Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06021


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Full Text
ANNO D i83S. QARTA FEIIU
CAMBIOS.
Outahro *
Londres 38 Os. St. por ijjfooo ced. efectivo.
Lisboa 90 por 100 premio, por metal. Rom.
Franca 3 i o 345 Bs. por franco.
Rio de Jane' ro ho par.
Moedas delinco ljjfooo as Te!has novas i4|8oo.
4j?ooo 8| 100 a i 100
Pesos Columna rio, iftigo a i|7>o
Uiltos Mexicauus ijjfooo a i^tigu
Patacoeus Biasileiros 1^69 a ijf6g5
Premios das Leiras par mes 1 a 1 e i9 por 100.
Cubre a por cenlo de pe seo tito
PARTIDAS DOSCORREIOSTERRESTEg.
Seguadas o Sextas f ai ras.
3 DE OUTUBRO NUMERO 2*3.
Tudo agora depende de nos msanos ; d nossa prudencia,
BiodtiacSo e energa: continuemos Cerno principiamos,
e seremos apontados cosn admiraro eattre as Mace* mais cul-
tas.
Proclamaco da^ssemblea Geral do Brasil.
Suhscrevese para ala folha a mil reis mensaes paamtmli-
atitados nesta Typografia, roa das Crines 3, e na Praaa
d Independencia 37 8, onde se receltcm 'crrespim-
denca> legalisadas, eannuncos: nsirindo se ses,
sendo dos proprios saif nantes, vindus assignados.
(ia
Os
Cidade da Para iba e villas de sua preteucSo ....
Cidada do Rio'irau (e do .Norte, e vidas dem .
Cidade da Portales e villas dem.......
Villa de Co anua............
CH .de de O.inda............
VdU d* Sinio Anto...........
Dita deOaianbutlS............
Ditas do Cabo Serinliaem, Rio Foimoso, e Porto Calvo
Fajan de Flores............
Todos os corrcios partern ao roeio dia.
I
To los os dias.
Quintas feiras.
Dias 10, cao dcada mea.
dem 11, e i. ditto dido.
dem 17, ditlodilto
DHS DA SEMANA.
de Otilnbro Segunda S. Viiissim. Aud. do Juix do crime de tarde e sesso da Tlies. P.
Terca Os-anios da Guarda. Kelaco de manliaaud. do J dos 0f. delaide.
Qua'rU S. Candido M. Sessio da Thesouraiia Provincial. La cheia as 11 horas
4 min. da larde
Q .inta S FianciSCO de A*:s M. RelarSo de manh3 e u licneia do J. dos orRoa de tarrte.
Se*ta S. Plcido e seus c>mp. Sesso da Thesonraria Pub e a.id. do Jais do Civel de larde.
6 Sabbado S 111 uno r*. Ralafao de matih, e aud. do V. C de larde.
7 Domingo U.S. do Rosario.
Maro clieia para o dia 3 de Outubro.
As 4 horas 3o minutos da manila As 4 horas 54 minutos da tarde.
PARTE OFFI-CIAL.
RIO DE JANEIRO.
CAM \R \ DOS SEN A DORES.
Sessio em 8 de Ag jsto de 1838.
Pressidencia do Sur. Mrquez de Bae-
pendv.
Feila a chamada e achanJos presente
numero legal dos Snrs. Senadores, o Sr
Presideole abre a sesso, e lida a acta da
anterior he approvada.
O Sur. prnueiro secretario da' canta do
expediente.
Ordem do dia.
En traa em 3, discuso as propostas
do g averna, corijuiicUinenle com as ei-n-
d s da cmara das Suis. eputado* sobre
pro mo, o as.
O Sur. Almeida e Albuquerque faz o
seguinle requenm nto :
Req ieiro que se separen) as duas pro-
po-> d ; goveruu, suu.e .19 p- 'jociji'S nu
ea.en-.ilo, ai mada e arlilheria de murinha
na tur.na em que ellas Corad apreaeutadas.
A. Albnqueique.
H > apaiada, o decidindo se que, em
prnneirj lujar, se discutase a cien la
da cmara djs Snrs. diputadas, que.
manda redundir emhumaas du-s propon-
te do governo. entre esta ein discussao
conjunclam-ute com o r-querimeiilo do
-
blica e inlegridade do imperio. Ver-
gtlrro
A discussao fica addiada por ter dado a
hora.
OSar. Presiente d pira ordena do
dia as materias dadas para boje.
L'faiilau-sj asisao as duas horas da
larde.
Sur. Albuquerque,. e he approvada .
can lo prejuJicado o requeriiueiilo.
V.-ni a ffl.'W o srguuite requerimenlo,
que d pois de appoudo, e discutido, na o
se pprova.
Requeiro qus era comprimento da ar-
tigo 54 da can liiuicio, se couvtdeU) os
ministros para assistirem a discussao so
bre-estando-se nrllas. Vergueiro.
Continua a discussio da materia prin-
ciial e io uir recidas e appoiad^t us *e-
guniles emendas:
Pnmeira. Depoit do pargrafo I. do
aitigo I. diga se pargrafo a. Pfo-
movendo ao t. pasto subalterno somenle
os iudividu s que nao forem da primeira
linba. Mello Mallos,
Segunda. Sa.va a redaccSn. Substitu
TO ao aitigj 1. Fica revog.da ale de |5
de outubro de 18Jo.
Quaudo pisseo^a. noramente instau-
rado, accrescenle -- os juises de direiru
serio promovidos a dsembirgadores, e
estes a membros do tribunal supremo de
iustica. Teixeira de liouvea.
Terceira. Instauro as emendas postas
na segunda discussao ao artigo 1. a.
Satu.nliio.
Qusita. Substluitira ao projeclo. O
governo fica ulorisado a promover nos^j
postos immediatos os individuos do ejer-
cito, armada e artilheria de mariuha, que
fuerem ou tiverem feito servicos relevan-
. tes para o resUbelecimento o ordem pu-
CAMARA DOS DEPUTADOS.
Sesn.5 em 8 de Agosto,
Presidencia do Sor. Araujo Viannt,
L'jgique se rene nun-ro legal de de -
pulados, lie.iberia a sessi, lida e uppro-
vada a acta da anierior.
O Senhor primeiro secretario da* conta
Ordem do da.
Prnneira parte.
Entra em discu:
A assembiea geral legislativa reslve :
Artigo nico, l'ico approvadis as dis-
cusso couleudas nos ailigos 4- 7- das
c .udic'.'s que acouspuiha o decreto, de
'7 d i di '; aliusuvo .dol'o (i'g.;, pira formar
hu 111 compinhu d mcionaes e earan-
jjeirjs, qiepj>si empregir-so nos irab*
inas d muierajad na provincia da Minas
Ficorevogidis todas as leis a disposi-
co-s em contra lio.
I'ac dacunira dos Diputados, em ao
Je Juuho d'. iSi. --J. A da L'mas.
-- liuilio Q la resina Torrea. Aajelo
Cnst >dio Correia.
O Siir.Cirneira L^.^declrra que, co-
ma os iliusires mambros da canmissaa na
se acliio na casi reqaer que 6
queaddiado este objecto para qu 11 Ja o
sur. ministro do impsrio cstiver presen*
te.
O adJiamento proposlo he appoiada e
enviM em discussao.
O Sur. Maura MigilbirtS vjticantrao
id li un Mita, e o S ir. Vaz Vieira prope
> .idJn.ne.ita so.nenle p>c dous d as, o
qud he igualmente p nado.
Duido-se por discutida o nddiamentn,
he r geitido o p opasio p loSnr. Canei-
10 L.o, e appruvudo o requerido pelo Sr.
Vai Vieira.
Entra em discussao a segunte resolucio:
A assemblea geral Legislativa reaolve :
Artiga nico. Fi aularisado o gover-
no pira pigir na forma di le de i5 de
nove.obro de 18.17, Francisco Jase de
tacita, a qnautia constante da,senlenci que
esle obleve contra a Cascuda naci.inl, ni
demanda acerca das prejuisas pardas e
dainos que Ine resullara do apresamen-
ta do Bngue oriente, f.-ita pela esquadia
do caininiuda de Lard ocliune, ao lem-
po da guerra da inl.-pendencia.
I'aco da cunar.a das depulados, 17 de
iunho de 18J7. C. J. de Arauj 1 Vunna
- M. D. da Toledo.
Tomad parte na discussao, e discorrem
largamente, a favor do projpcto os Snrs.
Vz Vieira, Nunes Machado, Gom.-s de
Camp s e Ciruei o Leio, e cintra os Srs
Andrada Machado, e tlenrique de Re*
-.ende.
Fica a discussao addiada para se passar
a oira part-di ordem do da
Le-Se hum omino do ministro da fasen-
da, pslnd) se lite indique dia e hora pa-
ra a presentar propostas por parte do po-
der ejecutivo.
lie designado o dia 9 pelo meio dia.
Segunda parte.
Continua a terceira d scusso do projer-
to que fixa a l'jrca de Ierra com as omen-
disapai.lis na sessio antecedente.
O Sit. Marltm Francisco ora hrg men-
te contra .1 ademissio de estrangeiros, e o
Sor. Cirneir) Lea Paula Candido, e
>.(jjQ*ales Marlins afavor.
*i'gi-se a miliaria discutida.
O Sur. R'sendd na pede voticio no-
minal, mus qu- secansignem na acta o*
non s dos q le volar > pro o contra.
O Sur. Presidente : o que o nobre de-
pul* Jo qier h < justa nMnte votaca nomi-
nal Vau cansullar a cimara
-'Cide se par grande taioria qua a
vataco sej nominal.
H submettida a votaco a emendad
Sor. Maura Migalbes pira a suppressJo
no parag.-afo 4- a 9rli6 das pa
lavras que autarisa a admi sao de es-
trange.ros.
Volao a favor da emenda 3o Snrs. de-
depuiadus ; a sabir :
Os Srs. Remido Luiz Carlos, Rga
Monteiro, Vlariano, Amiral, LimaeSJ
vi Vis;"i--iro Caelho, Andrada Micbado,
Martim Francisco, Montesuma, Alencar,
Gam-sdi ronceca, Limpa de Abreu. Al-
ves vlachido, Ferreira de Castro,'Oao-
nt, Aurelia., Costa Pinto, Soulo, Ri-
bairo Oaarle, Toledo, liiplista Caelano,
J,se Pedro, P. de A*castra, Jase Felt
ciinno, Alcibiades. Serqueira Leile, as-
ment, Maura Mtgalhaft..
Volo contra amenda5a Snrs. deputa-
dos, a s ber..
O Snrs Francisco Ganailves Mirtina,
Gilo, Sebasliada RJg. Crvlba de
Meudanc, Miicelmo de linto Eustaquio,
VdieiiJ, Vieira de M dio, SiiUpi-a, 13 is
t ,9, Cavalcsnti de LacerJa Al ni a
Francisco do R-go. M.ciol Umt.iro. Ra-
drigi. Solas Aivel, Cisado B.dei-
r, Piula Candido. Ul-si, Cirreia, Ga-
ms deCitnp.s, Nu es Machado Gomes
R^b-iro, Ja*e, Carneiro de Cimpis,
Cijaeiro, Calman, Costa Mirandi, H^r-
cuUno, Gibril Vlendas, Rli,ario, Le-
o, Bisp de Cui b;i, Val Vieira Pau-
lino, Vimna, J.Gans.lves Rimiro, Ser-
queirae SJva Tasta Navarro. Pacheco,
Torre, Vasconcell s, Hauoria, Co.ta Car-
valho Pontea, Jos Cesario Freitas ,
Rarr'tp Pedroso.
He approvada a emendado Sor. Minis-
tro d Guerra para a suppressa do artigo
quarto.
Dada por concluida a discussao e ado
ptada a propota, he remedida a commis-
so de redaeco.
OSnr. P.esidente d para ordem d
dia a osesma de boje ,
Levanta a sessa depois das duas lioras
da tarde.
PERNAMBCO.
DIVERSAS REPARTICOENS.
TRIBUNAL DA RELLACAO1.
Sesso de a de Outubro de i838.
Na appellacio Civel do Juiso de atiien*-
tes da Villa da Rio Formoso nppellante o
Juiso appelladu Joo da Cunha Magalhffes
Escrivp. Rebello ; se julgou pela coiifir-
maco da sentenva. a
O Embirgos de Antonio daSilv Ca
valcanti contra D Mara Frsncisra do Al-
meida na Cauza de app-II cao Civel do
Juiso de I).reiio desia Cidade Ecivlo
Clnves; foro desposados
Na app-'llicia Ciime do Juiso de Direi-
to da Cidade da Paraliibi apo< liante o Ju
izo ap'p-IUdo J s> Rodrigues Chaves l s-
crivio Chaves; se julgou que nao loms-
vao conbecimento do Recurso offi-ial in-
teirim-nte enteiposto por nao competir a
este Tribun.il.
Na appellacio Civel do Juiso do Civel
da Villa do Rio Formoso appellante o
Juiso e app-llados Joe Gomes i.ial o os
herdeiros auzentes do finado Manofl Fer-
reira de Souza E>crivo Bandeira ; SO
julgou pela confirmarlo da senlenca.
O* l^mbirgos de Jos Brnrdo Fernn-
des Gama e os dos Administradores do
Haspilal deCnidid?, Ecrivo Ferreira;
na cau/.a de appejaco que despulo fo-
to os primeiros dispresados e os segundos
recebid >s.
Os Embargos de Antonio Perera Pin-
to de Faria contra Jos Mn'ia de Caiva-
Ihom aus deaupvIUcio que deaptltio,
E nrand ando-so cumprir o Accordo em-
bargado.
Os Embarcos de Jos Francisco de Bar-
ro* contra Alb-rt > Caetmo das Santas na
caus de ap|h-llici Civel Coia dispresados)
mindand i-ecunprir o Accorda emba'-
gad>; E.civaG R bello
Os E nbirg s de Mara Elias do Carmo
costra F ancisca Ant nio das Clnga na
causa qu; desputa Esciivao Bandeira ;
CoraS receb das ejnlgvdo provados e re-
formido o Accor iafl eoabu-gado,
N app--llic. CivddoJuiso desta Ci-
dade appellinle Antonio Rodrigues Smi-
co e app-llada a Fasendi Nacional, Er>
criva Bimleira 5 Coi confirmada a senlen-
ca iccairida.
ALFANDEGA DAS FAZEND4S.
Rendimento da Alfandega de Pernambu*
co 00 mea de Setembro p. p.
Diieitoi de i5 por cenlo Ityi^UG


uco
Plvora 5o por c.
C,h jo por cvolo
JlfsexporlCioa par c.
Expediente de i 1/2 por
l ;nto l
Ditoaddicional de 1 p. r.
Aru.'Z-nagem de i.'\ por
cuto ao me
Di ti addicon.il I 3/4 p. C.
P.t-miu d,e 14a por c. ao
mez
Emolumentos do Cerlido-
tns
3:o2oIJ3p4
;aoUooo
fepfttt
.) 4'otfJ4
i;34Ih>Go
5U7r6o
aro de Jos Vnz Silgado na ruite do .Fiscal das Qbras^Puhlicas a fim desta Ca-
di'a ai> do corrente fue/, no lugar do Bar- niara dar providentes sobre o seo coaita-
bulbo ; Jos e Sinso, pretys escravos
118.1rHJ Alfandega i.' de Outubro de 1838.
Como E.ciiro.,
Jeuuin > Juse lavares.
i, EscripiUrno.
MEZA DO CONSULADO.
__ A Pauta he a mesma do iium, ?. jf.
C0RB.E10.
Existen Administraco do Correio
dcsla Cidade usoticios abaixo.
Um orado do Exm. Presidente desta', a
oMiuulioda Mannhi i-nlt-iKsa rencio Rodrigues Miranda.
Uoi dito do dito dito uo dito di Guer-
ra enterrase de Manuel Venceslao KibiOio.
O Pataxo Fiordo Lisboa recebe a piafa
paru Marauho boje 3 as 6 horas da tardo.
.
ARSENAL DE MARNIIA.
No Arsenal do Marn lia nos li'ivs ? 5
e t de Outubro corrento se venduta em
hasta publica humando pqueria, qfllanti-,
dade de cabo velho de linlio un pipd
de vinh < nulo bom c una grande pur-
cao de saceos do cajos ubjeeljs au 110-
cessi.la o mosmo i^reu|l, pelo que o (es-
peclivo luspec'or convida as p sioas a
ipjein possa eonvir a compra d'elks aque
compareci nos indicauos das pelas iu
horas da raaob*;
Arsenal de Marinha de Pornatubnco i."
de Outubro da id38.
Fi.aucisco de Assis Cabial e Teive.
uspector.
OBRAS PUBLICAS.
Nos dias 18 29, '2 do correte cara
se procedei a arrematicio do 3." Unco da
reliada de Santo Anlao iucluiudo a pan-
le d Tigipi e da obras precisa ptr
coaipleUr a estrada do Giqui ; ai|Ud|ie
uredo em 14:7 JO..4i res, estas tin
jo.(>jo,oo5 res : us Licitantes siu convi-
dados a comparecer coaipetenleoaeutu ha-
bilitados de Fiadores idneos ero os refe-
rido das ao meio da a dar os lances na
1 Reparticao das Obras Publicas, a onde s-
to patentes os sresiepeclivos Orcamo'utos
Descripcoos aCondices^para seren ,< xa-
minados pelos Perteudeiites em qu-dquer
(lia til a* horas do expediento.
Iuspecco das Obras Publicas a de Ofir
tubro de i838.
Maraes Ancoro..
este de Jovquim Altfqs jsbqu lie de Joa-
quiro Alves de Alrawa pe{o mesmo Com
niissario a por ser mesmo iudio : Alaria das Virgens lam
betfti pr&ti por o^tro Gommissario da
memaFregueaia por ebria e desordei-
ra.
JS'atU ais consta das partes hoje rece-
bidas.
Dos Guarde a V. Exc. Prefeitura da
Comarca do Recite 3o de Setembro efe
iHri llhn. Exm, Sur. Francisco de
Paula Cavalcant de AlbuqueVque Vice-
presidente da Provincia. Francisco An-
tonio de S Barrete., Prefeilo da Comarca..
Parle do dia t. 'deOutubro.
r : I
Jl|ra. e Exm. Sor- Foro presos hon-
tera miiiha ordena e tivero destino:
Antonio ioaquim di Si va branco, e
Jou preto, escravo de $o* Virissimo,' pe-
lo Sjih^l'rt.feiio ,rf* jF*y$5ue*" do Rj/cife-.
este a i.'(uiimento dt- sno senb >r, por de-
ziib.diejilo q,u#.'J por haver eridp a
otitio (Helo 'scravo flVM*noef Luit Goit-
ja
DjmioLins, pardo, pelo Cora-
mandante da Guarda diCul-ia por de-
nuncia de ser tile eserfor do Cter E>p-
ranc de -Bcbirib9 ; e J-.o Fernanles d
Souza branco pelo Coranaanihute inte-
rino do auf Bitalho de G. lW 10:111 deste
iMuu cipio por ser o ai mi-so para o servi-
co estar ivas otreunstirrclas de ser re-
cruiado.
O bub-Prefeito da Freguwi do Cabo
partecipj que ni noite do dia -i( do Mz
p. p. fbra assa>8i)ado UO linjjenho Aljfodo-
es com -1 tiros de espingarda Jlo Alves
Pe reir pdos pardos-irnii.is l'elippe Pe-
reira da Silva MarUiha l'er.-iia da ^il-
va osijuaes nao foro aiud presos.
' p.que consta das partes luje recebi-
das o'esia Secretaria.
Dos Guarde a V. Exc. Prefeitura
da Comirca do Roife r. de Oatubrti'de
i838 *c.
udo : a Cunara delibr u que o Fiscal
respectivo fosse enoa'rrcgido de mandar a-
pirt ir o entdlio, tj*< se ach encpslado
aoarmasem do Ca^ouco velbo e que
nlifn^sse ao Proit^ario do terreno em
que existe o sobrlo enlulho, que quin-
to mies o maa^asse cercar.
Outro do*Ui> de Paz. da Freguisia da
Santo Aaaro Jibo.itlo partecipando nao
ter did) cumprimentoao officio desta Ca-
saara dictado de 28 de Junlio por ter bido
bit icado de urna forte delhxo acompi-
da de Vbre e outios encommodos; e que'
se nao deri'gio'ao Su>plente pof nio ha-
ver ; a Cmara delibarou que s cham.is-
se aomais votado pira v4r-jer juramenta-
do no da *"] do crrente.
Outro do mesmj iu'f. de P/. pirtecipin-
o nao ser Curada a Ci|)e.!li de Gutji de
mr> toVTvr t r
i 1UUUJ.1 /lli
%y\j.t diin.li/uj,
Sessao do dia aa de S*lem|>ro de 1338.
Jury de Accusscau.
Diiittnota do Doutor Promotor Publico
contra Juiquim Baptista e Me lo Oxili ,
por uzo do Ma. dehesas 5 o Jury nao a-
cbou materia para acOasacco.
Samarlo x officio contra JoioJose dos
Praseres por fuitode un csvallo ; o Jury
ach'>u materia pira accusacco.
Dito ;x ulium contra Fideles Pereira ,
por uzo de armas drfesa ; o Juiy nao a-
ohuu materia para accussccio.
Estejulgamento lu injusto: dnasTes
temunbas ds vista e o Reo confesso o mo-
tivo (|u s-jundo us dism levara o Jury
.ibsoiv'er o Reo oi a circunstanc
lliest-r acbada a faca dentro de hum saco ,
que elie trasia coucluiudo sn dabt que a
iio cairgava com iinimo-ol^nsivo e eri-
PREFEITURA.
Parte do dia 3o de Setembro de 188.
Ulm. e Exm. Sr. Foro presos h>n-
gm a minlu urdera e liv^raf desamo ;
tniu Joaquini, branco, u''h^Baz da
Iva Civ.ai Passaniiho, pudo, pelo
Sab-Prefeito da FrgUi|ia do Stolo Aa-
tumo elepor ser tbnu, e d<-s-rdcUjO ,
l.aq^e (e p m- |er traressad >r de l'aruiha ;
\ irtorino \ t.iri di> \loira tumbeas par-
di, p!. i'piiruiiii da ilislncto das 5
Ponas por (e/ qo^iido ollendei- a l'edio
0>e Pfi'i com ooia faca d jioutu e
la-i P-uli {feas prtta por
Ha sel iaj. Ue Polica por esiar proiitiu.4-
9f)'-H 1 O livrioi4Q ; i>iiii(jue
i)ni des Santos pardo, pe/g 3. C*m
nundsntc Gaedea Alcanforad-. ,' por ter
iio 11:01 opulbiT; Simio l'ers'ira
Ivj. 1 1 lio, pelo C';mraisi rio de Po-
tl. 3. districio da Fr%gvie*ia ik Bur
, por tw niy t.o a panciius usa proi ,
s fosse mt nos criiiiinoso o qu- iti.119 oc-
cuila o instiameto pin illuilir a Polica ,
para com seguranct ferir sua victima.
cima piralgum parto, que houvesse en-
tre o Capello do Eigenbo Gurjad o o
Vigario pata administrar aos Povps os
SaiK-amentos sim era conservada po
l'r<;prieta:io jfry f. ba5K9- Elgelo e
que o mesnft'WpO^:.^'.Tiinistr(|vf tf&
somenle posf JP^&ffc ** iii'^.idiw* 9*1
Engcnho eae'(B'anal^bV lu^i.fS o Si-
.crameute, purisao- Hie panreoia nlo
dever ser considerada Curada daquella
Fr.'guesii referida Cap>1la e quindo
fosse houvesse ej!a Cmara de fase'r a de-
mjTcaco de seos limites ; deliberou 1 C-
mara que se reme.lesse ao respectivo Vigi-
rio o cilicio d.- Jui'. do Paz pifa que in-
forme sn a Capella de Gurj. lia ou
irSoCurada.
Outro do Cidado Francisco Severin
Cavaleinti de Lrcerda partecipando estar
p ompto pira assistir aoexame, qije se |
pretvnde faser na estrada no'v' aberl p>-lo
Hendciro do Engfnbo Caxilo : inleirada.
Outro do Fiscal ueste BiIit* remetien-
do a confa da d^spesa que fez com a re
nracio do entillho do Cal'abo ico vlho e
m> Iboram- nto da ra deste nome e das
ras do Rosario n dia da Procissio de
Corpus Christi em portando dita despsa
na quantia de 84,1)70 reis e qle ja ten-
o feerbido a quantia de 5o,000 reis esta
Cam-ni houvesse de mmir passr mari-
dado do restante : que se picasse man-
dado.
Outro do mesmo Fiscal exigindo a quan-
tia de 64oO reis que despendeo com duas
corridas de saude que fez com o Doitor
Feblipe N*r ma no dia a5 do mez p.p.
no K.iirro do ftecife, outra bontem ueste
Bairro assiin como a quantia d 4.00 rs.
que despendeo com o MeSl'r Pedrero,
Antonio Victorino que com elle e com o
Tnetite Antonio Rjjido Iribalhoil 2 dias
noexam,e orcameuto*db Midoro das
5 pon s : que se pacasse mandado.
Outro do mesmo Fiscal pednUo que
esta Cmara desse as primas ordens pa
que fo*4em lirapis as ruis Nova e de
S. Amaro que se'acbSd cheas de bastan-
te lama aproar de serm cals^das : ddi-
berou a Caa ira q le o mesmo Fiscal fo*se '
encirregado de lser dar expedicao as a-
guis que se acho extfigoadas nao s nes-
sas ruis ; como tambera em outras deste .
b ro de i,8a8 v.l. 33 do Cap. 7 da Le*
doOrcimento Provincial de a de Maio d
correte anuo ; e que neste' revitid se of-
fieia-se ao mesnao frefeito ; cojo parecer
loi approvado.
A Commisso encarregadi.de examinar
o terefto requerido- porJoiiqaim Antonio
Ribciro da Silva pira uelle edfier fqj
de parecer, quo a Caaiara ppr hora nao
deve dar td liceni,, visto aoh r-se p.terre-
o requerido em llagado i ser eobert
pelas nchenles' das mares e mesmo por
que se acha eem:do;pelo Governo da
Provincia um Engenheiro para aprensen-
lar o plano d merlioralne^ito do l*rto ;
cujo parecer fui approvado.
Ddspacbarao-se agums wqueriraenlos*
E por ser dada a hora levanlou-se a Ses-
sao e manda rio faser a prsente em que
a.ssignarao, Ru F.lgpncio inlante de -I-
buquerquee Mello S^relan.o a esc/evit
Silva Pro Presidente. Duutor Cintra ,
Sarros Ros Miid Oliveira ,
Sampaio. Es conforme.
O Secretario.
-ftjlgctto Infw'tv dAlbuqui^ra e Mello.
I-v' 1 ------1>
COMMULNICADO.
minoso Que terrivel preefedmle Cornd Bairro qu esliverem em edenticas cir-
GA\{.VRA IflSICIPAL DA CfDADE
DO RECI. E.
Soeslo da 19 de Julbo da 1838.
Presidencia doS-.nhor Sil-va.
Coarparrcerao os Snvs. Doulof Cintra ,
Bino, Ros, Miraede, Oliveira B
Sanipiio; faltando cora causa os mais Se-
ahores.
AberU a S?s5, e Itda a Acfs da anta
ced'-nlefoi approvada.
O S'crHario dando corita doexpediea-
ta ntojaoloMod o egUintes olticiOs.
UmdoExm \ ic ? l'rrsi.tonto da Pro-
vi 'i ca partecipando t-r expedido Otdr
ao EivgeiiheirO ll-;sting para se derigir
ao lugir do Eng.-nbo Cixito e exiininir
se a estrada uovj que ali S abri he pre-
feivel a v.ih 1 : inleirada.
Outro do mesmo I xm. V'ne-Prriidrnta
remetiendo un olUcio do Administrador
cmanciis.
Outro do Fiscal do Recife exigindo
qUinlia de 300 rV que "daspendi com o
Drator Felippe Neri em uJ corrida de
saude, qu"coin o mesmo fez: que se
paca-e mandado.
Outro do Procu rador informando que
esta Caraira deve ao Co'lrctor das O-ci-
rnas de suus propriedades a quantia de
273 470 reis do a. semestre &a an'Oo fi-
nancelrod 1887a i'838 ; que se pacasse
mandado.
Outro do'mesfno Procurador informan-;
do qu tend eximimd o as s-ntencas de.
Mano'I ItodrigUes da Silva Jos rrn-
cmmi d j;i e Figeredo t Jos Antonio
de S G ilto chdU'fs conforme pos
estavio contarlas pelo contador eos mesmos
requen-utes aindi ni tiuha recebiducu-
zi alguma por esta Municipalidade qqe
se pacissera us respectivos mandados.
A Commisso enea recada de dirseo pa-
recer a ce tea do officio do Preftito desta
C
A Rego Catbolica AppsioJ c Roiqa*-
na cJilinuaTU o Ser a R-liigao db Mspei-
rio. Todas as outras Rehgioeus sero
pWOSeildas com seu culto dom.-stico d
particular em cazas pira *> d.-siiuidis
Q^> sera firma ALGCJ.uA exterior ds
Templa ^ifl
Coni. do Imp.Art* 5
Assiin como nos o> Brajileiros guan-
do estamos em Inglaterra religiosamente
respectamos nao s a L''g'>'d?iJu I"gleza ,
mas at os utos e coslumes d cssa Naco
amiga pareen que os Seubores Inglezcs
nos devein pagar na mesma moeda q.in-
do residentes no Brasil. O edificio que
para o Culto de sua Religiao esli fabri-
cando os Senhorea luglez.es ni ra d'Au-
rora d'esta Cidade nao deve ter orna
forra exterior que o dsse*ellie uoU-
velmente das de mais cazas, quero dizr \
de mane.ra al'guma a sua fonna exterior
(i ve asserneiar-sa a um T.-rapio. Esia
que devia ser a forma d > edificio raencio-
indo, naa beemverdadea ayp Pop sto
dando, de surle que aprsenla tus < forma
dumetr ilmnite opposta a que devia ter,
tatito assim quo para se coiiliecer que
aquelle edificio b) um Templo nada niais
he percizo do que olbal o.
vista d'isto com Brazileiro e mu
leloso pela Religiao de meus Paes *>
pela (li;nidde Nicion il rdgo ao Senho-
res Inglezcs que se dignen! emendar o que
est leilo ou por i.ui a que nao se apar*
lemda letra da Conslitu i;io do lirazil,
que he el irissinoa ; e aos Seubores R'dac-
lores do Diario rogo igualmente que se
dagriera admiliir eslas bulls sobre um
objcl que tambem Ibes topa e ooi^ O
qual anda tima n mais Vezes insistir
m Brazileiro C'iiholico Romn
Como o nosso Coriespon ii-nte nos
exti-anhamos tamb-m a forma externa d
edificio em questao por nos pirecer con-
traria a letra da Conslilujco (lo Imperio j
e acontecendo fallarmos nisso em prezen-
ca de pessoas int. ligantes. e at de bun
Membro da Cmara jVlunicjpil oblive-
mos em reposta, que nao era exacto nos-
so pensamento e em prova cilarsonos
haver igual edificio existente 110 Rio de Ja-
neiro com a mesma configuracao exterior :
se isto he exacto comsuppomos pieW'
nos nao haver motivo de censura neip
lugar pira reclamar a vigilmcia da Apjhor
ridide por iss 1 m ismq (pie sendo o facto
to publico nao seta crivel que abradine
seus devores. Juigiqos que cora M ex-
pendido temos demonstrado ao Pablice e
ao nosso correspondente que velamo- so-
bre a execu?o da Lei. O' R;i-
Srs. Redactores,
tr
Comaica, fui de p irecer que a Cmara j ('hristo ao Ceo igualo1?"1*1 a jM^1'^
nao devia subminislrar aos presos pjbies quando esta nio hs nienps mariloria-
di Cidiia agu e luz em prtsenc^ d,> srt. i ndss > litigioso e cathoco x ^iiiWlfO **
j4 da Lei.RcgtJaipenlar t) do Oulu-
COpS^Dl^CiAS.
Sri, Redactares, A virfrdeda Cirjda-
de be o priuifiro da^rao, que copdu

Serfica, 3.', 0;

IH'-AHrQ- DE I BR-N A M -BBC O
ft
r
l-rancisco Jw-Dias tb Costa, j pnrdiwa
jezes I.* geraer no prelo o noaie de sna
Jogra-a.Si.* D. Francisca wargarida do*
Prazeres cuja respeiluoaa Seuhpra po ton
uta, ,nea> antes nena dt-pui* de spa v.u-
vcz. Essemagnnimo iuure$^iu,em a-
me de seu gen ro ..titulo de prevenir o
Fubl.co, lar. e$ses anouncios que uin.
guem f.zesse negocio de compra, hipote-
ca ouirai.sicaovomeJSiSct.kyra viuva
sobre os bao da .que .da se acha de msm
(por especial merc) e.n r^a ue u l(jr
feto n.veulario) ciyp aiinuucio he falso
nortee tlU fez o ju inventario mas pao
houeep.rlillw, parque nilJ wjUiu ^^
rcuaseu lavor ou dos herdeiros ..ara se
paderein r,-pailir, ,po que o que l.avu
nao cliejjou para se paguen, as divida,
que (icauo de seu mundo.
Ajara queirao admirar Siihores. Re-
dictores, o nosso Sarafico ha noVe anuos
que desfruta o estado d* viuvo i-.-audo
llie 4 llios innocentes indi nao fez u ieu
Iivoiilano, istocom escandaloso prjttua
dos i a nocen les rfOi, e sera remidi,
pirquj elieso ufan cU basotia e.p dizer
qu; na> se imputa cun o Juico JjaMHtf"
rossjap dado as n.vas ii^tituicjes qu,
Si), sombra e iudibna o Duelo mus s-
gralo dos Orlaos, o das Jai q.u o favu-
roceaj,
Prevenimos po$ ao Publica qua nip-
gu -m fue. u*oio d co npra bipoloua ,
ou ..ulr.i qmlq *er tr,afjcij eoip. esta Ca-
rtis.mo sofe os Ij.'i.s qua por indiviso
lho resta peua d p;rd uli-iro.
Sou Srs. Redactores
llum endoso justicuiro qua pxia
serprejudicado.
Srs. Redactores. Queira publicar poc
esta sui inesma folha su fui cu u ama*
riu.tso das refl.'xdes do Vade uv rtas no sao Diario V. oa de 18 do ami
prximo passsdo ; plo qu ias sera o-
bragado o seo a signante
Podro Bicerra da Soma Bjllro.
O Jr. P. 15. il*, tfdllfo,. tj Uao
autbor da reljx.s do Vade-inecum.
o* na.
Srs, Redactores. Coma V. ms. sao a-
migos dos seu> leitores par isso Ibes ro-
go queirad inserir em seo estimuvel Pu-
iiodie 1 estas mil Irac.las buhas, do qua
Ibes tijireien mteiio reeoiibecinamito.
OiumIj, Sis. Redactores, e do ao
manifesio a Lei Provincial d*> i8JJ p,
43 ( m a qual se v no Ai t. y do Cap.
a., que du (J* Piofessois de tora da
Cidadu, e o dos outros Muaioipios co
ora rao os s?os lloim arios cau) aite&.lido
do Presidente da sui respectiva Cmara 5
ooveruo proaU ociar para que Ue>
Pfolcssores nao sufr.,0 demora na ubiau-
n de seos quarleis.; es.es empivgido*
lica mo s>" filos p.r vur.ein que dada
ulio leri. i:n li.ui trab.lUo asS-i/. penoso,-
(p;la espera de reunas du Cmara e al
tnesmo pelo estarvu da andameulo da Au-
la) be quando sa tem observado que s
tem tillo evito a primeira pwtadodito ar-
tigo j mas asegutidi, Sis. U.-dactures,
(que he nio Inver demora na cohrauc
60. Vsera passivel ver-se estabelecida ? 1
PraMosCeas qw ofom. Presidente da
Provii.oia lenht 1 lambranc de c\.minar
talob'jecto/ Pore.n Srs. Redactores,
fico abstracto em iflftjpi* nlo \ub esta
resto do art. fui someiile para pru.ienchur
as:pi Sau rs. Redac4f>res
1); Vms. alleit Gf.
Ijum-Professor qtia a doi* lyies as
espera do seo ordnala.
Srs Ri'l ictotes. Nin^Jiem ttom lis
direito de fallar a-bjm do sim $ ico e do
sju Pai/: da 'l' ajuelles .qsu mneorrem
t:.,u il;ui* fui. los pata o fussou o, pjr
111 -io il >s tribu! 11 e 'Oiis direiU* qu,i .pie-
I. lei la i vi > 1 u,*)to>. JNti w,'que mo-
tiv >s le 1 11 a Ciro ira di Ci la le d; Olnida
l^ira nao m i.-idir coueerl vr jnii da dita
Cidadtf, poro.dipwnD baiMjtie oiiwr-
cioe po-vo pjssu^dore* du iims., q.119 q-ua-
M q_n ii m>i irt dLinlaresae-* fistol o.
Quero, qua por nao Inver amof da.pa-
tria i.aq lelles Senho es <|U^ forma o
Garpid-i dtta-esmX'a nao sefca naJ
4o uavo, pocem ao mauos je ooa*et.v, o
que os antigs-fuerao'* bp> daiaesm Ci -
dude e,dos que nH. existen), pelo nnjw
nosse consorte retifimd e ilecenW, em
qu*n*o *Cidade de Olinda for honrada ,
como-h, por Iku 1.11 A cadera a Ora Srs
que dir > os alumnos da Academia d'O-
linda, quando ci.tgireui formados as
suas Pa-oviQasdunda viera ? que sua at-
ntoaera he pura., que aua vista be mu
l'!"da. que o sitio da Cidade be proprio
pasasfcedificar huma galaiku Cidide po>-
remqua os seus direoturas a coiserv*
pewr i|tie pode ser.
Por huin AdoptawO'Oliodense.
Sanbores. Redietoret.
O abaixo assignadu t?odo em ij do
correi.le mez d Si'iemb^o oa-ai.dndo pur
seu Ciixe.ro a (|uaiii.a de viiete mil reis ,
para pa^ar na repartido pespec.iva o no-
va ifu|i sio da mi.1 luja de Calendas junio
ao arco d: S.uto Antonio corresponden-
te a renda am.ual que o a.b.ix.os*ignado
pagaaseu propcietaiio Antsario Juze de
Mjgilhies.B.sto* ni o lite foi recibida ,
dii.Mido se- be .q,w esta oollectado na
(10'utude Iruua q.il rs. Com ata noti-
cia tui oab.ixa ass guado pessoaloaanle re-
clamir o. seadiretOs e foi-llta Respondi-
do mui acurta lamenU, pelo Senlior Tiiu-
zoureiro qua deixasse da pagar, e qua
requerussa oaluixo assignado odireito,
que II.e assistisse : ao que o abaixoassign
du respondeo pecante o mesmo Sr. The-
soure.ro e i"is EoifMegvdus; da meza
respectiva, q^e se ne propunha a btntar
lid! contra m Faie.ula visto q;ue- mais
precario be hera do qua pagar como de
faci pigou ais a quanlia da dais mil
res^
ije fo^cozoaoab)i3 assigitado declinar
ma.s qtt.' ru oocaKtao em qu0 as pe-
soa> encarecidas d Clect ira andaiao
emseraelbanie dili^anci.a., foi-lllP apre
lentada o recibo di proprielaFio, pulo
qual disculpa alg tem a dar por semi-
l.Ue atigmaoto e a mosma pceaentacao
{1 \\* occaiio esa qiae fi pag" aCole^U.
A vista do etuuudido claro (.m qu o ab >i -
xo assignado pigou: orcidamaiUe s a iio.
da vitar termo .IuiJoi^m t qu : <"-f>m?
leva dito Ihc hero raais precarios. b
gu.em.-seS ni.ores liod tetares euser.r estas
hohas em sui falla aflinde que p,ira
0 futuro, as pessoas incarregattas da Co-
1 ctoria lenhio mais em vi, ta e.xwptiCfo
da Lei.
Por esto favor lUes (iua mu abrigado.
U Su ussitfn'iti.w.
Manoel Josa Gonyulres lrag,.
Revista Dramtica.
A Peci^. 3j A.nflos ou. a vididebum
jpg.dor, ha sam du.vida huma das me-
lores Pecis que s,e Iwjx aprasnntada jo
publie?. no lioso TUeatr.0 : todo o*
si neo diis c0us>'cuti vos leve o intsinj ap-
plamo.' t." Clan, a l.' Ua na o q 10
fea o pipel de D.rmonie, o Waniurco
Vell.o desempenbar.t*) ptimamente o<
s u caracteres ; oa demais (se calcqlar-
mos as suas .pequeuas forcis ) uajo dei v .n")
de preencher o s?u dever. A, seusuia ha
ter.ivel a moral be apreciavel, o enre-
do fi/. honra ao autbor: sugeilo ouve,
que tendo reduzido a caza de sui Clarisa
sala dujogo de Eipida prela por cauza
do j.,;. da lisp.dillia desa-parado de so
ver em tal eso-lho alirou rao rosa piv
duu ve/.js ^Luingias p-qu-aus m >'das de
cobre ao i.Gdan (talver para con asta
p-jqueiiu dinbeiro abonar o pir.cr.iro jo*.-
(|jr, q n eaav mfaij/. ) o puMic.o ojbou
coto tedio ta indigna ROCO. C (ttiu^e p
Dir tor a ciprs .sosar det*s p-.91sdj.llo
baioiofl. 'lt>! '-'" ^ eslima dos so.s
Patricio! ede 13 los o hpawus d '" >
e ddi se lasuar os Zoilos.. F..
R V 1 // < rt U.4 y K K >.
^ Qaem d'OIio'11 vai ao R*c'.fe a noite
po,r ierra buscar huiD.Cirur,gi Ua par
nao querer sa utilizar do pr.eslimo dos
b ms L'iiur;;i.'S que residem ns ujcpu.
Olinda ecubecidas pv tadqs.; sao por
se fundar em hun voluntario caprixo e
por ignorar os temadio qua ustao muito
matada, o*qu/w fadamb b"Mop
deveJjgr miua cata, que sao ns wuirr-
les. 1. bixss-em (juanlid.de. a. lance*,
tas parase t-ir sangue em quantidide. 3.
l-.an.bedor dVsp-irgo, ou xnrop* gomoso.
4 Bt-tit d'Aliheia com vinagre. 5.Dirtiae
ma.s d:ta- O .tente com- estas aplicicCns
ou fica bom Oji vai viver na Elernidado.
Oro, o I nparador Ti!) to aL-ji.iellu.iQ3
seus vassalos qua hum homem com 3o
anuos deve ser Medico de sr mesmo.
Senhqres., disterrem parasempraa..valuja-
laria antipata que luios cix.sagn aos
oulros-., ppraefazerera caoen das caucas.
Uum 1 prendido Oliodense.
_ O abnxo as.ignado rog a todas OS
seiM-aaredores \ e- nwis pessoas com quem
em tiilu Irausacc* :s que tiverem l.<-lr ubrigsr^es ou mesmo cuntas dolivro ,
vencidas ou a -vencarem luj it) da apre-
s nlar para scrern pagas, na "caz. de sua
re idtiKu, .r.w do Lobato, sobrado uu
hura andar l) 33 ou na ra da N. S. do
Terco i4" loja-de fase odas do mesmo
ahaixo ajsiguado.
Jos Bivnsnbda Sena.
Aluga-93 huma pretu mogAi, muilo
robusta-, liona ta fi(;ni' sem viqu oem
achaques, prupri para qaalquer servico
ilei:za, onde ra: no ra do N. S.
do Tena loja D. \\.
loga-tse aos ilion. Srs. Prtd"eit. da
Comarca, ou Sub Prefeito do Biirro de
Santo Antonio bajao de dar as priiyi-
ileucias iieci-ssarias a: respnito do mao
< omporlamenlo de -ditas., ou tres mulher**
meretrises, que moray na lij4.de hum
sobrado de 2 and .res na ra do ogueir.i,
cuja propriedade perteneso ao fjlecido
Jos Francisco do Rego-j as rrunas se por-
ti6escanillosamntjB em despeito di mo-
ral publica e incomodo das familias lio
uaslas que na mesnta ra mora.
vju.-m i|uier roppi engomada com
asseio p^rf^icao e mdico preco : dirija-
s*a ma \ Paa, ou. Cano caza 11 ,
que ucbar com quem tratar.
mm A pes.oa que por engao ti roa hur
mi carta do Crrela inda da L;sb >a e
dirigida a Jos Florencio Gancaives. quei-
ra por obsequio entr.r na ma dos Qaar-
te D. 4 or.2,9- rev-ifr iguuioante o
porte da mesma.
No da 5 do presento Q)ez de Outu-
hro (lave ser a ukim prata da arn;mulaco
da OJaria snquesirada ao ex Col laclar- An
ionio Moreira da Costa sita ua marera
do rio C*piberibe, peranta o Ulna. Sr.
Juiz do Dire.ia da 1. Vara do Civol por
e\ecuca movida pala F.zvn la Nacional.
Aluga-se hum* grande caz 1 nova ter-
rao repartida a moderna com seu quin-
til murado e cacimba na ruada .\legria,
ao p da lampea o ende j morn o Es-
qrivo Alcanfurado como tambera se tro-
! caporoutra propriedade de maior valor,
preferindo hum predio sito noRecife:
quem fjuizer faaar. qudquor pagocio po-
I da dirigir-sa ao pe da Trapixe do Palou-
riubo no arnuzem de assucir.
ligf-soao Sr. J E. >I VI, morador
I em Ganda, qus venha no praz > de oito
duseoondo* da d.ila deste na ra daCi-
d 11. do Recife uitirnar o negocio de qua
est bem certa poia do contrario se ha dw
declarar o..*! nome ioi-exianno ; isto lho
roga o que est i (arufad* d p .g/ir canoas
para Olinda ha mus de hum anuo.
O Paciente.
Q^> Antonio Cordairo da Fon caca ,
iinnu>*cia io respsitavel Publico que leu-
do recabida da Jaaquia Jozi5 Ferreir
1.1 ir alio da qu.ntiii da Siscentos e
Ui-vvnta e trez mil oitocantos e qua tanto
r,is, prpKeiiieota d'algodta. que Iba von-
dara e como no da 1 do currante mez
de>*pirCTaa.dila ondem, faz por meio
dvsle onnmicio scieate que ni pague6
dito Sr. Ferr*-a esse vate par isso que
1M0.te.n1 partaoca., e adverla mais que no
mesmo j se aebaQ dois recibas hum da
aas rs. e outro da -toji t%.
Alug.d-seo 1. e -a. andar da caza si-
a no.Ut-rro da Jiaavista na juina d*fmu-
l da Mitriz: os pi tundent^s podem-sa
dirigir ruada Siuialla Veibi D..\.
_ No (lia 3a dj pistado mez do S-p-
terobro furtara huma Cartaira de algi-
beira de macraquiai beauooi com hum
.lapsdasqainha de piala e liaba den-
lr*> luima letra aseada por Custodio Joa
da .-Silva contra o falecid? Julo Dutra Gar-
ca daq'tantU ds 8y'262 rs., *.
popeia elembrancas que t srveos a sen
chuto e at misino a dea letra nao he pa-
ga no dia .le seu venciraento neos o ber
deiros do falecido facera negocio algn
comalia, por serena ji avisados entesa
mo pela sus 1'dsid.ide : roga-su a qual-
quer pe>soa a quem seja dada a d ta JartetV
ra p*(a lar a tome pois daseonti.i-seser
huma preta que a tirou equurendo etta*
traga la procurem na ra dos Tanueires ,
armazens de assucar n. 1a, a Custodio Jo*
zeda Silva, qua promella recompensar
bem o seu IrubalIkO.
Q^ A pes-. que Iba ficer corita
compra' a quaria parte de huma bot. ano*
rada de casa terrea cita na ra de Orlas
do lado esquerdo dirija-te. ra. dos
Martirios casa terrea que.tem a frente.par
ra o beco doadique D 18.
S^s> Quera ver e quizar vendar al
guns poiquiubos da ludia auauucio sua
morada pesas aiio.
Quem precisar de 100,000 roa al
un canto de ris a juros, cora segura 11-
ca.: duija-sea eslt TjtppgraGa das.8 lio
ras da ra.nibaa al as o. da Urde qua
se dir quem os d..
Kusiia se com toda apliuo e per*-
l'eicoo as lingo. Francesa italiana o
taubem Geoiuelria : us p-.-tsoas que sa
quiserem aprovei ar diiijao-se ao Pateo da
Siuta (iruz Uo.ici de Jos Alaria Freir
Garaciio .que dir quem pretenda ans-
nar.
-- Existe no b co da Linauoeta na ven*
da de Joaquina Josa R-belb, ai seguinte
cartas para qs seguintes seobores : An-
tonio Ajves da Costa Jnior, auzeute a
Luiz Jos de Souzi; dita para fvcuino
Fcrreira, o Sbasliao Antunfs.
Allug se hum negro para padaria, da
qual tem bailante pralica : quem o pie-
lunder, dinja-se a ra do Queiisado loja
-|NestaP6ca deseja-se fallar no Sur.
Josa da Silva Sodi natural do Rio da
Janeiro flho do Snr. Juao. Cardoso da
OUveira e ao Snr. Antonio Domingos
da.Silva n.turd de S. Cosme, flbo do
Sr. Manuel Domingues dh Silva,n negocio-
de interesse, queirso te# ahondada dtt
a ni. un ciar por este Diario as suaa mora*;
das.
Da-se bunsfat !dous' coritos ^do res
com boas firmas a contento : na rita da
Cruz n. 3i.
Algumapessoa queprecisir de huma
ama de casa, rauitn boa cosinheira, engo-
madira e costureira, qualqiter Sor. dono
de casa que a quiser dirija-se ao Forte do
Bom Jess, na primeara casi que tem pe-
gada ao ateo.
- Quera precisar do hura homara pare
administrador da. engeuho ou casa da
negocio na praca *- mesmo Qlaria, fa-
se u da qualuiUer dessas repetticoes ulgnm.
sen-ico interno, djrija-se a ra do fogo D.
la para o ajuste..
Precisarse arrendar un sobradnJio
na (til direita anda mesmo dando se al-
gara dinheiro adiautada ; quena o tiver
u o q.ueira' allugar dirija-se 11 niesraa ra
pd.ri 1 D. i3 lati da pscente.
Mara da Soledade taoradouxa na rus
de Orlas, casa numero 58, ensius a ler.
esca ever p a coser, da melhor forma pos-
sivel, pelo mdico preco de dous cruzados
mens >es.
-- Precisa-se de hum prrto] pira hun
taboleiro de faseudis. Quem o tiver an-
nuncio a sui maradia, uu dirija-se a traz
d. Matris da lija vista Laja do Sobra-
do D. 10.
Arrendi-se huma car.) terrea abar-
racada repartida segundo o gosto moder-
no corredor lavado salla Revisita for-
rad, com trintie dous palmos em qoa-
dro l res janellas de pe toral envidraca-
das, oilo quarios, salla de antar boa,
cozmln fra com o assentamento de fogp
Ingles com cinco fornarhis, e seo respe*
olive forno, qaintjl grands com cacimba
que tem famosa agoa de bi?b;r, stmeaHa
pira seis escravos, etri.bana para dous
cavallos, com par lio de coxeira para fren-
te da ra, independente da porta princi-
pal e tudo mui bim pintado e su.'Kci-
ente asseado. "Na rSTqua vai da estrada
da Solidade pura a cha ftlaugiiinho : qs
pretendenUs nteoda>se> com o Bscrivln
Almiida, qua terapoaWes para faaaf-tjl
atreo/Uwcota.


m*
bl&KlODE PERNAMBCO.
.. O Sr. retratista que aorm ni ra
do Arago, declare a sos alorada para
fazef cjoi empenho un retrato.
IVcisa-se lugar um sobrado de on
andar ou caaa terrea que seja boa e
tenha coromodos sufici< ntes para urna fa-
milia nos batiros de Santo Antonio on
fija isla: na roa do muro da Penba
U. 18. ou annuncie.
Perante o Jaiio do Civel di segun-
da vara se luida arrematar pOr arretida-
mento nos das de prac um sitio de (er-
ras 1 coqueiras no lugar do jang per-
tencentea Maiioel Ignaco de Torres, o
mesmo ^con-senhor o Orfao netod 1 fal-
lecido Joio de Dos de Jezus o qual fndo
os diaa da^lei ser entregue a qu preco derpor seu arren lamenio.
Arrettdj-se um sitio no caldereirO
( vulgarmente conhecido pelo sitio d nheiro ) com duts excellentes casas de vi-
venda com coromodos suficientes para duas
familias, rocheira sansatU e estribara
para 5 animaes urna baixa de capim or-
ta Lrangeiras ,'e mais frelas urranja-
do tudo c >m gosto e asseio \ quem o pre-
tender, dirija-se ao aterro da Boa vista casa
de J. C. Cintra.
Arrenda-se un sobrado de um an-
dar 1 por anno ou para fesla na ra
de S. Bento em Olinda com bons cmi-
modos quintal e cacimba: 1 grandes e
boas casas na rita da mangueira no ralde-
Teiro cora sala, gabinete, 5 qua tos ,
salla de antar coznha e cacimba de
agoa de bebar : mui propriasvpara se pas-
sar a fesla : a fallar no Recife ra da Ouz
com a uva de Jos Antonio Lopes so-
brado n. 6a.
Muga-seo regando andar da casa
D, lusitana 10a nu\a quem o preten-
der dirija ae ao mesmo.
Precisa-se falla*'-a negocio de inte-
rese com a pessoa que or-rece por arren-
damento por 4 annos o sitio denominado
jacar d agoa Cria ; na roa nova p tmeiro
andar da penltima caa de sobrado.
Alugi-seusaa casa -no poco da p-
neila durante o lempo de fesla na melhor
rua 0 COBO b.'Sianies iiitMuOs tiuiniai
murado e estribara ; q,n pretender ,
dinja-se a ra da cadeiaarelfaa Joja nume-
ro 36
Alugio-se escravo de ambos os sexos
para venderero na ra de manhie de tar-
de pagando-so ta.ooo mensaes lamban
se*lugio por larde pg*ndo-se-o} que se
canvier : na ra de tloila D. 65.
Dez annos da vida de urna mulber
a Peca mai sublime e moral, que o a-
etu.d Empresario transe do Itio de J .neiro,
ella he idvez do mesmo d >s 3oannos -
he um espellio pira as familias illustres ;
o mesmo rxpleod'ir e os mesums dlas*
(res que parallenle 'se vi aucedendu a
Jorge na Peoa 3 annos suc de a Mada-
ma Adele oa peca D-z annos de sua
vi Ja causadas pelos naos conselhos de
sais falsas amigas : o Kmpiesaiioescolheo
esta p*-ca pirj.eu beneficio o que entre-
ga a philantropia de amwamig s.
. Ignacio iassa prepe-se dar lieos
da lingoa italiana ; elle supre a falta de
grammalica por meio-de manuscripto as
pesioasque a is'o s quiserem applicar,
dirjie-sea ruado Collegio no a. an-
dar do sobrado D. 9 lado de trra.
LEILAO.
1
-. Qoarta feira 3 do corrente a le ho-
ras da manli de fug* forno* fer-
ragens bacas de rame, e papel em
casa da Lullkent & Companhia ra da
Cruz n. l.
Que fazem Jnhnston Pater & Com-
pania de orna porcio de ban* qoeijos de
piulia, noaraasemde Antonio Ju-.quin
Pereira no caes da Alandega Quarta
feira 3 de Outubro, pelas 10 horas da
naauf.
COMPRAS.
$ en xa raes que sejo de boa quali-
dade, e que. tenhio 36 palmos de rompri-
do; assim como preoisa-se de dois officiaes
e carpios, que queiro irabaJfasroo repar-
limentode ura sobrado : na roa do L'v^*
ment I) a5 ou annuncie.
- TJ quarto capado que seja for-
te : na ra da cadeia do Recife n. 6 a fal-
lar com Mauoel Antonio da Silva Viola
Sacos asios : na ra do Collegio
armasen do Azevedo D. 9. '
^O Numero 6a do Carapuceiro-: na
praca da Independencia loja de livros n-
meros 37 e 38.
Um escravode angola da idadede
a5 anno, o qual se vttde por motivos
particulares, que se dir a vista do com-
prador : na ra niva armasen de louca
fina.
- On troca-se por algum sobrado ou
casas terreas que jio boas no bairro de
S. Antonio, ouBiavila, urna proprie-
dade de 3 indares sita na ra da Cruz do
R.cife: o tratar na ra do muro da Pe-
nba D. 18.
a*- Um Magnum Lnicum Lgica ,
Elhica e Melhfisira Quinlilisno 1. e
2 tomos todo em latim e anda em bom
uzo : na ra dos Pires D 5.
- Os livros srguintes : Um Dicciona-
rio di Imgoa portuj'iieza por Moas. Con-
c'lral social.por Rouwiau e outros livros
de prepaialorios em portuguez francs ,
e Litim : no b. co do pexe frito no pri-
rneiro andar di sobrado D. j.
- Tres escravas de a5 a 16 annos de
idade, e outra de i.{ o 16 annos, urna
das dua he de nuco da costa com urna
ctia de 6 mezes e com muito b:>m leite
para criar outia qnalquer ciianca e co-
zinba com pejfeico o diai o de umi casa ;
a de l4a i6annostem principio de cos-
tura eengommado e cozlriha com per-
feicio o diario de urna casa e a potra he
boa quitandeira, afianca-se ao compra-
dor que nao se vende por vicios nem acha-
ques e se dir o motivo : na rna do cal-
dereiro D 36 casa que faz frente com o
fid da Igff-is Io Martirios.
- Rape de Lisboa em libras, e enla-
taras dlo areia-prete dito do Vareji-i ,
cha rsson da pt i me ira sorte dito perola ,
dito imperial era caixinha de a libras, tin-
ta de escrever, em garrafas e em potes, es-
tojos de duas navalba fines, e ingieras ,
tizouras de unbas, excelentes carneirasd
couro de lustr um grande sortimento
de bicos de linho de todas as qualidades,
aagu de p- imeirn sorte a 480 rs. a libra #
familia, ltimamente < hegadas em fras-
eos de 100 e de 5o com o seu competente!
Tolete, superior bixas chegaiias no ultimo
navio e ludo e vende por preco com i
modo Unto na loja da ra dos Quv teis D.
i orno na praca da Independencia nu-
mero o.
Urna padaria na ra D reila D- a5 ,
lado do puente quem quiser iazer neg
co annuncie.
Uuvt.negra de naco da costa de
idade de 16 anmos ha boa engommadei-
ra e cozinheira e om relogio decaixa de
ouro tudo por preco muito coramodo : na
ra do Fog-) sobrado D. 16.
- D.is civallos de estribara de mui
to bons andares, e muitos g->rdos : ni ra
do cabula loja de fazendis D a.
... Tresentos palmo de terreno com 700
de fundo de rio a rio na passag -m da
Magdalena defronte do sitio do c ju-iro ,
urna um ou iodos por unto ; assim cotao
se troca p<>r easasnesla praca. a tratar com
o seu proprielario.
- Umi preta de mes idade cozinha,
lava roupa de sabio e varrella e h* boa
quilandeira : n< ra d Agoas verdes so-
bra lo D. a6 defronte do consistorio de S.
Pedro.
Dois escravos de naco angola de
lindas figuras e proprios para palanquim;.
3 m leques com i4 a 15 annos lamben
de lind..s figuras sm achaques e livres
de bexigas ; orna negra de rucio perfe-
ta cozinheira engommadeira e ose :
passand > a Igreja dos Martirios no primei-
ro anda-- do primeiro sobrado.
Urna escrava que lava bem de sa-
bio e vairella% eproprta para todo o ser-
vico de urna casa: na ra estreito do Ro-
sario D. ai.
. Um mbleqoe de idade de ao annos ,
c-"paz para todo o ser vico : na roa Direita
defronte do beca da Penha D. 8.
Birriquinhas com biscoutoe roscas
chegadas de Lisboa : na ra aova venda
D. 33.
Um ornamento "ompleto para le-
baaclo d- Missa, novo e pfOoriamente
para alguma capella contento as seguid-
les ppcas urna p-dra D'ara um ross-l,
e sua estante um par de g .Ihetas com seu
pralo e dou'radas 6 panmh s de c bnr
as ditas, um ncocalxde prala com sua
clh.r, ep tena, u* jogo de sacras da
vidro douradas urna cansa de fiando pin-
tada de verde pra hostia dua toalhas
de oltar com seu bico pida beira 4 '"'
de lavari.nto li.ns, 4 sangunhos dois
parificadores duas palas com seu bicos
pelas boiras um corporal tres amitos,
sendo dois corridos de bicos pelas beiras ,
e um liso duas alvas corridas de baba-
dos de cassa dois cordoes para as ditas ,
urna cazul branca com sebasta encarnada
com seus aparelhos urna dita roixa tam-
bpmc-m osseus aparelhos : os pretenden-
tes entendo-se com o escrivio Almeida ,
da ra das Trincheiras.
Duas colxas de damasco urna rica
estante de msica de jsnearand um ta-
pete em bom uzo 4 mappas geogrficos ,
urn rico apparelbo de prala para cha: na
ra das Flores D. 12.
Urna duzia de caderas de pao de
oleo e duas banquinhas em bom uzo e
poi pveco com modo : na ra do Vigario
no segundo andar do sobrado n. 3a.
__Travs de mangue de comprimenlo
d.- 34 pi'mos al 4o e urna de 54 dito*,
as quaes se .chao na praia do collegio de-
fronte do armasen de Francisco Joaqr.im
da Casta a fallar com o calxeiro do mes-
mo ou com Luiz Jos Marques.
m Urna barciici que pega em tocaixas,
f una canoa boa da car regar : a fallar com
Luis Jos Mrquez.
__A collecio dos Diarios desde Agosto
de 1836at o presente pelo preco de xa
mil rs. por anno conforme a subscricio
me se paga em Olinda casa confrontes
a' porta travessa.de S. Pedro novo n. J lado
douort.
Oaaloga-se um sitio cora boa casa
derivenda casa para pretos, dita para
feltor, coixeira para dois carr'Hihos, es-
tribara para 4 cavatos cacimba com tan-
que dfbaixo de coberta todos estes aran-
jos debiixo dfi muro ,'e amargem do rio
capiharibe no lugar da capunga : a tra-
tar com Ignacio Bento de Loiolla ou a
Jos Louienoo da Si'va^ Jnnior no sitio
da campia, na estrada de Jo.o de Birros.
*" 1 O seguintes livros : o Feliz inde-
fiendmte as peleadas do theatro nove-
as ou cont intitulado a cadellinha Joli-
i-la eClaudina Izaura ou o iruismo d*
verlde historeta de um aldeio,|hstir.i
de Aovlia : na ra do Livramenlo D 3.
Um preto necio angolla de idade de
a3 annos sen vicio nem axaque sabe
trabilhar d'enChada e ganha na ra: na
ra Direita D. 3'$:
Urna vacci lourina : na ra da Au-
Jora n 9
A p'-opriedade de dois andares da
ra da Aurora I) 7 : a tratar na ra da
cedria do Recife. loja n. 4S.
Urna escrava de meia idade, cozi-
nha e ven ie na la : no alterro da 11 ia
vista D 19
-- Um cvillo ruco a patarado bom
icarreg>dor: no beco do ^ eras 00 primei-
| ro andar do sobrado novo.
Uma cmna de carreira era bom uso:
na ra Direita i>. 13
Rap de Lisboa a libras e as oitavas,
chegado un ultimo nario : no beco da Lin-
goeta vend de J aquim Jos Rebello.
Duas canoas urna de carreira no-a
que pega em la pessoas e urna grande
que carrega 800 lijlos : na roa de S. A-
' maro no mundo novo a fallar com Jos
Marques V'ianna.
A posse de ura terreno no principio
da estrada dos afilelos com 60 palmos de
frente e 2oo dilos de funda com alicer-
ees pSra casa todo plantado com arvres
de fruclo e com seres de limo e 4oo a
5oo garrafas pretas : no MangUioho Do-
cima 1 a.
10 pipas de agoa ardente branca por
rosca do poi to gigos de champagne di-
to de vinho de Burdeos sag' fino sa-
cas de feijo molatinho do Rio do Janei-
ro; na ra eova venda D. a.
Ums mobilia de Jacaranda em bota
uzo; cutiendo 1 a caderas, duasbaucas,
e nm camap modernos : noarmasem de
trastes 90 lado da cadeia por preco cora-
mudo.
-- Urna banca de jantar de amarelo pa-
ra t6 pessoa com duas gtvttas, em bu
uzo e preco commod > : na ra Direita de-
fronte, do beco da Penba D 8.
Ou arrenda-s? um sitio no lugar do
Harbilho, com duis casas de .vivenda ,
estribara para dois cavallos baiiho pai lo,
e muito bons ares, contendo. dift-itMites
arvoresque dan fruclo: a tratar na ra
doQueiraado no segund andar do sobra-
do D. 19.
ESC A VOS FGIDOS.
Rog*5 seaos Srs. Sub-Prefeito au--
tboridades policas ,.pessoas particulares ,
e capilies de campo drsta e mais comar-
cas haio de lansar suas vistas sobre um
escravo crenlo de nome Eduardo officat
de sapateiro altura regular secco do cor-
no bem preto caa lisa denles alvos y
quando falla gagueja principalm n(e quan^
do esl menliudo muito fi>la regrisla ,
e sejntitnlade forro, e muda o nomo
para o de Antonio oa outro quatquer o
gosta muito de montar a cavallo rujo foi
escravo do Sr Thome Ferreira Ramos ,
e hoje he d Justino C-ndido Medrlo mo-
rador no Brejo, da Madre de Dsos ; as pes-
soas que o apprebender tenha abunda le de
o levara rundo Rngel ou no forte do
Mallos p. enea de slg;d- a entregar a E!:=
as Francisco Mindelo 00 a seu Sr no
Brejo ou depostalo na rydeia que ser ge-
nerosamente recompensado pas anda
fgido desde i5 de Novembip de .183-7 e
lem sido encontrado.na ra Jj9/ga do Ro-
sario,' e algumas vetes na asf*'M do man-
giohoa cavallo.
Ka da ?c do passsde fgio sn. es-
cravo de nome Francisco, O' quat'tvou
una iroixa cora sua rbup sendo 4 falsas
3 de estopa a otra azul; assim como
camisas e A'c qual he baixo do cei pe ,
e nao he muito moco lem um calomb j na*
testa e faz uni geito'rias c'adeiras ; quero.
O pegar leves ra do Vigsro no terceiro
andar do sobrado n. 17 quesd recom-
pensado.
Fgio urna ngr de nome Mara
de naco Ubica idade pouco mais oa
menos 28 auno cor preta estatura re-
gular cara cornprida fugio em itjdop.
p. mez offerece-se a qu Iquer capi'lo de
campo que a pegar elevar a ra da c.ideia
velha n 5;io,oi>ode gralificaco,
Fugio urna negra da cosa de no-
me Cal han na ,'ja idosa algum tanto ful-
la quebrada de ambas as ventila,, quao.
do anda deila os pelos pira da n te*, sendo
muito a trapa I h di im falla ; quem a pegar
leve a 1 ui da A go D. 37 que ser ge-
neroaamrnte recompensado.
tltrVIMKIVTO DO PORTO
NAViaCN 1RADOS NO DA 1.
ASSU', 20 das, Sumaca Nac Cmc-icio
Flor do mar de 8i Tonel M. Joaquim
Jt di Stlveira .carga sal ; a Antonio
1 R .drigues Lima } passagero e Brasileir
Antonio Joaquim.
IDE.V1 ; 2.4 ,,,"i Jumaca Nac. Felecida-
dasde 84 Tonel., M. Jos Rodrigues
Pinheiro carga sal e coiiros : oooo>
Jofio Cbrisostomo de Oliveira ; paasa-
sageiro o Brasileiro Joo da Silva Leu-
retro.
SAHIDONO MESMO DA.
LISBOA ? Brigce Portugtm Frederieo
Africano, Cap. Silve io Manoel do Reir
sarga assucar ermais genetos ; passg""i
ro o Brasileiro Claudino Benicio Ma-
chado.
. r.r_. -n-----.-------- ,
junto ou a retslbo barricas de biseclo e
.A.
i--------------------------------j
Pwt. ha Ti, di *. f. E r. 8381


CORRESPONDENCIA
**

Snrs, Redactores.
tato ha em que mullas veses o homem por
mai. que retirado vira se v abrigado i tomar o
campo dos gladiadores para se defender de imputa*
$5e, postuque vagas; mas que toda va deichaS va-
cilante o juiso publico; tanto niais quando cssas im-
putacoes v*5 feir a repniacao de tercenas pescas.
Hum d'eases casos pois ( bastante extraordinario )
me impelios recorrer o prelu para esclarecer o res-
peilarel publico d hu celebre questad entre oaim ,
L. A. Dohorcq da qual resullou ( equetn di-
ria?! ) hum incendio, e apos d'este hum diluvio
distinados a engolirem os autos da niesma questaO ,
que com eTeito eu ficaria mamado si, como INo ,
, o nao tivease previsto e me nao tivesse epreratado
com certiddcs de tudo quanto continha os meamos
utos, para poder fabricar como aquello a Are*
de su a salvaeeo /
F.ntrare por tanto expender o principio d'essa
quest demonstrando rom documentos exhibidos
pelo Sur. Duboureq a sua w f para que res*
peitavel publico o con I ce, e pos.se por-se ao al-
cance dos motivos que determinara a seu Procura-
dor i queimar os autos o riginaes da questo e de-
. pois mergulhar no rio Capiberbe a sentenca extra-
Iiidd do processo dos originaes onde tinha decorri-
do a execuclo.
Antonio Gomes Villar de quem son procurador
bastante, deviaa casa do finado Manoel Malhiasde
Freitts e esta lo bem diviaa Villar, e querendo
Mi nr;ihr ruin nn.-tlp ii>dC!??*, UUS !>>" CR TC
Villar, e Freirs, propuza Antonio da Silva e
Companhia como administrador da casa de Fre-
tos hum eiicc.nlro de debito: nao quis Silva e Com-
panhia admitir o encontr que com vanlagem Ihe
propua para o meu descanc" a pretexto de querer
para ene "fina, inculcar quebrada a casa de Freilas 5
ao roesmo lempo que elle havia admetido hum seme-
ntante, e menos vantajoso cora Manoel de Barros
Wanderley Lins de 9:ooojt reis ; por que athe o que
en tinha comente ai uconlr.tr eiio J:oooi' reis, e
estes j n'hu* exntelo feita emdinheirope tencente
easa de Ficitas, e 7:00c.' reisem letras de Manoel
Velo Carneiro L5o, indomadas pelo defuncto Frei-
las 1 das quaes j esteu erabolcado por o mesmo Ma-
noel Neto.
Silva porein que Ihe no convinha como da
se se no figurar a casa de Freilas quebrada fo>se
para o que f oppoem pin hora emba gos para raleio que a fi-
nal perdeu documento letra A eeu levantei o
dinheiro peidcndo igualmente ( segundo a fama)
alguns panaruns de laranjas, e extinlios desaputi :
tamos porem adiante.
Continua Silva e Companhia comigo a procurar
to bem embolcar-se do que Villar devia a casa de
Freil.s, e tendo ja o Juiso seguro com faaendas, es
e.,cravos ,. e casas 5 que fas Silva e Companhia ? t
Por occasilo de extrauliar-lh- Drogo Bu un de Lon-
dres o se i.o ter feilo com os credores de Freilas o
dividendo do que existia liejuido ; responde-lhe que
si nao tinha inda podido verificar o raleio toor
causa de aibda si no ter recebido de Villar o que en-
te devia a casa e que se Villar ti vesse alguns fund. s
em poder d'elle Burn que quanlo antes cliehott*
vesse de os segurar t, por que nesta Villar nao ti-
nha rom que pagar. Note-se bem quem he Silva ,
e como falla verdade.' O Juiso eslava seguro su
perabundantemente com fasendas escravos e ca
sas; Silva escreve para Burn $ recomVndando-il.e
que segurasse i os fundos de Villar, por que ne>ia
elle no tinha com que pagasse. Com este aviso de
Silva como Villar anteriormente estando em Li-
verpool I i vesse encomendado a Burn hu partida
de Taseudas, escreve Burn a Villar em 17 de Ou-
ro de 1833 com severa da nota segunte ibi
tul)
Amigo e Sr J chegaro de Manchester a e-
te por lo cincoenta e deus voluntes com as ja sen -
a das que Vm. nos pedio mencionadas em nossa
caria de a3 do mes passado as quaes hu de
a importar em a:3oo pouco mais ou menos'
Nao mandamos por ora embarcar a* ditas /"/
sendas conforme as suas ordens anteriores
em quanto n&o nos entenderemos com Vm. a
a este res pe i lo. Em fim quando Vm. chegar a-
o qui disidiremos ludo iilo. De Vm Amigoi
a atentos e Criados. Diqgo Burn e Campa*
nia. Documento letra B.
Ora, B"'0 copciava por Viar ero Londresj
mascomo Villar tivueseguidode Liverpool pare Bo-
ma ( abre-te Burn com Villar em hu segunda no-
ta que Ihe dirigi para Roma da maneira segufute
ibi
Snr Antonio Gome Villar Roma Lon*
dres lo de Marro de l835. Amigo e Sr. A gofa
cumpre-nos parlecipard/ie, que temo em nossopo-
der copia autentica da sentenca proferida contra
Vm., e todas os documentos necessarios para Ihe/a
ser-mos embargo em lodos e quaes fuer fundos,
que Vm. tenha em nossa mSo, oude outru qnalquer
pessoa
IVos podamos j ter frito eslf embargo ; e
com mulla ataie raio sendo para nosso pvoprio
embolco ritas corno nao dse jamn desacreditar
ningitem e particularmente Vm. temos'sus-
pendido por ora lodo o pmcedimento a este respei'
lo esperando que a vista do que levamos expon
te cumpliriiom o seu dever, e nos evitar o dism
gosto de proceder a esse embargo, dando as pro-
videncias necessai i(D para seren pagas as quantias
em que foi condemnado a favor di admi/fisUacoo
do fallecido Manoel Ma thias de Frailas ,, ou para
melbor diser a nosso favor. De Vm. kAa*igm
alientos veneradora* e obrigados. -- Diogo Burn
c Companhia. Documento Letra C.


M
A
Villar que recebe esta cartt de Burn respnde-
me', que honvesse elle de remetler as fasendas que
lUe pertencia inda* de Mancliesler ( os cinroen-
ta edous totumes da nota primeira ) Silva eCom-
panhia a fin d'este pagar-se dea ludo-guauto elle
Villar foi cendemnado favor da casa ce Felas ; e
Burn cumprindo com a Oldem de Villar remel.teu
as usencias a L. A. Dubourcq, genio de Silva e
Cosnpanliia.
A visa-roe Villar d'essa remessa em 14 de Marco
de i83, documento Letra D, e cmo Silva e
Coaopanhia continua a promover contra Villar os
termos da execooo ; surprendido en com seuielhan-
teprocedimcnto, dirigi-me a Aifandega, e ali fui
Aer que com eleilo Burn havia remetido os crn-
coenlas e dous volumes de fasendas de Villar no anno
de ic35 Duboiircq para pagamento do que devia
Villar a casa de Freita. documento Letra E.
Ora o extranho procedimento de Silva eCum-
pauhia em promover com a maior loica os termo*
da execuco contra Villar sabendo en perfeita-
mente, que era mi de seu genro existia fundos
destinados para solver, e mais que ludo a noticia da
qatbr.. de J5i>rn uie fes dirigir a Dubourcq para
ininiediataroentemedar spluccio d'estenegocio : ao
que me respondeu Dubourcq, que no sabia de nada
arespeilo do objecloque eu traclava em minha carta.
Eu que tinha em mtm lodosoadocumentos pre
eizue que me os tinha enviado Villar derigi-me
de novo pewoalmenlt a Dubourcq e dizendo-lhe ,
que a sua resposta me nio era satisfatoria eque
He visse ( a prezentando-lbe os documentos que
proaavio o elle se achar de pose daquellas fasendas
desde o anno de i835 ) respondeo-me com o maior
insulto, dizendo-mc, que nao dava confianca e
nm salisfaces d fedeilhos.
Qualquer. Iiomfm que estivesse na minha po-
licio presando o ten niilindre e repntacio de <|iie
alue boje tenbo conservado e desafio que hum fa-
ci 'provado aparca que uto contrarei a minha
i'iOi coiVkl'ii'uii as nao pequeas Auavocs que
tenho nest Praca movido faiia por certo o qu eu
fis cfcm Dubourcq. Conciderei-o logo capas de lu-
do quanto era bom na vida comroeroal; e a juisei
alna, que hum mercador que negava avistado
documentos irrefragaveis lasendas que havia rece
bido em i855 nio nos moitrava a maior confianca
camroercial. Proced logo por tanto a hum arresto
era bens que ebegassem par pagamento dos cinco-
cuta e dous volumes de fasendas de Villar e im-
mediatamentelhe pedi a sua importancia por lihello.
Que mfclravel, e vergonhosa chicana niodesen-
volveu Ddbourrq nesse libello para nlo largar das
iiHhas i6:j57'645 reis, producto dos ciucoenta e
dousJ'arda de fasendas de Villar Opps primei-
menle huS excepcio paliatoria. Elle sabia mui
bem que lhe nao podia ser recebida ; porem es-
perava retardar o adiantamento do libello com a
interposico da appellaco ao dispreso da excepcio ;
porque em quanto penda o couhecimento da jusli-
ca ou njuslica do deipreao do incidente da exce-
pcio largo tempo elle tinha para dar as trancas.
Enganou se porem no seu miseravel plano; por
que o Juis da causa vendo que as Leis do Imperio
o recurso que potmiiem taes excepces he nica-
mente o de aggravo no auto doprocesso j denegou-
lhe a appellacio, e mandamlo-lhe escrever o recurso,
f]
t
,; N
que as Leis Iba permiiiiof leve por tanto o mea
Dubourcq de contrariar o libello. A vergonhosa
materia de que elle laucara mi para contralor o
libello, e a essas sombras conservar em si 09
i6:757,f645 reis productos das fasendas de meu cons-
tituale, eu deicho ao senco publico avalid-a a pre-
senca dos irrefragaveis documentos, que no fimd'es.
ta vo transcriptos por seu turno.
Foi por tanlo a pnsenca d'csses documentos, que
a toda bis demonstras ser os cinooenta e dous far-
dos de fasendas propriedade de Villar, que eu como
seu Procurador obtive sentenca a seu favor docu-
mento Letra F. E corno 110 principio do libello Du-
bourcq negando, veto por fim a confesar ludo, jun-
tando alhe documentos eontra-producente. Lera-
brando-me eu de que seu procurador Feppe Lopes
Netos, erau-^iro, e viseiro a ar anear lollias de au-
tos documento Letra G. previnime logo de tirar
por' rertido todos os documentos que o Advogado
de Dubourcq tinha juntado aoa autos por inopia.
Compre aqui notar que leudo lido Dubourcq
ordem dos Administradores da casa de IJurn de Lonr
dres, para suspender a opposicio que me fazia ,
porque o producto dos incoen'a e dous fardos de
fasendas era propriedade de Villar; anlhulheu-ae
Dubourcq ; e dando principio a convencSes romigo *
por interferencia do Snr. A. J. de Amorim o
qual tinha ordem de Londres para esae tm, dei-
chou passar a sentenca em jolgado, documentos Le-
tra H, I. E com efteito a vista da confissio solemne
que fes Duburcq de reconhecer pertencer a Villar o
producto decincoenta e dous fardos de fasendas; que
mais opposicio I be rabia faser? Nenbua.
Como porem nio se verificasse essa convenci,"
com elle queria ero abuso das ordensque tinha e
ao mesmo tempo Iembrando-se de ha ver deichado
transitar a sentenca emjulgado, em consequencia
do que se hia tractar dos termos da execuco j lan-
ca-se Dubourcq aos bracos de seu Procurador Fep-
pe Lopes Netto a fin de que este se esloicasse a im-
podir a execuco, A c>">sh poien, eslava ero
estado de nio admitir mais chicansmo ; que fana o
Procurador de Dubourcq.
Dirigio-se a casa do contador, onde estava oa
autooriginaes e a sentenca extrabida do procesi-o,
e levaudo-os para Ma Casa, queimou parte dos ori-
ginaes, quasi toda a aentenca extrabida do prores-
so, para d'vste criminoso facto tirar p'incipio para
hui nova chicana e d'aqui retardar o progreseo da
execucitS.
Queicnados assim os autos entrn aboatar que
de hum acaso resultara queimarem-se os ditos auto
em sua casa, e que a sentenca proferida nos mesmos
autos ( queimada J nao tinhaO lansitado em julgado
porque elle nao havia sido intimada d'ella e reque-
reu por uso exanie ein os ditos aillos. Mas que exa-
me se poder Raer seas certidSes da intimacada
sentenca foro ta beni queimadas?! Coro essas
paliaces desgracadas levou desesete dias sem ao me-
nos deulro d'esse tempo se offerecer a jurar que nao
tinha tido noticia da sentenca, a ver se podia ser ad-
mitido a recorrer d'ella : ainda que de nada lhe ser-
ra a vista da solemne contissaS de Dubourcq.
Ora, reformei eu os autos com es documentos que '
tinha, e com as certidSes, tanto da sentenca, como a
de que tinha a mesma senieca transitado em julgado,e
depoid tractei de exUahk outu leu lenca do process


'C3)
reformado', *om salva, a fim depoder^Ofonlmnr nos
termos a execucao, Prompla dita sentetiga do
processo, niandei requerer a Dubourcq o romo
este na6 pagasse findas as vintc quatro horas man*
dei faser-lhe a pinhoia, e efleituada esla, pede Felip-
pe Lope* Neto, procuiador de Dubourcq, vista
.

o rientrar, ou esclarecer melhor o rcspeitvel |>u-
blicp. Pedi eu no libelloa Dubourcq a 'importancia
de cincoenta e dous fardos de fasehdas a vista dos do-
cumentos Letras MeN.
Nega-me Dubourcq que nunca tinha tido tran-
saces com Villar, nema inda por interferencia de
pa embargos', e para na6 comprometer o seu Ad-* outra pessoa e coYrendo a causa seris turnos; re
forgando en a pro va com as con tas corren tes do*
Cumeiito Letra ; reconhece Dnhnrcq este cre-
dencial e o auxilia com o solemnsimo dorumen-
vogado na nova cilada que havia premeditado re-
queren que nao se con l n o asee m os autos com vi-ta
ao Advogado constituido na proeuraca, -e sima
Francisco de Paula Gomes dos Sautos com quem
notamente eslava seu constiininle de accordo: o
que attirn se mandando foi elle a casa do dito Pau-
la elomando-lbe os autos, a titulo de querer que
cutio fisesse os embargos para Paula somonte osas-
signar, levou-os para sua casa e depois apresentou-
os todos mol hados e puidos corA falta de muas
folhas e documentos, faltando entre estas a folha
d'onde se tinha lavrado a piuhor : aitente-se bem :
como compromele-se a boa f do novo Advogado 1 por nenrroS oppoairaS j mais lite poder faier.
Documento Letra L. note-se q de sua Confissad documentos j;i mencio-
Esteiegumlo laclo a todas leis criminoso e in- nados P e Q se raanifesla a toda lus, o elle ler s-
ante ao decoro da Juslica e Magistrados; faci do cente da senlenca, tanto que nesse doc.u menso'
to Letra'P, pie contra producen te juntou seu Ad-
vogado eonfessando ( depois de h.iVer no I i bello na5
ter tido 11ansace* comiVlar-, nejii anda por in-
terferencia de outro jfyPrecebido os ditos cincotli-
ta e dous voluntes de B'urn por con la de' Villar
(que discaro .'! ) e depois repele a mesma confissaS
no documento Letra Q. Foi pois utste tenipo e
a vista dos mencionados documentos que o mesmo
Dubounq delrhou p issar a sntenca em julgado,
sull
invectivados destruir com reincidida insolencia hura
D-creto do Poder Judiciario e abegodiar Seusef-
feitos, dUperlou o Promotor Publico a tentar con-
tra esse Solicitador a aocusaclo em conse piencia da
qual foi pronunciado. Isto posto, como eu couhe-
cendo o Snr. Felippe estivesse munido de certides
de tu do quanto continhaS os autos trnei a refor-
mal-os a fim de poder continuara execucao. Ora, t^co amiga vi-1 pede-a depois aoJuis em seu reqTi-
agora ajuise o respeitavel publico de que lado est ment, que neeessidade ha va de he faser transitar
in f, se de minha parte, ou da do Snr. Felip- a sen tenca por meio de lina cei lilao ? NenhuS. Pii-
pe Lopes Nelo, on de seu Constituidle L, A. Du- meirametite, porque, querendo Dnbourcq mesmo
bourcq quando veio a confessar o qoe eu d'eHe appellar d'elfa essa a'ppellacio nSo suspenda a
exiga. Bastantes esforcos tem feito o Snr. Neto" execucao da sntenca a vista da Od. L. 3 Tit. fi S
para desacreditar o Escrivaoda causa And re Accioli r portr sido a mesma sentemja proferida ettl cali-
Adiliano de Vasconcellos; mas desengese, que a de scriptnra publica.' Segundo porque, mes-
Q elle confessa ler si das ditas Entradas e oirerece-so a faser hu cora.
pensacao. Como pois boatou seu Procurador, que
elle era seu Conslituinie nlo livejao noticiada sua,
senlenca, o que ella passou ent julgado por hu cer-i
tido falca do Escrvio. j* Se Duoqurcq contesta a
final o pedido ; propSe primeiramente lina conven-
quanto mais fiser para uesaciedilal-o, quanto mais
se desacredita a si mesm>> ; o que mais justifica ao
Escriva5 sao os fados platicados noauditorio, pelo
Stsf Neto- O Snr. Nelo j vio contra elle prova-
do pelo prelo que elle he solicitador, que requer
em lina damanda em Juixo por ambas as Partes. O
Snr. Nelo tem por costuine arrancar rasoes e lo-
Ihas de aillos furtivamente documento j mencio-
nado Le roG. O Snr. Neto quer em fim ostentar
de invencivel as causas, que procura cometendo
mo a presenta da citada Oa. Til. 79 leudo
Dubourcq praticado tantos actos nos ques inoslrou
consetir na coudemnaco d'essa senlenca nao
podia mais appellar d'ella. Logo pois,' que neces-
sidade havia de recorrer a bum seuielhantj sub-
terfugio r" A *onsciencia he 0 Juis'mals forl* d.-
nosso dever, elle devia e por tanta re-.la pagar ,'
Ou encontrar, de que sempie ful proniplo. A-
presenca do que (iea ucidado niugnem que liVev
seuco a credilai o- Sur. Nelo ; coufesse pu*i#qu
indignidades e c rimes para por a salve seosClien- tem feito toda esla' miada pa por a salvo ( corh;> 1;
fes da responsah lidide em que a Juslica os con- p ) o sen cliente. Depois dist; sea cri t do era
sponsa
demua ; e d'esta as te promove prejuiso incalcula-
veis a terceiros. Nao he por certo estes procedimen-
tos que consliiue hura bom Solicitador. Isto nao
he mais, nem menos do que indireetamc-nlo concor-
fer para hnm furto ; e isto he peccado para quera
feconhece a Dos e respeita seus Divinos Decretos.
Dis o Snr. Neto que o EscrivatS nao Ih inti-
mou senlenca. Oa daqui se deixa ver que o
Snr. Nelo, nao quer diser outra cousa se naS que
0 EscrivaS pasitou hu certida falca nos autos pira
poder transitar a mesma sntenca em julgado. go- 1
ra lhe pergunlarei que necessidade havia de compro*
fneter o Hserivao, a sua dignidnde e en solecitan-
do-o para semelbante acto ? Eu diste no principio
d'esta que a miseravel contrariedade de que lauca-
ra ma6 Duborcq eu dechava aosenco publico o
avalial-a mas agopunipre faser hu premiad para
era
falca para que- Dubourcq a toda a hora eslava "
portado Ministro para Ihedarhum rehiedio contra
a sntenca \ e nao contra o transito ? Poique <>
Snr. Neto conhecia que o transito nao lhe fssia uul
a presenca da Od. citada por que? qlfcr tifa
transitasse quei* nao; ella tinha di? -er ext-ciada,
por ter sido proferida em vrtu.le de escriplur blitas. O que t-lle rerfava pon 111 erS olnfsilis da
execucao ; e por isso encou:oda*a por si e pr ou-
tros ao Ministro ; e como enconlrasse circunspeo ,
e honra no Juis da causa queimailo-se os autos ori-
ginaes e a primen a sntenca extratnda do proxes-
so : moIbarSo-se os da exectico ex habidos com sal-
va arrauando-se.lhe folhas, e documentos, e-'
buafar-se que a senlenca tinha transitado por liu
certido falca que passara Escrivo
ticia pois o Sur. Netu que com ess boa-'


< t>
10 na6 l>alla ', tiara anda de lere a honra do Escii-
va neni minha probidade; por queseus rnes-
;ios Tactos fc queui o accuaa da ruis criminosa
parcialidade t e minha probidade aparece a toda
a luz no documentos com (jue lero eomprovado o
que tenho exposto.
a morte ; cas* eu continne com a qneataS. Enga^
iia5-ae porein ; por que tu pi-o ig^ despido de p-
nicos terrores; por que este* s peza a quema con-
ciencia os morde, tanto mus por que caso eu mor-
ra, meu Conslituinte he Villar que existe ; pas-
mo do tiovo m.io dtscoberlo de se pagar a quem se
moeda da inorle ; O Dos
O Sur. lelo, he que( .parece ) tem perdido o #deve com moeda da norie; u- ueos que
pnco coromum; por que erales de cu,ar-se do que horro. !.'!. E ees*, w hora de o.importa-.
Bm platicado com tanto escndalo continua ob.i- nar, Sara. Redactores coulessado-me.
tem
nudamente a qppor-se sem nexo a execuca: sem
nexo j porque, tendoj sido scu cliente convenci-
do de contradvtorio no libello juntando elle mes-
no documento destruid i-aps c n^gaca em que se
d.fendeu, ^continua uStr, Neto-a defendel-o nos
embargos oppostos a execuca com conliadices da
Toesilfa guisa qierendo que se leve em cunta a sen
cliente has vaquetas, que elle dis remertera para
Lisboa, por conla doscincuentas e dous fardos de
la sendas, e bem assini a importancia de 5:1931*410
reis em algodio que do Cear mandar Gouva ,
para Liverpool sem se lembrar, que sen cliente
Seo Constante Leitor.
Francisco Jos Barbota,
DOCUMENTO -A.-
Cerlifico, qoe te ven do os autos de Exccucfo de
Sen lenca de Antonio Carnes Villai contra oa Ad-
ministradores da Casa' do falecido Manuel Msthiaa
por consignacao ----- .
dous fardos de fiuendas, tnais que o mesmo Burn seis recebidos a folha*oiUnla e nove jidgo a hnal por
]he ordenara, que tivesse em si o producto d'ellas al tilo provados, e os Embargantes sem direito ao ra-
ue segunda ordem e que por na6 Ihc ler athe ali teio que ptetendem, e sem meios de palear a execu-
Rum ordenado a respeto elle no conciderava a cao da Sentenea follns, e folbas, visto que na quali.
fasenda pertencer a Villar. Perguntarei eu as fasen- dade de simphces Administradores da Cara do finado
dasvierio para o liquido servir de garaulia divida de Manoel Ma.hiaa de Fieitas, nao Ibes competan pe-
Villar a Masut de M. M. de Freitas, ou pata*e# dir ovlelo por parle dos Credores por quem ellea
andar uavegaudo en vaquetas, ealgodo em ris-
cos de pedas, e por conta de quem ? De cerlo es-
la ninguem o poder acreditar Ora se Dubourcq
dis isio como contra a ordena de sen commitente
elle embarca vaquetas e do Cear algodio por con-
la do producto dos cincoenta e dous volumts de fa-
sendas, cu)o le foi ordenado, que conservasse em si
em conta separada das que elle tmhu com a casa de
Burn athe suas segundas ordens do documento a
referido nesta Letra de niais apareca agora aos em-
no poden figurar sem uso ser^m habelit.'dos com
Sintticas e penheraa na forma da Lei, e pratica do
Processo no concurso dos Credoies por nao ter oo
Cazo em expecie apliracio alpum i o pargrafo vinte
e doig do Al vara de treze de Novembro de mil aete
ceios e cincoenta e seis relativamente aos fundos da
Caza do hitado Freitas, que tinto nao folio em vida
como athe se veiificot pelo Inventario depoi* de sua
morte serem os seus fundos muilo excedentes ao
seo debito psssivo, documento a folbas oilenta e seis
verso, nao podcndo atlender-se aeva/iva de terem,
os Administradores encontrado dificuldade m cobrar
.barcos piuhora com essa importancia dos
5:iq3'4io reis valor das fasendast. qoe comprou
Gouva remetida em algodo do Cear para Liver- o debito activo do mesmo finado, e produii.lo as tes-
pool pelo dito Gouva em Janeiro de i83ti quando temunhas de sua inquirilo a lolhas, e f .Ibas, que
talalgodaS n*5 avitao recebidode Inglaterra, mes- tal o afirma, provando com os seos depnunentos,
rno.da li a hura atino, quando a casa quebrou se- uio a falencia da Caza adminiftrada, poiem sim a
gundo as ordens dadas para Pernambuco pelo admi- pouca hahelidade dos Embargantes para o iesempe-
nislredores que nada mencionad de algodio mas nbo da adiuinwtrecio. Em taes circunstautias he re-
qnando o fisesse como foi contra ordem he ca
jo ser de sua conta e risco, mesmo para ero cundo
da grande divida que deve sua particular, a casa
fallida de Londres, que monta a mis de 4o:ooos'
reis, documento Letra R, mas tal algodio mes-
roo st nao emharcou como asseverou o Gouva ao
Sur. Antonio Jos de Araorim que por conta das
gra iuvariavel que aos ciedores legalmeule hahe-
litados com Sentencas e pinhoras, cabe o direto de
pedir o rateio; e como .os EmlMirganles uio eslejio
nesta tlas.se, nem de laclo existe na Caa administra-
da essa falencia a que eil.s >e recorren), os julgo pes>
aoas incompetenls para dispatarem odireito desses
lerceiros credores nao exeqiuntts. e nfp habelilados.
fosendas que comprou pe tenientes a Villar tinha re- Prossiga-se por tanto nos termos da execucio, e Pi-
meiide oo Dubourcq, amos* reis em hui letra : nhora a folbas e foi has, e paguem os Eml>argaatei
documento Letra S. as Cusas. Recite vinte e dous de Marco de mil oilo
A'pag! grande descaro Eis pois, Snrs. Re- ceios e trinla e seis. Joie Joaquim Geminiano
dadores ex posta ao ju izo Publico, a minha ques- de Moraes Navarro. -- Accordo em Rellacio &c.
ta rom Dubourcq ,41 fazad do incendio, e diluvio Que confirmio a Senlenca appelladd, visto moslrar-
ilistinadosa cousumirein os autos ; e como desapie- se como se mostra pelo documento folhas trinta e seis
dadamcnte se destrae a honra alheia para cuonesta- verso que a maca do Cazal devedor exceda muito no
rem ae crimes da maior evidencia : Nao he inda isio seo valor a imp >rtancia das dividas passivas, e con-
nada: O mus bao querer-ote agora intiuiidar aona demuao os Appellaui.es uas CusUs. Recile vinte 6


(5)
qualro de Sctembro de. mira oito ceios e trinta e
seis. Maciel iMoiiteiro, Presidente Malheiros
Libnio ~ Belmont Velloso Silva Tavares
Nada mais conlinba em dita Sentones, e Accordio a-
qui copiado, que Belmente o ti* e aos sbredilos au-
tos me reporto, e esta vai conferida e ronserlada na
forma d. estillo. Recife oito de Ouinhio de mil oito
entos e trinla e seis Escrevi, e asMgnei ~ Em f
tle verdade e Concertado Joaquim Jote Ferreira de
Carvalho.
DOCUMENTOS B e C. -
Di Francisco Jos B.uhoia, que a bem de seo di-
reilo, nessecila que qualquer Tabelio Publico des-
la Cidado a quetn o Supplicante aprsenla r humas
Carla de Diego Bm-n & C., escritas a A. G..Villar,
Ihe passe por certido o artigo que o Suppliraute
ltie .1 ponar as inesmas. P. a V. S. Snr. Di. Juiz
do C i velle sirva mandar passar a certido requeri-
da -- E. R. M. P. Boa-vista i. 4e Aguato de
l8J8.--|fl ManoJI Intuido Coellio de Oliveira, Tbelliio
Puhlica*deta Cidade do Recite de P i nambuco por
o Regente em Nme do Imperador Constitucional o
Senhor D. Pedro Segundo <|tie Den-Guarde 4c. Cer-
tifico 4ue pele Supplicanle me Torio a presentadas do-
as carms de Diogo Burn. & C. dirigidas a Antonio
Gomes Villar de Londres de 17 de Outubro de 1833,
de 10 de Maico de i8^5, as quaes recooheco ver-
daderas, e uellas me foi aposentados oa Artigos do
tlieor seguinle --Sur. Antonio Gomes Villar Liver-
pool Londies 17 de Outubro de ifc33 Anago e
Snr. ~ Jchegario de Manchester a case porto 5a
voluuies com as fazendas, que Vossa merce nos pe-
dio, mencionada* em uossa caria de 3 do mea pas-
eado, as qua. s lio de i oj per lar Libras duas mil etre-
aenlas pouco mais, 011 menos. Nio mandamos por
ora embarca- a-, ditas fazenifcaa conforme as sua or-
dena anteriores, em qu aillo nos nio iuiendermos con
Vossa roerc a esse respeito. Ero fin qliando Voasa
mercebegar aqoi decidiremos tu.io ialo. De Vosa
merc Amigos Alientos, e Criados Di-go Ruin &
Companliia Senbor Auioni Coins Villar Roma
-- Londres 10de Maree de 1835 Amigo e Snr.
Agora cumpre-nos paiticipar-lhe que temo* em nos-
so poder copia aulh ntica da Seo lenca proferida
contra Voasa merc, todos os documentos neeessa-
rioa para Ihe fazermos embargos em todos e quaes
quei fundo, que Voasa men tenha em noasa mi,
ou de atra qualquer pessoa. Nos podamos ja ter
fcito este embargo, ecororauila mais rasio, sendo
para ooasoproprio embolso; mas como nio deseja-
znos desacreditar a uinguem, e parlicularmente a Vos-
sa merc: temo suspendido por hora lodo o proce-
dimiento a este respeiio, esperando que vista do
que levamos e*poslo, cumplir com seo dever, e
nos evitar desgosto de proceder a esse embargo,
dando as providencias uece>sarias para seren pagas
as quantiaaemqne foicoodemnado, favor da Ad-
ministi-acao do falescjdoManorl Malhias de Freitas,
cu para melhor disera notsos favaw.-B.somos com
mais perfeila esliroacio- De Vossa merc Amigos At-
tentos Veneradores e Criados Diogo Burn & Coro-
naul.ia E maia se nfio conlinha em ditos artigos a-
L tr-nsoriptea por Certido, que eo Tabelio ao
principio relio declarado, e no tm as.gnado bero, e
*
fielmente fiz passar a presente Cort dio em virtude
do Despacho retro, e va i na verdade sem cousa que
duvida faca por mim propio, e outro OlfiVial abai-
xo asignado conferida, econcertada na forma do
estillo, subscripta, e assignada nesta Cidade do Re-
cite dePeruarobuco, aes 3 dias do mez de Agosto de
l838 annts. Fizacrever eassignei Em fde Ver-
dade e Concertado Manoel Antonio Coelho de Oli-
veira* E Comigo Joo Francisco Regis.
DOCUMENTO -D.-
Diz Francisco Jos Barbosa, qoe a bem deseodi-
reito necessila que qualquer Tab dilo desta" Cidade a
quem o Supplicante aprezenUr humas Cartas de seu
Oonslituinle, llie passe por certido o tlieor dos arti-
gos das rnesnuis que o Soppcanle Ihe aponlar. P.
a V. S. Snr. Di. Juiz de D.reito do C'vel, se sirva
mandar pascar avrtido requerida E,, R. M.
P. Roa-vista i.6 de Agosto le 1838. Miranda.
Manoel Antonio Coelb'-i de Oliveira, Tabelio Pu-
blico desla Cidade do Recite'de Pernambuco por o
Regente em No me do Imperador Constitucional o
Senhor D. PedrojSegundo que Dos Guarde &c. Cer-
tifico que pelo Supplicante me forao aposentadas
tres Cartas a elle dirigidas por Antonio Gomes Vil-
lar, huma de Parizde 14 de Mareo de l836, outra
de Lisboa de %"] deJunho de 18G. e ontra do Porto
de 3o de Agosto de i83j, as quaes reconbeeo veida-
deirasf e nellas me foi o apontados os artigos do tbe-
or seguinte Sur. Francisco Jos Barbosa Pars
l4 de Marco de i836 Presado Amigo Logo que
k em Roma recebi a Carta de Burn & Companhia, ex-
igindo de mim a resposta em poucas horas se paga va,
e me comporlava como boniem de honra ; passei lo-
go a'dar rdem p nhas fazendaa a Antonio da Silva & Companhia, a
fim de evitar o embargo que me disserio pas-avio a
fazer, nio s nos meo fundos em seo pt der, como
em oulros ero poder de quem eulivesse fundo-. Eis
ocaso principal. Persuadido que mandando pagar
tedas as contendas seacabariio, confiei as minh.is ia-
sendas a inrrnigosque lancaio man do meio o anal*
infjroe, qual seja o de trabir, ou massacrar o venci-
do, que deposiloii as armas a os ps do vmredor, B
nao ser viudo de mais sou com veras. De Vos* mer*
c. Amig Sincero Antonio Gomes Villar Sur.
Francisco Jos Barbota Li.-boa 27 de Junho de
a)836 Amigo e Snr.Carta de Diogo Burn & Com-
panhia de 24 de Novembro pa-sado dis remetlero
as minhas fatt-ndasa Luiz Amavel Dubourcq, quaudo
as minhas ordens de Roma, lorio para que as reme*
tessem aos nie-mos Antonio da Silva & Companhia,
a fim de se pagarem logo de indo em que sab oon-
demuado, e ficar ludo ultimado em boa paz. A fac-
tura das predi las fazendas monta a duas mil tresen-
tas e tres libras, hum xeliin, e tira penes, da quaes j
pouras existiio por vender, o que julgo eei bastan-
te pera pagar o Sentenciado, masdepois dis'O inda
naos, i mais nada do resultado. He provavel que os
Administradores eslejio desde muilo lempo pagos, e
por is>o os meos pleitos acabados. Espero que me a-
vize de ludo pelo uiido, e sou com a mais constan-
te estimanta. De Vossa merc. Amigo Sincero An-
tonio Gomes Villar. Snr Francisco Jos Barbosa-
Porto 3o de Agosto de i83;. Amigo e Snr. Pela
caita de 17 de ulubro de i833 que ma escre-eio



(6)
para Liverpool Diogo Bnrn & Companhia, ver que
oscificoentaedbus volumes janease teoapo existio
por minha cotila comprados, e que os meamos Burn
& Companhia, mas nSo entregariSo eem se entende-
,vem pnrneiro c o migo. Pelas contas correntes de
183.{* ei835, ver .tobem provas que a minlia fci-
zenda deve ser lora (fe quebr, e qu esta fb mauJa-
da para essa Praga em virlude das Sentencas que con-
tra mim movCro os Administrado)es da Caza do faf-
Jescido Manuel Malinas de Freitas, conforme as car-
tas de Bum & Companhia, que rne dirigirlo para
Roma, em data de lo de Marco do i855, as qnacs in-
cluas achara. Por agora notenho mais documen-
tes que me favoreci no caso presente, huma vez
que Duborcq, nega o que e!e abe ; mas cun a
re- posta que me ?ier de Londres a tal espeito irei
que se me ouWccer a fim de que Vossa nsfree triunfe
de*sa C^nalhocrata gente, que o meo dinheiro rae
querem roubar. Seminis a diserte'por agora son
como sabe De vossa aeree. Arflgosempreebriga.
do Criado Anlonso Comes Villar. E niais Se nao
conlinha em dilos ai ligos ijue eu Tabelliao ao princi-
pio rec tro nopteado, e*no lim afeignado bem, e fiel-
mente fizpassar a presente Certidio em virlude do
Despacho redi o, e vai na verdad; aem cousa que llo-
vida faca por mim proprio, e outro Oilkial abaixe
essignado, conferida, e concertada na forma do estil-
lo, subscripta, e assignada nesta Cidade do Recife de
Pernombuco aos 3 das do met de Agosto do anuo do
Nasciaieuto de jNosso Senhor Jezus (in isto de i838;
dcimo sptimo da Independencia, e do Imperio do
Brasil. Fiz orever e assignei. Em fe de Verdade
e Concertado -- Manoel Antonio Coelho de Oiivcira.
E comigo JoSo Ffancisco Regia.
DOCUMENTO--E.--
Ilim, Snr. Inspector desta Alfandega.--Diz Anto-
nio Gomes Villar por seu bastante Procurador, que
bem- de seu direitu precisa que se lhe mande pas-
sar por cerlido seo Brgrie Ingles Mel'y, viudo de
Liverpool em Julho de i35, descarregou para esta
Alfand ga 5a volumes de diversas fazendas da mar- I
ca B D consignadlo de Luis Amavel Dhourcq ;
como tobem se os dito- volumes forlo despachados
peto dito Duborcq, pelo que P. a V. S. llp. Sr.
Inspector baja por bem mandar passar a eertidfo re-
querida E. R. M. P, Alfandega a3 de J uuho de
1837. Santos.
, Certifico que revendo o Livro Mestre do anno de
i835 dtlle consta que o Brigue luglez lUelly, vindo
de Liverpool em o prinieiro de Julho do dito anuo,
ran i festn, e descarregou para esta AHandega da
marca B D de numero uro a cincoenta e dous, cin-
coenta e dous volumes com fasendas; e dos despa-
chos N. 608-609 yia 1/410 e i5o^ 18, e 19
de Agosto, aa deSetembro, 6-ea6 deOutubio, e
6 de Novembro do dito auno; consta terem- sido os
inencionados volumes Despachados por L. A. Du-
purcq, assim como consta do manifest terem vin-
do i consignadlo do mesmo os ditos volumes. lie o
que lenho a certificar a vista do requerimento do
Supplicante, Livro Mestre, e Despachos, e para
constar tnandei passar o prezente, que vai por mim
Eserivao assiguudo ntsla Altandega de Pernamhucu
aos a5de Junhf de 1837 -Subserevi O&crivie
da AHandega-Jacome Gerardo Mara Lurnachi de
Mello,
DOCUMENTO -E.--

Andi't Aclolis Adeliano de Vasconcellos, ESacrivfc
do Civel Privativo a 3.a Vara nesta Cidade do Re-
cile de Pernaubuco, por o Regente em nome do
Imperador Constitucional o Snr. Dom Pedro Se-, *
gundo que Dos Guarde &c.
. je "fc
Certifico que revendo os autos de Libelio de que
trata a peticlo supra d'alies consta er a Sntenca de
que faz tnencSo a mssma peticlo do leor seguinte --
Visto estes autos &o. Pede o Autor, como negoci-
ante de grosso trato em diversas Bracas da Europa, e
exporlacio de um para outros Por loa, que seja o
Reo coudmnado a entregar-lhe a iniporlancia da
fasendas que vendeo, e as que existirem ain que llieforio consignadas por Diogo Burn & C.a de
Londres, executando n ordem sua par* esta Cidade
em 8 de Maio de i835 po Brigue Sle'by manos, e
declaracScs da Factura ll. 10; assiin come que seja
condemn id nos juros commcrciaesdaimra depois
da contestadlo da de em diante, p'ejujda perdas,
e dainos, a que der causa ; poi quairtifl Idu e>U
onsignaco por ordem d'elle Autofi. ^Mando-a o
Reo despachando as fazendas, confessando por
seos pcoprios avizos ter vendido parle d'elias, e paita
t eirrw, claro estar obrigadb a faser-He, a per-
ida entrega, e dever ser condemndo no'ped 10,
a declarado no Libelio a fl. 9; dude Se achio
sos .locumentos de fl. lo; ia, i, 13; op-
pondo-.v; o Reo com a excepcao 11. .8; protesto fl.
23 ; in 28, efl.ru, e fl. 3t; mas sendo despreza'a pela
Sentenca a fl. 35; contivriou o ^Libeilo a fl.1 49,
produzindo as testemunhas de fl. \g, a fl. 5i, dice
fl. 84, com os documentos de fl. 61 a fl. 6, di-
zi'ndo antes o Autor a fl. 5i e fl. to; juntando os
documentos de fl. 05 a fl. 80, e contraprr.t. stando o
protesto do Reo, como se v a'fl. 91; Tudo poia
jristo e considerado alternamente, moslra-se pela
Garta afl. ia, e contas correntes de fl. t8 a fl. 69,
que por ordem do Autor, de propriedade sua, eim
cunta, risco, fora a dita consignad? de Burn &
Ca ao Reo, queeste acceitou, o mandato, oucom-
misao com aquelle celebrado assim, reetbendo. e
despachando, e vendeudo as fasendas consignadas,
certidio fl. ib resposta 11. 39, e coirespondencia de
fl. 31 afl. 34 piio que se manifesta competir ao
Autora presente accio. Por isso que ha vendo sido o
Reo em lempo avisado pelo Autor com a Carta a fl
80, de que as fazendas consignadas ero suas, menis-
tiando-lhe provas evidentes disto, e"ordenando-lhe
para com oseo Procurador Barbo/a, entender-se a
este respeito, em quanlo nem a factura, a fl. tl, riem
o chamado conhecimento, fl. t3, e nem mesmo a
Caita de ordens, afl. 3i, outro proprietario indica,
se n5o o Autor, que deve o Reo, dar contas dessa
commisso, principalmente quando a fl. 87, v-se
reconhecer o Reo, que eio ditas fazendas di atinadas
pelo Autor, para pagamento seu, concluindo-seda-
hi, que era sua propriedade, pois que lhe dera des*
tino. Nao aproveitando a> Reo,va crencia de que de
boa fe" eal de serftu as fazendas de corita e proprie-
dade, e risco de Burn & C* para oppor-se ao pedi-
do do Autor, j porque como est dito peles docu-
mentos, conhecimento, e Factura, e Carta de ordens
nao se pro va, j por ter sido ex tempohaviaado pe-
i


7)
lo Autor, do contrario1, e i porgu os meamos Burn
^ 'StC i correspondencia de l. 3i afl. 3.4; lhe de-
clararn como na a.' Carta fl. 3-i ; que najo pudifc*
por eniSi) resolver, sobre o prodnciodessas iazeodas,
que dcveriio ficar eoi poder do Reo, at ulterior de-
teraiinac.o, mas em conta inleiramenie separada; e
.^a porque nat ipr?z?nta o Reo, ordem alguma an-
terior ern approvacio, aparecendo apenas o conhe-
t.ido aviso, e pedido do Autor, nem t.unben apro-
'veitar pode u Reo, quercf que se dirija o Autor,
Caza fallida/ e e'm coucur&o com os credorfs-da Casa,
ha ver da massa d'ella o seo pagamento ; porque, o
que elle demanda o producto daquella cnaignacSo
de sua proprredtde, e re MftorJem, qUe o Reo re
cefceo, e deve entregar, por ler aparado, e em seo
p der, como havizou, e consta da Carla fl., 33, o
oue nada tcm com a m/. i fall.la, por ter esta minio
em terapo, cantes da fallencia, declarado ser propri.
edade do Aulor, que se nao responsahelisou pelas
dividas d'ella. E finalmente nao aproveita ao Reo,
querer que sellie leve em cotila no pedido do Luid-
lo aa,?77 vaquetas, que no valor de 3:58i>^t97 rs,
diz rrtetlea porconla daa (asentas consignadas a-
quelles liurnaC porque nunca esies Ihe dero
ordem alguma pira o R<_o fazftr rerai'-ias do liquid
darjuellas (sendas como se ve pela Carta fl. 3a : nem
pelas seguales, msale llio vedario pi r todas espe-
ciabnenle a a.a ,-fl. 3a, onde d.zem, cujo lquido
producto, conservar em seo poder t nossa ultima
determmacio; ficanio por issoevidente, que essa re-
messa do mandato particular do Reo, e nao mere-
ce attenco no pedido do Libelo, em'ora apuieca o
papel a ll. jg, porque ob:e ser extrahido em copia
sem audiencia do Autor, < p isso nao fazer piova
em '.izo, tein a,ftlta de au'oridide na pesio*, que
de ve etfcreveo. para este lim, Pelo que ttndo, co-
jno. o AuJ..>r, pruvado em sua intenoo, e o Reo ao.
Coat ai a as inquirieses de fl. a6 a fl.'49, nada
i?is qutf o sotfccommercio, e crdito, e a llencia da
Caza de Burn Si O d< Londres, oflerecendo os il-
legacs papis de fl. a3, fl. 3o, fl. 49, fl. 6\ o oci-
oso fl. 61, ontra-proditcenle. dei. ii, a fl. 34
que iiau diitroci a cotiuludeuie piojra do Autor,
julgando como jlgo o protejo de fl. a3, e o contra
protesto de l. 91, por sentencJ, para que pr duzo
seus devidos effeitos. Julgo tambem cqnapetir ao Au-
tor, a prezenteaeco contra o Reo, ao qital c iidem-
noa que pague ao. Autor, a quanlia de 16:767^645,
produelo apurado, e confe->aado a fl. 33, das azen-*
das consignadas, e nos juros rom mercales da mora
da contestaco da lide em diante, prejuisos, perdas,
edamnos a que der rauza, e nacusas. Boa-vista 3
dje Fevereiro (le l838.-- Beuto Joaquint de: Miran-
Zsa rlenriqaes E muis se nao continlia em dita Sen-
tenca, que en Escrivu lis copiar por certidio de ver.
. Jjp atl verbum dos proprios autos de Libyllo, ausqua-
es me reporto, e vai na verdade sem coma que >lu*
vida faca conferida, e concertada na forma do Estilo,
e por mim subscripta eassrgnada nesta CidadedoRe
ene de Pernambuco aos dezasst te tijas do nez de Fe-
vreiro de 18 38. Subscrev.i e assignei. Em f<; de ve 1 -
dade e Concertado Andr Acidles Alcliano tft
Va.concellos Comigo-. Mahoel Antonio Cueihu de
(jlivuira.
DOCUMENTO -G.-
Certifico, que revendo os Autos de Inventario por
traslado, dos 1>ens qne fioario por falcormento de
Manoel Mathias de FreiUs, nelles a tullas i33 axei
a Ceidlo, que faz a petizo retro net.cao a qual lie
daloima e maneira seguinte Cert/fico que sendo
continuado estes Autos rom vista so Advog-do Julo
aptsta Soares como couta do termo supra, veio
por elle res-pondido em papel separado no dia 3o de
Mm.i, enaniM.nn ocasiao vcio ao esc-, ptorio O soli-
caifcr Feppe Loj>es Netto, e os levou de cima da
minha meza, s iido-rm? d.-pois entregues por o So-
liiiladoe IMatheusdr* Souza Teixeija boje a do cor-
rente sem aquella resposta, com o reque^imento, e
rusposta, qu sesear ao dianle junto, e para cons-
tar passei o p.ezcnte. Recife a de Jutiho de i835
Francisco Juaquim Peie'ra de Carvallio tava o
S dio las Armas Imp riaes com a ver ha seguinte
]Numro 2095- Pagou quarenla res de S.llo. Recife
3(j de Maiode i35 Ferreia Uuima-es- Na-
da nais se conlinba em dita (trtido pedida, queeu
EscrivSo no principio desta declarado, ea'iai'xo ass'g.
nato, be 1 u e fielmente copiti por Ctrl tlao da que se
a\a escripia nos propiios At-los, para os quaes i'ui
nomcado r.scrjySo, ao^ t|uats me repoi t>, e tj na
verdade sejn insa que duvida laca, lOnf r da e coa*
ceiladan* forma do estilo, ne>u Cdide e Comarca
do Recife de Peni robuco, .ios 17 tiias do tnez de Ju-
Iho de 1838.-> Dcimo stimo da Independencia e
do Imperio to Bra i>. R.nv e assignei. Em f
devewlade 'Jo-qirm Jos^ Pereira daa SantosCon
cerlei Joaquim Jos Ciraco.
DOCUMENTO II, -
Senhor Antonio Jo^ de Amoritn Pernambu-
co R Diogo Burn e Companhia Tribunal de
Bancarrotas. Londres 3o de ^ovembro de 1807 --
Querido Snr. Minha ultims carta a V. M. t'< da-
ctada em 5de Septembio depois do qne tenbo sido
favorecido com as suas eMimadas cartas de ao e J.i
lio-, ^de Agosto, e a3 ; 3 d Septembro.,. e 3 de
OliIubro e os contextos de todas teuisida devida-
,monte notadas. Inclino ponho agora naaauftstnfo*
duas carli huma para Snr_. Dubourcq a outra
para Sur. Bar hoza amina bertas para >co conbe-
ennento, as qnaes pee: a V. \J. queira fazer entre-
gar a esses Surs. e h^ .sobre o ohjectodestas cartas ,
qu.' eu dezejo prinripalm^nte de me dirigir a Y. M-,
e solicitar sua candida alinelo. B.irboza lem-me
cscripto huma caria exlenca leclamando, como
prorycidor de Villar o producto doscerlos cincoen-
la < tlO'js volumes de fasendas cotisi.inaiLis por Burn
a Dubourcq, anda que nao tenbo adijelido nem
nunca admilirei atJjrboi.a ou a Vi lar seos direito
pin laes lasgndas, p ^acto realmente he, que esta
asenxTas devio pertener ao ullinm se Burn nao a
tivsse n tiradas para eeguranca qa-i cusas de Villar,
11a c^iu.-a d Villar contra Feitvs e anda agota nao
obstante a Seiiteaca obtu'a contra Villar, esta de-
manda demorada pelo longo espaeo de tempo nao
lera sido ajustada. Entretanto Barbosa (eun solicitado
o producto das fasendas do Villaje e porque nio se
pode obtt -!js %i tein. conseguido penborar judicial-
mente i> dtbito que Dubourcq b-? deveudor a esta casa
falkla por isso em facto a casa de Burn nao so per-
de pelns proce tas, mas elle be a causa que Dub-.urcq uo pagar o
seo debito o esta casa. Este estado de cousas nao d-


(8)
te ser perraetdo de cotimaar, e por sso ea tou
agora rogar a V. M. de a justar este negocio na rae-
ilior forma que liie for possivel para o interesse da
casa de Burn njat em lodo caso de effectuar o a-
juste. Dubourcq dar a V. M. as contas de venda
dosrincoeiitas e dous voluntes de fasendas conforme
aosque furia fornecido* por elle a Burn debaixo de
dara de 5 de Julho de i846, e cncluzo ponho as
euas maos a cunta de venda de mil aetecentos uitenta.
e nito vaquetas consignadas para Lisboa por nova
Aurora o liquido producto Libras duzentas e sessenta
i* seis oito xelins seis penes vencido aon ifide A-
Soslo de 186 pela ultima conta correte l'urnecida
Villar apparece elle devedor a Burn em a4 de
rVovembrode i835 na quantia de Libra cen o deze-
nove, nte xelins, oito penes, desde enloa sobre-
dita qiwnlia de Libras dusentas e sessenta e se oi-
to xelins, seis penes he a nica somma addirional
que aparece sobre o apiste de coritas. Villar mesmo
escreve-me pediudo de ad niel ir na conta Libras do*
ze. por huma letra denla quantia que foi remetida
por elle a Burn de Bruxe.Ha, mas a letlra foi recam-
biada por titila de sen endosse, cont elle pode ver
pela carta de Burn dactada de 18 de Dezembro de
i83I por isso nlo pode ser admittida Debaixo des-
tas circunstancias queira Vossa merc ver Bar boza e
faca ludo de nielhor se pode com elle, em caso que
elle queira arranjar u demanda com Freitas de na
neira que o estado de Burn pode receber a somma
que be devedor; e quer retirar a penhora fe i I a por
*lle sobre o devdo que Dubourcq deve a Burn, if
erito nao pode ha ver ohjecco alguma de entregar
a Villar os productos das fasendas, e por parte do
estado de Burn ; eu prefera o adjuste destas cousas
esputadas lda com alguma pe da, ou desvanta-
eem, do que deixa-las fcar no estado em que esto-
Boyo que Vossa merco tomar na aun seria conside-
rante estas ultimas observacoea, e Vossa merc tem
todos os poderes, eautboiidade para deliberar pelos
administradores de Burn, e tal he a con ti a oca que
elles tem em Vossa merc, que de certo ficurto per-
feitamentesatisfeitos com o ajuste que Vossa merc
concluir npstes negocios Ouando Vossa merc te*
r ajustado a conta com Villar, espero que'Dubourcq
ao mesmo tempo pagar oa meos saquea sobre elle
pelo bala i ico de sua conta con ente divida a Burn o
que acontecer sem duvida em consecuencia da carta
particular do Sur. Burn. Eu .ou de Voasa merc-
ic. dlc. W"> Whitmore Oficial assigne 'Nos e-
baixo a-signados atistanos, e se for preciso juramos
que a firma annexa he do proprio W* Whitmore
de Londres, por termos da sua firma hum verdadei-
ro conhecimentu. Manuel Jote Goncalves Braga
Assigno por sercredor de Diogo Burn & Compa-
nhia, e ter carias em meo poder do mesmo adminis-
trador. Joio Vieira Lima Keconheco verdadeiros
os dous signaes supra do nos abaixo assignado do
que dou f. Recifle a8 de Marco de 1838 Em tes-
teraunho de verdade o Tabellio Publico. Manoel
Antonio Coelho de Gliveii a Eu abaixo assignado,
Certifico que tenbo cuidadozamentle examinado, e
comparado a tradcelo annexa, com a carta arigi-
nal, subscrita pos Ssr. Wm Whitmore Oificial ad-
minisWadoi da tahda Caza de Diogo Burn e Com-
panhia de Londres, Senhor Antonio Jote de Amo-
rrm dosta Praca, o qual original, eslava patente pe*
jsnte mira, por Sin. Francisco JozeBarboza d'eata
Cidade e que acho a dlla annexa fielmente verti-
da, raais que o signal de Manoel Antonio Coelho de
Ohveira, Tabellilo publico, reconh'-cctndo os dona
shriaes de Manoel Joze Goucalves Braga, e Jofo Vi-
eira Lima mesma carta, ser de seu proprio punho.
Consulado Britnico em Pernarabuco aos 16 de
Agosto de.i8J8. Iolen Hiiril Vice Cnsul Esla-
va o sinte das Armas do Consulado E mais se nao
continha em dita carta, e certificado tudo aqui trans-
' criplo in ipsis verbis quceu Tabellio public ahai.
xo assignado bem, e fielmente fie passar em publica
forma do proprio original que me fuipresente, o qual
reconheco verdadeiro verdadeiro de que dou f; e o
tornei a entregar a pessJKue me o apresentou, e vai
na verdade seu efusa que duvida taca por mim oro*
pro, eoutro ofiicial abaixo asignado que comigo
1 coofero, e concertou a fimjMo estillo, subscrip-
la, e assignado em publico e raso seguintea de que
uso gesta Cidade'do Recite de Peruambuco aos ai
dias do mez de Agosto do anno do Nascimenlo de
Nosso S nhor J-tus Christo de i88; dcimo spti-
mo da Independencia, e do Imperio do Brasil. Fiz
escrev-i* e n^signei Em teslemunho de Verdade o
Tabellio Publico Manoel Antonio Coelho de Ol*
veira -Ecomigo Joao Franciscoftegis.
DOCUMENTO -1. -
Illm. Snr. Antonio Joze de Amorim, aumente a
quem su is vezes fiz< r. Sua Caza em 3o de Julho de
i83 Presadsimo Sur. Rogo a V. S. tenha a
bondade de me atiesar com a imparcialidade do seo
costume: se quando em dias de Fevtreiro pasado
V. S. me mandou chamar a sua caza, para se ultimar
a queslso de Antonio Gomes Villar, com Luii Ama*
?el Dubourcq, em consequencia das o d'-ns que V.
S. para esse tira teve dos Administradores da caza
fallida de Diogu Burn & C." da Cidade de Londres;
seeu lh' disse qup e'ava promptissimo a pagar o que
Villar devia ao Cazal delreitas; se Dubou rq me eniregasse o liquido
producto exacto dos 0. vqlumes de tzenda que no
anno de i835, Ihes foro remettida* por inteifei en-
ca dos ditos Burn, por conta de Villar, para da-
quelle producto pagar Dubourcq, o que Villar do*
via ao Casal do dito Freitas asaim como quaes a e-
vazivasque Dubourcq deo para se nio ultimar a ces-
so dos pleitos. Tenha paciencia o eu hir importu-
nar a V. S. de quem sou com toda a consideracfo.
De V. S. Amigo affeetuozo, e bem obrigado, e Cria-
do Francisco Joze Barboza Sirva-se de me respon-
der aqui mesmo para enviar a presente para Londres
Attesto que o Sur. Antn o Joze de Amorim em.
das de Pevereiro pasnido, comecou a conciliar o
Snrs. Luiz Amjuvci Dubourcq, e Francisco. Joze Bar-
boza, eque nio podendo continuar por ler cabido
gravemente doenie, me encaiegou de proseguir na
ruesma tonciliaco, a qual me nio foi possivel conclu-
ir, porque hiudo a caza do*,Sur. Barboza este me as-
seguroo vocalmenle que eslava prompto a pagar o
que o Snr. Antonio Gomes Vil lar-esta va devendo ao
Cazal do fallescido o Snr. Manoel Malinas de Freitas,
urna vez que o Snr. Dubourcq encontraste o liqui-
do exacto dos 5. fardos de fatendas que Ihe consig-
narlo os Snrs. Diogo Burn de C* por conta do
mesmo Snr. Villar, cuja proposla fia ao Snr. Du-
bourcq-, mas ti ve em i esposta que so se sugeilava


CO
a encontrar o que tiresse apurado dessa mesma con-
bignacSo, dedmidas as remedas que havia letto por
retorno, entornando o Sur. Barbota coala das dividas
?.ue existido pjF cobrar pertencentes a casas mesraas
elids ; o que jura re aos Santos Evaiigelhos sendo
nerefcsaiio. Pt-rnambuco 3i de Jnlho de |838. Ma-
nol do JNaseimento Pereira Reconbeco verdadei-
ra a letra, esignal supra de que don |'. Recuerde
Agosto de 1838 Eslava o sinal Publico Km
testemunbo de veidade, oTabellio Publico Mauoel
Antooio Coellio di-Oliveira-* E nuis se nao conti-
njw, e ncm QUlra alguma cousa derlarava em difa
carta, allesUco, e i ei onheciineiilo ludo aqu trans-
cripto le verbo, ad veihum, .pie en Tabelliao Pu-
blico ahaiJWuigii.iilo hem, e belmente liz passar
em mhljMUfl Mo pjj^rio cii^inil que me lu p-
senle a (pie me reporto, o qual o tornei a entrego-
a pessoa que* ine o^MBentoii, e vai na verdade sem
vicio, liinio, enlieTinha, e neni outra alguma coo-
gi que dovida f-ca por mim proprio, eoutroOifici.il
ahaixo assignado, confeti la, e cono riada ni Corma
do entilo, subscripta, eassgnaak em publico e raso
segu mes de que u*o uesla Cidade do Uecife djfftV-r-
ua albuco, aos dias d > mez de Agosto do anuo do
Na.-cimento de Novso Senhor lezna Cbrislo de ic3S;
dcimo stimo Brazil. Fiz escr-ver e assiguei Em testeinu iho de
Verdade O Tb liio Publico Mailoel Antonio
Goelho do Oliveira Ecouiigo Joo Francisco he*
gis.
DOCUMENTO L. -
Illm. Snr, Dr. Francisco de Paula Gomes dos
Sinlos E-ta s Itm por o.bjecto, Ju'r saber se da
Casa de V, S. Ihe f i levados nnsautoi de Lihello,
entre partej A. '-. Vdlar, com L. A. Duhonrcq,
pelo Procurador bastante do dito Dubour'rq, Felip-
pe Lopes Netlo; e o m.ii- Indo quinto V. S. res-
pei'o aos mismos auto- souier. Digne-se pois V. S*
respo'ider-me os p desla ; e no rtanlo espero *e
convenea Ja estima c mi que plenamente sou--De
V. S. Mijito Atiento Venerador e Criado Fran-
cisco Jn-i' Barboza. Sua ("asa em i3 de Ju-
ulu> de i838. IHm. Sr. Francisco Jos Bar-
boza.- Entrando e.iles autos com vala em inou Es-
cripiorio, apaieceo logo o Sur. Felipe Lipes iNelto,
procurando-os para os despachar, e levou-os, sem
eu saber que autos erlo depoii de bom, ou a das
apareceo-Hic com eiles molhidos, dizendo-me que
huma goleira os linha es'ragido, e que eslava pro.n-
pto para os reformar avista do Original, que eslava
na Relacao por apello: como os nulos eslavo obre
a minha vista, rmeli-oi'eo Escrivo com huma co-
ta, asseveraudo que huma goteua os linha estragado,
sem dizer onde por modestia; mas lodos sabem que
u min lu caza nao sol e goleirfls, e que me o li recia o
jelbrmalos: e^su era a verdade, que eu nao son ^ta-
par de negar, nem por em dovida a minha firma protocolo, ueiu a (e'do Escrivo, <)"e mos nwridou.
O Sur. Felipe apretenl.ouon.e nessa occasioiP> ticio
i'eila pora teforma, e tirar documentos : Eu nunca
/ai letrado uestes autos pro, era contra, nem sei o ,
que elies contein, entrou-me no E-c. iplorio sem eu
otaher : depuia de molbados be (pie sube que autos
jeru : ocerto he queeu simpre lui advogado contra
a Caza do Sur. Silva & Com pannia, e nunca fui le-
t lado de aeos genios, e por isso nao sei como veio a
men Escriplorb essa Causa, por parle de qnem,*
e para que fim: he pois o que sei sobre e-te assump
to. Dos o Guarde felizmente. Recile i'i de Junho
de 1838 De V. S. Atiento Venerador e Criado
Riancisco de Paula Gomes dos Santos.
Diz Antonio Gomes Villar por seo bailante Procu-
rador, que se Ihe faz a beta de seo diivito que o Es-
cruto AchioHs bu o Santos avista do Prolncollo daa
Audiencias da terreira Vara do Civel, onde se ada
os rei|uerimenlos de Luiz Amavel Duboiucq, poi*
*eo Procurador FetippY Lopes Mel on el s'o mea-
inpasse por cer lidio aquelle em que .se declara pelo
dito Procurador que recebara os autosde 1.bello do
Suplicante, Coiiira o dito bourcq no lia ij di
correte Fcveieiro da ma do contador Jos Joaqtiiin
de Olivtira, dando para melhor ntaiesa todo o-
ibeor do mencionado Ircijueii.-UHilo pelo que-
P. a V. S. Illustn-'imo Sur. Ju z do Ci^el'da 3.
Vara, sedigne assim ouiadar l I?. M. Pus
se Boa-vista 3 de Fev.ivir de 1838 Miranda.-
Juaquitn Jo-e Pereira 'lo- S uto"s, Esciiv da Prove-
doria da Cdade eC6in>rc.i de Pernambnco
pelo Regante eitl Jime do Imperador Constitucional
o Sur. I). Pedros.15 que l)->s o Guarde etc.
Cei tilico i|ue ri'Vi i\<\<> o Pioloeol'o d.-s Audiencia
holl a fot has 18 veicseaebao iv(|uciiiieno que
fez Feppe Lopes Neto, (! Luiz Aman-I DuboUrcq ,
ni) Libillo (pie llu- move Antonio Gomes Villar, cojo
theor he o seguirtte O raesmo pelo me&mo disse
que h.ivendo de requerer na Au Leticia de hoje o d-
reito de seo corstituiite para o que avia levado us
autos da ma do contador, poras a horas da tarde .
do da 17do 'orren'e, ona5 podia faier por emprevis-
to aconlecimento. Por quanto no dia 19 do Crrenla
pelas 11 horas da noile sussedeo ensendiarcm-se em.
cas delle Sulicidnr algtius papis, assim como'partd
dealgumns paginas do mesmo Lihello quae os que
de cowem de omas 90 a fui has 9 cujos autos nesta
ocasia, apre entou, assim, cnmo apte- dos de maii pap'-ls que frao queimados erequereo
que e.-tes se p.iicassem o Libill > depois de htnn ri-
goroso e tiulia dereijlierer, pe'o dito J.uiz foj defiridO, que*
em nnanto a Visiora fu asse para a prinleira Audien-
cia. Enada maissecouiuiba em dilo re<|..cimento,
que e aclu laucado no Prolocollo das audiencias,
que eu scrivaS, no principio desla declarado ,
abaixo awgnadn beui e fielmente escrevi do propio
aoqual mereporlo e vai na verdade|em cousique
duvi la fas-a conf estillo, n sla dita Cid le do Recite de P.-rnanihuCO-
aosdi ile No-i -o 5.ir. Jess Cii i t de iKjtf. Dcimo c-
iiuio da I nl( e ti-n-i< e do -Lnpeiio do Rrafil*J'
Es-r.vi, e.ssi: ;uei -- Em le! de verdade Joaquin
,T..- Per; ira dos San'"-, e comigo .loaquim Josa
Ciraco, f-slnv,. .. Sello Imnerial e a verba se*
guinle Numero i5 Pagou i 10 iris de Sello. Re-
rile de Maio de l8. Fi rreira Guiuisraens.
K muisse nao continha em do re-|Oeriineoro Usa*
paiho, Cerridao qtteu TunVIliaS Vitalicio heme fi-
elmente fis passar em | indica forma do pioprftj ao
qual me reporto e vai em colisa qlie du vida lassa
Conferida ronc rt.ola sobcriplo e assiguada em
publico e raso. Ne-ta Cidade do Recit de Perqm-
huco aos 6 de VI.ico de i838. Kizc''rvver, eas-dgnar
Em le de verdada o Tabelio Publico .-Manuel
Coellio de Oiiveira -- E comio Joio Fraucisco Begis.


I
DOCUMENTO LETRA- M, a O ~
Diz Francisco Joze Baiboza que para tan do
mdiitilo necela, que oEscnvio SanUna vim
,1o. Autos de ExecucaS de Sea tenca de Antonio Go-
raes Villar cora Luit Amate! Dubourq Itae eerhfi-
que nicamente; W se das contaa correle de Diogo
Burne Companbia da Gidade de Londres torneada*
Villar mencionio o> meamos Burn oS aa volumes
das hienda* pertencerem aojito Villar, e se vie-
rao com a marca margena 15. D, e a daeta do oi ,
anno, que os ditos Burn mencionara a margena ,
a. ae da factura dasmesmasiMiiidas que Burn re-
metlerlo Vill.-r declaraos infamas marcas das
contas correnlcs e dadas asura como a importan,
ca daraesma combina con. a das cntas con entes; .
finalmente o Artigo da carta de Diogo Burn e Com-
panbia na qual di* que por ordem de Villar remet-
. teraS as suas azendas a Luir Amavel Dubourcq ,
assim como a dacla da mesma carta e anno. F,
aV. S. Sur. Doulor luiz da 3/ Vara do Civel se
airva mandar passar a Certidlo requerida.
E R. M. i*. Boa-vista i.a de Ago-tode i838.
Miranda. Joaquim Joxe Pereira dos Sautos Es-
crvo da Procuradoria dos Termos de fora perten-
centes a Cidade, e Comarca do Recife de Pernam-
boco, pelo Regente era nome do Imperador Consti-
tucional o Sor. D. Pedro que Dos Guarde &c.
Certifico, que revendo os Autos de Execuco de
Sentenca de Antonio Gomes Villar por seo bastan-
te Procurador dellea constio as conlas correntes
de Diogo Burn e Companbia da Cidade ir Londres ,
deUas constio mencionarem os mesmos'Diogo Burn
e Companbia os 5a voluine das fceendas que vira
com a marca a roargem B. D. pertencerem a Anto-
nio Gomes Villar sendo a dacta acusada desde Ja-
neiro de i834. Dos raesmos Autos constad laftbem
a factura das ditas taaeodas serem remetidas o dito
Villar declararem as tnesmes marcas das oontas cor-
reles e combinarem na dacta de 8 de Maio de
l835 awim como cembiio o valor da factura,
com o daconta corrente apretentada peto aoesmo
Villar, -- Certifico mai, que dos mesraos Autos
constio lo bem a Carta de que tracta a mesma pe-
ticSo sendo o artigo pedido do theor segrate
Igualmente achari inclua a factura dos 5a voluntes
de fazeudaa que remellemos para Pernambuco por
sua ordem, importando duas mil treaentaselrs,
hum tres de cuja soma ha vamos debitado ja Vm.
en i o de Janeiro do a o no passado, duas mil cento
ccincoenta e duas, dous, conformea conta con ente,
2ue llie remetemos para Roma; cuja carta a soa
ata he a4 de Norembro de i835. E nada mais
se connha no Artigo da mesma Carla que eu Ea-
eriva no principio desta declarado, eabaixoas-
aignado, bem fielmente copiei do proprios Au-
tos por ser delles Escrivio nomiado a tai na ter-
dade sem coira que duvida faca cbhferda e con-
certada toda na forma do estillo fiesta dita Cidade,
e Comarca do Recife de Pernambuco, aos ai dias
do mes de Agosto do anno do Nascimento de Nosso
Senkor Jeras Cbriato de io38. Dcimo Stimo da
independencia e do Imperio do Brasil. Escreti ,
e asstgnei: Em fe de verdade Joaquim Joze Pereira
dos Santos. -- Coraigo Joze Justino Femad*
Soma.
Certifico me em eu puder e Cartoro ti*
chaaPetico, Despacho, Not.ficac.3o elerrao de
Concihacioddlhor seguinte. IfcLuu Amare!
Dubourcq que tendo-lbe sido reirjetidas e cort-
inadas diversas fazendas no anno de i835 por
Dopo Buru e Companhia da Cidade de Londres para'
aeren traniaociodadaa nesta Praca, e o seonroda-
cto dar-se o destino explcitamente ordenado na*
cartas de ordena a respeilo : acontece que Antonio
Gome- Villar, nao s propfta pelo Juno da segunda
Vara do Civel desta Cidade hum Libcllo em que de-
manda ao Suplicanlejl producto daquellas fa-
.endas, mas consegulS** mandado para,* o-
ceder a Embargo em algnnade seus bens, o qual se
verificou e fora os bens arr Jados T0**'11
mao de Antonio Jos de Ara jnorem o
Swpplicanle segundo os conhi V' *
. las de ordena que Ihe forloet,da?aobre taea
fazendas, nao reconheca oniro prora.etar.o dellae
nioaquelle seo comitente e a caza des te en
Londres faliase prximamente he claro que o resto.
do pauelo do aquellas iaaendas que o Suppucento
concaWa em seo peder est comprehendido na mas.
M fallida para entrar no dividendo que eeproce-
der naquella Cidade entre os Credo*, hahell tado. ,
e tanto assim que ltimamente acaba o Supphcanl
de receta orden, do comUsarioda falencia para en-
tregar aquelle Amorim agente da fallenca neat
Praca o saldo do producto : por tanto conW aoditer
Amorim compete naquella quahdade oppor-se a
qualquer extravio malicioso que Villar po*a conse-
guir em fraude dosOedores, pr isao requera Vj
S se digne mndalo citar para na pnmeira audien-
cia dst Juizo se conciliar com o Supplicaote, so
quer ou na& dedbair os artigos de oppot.clo que Iha
Jompie farer ao dito Libello ; por t.nlo P. a
V. S. Snr. Juiid* Paz se digne mandar fazer a dita
citacaO, e nao comparecendo ou nao se conchando
e passe certids5 na forma do estilo. t, K. M. --
Notifiquc.se para as io raa do da 5o de Junho de
1837 Francisco Cavaleanli.
DOCUMENTO LETRA P. -
Dia Francisco Jos Barbota qua a bem de seo
direito necesita que o Escrivio Santos vista doe
autos de execuciode Sentenca de A. G. Villar, cora
L. A. Dubourcq ; certifique i." otbeor da conta de
Tenda al a palavra a *aber, dos 5a volumes das la-
aendas pertencent^s a Villar que Dubourcq, jun-
tou aos Embargos com que se opz a pmhpra ; a.
quanto importou o produelo dos dito* volumes daa
fazendas ; e se esa conta de venda eslava assignada
por L. A. Dubourcq ; 3.% o theor do 6/ artigo
dos ditos embargos no qual da Manoel Caelano de
Gouvea remettto para Liverpool no anno de i83b,
o importe das lazendas que compiou a Dubourcq
peleiiceoles a Villar, emlguda5: 4/ finalmente
os baos que foro pinhorad s ao Dubourcq, pora
dita execuciode Villar. P. a V. S. Sur. Dou*
tor Ju do Civel, se sirva mandar passar a cei tldiO
requerida ~ E R. M. P. Boa-vista 1/ de A-
gusto de i838. Miranda. Joaquira JosM**
reir dos Santos Escrivo da P. ovedoria dos Ter.
moa de fora petencentes a Cidade, e Comarcado
Recife de Pernambuco, pelo Regenta em #ome oo
#


Imperador Constitucional o Snr. Di Pedro > que bourcq ter-se oposto dlzeYdo que aquellas fazenda
Dos Guarde ele. Certifico que revendo oa Autos de oaS pertencilo a Villar iras sim a Umgo Burn e
que trata a petiea retro delies conataS* primen o Companhia ; 3. finalmente se conala Burn ter-.hes
pedido na mesma peticfo, que be o aeguinte ordenado para seren es 5a velumea das laienda.
ff3 Pernambuco 5 de Julho de IJ36 Conia de trausacionadas as ditas fczendaa nesta Praca o o sen
venda de 5a volumes de fazendasde algodocom producto dar-se o dislino Aphcilamenle ordenado
marca, e nmeros a njargem quede Life, pool no as Cartas de ordensa respeito. P. a V. >nr.
Brizne Mell>y Cpita Bdem finerlo-rae consignar Doutor Juiz do Civel se sirva assnn o mandar.
os Snrs. iugo Burn c Companbia de Londre-s por E B. M. P. Boa-?isla i." de Agosto de iodo.
contado Snr. Villar, a saber. .- Certifico queda Miranda. Joaquim Jos Pereira dos dantos, fcs-
esma conta cima consta aportar os 5a volu- ciivlo da Protrdori. dos Termos de fora pertencen.
mes d.s tazendas liquido producto de i657'64& .Cid.de e Comarca do Recle de Pernambuco
coja conla consta est aasignada por Lui. Amvel pelo Regente em Nome do Imperador (.ou^iluciviial
Dubourcq. ^ Certifico ser otheor do 6/ ar-* o Snr. D. Pedro Segundo que Dos Guarde etc. -
tigo dos Embargos ap.eseot.dos pelo Exec.tada fortifico que revendo Autos do ExecucaO de S
da* forma, etbeor Quinte- Pralar que as f.afn-^PfaJfi Antonio Gomes V.Uar, por seo basante
das do, meamos vendktas a Manuel Cae.ano de Gou- roe or contra I :A.m Du < urca, delies
*a do Ceara, ta bem finio trar.sassion.das a reme- oonataPS Arhg s das Cartas de o den de D,ogo
leVo comprador a ana importancia em abjodio par. 'fifi e Companlua relativos ao.54 volumes de 6-
LreroolP, atbe o fim de'Janeiro d. ,836, o^ sendas remettidos ao m*mo Dubourcq, e por este
fet -- Certifico mais ser oa hena pnhorado* ao Kxe- .presentados nos Autos, e nos quaes Uiogo Bu, n a
* Udo fa Amave. Duburcq o's quaes nonata} dos Companbia ^^^^^^^SZ
d.los Autos osseeunles. Escravos, Joao Bekbor, em -seo poder o producto dos dito. 5a volumes da*
^m&noT, Gap-r, Bal.azar, Relofaiur novo, Mo. fondas a.l.e sua segunda ordem em cdnta aepara-
noeT Gaspar mleque Francisco Antonio,'Jo'-, da. Certifico m..... que consta do* meamos Au,
Feta Be Po Carlos lufa. Mar lina, do,,, Ca- tos Dubourcq ter se oposlo na eiecuco que o pos:
napes de -randa co'm a*en'to de palinh; qu.tr. ao Lib.Ho do Supplicante e na ^<^ -
tama Toe Jacaranda huma dita 1* jantar ontra gando que a. ditas fasenda* nio pertenclb^
dita d tomar cha hm espelho grande de salla pfente, e m a D.ogo Burn eComp., q t"-
hm Piano forte dous guarda loicas dous guarda dO os reorientes Em quanto o oultmio pedido n*
oTpa bum sof ,J duzia. de'cadeira, de jaca- peCao retro nao consta dos *""
3 de palinta hum tardo de Esciiptorio duaa pede a*mesma pelicao consta dos sob, ed tos Autos
Crter hum'relejo de parede, huma Burr.de .oaquaes me reporto .^o va. na verdade sem cou8.
estante para
barr com
rro hum armario para livros,
papis quatro sacas com cafi$
aceite de carrapato atesado. ,T
deesciever, huma morada del
dar, cita na ruado Vigario,
ib ; todo expendido consta dos
aos quaes me reporto e vai na v
que durida faca conferida e concertada na taima
do estillo fcerta Cidade e Comarca do Hecife de
P-nmbuco, os ao de Agente do auno do Nas-
cimeolo de NossoSni. Je.ua ChriMo 18,
que duvida faca conferida e concertada na lorma
do estillo, nesta Cilade do Recife de Pernambur*
de papel aos ao de Agoslo de 1838*, Escrevi, e assignei. Eiu
ttres an- t de verdade.- Joaquim Jos Pereira dos Santos.
Decima Concert,. Joaquim Jos Ciraco.
loa Autos
sem coisa
DOCUMENTO Q -
Diz Luir Amavel Dubourcq que tendo sido
condemnado porSentcnca deste Jtiitoa parara An-
tonio Gomes Villar o producto de huma-* fazedas ^
que Ihe foiao consignada^ por Diogo Buru e Com-
panhia de Londres, a ciijo pagamento O Supplian
le se lem oppostu ero consequencia de falla de or-
dens e esclareciineutos da qtielles seos Comiten-
tes ralalivamente ellas, e ao mesmo piouWo :
m.NTISDACA DOS DOCUMENTO O e P. como porem agora appanca huma carta do Juis Co-
COia^Ufl^.uwu^ missaiio da falencia dos ditosBuin e Lompaohia ,
mo Stimo da Independencia do Imperio do Bra-
*a, Escrevi, e assignei. -m0 de verdade Joa-
quim Jos Pereira do* Santo*. Conserte, Joa-
quim Jos Ciraco
Di. Francisco Jos Barbota, qoe. bem do seo
dreito necessl. que o Escrvlo Santos a v,sladoa
utos de execuca de Sentenca de A. G. Villar,
omL. A. Dubourcq, certifique nicamente: i.
ge dos aatos consta em un, dos artigo* das Cutas de
o,den.-, assim como senos maulodoa; que apre-
ntou LA. D^^^S^s^. d^lTs^^fonnea von.adedo inesno Villar ,
Melby, CapiU ldem a referidas Bur, Ibes
fuer.6 scientes en, ditas Cartas de ordens que Du-
bourq, conse.va.se em i o liquido producto da-,
quelles 5a volumes de fasendas t ....asegundas or-
nen. em conta separada da. que Burn lu ha com
Dubourq; Ifi se conata dos meimos autos u-
emque declara aos seos Agentes nesta Praga que a
quellae ist^odas haviosido ivmetdas ao Supplic ri-
le por interferencia de aqneKed por onla deff^ Vil-
lar para pagamento do debito, em que estrala
constituido, e executad* pela AdmiuisUaco da ca-
za de Manocl Malhias de Freitas de que elles Burn
e Companbia alo o* principies Credores; e esta de-
clararlo seja conforme a vonlade do' mesmo Villar ,'
que em huma sua caria que anda enllantada no.
autos, rrcomenda, e aplica a quantia que o Sup-
filicaote tiver em seo poder a amorlizacio de aquel-
e debito ; e como tanto a execuco da Adininslra-
cio de Frel.s contra Villar, como a ansa de-ta
contra o Supplicante corren ne.'te Juizo; por sso
'Acrece o Suppcaute hun compeusaco pela quai
e


*
ti
se respoaiabelisa com adminislraco de Frelas a en-
Iregar-lhe por conla de Villar a sania liquida e va-
lores que coi si tern, salda do producto d'aquellas
lazedlas Oca mo desta maneira -nao s exlincla a
cauza que Villar raove contra o Supplicante, por
seo procurador por que so cumpre a sua intenco,
mas fica es'e Villar laS beni desouerado para com
a adiiois co de Fre tas : obi igando-se oulro sim
o Suplicante a VijJar, e este a adiiMuislracio de
Freilas a pagara diit renca (pie bou ver na dita com-
pensacio P a V. S. que euvindoj o Supplica-
do e os administradores da casa de Manovl Malill-
as de Freilas se digne defferir a com pensaco reque-
rida. E R. M. -- Respondios Su pp I cadas,
como raquer o Supplicante. Bua-visia a5 de Majo
le i838. -- Miranda. ii'ustrissimo Sur, Douu|
Juiz do Civel, -- Como a pe tencio do SupJIfcanf
jnvolve transa^Ses com a adniiuistracio dajRs
IM.noel Malinas de Freilas que tetn queatMal
ciaescom meo Couslituiite, e'que al esto penden-
tes do appellacao, iudispensavel he quepiimeiro
respondi os administradores da dita ca-a depois
lo que responder: e a*sim espero que V. S ti*ja
demandar. Recife 29 de Maio de 1838. -- Fran-
ico Jos B cripto de verbo adverbum que eu Tabello pu-
blico por reconbecer ludo verdadeiro de que dou t ,
fis passar em publica Forma do proprio original, o
qual lornei a entregar a pesoa que me o apresen tou,
vai na verdade seiu cousa que d 11 vid laca por
inim proprio, e oulro Ofticial abaixo assignado ,
conferida e concertada na forma do estillo subs-
cripta e asignada em publico e raso seguintesde
que uso nesla Cidade do Recil'e de Pernambuco ,
a os 39 dias do mes de Vai* de iS38. Fit escrever ,
eassigne, Em fe de verdade oTabelliSo Publico
Arla noel A'iionio de Oliveira Contigo Jojo Fran-
cisco Resis. Illustrissimo Sur. Doulor Juit do
Civel Nao nos oppomosa compensacio olVerecida
poro Supplicante debaixo destes dous principios,
1.* daado o Supplicante fiadores nesla Pi ac a 110-so
cntenlo, que se ohriguem como principies paga-
dores da quantia que em si tem penencente a Anto-
nio Gomes Villar, para pagamento do debito que
este dvve a casa administrada : a.* ficarmo3 com o
fucilo salvo para haver de Villar qualquer saldo que
fallar para complemento da soma que elle de've a
insuia casa; debaixo destes dpus pontos de vista
pode V, S, defferir a compensacio requerida. Re-
cie -3i deMaiode l838. Antonio da Silva e Com-
panbia, Gaspar de Meneos Vasconcellos de Ururn-
inond E i.lis se nio continba em dita resposla
que eu Tabellio por a reconbecer verdadeira fiz
passar em publica formado proprio original a que
me reporto e vai na verdade sem cousa que duvida
faca por mi m proprio, e oulro Official a baixo as-
signado, conferida, e concertada na forma do estil-
lo, subsciipta e assignada em publico e raso se-
guintede que uso nesla Cidade do Recil'e de Pernam-
buco aos 31 dias do mez de Maio do anno do as-
ciuieuto de Nosso Senhor Jezus Cbrislo de i838 ,
dcimo stimo da Independencia e do Imperio do
Brazil. Fia. esc rever e assignei. Em f de verdade o
Tabellio Publico Manuel Antonio Coelho de 0-
liveira. Comigd Francisco Jos do Reg. -

Illustrissimo Snr. Dnutor Jui* do Civel '. Acn*
demnaeio do Supplicante no Li bel lo que por meo
Con tituinfe Antonio Gomes Villar Ihe cnraminliei
neste Juico 9 nao s foi na quantia do producto das
(hiendas, e juros commerciaes da conslcslaco da
lide, como as pedas, e damnos que deo causa.
Huma d'essas pedas e damnos he sem duvida a
diferencia da moeda por o agio e oaccrescimo de
juros da divida de Manoel Malinas de Fre tas que o
SuppHcanle deo causa por isso que re< ebendo as di-
tas iizer.das demandudas para o seo liquido produ-
cto ser applicfido ao pagamento da dita divida, o
Supplicante nao cumprio essa ordem e conservan-
doem seo podi-r a importancia das fazendasd-o can-
sa a esse augmento de juro e ni ais despezas de pki-
Elos4^ que meo Censtittnle leve de sustentar contra
a .-idministraco da casa do dito Freitas. Con-e pien-
temeute para terminaremos pleitos qnerendo o Snp -
pilcante respotivibil zar-se por esse accressimo de"
juros da divida de Freitas, e para asdespezas judi-
claes que meo CuiHiituintc fez din as causas d'essa
causa, ua5 poiei duvida em admitir a cessacao do
pleito mas quant 1 pira a admiiiistiMco nao posso
dfniliv menle, -responder .1 vita dos seos^lous
prinripi >> indicados na sua resposla ; por q?nao
posso atinar com a razio per que ho de exigir do
Supplicante fiadores, e ficarem com dtreito salvo
para baverem de meo Constituinle qualquer saldo
que fallar quando agora niesmo podem verificar a
conta do mesmo meo Constiluinle. Equanloaos
fiadores como para el les fique a respoi nada me importa ; oais importa-me primeiro que os
Administradores liquidem immediatamente a conla
de Villar: segundo que dezistiu de todos o pleitos
que com este j :i
tboiizacko
nena qu
ranlido ,
C lerceno que a presen lem au*
para o rerebiiaenlo de ma-
iinte fique desonera lo e ga
is ser chamado a J11 izo, 011
por esse debito r.taes sao oa
ni adminis'.raco e->tou prem-
ie negocio ; por queestou hora re-
salvado das imputaooes gratuitas que me fizera. V.
S. porem a Vula d>> ex posto decidir .#omo for de
encom
principios
po a l'Tini
jusiic-i. iietiie iiic junrin
E
c iujo. 1 ratiCioCO
Jo.- Barbota K oais se nSo continba, e nem
outra alguma cousa declarava em dita Carla aqui lo-
transcripta m ipsis werbis., que eu Tabellio Publi-
do abaixo assignado por a recouhecei* verdadeira a
fi/. passar em publica forma e a mesnn me repor-
to, e vai na verdade sem causa que duvida faca por
mim proprio, e outro Ofcial abaixo assigna lo ,
conferida e concertada na forma do estillo subs-
cripta e assignada em publico e raso seguintes
de que uso nesta Cidade do Recil'e de Pernambuco
aos 10 dias do mez de Junho do anno do Nascimen-
to de Nosso Senhor Jezus Cbrislo de 183<3 dcimo
stimo da Independencia, e do Imperio do B>ail.
Fiz escrever e assignei. Em fe de verdade -- o Ta-
bellio Publico Manoel Antonio Coelho de Obvei-
ra Commigo Francisco Jos do Reg.
DOCUMENTO R. -
Diz Francisco Jos Rnrboza que a bem de seo
direito riesteita que o Escrivio dos protestos das le-
tras revendo os litros de ditos j Ihe passe por cer^



* '
i?

ttf
5:icras"iio, c deo por conta a Dubonrcq era hn
letra que rhe retnelfeo di. Con /:oco'ooo r. I.t
he o une consta da correspondencia dista cosa. '
Snu "rfe V-'m. Amigo Veueradore Criado. Mano-
l dd Nascimenlo Perora. Reconheco rerdadeirds
as letras e signara1 tetio 6% (ue don l. R.-cite i
de Agosto de io'38. Pstava % Snsl Publico.-
E-,n (. steniunbo d VerBade <> TabelliM Publ co. -
Mane) Antonio Coeiho de Oiivcira. E mas se
,,fo o'ii'mlia eiii (ii'a carta reposta, e recenhe-
ci.ner.lo ludo aqui IraiiMTipto de trerha adv*rbunl
por CerlWio nne eu TabelIo -o principio dola .*-
lio Horneado, e abaixo -.signado bem e belmente
fa pagsar do pnmrio" original que me Fui presente
en. vfitide.do DVsacho tetroJ e tai im verdade"
se,: coaqe duvida laca, por 1n propr.o e ou-
itronicial ahako ussignado copie raja e concer-
tada na forma do estillo subsdip.a e asignada
hsta Cidad* d..IUsVifeite*lVfnmTico, ana i^dun
i TujaT^7&srofi'poT'vV>- 7rito,^: do u.ez de Agosto do an, do ^.mciito 'j ^
/O^^iiguadodehlli.rn.uCi.U,..... Lon- Sur. Jus Cb. l j!e .8 ?8., <.o no aJu
. .--?< i ,. ... .... deaeriHenca^edo l.itpeuodd Bra-.il. I \z escrcVtM ,
,'e Asigne!, E.j f de verdade e concitado ,- M-<-
no> I AiU":i.o oellio de O
Francisco U*gS.
t
tidao : s rente, anno, protestadas contra Luz Amavel Di-
hourcq as segnin'es letras sacadas pelos Administra
. dores da casa Fallida de Di"go Brn e Compendia da
Cidade de Londres^, a saber huma d 1600 dita
.d'i^oo fiditad'looo dita dej^i pret'azeuda
as qnalro letras mencionadas 4/43 i P-.a V*
S. Sur. Di.itor Jui/.d;> Civil edigue mandar pas-
as r acvrtido requerida, K I!. IYI. P. Recife
l.- de 1 nllio de iS3;. Miranda. Pcd. Ma-
jtnoel Duarte Gomlun Tahelliio Vitalicio dos Pro-
testos de Letras, comnierciacs desla Comarca or
S. M. I. c C. &c. &c, c. Certifico que re-
lindo 05 livios de Pn testos uVites Consta terem si-
do Protestadas) letras deque Cal nien^ao a petico
ve ti ir, una letra scala por libras seti-ci -li-
tas e qiiarenta e tres, iles >eiiis, e viue penes 6;ii 1 1
da quantij de libras mil oulra por mil e quatio
cintas libras, oulra por mil e avis/enlns libias ,
(I
drevem n de.Abrilde :Sj'tf loia > Protestadas por
nao aceitas orele.ido e verda.lp. Recil'e \ de
Julln.de 18:57. -JSubscrevi e n-signei. F.m l* de
verdade. -- O ILsc.ivu dos Proleiti s P.fru !\lano*l
Duarte Goudiui. -^-'-
UOCL.MF.NTQ S -
L-a K comio Joj
"a.l 1 que a bem de.sett
:u 1 ToheUiioPtihlico desta
Cidade, -a qu-o'o ST.p^Rfante' apies-ntar huma
Diz Francisco 3i s
direito ne cita que <|
Cidade, a qui-m o Si-,.
Carta esp-pa"ao S 1 '' pelo repreenlante da
Casa 1 iinte *nim o I .^Amorim; IM
t't ail V* "*. fc>ww^w--w ...... -
pas e por. c-m;15o o ii> i' d'-.ribo, ad\otbiunda
mencionada Carla. -- P. Iim-vis!a 1." Agosto de
183R. Miran.!,. P. a V. S. Si< untorJuw
do Civ*, sirva ,. la. p.as.r a cerlidin reqoe- op-i ^"J^^i,^ OS juros .econrar
ida. K R. M. M-0.1 Antudio Coelho dt0- Contado. ^"^JJJj^ d(J R# os c;u.re;,011 n dia
rueira Tabeiliio Poldic de*. Culade do Bec.le 'V^^^
fiaens do JdrMdoJeX. G. Wat ^elati*
vas a buesfao dos 5x vohtmes de Pateada) re-
metidas por D. Brn e Compahhia a L. A.
Dibourcq por corita do tntsmo f dlat.
Denois da lorsima c perlinas opposico que:
fezoU. Luii MnayePubourcq na causa pniicipal
doLibello,que'AesteJaisolhe encammbou o A An-
I0V10 Gomes Villar, sendo julgado hnaltnerite d
condemnado o B. no pedido ettrah.da a m ntenc,.
rio proaesso c (mando esta.i os autos era pode dj
_ ____ ..I...1.- n< tii*,. e contar
de Pernanibuco por o Regente em Nome do I. C.
o Sur. D. Pidroa." que Dos (Juarde &<\ Certib-
O qne peto >upplicau,e "''"'r1-""------*.
corta a elle dirigirla por Mano.l do Nasc.menio Pe-
vena de 1i de Junho de i838, a qual caita be o
seotleor de verbo adaetlnjm do modo forma e
maneira seguinte-- Sin. FrancisceJosJiaiboza
A tnitiha coesppn cousa cressida, e t.aita .-obre-diTe.entes obj-ctos ,
e por isso ignoro qual seja css ca. ta a que Vm. du-
de digm'-se pots de me parUcipar sobie que ver.^a
0 que Vm. <[*r saber para eu ver .-e aclu. Sou
com toda a considera.;ao. De \ m. Amigo e mul-
to teoVenerador c Criado. % M-iiotl JoNascmen-
rio Pereira. Su casa 1 de Junfio de i838. H-
" Instrissimo Snr. Wattoel do Nascmei t Peif.ra --
.S quero ver se oquelle Couveia p; gou a a Pin
Amavel Dubourrq importe das Ueudas que o
11 e.-mo c'omproJ ao lito Duboorrq das que ll.e lo-
1 fio consignadas por Diogo Burn oCmpanhia qjm
carta ti acta desse iu.bjerio como le >aber nquel-
K- BOi-so amigo Sur. Amorim. Crea1 qOe son ,
c<,m parlicular estima. De Vm. Amigo "fJ?*;-
Francisco Jos Barba. -- Pluslr.ss.mo Sur. ImA-
cisco Jos BarW.i ^ Gouvia comgro.i a l.uu
i Auav.l Dt.bou.cq oo voiu.nes das sabidas laseudas
de Vr v 8 de Acost de i8J5, no tm^ de
17 Ue revereiro yo n.nc..-*........,
etendo-os com s pag-uaS rrt qe eslava lavrada a
..lenca oueimadas ^sm. como as paginas da sen-
eoga do p.oc- o en. que tara transcripta a .eu
tema que coudeuava o B. '
I Ja tentativa que .ndepemlenle de an.l se _
ruoe.ila.ios por si demonstra, o animo e ntica 1
com que loi prati#a nao sor.To ao B. o dejado ei-
icito ; por"que .abdo-r:ds premunido de *****
s,n.enca,edxsocror,e..c'...s.,,., octave, gt, -
q,w..ae rom nHs documntus para o hnr. Jul
u!or mandar pa.ar nutra lenca do p,o. e, s.j com
processo, e com ella re fm ,. n!o?eo L. D .lo .tq ,
orno as vinte qbat.o hora, n-. p.gse pa,
sou mandado -le pi.l.oia, que.eedeeto-ou rom e,:
f -ctia, a co.po.al >p.tbenc.o de I tris <* P1
Fxecu.ado, c siia mulhc-r para os Urmos ulle..o.c.
d^exeeueao- ;.,,... p .u,t
Mas bun, novo estKfgema >e o,bih.W e pof
isso nao oblante ,s ,-.!, ,.s expresas de lugbite. ,
rHcreo o lixctado para *e ll.e d,l-.vista para eni-
L.U a execro,'eW^.....^ 'fZl
hKpendente de se enteu,,-,, o, autos con s
a stfAdvocado, e na sudil-nca k.^;**^
go, aprc.tuVou .equereu vala tor W* e '


4
ras para allegar M-is bieBei do seu direito.
Concedida porem vista, elevando o Procurador
do Executados os auto, apresentou-o no dw 18
- de Jullio no misero estado em queeacbavao e
consta daceitidioduEeri-ioafl. lo.
iNafi negou o R. que era seu poder sednacerara5
-estes amo* e ncampando o sen tacto a huma go-
tera nem por isso se pode eximir da veheiue.itis-
roa presumpcae qoe -obre eiio pesa do dolo, e
ji.!; porque filo he dado a huina goteira o lor-
a e descripcie de arrancar e mutilar folhaade
.moa euoi a inegulardade rom que eslea autos di-
Jaceradoa, deixando todava por entre -a lolbaadi-
Jaceradas muitaa intactas, qe o bom dicernimento
la goteira {e que goteira ) popou seiu duvida pa-
a-a i econhecer-se a sua habelidade.
E todava n-quereu reformar os ui.s ; esuposloeata ohngaefo e dea-
pciaseja imposta a quelle em cojo poder os antea
.eeperndem; con o a Lei nio exclua por dwpoHCio
expressa o que interese tem no andamento do pro-
autos se')S'j comuna a ambo oa litigantes-- autor e
reo e aues ae deprehende da pispoaicao da Uicl.
I>. 3 T.t. 6o 6: naspalavras- .^alro prov.ndo elle,
lueuoiempo em que o dito insti omento ha va de
eer offerecido, fui perdido prtfeause e culpada
parle contraria que o donno do inati uniente o po-
teude a mor par do documento c tendo requeri-
do aa precias cerdSes quera faaer essa reforma
por o intereaac que tinha no progreaso o anda-
mento da-execucio e foi deferido aa ditas A. ido ,
detei imcuto que o Interlocutorio sustenten.
N'essa conformidade pois ofieroco o bxeqnen.
te o primeiro documento cora cento eoitenia e cin-
co folha*, que contrm todo proceaao pnmotdial
desde a primeira citadlo ao R. o hbello do fcxe-
qnenie a excepcio que lhe oppo o R., as teate-
munhaa e documentoa cora qne apretendeu com-
probar ; a aentenca que despreaoo a excepcao ; o
requimeno pu, que o R. era audiencia contra
Le expressa d'esaa sentenCa opplicou o requer*
ment porque o A.Exequenledementrona ncosa-
petencia e illegalidade do recurso interposto; o
dferiroento do Snr. Julgador, por o qual dene*
gou aapellacio coneedendo o aggra?o no auto do
proceaao a cootrariedade do R. ao libello a inqui-
rilo de testemuuhas as allegaces finaes cora o do-
comentos respectivos; a sentenca queimada; a con-
fisco do procurador do R. em audiencia de ter-se
queimado a aentenca em sen poder ; o exame as fo-
lhaa doa autos queimados ; o wquerimento do .
com certidlo da Sentenca, e de ter tramitado ean
julgado, para e paaaar outra sentenca do processo
com aalva por e ter tambera queimado a sentenca
do procesao que j se tinba extrahido e eatava
em caa do Contador donde a tirou com oa au-
tos originaea o procurador do R. como de plano
confeasoo, e consta d'eaae primeiro documento a
pag. ; e oa eggravos no auto do proceaao e
appellaooespor o R. interpostaa, al que subirlo pa-
ra a Instancia Superior, ao R. como Appellante
arrasoou nos autos.
N'e w meoma conformidade do deferimento a 1.13o,
edoIorenUrio a f. i35, oflerece o A. o a.* documen-
to com oito folua, que cont.em os embargos, que go
grao de execnclo, n qne esto vimos onerecen o R.
neste* autos pmbura, a couta crranle com que do-
cumentouditoaembargo-; a pmbova ea citociodo
R., e sua mulher para oa termosella. Conae-
quenlemcnte temos reformado a. faltas d e^e pro*
ceasu t que a celebre, e astuta goteira dilataron por
entreaa folhaa, que intaela* quis que ficaasem ,
para que se reconbecece qliante o hornera he yaafo
\m concepces quandn a mola real o domina ....
Ora todos os Praxutaa io accordea em que a
reforma do instrumento roubado, ou queimado, late
he, desenca*inhado, ou destruid o com dolo, ao faa por
o Juramento da outra parte, na conformidade
do que dispon a L. Q Cod. nde vi Pere.r. eSoua
Liuh. di: T..m. i not. 47 i Am*.d. e Sou.
See. Linh. a meama not.: consequentemente ae no
caso da perda, queima t ou dealruiciodeinatru-
mento, ou autos por dolo do adveraaiio a retomo aa
peda aser at to s por o juramento a pai te ; ae-
Ruel|lque provado como est que dilaceracjo ,
edeaparecimento dos mais esaenciaes ternioad eslea
autos, leve lugar com dolo do R., o documente
que ae offereceni *lo aobejospara aeforraa e fia-
ra ae maodaa> proseguir a eaecucio*. nnamo por a
dispos^o da cit- aalvo e por isso pa.saremos agora a cumpnr
deapatho a fl. impueflaudo os afcbargoa que ops
R. a-pinhora, e exhalo. W* ^Hl
Contera estes embargo em primeiro tugara alie
gacad de nullidadea sentenca, qoeserve de fundamen-
to presenleexecucio, eemargundo lugar a allegarlo
doexcesso na meama execuefo : quanlo a pnmeuo
parte quer o Embargado que seja nulla a aentenca ,
que fundamentou o presente proceaso; por que.quei-
aada accidentalmenle a cauao principal na parte,
em que se achaea lancada asentenca difiniliva de.
\era proceder-ae a reforma doa lemos queimado v
com alacio do Embargante, e ser Uncada> nova
sentenca debaixo da conclusacV, que para esae fin
fiaesse o EsOriflo do Feito ; e por Wso que ess pra-
tica de conformidade com a diapoaiclo da Ord. L..
x. Til. ^4 S 5 e A,s' de a3 de Malo de i}68 ,
nio foi obcrvada, a cei tido fl. nio poda u-
fnir essa outra seuleii?a, que deveria er dada era re-
urraa da queimoda j por que foiextraluda sein
citado do Embargante, e nenbuma vallidade tena
nos lermoa da Ord. U i.' Tti. 7 S"'9 e L* 5
Tit. 60 ^ 6 ; j por o misterio que a meama cer*
tidad aprsenla sando extrbida na dacta em qo
a cauza principal ae achara em poder do tomador ;
e j por que na sentenca certificada ha eacesso.
Quaado o eegunda parte dos drfos embargos ,
que he o excesso da < xecucSo ; ligando-a o Embar-
gante aessa allegacao da pnmeira parle, parapro--
rar que a aentenca na certidSo a fl. nio podio.
uprir a queimada ; por que nella baexcso : dr
queso ternera en poder a qnantia constante da cori-
ta corrente, e valor que piodusiiio a fasendafc
queationdas ; por que os fardos das ditas fa-endas-
vendidos a Mauoel Goncalves da Silva desla Pfaf ^
forio por convenci pagos em vaquetas que o Em-
bargante icnieleu na importancia de 3:5Sc)i'i79 re.
conta de seus consignante Diogo Ruin & Compa
nliia, cuja remessa foi por elle aprobada, e o resul-
tado acreditado ao Embargante par o Jui da banco
rota do mes.no Ruin na sua orden: de fl.
Dis mais; que. ai fajeiula vendidas lluoci
l
l


Caolans de Gouveia do Cotia,, fo bemfoi so trSnsa-
cionadas a remeter o compiador a tui importancia
otaxalgodio para Liverpool ateo fim de Janeiro de
836 ; e d'aqui conclu qae por direilo nio he o ga-
rante d'essas quantias e por cosequencia devent
ser discontadas na pedida ; roas permtannos o Em-
bargante que Jlie digamos que quando esses em-
baimos allegua j. llie hara sido presagiada a fatal
gotea** ,- que dilacerou estes autos por modo que
He evto ; po8 que aem este soccono ( posto que
fcil era repaiar-se esse damno), temeridade for
asa t>na allt/gacio. E por agora prrscendendo d'essa
digresso lanos occ ti par-nos dos i ni proceden tes
embargos-.
. A Od. do L. 3 Tit. 87 tratando dos embar-
gos que se qpdenJ allegar em gra de execucio ,
diz 110 E es en.b'ii'go co.ai que as partes con-
dennnadas podero vir dentro do dito lempo sin lo-
dos embargos de nuilidactue*. ... E bem a*i po-
ilei vir com embargos de cotnpensaco eoutros
quaesquej que torera de qutJrdade que nao of-
fendio neni disfaca'o a sen teosa j dada contra o
cundeni na do : os qtues embargos sobredilos se 're-
eeberio sendo em forma queseja de receber, posto
que os uo bouvesse de novo, se Ja na causa prin-
eipal uaoforao allegados.
Ora desta disposicio segue-aa, que a allegarlo
de embargos em grau de execucio Ik- limitada aos
atados e que fora dos casos em que a limitou a
Na Od. nio pode ser admetida e arases ter-
mo- caaos he misier que nio se tenha IVito a sua *J-
legacio na causa principal e corno a Od. citada
prohibe expressaineuie que os embirgos dos ejecu-
tados ofendio e disfaiio a sentenca ; segue que
contra esta nao sedeve admetir neohuma opposicio ,
sendo no precisos termos do $ % da inesnia Ord.,
que diz E quando os embargos foreiu taes que of-
fendio e dislacio as senlencas difinilivss nio ae
podetd por e allegar ao lempo da execucio salvo
se o Embargante jurar que novaraente viero a sua
noticia depoisqiea sentenca loi dada, e pausada
por aCban U.n'ia..... ou se esse que*os allegas^
se fosse soldada), eu Lavrador? e cada hum dellea
Moraase, ou iitigasse em aldea, ou lugar, onda
nio houvesse Letrados com qieiu se poJesse acon-
selhar.
Mas o Embargante nio lie toldado ou La viador,
Bem como Embargado ha leligado se nio nesla Ci-
dado aonde ha amitos letrados e o Patrono do Em*
bergante em verdade he habelissimo para bem o po-
drr acons I liar, nem por o menos jurn o Embar-
gante que esa allegacSo da primeira parte dos seu*
embargos lhe viea do novo para prevalecer se
d'essa excessio, e caber-lhe essa opposicio infi in-
gente da sentenca que se exrcuta ; pois que 10 na
existencia d'algui das exceptes da transcripta Ord,
be que So admeciveis os embargos que olendem ,
e disfasein as senlencas, E alem d'esla rasio jur-
dica que be bastante para obstar a admWsio dos
embargos opposlos na parte ein que olendem e
slisfasein a sentenca exequenda ccresse inda a
piltra rasio .cmelhantemente jurdica para a sos re-
plalo, deja ter o Embargante recorrido d'essa mes*
tna sentenca por appello para a Instancia Superior
da Reluci por esses-meamos fundamentos agora al-
legados nos embargos, com prora o docuuieuto
f A e paajiflaj ^fii wi, apa, 0. 96. Cotja
sequen teniente esses fundamentos forio allegados-
na causa principal e nessa parte os oppostos em-
bargos esio inrursos na prohibidlo decretad-a da
citada Ord. $ 1 ;* no fim, ibi se ja na causa prin-
cipal nio fui o allegados.
Mais tio arteia he essa IlegacJo, quecumpre
ain'la combtela directamente por os seus mesmos
fundamentos. Nio foi accidentelmente que se
queirriou rnente as folbas do processo principal ,
em que estara escripia a sen lenca ditiniliva e no
instrumento, ea. sentenca do processo as folbas Ia6
bem smenle em que eslava transcripta a dila wn-
tehCa 5 por que ainda qnerendo se de barato conce-
der que na mesuia orcatiio esta vio ambos os autos
junios as inios do Embargante ,. de seu Patrono,
ou de sen Procurador que era noile ; que tinba bu
)us junto a ti, e que supreendido do souno den-hu-
ra cair umbos os ditos autos sobre a Tus necessaria -
mente haviio se i|ueimar arabos em muios folbas ,
ou em todas; mas nunca comesa mu partii ular e
curiosa esculla das folbas da sentenca lio centro dos
autos, e com a melbor regularida le que podia
dar se na quei-na dirigida por a vontade dequem
quer consomir bum papel, para uo ser I ido ; tan-
ta intelligeiiciu nio lie dada ao fugo que nao guarda
nem compaseo, nem legra.
Apre-um|)cio pois he contra o Embargante, ea
posterior goleira (|ue dilacerou estes autos, con-
verge para es a pre.viiupclo que tanto mais viridi-
ca, e certa se toniou por ter o Embargante por
seu Procuradora penas se contentado do requerer o
simples exame no-, processo paia se recoubecer ,
que tinho sido queimados coufessaiido que esa
queima tivera lugar estando ambos os ditos processos
em seu poder como mo-tra o 1/ d acumen te a pa-
gina S. 63 vers quando do dever e me-mo do
melindre do Embargante era requerer que os Peritos
noexameapag. H 7 vers derlarassem se po-
da dar-se a posbi'idade d'esse fenonimo.
Ora nio tendo o Embargante por maneira al
gtli de>viado d si apio va que com dolofiseaa
qaaaa das sentenca nos ditos autos t nao pode pre-
valefer-se da disposicio da Ord. L. I.* Tit. a4
a5 legislada para a perda de autos em pder t ou;
por culpa ou negligencia dos E>ri ivio nem do .-s.
de 11 de Maio do i^58 que tendo por fim declarar
a competencia dos recursos no ca.-.o da reforma de
autos perdidos discidio que se nos autos quando se
perderem houver sentenca difi.iiiiva ou eslea
posta em execuco haja da seniencs de sua reforma
appeliacso ou aggravo ordinario sendo a rasio
de dill'.-reuca nesle caso por *e nao esperar depoi*
da sentenca da reforma ou/ra difintiiva : do que
se segu, que devairada he a ptettiiead do Embar-
gante nos embargos oppostos sustentada de se dever
ter procedidos reforma dos termos queimados rom
laocamenlo de nova sentenca debaixo da conclu-
sio v que pata ese fim fiaesse o Escr'ivio do Feito.
Alas ainda o raso da queima de que tratamos lera
diversa origem e por oulra disposicio be que sabe
regular-se. O autos principar da acefo do Em-
bargado contra o Embargante em osquaes se ti-
nha proferido sentenca final, que liansitara em jul.
gado, como mostea o documento i.* paginas
- U. 88; e V. 89 ~, eatavio em poder do Conda-
dor do Juizo rom a sentencia do processo que se
tinba exlramdo, dodiloCoatadoi ostiio-va Pro-
'


*W^^w
iG
curador rio Embargante r.o da 17 le Fevere o rlVs-
le anuo por as duas horas (la Urde cont e>pon-
tantamente confeaton em audiencia e consta do
citado clon.ment l.# a p*g. S. 6.3 veis, e em po-
poder do Embargante, 00 00 .-eu Procurador, qua
em dirtito-e repulaa mesma parle queimoti-se a
sentenca sontfnte e na do prorereo paite era que "
estavaa raesma sentenca transcripta : logo na te-
mosa perda de autos em poder do EscrivaG % porem
queiu.a da rulenca *** a partecom mamle.-to
dolo e ja tillando lurvia sertlenca c*trah>da do pro-
cosso qual he o principa fundamenio da exe-
ouco, Per. e Son/.. nh. Cv. Tonu 3$ 3&5.
E ueste estado a presentan do-se a certid amen- '
1ica (nal a que est no documento 1. a peg. P. 3 ,
oque cal a Miii.ir-se'-era wandar'-.-e passarou'ra
aenli nca fio p. otaaso com s4*a por eMarrfP no cas
ni que UeapHcavel a di^gu-da Od- I l. Til.
78 lo do Alv. 'le *6 do Juieii o de 1780 e da
O.d. E. 3 Ti!. 6o^B, e nao era precisa cwa
retrogvadato do prooeaao de -especial opimio do
Embrgame Exculado. Nsm hacse m steno que
tatilftu do Embargante empesadlolhe represen-
tou Be W ti''da a certido da sentenca a pag, -- P.
83 -- do i. documento na raesma dact em que
i'oraS os autos principaes para o CorHaaor. Se a
Bgin*Cao do Bnihaigante Execulado nao estivesse
urpeodda com os mesteciosos aconheimeutos do
ogo e da golira que produsirad o incendio, e
autos originaes, e d'estes certo nao havia represen-
tar-llie misterios em ludo, e ein toda parte., e en-
to desasombiadoo Embargante Iwvia recouhecer a
nenhr. mpossibilidade de se pausar n'hum jnesnt
da a cerlido de huus autos e irem para a caza do
Contador. Quanto maia que a Cerlido fui ieque
jida odia 16 de Ftvereiro como consta do despa-
cho ao ditas pag. P. b3 -- e dada no da 17 do
nefse dia i'oio os auto para casa do Contador ;
onlessou de plano pag. *- S. (3 vers.
E nein se diga, queessa cerlido devia ser efth
Inda com cerlido do Embargante executalo 5 ]5oV
qt.eaOrd. L. 1.' Til. 79 6 Tit- oo^iS L. 3T.t.
eeni precisa eriudispensavel mente a cilado da par-
te para \alia da crlidao; porem que teja extrahida
por mandado do Jnix cain cilaca da paite 011 con-
certada com outio Olficial, eeslando esa cfitubi
da sentenca xlrahida com despacho do Snr. IW-
gador, e conceilada os requesilos essenciaes o cu-
uho da legilidade e o lypo do valor preciso para
ser acreditada c lser pro va ,' logo nlo pode pre-
valecer esie arrmenlo especioso dos embargos.
Esta segunda parle com toda subtilesa procuren
oEiiibaftganie ligar primeira de sorle que mis
pareo- liorna sua concluso do que hu outrn par-
I le da inipukiiCoaulioiisada na Oixl. L. .3 Tit. 87
no fin do pr. as palanas .. 011 (piando allegar, que
execuca&j e arremataca s liz como nao deve'
contra orina de nossas ordenaces mas sejac que
for convencamos ao Embargan le que nein ahi se
liouve com boa l.
A sentenca na Certidao a pag. P. 83 do
1 i ikicomentu, dit o Embargante que nao pode su-
pura queiir.ada: por que ha ahi exeesso poisque
Embargante f lem em seu poder a quaiia cons-
tante da conta corrale, e valor que produsiio a
fasendas ," cuja qnanlia he iQ-.^jTAS reis como
mstra essa conta conenle do E-ubargante no .
documento mas aquella sensenca to dito 1." do-
cumento NC bem condemnono Embargante em
i6:"57s'6/f5 rs, como se evidencia a pag,.T. 7 veis.
log ao'nde est a diferenca ou exefso ? ...
Sm, agora vemos, que o Embargante encam-
pa aquella sentenca fssa pecha ; por que n;5 I lie le-
vou- ni conta csas fasendasde Gouvia e-ses algo,
desquedesdeo lim de J.meiio de i836Gouveia de-
via ter mandado em pagamento d't^sas fasenda pa-
ra Liverpool eessaa vaquetas, que Manoel Gon-
Embrgame remeter para La-I>a, e coja remeda fe
ia por IVurn e Cotn.p, api ovado, e acreditadporcsuU
tado por'f Jui da banca rota na sua ordem : mas
como havia de a sentenca mrn lar levar em eoiita es-
as (itianlias une cotti ollenca daverdade, e boa t,
quesienhaiganie enxerlar nesle negocio f
Quanqo li demandado o Eraba pnie por o pro-
ducto dos 5 rolumes d'essa l'ofcei das pedido no l-
belloa pag. -- L. vera, do 1." documento, oppos
o Embargante a execi.,au e pag. CC. uvs.
do dito documento e ahi no 4 artigo a p *g.
1)0. vers ; allecou a venda d'i.ssas fasenJai. no U
Praca aGouvoia do Cenr e na Babia siisfeo-
tou que rsssa trtM6es foio api ovada por Uurn
e Comp.*, maM|*i.la.Hlo para prora as carUT
do mesmo Burn ompanhia de pag, RR. ati
U. com esaas me.-mas carta* destmi> es>e ar-
ticulado do 4o artigo da excepca por mancira,
quena obstante repetir o Embargante esse articula?
do no 8." artigo de sua conlrariedadea pig. -. N*
i3 ver do o'iicdiio (oeiimeiiiu i.*, fw^complela.
mente combatido* allegacaS do Eiubargado de pag.
.- A. a3- atepaf. 26, e d, sueudido de ou-
formidade com os mesmos documentos dw Embar-
gante -de pag.-- RR. at a pag. UU. na
sentenca de pag. P. 83
,4orequenlemente essasen^ifca he coherente com
o processo k e de conformidade coraVtUa .se reijne-
reB^a peonuia nojdgcumcnio 2.% e exeiuc que
riiocontemexoe.s 1. E como se di cidriadeoiiira sea-
te, comoim^liaii.oEmbaigaiiti'exe*ssOdeexecuc.oj
comoem boa l pode o Embargante andar claman-
do quese lie t./ huma injuslica ebuma injosli-
ca inauifesla, o Embargante que n < eb 11 d'tsse Gou-
via do Ceai u.ooo' por conta das lasriidaj como-
prova a caria docnmeii'o i.-% e as de Enndrts Ihe roaudo entre-sr a Tniportancia
dos 5a vclumesda* fosendas qu'-lionalcs do Embar-
gado documento 2.0, p Embrgame finalmente
que j' pedio a acwmodaco Jeque trfCta o sen kequv
rimeiito, documento i.'?'\
O pejo nos oh>la de mais pr >seguirmos na anali-
se d'essesimpertinentes, e.s fitica embargos no do-
cumento '.: a veribijf esl a toda lea demonstrada ,
e boje nao he Ik-ilo tuvidar mais da uslicadj n.eu
Omsliluinle ; boje em toda evidencia so ronbece de
que lado esl a raslo o dir-i'o, a boa f e piobi-
dade : a d dslid'eae embaVgws nao pode ser oulra
que o sen c'eprao julganiK.-t- egdlmente rfor-
mado o procetso etoandando-se pioseguir atxecu-
cao condemnado o Embargmile ras cusas accresci-
das e n'essas despesas de doirm uto para a n lor-
ma. F. I. Com as dmia Cetid6es e os lies
documentos acensados. e C. Cunha.
Ill II lilil I HWM IIMM1III I ,
Pern. ha Typ. de Al, I\ da lana, ietembro io3o


('7)
ERRATAS
Pag. I3 --
a --



i
a



'






4
i4









16



- '--
js Rasoes do Advogado, Hnhas i{ "re tendo-os com as paginas -- lea-se e tendo-os em
s"u podecat aodiaai daquelle mez a-prezelrtoii-o com as paginas. .
I);io lmha-i ?6 leqtierefido-se o R. lea-se -- se requeieo o li.
Col. liiili i\ da pispcsico It-a-.-e da duposicio.
3 1 mor par lea-se a mor parte.
Ai -- "applicou *! I:ia*se appellou.
peii.iljjma 1 !'. i35 leia-se -- a f. i3i.
1 \ a L. ) C>d. r leia se a Lei ge ral Cod.
2() -,. Cmiieui estes- lei.i-se Contem tsses. ,*
3i a allugaco -leia-.'e aalegacao.
5a Quaiido-- leia-*e '-- Qnantg.
(j na1 pedida Ic'i-ss *- no pedido. .
19 embargos leia-se os embargos."
8 accidentalmente leia-se aciden talmente?
33 do Kqiierer kia-se de requeicr.
62 -- sa^f leia-ee. --cabe.
63 O aillos--leia-se Os autos.

o








t
a
a



7 -- Candador leia-se-- Contador..
38 ao ditas leia-se as difas.
47 ciladao--leia-se cilacS.
3 Sensenca leia-se Sente,nca.
9.1 pedido leia-se pedio,
aa execuco leia-se excepcio
4o requerem *- leia-se requeren.
fUltima -- Cunha. leia-se Camelo.
PernanibuconaTyp. deM. F. dt Farja. Septembro de j838


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