Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06023


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Full Text
ASNO D i838. SEX.TA FEIRA
CAMBIOS.
OotoUro <. *
Londres -18-Us. St. por t(fooo ced. efectivo.
'1.ishoa po por 00 i" coito, por metal. iNoia.
PrauC* 3lo a 34 > Rs. |ioi franca.
Wio de J.i11 e' ro iio'pnr.
MucJas de tfico 13^100 velhas novas i<$8oo.
,, 4" 8^u>o *# leo
Pesos ('olumnarios i0">qo h #7 ,o
Ditlm Meiicau >s ijjtdo a l/^tgu
l'aUcoeu* RYasileiroe ijjftQn "#700 ^PH|
Premios da* Letras p >r mez 1 a 1 e 1(3 por 100."
Cobre a per cettto de pesconto
PARTIDAS DOSCORREIOSTERRESTIiS.
Cidade d P.irailia e villas de su pretencJa '
Cdada do Rio 'irau 'e do .Norte, e villas dem ...),. s .
C.idade d 1'Vuleia e villas dem....... beguudas e Sextas friras.
Villa de G anua............I
Cid >de de Odiada............ Todos os dias.
Yilla de Santo ftutSo............ Quintal l'eiras.
Dita de(l.iaoliuns............. D|M l0> e lo decida mei
D.tus do Cabo Serinhaem, Rio Formoso, c Parto Calvo Moni it, e -a. ditto dido.
Pajau'de Flores............. dem 17, ditiodilto
Todos os correios p-.rtem ao mrio dia.
1IL, II I -------------------- ------------'.. ______________________ ... .....1 ..... 1
5 DE UTOBRO NUMERO aA
Tudo a;ora depinde de n6s inesmos ; da ni s3 prudencia,
anode-aciu e energa: rontinueti>os c. mo principiamos*
seremos sponiados cun iidmir..1 ."o enlie s Aacei ruis cu4-
Ui.
Proclamar da Assenmlca Cera i do Brasil.
Subscreve se para esta foiha a mil reis mensaes pajos ad-
antados nesta Typngrau, ra das Crutes U 3, c a IVac*
da Independencia L) 3^ e 8, onde se rceben c ncspi.n-
dencia^ legaltsadas, e annuncios: nsirimto te esla cratu
sendo do* propriof as3ignunles, e viudos asignados.
DAS DA SEMANA.
1. de Outtihro- Segunda S. Viiissim. Aud. do Juie do crime de tarda e testa da Thes. P.
a Terca O* Aflj s d (iuarda. KelacSo de maiiliitaud. do J. dos ()>l. de larde,.
b Quarta S. C-indido Sil. SesiSo da Thesourai'ia Provincial, La cheia as 11 lioraE
4 iiiin. da tarda
i Q inta S. Fianciseo de Ass's M Retacan di? manh' e audiencia do J. dos orlaos de tarde.
5 Sevtn S. P cido e sem ciaip. Sesio da Tlieeouraria Pub e aud do Juu do Civul de tarda
6'Sabbado 5 liruna F. Halacio c maohi, e aud. do V. C 7 Domingo ^. S. do Rosario.
Maro clieia para'o di, "i deOutubro.
As 6 luir; t mioulos ua manb -- As t lloras 3j minutos da tarde
<*

I I
w %

PARTE 0FFIC1AL.
RO de janero.
CAM \R V DOS SEN A DORES.
Sessioem i3 de Agesto de 1838.
Presstdenca do Snr. Mrquez de Bae-
pendy.
Feita a chamada eachando-sa presente
flamero legal dosSnrs. Senadores, o Sr
'Presidente abre asess), e lida a acta (Ja
menor heappruvadi,
. O.Snr. pnuioiro secretario da'couta do
espediente.
Ordem do dia.
He approvado em primeira discussfio ,
Tpara pasvir asegunda, o ptreeer da rp
missu da mest, para que se renov o
ccmtiaclo rom Jos iMrclino da R iclia
Caliral par.i a publicac dos trabilltos
doseuado na proxim* futura sftssicum
as mesiDrt conduzco'* M fSlipuladas.
Sjapprovadas, em primeira -discussj
pra passar a segunda a resolucia ap-
p pravandj n lenca de aaoU reis conc.-idi
* uo eoruntd Tlioioaz Autonio da Silveira
i e em leguoda diarussdo, para iissir a
^ terceira a resoluco ppruvanlo o>itra
de ig'tal qmntii concedida ao caroiiil Vi-
cente Alllilin Iju.s.
Si approvtda* em primeira e segunda
(risc(Jsi, pira pisstrm a lerceira, cmi
ju ictmi-nte com o-, pareceres das G >mmis-
6'ide fasend, e dr- marinli < e guerra, as
lu-oliiiofs ilaciimira das Snr. di putadus
aopr .vandi) a p-nsioconcedid i as (Ibas do
filfsei 11 vise nde deCiyu': eo'itrade
4 >-U re'S, concedida iepn tidnn -ntn a
B iiua e filh-n menores do lente Fian-
CIMSi Antonio da Silveira.
lurodusido o ministro da marinbi com
as lorm.lidides do rslilo nnra em pri-
meira dtscuisid a proposta do governo,
ivando as locis navaes para o anuo (i
ntneelrd d i83ga 1840, ron j u neta asen-
clamentu com a emend.i da cambra Snis. depulados ; e assira be approvada
jMia p ssar a secunda.
Entra esla logoem discusso ejolgaS-
e discutidos os artigos 1., a. e 3.
A este ultimo sao ufTerecidas e apoiadis
e Ice neiid.is
Artiga 3. Depois de alumno, -- diga-
sa (pie se destina a servir na marinha
irap*-ri il. -- Conde de Lages.
i) pois de -- do numero de diga se
aquelbs. Conde de Lages.
Etn lugar das palavras -- cima de ao
sumos de id >de diga se de 15 anuos
ate idade.--Cosa Ferreira.
P-ssa-se a discutlir o artigo 4.
ileoTeracida a seguinle emenda :
Ao artigo 4 addicione se as pala-
Tras preferodo os nacionaes aos
cslrangeiros asseguidles --nao podendo
o uuoaero distes exceder em caso algum
ao o'a anotada da (ripulacao dos nav:os
Salva a red.u.co-- Uounda Cavaleanti.
Depois de apoiada a dcusalo Sea ad-
dia-U por ter dado a bora.
Tendo- e ento retirado o ministro, o
Sur. pros lente p? a votos o artigo 1, da
propo-ti, e be approvado, assim cuno o
a e 3. nao pausando astmendaB feilas
a este ultimo.
O Sur. Presiente d pa ordem do
dia as materias d^las, e em cbegindo o
ntnislro da marinba, continuaco da .J
diada.
Levantou-se aseaa as duas botas da
tarde.
CMARA DOS BPOTADOS,
Sessa em 3 de Agosto.
/
Presidencia do Snr. Araujo Via ma.
Logo que si rene numero legal de de
pulidos, beaberte a sess., Ijda e stajro-
vad acta da anterior. -^^
O Senh -r primeiro secretario da'cunta
do expediente
Ordena do da.
Primeira parte.
Entra em discu&iq a seguinteresoluco
nao .impressa.
A asi;mbl-a gcral l?gislativa resol ve :
Arligo un ico. Fica pprov da a peuso
anuitalde 1.100U no conlerida por decie
lo de aode everetro de 18*7, a<> comm-
daota superior di guaida nacional da
pivineis do S. Pedro do Sul Joio d><
Silv.i Ti vires, com sobrevi venca a sin
nsiilh.-r, e fil'ios. em remuneraco detre-
lvanles servicoa por elle prestados a cau-
za di Ugalidade.
O Snr. Hetiriqtie de Resende prop o
addiamenlo desla resofuto, ale* quise sai
ha se o goveitu applica a este cidadlo, a
bi qae passou sobre rorn vicoj ; nao nega que relevantes servicos
elle Ictilu prestado, mas nao deseja que
elles sejio duplicadamente remunerados,
e para tasa be qu: p-ide este addiamento.
O addiamento be apoiado e entra em
discusso.
I'ronunciaose contra elle os Snrs. Pa-
checo, e Clemente Par eir I eo Sr. Pon*
les Visgueiro vol* a favor d>d!e dandn-llif
liud aaai ampitude, isto be 1 para que
fiqoi! addiada a resol cao eal que ter-
mine aguerr no Rio Grande, enjoad-
di .metilo igualmente apoiado.
Pronuncia se contra o addiamento o Sr.
C'rn*iro Le0| dando se por dixulidi,
lieregeitadutai.toa proposta' t>el Sr K n
rique de Resende, como o do Sur. Potiles
Visgueiro.
Cnitinua por conspguinle a d'cusso
da esoluc 5 e leudo talad 1 sobre a ma-
t ria os Snrs. Henriquade Resende o Pa-
checo, fica a discusso addiada.
Segunda parte.
Continu a discusso addiada s bre o
oicameulo do mioistetio da juslica, e
emendis apoisdts.
I'..! io sobre a questi os Senhores An-
ilraiia \1 icb id) Vuiniia Calmon Vas-
conctilos e Ferreira P nnr, edi-se a ms-
teriaaoffieaalaavirta por disentida.
A primeira ptrcella da propuata ap
provda, a segunda be Kg-tada, ea peo-
vada a em liria da rommisso, e todas a*
mata pateelles da pr,.-posta s 1 approvidas,
fietndo prejudcadas as emendas da com
missiio.
A -egunda parte da emenda do Sur.
FretUs qu aulorisa o governo a promo-
ver na copella inp risl os lugares vagas
ie ni msiiibores, conegos, e capeles, he
igualmente approvanV
i niib m se approva a emenda do Snr.
Clemente EWeira t}te declara compre-
bepUda na despean com a guarda nacio-
nal d i municipio da corte T a gratificacfiu
ao ',>niiuandaiito superior
Toaj as otras emendas sao regeita-
d ia,
oc se a discusso do segu ole :
CAPITULO 3.
Ministerio dos negocios -s I tange i ros.
Artigo 4- O ministro e secretario t i
estado dos negocio* eslrangpiros lie nulo
risdo u despender noauuu lloaoceiro des-
la lei :
l. '""om a secretaria de
estado, e sen e ped-
ente............... *8,3.r8U8oo
H. Cotn a commisio
mixta, f ea du cambiodus p>ga-
.. laei.tos que lerealisav
rem em moeda eslan.
gei.a.............. i3,566Uooo
3 Com as \eg4C0 s e
consulado ajudas de
Costa e despesas im-
pre\ islas........... iar,530ooo
i63,i34L'8oo
Emendas da commisso.
CAPITULO 3.
Ministerio de eslranguiros.
Artigo 4 ^ Com a
legsco, c conaalada, a-
juilas de custo, e des- *
dep-zas iapravtatas.... H7:5oUooo
Esta emenda lie apj.oiada.
0 Snr Macial Munteiro sustenta n pro-
posta eoppo^-se a emenda da cominis
s .
Falio mais sobre a materia os Snrs*
Cirneiro de Campos, Andrad.a Machado,
e Mana do Amaral ; e dando-se po- d.s-
CUtda sao opprovaclas as tres parcell- s
da proposta e ics prejudicada a emenda
da* eommitsio.
Continua a dsculir-e a resoluca que
approva a pensao cjncedida a Joao dj Sil-
va 'Lavares.
1 1 > a discusso addiada pt la hora
O Snr. P.esidenle d para ordem do
dia a moma de boje, e o orcamento do
ministeiio da guerra
Levanta a sessit depois das duas horas I
di tarde. I
PER.NAMBUCO.
GOVERNO DA i ROVIIVCIA.
Expediente do da- du Oulubro de
Oficio Al PrelVito da Compren do
Limoeiro, communicando-lbrt que a Pre-
sidencia (ra concedido aoCid dipAn-
tanio Inoce-.cio de l'iubi d.:iiiis-,> que
reqa rcra do Cargo da Sub ir.leiio da
F'egu"si* do LiffaOero, e ordcoandu-lliu
I a p1.111 em isla trplice a pcsoa que
d-v occu.ai dito carjjo.'
, Dio Ao Inspector Gmal das ebres
publicas, r-sp nideiido Iba que pode p 1
em e.xecussao as cnidiccoes que koiii-
p>itiliar'ad O seu ufioio de l de Seletcbro
p. p. pira a arrem itacaS da tereoi aparta
daesliudade Santo huU, inciui.do a
ponte deTigipio' e das obras precisas ps-
ra a estrada dj Gqo a, cujas eondiccSes
ftira approvadis pu presidencia
D1I0 AoCommandanle Gei'dl doCor-
pti de Polica devolvendo-lbe os dcil?
mentes que acoovpauliati o lejj olco de
rj de Jullio de,te annoe que lequesila pelo
de tS de setembio ultima.
Dito Ao mtsmo, ordenandn-lhe qtio
Faca marchar paro Comarca d\i Limoeiro
as onie Pa,as que falfaS pata cjuipbt;r
o respectivo destacamento. ,
Dito Ao Inspector do Arsenal do
Marinha respondendo-liie ter Jugtr a
nomeac O de liuin FirT, a qu-m- i'kclust-
vam< nte c acuri ba a dct-lribuicaS das
madeiras que tem sido leuolludas aosajr
nr.asens p ra a construcc'3 das duas Escu-
dillas, a vista do ortigo 14 Tul.i 3 do
Regulauei'o de i3 de Jineiiode ft>3$
quu marca o numero d- s empregad s
do mesino Arsenal edoailg^ 66 do ti-
tulo, 5. no qoal he etprefto que o p'gidor
qupusliver Fiel, e Oalmoxarife quini
liser a-judaute nomenra' em seu impedi
metilo pesso de sua coiifism a, o por quea*
fique responsbVri paia ifaser ns sua
vesf-S.
Dito A Carama Municipal dp O!in-
di, ie*poiidciidoao s-n (dSci. de a(j do
Junbo dette aimo nediudo provib ncias
sobre o arrorabam- nie que to da 18 do
rnfsmomez tee lugar no all r o dos ar-
romt-ador j que a Vievcdcsartigos^, ^1*
e 60 J) 6 da Lei d > primeira d Ou^ubra
de i;S8. que imiumbe ss Cmaras a.tra-
tardo construcca. reparo e c mset v^c'i
das estradascamioho, nJ^ obras p .bli-
CM de nmi municipios, a ella (Careara de
Olinda ) par'onee dai a< necessaiias pro-
providrnciis s >b,e o mencionado arrora
bamenO como tem sido pra|ic.i, disp-n
deuda no seu consol, e na confornudi-
de do qu^ disjaOe o artigo 47 di lei de st;
creacaS, as leudas que Ihe tem sido cansi-
guadas pila Asseinbhfc L^isl..t'.va Pruviu-
cial.
COumsNDO DAS & II al Al.
Exu:-ciiic do dia i. do Oulubro da
i83.
Officio Ao Exm Vca-PieiiaWifc


a
DIARIO DE PERNAMBGO.
para que houvesse de ordenar ao Director
do Arsenal de Guerra mandasse receber
* da Commisso de que he Presidente o
'feriente Coronel Mqjaes Ancora os ma-
teriaes pertencentes ao novo Hospital Re-
gimenial pois que o Director havia en-
tendido qua a Commisso he que Ihe
os devia mindar entregar no Arsenal.
Comnaunic-indo que o mesmo Director di*
cera ao Tenente Coronel Ancora, que no
Arsenal nao havu armasen* disponiveis
para accommodar os materia dispesa da remoclo do qua riel do Hos-
iicio para o Arsenal seria talvcz equiva-
ente ao valar delles parecendo Ihe por
iiso acertado que fossem vendidos pedia
a S. Ex. que no caso de Ihe parecer este
expediente milhor tivesse abmdide de
' dar suas oidens para que fosse realisado
deveudo sempre em um ou em outro ca-
zo a Commisso faser entrega dos materi-
aes. .
Dito A mesmo Exm. Snr. devoN
vendo-lheo requerimenlo de Vlaria da
Conceico mullier do soldado Joaqun)
Jos de Santa Anna eofferecendocomo sua
a rnormacio que sobre o enjerto dava o
Commandanto do Corpa de Engajados ,
coit o que caiprido ficava o seo despacho
de 11 de Julho desle auno que a pouco
Ihe fora apresentado.
Dito Ao Prefini da Comarca pon-
do a soa disposico Manoel Baplista sen-
tenciado pelo Jury da Capital 8 annos de
gales que em consequencia da R>soIucio
de 19 de Agosto do anno p. p. 'Cibava de
serdemittidodo4 Corpo d'Artilheria ,a
que pertencia.
Dito AoCapitio Commandante inte-
rino do 4- Corpo d'Artilheria remet-
tendo-lhe o paisano Francisco Joaquina
da Silva Alagoas para que Ihe abriste as-
entode praca voluntario, por se ter offe-
recido para servir na i.' Linha.
Dito Ao m^smo communicando-lhe
ter mandado relaxar da prisio o Cadete
Jos Thumaz de Moraes e mandando ,
que Ihe extranhasse oseo comportamento.
Dito Ao Commandanle interino do
Forte do Buraco mandando por em li
berdade o Cadete Jos Thomaz de Mo-
Taes ,
Portara Ao Capitio Commandante
interino do 4- = Corpo d'Ariiiheria, man-
dando dar demicSo ao soldado Manoel Ba-
ptista sentenciado pelo Jurydu Capital
a 8 annos de gales e entregal-o a dis-
pos cao do Prefeito da Comarca.
Dita Ao Commandante do Corpo de
Engajados, oidenando Ihe queconside-
msse praca do mesmo ao paisano Joaqu m
Manoel de Castro, quedevia ser contado
em delgencia na Secretaria Militar.
Dita Ao MajorComm. do Deposi
to mandando excluir do mesmo com guia
de passagem para o Corpo de Engajados ,
a 14 praxis, cujos nomes h o riscnptos
na rtlaco qoe se Ihe enviava assignada
pelo Secretario Militar.
Dita Ao Capito Commandante do
Corpo de Engajados authorisandoo a
receber aspracas mencionadas na Portara
antecedente.
Dita Ao Commandante do Dpposito,
mandando d.ir demieo ao soldado Julo
Biptisla deCanlalicio por ser oifo.de
Pai e Vli ter a seo cargo urna irniai
solleira.
ftlVERSAS^REPARTlCOENS^^^
TRIBUNAL DA RELLAgAO'.
Sessao de 4 de Outubro de 1&38.
Ja appellacio Cvel do Juiso de Direi-
. to desta Cidad appellaote umrenco An-
tonio de Albuque.que, appellado Jos
Francisco Montero Escrivo Poslhumo;
foi julgada pela reforma da senieucs a-
peluda, e coudemuado o appellado as
cuUa.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
O Mstico Bspanhol Lmcciro vindo
de M ilaga entr ido em i d-> crrenle Cap.
Joio M irasUiiys consignado a JuaO Pin-
to deLemos
AJanifestou oteguinte.
i3t Caicws com aieiu ti pipas com
vioho io meias ditos com dito 70 bar-
ris com dito, 5o ditos com aseitonas,
i4oo ciixas com passas aoo meias ditas
com ditas. 117 potes com uvas iobar-
ris com figos a6o tamhoretes com ditos ,
1000 resleas d'alhos, a3g barras de ebum
bo 45o jarros de barro 4 caitas com
bancclos.
Fora do Manifest.
a3 Canarios.
MEZA DO CONSULADO.
_ A Pauta he a mesm do n.um. ao5.
CORREIO.
O Brigue Temerario sai para o Mara-
nhao no dia 1 3 do corren te.
O Patax'o Flor de Lisboa recebe a mala
para o Maranho boje 5 as 9 horas da ma-
nira.
OBRAS PUBLICAS.
Nos das 18 ao, 22 do corren te mrz
se proceder a arrematnco do. 3 Unco da
Mirada de Santo Anto ncluindo a pon-
te de Tigipi e a das obras precisas para
completar a est-ada do Giqui ; aquelle
oreado em i4 756Ua4 rtli esla, io.Gi5,oo5 res : o* Licitantes sao convi-
dados a compirecer competentemente ha-
bilitados de Fiadores idneos em o* refe-
ridas das ao meio dia a dar os lances na
Repu lico das Obras Publicas, a onde es-
tn patentes os respectivos Orcamentos
Descripces e Cndilo* para serem exa-
minados pelos Pertendenles em qualquer
da til as horas do expediente.
Inspecclo das Obras Publicas a de Ou-
tubro de 1838.
Moraes Ancora. -
Pela Administrscao Fiscal das Obras
Publicas se hade vender, em hasta em
hasta publica o quem mais der na con-
forroidade do arl. 33 do Regulamento o
seguinte: 17 esteios de Emberiba prela
queservirio na ponte da Magdalena aya-
liado* pelo respectivo Meslre Caruinleiro
em 4ooo reia cada um ; e 4 madres libadas
da ponte da Boa-vista avahadas pelo mes-
mo Meslre em j,uoo res cada urna : os
pertendentes podem concorrerem na Sala
da dita Administracio no dia 8 do cor-
rente para tratar do ajaste.
Amaro Francisco de Moura.
Administrador Fiscal'
PREFEITURA.
Parle do dia 3 de Outubro de i838.
Illm. e 'Exm. Sr. Forio presos hon-
tem a minha ordeno e tiveraS o compe-
tente destino : JoseLiliz de Freitas Gui-
maraens branco, por* um sold .do de I 0-
licia por estar ebrio; Joaquina preta
forra por outro soldado do mesmo Corpo
por ter furlado.urna peca da bico de urna
laja francesa Antonio Prancisco criou-
o pelo Sub-Prefeilo da Freguesia *da
Boa-vista por denuncia de ser desertor
do, pelo Sub-Pr. feito da Freguesi de
Jabiatao por ter assassinado pelas a ho-
ras da tarde do da ag do mez prximo
passado no sitio Manbundo. com 5 facadas
a ua mu'li'T Julianna Mara do Prazeres
de que se formou o competente corpo de
diliclo ; Joa Mmoel lambem pardo, e
Raimundo Jos Honorato, prelo, pelo
SubJ'refeilo de Iguarass por serem va-
dios de m conducta, e viverem fora da
campanliia de suas respectivas roulheres.
O Sub-Prefeilo da Freguesia da S par-
lecipa que pelas.6 horas da tarde do dia
3o do dito mez de Selembro fora esfaquia-
da no districto do Rio Doce urna mulher
pelo crioulo Luiz Ignacio, e plo mativo
della'se nao ter querido render as suas
sollicitacoens de cujo fenm-iiilo ficou
gravemente enferma e foi logo recolhi-
da ao H apila! da M.zericordia; tendo
deixado de s>T preso o dito assassino por
ler fgido para > sla Praca.
E' oque consia das partes hoje recebi-
das n'ela Secretaria.
DeosGuard a V. E\c. Prefeitura da
Comarca do Recife 3 de Outubro de
1838. Illm. a Exm, Sur. Francisco de
Paula Cavalcanti de Albuqueiqoe Vice-
presidente da Provincia. Francisco An-
tonio de Si Barretp, Prefeito da Comarca.
Parte do dia 4.
- Illm. e Exm, Snr. Forfio presos hou-
tera a minlia ordem e tivero destino :
Belarmino de Santa Rita. Manoel Flix de
Souza Alexandre Ferreira, e Valenlim
Lopes da Silva, pardos, pelo Comman-
dante da Guarda Principal por briga-
rem defronte da mesma Gurda.
E' oqie constadas partes hoje rece-
Deos Guarde a V. Exc. Prefeitura
da Coroarpa do Recife 4 de Outubro de
i838 &c
TRIBUNAL DO,} JURADOS.
Sesso do dia a de Outubro de i838.
Jury de Accusacao.
Sumario ex officio contra Antonio Jos
Ferreira por ferimentos ; o Jury julgou
haver materia para accusaccSo-
Sumarioex officio contra o crioulo Jos
Lucas por ferimento jo Jury acliou ma-
teria para aerusarco
Jury de Sentenca.
Sumario ex offi. io contra Jos Fuastino
de Souza por tentaliv 1 de furto de cavul*
los ; foi condemnado em 19 meses e 10 di -
as de prisio p na c<>rrespuiidente ao crime
de tentativa de furto no grao medio segun-
do os arligos a57 e 34 do Cdigo Cri-
minal guardada a disposico do* arl. 49 do
mesmo Cdigo.
Queixa de Bav.ilio do Espirito Santo,
coutra Migu I Antonio ; foi absolvido.
Sessao do dia 3-
Jury de AcajUsaccao.
Sumario ex olhVio contra Jos Coelho
Nev^s por furto de escravos ; o Jury nao
achou materia p na acciisaccio.
Sumario ex officio contra Jos Lurz So-
ares Manoel Francisco da Silva John
Dubla da Silva, por ajuntamento Ilcito;
o Jury achou materia para accusaccfio.
ury de Sentenca.
Denuncia do Do uto r Promotor Publico
contra lose Marcelino di S-mla Izabel por
furto de escravos ; foi condemnado em 4
snr.es e me: : de g!e gr?m medio do arl.
9.69 do Cdigo Criminal segundo a dis-
posico da Le novissima de i5 de Outu-
bro de i83y.
CMARA MUNICIPAL DA CIDADE
DO RECIPE.
Sessfio de 28 de Julho de i838.
Presidencia do S nhor Silva.
Comparecerio os Snrs. Barros Ros,
Souza Pessoa Chaves e Mamede ;
faltando com causa os mais Senhores.
A berta a Sessao e tda a Acta da ante
cedenle foi approvada.
O S'crelario dando conta do expedien-
te mencionou os teguintes o tocios.
Um do Exm Vica Presidente da Pro-
vincia partecipando ter expedido ordem
ao Inspector das Obras Publicas nao s
para entregar por empreslimoesobiespon-
sabilidade desla Cmara ao Teneate An-
tonio Egidio da Silva os instrumentos re-
quisilados em seo officio de 1 a do corren-
te a fim de tirar a planta desta Cidade ;
como tambem, ca-o fosse requisitado por
esta Cmara fornecesse ao mesmo Te-
nente Egidio urna copia ou o mesmo o-
rginal dealguma planta semelhante ; a
Can e officiasse a aJ*ispector das Obr -s Publi-
cas pediudo que hnuvesse de fornecer a
o Teuente Antonio Egidio da Silva huma
copia, ou o proprio original de alguma
planta.
Outro do Teoente Antonio Egidio da
Silva paitecipando que, tendo de dar
priucip o ao levanlamentodi planta desta
Cidade necessitava de 4 serventes para
<> quadjuvarena e d'uma pessoa intelli-
genle e cabaz qus saib* lar, e escrever
para andar com o instrumento no acto da
operaco e medir com a corrente as des-
tancias marcando-Ibes esta Cmara hum
j>rnal rasoavel : a Cmara deliberou que
com a resposta do Inspector das Obra
Publicas, fosa encarregado qnem al-
vesse de Presidente de contractar coa o
Tenenle Egidio sobre o centeudo no seo
mencionado officio.
Outrb da Cmara do Bonito parteci.
pan lo ter dado as providencias que Ihe
encumbi a Lei o espeito da partecip.,Cio
qne esta Cmara Ihe fez em seo ultimo
officio : inleirada.
Outro de Manoel Cavalcanti de Alba,
querque partecipando que por se achdr
molesto, nao se poda prestar para ser
um dos Arbitros para assistir ao exame
que se pretende proceder iias 1 estradas
doEngenho Caxito: inleirada.
Outro do Fiscal da Bja vista exigindo
quantia de 200,000 reis para pag .r ao car-
reiro Manoel da Cunlia como melhor-
menle ver esta Cmara da conta e re
cebido junto proveniente das hmpesas
das ras e atierro ; que se picisso man-
dado.
Outro do Prefeito desta Comarca pedin-
do que esta Cmara Ihe facultaste as cba-
ves da Sala di Cadeia desta Cidade onde
antigamenle se selleb'ara Sessea da
mesma afim de ali collocar alguna presos
doenles viudos di Bihia : que se offi us-
se ao Fiscal dest Burro para que enlre-
gasse as chaves ao referido Prefeito.
Comparrceo o Dautor Promotor interi-
no e tendo verificado as sedulas d >s 110-
vos Jurados qualificalos pai a servir no
presente annofra laucados na urna com-
petente.
Despacharo-se algums reqaerimentos.
E por ser dada a hora levanlou-se a Ses-
sao e raandirSo faser a presente em que
assigriario. Eu Fulgencio Infante de I-
buquerque e Mello Secretario a escrevi.
Silva Pro Presidenta. Barros Ros,
Souza Pessoa Chaves Mamede.
Es conforme.
O Secretario.
Fulgencio Infante dAlbuquerque e Mello.
\
/
Rendimento da Viesa da
das R-ndas Geraes internas
Selembro fiudo.
Decima Urbana
Vendas de Cartas de Ra-
cha reis
Sello de Herancas e Lega-
dos
Dretios de Chancellara
Disima de dita
S M de Bens de Raz
Impostos de Lo jas ^aber-
tas
Ditos deSegis
Sello do papel
Recehedoria
, do mez de
. 3oU24o
aoUooo
a:54oU6o8
on_ / -
,1 kj 2.10
4:a59U/,i4^
4:oo7U84o
a Uboo
8G1U710
n:77oUi5o'
Antonio Ferreira Duarte Velloso.
Administrado.
CORRESPO.N DECAS.
Continuaco do numero antecedente.
Eu meu Amigo reconheco mais im-
portancia nestas duas Refraclacee que
em mil millies dus,escritos do Argos, ift-
da mesmo depois de reslabellecido da sua
febre nem os seus Echos podem ter ma- |
teria1 muito mais interessante lalves ,
nem Vm. pode com mais vantage fazer
uzo de sua instrurco que tamandoas.
par lliema qnande convier.
Alem. do exposto meu Amigo esla
occasio nao he a melhor para V m. mos-
trar seu justo resenlimento e sallando
paixoea : pense bem : vdja que o Filoso-
fismo a caba de soff'er huma derrota fatal
la na Franca e outra c no B-azil > J
qu.si ae mesmo lempo ... note-se btm
e he precciso saber uzar de Victoria e n
tumulto de nossos res-nlimenlos na
affluencia de nosso justo prazer ser-naos
tranquillos, elemente, e generosos : Olbe,
que e tes sucessos sao filhns do Ceo de>p t'
to considera,oes mui giaves, q' morU-fic"0
os Tracystis e sucia Filosufate, pr q' "nnu
Ciliohcse retracta para elles em qnant
d'elles ha conslantemenie muias Retrac-
tacos pira nos: lumbre se da do n'
frentico sofista que preparou a revolu*
cao fraceza Monchar-----que contradis-
setudo, que d.to linha e escrito conira
a Relligio e contra a Santa se e r-oob
a gloria a M. de la Merliere, Bispo d'Apt


DI Alt i O DE PERNAMBUCO
de reeeber esta R< traclacb : lumbre se di
converso do Autor do Cbristiansro des-
amase irado e sera fallar de outras ; be in-
teresante recordar-mos a recommenda-
cio pia e Stinta que ha pouco fez
eslaudo para morrer a su.* Espoz i e G-
llios o nosso Musir Patricio o celebre Eva.
risto Ferreira di Velga bem cotilleado ,
que nao be suspaito de que vvesseni
do Smto temor de Dos .' !
' Meu Amigo releve a minha impertinen-
ca de repetir nada de execassos ; e
/ qu indo o ap-riatem e bloquearem con
as columnas do-. Sofistas isto he com su-
as doutrinas em moda responda-tiie* na
taclici il is Grandes e IminarUes Pho-
tophos-moderoos Eicriptorea e moralistas
ero Lomp^tidoros 5 d^ bum Scrates mo-
derno Kan! de bum C.usiu, de Gil-
bert, deNlVbuhr, Hj.|, Proynie D.
Stewarl, Royer-Colaid Paloy Joxe
D*oz ,' e toda a E>cola espiritualista, do
nvsmo Bidfeld que nio lie suspeito no
sea artigo Relligo e da outros mnilea ,
porquer el da hum d aqudles be biUllio ,
que bal Ihf-s desoz* : rem-tla-os p.*>a as
Canas d > Dador H.-nrique Jota de Castro^
para as ob*a9 do insigne Padre Joze Agos-
linhn de Maced'j para o invendr! To-
romberl, "finalmente para a Revista Bra-
zileuse redigidi por tres eruditos Brazilei-
ros iropiessa em Parii em 1836 a pag.
jo, e seguales albo pag 38 ton i
N a. e respondi se capszes sao os
Tracystas enSoser occiozo nprezentar-
Ibes a experiencia de todos os dias por
que assim poupa Vm. escrever rinta no*
mes de Philosophos Christaos de vulto por
cada hum dos Sofistas. Ah meu Ami-
go, espere o temp>>, e ver, que logo
mudao de rumo os que hoje se envergo
nhiodos dictantes amigos para aflyetarem
de espiritos fortes Gonces pudet ir
vi, civem que videri disia Lucan :
sua fortaleza em filosofa est na razio da
saude, da dependencia e da riqueza ;
quando se depende uza-se dessa filoso-
fa como convem.....quando se cabe
era pobreza athe se pede o p e os fa-
vores m nome do Dos e as vezes l vio
parar parlara de hum convento ; e qua-
do se adoece e se avista o nevoeiro da R-
ternidade, ou, na cama, ou, em praia
rraa ou enlreas ondas do indomavel
mar enio ... ais pesares retractado
l les, eremorsos .... Oculis erranlibus
altoqucesivit Cmlo huera, ingemuit que
repeit Bem Filosofo eia Scrates,
cora toda a sua filosofa ordenou a Gri-
tn, quando eslava para aspirar, qiesa-
crificasse por elle hum gallo a Esculapio !
- O furor com que de ordinario boje
1 seescreve salvas honrozas excepcoens
a intolerancia dasopinioes a facilidade de
injuriar, e a lerem menos aquelles, que
nao partilho essas opinides -, tem por ni-
co fim enflaquecer a Moral e tirar Inda
a influencia Relligo, e d'ahi o nenhura
vigor das Lei porque se tem tirado a-
quetle temor eporisso Ai jep-ur de
Ja loi Julia disoit Nron em prparant
le poison pour Britanicus ? d'ahi o ec-
clipse da Uignidade Nacional por lacios es-
pan tozos as revoluces de que a Naci tem
ido, e he victima .' porlanto .m"U
Amago, ainda que lenha visto que Vm.
evita personalidades eso provocado va i
a retribuidles ; recomend Iba todava ,
porulliroi analyza, que evite, quanlo
poder, offensls e injurias particulares ,
e nao desisla do seu nubre empando de
mmler cota sua doulrina a Moral Publica,
Inlegridade do Inpei io com o nosso \u-
fusto Imperador o Sr. D. Pedro a com
a Consliiu cao, que nos rege, e con-
duo di?.endo-lbe Que se Diocles di-
zia, que nunca Jpiter llis pirecera lio
grande, que depois que vio Epieuro a
seas pe;eu com o devido respeito
Smta Igreja, eF, que professo di-
go Nunca me pareceu a nossa Religiio
lio bullante lio Augusta e lio vene-
randa como com as Relract aco-s de dois
Filsofos tio celebres que levo ditos En-
tretentiaieVm.com estas materias, que
importad a paz publica, a deixe ao Argos
os seus extractos os seus discursos as
suas theorias que como as de outros
que taes sao no sentir do grande Bacon
estrellas que nio nos allumia nem nos
esclarecen, porque esli mu alias de
E ais e lio elevadas, que seus raios nio
chegaSal* nos, e he esta sera duvida a ra- remellemos o presente requeriroento pa-
lio de Joz Firmo nio entender os extrac- ra que em silencio ios documentos junios,
los sublimes do Argos. proceda segundo as Leis da Igreja n n-
Receba os votos da fiel, e respeitosa es- leliigencia de que, em ciso dovidoso,
tuna do seu Amigo
Calholico Romano.
P. S. Eslava fechando esta quando
ch>gj deOlinda hum Acadmico bem ci-
vil ,' e prudente que alhrma oque aqui
corre de serem Acadmicos os Redactores
do Argos, I deve iiliraliir nos I -xlr.mgeiros semelhante
proposito de escrever porque desacredita
a Naci vendo se a-sun estabelecida a
intriga em huma de suas Academias mais
ola veis, e o peior he, disse o Rapaz ,
que isto vai verificar muito do que disse de
nso Exro. Sr. Calmon o anuo passado na
Cmara dos Sr*. Deputados, onde elle
f.lluu largamente dama educaco e...
&c dos Acadmicos de Olinda e or hum
pagao todos ... Com eleilo se he as<
sim que o Sr. Calmon fallou o que para
mim he novo, pois esta va no mato, e nio
tinha ouviilo fallar ; mais hum argumento
para forleficar a miuha recom nend I nao imitar injurias personalidades, vi-
. das p-ivadas dos seas Antag mistas &\ :
1 nio Ihes roube esse infernal piivilefio.
Dos Ibes dar o pago embora lalvez nio
! acreditem n'Elle, e quando muit, o que
I Vm. pode d'ier ne Ah bem disse
o Exm. Sr Calmon ... mas honra seja
fcita s honrosas excepces dos bous e
prudentes Acadmicos: entregue os aos
remorsos se he que de remoraos sao ca-
I pazes. A Dos.
Sr. Redactores. Vi a Pastoral de S.
Exc. Rro. inserta em o Diario N. 207 so-
bre a qual he forcoso expender algumas
ideias a fim de qui o Publico respeitavel
nio precipite o seu juizo em hum caso
tio melindroso ; antes porem cumpre pro-
testar que sou Ctholico Romano e res-
peito as virtudes deste Pastor. Dous fo-
ra os motivos que parece movera S.
Exc Rm. a publicar aquella Pastoral: i."
ter falecido huma ovelba qu9 sempre vi-
veu irreligiosamente, e ler mofado dos
Sacramentos que nos ltimos lias |Ue ap-
plicara5, a. ter sido sagazmente levada
por hum individuo a huma catacumba do
LiVTameri fazendo crt r ao Parodio da
Freguezia de Smto Antonio que era sua
Parochiana : pouco direi sobre a segunda
parte por nio estar informado, mas so-
bre a primeira eis a verdade. Faleiendo
esta ovelba negou -Ihe o Vigirio d'AIoga
dos C nico motor deste facto ) a sepul-
tura com o fundamento d* ter morrido
impenitente, e mofado doj Sacramentos j
equesomnnteS E\c. Rm a quera a dar
parte poda decidir o negocio : nole-se que
aquelle Vigario nio assislio ao enfermo co-
mo era doseudever: sim Srs Redacto-
res eu suponho, que o dever de hum
Pastor logo que tem noticia de huma o-
velha discola he voar fui habUacio e
sentado no leito dessa infeliz encaminha-
la ao aprisco e quando nio o pode conse-
guir quando emfim lem cessado de exis-
tir enlio he que se relira e chora ; he
plis hura caso lambem pavoroso, ver-se
hum Parodio, em sanio ocio repimpado
na sua poltrona -ahendo qua huma ove-
llia hum seu filhi corre risco enimi-en-
le : note-se mais que dous Sicerdotes vi-
zitarad este enfermo o primeiro chamado
por sua familia hum ou dous dias antes e
o segundo convidado pe 1 Vigario a levar
a extrema Uncao nos ltimos momentos
volemos ao fio do negocio. Como se 1ra-
tasse de hum enterramenlo que nao admil-
tia grande demora pedira-se pressa
atiestac'S de pe-i.sois conspicuas do lugar,
e outia d 1 Professor rssistenle e reqtie-
rendo a S. Exc. Rm. a sepultura se pro,-
vou com aquelles Documentos que o fale-
cido padeca alienacao mental, cuj mo-
lestia havi.i resi-tido lodos os tratamentos '
darle e se linda augmentado no fim da
existencia : que nos lucidos inlervallos
convem mt- ser indulgente, do que rigo-
roso Boa vista i.f de Setembro de 18J8.
B. de Pernambuco &c- He. obvio, que
qmlquer Parodio a nio ser o Padre Joio
AnlunesTorres, teria avista deste pru-
dente despach enterrado o tuda ver ou-
tro qualquer a nio ser este, teria em
lugar da lerrivel o envenenada pule, cor-
rido ao Palacio Episcopil, e soliciiaria o
remedio denh far esta scena triste prin-
cipalmente para a dessolada familia daquel-
le infeliz ; mas o nosso Vigario nao cami-
nha por esle rureo. pertende i 11 inuar no
animo de S Exc. Rm. ideias desfavoraveis
contia o seus Parochanos pinta-Ios co-
mo entes vis, e irreligiosos, como ps
obrar deste modo '{ Nao qaiz que se eo-
terrasse o cadver pretextando quo-b des-
pacho era ambiguo; de balde se represen-
1011 que o testemunh da Professor as-
sitenle recerlhe crdito quando nio acredilas.e
s outras pessnas, nada o mo veo consta
me que vendo a familia do mor., que
este ficara insepulto, ouvira o parecer de
o ievarem a ontra Freguezia nj lendo
conhecimento de que uisso pralicavao hum
delicio He este o caso que motivou a-
<|iiella Pastoral. He este ocaso pavoroso :
saiba agora o Publico que aquelle indivi-
duo padeca alienacao mrntal que era
hum perfeilo ebrio, e que este vicio aug-
menta as affeccoes ceiebraes nem os Pa-
dres que o vizitara podero atbrmar,
nem afirman" que eslava i-m perfeilo juizo ;
esta he a verdado. Agora me dirijo a S.
Exc. Rm Hum caso pavoroso, Exm.
Sr. he conservar-se hum Parodio n'hu-
ma Fregueria odiado de todos os Frtgue-
zes nem parec, que sou excessivo tai-
vez nao haja huma s excepcio. Se he
possivel se esle he o dever de hum Pas-
tor desea S. Exc. Rm. a vzitar os habi-
tantes dos ATogados, da Varzea bata
cabana do pobre, ouca, pergunle, repa-
re 110 descontentameuto geral, veja o unis-
sono som dos queixosos, e depois julgue
de quanlos males he origem aquelle Vi-
gario.
Hum dos que attestara.
THEATRO.
Stbbado 6 de Ontrubro.
Hrneficiodo Empr. zaiia.
Rppresenta-Sd a Peca Nova chegada
do R o de Janeiro, denominada _
10 ANNOS
da vida de orna mulLer ou
OS M \US C0KCELH0S.
A grandeza da Peca faz que se nio pos-
saadmitlir. Parca, nem intrrvalloalgum.
O Beneficiado est ii m innnte convenci-
do que ella por si s dei vara saplisfeilos
os^Bmemerilos Expectadores.
C m a Peca dm tte seis Damas entra-
rio trez Senh>ras de lora e enlre ellas
huma Ssuhora^atada.
Oemprego nio d nem tira honra a
pessoa algurna ; est da parte do respeita
vel Publico reeeber benignamente estas
n ivas Aclrizes anmalas disculpar-Ibes
os defeilos lio nalumes a quem pela pri-
meira vez apparece em Scena afim di; hir
progredindo a nossa Escola Dramtica.
A V I '/ N DI V K H SON.
8^ Conslando ao abaixo assignado ,
que algumas pes mo'dulas, ou mesm, que parlicipara
di bab d'hum preto que acaba de ser
victima do mais terrivd dos males (a hy-
drophobia, a que vulgarmente se chama
damnacao), as quaes pessoas lalvez igno-
rem que a Mi do annunciante e mes-
ai es le conserva a receita particular, 'com
mostrou sempre ser Ctholico Romano j que o finado Cirurgiio Joaquim Joz da
Baptizando os filhos e quando morios en- l-'onceca marido da Mi do annunciante
trrrando os com decencia e segundo os curava as pessoas que soffria morrieda-
Ritos da Igreja e j lomando ingresso na I ras de aniui.ifs, ou pessoas damnadas,
Irmandadede N. S. da Paz&c. S. Exc. sem que huma s das que tem tomado o
Rm. deu o Despacho seguinle" Visto que indicado remedio lenha perecido desse
julgamos nio haver lempo para ouvir o 1 mal; e isto 110 decurso de quazi qusrenta
Reverendo Parodio prudencia deslt annos, em que se lem feilo a applicico
do dito remedio sempre com feliz resu
lado : faz o presente annuncio para chega"
ao c-nhecimenio de todos a fim de que
aquellas pessoas, que se quizerem utilizar
do sobredito remedio, o procu em com
tempo pois que nio convem deixar pas-
sar muito lempo ; dirigindo-se para rase
fim a Cidade de Olinda em caza do Padr
Miguel do Sacramento Lopes Gama, To'
do annunciante, e com quem este mora,
o sua vi ai ; ou ra do Caldeireiro no
fundo da Igreja dos Marly os, caza da
quina de rotulas encamadas confronto
quasi ao lampiao onde o aununci. ule
assisle quando m a u>ta Praca
J.io S-rgio Cezar d'Andrade.
_ Alluga se dous andares, rdium bnm
aruwizem na ru da Cruz do Burro do Re-
cife : qum prelenoer diriji-se a Praca da
Independencia luja de livros N. Sn 08.
Huma muiher parda de bans coi-
turnes, e quo d fiador sua conducta,
offerece-se para ama de casa de porta den-
tro : quera a pretender diriju-^e a ra
dos Assouguinhos D. .
Alugt5-se o 1. e a. andar da caza si-
a no atierro da Boavista na quina defrou*
te da Matriz: os perlrndetit'-s podem-ss
dirigir ra di Sanzalla Velha D .}
Arrenda-se huma caza terrea abar
tacada repartida segundo o gosto moder-
no corredor lavado .-alia de visita for-
rada com trifila e dous palmos em qua-
dro tres janellas de pciloral envidraca-
das, oitoquarlos, salla de jantar boa,
cozinha lora com o assentamento de fogo
j Inglez comjcnco fonialhas e seo respe-
I ctivofrno, quintal grande com cacimba
que tem famosa agoa de bebsr, amzalla
para seis escravos, estribara para dous
cavados, com pottio de coxe.ra para fren-
te da ra, independente da porta princi-
pal e ludo mni bem pintado e sufici-
ente asseado. Na ra que vai da estrada
daSolidade, paia a do Manguinho : os
prctendenles entendao^e com b Escrivlo
Almeida que tem poderes para fazer tal
arrendaniento.
Roga-se ao Sr. J E. M. Mvmorador
em Olinda, que venlia no pcuzo deoito
das contados da data deste na ra da Ca-
deia do Recife ultimar o negocio de que
est bem certo, pois do contrario se ha de
declarar o seu nome por extenso ; isto Jhe
roga o que est caneado de pagar canoas
para Olinda ha mais de bum anno.
O Paciente.
-- Ensina se com toda aptidio e per-
feicio as lingoas Francesa Italiana e
lambem Geometra : as pessoas que se
quiserem aprovei ar dirijio-se ao Pateo da
Santa Cruz Botica de jse Mari Fre'"*
Gameiio', quebir^quem pretende ensi-
nar.
- Alluga-se para pasar a festa urna ca-
j sa de sobrado nos arrombados da parte da
j s>mbra ; quem o perlender v a ra daCa-
deia no l'.ecife numero .lo.
- Existe no bjco da Linsuocta na ven-
da de Joaquim Jos Rehelb, as seguntes
carias para os seguiutes senhores ; Ao-
tonio Alves d Casta Jnior, auzenle a
Luiz Jos de Souzi, dita para. Nicolao
Ferreira, e Sebasiiio Anlunes.
Aluga-se huma preta moca, multo
robusta banila figura sem vicios nem
achaques, propria para qualquer servico
de caza ou de ra : na ra d^ N. S.
do Terco lo ja D. i/f.
(uein anniiuciou pelo Diario do 4
deOulubro p p. para vender ou trocar
um m leque de 16 a 18 annos de b )njta
figura sem vicio nem achiques e fiel ,
e que eosinha sofriveliqente : dirija-se a
toja de ferragem na rui do Qjdaudo
Quem precisar de hum homem para
administrador de engenho ou casa de
negocio na pra^a e mesmo Olara, fa-
sendo qualquer dessas repetices algum
servco inlerno, dirija-se a ra do fogo D.
1 a para o ajuste.
AI iiga se iiuma grande caza nova ter-
rea repartida a moderna com seu quin-
tal murado e cacimba na ra da Alegra
ao p do lampeo onUe j morou o Es-
crivlo Alcanforado, como lambem se tro-
ca por outra propriedade de maior valor
preferindo bum predio sito no Recife t
quem quizer fazer qualquer negocio po-
de drigir-se ao pe do Trapxe do Pelou-
rinho, no armatem da assuear.


DIARIO DE PERNAMBUCO.

Na ra Direita obrado de uno an-
dar ao pedo sobrada novo n i5 8e offc-
rece urna mulher forrj par* ama de urna
CiSi
Os Srs. M'quilino Jo* dJ Almiida,
e Ign icio Fea reir Mufls queiio auruu-
ciar suis n-oradas que se lhe rieseja fallar.
R'iga-nf a pessoa ^Heeateve un Jgu-
arassu' e lomou em 01ii>da 17,92' de fa-
atadas decorrendo ja dois auna-*, e que
moioiqu tidj pg-r ero espoiidar a
nenliami das arta* que seu credor lhe
tem cscripto qoeira no prasa de 8 das
da dala deste hir saplinfuzer a dila quanlu,
do contrario se. o s< u nome par estanco
publicado.
O Secretario da Saciedade Eute pi-
na av sa ao>S>cio da mesmi que no diu
5 do corrente ha ver sessao fiera!.
-- Na ra de Hortxscasa lema D. 4a
preciss-se fallir a negocio da inleiesse ios
Srs. J.io Jos de FarUs cisido com a Se-
nhora D. Ann moMdora no allerro da
Boa vijta 5 Jos Joo morador 110 forlp do
natos ; e Francisco Antonio Vianna, mo-
rado:' nasta prnci.
Mara Senhorinhn da Hora Caval-
anti fia scien' ao resppitavd publico ,
que sendo casida coro Jos de Fre s Cala
do de quem tem um fiiho menor por
justo motivo dell partadi serr que hnrense disquite judici-
al nem eparaeio de bens ,. e p>r ata nin-
cuero liaja de contal ir a vend de um >i-
tio que possuii no lugir do urraial e nena
anesmoafcramento por nnno cam pretexto
defazer b^rofeiloriai ; parqm u annunei-
anle nadi d stocanvem e nem o seu ca-
sal derea pessoa alguma aleo presente.
Quem lhe fallar una canoa pequea
de carpir dmja-sea ra da Gloria Di-
cim i5, que diodo os signaos cei tos Ihe
ser entregue, na eertea de que o anoun
can te na se responsabelisa pela dita no
raso de extravio.
Precisa s?de utj pqu?no brasi-
feiro ou portuguez: na forte do Mallos
padariae refinjcao nova D. [i.
-v D*seja-8t fallar aos Srs, Jos Siares
"'nto Barroca e M inoel Juaquin da Cos-
a Jnior a negocio de iiitmcue- na forir
do Matlos D. 9.
O B-icharel Gervasio Luiz de S
Garn ifo. partecipa ao re$peilivel publico,
not mndou a sua ieside|jci< para a ru es-
n-rita do Rosario, quasi de'roo'e do Snr
Granjeiro, D ai a onde o paderS pro-
1 irar a qua'qoer ho a do da, aquellis
. -ssos que de seu prestiino, na advocisia,
tinto no crir.se corno n;civel, se quiser
jidtstr.
--- O estallo he um animal 4ierb-boro
<-5'SSficjdo pelos naturalistas por entre os
-miferos de unha de casco cujo p lie
! armiado par um s dedo. O antigis
o conhecif o a ferradura que nos empre-
i unios para preserverar o cisco de possos
iivallos de se oiar, em algunas cicuti-
ilmcias pouco num-iosas qmndo os se-
os cavnllos tinlia > a onha tenra uz ida ou
ferida"1 meli >-lhc urna especie de cal i do
(Jecouro. A iiecessidade. de preserverar
. s cisos dos civallo do ni-cim*nlo a ar-
le do, ferrador itlo he aqu> lie que tem
por firn forjar a Cerraduras projpriai a ca-
ria civallo Honrando Ibas com piegos.
Ela aite nao he di5 menos importantes di
merosas bizeadss sobre cinheeimentos ana-
tmicos phisio ogcos: As pessoas que
tm quiserem utilisr d preslmio do ferra-
dor veterinario lhudea, dirij5-se a ra
do AragSo D. 16.
A ppssoa que lera hvado da loja do
Sr. Martin um livro de amostras de fitas
rie seda com as luiros S. M ; queira fazer
fator o entregar a seu dono.
Dez annos da vida de uma routher
a Peca mait sublime e moral que o a-
f'4i.d Empresario Irousedo Rio de Janeiro,
ella he tlez do mesmo d.s 3ontios -
he om espelho para as familia! Ilustres ;
o mesmo rxplend ir e c metmos dezas-
tres que geVilmente se Jo looedeodo a
Jorge na Peca 3o annos lufii de a Mada-
ma A dele na peca D'/. annos de su*
TJa cauzadas pelos mus conselbos de
suas falsas amigas : o Empresario escolheo
esta peca para sea beneficio o que entre-
*^l'"phi|antropia d seaserflig s.
- O Sr. A. F. A. (juein quinto antes
fagan quantia da ,5o que deve a
bastante lempo, de medicnenlos tomados quitandelra ; uma mulata de 16 annos do gem por saber bera montar o caval-
na botica qae lo de Alberto Laenere } idade C3se e.igomma e faz todo o lo ; eum prelo proprio para todo o serv.
Iluds [aras e proprios para palanquim; cenl-m.-nte ebegado do Para : na ra do
3 m leques com i4 a i5 anni> tambem
de lind i figoraa bm achaques e hvres
de bexigas j nma negra de meo perfil-
an, onnuncii" a sua morada.
--- Precisa se de um homrm para tra-
tar cvalos e ptefere-s uai gal gu ebe-
gtdoapuuco; assimeomo uma a ai a para
coztnbar e eii^ommar u um Inmetn sol- u cotiohei^a engommadeira e cose .
teiro : na ra da cadeia velha fabrica de pissand a Igreja dos Martiiios no pnmei-
chapeos D. 14. j ro and 1 do pnmeirosohrado.
O Matulo que no (lia 2 de Outubro i--------Na loja d- livros da ra Nova D.
disse na loja n. o da praca da Indepen- vj aoeaba de receber as seguintes obras
ca ter perrlido um p'(|uno embrulho de qn(. S" vendern por precn comino lo, tra-,
sedlas; dirija sea mesma laja que se Ihe da de g"og-'aph:i reJigido segund.) um
dai noticias d. Has. novo plano e conforme os ultimo* U*la-
- Uma tipoia'ne/ra com todos os per-
tences : O ma do Livraniento lado da ra
Direiti sobrado l) i3.
Uma p di di cusa, lavadora no-
zinheira, e quilandeiri ; um qmrlo
com cmgalha : na ra do oolovelj casa pe.
gada .so sobrado dos4 canto*.
-.- Umi escrava de 18 a ao annos de
id de cozinha ensiboa, 1 ngorniua sofif-
velmeuie e he muil boro quitandeira :
lar por venda acatado Thtro desta C ra,iistrativa da allilude das mon'.anhas ,
dada, que se acha em praca, por exeeu- r-xlensio (ios ros e dos volc'S do gl bo
cSo, que rnraminhio os AdaaioisUadorea t.-rrestre; par uma sociedade de Iliteratos
da Gi.mpanhaGeral extinta desta (idade, p0-lugu-zes e atlis de geog-aphia univ.r.
contra o Opilao Antonio l'into l'ereira do sa| por 1511tai rectificada e adcioii.ida pela
Fir'ns, e mais herdriros-do falcido Capi- mesma sjcieilade conlendo oito estampas
lo M>r Antonio Jue.Suulo, esu pelo Jui?5 do < ivcl da i Vara. Bsori- berbas viiihelas ri-presentindo as capitaes
ira Cimba, achn-se avahada emdicou- P varios monumentos ("Europa LiccSea
lo* e quatro centos mil res, que parece ser de gaograplia pelo Abb-de Gaullier. redi-
melade de seo srdadejro valor.
IiEILAO.
... Queprrlende fmrr Jones Wynes &
F.dwards, hoje sexta feira 5 do corrente
de fazendaa limpis e averiadas, 111 casa
de sua residencia na ra da 'All'andega n,
16, principiar as i horas da manhi.
C < VI |> l A W
Um scm uzado que aindi esleja
'm bim Bao : na ra da cadeia rela fa-
brica de chapaos L>. 14- 1
Uma negrtnha m- a ,0 7mo,-dB I'h1 Mu ^ualoresco com 800 estampas
- *,. lepresentado os 3 reinos da nalureza tii-
gido pela mesma ^niedade obras cumple-
las de Lobo Cartas d'Heloira e Abailard
seguidas da crUa amorosas d'umi religi
010 portugtma; obra do immortal Fililo
f de G L. de Mour., Principios de di-'
reito mercantil par Silva Lisboa O der-
radeiro Mohicano e o piloto, traduzido
de Cooperpor G L de Moura As obras
de W'alter Sccot pelo, Diciouatio Fran-
cez e Portuguez por J. Fonceca Diciooa-
rio critico da pronuncaco e lingoagem
ingleza par F^alker', Aritbmelicas de
Bezoot, Cacographia da liogoa partugue
2< e sua correlo >. ol p<"* J J. R que-
te, Fbulista da inoeidadf ornado de ex-
celentes vinbetis representando o ohje-
clo da fbula, li.irudido dos principaes
fabulistas, por TristSo da Cunha Poitu-
bem edu ada e propr a para se apr
l!idep:::is
id .de
plheara costura : na praca
n. 3 ou aniiuncie.
Um ou dois jog'as de m ingas d< vi-
dro lieas (jui ajla largas fiara baix > ;
quem tlver aoauncio.
Uma beata parida : na ra da Au-
rora 11. rj
toria do descobriroento da America por
Campos ,' Gbras completas de Jeremie
Beiilbam rio fraoce/., Viagens roda
do Mundo, rezum'do dos pnncipaes via-
jante e descobridores Enciclopedia d'
^agricultura ortica contendo os m<-lhores
iludo* utados nos paizes agiicolas da
'-"-"'Eicravo* de ambos os sexos, de id i- KrPa erequ*c do coro mais de aooo
verdes sobrado a(j defronte do consis-
torio de S. Pedro.
dude 10 a 3a annos: na roa de Agoas r,iu,"tt!' "..eseiilanda toda os inslrumcii.
los,, machinas &e. racas d aniones ar-
' voes c.onstruccS'S ruraes Obras de juras
prudencia comraercial civil e criminal, O
bras de Voltiires 6 d'outros, Obras.de
medicina,.O estado* Actual de Portugal
augmentado cora mitas e d uma discripeo
da guerra peninsular; seguido* de cartas
O Numerf^l do ECHO da Religi- e documentos regios s bre a l-gitimidade
So e d 1 Imp-rio: 111 prsc da independen- j de D. Pnlro em prtugal &c. Solfejos e
alinete dois quartos peitenceutes a a^lla ,
c.iznha fora cacimba meeir* quintil
grande e bi-m plant-.do: a tratar na ra
Augosli D. aa.
Sicas com cevada : no armasen) de
ntouiu Joaquim Pereira defronte da es-
cadrnha.
Uma negra moca cozinha f ensa-
li'i i! lie boa quitandelra ; na roa do
Queimado D J
-,- Uma poico de cera de carnauba e
4 grandes canoa de amarelo as quaes
existem na pr.iia do collegio propiias
para b'rcacas, ou canoas d'agoa por se-
tem bastante* grossas c a fallar com .Va-
noel Francisco da Silva em sua .luj na
pracinhi doLivramento sobrado* novos da
3 andares lado da cacada.
arte de me.zica para os que qmzerem ap-
prender com numma facilidade esta arle,
FhIiiiU* cm portugii"7., Diccioimrio Flli-
moligico e ciitiro da lingoa porlogueza pe
lo Dr. F. S da Conslancio. E militas
Otilias obras de dilferenles nac^s ir.te-
ies*e Tamlr'm se rectbem assignintej pa-
ra o gabinete- de lei'ura ; Revoluco fran-
ceza par Tiers 10'vol com estimpas, Di-
ciouario Magnum Lexicn Cornelio Na-
pes Iloratio Tito Liviu e outros mais
livros latinos Mfsliede fraiurz. c mes-
Ire de ingle'z, Tragedias de Voltaire ena
fiancez Diccionario italiano, \ enrooi
i\!aire italiano
Uma venda c>m os fundos do 4oo
mil rs na ra do Rozario da Boa visla :
h tratar na mesma
-- Uma escrava dj naca sngola de
.bonita figun sabe enzinhar o diario da
uma casi lava bem de va r re Ha sabe ven-
der faiendas e ptima para todo o servi-
co de uma casa : na ra do Livramenlo
solando de um andar D. 10.
U na armacao de uma loja propria
para quilquer negocio de fazendas toda
envidrassadi e ltimamente acabada si-
ta na praca da Independencia n. aj e
z fente com o fundo da Igreja dos Mar- i tambem se Iraspassa as chaves da dita loja ,
tirios. j o aiuguf! he loadco ; a datar na ra do
- Uma preta de meii dada cotnhaj Crespo loja D. 8..
avo roupa de saboe vanella a ha boa j Um molato moco ptimo para p-
cia n. 37 c 38.
Lgica, Met ifica e Etici de Ponele
encidemida em lina* so voiume anda no-
vo por preco cammoda : na ra du Calin-
ga sobado d-f dois and ires difionla da
ra ta l.arang-ira D. b.
-- Ou arrendi-S' tiai sitio no lugar da
Barbilha com dliaa casas de vivenda ,
estribara para dois cavallos banho perlo,
e rouilo bar* ares contendo diflVrettte*
arvoresque dao frueto : a Iralar na rui
do (^doimalo no segundo and ir do sobra-
do D. :p
Uma prela du naci, moca, que
sabe co'ziiibar com pe fi9ao diario de
uma r.|8i I.iva roupi d<* varrella e sabio ,
boa quitandeira e lunbem serve para o
sei vico de camp por ser inuilo poss-ml" ,
aiu.i (11 Livramuito lido d i l\m Dileira '
no lerciro andar'do sobrado D. 18
Dujsescrevas uma da cosa, e ou- '
Ira de angula a da coala rom um 1 cria de
t mezes com muito boro hile para criar
oulra qualquer crianc e coxiiiha com
perficSo odiar o de uma casa e a outra
he boa quitandeira ; afianca-se io compra
uor qae nao se vendf por vicios nem acha-
nes: na 1 ua da Caldereiro D.. s6 casa que
?,
**-------------------------------------------------.---------------------------. ~------------------------------ .......
-- Antonio da Silva Gusmo, aviza e
roga a todos os-Sis. encirreg-idos da Poli-
ca para que tenbo toda outella as Ci-
noas. e Jangadas do Norte que ca lurno
a roubar Escravos, afm de vercm >e po-
de m aprehenderem huma su escrava de
nomo Germana, crioula alta -e seca do
corpu por estar magra, e tem atesta a-
canieraua e e'dfii a!(^ura Sim) u qj-
hrad'a em quanla a ropa levou bstanle ,#
levando puta da cosa e outro fino jacio, '
e saia d lila e mullos vestidos de chita e
riscidos'o rnesmo Sor desconfa ella ter-
se encaminbado paia a Caraiba e por es- 1
te auhuncio se obriga a dar sooj' reis a
quem a' aprehender e igualmente a p-s-
soi em cujn poder ella se achar a escrava J
fugio hbtitem 3 deOuiubrode 838.
-.- A 3 de Selmprn fugio um e-cravo
criouto de n5 a ^8 annos de nome Ri-
cardo, boa estatura, espadando, bem pre-
t e sem barba, olhos alumacados, fa la
grosca e descancada (em nos peilot urna
seca ti i* pequea de uma sachada que for-
ma um pequeno bola o 5 pernas uro I mo
finas e alguma coisa arquiadas \ tem o*
ps pequems, e os dedos dos raeimoi cur-
tos que pirecera aparado* : O* appn hn-
dedores entregopni no nesla prc a Jo-
aquim da Silva Castro,- rui a na Comarca de Nazareih a Francisco
Gomes de Araujo e \ as oncelh s ou a si u
Snr. Joo d' Uidrade L'mi e Azeve o no
eng'nho de Mar tu* Fr-guezia de Ticu-
iihiem, que sero genero:, un tul-.: rtcoin-
pencado.
MOVlMEIV'ro DO POKTO
NAVIOS ENTRADOS NO DA 3.
LISBOA ; 3g dias Escuna Portgueza
Quiudal de 109 Tonel Cap Juao Jus
do Vasconcellos carga ganaros do Paiz;
a Joaquim da Silva Regad*.
IIA MBURGO ; 64 d as Culera Inglw-
Esk de a5g Tonel Cap. Jos Bell,
carga Yarinba de trigo: a llarrissou La-
tham. .
OBSERVACES
Dao a vellado lameirioss 7 horas da noile
o BrigOe de Guerra Iaglez, que vi a de
Su! ft'!(,> pera o ri?nio. ^^^
Perw, a Tn, vtM. r. as r. 83S.
V


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