Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06007


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Full Text
ANNO DE 1836. QUARTA FEIRA
16 DE NOVEMBRO N. 249..
u______gat
Pa*H*Mnuco. a Tvr.Di M. F.de Pabia. 1836-
DAS DA SEMANA.
II Secunda S- Clemenlino Aud. dos Jai sea. lo Cr.
de m. e de i. scs. da Tliezourana Publica e
Chae, de t.
15 Terca S. Gertrudes Re- de m-e and. do J- de
O. de t. Quarto c. as 6 li. c 4S ni. da t. *
lfi Qaarta S. lionsalo sea, da Th. P.
17 Quinta S- Gregorio Rcl. de m. aud. do J. do
C. de m. e Ch. de t
18 Sexta S. Ilom.io VI. ses.* da Th. P. aud- do J. de
O. de t.
19 Silbado >. Isabel Hainlia liel. de m. e aud.
d. V. G. de t em Olinda.
20 Domingo S. Fclis de Velois.
Tido Rnri drnendrt dn nos mesinoi da nossa pru-
I dencia. modr.racao, e energa icontiiiiiemos coma
I principiamos, a seremoi apontados com admira-
gao entre ai Nacoes nuih culta*.
Proclamar da Antmblta Qtral de Brmil
*ulnr.rre-r 1000 r. menaaei pajfo adiantadoa
nenia Tipografa, ra das Cruzas D. 3, e na Pra-
Ca d*tTrdcpi>tidencia S. 37 e 38 ; onde e rer.ebeiii
correspondencia legriliRaaas, e annminioa; Inaertn*
do sr aatm eraija teudo doi proprios asiignanies,
Tindo aisignarioi.
CAMBIOS.
Novr.maro 15.
A-iOndre 38 Ds. St. poi l c*d. ou prala a
50 porceuto de premio Nomina,
.i-boa 55 por o(o premio, por metal, Nom.
Franca 255 Ha. por Asneo
II io de Jan. (i p. c- de prern.
Mocdas de fi400 13..20O I3400
., 4..0O 6..700a 6800
I>aos l410
Premio da prala 50 p. c
das ledras, por'ine* I n 2 por 0|0
Cobre 25 por tent de descont
PARTIDA DOS COKRKIOS.
Olinda_T Goiana, Alhandra, Paraiba, Villa do Conde, Mh-
inaiiRuape, |\iar, | Kaii.ba, Pon bal. Sur* de Soma. Cidade do Natal.
Vil"asdc (ioiannintia, e Novada Priueeia, Cidad
da Porlaleza, Villas do Aquira, Motile mor nom.
Aratal, Cascavrl. Caiiind, Oran ja, Imperatrix,
> Bernardo, S. JoSo do Pnnr.ipe, Sobrar. No* d*
Klller, leo, S. Mathena. Reaebodo aatipie. fc
Antonio d Jardim, Qacxerainobim. e Parnal a
Secunda* e Sexta* feira ao meto dia por va da
Paraiba. Sanio Antao Toda a< quintil Iritis ao
mciodia. Garantan, e Bonito- noi iliaa IU e 24
de rada mea ao meio di*. Floresno dia 13 do
cada uiex ao meio dia. ('Abo. Serinbaem.'Rio Por-
mono, e Porto Calvo nos dia* I, I l-e 21 de cada
HW1>

PARTE OFFICIAL.
sai.....----------- i
RIO DE JANEIRO.
AB6EHBLR*. GHRAL LEGISLATIVA*
CMARA DOS DEPUTADOS.
SessaS de 2g de Jgasto.
Abre-se a sessa s iO horas da mmh,
eapprova-se a acta da antecedente.
O Sur. i. Secretario l o teguinle Of-
iicio do u'inLtro dos Negocios Estrangei-
roa, que he remvttido ao Senhor Pre-
sidente para o tomar em considerado.
Illm. eExro. Sr.Passo smaos de
V. Exc., por copia, a nota que me diri-
gi em 25 do correte o Enviado Extra-
ordinario e Ministro Plenipotenciario de
S. IVI. Fidelissima, reqr.erendo que spja
iudumui.sa )o ocomniercio portugus dos
piejuisos soffridos, era consequencia d.s
presas, que Ihe foraS feitas, e tem sido
liquidadas pela Commisso Mix'a Brasi-
leiia e Portuguesa, estabelecida nesta
Corte. E como noanno passad< se of
fereceo na Cmara dos Sors. Deputados
hum projecto de re-olucaO, nativamen-
te a este pagamento, rogo a V. Exc. que
haja de fazer presente raesma Cmara
arefeiida nota, para tomar sobre ella a
conveniente deliberacaS.
Dos Guarde a V. Exc. Paco, em *j
deAgi'Sto de i836. Antonio Paulino
Limpo deAbieu.w
Lcgacio Porlugueza no Rio de Janei-
vr, em 25 de Agosto de i836. Oabaixo
'assignad do Conselho da S. IVI. Fidels-
ima, seu Enviado Extraordinario, e Mi-
nistro Plenipotenciario nesta Corte, tem
a honra de dirigirle a S. Exc. oSnr. An-
"ionio Paulino Limpo de Abreu, do Con-
r-ellio de S. M. Imperial, Ministro e Se-
criterio de Estado dos Negocios E^tran-
geiro, puraque haja de solliritar as pro-
cidencias que posso habilitar o Gover-
no Imperial, no liu da presente sesso le-
gislativa, a indemnisar o commercio por-
tugue?, dos prejuizos snll'idos, em < 011-
' beijuencia das presas que Ihe fora feitas,
eque tem sido liquidadas pela Corumis-
B36 VI xta, para ea.-e fim estubelecida nes-
ta Capital. O crdito necessario para sa-
tisfazer esta divida sagrada, j f i recla-
mado na antecedente sessio legislativa
Cmara dos Sis. Dt'pn11 d. 3 da NtcaG
Rrssileia, pelo Poder Executivo, e por
i lia tie tempo nao fui approvado o pa-
re oabu'xo assigH.tdo, preveuindo a S. Exc.
o S ir. Ministro dos Negocio'E-t'tngeirts,
sobre ate in ide.iif; e-pora q-je S. Exc.
haja deempregtr toda aquella efficacia,
na immediala ronclusfo de tal negocio,
que convtm boa f do Gobern Impe-
rial.
O abaixo assianado renova a S. Exc. o
Snr, Antonio Paulino Limpo de Abieu,
os protestos da sua mais alta estima e
oonsiderag5. A S. Exc. o Snr. Antonio
Paulino Limpo de Abren, Ministro e Se-
cretario de Estado dos Negocios Estrangei-
ros.Joaquim Antonio de Magalhes.
O 'tro do Ministro da Fazenda, remet-
iendo os balancelex rrceiia garlr ve-
riGcada noanno de i835, a iS36, requi-
siudo- por esta Cmara : Com. que fez
a requi-ico.
Outio do mesmo Ministro, com Ofllcio
do Presidente de Minas, ponderando ron-
vir entregar Cmara Municipal da Vil-
la Diamantina a casa chamada do Contra-
cto, paia nella se f &c.: terceira Commissa de Fazen-
da.
Outro do mesmo Minitro, enviando os
papis que ihe torvo exigidos poresta C-
mara, sobre pietengad de Feliciano da
Silva Tararea: a quem fez a requisi-
(a6.
MencionaS-se requerimentos de paites,
a que se d o conveniente destino.
Le-se o argate parecer:
Foi enviado Commi.^sa de Consti-
tuica, por ordem da Cmara, o projec-
to deresoluco, numero 58 do auno de
1833, que approvou jubilacao concedi-
da pelo Governo a lolfl Theodoro da Ro-
za Gima, Piofessor de Gramat ca Latina
em Cabo Fri, a fim de em'tir a sua o-
pinia sobre a competencia *a Assemb!ea
Goral em tal objeclo, por ter apparecido
na diacussa do dito projecto a duvidase
era geral ou provincial este negocio.
A Comniiso, posto que entenda que,
depois da reforma da Constiluicad, os ne-
gocies da nutureza deste nao p-i t. n. em
ao Governo e Assemhlea Geral, vi-ta do
art. i0 7 e li do Acto Addicional;
todava, observando que a jrbilacaS de
que se traca teve lugar antes da refirma,
he de parecer que a ?ua approvacio ou re-
geir,a5 compete a Asamblea Geral.
Paco da Cmara dos Peputsdc, a3
de Agosto de 1836. C. J. de Araujo
V laina. Hanoi o H rindo Carneiro Le-
io.
Fica sobre a mesa para quando se tra-
tar da resolacio.
Julga.se olij-clo de deliberacio nm pri -
j^cto de resolugada Com. de InatrucQo
Publica, que diz :
O Director da Academia dasSrienci
a Syciaes e Jurdica da Cidade deOiinda,
fica autu >ado a mandar matricular, ea-
dmitir, a I.1 rec teto dasmaiciias dopii-a
ineiro acno; quando pa-a issj se tuustrcui
competentemente habilitados pela Con-
gregacao, au> estudaiites Flix Thentonio
da Silva Gusma.5 e Antonio Buarque Li-
ma, nao oblante a falta dos exames de
Geomelria, Inglez, Geographia e Historia,
dosquaes fica dispensados at a primei-
ra matricula do segundo anuo, sein que
pos.>o matiicular se uelle, huma vez que
na5 a presen tem certidaS dos ditos exames,
O Snr. Henrique de Resende pede dis-
pensa da impressa deste pjiet'er, e assiui
?e decide.
Le-se outro parecer da mesma Com.,
sobie a pertenso de Joze Phelipe de Son-
sa Lea5, e outros estudantes, o qual fica
sobre a meza para quanda 6e tratar da
rcsuluca do Senado, a que este serefe-
le.
Eutra em disrusso hum parecer da
Couim:ss5 deJusliga Civil, indiferindo a
peltencaS da Pedro Cendre, o qual he
appiovado.
Ordem do dia.
Continua a discuti sobre as emendas
do Searle t desta Cmara, n* propo.-ta do
Governo que fiaa as Ibrcas de t. rra, he
approvatlo o Art. 4 das emendas sera
discusa5 ; o 5. fica empatado, e por c5-
seguinle add ado, e o art. 6. additivo das
emendas, n se approvs.
Proposta pelo Snr. Seara a urgencia
pira se discutir o art. que ficara addiado,
e entrando este em discusso he regeita-
do.
O Sr. Seara remette em consequencia
Meha oseguinte requerimento, que en-
tra em discuti.
** Requeiro que se convide o Senado
par** retnifo das duas Cmaras, a fim
de diaculir-se as .metidas por elle Titas
l da iix.'co das forcas de trra ap-
provada nesta ca^a, &c.,,
Toraa p.ti le na disctis-ad deste reque-
lim.nio os Sr-. Rezen-ie, Seara, Carnei-
ro Lea, Suuza Martins, Fernira de
Castro, e Rodiigues Torres, e dada a ma-
teiia por dijcutida, he regeitado por /i
contia 33.
O Sr. 1. Secretario declara Cmara,
que vai ofliciar ao Governo para se saber
o lugir e hoia do enterra meato da As-
semhlea Gira I.
Entras em d-cusfio as emendas feitas
e approvadas noScnido propo>ta da
Governo, e s emendas a ella feitas na
Cmara dos Snis. D puta dos, para a fi-
xacio das fjrfM navaes do armo finan-
ceiro de 1837 a i838.
" Arti. 1 da propona accrcscen'e-se
desdej.
!* Art. jO da proposta foi restabelerido,
v aerre^cente-se no hufi.ando prohibi-
das tolas as inai> proinorGoj.
" A ' da-, f).j)oi>_das p*lavras-.-de Ai ihiilieria
da Maiinhaaccrescenle-seOfB< ia<-s de
Fazenda e de Niulica, e siga-se al" o
fim 1 depois do qual accresceute-se em
navios armados em guerra.
" Art. la additivo. O Governo fica
authorisado a fazer embarrar, em navios
de guerra de Marinha estrangeira, os Of-
ficciaes da Armada Imperial que jolear
mais aptos, e que possa dispensar do ner-
vipo nacional.para hirem adquirir coohe*
cimentos piticos, coneedendo-se-lhes os
sidos de suas patentes, e todos os maia
vencimentos eraces de embarcados m
navios de gnerra.
"Ait. 13 he o 11 additivo das emen-
das.
'* Paco do Senado, era 5 de Ago-to de
i836.Beato Barrosa) Pe eir. Presiden-
te.Conde de Valenca, primeiio Seereta-
lio. Luiz Joze de Oliveira, qaarto Se-
cretario.,,
Depois de fallar contra a ptimeira c-
menda o Sr. Torres, pe-.se ella a votos
e he regeitada ; a segunda, depois de lon-
go dbale, em que tounao parte os Sis.
Torres, Vasconcellos, Henrique* da fte-
7ende, e Limpo de Abrcu, fica addia-
da.
Dada a hora o Sr. Presidente designa
para ordem do dia seguinie, a misma
materia.
Levanta-se a sessio i duas horas da
tarde.
SENADO.
Se;sa de 30 de Agosto.
Depois do expediente, o Sr. S -tur ri'no
por parte daCommissa especial rncar-
rogada dos Estatutos da Academia Mili-
tar leo hum parecer sobre o ordenado
do preparador de physica da mesma Aa-
demia,- que foi a imprimir.
Contiuuoit a 2. discossaS addiada so-
bre a ongrua do Bispo de Guiaba', com
as emendas postas, e que tambtm aug-
menta os vencimentos aos mais Bpoa
do Impeiio, e a varios emp ega Jos da
Capella Imperial, eo Sr. Vergueiro fes
hum requeiimenlo para que se peasa6
infoi mdces ao Goveruo, ouvirtdo a to-
dos os bVpo-t, o ijual n. passoa, sendo
approvada a resoluca com as emen-
das.
Eritnu em 1. e a. discussaG a re-o-
luca viuda da outra Cmara, que manda
tn'regar aos D pululos da Junta do Com-
mercio os emolumentos que existen em
deposito na meza da anc adaca de diver-
sas reudas, cun o Parecer da CouioijSo


DIARIO DEPERNA
ile Commercio e depois de longo deba
1; em que fallaran contra o Parecer os
Sira. Marica', Silirniuo, Borges, e
Marques de Barbaeena e a favor os
Senhores Paula e Soasa, e Vergeiro ;
Ioi ppro\adaore->oluca5 como veio da
nutra Cmara, e legeitado o Procer da
l'omm*s5.
Entrn em discossaS a emenda a re^o-
Inca5 que d-' providencias sob e as ses-
marias, que hav- fijado empalada na
Se-sao antecedente p-s>a pelo Senhor
Atmeida e Albuaaerqae, para qae as di-
noakoaa da iieaoluca nao i-umprehendao
legtimos pendentes; e posta a votado
niSfuiapprovada.
PERNAMBUCO.
GOVB&NO DA PROVIBCIA
Expediente do dia 15,
OFFIUOS.
AolWetof Geral dos Obras Public.*,
app, ovando o que propoem em seu ora-
rio de i4 do cor.ente para que oh
trabalb.dorea dos Pocos Artesianos que
faltarem sera motivo justificado se do-
coate o jornal de doos di.s por cada lal-
la. epara os que adoecerem eia nar-
ra* praco de i5 di.;; M. ci
qu.es sera despedido* se nao e apresen-
tarea., salvo se a moleta te**""*
por aconteciraento no trabalbo da a-
berlui. dos referido poco'.
A Cmara Municipal do Reciie p*r-
tecipando-lhe que a eas. dos Jurado, que
ioi mandad* prepaiar as loja* ds Oa-
x. da RellacaS do DeMrirto ,e.ta'promp-
ta e pode ler principio os trabemos r*s-
pedivos logo que a mesma tmara ti-
er lefio as disposicSea preparatorias mar-
cada, no Cdigo do Preces*) Criminal,
a-sim como o Juiz de Dueito do Cnme
aquem .frita igual parlenpac-o.
_Iu.l partecipac*5 fot di.ig.doi ao
Juit de Direito da segunda Y-ra do Cn-
me da Comarca do Recife.
DoSerrel.tioao Secretario da As-
amblea Legislativa Provincia '*-
do-lhe a Postara da Cmara Municipal de
Na.relb pa apresenlal a a dita Aiwm-
blea qoando se reunir.
Navios despachados no da i5.
PaUxo Brasi'eiro, Amisade Felii, Mes
,re Cypri.no Jos Pinto Para a Ba-
ha.
DIVERSAS REPARTigOENS.
TRIBUNAL Da RELLACA&-
^ Sessso de 15 de Novembro
Na Appellaco Civel do Juio de Direito
do Civel desla Cidade, Appellante o
Juue Mesarios ,da Irmandade de N. 5.
do Rosario, e A ppellado Luiz Antonio
Baihuta de Brilt foi julgada pela con-
fimaca da Seiileuca appetlada.
Francisco de Paul. Cavritanli de Albu-
querque, Prndente da Provincia. Ma-
Doi do Nascimeutejda Costa Monleiro.
HBZA DAS DIVBRSAO RENDA*.
A pauta he mesma do N. 24'
CMARA MUNICIPAL DE OLINDA
8. Scssa6 ordinaria do l.'de Selembio
de i836.
Presidencia do Sr. Barros Falcafi.
o
Comparecern oa Senbores, Doutor
Cba-ga> Albuquerque, Aivedo, e Oh-
veira, faltando com tsosw osSenhores
Tasaos Barata, e Doolor Roselle-i.
Abarla a Sps deme Ioi appnivada. A Gamraissa en-
carregada de rever as canias juntas a
Ires requerimientos apresen lados, pelo
Procarador acbou e encontrou Igualas
duvid&s, e esolveu a Cmara qu0 mes-
mo Procurador as saptisGzesse com ur-
gencia.
O Snr. Albuquerque requere-i, que o
Secielario sob a sua respon-.ahe!idade
no praso de i5 dias appeseuta^se huma
relaeaS em que vendad os noraes dos
foreiros o prero, o ter-
reno d'e^te, equanio devem os foreros;
sendo ests relc-<6 feila a vista das cori-
tas do procurador actual e do antece-
dente, e das cotilas approvadas por esta
Cantara. Foi approv.do o requmenlo,
eordenou Canuca ao Secietario que
salMUes* todo o seo conteudo.
O Porteiro do Auditorio continuou a
fuer os pregSes para a arremata de di-
ferentes contractos do patrimonio da
rae-ma.
O Secretaiio spresentou a relac.5 ex-
igida pela Cmara dos dois trimestres de
Mieo a Junlio : ioteirada.
Despachar.6 se requerimentos depar-
tes, e por 6er dado a hora o Sr. Presidente
lev.nioua Seasa, ha vendo a presente Ses-
sa ordinal i. por inserrada. Eeu Jo.-
quim Higino da Hutti Sitveira, Serreta-
no inlirino o esrrevi, Barros Falca, P.,
Doutor Chagas, Oliveira, Albuquerque ,
e Azevedot
PREFEITIRA DA COMARCA DO RECIPE.
Paita do di. i5.
111 m. eEim. Sr.
O r.b-Prefeito da Fregoeei. de S. Pe-
dro Maitir de CHinda, pait^cip. ter pren-
dido pala* 5 horas da tarde do di. 13 do
correte, em huma tal* rna o preto de no
me Amonio q-ie diz da Costs morador em Jaboaf.6, e aeren-
eont.aJo em de.ordem, e constar estar fu-
g'd*>, cojo preto foi rec .Ihido a Cadna
daqu Ha Cidsde, al quespsieca o legi-
timo Senhor.
Nada mais consta.
Deo< Guarde a V. El. Secretaria da
]>rcl'itura da Com.rc. do Recife i5 de
fforenbro de i836. l'.lm.e Eim. Sr.
nio emhypethesis, elles na5 podifio, ser
recoohecidos Ele lores pela presente reu -
ni plomasdesse o seu paiecer.oq'sen.iS poda
verificar por que tal CommissaS n-i5
exi-tia nem poda ser ciencia pela Mesa
Preparatoria; e asinstrucSs exigiaS es-
as apresentca6 e verificapeS &c. &c.
Segunda ; Que por sao mesmo que a lei
faculta ve sos Eleitores o favor de poder
volar evo di-verso Collegi >, tinha-lhes ta-
citamenle cassado s regala de votar pa-
ra a Mesa por is-o que seus ttulos naS
podiid estar compelentemente leronheri-
dos. Defenders o contiario os Snrs. E-
leitores Pedro Cavalc.nte Martins e
Vigaria____Qne a Lei niojinfli^ia pena
lguma quanda eonoedia urna commeni-
dade aa Ehnlores; que a inbibicsS da
votapad peral, empo'lava huma pena :
que as inslrucces delerminava, que o
Eleitor fizesse paiteripacaS a Cmara
ie>pectva ennisque se apresentasse a
Aictoiidade do seu destricto : que Boa-
va sub entendido qoe do destricto onde
o Eleitor se proponha volar porque de
outra forma se na6 podia entender con-
vmientemente a lei : que so tinha pra-
lieado os Eleitores em questad eque por
lano elles deviaO exercer plenamente as
regalas de Eleitor. Depois de longa dis-
cua5 a materia foi julg.da inproce-
denle e dispres>da. Foi mme liatemen-
propotla a votaca por escrutinio par.
os dou. Secretarios e dou Ecrulado-
res da Meia Eleitoral e obtiveraS a mai-
oria p*ra .quelles, os Srs. C. Me noel Ig-
nacio de Carralho Meudonsa, e DoUtor
Joaquim Nones Masado: para E-cruta-
dores vs Srirs. D. A. Ber Ferreir e J.
T. M. Freir Perreira da Silva. Toma-
rao assenlo. Seguio-se a votscio p^ra
oPiesidente ,e obieve a maioria de 62
votos oSr.Antonio Joaquim de Mello.
Tomnu assenlo.
O Presidente em ronformidade das ins-
truces, das nstrucs6es, submeteu ao
Colegio a proposta de dous Memb> os pa-
ra Commisxa revisora dos Deplomas ,
o .ilencio de todo o Colegia pareca lou-
var-se na eicolba do mesmo Piesidende,
quando o Snr. Enrutador Machado Frei-
r propoz o Snr. Vigario Francisco M.-
noel do Barros, e Iaidro Fran isco de
Paula de Mesquita que for.5 approvados,
e receberao os Deplomas.
Lavradas os rom ptenles seta levanlou-
a ssssa as lies horas e uto qaaito da tar-
de.
Collegfo Elkitoral da Cidade do Recife.
SessaS Preparatoria em i3 de No-
vembro
Asdez horasd. manh, achando-sere
unidos no Consistorio da Igreja de S. Pe-
dro gran le maioiia dos Snrs. Elleitores
d Mumripio.ealguns'deouir.sFieguesias
iulermedi i% presedidos pelo Juis de Paz
do Bj'ro de Santo Antonio o Snr Co-
ronel Joaquim Bernado de Figueredo,
procedendo a leitura das instiuces, em
seguimento le* a proposta paa Membros
d. Mesa Piepraioria dos seguintes Srs.,
para Secretarios : Domiogos AiTonso Ne-
ri Fer le' a, que tomou as^taHo: Anto-
nio Joaquim da Mello Pacheco, que na5
te achando presente foi sub-.titui.lo e a-
m ovado, o Snr. Antonio J.quim de Mel-
lo: par. Escrutad jres os Snrs. Coronel
aspar de Meneses de Vasconcelos Dru-
inond, que n 5-estando na casa foi u
bslituido pelo Sr. C. Amonio Gomes
Leal, e Domingos de Souia Le*5 que to-
m-ra S'nto. Procedeu-se a chamada
e acharaS-se presentes ia3 Srs. Eleitor. s
inclusives. Sq>c'ou-s-? entifi pelo Snr.
Jo.e Theodoro Maiado Freir Pereira da
Silva huma dnvida seos Eleoies das
Freguesas iutern)edia< podi.6 unanimen-
le volar p.ra a foimae 6 da Meta Elei-
toral oque elle negava e ocoadjuva
raem sna opmi.6 osS rrs. Eleitores Nu
oes M-xado, Xivierde Bilo, e Antonio
Joaquim de Mello, fondados especialmen-
te em du.s razSes primeira. Eos que
n 6 podendo elar reg'etados os oois.i
desses Senhores E'eitores no livro das ao
las Parochiaes do Munipiclo,e na6 com-
pet'ido a apreeuiacsd dos seus Dip'omas
ao JuizdeEaa do Baino de Santo Aoto-
EXTER10R.
Allianga da Inglaterra e Franca.
Discurso de Mr. Thiers Presidente do
Const Iho na Cmara dos Deputados.
ConlinuscaS do n. antecedente.
Eu poda ritar-vos minios outro. A
Hol.mda, por exemplo (peco a Csmara
perdi de entrar em todas estas rellaces,
porem traa se de tftO ellos inleress.sdo
paii que he bom apresen!.rexemplosl,
a llollanda deve a F.anca a sua libeidade ;
ella tem sido por bastante lempo a alli-
ada da Franca contra a Ibspanba. Mis
bem ; quaudoa Hallan Ja depois da paz
dos Pirineos, vio q'ie a potencia que el-
la tiohi mais receiar n. era a lle-pa-
nl>a, mas sim s Franca, a Hallanda se tor-
iiou o centro e almas das coalisses cantra
. Franca e ella seguio ests marchaste
paz d'Ulre hi.
Citar-vos hei um gabinete bem ronhe-
cido,que de potencia minoificant se
tornon em huma potencia immen-
sa na Alemanha o Gabinete Pruci-
ano. Duranta a primeir. parte da su-
a exi tencia {elle estav. ligado rom
a Fianca contra Austria tanto para
conquistar a Pru>sia ducal como para
alcanzar a | Pamerania Megdebourg, e
outras extenies de territorio.
Em 1701 este Gabinete de repente se
uni acoliasio g-ral|rontra a Franca ; e
n sta ganbou a exienca de suas provin-
cias, e o titulo de reino. Era 174 mM'
dau de .llianv'a e tomoo a Silesia contra
Austria, depwi* alliou-ae a Austua oa
coalU6 de Pilnilz.
A Inglaterra, que se diz noss. inimigs,
foi contra Fr.oca durante as guerr.s de
Francisco I e Cario V ; mas quando ella
temeu o poder de Carlos V quando el'a
temeu que elle nio 1 ealiasse mooarchia
universal, ella se vohou contra Culos V,
, no lempo de Philippe II, se uni Fran-
ca conlra este; no lempo da guerra desuc-
cessio da Austria, lign-se cos a Austria
contra Pru-sia, poique Austri. eslava
ameacada ; e na guerra dos sete annos li-
gou-se Pru>si. conlra a Austria, porque
Frederico o Grande eslava ameacado.
Desta maneira, folhe.i a historia, eneN
la veris dominar stonpre este principio :
os ptrvoa rnudio de alliancas, de emisadea
e inimiiades, segundo o nteres do dia*
Aquelle povo que em hom dia dado tem
os mesaos interesas qoe nos, etse lie m-e-
so alliado nesse dia ; nio ha huma verdadn
maior na historia.
Pe?o perdi Cmara por osta digres*
b5es, mas que se tasta dos grandes iute-
retaes do paiz, he necessario indicar os ex-
ampios que noi pivem que tA maieha
he a inelhor. Nio be verdade que a In-
glalerya, porque nos tem combatido por
quarenta annos, seja sempre no^sa inimi-
ga. Se hoje, por exemplo, ella tem os
mesmos interesaos qoe nos, e se n, teme
os meamos inters* que ella, seria neces-
sario ter hom amor bem pronunciado por
certas theorias, para f char os olhos aos in-
teresses reaes, e recular huma slanca que
he verdadeii menle a aliaoca desta poca.
Por isso eu rep-to que, se hum povo
tem os mrsraos interesses que vos, elle se-
r forjadamente vosso alliado n.tur.l. Ora
bem, tem a Inglaterra hojees mesmos n-
teressea qoe nos ? He o que nos eumpre
ver.
Eu acabo de vosapiesentar a historiado
passado ; fallare! agora da historia contem-
pornea, dos factos reaes ; e eu que tenbo
. honr.de dirigirs relsces da Frsncs,
que topo todos os dias os ntrreses da In-
glaterra no mundo inleiro, posso assegu-
rar vos que ella tem os mesmos nteres-es
que nos e voo mostra-Io de buma msoii*
ra pereraptori*.
Qu.e sio, ha sen annos, .8 grandes
qoestes que temos tido ? Temos tido hu-
ma immensa na Blgica, buma iQtiMBM
g>ande na Hrfspanha, ou antes, na Penn-
sula, para fallar de huma maneira mais g-;-
1 al e mais justa j temos tido huma no Ori-
ente. O a bem, procuremos quaes erio
os veidadeiros interesses da Franc..eda
Inglaterra nestas tres g< andes quesle^.
He necessario con .ederemos huma coli-
sa, e he a differenes nio s da nosss 011-
gem, mas tambera dos nossos principios.
Talve que sendo o S>. Duque de Fila-Ja-
mes lio bom Fraucez como eu, nio olhas-
semos ambos os interesses da Franca da
mesma maneia; ilo he bem natural, ea
Cmara saber porque ; ( riso geral ) ea
nio posso esquecer que sou Ministro de
Luz Pnilippe, e Ministro do lempo actu-
al. Ora bem, colh cando-me neste ponto
de vita, permitti-me descrever nestas tres
que.-t-s os interess s d. Franca.
A Franca nio foi faier revolucoes e ro-
da della ; o que era contrario a seus prin-
cipios e sua lealdade.
Nos nio filemos huma revoluco na Bel-
gica, p.irem a commovio da rovolugso de
l830selhe communicou, ealii_.ppsrecu
huma grande questio. Este Reino dos P.-
izes-Baisosque o tratado de Vieooa linlia
feito, e i< sabis com que interesse, pon
que se Uie rhamou buma ponte para a
Fianca, nio era hum immenso inters*
territorial para a Farnca que este Beino fS
separaste das suas duas partes ? Se a r ra*
ca tivesse feta ito violentamente com a
sua espada, teria obrado contra os trata-
dos, e fallsdo i promessas feila-. Euro-
pa ; mis natural e ispontaneamente o u-
lico odia entre as duas p deu lugar a huma separacio. Q-ml era o
interesse da Franca ? Er. que esta sepa-
ra<;io se consumasse, e que deixassemde
existir as hostilidades que por este motivo
bavia nos Paiies-Baixos ; qie, a mais im-
portantes porvio desle Reino se mudasW
em hum estado neutral e amigo. E te be
hum interesse evidente, seja qual lbr s op-
piniiu que se proie.-se. Eu julgo que90-
biea queslio btlga nio se podem levantar
m*is duvidas.


DIARIO DE p BRMAMDUCO.
Ora l)cm, nesta questo quera acharaos
nos votando comnosco nis conchos d>
mundo? A Inglaterra. Perguatoou, se
a Inglaterra bao seria huma alliada natural,
e se se deva repel ir ? Nao era lium ser-
vico inmenso feito ao paiz, huin immen-
so servico territorial oguir esta separado
(eu o repito anda ) nao pela iniciativa
armada da Franca mas com o conseuii-
mento de todos os Gabinete*.
Quem be que guiou e-ta solucio sem
guerra ? Foi a Inglaterra.
I'assemos agora Pennsula. Que era
necessario fazer na Piunsula? H- bem
tvidente que sobre isto nao podemos estar
de acord com o honrado Dnque de Fitz-
Jmes; ha impossivel, eu convenho. Mas
culljcai-xoi hum instante, se *6< queris,
na nossa situaca. N< nao quitemos fa-
cer huma iei olc .5 na H.-spaoha. O Re
Femando tioha morrido ; tinha de ante-
rna logado a sua rq/a sus filha ; nascia
hum* queslod desuoeasaS j. mas para nos,
que seguimos a du trina do go ver to de Pa-
cto, nos temos adiado, permitirme que
tos diga, muito bono; muito conveniente,
o recouhecer e auxiliar o governo de fac-
i. Q'ial eia ogoverno de factn, o go-
vi'ifio l**gI p*re irw? Fra oqueFemau-
do instituto antes de morrer, aqu-He que
elle niesmo tiuha estabelecido, nao s por
eu testamento, mas tamben por huma
ralificacad do paiz.
Que a lrma empregada fosse boa 011
m, era para n. hum Governo legal, hum
Governo que acbamos estabelecido. F*l-
lar-vos-hei com franqueza; alm de ser
hum Governo legal, era hum Governo a
que da vamos preferencia, vou dar ra-
zad, ainda que vos a sabis.
O Principe antagonista do Governo le-
gal, ha alguna annos que se tinha feito
Chefedosq-re se chatna Carlista Hespa-
nlies, que, como vos sabis, se aiseme-
Iha muito aos Carlistas Francezea. ( Es-
cuUi! escutai! )
Ora bem, DO* de vamos preferir, nao
D. Garlos, mas u Ilainha Izabel; nos 1*1-
t riamos a nossos principios, se tivessemus
obrado de outta maneira ; \< vJes que
Iaiianios oom bastante franqueza. Mas,
f.i/.endo i-to, que poltica .seguimos nos ?
Seguirnos a mais ariiig* e mas sabia puli-
r da Franca; era esta a poltica de Luiz
XIV) era a poltica do pacto defamila.
(Continuar-se-ha)
imu m---------
RTICO COMMONICADO.
Continuaco do numero antecedente.
Em viilude do priti. ipio exirado as
agoas que conduz este canal se elevo ap-
pi "xiin.-imente e depois de travessar o
valle ao momo nivel donde deiceio. Se
piolong trinos poiem o dilto canal lio
fe mente ate o timo do valle e nao deixar-
raos no liquido serian huma pequea sa-
bida na parle superior da txlremidade do
dito tubo as agoas e.-gn ctniio vertical-
mente tanto mais alio quanto a raassa
ulimnitaria Ser situadi em maior altura.
Tal he a oiigem de todos os chafaiizes e
repudios.
Recoi damos-no agora do modo com que
as agoas da chua peuetrio a ttavez de
certas carnadas dn< tei renos stralficados ;
nio percamos tiobem de vista, que so-
mente sobre o declivio das collinas ou no
ajo en me, beque estas carnadas se mos-
tio a descohertj pelas suas bermas, que
ali lie ( a sua tomada de agoa que nao
pode por ranto se efectuar senij em lga-
les altos. Reparamos mais que estas ra-
madas aquiferas depois de ter accom-
panhado o declivio d stas collinas, que em
outros lempos as recentando as obrigv-
rio a se alevantar nos seos flancos ( cmo
ja o explique! ) se extendem horizontal-
mente ou quizt liorizontalmente naa pla-
nicies; que ellas se axio muitas vete* es- I
treilamente comprimidas intte duascama-
das impermeaveis de barro forte, ou de
ro hedos ; e conceberemos a existencia de
niassas liquidas subterrneas axando se
naturalmente as condicedes hydro I .ti-
cas de que os canos de conducto ordina-
rios ou os Souteraznj offeressem mo lelos
arlificiaes ; e bum faro de ven urna pra-
licado no. valles aira vez dos terrenos supe-
riores, ale perforara 1.a das duas Sitas
carnadas impe meaveis entre as qu* acamarla aqu forase axa c imprimida ,
vira a ficar o segundo ramo d> tubo em
forma de U de que anda agir fallemos ,
ou figurando huma ,-orte de sipbio as a-
vassas, ou em fira hum Souteraz. O li-
quido suba pon appmximamente neste
luturo, na altura que a massa alimenta-
ra conseiv* sobre os flancos da roonta-
nha ou colima o-ide tomn se > nasci-
mento. He pus mui fcil a parceber de
que modo, em hum terreno plano, as-a-
goas subterrneas collocadas em di venas
profundidades, podem ter forcas escen-
cionaes diflVrentes e ninguem se admi-
rara de ver que.aqui a mesma mssa
d'agoa -sguicha huma grande aliura ,
e que acola ella nio rhega ate a superficie
do terreno. Bastarlo as nequ|idudes do
nivel, para causar todas estas diferencia.
A expliraefo que acabamos de dar da
asrencio das aguas nos P091S Aiterianos ,
he ti o natural, que .ella li a piimeira
que se olleresceo aos phisicos.
Examinemos agoia a nica dilfu-ulda-
de eapeci'tza, que se lem producido, con-
tra a aMmiaijo das fontes artezianss, I
huns sioh.s asavessas ou a uns souterazi.
Alguus destes pocos V. G. o de Lillers era
Artois [( l''ranc ) esguicho no meio de
huma immensa planicie a mais insignifi-
cante tollina nio se deixa ver de lado
algum ; onde axar tntio, exclumio mu-
tos e tas columnas hydroslaticas, de que
a pies .i deve elevar a* agoas ao nivel dos
seos pontos os mais elevados.
A isto respondo que devenios proc-
ralas se necessario for alem da exten-
so da vista a i5 a So a 'es.enta le-
goas e ititimo anda mais longe. A ex-
istencia de lauco-a lquidos (uhlerraneos
de cem legoasdeextenci nio pudendo
ser evidentemente ubieccio >ei ia .-enio
para quem quizer sustentar contra todos
OS testemunhas da scienria que cem le
>;oas de terreno, nio pnleu ser de mesma
cmslituicio geolgica.
V< jamos agora quaes sio os proJuctos
diarios destss fontes. Em Ft anca existe
hum destes pocos no mornteirode St. \n-
di de que a ago< elevada a mais da ao pal
mos, cima da supeificie do terreno das
duas pipas d'agoa por minuto. A Boges ,
perto de Perpinhio ( Franca ) nutro que
rl dois mil litios ( mais de 3 pipas )
d'agia por minuto. A Tours no quaitel
da Ci vallara oulto que I I > palmos ci-
ma do terreno esguica mil cen'o e de/,
litios quaze duas pipas d'agoa por minu-
to em Rivesal e- nutro de 8uo litros,
outro em fim hroqueado de novo perto de
.Silleis de7oo itros por minuto. Em In-
glaterra na fabrica decohre laminada de
Merlon, em Surrey hum de pipa e
met por minuto.
Aqu o author do memorial que a-
nili-amos, extendeo-se s >bre as vantagens
que otferecemos agoas dos pocos artesia-
nos, que tanto pela uoiformidade da
temperatura dellas, constantemente ele-
vada como pela sua inturha za, mostrando que com ellas se pode
conservar em intetior das ca-;i, leudas,
e e-tufas, huma temperatura moderna,
no meio da estata a mais 1 igoro a ar-
ireigar rom ellas constantemente plantas
aguticag uteis, bem como o *g i hi- e
as preservar do gelo. A sua superiorida-
depara deitar os Iinhos finos de m-lho,
assim como para as fabricas dep lempo que as igoas ordinarias t,f axa
turvadas pelas enxorradas, e emfim a
granue vantagem de impedir de morrer
pelo fro, os peixes dos tanques e vivei-
ros. Pessando da leve obre todas estas
inestimaveis vantagens, de pone.< nter, s-
se para o nosso Brasil continuaremos a
acompanhar Mr. Ar. das maiores subtilidades dos pocos ar-
tesianas para o nosso paiz, e com mais
particularidades paia esla Provincia.
h Bioqueia-se muitas veses a terreno,
diz este sabio acadmico para lancar
as enlranlns da trra ag >as que demo-
radas na sua supperfi, ie sobre bancos
impercaveis de argolasoude pedia ,tir>
nava grandes extepr,6es de paiset nao
someute insalubres, como tambem impro-
prias acuilma. Huma pleni< ie immen-
purtu de Maicelba (Franca) e^a ta5 pan-
tanosa, qne pareca impossvel asu*dis-
secagaS com o simoLs xp- diente dos
canaes supprficiaes. pial icario, e con-
tinuad a lancar anda h j paia humas
carnadas piviis situada a certa profou-
ddade, aquellas agoas quaeiterileaei6,
esta porci<5 imm-usa de terreno. Ha
quem as-egura que estas mesmas agoas
di p.lis de ceito trajelo subtei raneo j s'-5
que 1 irnu as fontes esgoichadoras do
poito de Mia5 perto de Gessi.
Hum Mineante de fcula de batatas,
de S. Dlliz ("Fiama) de.embaracou se no
tiyvtruu de i83a a 1833 pelo meio de
bum poco, forado ate a profundidad^ de
celtas carnadas arenosas e abssrvenies,
de 8 > mil filtros por dia de huma goa
cuja de que o fedor ptrido dava lugar a
queixas, que o ten a mandar o seu eslabelecimento. Depois
de 5 meses, a verruma axou anda areia
puro no fundo nete furo, que ru dei-
por tanto de contimr de preenxer anas
funec s como no seu principio.
Fm huns trabalhos empr. hendidos em
Bondy, (Frajfa) os engenheiroa, pelo
mesmo meio se rezembaracf o [todas as
2-t horas de 100 met os cbicos de agoas
que incomoda vio nos seus trabalhos.
Aqu Mr. Arrag, lancando a vi-ta
sobre atgumas anomalas, que^etem <>b
servado lano no broqueamento como no
esguiebar de certas fontes artzi-n'8 ,
como de ter-so visto em infinitos luga-
res praticando-se furos mui vi/inhos uns
d w outro-, huns dar humas bellas fontes
esguichadores outias nem se quer hu-
ma so pinga de aga, continua as.-im.
Ivtes fados nio tem nada de muito ex-
traordinario ; p'-is devemos nos lerobrar,
que as aguas -ubterraneas f..rmo mas-
sls de grande extm-o verdadeiros lan-
joes d'agoa nicamente na superfi ie di
sepai8(i>de duas carnadas minetalgicas
distinc'as, que pelo contrario na massa
das menos compactas tiestas carnadas ,
do decalcaren por exemplo, is agoas
nio exislem, nem circulio d>tniliva-
meute, se nio em hunB sottes de la-
gos entie os quies axio-se massas de er
utaclas, sem fendas nem gretas a'gu-
mas e por isso impormev i Se o furo
da verruma derd'hum destes regoi, as a-
goas devem subir neste furo em propor-
pin da pressao que ellas supportio. Mas se
por desgrana a verruma acontecer cahir
sobre huma parle do rocha lo calcreo mui
compacto, todo o traba1 bo fica baldado.
Estes resultados nio tem porem como
ja o demoslrei nada de extraordinari.i. Se
em lugar de procutar as goas no interi-
or, ou tal vez tio someute nap.rtesu
pe lor da ma.-sa de er se routmuasse,
uuMMip- na sccxdaiiem p >r entreo
povos leudas gn tas dos terrenos que
ellas travessa ; estes tubos emfim intei-
rarnenle indspensaveis sendo, diz este
ilustre acadmico lefios de madein, nao
sao ta deeituosos como o poderiaS pen-
sar umitas pes-oas. Em hum poco arte-
siano de Ldlers ( Fianza ) estes tubo*
le tus de madeira de carvalho duraS a
roais de 7oo anuos. Smente a parte SU*
101-, a que se eleva cima do terreoo ,
beque ten do apodrecid lem sido reuo-
vado diversas veres. Os tubos de metal
tem tojivia a vautagem sendo mais finas
de diminuir men.su fui o da ven urna.
Arrag. Traduzido Analilicamentc por
J. J. C.
CONRESPONDENCI*.
-*-
sendo possivel, o broqueamento ate aca-
mada impe meavel sobre qual repousa es-
la masa ali rertainente se pxatia, nao
pequeos fio*, nem diminutos regos de
liquido, inassim, bum virdadeiro lan-
90I de agua e o successo da operacio nio
poderia mais ser duvidozo.
Aqu o auihor do memoiial appiesen-
ti humasorle de pauta dos divei>os pre-
cia da execuco dos pocos arletiauos em
Franca e em Inglal na, que julgainos
desue.essaria reproduiir aqu, visto que
nos paresse quaze imposivcl estabelescer,
huma itlacao pioporcional, exacta, en
tre laes preco-, eis o-aque se p uleriio e-
levar a que esle ti aba Iho sendo como o
estamos obrigados a mandar vir da Euro-
pa os artistas e ulence8 indispeusaV s.
Com tudo lembrando mais nos da exeel-
lenie qu li Jade e grande duracio de di-
versas das n issas madeias do B ra i I o
vmbaliio V. G. ou o Ariapraco po-
duzimos anda huma ob-ervacio de M>.
Arrag, sobre o empiego dos tubos de
madeua.
K-les tubos diz ellas ( fallando dos tubos
emgeral) pelos quaes sobem definitiva-
mente ls agois sub'ei raneas estes tubos
destinados a impedir que as degradact-s
das partes intemas do canal ascencional,
nio venhio seja pela rea seja por pedre-
gulho a obitrmr 00 tapar inieiamente o
dito anal ; estas tubas de que hum do-
fins he lionera impedir, a conun nica
Ca5 das agoas puras da g ande massa que
se foi procurar-se ta grande profundida-
de com as outras agoas mais ordinarias
travessidasera principio ; estes tubos des-
tinados tabem a impedir que as agoas na
inrs. Reda totes.
Quanto raprehansivel nio lie a conducta
di quelle Empregado Publico queesqueci*
do dos deveies que a Lei Ibe nnpor, .-o o*
Iha a seus caprichbs), paia viugar-seda-
qualb s que Ibe sio disaletos. O que aca-
ba deeomigo platicar o Esrrivo do Fiscal
do Bairro de S. Fr. i Ptdro Cciivalvea Jo-.aJ
de S. Auna, he bem uotavd, pois q' por nio
me gestar em razio de ter eu pai til hado as
opini5va da Revolucio de I8a4, nunca
pode de mim vingar, albe que deparando-
Ibe a so; te urna occaziio oportuna, elle
dalla se aproveitou con o penco, para iu-
du/ir ao Fiscal do dito l-u 1 o, para passar
Termo da achada por falla da afei icio da
vara, e 1 ovado, pois que utidu eu finca-
do ao Fiscal na occaziio am que patsava
dito Termo, que tioha o bilhele de aferi-
Cio em minha caa, e que no outro uta
Iho apieseutaria, por nada eteve o Sr.
Fr-cal, tata luda isto he nada. Pas-adaa
trtz set: anas depois de Ur p*go o referido
Mandado de sfericio, sou nulificado para
pagar outro Mandado, poi falla da apie-
sentacio do bi'hat.? do imposto de dois mil
res estabelecido pelo 3." Artigo 8.* da
Lei Piovuicial de 8 de junbo do torrente
auno; oque he fd^o, pois que nunca o
Fi cjI (al bilhele de mira exegio. Por tanlo
Src Kedaitoris rogo-lhe a inseicao des-
tas Iuhas para conhecimento do Pubico.
e desagtavo da juslica off ndida, e do sea
Assignante.
Francisco Joze dos Prazeres Camboim.
PUBLICAGAO' LITERARIA;
He asesas conhecido em Pemam-
buco a falta de hum plano bem
orgamsado de iimlruc^ues geracs
da Taticta Moderna de Cansado-
res arma luye em dia a ruis
generalizada cuja viilgarisacao
dsse suffissienles meios de inslruc-
<;o aos Cidadaos Guardas Nacio-
naes tanto Oficiaes como Solda-
dos para em auxilio do ordinario
exercicio dos Corpos com seu es-
luoo particular poderem conseguir
lium adiantamento brilhanle as
dilierentes manobras.
Possuido do patritico desejo de
orncer aos meos Concidadaos li
recurso to til e to rafo eni
nossa Provincia nao me pon pe i
ao trabalho de recopilar e ajuntar
em ordem, e o mais resumido pos-
sivel com aquella clareza que
exigem os que aprenden! tudo
quanto encontrei e julguei nes-
cessario ao Hm a que me pro-
puz.
- m
Jssigna-se para esta obra lio
nescessaria na Tyjographia de
M. F. de F. no piinieiro andar


PERNAM BUCO.
a 1#000 o volume em bruxura
e avulsasera a I #440 r.
THEATRO.
HojeQuarta feira 16 do corrente a Be-
neficio de Anua Epifana de Soma Bitan-
ourl se repre.euta a PecaO Cercu de
Toledo, ou a Viuv.. de Padtlba herona da
LaberdadeHr-spauhola. Nj fio. do i. ac-
lo se cantar urna Cavatina ; no lim do 3"."
becantai o engrapado ductjO Castga.
Rematar o exp.dacolo rom obiilhanie
Pantomimo que a rauilo trmp<> nlo vai em
acera denominadoA Recluta na Aldeia.
AVIZOS PARTICULARES.
O abajxo asrignido lendo no Diario de
Terca feira i5 do corrente a pcig.mta de
um Snr. que da a (Jo do fogo, e O seo nnme nao apareceo na
rellacio, que j foi publicada ; queia Ur
* bondadc de declarar por o mesmo iaiio,
orno se chama, e se o nio fi.ser deixaiei
dedar respost,consi(Jerando-opoiem co-
mo calumniad..r, que.- se se. rio destalle
para exercer *eo genio.
W Quem quiserdar300$ re$a ju-
ros de 2 por rento ao mea : auiiuncie, 00
dirija-se a ra V.lha D. 8 onde se dar
porfianca uro n.olatinhode ia anuos por
eguranya da menina qoantia, e ti' b.m ne-
gocia-ae o mestno.
U* Quero livor urna cas para alu^r,
que nao exceda de 6$ res : annuneje, ...
inetade de urna, queseja em na de S. Jo
ze, Fagundes, ou Nogueia, inda mesmo
110 Padre Florn no : ennuhrir.
^ Algumi mulher, que quiser ser
ama d'uma casa de pequea familia; ao
liuocieua morad, p.ra ser procurada.
&* A higa se una e.-.crava fiel e que
calenda alguma cou*a deco.sinba para ser-
vir a umacasa de mu pequea la mili., j
anuncie, ou dirija-sea r.-a da praia em a
aerraria junto ao tanque dVgua do Pache-
co paia tractar do ajuste.
*7* O Encadcrnador de Jivros, da
Piaea da Independencia pede a lodos os
Sara, que Ihe mandarlo eucadei nar livros,
e que j sabem taren, promptos, que
Tenho rrcebellos, poisqueodito tem de
xarseus assento?, e nao o pode lser aern
obzequio do que p.de.
fc^ O Snr. M. J. F. queira vir pagara
quantia de 20^)160 reisque pedio impres
lado a Joao Bapijia de Soaxa Lenca a
mais de 6 meses, e nao lera que. ido pagar,
e por issofaiscienteao publico para verse
Bssim oannunciai (a recabe.
y& P'ecisa-se para ama pequea U
tnilia de ama ca*a de sobrado, cu um 1.
ou 2. andar no Bairro de Santo Antuuiu,
e as roas seguidles; largo do L.v.anun-
to, Gollegio, ra das Crutea, Qucimado,
Kozano(la.ga), ou ra Nova, al o preco
de 200$ res por armo, daudo-.se fiador,
c alguna mezes adiantados, se necesario
for; quemtiverpara alugar, e que.endo
annuncie por esta iblba para ser procura-
do, r
y Haooal M reir de Soqza precisa
retirarle p.ra fora do Imperio, e sendo
doseodever I-sello depois que liver saldado
suaa Cuntas, por mo ioga a talas as peo-
s que anda Ihe euio devendo alguna-sal
dosdolemppqueo mesmo leve armasem
as tenbio satisfaser no praxo de 8 das, do
conlrai io usar dos meio* competentes.
*9~ A higa-se urna ama rom bom leite,
forra, ou cali va, oa ra da Florentina casa
l). i achara cora qaero tractar, oa aimun
ci a morad t para ser procurada.
Snr. Navarro, cujas condices seiSopaten
tes.
COMPRAS.
Urna negra sadia, c que en tenia algma
cousa de cosinba, com tanto que nao teuba
menos de 35 a /{O annos de id. d, que seja
hel,esem virios: annuncie.
&9* Cabello que nio seja milito preto :
quera o tiver dinji-se a rua do No^ueira
U- 8, dt fronte do sobrado de 2 andares.
*^" Um refe para Sai genio de Guar-
da INaciouJ quem o tiver annuncie.
LEILO.
Luttkens &Comp. faam leilio de va-
liuslasend^s (Ruarla feira J6 do co-rente
me/as 10 horas d.< manhi na rasa da sua
residencia ra da Ci u u. 60.
VENDAS.
ARREMATADO.
Pelo lu*a da a. Vara do GVI se hade
rematar r.o eia a Jo rente trex negras
e arnesrrdTo de servico do campo.
W .Nda 17, ai e 4 do cor.ente
S hade por em p.ac'a qem rnais der por
venda i4 escravoa de amb-^s os sexos, d;
?arios sci tjoj e ofiicioi, em a p'-ace dj
1.
U gura, sem achaque, sabe rosinhar, eng.-
nia, e lava, e fax todo o Scrvigo d.e cas.. :
na'ra da Cadeia velha I< ja t. 55
19 Urna niol.tinh.i re.olhida, eedu-
caoa para rao. araba, de i4 pa.a i5annn^
sabendo coser, engomar h.-o, e fafer la-
varinto : tio'iem se troca por algum es-
cravotnocoe ben parecido que 6rva pua
pagem : na pviej da Boa-vista, sobrado da
esquina, que dobra para o beco do Vera-.
V&- Dois quai tos capados, e um dito
de sella : no patio de S. Pedro lado es-
querdo D. 6.
V3T Na Typografia Fidedigna, ra das
Flores, e na loja do S-ir. Carduzo Aires,
roa da Cadeia do Recite, achio-se ; venda
diversos R-gulamentos, e Instrurcea para
a exenncio d'algumas Leis Provinciaes, no
mesmo frmalo das ditasem quai to, e bom
typo.
9JJ* Polassa da primara qualidade re-
cernementechegada, em barnz grandes e
peqopima: na 1 ua da Cruz n. 56.
W^ Um|cavalIo, muito heui entina-
do a posar carro, tanto de duas, como da
quairo rodas, sem mauhas, nem defeito
alguro,etarabem bom de Satn, esquipa,
ecarrega de meio : noatteiToda Boa-vis-
ta loj do segeiroLuz.
W Urna preta ciob de idade de i9
annos, de boa figura, tem vicios, cosiuha
o diai io de urna casa, e t.-m b>>ns princi
piosde engomado : na ra da Roda D. 9
W Dois cava I los urn ru?o, a oulro
alazio caxito de boas figuras, e ca.rega
dores : na rasa junto ao portan da Ordem
Terceiade S. Fiancisco D. 7.
com casa para urna grande familia, acabada
apuco, pintada e eiiyjdracada, cosinba
fo.a, estribara, e quarto para fcitor, tem
treseutoa |s d larangeiras, e outiasar-
vores da f.ucto pequeas, porem tudo
bem principiado ; tem capacidade para ter
vaccas de leile, tiob'tn se troca por algu-
ma rasa nesta piaca; na Praf da Boa-
vista D. 16.
*y Bxaspretas agrandes do Porto :
nt mes o a casa cima.
fcaV Obras com pelas de J. J. Rosseau
em 37 tomos, de Voltaico tm 42 ditos, de
arr. Bussou, Cuview eLac,ede com es-
tampas coloridas de todos os animis e
plantas em 54 tomos : estas obras sao rira-
mente enquadernadas e dourads : no pa-
teo do 1, pi imeiro andar.
W* U,,,s venda com poucos fondos,
mono boa para negocio, na B,a-vi,ta, rua
Velha na esquina do beco de Joao Francia
co : n.< meama casa cima*
*" ^8|>im de planta diariamente a
280 res a arrouba : na rua do Cotovello
casa defr. nledo beco das Barreiras.
\TP* Urna mora la de casa terrea sita na
rua de S. Joze O. 12 do lado do uascenle :
na Camboa do Carino f .brica de aparellios
milita, es a f.l'ar cra J9M R,boiro de Vas-
con> ello Se liitS ..
*W Una rebeca firla com sin compe-
tente cauu.; na mesiia casa cima.
Bixas : na Praca da Bja-visla Bo-
tica D. io ; a saber a pequeas a 100 res
e as gran lea a 3ao.
fc^r* Boas cadeiras americanas, bancos
de meio de salla deangico, cadeiras do Por-
to, buis tocadores, camas de vmto de ar-
roago, cadeiras para meninos, esleirs da
India de muito bom gostoe muito finas, e
Ovrros muitos objectos que avista do com-
prador se fu patente: no armss'-m da
rua Nova D. 34.
$3** Urna pluma grande de penai d>
J'inco vimUs de Femando, sendo a pluma
vei d>? de muito boa cor, e muito bem tra-
balhada; na loja do Sur. Joe FeJis, rua
do Cabuga.
%& To ilhas de oliado para mezas, de
lodos os tamaiibos, mais pequeas para
bandejas, oliados piulados e lizos de tod-'S
alcores,selins i-iglezes de patente e tam-
b'n para cavallana, arreos paracarrinho,
bolini d- Li-boa e aapatos para homem,
sapalos de duraque, e cord -vio e de mar-
roqun! para senliora, tudo por preqo co
modo : na rua Nova D. i4 e i5 n loja de
Antonio Ftrreira da Costa Braga &Comp.
t& Por p.efo cmodo meia duzia de
cadeiras stbericanas em racio u/o, duas
bancas, euui limo de sarja de seda muito
superior que mS servio duas vezas; annun-
cie, 1 dirjase a rua do Padre Floriano
D. 29, casa do Hospital.
*C^ Um quario muito novo e posjan-
le, bo.n c.-r.egador, e tem principios de
e-quipado, a-sim como tarobem se vende
umpoldro bom passeiro : na rua do Aasou-
gue velbo correr do Pirette casa ullima do
lampiSo,
W Dois cavallos de estribara de bo-
nita figura, com bous andaies, por preco
como io: no atierro da Boa-vista D, 14,
venda que tem arco.
W*~ Urna negrinha, de 16 annos, cose
clio, faz renda, e cosinba o diario de urna
CisMj outib m se troca por um mole-
que: na ruadasAgoas verdes sob...dinho
deum andar no fundo da Igreja de N. S.
do Terco achara com quem Iraitar.
*3T Um preto de 25 anno-, deAngoll
sem vicio, nem achaque al^um, com o of
ficio de serrador, e principio decano-iro ;
em a senaria do Xaviei em a rua da Praia. I
*&" Bixas : na Praea da Boa-vista reo- I
da desecos D. i3 ; a saber pequenjs a loo
res, eas grandes a 32o, por toda a moa-
da de cobre.
fcJT Um cavallo caslanho novo, pa-
ceiro, carregador baixo l meio' a esqu-
par, manso, gordo bastante, e com umi-
tas proporces para rodar um carrinho, e
faz bem parelha com o que tem o Snr.
Thesoureiro do Sello : na rua de Santa
Bita nova I). 2, se dir quem vende.
va casa da esquina que volta p.ra a rua d e
Flores ha caf* da Apipucos superior ao de
fura a 16O reis a libra, fumo da ierra .k
encllente qoadade, lijoUo'de alvenaria,
1 ipas, caibroa &c, e aprompla.se qual en
cometida de maneira ; ano.< abortas pa-
ra frete, e outros ell'eitos de venda po;
preco cmodo.
IT Na loja de Jos Esteres Vianna
esqama do be. o da Congregado tem co-
races de filagnan esmaltados, com a co-
10a Imperial no centro, obra de muito
b"m ?oslo.
CF* A bordo do Brigue Sardo Cavallos
marinos, Cap. A. Dodero<, morado na
praia do Collego vende se carne secoa de
mu.toboa qualidade, e por preco como
do: at.aclar com o Capitio abordo ou
com o consignatario A.Sehram.n.
*jy R..pe' em libras e oitavas de to-
das as qualidade, cha'ison, di'.o perola
dilo imperial era caixnhas de duas fibras
a meia, tinta de escrever era garrafas ri
eos estojos de duas riavalhas Inglesas
miudesas de tod-s as quali lades Bix's
prelas ullimauenle chegadjdas, c.m a
cond'eaS do co lumeque he as que nao pe- '
ga.em se trocar: na Praca da Iude-
p.n 'en.-ia N. 2O.
K> O'seguiuteslivrosJ: Horacio 2 vo-
Inmes pove method j de Grammatica
Latina pilo Padre Anib-jio Pereira 1 v.
Bert hlslo.it E. leaiastca 2 v. Compendio
dasepoc-s 1 v. AlU moderno 1 volu-
me: nal j,, de en:adernador, p.aei da
Independencia.
aty* Hutm escrava do gento de ango-
la ida Je 2) auuos pjuco imu ou uieao<,
boa figura, lava de sabao engoma liso,
e cosinha o diario de huma casa : ua rua
por detraz dos Martirios D. 29.
ALUGUEIS.
Aloga-se por todo o lempo da festa um*
casa terrea muito decente p*ra urna pe-
quena familia com uospex de larangeiras
quintal cercado, ecacimba ; na 1 ua da Cal
za-Fi/rte ladv> do nascenie : qoem a per-
tender procure na rua Direita D. 27.
iqr A luga se um prelo muito fiel, sem
vicio algum capaz de fazer qualqoer 9e. v,
90 : no armasem da 1 ua Nova D. 34.
ESCRAVOS FGIDOS.
O fW*o asignado rog, todas as an.
IhoridadesPohciaeao'esta Comarca do R-
cite, e*s do interior: assim como a ntla
querp.soaque souber noticia de orne,
bra escuro de noaie F.aucisco, fgido,*
.4 do crtente mex de Novembro, de id.
do- pouco ma,s, ou menos de 26 ,/
d enture ord.ni.ia, gros8o do "0;*
car. cum^ida, olbosabotoados, lvou Z'
Udo, camisa de madapoao, e calca de rf
galrance/a azul cora pintas brancas a n"'
carapupa azul deliu com fistaenC:
pela beira, .udo usado, JeM.d'.J-um
oupa mais que nao te sabe, cuin
foi UeFrarilco JmiTSJX tSK
preodao, ou .andera prender, e iev.ll j a
cava do anouociante .m a raa' a o" *
novaD.iBdol.dodonasceme^qtfe.
pagaqualqu.rdespeza ,., fffi*
alen, do que ae promete 32^000 re,, dJ
grat.6c.ceo.oa par ulares que pr^de!
rem, oodercm uolicia Certa De|a i,,7l .
prendido. P 'lUd| seJa
Joaquina Partir. Xavier d'Olivei...
Em3i de Outubro do corrente
fug.o um p.io j. idoso qile represe",
ler mais de 50 anuos ha* pre8er,U
com cara feia, ebJll gr9'
-p.apalhed.s, tZLXZ ?*
b.ada.levouveuldoca^d'^ro'
cafe, do prtI,o preto: o, .preheaedorie
levem-o ,,a rua do Hondego Cax. 3o
queaerao bem recompenf.dos "*
m*r JN?dM ,a Novembro fugo u-
a negra de n5.ucongoaJu Cibe|ojg;^
a gama, pintas branca?por ome $
ria com Hu.es da ten. .0 pe do pescoco
aSeraolargodaPenh.amca,. dosur!
dor Jo..qU,m Fe!, Boa.f ^
bem recompensado. H
Taboa, das mares cheias no Fono d,
Pernambuco.
7Segunda
- 8--T:
3 9 Q:
2 11 S:
2 12-S:
|3-D;
- ioh. 54 m (,.
-11-4 .(Man*
Tarde.
NOTICIAS MARTIMAS.
Navio entrado\ no dia 15.
Torth Polo; 22 das; B. Tabasco, Cap.
Stanhope: lastro.
Safudol n<> mesmo da.
liba de Bomba ; B. Francs Alexandre,
Cap. C. A. P. Delapin: v-rios genaio.
Obse vaces.
Fimdiou no lameiro viudo de S. Joio
deTerra-nova em d7 diaS e Brigue In-
gle/. R Wird, Cap. JrtIU Baiwik: b.ca-
Iho: a Colraout. .Ton. 12.
Pekn.j.na Tir. un M. F. Faiua ajb.


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