Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06002


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Full Text
ANNO DE I83C. QUINTA FE1RA
!0 DE NOVKMBRO N. 94\.
I'Lili
-

Pihuihcdci), ii Tir.ni M. P. da KtniA- liSfl.
DIAS DA SEMANA.
I Secunda jcj. S- Florencio Aud. dos Jiii/es. do Cr.
detn. e de t. es. da Thczouraria Publica c
C'lianc. d i. .
8 Terca .*. Severiaao Re- de m. e aiul. do J. de
O. ne t. Lus n. B : h. e ;7 111. da m.
9 Uuarta S. Tlieodoro .M. es. da Th. P.
10 Quinta S-A mire Av. Rcl. de ui. aud. do J. do
C. de m- c Ch. de t
II Sexta S. Martinho ses. da Th. P. aud. do J. de
O. de L
12 Sbado lej. ?. Martinho P. M llel.de m. e aud.
do V. G. de cm Dunda.
13 Domingo O Patrocinio de \. S.
Tldd a^oradepende da nos mesmog da not*aa pru-
dencia, nioderacao. e eneriria.-eonlinuemos com
principiamos, e rremoK acontado* cuui admira-
cao entre as N a<;es mais culcai.
Proclamars da Atitmblta Otrat d* Brottl
SiilitcreTp.r 1000ri. mensacR pagoa adiaotadnn
nesta Tt pugraa. na das Crtizes I). X, e un l'ra-
c,a da Independencia N. 37 e:)H .....i' e receben)
correspondencias Icgalisadas. e annuiicioH; inserin-
do se enles ratis endo doa propriot asignantes,
trindo assignadot.
CAMBIOS.
Xovanbro 9.
JLiOndre9 33 I)s. St. poi l ctd. ou prata a
50 porccilto de premio Nomina.
Lisboa .'i nor o|<> premio, por metal, N'oin.
Franca 255 Ks. por franco
Kio de Jan. (i p, c- de preni.
Moedia de 64fl0 I32o0 IS400
40O0 6700a 600
Peso i ,,440
Premio da prata 50 p. o*
do* latirs, por mes I 2poro|0
Cobre 25 pur rento Je ucscouto
PAKTIDA DOS CORK BIOS.
OlindaTodos oh das ao meto da.
Qoiana, Alhandra, Paraika, Villa do Conde, Ma>
maiigiiape-, Pilar, Rea. de S. Joo, Brpjo d Arria,
Kailllia, Pombal, Nova de Sou*a. Cidade do Natal,
Villas de (oanninlia, e Novada Princesa, Cidade
da Fortaleza. Villas do Aqtiir.is Monte mor ho>,
Aracatr, Cascavcl, Cantada, Granja, imperatrit,
8. Bernardo. S. Jlo do Principe, Sobrar, Novad'
ElRey, Ico, S. Matbeiis, Reiehodo sangiie, {
Antonio do Jardim, (tiexer.lmobim. e Partalo a
Segundase Sextas Iciras ao mrio dia por via d
Paraiba. Santo Antao Todas a quin'is leiraaa
meio (lia. Garandan!, e Bonito nos dias 10 e 24
de < ada mea ao nielo da. Floresno da I3d*
cada mez ao meio di. Cabo, Serinliaem. Rio Por-
mozo, c Portojl'alvonos diaa t, I le 21 de cada
mez-
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMRLEA GERAC LEGISLATIVA*
SENADO.
Scssao de 2a deygosto.
Depois do oxpedente, o Snr. Satur-
nino por parle da Com mi-sao de Mdii-
nha e Guerra, leo hmn Parecer sobre a
pertencio de Joze Alexandrino Dias de
jvioura, acerca deseos vene intentos j cou-
cedidos por huma Retoluca viuda da ou-
tra Cmara.
Leo tois o mesrao Sr. Senador por
paite das CoromissSes de Marnha, Guer-
ra, e Fazenda, oulro parecer sobre a Pn-
elo concedida a L). Anua Luiza Ferreira,
em remuoeraca do servicos deseo ma-
rido, que foiThesoureiro Geral das Tro-
pis, na Provincia Cisplatina.
O Sf. Maiquez de Baependy leo msis
lu* Parecer da Cornraissio de Fazenda,
sol e a pertencio de Antonio Joze de O-
iiveira, escrivio do Meirinho da Correicio
do Crime da Corle, sendo a ntesma Com-
cnissio deopinio que o negocise remeta
ao Governo.
Entrn em disrusso a ResolucaS, que
approva a Pensio concedida pelo Gover-
no, a D. Atina Lima da Sil vena da Mul-
ta, em remuneraco dos sei figos de aeu
marido, o Conselhero Joaquina Ignacio
da Silreira da Molla, que lo i approva
da.
Seguio-se a discussio da ResolucaS, que
^approva a Pensio c< ncedida p lo Gover-
in, ao Cliefe de Divisa Paulo Freir de
Andrade, que foi approvada.
Enltou em discussio a duvida posta pe-
lo Sr. I. Secretario, sobre a redare>6 da
Lti que regula asattribuic5es do Tiibu-
nal Supremo dejtistiea, e com huma pe
quena rorieccio ^fferecida pelo Snr. Ver-
guiri, foi approvada a redaccio.
Continuou a 3. discussio addiada da
le, que imp-- penas aos Impressores,
qoe na5 apr^sent-nem os responsaveis nos
termos dlei, e o Snr. Saturnino off.-ie-
ceo huma emenda pira que aappivsenta-
co aeeutenda do Tilulo legal que o
Iinpressor deve ter do respons3vel, eque
e-te titulo seja legalisado perante o Juii
de Pa?, acct ementando ao que se acha
disposto nalei em vigor, que o responsa-
ve! seja doTS< liado, cora c-tabelecimento
liso nodi>tricto; quo nao fui approva-
da.
O Sr. Carneiro de Campos oirroceoou-
tra emenda no m&mo sentido mas sem so
exigir a inteiferenria do J.til da Paz, e
dando tres dias para a a presen taco, e a
multa d> 40Q rp's exigida no Projerto,
reduzir-se a aOO^JOOO na Corte, e i00$
r. as Provincias; que lio bem nao paa-
sou.
O Snr. Saturnino ofF. receo outra e-
menda paia que a disposicio da lei ^e
nio entendesae a respeito das censuras ta-
soaveis feitas aos actos do Governo, que
tambem m pa-sou.
S^ndo approvada a le i como e-tava, o
somente eco a emenda do Sr. Verguei-
ro, qoe determina, que se no pa.o de
hnm anno o Impressor poder apresentar
o responsavel, llic seja restituida a mea-
m i multa.
CMARA OOS "DEPUTADOS,
Sessa de 22 de Agosto-
Abre-se a sessns iO horas da manhi,
tpprova-se a acta da antecedente.
L-se l'um olliciu do Mini-tro da Jus-
tic,a remetiendo os decretos pelos rues
forio aposentados os Dezerobargadores
Andie Goncalves de Sotiza, Francisco
Xavier Fui lado deMendonca e Jo5 Mar
lioiaoo Batata : Commis-ia de Pen-Ses
e Ordenado; e outro do Almi-tro da Fa-
zenda do regninte tlieor, que vae Jti duas
Comruis.s5es reunidas, terceira de Fjzcu-
da e do Orcamento.
Illm. e Earo. Snr. Peisnadido o
G',Virno de que o estada do no-so meio
circulante, pteeocliidoem parte com pa-
pel moeda, e em parte por moeda de re
ciada de cobre, nio oiiiflue na Vaci'Ja
ca5 de nossasrelaces corainerciaes, como
no intorpecimento de todos os ramos d
industiia iniema, ealem disto ani'ullian-
do consequencias desastrosas que p seguir-ie a nio evilal-as opportunamente,
em quaoto o nossocnditoopermilte, cie-
dito que mi ter he manter, e quanto poi-
sivel tornar inabalavel, tem curado por
todos os meios a seu alcance colner todol
os escljrecimentos precisos a descubrir
qual n meio proprio e exeqmvel mais
piompto, e menos oneroso para con-e
guir-se a regeoeraca do noso meio cir
cul.inte, por rnaneira que aiincaodo no
Brazil hum futuro lisongero, o fazendo
censar os motivos do ancieda le concorra
porlanto a elevar a nossa patria ao gto
de prospe i J.nJe de que he susceptivel.
Paia qualquer operario dcsta natuieza o
piinniio elemento que se tero em vista
he o crdito, e com elle as garantas que
o afliancem ; felirmente huma u outra
coi.-a. estio nossa disposies : de toda a
parle este reconhecinituto (10 unisono, e
apenas 6eexi{;e saber qual a forma eco-
diccio do contracto. Em verdade hum
paiz novo, hum solo iertilissimo, em pro-
gresso na sua populat'a, e applicaca ao
tiabalho, m pi-de deixar de progredir
em suas prcHucces e consumos. Ouvi-
dos liguas liinqueiros mais forlos e eni-
piehendedores de Inglaterra, ofj rec-ro
sua coadjuvaca ao Governo Imperial. Se
a Assemblea Getv.l adoptar (jualquer das
prf'posLes com as modificaces exigidas
pelas circunstancias peculiares do Brasil,
peina o Governo que a patria ihencoar
os scus representantes por .salva-la de hu
ma crie, tal vez msis prxima do que se
julga, asegurando a foi tuna dos cidadios,
expesta hojea ti da a sorle de ataques.
Qua!(|uer das p seja adoptavtl, nao pod) deixar de tra-
zer cooiunlamentesaciilicios pecuniarios,
mais ou menos onerosos sociedade, e
P' ranlo fora d esphera do Governo.
Nio -o este motivo estencial como a es-
peanca da N-tca5 eraseus representantes,
n.d i/o.ii ao Coverno a apresentar C-
nula dos Snru. Peputados as propostas e
mais escUrecimentos oblidos sobre esta
imporlanta materia, certo como deve es-
lar de que ella appreriar huma orcasi-
io de cumplir o seu dever para com a
p iiii.1, que Un s oulorgou lamanha con-
Hmca. Ao Governo cabe coadjuvar
Cmara em quanto ella julgar conducen-
te ao deseuipunlio de tio honrosa tuefa,
e este serVCO Ihe he offtrecido franca o
cordialroente. Por tbioba parle podn co-
lar a Cmara com o melhor desejo, com
lo bei e achar-me-lia sempre prompto a
lorniact's a m< u al anee. O que V. Exc
se ^ervir def-s
Snra. D puiados.
Deis Guarde a V. Exc. Pago, em
20 de Agsto de 1836 Manoel do as
cuin'nto Castro e Silva.
Outro do Se> relatio do Sanado, parti-
cipando que o Seriad > adoplou e vse di-
rigir senecio imperial a resoluca, que
manda que na resoluca le 9deOotnbro
de 1835 se ha em lugar deHaria Felizar-
da, viota de Manoel Pinto, Maria Vi-
enca Teixeira, viuva de Francisco Pin-
O Snr. Rod'igues Barbota f z ssber
Cmara que nio pode compuecer por
enrommod do.
Remetiese Commislo da Estatifica
huma reprexutacio da Cmara Mucicipal
do RioJ de Contas sobre a necessidade
do o crear huma pratiucia nessa Comar-
ca.
Menciono-se requerimenlos de partea
que tem o conveniente destino.
Le so osegmn'.'jrtfquerimento, c drpois
de lido, o Presidente convida a Com-
mis j a dar quanlo anles o seu pare-
cer '.
O trafico de Africanos novos continua
em grande esc< que o nio pudem vedar. A lei de 7 do
Novembro de i83i ja nao rxiste de fac-
i, e actualmente sua execucio impor-
tara huma peiturbaca geial na polica
interna do paiz ; o desbtratamenlo de mul-
tas lai tunas ; a decadencia da nossa lavoit-
ra, ealrazo oa renda publica. Huma pi-
la medida legi-lativa, que amui.-tie o pas-
sado, e providencie o futuro,.he a tal res-
peito reclamada por lados que di seja6
manter a paz e tranquidade interna. A
indicaci) do Sur. Vasconcellos he iucom-
phta: m') cura do futuro, nenhuma pro-
videncia oli'-rece acerca do gande nume-
ro de Alticanos novos inlioduzidos nO
Impeiio por via do Contrabando; mas,
pudendo esta lacuna ser prcenehida na
discuss?5, requeiro que o Snr. Piesiden-
te convide a illustre Com. de Justtca Ci-
vil, a dar quanlo antes o seu parecer so-
bre a indicaca em que o Snr. Vasconrel-
Ins propon a aliolica da lei de 7 de No-
vembro de i83i.
11 Paro da Cunara dos DepuUdo*, em
leasaO de 22 de Agosto de 1836Alvares
Machado.*
O Senbor Rafael de Carvalho depois
de a motivar f.iZ a seguiote indincaS
que vae Coinnrssa de Constitui-
do.
i Indico que o Coverno Geral mando
fizer ff.-ctva, a responsabilidade do ac-
.'(tii.'l Pievidente da Provincia da Pa-
rahyba do IN'oite, por ha ver creado lotrt
lugres de Juizes do Civel, sem haver
lei que o autoiisasse paia isso, &c.h
O Sr. Rafael pede ao Sr. PiesidenlO
se digne couvidar a Commissa encariv-
gada de rever o Cdigo Commcrciai a ap-
presentar os seus trabalhos.
O Sur. Vi-conde de Goyanna explica
qu.ies o-moiivos por qoe a Comm'-sa
em questa aiuda nad tem appresenta'do
o seu parecer.
Ordera do da.
Continuou a discossa6 do Tratado com
Portugil, que loi muito debatida pelos
Sis. Souza Martins, Maciel Monteiro,
Goncalves Martins e Calrnon, ficindu id-
diada p. la hora.
Deo-se pira ordem do da a me-ma
mateiia elevaHlou-se at.css-5 depois das
duas hi ras da tarde.


DIARIO DE PERNAMBUCO.
PERNAMBUCO.
OOVERNO DA^PROVlHCI.
Expediente do dio. 9.
OFFICIOS.
4, Illm. eExra. Sor.
Como o officio ucluso do Comman Jan-
te das Armas desta Provincia respondo
o que V. Ex. me diigio em data de
17 de Oulubro, requsitmlo un Corne-
ta pira instruir *os que a hiexistem.
Deus Guarde a V. Ex. Palacio do Go-
verno de Pernambuco 9 de Novembro
de i856 Hlustiis irao e E*ra. Sur.
Joa Jo-e Perreira de Aguar Presidente
Ha Provincia do Rio Grande do Njrte.
Francisco de Paula Cavalcante de Albu-
rjuerque.
Ao Commandante das Armas, para
expedir saas orden* a fun deque o i.
Tenento Antonio de Castro Delgado, Ins-
tructor de hura dos Batalhes da Guar-
da N. de Flores seja removido para o
da Villo do Li.noeiro, por assim o ba-
vir requerido.
Ao Inspector da Tbesooraria, ao
Chefe da L^ga das G. N. de Flores, e
ao Tenenle Coronel Camraandante do Ba-
talha do Limoeiro communicanio-lhe
a remoca de que trata o offioio cima.
__ Ao mesmo Io-pector da Thesoura
rrapprovando a arrematado do contra-
cto da passagem da Magdalena cojo ter-
mo remetteu por copia em seu ofiio de
8 dd curenle
Ao Coronel chefe da Legia das G.
Nacionaes de Nazareth para mand-r des
pensar do Servic das mesmas Guardas
a Jos Joaquim de Mend mea, Mauoel
Cavalcante Chaves, e Urbano Biserra do
Valle, pertencentes os a primeiros a pn-
tneira companhii, a o.ultimo a oilava do
ptimeiro Batailn daquelle Municipio,
por se acbarem no exarcirio da Commis-
sarios de Poea conforme partecipa o
Prefeilo respectivo.
. Ao Preteito da Commarca de Na-
zareth, coromunicaodo-lhe a expedica
doollicio antecedente.
PORTARA.
Ao Director do Arsenal de Guerra or-
denando que na5 o bstante a representa-
910 que faz, entregue ao Commandante
da* Guardas Nacionaes de Olinda por em
preatimo cem granaderas que podem
ser das novas existentes noBium,- e
quinto as Armas que pr emprestimo
fora enlreg es aos Batalhes de G. N.
do Bairro de S. Antonio e da Boa-
vista que pas-do o da a do prximo
Desamoro as faca recoiher ao Arsenal,
dando parte de aa.m o ha ver curapri-
do.
Navios despachados no dia 9.
Brigue Ingles, Madonna, Mestre Ale-
xandre D. Smith, para a Babia.
DIVERSAS REPABTICOKNS.
PREFEITIRA DA COMARCA DO llECIFE.
Parte do dia 9.
Illm. eExm. Sr.
Consta das p*rles rceebidas terrm sido
presos recolhi los as Callado'.co do
Quaitel doCorpo Policial, pira terrm o
competente destino L-urtico danGama,
pardo remedido pelo official do dito
Corpo, da primeira rouda por ter sido
encontrado com urna faca de ponta que
Ihe foi tomada; Pedro Antonio, preto,
remetido pelo oflici-lda segunda ronda,
poraei suspeilo; J'i6 tambera preto,
escravo de Seralim Leite, morador em
o logar de N. S. do O' da Corara* rea
daGotanoa, remetido pelo Sub-PrefeHo
da Freguesa do Poco por existir ali in-
calcando-se de livre ; Ignacio Dias da
Costa, orador rn Arraiil remetido I
ptlo mismo Sub-Prefito, por ter que-
rido ferir cora um chuco ao europeo Ma-
noel Jos Cordeiro para o que se ha va
posto de embustada no sobredito lugar
do Arraial. e Jo^e Felipe, Soldado da
terceira Companbia do Batalha stimo,
remeilido pelo Sub-Prefeilo da Fregue-
sia de Santo Antonio, por ter .ido en-
contrado nos Afogados, indo.em ausencia
do Batalha.
Nada mais consta.
Dos Guarde a V. Ex. Secretara da
Prefeitura d Commarca do Recifa 9 de
Novenibrode i836. Illm. cFjm. Sr.
Francisco de P^ula Cavalcant de Albu-
querque, Prezidente da ProTocia.Ma-
ooel do Nascimento da Costa Monteiro.
Continuacs das pessoas q' fora alistadas
para jurado na Commarca do Recife, nt
conformidade da Le Provincial del4
de Abril do con ente anno.
748 Silvestre G>nsalves dos Santos
749 Doutor Simplicio Antonio Mavig-
nier
j5o Padre Sebastiio Joaquim da Cunha
751 Tenenle Scve no Henriqu s de Cas-
to Pimenlel
75a Sebastiio Antonio do R.'go Barros
753 Sebasti.,0 Mauicio de Albuquerque
75* Salv.-dor Henriques de Albuquerque
j55 Sim^ Pinto Bibeiro
756 Sebastian dos Occulos Arco Verde
Pernambuco
757 Tenenle Sebastiio Lopes Guima-
rlee
758 S.ve i no Jos Filgueira
759 Tho'm Correia de Araujo
760 Major Trajano Cezar Burlamaque
761 Theodoro Maxado Freir Pereira da
Silva
76a Tbomaz de quino Pinto Bandei-
ra
763 Thonjaz de Aquino Fonceea
76't Thomaz Lins C~ldas
765 Thomaz Jos da Silva Gusma
766 Trajano Bapiisla
76/ Thomaz Jos da Silva Gusma J-
nior
768 Thomaz Anton'o Nones
769 Tito Tiork Romano
770 Vicente Ferreira dos Guimaries Pei-
xoto
^7i Viitorino Antonio Martina
772 Vicente Mendes da Canda Azeve-
do
773 Vicente Ferrira Gomes
7^4 Victorino Jos de S>uza Travaco
775 Vicente Ferreira Marinho
776 Vicente Fereira da Silva
777 Vicente Ferreira Quedes
778 Vicente de Araujo Pinbeiro
779 Virginio Antonio Rodrigues Cam
pello
780 Vicente Francisco Mendes das Cha-
gas
Secretaria da Piefeitura da Commarca
do Recife 17 de Oulubro do 1830.
M. do N. da C. Monteiro
Prefeilo da Comarca.
*
ALFANdEGA D\S FAZENDAS.
O Mstico Hespanhol N. S. da Roa-va-
gem, vind. de Barcelona, e Malaga ,
entrado em 8 do Con ente Opito Fe-
lis Ale rn>, Consignado a Nuno Mara de
Seixas.
M.inif slou o segunte :
50 Pipas com vnbo, 50 Barrs com
agurdente, 1 ^5 Garrafes com ditta, 35
Milheiros de cebollas, 5"5 Resteasd'.dhos,
13 Bailas de papel de Em'u'ulhai-, 50 Bar-
rs rom aieile doce,' 80 Potes com Uvas,
5 Dittos com Ameixas 25 Caixas corn
Uitlas 5o Barriscom Figos|5o Caixas com
Dittos 50 Tamboretes com d t s, 20 Cai-
xas cora Passas 4o ittas com Mc. Fardos'.com Amendo-s. 26 Barris com Vi-
uho, 5o Diltos com Azeilona*.
CORREIO/
Tendo se de proceder uoa termos da-
Le ate o ultimo do corrente o consumo
pelofogo das cartas retardadas nesta Ad-
minstralo abaxo descriptas : aviza-se
por esle motiva as pa.'tes uleressadas
para que cozi lempo as liiemou as man-
dem tirar ate a vespora daquelle dia pa-
ra que por insciencia desse processo nao
venba depois- a ter 08 proprietarios del-
la algum pu-juizo
Lista nominal d. o aviso cima.
Anna Geralda Salgada
Iras Virgens
Mara Nascimento
1 Theodora A^nmpca
Alexaudie Baptista G mes
Jos Azevedo
Angelo Custodio
Andre Francisco Car rico
Antonia Mara Luna
Antonio AI ves Costa
Afumo Viana
Aleixo Bitancourt
M Botelho Pinto M.
n Dias Amorira
Cani'iro
Francisco Caua
Gonsolves Costa
1 Jacinto Botelho
a Joaquim Costa
a Ferreira
a a Gaspar
a Gomes
a Sintos
i Joa
Jos Godinho Rodrigues
a Lopes Silva
a Oliveira Costa
P reir Falia
11 Rosas
A1 ves
w Luiz Gonsalves Pereira
Mara Loreiio
Jesuc
Mello Muni/. Mai ia
Machado Cunda
Bitancourt
>i Dias
Magalhes Vasconcello9
Silva
>i M. lio Munis
Almeida Borgcs
Pires Castro
PoTcarpo
Roberto Franco
RodiiguesNeves
n Vi. ente
Ber nardino Azevedo Santo.)
Sena Silva Guimaries
Belchior.Jose Reis
Bernardo Galv.i Alcanforado
Bfiito Moreira Scuza
Cailos Fredeii'O Silva
Cypriano'Alves Pereira
Candido Joze Silveira
Maxmiaano Fieia^
Chii^tova Barrba Wanderlt
Custodio Ferreira M* lio
Caetauo Jos Silva B.rros
)> Luiz Ferreira
Domingos Alves Bubosa
Antonio
Carlos TVixtia
J"Se Azevedo


*


Mira rula
Machkdo
Rod ligues
Palmeio
S aro<
Rodrigues Co-ti
Silva Manta
Pinto
Trancoso
Fiancsca Genoveva Meneses
Mu ia Prayeres
Natvidade
Rosa Praseres
Fi isderto Rapoao Costa
Filippe Duarte IVieira
S. Tugo.
Federico J"** Corrtia.
Firmino Hc> cu'ano de Moraes Ancora*
FraLCisco Arroda ('amara
,, Aln.eida Feneira
,, Antonio Fern.uidus Costa
Fernando Barata Silva
Francisco B nto Oliveira
,, Camello Pessoa L.
11 Foilun.ito Pereira
,, Gregoo A>sij
Fiancisco JoZe Antunes
Almeida
Caivalho

Dias
Rosai o
Vera
Luiz Ferreira Tavares
Mendes Silva
Marques Cunhv.
(Continuar-se-).
MacrotaocirrrtfTTT-.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS*
A pauta he a'roesrai do N. 241 i
__^M------------
OBRAS PUBLICAS.
Por impedimento do Servico publicd
nao pode ter lagar em o da 10 do corre n-
te a airemataca das 730 bracas da es-
trada do Sal, que se acha em pracia
lcando porisso transferida para o dia
12 do corrent-* a dita arremataea.
I n-p-cea d s Obras Publicas 9 de No.
vembro de 1836.
Moraes Ancora,
cmara municipal de olinda
3.* Sessa ordinaria de 28 de Julho dt
i836.
Presidencia do Sr. Barros Falcs.

Comparecera os Snhoces, Xavier,
C.irdim, Albuquerque, e Barata, faltan-
do com cauza os Senhores Doutor Cha-
gis, Padre Pereira, Guedes, Passos, e A.
zevedo.
Aberta a Sessa, e lida a Acta di an-
tecedente foi approvada. O Secretario
dando conta do expediente mencionou oj
officio seguntes :
Hurn do Exm. Sr. Presidente da Pro-
vincia, remetiendo d >us ejemplares do
Decreto d i5 de Junho, e Reronbeci- -
ment da Princesa Imperial a Senhora
D. Januaria : inteirada.
Outro do exjuiz de Paz do Extinto
X. districto remettendo o Livro de
Matriculas de G. Nacionaes.
O Sr. Barata propnz, que visto ter cei-
sado o impedimento em que eslava o
Sr. Doutor Rozelles, de Juiz de Paz, e
Sindig desta Cmara, se clumas-e o
mesmo pira servir, e lomar assento de
Vereador : foi resolvido a favor da pro-
posta, sen lo de vol contrario os Sur.1'.
Cardim, e Xavier.
A Cmara resol veo que repr.sn-
tando o Fcal da Freguesia da S sobre
a ruina do alieno d> Arrumbado, que
seGzessehum orgamenle paa ter repa-
rado, sendo nomeado para dito or?amea-
to o Presidente da Cmara eoCiJa-
do Antonio Ignacio Xavier.
Resolveo mais nomear huma Corn-
mi-sa para examinar a Fonte do Mon-
te, pergnntar ao propietario, se quer
conse va-la em sin possen deve conser-
Ur do contraria 9 fara' a Cmara par
o benr ficio publico : sendo os membros
da dita Commi-s> os Senhores Barata, e
Xver.
Nesta S ss o Sor. Fical da Fregue-
sia da S apresentou a conta das despo-
sas fe-tas cora o reparo da Bica do Ro-
sai io; remedida a commissa dos Se-
nhores Barata, e Albuqu rque pan de-
pos de revi-ta, se passar o competenie
ma' dado para ser pago.
A Cmara resoLeu, que em.conformi-
dadade da Le do Orcamento Provincial
deste presente anno, que tendo tomado a*
informaces necessarias a respeto das
Passagous do Cavderero, e Maria Fari-
nha ; quinto a primeira passagera hvi
ore.do em 4o$ooors. e quanto a se-
gunda de Maria farinda em iOO^OOO rs.;
pelo que se lavrassem os competentes Eh-
ctaes para seiem arreniattadaa pprqueffl
mais desse com o praau de ao dia*, f-
sendo-se as trex ultimas piacas sucessi-
vas.
llouvcr- variosrequerimentns depar-
tes, e por ser dado a hora o Sr. Presidenta
levantoua Stssa, e fiz esla Acta,em q' M*


fc
signara. EeuJoaquim Higino da Molla
Si'veira. Secretario intinno o esrrevi,
Barros Falca, P. Albuquerque Ba-
rata, Curdim, e,!Xavier.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
A sal vaco factura do Brasil he sem du-
vida o fim principal da prxima votacio
dos Srs. Deputados Geraes da Naci ; os
axelhoramentos da Provincia dependem
igualmente dos escolh dos para a sua As-
semblea. Dirigiremos promiscuamente a
palavra aos dign s Eleitores da Provincia.
O Brasil e nao outro .bj.-cto deve
ser nicamente o airo d. rosta meditacio,
da vossa escolha : porem "conseguiris o
desempenho do encaigo quesobie vos
impoz a opiniSo publica, por meo de vio-
leutas excluses ? Ser conveniente para
arredar o Paiz do sen desgracado estado
actual e pioporcionar-Ihe vaniagens re-
aes, indenlifkar coma illustiacara das
massas, os principios ad nini trativos o
retirar bruscamente todos aqo-lles que
algum servissos tem prestado causa da
Religio do Throno e da Liberdade ,
substituir, e crear oulros, que tal vez
oucas proras hajao dad em destreza ,
abilidade e senso ? J n'outra vez dis
sernos j que fiava-mos muito no aci-ado
lino do povo Pernambucano a respeito da
escolha dos Eleitores, (paresse-oos na5 ter
errado) seria injustiya nao cofia r outro tan-
to nesles seus escolbulos. Ora, seguindo-9e
o rumo d'huma excluso absoluta como o
nico meio de arredar-mos os autores de
moitos de nos^os males estaremos certos,
ou (eremos muito onile echar oielh' res
pensadores ? Niogoera o dir. Satisfaz-
se a gratidio ? Muilo menos. Consultio-
se as capacidades e he o bem da socieda-
deemgeral quera dirige a esc |ha ? Co-
mo se procurio arranjar afilhados, e
mesmo a qu>m nao tem que faier ? Esta
aprecio inlinaioe pela qual Ie derrubio
despeitosaraente e sem a menor concide-
ragio nern conviecio de rael hora raen lo ,
e se desfiaudio servissos patriticos des-
Teltos, e sacrificios a prol da causa publi-
ca em crises araeassadoras, em epochas
tempestuosas, Uige de melhorar a ro-ssa
dos Legisladores eslorva que a Cmara
popular conserve hura principio invaria-
vel de poltica e qaer-se que nella do-
minen) as raesmas paixes que notrem r
fora os grupos que para Id mandan seus
leicoados. N0 te quer cora sso dizer ,
que devemos conservar as regas as me-
d.ocr.dades que hoje ali ltMm numero ,
enio figura; que la tomario assento p' U
mesma manobra porque hoje queiem fa-
zer huma grande excluso, ,,u c nao lan
to destes, mas daquelles que Urnitao e
desbastio s taes romanescas deas ameti-
canas. lato no he parificar a Cama.a
temporaria das fezes, que a odigsHo,
.pelo contrario ser amoutua.-lhe cotn-
bustiveis|p..ra hura grande incendio po-
ltico : ou para melhor oi/.er, he acetn-
del-o desde j.
Eleitores Fallar-vos-hemos cora a do-
cura e ceociridade Braileira ; nossos ma-
les demandio hus di6.il tiatamento ; a
cura he muito duvido a Dous sao os e
colhos que tendea de evitar huma degra
dagio do bom senso vos manchar ero
qaalquer dos extremos que por factada-
de vos aproximardes: em ultima analyse
be ludo a mesma cousa he voiardes nao
pelo Brasil mas por espirito de condes-
cendencia. Atleodei : iosnlv-i era vo-sas
consciencias huma questio preliminar an-
tes de vos aproximardes a lansar os votos
na urna, que podemos chamar dos desti-
nos do Bia-il. Quer o Brasil, podecon-
vir-lhe huma opposicio violenta que a-
bale at os fundamentos da Goveruo a-
grtdndo todas as suas intences pairan-
do todas as c uas medidas s porque sio
intencese metidas do Goveruo, e o Go-
vtrno tem no pessoal taes e taes indivi-
duos ? Quer o Bcsil pode eonrir-lhe
huma Deputatio de s-i vos humilhisvimos
nao .- do Gove no porque o Goveruo sa
deve sustentar mas creados de taes e taes
p<.ssoas do Governo, ijuh acenso com pin-
gue* arraojarnentos? Ncate caso poupai-1
vos ao trabalho da votacio : quandoa vo-
lagono helivre, e conscienciosa uas
fot molas sio penons e aborreciveis.
Porem se nenhura destes extremos pode
COHVir ao Brasil entre elles a razio vos
aponta ul liom.ns de que o Brasil tem ne-
cessidade : sio aquelles que nio tem enga-
ado o Bra-il; qaa nio trafi. i>> pelo rai-
rtisterialismo, nem com a opposigio ; que
tem firmeza de principios e que em seus
principios nio se acobirdio petante as a-
meassas do Poder n?m adulio as paixes
poplate-. Aquellos que empre tem fal-
lado ao Brasil a linguagem da verdade a-
qoviles que odeiand asdesordens s no
trabalho na honradez v>m os roei'- de
medrar, a utilidade e o mrito e>tea nio
engaarn o Brasil nem se farlo indig-
nos da coofiinsa dos seus conmtenles.
Elles existem nao sao ocultos, se nao sao
lembrad>s, he porque nao pedem nao se
humiii n caballa. Eleitores .' i
verdadtira iirtude( he aquella que d do
proprio que beneficia o cIF nsor e que
nao se incaica ) A verdadeira vjitude tm
tarto predominio sobial o coracu huma-
no qae estamos seguros de que ella nao
deixaideser o fiel da vossa patritica
votaca. No entanto as chapas v,,G por
todos o? ngulos da Proviocia despres \
essa saraiva e lembrai-vos das oecessida-
des do Bfasil.
As sentencas dos grandes homens, suas
Mces conducentes fazerem os homens fe-
lizes devem ser rr-petidas sempre fim de
que nunca sejam esquecidas por aqualles,
que urna vez as rtceheiam e sejam ii;ii l-
menle aprendid s por os que ainda as ig-
noram. As reflexes do Dr. Franklin,
de Montaje e Di'lerot, sobre a Modestia,
nunca >erio asss relidas por todas aquellas
p s*oas, que desijam triturar a veredas da
virtuile e da p udencia, derondoser prin-
cipalmente atlendidas de.sts Esc plores,
que como o V do Mercantil com tora deci-
sivo, arrogancia e insol'rivl orgulho todo
pretendem decidir magistralmentc, e em
cujas cabecas tem tanto podtr a vaidrde ,
que se presuadem cahir-ihes dos ('eos a
-ciencia, e receher dos Povos o direito de
decldiar suas vontades no momento, cm
que tomaro a tarefa deescrever, chegando
sua prudencia *o ponto de insultaren) cora
diatribes, e bald-s aquellas mc>ma? pe-so-
as, que na Sociedade tem c ;nsi guido gran-
gear a amzade e a resp. to de seos consi
dadios, nio s pelos seos actos privados ,
romo nos Empregos pblicos; e o qoa
mais he ainda aasentam, como o mesrr o V
do Mercantil e seos colaboradores, que is-
to de querer metter os dedos nos olho- dos
outros he operacio, que nio dSe, e que
nao casta : no entretanto, que elles esto
promptos a as-enlan m na raheca todas a-
quellas carapucas, que apparerem talhadas
milites vates para llies nio ajastar na ca-
bera. Deixan lo porm mais preludios .
entramos na materia, qnfl qui nos pro-
pomos, e vem ser recordar a reflex6es
diquelles ires grands Filsofos sobre a vir-
tude da modestia. Pc-sam ellas merecer
o acoihimento de que si> dignas p r todos
qoa-itos as houveiera lr, pois de cerlo
delUs havei de tirar os conselho mais e-
difficanlea pra norma de suas conductas
em lodos os estados da vida ori-d.
n O meo pequero rnappa, ou virtqdes
( dizia o Dr. Frankn escr vendo as suas
Memorias paia seos filaos) no instante,
em que final ssrei, s contiuha doze ; po-
rm un Qmker meo amigo advertio-n-,
que geraLtiente me notavam de altivo, e
que o argnlho se panteuteava freqaente
mente na rr.inha conversacio : acrescen-
tanlo, que eu nio me contentava s com
ter raso as mas que no calor del'as me l.oneva arro-
gante e qusi insolente ; do que fique con-
vencido pelo, exemplo, que elle merilou,
e entao tomei a rosolucio de me ooFigir
deste vicio, ou da ta loucuca, assim como
de 01 tas, c por iiso acresrenlei a humil-
la.le n i miob.i lisia, dando esta palavra
um sentido extenso. Nio posso ranglori-
ar-me de le reabnenle adquirido a posse
dest i vlriii.lt: ; mas pelo meti- tenho mili-
to g.mliado (planto sua apparencia. Para
commigo tenho estabelecido urna le, e vem
ser, a de esquivar-me de contradter di-
lectamente as opinies albeias, privndo-
me ao memo lempo de toda a assercio po-
sitiva e dei isiva, em favor das miuhas :
a'bsiendo-nie de toda a exprcs:o, q'ie de-
Ootasse um mo io tie pensar nvaiiavei e fi-
xo, como o exprimen estas palavras: cer-
lamente, sem oenhuma duvida, &c. Em
lugar deltas adoptei: -cu presumo, eu
imagino, parece-me, que tal couea, he as-
sim, e pelo contrario i;to me parece as-
sim : quamo a o presente, &c. Se albura
vanea urna proposito, que mo pareca
errnea, e eu me privava do praaer de a
cantradzer no mesmo nslaute, demons-
trando immediatamente a absurdidade das
suas express-s, na minha resposta eu co-
ineeava por bservar, que em taej casos,
em ceitas circun tancias suaopin>io pode-
ria ser jueta ; mas que na occa.siio presen-
te, me pareca, que o objecto de que se
tratava era differenle.
" Reconluci logo a vantagem destas
mudancas no meu 'om e maneiras ; pois,
que as conveisaces as quaes meeutre-
tinha se loruavara mais agradaveis. O
tom modesto com o qual eu apresentava
rainhas opinies lhes piocuiava o mais
prompto acoiniineiiio o menos coritra-
dQes e qu-.ndo cahia em ei ros menos
mortifuado ficava econduzia mais fac I-
mente Os outros seguir meo parecer, ((ni-
do da minha parte e-tava a raso. Ksu
raetho'lo, que me sujeitei foi fazendo
violencia minha nrlinaca natural, a-
c .Iimi por me ser t ") fecile ta habitual ,
que Uhez possa affirmar que no decur-
so de (incenla annos, no ha ppstoa ,
queme tenh ouvido escapar urna palavra
no tom dogmtico e decisivo. ,,
" He por ter pralicado o que acabo de
expender e nao pelo carcter de integri-
dade, que se niesnppe que grangeei a
cosiderclo e crdito que obtive dos
meos Concidados quando propuz no-
Ta Tnstiluices, ou alguoia mudancanas
antig-s cnr.seguindo ter toda influencia
as Assembleas Publicas, quando fui
M-inbeo deltas, nio ol'stunle ser mao O-
rador hesitando muilas vezes sobre a es-
colha das expresses, fallando apenas
coi re taanle comtudo qu.>s sempre
cons'guir aitrahir a furor de minh-ts opi-
nies os vet is dos que me ouvir Quio differente que he o meio em-
pregado pelo V do Mercantil, mando
trabalha por merecer os votos de seus
(onsidados para subir ao fastigio da Re-
piesentaca Provincincial e Nacional!
O moTtal Praokliu, o Grande Homem
dos listados Unidos d'Ameiieado N>rle,
pincurou ser modesto para merecer os
suff. agios e a estima de seus Considadios.
O nosso su posto FianRlm o inculcado
Mesvas cada vez se torna mais allivo,
Dais orguihoso mais insolente em seus
escriptos- n poopando nem aquelles
mesmos faruS laost'es, a rujas plan-
las mil vese-lai'pjou em pocas menos
lavoraveis a anihicaS do V do Mercantil.
E suppe es energmeno que com o
tem d 'gmatiCo e decisivo coro que de-
trahe d honra, e capacidade de R'gu-
aias donosas notabeli-ladis ln de conse-
guir seus fios despesiveis? Pensamos,
que nao. Os Baianos sabem faser justioa,
eji nao se illudem com pretendentes obs
curov. Gonoluamos pois o nosso ar-
tigo com as rellexes dosoutios dous Fi-
lsofos, que haveinos citado.
* Se en losse encariegado diz T>n-
tagne de educar a mocidade eu faria
cim que ella fizes.-e uin continuo uso des-
tas palavras -- Parece-me ; julgo ; que-
ro dizc> ; segundo oque alcauco ; se nio
me encano; podera'ser ; nio sei ; enga-
riei-me ; be verdade o que diz -- Sera
melhor, que elles conservassem. apparen-
casde discpulos al os sessenta annos,
do que reprpoentarem de doutores na ida-
de dequinze. ,,
* Se a verdidecTende frequenlemen-
te he por falla de quem expres^asse l)i-
derot. Ueino-llies pois a quera a diz por
Gompaoheiras a benevolencia a ingeni-
dade a modestia a ciicotispeccio ; pro-
ponlia-se m tom da luvida e da incerleza,
mesmo qu u io julgamos ter a tv dencia ;
pe guntem s ten lo o ar de quem api ende;
sejaroos m fulgentes para o erro princi-
palmente quando e>te erro da' a conbecer
um bella alma e finalmente ftraemos
certos, que as altencss inmiradas por
um felix natural, inculcadas por urna boa
rducaca unida a alguma prsticj do
mundo, acalmaran a rtvolta do amor
proprio o mais delicdo. Quanto mais a
vt-rdade he imperiosa por si mesma, mais
se de ve mostiar reservada.
( Do Diario da Bahia.)
EXTERIOR.
Execucio de Alibaud,
A execucio de Alibaud, teve lugar na
manhi do da 11 de Julho s 5 horas,.
Foi conduzido desde o Luxembourg ala'
peito do lugar da execucio em urna das
cartiiagens deslinadas ao transporte doS
sentenciados. Quando se apeoa e no
cu;toespaco para ch.gai ao cadaf^lso, po-
de se conbecer pelo seo andar, que nada li
nha pertlitioda sua en V*U
Eslava de-calco, em camisa, e cora a
raheca coberta de urna especie de capus
preto, amarrado ao pescoco. Um padre
o acompanhava.
Chegado ao p do cadaaao, subi, de
um passo firme. Mandou-se collocar com
seoslas viradas ao instrumento da.morte
e leo-se-lhe a sentenca ; depois do na, d
padre o abracou ; logo foi posto na fatal
taboa. Tnou seo veo, que Ihe cobria a
raheca, eap as ttve o lempo de prufeiir
algumas palavias. Gi-s-, que ds>e sos
guardas, que cercavam o cadaal o : adeoS
meos braroa.
It via pouca gente no lugar da etecu
c-o, e nio se pod a ciegar senio distan-
ra tleduzentos pa-sos do cadafalso.
Tudo f i-e rapi lamente: A minutos
ba sin lio desde n momento em que Alibaud
e apeou. Moneo com sang'ie fro e re*
signacio.
A estes porn enores, qne nos forara
dados por urna teslemunba < cular, aceras*
rentaremos o seguir.t extracto do Messa*
ger:
O Reverendo Padre Grivel apresentou-
se ao condemnado : acolhido 1, iamen'a
i or A'ibaud ao f rnrip'o, nio tardn em
travar conversacio com elle ; consegaio
que Alibaud o considerasse como um ho-
u.cm de algum merecimentot
Hoje, de 'mndnij-jada, vicram acordar
,'M'lnu'l, para o vet r roofoime o estifo.
Tendo-se concedido ter as mios desaladas,
ella pz-'e a fumar. Ha nesle momento,
que ouvjo-se-the repetir que o nico pe-
sar qae linha, era o ler errado seo tiro.
O condemnado sug-itou-se coro bran-
tlna e re-ignatso aos preparativos dos ves-
tiario, que Ihe parecerm mu longos 6
inutei-.
Antes de desrer para o vestiario, Ali-
baud, tinba-se lespedido do* empregadas
ta prisio, e abrac >u com tdfiis> muitos
d'enere ellps ; parece, que os ltimos mo-
mi utos do condemna-lo fiteram, sebre to-
llas a- pesso s, qneoxiram, urna impres-
aio mui ti Cferente da que Fieschi produ-
zita.
Subido no eadafabo, depois de ouvir a
I. tora da sentenca, e exchmou: adeoa
nipos amigos: morro para o povo esaa |-
htrdade, victima de urna m monarchia I
No mesmo instante entregou-se ao cari as-
co, e em poucos minutos sua cal-cea cahio
no radafalso.
A t-m das palavras cima, assevtra-se,
que Alibaud profer o tambem as seguintes :
Morro para a Rep.iblira. Repeli,
qne nao linha cumpl c-s. Desminto qu*u*
lo disse o Procurad.ir Geral, respeito
minha v da privada. Eu sou lio poro co-
mo Rrutus e Sand, ecomoelhs, quiz a li-
berdade de minha patria .'
Lord Ponsonby obteve a salisfacao1
requerida. O Res-lfTendi foidemillido.
OjSullao' fez castigar lodos equelles que
tinhao' tomado parte na olfensa leita ao
Governo Ingles, na pessoa de dos subditos
de S. M. B. Os eropregados suballernos-
que mallrtaram o .Sr Chuchitl, recebe,
ram a bastonada. O drama, que se apxes
>e n lava dehaixo de lio ca regidas cores- .
esl terminado: comecou por b rdoad',
e acabou da mesma forana.
f Jornal do Comercio.)
I
:i
.- :>. .


DIARIO DE PERNAMBUCO.
Pnblicaq&o Literaria.
Sahiu luz nova EdieodaMarilia de
Dirceoimpressa cpti mamen te, c b;m pa-
pel : vende se na Praga da Indepeudencia
loja de livros n. 37 e 38.
ir

zem ser, da chimada madura, ou picada,
e com agoardente, costumo demorarem-
se, principalmente de noile, rauilas horss
dentro da Tavema, e .c.dsada da mema
casa, aonde disem muitosditos, e palatri-s
obscenas, e at atrop. llio o tranzio das
pescas, que por alli passio. Islo pede
THGATRQ.
Sexta feira n de Novemhro a Beneficio
do actor Joio Joze Lopes se representar a
Pee* A Espoza repodada |oii Divoicio
por amoit No fira do i. acto, eaiitar-
ae-h urna das milhores Arias: rinda a
Peca, exe.utar.se h o muito bero iceito
duelo que se intitula-P, la boca morre o
p^-ixe; dando o fin o dive tmenlo coro
o jocosa enlremezA flo nthViado espera deixar satisfeitos a s-us
benignos pruieclores, de quem seconfe=s.i
Mr eternamente grato.
AVIZOS PARTICULARES.
Ao Snr. Antonio Joze Coi reia, fillio de
r Francisco Con ia que Ib i mei cador le pa-
fiosm ra das Flores na Cidade do Porto
donde o iiiesmo lie natural, o qual veio
para esla Cidade em i8i>, ou 1811,e pira
rasa do C.'pitio mor Joaquim Gomes da
Silva Azevedo ; seioga o obzrquio dean-
tninciarasujmorada, ou ira ra Nova D.
6 para tractar de negocio de seu iniertsse:
igualmente se roga a qualquer peoa que
d'elletenha noticia, queira ter a bondade
de a dar na weaaia ca cima pelo que se
ficar sumamente agradecido.
*W Quera precisar de um caixeiro
Portugal com idade de 20 annos, para
servico de rua armasen] ou mesrao ven-
da, o qual tem bastante pratca, sabe ler,
e-crever e contar muito bem, e d fia-
dor a sua pes-oa : quem pe tender diri-
ja-se a rua Direita n. i, Udo do poente,
ou aonuncie a sua morada para ser procu-
rado.
W Quem precisar de um caixeiro
rortagoez de i4 anuos de idade para loja
de faseudas de que tem pratica ; annunrie
ou dirija-se a ra do Limuneoto venda
f^" Ura mosso Brasileiro, pretende
mpregai-aeem caixaria d'algum Escrip-
torio: quem precisar de seu prestimo ao-
nuncie pra ser procurado.
Xa?* Quem annunciou no Diario de
hontem que.er dar ajaros aoo# reis so-
bre penhoresdeouro ou prata, dirija-se a
ra Velha D. 8, lado do norte.
W Na ra esireita do Rosario casa D.
25 2.* andar do lado do norle'pi ecisa-se de
umaama de leite, queseja escrava.
Xa?" Quem annunciou querer dar
200$ reis com peones de orno, pode di-
rigir a ra do Padre Floriano ja no firo so-
br-do novo de dois andares, e tripeira a
qualquer ora, que ,e dir quem quer.
flPr Quem qrijapr dar dois cootos de
res a premio de ume uieio por cenio ao
mez, por tempo da io meses ; annuuue
pita ser piocu'sdo.
y Um rapas B>a>eirof de boa con-
ducta, a que d fiadora ella se oferece pa-
ra servir de caixeiro em qualquer casa de
comercio, pi sendo para I. Ja ou venda :
quem precisar innuocie para serprocu-
lidoj advertindo que o mesmo tem algj-
mapiatica e propeocio para o comercio.
Xa?" A pess a que anuunciou querar
trocar omi casa sia no Bairro de Bo&-vi-.t*
poroutrano paleo do H .sptal annuncie
a sua morada, oudrja-se a ra Direita na
Joja de couros D, 12, para faser pegocio,
declara-s, que he no sobrado novo que
deita o fundo para o p-teo 3T Boga-se a Sur.Sul Pie'cito des.
ta Froguesia do Sacramento do Recite, q.e
poi amor da humaiiidade, e do socego pu-
blifol-aj 1 de observar o estrago, qu'est
fa-*'ndo a bebida de garapa c.'a Ta venia da
adquira do pate da l'eoha, em cuja casa
mor o Sor. Coronel Joaquim Bei nardo
de Figneredo, )uis de Paz deta me.Miia
Freguesia, aos pelos tscravos, tanlo gra-
des, cono p.qiienos, e outras patfMi de I
cor, que all con-Untemente vio b.bei ;
poisalem de bebvrvm dita g^apa, qe di* I
Hum vizinho da dita Tavema.
Ooctn annunciou no (Diario de
Sbado 5 do crtente ter paia vender a 0-
bra do EspreitaJor mamado, dirija-se a
t'az da Igreja dos i>i -rtiiios casa de tiez
rotulas veid^s achara com quem tractar.
&9" Des te Francisco de A [cid 11 a, ou ao Sr. Jo ge
Acun o Silveira a negocio de atnbis,
queirio annuriciir por esta folha as suas
mora-las, pirase llies filar, e tambera ao
Snr. J< So Manuel de Lira a negocio.
Y& O Snr. Joaquim Maitins Ferreira
Roris quena prncuiar urna carta na ra do
Rosario v.-nda D. 8.
VJJ" Quem precisar de um cax iro
Po' tugues de idade de 20 anuos para loja
de brragem, ou fasenda do que tem bas-
tante pratica, pode procurar no beco do
peixe fiito D. 3, ou annunciea sua mora-
da para s>t procuiada.
|rj^ Troca-se urna boa espada bainlia
de ferro com bonita folha sem guarnicio,
por nutra que tetiha guarnicio ; quem qui-
zer faser esta troca dirija-se a loja de Seri-
gueiro na praca da Uniao junto ao Saboia.
19a Quem inuncin no Diario de 011-
tem, ter para alogar no Bairro da Boa-
vista a metade de huma casa, dirija-se a
ra do Araga N. 184-
H&~ Queqs, |irecisar de am hornera ,
que tem estado por vezes ti atando de sitio
e prantaces para o mesmo servico an-
nuucie pira ser procurado.
ARRKMATACAO.
No da 14 do corrente na porta do Juiz
do Civel o Snr. Navarro se hade arrema-
tar um .-obr-nlo do um andar, e sotio, ra
ilharga do Livramentoque faz esquina pa-
ra o beco do Carceieiro; e no dia 16 na
portado Snr. Bento Joaquim de Miranda
Henriqueoiitro, de dois md.res sito na
ra da Penha anexo ao em que mora o Ju-
iz de Paz ;. o primeiro em xios proprios a-
vaado por xios foreiros, cada um pela
mdica avaliacio de dois contos de ieis:
as pessoas que nos ditos qaiserem tancar
compareci tas ditas piafas que to as ul-
timas.
COMPRAS.
Urna venda em bom lugir no Bairro de
Santo Antonio, nio exeedendo de Gajfy
res o aluguehquem tiver annuncie por
esta fulha.
XW Compra-se, ou aluga-se um mo-
leque queseja deligente : na /ua da Craz
n. A.
*y lm molatinho de 8 a 10 annos, e
que s>-ja de cor bm clara ; no atterro da
Boa vista D. 19, ou annuncie.
LEILAO.
Ro^s !l mpIIois & Comp. fazem leilo
de (^^'er^as fisenda- linipis e avaiiadas bo-
je Quiota feira |10 do corrente as 10 ho
rasdamanhi na casa de sua residencia 1 ua
da Carieia.
?y Lua Gomes Ferreira & Mansfield
lazem leilio S. xta feira 11 do crrente mez
pela* 10 horas da manhip K^ de om Boe em ino estado, e urna por-
cao de oobra vellio, tirado do ca-co d< Bri-
goe Amei icario Hope vindo do Valparaso,
por cunta deq icm pertenec'.
VENDAS.
Lista Geral dos Bilhet.s premiados da
x.# parle da i4. LoUria do Sjmiiuiio, pe-
lo preco de 160 : na Praca da Indepen-
dencia loja d-Irnos n. Zj e 38.
{t~s~ Foiitilias de Porta para o
anuo que vea pelo pre<;o de seis
vintens ambos o seis mezes : na
niprna loja cima. Tambem se
veiulem em port^ons por preco
ainda mais commoiio; assitn como
se aviza as pessoas que as tem en-
comendado que podem maddar
recebar as porcoens de suas er.co-
meiidas,
%&' Urna preta de naci mogambique,
idade pcuoo ui.s ou menos 3o annos, sa-
be engomar, lavar de brrela, cosioha, e
lae costuras sonvelraente; em fora de
Portas lado da mat pequea n. 50.
W m carrinho de 4 rodas, com as-
sent.s pjra qualro pessoa, com jogo, e
I-M para ser puxado com um ou dois ra
vallas muito f,xrte, e leve em muito bom
estado, e rom todos os arreios necesarios :
na coxeira da ra Nova te dir quem o
vende. '
X9* Na Blasma coxoira ama narelha
de muito bons calilos de carro.
"* Urna tipoia a moderna, e nova,
com a sua rede de Maranho e todos dsseu
aparelbos, das 6 horas da matihi al .38,
e d. 2 da tarde al as 4: na ra Direita
u. 3%, 2. andar, na mesma casa ae dir
o dono.
y& Urna armario de loja, com bis-
tante cmodo pan fomiia, por preco co.
modo : na ra do Rosario estreita D. 34.
W" Ag-as gazoias ertificiaes de Pyr-
mon, de Vicby, ede Seltz, chrgadn* nova-
rnentede Franca ; na Botica Franceza ra
da Cruz n. 5.f.
*y Cenei>ra em botijas a 3*0 reis por
toda moeda de cobre, tendu o peto com-
petente : na venda da raa de Orles D. 8.
yfy- Arroz pilado, br.mco, graudo da
primeira sorte,- a sica a i2#800 e'reis, as
quartas, a 4$ reis cada orna, asarrouba>,
a 2$400 cada urna : quem quiser com-
piar lodo, ou em porebes procure e Joa-
quimd'.AnnuriciacioeSiqueira Va reto na
ra atraz da Malr da Boa-Tsta.
*y Urna casidetaipi sita na ra da
Casa-forte em muito bom lugar que nio
cbea xeia, com varios pez le arvores de
de fructos : no atierro da Boa-vista D. 33
na casa de JoioHaitO de Barros.
fcaT* Urna escruva que representa ter
26 a 28 annos de idade, boa vendedeira:
na ra do Cebo casa de Cyprino Correia
*y Umaescrava de ciiola, de 17 an-
nos, bonita figura, e sem vicios, propria
para qu.dquer servico de urna rasa, e boa
para veudej : na roa : na ra do Fagun-'
des sobrado 1 andar D. 7, lado direito vin-
do pela Ribeira.
t& 2 vacas paridas : no sitio de Manoel
Joaquim Carneiro Leal.
WT Um roolato de 18 annos, vende
na iu.1, e proprio para outro servipo : na
ra de Smta Rita nova venda da esquina
D. 28. fl
fe3>" Urna n-gra, da costa, propria pa-
ra v.Mder na ra; espadas para Guarda
Nacional, a cmodo preco, e urna carteira
de amar, lio de 2 faces: na ra da Cruz
n. 97, 2.0 andar.
WF* Uro violocom a competente ca-
xa eum meihrdo de msicas ludo em mui-
to bom uso: na ra da Cruz armazeni
n. 28.
*y Um realejo de cordas que toca co-
mo piano,eum dilo pequeo porem com
a2pe.-s pevo: atraz da Igreja dos Mai tirios casa
de trez rotulas verdes a toda hora do dia.
\&~ Duas ocravas ciioulas mocas de
b-nita-.figura., s m vicio algum, urna com
mulo bom leite* tima cria mulatinha com
4 metes da idadd, tabendo lavar, engo-
mar liso, e rosinhar o diario de ama cas
eoutra lavad/ira e cosinbeira, cose xo]
las r na, e todo servico de urna casa com
multo auno; na rua Direita por sim da
botica dolna io da Neri.
jy Blierroa de superior qualMade a
18-3000 reis a duzia; na 1 ua Nova defron-
te d|0ilo da Matriz loja I) 4.
*y Um palanquim, com punco uso,
mi.demo, e mais proprio para urna cadei-
1 mha: m casaquj lica defroule do Pala.
C!0 (IO Blapo.
Umeseravo dogenlio da costa, i.
dade40annos, bom para servico decam-
po, sa he p'sntar, e liropar cnpim, e muito
sadio ; o motivo da venda por se BY*c.
zar de urna escrava : na n-esma casa cima
9> Um preto ja de idade, p0,eiQ
muito trabalhador : na rua da Cadeia Bo-
tica D. 4.
*!W Urna redj rinda do Para, a qual
he urna obra de bom gosto toda pintada
com excellentes ramigens j na rua das
aguas verdes D. i5 indo para o Terco da
paite esquerda.
ALUGUEIS.
Alugio se para passar os mezes de ve.
rio, ou por auno, trez casas novas, e de
bons cmodos, no lugar do Manguinhu
quera as ptriender dirija-se a tratlar com
Manoel p.reira Teixeir*, morador em seu
sitio, junto ao mesmo lugar, ou falle na
rua Nova, armasem D. 14.
Aluga-se urna casa para so passar a fas-
ta no lugar da Magdalena margem do rio
por preco cmodo: quem a pertender d-
r.ja-se a rua larga do Rosario Botica D. 10.
*y Aluga-^e urna casa terrea por mui-
to cmodo preco, com boa carimba de be-
ber, quintal cercado com plantas, e muito
>escs: na rua de Domingos Pires a fal-
lar com Thomaz, sapateiro.
ARRENDA MENT.
Arrenda-se um sitio com boa casa o
multas fruteiras de lucro, por preco c-
modo na estrada do Roz-arioho defionle do
sitio do lalescieo Manoel Jote de Aimeida
achaia com quem tractar.
ESCKA VOS FGIDOS.
Joaquina, naci cacange, iJade de 22
para 23 annos, bonita figura, estelara hai-
xa, grocadacoipo, pitos pequeos, na-
na chato, b,ca grande, e o signal que
tem mais viMvel os pez foveiros pelo r-
gelo : fui escrava da c-sa do falescido Dou.
tor Bernardo : rega-se a todas as Aulhori-
dadesPoliciaes por onde ella tenha de a-
pancer, que a mandem prender, (poia
consta ler andado pela Cidade de Olinda)
e tra-er asua senhora Cordula M^riaCIau-
dina do Espirito Samo, na rua do Livra-
roento sobrado de 2 andares do lado esquer-
do vindo da Pracinba do Livramenlo, o
2. passando alenda do Per. eir, que pa-
gua com generozidade a quem a troocer;
e proUsia exigir dias de servico se alguen
a tiver oceulta, e nao a mandar mediata-
mente entregar.
Taboas das mares cheias no Pono <*V
Pernambuco
29Segunda |
1
l~T:
J 2~Q:
S 3-Q:
S .4S:
q 5S:
6-:
Man.
NOTICIAS MARTIMAS.
Navio sabido no dia 9.
Maranhio ; lliatc S. Joze de Riba mar,
M. Joaquim da Costa Ronna Guedos : as-
sucar, e mais gmeros.

paUUh na iif., im tvi. F, Fabia iOJb.v'
m


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