Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:06000


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Full Text
ANNO DK 1836. TERCA FEIUA
/
8 E NOVKMHRO N. 242.
!. "Di......--------------r--------
mmm
^NfcV
diie

PmtMiBiioa. Trr. im M. P. d F*m. 18.16.
l
DAS DA semana.
7 Secunda icj. S-Florencio And. dos Juize*. do Cr.
j, de m. d- ,la The*oUr Publica c
Chae, de i- .
8 Terca S. everiano Re- a> m. e aud. do J. de
O. de t. Lu> ". hs a h c .17 ni. da m.
9 (guara S. Theudoro M- >cs. da Til. r
10 Quinta S. adrc t. Re. de m. and. do J do
C. de m- c Ch. de t.
11 Srxia S. Martinho ses. da Tli. P. aud- do J. de
O- de i.
II Saliado fi-j. ? Marlinlio P. M Re. do m. e aud.
do V. G. de t mu Olinda.
"13 Domingo O Patrocinio de N. S.
Tcdoagoradenende 1; no* niesinm da nossa prii
denca. niuti.rav*" e energa .coiinurinos com
principiamos, t sereino api.ntado cun admira-
gao entre aa Nacoe.s mua cultas.
Proclamaba da Jittmblta Bral A* BraiU
8ulnnreee a 1000 rs. rnensae pago^adiantadoii
nesla Tv pografia. ra das Cruzes D. 3, e na Pra-
ca da Independencia N. 37 e 3 ; onde se reeeliem
correspondencias legalldaa, annunciost nterin,
do se !< gratis sendo do |irci|inos attignaniei.
a viudo antiguado.
( A MUIOS.
Nottimbro 7.
JLiOndres 38 f)s. Si. |hi 1 Ctd. ou prata a
50 noroento de pninio Nomina.
f.l-.l).ia.r>5 por o|o premio, por metal, Nora.
Franca355 Hs. por trauco
II io de Jan. (i p. r. lie nrr-in.
Mneclaa de (.,400 13,.2O0 13..400
4000 fi .7(Oa tSU0
Peana I410
Premio da prata SO p. c
da* Miras, por mea I iporoio
Colire '5 por ce oto de descont
P.AUTIDA DDS COKHKIOa.
Olinda _Tnilns os Hiasao meio dia.
Goiana, Alhawira, Para i lia, Villa do Conde, Win-
inanguape. H lar, Kea. de S. Joo. R'reiii it'Arria,
Ranilla, Pomlial, Nova de Souxa. Cid.ide do Natal,
Villas de Cioiaiininlia. e Novada Prinetia, Crth.de
da l'ortale/a. Villas do A<|iiirs. Monte mor novo,
Aracatv Casca vel. Cantele, (Irania, Hnperatrix,
S. Bernardo, S. Joao >|o Principe* Soltrar, Novad'
P.lliev. Ir., S. MatLeus. Keachodo sangue, S-
Antonio do Jnnlini. Queierninoliim. ParnaJu
SegOltdaae Sextas leiras ao meio dia por via da
Parailia. Santo Anio Todas B qninU fi'iaaao
meio da. (laranhuai. t Bonito no aia lo <'J4
de i ada mez ao meto da, Floresno dia I!* do
cada uic ao meio din. ('al)o. Seiiiiliacm. llio F( r-
111020, e Porto Calvo-nos .lias I, I I-e 21 de fiada
"iez- ____________________ ___r _
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLKA GGRAL LEGISLATIVA
CMARA DOS DEPUTADOS.
Se&sad de 19 de Agosto-
Abre-se sessaS s 10 horas da manh,
approva-se a acia da antecedente.
L-se hum oQicio do Mini-tro do Im-
perio com copia do Decreto que cooce-
de a D. Maria AdelaiJe Sodio Coutinko,
tn remuneraca dos ser vicos'deseu fal-
Kcido marido o Conselheiro Jote Litio
Coutinho, a penso annoal de 800<2>000
jreis: Commi.-sa de PcnfeS e Orde-
nados.
Do Secretario do Senado com huma
proposir;b5 do mesmo Senado declarando
comp elituder a diposico do Art. 154
do Cdigo Ciiminal a falta de cumpli-
mento das itistruccfles dadas pelo Podvr
l'.xeruiivo para a boa execuco das lei:
imprimir.
t j inesmo com as emendas feitas pelo
'Senado s tipprovadas pela Cmara dus
Deputados solire a proposta do Governo
que suspende algumas formalidades cons-
titu i o nata no Rio Grande do Sul: im-
primir.
Do mesmo com huma prop>sica5 em
-que se aulliorisa o Governo a vender o ter-
reno contiguo ao Paco do Senado, appli-
cando o seu producto reedificaoaS do
-inesmo Pco : a imprimir.
'Ha remanida Com. de oriniento a
'tabella demoustraliva da subi>tituivo do
papel iLOeda.
L-se o seguinle parecer :
A Commi-sIodaConstituicoprestou
i devida ti enro ind cacao doSiir. De-
putado Ibiapina, que conten a propo.ta
de huma nu-nsagein o Tbrono, com o
fim de ser substituido o actual Ministro
da Fazenda, por quem po>sa de^fazer a
crise finanteira que ameica esmagar o
Braiil.
A Commisfo, com quanto julgue que
o meio inlicado nio se de.sccnfrroa da n-
dole do syslema Representativo, e re-o-
nbe?a que ellw tem apoio na histoiia par-
Lmintar deoacScs c.vilisadas, que de-
ven aertar de modelo em taes materias 5
todavia enlende que na peenle Mojone-
tora naoconvem adopU-lo; j por que
similhat.tc mensag.m nao impo-ta mais
dn que a signiBca^io de liaver o Ministro
perdido a cunfiaoca da Cmara, e lal stg-
nifi outros meio, lalvez preferin-i por seren
indirectos; e j porque, estando o nego-
cio doioub) doThesouro a'-cto dota
Coramisses da casa, seria menos pruden-
ti' piejudjcar ojuizo dasdilas Commiss-
es, adoptando desde j a picp sta mensa-
gcm. Por tanto, he de parecer que a
leferida itidii-aca nio entre em dicus-
afO.
Pco da Cmara djs Deputados, 18
de Agosto de i336,C. J. de Aiaujo Vi
anua.H. H. Carneiro Ltio.M. I. de
Mtllo e Souza.
Pedida a urgencia pt-lo Senhor Ibiapi-
na, eaimpte-sio pelo Sr. Bhrriog, de-
cide a Cmara que o parecer v a impri-
mir.
Entra em discussn hum parecer da
3. Commisssio de Fazenda, sobre repre.
sctilaqaii da Irmandade de S. Juze, que
pede ae llie conceda o mesmo favor ontor-
gado sdoSS. Sacrumento e Misericor-
dia, de permanecerem no gozo dos pre-
mios das loteras, em quanto nao furem
reclamados*, a Comraissio enlend 1 ser jus-
ta a supplica, e que entre em discus-o
hum pr te resptilo : he approvado.
Outto da mesma Commi-cso sobre pre-
tericio dos escripturaiios da Piovinciada
Babia: aCom. nao julga atlendivel: he
approvado.
Ordem do dii.
Continuando a segunda dsi'ussa do
Projeito do Snr. Aiccbispo da Rahia,
ce.ca da R.lac>5 Ecclesiastica pa.-sa-se a
discutir o s< guite.
Art. 3. A prefeienca marrada aos
dous nmeros do artigo antecedente t&
podei ter lug*r ronrorrendo nos per-
tendentes os demais requis'toa exigid .s
em iireito.n
Depois de di cutido, he approvado.
Art. 4- A Presidencia da Relaqic, no
impedimento ou ausencia do Atcebi-po
Metropolitano, seu Presidente nal o, ser
exercida pelo Provisor d > Arcehispado,
que >ei sempt e Membro da Re laca, e na
falta deste pelo Destmbargadur masan-
tigo.
He apoiada a segumle envenda :
ait. do poj (lo S'ja substituido
pelo seguinte : A Prt.-idenci* d.< ReUca,
no impedimento ou ausencia do Metro-
politano, seu Presidente nato, ser tx r
ida pelo Deseiuburgidor uiais antigo.
Rlirring.
Dado por discutido o art. he approvado,
o a emenda G a regeitada.
t Art. 5. O Scielaiio da Relayio per-
cubei o ordenado de a00$ rs., e o Por-
teiro o d-: i50j^ rs.
OSr. Bbeiing uelte mesa a seguin-
te emenda;
Supprim3-se ott 5. etc. Hj a-
poiada e entra em discu-so.
Dando-sc por discutida a m-'teria, a e-
menda desuppiessio p-se a votos, nao
seappiova ; e o artigo heapprovarlo.
k Art. 6. Os uteucilios e movis que
forem precisos para a mesma Relacio se-
llo, a pedido do Arcebi;po, lornecidos
pela Fazenda Publica.
He apoiada o seguinte artigo idditivo
do Sr. Bhering.
< A noiTieaca dos membros da Rea
cao ser feila 11a r.onformidaile do 3.
do artigo 10a da Conslitilicio do lmpe-
1 o.
A discussa deste art. e emenda Gra ad-
diad.i para se passar oulra paite da or-
dem (I ) dia.
Continua a discussfo do Orcamento so-
bre as Uispo8coe- Geraea.
Sao apoiuilas differtntcs emendas, e
dase a iinal a maleiia por disculi-
da.
Sao regeitados oa artigos )4 e '5
da proposta, e approvados ca attigos 16
e 17.
Sao approvadas as emendas dr Cora-
mi-sio aos arts. \'\ i5, e regeitadas as
unis.
Sao approvadas ass-goinles emendas:
k O Govtroo fica auctorisado para
conliactar desde j, pelo lempo de tivs
auno, que comecaio no anoo fioancei-
ro de.-ta lei, o servico da Cpala/.a da
Alftndega da Cuite, coro atjuella Cotn-
panha que se obfigar a fa/.er o aervico
d lia com genta livre, e a dr cinco por
rento sobre cilanco ii'ais favorav-! que
for o.Teiet io. 17 de Agosto S. a B.Vi*
auna.
Ad'lilivos1. Amctade da cobran-
C da divida publica fi a pe teniendo s
Provincias; e os respectivos Governos a
promovers, goai dadas as leis geraes.
t. O G verno lieauctorisado a con-
ceder a Provincia de Minas Geiae. os
quarteis dos destacamentos extiuctos para
prises nos Disti icios dos Juizea de Pa/,
iiye nao fornn das Cidades ou Villas, se
IVutro pedidos pela Assemblea Legislativa
Provincial.Vasconc tos.
Todas as emendas si regeit'das.
Da se pot linda a >.. discussa do Orca-
rotito, e approva-.-e para passar ter-
ciIra.
Eotra em discu.s.-o a resi-luc& cobre o
tratad coro Portugal.
Ait. nico. Fica.ppt ovado o Trata-
do de Commercio e fSjvegacae concloido
entre os Plenipotenciarios do Brazil e
Portugal, e assignado ncsla Cidat'c, aos
i9 de vVJaiodo rorrete anno, etc.
O Si. Hemique de Rezeiide pedndoa
palavra pela ordem, dii que atte-iU a gra-
viJade da matma, pilga qoe ella de ve
pasfar por Dcrelo, a nio resoltu, para
que baja rliais tsjiaco p.ra >er bein venti-
lada a questio, emenda esta que heapoi-
ada, eentra em discussatt.
O Sr. Calmofl hao dutidando da gfa-
vidade doolijecto, dia que isto nao bsst.
para a neressidade das 3 disru>s'Ses, pois
que materias liu alias graves, que p8S5
em resoluca, eque mais de hum Tratado
a-sim tem passado, e depois de mais re-
flexes, mostra nao estar pela emenda.
O Snr. Reiende itisistindo na ana opi-
nio, entre outras rasdes que expende,
observa que hum talado nio he romo
quafquei' ki, por mais grate que Befa,
interna, que qunndo se confiere que he
m, deroga se, pois que aquella tem de
durar o lempo fixado, durante o quala
Camora fica inhiliida de tocarlhe, de-
v. ndo poi tanto pezar-se muito as mm's
eslipulaces, abstrahindo entiar por hora
na que-to, se o Tratado he bom, ou
mo.
OSr. Mariel Mmitero accrescenta al-
gu-nas TasSes as ponderadas pelo Sr. Cal
mon, persudese bastar huma s dis-
ciiso, porque o ioconvenienle ap>otado
pelo Sm. Rescnde pode se dar, quer a>
approvaco pas-e por meio de resolucio,
quer por Decreto, cooclnodo que se lio
bom o tratado approve-.-e, e que se 01o
regeite se.
O Sr. Bheting trazendo a exem.plti a
censura feila C.'ouiiiisSo de In.struccaS
Publica por ter presentido a approva-
co do Regiment interno de hum Fa-
cilidad em huiua esolacad, e comparan-
do bilma couf.a com oaTra, "psrgunta, so
nio he de toda a raslo quo pase est ma-
teria ta impmt nte por meio de Decreto,
e Mi de lesoluco.
OSr. Visionde de G^ yaniu corrobo-
rando cirii n<>vus aigomentos o que ti in
ditos outros Sor.-., vota pela emenda do
Sr. desande.
Julgdda discutida esta materia heappro-
vada a emenda do Senhor Rezende por
39 voto<, cn'fa 3i, e passando km
Cunsequencia o projpcto a ser conve tido
em Dlerefb tem lugar a piimeira dis-
CQSS0.
O Snr. Souza Martirs pergnta se he
terdade tar-ae solicitado do Governo In-
gle/, a rev.igaga do Ti atado feitn entie O
Brasil ea Inglateira, a respeito d clireio
d'Alfandega; S'oMarqiez efe Barbiana
liufa levado nslruccSes p?ra es-e fim, e
qual raz.m por que o Governo fez essa
recommendsca.
O Snr. Minstro de F.sttang.iios res-
ponde que isso ludo ti Vira lugar, roas
que a negociacaS ua5 fora Invada aelfeito,
e<|tia.-to aolm que se pVeltndia, ra se poderetn impor maioies dirritof
110 consumo das fazeud'9 log'ezas,


9
DIARIO DEFERNAMBUCO.
l<
O Snr. Santa MjiIhs que a vista d*
expuesto do Sur. Ministro p jda-se con-
cluir, q-ie o Governo rec mhece ne-
pssidade de augmentar os d reitoi, da
Alfaodeg, julgando esse meio o menos
gravoso para os habitantes do nosso piiz,
e o mais favoravel pira augmentar as nos-
bjs randas, ecausar-lhe por tanto admi-
raaaSqueo governo aasentisse a ele tra-
tado con Portugal, no qual em i dos sous
attigos, seinVulva a deminuica da ter-
ca parte dos di reitos de impo taca5 as
merr-adoi ias Portugu as.
Continuando em lungo discurso diz
que a deminnic<5 hade excedar milito ao
calculad > pela Coonrissa nad sendo
as leLi^o** do Conm rei Portuguez,
cosa a diversas pi-icn do Brasil as mes-
mas, e que nao duvidaria votar pelo
tratado, H o G >verno Portuguez offere-
cesse alguna corap >sca5 ; que exi-tem
cantos aliquidar eum Purlagil, caj.t re-
suit.id anda se ignora ; que lera rates
para cree quo o Goverao Pottuguez exi-
ge de nos. quanlia que n 5 llie podemos
dar, pois v no rel.it.no doMinist'O da
Fasenda Portuguez menciona rem-se
quanlias como dividas p lo Brazl, que
nos relatoi io- dos uos^os Ministros pare-
ce nao cunhecerem-se^ que havendo po's
duvidas a este respeto seria melhor dei-
xar.paradepoisde reconhecido o resultado
da lequidac.<5 a approvaca dVste tra-
tado : dep )is de outia* muitas rases com
que se exforca a mostrar que o tratado
ludo ero favor de Portugal concluedisen-
do que na5 votara' pelo Tr.tido sem que
Poitugal olereca comp-. nsaca equiva-
lente, e pede o aditamento da discussa
te 0 armo futuro, un at que ron-I e quaes
as compensado s outorgadas pelo Gover-
110 Portuguex na liiuidaca das nossas
coaiaa com olle.
O addiamerito pedido he appoido e en-
tia en discus a.
O Sor. Miciel Monteiro combaten-
do as argumeutos producidos pelo Sor.
Suuza Martin* couclue declarando que
assim como se pronunciara contra a emen-
da do Snr.Resen le, assim la m bem vota
contra a aditamento.
A hora faz addiar a distusao desta ma-
teria coja continuacad he dada para
ordem do dia.
pado.
Aomcmo ennand >-Me un officio
do Insp.-cioi* Geral da* obras Publicas,
e uuti-os di E loarregado de levantar a
Entrada do S il, dos quaes te v que una
porca da podra de cantara que exilia
junto di pequea Poate dos Carvalhos,
t' p rtencente a Pasen ia Publica a<-ab < de
ser extraviada : E para qrie m5 sofra a
mestua Fasenla este piejuiso, eseja pu-
nido o extreviidir, mande proceder
como lor de Din-i (o.
Ao Prefeito da omirca deS. AnlaS
respondendo, que nao pode ser afendi-
da a repres nlac.- que f-i en offi io de
3 do co- rente prdndo se nund-t outro
destacamento do C rp<> Policial pira a sua
c >mmarca visto que ao servico Pu-
hlicu convem que nesta c pital se conser-
ve a maior paite do referido corpo, que
anda tera poucas Pracasasquaes be ne-
cessario ir recolhendo dos defmenlos
logo que as Cmaras tetiba Engajados.
(Continuar-se-).
DIVERSAS REPARTICOENS.
PERNAMBUCO.
OOVKRNO DA PROVISCIA.
Expediente do dia 7,
OFFICIOS.
Ao Inspector da Thosouraria nspon-
deodo que o pagamento dos orlendos
de Manuel Jos Peixoto Guimaries Ci-
ruigiaS do Partido da Cmara Municipal
de Goianna d ve continuar de maneira
quea agora tem sido felo, edevolven-
do-lhe o requeiment do documento que
lemetteu pertencentes ao referido Ciiur-
gia
Ao Inspertar Geral da Thesoura-
ria para abonar ao Comroandante Geral
do Coi po Policial a importancia dos si-
dos que vencerem em Novembro, Desem-
hro e Janeiro as P ragas do mesrn < Corpo,
e Eng-jados adlidos que se achaS desta-
cados na Comarca de Pirres ; e bem as-
sim a (juanha de 4#ooi ies para paga-
mento de frete do armamento e muni-
tes que tem de mandar pira a Villa do
Limotiro o dito Coramandante Geral.
- Ao Prefeito daGommaica do Reri-
fe para mandar proceder na confu-mida
de das Leis contra o Bcharel Inno en-
ejo d* S.lva Per. ira, do oflioio doDne-
etorntcroo do Curso Juiidico de Olin
da, e do certificado do Guarda Correio
do dito Corso que se Ihe eutia, po-
quaes se mostr. ha ver o referido 13-, fui el
dentro da Academia e n maior publi-
cidade di igido contra o Doutor Felippe
Jasen de Castro e Albuquerque, os in-
aaltoa mais ofien-ivos a di^nidade do
mencionado Doutor, eio decoro do lu-
gar, e actos que oelle se praticava, dan-
do assim o mismo Bechprel um perni-
cioso exemplo ruja i- ptida cumpre e-
ricUr coiu a ititricta punica do cul-
PREFEITl'RA DA COMARCA DO RECIFE.
Parte do dia 6.
Illm. eExm. Sr.
D.is Partes recehidas consta, que pelo
Oflicial da segunda ronda de veaita lora
pr.so e lecoll.ido ao.Calab meo do Cor-
po Palacial o Soldado da oitava Compa-
nliia do Bit-lh.
Antonio Moreira
de Cassadores
, por o encontrar as 4
horas da madrugada, e deitido em huma
calcada no atierro da Boa-vista, nata]
o fiz remetter ao Exin. .Commandante
das Armas.
Nada mas consta.
Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Prefeitura da Comarca do Recife 6 de
Novembro de i836. Illm.e Exm. Sr.
Francisco de Paula Cav^l.anti de Albu
querque, Presidente da Provinri...Ma-
noel do Nascimento.da Costa Mmlt t--.
Conlinu cao das pes-oas q' fora alistadas
para jurado na Commarca do Rec fe, na
conformidade da Le Provincial de 14
de Abril do crtente anuo.
559 Jos Carlos Bs< rra farrea
560 Jos Gomes de M<>ora
561 Ji>a5 Cavalrantede Albuquerque (do
Engenho Agoa fra)
562 Jos da Costa Maitins
563 Josa Alves F'lgueira
56i Jos A|ves de Castro
565 J< se A'enii Cisneiro
566 Joan Bapti ta Ciimen les
567 J laqui'ii Pedro Barretto do Reg
5o8 Joze d'Aranjo Pinheiro (do Enge-
nho T-apix-)
569 Jos Mara Pas Barrito
4jv Jos Xavier da Roxa Vanderlei
571 Ignacio Al ves de Castro
572 Jlo Al>es da Silva
573 lo-6 Xavier Carneiro da Cuoba
5^4 Jaa5 Fernn les da Cruz
575 Joaquim Jos Feneira
576 Jos Antonio Gnlo
577 Jos Victorino de Lemos
578 Jos Pereira Vianna
579 Ignacio Manoel Viega
580 Coronel Luis de Mouia Achiote
581 Lua Antonio Vieira.
58a Luif da Costa Porto Carrafa)
583 Padie Lino Jos- Gonsalvea u'Olivei-
ra
584 Luiz J 1 se de Sampaio
585 Luiz de F>anca e Mello
586 Luiz Jos da Silva Guimaries
587 Luiz Pues Ferreira
588 Luiz Pereira de Faria
589 Luiz Gun.e Fe rn'ra
590 Luis Rodrigues Se'te
591 Doutor Luu Gaineiro Paes de An-
drade
592 Lourenco Josa de Carvalho
593 Doutor Lourenco Trigo de Lou-
reiro
594 Luiz Gomes Fereira (de Marangoa-
pe)
595 L"iz Save no Marques Bacalhao
096 Luiz Gandido Carneiro da din ha
97 Lujs Moreira de Carvalho
598 Loie Antonio da Silva
599 Luiz Riheiro Ribas
6>o Luiz de Sa' e Albuquerque
601 Luiz Antonio Alves ifascaranhas
6.1a Luiz Rodrigues Estevas
6>3 Luiz Conzaga Bacelar
604 Luiz de M lio Pita
rj>5 Padre Haboal da Foncecj e Silva
6t>6 Manoel Gunsdves Ferreira e Silva
607 Padre Manoel Moreira da Costa
608 Miguel Ferreira de Mello
5O9 Manoel di Silva Neves
610 Manuel J 611 Manoel Goasalves da Silva
6i2 Manoel Bernardino Monteiro
613 Manoel Antonio Viegas
614 Manoel Carneiro de Souza Lacerda
6l 5 Manuel Eugenio da S.lva
616 M.noel Marques Grengeiro
617 Manoel Ferreira Antunes Villaca
618 Manoel Lilro de Miranda
6i9 M noel f-lis Nones de Castro
620 Manoel Antonio Sirooes do Ama-
ral
621 Manoel Perigrino da Silva
622 Padre Mauricio Borges da Costa
623 Major Manoel de A/.evedo do Nasci-
mento
624 Tente Manoel Farnandes da Cruz
625 Manoel Caetano Soarea Carneiro
Monteiro
626 Teoente Coronel Manoel Jos da Cos-
ta
2 7 Manoel Joaquim do Paraso
28 Manoel Jos Martina Ribeiro
f.29 Manoel Jeionimo da Costa Uolia
63 Tmente Coronel Manotl J se Mai-
q tins
o 31 Manoel Grgo1 i > da Silva
612 Manoel Ant no Ferreira Lopes
653 Miguel Arcanjo Monteiro d' Andra-
de
634 Manoel Custodio Pexolo Soares
635 Manoal Candi de Qneiroz
636 Manoel Thomaz de Souza Lea5
637 Manoel Francisco da Silva
Continuar se-ha
cenca bem de seus arranjos, para II.
cene ten do de lser as assistencia n>
Mnnicipio do Recife ; pelo que a Ornara
nomeou interinamente ao tildo da dito
Secretario Joaquim Higino da Molla Sil-
vera; e logo se Ihe defiri o juramento.
R eso'veo que visto o actual Advogado
desta Cmara os5 ter prehenchido, os se-
us de veres dexando as causas da Cama-
ia bir a revelia com grave damno de seu
Diieito 1 por tanto fosse Ungido fot a de
ser jmais das causas desta Cmara, vis-
to que ja tivera sido admoestado u res-
peito, e que se nomea-se quanto antes
bum advogado hbil nos Auditores do Re-
cile, e que disto mesmo fosse partecipa-
do.
Resol vea, que SB Offifcaw SOS Veres do-
res, que tem deixado de comparecer por
motivo para declaiarem, se contiuua o
seu mptdimente para haver lugar,
chamar a outros na forma da Le.
Resolveu, que se oficiassem Editaes pa-
ra cumprimento da N-i do Ovcameoto no
artigos, que Ihe diz re-peitoeom o praso
de 3 > dias, .to he a respeito da impoi-
cao de 2$ooo reis as boceteiras, e mas-
cates : e quanlo a respeito das pastagens
se oificasse ao Fiscal da Fieguesia do Po-
co para endagar quanto renderar por da
a passagem do caldereiros; a quanto a
passagem de Mara Faria ficasse a cargo
do Snr. Veriador Guedes endogar o seu
rendimento para sepodeiem arrematar.
Hotiverao variosrequerimentos depar-
tes, a por ser dado a hura o Snr. Presi-
dente levantou, e fiz esta Acta, e as-
signara. E eo Manoel Higino da Motta
Si'veira, Secretario da C m ara o esc re vi,
Barros Falca, P., Albuquerque Gue-
des, Padre Pereira, Cardtm, Xavier.
VARIEDADES.
Combustoas humanas espontaneas.
KZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a'mesma do N. 241.
f
CORREIO.
O Hale S. J s,e Derribamar, recebe
a malla para oMa rente as ,\ horas da larde.
CMARA MUNICIPAL DE OLINDA
i.' Sessa ordinaria de 9 de Julho de
i836.
Presidencia do Sr. Barros FalcaS.
Comparecers os Senhoies, Guedes,
Xavie, Alhu(|iierque, Padre Pereira, e
Cardim faltando rom cauza os Senhoies
Barata, Doutor Cbagas, Passos, e Aze-
vedo.
Aberta a S>ssa6 o Secretario menc.io-
nou hum ollirio do Exm. Presidente da
Provincia, remetiendo a Lni do r-sca men-
t da A'sembea Provincial do anno fi-
nanceiro, que ha de findar em 1837. A
Cmara ficou inteirada
,Ojlro Uificio do mesmo Presidente
1 em tiendo vatios exen piares de Leia
Provincial proniul^adas no presente an-
no : inteirada; cujas leis sao al o nu-
mero 34.
Outro Oficio do Tenente Coronel do
Balalhad das Guardas Nacionaes Fran-
cisco de Pau'a de Suza Lea exi^indo
saber dos Liaras de Matriculas d.s Com-
panhias do dito B.talliaS, a o Dislritto
das Corapanliias avu'sas. Interada, eq'
se Ihe responda no sentido do dito offi-
cio, exigindo-se primei Juizes de Paz extinctos.
O Secretario desta Ca.,ara requisitou
6 meaeodo laeuya vUj que tinlia ur-
O corpo humano em certas circuns-
tancias he HQSceptivel de inflamar-se es-
pontneamente e de reduaii -se cinzas
de um modo mais ou menos completo. Esta
terrivel fenmeno lem sido por muilo teai-
no contrariado, tanto po> st sufflma-
manteao, quanto pela dilli uldade de
explicar .-e salivatoriamente. Mas rom o
lempo os ejemplos se t m repetido e lem
sido obse vados por liomens sabios e dig-
nos de crdito, que especificaram as suas
circunstancias com o maior escrpulo ;
de maneira, que hoje, apesar da incer-
teza sempie subsistente das caosas d-ste
extraordinario modo de destruicf o nin-
goem duvda a certexa dos fados. O in-
cendio deum homem vivo sem a parteci-
pacio de combustiveis, e sobretodo de
um corpo em gnuio nao s excita o in-
teresa sob aspecto de curiosidade, es-
pecialmente se aeronsidera a enorme qof-
tidade deleuha quegaativam u anligOs
para rcduzir cinzas os cadveres, romo
tatnbem he digno deattencto debuxo da
outro ponto d < vita niais imprtame so-
ei-dade qual he o da Medicina legal.
Lecat e Vign deram a cunhectr dos
casos deste genero nos quaes a aprecia-
cao inexacta do acontec ment fez, que
duas pescas innocentes f >ssem suspeita-
das de incendio e assassinio. Entra os
sabios, que mais se oceuparam deste fe-
nmeno deve contar-se em primeiro lu-
gar Mr. La i i- o qual depois de haver
colligido os divetsos casos de conibustio
espontanea que pode recolber dedtizio
delles as s> guin'es conclusfie.-. .a As
mulheres sio muo mais piopeosas estas
rombu-les do que os h mens. -- 2.a Es-
te accidente accntice mais querite s pes-
soas ancies e especialmente s que pas-
sam de sessents annos. 3.a Os indivi-
duos em que ella se verifica esto quasi
sempre em um estado notav I de astenia. -
4.a A rmior parle delles viv-m em ina-
90 e sio polisarcos ou mui ohe-os.
6.a Em seo maior numero tem abusado
durante a vida de licores alkoolicoa. 6.a
Qoasi sempre se encontra um coi po em
ignicio, como por exemplo urna fus
ou alguns carv5es aresos naa immeda-
ces di lugar do aeontecimenlo. 7.a
Ordinariamente a inflamm<-co he muir-
[i la, e apodera-te da todo o corpo antes



DIARIO DE P ERMAMBUCO.
que o paciente pona ser soccorrido. 8.a
A chamrai he sum mamen te mobil difii-
cil de apagar-se coa agoa, e ufo se pren-
den s materias eombusliveis, que a ro-
deiam sean depois de um prolongado
cortado. -- 9.a O lugar que lem sei vido
de Iheatro ootnbuaiio exala quasi serapre
jm cheiro empireumalico mu i forte: as
puedes i as einzas e os cirves encon-
tran-se cobertoide ama bumanidade f-
tida e gordorosa. O incendio ron-orne
quasi sempre o tronco exceptuando al-
guna oasos e deiXa residuos mais ou rae-
noi considera veis da cablea e das extre-
midades. -- ii.a Finalmente, no maior
numero de casos a temperatura da atinos-
pbera he fra e secca. ,
Muitus Authoi es altribuem este pheno-
tneuo ios licores e-pirituosos qae pene-
tran] pouco pouco todos os lecidoa e
os eiubebem at o ponto qua basta a apro-
inicio de urna luz para provocar a com-
feuslao. Outios o attr buem a formacio
do gac bidregeoeo era varias partes do cor-
po oqual beinflamroa pelu contacto de
um corpo acendido, ou por ama accio
eliCirica prodgida pelo fluido desenvol-
vido emcertos individuos. Os que assim
pensara admitiera i., um estado dio-
lee ti ico DflMM pessoaS l,, o desenvol-
vimiento do gas hidrogenio e sua aecumu-
lacio as areolas do lecido celular. Es-
tas duas tbeorias nao passam de especio-
sas e nao padera resistir a ex pe enca ,
como provea as mteaessantes e numero-
sas investigaces feitaspor Mr. Julio Fon-
teuelle sobre esta paite t> obscura da
Sciencia. bellas resulta qae as com bus-
lcs humanas espontaneas nao procedem
da combinacio doexigenio athmospheii o
com os elementos da materia animal: e
que antas se devem considerar como res-
cedes intimas eespontaneas devidas as no-
vas producedes, que san a con-equencia
de urna degenerado do* muscu'os ten-
des visceras e outras partes do corpo.
Estes productos ao unirem-se apresentam
os mesmos pheoomenos, que acompanham
acombu-tio, sem d< pen gn da influencia dos agentes exteriore .
MMatpMaaf] re ni t o mais plausivel do
que as primeiras hetambem mais susce-
ptivel de applicar-se aos factos al hojere-
collados.
( Revue Britanique. )
dades : e que o appoio do Governo pode-
ria ser um novo vinculo entre elle e os seus
administrados.
Devemo-nos persuadir que o trabalho
tem a vantagem de ser um dos melhores
meios de moralizar as dasses inferieres;
e i lo a que deve attender a Legislador.
Fater bons Cidadios, hmens honestos,
e religiosos, deve ser o objecto de todo o
G verno. Um certo numero de bomens
virtuosos e sem defeiios servem de modello
a seus cont< p .raneos ; elles sfo uns S .-
ciedade nio s durante a sua vida, mais a-
inda depois delia, pelo exemplo que tem
dado, 'jorque se pode duer a resptito del.
les: A raorle ue ur hornera justo as-e-
melha-se ao tira d'um dia bonito que nos
de xa do passado urna doce lemhraoca, e
nos amma para o futuro.
Um dos maiures cuidados- d'um Gover-
no deve pois ser de aocconer o homem la-
borioso que cabe em miseria ; mas seja qual
for a sua vontade, as suas ressassas sio sem-
pre limitadas. Por tanto deve ser ajudado
ni>to p ir todos os Cidadios : i-to tanto
mais til visto que os progressos da indus-
tria cau>lo algumas vezes, nos trahalhos,
peitubaces momentneas. E por tanto
para desejar que se acuda s necessidades
d'um hone.-to ojieai io.
Parere-nos que o meio mais ventajoso
para conseguir este 6m, seria que houves-
se em eada freguezia urna casa de earidade
e de beneficencia, que concede-se segundo
as circunstancias, pessoss infeiiores, e
aos operarios q' se echessem incmo lados
por dot nca., ou por causa independente
detlen, socorr. s resultantes d'am pequeo
fura confiada, costra as hostilidades dos
Indios do Texas, visto que as autoridades
daquelle pas nio podiio impedir as g-
gres oes desses selvagens. Em coosequeu
ca destas ordens o General Gaines atreves
sou (ffectivamente o Sabina eavancou at
Narogdorhes.
Este pe-so he altamente reprovado pelas
fdlhas Americanas, mesmo por aquellas q.'
mais symputhia mostrio cansa de Inde-
pendencij do Texas. ConsiJerio esta in-
vasio como huma injusta infraccio dos tra-
tados existentes cm o Mxico, e receio
as consequenoias que dclla podem resultar.
( Jornal do Comercio.)
Roma, SO de Julbo.
tributo rea li-aios por n>eio d'algumas
centenas addicionaes que deveriio ser pos-
tes a dispoaicio da cesa da beneficencia.
A-.-iro, por meio de caucas de economas,
e de socorres gereea repartidos com justi-
ca, e que se podem offerecer mais vanta-
gens ao povo, e adufar o mais possivel os
seus males.
(Joarn. des C. n. aliler. )
( Peridicos dos pobres no porto.
EXTERIOR.
(Correio Oficial.)
Pensara en tos mor a es e filosofi os sobre o
trabalho.
A oeceesidade do trabilho tem feito
naseer a da. ordem e da economa.
A ordem e a economa corrlu/em na-
turalmente a posse, e eta confluz pro
priedade, que a base de toda ordem soci-
al bem si belecida.
O trabalho e propriedade sao pois iudes-
pensaveis ao homem e Sociedad; e elles
io e o igem de to Jos os progress<*s que el-
la lem laiio. Este ponto lio evidente qu
n< ulgamos til desenvnlve-U.
O botnem honesto e laborioso por ito
mesmo digno de ser honrado era todas as
poMies em que seache. Subre elle pesio,
as mais das vezes, os ru Jes trahelbo indis-
pensaveis Socieda, e elle tira disto pou-
cos preserva; de resto elle est livre de
iiaiitos do,- seas vicios, e de suas doencas ;
e urna boe coo.lituicio, junta i necessida-
de do trabalho, llie deixa poneos nstenles
de enfado lio funestse lio commun na-
gentes do mundo.
Urna cou-a que aferta doloio-amente o
homem amigo de humanidad'', a armera
e* a neceseidade a qae se echio redosidos
hometis laboriosos e honesto*, e que neo
tem contra si senio doencas imprevistas,
ou una muito numerosa familia. Sente-se
entio a rae roa pena que se experimenta
quando se v em nece-sedede um Soldada
Vfcllio, que consagrou urna p re de seus
das dele a rio seo piz. ,
Nio Seria pois possivel adocar posi.oe-
tio i igorosas ? A Sociedede moderna ac
ba de appresentar es ceixas de econc-m'a.
Napias dorante os dias iritis f lizes, se po-
de depositar o fro> to ciesaas economas, e
vir a ter depois urna sor te feliz. E' ver-
dade que so tem pouc cdfian^a usa socvt
As Gaz ts Americanas ltimamente re-
cehidas, estio cheias de pormenores acer
ca de guerra com os Cerckees e utras tri-
bus de Indios que ron* depredaos s e li. b.iridade- assolio alguna Ivta los meridio-
n..es d,t lJ oiio.
O Governo Meticano levanfou por vis
de emprestmo (oreado, hum imposto de
a milhdes de peos pare continuar a guer
re contre o Txa. O exr< ito mexicano
coraposto de 5.000 bomens, achaca seem
Nueces e espera va reforco para marchar.
Os Texianos esta vio rb. io.- de entila-i-
asmo; nio Ibes falta vio armas, era mu-
nices nem mmi mritos e tmho suDicien-
te forca paia repellir rom successo e inve-
sio p rojee la da pelos Mexicano?. Suas for-
cas eiio de 3,000 homens; mis com os
rauitos voluntarios que se a prsenla vio ,
parlicularmenle dos estados meridionies e
occidentaes, era de presumir que breve-
mente estas torcas subiriio a 6.000 homens,
izem que sua intmo, no eso de seiem
atacados, he de pasaar lodos os prisiotuiros
e-pada.
A indignacio contra Santa Auna era tio
grande que 08 seos guardas viio se na
precisan de estar em continua alerta para
evitar que fosse ass'ssinado. Em Almon-
te hum individuo Ihe den hum tiro; a
baila passoo-lhe duis ou lies polrgidas a
cima da cabefa. Di/.em que Santa Anna
pedir ao Presidente Jckson que se rte-se
por fiador de qualquer tratado que entabo
lasse com os Texianos. Gonia tmbete
que Santa Anna commiinir a ao Gover-
no Mexicano que era mpossivel a ronquis
ta do Texas e que se d vii teconhecer e
sua independencia.
Huma fo'ba deCharleston reala que o
mesmo S*nta Arme frs por msior segu-
renca transiendo a Nac gdorh-*, onde de-
ie ser jalgado por huma comumsio mili,
tar e fusilado.
O Governo des Estados-Unidos tnha su-
torisado o Major Gentral Gaines e passer
o Rio Sabne e entrar no territorio Texia-
no, no ca-o de a-sim o julgar ne para defender a frontn a, cujadefeaa Ihe
O trgico aciiteciment que tere lugar
ltimamente em Cassino, continu a cha-
mar a aiencio publica, e o nnme de Bo-
naparte que nella figura, Ihe d bum gran
de inleresse. Todava nio se purlrio a-
inda averiguar as causas que o produzirio.
Os Hlhos do Piincipe Luciano Do apar-
te, D. Pedro Napoleo e D. Antonio Lu-
ciano, hum de idade aO anuos e o out< o de
i9, babtavio, ha a'guus annos, na sus
casa de Cassino nos Estados Pontificios. A
necessidade de se defeudei em contra os la-
dr5es, que de quando em quendo se apre-
sentevio naqoelle pas, os havia acostuma-
do a nunca sahirem de casa sem as armas,
que sio premittidasa todo o Prncipe Ro-
mano, e este costume deu ocessiio a que
circulassem boatos a seu respeito, que fi-
zeiio conceber ao Papa alguma inquieta-
cio sobre a residencia dos Principes nos se-
us Estados, e por tanto expedio huma or-
dem pera o seu desterro.
Os Pcncipes sabendo a determinacio de
S. S. e ha vendo se Ihes prometido os
seus passaportes, sepreparavio com resig-
nacio a marchar pare a America, mais eis
que rep-niinamente se ve-'in asfaltados por
alguna Carebineiros do Papa, sem delles
receberem uenhuma intimacio,nem ordem
de pnsao.
Os (leus rmios nio estavio jautos na-
quelie momento. O. Pedro pesseava tren-
quillamente na Praca com hum Oficial de
Carabinerros: foi a elle a quem p- imeiro
se dirif>irio. Senlindo que de repente o a-
garra Jb, sem Ihe dizerem qaal eia a sua
intenca supi.ru que o queiiio matar e se
defendeu valorosamente. Nes-e lempo
f i rodeado poi 30 a 40 Cara bine i ios, os
quats acadirio de huma ca*e inmediata,
tiran lo tiros e dando baionetadas direi-
ta e e-querda : neta conienda morreu o
Oficial e ficou ferido hum sargento e al-
gn* soldados ; e D. Pedro que cabio em
trra no meio do tumulto, receb a dna<
tiros hum em huma perna e oulro na
CabeC'.
Logo que D. Pedro foi posto fora de c5
bate ronera a seu rmio, o qual ou viu-
do o tumulto desda por huma escada da
sua babitacio. O pi imeiro Carehineiro
queoavi-ta, Ihe atira hura tiro e vendo
que o mancebo pega na sua arma, Ihe di-
i igem outros tiros e algumas baionetadas
que elle consegue evitar feindo-se ape-
nas as mios, fazendo-lbes tempre frente,
sem disparar huma s veza sua arma at
que conseguid conte-los, e os obigou a
dispersar-.-e. D. Pedro foi cond izido a
Roma e preso no Castello de Santu-Ange-
lo, e D. Antonio dizem que poude fugir
furtivamente para a America.
( D. di R. )
( Do J. do Commeicio.)
treguei aquella qaentie mes eo mesm
lempo dis que eu Ihe pedo-e per te dal-
la o que n5 vera ao caso ; porque se eu
Ihe ped e tirei essa parte, qae como arre-
matante da obra, e senhor do dinlieiro
poda faser, tambem Ihe entreguei de no-
vo oatrs parcelas, que prefiteraS aquella
raesma quantia, como se pod ra' ver d
sua pn piia conta junta aos eutne, eque
seachaS no Cartorio do Fscriv5 Reg.
Nao foi eu, que Ihe pedi, que prora-
resse s quem tomar dinheirb apremio:
o Si-. Multa foi o que meoflereceu pessoa
de sai amisade para o dar; e estando a
Vencer-se a letra, quatro ou cinco dis
anteti appareceo no engenho, Curado,
pira se reformar a letra, vi,to que o do-
no della nao precisa va de dinheiro C
Ihe fasia mais conta a sue reforma, apro-
sntando-me logo a nova, que aoeitei, e
ds velha que Kerasgou. Nessa oecasiaff
Ihe dei 280(2))(,o reieem piala para dar
a conta da letra, e al boje nao me cons-
ta que a cumpri.-se !....
Seo Snr. Motta confesa que era ad-
ministrador da obra, eo caixa, c-rao se
atreve a afirmar que eu vend madeiraa
della ? Dodepoimento nos auto* se vera',
que foi este Sur. que as tendeo, como
prove com Manoel Alves Lima, que es foi
basear em sua conoa para moires do
curral dos atTogados, onde anda hojees*
istem cuj comprador foj o fiel da ba-
lance daquelle logar de quem mS me
litn'in o nome. Ah se vera' a quaoti-
dade deltas, que se eomprou assim cono
a q-ie appareceo na occasia da vestoiia.
qae requer qnando elle deixoa a ad-
ministragad ; edu hi se pode ver se he
verosmil a venda de que me arge, e
que pretende provar com o testerii-
nho de embarca di eos e que ren
o logar da ponte sabem I.
Finalmente, Sms. Redactores,'toda a
zanga do Snr. Motta nasce de nao ter eu
querido cahir no segundo pagamento, e
aju-lar a obra de empreitaJa, ja desconfi-
ando de sua lisura e boa i de que mo
fei nao obstante ter multas e mu tas pes-
soa-* qu me ab i-sem os olhos.
Queir-5, Snrs. Redactores, dar publi-
cidade a estas mal trac que muito obi igai ao o .-eu
Constante leitor, e assigoante
Francisco Jos Germano Aguira.
CONRESPONDENtls.
Snrs. Redactores.
Lendo onumeio da aua estima-
vel folha dei com a reposta que o Snr.
Manoel Antmi da Silva Motta deu a
minha i orre-pondencia ,-e Como o respei-
pei'avel publico ja tinha da propria con-
fha deste Senhor deduzido a ratio, que
me a-siste lioilar-me-h i a responder
as novas falsidades que fe* publico pa-
ladesacrediiar-me.
Snrs. Rodadores,
Depois que leiooCoireio Mercantil,
teuho-me tornado outro humero. Suas
lu es difundidas entre nos, ass\ me tena
esclarecido af respeito da escolba que de-
vemos fazer dos no-sos I lepte los. Que O
Sr. V. Jo Mercantil raciocina nio du-
vido: mas que raciocine bem, duvidoeu.
QueoSr. V. do Mercantil be l'atiiota,
nioduvido mas que S'ja verdadeiro Pa-
triota duvido eu. Que elle tem fallado
contra a Assemblea Geral, eu nio duvi-
do mas que falla sera nteresse duvido
eu. QueoSr. V. do Mercantil be Pes-
cador eu ni duvido: mas que seja afor-
tunado duvido eu. Que elle se rnelteo
aescriptor, eu nio duvido; masquesai-
ha o que e-creve duvido eu. Que elle
desdeuha rosactuaes Depulados, eu nio
duvido mas que o faca por amor da Pa-
tria duv lo eu. Que elle den je ser u-
leiio eu nio duvido mas que seja me-
l'ior do que os outro-, duvido eu. Que
elle chame a atl< rigi dos Eleitores eu
nio duvido mas que titea o oucam du-
vido eu. Que o lempo be propiio, ea
nio duvido, mis que os Brasileiros seds-
xem illadir, duvidoeu. Que as pala-
vras do Sr. V. do Merrentil sio pilulas
domadas eu nio duvido, maa que os
K'.citoi es as engulam duvido eu. Per*
doe me, Sr. Redaitor o tomar Ihe o lem-
po rom tantos duvido, enio davi.Io por
que he parasat slaz das duvi-
ds transcripto no Correio Mercantil n.
85 de 6 de coi i ente. Sou Si. Redsc*
tor
O seo att'O'o Leitor '
.,
Cones-ia o Sur. Motta, que eu Ihe en
.
O Esclarecido.
( Do Diario da Baha.)


DIARIO DE
PRRNAMBCO.
I
AV1ZOS PARTICULARES.
%gP Comit-go Administradora do.
Hespua-* de Caridad*, pieleade |r em
arreudamento de tret minos os sega ntis
predio* que fasera parte de sen p l imonio:
urna ceta terrea ni ru i di Virado D. i t
Outra di a n* rua da Manoel Cooco D. Ib,
outra dita na ru da Gloria D. 83 *, dna.s
dita* om IVa de portas I). 180 e 117 ;
ootra dita no beco da Virado 0. ao ; ou-
iramrua d-s cinco pon'a* D. 59; outra
dita na ruado Padre Fl'iiano I). 15, ou-
tra dita de -obrado cora loj.t nu ru. da La-
pa n. 168 ; outra dit ua ra do Amo im
l). 112 : as pescas ijue pialen den m di'i
lo-se no da 9'lo coi rente telas quatro
horas da tarde na aulla de suas Mas s,
coro seus fiadores.
Franri-.ro Xavier de Mir-n 'a
Escritas da Ad.*- Ger.il dos rlospitae?.
%ST" A peisoa, que no Da- o de 3 de
Oulu'iio do con ente armo, ofL-iereu que-
rer vendar um f aapatrirn, e proprio p*m, se ainda o
tiver, eqaiser vender, annuncie mu mo
rada.
jr^P Aiugio-se serventes de podreiro,
4>0 rea por dia : no atierro da IV >a va-
la sobrado L). 16.
fjflp" Felippe da Silva Porto faz srieole
ao publico que Joo Bsptiito Correia Na-
nea Ihe bypoterara urna morada de casa
terrea sita no atierro dos AfLgados por
1:000(3) reis, e por meio deste previne
ae a qualquer Snr. que nao faci negocio
Igum coan dito Baptistasobie a dita casa
duranteo praso da hipoteca, e se nella h
tgam embaraco anterioi mente a mesma,
queirio declaiar p.r esta lu ha no piaao
de 8 dia .
JQP'' Antonio Fernandes de Mevedo
previne to respailavel publico, que pessoa
Iguma, nao alugue, a ero arrend, ou
faca outro qualquer negocio com o Sur.
Thoni 1'j-reiia do Lago, sobre urna mo-
rada de caM do mnun ianle, bita no Poco
da Panella com a Frente para o rio, nem
inda para pasear a ftsta porque tendo a-
lugado o annuncianle a referida casa ao
dito Thomc por trez ann 1* e Brida-se o di-
to aneudament por lodo crtente ro-z de
zNoremhro ainda Ihe esta devendo 5 $ rs.
derctode um anuo vencido em Novem-
bro do anno pascado, por ser o ajuste de
40$ reis cada anno, e pago adiantado, e
o annunciante deve receher a xave da le-
fef ida casa, amigare lcnente oa por Autbo-
ridada Judicial, por estar j em letigios
com o dito abon, para Ihe p rida quantia, e quem quiscr alugar a re-
ferid.! casaou comprar, pode fallar com o
an'nunciMiiie no sitio a trate do Hospicio,
boje quarlelde tr p, na estrada que vai
da Boa-vista p.ira Santo Amaro.
VW~ Manoel ('aciano da Silva, actual
Tnesoureiro da Lotera do Seminario E-
pi.-copal deOlinda, faz sciente ao respei-
tavel publico, que no dia 10 do crrente
Novcmbro comeca a pagar oh piemios da
Cmeira parte da i\.' Lotera, que ara*
u de correr, e no momo di se achsi5
a tenda os bilbete* da 2.' parle nos lugaies
do cosiume.
jr^r" A pessi a que qni.er aziite de p-.i-
se dando por ella igual poicao de aceite de
carro pato, falle ao arrematante da illumi-
naclo.
fpf A pessea que annunciou ontem
queier alugar a casa terrea na ra] do Fa-
gutidts, declare cora quera se deve tratar
disto.
jr^T Quem tiver equiser allugar um
pnto quea< ja fiel e sem vicios, dicji se a
ra da Cruz. n. \, e lmbeos agradiido-se
do mwrnn se roinp' a.
tflP QirH precisar de um rapaz Por-
tuguez de 18 airaos para ca maem de aaaucar oa outra qualquer oecu-
pacao excepto venda, dirija-ee ao Fu re do
Mallos na ruad) Coidoniz ven Ja do An-
drade, ou aununcie ua morada pira ser
procurado.
fcjp. No arroasem de Jc"o Carroll, rua
ja Cruz n. 4l precisa-se de um feitor sol-
teiroque emenda betn de planlaces.
9W Pw*m e de um C|iello, para
di.er ini.-a pt-lolempo di ftsta em um ()-
ra lorio priva do no lu^ardo Hunleiro : an-
nunvic, oadnija-se a ra cotiuta do liu-
zario D. 18 para traciar-se do ju-i-."
^7 Quem quis'M" umi ana pi>a co
rer e eugo uar, dirija se a ra d.i Ordem
Tci'Oeira de S. Francisco casa da ei^utna
que vira pira a dila Igieja.
JQ^" Troua-se a moradia de um 1 casa
sila no palco do H spital do Paraizo por
entra mi qualquer dos Uiirros da Boa- vi^
ta, ou Sanio Antonio ; quera quilf an-
rtuure.
/HT* A'ugio-'-e st-is a oito esciaros pi
ra sei veriles de pedieir<>, e paga se a 480
res per dia cada um : quem *s I i ver du i
j.iseapica da Independencia loja n. 10.
93^ Pi*ciza-e de um homcm PoitO-
goC7. para feitoriiar osescravos de om la-
vrador em um engenbo na fregue/.ia de
Unna ; a p-sso que se achar as circuns-
tancias se bem deneuipcnlur o lugar que se
Ihe dedica piocure a rnnor-1 Jo..e Gonel-
ves Braga junto do arcodcSiulo Amonio,
para tratar do s- u ajuste.
VW l'ieciza-se de 10 $ rs. a juros,
d.unlo se urna e,ci ava inpca e de bons coa*
turnes p.ir seguranza : ue-ta Typ. se dir
quam lie.
fat* Um Poituguez de l)?a conducta ,
que lem pralica de venda e pa,d' ria off-1-
,recc-se para caixeiso ou d'mna oa d'ou-
da coica dando fiador a sua couducla ; a
quem Convier anuncie a sua mor.di para
ser procurado.
IT^P* Rog.i-se ao S". que toraou urna
diminuta quantia na luja de tra.sle m ra
do R izario bufa de r sati'fazer, do.con-
trario pas--ar pelo disgusto de ver o seu
rime declarado.
ARREMATA9AO.
Pelo Ju'zodo Civel do Snr. I5ento Joa-
quim de iViiranda llemique se vai ai rema-
tT em praca puhca um sobrad. de dis
andares oa ra da Peoba o qual nio pn< i-
za de concert a Igum ; e pelo Juiz do Sr.
Navarro outro na illiarga do Livramento
que faz esquina para o beco do CarceivirO,
svaliodos cada um em dois contos.de reis
quamia esta com qucuio se *t boje ua>
cas tei rea, o pi iraeiro em xos foreiroS
e paga 500 reis por anno de foro, e o se-
gn lo em xios proprios ; quem hos mes-
mesraosquiser laucar couiparrca as ditas
pracas.
NAVIOS A CARGA.
Para a Bahia
O Brigue Sardo Coi riere Americano,
Capilao Antonio Lsgorara, sahe positiva-
mente 110 diaTeica feira 8 do correte, e
raz-se este aviso para os passageiros se ach -
lem abordo as 3 horas da tai de sera i-dta.
COMPRAS.
Urna cscrava sem vi.-os nem achaques,
que saiba coser, eengomar, preta ou mo
lata, com tanto que *eja rpcolhida : na
rui N-'va loja D. 26, ou annuncie.
?y Quera tiver urna casa terrea no
atierro di Boa-tisla, equiser vender an-
nuncie.
ty* Omacarroqa: na rtia do Caldei-
reiro D. 26, casa q:ie faz frente com o lun-
dalgr LEIL.AO.
Qje pertenle faser Luiz Comes Fcrrei
ra e tun fiel.I, huje''eica feira, o de No-
vembr.>, pelas 10 horas da inariha, por-
ta da Alfandigr, de 450 barr' as de farinha
americana, que se arda recolbida na mis
raa Alfandfga, aoude pode ser tzamioa-
da.
VENDAS.
Colleoccs de lusfai listas dos Billutca
P'emiados n". Lotera do Seminaii: na
Typogrtfii des'e Diario, rus das Cram ;
e em lodcs os lugares em que su viudero
ns ,-: si'.ss lisl. s.
}/3g* Urna mo'ata muitn alva e d- 18 a
20 anuos, cosev engoma &p. : nrua do
Qu imado loja de lerragem I). i.
tjf* Um cav.dlo ratea pombo com
muitus bnns carr.gos por baixo, e manco,
por preco co.i.odo : a filiar com J-'Ze Ro-
drigues des Sanios No^ueira em M Simplicia, ou no arial das 5 ponas D. 4.
jry Umi e-crava simi-parda com i-i
para al anuos de idde, costure.ra: 110
pateo d ('.'imo 0. 10.
ypy Potaca American* em haniz pe
quenos, para rarregar em cavallos, por
piecocomuJo: ua ra do i arims m n. 17.
ajQaa Um cadeira rica da Bahia, pro-
pria pira n1-' i vados por ser de ronito h'm
go-lo: na loja nova de Manuel Francisco
da Silva, rracinha d Livrameut.
/JP" Na mesma loja cima, cbilns pre-
l.is p ra luto, platudas, b et nhas, b iris de
linho puro, e linissimas meiascuitas para
luiiiem, otudo por piecos cmodo.-.
^TS^ Urna canoa de airaiello com 65
palmos de comp ida, prop ia|para b.r< ac,
por ter muitagrocura : na fucsina casa a-
cima.
^y Tijollo Je alvenaria posto na obra,
e tiobem na Otaria : na 1 ua i in iovn casa
noca de s lleno D. 31, aondo ge acha a
mosira e-abei o prece.
arjp Urna preta d ai anuos, co^inha
o diario, cose chao, e boa engoinadaira : no
2." andar por cima da loja do Sr. Quares
ma ua ru* da vadeia do Recife.
sftp" Urna escrava crila de la para
i3 anuos dehjade, e bonita figura, cose e
faz renda: na ra do Qaeimado loja de
fazendas D. 4-
irjf* Dircionario Porluguez e Luzilano
de Fonreca as Orates de Cicero em 4
volumes, a obra completa de Tito Lirio,
Quinlilianode Fonceca, Eutropio, a'obra
compierta de Virgilio, N->vo methodo da
Grammatica Latiua, por Antonio Pe ei-
r, Sinlaxe Dantas, a obra de Salluslio,
Potica de Oi'aci.o, traduzida porJeioni-
moSoarcs Bar boza, dita poi Gandido Lu-
zilano, Lgica e Mefliatzica de Jonuense,
Telemaco em Francez Arilhmetica de
Bes >ut, o curso de Matli'imtticas de 15--
so I, aoba deOuvidioem l'tin, Etbica
deEncrio, Quintiliauo era latim, e Cor-
lio Nepote, todo por preco cmodo ; em
casa do deslribuidor do Diario na ruado
Bonifim n. 2.
jTaT* A tradcelo de Quintiliano por^
Jernimo Soares Barboza ; ua mesma ca-
za cima.
(flp" Papel escrito para erobrnlhar por
prego como lo ; defionte da escadinha da
Alfandtga arraassm de Amonio Joaquim
Pe eir, e na esquina do luco do capn,
na loja deSilvesire Goncalves dos Smtos.
fjt7B Urna inunda nova cora todos a-
paielbos, etem linha-. que pesca dois p cadores : 110 sobrado pegado a S. do Hilar
em Fora de Portas.
puquio para aprender qualquer ollicio :
un 1 ua da Cadeia veliu ven U n. I.
tljr Uiiia ntgra de naio Angola, de
aa a a3 aunos, costureira, engoma, hva
des: rua do Queimalo na esquina que vira pa-
ra o largo do Collegio por cima da loja de
ferrageni.
rjj Urna ca^a terrea na ruadaG'oria
lado direilo, bem construida : ua mesma
D. 28.
|pq^ Urna prtta Olila opliraa para to-
do servico: na 1 ua doColl audaies delronte da Botica de Cypriauo
Lul da paz.
q^ iiGpares de bolns a 1 \\Q cada
f r : n.. ai masera de couros rua do Encao-
U ment.
qj Directo mercantil trartado de.le-
t.ias de cambo o d.1 orde.n, i. e a tomo
p>r preco cmodo : na praca da Indepen-
dencia loja de miu le/.a de urna t poi N,
qoe las frente pira a rua das Cruzes D. 35
*f" Um mulato de 18 anno-, bonita
figura para pigem : ni rua do Fogo I), n.
%"9" Selins Inglezes rlieu;adoa ullirm-
nienU' : no armasem de Joo Carrol! rua
da Cruz u 4'-
?v,mu ... 1 1 umi 111 ij mu 111.....11 1 iL
ALUGUEIS.
Aluga-se para passar a festa duas c6-
oba, siles na propriedade de S, Anua,
que lita defrouto do Engeuho da Torre,
caiada de novo, e bem I raudas : iitiii.
as pe tender diiija se a l'itn-a de Cidci-
.0 Leite, no Forle do Mattos, a quajquer
hora do dia 1 fallar com o Capibaiib.'.
PER DAS.
Despncamml.ou-se d* dentio da Lamb*
do Mstico Ht'spdnhoi Boa Vjagem haoc-
casio emque dita Lancha, garrou pava
praiadeFora de Perlas, quatro pflPe-d
remos novos: nuera os tiver, e os qmser
entregar, podei. iii igir-sea roa do Vig..
ri< 0. 1 a onde sei gratificado.
No da 6 do cerrante mea de No**.
b.ofugiournpapagdiocom frrenle, p,|a9
10 or.s damauha, sealguma pesso o char
eo quena entregar a seu donofara f.vor
roandalloaiua do Crespo lo-a doSeraOm,
queseJbesgraliici a sua geoeros.dade!
FURTO.
Na noitede 18 para 19 deOotnbro ar-
taraodaiuada P.aii de um quimal dois
cavallos um .a.tar.ho dinas e cauda cum-
plida, urna tanella na leste, os dois pez
calados, e poucoas mios, lem urnas ma-
llas braiics no sal idor que foi de pizadu-
ras, nio lem ferro algum, carrega, ees-
quipa : e outro roco sujo ainda n-v, ore-
Ibasmuio cabanas, lem om so* krro, e
quarlo: recomendase a todas as 4o-
thoiidailes polica.s, e pessoas particula-
res que dalles souber, os f4,.|0 tomar e le-
var a rua Direila D. 3q, tendo 40$ reis
de grat fic^cao.
Taboas das mares chelas no Pono d#
ternambuco.
a9 Seguc da 1 -s t m
ai 1Ts
J a-Q: u B 0. .
4 3~Q:
> \ -S: < -
* z. SB
o 5S: a -ti
(i D: s .
5h .18 m
6- - 6
6 54
7- 4* m
8 3o
9- 18 M
lO- 6
[Man.
NOTICIAS I* A PTIMAS.
Navio entrado no dia 7.
Baha; i5 das; S. Rosario de Man?,
'fa. Francisco de Jozus Silveies ; vaiios
gneros: M. J. Ramos e Silva. Passa-
geiros 5.
Navios sahidos no dia 6.
Rio de Jmeiro; Pataxo Paquee do Rio,
Capitio Joio Rodrigues Amaro : varios
gneros. Passigi-iros o Mjor Emiliano
Felippe Binicio m m-lucuru', e sus S--nho.
ra, e a meninos, oa*'Pnenle da Arma-
da Ferrando Joze Pcheco, e mais 5 ui'
tagiiio^.
Angola; B. Fenis, Cap. Candido T,
Lacei da : varios gneros. Pa>sageiros 3.
Aracaty; S. Felicidad M. Joio'
Rodigu^.s Pereira : varios gneros. Pas-
sageiios 7.
Dito ; S. Cooreicfo Flor do Mar, M.
Antonio Rodrigue Lima : r-ldsseero*'
Passageiios G.
Dia 7.
Santa Catharins ; B. Escuna Delibcra-
cio, M. Manuel Pereira da Silva : couco
e 4 mil patacos.
ERRATAS.
O Artigo Iranse ipto no Diario de hon.
temDas Calumnias dirigidas contra a he-
v.,lucio Hespanhola, ttaduzido o Fran-
cez do M< soger, e nao extrabi Jo do Pclio-
dico dos robres, como- aparecen.
pta^. ka u.j un Al. F. Faua io~


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