Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05996


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Full Text
ANNO DK 1836. QUINTA FKIHA
3 UK NOVEMBRO N. 338.
Pbrwakiioc. Tvr.m M. F.de Pria. IXS6i
DAS DA SEVIANA.
31 Secunda jcj. S. Quinlino Aiul. dos Jaita, di) Cr.
de ni. e d'u t. scs. da Theaouraria Publica e
Thauc. He t.
1 Terca ? 1. de Novembro Resta do todos oa tan-
to Q.i u lo m- aus 85 m. da m.
2 Quera ComemorajaSdoadefauto.
3 Quinta S. Malaquias u. Re. de m. aud. do J. do
C. de m- e Ch. de t
4 Sexta S. Carlos Bor ses. da Th. P. aud- do J. de
O.-de t.
4 Sallado .*. Zacaras e S. luzbel Re. de ui. e aud.
do V. (. de t ein Olinda.
5 Domingo .". Severo u.
T' iln agoradenend" d* no meninos ca nn> prii
deiic. inuiltiacao, e energaicontmuemoii coma
principiamos. e eradnos apuntados com admira.
Cao entre as N'aces inais cultas.
Prodamufia do Jiumhi Gtral ,1 Braiil
Sulisiri-Tc-'.r IDOOr*. mrnsKR pajrn adisntsrt'is
llalla r^pofrana. na das Cruzes D. 3, e na Ira-
Ca ila Independencia ti. .17 e 38 : mide sil receban!
correspondencias legalisaeaa, e annuncioM inserin-
do ." rotea frati leudo dos prouno* a>>ig limites,
e *iini asi|rnadoa.
(A.MUIOS.
A g nitro 'i-
X-iOndrrs 3S D-- St. poi l _ct d. ou prata a
60 porcento le premio Nomina,
f.i.-lioa 53 imr o|n premio, por metal, Nota.
Franca '_'j"> l-N. por Franco
Hio de Jan. (i |i. c- de prcm.
Moe.ias de 640U I3..2H I3400
4(W0 6..T00a G8,)0
Peso I..410
Premio du prata 50 p. c.
,, das leltras. por mea I 2 por o|t>
Coljrc 25 porcento de occonlo
partida nos ronHROS.
Ohnda_Todos o diasao Mein da.
Goiaiu, Alhnndra, Parailia, Villa do Conde, Ma-
maiiKunpe. r.ir. Me* de S. Joo. Brejo d-'Araia,
Kainlia, Ponilial. Nora de Son*. Cidade do Natal,
ViMas de Goianainha. e Nova da Prineez, Cilade
da Fortal.xa. filiando Aqyir, Monte mor noro,
Araeaty, Caacavel. Cantad*, (irania. Iraperatri,
S- Bernardo, S. Joan do Principe. Sobrar, Novad'
Klllet. ]co, S. Mathea*, Kearhodo siiriK. S.
Antonio do Jardiin, Quexeraiin.liim. e Pamalii a
Secundas e Sextas leiras ao ineio Jia por via da
Paraiha. Sanio Anlao Todas as quiniaa feiiis a
Meloda, Garanhiius. e Bonitono* das lo e 24
de (da met ao nielo di. Floresno di IS de
ruda jiel a nieto dia. ('alio. Seriiiliaeui. Hio Por-'
iiiiixo, e Porto Calvonos das 1, I Le 21 de cada
i .-.
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLE1 GBRAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPUTADOS.
SessaS de 13 de Agosto-
Abre-se a sessaS s iO horas da mach,
eapprova-se a acta da antecedente.
L-se hum oilicio do Ministro da Fa-
zeuda remetiendo uutro do Mimst o do
Imperio acompaiihado de copia de hum
dos Aitg>s do Oilicio do Presidente do
Para sobre applicarem-se desde j 5:000$
da reis para r< piro desde j dos edificios
pblicos aquella Provincia, visto que se
podern fatef pela qujrla parte menos do
que daqui a liuro anuo.
Faz-se mens.iS de requei metilos de
paites que vi respectivas Commis-
toes.
Sao ldo, julgadosobjeclos de delibe-
raca e va5 impiimir os aeguintes proje-
clos.
A Asamblea Geral Legislativa resol-
ve :
Ar. i. FicaS lientas de roportacao to-
das as maquinas, de q-ialquer iMlureza,
que sieva para qotlquec ramo de indus-
trie agucula ou labiil.
Arl. a. FicaS revogadis todas as leis
e t]ii|>isic -s eni contraiio.
Paco da Cmara d.i* Depilados, 12
de Agosto de 1836. Rafael de Car?*-
ho.
(i AAsteaiblea Geral Lcgidativa de-
creta :
- Att. i. Fica suppritnido o Juizo da
^Comer Va toril Ingleza, pa*iaodo a ser jul -
l>adas nolWo commum. todas as causas
que ej-a al agora julgidas por aquelle Ju-
lio.
a. A dispoico do artigo i. oom-
pieheode quaes quer quesi de ti-s, as quaes pissaiSo no estala m
que o acharein, pira peguirem os termos
dalii por diaote nosTribunaes Couslilu-
cionaes.
3 FicaS derogadas todas as ltis e
dispusices em contrario.
n Camal* doa Deputa dos, i3 de Agos-
to de ib36.Henriqiede Rezende.
R que se leia os vi t >s separados dos fliem-
bros drt Coiimis'a das Aiscmbleas Pro-
\inciaes sobie a L y provincial de Per-
naanlmco de 4 de Abril de 1836: para
que se hit uem AseiuUaa Provin-
liaos q'aes as euas stirbuiySes a aemi-
Ibante resp^itq^ sao julgiJoa objeclos de |
delibefaca e va5 imprimir o^ mos em
separado dos Membros da dila Conimis
ba6, os Senhores Souza Manas, erlni-
rique de Rezende,
Ordem do dia.
Continua a dsoaea6 do Oicamenlo na
patte relativa renda geral, e emendas
apoiadas.
S.i i)iliadas i-sseguintes emendas:
Art. AddilivoFicao li vi es de di
reito's de imporiag., dsde j al a fim
do l.sementi'e do anno finanreiro det8^T
a 18^8, lodos os gneros de e.'liva im-
portados para a Provincia do Pai, que
Orea pachado* p^ra consumo na dila Piovincia
O Di'puudu Nabuco.
Addilivo. A arrematac.' das Alfan-
degas compiehende nao s oadiretoi de
importacaS como de exportaca. C.
Franca
Emenda ao art. i5 alterado peta
Commissio para ser 19. Art. i9. Fica
oreada a reeita geni no anno finanreiro
desta le, na qoautia de i5,a00.000^.
Paco da Cmara dos Deputadoe, 13
de Agosto de i836I. J. Ga'v..5.
Ar. 9. 1. Contrihiiica para a
Junta do Coinmenio sobre os com os des-
pachados para o consumo d vincia.
Art. i3. Em luaarda renda das
lojnsdi^a seda reo da das casas em que
eslirer a h>j.,&c.
S'ppiima-so .no im aspalavras A
arrecadacio deste Dovo imposto sei fri-
to conforme a lei da Dcima (Jibn*.--
Q-jatidi pa.-se a ininha emenda, que
d receita Provincial o imposto aobre
asiojas, ele, enumrese a .siza com a
renda do Banco em snb^tituica daquelies
impoilo Castro e Silva.
Att. i't. A moeda deoutro e pr,t-
ta, e melaes preciosos em bar re ou pin bet
nao e*l5 compreendidos na dispo-'ci do
*''' 9' G, dalcide3i de Ou'.ubro 'e
1835, evend nicamente pagar os a j.or
cenlo da ixpoit.-gi.
Quarido nao pas e a minha emenda,
que t.' para a receita provincial o impos-
ti dos biros do i.ite.ior, offereco a se-
guinie emenda :
Oimpcslo hohre os barcos do inte-
rior, continua a fazer parle da renda
com a applicaca especial.Caatio e Sil-
va.
Tendo f.ill.ido na materia os Sr.. Via-
na, Ueotique de Rezende, Souza e Oli-
veira, Minislrq di F.nen-ia e Maviul
Monleiro d a hora e a r querimento do
S'ir, Enrique de Rezende he prologada
a di^cuais al as 3 huas Ja tarde, toma
do ain la parte nella os Snrs. Ca'mon 0
Ministro da Facen da.
Iii-queren-lo o Sr. Alcihiades que se no>
mease huma Commi-sa ;* lim de tamar
ronhecimentu sobre o roubo doThesuio,
hejulgado iuulil tal requeiimenlo por j
estar esse negocio affeclo a terreira Com-
inis o de Fazenda, observandoe igual-
mente que o Gove 110 deve propnr algu-
ma midida que remedeie o mal que se
esl -ui7e:.do de nao se quererem recbel-
as sedulas.
Fica a discussaS sddiada pela hora, e
d<-da para ordem do dia a continnaga da
mesma mate, a, hvanta-se a s.s-a depo-
is di dqas horas du tarde.
SENADO-
Sessao de lG de sfgoitj,
Oepois doe&pediente, o Se. Mrquez
deBiep-nJy, por paile das Coms. de
Paseada, eCommercio leo hum parecer
sobie a perleiiga de D. Joze Gua-que em
que se propoem tomar por empn-a a il-
luminacao da Cidade do Rio de Janeiro
por gaz, ea direcca das aguas; qua f
uou para entrar na oidviu do> ti aba*
llios.
Te ve o mesmo d-slino cutio da Com-
mi'Safi de Fa/.euda, liJo p lo roesmo Illus-
Ire Senador sobre a prrteucad de Fran-
cisco Itidoro da Silva, Esii ipturai io da
I npresia Nacional, pedindo augmento
em s. iis vci.cimeiitu fc
O Sr. Vella ques apresentau huma re-
-o!u;a para fixar o rend.nienlo que de-
veiii ter os Cidtdos, que houver<-m de
eleger se paia Juizes'de facto: que foi a
imprimir.
Te ve a ullima discussa e foiapprov.i-
t'o o projeclo de Reaoluia5 que authoii a
o Goveroo a vender em h.sla publica o
terreno contiguo ao paco do Senado, ap-
u'icando se o seu producto para os le-
inros do mesm p.'CO.
O nusmo leve lugar sobre as Resolu-
c6es viudas da oulra Cmara qtii-appro-
va5 as penedes concedidas pelo Governo
a D. L onor Cantol'er de Ueaumari vjuva
du Marechal de Campo Reaumm, a Joze
Fraoci-CO de.Petiza, Ccmini-saiio da Ar-
mada Nacional, a Joa5 Je Souza Liib.a 1.
Tenente daMninlia, e ao- segundos Te-
nenies da Armada iVjanoel Louea Pinbel,
e Antonio Veltso.
Eutrou em 1. tliscussaS, e fui appro-
vad.1 a ResolucaS que declara a P rnimo Regaio com dir.lo acontaren!
sua apt-Si ni idoiia no lugr de Ad.nini>-
trador da Mesa da Esiva os anuos que lem
cleser vico e-n q".ics quer lepartices pu-
blicas.
Enlrou em ultima discu-sa a Lei vjn-
da da o ilra Cmara, que suspende algu-
mas dusgaiamias na PiQviucia do R'm
Grande cmn a emenda posta no Senado
para que o Governo pova conceder huma
Amnislia na rne-ma Provincia, acbeudo-o
conveniente : e oi approvada asaim paia
seremeiter Cmara dos Snrs. DepuU-
doi.
Continuou a discusso do Art. a addi-
livo da Lei que marca as atlrihuices do
Regente, declarando nao poder conceder
condecoraccs houoriica: que n5 DSSr
fOU.
Scguio-se o Art. 3- ad lilivo, quequvr*
la u voto lanceaS das Lei, como o fi
a Lei da p,1-3. di Retenis, que tamberu
n& passou; e depois o Art. 4- que.qu.ar-
ta o poder de tupend- r as ja-autias qui-
jo a A^semblea Geral nao e?lver reuni-
da, que tambem nao pa-soo, e por dar
a hora cou a materia addiada.
DIVERSAS REPARTICOENS.
PREFEITl RA DA COMARCA DO RKCIFRt
Parte do da 1.
Illm. eEtm. Se.
Fiz prender a Jacinto Moreira da Silva,
b anco morador em Una, e a F.-leva
Al ves da Cunt 1 ci ionio, os quaes se a-
t h.'va em casa de Francisco da Paiao,
morador na ma da Florentina, pir de-
nuncia de o dilo J.ic 11(0 ter em stu poder
un mole que furtado de mime 15 lcbior, o
qual tendo declarado ser esorsVO de I^na-
Cla da Coneeica, moror^dura no lugar
de S. Pento, fz tambem prender, e reco-
Iher a Cadeia desta Cidade,
O Sub-Prefeitoda Fstguesia de S. Ah-
tojioreme:teo prezi a Cosme Jos da Sil
veira pardo, morador na Roa-viagem,
por ter f.ito dous ferimeutos na cabra de
nome Rarlholesa Mara moradora 110
mesmo lugar donde sebavia poslo eru
fuga* para esta Gidadc.
N-da mai'consta.
Dos Guarde a V. Ex. Secretaria da
Prefeittna da Commarca do Recifa 1 de
Norembrode i83C. Illm. c Em. Sr.
Framisco de Paula Cavalcanti de Albu-
querque, JVrezidente da Provincia.Ma--
noel du Nsscimento da Costa MonUiro.
Parte do dia 2.
Illm. e Exm. Snr.
Fj;a5 rt-colbids a 'Ctlaboapdo Quait,e|


^.
9
DIARIO'DEPERNAMBUC.

dxcirpo de Polica para terem destino,
os pie.-os Serafn, do Rosario, branco,
remitido, pelo Snb-Pufeilo da Fregu-
sia de S. Antonio, por (er maltratado cora
pancadas e ferido grava-mente a preta
de oome Getrudes esorara de M guel
Jota Ribeiro ; Joa joim preto asento
1 de Luir de Franca, remetido pela Patru*
Iba rondante da B vista, por ter recu-
sado entregar um p5, com o qual eslava
armado; Carlos ose doS,nta Atina, p>r-
do e desertor do 4. corpo de Artilba-
ria por ser encontrada vagando pela roa,
Manoel, preto, escraro -de Justino de
tal por eitar fgido e Mara prets, es-
crava de rilippa Mara, todos remettidos
pelo Sub-Prt.fito da Freguesa de S. Pe-
dro Man''.
Nada mais consta.
Dos Guarde a V. Ex. Secretara da
Prefaitura da Comarca do Recite 2 de
Novembro de i836.Illm. e Exm. Sr.
Francisco de Paula Cavalcanti de A'bu-
qucrque, Presidente da Provincia. Ma-
noel do Nascimentoda Costa Monleiro*
Cootin^aca das pes^oas q' fora5 alistadas
para jurado na Commarca da Recife,n*
conformidade da Lei Provincial de 14
de Abril do crtente anuo.
178 Felipp4 Lopes Neto
J7 Fraiiti co de paula e Silva
180 Padre Francisco do Reg BarrOf
181 Fran co de paula L"ps Reis
18a Francisco de paula Sonta Pinto
i83 Tenente Felippa Marques dos San*
tos
r84 Padre Francisco Xavr de Luna
i85 Francisco Ribaiio de Brito
186 Froncisco Gonsxlves da Rouba
187 Padre Francisco Xavier
188 Tenente FelippaServulo Bs*rra Ca-
valcanti
i89 Francisco Serfico de Assis Carnet-
ro
l9o Francisco Xaviar e Silva
li Francisco Alejandrino de Valone-
lo Calaba
l9 Coronel Francisco Jote da Costa
193 Coronel Frauci-co d' A lidiado a fe-
derad'
194 Francisco Sergio de Mattoa
190 Tenente Coronel Francisco da Silva
Santiago
i9ft Capito Francisco d' as&s Campos
Cosdim
197 Padre FelisJoze d'iraujo
198 Francisco de Paula Lopes Vianna
199 Francisco de Paula Buarque
200 Francisco de Paula Corrcia de Ara
jo
aoi Ajudante Francisco Joaquira Pere-
ra Lobo
aoi Francisco Gomes da S Iva Perera
ao3 Ftaucisco Antonio d'Oliveira
a 4 Tenenle Francisco Fellpj e de Barros
ao5 Tenente Francisco Camello Peoade
Lacerda
a-.,6 Doutor Francisco Xavier Perera de
Brito
207 Francisco Rodrigues da Crui
208 Francisco Manoel da Siiva Tavares
2' 9 Francisco de Paula -acues dus San-
tos
210 Francisco Caineiro Machado Rios
211 Francisca deCatvalho Paes de An-
drade
2l3 Doutor Francisco de Paula Bipts-
al3 Tenente Coronal Fumino Herculano
de Moraes Ancora
214 Francisco Jos de Meneses Amorim
2io Francisco Cavalcanti de Mello
2f6 Francisco Xavier de Miranda
217 Aji'daute Francisco Feueia da An-
nunciacad
2t8 Tenente Coronel Francisco Guedes
de Querihones
219 Franri.co Antonio Mendes GuriaS
220 Conego Fiancisro X -ver Ca neiro
221 Doutor Francisco Joaquina das Cba-
gas
222 Francisco Mno'-l CarneiiO
223 Francisco Anlouio d'Oliveira Roze-
lea
224 Doutor Ftlippe Jansen de Castro
e Albiiquerquc
225 Capito FtlirpeNeri deB.uclos
aaG Cotn* 1 Fianrieco Antonio de Souta
Le6
227 Tenente Coronel Francisco de Pau-
la Sousa Lea5
228 Padre Filippe Neri de Fara
2*29 Francisco Joaquim da Ciue
a3 Fernando da Silveira Crdoso
23t Fiancisco Das Leite e Albuqoerque
a32 Francisco Jote Cavalcanti Galva
233 Francisco Pereira de Arruda Cma-
ra
234 Francisco de Paula CorrJeiro
235 Francisco lose Corris de Castro
>.'U> Francisco Bringel Cesar deAntrade
237 Francisco Xavier deCarvalho
238 Francisco Onorio Biserra de Mene-
zes
239 Francisco Onoro Biserra de Metie-
ses Jnior
240 Francisco de A ruda Cmara
41 Francisco Gomes de Achujo
242 Francisco Bernardo Pe eir dos
Santos
243 Francisco Antonio Pereira da Silva
i\i Francisco Scverino Caraleante de
Lacerda
>5 Fiancisco Manoel da Costa
246 Francisco de Paula Correia de Arau-
jo Jnior
247 Francisco Cesaiio de Mello
218 Tenente Coronel Francisco da Roxa
Paes Brrelo
24g Major Florencio Jos CarneiroMon-
teiro
250 Tenente Coronel Francisco Jos Mar-
lina
251 Francisco Xavier Carneiro Lins
afta Francisco Di 253 Felis Paz la Silva
254 Coronel Francisco Jacinto Pereira
255 Major Francco Olanda Cavalcanle
d'Albuquerque
25G Francisco Xavier Carneiro da Cu-
nta (do Engnbo Sicupema)
257 Fi ancuco Paes Brrelo
258 F-pueda Conceict Cavalcanle
259 Francisco Pereira de Ca valho
26-*> Felippe Rodrigues Campello
261 Felippe de S.n-Tiago Vitira da Cu-
nta
262 Feliciano de Barros Reg Araujo
a63 Frane;sco das Griegas Cavalcanti
264 Francisco Ribeiro Pirs
265 Feliciano da Costa Martin9
266 Doutor Francisco Doruellas Pesso
267 Francisco Joa do Pilar
268 Felish^rto Correia de Mello
269 Francisco Jos daSilva
a7o Francisco Jos da Silveira
271 Padre Gonsal o Joze d'Oliveira U-
xoa
27a Coi onel Gaspar de Meneses Vascon-
cellos de Durmond
273 Galdino de Oliveira Jacome
274 Gau-tno Ag'stinho de Barros
275 Gu-tavo Jo>e dj Reg.
276 Geraldo Jacome Mara Luruatk de
Mello
277 H ni ique Pope Grao
2^8 Herculano Pi Pedro
MEZA DAS DIVBR8AS RENDAS.
A pauta he a mesraa do N. 236.
CORREIO..
Bri,.'ue Escuna Deliberac.i, sai para
S. Cstbirina com escalla por Macei no
dia 5 do coir ute.
DUITAL.
Joaquim Bernardo de Fgueredo Ju de
Paz da Fregue/a do Santissimo Sa-
cramento do Bairro de Santo An-
tonio do Rfcife em virlude da
Ley &c.
Faco giberque coropetindo-me pelo til.
4- 5. daslnstructjoetis de 26 de Marco
de 1824 designar o local da reuniio do Co-
legio Elcitoial de.-t-i Cidnde para EleQo
dos Depulados no dia i3do coi rente as 9
horas do dia, teuho para i.-so marcado a
Igreja de S. Pedio desta mesma Lidade ; e
eutrosiinlque para a apresentaco dos T-
tulos dos bnrs. Eleifores, e o devido lai.ca-
mento me achar estes prompto na casa
da miaba residencia as 4 horas da taide
lodos os das, depois da data deste, que pa-
ra < onslar mandi i passar e anisar nos lu-
gares do costme, e publica-la pela im-
prensa. Recfe 3 de Noven.bio de i836, e poucos frudos e caros, apesar da pro-
eu Innocencio da Cutiba Goanna Escrivao digiosa f.rlilidade do terreno. Mas nao
ces Mercantes, que redundan em bene-
fcio da mesma Lavoura, da qual depen-
de os maiores interesses Nacionaes ? Nd5
conhecem elies, que as facilda les urna
das grandes vantagens para o augmento
da Lavoura e do commercio ; como poj
deUar nos reducidos aquellas facilidades,
que a Naturesa por si mesma nos forne-
ce, qu.-ndo una das cousas que o Go-
verno d'ura paiz deve favorecer, he a
coii.-lrucca e conservara das pontes ,
estiadas uanaes, e.- dokes, &c. para o transporte dos fruc-
tos, e objectos do consumo geral ? Pelo
que diz respeito a nossa Provincia, todos
sabem, que huma grande parle do anuo
sesead inleiramente as communcaces por
(erra, ua to onde os rios atravcssaoi os
caminhos mas no propio centro do Re-
concavo por cauta de invadiveis a to"-
leiros os quae-, anda quando da ti n-
sito o 1 isem sumamente custoso pe->
recendo muitos bois ecavallos as con*
duces donde vem, que a lavoura sea-
cha limitada prncipemente as tenas
de bera mar, senda %odoo valor dos fru-
ctos, que podeiiad ser producidos as
do interior abolvido pelas despesa o
piteo dos f rudos para o consum-
dordaedade, e Villas, setn proveito do
productor do cmpo 5 donde provem
desl'alecer a cultura, sempre me.-q iinh.',
por falta de lucros correspondentes, e o
mire (I> na cidade e Villas, desprovdo
nad oil'erecei aos seua hahitnUs se nao
I itciiiio o escrevi.
Joaquim Bernardo de Figueredo.
Lista dos Eleitsirs da Frfgueiia do S.
S. Sicraruetilo do Bairo de Santo Antonio.
279 Heiiriqie \lano> I M.llieiro
280 Tenente Hameteno Jos Vi loso da
Silveia.
281 Herculano Alve da Silva
282 loa Mano< I de Barros Wanderlei
283 JoZc Antonio da Si;va Gillo
2i4 Jos LourMieo da Silva Jnior
285 Joaquim Clandio Monleiro
286 Josa Antonio L< pns
287 Joa m3iioi-1 Minies da Cunlia At -
vedo
288 D uor Jos BenlO do Cunba Figue-
redo
289 Jo-e de Pinbo Borges.
290 Jn.i Jos da Cruz
291 Joa5 Mara Seve
29a Joa Pinto de Lemos
393 Joaquim J-.se d'Amorim
2y Joaquim Leocadio de Olivelra Gu-
293 Joaquim Jos de Miranda Jnior
296 Jo e Franii-co M rlins d' Alma da
397 Jos Aol.ii'o Bastos
298 Jost-Ignacio da Cmara
299 Josa Joaquim de Olivt-ira
300 Jos linto da Costa
301" Doutor J'ise Bernardo Galva Alcan-
f otado
Conlinusr-se-hti
O* Srs. Votos.
Coronel Joaquim Bernardo de Fi-
gueredo..................... 535
Reverendo Manoel da Fonceca e
oliva....... .. .......... d/)
Maj..r Felipe Neei F> rrcira...... Sal
Dito Jeze Rabello da Coala Reg
Monleiro.................... 5 7
Capito Minoel Ignacio de Carva*
Hit...........*............. 5ir
Antonio Joaquim de .VItilo Pa-
checo ...................... 504
Doutor Joaquim Nun. s Maxado... ,"J*>
Antonio Joaquim de Mello^...... 498
Reverendo Joaquim Goiisalves
Lissa .... 5.................. 497
Tenente Coronel Amaro Francisco
de Moura................... 'uj->.
Franci>co Fetreir da Annunciagio. 483
Tenente Coronel Francuco Anto-
nio deS Brrelo............. 4^7
Capito Antotij ) Pais Corle...... 4^7
Jore Mui icio de Oliveira Mae el. .. 4*6
B Thon z He Aquino Fonci-ca...... 4^2
Joao Rufino da Silva Ramo....... ^81
Uezembargidor Luis Fiancisco de
Paula Cavalcante de Albuquerque 4/5
Teneme Joio Aicenio Baibi.za, 4^5
Jote Machado Fieire P< reir da
Slva..........'........... 47i
T-nenle Omnel Manoel Jote de
Castro ..................... 4^7
Francisco Cameiio Maxado R>os.. 4o6
Douior Gcmin'aoo de Moraes Na- .
vano....................... 4^3
Joio Fionci'co uarle.......... /|(5
Guilheime Patricio Bizerta Cav.I-
canti....................... 460
Bernardino Pereira de U'ilo....... ^h7
Amonio da Cosa Reg Monuiro... 4^1
Major J ze Claudino !, Capito Manoel Bi'e*ra do Vnlle,. 44q
Major Joio Nepi'tiunceno d& Costa
Montei'0.................... 449
Jote Jernimo Rodrigues Chaves... 4^8
Francisco Xavier Cavalcanle..... 448
Capit 5 A l>nio d Silva Gusm.. 4 i i
Joao Baplista de Si.............. 443
. INTERIOR
Por que nao se ha de os nossos Legis-
ladores uceupar seriamente em favorecer
a agt icult.ira e com ella as communica*
secuida serian,ente destes objectos vita,
es Sociedade, nao ; cuida se de lser
creser, o numero de Diputados e Sena-
dores : cuid i-se de gastar o diuheiro da
NacaS sem proveit- publico; cuida-sede
por trnpeco-s ao Govemo: cuida-se de
S'ptisfazer paixdes, ostentar conbecimen-
tos bebidos, dos caer plores polticos, e
doutrinarioe, que nada serven, para me-
lhorar as circunstancias em que se acba
o Brasil ; e eis-aqui em que principal-
mente tem cuidado os nossos Legisla-
dores .' O verdadtiio Patrila nao poda
completar esta secena c<-m olUos tnxu-
lo .' Ver um povo ta numeroo submer-
gido na pobresi, podendo com o traba-
Iho de poticas semanas bem dirigido, abrir
os mananciaes da abundancia e da felr-
dade He unta fortuna em tal estado de
mutis ignorar 03 principios da Scieecia
Econmica.
Tem os nossos Legisladores cuitado se-
liamento na Pol cia do Campo ? N<5 sa-
bem elles, que a Polica do c>mpo he hu-
ma fecidade com que han bom Gover-
110 cu'tiinu auxiliar a Agiitultura ; por-
que a Lita delta dificulta as viagens e
me-mo as residdencias dos La vi a lores
nos lugares trinos, fasendo as dispendio
sas, proporca do maior risco e per-
das, que expementara assim da par-
te dos salteadores, como dos mendigos,
vadios e assassi'ios ? Dira, que algu-
mas Le's *e lem feto a este re-peiio ; e
ii responderemos, heverdade; mais ca-
sas Leis sao teas de aranba, que so em-
baracam os mosquitos e sa5 n tas pelas
ve.-pas.
(Continuar-se-).
-aoUS&a&OTMrm
VARIEDADES.
O que deve ser hum Eleitor? Hum ho-
rnera de juizo sao, imparrial, e picho.
Hum hornera, q-ie estceilo, que quan-
do elle d o seo voto a Religia deve diri-
gir mu peusamento, eque a sua Patria o
deteolliar, como hum mo Cidadio, se
elle, prostituidlo a sua consciencia, che-
ga por fim a eotar contra a sua ronviccaS.
Q.lando s atertaes em escolher hum
Eleit leudes leilo liii'ii servico rtlevauti-smn
Patria. Elle ser Patriota, sem ser entbu-
.sia.-ta, se.alivie sem ser declamador, Fi-
losofo, sem ser libertino, obra- como
pobtiec, sem prctet.ca de o >er, econ>er-
vando a inleneza de Aristidas, lea ao
mesmo lempo a innexibibdade de Ca-
li ...............................
Ver, pensar, 1 mmiltir vntosrom .s or-
gios dt hum partido, e muitas vezes raao
partido, sem rtfiexiS, sem exime ; caco*


DIARTO DE
fherpor condescendencia," guiar-me por
intrigas; excluir o mrito de proposita)
levar o crincej divergir as opoies, i
quando ellas S )\UUJ espalhar boatos j
mentirosos; tormr odioso o hornera pro- I
bo ; supprir com calumnias, o que nao se
encontra nos factor,.... Ah Eu tenbo
huma Patiia; equando eu o nao soubes-
6e a Religio me entinara, que ella existe.
(Da Ocacr Parochial rec.tada ta Matiiz
de S. Fr. Pidi Gonsalves)
O pulpito niodexou de prestar o
sao contingente Q partido oominante
nessa lutla renhida, nessa guerra de ex-
terminio ao partido patriota, e de x-
tranhar que Sacerdotes que d-via
cngir se mostrar aos seos ouvintes os
seos deveres como cida'Jio, e como elei-
tores, divagassem daque-ta, e nii.-turas-
san em seos ditcui sos, vagas e calumnio-
as aecusaces, deque o governo pretende
acabar com a monarqua e a r< liga.
(Do ConstituicaS e Pedro a. N. 30 )
Advertencia aos Eleitores Pernambura-
nos.
As virtudes privadas sfo quazi
Bempre o rnellnr fiador de que as virtudes
publicas nio sao; appaientes e filhas de
clculos ambiciosos, o menno Droz per-
tende oais, que o hornero alem de probo
na vi la particular, seja ainda moderado
na vida publica, pai a que o aci editemos co-
mo verdadeiro Patriota. ( Uestes he pieei-
to muita parcitnonia pora os escolher e a-
char )
Nada ha mais opposto verdadeira li-
berdade, do que Vflr* as violencias, embo-
ta sejfo ellas platicadas pelo pa< tido popu
lar. (eeste be sempie quein as comette. )
He .- quando uual quer paitido triumfa,
que na soa conduela pode conliecer-se, se
el'e be ou nao liberal. As palavras e as
promessas nao o constituem digno dente
nome.
C Harlnghton. )
Do Diario da Babia.
rio a falca noticia do envenenamento, que
6e bou ves-* boa polica em nosia Ierra,
nao lhe aihiria to barata a galhofe. Eis'
aqui dasmaranhado o enredo: equelhes
parece Sis. R. R. quanto tem custado aos
pobre consumidores a redicul* tramoia
do veneno? N ida menos, do que mais de
50 o/o contra elles, pois em ves de consu-
mir o bom e novo bacalbo 9 patacas a
arroba, foro comprar carne seca velha a
4800 reis ainda mais: a extracto do baca-
lho tem de alguma forma sido morosa, e
niaso perde tambera quera o comprou em
grande porcio : atada remos cutio mal.
Giassaouo essa desconfiaoga entro o povo,
m a infesta-se huma falta de confianca as
Aucloridades Puhciaes, que de neahuma
sorteo meieisem. E sena crivel, que a
ser presum.vel hura faci to e&trondoso
como o enveru-nar-se o cairegamenlo de
hura Navio; facto to prejudicial aosinle-
reates dob Commeico Inglez nesta Praga mesmo
desairoso grande Naci Ingiera, seria
crivel, que Dotsai Auctoridades dormis.
sem tant .? He muita ojuatiea A Po-
lica, o Tribunal da Saude nio pr crdiri-
io a exames de sanidade sobre o bacalho ?
Puf que motivo serio lio deshumanas?
Para que tira os ca regadores Inglezes se
compromelleriio u'hura lio grande crime?
ludo he (Dcoinprehendtel quando se re-
flecte em lio desparalado absurdo.
Findo aqui Si. R. R; louvahdooseu
silencio, que be huma prova do ultimo
desprezo cora que Vras. receberio esse re-
doulo boato. Queiao por tanto dar pu-
blci ladea estas mal trastadas linhas que a
i-esputo do bom esta lo do bacalho faz.
5
CON RES PON DEN Cl*.

Snrs. Redactores.
Custa a crer, que hum boato infunda-
do calumnioso, e abrardo, propalado a-
cintemeote pela mais refinada intriga da
ambicio e da vileza, meieces do vulgo ingnaro, e mudo menos que hum
Escriplor Ilustrado lhe desse peso, e o q.'
mai-. be, por ainda uuvidozo a possibilida-
de do faci, e augraenlar assim a preven-
efu popular, rom sacrificios beme-ros da
parle do povo descrdito de respeitavris
N-go> -tantea Estrang'-iros, e ruina de sl-
gu pcioso boa lo de estar envenenado o baca-
lho prximamente chegado a este Porto,
em abono do que, se comi rediculs his-
toi tetas, les como mon er por comer ba-
calho, huma lavadeira de Tivbysona,
hum Camponez da Bo< b >rema, hum me-
nino da Ma de Fernando, &c. &c. Fac-
tos de que se nio apie^tnto nvm docu-
uienios, riera teslemunltas, que b in os a-
veriio se fossem verdicos O que me pa-
rece verdico be o inverso do que se di/. ;
he q'ia teuhio morrido uessoas le fume,
por que nio tinhio bacalho para comer.
A vista do c-i -d,i m-squinho de vveres em
que nos acharaos nio parecer i-t impossi
?ti.
Mas de que fon le se nriginou boma in-
triga lio p.'inu iota toda a Provincia?.
He bem sabida, admira que riso tendi
pelo menos sido apramente reprehend-
dos os ambiciosos nu lonsda calumnia:
todos sahem que temos aqui rompan'u'as
de compradores ( ou atravesado! *s ) a que
chamau guerrilhis, os quaes abarri
carregamentos, de gneros para os vndel-
as veras outras guerrlbas, ou era reta*
Uros, &c. : grandes ri.*as, e deba'.s ha
entre elles em ocosis d ganancia, como
agora com os gneros de eumestivot: a-
quelles que na compra do bicalho de que
se lr.'ta, nio piderio entrar na sociedade,
para ving-iceiu-tc dos seui rivics, espilba
O A. D.
O notao correspondente atinnu exacta-
mente com nono m do de peoar sobre o
objecto : fugimos sempre de turnar ttmpO
ao Publico co.n materias to absurdas.
Oa R. R.
NOTICIAS ESTRANGEIRA8.
FBftANgA.
Pais a3 de Agosto.
Temos dito e tornamos a dier que a
Cnstitui<;io de 1812 proclamada em
Hespanha e k> um hrado de revolta : que
este Cdigo immoi tal absmdo, de
qualquer modo que seja encarado: que
nunca fui executado, que nunca o ser ,
neo por os que forca o impo/eiio ao
GoTerno nem pelo mesmo Governo. Ha
to pouca illu.- a e.te espeito, que em
Fi anga os mais exaltados partidistas da
Constituirlo de i8l2 romecio por pmpor
aos revolucionarios H spnhoes a sua vi>-
l.9o. Na Constiiu jo de i-8ia ha urna
Le deelei^es : uada ha mais embaracado
emais lento que esta Lei. Os Cidadios
que compe as Parochiss e reunnn para
uornearera Eleitoies de Parochia que
ho de noinear os Eleitores de Dittrieto ;
estes nomeiio os Eleiloies de Provincia,
os quaes ltimamente nomeio os Depu-
lados |r Corles ; desorteque, se se su
jiitareil s formas e s demoras fxadas
pela t'oiistituicao para estas diflTeicnlcs
operaces a Hespanha nio lera urna As-
semhla legalmrn'e reunida antes do miz
de Janeiro prximo, isto untes de
quatro meces. I'V sem du vi Ja impossvel
estar por lempo de quatro mezes no estado
pcovsoiio at'tiial enlre Provincias re-
voltadas em nome de D. Ca los, e Pro-
vincias levoltadas em nome da Constitu-
cao de 1812. Que se hade fazer com um
Governo desorgansado, com Capiies Ge
neraes i|ue so tem declarado independen-
tes, e com Soldados amotinados ?
Violar a Contituco O a As-cmbla
re enteraente chita em virludedo Estala
to Real e que era convocada para o da
ao desta roez se rena com eff ito ou
as Juntas ou mesmo o novo Miuisleiio
proclame urna nova Ki liVleic -s proviso-
ra a Constituicio nere-sariarae, te vio-
lada : este Cdigo imraoi til autn-
ticamente declarado impraticavel; poem-
se logo departo um eeuto o'artigos pouco i
maisou menos, isto 'nada/ I.' neces-
saro confessar que a este rtspeito a Hes-
panha achara numerosos pieredentes na
historia da nossa revolugao que se lhe cita
tantas vezes pira exemplo. Nos Umb m
temos tido Cdigos immortaes e Consii-
taic5e admiraveis as quaes nada tem
faltado senio o poderem ser executadas.
Perguotaremos soraeote como se pre-
tende que um Piincipe urna infeliz Re-
gente toreada ajinar fidelidad* Cons-
tituicio com a e.-pada no pescoco, tenha
respeito a urna h- i quo us direcloies da
levolucio piso aos ps todas as vezes que
ella o incommoda ?
Com effito a Constituigio de 181a
absurda e impraticavel no q ie quasi to-
das concorda pouco mais ou menos ras
Fu mas eleitoraes que ella prescreve : e a-
inda o mu.o mais nos esloi vas que ella
poem Athondade Real, Re nao tem
senio um voto suspensivo : depois de re-
cusa! das vez a s^nc^io, se o projecto
de Lei por terceira Vez proposto as
Cortes e adoptado por ellas, a sarngio
deDiieilo. Enlen ler-se-ha diz o ai ti.'o
149 daConstitu gio, que, o Re ihe d a
sua sanecio e M Elle a dar de facto. '?
Tei pelo menos o Rei o diieito de ditsol
ver as Cortes ? Nao bem como o nio
tem paia as convocar. As Coi les se reu-
nem ted >s os anuos no da determinado :
a sua sessio dura quatro meses ao mais e
se no intervallo das sessdes ha necessida-
de d'uma rcuniio extraordinaria nio o
Rei quem convoca as Cuites, mas sima
Deputacio permanente que as Curtes, an-
tes de se sepaiarem dcixio junto ao
Tlirono especie de carcereiro rujo cargo
espionar e nco'iimodar todos os mov-
niiMitos do Rei. O poderes desla Depu-
tacio si o enlre outros vigiar que a
Coristituigio e as Leis sejio observadas, a
6111 de dar ronta prxima Assemblea de -
Cortes das infraeces que tiver observa-
do. ,, Tudo quanto ha de vexativo ly-
tannico, e humilhante para a Realesa se
acba occullo debaixo do indifinido daquel-
la.s palavras. Nio ainda tudo. A Ue-
pulacfio perra i nenio enca regada de con-
vocar as Cortes extraordinarias M quan-
do o Rei nio est un estad.) de governar
poralgum motivo, e auctorissda a laugar
mo de todos os m< ios que julgar conveni-
eritvs para se ceitiBcar da incapacidade do
Rei: ,, Declarar entio a Pessoa do Rei
nvolavel, e uma irrisfo .' Os Ministros
nio jio tratados melhor rcpiesentto o
Rei, e nio ent das n,e-mas e nio falli sem sua pe mis-
sio !
Nio se d r na verdade qun os auc-
tores do Cdigo 'tnin >rtal de 181a muito
de proposito proveilario da nossa Cons
tiimcao de 179I tudo o que a experiencia
declarou odio-o anaruuiro e extiava-
gante ? Nio i o cumulo da loacura pro-
clamar um Rei para u ti atar come inimig.
publico 1 Urna vez que o Rei nio stjj o
mais relaxado do honieus e o memhro
mais despre-ivd da Naci a cuja fenle se
poem polera' rsperar-so que elle esteja
tranquillo e Mtisfeilo debaixo d'uma tu
tella lio degradant.-? Nos o confesamos ,
parece-nos impossvel qi e o Princ pe, a-
inda quo foste da ultima plebe elevado ao
Throuo, piesie de boa f furamento u u-
tna tal Constituirlo Na5 menos im-
possvel que boje rom a expe> lemia rjue
temes seja de boa f que se tmponha uma
similhatite Consiilinc"a a um Pincp#,
Porque raZaS pois ern lugar de por o
Rei em um int. rodo perp. tuo como um
mserwilo ou 0' desupp'ir immed aumente a lieale.-a '! Se
r*' porque o pi.vo quer urn Rei e poi-
que preri.o i'ludi-lo deix Re na Constluica Os Legisladores de
1812 nada acharad nuis admiravel para
remediar o-abusos do poder da Reahsa ,
do que o ii mar o Rei para'ylieo e .'
Bzessem iwo mas de mais a mais toi na-
lo ridiculo Sei porque o Poder Raal
teja o nico que esleja sngeiln a degeueiar
em tyrannia 7 Ah O Tiibona revo
tucioiiario eosmelteu mais assassinios ju-
rticiaio- em poucot m^zes que a Ra-
l-sa absoluta em cen .111110, Eis os lles-
panhoes bem garantidos seguramente ,
contra a Au>h n idade ll--al !
Mas es.aiio elles seguros contra os ex-
cesso, contra sspaixeS| e contra a ly-
rannia das faeces ? Todo o Poder Real
tirado ao Re e traniinittido a ama nica
(Jamara as Caries : nellas resid* toda a
Sibaranii isto um despotismo comple-
to. O Rei < nada : os Ministros ru tea
a dzer urna palavra ; kOguada diara nao
hi. O ile (ulinini das Cjrtes na5 tem
por contrapeso mhu j auaniuia. Este
imraeuso poder passa rapidtmnie de ras
em uno. No ii.ii de cada dou< annos a
A .semblse renovada, eos mesmos U-
puiidjs nao pjde.11 ser reeleiios sent
depoii de dous anuos de intei vallo, outra
disposiga adarqji. a concedida Assem-
blea c jiissituiuie da que houvera a-
inargo anepeodimento. Receia-se sem
duviJa q ie a experiencia do negocios
faga afrouicar nos Representantes da Na-
ci a cega rapidez das paiies anrquicas!
E'debaixo deste modello que sao ettabe-
lecidas as Assembleas Parucma.'s e de Pro-
vincia de tal molo que o poder esta' em
toda a pule e uto esta' em parte algu-
ma era todas as mise era neuhuiu.s. No
momento em que se diz acola' esta' tem
elle ja' passado. E' uraa agitaca sem
fin, e sem descanco. A pracat publica
dos antigos era menos tumultuaria. Eedi-
ficai sobre siiuilnante* alicorees uma ad-
ftiiuisliaca sabia e regular l Faiei lio.
rescer o Cjmmercio e Agcultura que ne
cessita de paz e de segu anca 1 Punda a
unidade nacional as Leeraces 'uma re-
volugio perpetua !
SeO levarmos mais longe esta u .lise ,
contentar-nos hemos cm l'azer riuas r xes. Nao incrivel qua, a vio-la do pon-
to a que tem chega lo a suencia pohtiea a
Coti-t.iuigio de 1 ia leu lia ainoa entra nos
admiradoiesr A Opposicao nio ve com
muito mtos olhos. Foi mesmo compara-
da com a nossa carta, ea van ligera nao foi
por esta. Esta Cmara nica esse Ra
imbcil, e em lutella como um inUrdito,
que nio podo deixar de ser itiimigo da
Couslilin\io uma vez que nio seja um
tolo ou um lel.ntdo p.ncera muito su-
periores ao noao Governo moderado onde
o Rei a Cmara dos Deputados e a Cma-
ra dos Pai es concorrem por sua scejo re-
ciproca a oslab lecerao me-mo temp] a Li-
beidadeda Nagio e a paz publica. Espe-
remos. Ver-se ha ;e d'uma Constiluicio
anrquica pode resultar outra cousa qrt*
nao seja a anarqua e o despotismo.
Por uulro lado, poique razio se nioci*
, ta ao povo Ilespanhol o exemplo da nosta
revo'ucao seno para o fazer car as mea-
mas fallas e as rae. queteivii p is a expeiienria ? Acredr-
lir-se ha que o nossa Assen b'ea Con.-tin:-
iute inst-uida por to crucis ensaios, fa-
ria hoje o que fe/, ha cineoanta anuos?
Peiisa*r-se-ha que ella, para restablecer a
Liberdade, desencdeai ia a licenga e poria
um Rei deprimido e sem poder testa de
uma Assemblea despo ic ? Acrdiiai-'ie-
h que ella meteiia a Franca n'uma ra rei-
r ensanguentada onde um da 1O d'Agoi-
to gerou um 2 de Se'emhro, ondea queda
do Torono levou com sigo a da S n ii-d. de ?
Sun, o no-so exomplo deveter, sem res-
tir, apontido as povos que queiem le-
formar o sen Govorim, e esi..b cer a Li-
berd ide, mu para Ibes entinar a respei-
tar o Poder I m lando o, e para que sai-
Lio evitar err'S que nos tern cusiado tio'
raros, e dimes q deshonrio e prdem
as no l'n res cauzas !
( Jour. des Debat. )'
THEATRa
Hoje Quinta IVira 3 de Novcmbro.a Re-
neficio do arlo Dioni/.io Joze de Oliveira e
Sdva, se iipresenta a pecaZ dmira 011
Os duis amanles constantes; no lira do 1."
acto Madama Prima cantar a exetllente
Aria Depie.iher NIhalzIcor; finda a
peca a mesraa Marf.-ima, e o actor Francis-
co de Fieitas Gamboa disempenltai o ^-
mozo Dueto com biano, o qul *a intitu-
la Caiar cu em um b m dote : rematan-
do o dve tmenlo com o muilo j -cozo en-
tremez do pintor an bilioso, ou o defunto
ting'do.


DIARIO DGPRRNAHOUCO.
AVl/.OS PAUT1CULAKK8.
O C'llfgio do? Orlaos precisa de deis
* se'ventea esrruvos, de, todo lenicu ga-
rihando 3ao por dia e comida.
j^ Precisare de urea .una p-rJa, ou
preta fon a que a ja capai para o atrvico
interno,'? eterno de urna cusa, cuja fa-
rtiilii con-la detier. pesaoaa pg-*n lo-se-
Ihe semanal, cu men ju lar, rua da S-inralla velha venda de
Onof:e Joze da Costa Jnior.
/J^ Quem liver gnu e-.rrava, que sn-
ba cusinhar, eensabuar, querendo al"g*l
a pn servir urna ca*a de mui pequen fa-
milia, dirija-se a i ua Dbeia 3." andar da
casa D. 37, que la achira rom quem tratar.
jCP>* Q iccd qui-er dar 80o& res a pre
roio, rom bypoteca t-m llena lives e des-
emb.iracad'. 8 ou cun li ma e:i.luyanle: an-
Jinil' ie siu inaa';i.
|/ja Piecise.se alug*r um andar de so-
brado, (se for i.* milbor) coni 3 quartos
pelo menos, e que esteja askiado, fuas do Cobegio, Q.ieimado, prava do Li-
vimenlo, iuu rlojljngd, Rosario larga,
e e^lreita, e ma Nova &c. : annuncie.
XaV" A pe soa que aimunriou querer
con prir 4 pe/os de du.is arroubas que-
iciido um de'duas e'ioi* de ario l)a cada
uto, procure na ra do Cebo ua B ialfl
renda D. i2.
\?9r* Pieri.sa-se de urna preta, ou pre-
to, para coaiuhff e comprar na ra : quera
tiver annuncie.
fffr* A abiso assifjna-b cuno rrocura-
doia ba-laute de sua 6iha D. Clara Pram is-
ca daa Cbagjs tai sciente ao re-petavel p i-
Mico, que nitiguen.i coutncte negocio a-
(um .obre os bens do casal da Antonio
R.bello da Si'va, ronbacMo por Lieraia,
istoque no Juizo fu-rl-sia-tb-o pe ide ac-
etado divorcio ent-e elle e a dita filha la
*nnunnute, eilj palo Juizo de I'.-/. ; por tanto orno a noti-
< ii denunciante chga que u di'o Anto-
nio Rt-b.-llo da SiUa leni hipotecad, e -
inda continua a hpoteci- o< heos do ea*
al, poudd-oxem praca p ibliei enntrahin
do divid, bn-ndo d-s'a >oi te m^l a si, e
a sua propvia fiilia ; poris-o a annuncun-
le para roiih cimrnt do r<-speitavel Pub'i-
caiaz o pie-ente anu.uncio.
Mara Ciara da Boa-Ora.
Q lemannuoclou ter para singar
animalmente urna escr va, dri;a se a ra
d GLirt lado do Norte i), ii, ouannun-
cie.
jflJT Aluga-se nnu am-t de le'te para
criar urna cria-ic.i firra ou captiva : quero
a tiver annuncie, ou dirija-se a na Nova
h.brado L). Ca, jio a. andar.
|EV Precisa se-de urna mulher para a-
ma de nma cnsa, deve;d-j f^ser o iervii,o
q..oi dino deuma'^ijiid fiador : na Cr-.z
das Alinss ra venda defronte do assougne.
jqp* Qtn m dununoio'u precisar de um
caixeiro a> I para armasen! deas-ucar, d-
rja-.-ea ra de Orias cas.* lenca do lado
O-.- pOei.te 68.
fLU* CJuein annnncim preiiar de
'JO,0<) ni.i *obie hipoteca eui uimescruva,
tetilu qu.'ira dar o-er vivo da errava pe-
los juios do din i.i-!' i), di. ijd-se a i ua da
Sinzalia e!lia n. 44-
ejy Qu-rn aunoncioo querer [tingar
urna ) cu pan to 1o ;fi \ ir i de c isa, sen-
do pa^-o o aallario anriu.linenie, dria-Se
. a rui Nava loja de mrrciueiio junto a Ig'e-
ja .f Uonc i;ao d' s Miliiaie?, iude. laiai
mi inorada.
aty* Pela ultima vi z, ava.seao Snr.
J. J. des S., queuoprazo de qualro dial
(depoid da publicaco desi-) devir re ga
iir v 8-14 penb* r no-Quaitel da (neo
pontas, ounaiua de Santa Rita sobra-'o
verde de un andar prximo a Igreja, do
contra rio ser ven di de, eo mismo Sur. o-
brigadoa raliklaiir o i estante, vi.lo o diio
pe'or nao rhegof para pigauinto do
piimipal, e jaro que dt?cdor, e para
<|Ue se nao < bare a Ignorancia p\*ai de
lee feito doii auriunci'S, e prometer vir
tirar o rresmo penhor, faz se o presen-
te annuru i i
%jfm Aluga-se dur.sou fres nielas, para
tender fe. lo pia.andfi-.-e \00 res sendo
LoaapICtasji rud na que vi' pai a o timbi. I), y.
1 h-lu-o a ii.ur::ij u- un- t.a
com bons commodos sita na ra di Glo-
ria por un>a dila le ra ou sobrado de. um
andar no bu'iro de S. Antonio : quera
pe tender pro> ure ao Prop islario da dita
caza Z.carias Lopes Maxado na uiesma ma
da Gloiia.
NAVIOS A CARGA.
Para a Babia
Sabe no dia 6 de Novembro frrente o
Bc'gue S rio Coi rier Americano, Capito
Anlonio L^gorara ; quem nelle qui-^er cai-
relar genero de reexporlavo, ou hi-- da
piivgem dirija-se ao seu consignatario A-
dolfo Scbramra.
ARRIMATACAO.
Parante a Adininistrpcfa r'o Patrimonio
dnsOifinsae hade arrematar a qiiern roais
derno dia 3 do futuro mer. de Novembro
a rendan toa! dasseguintea propri> d.des
I e'tcnceniei ao mesmo Pa'riiiionM.
Flum filio na malta da Mi roe ira juntos
Bebii ibe.
Ilnii 'i i'o na estrada de Billem no lugar
dcnominilo Rosarinho.
Him dito na eslrada que ai para S.
Arma, e Poco da Panella da paite direita
no lugar anliaimenle denominado Parna
meirim, e onde presentemente mora Juze
Fidelio B^r^oZo de Mello.
As nes-oas que a-* auiserPm arremtar
podero eompaiecer cim seos fado>es no
dito dia 3 as '\ horas da tarde na casa das
spssps d meaua Administracao.
Caza da Adroinis'racio dos Orfos era
il de Ouubro de i8.6.
Jozc Mara da CrUJ!
Escriptuiaiio.
COMPRAS.
Um ecravo sadio, e sem vicios, que seja
de tolo o sei vico : no armaseni de as>ucar,
rua do Vicario D. 7.
tr^ Tai taruga e penles j servidos,
e anda mesmo quebtfldos, e t.>mlvin se
concedi; ni rua doRangel lado do po-
ente D. 8.
i&H* Um psrravo oficial d? calafate :
no palco da Santa C'U'. sobiado de dois
andiirs ronlronte ao oito da Jgreja.
K2T" Una canoa nova, ou com pouco
oro que ca regu de mil, a mil e qnatro-
ccii'os lij llnsdealv nar i* : na roa do Col-
Ipro U. 9 p'imciro andar dolado da ma-
VENDAS.
H st r< do de'c biment da America.
Viagens e coorpiintas dos primeuos nave-
gantes n<> novo miiri'io., (sci 'pt. em Ale-
ma) porC^mpe; Iraduzida em Po e arnacetilada de notas criticase bislorieas,
ornada de emestampas I na prava da In-
dependenria loja de livres n. 37 e 3.
^SP1 1800 ouros iniudoj .' na pi apa da
lina vista vendada esquinado j) da Ma-
triz.
j35 Um mole>|ue de idade de 12 a 14
.rniis. faz todo o sei vico de uro a casa,
prop io para aprender qualijner offico, ou
11 oca-se por urna preta moca: na tua do
logo D. II.
K^ Um scravo oficial de sapaleiro,
de 18 anuos : na ruado Rosirio estrella P.
1G.
/3Jr Um cavilo bom : no pateo da
Santa Cruz ao i: de um sobiado de Pedro
Ignacio liaoti.-la.
yT9" Urna negra riiola de 18 annos,
bnriia figura, ab'e bf-m c^ser, engomar, o
cusinhar: na ilb.rga do Livranient rua
que v^i p /y* Um cavallo maso pombo eom
bonscarrifj s, niuito maneo e gordo, p< r
pieco (onniiwdo: f.llar rom Jcjonirn
Rodiiguesdoi Saiil).-. Nogue'ra em Maria
Si 1 p.!Kai ou annuncie.
Um bote de cedro pregado de ro
bre decoinprimento de 19 pez, com 4 r
mos le me ct>-.: em a>a de Henriqu
Forster e Comp.
jrj" Os.^eguiules livrcsem portugus,
Portilla do comercio, oculos polticos. Iza-
bel aodesterrados da Sibera, rompend-o
de Geografa univercal, comb y do menti-
ra, eLuziadasde Luiz,e Camoens. ludo
em meio uso, e por preco cmodo: na
rua das Cruzes D. 7.
tjr*J Umesciavo de boa figura,|deaa
annos, emuito bom tiabtlhador de enxa-
da : na pr-ca da Boi-n'sta Butira D. 16.
yy Um moleque de i2 a i3 atino,
bonita figura : no atierro da B ja-vista D.
1 4, venda que tem arco.
rjr Um moleque capinbeiro, cama-
rot-'iro, e com prinripios de canoeiro : no
beco do Adique D. 5.
tf^ Dous globos para olTicial de G. N.:
na rua Direita D. -{6, lado do cscente,
ou annuncie.
^y A dinheiro um cavallo ruco car-
rega e e^quioa muito bein, e esta gordo ;
na rua do Liviamenlo venda de Cardi.il
D. 1.
jtJP* Ha para vender a bordo do Bri-
gue Sardo Corriere Americano, urna 0'-
Cio de laliilb > de marrnore : quem as qui-
ser comprar, dirija se aoseu consgnat.oio
AdolTo S' luamin.
tarj" Um tanque de deposita d'agnana
travesa da rua do Calleiieiio, com daas
bombas, urna p,uindo|!a urna maniv.lia
deincara bomb, e nutra de tocar esta,
e outros mais perlences, trez canoas gran-
des deconduzir agoa, e trez canoerus ; e
ao comprador se cede a posse do terreno
em que ;^ acha o mesmo tanque com rais
de du'.entos palmas ; estse acb.a ja C'r
diado, e com um grande al le se levantaras maiores p'cpredjrle igual-
mente se arha com o cordso de pedia ese-
pos para portadas frc. : (pm o pe tender
procure a Vicente Ferreira Guinea mira-
dor na rua Direita O. 23, das 7 horas d
manh al as 9, e das li ez al as tinco dj
taa.
1f&* Urna barretina fifiinilada com a-
parelho de G. N. por prcr,o cmodo : na
.'ua do Rangel D. 8, la Jo do poenle.
yff Na loja de Fie le ico Chavos rua
Nova D. Sos livros aeguintenFolliinbas
nacional e constitucional, dita dita d>s G.
Nacionaes, dita dita de Justica, dita dita
defeilicaia Beana, dita dita dedicada as
Seilhoraa Braiileiras todas para o anno dr
18 7 ecom o retracto de S. VI. o Snr. D.
Pedro 2.0 resumo da his'oria do Snr. O.
Pedro d'.Alcanlara, Duque de Br.-ganca
desde o too na*cmento at a sua morle ;
novellas de Mr. de Volteire, o Ingenuo ou
oS Ivagem citisado, rallnci-mo da eco-
noma pul ica ou irutiureie familiar, que
mottra a maneira, pela qu.d to as riq-ie
zas prcduzidas, di-t buidas, e consumi-
d. s na S"< iedade Medicina domestica, ou
indicacio d- s prmoiros recorros q*i te
ibvem apphcarnas moletlisa eucidentes
que sbitamente ameaco a vida ; Orlando
'.noso, poema h-roi'o de Ario8to, em(|ue
se continua o Orlando amorozo, e a Histo*
ria do principe Rogeio; elemento! dp
L 'gica rs.riptos em vulgar Oaproprjados
para as escolas Brar.il iras, Recreacio mo-
ral p scieniiii a, ou Bibotera da Ju'entu
d Hemci ias biatoncas, e poli lien da Pro-
vincia da Rabia, ManifeatacJn lacrimes,
e Bttentadus c.mmettidos pelos Jesaitaaera
todas as partea do mundo, desde a .-ua fun-
-jz-vrwt j ,i|,' itm miama
(j^. Urna negra de idade 18 a ao an-
uo-, bonita figura cese, Uva, eugpma,
e co-iiiha rom perfeicao ; e vende se taro
bem pez de de caf: m ua do Livra-
niento bindo pata a Penba D. s3 para
Irtelar do ajuste.
ALUGUEIS.
Aluga-se pelo timp.r da fesla tendo
ni incipio no I."de Novembiu des'eanno,
e fim no I." de Abril de jt naCaza-For.-
leno laico da Igrejo lado do poente, casas
novas com (juatro quat tos e duas sallase
e.-tribaria ; a f.-llavc<.m oabaixo assignado
ua rua do Livraraento D. 1.
Antonio Das da SilvaCardial.
ARRENDAMIENTO.
Arren.ia-se de renda annual, ama gran-
de .Horada de casa terrea, sita no lugar do
Manguinho desta Provincia, a qual be s-
luaiia del' onte da casa de D. Laurianua
Roza Candida, e era seguida a estrada doi
Aflictos, e tem a mesina propriedade qua-
Iro quatios, e icabada de novo : os penen-
denles dii ijo se a Lourenco Jostimano de
Siqueira no mesino lugar do Manguind,
*6m de tractar-se doaju-tP.
H3^ Arrenda-se um pequeo {sitio cora
casa de t.'ipa, varios poz de couqueiros,
Uraogeraa, OOUtraM arvores de fruto; 110
d'Agoa f'ia muilo jieito de Olinda, boa
agoa de b< b;i, e lavagern do roupa por ter
um riaxo permanente', e propiio para
isoxo de passagoiros, por preco romo-Jo :
quem o peitender duija-sea rua do colle-
gio junto ao sobrado da esquina onde rro-
rou o'Pnenlo Coronel Mancel Cavaloau-
leno i." andar.
ACHADOS.
Acbou-sa urna ordera de eem mil reis :
quem for :eu dono dn ija-se a rua Nova ar-
niasem de louca lina D. 12, que dndoos
signaes cartn se llie tnlregai.
ESCttAVOS FGIDOS.
Manoel, naci congo, estatura regular,
olbosabotuado>, pernas um tanto aiquia-
das, e tero em um bombro urna marca de
um lobinhoq' parece bcatr iz de baila, re-
pre.tenta le 55 anuos: qualquer pessoa ou
autboridade policial que delle souber oa o
aprehender, dirija-se a ruado Collegioloja
do aununcianle Manoel Bizerra Gavalcan'e
de Albuquerque que dii a qoem perten-
ee e tei.' a g mesiuoannunt iante tem (lulos que jusli-
lira o a te > legitimo dono.
/* u ro
ac,ao, ale a sua (gtinoeao, grammatica
franecia de Lb inond, Epitome da giam-
maiica poitugneza, novo metbooo da
grarainalica Latina, e ontrn ni 'to. ]j.
cros, assim como diveisas cbra matoni
Cas Ve.
fp" Umescravode 5 annos hbil pa-
ra ledo o servico de campo : na rui do
Collegio I). 2.
J- Fxocllentes canaiios do Imperio,
c: eg idos prximamente do Porto : ;ia pra-
9.1 da Independen' ia loja n. i9.
*S'^ 'loucinbo e ca ne di liba de S.
Migad mais supeiior airida de que o pre-'
zuutode Lisboa, repolbo de conserva, er-
villias ludo da Iba, caixas do pacas e de
fi^os, euvas, birr i'inbos dp mi'ho a'psta,
vinbo de Car vellos, edito de fei.oria, ri-
os de serveja, saccaa do arroc bramo, e
bu 1 is de viuho mla^a j na luidos Qu.ir-
Icio a.
Taboas das niarr.s cheiat no Pono de
fernambnco
a Segunda | Oh. 51 m\
o
1-4
2^30
3 18
4-6
A 54
5- 30
Man>
NOTICIAS V. ArtlTIMAS.
Navio entrado no dia[i.
Assu, e Cearj 46 dias; S. Emiba,
M. Manoel Francisco Gomes das Nev*:
sa!: T. de A.jPmto Bandeira. Ton. 55.
Saludos no mesmo di.
Poitos do Nort;* ; Paquete Braziba,
Com. o i. Tenente Fran-;is-o Rotnam
da Silva : vai ius geucroc, e 2 eaixocna d>*
a/nsamento para o R o Grande. Pa>sa-
geiri 41.
Babia; Pataxo Feliz Amo.a, M. Joo
Jcze d' Silva : varios eeneos.
1 1 mi 11 .ir..... 1 1 111
PfiR* NA riP.| U IV. t. t'ALX ittjO.


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