Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05984


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Full Text
Hnno de 1848.
Qnarta-feira
d*0 DIARIO pul>li=-.e tolos os da. que no
ricn de guiriii i o preco di aa.ignitiira he do
.006 rs.porqurtel, pijfit adiantadot. Os an-
otncios dos assipiante. .o inserido i ra.'o d
tos. porlinha, 40 ri. em lypo difTerenle, e a
IflpstifoeJ pl melado. Os que i-"o f&re n as.ig-
Tanles pagarSo 80 rs. por Imi, e IBi) a Ijpo
HilFerente, por cad publlcae3o.
PHASE8 DA LA, NO MEA DE JNHO.
I.uaoova, a I, -ao 10 mi. da Urd.
Crejcente a 8, ai I horas"e56 min. da Urd.
La cheia a l. ** horas S9 mi. da Urd.
MiiiRoauM a H as 4 hars e 8 mo. da manb.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goianaa, Paralilba s segundas e sextas feira i
Ilo-Grande-d-Norte quinta feira.aomeioda
Cabo, Sarmhem, ItioFormoso, Porto-Calvo e
Macelo, no I .*, a 11 e II de cada mei.
Garaobuns o Bonito, a 8 A II.
Boa-VL'ta e Flores, a II e 18.
Victoria, s quintes-eira..
Olioda. Udos ol das.
PREAMAR DB HOJE.
Primeira, I horas e &4 nulos da manha.
Segunda, s I horas e 16 minutos da Urde.
de Junho
Anno XXV. N. 5.
das da semana.
II Segunda. ** I. Oitava. S. Joio de S. Fa-
cundo.
13 Terca. >ff^f '. Oitava. S. Antonio, padroei-
ro da provincia.
M Ouarta. S. Baliteo Magno, Aul. doJ. do
e civdo i. de pai do I dist de t.
15 Quinta. S. Vctor. Aud. do J. de orpli. e
Jo J. municipal da I. v.
16 Seila.S. Aureliano. Aml.do J.doclv.edo J.
de paz do I < 17 Sabbado. S. Tbereu Rainba. An I. do J. do
civ. eJ. de paz do I disl. de t.
18 Domingo, da SS. Trindade S. Leoncio.
H I J. J
CAMBIOS NO DA (0 DE JUNIfO.
Sobre Londres a d. por l| rs. a o das. Hom.
Pars 84i a ISO rs. por franco. Woin.
Lisboa 100 por 100 de premio.
Desc. de lettras de boas firmas a 7, ao IBi
Oa-roOncas beipenhoie.....I9JII.0O a loMOffl
Moedas de 8f l00 velh I OJIoOO a IjM
, de 6*400 nov.. IGJ.100 a I6f40
. detfOOO..... efioea 9|t00
[Prala Patacoes brasileiros. 14980 a l
Pasos columnarei...
Ditos mexicanos....
Miuila.....
IJI80 a l|90
IfSM a fl*V
lM0 a l#J0
* .IIKI.IH.. 'W~-~ "
[Accej dacomp.deBeberiae, a 54inOO rs. ao par
DIARIO DE PERNAMBUCg
PARTE OFFICf
GOVERNO D^PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 8 DO COMENTE.
Officlo. Ao chele de polica isjjfrino, determinando
fipeca suas ordens, para que, decorada, sem el ello as
nomeacdes de guardas do servlco crwo do primelro ba-
talhao do municipio do Reclfe para inspectores de qoar-
tfiriio, fcllaspelosupplenle do subdelegado da negoc-
zia de San-Frei-Pedro-Goncalves, que ltimamente este-
ve em exerelelo, ejam nomeados para esses lugares a-
nuelles dos guardas do referido baulhao que pertcncem
i lina de reserva, "a forma do disposto nos iinprriaes
avisos de 4Troio de 1833 e 28 de frverelro de 1834. -
i>ai lielpou-se ao commandanle superior da guarda na-
cional do municipio do Rccife, que represenura a res-
''Dito Ad inspector da theaourarla das rendas pro-
Tinciaes, approvaudo a arreinatacao do servlco da capa-
uiia do aldao, feila pelo eldadao Manuel Ignacio de
oTivcira Lobo, pela quanlia de 1:630*000 rs. por anno. e
icio lempo econdifes, constantes do olllcio de rae,
le 30 de mato, lindo. ....
' Dito. Ao commtoMrio-pagador, ordenando adiaute
tres mezes de sold ao 1 .*-iaWg!iU0 do segundo batalbao
de artilharla a p. Joao Theodoro do bawtM. para a corle, a gozar da cenca que oblevc da preside-
ca. -- Parlicipou-se ao coinu:
no, em resposla ao seu officio
o offlolo de 3. S., de 9 de Janeiro deste anno ; por liso
3ue Mmethante gratificacSo s compele aos amanuenses
os Hospiuei reglmentaes, e odaxjuella liba se no acha
em circuinitancla8 de ser conidrado eoino tal: mas
gil, emattento ao servlco qot requerem os doentei
reeolhldos ao mesmo hospital, e que pdej5_*er ~
; >
ia Parllclpou-se ao commandante das armas inierl-
Mo.'em resposla ao seu officlo de 31 de mam ultimo, de-
la raiido-se-lbe que se nao mandara dar passagem gia-
luita ao referido sargento, porque a sua viagem nao ll-
alla por objeclo o servlco publico.
Di o. ~ A' cmara municipal de Goianna. determinan-
do que, na forma do disposto no art. 49 do regutainen-
to de 21 de de.embro de 1844, faca qnaoto antes a esco-
11.a e nomeacao interina de um eldadao idneo para en-
carregar-se da agencia do crrelo naquellacidade viajo
haver fallecido, desde Janeiro do correte anno, Goncalo
Comes deS Leilao, e no convlr que a correspondencia
entre esta capital e a mesma cldade continu a estar in-
terrompida. -Officiou-se ao procurailor-fiscal da faien-
da nacional para aclivasse as diligencias tendente,
a arrecadaeao dos Otcnsilios que esUvain a cargo do fi-
nado S Leltao, e ao sequestro dosbeni por elle deixa-
dos, para lndemnlsa9ao do que Acara devendo a inencio-
nada faienda ; e parliclpou-sc ao administrador do cr-
relo, que representara a respeito. u. ...
Ditn. Ao administrador das obras publicas, resol-
vendo que o. ohr.. .1 .lmenlo U segunda par le do
sexto lanco da estrada do l'ao-do-Rlio Teja... fcit*.tff r
aumnis"acao, na forma do orcameuto qufi .|devoivej
c ordenando aprsente pessia capaz de adminlsttai se-
melliantes obras, aflmque nao baja demora.
EXPEDIENTE DA SECRETARIA.
Officlo. --Ao primelro secretario da assembla legls-
l,niv" provincial communicando que o Exm. Sr. P'mi-
oVnle Sa provincia transmittra cmara u>unieipilH-
la c dade urna copia do parecer aa commissao de pode-
es para que ella procede.se a urna nova apurajao dos
nplcn?csqdo. membros da mes.na assembla, con, i -
dSSul exclusao dos collegios Indicados no sobredito
^hT'-- Ao meimo, declarando que o Exm. Sr. presi-
dente ila prov ncia f.ca Intelrado da elelcao da mesa qnc
dee de reger os Irabalho. da assembla a.sim na ses.ao
ordTnarir Vef)Uo '-iTomelmo"'1-- / *. Tendo es.a a.sem-
1,1 i atorisdo a conllnuacaodoces do Ramos, marcan-
do pa. a essa obra a quanlia de quatro conloa de ris. e
ordenando que a porcao do caes a fazer Uve.se duas
rampasTaco^teceu que e.Us nao fossem Incluidas no
remenlo que servio de base ao contrato de arre.nala-
cSo No entanto, porm, que a obra prosegua, e quan-
do se havia despendido com ella nao menos de .
332mo rls, inclusive a compra de materlaes, alguns
moradores da ra da Prala represcnlara.n ao governo,
"cerca da eces.idade das rampa.. Em consequenc.a,
o mesnio governo inaudou rescfr.dlr do contrato de ar-
reinatocao que me hel referido, sobr'esUr na obra, e
proceder buii novo orcameuto, cuja iinporlanc.a total
cliegou a 13:5CO#200 ris. O que ludo coinmumco a V.
S de ordem do Exm. Sr. presidente da.proy ncia. para
auehaU de fa*er presente referida assembla, dignan
do se de levar ao conhecimento della o orcamento a que
Sr "limo me reportel, e que junio remello, acompa-
so -! r.tt -nSnuo7opuscu.o U*. de
antecessor do Exm. Sr presidente da provincia.
Dito -- Ao mesmo, Vemetiendo o rcquerlmen.o- em
que o eldadao Antonio da Silva Gus.nuo se ,l'"J
a construir um matadouro publico no lugar das tinco
Pontas ou Z nualquer oulro sillo que se Ihe Indicar ; e
SeTrnd" qu2 acompanhainaojiiesino requerimento
' dicesTo plano c a descripcuo da obra.
...o. Ao mesmo, aecusaudo reme.sa do relatorio do
pccior da thesouraria das rendas P "claee. .._
Jilo. Ao mesmo, enviando os reUlono. daadininU-
traeao das obras publicas ; da adminlslracao dos es abe-
llmentoi de caridades do director do lyceu ; do direc-
or do coUeglo dos orphaos; da a.ninistracao reapec -
va ; do concelho geral de salubrldade publica ; do adim-
n?s radordo theaTro publico ; e da. NU.ru***
de Cimbres, Flores, Garanhuns, Cabo, Ollnda, lUcile,
Hrejo. Po-Q'All.o, Bonllo, Floresta, Boa-Vista. Iguaras-
s, Golanna eXimoeim. ,..;
Dito Ao mesmo, remetiendo copias do idatoiio
apre.eutado pelo ex-presldente ao primelro vicepresi-
dente da provincia, e do que este cxbibio na occaslao ae
lazer entrega da adminlstracSo.
Dl0,__Ao mesmo, transinittlndo varios desennos,
plantas e outros trabalbos da sociedade dos artistas.
Dito.__Ao mesmo, enviando 40 exemplares do orca-
mento provincial para o anno linanceiro prximo fu-
turo.
dos pelo uppllcante, setn que fique mfiraHde fazer a
escripturacSo do estabeleclmento, que be para crer seja
inulto pouca, ordenar que se Ihe paguen cem rls dia-
rios, em qualidade de eufermeiro. Partlcipou-se ao
commis.ario-pagador, que informara a respeito.
Dito. -- Ao Inspector da thesouraria de fazepda, re-
commendando a expedicao de suas ordens, para que o
collector das rendas geraes no municipio de Iguaraaau se
encarregue de promover ahi as execucoes de que o In-
cumbir o procurador-fiscal da fazenda provincial, me-
diante nina porcentagem rasoavel.
Dito. Ao mesmo, ordenando forneca a pagadona
militar as quantias que ella yjquisir para habiliUr-se
a sati.fazer ot pedidos do director interino do arsenal de
guerra, teudenle. s obras que a presidencia mandn
proceder no quartel dacompanhia dos aprendizes meno-
res do mesmo arsenal. Particlpou-.e ao director Inte-
rino do arsenal de guerra. .
Dito. Ao Inspector da the.ouraria das rendas pro-
vinciaes, determinando entregue ao vigario da freguezia
de Itamarae a quanlia de l:500|u00 rls, resto da que,
por officlo de 10 de oulubro de 1K47, a presidencia de-
signara para 'as obras da matriz da mesma freguezia.
Parlicipou-se ao mencionado vigario.
Dito. Ao cummissarlo-pagador, autori.ando-o a con-
tratar com Francisco Jos Ma rtins da CosU o lorneci-
mento d'agoa a todas as repartieres mililjj|cs, sflb as con-
diefies que acompanharam o officlo des: me, de 11 de
malo ultimo ; e ordenando iuclua nesse contrato a guar-
da do palacio da presidencia.
Dito. -- Ao mesmo, ordenando o pagamento da quan-
lia por que o canoeiro Manocl Lourcnco do Sacramento
ajustara conduzir para a fortaleza de Itamarae a canoa,
pertencenle ella, que viera concerUr-se no arsenal de
narinha. Partlcipou-se ao coininaudante das armas
interino, que requlsltira a expedicao desta ordem.
Portarla. Ao director interino do arsenal de guerra,
determinando compre, para seren remeltldosa ilha de
Fernando, os objectos consumes das duas relacoes que
remette, assignadas pelo almoxarlfe e pelo boticario da
mesma ilha, e rubricadas pelo respectivocoininandante,
exclusive o labarraque e opodeldok; c recommendando
que, tanlo na corapr
menlo dos referid
nrmente expedid
;0" V^B,lSg8Kft!&&2S>rexn^anehqu.0nlo
^ir=X.rad\P'n\PronrruPb^ na materia: vamos agora a ul.li-
porque |
haWsobras na quota destinada para as obras publicas. nos..-. con.pewuc.a ..- .....--.
i^ln.ldm^pr.p^i^.PIW.'S'rj
i provincia iictc *-i..|.-.B- ------- -,__^w_._ -,kii
aquillo de que nos mais precl.amos lie de: obras publi-
cas.especlalmente estradas e canaes que: faciliten! o con -
merclS e o tran.porte de nossos productos >Encol.
He rste omelbor ncorajamenlo que poderemos dar
agrculturT' e alargare.no. esta ^*3gS%*
ca, fazendocomque se transporten! os productos agri-
en as do lugar aonde abundam para quel ea em que cs-
caceiam, afnde conseqnente.nentesao 'P^"do1i:
e aonde, por isso, obterao malor prc90 Ora, se isto lie
Min como pederemos contar com .obras naquola li-
x la para obras publicas? Nao podemos contar com
aes ,oPbraa, ComoP pois, dUemo, o pellejo nano que
se Ihe ncara a divida com essa. sobras ? Nao he de jus-
tica tanto mais qnanto aca.a j recunheceu que opa-
eame. lo dessa divida, com o abatlmcnto de 10 por cen-
fo" haTanujSo cofres da ^St^^X.
dar, u.na emenda mesa, propondo que na lei do or-
f menlo se lixequota para este pagamento.
O Sr 1 Secretario le a segulnlc emenda:
a Arllgoaddlllvoaosegundo.-Nalei do orca.nrnlo
se fixara quota para pagamento deste debito. S. R. -
Loureiro. *
Apoiada, lie admillida discussao.
O Sr. Laurenlino: Sr. presidente, voto pela emenda;
porque, alm das rates que acaba de allegar o nobre
mador que me precedeu, accrcsce aluda a reminiscen-
cia queunho de un. principio phylo.oph co, gera_ men-
te adoptado, e he que nos devemosappl.car o, no so
neios primelro ao necesario, depols ao ut.l, c afinal
"odeleiu'el. Ora, na verba obra, pu&licoi. noa temos
necesario e agradavel, porque temos um theatro, c le-
mo.".radas c pontea. O tl.eatro he o deleitare! as es-
trada, sao uteis: mas o pagament da. dividas lie de
absoluta necesldade. Alm disto, nao vejo conven.enc.a
alKuuia en. que o estado earreguc com u.na divida, pa-
gando todos os annosum tanlo por conta della. e ficando
ella scnipre no mes.no poni. Demals, a le que deu ori-
gen a es.a divida foi concebida em termos Uo vagos,
f,ue naodldei, de quando serao^.empu em que ella
. ineus escrpulos, por
esse lado. Nio sel reamenu se ar utll aforar bens do
patrimonio dos orphJos, lato he, subjelta-lo. a dar um
rendlmenio perpetuo, estacionarlo; porque crelo que
ningueni os querer aforar senSo perpetuamente, e isto
quando he sabido que, en. regra, a renda das propie-
dades territoriaes deve ir em augmento, e que por con-
sequencia os predios que boje r.\sstrm aforados, podc-
riamdaqui ha annos dar mullo malor rendinicntoao mes-
mo patrimonio, se porventura nao cstivessem aforados.
Nao posso, Sr. presidente, admittir que o aforamciiio
seja mais vantajoso ao proprietaiio do que o arrenda-
mento: o que sel he que se aforain os terrenos que se
nao pdem arrendar : o que sci he que ha augmento na
renda territorial, c que por consequencia os bens quo
boje se afuram por de/., anianhiia pdem render vinlc,
entretanto que apeusao do foro nao augmenta, he sem-
pre a mesma.
Sao estas as duvidas que tinlia de apresenlar a casa,
vista das quacs nao me resolvo a votar pelo projecto.
O Sr. Cabial: Sr. presidente, comoinembro da com-
missao que organisou o projecto que ora se discute, pe-
di a palavra para expor casa as rases que o juslili-
cam.
Sr. presidente, os embaracos em que se acha o nobre
deputado que me precedeu, uiio sao mais graves do que
os que nos adiamos, tanto cu comoincus companhelros,
quando redigimos o parecer : ao passo que reconbecia-
niosa ncccssidadc debrm liscalisaros bens do patrimo-
nio dos oipliaos, eiicontravaino-nos com o ob.Uculo de
nao se achar ainda defenido qiiaes erain os proprios
provinciaes e quae. a. gpracs. Vcrdadc he que, pela lei
de 9 de dezembro de 1830, que extingui os congrega-
dos, !< ii .un os scus beus considerados proprios nacio-
naes, mas lambem he verdade que a lei geral de II de
iiovembro de 1831 appllcou o rcndimenlo desses bens
para o patrimonio dos orphaos ; nao podendo a admi-
nislrafao, em vinudc do artigo (i., ailiena-los nem
permuta-Ios. Ora, sendo applicadososrcndlnientos des-
ses bens para o coUeglo dos orphaos, c competindo a
esta casa legislar sobre os cstabelccimcntos de canda-
de, cnlcndeua commissao que lamben, o podamos fa-
zer a respeilo do seu patrimonio, autorisando o alora-
mcnlo dos predios rsticos, que e.lo deteriorados e
que, iudo praca por arrendamento, nao teem li-
<"... por co,
sano-pagador.
EXPEDIENTE DA SECRETARIA.
Officio. Ao primelro secreUrio da assembla legisla-
tiva provincial, tranmiltiudo um requerimento em que
Bernardo Jos da Cmara pede por aforamento o enge-
nho Bom- Jardini de que he usofeuctuario ; bem como a
lnfonnacao da adiuinistrafo do. e.Ubclecimcntos de
caridade, acerca de .emclhante pretencao.
as con
Dito
i ns
Dito.
*
dem do da 3.
Officlo. Ao commandante da ilha de Fernando, de-
clarando que nao pode mandar abonar ao anspejada Jo-
s Francisco de Amorim a gratificafao men.al de B#000
ris, por elle pedida no requerimento que acompanhou
ASSEMBLA PROVINCIAL.
5. IMllO OHDIVARI A,
EM 0 DB JUNHO DB 1848.
Frettidencia do Sr. vigario Azevedo.
(CONTINtUCAd DO NUMERO ANTBCED1NII )
ORDEM' DO DA.
Sroiinda diieflO do projecto n. 22 i primeira do de n. 21,
de 1847; primeiro dos de numero. 2 3 do correnU anno.
Entra em seguna discussao o projecto o. 22.
Artigo 1. Fica o pre.idente da provincia aulorisa-
do a mandar pagar, com o descont de 15 por cento, ao
arrematme do 13. lanco dae.tradada Victoria as pres-
tacoes que o mesmo tem na thesouraria provincial, na
forma da le n. 115, de 8 de malo de 1843.
O Sr Trigo de Loureiro: Senhor presdeme, tendo
de votar pelo projecto que est em discussao, peco a pa-
lavra para mollvar o meu voto.
O arlieo 2. da lei n. 115. -de 8 de malo de 1843. diz
aue o impone dequalquer lanco de estrada que se ar-
rYmalar, ser dividido em duas presumes das quaes
umapagar-se-ha ao arrematante aprazos, segundo as
cond iccoes estipulada, no contrato; ea outra Acara na
Ibesouraria da provincia cousliluindo divida provincial,
e vencendo o Juro de 6 por cento ao anno at o seu real
enOra, c'omquanto a fazenda provincial tenlia de pagar
ao arrematante, em relacao a essa parle do importe da
arreinalacao, os Juros de 6 por cento ao anuo, e os ju-
ro, couvencionae. ordinariamente .ejam de 24 por cen-
\o ao anno, ou 2 por cenlo ao mez toavU eu enlendo
aue a fazenda provincial nao deve de dar d.nhciro a ji-
?Bs, porque he un. facto que ella nao negocia. Deijiais.
a fazenda publica esl obrigada a pagar o juro de por
centoaoanno. enoenlanlo opelicionario oAerecc um
abalimcnto de 12 por cento. A peticao que conten se-
nicll.ante offcrcciinento. foi remcll.da a urna coinmls-
,5o aue entendeu nao se a devia deferir favoravclmen-
e s'enao com o abalimcnto de 15 por cento ; por conse-
euinte temos urna vantage.n de 15 por cento : c como he
nbrigacSo de todo o devedor o pagar a seu credor, e por
nutro lado se offerece o abatimento de 15 por cento, eu
voto pelo projecto. porque na'o ha lesao algu.na para a
fazenda provincial, mas simuma vanlagem.
Julgada a materia di.culid, he o arligo submettido
votarlo eapprovado.
a Entra em discussao o arligo 2.": ,
a Arlieo 2. Estadespe.a ser feiucom a. sobras das
obraspubUcas que se'nao fizerem no cerrente exer-
elelo. .----------- oppo.
0Sr-^^^on^:p^P3^^e.l
asa acaba de reconhecer que desse pag|m<
pela emenda.
Encerrada a dlscu.sao, he approvada a emenda do Sr.
Loureiro" cando prrjudicado o artigo, c em seguida he
.Tprojecto approvauo em segunda discussao, parapassar
a tercelra.
Entra em primeira discussao osegunteprojecto:
A commissao de pelj,?"*
men
ceC.,""'ao n.Trmon.o do.oFphSos, que est de posse
de 1802 por arrendainenlo fello pelos congregados da
ex,ineu rdem de S. Fi.ippe Nery,,_que pede a e a -
examinando o requeri-
reudeira
"ntoiuto deJoanna Francisca dos Santos, rendeira
un pequeo sitio no lugar do Parnameir.m, perten-
,"a'o patrimonio dos orphaos, que esla de possedes-
Wf. arrendamento^ frito peJ, -jT!^^
S&'StZSffg: a^isV a administra-
lodo referido patrl.nonio a aforar pelic.onar.a o
C Detonado sitio"e depois de o.irida a me.ma admin.s-
eorri'au'i'irc'ita'ntes; he a mesma commissao de parecerj
ue se d i a favoravelmente a pretenco da supplicau-
?e" e por Uso proP6e aseguinte reaolucao:
Aassembla legislativa provincial de Pcrnambuco
rssolve: .
a rtico 1." Fica aulorlsada a adminisiracao do pa-
trlmono6dos orphaos a aforar Joanna rrancuca do.
Sanios o sitio do lugar de Parnan.eirim, de que a mesma
e"ia AlT^Pica igualmente autnrlsada a mesma admi-
nUliaco a aforar todos os predios rsticos, perlcncen-
les opalrimonio do. orphaos, quando recgnheca des-
vantaeem no arrendamento do. mesmos.
A Os aforamentos, fritos pela admin..tra5ao,
nao terdo vigor, senao depois de approvados pelo presi-
dente da provincia. revQgadas todas gs leI e disposi{0M
'M.CS"d2imI.t. frgijl/va provincia. buco, aos 14 de abril de 1847. Cabral. Ferre:ra Bar-
rito.
O Sr. Joaquim Vitlela :- Sr. presidente, como toiil.o
mlnhas duvidas cu. votar pelo projecto, julgo do me.i
dever eipo-laa casa, attm de que .ejam dcvidamente
aPprimeramenle principio por duvid.r da nos.a compe-
lene la para mandarniot aforar os bens do patrimonio oo.
o'phSo. e e.ta he a primeira duvida. que WDOtoimulto
attendlvel. Vejo que o acto addiclonal, no M doail.
u s assembla. provlnclae. a atlrlbu.cao de regular
a dminUtraeSo dos bens provinciaes; 'na,accre.cen,ta
logo : urna lei geral marcara o que o que sao bens pro-
vinciaes. a
Ora, a'. aqui ainda nao appareceu es.a lei marcando
quaei sao os bens provinciaes e quaes os geraes ; por
consequencia nao sabemos quaes sao os geraes e quaes
os provinciaes ; e nao o sabendo, como podemos consi-
derar provinciaes os bens do patrimonio dos orphaos,
para dele.mlnarmos o seu aforamento ? Se porven,tuia
ipparecer a lei geral, como deve apperecer, de e i mi-
nando quaes os bens geraes e quae. os provinciaes. e
nao ocluir uestes ultimo, o. bens que co.i.t.tuem o pa-
tolunio dos orpho,, o que ser do ^"Xr
dido por mis ? Nao ser, ipo facto, nullo? F. porque Por
dido porL__
falla de competencia de nos.a parle.
Verdade he que
zer he que ha u.na presumpeao de que elles serao consi
derado? "orno ben.da provincia, urna vez que ja. am
rnneedidos nsra o patrimonio do. orphaos, e esse esta-
betoclmenteal a cargo da auemble'. Provincial; mas
essa presumpeao, que pode converter-se en. certeza, ain-
ua Jo paisa de preauipcdo e pode deixar de reallsar-
,e, vslocomo amtJi eral pode nao incluir esses
arruinado pelos diversos rendeiros que i
desfrucUr e nao emmelhorar;o da estrada doRozarinho
reiidlaanligamente 400/000rs.annuaes, e hoje esta pe-
la meUde, c assim os dcmal. : porwnto, O nfarnntansa
he o nielo mais seguro de conservar os predios rsticos
do patrimonio dos orphaos.
Frain csUs as con.ideraci5es que teve em visU a com-
missao, quando redigio o projecto que se discute. En-
tretanto a casa resolver como Ihe aprouver.
Voto pelo projecto, com a declarajao contlda no arti-
go 3., porque me parece que os aforamentos depen-
dentes da approvaco do presidente sao mais urna ga-
ranta em favor do patrimonio.
U Sr. Joaquim filela : As duvidas casa, sao proprias da primeira discussao, porque a
casa sabe muito bem que nesta di.cussao he que se tra-
U da constitucionalidadc e utilldade da materia de qual-
quer projecto ; portanto, pas.ando o projecto em 1.*
discussao, a casa reconhccc nao s a sua competencia,
como lambem a utilidade dclle ; c eis porque emendo
que, se elle llver de cahir por falta de competencia
nossa, ou por inulilidade da materia, deve cabir nesta
discussao ; alias fleam urna e onlra reconhecidas.
Volundo agora materia, dlrei que as expllcaces que
deu o nobre deputado nao me satisfizeram, porque nao
re.olvcram as duvidas em que me achava. O nobre de-
puudoieferiorse lelquciocorporou estes ben. opa-
lrimonio dos orphaos ; nao digo bem : a lei nao incor-
pou-o, propriairiente ao patrimonio, porque este ainda
nao existia, e ella fez dclles esse mesmo patrimonio r
dirci, pois, o nobre deputado referio-se a lei que appli-
cou esses bens suslentacao do collegio dos orphaos,
provinciaes ; quando o acto addicional, que esubcleceu
essa distinecao, he posterior essa lei que diz que urna
lei eeral marcar os bens que sao provinciaes, e os que
sao geraes. Alm de que parece-me ter ouvido o nobre
drnutado mesmo confessar que foram applicados ao
patrimonio dos orplrlos esses bens, com a condicao d
nao podercm ser allicnados.....
O Sr. Cabral: Pela adminlstracao.
OSr.Joafluim^iifrla^-Bem: logo he evidente quo
nao foi cedida a proprledade ; c nao se podendo provar
que sao elles hoje provinciaes, tambem cielo que nao
pdem ser allienados pela assembla provincial.....
O Sr. Cabral: Varia a jurisdiccao.
(i Sr Jooouim fill'la Mas onde esl a nossa Juris-
diccao para allicna-los r Nlnguem pode allicnar oque
ao l.e seu; logo, se mo e.li determinado que es.e. bens
5o povinciaes. nao pode esta assembla alUena-lo*.
Ora o aforamento, o nobre deputado sabe multo bem.
que he urna e.pecie de alllenacao, senao de todo o dom-
lo ao menos do dominio util; a nossa legislayao civil
assn o considera: por consequencia, se aluda nao te-
mosa nropriedade desses bens, mo os podemos aforar.
A,,im iue creio ainda em p o argumento de que, nao
se tendo determinado que estes bens sao provinciaes,
assembla nao pode decretar o eu aforamento, naopo-
Sen." o dominio utll delle. ; porque a le citada
nclo nobre deputado nao cedeu a propriedade delles.
S.ipponhan.o.s que. approvado o projecto, e aforados os
ben! a assembla geral, por urna le, determina que es-
,es bens nao sao provinciaes, nao se reconhece que n
obramos sem competencia que aforamos bens que
oto eran, nossos' K que validade poderao ter ucs afo-
ri.uentos 1 Niio sao nuiles por falta de competeucla da
pe.sa que os ll.er 1 O poder geral nao querelr por cer-
!o e com rasao, subicitar-se a aforamento fritos po-
nos auando nos nao tiuhamos a propriedade desses
bens Sr presidente, aassembla nao deve tomar una
decisao qualquer, sem que tenha a profunda conviccao
de que o pode fazer. .,..
Veora re utilidade do projecto. Ouvi fallar em um
sitio abandonado, em oulro que esUva arrendado por
300^000 rs., etc. ele; mas o cerlo he que nada disto
I
MUTILADO



prova a utilidade do aframe uto. O sitio, que nao est
arrendad, pode-o ser por una renda inais mdica, que
nao era todava inferior penso do foro-: e estou
convencido que eascoutro litio, que da 300/000 de ren-
da, nao di ra tanto de foro alm|deque ainda ha esta
dilferenca muito notavel, que o foro nao poder ser c-
levado, entretanto que a renda pode ser elevada se as
circunstancias mudarain porque he isto da natureza
das cousas. Quein comprehende bem a tlteoria da ren-
da da ierra, nao pdeduvidar que em un paiz. novo ella
val ein augmento ao passo que ot atarantemos cam
estacionarios porque he esse o seu carcter ; portanto
csse sitio que hoje nao est arrendado, pude inulto bre-
ve achar rendeiro, c o outro adiar inaior renda. Assim
que, Sr. presidente, contino a duvidar da constitucio-
nalidadec utilidade do projecto, e por isso voto contra
elle.
O Sr. Laurentino : Sr. presidente, o autor do pro-
jecto que se discute, acaba de raostar que, por uina lei
geral, os bens dos congregados fraui declarados pro
prios nacionaet, e que, tambem por uina lei geral es-
ses bensfrain designados para patrimonio dos orphaos;
mas onobredeputado que combate o projecto, disse
que, como us nao temos uina le que declare quaes os
bens geraes, quaesosprovinciaes, vacilla em saber se
podemos legislar acerca di materia. Ora, constando
que, por lei geral, estes bens csto addidos ao patrimo-
nio dos orphaos, estando esta casa autorisada pelo ar-
tigo 10, 10, do acto addicionala legislar sobre osesta-
hclccimentos de caridade, e sendo o collegio dos or-
phaos um rstabelecimento desla natureza, claro esta
que podemos legislar acerca delle. Portanto, voto pelo
projecto.
lulgada a mate ria discutida, he o projecto apprnvado
eiB primeira discussao, para passar segunda.
Km segnida sao approvadas.sem impugnacito, em pri-
meira discussao para passarem asegunda, os seguintcs
prnjectos:
A asiembliia legislativa provincial de Pernambuco
resol ve:
Artigo nico, f'icam supprimidos os lugares de aju-
djutes do procurador-fiscal provincial, creados pelo ar-
tigo 2. da lei provincial u. 166", de 17 de novembro
de I84(,
Paco da assembla legislativa provincial, 5 de junho
de 1848. L. Roma. Ulinda Campillo. Souza tan-
deira.
A assembla legislativa provincial de Pernambuco
decreta :
Artigo nico. O subsidio dos membros da asscm-
bla legislativa provncial de Pernambuco para aproxi-
ma \ i minina legislatura ser de cinco mil ris diarios,
como regulou a lei provincial n. 127, de 30 de abril
de 1844.
Pafod'assembla legislativa provincial de Pcruam-
buco, 5de junho de 1848. L. Roma.
parlamentar. Era opiniao desle Srs. que o augmento
progressivo da despeza publica e da imposiciio causava
a mais profunda anxiedade, epensavam que nao era pos-
sivcl applicar-se nenhum remedio permanente, emquan-
to os contribulntes, pela malar parle, fssein excluidos
de iniluir directamente no parlamento. Elles haviam di-
rigido circulares a quasi todas ai sociedades liberaes, pe-
dindo quizessem declarar se aprovavam a opiniao de que
s a extenso de inmunidades a todos os chefes de fa-
milia, juntamente com urna inais Igual dlstribulcao do
poder eleitoral, e o encurtamento da duracao dos parla-
mentos a um periodo que au excedesse de tres anuos,
proporcionara um systema de representacao tal, que
com elle podessem acqulesccr as clasiei inedias actual-
mente em parte emanciapadas; systema que ai outras
elasses ainda nao emancipadas aceltariam como urna
admissao substancial ao legitimo lugar que deviam oc-
cupar na constituicao do paiz.
O estado da Irlanda he melindroso.
Mr. Carlos Gavan Dully, em um longo manifeito que
publicara e que era considerado como a exposicao lid
do credo do povo irlandez, disse que urna revoluciio era
inevitavcl; que nenhuma poltica, que nenhuma frca
poderiam deivia-la; que o paiz exhiba todos os sympto-
mas que infallivelmcnte a precedem, e todos os abusos
que a justifican! aos olhos de Dos e dos horneas; que el-
Entra em segunda discussao o projecto n. 24.
Diario n. 131.J
(Vide
O Sr. Loureiro: Sr. presidente, pedi a pala vi a para
explicar o meu veto
Voto a favor do projecto, porque elle he de manifesta
jiistica. Esta assembla j reconneccu ajustica queas-
sistia aos arrematantes desse imposto de que falla o pro-
jecto, isto cmaltencao seccaque houve: ora, o que se
reconlteceu relativamente aos arrematantes desse impos-
to, he consequencia necessaria que se deve tambem rc-
conhecer a respeito dos subconductores, que compra-
jam ramos, ou parles desse imposto: he um principio
de juslifa, ate reconhecido pela nussa lcgislaco ant-
quissima : a ordenacao livro 4., titulo 27, quande falla a
'respeito dos contratos de rendas que aqui tem toda a
applicaco. AH se diz que, se o rendeiro perder os fruc-
tos, em consequencia de secca, innundaco, incendio,
ou praga de gafanhtos, o propriclario ser obrigado a
abater urna parle da renda. Estamos no mesmo caso: el-
les nao contaran), ncm podiain contar com estesuccesso
^extraordinario, de uina secca; a qual trou-|
'ninuttn,S7KBffi3?
uina peda ; e a assembla tanto o reconheceu, que Ihcs
no consumir fo^PII PUlHIlUA!
concedeu um abate ; mas essa jusiira deve ser extensiva
a rsses a quem os arrematantes cederam urna parle da
arremataciio do imposto. Isto he de rigorosa justica e
por isso vol pelo projecto.
Nao inais liavendo quem pepa apalavra, he o projecto
Mibiuettidoavotacau, eappiovado para passar tercel-
ra discussao.
Extingue-se a ordem do dia.
iSri Prt"denle levanta a sessao quasi s 2 horas da
tarde, depois de haver dado para ordem do dia da seguin-
te a que est declarada em o n. 131 deste Divrio, de 10
docurreute.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
A 10 do correntc, os Srs. membros da assembla pro-
vincial nao se reuniram em numero sufliciente para ha-
ver casa ; e por fsso deixou ella de funecionar. A ordem
do da, pois, para a sessao d'amanhaa (14) he a mesiiia
que declaramos em o numero 131 deste Otario.
OSr. Dr. Manoel I.ibanio Percira de Castro tomn
hontein posse do cargo de chele de polica interiuo'des-
ta provincia. Os precedentes honrosos de S. S. como
que nos autorisam a aiseverar que, no exercicio de suas
novas funeces. elle se portar de nianeira a deixar sa-
tisfeitos todos aquelles que nao esperam da autoridade
publica senao o cumprimento das obrigaces que as leii
lili' illlplil'lll.
la havia de vir, e viria breve, ou fsse por nielo de ne-
gociacao, ou pela espada; que os Ii'landezes haviam de
sustentar seu dircito natural trra em que nasceram
contra todos os inimigos, e com todas as armas que a oc-
easiao podesse exigir; que toda a Irlanda de mar a mar
se eslava armando c organisando para defender csse di-
rcito; que se nao fsse possivel salvar o paiz pela paz, re-
correran! guerra; e que, qur o salvassem pela paz,
qur pela guerra, julgava conveniente o armamento
universal c a organisacao do povo; que elles (a coufede-
racao irlandeza; nao exigiam a repblica; que se con-
tentavain com ter um parlamento irlaiidcz independen-
te, elcito pelo inais extenso suffragio popular, um minis-
tro respousavel para a Irlanda, e um vice-rei irlaudei:
mas ipn-, se a independencia fsse oblida por ineio da
Torca, a repblica seria incvilavel, etc.
No dia 27 de abrjl havia chegado a Porlsmoulh, tendo
saludo da ilha da Madeira a 14 do mesmo mez, a rainha
i i uva de Inglaterra. Um grande numero de pessoas gra-
il is tinbaiu ido cumprimenta-la a borda do Hoice, e lo-
go que a rainha em Osborne suube da sua chegada, o
principe Alberto foi sauda-la e convida-la a ir jamar
com a inesina rainha, convite que ella se dignuu de a-
ceitar.
A 28 do mesmo mez tivera lugar a enthronisacao do
are chispo de Cantuaria, o muito reverendo Joo Bird
Sumiiicr, doiiinr em llieologia. Assistirain a essa augusta
ceremonia, alm de militas autoridades ecclesiasticas,
pcrlo de 200 clrigos, oslquaes todos juraram obedien-
cia cannica Sua Excellcncia.
Quanto Franca, temos de annunciar aos nossos leilo-
rei que rcinava perfeita tranquillidade na capital da re-
publica; e que, comquanlo houvesse quem recciasse al-
gum roinpiniento da parte dos ultra-republicanos, por
tereni perdido as eleices, era opiniao geral que todo
moviincnto seria de prompto suffocado. A populaco
continuava a dar exhuberantes provas do espirito de or-
dem de que se acha animada.
Aquelles que nos leeni devem saber que, no dia 20 de
abril, tivera lugar a confraternisaco do povo de Pars
com a guarda nacional e a tropa de linha ; mas o que
talvez naosaibain he que nesse dia esliveraui all reuni-
dos debaixo de armas nao menos de 400,000 hoinens,
a guarda nacional, a guarda mobile, a guarda urbaua, c
40,000 homens de tropa de linha : o que talvaz nao sai-
1j.iiii he que toda essa inmensa massa armada, que api-
uhoava os campos elyseos, os boulevards e todas as pra-
vas c ras largas esquerda do Sena, sendo reunida de-
baixo de to excitadoras circiimstancias, se dispersara
noite, depois de haver passado o dia, cantando hymnos
patriticos, to tranquillamente como o poderla ter
le (o mu inais pequeo numero depois de uina festa or-
dinaria.'.'!
Aselej
ha1
por 259,800
-..uto do
aviam sido eleitos os seguintcs senliores : La-
vlos. Diipnnt (de l'Eure) por
......... .1(1 ,: l,i rt____._.. I '
O Sr. major reformado Manoel Lucas de Araujo Pi-
nheiro foi nomcado tcnente-coroncl do stimo batalhao
da guarda nacional do municipio do Rccife.
No da 10 do crlente, pelas 5 horas da manhaa, falle-
ceu o Sr. Manoel Pereira Pinto, em consequencia de
urnas cacetadas que, s 9 horas da noite antecedente,
recbela no becco do Encantamento, quando se recolhia
para casa. O Sr. Pinto era casado, e deixou cinco filbos
menores.
A 11 d.este mez, na ra da Cadeia dobaiiro de Santo-
Antonio, um carro pisou um menino ao ponto de dcixs-
lo quasi mono. A polica uiandou a pobre vi. tima para o
hospital de caridade, e fez recolher prisao o prelo que
conduza o carro.

O brigue sardo Daino e a barca nglcza yson trouxe-
ram-nos o Iimet e o Corrrio Mtrcanlil de Genova at o 1
,,?r0,l!.T l,a,sa,d0 ln'- 1ue aleitura destes jor-
naei pndmoi colher he o icguinte
ma'KJlV'L" fiC.a "a",lu!lla. coiquanto cominuai-
lem anda os ineclings cartillas e repealers. Em Man.
chesMt os membros liberaes da casa dos coinmuns orea
cordla'l"..^.'^ ~',,oc"ao' =""""de pomovf a
cordial uniao de todas as elasses de reformadores ein fa-
vo, de um melhoramento no systema d* ..prescnuco
Sena
martille
245,083. Francisco Arago por 243,641). G'arnierPag's por
240,890. ArmandMarrastpor229,16B. Marie por 225,770
Crinieux por 210,690. Ucranger por 204,271. Carnot por
195,608. Ilethmont por 189,252. Duvivicr por 182,175
Lasterie por 165,156. Vavin por 151,103. Cavaignac por
144,18/. Bergerpor 136,660. Pagnerre por 136,117. I)u-
chez or 135,678. Cormenln por 135,050. Corbon por
135,043. Caussidire por 133,775. Albert por 133,041.
Wolowski por 132,333. Penpln por 131,869. Ledru Rol-
lui por 131,587. Schniidtpor 124,383. Femando Flocon
por 121,804. Luiz Blanc por 121,140. Rccurt por 118,075
Agricol Perdiguier por 117,290. Julio Bastid por 110,228
VJJ^C| por l09-9:>4- Garnon por 106,747. Guinard por
106,262. Laninienais por 104,871
A proclamaco dos deputados he assim deicrinta pelo
Monitor: '
No dia 28(abril; pelas 10 '/, horas da noite, o maiic
de Pars, Mr. Armand Marrast, acoinpaiihado dos tres
manes deputados, do secretario geral, e de lodos os
mures da capital e baulieue, entre os quaes achava-se o
cidadao We, o inais velho delles, e o cidadao Pagnerre,
maire do dcimo districto e secretario geral dogoverno
provisorio, desceu ao pateo do hotel de Vllle para pro-
clamar os nomes dos 34 representantes eleitos pelo de-
partamento do Sena. A noite eslava escura e a popula-
cao que desde a manhaa esperava pelo resultado da ur-
na, saudou cnthuslasllcamcntc o maire quatidocllesubi
a plataforma, levantada ein frente do edificio. Nume-
rosos ardiles davam uina luz brilhante que era reflecli-
da pelas armas da guarda nacional e mobile, e por tan-
tos anciosos e alegres rostos. Multas bandeiras (luctua-
vam por cima das cabecas dos magistrados municipaes,
e aiiginentavam o pictoresco e interessante efleito dessa
grande secna popular Cada nome proclamado era co-
berto deeslrondososapplausos, acclamacdes, msicas,
hymnos patriticos. O maire de Paris linha proclamado
primeiranicnte os nomes dos deputados na grande sala
de San-loao, em prcscn;a dos presidentes e escrutiado-
res de todas as secefles. Mas aqui a proclamaco leve
lugar diantc da multldao que nao pode assistir apura-
cao dos votos, e i uja euriusidade era excitada por longa
expectacao. Seria impossivcl dar uina ideia do prazer
que se apoderou de todo o povo quando o ultimo nome
proclamado annunciou o encerramento dessa grande
operacao que leve todo Paris em suspensiio durante os
ltimos cinco das. As elcicoes uina ves terminadas,
pode dlzer-se que a revolucp ha vencido urna das maio-
res dimculdades que tinha de encontrar. Dentro de pon-
eos dias estar reunida a assembla nacional, c os desti-
nos da Franca serao assegurados. As 11 '/a horas, que
escrcveinos estas lindas, contina o Monitor, reina em
Pars a inais profunda tranquillidade. A grande cidade
parece que descansa, depois do importante lervico que
acaba de efl'ectuar com tanto patriotismo, inlellgeuca e
unio. i>
Estava marcado o dia 4 de maio para a minian da as-
sembla nacional: diza-se que dlfferentes projectos de
constitulccs Ihe seriam apresenlados. Mr. Cormenln
tem quasi completo o esbosso de una que pretende sub-
inetter consideraeo da assembla; elle estabelece
uina so cmara, e um goveruo executivo de inultos mi-
nistros ; porm o que tem inais probabilidade de ser ap-
Erovado he um plano formulado pela constituicao dos
stados-Unidos.com duas cmaras, un presidente e um
vice-presideute, sendo a duracao do presidente por cin-
co annos.
Se este plano for adoptado, todo o paiz votar em Mr.
Lamartine para presidente.
De facto, o nome do ministro dos negocios estrangef-
ros he boje em I-Yanca o inais popular de todos : elle he
considerado como o synibolo e a baudeira da ordem fu-
tura : a popularn de Paris deu dlsso una |irova exube-
rante em a noite do dia 26 de abril. Tiuha no theatro
lindado a representacao, quando Mr. Lamartine foi vis--
lo ein um dos camarotes. Oh Lamartine.' Lamartine
aqui Fino Lamartine I Grilarain algumas pessoas, e
logo todo o edificio rctumbou com os gritos de Viva
Lamartine 1 Todava Mr. Lamartine nao se atreveu a
apparecer para receber a honienagem do povo. Oblevc-
sc por fin um silencio parcial quandoo panno se levan-
ion. A danca ia comecar ; mas os actores, apresentando-
se em massa, mullos ainda nao de todo vestidos, canta-
rain a larseilhaite, c todo o povo gritn depois a Viva
Lamartine '. Todos os que cstavam no theatro se levan-
taran!, e no mel do universal applauso viam-se agita-
dos no ar um sem numero de chapeos c de lencos. O
poeta estadista foi o nico que se nao levantou, elle ti-
nha o rosto oceulto eutre as inos. Seus scntiiucntos pa-
recian t-lo completamente prostrado.
Se as elcices se celebraran! ein Paris sem o menor
disturbio, nao aConteceu assim em Ruao. Ein a noite do
dia 25 (abril) prevaleca na cidade grande agltacao em
conscquencii da noticia que se eapalhra de que Mr.
Deschamps, o candidato popular, nao obteria o numero
de votos necessario para assegurar a sua elei;ao. Dlffe-
rentes grupos se formaran! e derain gritos de Abaixo
com a assembla nacional I Abaixo com os aristcra-
tas Todava elles fram dispersados por alguna dra-
gues. A noite passou-se sem mais violencias ; porera a
desorden! foi renovada no dia 26, e tomn um carcter
mu serio. Algumas escaramuzas tiveram lugar entre a
frca armada e o povo, o quai consinti diversas barri-
cadas. Pela noite tornaram-se os facciosos mais animo-
sos, elles atacaran! a guarda nacional e as tropas com
um chuveiro de pedras. As tropas alinal atiraram sobre
os desordeiros e os perseguirn!. Dez oudoze pessoas
ficaram moras, e destas, duas ou tres eram guardas na-
cionaes. Os facciosos fugiram por flu. No dia 27 a tran-
quillidade achava-se restabeleclds. Em Castelsarrasio
tinha' havido tambem urna colllsio entre o povo e a
guarda nacional por amor das eleices, na qual pelo
menos duas pessoas flearam moras.
O governo provisorio havia decretado a reduccao do
numero das divisos militares da Franca de 21 a 17; e
por outro decreto havia ordenado que o palacio do Lou-
vre fsse completado, e aisumiiie o nome de Palacio
do povo Elle dever ser appropriado exhiblcao das
obras de arte, s produeces da industria e a bibliotheca
nacional. As obras relativas construccao do palacio do
povo fram declaradas de utilidade publica.
Fra tambem decretada a fusilo dos bancos de Ruo,
1 .v on, Havre, Lilly, Tolosa, Orleans e Marselha eoin o
banco de Franca ; fram declaradas uullas as notas des-
ses bancos departamentaes, eordenou-se que seus pos-
suido res recebessem em troca notas do banco de Fran-
ca, segundo o valor nominal das inesmas ; para este fin
autorisou se o banco de Franja a emittir mais 17,200
notas novas de 1,000 fr., o que elevar o seu capital a
85,100 notas de 1,000 francos. Os bancos departamentaes,
cima declarados, deveriam continuar, mas teriain pa-
ra o futuro a denominacao de Bancos iliaes do banco
de Franja. >i
O governo tinha mandado tirar os bonete rouget J bo-
netes vermelhos) que desde os dias de fevereiro foram
postos sobre as cabecas das estatuas equestres de Luis
XIV na piara das Victorias, e de Luis XIII na Praca-Re-
al, hoje chamada Pra;a-dos-Vosgos. O monumento de
Moliere tamliem devia ser despojado da insignia repu-
blicana com qw fra decorado, eque provaveluieiite o
salvara da destruirn nos dias da revolucao.
No dia 23 de abril, Mr. Ledru Holln, par causa dopro-
eedimentode M. Recurt, maire adjuncto, resignara o seu
lagar de ministro do interior; porm Mr. Lamartine
pode conseguir que elle retirasse a sua reslgnajao.
O ministro da nstruccao publica havia mudado o no
me dos asylos para o de etcotae matirnaet, c instituir em
Paris una escola maternal normal para a lustruccao dos
funeciouarios desses estabelecimentos debaixo da di-
reccao de inademoisella Mara Carpantier, autora de uina
nbra sobre ossas instituirles, a qual lora approvada pe-
la academia francesa.
O Diario de Ruao publica a seguinte lista dos candida-
tos que obtiveram a maloria de votos naquella cidade.
Lamartine, 11,743 ; Senard, 10,035; Leforl-Goussolliu,
11,597; Theodoro Lebreton ( operarlo ), 11,392 ; Ran-
doing, 11.065; Dobremel, 11,348; Morlol, 11,892 ; Mar-
^?0^obrT.1t571?v:^Srf. '^k^ise^l
nire, 10,896 ; almirante Cecllle, 10,624 ; P. 'Lfevrc,
10,859 ; Carlos Oargent, 8,139 ; Desinarets, 7,615 ; Bon-
ter, 7,521 ; Desscaux, 3,971 ; Denayelle, 3.533 ; Des-
champs, commissario do governo provisorio, 3,358.
A Fraternidade de Auxerre annuncia que naquella ci-
dade obtiveram a maiuria de votos os seguintes candida-
tos: -Larabt, Marie, Roben, Guichard, Cormenln, Vau
labelle, Hampn, Rathler e Rousseau.
No departamento do Soinma, diz ct Nacional, obtiveram
a maioria de votos os seguintes candidatos, pela maior
parte conservadores: Morel, Cornet, Amable, Dubois,
Portn, Labordere, Cretoo, Reaumonl, Gauthier de Ru-
milly, Delaltrc, Randoing, Hlin de Bourdon, Tllete de
Cle inont, Allard, Maguier e Defourment.
Ein Orleans, postaram-se differentcs pasquina sedicio-
sos por emissarios que, dz-se, fram para all manda-
dos pelos coiiimunistas de Paris.
Em Allnya, haviam ocenrrido disturbios de um carc-
ter serio. Cerlos communistas haviam-se apoderado all
de algumas trras, e as dividiram entre si. As autori-
dades viram-se obligadas a imervir para desapossa-los
da propriedade alheia.
O general Foucher tinha sido nomeado governador
militar de Paris em lugar do general Bedeau, comniaii-
daute de urna divisodo cxercitodoi Alpes.
A 4 de malo, dia marcado para a reunio da assembla
nacional, o governo tinha determinado dar um grande
banquete a guarda nacional c a tropa de linha no campo
de Marte. O ministro do interior comprou 60,000 gar-
rafas de vinho e 30,000 libras de prezunto. Os convida-
dos em numero de 80,000 devem ser lirados sorte den-
tre a guarda nacional, oexercito e a guarda nacional
(mobile). Se fizesse bom tempo esperava-se ser este o
mais bello espectculo que se tem visto em Franca.
No numero seguinte continuaremos com as noticias
que colnmos nos jornaes que nos fram entregues.
Assucar- Effectuarani-se algumas vendat dn
encaixado, aos precos de 400 a 500
por arroba sobre o ferro.0 ensaco/
do e embarricado braiicovendeu,
de 1/200 a 1/650 rs. por arrobare.
mascavado, de 850 a IJI000 n.-o ,B, '
cado foi supprido com 217 calxas.
Couros......N5o ha compradores aOOrs. porIhr,
Atcle doce Vcndcu-sc de 1/900 a 2/000 rs.
gallo.
Bacalho---------O deposito est rcduzido a 1.500 bar.
ricas.As vendas continuarain a lfr
por base os precos de 10/500 a 1 l/oo
rs. por barrica.
Car.......Vendcu-se de3/t)00 a 3|300 rs. por,r.
roba
Carne secca Enlraram quatro ca regamentos a\u
elevaran! o deposito a setenta mil ar.
robas.A vendas regularam de i
a 2/400 rs. por arroba.
Farinha de trlgo-Ficaram em ser cerca de 6,000 barr.
cas, Inclusive 375 entradas esta sen,,.
. na.O precoi fluctuaran entre 1M,
22/000 rs. por barrica conforme aqUJ.
lidade.
Folha deFlandres-Vcndcram-se a 22/500 rs. por caixi.
Vlnhoi.....- dem de 110/000 a 112/i/OOrs. por pt.
pa do de Lisboa marca PRR e de
76/000 a 85/000 rs. de outros autora.
0 muvimeiiio do porto foi de 10 entradas e 5 cinco m-
hidas.Acbam-se ancorados 59 navios, a saber : 3 aint.
ricanos, 1 austraco, 27 braailciros, 1 Iiremense, 2 hts.
panbei, 2 hanoverianos,* Inglezes, 1 lubekens, 4 por.
tuguezes, 4 sardos e 2 suecos.
O brigue americano Midas, de 150 toneladas, toiuoi
bandeira brasileira apb o titulo de Ligeiro ; e est deiii.
nado ao Rio-de-Janeiro.
__________
Movimenio do Porto
Navioe entrados no dia 10.
Mariihan por Gear; 20 dias e do ultimo porto 10, brigue-1
escuna brasileiro Laura, de 163 toneladas, capitn An-I
ionio Francisco da Silva Santos, equipagetn 13, cargil
arroz e, mais gneros do paiz; a Novaes -& Conipauliia, f
Passagciros. Ricardo Antonio de Lima, Manoel da SilV
va Pereira e 6 escravos a entregar.
Genova ; 33 das, brigue sardo Daino, de 187 lonelada,'
capitd Manoel Buzlo, cquipageirTH, carga letria e|
lastro; a Oliveira Irmaos.
Navioe taidos no tneimo dia.
Sag-Habor; barca americana Portland, capilo Jojcp?
II. Carwin, carga a inesma que trouxe.
Genova; polaca sarda Calumbo,, capllo Joo Baplijn I
Pittaluga, carga algodao e couros.
Rio-Grande-do-Sul ; patacho brasileiro Dout-de-AgMt, I
capito Joaqiiim Jorge Gon(alves, carga assucar e |
ago'ardeutc.
Navio sahido no dia II.
Boston ; galera americana Commodore-Preble, capito B, |
B. Lainphire, carga a inesma que trouxe.
Navios entrados no dia 12.
Liverpool; 38 dias, barca ingieza, Dyson, de 269 tooela-1
das, capito R. Cu mu ng, cqiiipagem 14, carga fazcu-
das ; a Ridgway Jamison S Companhia.
Macelo ; 32 horas, galera ingieza Columbas, de 320 tonela-
das, capito Daniel Creen, equipagetn 20, carga asiu-l
car e algodao ; a Me. Calmoot 8c Companhia. Veio |
receber ordens, e segu para Liverpool.
.Vario mirado no da 13.
Montevideo ; 24 das, barca ingieza iVilliam-Peel, de 27|
toneladas, capito W. Scott.equpigein 14, carga cou-l
ros, cebo e madeira. : an oanilao. Vea a este poitol
r se ue mantiiiiemos, e segu para Londres.
Navio sahid-i no mesmo dia.
Rlo-dc-yaneiio ; patacho brasileiro Santa-Crut, capito I
Alcxayidre Francisco da Silva, carga assucar e ago'ar-l
dentej e 3 escravoa a entregar.
EDITA L.
COMMERCIO.
Alfandega.
KNDIMENTODODIA10..........2:843/195
Desearregam hoje, 4 de junho.
Brigue Aurora mercadorias.
Patacho-Cn/aarna dem.
Hialc -llenrietta carne salgada e banha de porco.
V
Miguel ArcitOnjo Mmliiro de Anirade, o/ficial da im-
perial ordenida Rosa, cavalleiroda deChrislo eins-
pector da alfandega de Pernambuco, por S. N, o I
Imperador, que Dtot guarde, ele.
Faz saber que, ni dia 16 do crreme, ao ineio-dia, k
hio de arrematar ebi hasta publica 1008 ma.saspara
chapeos, no valor de 256,000 rs., impugnadas pelo guar-
da Manoel da Fonseca de Araujo Luna, no despacho por
factura n. 5,131 : sendo a arremataciio subieta a di-
reitos. J
Alfandega, 10 de jiirriio de 1848.
Miguel Archanjo Monleiro de Anirade.
THEATRO PUBLICO
O GRANDE ESPIO DE VENfcZA
O Angelo tyrasmo do Padua.
Em beneficio do actor Antonio Lopes Ribeiro.
Domingo, 18 de junho, ser deseinpenhada com toda
pompa e brilhamismo como foi na primeira vez ueste
theatro: os intervallos serao precnchidos com danjai
das Jovens danjarinas deste theatro.
avisos martimos.
. CNSUL AOO GE RA,.
RENDIMENTO DO DIA 10.
Diversas" provincial ''.'.'.'.'.'.'.'.'.'.'.'. 937/46l
CONSULADO PROVINCIAL.
RENDIMENTO DO DIA 10..........994/455
PRACA DO RECIFE, 10 DE JUNHO DE 1848,
AS 3 UCRAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios.....Contina a falta de saccadores, e por
conseguintc nao hapreco.
davti i O de I.* sorte venueu-se
Alg
a 4/400 is
Itoga-se a todas as pessoas que tiverem contas cora
a polaca sarda Ernestina, capito P. Solari, de aprsen-
la-las me o da II do crreme mez, na ra do Trapiche,
n. 19.
Para o Ceari segu em poucos dias, por ler ten
carregamenlo quasi prompto, a sumaca Santo-Antonio-
de-Padua : para o resto da carga e passageiros, trata-te
na ra do Vigario, n. 6.
Para o Rio-de-Janeiro sabe, em poucos dias, o mui-
to velelro patacho .lurora: s pode receber passagriroi
e escravos a frete, para o que tem muito bons coiniuo-
dos : trala-sc na ra da Mocda, u. II, com Silva t
Grillo.
Para Genova o brigue sardo Daino, capito Manoel
hoiza.no, recebe carga a frete: quem perteuder carregar,
dinja-seaos consignatarios, Oliveira Irmaos & C.narua
da Cruz, n. 9.
Para o Porto sahe, impreterivelmente no dia 18 do
con ente, o brigue portuguez rVnlura-fWs: recebe ni-
camente passageiros, para o que tem mullo bons com-
modos: a tratar com os consignatarios, Mendes & Tarro-
zo, na ra da Cruz n. 49, ou com o capito, Zeferino Ven-
tura dos Santos, na pracado Comincrco.
Leilts,
O corrector Oliveira far leilao, em um s lote, etm
preseiica do Sr. cnsul de S. M. Brilannca, e por conU
e risco de quem pertencer, do casco, mastreacao, vea-
me, coi rentes, botes e todos os mais perlences da bares
inglesa Healrsce, de 287 toneladas, capito James Adaui-
ui qual se acha no ancoradouro deste porto, onde son-
adamente pode ser examinada ; assim como de todo .
inaiiiiinentos para a iutelra tripolacSo da mesuiaiJar-^
nur ai rua coilrS' 4/nilH\ r Vi _.V ."" ""coiauouro ueste porto, onue a-
raw ao met'cado 673saccw "" 'Pad" Pol er examinada ; assim como de todos
rain ao mercado o/asaccas. (o, manlimeutos nara aiiiter,-, irinni.> ,t, ...esiuabar-

MUTILADO
i


fl
p
ca, (segando os inventarios que na occasUo terao apo-
sentados) a qual se vende cin consequencla de ter arri-
bado a este porto com agoaaberta, onde foi legalinente
condcmnada, cm couscquencia de nao poder tomar di-
nlieiro a risco para leus reparos e costeio, para seguir
sua recente viagein, que razia de Milford-Havcn com
destino a Cokinbo : hoje, quatoi e do curente, ao melo-
da ei ponto, a porta da associacao cominercial desta
praca.
Jones Patn Si Coinpanhia farao leilao por inler-
vencao do corretor Oliveira, de grande e variado sorti-
inento de fazendas inglezas todas proprias do merca-
do : quinta-feira, l5do correntc, as 10 horas da ina-
nliaa noseu armazein da ra do Trapiche-Novo.
Avisos diversos.
LOTERA
DO HOSPITAL PEDRO II.
Tctulo de ser marcado o dii em que
devem corrers rodas da quinta e ulti-
ma parte da primeira lotera do hospital
Pedro II, o thesoureiro respectivo me-
lhor escolha nao podia fuer do que o
dia 28 do corrente mez, vespera do apos-
tlo S. Pedro em que omitas pessoas
costumatn tirar sortessobre o seu futuro
estado : assim, convida ao respeilavel
publico a qnetn estsummamenle agra-
decido pela concurrencia das outra< pri-
meiras partes da mesma loteria para
que baja de se prestar a compra dos bi-
Ibetes, allm de que se realise a sua ex>
traccao em um dia to proprio de se ten-
tar fortuna.
Prccisa-se de um caixeiro portuguez ou brasiieiro,
de idade de 16 ou 18 anuos, que telina alguma pralica
de venda: as Cinco-Pontas, n. 21.
Na noite de sexta-feira, da procissaodo Scnhor dos
Pasaos, achou-sc um lenco com lavarinto : quem fdr seu
/dono procure na ra da Gloria, no sobrado n. 87, segun-
1 do andar, que, dando os signacs, ser entregue.
Roga-se a todos os Srs. credores da venda da esquina
da ra do Nogueira n., em que he socio Francisco Jos
Gomes de Oliveira que, no prazo de tres diasdepois da
publicarlo deste, apresentem suai contas legalisadas,
para serem examinadas pelo abaixo assignado, como so-
cio que lie; outroslin o mesmo abaixo assignado nao se
responsabilisa mais por qualqitcr conta fcita pelo met-
1110 Oliveira desde esta data.
Joo Pinto llegis de Souza.
Manoel Izidro de Miranda perdn, na academia, ou
desta ao Varadouro, no dia sabbado 10 do corrente, um
1 elogio de ouro patente ingiez, e unido a este um peda-
(o de cadeia de ouro; portanto, roga a qualquer pessoa
que o adiar, querendo restituir, dirija-se a ra do I.l-
vrainento 11. 41, ou mesino a esta academia as 11 horas
do dia, para se dar os signaes existentes nelle, e junta-
mente recompensar generosamente.
D-se duiheiro a premio sobre penhores de ouro
e prata, eu hypolheca em casas terreas e boas firmas:
na ra do Rosario estrella u. 30, segundo andar, se dir
quem d.
-- Antonio Manoel da Costa e Silva retira-se para fura
do imperio a tratar de sua sade.
Severiuo Antonio Ribeiro Vianua retira-se para
fura da provincia a tratar de sua sade.
Carlos F. Ponigdestrc, subdito ingiez, retira-se para
fura do imperio.
RETRATOS COLORIDOS DO DAGUERREOTYPO.
O abaixo assignado avisa ao respcitavel publico que se
retira positivamente om o vapor Imperatriz viudo, do
norte, eqne sd pode trabalhar hoje e amanbaa.
Carlot V. Fredricks,
Profcssor de daguerreotypo,
' Jos Leonardo embarca para o Rio-de-Janeiro
sur escrava Joaquina de naco Calabar.
-- Antonio Dias da Silva Caldeal rel|ia-se para a pro-
vincia das Maguas, a tratarde seu negocio.
Os abaixo assignados fazem sciente ao corno de
coniniercie desta praca, e a quem convier, que dissol-
verain amigavelmente a sociedade que tinliam na sua
casa de negocio estabelecida ua povoacao do Paco-de-
(.'amaragibe provincia as Alagas desde o dia 2 do
corrente mez e auno fleando o socio Antonio desone-
rado de todas as transan-oes fetas dcbaixo da Urina
Antonio Jos Marques U t ompanliia por ter passado
dita casa e todo o seu activo e passivo a poder do socio
Joan : e para constar fazem o presente, por clles assig-
nado. Recite, 7 de junlio de 1848.-- Antonio Jote Mar-
ques. Joo Francisco Marques.
O abaixo assignado scientifica ao corpo commer-
cial desta praca e a quem interessar, que tendo, em2
lo corrente mez e anno, apartado aniiavol'niente a so-
ciedade que tinha com o Sr. Antonio Jos Marques em
seu e8tabelecimento na povoacao do Passo-de-Camara-
gibe provincia das Alagas se obriga por todas as
lransac(es efleituadas pela extincta firma Antonio
Jos Marques & Coinpanhia : bem como, espera que
todos aquelles Srs. que se acham em debito com a mes-
a se apressem cm saldar suas contas ao mesmoabai-
xo assignado. Recife, 7 dejunho de 1848. --Joo Fian-
risco marques.
Na ra das Larangeiras, casa n. 14, liram-se pa-
saportes para dentro e fura da provincia, assim como
correm-se folhascom a inalor actividadepossivel.
O abaixo assignado, tendo hontem (7 do corrente)
assistido ao ajuntamento dos credores do Sr. Ricardo
Jos de Freitas Itibeiro, na qualidade de procurador
bastante deste Sr observnu as indiscreptas pe gunias
ti'itas ao dito .Sr. Ricardo pelo Sr. Antonio Pinto de llar-
ros, solicitador dos auditorios desta cidade, a rujo ad-
junto tainbeni esse Sr. concorrru, na qualidade de soli-
citador de algun credores do referido Sr. Ribeiro. En-
tre rasas perguntas fui a de procurar saber a qualidade
das transacedes fci tas com o Sr. Joo Henriqncs da Sil-
va, relativamente a una pon:io de avultada sominade
lemas que Ihe aVscontou, e porque motivo as inesmas
letlras nao fram incluidas na conta que elle Hrmou, e
por um dos seus credores Ihe foisaccada.com violencia,
como o sobredito Sr. Ricardo declarou em um impresso
que correu por esta cidade avulso. Depois que o Sr. Pin-
to ouvio a resposta do Sr. Ricardo deu a entender que
as inesmas transseedes fram simuladas, proclamando
estas mesmas ideias na presenca de quem o quii ouvir,
ficandopor issoem duvida a reputacao do Sr. Ricardo e
de seu sogro, o Sr. Joo Henriques da Silva. O abaixo
assignado vai passar a responder categricamente ao
Sr. Pinto, em cuja resposta Ihe ha de mostrar que, se el-
le entender tanto do foro judicial, como entend' dars-
crlpturaco commercial, nada sabe. Tainbem Ihe lia de
mostrar que essas lettras cm nada aiteram <. capital
apresentado. A resposta que proinettc dar o mesmo
abaixo assignado, como ha de ser extensa por fila ter
de publicar alguns trechos de diversas raridades, prati-
cadas coutrao abaixo assignado, pelo Sr. Pinto, guar-
dar para adame. No entanto, roga aos respective! pu-
blico haja de suspender as ideias odiosas e desacredlta-
veis, proclamadas pelo Sr. Pinto, contra o Sr. Ricardo
Jos de rrelias Ribeiro e Joo Henriques da Silva. Sirva
ao Sr. Pinto de regia, que nein a amizade e nem o in-
teresse obriga o abaixo assignado a esta publicar, por-
que nem urna ncir. oulra existe, que! "brlg a "i iu-
bllcaco he o c'cito de seu genio, porque nao pude
consentir que seja vellpendlada a Innocencia de seus
semelhantes. Adeos, Sr. Pinto, receber a licao do abai-
xo assignado, sem que exija de Vine, paga alguma.
_ Manoel Jos Gontatves Braga.
BJAluga-se um prlmelro andar e sotao na ra dos
yuarteis, com commodos para urna familia : a tratar na
praca da Independencia, ns. 24, 26 e 28.
--Quem estiver as circunstancias de servir para fel-
torde um sitio: quelra dirlgir-se apraclnhado Corpo-
Santo, n. 66.
~ Precisa-se de dous conloa de ril a premio, dndo-
te por hypoteca una propriedade de pouco menos de
meia legoa distante desta praca, livre e desembaracada :
quem tiver annuncie.
Prccisa-se alugar um sobrado que tenha commodos
para grande familia, preferinde-se alguin independen-
te. e no Aterro-da-Hoa-VIsta : a fallar 110 A terro-da-'loa-
Vista, n. 6, primeiro andar.
Aluga-se ou vende-se um aitio na Agoa-Frla, com
boa casa de vivenda balxa para capim muito boa tr-
ra para plantacfies : a tratar na loja de chapeos no pa-
teo da matriz de S.-Antonio, n. 2.
A QUEM CONVIER.
Troca-se urna escrava por um eacravo que aeja moco,
de boa figura, e que seja proprio para qualquer traba-
Iho ; a escrava he recolhida, de boa figura, moca, sa-
be perfeitamente engommar, cozioha o diarlo de urna
cata c cose chao. Na ra do Queimado, loja n. 4.
D-se utn sitio, na estrada do Arraiai. a qualquer
pessoa para inorar oralis so com a condicao de con-
servar a casa do mesmo sitio abena e prestar attencao
a iu,do 1uant0 ne'le exista: no Alcrro-da-Hoa-Vista,
n. 7o.
Quem precisar de una ama com multo bom e
abundante leite a qual he de muito boa conducta c
do mano dirija-se a ra do Collegio n. 8, primeiro
andar.
O escrivo da irmandade do SS. Sacramento da
matrix da Roa-Vista avisa aos irinos da mesma irman-
dade para que, no dia 11 do corrente, as 9 horas da ma-
nhaa comparecam no consistorio para a elelcao da
"Sla me*' T~ Consistorio da irmandade, 7 de junho de
1848. Jos Candido de Carvalho Mcdtiros escrivo in-
terino.
A pessoa em poder de quem exislir urna lettra da
quantia de250/ r. vencida no dia 30 de abril do corren
le anno, sacada por Luiz Ignacio Gonzaga, como pro-
curador de Antonio Ferras de Castro, e aceita por Fran-
cisco de Paula Pires Ramos Jnior, queira aprcsenta-la
tiesta cidade a Joaquina de Albuquerquc e Mello, na ra
do Collegio n. 7, segundo andar, para ser paga; certa de
que, nao a apresentando, nao ter o possuidor direito a
premio algum, visto que nao foi apresentada at ao pre-
sente.
--Alugam-secadeiras de palhinlia para o lucios e
festividades ; bem como mobilias completas ou mes-
mo as peras que fizerem conta aos pretendentes para
casas particulares, pelo lempo que convier : na ra
Nova, armatem, n. 67.
.-- I'iccisa -so de utna preta captiva para o servido
ile urna casa do familia ; na ra da Alegra, casa 11.
11, achurfo rom unen tratar.
Prccisa-se alugar um preto que soja bom co-
poiro para o servico de urnas familias estrangeiras :
na ra do Trapiche-Novo, 11. 10.
Vende-se urna escrava de Angola, de 19 a 20 annos,
de boa figura que engomma, cose e coziuha ; na ra
Nova, n. :(
Vendem-se 6 cadeiraa de palhinha, de pao d'olco ,
tres bancas de condur ; urna commoda de amarello :
na ra larga do Rozarlo, 11. 48, primeiro andar.
Vendeni-sc tresmolcques de 16 a 18annos ; 3 pre-
tas do 25a 30 annos proprias para todo o servico ; 4
pardos de IQ, 14,16 e 25' annos sendo um delles bom
carreiro ;duasmulatinhasde 7a i4 annos ; urna negri-
nha da 10 annos com principios de habilidades ; 3 pre-
tas de 20 a 25 annos com habilidades : na ra do Col-
legio n. 3, se dir quem vende.
iVa rita de Agoas-Verdes, n. 46,
vende-se um escravo muito necessario a um senbor de
engenho, por ser ollicial de pedreiro e mestre de as-
sucar; um bonito pardo que he bom pagem e carrei-
ro ; 11 ni molcquc de naco, de 20 annos ; um escravo de
naco bom carreiro ; uina bonita inoleca de 16 annos ;
duas escravas para todo o servico ; um bonito mulatinho
dell annos; urna inoleca de 14 annos; um escravo de
boa condneta e que he oflicial desapateiro.
Hoje estar a venda na praja da Independencia,
uina vacca parida, de primeira barrica, com vlnte dias
e que d tres garrafas de leite, pelo preco de 40/ rs.
Vende-te uina preta crloula de 32 annot pouco
mais ou menos muito sadia ; bracos turnada a vender
na ra e nunca faltoucom o selo diarlo que d : por
circumstaneias que se diro ao comprador, te vende
por menos de seu valor e sendo para lora da provincia:
na ra da Cadela-Velha, n. 25.
Vende-se duas flautas com excellentes vozes sendo
urna de bano c a outra de buxo por preco barato: ua
ra da Cruz, n. 10.
Vende-se nm preto peca de i4 n-
nos, por preco commodo: na na da Ca-
deia do Recife, n. 8.
Vende-se, para fura da provincia, urna preta moca
que representa 24 anuos de idade, c be de elegante figu-
ra, com todas as habilidades de cozinba; doceira, eugoin-
madeira, coslurcira, refina assucare faz po-del e lio
linhoi de todas as qualidades : vende-se por circums-
na ra do Passeio, loja n. 21, se dir quem
__ Vendem-se as verdadeiras bixas
bambuiguezas, vindaspelo ultimo navio,
aos centos e a retalho por preco mais
commodo do que em parte alguma: tam-
bem se alugam-se e se vao applicar a qual-
quer hora do dia ou da noite, para com-
moJidude dos pretendentes : no deposito
de bixas hamburguezas, na ra da Cruz
do Recife, n. 53.
Vendem-scot teguliilcs linos : Verlol, historia das
revolucdes da repblica romana, em tres vol. historia,
da revolucao de 1817 em Pernambuco; diccionario da
lingoa portuguc/.a, por Constancio ; Pufcndorf, direrto
da natureza e das gentes, em dous vol.; Guizot, Mstoire
genrale de la civilisation en Europe, um vol.; dlctlo-
uaire univcrsel ducoinmerce, de la banque, dout vol; o
tegredo revelado, por J. A. de Macedo, tret vol.; obra
do marque-/ de l'ouibal. .'i vol.; Icgrand dictionnalre dea
jardiniers, olio vol.; dcscrlpcSo da cidade do Porto, uta
vol.; (irotiur droit de la guerre ct la paix, dous vol.: na
praca da lnde,idndcnchi, loja de encadernacao, n 19.
No paleo do Callento, n. 6, loja nova de
lr'vros, de Jofto da Corta Dourado,
vende-se papel de peso ingiez de supe-
rior qualidade, em resmas e meias res-
mas.
= Vende-se um linda negrinba de 7 a 8 annot ; um
moleque de 16 annot, de bonita figura ; un preto de
minio boa conducta sapateiro, e que cozinha o diario
de una casa ; um dito bem robusto que he mestre res-
tiiador ; um pardo de 20 anuos, ptimo para pagem ;
uina preta com habilidades : no pateo da matriz de S.-
Antonio, sobrado n. 4.
Compras.
da
Compram-se potes de tinta, vasios : na ra
Madre-de-Deos, venda n. 5.
-- Conlinuam-se a comprar palacOes brasileirose
despatillos, a 2,000 rs., e pcc,as, a 16,700 rs. : na ra
da Cndeia-Vellia, n. 38.
Compram-se dous espados amigos mesmo fer-
rugentos : quem tiver annuncie.
Compra-se um moleque de 10 a 12 annos : as
Cinco-Pontas, n. 80.
Vendas.
SORTES.
Novo divertimento que conten duas partes, primeira
o llvro dos deslinos novamente cscripto pela Sibylla de
Cuines ; segunda o manual de alguus jogos de sociedad
des, extrahidosdo de M.me Crinan, e trasladados em lin-
goa verncula, por 640 rs.; Acasos da Fortuna, ou llvro
de sortes divertidas em que, por vlrtude de dous da-
dos veni cada um no conhecimento do estado, rique-
tas herancas. amizades, etc., que ter e outras mul-
tas e galantes sortes annuncladas no principio da mes-
ma obra. Ultima impresso, expurgada dos umitas ce-
ros e defeitos das precedentes. Augmentada de um no-
vo methodo de fazer mais de mil declinas nicamente
com otrabalho de laucar os dous dados. Um tratado das
sinas ou dos defeitos e prognostico dos doze signos do
anno 640 rs. ; Divertimento campestre ou descobri-
inento da sortede cada pessoa, que a quizer tirar ou
di vertir se corrigida, emendada e accrescentada tra-
/endo no liin nina parte da mythologia dos deoses fa-
bulosos, por 480 rs. Vendem-se na praca da Indepen-
dencia livraria ns. 6 e 8.
Trocam-se as tres principaes imagens de presepio, a
taber: San Jos e N. Senhora adorando o lillio de Dos,
reclinado sobre as palhas de uina manjadoura, todas
inulto perfeitas : na ra do Queimado, loja de iniudezas,
n.33.
Carapuceiros.
Vendem-se colleccdes de CuropuMi'ro/ de 1837 a 1842:
na piara da Independencia, ns. (i e 8.
Na ra da Cadeia n. 9, ao p do theatro velho, tein-
te para vender, por 2/ rs. cada um, quatro leudes gordos,
e igualmente tres poicas por 104 rs. cada urna.
Farinha
de mandioca em saccas : vende-je na ra da Cruz no
Recife, armazein n. 18.
Vende-se um moleque de 16 annos, linda figura ;
um negro de naco de 22 annos, tambem milito lindo;
urna negra de 18 annos, que engomma e cozinha o diario
de urna casa ehe de boa conducta, o que se afianca ao
comprador; umajdita de 25 annos, que cozinha o diario
de uina casa e he muito boa quitandeira; uina dita que
tambem cozinba toda a qualidade de comeres; um pardo
perito ollicial de sapateiro, do qual se .iti inca a boa
conducta : na ra da Penha confronte a torre do Livra-
inento, n. 1, primeiro andar.
Vende-se o botiquim do becco do Virginio, com
todos os seus pertences, por preco commodo: a casa he
de bom negocio e teui multa freguezia: o dono faz todo
o negocio por querer ir para fura tratar de sua sade :
quem quizer dirija-se a ra de Santa-Mita, n. 88, quei
achara com quem tratar.
= \ende-te um faldamento completo, ainda nao ser-
vido para olHcial ou argento de cavallaria da guarda
nacional: tambem se vender qualquer peca a vontade
do comprador : na ra Nova, n, le.
Vendem-se SO acedes da coinpanhia de Beberilic ,
por seu dono retirar-te da provincia na ra Nova ,
loja n. 1>.
Vendem-se as ordenaedet do reino e lela do reino
de Portugal. accrescentadas com as leis extravagantes ,
decretos e asseutos da supplicaco at o reinado do Sr.
0. Joao V ; encadernadaa em 3 v. em folio com algum
uso : na livraria da praca da Independencia ?. 6 e 8.
Vende-se una boa inorada de casa de pedra e cal,
em chaos proprios com quintal, tita em S.-Jos-do-
Manguinho defronte da igreja, pelo preco de 650/rs. ,
ou troca-se por outra no Recife : a tratar no inetino lu-
gar venda da esquina ou na ra da Guia, u. 46
__Vende se una escrava crioula, capaz de reger uina
casa por ter todas as habilidades precisas : as Cinco-
Pontas. n. 112. Adverte-se queso se^ende para fora da
praca.
tancias
vende.
=Vende-se um estojo completo para engenheiro po
mullo commodo preco : na praca da Independencia!
n.17.
Vende-se urna escrava de 20 anuos, de bonita figu-
ra e que he muito robusta i na ra estreitn do Rozarlo,
n. 10, terceiro andar.
-- Vcndem-se sementes de hortalice de diversas qua-
lidades por preco commodo: na ra estreita do Ro-
arlo venda n. 8.
I, -- Vendem-sc ps de coqueiros, bons para se muda-
reiu : ua venda defronte do sitio da Tacaruna na estra-
da que vai para Ollnda.
Vende-se, por preco commodo urna barraca de 10
caixas de muito boa construeco, e prompta a fazer
qualquer viagein : tambem se faz negocio sobre um pre-
to : na ra da Moda. n. 21.
~ Vendem-se na ra do Crespo, loja n. 11, Segun-
das linhas sobre a processo civil, por Manoel de A. S. de
l.obao, i v. ; Memorias economieas da academia real das
tcienciat de Lisboa 3 v. ; ditas de litteratura portuguc
za publicadas pela academia real das scencias de Lis-
boa, 7 v.; eoutros inultos livros por barato preco, e
continuam-se a trocar.
Paraho perdido
cm ingiez c tambem em portugus : vende-se na livra-
ria da esquina do Collegio.
Na ra do Queimado, n. 24, loja de iniu-
dezas.
Vendem-se estojo com dual navalbas, para barba,
multo finos ; caivetes de 1 a 3 folhas, limito finos, ca-
bos de inadre-perola ; chapeos enfeitados para baplisa-
dos de meninos; ditos para hoincm e menino, de palha
da Italia; bicos rinos para taino de vestido, estreitos c
largos; luvas de pellica para senhora, a 1,600 rs.; ditas
Ii.ir.i hume ni, ponto ingiez, a 1,600 rs.; nielas cruns para
loincm ; ditas de cures e brancas; ditas para menino ;
ditas pret.is para senhora, de algodo; ditas de seda ;
suspensorios de teda, e ditos de borracha ; caixas de
na de tartaruga, redondas c qu.idradas. Tildo se
vende por proco mais commodo do que cm outra qual-
quer parte.
= Vendem-se saccas de feljao ; ditas de farinha; di-
tas de milito ; ditas de arroz pilado ; queijos frescaes do
Seridi'i : na ra da Cadeia do Recife. n. 8.
Vendem-se coifas c meias ditas de la de diversas
cores e padrdes, do mclhorgostoquc tem viudo do Rio-
de-Janeiro : na ra laiga do Rozario, n. 24.
na Vcndem-se os teguintes liwos o Panorama, 8 v.;
Magasin pittoresco, em francez, 9 v. ; Archivo po-
pular, 7 v. ; Universo pittoresco 3 v. contendo 6 an-
nos ; Galera religiosa, I v. ; Historia do brasil, 2
V. ; Herirlo, jornal de familias,5 v ; A distraern,
1 v. ; Musen pittoresco I v,; Museu dos antigos e mo-
dernos 3 v. em formato grande, coinVicas estampas ,
obrapropria para os escultores; Archltcclura de Andr
Paladio contendo 5 livros, obra multo rica propria
para os engenheiros: na ra Nova, n. 26', primeiro an-
dar, a qualquer hora do dia.
-- No armazein da ra Nova, n. 67, ha um grande sor-
timento de cadeiras de palhinha que te vendem a 28/,
32/, 40?, 45/, 50/, 72/ e 96/ rs. ; estojos com espe-
Ihos para uavalhas a t/000 rs. ; um sorlimento de me-
sas, bancas, sophs camas de armarn e sem ella ; ri-
cas ca teiras de viagein com estojos e mais pertences ;
2 palaiiquiis, sendo um da Bahia cm meio uso ; c
outros inuitos objectos que a vista dos pretendentes
te farao patentes. Aiiauca-se a conunodidade dos
precos.
Batatas excellentes.
Manoel Joaquim Goncalves e Silva na ra da Cruz ,
n. 43, tem para vender superloret batatal por menos
proco do que em parte i.lguma.
= Vende-te, ou troca-se por escravos mocos e robus-
tos uina casa torrea ua travessa do Lobato ao p da
ordi'iii torecira do Carino i no 'pateo do Carino, venda
n. I.
S S S I'
SSF
Vende-se superior farinha de Trieste :
no caes d'Alfandega. no irmazem do Ra-
celar, ou na ruado Vigario, n. 9.
= Vendem-sc caixas de ptima foi ha de (landres, por
preco commodo : ua ra Nova, loja defroute da Concci-
i;o dos militares.
Agn de tingir cabello-
Contina-se a vender agoa de tingir cabellos e suissas:
na ra do Queimado o. SI, 0 methodo de applicar a di-
ta agoa acompanhaos videos.
Vende-se urna preta de 20 annos, que engomma e
cozinha: na ra do Passeio, 11. 19.
Vende-so urna casa terrea na Boa-Vista^rua da Man-
gueira.n. II, que tem lampeao na porta, com riuaa
grandes salas 6 quartos, cozinha fura. cacimba, quintal
bastante grande, todo murado e com diversos arvoredos
de fructo : na ra do Aragao n. 27, a qualquer hora do
dia. I.sta venda he frita de aecrdo e com consentimen-
todobvpotbecariodacisa.il Sr. Antonio Jos Duarte
Jnior.
Vende-se o guariiccinicnto do botiquim Co-
6v va-da-Onca> na ra larga do Rozario, 11. S4 ,
S) cujo botiquim seu fundo, ou valor do guarne-
r cimento he 331/640 rs. e d-se por 250/ rs. ;
tij he mili espacoso c tem dous fugues, um pa-
g. ra caf e outro de ferro para cozlnhar boa
^ rea na mesma cozinha c por cima do mes-
r nm mu ada para familia; rata muito bem
W afroguezado, de ter multo bom caf c para
->>. conunodidade do comprador, se entinar
S# gratis a (azor xaropes, licores superiores ca-
5 f e ptima inanteiga fazendo-se com cada
3- garrafa de leite duas libras ; cede-se este bel-
*, lo csiabelcchnciilo com todat at.boas pro-
*$/ porertes e sacrificios, por seu dono ter de se-
" guir para a Europa a tratar de sua sade.
iVo loja nova de livros do pateo do, Col-
legio, n. 6, de Joo da Costa Dou-
rado, receberata-se as seguales novel
las, todas de rica encadernaeo:
Novos jogos de sociedades ; Solitario; tala Rene, dote
deSuzaiiiiiha,2vol.;os tegredos de triumpliar das mu-
Iheres; Camilla no subterrneo ; D. Remend de A-
guiar, 2vol.; vida de Pcdrllho, 2 vol.; historia de um
pilho, 1 vol. ; caverna de Setrozc, 1 vol.; Estrella por
Klorian; um pugillo, 2 vol.; Lazarinho, 2 vol Clara do
Alba, 1 vol.; Izabel, I vol.; D. Quixote, 8 vol. ; Gil
Uraz, 4 vol.; Alfonso Braz, 2 vol ; diabo coixo, 2 vol.;
Estcvinho ti.incalvcs, 2 vol. ; Guilhermc Tcll, I vol. ;
aventuras de Hobisou, 6 vol.; os verdadeiros orculos
das damas, 1 vol. ; ditos das senhoras, 1 vol. ; tala,
l vol.; caverna da inortc, I vol. : todas estas novcllas
vendcm-se'por commodo preco.
Vende-se urna botica coni poneos
fundos, sita no largo da Santa-Cruz, a di-
nheiro, ou a prazos: na prac9 da Boa-
Vista, n. a.
= Vendem-se dous pares de campoteiras de vidro
crystallsado, sem uto algun, por mdico preco : no boc-
eo do Sarapetel, sobrado sem numero, no segundo an-
dar.
No armazein de Antonio Anncs,
no cae9 da Alfandega, ha urna porcao de
Hacas de vi ni es para vender.
Vende-se urna preta de naco Costa, de idade de 25
annos,por preco commodo : na ruadas larangeiras, n.
14, segundo andar.
~ Vende-se urna negra de meia idade, boa lavadeira
e ptima cozinheira : no Aterro-da-ltoa-Vista, n. 26, se-
gundo andar.
mmwmm
Vendem-se 4 escravas, sondo urna preta e 3 mula-
tas, entre as quaos uina muito moca e de boa figura, 011-
gommadeira e. costureira, e mais um casal com urna li-
Ihade 14 annos, pouco mais ou menos: na rua do Cres-
po, loja 11 2 A, se dir quem vende
Aos agentes de batalhoes.
Vendem se sapates de bezerros supe-
riores, proprios para tropa, e por preco
mais commodo do que cm outra qual-
quer parte : na praca da Independencia,
n. 5.
__Vcnde-se vluho de Champagne, marca cometa:
no armazem do Kalkmann & llosenmund, na rua dst
Cruz, n. 10.
Rua do Queimado, n. 46, loja de Maga-
Iliaes & Irmao.
Vendem-se ricos cortes de cambrala aberta, a 4,600
rs.; ditos, a 4,000 rs.; ditos de casta de cor, a 3,000 rs.;
corles de cambraia lisa muito rlna, de 8 varas e meia, a
4,200 rs.; ditos de 3,200 rs.; lencos bordados, com blco, .i
560 rs ; cortos de colletc de fustao de cores, padrdes mo-
dernos, a 1,280 rs. ditos, a 800 rs.; brim trancado par-
do, de puro Hubo, 'a 600 rs ; merino preto lino, a 3,000
rs.; casta de babado fina, a 360 rs. a vara chita deco-
borta de cor fixa, a 200 rs. o covado ; oassa lisa, a 400 rs.
a vara ; camisas de meia, das mclhores que tcem appa-
recido, a 1,400 rs.; muito boa fazenda para toalhas, com,
4 palmos e uielo de largura, a 600 rs. a vara; tetlin pre-
tolavrado, a 3,500 rs. o covado; chapeos de sol de seda,
a 5,500 rs.; brim trancado de cores, de mu ricos pa-
drdes o puro linho.para calca ; lencos de setim para gr-
vala ; ditos de seda de cores; riscados francezes largoa
mullo finos; ditos inglezes; blcos largos o estrenos ;
a rendas.
Cortes de calca a
*# rs.
Vendem-se cortes do caira para hornero, da fazenda
denominada -- mselo --do 3* covados alfa
1/200 rs. o corle: osla fazenda he muito barata e do
muilo boa qualidade, he escura e serve para a esla-
<;1o prsenle, assim como tambem sorvo para jaque-
las e palitos: na rua o Collegio, loja nova da estrel-
la, n. 1

|
\

MUTILADO


&
Vendem-so dous bracos do balanzas grandes,
com conchas de pao; urna bomba de cobro para
despejar pipas : na ra da Sen/al la-Nova, n. 4.
Na loja da ra do Queimado, n. 5, vende-so pan-
no preto (no a 3,000 e 5,000 rs. o covado.
BOA PINGA.
Vendo-se superior vinho da Figueira, em barris de
* 5, ^o 7 em pipa: no armazem de J. J Tasso Jnior,
ra do Amorim, n. 35.
Vende-se urna escrava de bonita (gura de 18
a 20 annos, com bastante loite, equo tom agumas
halnlulas, sem vicio algum: o motivo da venda se
dir ao comprador: na ra Diroita esquina do bec-
co do Serigado n^93, segundo andar.
A !OO Rs. O COVADO.
No novo armazem de fazendas
de Itaymundo Carlos Leite,
na ra do Queimado, n. 27,
aclta-soo melhor algodiJo trancado azul, proprio
para roupa do escravos a 200 rs. o covado, e em
pegas a 260 rs. a jarda, o qual se loma recommcn-
davcl pelo muito corpo, nlo ter gomma ser muito
largo e do cor fixa ; ptima chita preta forte a
5,800 rs. a pega ; engraciados pannos de mesa, de
algodiio encarnados, protos e grandes a 3,200 rs.;
ptimos brins trancados do linbo, a 1,000 rs. a vara ;
lencos de cassa de cores, grandes, para senhora a
480 rs.; ditos de seda para meninos, a 640 rs.; ex-
celente alpaca de liuho ; chitas linas do ultimo ges-
to ; o todo o sortimento de fazendas finas e grossas,
para vender por atacado o a retalho o mais barato
possivel.
-- Na ra do Queimado, n. 30, ha pannos de boni-
tas cores, proprios para palitos o sobrocasacas, as-
sim como chapeo de castor, pelo barato proco do
5/000 rs.
Vcndom-seqiicijos londrinos; presuntos para
fiambre ; potes com sal refinado; latas com bolachi-
* nliasde araruta ; ditas com mermelada com duas
e 4 libras; massas unas ; conservas inglezas ; fras-
cos com doces do dilTerentes qualidades ; latas com
sardinhas; dilas com hurvilhas; sag ; covadinha ;
passas superiores ; bolachinha do soda : tudo por
prego mais barato do quo em outra qualquer parte :
na ra da Cruz, no Itecife, n. 46.
Brins trancados.
Vcndem-se superiores cortes de brins trangados,
dequadrose listrasdo muito bonitos padrees, pelo
barato prego de 2,000 rs. o corte: na ra do Colle-
gio, loja nova da estrella, n. l.
Sapa toes de tres solas Iff rs.
No Aterro-da-Boa-Vista, loja n.
78, vcndem-se estes sapatos pelo ndmi-
ravel preco de i rs. o par ; sao tao bons
e baratos, que quem os vir nito deixar
de comprar.
Kjfr Vendem-se chapeos de superior
^V^ castor, brancose prctos, por preco
mirto barato : na ra do Crespo, n. 12,
l<>)\ ;!e Jos Joaquim da Silva Maya.
rs. : a tratar na ra da Madre-de-Deos armazem
do Vicente Ferreira da Costa.
Leite liquido^
todo o anno, a 200 rs. a garrafa, s 7 horas da ma-
ndila, e sendo freguozia se mandar levar : na fa-
brica de lic-'ires do Aterro-da-Boa-Visla, n. 17.
VENDEM-SE
colleccoes de vistas de Per-
nambuco,
sendo as da ponteda Boa-Vista,ponte do Kecife.Bom-
Jesus, Olinda, Pogo-da-Panella o Cachang, feitas ao
beneficio da sociedade da Beneficencia allemfla o
suissa : no armazem de Kalkinann & Rosenmund ,
no hotel Pislor, as lojas dos Srs. Luiz Antonio Si-
(|iu'ira, da Snra. viuva Cardozo Ayrea & Filhos, na
ra da Cadeia do Recifo; as lojas dos Srs. Santos
Neves & Guimar.tes, na ra do Crespo; do Sr. Jos
do AlenquerSimOes do Amaral, na ra Nova; e do
Sr. J. Chardon no Aterro-da-Boa-Vista.
Vid ros para vi da cas,
vendem-se em porcos ou a retalho a vontade do
comprador: na ra da Cruz, n. 38, casa do Schaflicc-
llin & Tobler.
Chegaram diversos escravos para so ven-
derem muito emeonta na ra das l.a-
rangoiras n. 14, segundo andar, a sa-
ber : un lindo molcque do 18 annos; 1
dito de 20 annos ; un preto de meia da-
do bem para o servico do urna casa ; um ptimo
pardo do 20 annos, bom pagem ; um dito do 10 an-
nos ; um dito de 22 anno*, quo tem muita propor-
gilo para manijo; um dito com principios de pedrei-
ro ; um dito de 38 anuos, por 250,000 rs. ; urna pre-
ta moga, boa cozinbeira ; urna dita do meia idado ,
ptima lavadeira ; urna mulatinlia com urna cria ;
una preta do elegante figura: estas duas ultimas
vondom-se para fra da provincia por prego mui-
to baixo.
centos c a retalho ; tambem se elugam e
s vao applicar a qualquer hora do dia
011 da noite, a 3ao rs. cada urna, e as
mais regulares, aa4ors": no anligo de-
posito de Joaquim Antonio Carneiro na
ra da Cruz do Recife, n. 43. No mes-
mo vendem-se pares de meias de linho
para senhora.
Vendem-se excellentes charutos regalos, vin-
dos prximamente da baha no hiate San-Bentdiclo, e
por precos mullo em conta, que hao de agradar aos fre-
gnezes ; c para maior commodldade, se vender tanto
a retalho como em porcao, vontade do comprador: na
ra da Cruz, n. 26. primelro andar.
Veiidem-se 6 escravos, sendo 2 pretas crioulas de
24 a 26 annos, que engoininam. cosein chao, coiinhain e
lavam bem de sabao ; urna mulata de 24 annos, da bo-
nita figura, com as mesmas habilidades ; 2 lindos mole-
ques de 13 a 18 annos, proprios para todo o servlco ; e
um csciavo de nacao, de 26 annos, ptimo canoeiro e
padeiro: na ra das Cruzes, n. 22, segundo andar.
Vendem-se resmas de papel almaco de primeira e
segunda qualidade, braneo e azul; llallas de carretela
de 200 jardas, de ns. 12 a 110; bicos de fil de linho, de
urna olio dedos de largura; libras de retroz preto e azul-
ferrete; pennas de escrever de superior qualidade; cai-
xinlias de phosphoros americanos, da melhor qnalidade
3ne ha: na praca da Independencia, n. 4, loja de miu-
ezas.
Vende-so urna moleca do 12 a 13 annos, de
ptima figura e muito forte para todo o servico
tanto do campo como da praga : na ra de Dorias,
casa terrea n.
Vendem se laas para calcas, finglndo
casimira, pelos baralissimos precosde 560,
640 e 720 rs. o covado ; curtes de vestido
de cassa de cores fixas, a 2/240 rs. cada
corte de 7 varas; merino inulto superior,
a 3/500 rs. o covado; e panno fino de va-
rias cores, a 4/000 rs, o covado : na loja
de Jos Moreira Lopes & C., ra do Quei-
mado, quatro-cautos, casa amarella n.
29.
no
Chocolate.
Na fabrica de licores de Frederico Chaves
Aterro-da-Boa-Vista, n. 17, ha sempre muito supe-
rior chocolate de sado, canella, baunilha e do fer-
ruginoso, este he muito conhecido pelas suas boas
qualidades.o por ser proprio para as pessoas quesof-
frem de frialdade o outras molestias do estomago.a 1/
rs. a libra e o de sade, canella o baunilha a 400
res.
Vendo-se charutos de llavana, de diversas qua-
lidades, ltimamente chegados: na ra da Cruz,
armazem de Kalkmann& Rosenmund.
Casimiras lisas, a 2,400 rs.
cada covado, as melhores que tom vindo a esta praga,
nlo s pelas delicadas cores, como por ser perfeila
fazenda ; ditas de lislras, vindas ltimamente de
Franga os melhores gostos e melhor fazenda que
ha a 9,500 rs. o corte; meias casimiras a 3,500 rs.
o corte-, panno preto o azul fino a 3,000 rs ; ditos
de cores, de 4,000 at 5,000 rs.; dito preto a 6,000,
6,500, 7,000 at 11,000 rs. que nada deixam o deso-
jar ; e todo o sortimento do fazendas finas o grossas
que se vendem a retalho e por atacado : na roa do
Queimado n. 27 no novo armazem de Raymundo
Carlos Leite.
~ Vendem-se ricos cortes de rolletes de gorgu-
rilo de seda; ditos de setim, pelo barato pregode 2,500
a 4,000 rs. cada corte: na ra da Cadeia de S.-An-
tonio, n. 21.
Vendem-se milito superiores charutos chama-
dos cagaderos, em caixas de 125 cada urna, chega-
dos pelo ultimo vapor da Baha : em casa de Frede-
rico Robilliard na ra do Trapicho-Novo, n. 18.
JNovos gambrees.
Vendem-se superiores cortes da fazenda denomi-
nada -.-gambreOes pelo diminuto prego de 1,800
rs. o corte : esta fazenda ho de mui superior quali-
dade e scus padresrivalisam com as melhores ca-
simiras : na ra do Collegio, loja nova da estrella, i
ni. '
Vendem-se presuntos de Wcslplcalia, superio-
res no armazem do Kalkmann & Rosenmund. na'
ra da Cruz, n. 10.
Continuam-sea vender,
na ra da Cadeia do He
cife, n, 37, caixas com
cera em velas e mais
brandoes fabricados
no Rio-de-Janeiro,e em
Lisboa: sortmenlos ao
gosto do comprador, e
por mais commodo pre-
go do que em outra
qualquer paite.
No armazem de Vicente Ferreira da Costa na
ra da Madre-Dcos, ha para vender muito superior
vinho da Figueira chegado ltimamente em bar-
ris do quarto at selimo muito proprio para gas-
to de casas particulares '
Vendem-se cadeiras de balango muito bons
commodas: no armazom de Kalkmann & Rosen-
mund, na ra da Cruz, n. 10.
--Vendem-se vidros para espelhos do todos os ta-
maitos : no armazem de Kalkmann & Rosenmund,
na ra da Cruz, n. 10.
Vendom-se pianos ingleses da fabrica do Co-
lard: no armazem de Kalkmann & Rosenmund,
na ra da Cruz, n. 10.
Casimiras elsticas
finas.
Vendem-se superiores e excellentes corles do casi-
miras de superior qualidade c lindos gostos. pelo
diminuto prego de 5, 6 e 7# rs. o corto de caigas, sen-
do scus padrOes tanto de gosto para o invern, como
ara o verao; aelles antes que se acabem: na ra
do Collegio, loja da estrella, n. 1.
ATTENCAO*.
Na ra do Collegio, n. 17, vendem-se presuntos mul-
to superiores, dos chegados ltimamente do Porto, a
320 rs. a libra.
Vende-se urna prela moca, com
habilidades : no pateo de S.-Pedro, so-
brado n. 4*
Superior vinho da Figueira.
Vende-se esta superior pinga no armazem de Vi-
cente Ferreira da Costa na ra da Madre-de-Deos, em
barris de quarto, quinto sexto e stimo em pipa inul-
to proprio para gasto de casas particulares.
Vende-se um sextante que nunca
servio : no armazem do Sr. Alamede, no
argo do Corpo-Santo, por muito commo-
do preco ; assim como urna casa, sita em
fc'ra-de-Portas, na ra dos Guararapes,
com um grande terreno na frente para
edificacao : a tratar com o caixeiro do Sr.
J. J. Monteiro, na rna da d'Alfandega-
Velba, no Recife.
Vende-se meia legoa de trra na margein do rio de
Una, na freguciia de Agoa-Preta, com nina legoa de
fundo, entre o dito rio e os engeuhos Grvala e Forini-
guelro: os pretendentes pdem dirigir-se nesta praca
ao seu proprietario, Manoel Zeferino dos Santos.
Vcnde-se a botica do pateo do Terco, n. 6, por pre-
co commodo : a tratar na inesma botica.
Vendem-se lindos cachos e
las de flores
es Vendem-se quartos de caixa com passas pelo com-
modo preco de 800 rs. cada um : no armazem do Sr.
Das Ferreira, defronte do guindaste da alfandegs.
Vendem-se, por multo commodo preco os seguin.
tes llvros,: diccionario potico, multo til para os que
principala a cultivar as musas e principalmente para
os oradores por Candido Lusitano l v.; Historia d0
descobrimento da America, 2 v com estampas; Ult.'
sea ou Lisboa edificada poema por Gabriel Percira de
Castro 1 v.; Ruy, o etcudei'ro, poema romntico de
Luiz deSouza M.de Albuquerque 1 v. ; Poesas de N|.
colo Tolentino 1 v. ; Poesas de Jos Mara da Costa
e Souza, 2 v. ; Poesas de Joo de Lemos Selxas Castel-
lo-Branco, 1 v. ; Naufragio do Sepulveda poema de
Corte Real, 2 v. ; os Anunaes fallantes poema de Joio
Baptlsu Casty, 3 v. ; os Burro* ou o reinado das san.
dices poema de Jos Agostinho de Macedo, 1 v. ; vla-
gem esttica ao templo da sabedorla > poema pelo mes-
ino, 1 v. ; Metheologla da inoeldade, 1 v., com ricas
estampas ; Thesouro.de meninos 1 v., com 16 estam-
pas ; ricas estampas de formato grande proprlas para
adornos de salas mostrando o covento da Btalha c
amena paisagem que o rodela edificado em memoria
da batalha ganlia pelos Porluguezes contra os Hespa-
nbes em Algebra-rota : na ra do Rozarlo, n. 46.
Vende-se colla de superior qualidade da fabricas
do Rio-Grande-do-Sul: na ra da Moda, ariaazeni n. 7.
= Vende-se urna escrava da Costa muito moca e de
bonita figura : na ra do Hospicio n. 26.
Vende-te urna escrava moca de bonita figura ,
com algumas habilidades: vcnde-se para fra da pro-'
vincla ou para algum engenho : na ra do Padre-Fio-
rlanno, n. 38.
Vende-se um ptimo ebronometro, com pouco
uso : na ra da Cadeia-Velba^ n. 52.
NOPASSEIO-PDBLICO,
i
na loja de Manoel Joaquim Pascoal Ha-
mos, n. 19,
vendem-se muito superiores pannos finos, Se todas u
qualidades, a 3/, 3/600,3#80, 4/e 5/ rs.; sarja muito
suprior a 2/c 2/400 rs. ; merino, a 3/200 rs.-; alpaca
a 1/rs. ; lencos de seda a 1/rs ; cortes de casimiras'
a6/r3. ; ditosdelaa a2,500 rs. ; chapeos de sol de
seda, a 5/SOO rs. ; e tudo o mais por preco rasoavel. '
Corram, fregunes, d loja de Manoel
Joaquim Pascoal Ramos, no Passeio-
Publico, n. 19.
Vende-se pclle do diabo a 200 rs. ; castor, a 200 rs
algodao azul, a 200 rs. ; algodao de lislras, a 200 rs'
chita de coberta a 200 rs. ; riscados francezes, a 200 rs *> 4
madapolo fino ,. a 200 rs. a vara ; meias, a 200 rs. o par'
chitas de assento escuro d- cores finas a 120 140, 160
e 200 rs. ; riscados muito finos, a 240 rs. o covado cor-
tes de cmbrala de quadrot, com 9 varas a 2/400 rt
cassa-chltas de todas as qualidades, a 2, 2/500 3/ e
3/200 rs. o corte; lencos de seda para grvala a 400 rs
ditos de cassa, a 200 rs. chales de metim a 1/rs.; di-
tos de la, a 5/iOO rs. ; e outras inuitas fazendas! por
menos preco do que ciu oulra qualquer parte.
Vendem-se chapeos de pello de lebre, de lontra, de
castor, patentes superiores e finos : na rna du Queima-
do, n. 55.
Vende-se colla de superior qualidade das fabricas
do Rio-Grande-do-Sul: na ra da Moda, armaiem n. 7
Vende-se um piano sem defeito, bom para quem*
quizer aprender, cuio preco nao desagradar ao com-
prador : na ra da Florentina, n. 8.
capel-
para caliera e chapeos, as-
sim como cochinitos pequeos para enfei-
tcs de toncados : na ra do Cabug, loja
da esquina, junto botica.
= Vende-se a propriedade denominada Manguelra ,
oa fre^uezia de Agoa-Preta entre os engeohos Cama-
rao e Souza, em que se pode levantar un bom enge-
nho d'agoa, j sementada de caimas e com mais de
vinte mil ps de caf que j principian! a dar IVuclu :
quem a quizer comprar pode depois de a examinar,
dirgr-se a esta praca a seu proprietario Manoel Zefe-
rino dos Sanios.
Vende-se a venda n. J da esquina dama do Forte,
muito afreguezada para a tena e com os fundos a von-
tade do comprador: uas Cinco-Pontas, n. II,
Escravos Fgidos.
SUPERIOR FARELO, A 4,000 rs.
Vendom-se saccas com farelo fino de Trieste, che-
gado ltimamente, o qual he o melhor de todos que
aqu tem aportado, porseromais nutritivo: em casa
do J. J. Tasso Jnior, ra do Amorim, n. 35.
Casimiras elsticas
a 640 rs.
-- Vendem-se casimiras elsticas de algodSoela,
S ..,rH pre5 de 640rs" covado : na |0J ova
da estrella, n. 1, da ra do Collegio. -
T,*en.d,"se' Pr P,re50 commodo, urna casa de um
""dakJ,,lanaru* de S. .Rento, em Olinda, n 21,
cm criaos propiiu,t qual rondo mensalmente y
VENDE-SE
Chd muito superior
labricqdo no Iiin-de-Janeiro,
DenominadQ Brasi/eiro,
o melhor que tom opparecido neste mer-
cado, pela sua qualidade ser mais supe-
rior do quo a do mesmo cha hysson de
urna libra para cima, por preco com-
modo : no fim da ra da Aurora n. 4, a
fallar com Jos do Almcida Brrelo Bas-
tos, das 6 as 9 horas da manhla, e del
as 2 da tarde. No mesmo lugar tambem
se vondo cha familia, da mosma provin-
cia com as mesmas condigOes.
O FADO.
A lvraria da esquina do Collegio tem a venda, che-
gado do io-de-Janeiro o FADO, ungenhoso llvro de
sortes a melhor cousa que neste genero se lia publica-
do, com um novo suppleinento coutendo a cartoman-
cia ou arle de ler o futuro uas cartas, I v. com 252 pa-
ginas : preco 2/000 rs.
= Vende-se farinha de millio felta na Ierra
fina, a 80 rs. a libra, propria para um tudo
quizer faier: as Cinco-Pontas, n. 157.
muito
quanto se
- Vendem-se acgdes da ex
lincla companhiade Pernambuco
e Parahiba: no escriptorio de O-
liveira lrmaos & C, ra da Cruz,
n. 9.
man Yendr"(':'c P^."1 de niadapolao muito largo,
na ra eslreita do lio
2^800 rs. e a 140 e 'i6 rs. a vara
zario. n. 10, 3.o andar.
-Vendem-se cbltas limpas, mullo encorpadas e niui-
LJ>,es' '*e 160rs. a retalho, cas pecas a 4/800ea
o/oOO rs. : na ra eslreita do Hozario, n. 10.
andar.
-- Vende-se coentro de toceira
Na nova loja da ra da Cadeia do Reci-
fe n. 32, de Claudino Salvador Pe-
re ira Braga,
vendem-se cambraias muito finas.de cores, a 880 rs.
a vara ; dila mais inferior, a 440,480, 560 e 720 rs.; cha-
peos de seda, para senhora cnfeltados, a 10/, 12/, 14/
c 16/ rs. ; ditos de cambrnia de algodao flnaindo seda,
a 1/rs.; toncas de seda enfeitadas para cri.incas a Ai
rs ; enfeltesparacabeca,a6/,8/, 10/c 12/rs. ; cha-
peos franceses de massa, para liomem, a (WBOOrs. ; ditos
de sol, de seda de cores com barra a 7/500 rs. ; sedas
para vestidos de todas as cores a 1/760 rs. o covado;
cainbraias de seda de todas as qualidades a 7/. 8/, 12/
e 14/rs.; cambraia de linho muito fina a 63b0 rs. a
vara ; lencos de grvala de setim inaco de cores e
de rarias qualidades de tres pontas, a 1/960 e 1/200 rs. :
ditos de (|uairo pontas a 2/400 e 4^000 rs lencos de
seda preta. de varias qualidades, de tres pomas, a
320, 400, 500, 600 e 700 rs. ; ditos de quatro ponas a
640, 800, I/, 1/200 e 1/400 rs. ; cortes de cohetes de vel-
ludo lavrado de todas as cores a 6/ rs. ; I uvas de pel-
lica, para senhora de todas as qualidades a i/e 1/300
r,a^tase"fei">das ,a2/e3/rs ; ditas para homeiu ,
a 1/200 rs.; ditas de ponto ingle/., a 1/800 rs.; e outras
muitas fazendas por preco commodo.
--= Vende-se, ou troca-se por urna escrava ou cscravo,
., B u ""> erreno de 36 palmos de frente e 150 de fundo rom
lcrcero|aliccrce le"u para duas casinhas em bom lugar, por
I ser na ra Imperial : na inesma ra, venda n. 189, de
no Manguinho. n. 35. Joaquim Jos Tavares.
Fuglo, a 21 de dezembro do anno prximo passa-
do, o mualo Jacob, do 18 annos, secco do corpo, cabel
los estirados, tem falta de um dente na frente, tem al-
gumas marcas de bexlgas, e um pequeo taino na ma
ca do rosto ; o mais visivel signal he ter as costas a
marca de um caustico : consta que segu o para ailhade
I tama rae,-i: quem o pegar ou do mesmo quelra dar no-
ticia, dinja-se a ra Nova, loja de Jos LuIzPerelra,
que gratificara.
ioofooo rs. de gratificacao
a quem pegara escrava Joanna de uaco
A ngola, cor fula que contina fgida
ou 1'nrtada desde o anno de 1842 ; a
qual consta achar-se no lugar denomina-
do Caico : o sigal evidente que tem, he
um dedo do p aleijado ou denominado
modubim : quema pegar reve-a ao Ater-
ro-da-Boa-Vista n. 47 armazem de
lou? da Babia, que receber a gratifica-
cao promettida.
-- Fuglo, no dia 27 do prximo passado o escravo
iao Bernardo crloulo alto chelo do corpo rosto
redondo e descarnado pos largas pouca barba e rapa-
; he rendido da venilla esquerda ; tem una cicatriz
endetn-se binas de llambureoaosl T Vend,n-eP *e laraneelras da trra a 80 rs.
""uurguaus|cadauln. na estrada dos Affllctos em urna mel'agoa.
em urna das peinas. Este escravo lie natural de S.-Ama-
ro-Jaboatao ; levou calcas de brlin pardo de lislras, ca-
misa de algodaoiinlio collete de setim -preto usado e
chapeo branco de pello. Roga-se tu autoridades poli-
ciaes e pessoas particulares que o apprehendum e tra-
gan! a esta lypographla, que sero recompensados.
100/000 rs.
Fugio, no dia 22 de marco prximo passado, do enge-
nho S.-Francisco em S.-Antonio-Grande, provincia das
Alagoas, a escrava Benedicta, parda, inulto clara, bem
parecida, cabellos Corridos olhos pretos, beicos gros-
sos denles limados peitos grandes, ps seceos ; tem no
braco direlto um siuo salamao e no outro um coracffo ,
feltodeagulha com tinta azul'; tem 20 annos de da-
dc. Esta escrava he de Guncalo Rodrigues Marinho ,
morador no dito engenho, aonde pode ser entregue, que
recebera a gratificacao cima ou nesta praca a J. 0.
Campos, na ra do Queimado, n. 4.
Contina a estar fgido o escravo
Alberto, que se intitula por Manoel.de nacfio Cobnn-
da, des de 0 de abril do corrente auno ; julga-se estar
pelas partes de Serlnhaem. (ioianna, ou Parahiba. Bo-
ga-se as autoridades destes lugares que haiain de o
apprehender e remctte-lo a ra do osarlo da Uoa-
Vista. n.48.
Fuglo, em outubro prximo passado do engenho
Covas, freguezia de S.-I.ourenco-da-Malta o escravo
pardo claro, de nome Jos, comprado pelo abaixo as-
signado ao Sr. Francisco Miguel de Sioucira, morador na
comarca de Pajau o qual tem os signaes segulntes : al-
to, reforjado do corpo de 22annos pouco mais ou me-
nos, sem barba ; tem una cicatrii em urna inacSa do
rosto .prxima ao canlo do olho proveniente de u 111
coucc de cavallo; fol bem munido de roupas constan-
tes de calcas, jaquetas, camisas e tambem rede, botao
de abertura, urna pistola e diversos objectos que rou-
bou, assim como procurou para as partes do Li-
moeiro ,a occasio da luga. O abaixo assignado roga ao
niesmc Sr. Siquelra, ou a qualquer outra pessoa que
noiicia .iverdo referido escravo o favor de o appre-
liendcr e remettc-lo com seguranca que, alui de agra-
decer, satisfar toda e qualquer despeza ; assim. como
oflciece 50/000 rs. de gratificacao a qualquer canipanha
que o apprehender.
Sr
Manuel Lucas de Araujo Pinheiro.
En
(
O
da
Me
(
rei
An
sai
sol
i
Perv. : na Tvr. de,m. f. defaria. 1848
i

MELHOR EXEMPLAF


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