Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06012


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Full Text
ANNO DK 1836. TERfA FFIRA
23 DE NOVtiMURO N. i\.
i'.1..-'
fKAMoco, Trp.mM. da Kaai*. 1836.
DAS DA SBMANA.
II Secunda 8. Columlmno Aud. do* Juistes. do Cr.
de m. e de t. sea. d TlieSourara'PuoItca e
Chae, de (
jft Tere ?. Cecilia V. Re- de m- e and. do J. de
O. de t.
23 Qtiarta S. Clemente Ses. da Th. P- L. ch. ni 4
ni.ila i"
4 Uninu S Joo da Cruz Rcl. de ni. aud. do J do
C. de m. e Cli. de t
35 Sexta S. Ctlmriiia es. da Th. P. aud. do J. de
O. de l.
86 Sbado S. Pedro Alex. Re. de m. e nud.
do V. G. de t em Olimia.
i7 Domingo 1. do Advento S. Margarida de Sana
Tido agora depende de no mM;nm .lenca. morieraCao, e enerjla iconliiiucmo coma
Principiemos, e seremoa apnntado* coffl admira-
do tuirc aa NacSea nraia cultas.'
Proclatmaf da Aittmblta Bnnl dt Sratil
Sl>r.rre.e lOOOra. mefuae pagoaarfiantado*
Tp.i|[rai, ra das Crurcs D. 3, e na Pra-
ca da Independencia S. 37 e38 ondee receliem
correxpnndeiiuia* leiralisaaas.e anmincion; nterin
do ae aalaa a>rtla tendo doa proprioa aaaif liante*.
indo aat;nadna.
CAMBIOS.
\uvcmSro 2|.
J-iDfdre< 38 D,. Si. poi l rt d. quiprat a
O porccntoile premio Womin*.
Lishoa jj por o| premio, por metal, Noro.
Franca 255 lis. por franco *
dtio do Jan. 6 p. o de peana.
Moedas de 640O I3,.2()0 l.1400
,. 400 6,.:0a C06t
rezn l440 '
l'reaaio da prata 50 p*c.
da lettras, por me* I a 2 por ojo
Cobre 25 por ceolo de etcouto

PARTiDA DOS COR MUIOS.
OliiNla_Ti>dn* os das ao mem da.
Ooii.na, Alluindra. Para.ha. Villa do Cundo, Ma-
manc.n.pe, K.lar, Rea. de S. Jlo, Hrejo d'Arci,
Ha.nha. Pmnhal. Nora de Son. Oidade do Nalal.
VilU4 Goiaiyiioha. e r*oa da Prineeaa, Culada
U FOrHiea, Viajado Apura*, Monte mor no...
Aracaty, Cascarel. Cajiid. (irania, Imperal'ri.
itaff 9' *** Hrinripe.- Sobrar, Nond'
KIRe*. Ico, S. Matb.iis, rUcro ,lo aaiajue. S
Antonio do Jardim. Quexeramntifm. e 1'auulii a
Secundas e Sextas Liras ao meio da 'por wa 'da
Caraiba. Santo Antao-Todas as iiin meio da. (aranliuns, e Uopilo nos ias 10 e 4
de rada nica ai> meio da. Floresno da 13 de
c*da mlo, e Porto Calvo-nos diaa 1, 1 l.e 21 de cada
mea-
r- i- ni I- -a
PARTE OFFICiAL.
RIO DE JANEIRO.
ASSUMHLEA GBRAL LEGISLATIVA.
SESADO.
Sessf o de 2 de Selembro.
Lirio o expediente, entrou em u!tima
liscussaS a Indicnca do Snr. Viscoftde
de Congonhas com o Parecer da Mr**, pa- 4
ra e nomear hunu 'Deputacio de 6 Mein
nos, para da paite do Sead ir felicitar j
iS. M. I. pelo Anniversario daAcc'lt-
nacad da Iodepeadencia do'Biasil no dia
.7 do crrenle, que fui approvada ; e pas-
s.mdo se sortear os Membros para a
misma Deputacad, sabir* os Snr.: Mar-
que, de Birh-cffM, Paula e S .um, Ver
gueiro, Rodrigues de Andrade, Mrquez
de Uae|ieridy, e Cu-lo lio Dita.
En ti ou em ultima discossaS a emenda
nova, poda ltimamente Le que marra
as qafidades part os Jurado, que fui ap-
proirad.
Disrut'o-se a Resoluco, que approva a
Pensio cunre lida pelo Governoa Cus-
todia Joaquina do Sacramento, vin*a de
Hilario de Miranda rS Iva, Eirrivo da
Mes Gian le da Cootadoria da Mario ha,
rjtie oto passou.-
' Continuou a %. discussao da ResoIu-1
ca5 vinda da utia Cmara, ButboH ando
o Governo a continuar o pagamento de
300$ a J zt- Al Xdiidnno Di-s devoura/
Ciiurgiao-iiior que Ibi-dos tropas de Mat
to-Grosao, com a iof irmac doG .verno,
espera da ij un I h.ria fi. ada addiada, c
fui approvada.
Foi approvada a Resolucio, que con*'
fimi a Tenca concedida pela Governo a'
D. Joaquna Emilia de itied-iro9, viuva
deTbeodoro Pulcheilo, Ollicial que foi
da Secretaria doSeosdo, e igualmente a
de 0. Isabel Maria Heredi.., viuva de'
C ilos Maiia H.'iedid, que fi tambem
Ollicidl da Se' retara do S nodo.
Entrou em pi imita discussa a Reso-
lac5 que trata da Jub lac6es dos Profes-
soies pblicos, e fui ajrprovada para pa
ir segunda.
Enliuu em disrusso a Re-oluea i vinda
da oulra Cunara sobie as Reformas do>
OHieiaei de Milicias, e notand-se huma
ioi'oireccio ndala de huma Iri ali sita-
da, oSn Mrquez de Inhamhupe re-'
querto queaepedis.-em illuslraves Ca-
maia dos Sr Diputados, o (|ue a-siiO te
Veneeo, fcando a mateiia adiada.
.Entrou em ultima discusaio a RS"lu-
c;ao que xa Congrua dos B spos do Im-
perio, e sos empreados na Capella Im-
perial, que foi approvada.
Veio disru.-a5 a .Resoluci addiada
sobre nsPedesties, e L'geiioa de varias
Provincias, e a requerimento do Snr. Sa-
turnino ficou anda addad.
Enirau rm segunda discussaQ Rpso-
locaS aprsenla-la .pelo Sr. Conde de La-
g's, que txtngue asClissesdeC'detes, e
subsi.tuea de Aspirantes, qaedepoisdeao-
provados alguna attgoi fieon addiada pe-
ta hora. -
SessaSde 3 de Setembre.
Depis do expediente, approvou-se
Re-oluca que confirma a pt nsaS conce-
dida pelo Governo a D. Candida Maria
de Mora es Sarment vimm do .Oicial
maior que foi da Cmara dos Snrs. De-
putados ; e sendo a 3. parte da i/rdem do
da tidb*lhos de ComrnissVs, o Sr. Pre
sidente roovidot aos Noli.es S.nadores
para se oceuparem dea.te ohjecto.
CMARA DOS DEPUTADOS.
Sessad de 2 de Setembro.
A's 10 horas da manhi abra-se a ses-o
e lida a acta da antecedente he approva-
da.
L-se o seguirte offico do.Snr. Minisiro
dos' Negocios Estrangeiros, que be re
mettidu Commsso de Justica Crimi-
nal.
Tllm. e E V. Exc. por tiddocco, fauna ola do
Enviado Estraoidinario v Ministro Pie-
nipolentiario de S. M. Britannica, em
que mericienando cirunsl.ui-'ias relativas
uujbarcaQio Poi tugueza a de Setembro.
se queixa da falta de providencias para
embaracar-se o contrabando de Africanos;
e r<>go a V. Exc. baja de fmt" prsenle
esta negocio Cmara d>sSrs. Deputados,
para que baja deo to uar na dev da con-
sideraras.
' Des Guarde a V. Exc. Paco, 30 rlc
Agosto de 1836. Antonio Paulino L tnpo
de Abren.'Sr, Bernardo lidis.ii.io Soa
res de Souza.
Tradcelo.
O abaixo a-ign. ordinario e Mmistro pen i potencia rio de
S. M. Britannica, tent a honra deouere-<
ce i- con-ideraca5 do Sor.- Ministro dos
Negocios Estrangleos, lium extracto do J.
do Comercio de io do coi rente, a.p presen-
lando o despacho concedido na Alfandega
Imperisl, ahuma etnbircacad com bin>
drra Portugurzs, chamada a2 d Set-m-
bro, que imp.it >u huma caiga nominal
da Cosa de ATiica.
' Esta embarcaca acaba tao evidente-
mente de fat'er o trafico deestravos, que
anda tem o tonelarae abordo, 'e he ab-
solutamente absurdo o manfeslo de sua
carga.; e be'ta visivel a negligencia das
autoridades a quem i umpie impedir se-
trelhaole trafico, que ella n5 pode dei-
xar de considerar-se hum incentivo para
to criminosas especulacos.
* *le esta a ptimeira vez qtfe o abaixo
assigoado, desde que de.-err-penha s de-
veres da sua misfo, tem de diii(;r-se ao
Governo sb e hum obje< to desia nata-
reza, materia porque o Governo do'Rei
seinier.'ssa ero t.<6 profunda ancedade;
mas como esle fado nio he tnico, antes
occorreneiassemelhantes ac<>nt'ecem con-
tinuamente, deve o abaixo assignado ob-
servar, que em quanto for permiiida pe-
lo Governo Imperial a negligencia citada,
os Irat idos e corivi nces, conclii'das com
outros estados sobre esleassompto, nao
sei outra cuusa seno completamente
letia murta.
Oaba.xo assgnado tem a honra de
renovar S. Exc. o Snr. Antonio Paulino
Limpo de Abi en, o proresto da sua alta
consideracio. Rio de Janeiro, a3 de A-
goslo de 1836. H.railton J. C. Hainil-
toa.
Cop?a.
importado de Poi to$ Estrangeiros:
Manifestava na Alfandega a |7 de Agosto,
B-igantiin Portugus 22 de Seterobio,de
Angola : 7 barrics, i raixaS de albos, il
esleirs, ao pipas de agoa, 5 macacos, 1
passaro
Do S< retario do Senado com huma pro-
pcst(.o sobre sesuiaiias: a imprimir.
. iii-'mo, enviando as pioposcdesque
appiova a pen.-io de a?0.$a D. Gertiu-
des Magna deOliveira, a tenca de 500 '
milrs. a D. Joaquina deOliveira e A-
raiiji): a imprimir.
Faz se mncfo de reqnerinientos de
partes que vio s respectivas Curaron-
e .
0 Snr. K Misa o segliii-te requerimento : 'R^quer-
rosepecaao Ci.v, roo huma tabella dos
direilos de impo. laca durante os annes
fi nance i os de i 83a a 35, de 33 a 34, de
de 35 a 3(3, classificada por
&c. F-iu a votos he
P-
Iinutlll'r I l
34 35,
Pm vi Ocias,
provado.
Entra em dscusa o segunte parecer,
que tica .addiatdo por se pedir a p..la-
vi a.
A Commissa de Constituirs, a quem
foi presente a indicarlo do Snr. Depu-
tado Veiga Pessoa, para que se faca efl'cc-
liVi a respomabilidado do Ptesidenta da
Provincia da Parahiha do Norte, jpor \i%-
ver creado dous lugares de Juues doCi-
vel, em estar para isso autoiisado por
lei; entendendo que os Proidentes, de-
pis da reforma da Consttuica, nao po-
detn por si sos entender na divisio judi-
ciaiia das Provincias, por que ja nao vi-
gorad as disposices doaarligos 3. do C-
digo de Processo Criminal, e i3 da Dispo-
sico Provisoria, accerca da ad(ninstraca5
da ctica civil; hede parecer que a refe-
lida indi ao-, posto que inui succinta e
de-aro'iipanliada de documentos, seja ie-
mi tlida ao Governo, paia que, veiifica-
da a existencia dofacto, aiude proceder
em conTurmidade da le*.
Paco da Cmara dos Deputados, $1
de Agosto de 1836.C. J. de Araujo Vi-
anua.II. H. Caroeiro Leio. m. I. d
Mello e Souza.
OSr. Tlodrigues Torres pdindo a pa-
tarra pela ordem ooseiva que, appaie-
ceudo no Jornal do Coinmeicio huma re-
presentacad da Commissa Praca do Co-
mercio dirigida ao Governo ptdin
providencias sohre o roul o do The-oui a e
segi.'ndo a resposta a ella dada, p<'endo
oferir-se que a culpa de falta de medidas
a tal respeilo cahe sobr a Asserablea Ge-
ral, pede ao Snr. Preidente tohyide as
Comoiisses a que se rem ttea as esigeu-
cias do Governo scbe tal, adaremquau-
to antes oseu parecer, por ser o negocio
urgente, o Commercio soflYer a s rneces-
sario que a Cmara tome este negocio di
muila con-idiTH(,-a5.
OSr. Presidente convida as ditas Cofa-
raisses a apresentrem o seu paiecer.
O Sr. IHenrique de Re-eude fallando so-
bre o requiiment do Sr. R. Torres no-
ta que a Comn.o'io da Pisca do Com-
mercio representa contra a lei de lo'5
em nome do Publico, e>tranha esse pro-
cediiiunto, ignora qoem lie do diploma
para tal, e depois de nutras r.fl-xcs diz
que nao v'c que o Coi po do Commercio
car. q de miis piot-cca de que qual
quer outra Coiporacio, ou Ciarse da Ba-
9a6.
O Snr. Carnero Lea approyando 0
proeedimento da Commissa da Praca do
Commercjo esponde ao Snr. Jezendc
fazendo-lhe ver que ella n;<5 -fez mais
do que uzar de hum direitoa to.'o- garan-
tido, o depelicio; declara pcie n ernu-
tro o motivo por.ja- pedir palavra, e
vem a ser saber sej veio do Senado a
lei que amplia aa n.ttribuQes do Regente,
pois que a nao tem visio iiienciouar no
expediente.
O Sr. 1. Secretario responde que aiodr
nao veio, pois a tr vindo j e teiia men-
ciona io.
O Sur. Calmon requer que as Commis-
:ves 3. da Fazenda e do Orcaoento dc\m


5
DIARIO D E P E R N A M B U C O.
osea parecer, i.- sobre roubodoThe-
e a. sobre ess> s
papis envia-
souro,
dos pelo Governo, o que pr-tea pira
mostrar ao pai% a inexaiid- do Sor. m
niilro da Fasenda quando respondendo
(Jommis-a da praca diz le o Gover-
no feito quanto estava ao seo alcance de-
pendendo o raais de medidas do Coi po
Legislativo a quem tudo tern apresen
lado cora instantes reclamacSes, estas
que nao sabe quaes seja5, poii o que
veio do Govtroo fo.a vaiia propostas de
alguns binqueiros ; respoudendo ao Snr.
Ressnde diz que o Corpa do Coraraercio
devedesengamr se, e nao esperar do Go-
rerno medidas algumas; vota pelo seu
reqnerimento.
O Sr. Fernandas Torres nao desco-
nhece que ao corpo do Gomraercio he per-
mittido faser reptesenlacSes ao Goveruo
sdbre todo n'liutu pait Constitucional:
dizque as medidas que parteen ser recia-
madas raais geralmeute a respeito doiou-
bo das olas n<5 dependeai do Governo,
mas sim do Coipo Legislativo, eque se
era outras occasies as censuras feitas- ao
Ministro da Fasenda Uro sido cora justi
9a, nestaasjulga injustas
AdJiasse, a discus a5 pela hora p-ra
passar-se anrderadodia.
O Sor. Vasconctllos pede a palavra pe-
la ordera para faser hura requerimenlo
sobre materias que ju!ga urgentissima, e
que as duas Commi ses reunidas deoo
parecer sobre a recepcaS ou nao recep
ci das notas que o Thesouro diz lo a5
roubadas, uigeucia que entrando era dis-
cussad o mes rao Orador em longo discur-
80, em que responde aos Sra. Fernn les
Torres, e Souza Martins, dit que ha pla-
no e vontade de de.credilar o Corpo Legis-
lativo nicamente, porque ha nelle hu
na opposiciS qoe o Governo n6 pode
supoit.r quando o Governo be que be
muio culpado em ludo quanto tem a-
coutecido a respeito das notas do novo
padreo por falta de seguranca falta de
precaucio, por demarra ojo rau metho-
do &c. concluindo cora mandar a Me-
sa o seu requerimenlo para que *e con-
oide a '.tercena Commissao de Fasenda
(nao quer a Commiss-5 de O saraento)
presentar huma nudida legislativa a
respeito deste negocio.
O Snr. Fernandes Torres em resposta
aoSnr. Vasconcellc, nota que a terceira
Commissao de Fa.-enda ii5 tendo >s l-
tea do Orcamenio precisa que esta se
Iherena, ou alias a Commissao do Or-
namento pode apreseotar huma medi-
da conveniente e quanto ao elle Dep.i-
tado dissera quando piimeiramente lal-
lou na5 fora intendido pelo Snr. Vas-
concellos.
O Snr. Souzae Oliveira votando pelo
requerimenlo tem de faser-lhe hum ad-
ditamento para que se pec5 informaces
ao Governo piimeiro se ja sabe rom cor-
tesa a quanto monta o ronbo do thesou-
ro : segundo seja seachara todos os ta
16es que se tinha sum do.
O Snr. Ministro da Fasenda, dir, que
hontem beque se concluiraS ostrabalhos
da casa da numeracaS a ctrea do balance
que nella se deo por ocra-iio do roubo he
exatamente aquelles que ja lh- f i rom-
municado qu- n*5 f ra decorlo tel o
atacado da mam ira porque se tem feilo
tem esperar primeiro que elle dtsse con-
tada casa que administra, e responden-
do ao Snr. Souza e 01 vena, que os ta
16es ainda nao apparecer.6 e conclue
rom algumas 1 elUxes sobre a lei de 6
deOutubrodo auno passado.
Os Snrs. Caneiro Leio Maciel Mon-
teiro Limpo de Abreu,e Duarte Silva,
vot 5 pela urgencia .
O Snr. Ibiapiua depois de respndel-
as censuras feitas a Opp>sic5 pelo Snr.
Ueputado do P iauhi, passa a responder
aoSnr. Ministro a respeito do qual ^er-
vindo-se de ilgum-s expres-5es pon-
co comedidas he chruado sordera pe
lo Senhor Presidente e termina o seu
discurso.
Depois de falar o Snr. Torres, fica a
disrussa addiada.
O primeiro Secretario l hum ollc o
do Ministio da Juslica pedindo da e
hora para apiesentar duas piopo-tas do
Governo: designa-e-llie o dia 3 pelo
aeiodia.
O Presid n"e d para ordem do. dia a
materia dada para < s> ss->5 de buje, que
levanla as duas horas da tarde.
DIVERSAS REPARTICOENS.
PREFEITl RA DA COMARCA DO RECIFE.
Paite do dia a.
Illm. eTSxm. Sr.
Das partes receidas, consta terem si-
do presos erecolhidos a minha oidom
ao Calab-'UQQ do Corpo de Polica d'on-
de tiveraS destino: Ficderico Jos Pe-
(Iroso cabo do BatalhaS j." decassaHo-
res, remetido pelo Commi-sarid' de Po-
lica do Destriclo do P> rio das Canoas,
por ter sido encontrado as 8 horas da noi-
com huma baioneta e Henr>que Jos pre-
lo, livre, re uet'do pelo Sub-Prtfeilo da
Fieguesia de Poco, por ser encontrado
rom urna faca de pont, aqualarompt-
nhou, e se suppor ser sai dos presos fu-
oido- da Cadeia de Nasaretb.
Nada'mais consta.
Dpos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Pn ftitura da Comarca do Recile 20 de
Novembro de i836. Illm.e Esm. Sr.
Francisco de Paula Cavalcanti de Albu
qutrque, Presidente da Provincia. Va-
noel do Nascimento^a Costa Monteiro.
Parte do dia ai*
Illm. e Exm. Sr.
Fora5 rec< lhid >s ao Callahouco de Po-
lica, e tiver-5 disrioos presos, Justino
Pereira da Cunha, Corneta do primeiro
BatalhaS de G. N., remettido pelo Com-
missario de Polica, dodestiieto do Por
todas Canoas, por ter sido encontrado ar-
mad.) de huma espada, estand) eb io, e
entrando em tabernas, com disposica de
querer faser desorden.; Manoel Maitins,
eJoquim da Costa Ranos, brancos,
caixeiros, por terem bertas as tahernas
as 10 horas da noite, edcntio dellasal
gu 18 pretos, em contraveoca das ordens
a respeito ; Silvestre, prtto, eseravo de
Luit Pires, por estar as oito botas da noi
te n'outi a taberna em principio da d., e Ihe
ser acba lo um prego grande, qt.eoacom-
panhou ; e tmbem os pr los, de nome
Jos, tscravos de um Joo Gomes Martins
e outro de Jos Fernandes por seren en-
contrados em de-ordem-, t >dos remfcttidos
pelo Sub Prefeto da Fieguesia de S. An-
tonio; Patricio cbia eseravo de Th..maz
Stua.t, remettido pelo Sub-Pief;-ilo da
Freguesia do Poco, por estar figido; Ila-
rio Jos dos Mrtires, branco, e Raimun-
do, pardo eseravo de Joaquim Jos de
Freias, remettido pelo OfE i*l da segn
da Ronda de Polia, por serem eoconlra
dos fora de horas.
Nada mais consta.
Daos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Prefectura daCommarca do Recife 2i de
Novembro de i836. Illm. e Exm. Sr.
Francisco de Paula Cavalcanti de Albu-
qnerque, Prezidente da Pr vinci-i.Ma-
noel do Nasciraento da Costa Monteiro.
alfandega das fazendas.
Amanhi 1i d corrente na Alf.n lega
das Fasendas se ha deanematar era vir-
tude do Artigo i4i do Regulamenlo du-
as b riicas debacaihao, e seis quijosa-
prebendidou por cotitiahando. Alfande-
ga ai de Outubro' e 1836.
0 1ns|MCior interino.
Jacorae GeralJo Mara Luunchi de Mal-
lo.
O B igne Iug'tl Mary Qaem of S ot<,
viodo de Liverpool, Capit o W. K llty,
ntralo tm I9 do contle, Consig. a M.
Calmont & C.
Manifeston o stgointe :
G barricas cora ferragem, 177 caixas
com fasendas, 86 lardos com ditas, 99
giges com louca, 71 meios ditos com dita,
18'barricas com dita 2 caixas com dita,
36 ditas com vidro 4 bicornas de fer-
ro 160 pesos de dito, a50 birris rom
m'antt-iga, ^ tn caixas com sabad, a00
ban ios com farinha, 6 barricas com co-
bre, 36 caixas com dito, 5 ditas chapeos,
a secos com ditos, 1 mea pioa de agur-
dente. 1 caixa corh qucij.'s, 2 barris com
carne, 1 c;ixa rom roupa, 1 i;aixa rom
papel e tinta, a emb> o'ho com d'o dita,
lo toneladas de fetro, 1 caixa com selos,
a barricas com dito.
Fora do Manifest.
1 caixa rom-cansado, 1 dita com salmo,
I dita com-presuntos, 1 dita com livros,
1 dita com peitences de Escritorio, a bar-
ucas enm presuntos, 1 caixa com carne
em conserva, 5 cestosc m queijos,'4 caixas
rom roncei vas, 1 carteira, 1 caixa rom
1 el iaclo,i dita com 241) pecas deouro,
1 barriquinha com 151 ditas dito, 1 bar-
ril com carne, 1 queijo.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a rnesma do N. 241.
cor n FIO.
O Paquete Inglez M la para a Baha e Rio de Janeiro boje
(2a) is 8 horas do dia.
OBRAS PUBLICAS.
N<5 se tendo concluido a arrematacaS
das 73 1 bracas da nova estrada do Sul, que
tem andado em praca, he actorisado o
abaixo assignado a annuncar, que no dia
a3 do corrente ao meio dia tera' logar a
airematacaS d< finit va daquella < bra a
quem por menos a 6/er com as condi-
5es offerecidas pelo Governo ; e por isso
convida os licitantes a compaiecerem com
seus fiadores.
In picca d s Obras Publicas 9 de No-
vembro de 1836
Moracs! Ancora.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
Sessa Extraordinaria de a3 de Agosto de
i836.
Presidencia d>Snr. Silva.
ComparoceraS os Senhores Miranda ,
Maimde, S ni? Pessoa faltando com
c.iu/a os mais Snrs.
Abctta a Sessa, e I da a Ai ta da an-
tee denle foi saoccionada por estar con-
forme.
O Secrecrelario tendo feito a letura
do expediente mencionou os officios se-
guiutes :
Um do Exm. Presi lente da Provincia
e n que putecipava, que tendo o Regente
era Nome do Imperador convocado a no-
f Assemblea Gral Ordinaria por De-
Ceto de 3 de Junho d > corrente armo na
c>nfoimd Co islitoicad do I nperio do Brasl t- m es-
te Governo re>olvi lo que se proceda as
elleites dos I)ppu-ado de.-t Provincia,
segundo as iiiitfueSes de a6 de Marco
1834- e Decretos de a9 de aulh.j de i88,
28 de Junho, e 3 > de Julho de i3 pe-
la manera signinte que a prim a 1 eo-
lito pjia foirar o Collegio Paioehial,
que Hornear os Elcitorts seja felis as fre-
(U sias detUl Cid d: e da m^sma soi teem
todnS a* Piuvincias no dia 16 deOutubro,
prximo fucturo, eque esta Camaia fi-
lis--8e ie ponsibilisar os Parocbos que
na5afixas.se Edilaes as portas de suas Ma
trise por onde Ci ns'e o numero d* fogos
de si.a Mtttrit, que a reunia dos Eleito-
res para eleicio dos Deputadus devera
fi er se em todos os Coltegios da Provin
cia no dia i3 da Novembro do correte
auno. Eque depois de apuiajas as li-
tas para Diputados seaS remet idas no
mesmo dia, ou nos seguinles as acopi-
as aulhenticas que fai mencaS o 9."
das mesmas ostruccfi^f una aSecieta*
ra de Esiadadodos Negocios do Imperio
contra a esta Cmara, para se proceder
ultima, e & ral apuraca5 no dia i5 de
Janeiro do anno vindouro.
Eque a Cmara lizes-e publicar por
Edteos os dias marrados para semelh .ntes
rentii5es que da mesma maneira, e que
na mesma ercasia fara' prore ler aellei-
(j.5 dos Merahios da nova Assemblea
Provin al, que ora convoca, uz.mdo da
attrbuQa5 quando Ihe comp te pelo ar-
tigo a4 1. dasieformasa C'onstituicaS
Poltica do Imperio inteirada, e resolveo
representar ao Exm. Piesidente sobre a
duvida de ha ver Freguesia cujo-tenitoiio
pertence a mais de um termo, a fina de
qu houvesse deci-a a re-peito de que a
ornara deveria convocar os Eleit< res.
Ojtrn do meamos Exm. Presidente
parteripatido a esta Cmara para sua in-
teligencia ler exped lo ordera ao Cora-
m>n lanie Superior das Guardas Nacio-
naes para faser organisar em .5. BatalhaS
cuio D*.-tiicto rompreheuda as paites d^s
Fnguesia de S. I.^urenco, e Lut, que
ptrteme a este Municipio, e a Fregue-
sia do J b.-.aU a exceptad do lngr d-no-
ii:in.do Bja-viagem, que pe lencera' ao
quarto BatalhaS da Varzea inteira-
da.
Outio dn Juiz de Paz da Freguesa da
Varzea, paitecipando estar certo que esta
Cmara diz era seu cfficio datado de li
do crente a respeito das elleit;5es dos
Venadores, e Juues de Pal porera jul-
ga, que tambem tera' lugar as lleices
des Eleitores, que esta Cmara nao se di-
gnou paitecipar-lhe em dito olli io por
i so pede esclaieciraerjte a respeito ; que
se ofluViasse par le pando, que O < fficio
d'ta'lo de 11 do corrente so tratava das
elleic5es dos Vereadores, e|Jui>esde Pat
que sao os que se devem faser no dia g
de Seiembro proiimo futuro, e quequau-
toa elleico dos Elleitores, esta Cmara
na5 po lia partecipar na quella occa>i.<5 ,
por ter recebido ordem do E\m. Presi-
dente po tenormente aquello oflicio, e
que a seu lempo se paiUcpara' o dia a
respeito de.-ta elleicafi.
Fui nomeado paia Membro da Com-
missio encarregada de dar seu Parecer
sobie o requei ment e mais, do C'ida-
dio Vicente Ferreira dos Guimaries Pei-
xoto, o Snr. Veread-or Souza, era lugar
do Snr. Vercador Castro p >r se achar do-
ente este Snr., e faser -se ueee*eaito, qoe
a Commia aprsente loge no paie-
cer.
O Snr. Vereador Gusmio pedio i5 di-
as de licenca por um fifi* io derigido ao
Presidente da Cmara foraS Ihe consedi-
dos, e fui nomeado iutei mente por es-
crutinio secri to o Snr. Vereador Miran-
da pa do Snr. GusinaS, e logo pre&lou jura-
mento.
O Secretario apresentou seu requer*
meuto pedindo que a (.'ama a o proves-
,se uo lugar de Secretario, visto ter lales
cdo>eu propnetario o qual sendo lido
pi-L Sur. Presidente, depois de descutido
fui posto a Vctaca5, e sendo unnimemente
opprvado a Canina del berou que se
posasse o Deploma.
Despacbaia-se alguns requerimentos,
e poi ser dada a hora, lev.-ntou se !a Ses-
sa e nandird faser apresante arta em
que assignara. E eu Fulgencio I ifan-
da A buiju r jue e Mello Secrelario da
Cmara a escrevi. Silva Pro-P. Miran-
da, Souza, Pessoa, Mamede.
Ao Paquete do Noite.
O Autor dos aitigos transcriptos no Di
ario de Pernambuco, 1 datando os traba-
Ihos do Collegio Eleiloral, nao pdee*teo-
der a tolerancia a tanto, que prescindase
da enderezar duas palavr.s ao n. 89 do
Paquete, sobre o injusta, e ass^ inoppor*
tuna argug >, que este Ihe faz de parcia-
lidade decidida, na xposicio dos debates
havidos no Collegio, .- por que, nio men*
ciouou, qoe o Sr. Francisco Duarte de-
hod'.'o tambem bellamente a opinio con-
fia a cogitada duvida do Sr. Jote M. F.


fP. da Silva : parece-me,q' o Paquete quiz
diaer, que fui pouco exacto ou pouco
minucio-so em lmbrar os nomes de todos
os que fallarlo a materia ; por que a pe-
cha dep.ircial be na verdade extravagan-
te, quando o mesmo Paquete n. 89 diz
tianscrevendo do Diario Susclou-se
en lo pelo Sr. F: se os Editores das Fre-
guezias ijjterm.dias podilo volar para a
form.'Co da Meza &. &c. e fallarlo pro
estes, e contra est'oulros &-. &c. Logo
pois unde se mostra a decidida parcialida-
de? Parece que desta vez o Paquete va-
ruu da altura da boa lgica.
Mas em ve. dade, do Diario nao se diz
tio secamente, que sobre a duvida propos
tafal'rin pi, econtra, estes, eaqnelles
Sis. deo-se o sentido da duvida, e os fun-
damento!', sobre que a queiriao fazer pre-
valecer ; assiro como as raeSes com que a
combatirlo, e pelas quaea foi despretada.
Quito a ufo fazer-se especial m-ncio do
Sr. Francisco Duarle, ( que alias falln
acizadamente, como o ronle-si alguns
amigos) livea mesma razio que allega o
Paquete, quando diz que tambero: o Sr.
Fr-ncisco Duarte falln e mais oatro,
cujos n-mes nos esq ecero. Muio btm:
nem por isso chamaiei paicial ao Paquete;
nio me enfadarei com elle por nao Irans-
ciever as outraa mais razes, que se alle-
garara, alem das que expendio a Peca do
Diario; talvez por que ellas estav0 j re-
sumidas nesse artigo j copiado no mesmo
Paquete: heveidade que sem aq.iill., ea-
pres-io pathetica da convicco levada ao
corado d< todo o Collegio, da nalural con-
vcqu do Sr. Juiz de Paz, d. sanada p los
discuig's doSr. Dr. Pedro Francisco &c.
Sfc. Su sublimidades, que no hit dado a
todo rastrear.
Hura penaamentoseja expremilo ao fi-
nalizar estas quati o p.la vi as: Se o Paque-
te do Norte pode cingir o I.,uro d'huma
Impacei.-lidaue irrefmgavel, p .uco pd-m
augmentar sua gloria correcees tio pe-
queuitas. Anda mais huma generozidade
era seu favor : Nfo se Ihe revendido al-
guns arligos.
DIARIO DE PErNAMBUCO.
CONRESPONDEN(T\.
nrs. Jiedattores,
Tristes e funestos sao oseffeitos da igno-
rancia, quando erigidos pela perniciosa
iufluencia do partidos. Amador sincero
das instiluiedes de roeu paiz, nlo quiz
deixar de comparecer no rcspetabllssi
rao Collegio Eletoral de Olinda; ms
conflW I lie engeouamtnte, que me arre-
pend mil vezes de o ter kilo, por que vi
eouvi causas, que me assombrario, eme
eucherao de indignado. Primeimente
?i hura Elleitor ( era Dr. ) pedir a pala-
bra, e obtendo-a levantarse para orar,
eu quando o vi estrear-se aguardei um ds
curso soberbo, e apliquei-lhe tola minlia
atiendo; e eis se no quando, tico hu-
ma revereudissima parvoice Moni
parturicns nascetur ndieulm mus pro-
pondo que o Collegio d. via tornar efficliva
a responsabilidadeda Cmara Municipal ,
mediante huma quu'*a Asamblea P: por
<|ue C: nlo tinh mndalo celeb ar
a mi si pela maior Dgn-dade Ecrlesiastica,
por que nio se reuni n'hum altante
para daideploma hum Elehor Sup'ente
do Poco da Panella. 14 que tal a idea que
*e to.ma d'hum Collegio Ellcitoral! Fe-
h-roenle, pondo-se a votos, s elle votou
por bi ; e pensando eu que huma fu.] repul-
ga exiinguisse o desojo rdeme de incol-
car-se orador, enganei me: o Sr. Dr. rii,j
podendo sofrer em ,ua alta sabedoria, que
estivessem espectado.es por tras do Escru-
tador, que ha as listas, pede palav.a, e
piopeque n nguem deve estar por t do
Escrutador para nio conhecer a letra dos
volantes. Mas em que se poda fundar se-
milhante prohibid" ? Quando se quer
fallar em publico muito pieciso he, que
*e pen-e primen o no que se vai di/er.
"as tatiibcm se distingui por taes pro-
cedimer.tos oSr. P.ez: du Collegio. Ten-
do S. S. p >sto a votos a irizoria pioposta
de que veubo de lallar, tendo o Collegio a-
provado-a, nio obstante a repulya de outros
como os S.s. Antonio Simplicio da Bar-
ios, c Joza Joaqun de Almeida Gtedea,'
S. S. o Sr. Prez: rompeo as seguintes
foimaes palavras: Como se nio ob.le.-e
hio de ser raneados fora, como des.ssore-
gadores d soccego publico. S.rnatten-
derque falla va com pessoas di-tim tas in-
clu-ivel hum Elleitor, os quaes se lo-sem
tio imprudentes como S. S. talvezlheie-
lorqui-sem es-a insolencia oorn'ouira mai-
or. Pensara S. S. que fallava a os seus
Soldados, ouao-escra\osdo -eu Engenho?
Penara que o P.ez do O lltgio Elleito-
ral linda jurisdicio policial? Vais p de-
ra pensar por que para tudo tem carta
branca, a-sim como pensou que tuiha di
reito para publicar s- m previa licenca do
Collegio o nome d'hum Elleitor, cuja lista
lia o E' rutador. Foi por estas e outrns,
que o Elleitor o Sr. Joze Antonio de Oli-
veira e Silva, que eslava junto ao Escruta-
dor, e contra quera tambera foi dirigido e
ataque, reliiou-se, afim de ertar outio
ensjo, em'iora sohesse ames a pena da
le.
Muid p -de a ignorancia Qoeirio
Srs. R. B. dar pul'I.dadea cotaslinhas,
cora que uiu.to obrgar.
O Adrniador dos rasgos de ignorancia.
. EXTERIOR.
Ci-Bretanha -- Londres 18 de Agosto.
Na conformidade de urna peticio asig-
nada por pe lo de trezentns nobles e pro-
pietarios do Condao de Kildarena Irlan-
da ,o g.o Slieiiff do me-nio envocou
urna reoniio para buscar meios : i. de
libertar o povo Irlandez to dos dizimo- de maneira que a parte
das rendas ecclesiastcas que se tiram aos
lavradores pobies se empreguem na ros-
t uoclo das elasses inferiores do povo ;e
2. de ob'er urna rtfoima municipal
completa, posto que a n^cio Idandexa
tem direito s mesmas prerogativas de
que gosa a Inglaterra. A reunii. tomn
resoluces anlogas ao objecto da .-ua con-
vocac.io e dtpois de votar tres ac-lama-
S5es de applausog em honra de Lord Mu-
giave( Lord Lugar Ttnente de Irlanda),
seseparam todos os concorrcnl- s entre os
quaes se achavara os Srs. O' Connell e Hen-
riqueGrattam.
Diario de Dublin.
Se se deve acreditar o Globe ac-
tualmente g. ande a aclivdade ou antes a-
git-clo poltica na Irlanla. A associaclo
nacional augmentase cada dia com novos
membros, e a associaclo orang>la se con-
verleu pela sua paite em associaclo con-
servadora e attiahe lodos os Toiie.s.
Desteuiodo, exclama o Glube, e graoaa
ao imprudente proceder d<>s Lord's a
mestna religilo ebegou a ser um instru-
mento poltico, e um elemento de dUcor-
dientie os cdadios de um tue.-mu paiz.
( Courrier. )
Escrevem de Constantinopla em da-
ta de ao de Jullio o seguinte.
Oiiitm serecebeu pel vapor Au-tiiaco
Fernando 1. vmdo do Danubio, a no-
ticiarle que a quarentena de O.sova. fra
reduzida amelada. O objecto do Gover-
no Austraco nisto sem duvida off. recer
e.stimulo p-ra se seguir e-te oaminbo, e
produzir buns efFeitos, especialmente se
secor.sidea que em Ti iete a qmrentena
d 4 das. A vigilancia que se baja de
exeicer para com os viajantes sobre e esta-
do sanitario induz a crer que nio ser
peiigosa e-ta i ruin vaco.
( Mornng Chronicle.)
A correspondencia de Constantino-
pa de 2 i do ultimo mez nos assegora que a
proteepa dada pelo Sultlo ai le da pin-
tura e o mon -polio do calle exeicido
pelo Governo, tnliam causado um grao
dede-contentamento na populado Tur-
ca. A pintura ofleude su <,5es religiosas, e o monop -lio toca o* seus
niere.-ses materiae*. A i4 dj raei ulti-
mo chegou um coceio de gabinete ero-
baixada Inglcza com instruecc-s segun-
do dizem, relativas ao negocio de Mr.
Churchill. (Globe. )
Franca -- Pars 19 de Agosto.
Na Cmara dos Commi>ns se
da ii su-, iiou se ii>n debate acerca do
empre limo Greg > que deu logar a qu. o
MinWlM dos Negocios Esirangiios dc.-la-
rasseque pira lirruar a independencia da
Grecia era necessaiioqie a Inglaterra cum-
priss.* osemperibos cuutrahid is. O Go-
verno F.ancez ( ajuntou L >rd PJmeistoii)
toma pela sua paite medidas energ'ca- para
sustentar esta iridepeodericia. ,,
Perguritou-se ao Ministro como s< ria
possivel ob- .gar a Ru.-sia a pgar a sua par-
te do emprestimo quando a Franca, e
Inglaterra o tizesse. Temos d)-ervado
q..e Lord Palmerslon eludi responder a
similhantequeaio mas pequeas cxpHca-
?5e- que deu.
Na ses-io de ia apresenlou-se Cmara
dos Comrouns u-na peticio da maior i>n
portancia as-ignada pelo- priucipaes ma-
nul'actores de Glascow. Qaeixtrn-se d.
conducta do Governo Ho'laudez em Java,
ondeap.s.r das clausulas do tractado de
cessio destt ilba em i8i4, aos mercado-
res Ing eiea s<>ffi em direitos mu consile
raveis, ao passo que as m.-cadorias que
yin de Hollanda nao pagam ropo-to el-
guin. O pr.-iuizo foi mu" iUvel pira o
commercio luglez, que nio s reclama
quep.ra o futuro s^ja melhor comprilo
o tractd.de i8i4, co-no tambero a 5-
petente ind-mni-ago pe ,s perdas s..ff. i
das desde a creada do direitos de que se
tracla. Eis-aqu a re-posta de Lord Pal-
merslon.
* No varillo ero reconhecer coro o
honrado preopinante que no a-sumpto de
que se trai ta o Governo H-dlandet se tem
feito culpado de urna grave f .lia a respeito
da Inglaterra.
' E' incontestavel que durante mnitos
annos violou formalmente as eslipulaces
de um solemne tractado. E-tou inteia-
mente de a ordo com o honrado preopi-
nante quando diz que re-tituindo em I8i4
a colonia de Java aos Hollandezes fer o
Governo L.glez um acto de explendida
generosidade, p-'is seguramente os Hol-
landezes nio lorian direito para se quei-
xar de que depois de nos termos apoderado
da dita i Fia n'uma guerra em que peleja-
vam ao lado dos no-so inimigos ,. a tiv.s
sernos ionservado em novio poder. Ajon-
tare queo Governo llollandez mostrou -e
pouco agradecido pranlo nos por tan-
to lempo das vantagens oacionaes que nos
garanti o tractado de i8i4- Esta con-
ducta vem em spoio da reconvenci que
se dirigi repetidas vezes aos Hollandezes
acerca do seu mes jurolio espirito de egot-
ismo nacional ede nveja mercantil, que
os irnpelle a querer sempre favo ecer ex-
clusivamente seus interesa.sacostadas ou-
trs naces.
" E' as-im que se notou que n*s suas
coloniassio os mais exclusivos de lodosos
monopolista* ; mas tornando violado do
hartado de 1814 direi qu- o nosso Go-
vemo trm feito l.equerriemenle represen-
taces neigii-as sobre isto ao Governo
H .llandez queem lim Bv tem mostrado
dispos'o a dar satisfagio ao nosso commer-
cio. Ha cntaboladas neste momento ne-
gO'aces, e espira-se nlo lardemeo se
terminar para no liunte esrado de cousas julgo que o hon-
rado propinante conhecei a convenien
cia de suspender a sua moeip pois le o
Governo conseue o seu objecto, se.
inu.il a intt-rvi-nrlo da Cmara. S- do
contrario ser do nosso deyer commet-
ter a questio ao Parlam-nto e conslta-
lo sobre o partido que se deve tomar. P>-
rm repto de esperar pel5 anda-
mento que tomaram as negocdiSes que
a Hollan la escotar a voz de b>a f e l'a-
r stricta ju-tica Inglaterra.
A luta entre os d >is ramos docorpo
legislativo na Inglaterra tornase mais
seria de dia em dia sendo cada vez mais
dillicil a conciliacad. Na sessi5 da C-
mara dos Lords de 11 receb-Mi o ministerio
um novo desaire. U n incidente occor
rido durante a di-cus i o ig.nou um de-
bate muito vivo entie o pr mico ministro
e algn- doi membros da nobre Cmara.
Lord Melbourne arg seus adversarios de
falta de cortezia para com a Cmara dos
Communs.
Lord LynJhatst. ** Eu u..5 posso dei-
xar passarscm resposta palay as que ten-
dero a que se julgue que me det*ii dos
nspe,tos cievid.s ao cararttr da outra C-
mara. Espero que se me faca a ju-tica de
reconheref qoe nanea me valli de exprs-
^es que pos-aro off uder a digi.dade da
Camera ; delejaria por t-nlo que o nibre
ViscorideMeibuu.ne liv-s-e a bonl-de de
especificar bern as expits 5.s que podei la
dar motivos que peza-se sobre n.im ta
g.ave aecusaca. Nao pos-o deixar de
ser infinitamente sen.-ue.ia at.ques de tal
naluieza. ,,
Lod Melbourne. Eu na5 tenho po-
dido .'.i,er m-iis que uroi coua c julgo a
mirilla ob-ei vaca t.i justa que a susten-
te; e que existe neala Camail urna ten-
dencia decidida a suppoc que lo las as me-
didas apresenladas pelos Communs estad
cheiai de espirito revoluciouariu. Se a
unnhi memoria nao me esclarece bastante
pua citar a Cmara expres.- s que po-
v.s-e.u a verdade da minba usse.cio, com
tudo anda a falla de palavras que p-.dero
ter-roe esquecdo, teuho bastante funda-
mento para marcar o esprito, o toro, e a
intenclo que tem presidido liequeulemeu.
to aos debales. Por isso, Sis. sempre
foi fcil notar na diiruisio um sentimento
de i'iveja, etambemdeiepugnancia, para
tudo que emaua da Cmara dos Communs
e para tud aue se refere ao partido popular do paz.
Ao terminar declaro-vos que apezar de
rosaos esforQos a Cmara dos Communs sa-
liera fazer respailar seus direitos, e nio
deixar os fundos sobre que veisa a actual
discussio, e >i queris conservar entre S9
mios de homens da T08IS faccjo, nio os
deixai, repito, seis mezes, nem seis se-
manas, nem taleri seis rainutus oo seu po-
der, e nisto la bem.
Lod Abinger. Acabam de pronuuci-
ar-seanteW. SS. expressdes lo impro-
prias, que impo.-siiel nio protestar ina-
mediatamente contra similhante acrimo-
nia de lioguagem, que nao esta bem nena
ao chefe desta Cmara nem ao primeiro
Ministro da Coros. A Cunara nio est a-
costumada a tal linguagem, nem p le to-
lea-la. Porque nlo paitecipanjos da opi-
niio poltica do Nobre Visconde, julg*-asi
S. S. aulhorisado para nos dirigir frases
t5 pouco commedidas para naqualfica-
las mais severamente. Pela minba parte
prote.-to contra a imerpretacad que o No-
bre Vis-onde deu ao que .cbama opnia5
da Cmara. ( La Paix. )
O Rei de aples propese permanecer
em Par- at ao fim dcste me/. Assistii s
manobras de Comp gne, e dalli se dirigir
a Londres, onde estai mui poucos dias.
Urna caria deMoguacia de 3 de A-
gosto diz o seguinte :
J na5 ba duvida em que s tropas da
Conferferacao Germnica, que oceupam a
no-sa foilalez*, se pora debaixodo p de
paz. As Prussiaraas marcharlo dentio de
poucos dias, e espera se q. e as Austiiacss
recebera iguaes instruccSes. Similhautes
medidas produzir.<5 talvez mao eTeilo as-
la cidade, mas sa5 urna prova evidente das
pacificas internis das Potencias Eu. opean.-
A roaiur parte dos nfugiados polti-
cos que foraro conduzidos de Cracovia a
Trieste, sahirm para a Franca, Inglater-
ra ou America. Os refugiados Italianos per
raanecem ainda em Tiieste.
C Galignani'i.)
( Do Diario do Governo de Lisboa. )
THEATRO.
Hoje 2a de Novembroa Beneficio de Eu-
femia mi ra da Silva, Actriz do Tbeatro se
repres.-ntar a PecaA Escolla dos,Caza-
dosNo fim do 2. actoseexecutar a A-
ria do Charlatio. No fim da peca se re-
presentar u.ii novo Eut rvallo denomi-
nadoAs E-travagancias sobreoaturaes,
ou os Amores de Arlacb ; dando fim o es-
pectculo com o jocoso entremez o Ba-
nana.
AVIZOS PARTICULARES.
Jlo Doanelly, lem s honrs de snnae-
csr aos seus Amigo, e ao pub'icu em ge-


OARIO BE P ER^AMBtlCO.
"tal, que elle cab. dechegar de Londres
com aro grande eescolhido sorlimento de
sendas que pelas suas qualiJades e boto
-guato con vidio a ftencao de seus fregue-
ses* eonsta do segoiutePanos das prin-
cipes Fabricas de Inglaterra de todas as
-.cores equalidades, ca sem iras, merinos,
duraquese brins, valencias, chales, e acol-
-choddos, veludos tizos e letrados grvalas
dte seda de exquisito gd-do e no'vidade; *e-
"**! mra odeles e mu grande sortiraento
'fc FtO feitO na ultima moda de Londres
*qo tm quaiiJade e elegancia nunca fui
excedido. JuioDjnntly aproveita esta
oocasiio fiara agrade- ei a > h.-bitanw-s des-
* Provincia a decedida preferem a com
4pJ0 o teta honrado, e segur* a seus ami-
gase fregueses que g.atua seus favores j-
asis se desviar do sVtema que aempre e-
fu> de vender suas la< ndas com o menor
lucro posmel: na ra da Cadeia o Reci-
fe 37.
ft^ O abaixo assignado faz sciente aos
Snrs. Cotlec lores do uovo imposto e con-
sumo de todo os espirito* que dtixou de
Mr venda desde o i.* de N ivemhro na casa
*D.'3t da ra da Conceicio da Boa vista.
J tu Pereira de Alcntara.
V9 'F'Orio-sepalaroesaqualro e do-
me por cobre muito boni: na i ua de Hu-
las D. 65.
*/y* Precisa-so atufar ufflsodar de so-
brado que tenha polo menos3 quartos, enf
Ojualqoer ruado Bairro de Santo Antonio,
ojb preco de 200$ "* aouuucie, >u
dirija-se a ra da Praia em aserrara so
p do tanque d'agua do Pacheco,
fJJ" ezeja se Miar com o $nr. Te-
nenle Francisco de Paula Ca.ne.ro Lo,
e como se ignora sua morada queira anuu-
ciaqpor este Diario para $er procurado.
fcP* Quem anunciou quem* comprar
dois tooeis e algumas pipa* quefossera de
agurdente, queieodo comprar uos tonel e
3 pidas, que ja foiao da mesma sio ar-
queadas de ferro, e muilo boas, dii ja se s
ruad .Livraiuenlo venda D. apegada ao
Burgos. ,
y& Os donos da venda sita na xua do
IJvraueoto D. u-m determinado remo-
ver a mesma -sociedede em maior giro de
negocio, e por is-o se resolvem a vendella :
qpem a per ten J. r dirija-se a mesma que
Ja achara co i quem tractar.
WW* Preciaa-sede urna ama para fazer
o ser-tico interno e externo de urna casa:
n* ra do muro d Peaha casa de rotulas
verdes pegada a D. 7, e quasi defronle do
Bod'A88umpcao,sedi quem precisa.
^ Quem avriuncioa no Diaiio de
Parnambuco de 2i do corrente querer
comprar orna carteira deuma s face, di
rij* se a lja de livros da P.Ca da Indo-
**" *7 e 38, que ahi se Ihe di-*
quem a tem para vender.
**" Adieite seaosSnrs. Vendelboens,
%OJ derio aeos a# reis, que o pr. mi que
licarsoos 10 bheies inteiros, e a9meios.
loada Lotera do Seminario, comprados
!*' Ma-sioel Pacheco de Queircga a
fcror dos mesmos iors., apenas labi'fo
premiadosalguas samando todos estes 76$
m*. os^uaeaeeempregirioem i5 Imbe-
les anteiros da Lote.ia concedida as Obras
doXivrameafto (-egundo me informarlo,
man prxima 1 correr) cufoi numen*
afo.osseKui0t-38o4. 9g7 5.82,7895,
9060, 3059, 5500,5487, 5.88. 5.80,
*l8i, .9^.6, 9896, 3680, e 98y5 : estes
Bilnetesrtiio em poder de Joze de Bitan-
court I Amarante, ra do Rosario D. ,11
a.'anuer.
7"**\ ^r*C'sa-se de um rapaz para cai-
gan o do encaixamento d* Et.g .o, di-
te desta Praeaf 7 legoas^: quem te
acharuettas circunstancias, e quistr pro-
TQ "* ra da Cadeia casa n. 3.
^ Qaemqui-eralugar urna itna pa-
rida de p .uco lempo para erar al^um me-
'nio, dirija sea ra por detraz da Matriz
da Boa-*iat. 0. 4.
, A pessoa que annunciou no Dia-
riodeMO do corrente ter urna esorava pa-
r **der on trnoalla por urn n-gio, diri-
riia-sesoRecifequese fu esta troca, na
raa da Cadeia eba n. 49 nu i. ao-lar,
dfarte-se que o eseravo nao muito mo-
co, porem gnha diariamedte 480 leis ou
tambem se troca por urna negra di Costa
soossa que sabebem co,inha., e eosaboar,
Irritado Iqgo a dita e&crava.para aTigta del v
la se ellectuir o negocio, de raan'i at as
8 horas, e alarde das 5 horas cm diante.
fcV Antonio Cabial aviza a quem con*
yier quede boje em diante se .asignar
A'.tonio Alve Ca'bral, e para que se nao
offereca duvida alguma para futuro fas o
presente aan,uncio.
COMPRAS.
Um Diccionario Inglez -para Portugoex
grande, e do Viaira : em Uiinda sobrado
junto a S, ou no Reoife, ra Direita 0.
ii,3 an'ai, que se pagar bem.
tjT^T* Urna rasa terrea que valba um
conloe em mil teis; a tractar com San-
ios Braga, na ra da Moeda n. lit.
'i a 11 .ai 11 n a*"p#
ALU6IUEIS.
^!t Alfgi-se um sitio para o lempo da
Testa, na campia da Caia-Forle, da par-
te da sombra, com varios arvoredos de
fruclas; com casa suficiente para naope
quena familia, por ter bistante cornmo-
do : na roa do Ualdeireiro, sobrado 5.
Jfja A'uga^eum ca rod rniQde duas
rodas para ca regar tijollp, telha areia ou
barro, muito maneiro para quglquer ama
obra que eateja educando que dois negros
C'ra el'e car regio de urna vez caro i 11 hos de
oito pretos e -tambera seivepara carregar
lenha : na p; dara da ra dos Quarteis U.
6, s 640 reis por-dia.
JT Aluga-se, vende se, ou trora-se
por eacrawos, e vareas, urna casa de tijollo
cora a sallas, copiar, 4 qu-rtos, cosinha,
quintal Teixado, no Poco, pe. ti do rio; u-
ma po. glo de pedacos de tijollos, e fejfio
a 1$600 a sacca : na ra do A raga o so-
brado D. 4 at as 9 horas.
AilllENi) A MENT.
Arrenda e um armasem sito na ra da
Praia propiio para assucar, deposito de
gneros, ou serrajia, com grand- s como-
dos e caes para emba que; a fallar com
Joaquim Pereira Xavier d'Oliveira em a
ser ra ia na masn.a ra.
PERDAS.
Perdeu-8e um x.Ies detouquim desde
a ros da Cadeia nova at 1 1 ua do Rozavio
estieita ; pessoa que o ti ver acbadu, e o
queira 1 estituir tenha a bondade da o levar
a ra da Cadria nova casa D. 4.
FURTO.
Na tarde do da 18 do corrente
furtario da padasia da 1 ua do Rosario D.
14 um chapeo de castor pretucom um fu-
mo em volta, e um lenso dentro com a
marca (o lenso 11 D S, e un-, suspensorios
couo fivrila-> de p. ata, e urna c.ixa de rap
de estando nova que l a bem fui por pen-
sar her prata : roga-se a qualquer pessoa
quefoiem oferecidas(a
quer d'ellas poder ir ou mandar entiegar
na mesma casa cima que ser bem recom-
pensado.
VENDAS.1
Aplleos daCompaqhia Geral Extincta:
na 1 ua da Alf-ndeg* vtlha CoaajdifjPoaijuim
Leora lio de Oliveira Guimarafris.
y Ruis mancos, e Egoanj, Pordos, e
Pordas, Quan'Sde car^a, mullos, e mu
las manso* de rda n<> Engenho Cutungu-
rba, na foguesia de Tiacunhem : uu 110
sobrado d ra da Cadeia do Bairro de San-
io Antonio junto ao tanque d'agua.
%T^ Um cavallu mella Jo cacito com
bom passo picado : na estribara do Snr.
Sau'cr, ra da Guia.
Um cartllo gurdo, .novo, rmo
rudj.ln, carrepadoc, vende-se por ^OjJJrs.
(ultimo proco): na '"a do Rangel de-
fronte das Divisas Renda.", penltimo SO'
irado o chegar a 'Ribeira.
JOT Urna negra de <& ou 19annO, boi
cosiubeira, lavadeira eengomadeira,ecom
principios de costura : na ra da Stnsalla
velha'n. 1, das 7 botas da maiihi at as'-
da tarde.
f^ Vm atorato cabra de 18, a 20 an-
no., boa Bgura; erom principios de sap3-
tairo : na ra dos Quai teis D. 7. 1.* an-
dar.
%ry Um poldro, com urna moda por
f<2er, e tem bonita 'figura: na vendada
esquina da m* do Fagundes que tem l..m-
pilo.
Sjja>< Um piano forte chegado pouco
de tfam'>urgo de muito b as votes e por
preco cmodo: na ra Nova D. 1 e'2.
jJT1 Um >ilio na estrada do Arraial
com ama casa para grande famrlia a'pourp
tempo acabada, pintada e en*idrarada com
cosinha lora, e quarto parafeitor e esti ib 1 -
ria, com boa baixa para capim e tem ra-
pacidade para ler vaccas de hite e urna
grande capodra para tirar lenba, tem tre-
lentos pez de la-raugeiras, eoutras arvores
de fructo ainda pequeas, e tobem se tro*
ca por alguma casa meta-Pruca : ua Piaca
da Boa-vista 0. 16.
fJTj>* Pota.sa da pi irruir qualidide re-
centemente chegado em bairx grandes e
pequeos : na ra 4a Cruz n. 56.
W* Um cavatlo destila alguma cousa'
pequeo : no pateo de S. Pedro lado os-
querdo D '6.
%"9 Um quarto ruco grande e novo,
i qu-i. loll ,s v.zia-, 2 pipas, 16 barricas,
80bct jas vftsias, e maisuma quarto'la com 1
vinagre, a urna armario de venda, halan-'
ca, pezos e medidas defulh* ede p"; as-
sitn como viuho engarrafado a 280, gene-
brs a 220 a b- tija, e serveja a a80 a gana-
f* : na venda L). 30 da ra da Conceicjo
da Boa-virta.
t& 'Urna preta de naci 'Bengue'lla de
30 annos pouco mais ou menos, sem vicios:
na ra do CotovtlIo'O. 411-
%W Urna venda com fundos de um
Cont de reis, ou com aquelle- que convier
aoscomptados ; que regula diariamente
10 a 12$ res, com bailantes cmodos pa-
ta f-milii, a dinlieiro, ou a praso com bo-
as fi.mas, e omolivn d'ella se venderse
dr : na ra Velha D, 3a. .
^ry I!.xas boas, sendo as grandes a
3a e as p quenas a 100 reis por toda mo
oda : na p. aya da Boa vista venda D. i3.
Wr- U.i;a esrreva de 30 anuos, para o
s -i vico de casa, cosinha e lava : na ra da
Cadeia d- Recife n. a9.
fcjr Una pequea porpio de caixas u-
zadas, qusiervem para assucar por prec-.
cmodo : na roa da S .malla velha n. laa.,
V9 Um cavatlo alasio rosilho. muilo,
bom paceiroeesquipador, bonita figura:,
na ra do Rosario venda n. II.
W B xas boas, sendo as grandes a 3 a o
e as pequeas a 10 reis : na praya da Boa-
Viata Botica do Braulio.
%W Um carrinho de qualro rod.scom
as-entos para quatro pessoas, coro jogo pa-
ra um ca vallo, e lansa para dois, e arreios,
ludo un muito bom estalo: na caxeia
franceim da ra Nova, ou na ra do Cabu- ,
g luja D. 4 8e dir quem o vende.
&9~ Urna pa.elha de muito bons caval-,
los de carro, e em boas carnea: ames-.
ma-li.ja cima.
iTjr Urna mulata com abelidades, e ser (
porcrimes; e uro mojeque crioulo de i-J
dade de 12 annos; na ra da Cadeia D. 11
i. andar.
y Umpreto j idoso, sendo muito
-bom para enchada, por ser o seo principio,
e tambem pira servente de pedreiro : na
Tua do Mondegon.380.
Barris com urna arroubt e 16 libras de
t.ucinho de Lisboa com a sua c->mpetente
calda fresquinha corab qnando f.i embae-
ricado, muito alto e born sabor, a 8$ reis
a aiToo-ba ; li'tri fina a auo r s a libra, .-
eiled. ce a 48O a garraf., pacas a 20 a li-
bra, fiaos a 200 res a dita, papel almaco
azul a d^OO a (resma dito ditoJb-anco
" dita, moringues da Babia a 3ap
'tj.11 n.o'eqne de 18 annos, sadio,
sem vicios, e bom oficial de saptteiio: no '
at-ei roda Boa-vista, tenda do m-smo o*
ficio que fica doi.l. onte ao beco do Ferrei- '
ro.
ESCRAVOS FGIDOS.
Thereza, naci mr>camhique, i4 ,5
anuas de idade, estatura ordinaiia, gorda
tem urnas sicatiizes de glndulas no pesco-
eo,euma velide no olbo esqaerdo; fugi0
no da S-ibbado pela manbi em um ferro n'j
pescoco e levou vesiidu de chita escura e
p4no da cota : os apieheudedo.es levein-
nao iqa Nova D. 4 queseiio bem recom
pensados.
|tjb yatmal, nato Cabinda, estatura
ordinafi., rheio do coi po, era larga, 9-
pads, olhos grandes meio cambado da
perna djreita por ter levado um coice de
cavallo, levou vestido o Isa de du aque
preto j ve|ho a 1 ota, camisa de pino de l-
nho tsobem rt aboi. de marojo; fugio
no da 1 a do con ente : os sprehendedoies
levem-no a ra da Cadeia velha loja de fa-
cendas n. 17, que serio bem recompensa-
dos. r
WP- Fugio de bordo do Patixo Am-
zadeFeliz um preto naci Angola Congo,
estatura b .ua, cheio do corp-), represen^
ta te. 40 annos, cor bem retinta, e rom u-
masictriz nos oslo, muito desdentado, le-
vou vestido calca de pao azul : q.iem o
pegar pode levallo abordo do mamo Pa-
taxo, ouaoJjacriptoriode Manoil Joaquim
Ramos eStlva que se betn recoropen9a-
,^*~ No d* ?o do corrente, das 5 pa-
ra.as Q horas da Urde, desapareceo do aU
trro da Boa-visia, ama negrinha de n*.
i|o Bacca por Quipe Brgida, dade de q
la uosa, |!!iira propoicionada, cor Jul-
ia, soccad.ocorpo, ai-alegre, andar ligeiio.
de pouras f..aa; 4eT0U vestido de chita e
camisa de brim ; qualquer pessoa, que a ti-
ver recomida qoeirairou mandar entre-
gallaao Major Felippe no atierro da Boa-
vista ssbrado D. M, 3. andar, que ser
gennrosamente recompensado ; otTerece-
se tobem urna boa giatitocio a quem a-
prehender, e a levar a casa aupramentio-
nada.
BH
Taboat dai niara 'vtretatnof
Pernambue.
ono da
14 --Segunda 5
9 15 T:
J16- Q:
518-S:
q 19-S:
aO -D
V
a.
o
Tardo.
a 1
OTICIA8 HA n ITIM A 8,
Navios entrados no da 2q.
Cesi, e Paratibe; 48 das; S. Beija
Flor, M. Joze H -ii' ralo dos Santos : roa-
deira : Manuel Joze Xalaca. Ton. 95.
Pase-genos.
Palmouth ; Ai dias ; Paquete IngUz A-
lagut, Com. G. iffilh. Passageros 6.
Dia, ai.
S. doo de Ntwflau; B. Ing. Iresni
Cap. Crrudy : bacalbbu: D. GacksaWat
& Comp. Ton. 184.
Sahido no dia 20.
As,u'; S. Laurentina Brasileira, M.
Amonio Germano das Ncves: vario g-
neros. Passageiro8 i9.
Da 21.
os grandes, e 240 os pequeos e to los os
msis gneros, tudo por p.eco cmodo ,
ecaixasde 6 libras de cha hisson a 1^00
rea a libra; uj ra da Cam'joa do (jarmo
veodt D.3.
Fez-se de vella p Brigue de Guerrra -3 de Mam, de que ,
Com.o l.Tonente Beruardiuo Joze Coe-
Iho.
Fez-se tambem de relia do Lamiirioa
Curvis logleza de Guerra.
Pehn., na tip. du M. F. Fajua 18J6,-
^.


Full Text
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