Fiadores idneos em os re-
feridos dias ao meiodiaa dar os seus lances
na Repartjcfo das Obras Publicas aonde
acbario patentes em qqalquer dia til as
horas do expedient aa respectivas Descri-
pcoens O rea mo tos e Condicoeos para
examinaren.
Inspecco das Obras Publicas 3i de Ou-
tqbro de i838*
Moraes Ancora.
PRFEITRA.
parte dp d 3i deOutub
T^WF 183
8.
DIVERSAS REPARTICOENS.
Continua p, discussfo addiada do a
artigo do projecto obre a enterpretaco do
acto addicional.
Vomfo parte na discussfo osSrs. Pau-
lino, Ribeiro de Audrada Ferreir Peo- 1
na, Clemente Pereira, Nunes Machado, \
GonsaVea Martina, eTost*.
A disoussio Boa addiada pela hora.
O Snr. Presidente d para ordem do
dia a mesma de boje.
Levanta a sessa5 deppi das duas hora
da ardtf
TRIBUNAL DA RELLAgAO'.
Sessio de 31 de Qutubro de i838.
Na AppellacioCrime do Jniso de Paz
da Cidade do Natal do Rio Grande do
Norte, Appellante Candido JoseCoeho ,
e Appellado Joio Henriqae de OliVeia ,
Escrivfo posthximo ; Nfo tomarlo conbe-
ci ment do Recurso por nio seto De-
nunciado mpregado P>eviiegiadO,
MEZA DO CONSULADO
A Paula be a mesma do num. i34
CORRER).
para
r
A jCharrtia 1,6 de Marco pacebe a mala
a Parahiba Jear Marafthio e Pa-
ra rarani*in _rei "..m-w o -
00 da 3 do corren te aa 4 horas da tarde.
pBRA PUBLICAS.
oi dial 1 i i J do projtimo fd-
Illm. e Exm. Sr. Forfo presos hon-
tem a roinha ordem e tivero deslino :
Francisco Antonio da Silva pardo Joo
da Cruz Biserra ,semi branco, Manoel da
Paixo,e Luisa, pretos esta escrava
de Anna RoBna de S. Jos pelo Sub-
Prefeitoda Kreguesia de Santo Antonio ,
o i.por ser desertor do j' Batalhio ,
o 2.0 por ter insultado a Francisco An-
tonio de Crvalhoo 3.* por ter furlado urq
gallo, e um papagaio e a ultima a requisi~
code sua Senhbra ; Domingos de Figuei-
ra branco e Mara Themoleo-, parda,
pela 1. patmlha do districto de Carmo ,
por briga ; Manoel tambara pardo es-
cravo de Antonio Luiz Gonsaga por hum
soldado de Polica a requisico de seu
Senhor; Manoel, preto, escravo de Ven-
ceslau Machado Freir Pereira da Silva ,
.Agostinho Henriqqe pardo e Rosa Ma-
ra', preta, pelo iub-Prefeito da Freguj-
zia du Boa-vista ,01.? por ter desobede-
cido e insultado ao Comtnissario de Poii-
cia e os dois ltimos per se terem es-
pancado mutuamente.
E' oque consta das partes boje recebi-
das n'esta Secretaria.
Dos Guarde a V. Exc. Prefoitura da
Comarca do Recife 3i de Outubro de
1838. Ilfm. e Exm. Snr. Francisco de
Paula Cav'aicanti de Albuqueique Vice-
presidente da Provincia. Francisco An-
tooio de 8 Barrete, Prefeito da Comarca.
CURSO JURIDIGO.
Illm. eExm. Sor.- Honfem pelaa $
horas da manba pouco nnisou menos ou-
?e um motim nesta Academia motivado pe-
los Bacbareia Antonio Borges Leal CasteRo
Branco, e Fabio Alexandrino de Carvalbo
Reia como V. Exc. ver da inclusa infor-
macio dos Drs Antonio lose Cocino,
Francisco de Paula Baptista e Francisco
f oaquim daa Chagas. Esta va fssead. Acto
do 4 auno o Estudante ioio Pedro Vieira-
3' tundo alguna outros vendo 00 le~%o
este Moateiro, ou prximos a portara 4
soldados de Polica espaihario o boato de
que eatiya edificio eereado de rppaa j 9


BBBBB1
*_

DIARIO
islo fo bastante pira os sobredi tos Bicha-
res que bs poucosdjas concluirSo cus
Formalura nterrora|;trem o Acto, gritando
que esta vio cselos, e fasendo o raotim
constante da referida nforraacio.
Anda quando Exm. Sor. eu tivesse
reqoisitado loica Policial ..jcoraa medida
preventiva ltenla a lubfienca alteo
tos os factos insultuosos de alguns Kstu-
dantes; que coacio se pode dar a respe-
to dos Esludantes roeros examinados que
nada tero de deliberar resolver ou vota-
ren) seus Eximes que se lmilio res'pos-
tas das materias Acadmica '/. E que c-
elo poderiio incutir 4 soldados que es-
tavio fora do edificio, e que mm visto
podio ser pelo Exudante examinado ? S
ue algum pretenda faser insultos ao. Len-
tes; e coro ess nolica de estarem prxi-
mo os soldados ; se conciderou coacto is-
. lo he embimcado de levar a'efTeitu o seu
mau intento.
Julgo pois do meu dever levar a respei-
tavel presenes de V. Exc. este crime, que
a ficar impune como ja outros podei
produzir terriveis conseqoencias. Que
insobordinacio qu>> despreso as leis ac
bao de pratii ar esses dous Barbareis que
assiot pe lu bario um Acto Acadmico, e
desacatarlo a aquelles mesmos que pouco
bata tinhio >do seos Mesties Que
exenrplo fontslo para a Mondado !
Continuarei todava a afirmar a V. Exc.
que esta Academia con la em seu seio Mo-
cos pacficos, modestos ;-bem educados:
mas alguns Estudanles turbulentos, ou or
gulhoscs e allanados lem pertendid per
turbar o socego, e boa ordem, que felismen-
te reinavaiKsta Academia. Avista d<> ex-
polio espero que V. Exc, tome em toda a
concideraco este neniado, e d de prom-
ptoaquellas-providencias que em su* si-
bedoria julgar raaii proficuas e justas a
fim de que a impunidad nao acorojpoem ,
ootros a pralicarem igoaes ou maiores dis-
turbios e insultos e os Lentes sejio de-
vidamente. reapeitados e garantidos.
Dos Guarde a V. Ixc. muitos annos.
Secretaria da Academia Jurdica de Olinda
3o de. Qatubro d* i838. lito, e Exm.
SeehoriSrucisco do Reg Barros Prest-
denle da Provincia. Mifeel do Sacramen-
to Lopes Gama. Director interino.
retn tambem presen* o Bacharel formado
Farias e o Escrivajo d .Cmara Figei-
redo. Advirto a Y./ji, que osa Bachsreis
perturbadores acabarlo de.se formar a pou-
cosdias.
Heoquotenlio a informar a V. S a
respejlo-
Olrnda 29 de Outufro de i838.
Dr, Francisco de Paula, Baptista Lente
da segunda Cadeira d<> 5.* anuo.
Reporto-me a nforraacio dada pelo Sr.
Dr. Baptista.
Olinda 39 de Oulubro de i838 .
Dr Francisco Joaqun) das Chagas ,
Lente da segunda Cadeira do 4- nno,
Illm. Snr. Refiro-sae a informaco
dada pelo Snr Dr. Baptista.
Olinda 29 de Outobro de t838
Doutor Antonio Jase Coelho Lente da
primeira Cadeira do 4- ,anno.
DE PER NA M DUGO
-"
Os Snrs Drs. Antonio Jos Coelho ,
Francisco Joaquim das Chagts e Fran-
cisco de Pauli B tptista queiro informar-
me ao p desta quaes t>s individuos que
hoje interrompero o Acto do 3. armo a
que V V. SS assistiro como examinado-
res.
Dos Guarde a V Y. SS. Secretaria, da
Academia Jurdica de Olinda 29 de Oulu-
bro de i838. lllms. Mira Drs Antonio
Jote Cielbo 1 Francisco de Paula B tptista ,
e Francisco Joaquim das Chagas. Miguel
do Sacramento Lopes Gami, Director
interino.
Srs. Redactores. Dignem-se V. Ms.
trausereveriiat, naseo Diario as Sfguintes,
n mal tracadas lindas de bum amante da
boa ordem.
Ci dadaos a mola real de nos-a socieda-
de he a boa fe*, que deve remar entre os
homens e faltando ella nao pode deixar
de sentir synlomas da perversidade e
malvadeza ,devepdo lodo aquelle que
pifa huma tal alteracio c -nec-rre, ou por
si, ou |>or intermedio de outrem cihir na
exeemeao publica e ser riscado daq'ella
matricula onde esto rubricados todos os
Cidadou, que forma a massa gen l de
Nosse Naci.
Nao fallo, como tocado de burea trai-
cao, porcm m >oeira de huma tromb
ta cujos ecos devem re lumbar al a roela
do Brasil, e. en toda a Atmosfera ,( para
que possamos Conbecer aquello, que de
rem >s arredr de ni, e que com ar'ri-
ooho, trata de trahir ao que nelte dep >-
sita sua boa. fe ; e como panilq ?
Qutes as p-nas que possap punir a
bum monslro., que transita entre nos em
figura humana ?
Como nio possa com erteito descurtir era.
nossas instituidla modernas, e mesmo
antigs hum meio de orreccao pi-
ra corrigii a huma vbora, que jaz en-
tre nos, por isso Unco mi da presan-
te meio, para que ao menos seja esta hi-
dra de n* conhecida e Ihe possaraos ,
quando quiser descarregar o mortal golpe
de suas viz aeces fu'gr-tie, e escap.r-
Ihe.
Sim he este o Sargento-mor Manoel
Illm. Snr. Tendo o Sor. Dr. Coelho
srgamentado ao examinando Joio Pedro
Vieira e passando a argumentar o Snr.
Dr. Chagas dapois de algum lempo cpm
messaro alguns Esludanles a sabir da Sala
doexame o que deo lugar a grande ba-
rulho e confusao aponlos do Sur. Doutor
Chagas parar os seus argumentos, Logo
depois entra rio para a lesuia Sala e o
Bach.arel Antonio LeaJ Cabello Braoco in-
lerrompeo o Acto coju grandes gritos pro-
nnociaodo em altas vosesas seguintes pala
vras Desaforo Aarmas e a forca sao,
que decdem dos grandes talentos delta A
cademia.
Estamos coalos. Lentes estupidos e pa
lifes.
Depois de ja plantad.) a confusao e a de-
zordemiderigio-se o B*charel Fabio Ale-
xandrinoCarvallia dos liis ^Cadeira em
Que o Sur. Dr Coelho eslava produzindo o
Ato e dalii gritou em alia* voses ao ea-
* minando que se rerass ; pois que eslava
cmcIo com tropa o Convento e acbava
aereado de soldados Concorreo milito
para a motim o- Estud into Manoel.Pereira
da Silva, que tambem vosiou ; mas, "-'i"
atend as suas palivraa. Nestaj- occis ao
cbegoii V.S. que.aquietou o tumulto
presidio digo, ssislio o resto do ept-
Fersw-lasienHioba.o Cotom-l B 1110 ogjez
o AUrs Antonio Jos do Espirito Sanio ,
o Bedrl Bernardo Azevedo ; e julgo esta
Ferrara de S e Xndrde morador no
seo Engenha Furado, na Fregu^zia de
S Miguel das Alagos que tendo pastado
hum Fica'aos heideiros do ndo Bento
Jos di Cosa da Pmca de Peroambuco ,
fora este domimento enviado ao Capito
Franci>c j Jos AlvA de Barros, morador
no seo Kngeiiho Jequi para promover a
cobranca, e leudo aqelle mesmO Sargen-
to-mor instancias suas obtido o abale de
hum conlo de res na importancia do Fi
ca que era de 3:ooot' rs. para pagar em
perodos cerlos e que por isso con'vinba
assgnar duas Letras de 1 loos cada huma
acconteceo, que aquelle mesmo Capito
Barros meencarregasse dessa commissio .
e como me acbava bstanle possuido de boa
f, acceitei a mesraa commisso, h do dia
7.4 de Setembro de 188 de animo paci-
fico me dirgi casa do indicado Sargen-
to-rnr (que antes o n9 fora) e ah Ihe
expuz, qual o negocio, que ali me condu-
zi.i ao que nenbnm obstculo apresentou
olraidpr, pedipdo-me logooFira, que
o. quera ver; e como o a valias-e pormim,
entreguei Ihe o referido Fica quo carre-
gindopom elle para o interior de <>. ca-
sa e passado agum lempo appareceo o
monslro, dizeodo-me, que como nada
devia por isso nem enfregava o Fic% ,
qoe Ihe havia sido confiado e nem assig
nava ai Letras ; e como escapar a Ira'jri
de huma fra ? Que formando os
venenesos de sua alia e bem conhecida
jierv- udade pr.j-cta devorar a baa re-
put^cio de bumCid^dio pobo, o de hum
Cdadio, que Jiaeia deposto toda a sua
confianca, naquelle quede rojo dirige
as bordaa.do precipicio ^ e da discoida.
Praza aos Cos, qoe esse Auctor de
Ifo bem tracadas artemanhas ebrasse dr sta
manet .rirpeia vez porem este foi
, por onde adquiri a
fortuna, que, agora possuo ; e quem ap
provoiao modo de obrar do Sr. Major ,
que aceleradamente atracou em hum of
ficiolioreod la por agora ficarei
alerta para vos fater sceinte de todo e
quajquer procedimento que de igual na-
tui eza fur obrado/por o Sr. Major.
Seo respeitador
, Manoel Correia Mello Jnior.
Srs Redactores. Com que prazer me
nao oceupo no momento de traca estas
linlus para a sua estimavel Folba e re-
montando-me aos pastados lempos observo
j hoje (com enlhustsmo o digo) a nossa
Provincia esto bello Pernambuco moilo
mais polido, avista, para assim dizer,
de hum anno esta parte O espirito p> in-
cipalmenle de Sociabilidade, Srs. Redacto-
res harmona, e boa ordem parteo qoe
vai-se desenvolvendo progressivamenle,
porquanlo j com satisfacaa contamos, a-
lem da Sociedade Harmnico Tbealral,
que foi a primeka Jiu>tituiaV con rais
tres de baile. Majios, que veru;sr ,'
a Aponra Eutei e Xcrpsicore e
concorrendo a qualquer deltas o \jue he
mais, em huma mesina noite como lem
acontecido em os das destinados s suas,
pirlidas, .nao pequeo numero de respei-
lavis Familias qua todas se ^nteressa
com aquella afabilidade e delicadeza, que
Ihes sao proprias em desempenhar comple-
tamente o fim da Sociedade ou para que
so convidadas. A Euterpina mesmo
que segundo a sin instituidlo j era no seu
cmico rnente freqUentada de alguns Jo-
vens com o fim de se dedicaren) s uas li
coesde dancas e passando--e no depois a
convidar Iguns Pas de Familias que se
presta rao proroplos a levar suas prendadas
meninas, em proporco j ella h 'je s v
melhormente ordenada e quasf regular-
mente montada e por fim j se conta
guarnecida de brilhante concurrencia,, e
frecuentadas at por hum ni'o pequeo
numero de Familias e cavalheiros que
tem sdo convidados. Eu mesmo que ti ve
de recebar o favor de ser lersbrado para ai
ultimas duas partida.*, nao esperei (fallo
Ihes com franqueza) achar como achei.
lamanha nem lio boa reuniao ; e nio sei
Se Ihes diga mesmo tanta ordem szuda-
za e at cortezaoia da parte dos Srs. So
cios de maneira que daqui ha bem pou-
co, se bem creio a Sociedade Euterpina
(j nio trato da Apolnea cuja di(Trente
poslclo e precedencias todos saben)) tem
debidamente preenchido o sen fim e che-
gdo aquelle auge qoe tanto deseja e
se empenha seriamente os ses incnsa-
veis Socios. Praza os Ceos que continue-
mos nio s nislo, como em' tudo que ais-
ser respeito a cvilisacio a dar provas ,
deque Pernambuco, nao invejando a sor
le das mais Provincias sempre foi e he
naturalmente amante do feliz estado de as-
sociacio, boa ordem e harmona em tu
do a despeito de ooeia duzia de indivi-
duos cujos espirito vertiginosos muito o
tom feilo empecer lalvez de proposito
wesmo para seu atrazo e decadencia em
quearespeilo se tem achado. SoU dos
Srs. Redactores
Patricio muito respeitador
O Pernambucano verdadeiro.
ra legislativa dira amen a todas iog-
gesloens Carlistas por que se poderiarn
impunimenle vomitar falsidades contra a
revoluco de Selembro ; desaccreditar as
suas instiluicoens e aggredir os homens
que mais conspicuos s tornaran) desde
alio na direccao dos negocios pblicos.
Nao omos nos propensos a justificar al-
lantados eleiloraes ou outros quaesquer
que elles sejam. Admiltimos com os
contemporneos Carlistas a impossibilida-
de de tornar a urna a verdadeira expes
sao da vontade nacional quando homens
nrmados se appresentain ante os collegios
eleiloraes quando se levam urnas paia
osa quando se aparem votos en comit
d familia a portas fechadas. Mai, onde
estio as provas de^es ttehtados V as cor-
respondencias anonymas dos jornaes Car-
tistas desde logo desmentidas por outras
que recebemos. dos proprios logares onde
se figurou a coaccio e da' violencia* Nes-
te particular nada excede a ferlilidade d
imagiuacao dos nossos contrarios (pinta-
ran o Porto entregue aos horrores da guer-
ra civil e da anarchia fallaram-nos em
vivas i devfnta n'uma pilavra em urna
rairap.
*,acot
EXTERIOR.
Lisboa 5 de Setembro.
ExpEssos Elietores.
Muicbaram as esperancas de hum con-
temporneo acerca do nosso melhoramento
em consequencia dos excessos qu<* se pra-
ticaram por occaso das eleicoens E" pa-
ra notar que'elle se contriste nicamente
pelas irregularidades doa circuios onde
triumpb >rani os Setembrislas. No reilo
nada ha para elle que estranhar ro se
snbordmou nio se caceleon- nio se ope-
ra ram escandalosas iyslificacd9. Esta
parcialdade indica de sobejoquala ori-
gem do diss.ibor do collega e quaes os
meios q' asea ver tudo remediaran). An-
nullem se as, eleicoens do Porto Braga ,
Feira Aveiro e Aegavre e- cauza da'
patria ser salva porque a grnale niaib-
subversao completa s porque corihecer.im
qu a maoria Ihes effa adversa naT*volac5es
parochiaes da cdade eterna.
O jornal de que nos oceupamos o
Crrelo de Lisboa .linda ha pouco se* es
merou em produzir as mais virulentas ac-
usacoens contra a conducta dos patriotas
em a cdade do Porto ell.s se reduzem
a que urna turba la rico u fogifete*!de noute
pela casa da assemblea que se pedreja-
ram dusveses as'janellas deste edificio
que se ofienderam igualmente diversas ca-
tas e correr ara pelas ras bsndo de .per-
turbadores affugentando e espancando a
gente finalmente que se derara descar-
gas da cidade para o lado de Villa Nova.
Note-se que estas occorreuciaa a pesar da
sa evidente exaggeracio ou anda falsi-
dade tiveram logar depois de entregue
aS listas na urna e em logares remotos
das assembleas eleiloraes avist do qu*
indubitavelmente se manifesta a nenhma
influencia que taes eventos podiam te> as
eleicoens
E' verdade que em Guimaraens se rou-
baram as actas dos conceUios do circulo
este crime deve ser punido inexoravei-
mente e em consequencia o Goveruo ac*
ba de drdenar que o respectivo Adminis-
trador Geral colhendo quintos esclarec-
mentos for possivel sobre o faci remella o
resultado ao poder judicial, a fia* de que
sejam conhecidos os perlubadres da sem-
Ihante attenlados. Esperamos qoe se ado-
pten) as mesmas providencias para ebuhecer
de igoaes excessos pralicados no Conceibo
de Ponte de Lima e alguns, Onde se a
presentaran) bandos armados exigira a
acceitacio de listas Carlistas. Nio, se deve
o Governo limitar a desenvolver actividade
somente contra os abusos pralicados em um
sentido todos elles sio iguaes ante a le
lodos devem era virtude della ser reprimi-
dos.
Nio he possivel tolerar que o Correo pa-
ra des>fogar magoas diga que os homens
do partido popular vio opprimindo o po-
vo com tributos e que por arredondar pe-
riodos accrescente cobrindo-o de opro-
brio e de miseria.
Que fareis vos em nor da Carta mais de una vez em vio lemos
perguntado se achando em 9 de Setembro
urna divida estrangeira enorme dezoilo
meses de rendimentos pblicos anticipa-
dos tres mil contos de papel-moeda nio
mortisados qoatro mil contos de des
pesas atrasadas e os bens nacionaes quasi
desbaratados tivesseis a cobrir om dficit
annualde 3.5oo contos e outaoaccmula-
do de mais de 8:000 confos ? Se d toda
a parle vos pedissem juros asnortisacio,
dividendos sidos, panses montepos,
ordenados ? Valeria anda dessa vez.a al-
chyma das vossas opercoens financeiras
_ os ioexgoiaveis recursos de um crdito
de que abusasteis para empenhar a gera-
co presente e futura? Disei pdis, edi-
^ei catbegoricamente; como era possivel
salvar o paiz sem recorrer aos ipostos
ouze negar que voz tornasteis o seu aug-
mento indispensavel e nos vos proclama-
remos supeiiores aos Colbert e eos Netker.
Respondis mais : quem concorreu para
o augmento da nos-:a divida em Julbo de


H!
HMM
DIARIO BE hERNAAtP<70
133; qaem fez depreciar qsnosos fu-,
do quera pretende'faser-noi passar por
uin povo indiano da liberdade quem
deserve o Portugueses como Hotteutotes
quera maldiz constantemente a nova
ordena d couzn. fingindo-se celador do
pacto que as ligilima ?
Socrgue o contemporneo cora as suas
apprehnsss sem duvida excessivas, Elle
sabe des b*jo quil o quad> o que se obser-
va em Ingliterr i por occasiio da eleicoen
onde sgastam fortunas, se deslampiro to-
nei* de cerveja ese distrihuim militares
de murros accredit que todos os nossos
desvos juntos nao exceder os desvarios
dos Gllioj de Albion que sai reputados
os constitucionaes por exceilencia.
( Do Nacional de Lisboa N. 1109 )
*.
NOTICIAS DIVERSAS.
Discoberta do segredo dos peltiqueiros
da India.' O lente Huiln di/, que as
cobras que os peltiqueiros indianos enrs-
elo impunemente no braco e no corpo sao
esfregadas com opio operacio que as tur-
nio inleramenie inoQensi\as por iso
Sie as entorpece. Os effeitos do opio du
o quinze das n mits vezes trez sema-
nas. O lente Huiln verificou este fac-
i por experiencia propfia. Comprou hu-
ma deSss:C' bras e, qninze dias depois .
entrando no lugar era que ella se ac'nava ,
alacoU-o o reptil lo inesperadamente e
com tanto vigor que se nao he inmediata-
mente soccorrido por hum criado pagara
com a vida a sua imprudencia.
Leitoreslde Jornaes. O poeta Shene-
tone diside os laitores da jornaes em sete
ctasses ': 1., os maliciosos e invejassque
examinoa lista das fallencias : 1., os po-
bresi que' vgo vero preco do pao," 3 o
agiota que l as mentiras do dia ; 4* ? 8
donzella-tia que medita nos annuncos de
casamemos 5 5., os monopolistas qu so
s oceupio com os artigOs que ameacao sec
ese pfssimas colhetas y 6 o prodigo que
ancioso procura o rol dos bitos para ver
se morrea algom prente rico; 7., as
meninas de r3 a i5 anuos,' que lera os ar-
tigo onda se da conta da rr oca que foge
de casa de seus pas para casar-se em Gie
loa Green cora hum Adonis que tem gr<
d porcio de amor, e grande falta de
dnbeiro.
Difficuldades de hum redactor. Hum
pobre redactor nao pode dar hura passo
sera pisarnos cellos de algaera. Su ex
prime a sua opiniocom franqueza eintre-
pdez he arrogaMe e presumpeoso. Se ci-
ta fictos sem os commentar nao se atreve
a declarar os seus sentiment deliciosamente combateas o pinoes e actos
da hum alto funcionario aecusio o de
hoslilidade pessoal. Hum estulto que rae-
de as palavras em'verso como hum caixei-
ro mede cadarso s varas, d-lhe hora
sacco de necessidades que tinem como tr-
ros velbos e se o redactor porque tem
senso commum, as nao publica recebe
logo ordem para suspender a remessa do
jornal que o assignante to quer prole
ger hum hornera to falto de gosto e lio
meo juiz. Hum murmura porque o jor-
nal be demasiado literario outro porque
nio tem bastante erudcao. Este ralba
porquer os annuncos t mi rauito lugar ,
aquelle queixase de que o jornal seja tio
grande que nio tem lempo para o ler
Hum quer que o typo sejo to pqueno,
que nao seria possvel ler o jornal sem hum
microscopio, outro ameaca largar a assig-
natura se a letra bao ti ver pelo menos
meia polegada de comprido. Huma Sra.
ohegou mesmo a offerecer paga dobrada ao
redactor de hum jornal que assignou se
este Ihe mandasse o seo exemplar em ti-
po igual queHe com que se imprimen) os
cartazes. Em huma palavra nao h as-
signante que nio d conselhose que nio
queira que se adopte o seu plano de redac-
cio e o Irab ilbo de Sisypho era hum
mero recreio comparado cora o de hum
redactor que quer contentar a todos.
(Folhas lnglezas )
Agricultura. He objeclo de conver-
sa cao 00 Pteaaor.le bu acto de alia eco-
noma poltica, pelaqual o ni Carlos Al-
berto acaba de marcar airada na maio-
ridade do seu filho primognito, o duque
de Saboia.
O rei desanexou do dominio da coroa
um territorio de ressrva de vasta exleosao,
afluido na parte a mas frtil e a milis po-
pulosa daStrdanha, e engindo hum mu-
nipio a pirte, com a denominaciS de Vc-
tor Manocl uome do principe real, ceden o
em plena e absoluta propriedade a huma
socied-'de de agrnomos encureados de
inlroduzirem ali huma agricultura-modelo,
cojo primeiro effailo sera' demonstrar, nad
por simpas tli-orias, mas por exemplos, a
superioridade de potencias que tem consi-
go o systema da propriedade privada e
as vantagens que he convidado a conquis-
tar Siibreoantigo syitem feudal. Esta em-
presa cujo punsamento, alera disso, so-
be a muilos annos, ha considerada como
huma das mais importantes e mais ricas era
porvir, que at agora tinhai oceupado o
mundo industrial.
Os termos em que sao concebidas as
cartas patentes que acabo de ser publica-
das atlesto os cuidados extraordinarios
que o governo toraou era cercar este es-
tabel. cimento de todas as condico-s que Ihe
podem assegursr o bom xito. O rei
declara cora ePito de o tomar debaixo
da su* proleccio pessoal e querer dar
disto hum honroso teslemunho, unindo-
llieo nome de seu filho primognito : li-
be*tta-o por 45 annos de toda a especie de
impostas ou contribuicoes quaesquer as-
sm como dos direitos de alfndegas por
Serto numero de anuos e encarreg o
inspector da engenharia o major Carbo-
narri de dirigir os trabUhos de arce.
O major Carbonarri dizera os corres-
pondentes de Turin lera ja habitado por
muto tempo a Sardanha onde foi direc-
tor das pontea e calcadas. He o creador
de bi-lUs estradas que hoje cruzao esta ilba ,
amigamente chamada o celleiro de abun-
dancia de Roma eque ficou a trra mais
frtil da Europa. Alm disso he ao mes-
mo major Carbonarri que se devem des
de i83i os esludos do vasto projectoque
boje se realiza t depois de se ler sonhado
com elle por lauto lempo. Notemos que o
nome fraocez nao he totalmente estranho a
esta b-!U empresa pois que o oajor Car-
bonani hum dos bomens mais dislinetos
do Piemonte, fui alumno da nossa escolla
poltechnica e que os tres principaes c-
cessionarios pertencem Franca. Hum
delles he Mr. H'. Ferrand de Belley.
( Le Com merca. )
('ornal do Commercio de 5 do Outubro
d i838)

VARIEDADE.
Destruico das formigas.
Numerosas experiencias tero comprova-
do a eficacia da seguinte receita.
Agua-ardente 1 quarlilho.
Assucar roascavado 4 l(a oitavas dissol-
das na quarta parte d'um quartilho dV
goi.
Depois de bem encorporadas etas dro-
gas enchem-se pequeas vssilhas que se
collocn nos sitios onde as formigas costu-
ma5 reunr'-se. Este lquido attrahe as
-formigas que o hebem, al cahir-lbe den-
tro Houve quem conseguiste afugentar
as formigas, e outros insectos esplban-
do roda dos p* das arvores fructferas
hagaco de carrapats do ricino (palma
christi), e chegasso al a reconhecer que
as Ierras estrumadas com este residuo sio
livres de formigaS.
LOTERA DA M. DA BOA VISTA.
A' vista da extraccSo que tem litio < s
bilbeles desta Lotera restando apenas
hum pequeo numer.> dos mesmos i ven
da espera o Tbesouriro que o andamen-
to das rodas tenha lugar por todo o mea
corrente; para e%m fino convida pelo
prsenle as pessoas que bouverem de com-
prar b;1hetes a roncorrerem quaulo antes
6 compra desse resto que existe para se
poder brevemente mai car o dia do refer 00
andamento dis rodas.
AVISOS DIVERSOS.
f^> Joaquina Goncalves Guimaries .
faz siente ao respeilavel publico e mui
principalmente a >eos credores o dev*do-
res que o motivo de sua mudanca da to-
ja que oceupava n praca da Independencia
n. ai ii, nao foi mais do que,' por
nao querer continuar a pagar pela raesma
loja a renda annual de rs. Gootioo (alem
de 10 por centomasde novo imposto ) ,
n pela mesma razio o Sr. vine Prezidente d.i
Provincia officiou a mesma Ctmara, que
visto os Indinos nio querer arremata-las,
quefossem despejados em ?4 horas pira
depois serem postas de novo em Asia pu
blica> por renda annual e por isso o
anounciante.faz vnr, que em quinto as nio
tornar arrematar ( visto que na mesma tem
soa nrraacioe mais bemfeitorias) est rezi
dindo no sobrado D. 4i na ruada Pot
segundo andar pira onde se mudoucom
todas aS fazendas de sua loja.
(J^ Alugi-se oaegundo andar de hum
sob ado na rm do azeile d P
o pretender dirija-se ra do Vigario n.
ai 110 segundo andar.
-i. O abaxo assignado avisa a aquelles ,
qie se diguavi servir dos seus prestimos
em Cirurgia e que aioda quizercm con-
tinuar que elle mudou a sua residencia
para o i andar do terceipo sobrado do la
io direito na ra da Penha.
_ Precisa-se fallar com o Sr. Vanoel
Ferreira Diniz ,' natural di Illn de S. Mi-
guel e ao Sr. Maooel Ignicio Garcia,
natural do Bispido de Angra filho do Sr.
Antonio Garcia : queira por este Diario
annunciar as suas moradas para se Ibes fi-
lar a negocio.
Arrenda-se hum sitio com huma
bja c.iza de vivenda e cmodos suficien-
tes para fimilia tem varits arvores
dfructo, e huma estribara pira caval-
los; tem aonualmente pasto para 6 vac-
casoa mais e boa agoa de bebe.'; situa-
do no logar do Arraial : quero o pretender
diriji-se a ra do Crespo D. 7.
_ O Sr. do engenbo Serrana j fregue-
zia de Jaboalio que no D ario de segun-
da feira 29 do corrento aonuncm adiar-
se no dito engenbo hum negro que rio
dizia qaem era o seu senbor sendo tenha
os signaes seguinles, pode manda-lo en-
tregar na ra nova da Cidade de Olinda ,
adiante da Igreja da Misericordia, do
aaesmo lado ao primeiro sobrado grande ,
pagando-se-llie todas as despezas .esta-
tura bastantebacha, idid mais ou meri.s
38 a 4 annos naci Conga sm denles
uo queixo de cima calvo, d >s olbos ver-
mrllios, o cabello do alto da cabeca comi-
do, imitandoa calo porem precedido de
carregar na cabeca, ps mutto piqueos,
e tem no braco esquerdo humas marcad da
sua Ierra.
fl^ As pessoas que quizerem apren-
der ; lingoa Franceza por preco cmodo ;
dirja5-sea ra Velha em huma caza junto
ao Ferrio.
^_ Precisase de humCapello para hu-
ma caza particular nesta praca, todo o an-
no e por tempo da festa hir dizer missa
em hum sitio distante desta Cidade roei
legoa : o Reverendo Sacerdote que quizer
ajustar-se, dirija-se a ra Nova armazera
D 3o.
Findos os dias da Loi se ha de ar-
rematar em praca publica perante o Sr.
Dr. Juiz do Civelda a. Vara, na ra No-
va Komi morada de caza terrea sita na
ra da ramboa do CarmO D. 7 com quin-
tal cacimba, boa agoa de beber duas
salas, e dois-corredores duas alcovas ,
duas portase burnajanella bons alicerces,
eem ponto alto; huma caza no fundo oc-
cupada com hum forno que servia de co-
zinha amigamente que cota o mesmo ma-
terial a huma pequea despera pode Ten-
der algum lano por ler portas para serven-
ta para hum beco hum tanto largo: tem
de largura a5 a 3o palmo, e de fundo
180 pouco p*ais ou menos boa para le-
vantar sobrado.
_ O Bacharel Formado Pedro Pereira
da Silva Guimaries mudou a s' cia para a ra das Cruzes n" o t andar,
onde o podem prwrurar as pessoas que
com elle interessa fallar.
_ Quem perdu hum Dicronarie In-
gler dij'a-sa a Pracinha do Liviounje
loja da Joio Carlos Pereira de Burgos Pon-
es de Len que dando os signaes certos
ser imrediatamente entregue.
_ Os Senhores Jos dos Santos da Sil-
veira Marcolino Goncalves de Araujo ,
Antonio Manoel de Carvalho Guimares,
Jos Antonio da Silva Ferreira Jos Al-
ves Gama Joio Vlanoel de Olivefra e
as S nbor-'s Mara do Carmo Baptista ,
Ignacia Mara da CoRceicio, D. Anna
Francisca Aehiole queira annuneiaf suas
moradias nsta Pr.>ca ou fora diflla para
serem procurados a negocios que Ihes fa-
zem a bem.
_ Preci-.a sts de hnma mulher prela e
furia, n que s"a desembaracada, para
criar de leite a hum menino de pouco nas-
cdo: na ra do Collegio n. 8. lado de
ierra 1. andar.
Avrsa-saaosaddid^s do Carpo d'En-
gajados sto'he os puzanos que tem bi-
godes que sexta feira a do correnl as G
horas da rnanha no arial do Brum est
formado o Corpo para revista de mostra ,
assim como depois da revista tem exer-
ccio ; e depois doexercicio, d as guar-
das da guarnicio da Praca. Espera-seque
os mencionados addid<>s nao falten, como
filtarao ao i avizo para as 4 horas da larde
no Campo de Palacio Velho.
Quem anriunciou em o Diario de
Terca feira querer comprar huma morada
de casa d'hura sobrado na ra de S Gon-
calo, dirija se ao Hospital do Carmo no
primeiro quirto do segundo andar.
-_ A pessoa, que annunciou querer
comprar a Giiatt dirija-se a ra das
Flores caza ultima junto ao armazem de
porta larga.
Victorino Augusto Birges comproa
por ordem e canta do Sr. Maooel Du-
ira de Suiza do (ear lre.- m>-io< Bilbetes
da segunda parle da segunda L >leria a f 1-
vor das obras da Matriz da Boarista dos
Ns. ai 1-3438 -3443.
Des. ja-se fallar cora o filho do fal-
lecido limito Moreira Jordao ou com
quem saas vezes fuer nesta Praca, ne
gocio de seo interesse.
Qaem annunciou no Diario de 3i
de Ouluhro querer comprar hum sitio com
baixas para capira ; grande e cora terl-as
para plantar ; dirija-se ao sobrado de hum
andar e sota no atierro dos Affogados ,
defronte da casa do vjveiro do Moniz.
Precisa-se fallar 90 Sr. Joio Anto-
nio Soares de Abreo ; por obsequio quei-
ra aparecer na ra do Queimado' loja D.
5 de EHztbio Pinto & C.
A pessoa, que annunciou ter prrei-
zio de huma negra de aluguel para o ser-
vico de huma caza, dirija-se ao pateo i
Hospital do Paraizo D. 33.
Quem precisar de hum negro de na-
ci, rijo, e muilo sadio, bom para todo
o servico principalmente para sitio, ou
engen
lio, em tira muito bom
para
hum
Senbor que tenha que dar-lhe a fazer bas-
tante de manli at noite, dirija-sa
ra da-Larangriras casa D. 3 que achara
com quem tratar.
O Sr. Dr. Joio Caetano Lisboa quei-
ra entender-se com o Commandanle da
Escuna Lebre, para Ihe entregar huma
encommeoda viuda do Rio de Janeiro.
OSr. que quer 3oos' rs. a juros so-
bre huma bipotbeca de hura escravo hu-
no de boa figura dirija-se ao Recite a ca-
za de Manoel Pereira Caldas que Ihe di-
r quem pretende esta negocio.
Fretende-se huma mulher branca ,
parda, ou prela, de bons coslOmes que
saiba coser engomar, e co/inbar, para
o servico de huma caza capaz de peque-
a familia: a pessoa, que seachir nestas
circunstancias, queira dirigir-se ao atier-
ro da Boavisla casa D. 19 primeiro an-
dar que achila com quem tratar.
Deseja se saber se existe nesta Pra-
ca o Sr. Francisco Luiz Guimaries; o
mesmo Sr, queira por favor dirigir-se a
ni a do Crespo D. 7 ladodosul.
OSr. Ilraz Ramos Chaves, queira
dirigir-se aSecretaria Militar, a fim de
assignar hum requenmenlo enderecado ao
Governo Imperial pedindo a Conlirmacio
do Posto de Tenente Qaartel Mestre do
extinelo 4. Balalbao de Milicias dita Pro-
vincia.
Quem ti ver e quizer allugar ba prett,
ou hum moleqi'e que saiba connhar, e
comprar na ru e que seja fiel, dirija
a roa das Flores caza D. .
> ..
se



D I X R l O D E I E R N A M B C.
O Barco Natural Bandada f)i; da un
pu a outro emisferio tero andado de
noria a sul ja se passou o lempo ero que
devia cbegar i de seis dez meses 3 an-
no 4 mezes e diai e por ora nada de
novo qoem quitar que a diviuhe.
Praciaa-se uro caixeiro para venda ,
e que da asesina tenha alguma pratica a d
flanea a sua conduela : no forte do mallo
ra do Amorim a fallar na venda de Anto-
nio Jos llamos que dir quena precisa.
Quem precisar da mandar condurir
material para obras em cassarabas, ou
mandar ronduzir entlho ludo por pre-
co commodo sendo no bairro de Stnto
Antonio dirija-se a ra Direila D. 54.
AVISOS MARTIMOS.
PARAOASSU', com escala pelos Tou-
ros o Hiate ConceicSo Oliveira, quu pre-
tenda sabir al o dia G de Novembro; quem
nelle qdiser carregar oU bir da passagem
dirija-se a bordo do mesmo i'andiado
defronte da Lingoeta.
- PARA O H^VRE, a Barca Francesa
Manrique e Luza, tendoamaior parla do
seucarregamento engajado sahir iropre-
terivelment at o dia- a5 da Novembro .
quedi na mesma quiser csrregir ou hir da
passagem para o que tem excedentes com-
raodos queira diiigir-se sos seu* Consi-
gnatarios B. Lasserre & Companbia ra
da sanzalla velba D. 4-
PARA O MARANAO' sahir com
toda brevidade que for possivel o ben
onhecido Brigue Olinda ancorado defron-
te do trapiche da alf.mdega vell i ; quem
quiser carregar ou bir de passagem diri-
a-se a casa da viuva Gonsalves Ferreira
& Filhos na ra da Cruz.
PARA O ASS' e Touros,. a bera co-
nbecida Sumaca Liurentina Brasiluira, Ca-
pitio Antonio Germino das Naves, preten-
de sabir com toda brevidade quem na
mesma quiser carregar ou bir de passagem
paraoquatem encllenles com modos di
rija-se ao Capitio ou no sea poprelario
Lcarenco Jos das JNeves ra da Ciuz
a. 3j.
PARA A BAHA o Brigue Carolina ,
deve partir impreterivelmente amaulif 3 do
corrente s recebe alguns passag-iros : a
tratara bordo com <> Capitio, ou com G.
A. de Barros, detraz do Corpo Santo Dt>-
cima 67.
LEILAO'.
Que-pretende fazer rfarrisonsLatham
e Hibbert, de fazendas limpas e avariadas,
sendo das ultimas algn* fardos da chlas
Coromandeis&c. na casa de sua residencia
ra da alfandega velba n. 9 na segunda
feira 5 de Novembro.
COMPRAS
O folheto intitulado Gala lea ; quem
o tiver an'auncie.
-' Urna lanterna mgica em que se re-
presenten) as principaes cidades da Europa.
VENDAS,
- O Numero ;5 do ECtfO da Religo
e do Imperio : na praca da Independen-
cia loja de litros n. 37 a 38.
Urna banda nova para official,
por commodo preco : na ra de agoas ver-
des D. 36 das 6 as 8 boras da manh e
das3 as 6 da tarde.
Sais quartos por preco commodo ,
ebegados ltimamente da provincia do Ce-
ara : a'apraca da Independencia^ loja nu-
mero a.
Urna venda com poucos fundos com
commodo> para familia a porta indepea-
dente da venda, na ra do Rangel D. 9', as-
nina como orna escrava creofa de 1 a ib
annoi deidade cozinbao diario de una
casa, lava e engomma : a tratar na ms-
ala.
r JJota negra moca, de bonita figura ,
sem vicios bem achaques sbe coziobar ,
e coser :' m ra no Cn-po IX 4 'a^ es"
querdo. bindo para o Recife_.
Um preto de angola de idade de a5
annos sem vicios a vista do comprador
se dir o motivo : na ra nova no priraei
ro apdar do sobrado que lem a loja de r|u-
artinas ou na casa de Nev junto ao The
airo. ,.
------Ovs seguintes Kvros: Itenerarios dp
Rio de Janeiro ao Para Maranhio eom
roappas, historia d Barsl resumo da
historio natural, historia da revolocio
frarietza, regulamentos da alfandega, cona-
titaicio poltica vademcum, biblioteca
constitucional, novas guias da Guarda Na-
cional guias dos juizes de orfios, raa-
ri'uaes lacnicos reglamenlo particular
dito novo diccionario dito historia gn
ral dito novu diccionario dito cartas so-
bre a framaconaria maconaria symbolica,
guias dos roacons escoceses. mana do jo-
go casamento por vinganc* solitario de
murria, os amantes desgranados, Galala
s amigas rivaes, historia de Roberto, Hen-
ee ruge : na ra do Vigario n. 16.
Bichas boas : na praea da Boa vista
na venda junto a botica de Joo Ferreira
da Cunha.
Urna negrinha de dada da 9 a 10 ao
nos, de linda figura, e abil para ludo
na pricinhado Livramenlo D ag.
- Um escravo moco proprio para o ser-
vico do campo: na ruado Arago D. 18.
Urna escrava de naci, de a5 annos de
dada, angomma coznba a lava roupa,
com ama filha de 10 annos urna preta de
maisde ao annos coainba lava roupa, e
faz todo o mais servlco de urna easa he
d bous costumes em razio de nao ser anda
de ra ; euro preto de ao annos ptimo
para todo o servico : no pateo de S. Pedro
sobrado de um andar D 8.
Urna escrava de idade de a 5 annos ,
coznba o diario de urna casa e sabe ven-
der na rut : na ra do Queimado D 5.
Urna negrinbade 13 para i3 annos ,
sem vicios itera achaques : por delraz dos
Martirios venda da quina onde est colo-
cado o tanque do Srv Vicente Ferreira Qc
mes.
Uros ras de ndra a ral rom ch*os
proprios sila nos a (Toga dos na ra de S.
Miguel, por preco commodo: a tratar nos
aff^gados na quina do beco do quiabo com
o Reverendo Padre Chrislovio.
Sal do Assu' prximamente chega-
do abordo do Brigue escupa Aractly,
fundiada defronte do caes do Trapicha no-
vo : a fallar com Antonio Joaquim de Son*
za l'ubt'iro.
Ou troca fe pr urna escrava que sai-
ba peifeitamen'e engommar um molato
official de alfaiate moco da bon>ta figu-
ra 1 e boa conducta : na ra do Queimado
D. 3.
Cinco canoas pequeas muito boas e
por preco commodo : na ra nova arma-
sen) de louca fina O. la.
-- Urna escrava de bonita figura, moca
e com habelidadas : na ra da penlia no
a. andar do sobrado D. 5.
*-- TJma obra de Casado Giraldas: na ra
Oireit no primeiro andar do sobrad De-
cima ij
Superior Rape princesa da Baha se-
mediante ao melhor princesa de Lisboa ,
as seguintes lujas : dos Srs. Antonio Jos
Bandeira da Mello Antonio Teixeira Bas-
tos Jofio Henrique da Silva Joad Mara
Se ve a na roa da Cruz do Recife defronta
da cacimba n. f 4 em cojos lugares o seu
preco geral be de mil reis cada libra.
5- Um terrea* na margem do capibari-
ba muito peetoda praca e proprio para
olaria : na ra Direita I). 4.
Urna nappa do gento de angola de
idade de a5 anisa* pouco mais ou menos ,
lava angomma e coznba o diario de
urna casa : aa fvaca da Boavista D. 10.
D'uas oegainhas de idade da 10 a 11
annos : no bac do Veras sobrado novo.
Urna negrinha de i3 a i\ annos,
de linda figura engomma cosinhu o
diario de una casa, e lava de sabio: na
ra Direita D. ao lado da fgreja da Livra-
mento.
Ecell.;le farinha. de mirho, m bo-
laxa americana em sacas a brridad : na
roa da Cruz n. 17.
Urna escrava de 3o annos, paci
congo, lava taita bem dt varrela, bea
qnitanderra engomma e cozinba ,, a
vista do comprador se dir a motivo ad-
ver-se que se prefere para fora da provin-
cia : alraz da Matriz da Boa visla na se-
gunda casa a fallar eom Manoel Elias de
Moura.
~ Batatas inglesas ara, gigos queijos
londrinos presuntos frescos pozes de
scidltes em caix oj grandes e pequanss cha-
rutos da Hav.'na likdochegado' u,Itimamen-
le : na ra da alfandega velha n. 3.
-- Aroeixas passadas rauilo superiores
a frascas era bocetas. da 3 a 4 libras a meia
a 1600 cada urna rap de Lisboa ltima-
mente chegado, em libras a oitavas cha
isson a perola tudo superior : na ra do
Cabugloja do Bandera.
Chapeos castor finos branoQS a 7500
ditos pardos e brancos mais baixo, a 4oo >
ditos de maasi de forma moderna a 4o,
a nutras militas fazendas a preco commo-
do : na ra do Cabug toja do Mello.
-- Urna casa torrea na Boa vista roa do
cotovelo D. 3 ao voltar da S. Crus a casa
de urna porta e duae anellas a ponco aca-
bada de Ser construida, salla forrada, chaos
proprios : na ra do Rczario toja de enca-
dernador.
Urna morada de caaa de sobrado de a
andares e soli eom chaos proprios sita
na ra do Amorim n. \oy. a trabar na mes-
ma ra na tenda de ferreiro de Joaquim
Bernardo.
-. Urna negra creoula para fora da* trra
ou para o matto e outra de naci rau-
carabique para trra de bonita figura e
com hahelidades : na ra de Hortas sobra-
do de uro andar D^a5 de manhi at as
8 horas e do meio dia as 3 horas.
Tres cepos bons para lalhos de carne:
na oimboa do Carmo D; ao onde tem um
talho.
Um molecote de ia a i3 annos, de
bonita figura sem vicios e com princi-
pios df sapateiro : na roa nova D. 33.
Dois moleques e duas negrinhas de
idade de :oa ia annos, e de" naci angola:
na ra do Queimado loja D 7.
- -- Os livrns seguintes : historia da re-
volucf o dn Colombia. m heapaahol, dic-
cionario histrico dos cultos religiosos em
francez diccionario de (ranees para itali-
ano, e dito para francas, novo dicciona-
rio portugus de Fonsec., tudo por pre-
co commodo : na loja de Jlo Carlos Perei-
rade Burgos.
" Lgica, Methafisica, e -Ethica da
Ponelle em muito bom uzo e por preco
commodo: na ra do Cabug sobrado de
dois andares defronte do beco da larangei-
ras 5.
Urna flauta de abano eom 4 charas ,
e por preco commodo; na roa de agoas
vrdes D. ao,.
Oo alugo-se dnas canoas, orna gran-
de ja osada, quecarrega 800 lijlos, a pro-
pria para atierro e urna ora a de carrei-
ra que pega em la pessoas : na ra nova
loja de ferragem D. 10, oq a fallar no mun-
do novo coro Jos Marques Vianna.
-- Um escravo canoeiro, moco e de
boa figura : na ra. Direita sobrado dp a
andares na quina do beco do sergado po
segundo andar.
Ou lroca.se urna escrava de naci ,
de idade de 18 a 19 annos eugomma e
cozinha tudo bem: po pateo do Carmo
D. 7.
Um es vallo melado de bonita figura ,
carnudo a muito ardigo: na ra Direila
loja da couros D 18.
Urna roolata de bonita figura e mo-
Ca com todas habelidados a sem vicio
Igum : na ra do Crespo D. 5 lado porte.
Sorvetes da diversas fructas a oiui-
lo gelado a 160 rs., a bichas a ao,ooo o
canto : na ra da Aladre de Dos no bot-
quisa.
- Urna porjeio de madeira de condurn',
urna'Irave de 5o palmos, a outras muitas
de 40 palmos para baixo todas de muito
boa madeira por ser de mangue : a ver na
prja do rollegio, a tratar na ra do Ran-
jel com Lu/. Jos Marques.
TJm sitio em S. Asnrinbo com casa
de vivend de pedra e cal com a fiante
de 3') pajmos e fundo *i 50 a outra dita
encostada a mesma, com 18 palmos de
frepi.ede fondo 38, com estribara, ao
lado do outro oitio sobre pilares a com
astanttssrvoredos de fructos e campo
paractfai- ifrrw*Ji J>'tfr 4<> Cldarej-
; ...;' ,.^
ro D. 41 00, annuncie sua moradada p,-
ra se procurar.
cn em porfi e a relalho, anaes de tcito,
Qu,niilano oratorias o cavalleiro deFan-
blas, Gil Braz, AriUim,aica de Besout,
guia da conversaco (ranersa e pnrtugueza ,
Fonseca Diccionario por luanas vjda de
D Julo de Castro Simio de Nai>" ,
Balbi tratado degaogiafia rediguU por proa
ocied,adc de itralos portugueses Xheirs
revolelo Francaza a penuas para escre-
oer tudo a preco commodo ; na ra nova'
loja dehvros D. 17
ESCRAVOS FUQIPQS.
Pelas 8 horas da noite de aa de Ou-
tubro, desaparecen da casa de Antonio
Teixeira Lopes un seu escravo de nome
Miguel, naci congo, representa 18 a ao
annos de idade sem barba estatura or-
dinaria cor retinta, cara redonda, olbos
vivos cabeca comprida lera 01 dedos'
dos ps muito pequeos e alguns acaval-
gaos por cima dbsnutros, e no braco di-
rei.) tem a marca T sigual que trouxe de
sua trra ,- levou vestido cajsa e camisa de
algodio da trra e urna chave de urna cai-
xa que tem pindurado ao pescoco ; este ne-
gro a todas as suspeitas de ter sido furtado ,
por sso roga-ae a todas as Authoridades
policiaes, ao Jllm. Snr. Prfaito, Sub-
l'refeitose Delegados des|a e mais Comar-
cas quetiverem noticia do referido es-
cravo, o faci prender, assim como aos
conductores do, mesmo o faca recolher
ria cadeia desta Cidade aonde o annun
fiante protesta proceder contra oa delin-
quentes cuna tod.0 q rigor da le.
- Fugio no ultimo da Dezembro do an-
no p, p. uma negra da costa ja id usa do
nome Calharina, alta um tanto fulla, que-
brada de ambas as verilhas quando anda
deitu os peitos para fora ; quem a pegar le-,
ve a roa do Aragio D. 37 que ser bem
recompensado
. -- Fugio um molequecraoulo de nome
Nipolu, de idade de i3 annos, estatura
mediana olbos pequeos feicoes regu-
lares roas com sobrancelhas carregadas ,
e um ponco carrancudo com uma ferida
entre os dedos da mi direita que sa de-
zia ser psnericio ps malfeitos fugio no
di 3o de Outubro sem camisa a cha-
peo e s com calsa de ebtoupa ou algodio-
zinho grosso foi visto a traveseando o lar-
go do Carmo para a parta da Boa vista ;
quem o prender leva a ra d LivramentQ
P. 17 que ser qom recompensado.
MOYIMENTO DO PORTO.
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 3o DO P,
MACEIO'; 3 diaa Patacho Nac. Concei-
pio Commandante O I. Tenenle J097
quim Jos de Aguiar, conduz 8a recrur
tas.
AGOLA; 3o dias, Prigue Portug,uef
Josefa de ao Tonal., Capillo Bernardo
Jos de Araujo Soares em lastro .* ao
Capitio.
SAHIDOS NO MESMO DIA
RIO DE JANEIRO ; Patacho Nac. Ami-
sade Constante Capitio Jlo Baptista
Ferreira, carga vinbos, e palbas pas-
sageiros brasileijos Ignacio Antonio Cer-
doso sua mulher D. Anna Maria da
Concetcfo sua prima D. Amelia e 4
ascravos
RIO GRANDE DO NORTE ; Brigoe de
Guerra Nc. Constanca Commandante o
Capitio Tcnenle Joaquim Jos Ignacio,
conduzp Exm. Presidente daquejla Pro-
yjncia.
#3BSERVAgOES
Fundiou no lameirlo a Charra 16 de Mar*
0 viuda do Rio de Janeiro.
xe-
Pe**, n- T. Dr f. H Z" >W*


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