Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05949


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Full Text
inno de 1845.
Sabbado *7
O DIARIO publica-se lodos os das que
no forem le guarda: q preco da assigna-
dira he de 4#rs. por quartel vagnt1 adianta-
iot. Os annuucios dos antiguantes sao iuse-
i-idos razio de 20 res por llnlia, 40 ra. ein
tyno diflferenle, e as repeticrtes pelajnetade.
() qur nao foreni assignantes pagao 80 rs.
por linha, e 160 em typo differeote.
phases da la no mez de dezembro.
Crescente a 6 aos 33 minutos da manda.
La chela a 13 as 4 or. e 23 mi. da Urd.
Menguante 21 as 9 hor. e 8 ra. da tarde.
I.ua ora a 28 as 8 h e 33 rain, da tarde.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna. Parahvba, e Rio Grande do Norte
Segundas e Sextas Oirs.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Maoey, no 1. 11 el de cada mes.
Oaranhuns e 'lonlto a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e28.
Victoria as Quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira ai 3 h. e 42 mln. da tarde.
Segunda as 4 h. e 6 minutos da inanhaa.
de Dezembro.
Anno XXI S. 89-
DAS da SEMANA.
22 Segunda S. Honorato, aud. do 1. dos orp.
1 do J. doC. da 2. v., edoJ. M. da 2. v.
23 Terca S. Servulo, aud. do I. do civ.
da I. v.; e do J. de par do 2. disl. de t.
24 Quarta S. Gregorio, aud do J do civ.
da 2.'v..edo J de pa< 25 Quinta it>4> Nasciuientode NossoSeuhor
Jess Ciiuisto.
26 Sexta l.'oitava, S. Estevo Proto-
martyr.
27 SsboadoS. 2. oitava, S. Joao apos-
tlo e Evangelista.
28 Domingo S. 3.' oitava S. Tlieophila.
CAMBIOS NO DA 23 DE DEZEMBRO.
Carab. sobre Londres 27'/,d. p. J*a60 d.
Part 347 res por franco.
Lisboa 112 p.c.pr:p. m.
1 Vi P-
Desc. de let. de boas firmas '/, p. /"'
Otro Oncas hespanholas 301000 a 3OJ50O
Moedade 6/400 vel. 16*200 a I6#400
- .. de 6/400 nov. 16W00 a 16/200
Je 4/000 8/800 a 8/M0
Prata Patacoes .... 1/900 a I/920
. Pesos Columnares. 1/920 a 'r*>*u
Ditos Mcxicanps 1#880 a l/9< 0
Prata miuda. 1/B80 a 1/720
Acetes da C do Beberibe de 50/000 ao par.
DIARIO DE PERKfAMBUCO
^^
PARTE OFFfCIU-
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 18 DO cbrente.
I Coneluid't )
OfficioAo presidente d reluci, intelligenciando-o
de hasrr S. M. o Imperador dispensado do nella servir o
deienibargadnr l.ourenco Jos.Riheiro por lodo o lem-
po, que eitiver occupido na compilaeio das leii mili-
la re*.
dem do da 19.
Offieio Ao eommandante d*t armas, intelligencian -
do-odeter transmillido ao governo imperial a commu-
niracio. que feS. Exc da baua. que. na forma da
le d* 26 de maio do 1833. fra dada, por desertor, ao
capitio do primeiro hatalhio de catadores, Francisco de
Paula de Albuquerque Grillo.
Dito*Ao mesmo aocommissario-pagador, com
munieando tiavor S. M o Imperador concedido licenca
para ir aos limites da provincia da Parabiba ao capitio
da quarta companhia do sntto batalhSo de capadores de
primeira linha Antonio Alves de Paiva, e ordenado,
que, vista da respectiva guia, se Ib" abone a qui o sol-
do de sua patente.
Dito Ao engenheiro em chefe das obras publicas,
etiginlo urna normac,io circunstanciada da repart
ci s seu cargo, com especificada descrpcio de todas as
obras, que, por conta dos cofres da provincia, tcem tido
andamento desde margo prximo passado ; da quantia,
que com ellas se deapendeo ; do estado das diversas es-
tradas, edo meio mais proficuo e econmico, de que se
deve tancar para a perenne coniervacio das mesmas es-
tradas.
DitoAo mesmo..determinando, faca por a disposi
cao da cmara municipal desta cidade a pedra de calcar,
que ultim miente trouce da i I ha de Femando o pata-
cho S.-j'oi Americano. Participou-se a cmara mu
oicipal deata cidade, que havia requisilsdo a pedra pa-
ra o oalcamento das ras; ordenou-se-lhe, que sjtisfi-
>etse as despezas do desembarque da mesma pedra, e
communicou -se ao inspector do arsenal de marinha.
Dito Ao inspector da ttirsouraria d< fazenda, pro-
curando saher. se j foi cumprida a ordem da presiden-
cio de 28 de Janeiro deata anno. pela qual se Iho deter
minau.r emol ase para a corte os emolumentos dos offl-
ciaesda secretaria da guerra e conceibo supremo mili
tar, que na meama thesouraria exislissem errecadado
ateo nm do anno de i84.Perguntou-se aocommis-
sario-pagador qual a quantia, que bavia em sua lepar-
ticio aos meamos emolumentos relativa.
Portara Resolvendo, que fique sem effeilo. qusnto
i la da Cadeia do bairro de S. Fr. Pedro Goncalves. a
nova planta do mesmo bairro; visto que, a ser ella pos-
ta em esecucio. segundo pooderou a asmara municipal
desta cidade, em oficioa de 12 de junho e 27 de selem-
brodeste anno, erepresentou Jos Antonio Bastos, ficao
os diversos propietarios daquella ra inhibidos de ree-
dificar os seus predios, no entretanto que nlo ests ca-
unracnicircu instancias de indemnisu-losdoprejuizo.que
desemelbante inbibicio Ihespodeprovir.e s he esta a i-
missivel, quando a indemnisacio ha realisavel; cauto
rilando a inestna cmara a conceder tudas as licenca.
que para taes reedificac6>s Ihafojem requeridasPar
ticipou-se a cmara municipal desta cidade.
Commando dasArmis.
EIPPDtENTK DO DU 12 DO CoRRENTB.
Oflleio Ao presidente da provincia, cimmunican-
do, para levar ao con)cm*.nt do governo Imperial,
que o tenente-coronel da exliocta segunda linha Joa-
qun) da Annunolacio de Siqueira Varejio tallecer
Desta data '12).
Dito Ao meimp, Informando o requerlroenlo do al-
teres do 4. balalhao de futilelros Domingos Jns Mar-
tin, que se echa nesta provincia com licenca do gover-
no imperial, e que de 8. Eic. solicita permlssio para ir
i provincia da Babia.
FOLHET1M.
A RAINHA MARGOT. (*)
por aifonirf Oumafl.
SEGUNDO VOLUME
CAPITULO VIII.
MDLHZIt iRtJUM, DIOS COUTIRMA
(Continuaco).
Continua va i carnificina, porm ia-ae extinguiidn ,
tal era a inutnor que ae havia feito na hiigueiiolea qur
u numero ctava multo diminuido. Pela nir parle eran
elle morios ; mullo haviiu fgido. De ve em qoand..
grniidr ci-lenm c leveniavo nrale ou uaquelle quarlri-
ri>: era quando deacobria nm driles. Faiio-e enlAn
n cxt-i nclo |ssrl rasar <>u publica, conforme o infeliarra
() Vide DiarU u. 288.
Dito Ao mesmo direndo, que nio era conveniente,
por oio ser proprio nacional o edificio, em que esta es-
tabelecido o hospital regimental, o oreamento apresen
tado pelo engenheiro em chele, na importancia de tres
contos de rls para og reparos oecesssrlos, e que pre-
snmia-se, que. i maneira da e-le. o governo imperial
mandarla aqor estatuir um bnspital militar, e para eo-
lio se aguardarla a apptlcacio desse dioheiro; no en-
tinto o que .de mais urgente se tornava ao hospital re-
gimental era o calamento e calafetamento das enferma-
rlss. e caiiilbos envldracados.
Portarla Nomeaod o ooocelho de averiguacio pa-
ra tomar coohrcimento da justlficacio do soldado do
l hatalhio de artilharia a pe. Carlos Wao-Nei, que
pretende ser reconhecido particular.
dem do da 1<*.
Odelo Ao major commaodsote das foress ao Sol
da provincia dizendo, que bavia mandado addir ao 4
batalhio de artilhana a pe as praess do contlnKeote da
provincia di Parahyba-do-Njrte, que se achlo s.tb o
commando de S. Me; e que com o respectivo lente
coronel eommandante se deveii entender cerca das
uceurrencias e mappis tendentes a taes pracas.
Dito Ao commissario ptgador, cummunicando-
Ihe para sua intelligencia e flns convenlenlfs, que o cl-
rurgiio Joio Domingues da Silva, engajado para servir
no Sul da provincia, apiesentou-e no acampamento de
Agoa-Preta, e psstou a ejercer as funcedea. de que tirina
incumbencia, a 3 do corrente ; eque por cms-gOinte o
cirurgiio Antonio Jos Das Martins licara exonerado
de taes funredes desde aquella data.
Dito Ao chi-fd de polica, declarando-lne, em res-
posta aoseu olneiidesU d'ta MS). que a escusa pas-
sada a ei-soldado do 2.* batalhio de artilbaria a pe,
Manoel Francisco do Nasclmento, era verdadelra.
Dito Ao tenente-coronel eommandante do 4. ba-
talhio de artilharla a p. para c msiderar como addidos
ao batalbio de seu commando os dous primeiros sar-
gentos, dous cabos, um corneta e cinc>enta e quatro
soldados, comprehendidos na relacio. qu-aelheen-
viava, do contingente da provincia da P-irahjba, que
importunamente desUcou para esta, e se achavio em
diligencia no ponto de Agoa-Prata.
Dito Ao coronel eommandante do 2 batalhio de
artilbaria a p. para mandar aprsenla* com guia d-
pns*uKHm, ao capitio commaodaoie do deposito, o pri-
meiro sargento Joaqun) Garca dos Santos e soldado
Invalido Antonio da Crui.
Dito Ao capitio eommandante do deposito, auto-
rissndo-o a receber, com guia de passagem, as pracas
cima mencionadas.
DitoAo coronel eommandante do segundo batalbio
de aililhari'a a p. par fazer entregar ao tenente-coro-
nel eommandante do quarto da mesma arma cen es-
pingardas de adarme 17, que existem de sobresalente
na arr- cadacio, laiendo descarga das mesmas.
DitoAo tenente-coronel eommandante do quarto
batalbio de artilbaria i p, communicando-loe a ordem
supra.
DitoAo coronel commandanle do segundo hatalhio
de artilbaria a p, dixendo, que bavia expedido ordem
ao tenente-coronel eommandante da fortaleza do Brum,
para que po/esse a disposicio de S. S.* oquailel asado
para ter em boin recado a bagagem do baulbo de seu
commando; eque as despezas provenientes da trans
rancia da mesma bagagem para aquella fortaleza senao
feilas por conta da pagadoria das tropas.
PortaraNomeaudo o coocelbo de guerra, que ten
de julgar o soldado do primeiro batalbio de caladores,
Manoel Simplicio Barbosa, pelo erime de deserco.
DitaA ceica do soldado do mesmo batalbio, Car
los Jos.
QUABTEL GENERAL NA CIDADE Do RECIFE, 23 DE DE-
7.P.HIIRO DB 1S4.
O dem do da n. 74.
De ordem do Sr. general commandanle das armas se
publica, para conbeetmento da guarnicio, a copiada
relacio aballo transcripta, remettidaein odelo do Exm
Sr. presidente da provincia, datado de IS do correte.
Relaco do officiaes de primeira linha. pertencenttt
provincia de Pernambuco que en virtuie do decreto
da 21 de agosto do corrente anno. forio altendidot e
notamente claisifinados na i.'claue dotxercito, e
que te refere o aviio desta data.
Coronel grad Trajano Cesar Ku'lamaqul.
Malor Joaqun Ca tao de Snuia f.ousseiro.
Manoel Michadoda Silva Saoliago.
Antonio Aflo-go Vlaona.
Capitio Jo.qulm de Pontea Msrinno
Tenante Hemeterio Jos Velloio da Silvelra.
Francisco Antonio da Fonseca Galvio.
Alteres Manoel Claudio de Oliveira Crui.
Secretaria de estado di negocios da guerra, em 13
de nutubro de 18W. Francisco de Paula Fieira de
Azevedo M
Contorne. Francisco Xavier e Silva, olnclal da
srcretaria.
Asstgnado Jos da Silva Guimardes, aldante de
ordens. __________
enfurmlado rm lugar arm aahida, u pndia fugir. No
ultimo can ero um ab'grao pura o quarteirin onde o
frl linha lugar porque em vei do aracelinnrcni p,d
eitinrei doa aeua ininigus. turnvu-ae na calhnlii',-
cada ves nui feroiea, e quanto menua reatavau ilaqucl-
Ics, oais ralea ao moalratio imeornicadc.
Grande era n prasrr que Cari,ia IX hatia echado na
rafa de liugiicnulr ; e quando nlo poda ja <;(ar por ai
inranio, drleila-va-ae com u eatrepido da cacada d .
uolrns.
Um da, ao vollar de jugar a mallia, que com a pela
r a caca era acu prasrr favorito, 'iitrou rile na rain.mi
do aua roni com n roatu todo alegre, seguido dos aeua
cottumadoa oortnloa.
Minlia mSi, di.ae elle abracando a Florentina, que.
ao reparar neaa alegra, tentara logo adivinliar-llie a
causa; lllinli niSl, boa noticia | Morir dr lodo miln-
bosl aabeJtfe urna cousaP be que a lluslrisaicna uni-
da do Sr. aljfairante, q ae julgava perdida, fui de no-
vo achada.
Ali! ah dase Callierina.
He verdadr. Talvex tivrslca, cuino en, ininha mu.
a idria. de que oa riea teriao deila feilo um brodio ?
mea nfto foi aaaiin. Onicu pnvo. o mcu bom povo trvr
a aua ideia : pcmlurou o almirante no ancho do M.oii-
faucoii.
Mo jg ra! dase Callierina.
Agural iniiliu ba uii, replivou Carlos IX, sem-
INTERIOR.
RIO-DE-JANKIRO.
poltica grral.
O oiiVcta lord Aberdeen.
A boa- fe d GrSo-Brolaiib! A f de una naci
de ncgociamea! A puntea fiin da nova Car-
ihajjr,.! Da amiga e da protector de C -pe-
llll.i|iir DanaClo, que nuin'.i ailillillio um
s capitulo de moral em aen cdigo poltico I
Nio suHMBia rila boje a racaiicira, e com tan-
ta) deapeju, que lie seu dn dircilo ludo quauli>
pildrr, por qoacsqurr lucios, havrr?
(ivS't'OW Carta ao governndor Langdon.)
Foi de passagem escripia alguma cousa snbre a
recusa,quenosfai a Grio-Bretanha.'de aatisfar.er os dam-
nos, que no- tem causado o mao proceder de seus ofil
ciara de marinha embregados na represio do trafico de
escravos, conforme os julgados das comptenles rom-
missOes mutas : citamos alguna trechos dos despachse
i**na, oi.iie ao-hiSiao iledijiida; as raiOes e o luodamen
to ueslo passo: nio nos lorra porm isto da obrigacio
em que estamosd com mais larguezi, traannos des-
le ponto, e pois que auora se nos ofierece oicasiio. ca
lie-nos antes de ludo dixer, que nunca o governo bri
lannico se bouve com (anta fraude na posse da farenda
alheia.
Conta se, que potenciasteem havidode liorna l,que,
le caso pensado inserem em seus contratos arligos
obscuros para delles se servirem a bem dos seus inle
resses (')"*
De Cleomenes lemoi o facto do ter dado treaoas por
sete dias ai Argianos, e de te-Ios acommettido na ter
ceira noute pela razio de terem sido as Iregoas dadas
para diaa e nio para noulea (2).
Memora e tambem o facto de Francisco I, para de-
s brigar se da promessa que fi/ra a Carlos V, depois
dos desastres da balalha de Pava, de ir recolher se de
novo i pnsio em Madrid, ler levantado, as portaa de
Paria, o famoso castellu de Madrid, o de ao tempo con-
ti aludo nelle recolher-se em prisi > (3). A inda desse
mesmo Garios V so conta que, sendo de sua nlencaoe
capricho ter em prisao o landumve Pbilippe de Hesse,
(pera na eatipulacio de um tratado substituir a letlra
Wpela lettra N, na palavra eici /de
modo que ficando linig e nio eiteig a osti-
pulaceo que lirava loda a ideia de prisao, que expressa-
menle a exclua comas palavras aom alguma pnsio
por esta alteracio a admillio. exprimindo-se desle
modo sem pnsio perpetua. Mu tos outros fado
(1) A Inglaterra assim praticou com o Brasil na re-
darcio do artigo 28 d tratado de commercio e amizade,
de 17 de agosto de 1827
(2) Montegne. liv l.cap.6
(3) Historia de Franca, por Anquetil.
se apontio (i) desta naturezi. Tudo pJe dar-ss;
mis o que ha cima de tola a expn :Uclo, o que pouosi
vezes tera succedilo, ou parece que nunca houva, be o
passo do governo d um povo vlisa lo, reconhicendo
a obrigacii.quecuntrihio. pretender livrar-se dalla por
mucos e burlas como as de qui tem a Inglaterra asado
para com o Brasil, no qua toca i indemnisacio dos pre-
juios causa los pela arbitraria e le^a! captura dos nos-
so barcos mircante. roconbecida por sentencas dos tri-
hunaes competentes !
Qjaes as raidos, em que fund a Grio-Bretanha esta
seu prooedimento ? Ji em oulro lugar de psssagem ai
referimos, e nao mportio outra cousa sanio O nio
quero, porque nio quero Assim o demonstrou esta
governo, quando, em repo nos declarou que, visto nenhuma duvida ter S. M. B. de
que taes navios s" deslinavio e forio esquipadoi de um
modo proprio para o trafico de escravos, oio poda ter
lugar a indemnisacio decretada pelas committSes
mixtas (5).
Neste sentido sio todas as respostas, que, um sem
numero devezes o nosso governo tem recebido do go-
verno hritannico, e, quando ae llie replica com ra/es,
que pela sua fortalexa desarmio seus ministros, estes
cnnlentio-se com responder, como em outra ocoasiio
lisiemos, que taes rsifies nio tirrio o governo de S.
M B. da conviccio em que se acha (6).
Que altendio os homnns impsrciaes para este proce-
dimento, lio contrario e aquebrantador da f doa tra-
tados existentes!... Na verdaJe alvorota e irrita que
assim pratique o.governo de um povo eiviliado !
Que a Inglaterra contrahio com o Brasil a obrigacio
de ndemnisar todos estes damnos, que mencionamos, a
juizo e a* vista das sentencas das commissdes mixtas, he
cousa fra de toda a duvida.
Oart. 5. da convenci de 28 de julbo de 1817
eonlm a egumte mui clara o terminante eatipulacio
__ As duas altas paites contratantes se obrigio,
a urna para com outra, i indemnisacio das pardas, que
os seus vassa los respectivos houverem de sofirer pela
detencio arbitraria e sem causa legal dos seus na-
vios.
Afora esta diapnsicio ha urna especial i Inglaterra,
e he a do artig 10 da mesma convenci Eil-a
V. */ R. se obriqti a pagar, o ma't tardar, um anno
dtpois da data di cada semtenci. ai lommas que pila*
commi0es mixtas mencionadas fonm concedidas aot
indivduoi, que livtrem o dinito de rtclamar.
Neste sentido tambem foi redigida a seguinte pirto
do artigo 6 do reiiulamento das commissdes mistas
As duas altas parles contratantes se obrigio a satis-
faier, no craso de um anno, desde a data da senten-
ca, as indemnidades que lorem concedidas pela dita
o enmmiasio
Finalmente, ale no artigo ultimo deste meimo regu-
lamento. esta obrigacio loi consagrada : ah se dis
... Eognvirno, aoqual perleneer o captor, firar obri-
gado a latuf'iier plenamente as indemnidad*!, que s
d'-veum.
Tanto ha reconbecido o governo britannicoa existen-
ca desla piUuulacSes. que. as instruccSes que em ju-
nho de 184 i deoaosseusrruzadores.no tocante aos na-
vios brasileires. Ibes recommendou muilo que tiv-mn
irmprt em memoria, que a Inglaterra ira rupontavrl
e eslava abrigada a fater boa toda a perda e damno,
(4) Conde de Garden. Tratado completo de Diplo-
macia. Grocio D de pax e da guerra, e Vattel D. das
gentes. Irazem diflerentes outros exemplos de fraudes
grnsseiras e indignas de oceuparem as paginas da his-
toria.
(3) Relaloriode 1835 do nosso ministro doa nego-
cios estrangeiros, pag. 8.
(6) Um grande numero destas respostas devem de
existir no archivo da legacio brasileira em Loo ires.
pre iivo vonnide dn n tornar a ver. depoia que aei qui
he uiorlo, o charo liomem. Fax b m trmpo. Tudo boje
me parece Pin flore. O ar cal cheio de pri linee, e eu
arho-nie- vgoroa, rumo nunca met. Se quiterdea,
minlia iiifli, montaremos cavallo, e iremos a Mnl-
faucon.
Sera com muilo gosto, meu filho, dtse Callieri-
na, se nlo hou voaae marcado hora a alguciu, a queni nao
quero fallar; de inni- para nina visita frita a um liomrm
da importancia do Se. aliniranie, aerreacentoo ella, de-
vi hmeos profundos f.,i rem a auaa obscrv{6e. Vere-
uio qneiii ira eqiiem finar.
Tendea raaao, minlu infii, fique a coma para amo-
phia. he inellior. Cara qur taxri oa vooa convite, que
en farei o mcu, nanle nfto convdenlo niiigueni.
Digamoa aumente que la vsmoa, e cada un fari o que
quiter. Aden, uiinlia m i. vou locar trompa.
. Haveia de estafar, Cario. Ambraaiu Pare vo-lo-
dii todoa oa diaa, e lera raaio, lie um exereioio muitu
frie para v.
I Ora adeoa! dase Carlos, havia cu de Irr a certeta
de nio niorrer senao disto, que rutan enterrara aqu lu-
do, c aie H-nriqninho, que ao diier de Noairadamus,
no deve aueeeili-r atudoa.
Ciilicriiia franii.. s obrollio.
Meu hllio, disar ella, draconfiai aohrelndo da oou-
sas que parecen) itupuaaiveia, e eutrclanto poupai-vus.
Duaa nu trea tocata somenle para alegrar o mena
eiea. que timrrcm de aborrecimento, pobres animaea!
en devia ttlo sollado sobre os huguenules, oom o que
se teri.Vi divertido.
E Carina IX aahio da remara de sua mli, enlrou no
en gabinete ri'armas, tirn lima trompa, e looou coro
nm vigor, que faria honra ao proprio Roland. Nio so
poda coinpreliender, oomo draae corpo lio franiino s
adoenlado, e denes laboa pallidm poda aahir sopro lio
forte.
Catherina eaperava com effeitn algnera, como dissera
a aeu filho. Um matante depoia que eate aabira, orna das
dama do pafo viera f.illar-llie em argredo. A rainlia aor-
riw-aa, levanton-ie, aaudou aa pessoas que lliefaxtioa
corte, e aegoio a menaageira.
Florentino Rene, aqoelle a quem el-rei de Navarra
na mesma noite do Sainl-B.irioe.lemy, havia feito lio d-
plomaiioo ac lliimrnto, acabava de entrar no seu ora-
torio.
Ah! aois vos, Rene, disse-lheCatherina. Impaci-
ente vos eaperava.
Reli inclinou-se.
Reoebestes hontem nm bilhaliabo menP
Tive eala honra.
Renovaslea, como vo-lo eu dixia, a experiencia
deaae lioruieopo lirado por Ruggieri, e qae Unto seao-
eurda com aquella prophecia de Noalradamna que da
que meua filhoa reiuara ludo tresP..... Ha alguusdias
! ILEGVEL
(
irrs


=2
que Sfibrapift ait' tuhditn< bra-ilti'o* 4r> arbitrarias e
illiqitt rnpinrat He teut hirco* catn (7)
S ibff) at prnva lor I Abarloen ain I* nos deo outn
no ii projsota iln eonrenelo, do I de feserero 4a.
1842. 'ina nl-re^en a coo"td rucio do nosso g rao.
N > artigo 5. d*sa prnjacto. o anclo dessa nhri-
garl rt ir|^ un on mss cir-rumUan-ivs Clonadas ni) arligr 2 (8) nmleiie ar privad i anda
i".....no eo de una o navio n*<> tivesse lido condem-
nadn pelas r-omrnissdm mixtas. (9)
A (h-poirao desto ailigo, unid ao contado di par-
la do despacho do rneimo ministro, dirigido 2 da
feverairn do mesmi anno aoSr. Hamillon, relativa o
mesoio obj rio, pa fora do dominio daa quesldes e da
duvidas a eiistt'nria de u'"a tal convirQjo. Eis o que
encontramos nessa pega nfnVial O artigo 5". como
foi prnpofto pelo Sr. yureliano, autor itando billt de
tnnemnieactto pira tirrm satiif'niot vita, he alie
radn. A rtinrn fio ile'IR re julho ilc 1817. no arli
g<> 6 do legiilamento dot Cnmmi'sOi't mixtas, tend)
ji marcadt o teimo dentro do qual a tndemnisaco
decaer feita, dipensa est'outra providencia. Ei
ves desta estipulacAo, t r posta pelo Sr. Aureliann, a
i|iir fui inserta no trtalo da* cii.co potencias, eslahe-
Iciemlo a sanco da ohrigaciu de toda e qualquea
imlemnisarlo, no cato de parcial csquipamenlo paran
trafico, (leve di- adoplar-se : O artigo de esquipa
ment limita o direito da detenta nos casos dos na-
vios terem aillo armados a apparellados do um mod
propriado ao transporto de esciavos ; a patipulacAo
por tinto, negando toda a indemnisacAo, dada a de
luncSo em virlude da acbada de taes preparo* e arma-
mento, be por certo mui justa. 10)
At aqni o Sr. conde Aberdeen.
Do que arbamos de mostrar, segue-se, que a In-
glaterra, ja contra l mui oleras e terminante dispo
sicoes das convem des, que relebrou rom o Brasil, A
contra conticcio, em que esta, ila existencia desta o
brigacio. Toga e ne i se a satisfaier um empenho sa-
grado, a quo (quando outra raflo nlo hou*ase). por
importar, alenla a sita natureza. um proveilo lirado,
sem direito. da faiemla albeia, por todos os principios
de Justina es tasa luhjeita.
So temos om dneito perleito de exigir a salisfacio
desta promesa, esta recusa impoila violacio do hu-
so direito ; esta violaban he uina perfidia, e por con-
sequencia una injuria. (II)
Sendo a f d< tratados, garantida pelo direito das
gentes, como cou'a santa e agr-da, e recomii.endada
por todas ns religides (I i) e aeil s, a quebra de suas
dis|mfii(0es nao pile deixat de ser um attentado contra
esse direito. Ulna infamia para os que o Cummrtleilt
(13); preciso he por tanto, <|ua um grande e ponde-
niMi motivo forcBse urna afio civilisida a (altar atum
lio as e>canraras a um emprenbo lio sagrado e a lu-
vantar-se cun a fazenda alheia.
Y, qual ser este motivo ? ainda urna tez o pergun
taremos. Sera por ventura o de nao seren fetas nos-
tas recia mi i.oi'- nos deudos termos ? Nao por cerio : a
vista das senlencas das commissdVs mutas as fizamos.
Ser por ventura porque esse tribunal be inruini e
tente para, por meio de suas decisdes, obrigaraogo-
verno britanmco A salslacio de taes perdas e damnoi ?
Tamhetn no : rom A mostramos com as dispotirdes
citadas, este be o tribunal competente para este mis
ler, e para niaior piova aimla daremos equi a copia do
te T de alguns artigos da convenci de 1817 sobre o
raso. Artigo I do r< itulamento das commisides llill-
tas,As ruiiiinissdas ilevrrad dar as suts se>>tencas, ...
I "sobre a legitiiindade da captura ; 2.' toAre atia-
demnidades, que o nario oprezado dte iKtber, no
caso de te Ihe da- Itberdade. Altivo 8' Qualque
reclamando de miiemnidnre por pedas orcas'onaas
aoS iiini.i.- -u-i i'iio, de Iiiziti'iii o CiMiin.errio illicilo de
escravos, que nao foiem condemnados. con o boa pieza.
(7) Insii uri,oi'S para guia dos officiaes da inaiinln.
empreados na ropres-n do trafico oc escravos.
(8) Por exemplo : 2 algemas. 2caldeuas de tama-
jiho ordinario
(9) E'S o original, que ae arha a pag 292 da Cnr-
respnndence wilh loreign poW'-rs de 182. Ait. 5
If any one or mu te ni tbe thing specilied ni arl. 2 sh. 1
lie Inund on board t f a detained neirliant tpusul. or
slii'll he pmi'Ml lo linve bun on board ni her dur>n<;
tlie vnvag on whirh sli was pioceeding lien tnptu
red, no ci'inpeniution lor losses. damages, or expen-
ses, roii'Pquenl opon the delent-nn ni suel vessel,
shall in any ca$e be gronled. edher tu ihe n.>lir
or to Ihe owner, or lo any otbei peisnn inlerrsted in
Ihe equipment or in ihe Uding. tkuugk lenteice
o/condamnuti: n thould nnt be pronounced ugamii the
ce el, at the leiult uf her detention.
(10) A inesiiia correspondencia, pag. 290.
(II; Vattel. Direito das gente, liv. 2., cap.
12
(12) O proprioMahomet recommendou-a muitoaos
seu discpulos.
(13) Real. Scieoeias do governo. Valtel, lugar
citado.
nalas nmmissS*s mixtas, dever ser igualmente rrce-
k'dae jilqida pt'at i'ib'idil i commutOtt na forma
**pr>C'fictd i pelo artiqo l* ditle regilamenlo K '
todos ns raaos, a>n i|iia se passar antanc de resl'tuicAo.
si romas Ot mdj idear i qualqntr equerendo com a
jn$in ecum/ileta inem-i'aci em beneliciodas pessois,
qua filar m as re lamacS-s.
Se nenhuoia destas ratOtt ato fundadas, sa-lo-hs a-
aasn a de querer turnar a ai a Inglaterra a revisfto das
sentencia das commistfias mixtas e reforma-las ou en-
nulla-lasi Tal poder a autoridade por modo aUum
Iba pola calvar O artigo 8 da convenci de 28 de
julho de 1817 ha, a esta raspeilo. mj'to positivo :
F.ttm committO i (d'spoi elle), ju'gard tm appella-
flo as causas, que has foram a 'resentadas, e conforme
> regula ment e nstrucgSes annexus a esta conven-
ci.
O artigo 1 dn ragulamentn referido dispoi do
mesmo modo, qnt> etm eomm pellafSo, e o artigo 10 a hyp thesa da norte to-
inninis-arins brasileiros de Serra-Leoa e do diflieulda-
dede preenrher as suas vagas, dmdo autondale aos
nmimissari. singlezes de SO por si julgarem OS nn'SOk
navios apre/ailns, den o direito lis partes de appellarem
para a cominissAo mixta desta corte e para tirar loda a
interpretacSo favnravel i creacAo de uina segunda ins
tanoia, iisou da seguin'eei>rn*Ao nr.sle cato ornen
te as partee inteie> lu tentencat. te bem Ibes parecer, para a commiidu
que ie K como, com qua direito p'de irrogar-se o gover-
nn britannicu a autondade de rever e annullar as sen-
tencas das commissfies mixta* T To convencido e*t*
lie do contrario que negou te ao necordo, solicitado
pelos nos-os minislros. da recorrer-se a um arliit o
para a rrvisto de mu (O catoi, julgados pelo* com-
ini-s mis ingleies contra a oxptessa disposicAo da ron-
vencao citada, pelo /andamento de que importava iitu
urna appcllaftto, e que tal recurin era repellido pela
metma concenco de 28 de julho de 1817. (11)
Se taes raides nAo sAo procedeuies, se esta autorida-
de nAo tem o gosarno in^lez, quil a nuAn. por que se
levanta com a (tenda albeia falta A 16 de seus justes,
viola um direito perleito, que temos, ataca o dinit
das gentes, pelo qual se reuu'So al nacOel civilisadas,
e fa'-nns u..i8 tm grave injuria ?
Por factos iguaes a e.-te, em 2 da novemhro de 179*.
em pleno parlamento, lord Lansduwn due, com o ton
da man pio:und.i imh. e como que ard ndo em
desespero Mis er he que tiabalhemoi, tobre ludo,
em rrconquitar o bom conceitomda Emopa : ndi o re
mos perdido por falta de moderacAo pelo urgulho, que
nu- fdscina, e pela nona rapacidade :\ (15)
^^^^ (lio fratil )
ae leen roiuiinYad" milito aaf"iiaas, Rene, cienl.o pen-
aado <|iie lie pusvivi'l que oadesiimn le lornem uiruoa
omeacudiirpi.
Seiiln-ri, reipnndpo Rene meneando a cabee, V.
niagestarir bem be que as iMitieM uto nmdii'n > des-
tino i pilo rnnlrario he n desiinu qui-ni iimdihca aa
emitas.
Mas ero por isso deixaslcs de renovar oaacri-
filio?
Sin, irnh-'r, rcipondeo Reno; porque nbederer-
viii he o inen priineirn devrr.
Bem I o o remirado ?
Fimn no iucihio, irnhora.
Que | o oordeiru prelo den ainda 01 meamos tres
grito ?
Ainda, irnlinra.
_ S'gnal delre (borles ni ininha familia ? iDurmo-
rou Cail.erinn.
Ai 1 I"" serdode, disie Rene.
MS depois'
Depnia, aenhi>ra havia na enlranbas ea extraer-
dian*
  • i'oll"rc*" do ligado, qua ja nnlanioa n
    dnu. primeima, e que pend em iudo invers.
    Modaoca de dyaaal'. Sempre, srnipre, nnnpre,
    reamuiigou Catlierina; todava lie priciao n.udar ialu,
    Rene riinliiumu ella.
    J di.ac a V. roagastade rrplicou Rcn abanan-
    do a rabeos, O dealinu governa.
    liiscellaiieii.
    DA C ENCAS APPLICSDSS i AGRICULTURA E A INDU-TRI
    SIAM I ACTI IU IIIA.
    A egrirultura, considerada como urna arte emprica,
    remonta aog lempos autigo* ; seus proceasos racionara
    sao modernos. Todava o* melhoramrntos agrcola
    oais nolaveis sAo de data mui recente pan seren geral
    menle apieciados ; he chegado o lempo (leo* conbe-
    cer e derramar atp por nteres da prodjiccAu nacional
    e da instru t,mi publica.
    Muilas aciemiss se teem na vnrdade reunido para
    descubrir certos foclos, em que assenlao os desenvolv-
    menlos dos enles orgauisadu; sus tbeorias nada teem
    de demasiada elevado paia lrat,r essas quesloes da vi-
    da vegetal e animal ; scua procesaos ue invesligarAo
    nAo sAo de urna demasiada exaclidAo para aprolundar
    e-e inleres-iinles phenoinrno; maa boje que -stAo
    desroliertas algumas le naturaes toda a peaoa lten-
    la e inli lligente pode fcilmente comprebeude-las c
    apioveitar as suas fecundas appliracdes.
    Nos esperamos ao tentar a inda-ario dessas bis
    fundamenlaps e suas uteis dedusi.de* platicas en-
    contrar gtande nomeio de I. co curioso para susten-
    tar si in ranea la, a ulienrao do leitur.
    K "tiles de lodo alguns grandes excmplos. tirados
    da linlortu das mu nulerlu rus. I.rno coinpn bemler me-
    Ihor odu o alrance da utervrnrAn sr< ntific* que co-
    iiiicn fundar os melbudna e a desenvolver ot piogies
    Sos da agricuHu'" cuiitemporuea.
    Antea de 1789. ulibdade da appliravio da* scien
    ra- i::!u-1 i.i ern poucu innherida : entio era per
    aullido duvidar; poique os humena .Ipdicidos io eslu-
    d e indrgacdes exprrimenlae fievio lunge dasofliii
    urs: apenas o seus tiabalhos inspiravAo um intrresse
    de ruriosidade aos lab iranes, que suppunhio daarr
    roii-.-n.-i o -cu lempo A ocrupa(5es mais s ris.
    Todava ile-ile i nliio ut Tartos consignados pelas le
    encas conlinbAo rni germe immrnsus meih ramenii s
    indualriaes. Se o* bonicos em gcml Ibes nio davio at
    (14) ReUtoro de 1834 do nnsso n.inistio dos ne
    gocios eslrsngeiros. pag. 7.
    (15) Aiuni.Direito martimo. Traz o trecho
    dcste discurso.
    He Illa i'pinifin ? disie Cnllierina.
    Jim, enliorp.
    . L- bra-ie do linroiropu de Jniiini d'AlbrclP
    Sun, aeiilinr.
    Or due l ; eu rqnrc-n.
    Vive honnrnta, disae Reli morirret rrformidata
    regina ampli/icabere.
    U (ji r nuil ilner. rrrin'O. rniiiiiinrii Calberina
    virinii honrnda, f \" bre iiiollier | fallva-lbe a neee-
    Irn. Moiieiut trmida e no iiau x-iiib.iiii" mal ib-llu.
    Seri ainda maior duque rainba. pella be noria rsisi
    (raudriii ri'pui'aa 'un iiiinulo, onde li nos esquecr-
    ilio de \i- r-llie mime.
    M'iiltiira, V. niiigestade tradiit mal o vitet Hono-
    rata. A n inlia dr Naiarra viven com i ff'-il honrad i
    pnrqup gmou, rm quaiil" vivro, do amor do rua fi-
    lli" e do rei-peiio di-s sin |oirlidialas, llUnr e reaprli
    lamo niaia aincerm, qiianlu mai pobre era ella.
    Si ni. dilae Calberina, coiicedu-iol eirerri
    f'lit ,- maa como t aplicareis ni a o morriertt rtfor-
    midata 9 Vejamoi.
    Nada maia fcil d que rala eiplirieAo. Murrer
    temida.
    Pola bem Morreo ella temida ?
    K to temida, aruhora, que nlo estara morta le
    V. iii.-i-eat.-ili' aifl tivpaie dril med.i. Em fim engran-
    deeetM como rninha, ou larri* masar do que foett como
    rain*; o que laikbeui be terdadv, senliura; porque
    lelo, e o* pralicoi em particular ot nlo acreditavlo,
    justo he diier, que o* goyernantea nlo o* IntavAo du
    me>m modo
    Urna grande enmmocio publica veio de rapante rom-
    par eite *< lamento habitual entra aidiflereotesclaue*
    da populadlo.
    De todas a* plana*, em um instante confundidas,
    aurgirto obervadoras, que mostrArAu A industria ot r*:
    curtos conleii.loa as obras acienttfiaat, que indicarlo
    A sciencia as recompensas olTerecidaa pela industria, o A
    ambas esse movel de lodos ot lempos, lio poderoso em
    Franca, a honra de ser til a leu paii, de merecer
    Obter o* seus luflragio*.
    Neila* circunstancias itnagine-se o eQeito de orna
    necesdadii suprema imposta pelas oa fecha vio a* suas barraira, recusando-oo* ao mesmn
    lempo os meio* de defesa, aa materia* primas conveni-
    entes As nos*a fabrica*, at os alimento* na occaiiao de
    urna fume horrivel, e comprehender-a-ha ainda com
    bem diliculdaile o que poda emprehendar e levar ef
    leito. desde ea poca, urna naci de Irabalhadorei.
    Podia-*a, na verdade, esperar que a populaclo fran-
    reza, destituida da crdito, dilacerada por discordias
    intestinas, empacada de guerras formidavei*, atacada
    j:i, conseguirse extrahir do solo nova* materia* prima*;
    crer essas grandet industria*, qua. urna a|soutr,
    alravessavAo os campo* e se spalharo no mundo T
    Que successo mai* exlraordinario correspnndeo nun
    ea As presuu prosas delerminacdea do* homen? O*
    exercilos e Irotas estrangpiras, concentradaa sobra a
    Franca, tinlilo ordpm de abalar Ihe a industria; mas
    o genio dasarienci* e daa aite*,regindo com urna ener-
    ga igual compMSin, desenvolveo nova* niagsss de
    produccAo indgena, maiorea, mai* econmica* do que
    asqueos haviio suspendido e, o que be ainda mais
    nolavel, etses n.e'mns. que julgavlo parabaar i no-it
    induttna, para logo se viran obrigados a adoptar o* po-
    derosos meio", que nos haviamos deacoberlo.
    Tal foia orig> mdetaea grande*progres'oinduilriaea
    qua lio desej ola em ti o tornarlo a paz universal, mal*
    activa* a* retardes inlernaeionaes, mai* impopulares a
    guerras geraes
    Knlo c m effeito, um adiniravpl concurso de appli-
    caedes uleis f rmou a base da chimica manufacturara.
    A maior de todas esaas descohertas lornou celebre o
    nome de l.eblanc, leu principal utor ; o fabrico da so
    da. subsiiluindo um novo producto commercial aos al
    calis da America edas po-tessdes heapanholas, cortuu os
    obstculos, quo ameacavio nossas branquearia*. e fa-
    brica* de vidro, de papel, de sabio e de diversos pro-
    ductos i h micos.
    A prepararan do talitro recebe forte impulso, por
    que as precitadas industrias le cederlo logo* bate al-
    calina, que acabavAu da substituir com economa ; e
    desde entio lambem nio faltou a plvora ios nossot ex-
    ercilos.
    A soda artificial era eronomira, quando o seu equi
    valente em carbonato seccu e puro se venda por 200
    Iranc"* 100 killogramma* ; boje a* nossas labricssdio-
    o a 50 trancos, a oteu producto representa annuaimeole
    30 mtlbdes de toda natural.
    Entretanto um procesao ainda mai* econmico poda-
    r em breve extrahir da agoa do mar a melado desta
    quantidado, fornecendo, alm disto, outra bate alco-
    Ima a pi.lana, <|ue aerabaure I pioporcao i|ue inci-
    nerario lavra nos bosque* da America, da Allemanba,
    da Russia e da Toscana.
    Este nolavel piorrsto, apena* inslallido entre nos,
    j' se propaga entre ta na des estrangeirai, que, recor-
    rend mesma rnpxbaurivel fonle, deverad ainda etts
    importante soivico a um cbimico Irancez
    Em 1792 o acido sulfrico era indispensavel ao fa-
    brico da soda, esta loi a causa do* felize* esbirro- dos
    sabio* a dos fabricante* para oble lo ; a tranca deu nio
    o primeiro exemplo da *ua prepararlo e;onomira em
    grande, mas lambem o signal de lodo* os aperfeic,oa
    menlos de-ta industria, que sem duvida anda nAoci gou ao seu termo, bern que urna nvenrio recente te-
    nha diminuido de dous tarcos o consumo do nitro, um
    dos seus mai* tiiipendiusot agente*.
    O rido sulfrico, cuja pmdurcAo annual pasta de 40
    unllioes (le kilogri-mmas em l'ianca. vale Itoje lmenle
    de 8 a 15 Irancoi os 1011 kilogramma*; suas applicarde
    se eileiiilem ao labrico da soda, A prepararan dos prin -
    ripaes ai-id"* commerciae* por conseguinte a quast lo-
    do* os productos chimaos alm de mullos proceisos das
    artes industnae*. A importancia do consumo dasle aci-
    do pode, por tanto, dar a tillla da industria de urna
    miran, e detxa ver porque esli este reipeito Ingle
    Ierra e a Tranca na primean pbna
    Fallava urna maten prima, indilpemivel ao fabrico
    da polvi ra e>to acido sulfrico, o ei.xolie, quando
    Franca estova degradada daa nardos Um labio fabri-
    cante, Darlit. ues, ronseguio plr- bi-lu em grande e com
    economa da pynles (sulfuricu de ferro), e os compoi-
    io* puros ou argilosut, lao abundantes no nnsso territo-
    rio, vierAo a ser a base de urna ampia pmdurcAo de ca-
    parrosa e pedra-bume. Este ultimo producto, que Li-
    ge a Roma no* forneciio, foi lambem fabricado, por
    indiraide* do* nossot hopipn* cientfico*, nio t perfei-
    eni irorn da ciada ainrlal, lalve lem boje. Pun" rainlia
    e inarlyr, a ri-ra relptP. e alm dalo, qiiem a-bu ain-
    da o fiiiur refernili. auu rae loe Ierra i*
    Kia Calberina em i-slreiii" uppriipi"a ; aasuatava-
    ae Inlvpt aimla imiia do langm-Mu de Rene, d" que da
    persialrnrin do iingurio ; p*>nio* para ella um mao
    pasan ora m-i-nviao de tri*ll|Mir affootameote m iilna^-a...
    ili.aP de lpenle a Rene. sem mai Irnusircao do qut-
    irblb" ilenoio'- doaru |.....nmpnio :
    _ r.liegrlo |.i rfoine. da Italia''
    Sim, seiibora.
    _ Maiidai-mc una raixinba driles.
    _ De qliara?
    Una ultimo que......
    Calberina proli.
    Do qua gnalata particularmente a rainba de Na-
    varra? poiipIuiii Rene.
    Jiialamrnie.
    Nlo be preriiii prppara-lm. que dita**, iPnhnra?
    |iiirqna V.magptadp sabe j fase-lo tfto bem como rn
    fiiacba? dase Calherina-, o eaao he que elle
    dio aeu rraullado.
    Mu tem V. magestade maianadaa dizer-roe? prr-
    guiiloll o pcrfoiiicirn.
    NI, nao, responden Calherina penialiv ; ao Hip-
    no nio me lembr. Se todava bolvar iinvid.uh* no -
    i ifirios, oiiiudai-iu'" diier logo. Driit-Diut Os oordei-
    ros, e exiieriiiientonius aigilliuhaa.
    lamente, mi ateom aa qualidades propria a cada orna
    desuaiapplicacdaa, e mesmo na*a ultimo grAo do pu-
    reza, que ezigem at mai delieadaa variacdeida ti o tura-
    ia. Algumae recente onovaedee se teem intrndundo
    naiti induitrii. que fornaca ennualmeoie A outrn par-
    to de seis milhde de kogram na,
    Guitn havia applicado a* prop'iedade* do chlore (eo-
    lio chamado acido muriatico oxigenado) Asanidadedo
    looaes infectados por tfertaa eminicdes morbi ns; Ber-
    ihollet imsginou a applicaijio do metmo principio ao
    branqueamento d fiua e lecidos provenientes de vego-
    tae; o nome do inwanlor tornou-*e em bre^e popular
    na* officina*. e aervio de radical i diflerente* locucdei a-
    laoviadas : dizia-se enlio- prepararo Berthollel,btr-
    tholli-ar o* oslnos, o* Oo*, ele
    0 labrico do novo agente utili*ava em parle um do*
    producto* ecundario da preparado di odi; o agido
    cblorbydrico(queechmaa entio muriatico) de que
    nojeie consomem miii de 15 milhdei de kilogramma,
    anda que te perde quni igual quanlidade.
    Durante ai guerras da repblica, tent-ui-te ainda
    preparar urna aubilancia u*eeptivel de elplodo, mai*
    forte do que a plvora, e obteve-ao urna mistura, em
    que ochlorale de polatsa (murale oxigenado) uhati-
    luia o aalilre; este producto era ful ninanle ao ponto de
    arrebentar as armas e de por em risco a vida dot solda-
    do*, que o empregavAo Mo te blese, por tanto,o fim.
    Nio foi todavia etteril a experiencia, porque Alban
    de Javelle reconheceo no liquido.em que o chlorato ha-
    via criiUlitado, a propridade de deatruir ai cne vege-
    tara, e em pouco lempo, *ob o nome de Agoa de Ja-
    vill$, que con*- rvou, este liquido preparado directa-
    mente foi em geral empregado pelo branqueadore, e
    na economa domestica.
    Esta applicarlo veio lambem a ser a origem da subs-
    tituirlo econmica e salubre dos cliloruretos decoloran-
    tes e desinfectante pelo chlore. Ella deo aitim nasci-
    menlo ao fabrico do chlorureto de cal pulverulento,
    do qual te contorne annualmente em Franca"pei lo de
    5milbdei de ki'ogiamma, que repreaenliooulro tan-
    to de hei tolilroa de rblorepuro.
    Courtoit, Iralando da apurar a soda natural de Va-
    recha pelot proceto analogot refinacAo dn sodas ar-
    uliciaes. oliteve abundante* materia* primea para aa
    noi-as fabricas de salitre. Algn* anno* depoi* 11811)
    ronseguio elle descol rir o iode, novo elemento, que
    desde enlao aformnsa a cbimica, que devia depoi*
    adquirir mai* geral celebridade e dar a pbotograpbia 4
    Franca, que lambem a dotou Aa naidea.
    Para obter oa diflerenles productoa de Varechs, em-
    pregAo-ie todo* anoo* perlo da 4 milhde* de suat
    cima*, cuja preparecio occu a durante urna estarlo
    muilo* milbare* de obreiro*. homen*. n.ulheres e me-
    ninos. Um melhoramento recente na arte riaguerriana
    dA um valor commercial ao brome, oulro elemento
    chimico alenlAo occullo no* laboratorio*, ondeo ha-
    via collocado detcoberta de um doi nossos sabios pro-
    fessore. e o brome veio augmentar o* producios tira-
    dos de Varecb.
    0 fabrico do vidro eslava estabelecido entre n cem
    annos antes da revolucio, maa t tomou urna alien-
    tan importante e progreisiva. fundada no* aperleKjoa-
    menlo* e bom mercado de seu* produelo, depoi* que
    forio em pregada ai nossa toda* arlificiaes, maia rica*
    e mrnoa diapendiosaa do que as sodas esliangetras; des-
    de entio son ente be que loi permittido o luso do* ei-
    pelh a todas aa fortuna*, e que o vidro foi emprega-
    do em tantos u*o. Foi obiervar um (orno de toda
    demolido que Vauquelin detcobriu e fez observar urna
    materia vitrificada, que oflerecia urna ed azul, compa-
    ra vel ao verde-mar.
    "Guiada por ette indicio e alguns outro* dado, a o-
    ciedade animadora da industria nacional poi a concur-
    so o problema do fabrico de**a edr, e em pouco poda a
    Franca derramar na Europa e*a nolavel detcoberta ;
    rssa cor magnifica, em outro lempo tirada com grande
    dispendio do la pie lattuli, reservadi entAo 4 palbela
    do pintor, be boje aitifialmenle produnda; oflerecro-
    do com a mesma solide/, variai-des mili rica por um
    preco dez vezes menor, presta ella o aoccorro de seu
    lirilhanle ri-flezo nio t As obras da bella artes, co-
    mo lambem ao ornato dot nosto inov.ii, daa nostat
    tinturaras dot lecido estampados, e al a pintura da
    lacladas das catas, quadros e inscripide exteriores
    Entre as creardes da industria modero citamos t
    menle as principaet fabiicas grupadas em lorno de um
    grande fabrico dependente drsse foco poderoso, que
    dia e noule aqurce e fas correr urna especie de lava
    incandescente, para logo solidificada, e inmediata-
    mente empregada sob o nome de 800a ARTiPICI U..
    Mas esle* eiemplos bailio para dar um idea dos
    serviros pr< alados pela sciencia A industria munulactu-
    nira.
    Em quanto a industria proiegue em sua carreir* lio
    am pamente abarla, a agricultura por *eu tumo corna-
    ca a sua rrvoluclo, nio impelila par urna drssas im-
    peri sa nrcestidades.que prccipilurao ot primeiro* pro-
    gnssos as manufacturas, mas por urna forca de cir-
    cunstancie man tranquilla, poim oo mem.1 impe-
    riosa.
    Ai I aanhnra, teuho bem inedu de que mudando a
    victima, mndriii" Inmlu-iu na preaagioa.
    Fase o i|iie ti- digo.
    Rene fes a ana reverencia e sahio.
    Cailo-rioa fi-ou inda por algum tpropo tPiilada o
    rmiiemplalivn: depma -rgaefr>0 o noolbeo-ae a aru
    qii.u tn de dormir, onde o paperavu a ana criada, e
    . nde ella anuiincioii para o outro dia a rumana de Mmit-
    falienll.
    Em luda aquella tarde e nuile uto e fallara ii" |ioo
    a a ridadr m-ho iipe divertiineiilii. A dama fisero
    preparar na aeal enfeile maia liisdoa, na ganli-ho-
    niriia aa snaa armaa e.corcci. O wreadara f"rh|rl
    l"j a armaieiia. a ol uri.-ioa da genlalha Hialrio qui
    p nlli iilguiia liiigupn-lrs poiip.td ,s pura boa oci-aio, a
    ri;n ilril.irpm di-ueiile iirompaiibameiit u od*ver du
    almirante.
    lluvia La Mole poasado M .ai IrialP dia do mundo, C
    e da havia .n. cedido a nuima irea ou qualro. que
    >!.. erto ittvaoa irnte. M.d'Aleiico". P' obedecer ana
    di-iejoa de Margand, havia arranjado nu teu ipaaen-
    lo, poram nao llia liavia maia apparecido. Achav-v el-
    le por lano de repente, ornan um pobro ingeilad, pri-
    vadu do. lerno. delirados piicanudore cmdadoa do
    luaa mulherea, de urna dai qnaet a lambranca Ihe orcu-
    i.ava deeonli.......i (iPiisiiiiienl". Tisera u. liria drlla
    pela i-irurg Auibr..aio Par, que o viera ver P,,,J*"
    inaudadu i maa eaaa uuliciaa, uaiiauillidaa por uui Iiu-
    *-.
    i
    1
    ILEGI>


    *
    O valor da tems augmenta, o prego das recolta* re-
    la ti ament dimioue ; he neeeiiario por tanto, que o
    (raballio lo homens encba esse intervallo, elevando a
    fucun lidade do miIo e multiplicando o valor dos produc
    (us bruto* por urna elaborarlo mais ayancada..
    Alim. as nacoet Ilustradas entre outras.em Fran-
    ja na Blgica, na Allemanha, na Inglaterra, no*
    Etados-U nidos, as ciencias cb i micas, nituraei, m-
    chanicas, correm em soccorro dos progreiiu* da agri-
    cultura.
    Todos 01 annps, desde 1832, se chamo engenhei-
    russahido da escola central das artel e manufacturas
    para seren collaboradores de nossos mais babeia fabri-
    cantes : rnachinieta, constructores, chimicos, metal-
    lurgioos consagran aeu zato e conhecimentos especiaos
    ao numerosos trabalhos e ai progresso da industria
    Uin nota ctrreira ele actualmente aberta ante elles,
    o em reunir at su.s applrcarocs agrcolas as applica
    cei mdutriaes, quetmbluom isla; do que nos de-
    ve mu felicitar pelo interesie da agrioultura e grraclo,
    que cornee*.
    Em provim artigo Unciremos rpida illa d'olhos
    sobre os primeiro sjiiptnma do grande movirnenln
    agrcola, que ae opera na Europa; esporemos depoii 01
    lacios sobre o quiei se basa a theoria actual da nu-
    tricio econmica da plantas e dos animaea ; descre-
    eremos oa processos. que se devem seguir, qur |iara
    attingir me lim. qur para augmentar o valor das re
    eolias pela sua transformadlo em productos manufactu
    rodos,
    Esperamos, que conseguiremos faier assim compre-
    hender.jjjue be na umio das duas grandes fontei di
    lortuna publ.ca. e nao no mu antagonismo, que se
    sebao scu mais hsongeiio luluro.
    Patbh
    (Prut*).
    Variedades.
    Uf UV0S~, q VALOR EC'NomCO B STJA CoNSBR-
    Vacao.
    Al donas de can apr< cito perfeitamente o valor dos
    noe labem bellamente tirar delles partido. Em noi
    sos dial, em que o lulo da cozioha lomou urna grande
    eilensio. o ovoi formlu urna parle cooslituinta de
    um' porco de iguarias.
    Aquantidade d'ovoi. que pSem as gallinbas, be quasi
    incrivel; e os rendimentos, que este artigo, insignifi-
    cante na apparencia, pode proporcionar a um paiz, nao
    o lio menos.
    A eilaliilica do commercio de Franca indira para
    182 uma exportado de ovos, que monta a 8:396 377
    francoi. Pasm consom annuelmenle 101:169.400
    ovos, ou 115 5/8 por cabega. Segundo destai estatii-
    tioas, asgallinbadslodaa Franca pem para maia de
    7 mil milliei d'ovos Estas summai demonilrao a
    importancia d> ave domestica, amm como oa grandes
    recursos, que offereceeile ran.o de economa rural.
    Segundo ai leii da nalureza, a gallinba pe leus
    ovos na primavera e no esli Porm, como elle cooi-
    liluem um prrducto suhjeilo a deleriorar-ie, e que os
    ovos lio tanibem empregadoi nal oulrai eitacoei, teem
    le proposto diversos processo proprios a conserva- los
    Quando os ovos lio destinados ao choco, he neres
    lirio antes d ludo distinguir o seu sexo. Osmecbos
    formio um ovil mais alongado do que as femeai ; o
    diam- tro transversal dos primeiros he menoi : o lon-
    gitudinil, ao contrario, he maii consideravel. Sio
    timbem mais pontudos, e sua luperlirie, os exlrem-
    dadei. hecelluiosa ou desigual. Os len.eas lio mais
    largos, mais curtos, arredondado! as eilremidades,
    que epresentlo mais uniforroidade ; a caica be quati
    toda lua e polida.
    Segundo esle dados, eieolher-iehio oiovoi. que
    le quer deitar, conloio.e driejar-ie ler gallos ou galli-
    nbas.
    Emittio le ainda a ideia que o ovoi deilinadoi a
    ser ch cadoi nio le podiio ireniporlar em vehculo
    qualquer. ma* qudenlo ser transios as estas de um
    bomem. Os laclo deitruirio este erro, doutor
    Gloger. de Hresliu, leodo receb.do de Franca 80 Oo*
    de perdiz, fel-oi chocar por gallmhs e obleve 70 l-
    Ihou-s. Estes ovos tinhio sido cuidadosamente envol-
    vidos em palhai de faijao.
    Um ovo Iresoo sillo contri a claridade be lmpido e
    ligeramente trimparenle si quando ie o collora
    pertu do fogo; o que esta deteriorado he tu. vo e nio
    la. ,
    Para a comervicio lerve-ie doi ovos postoi de trei-
    co. e antei de tudo, be indUpensavel awegurar-se de
    lua boa quahdade.
    A transparencia do ovo, combinada com u peso ei-
    prcilico, beummeioque. lem ser inleiraniente terlo,
    oderece todava a inaior garanta
    Se um ovo meltido em um vaso, que conlm agoa.
    vai ao fundo, be bom ; he mao ao contraiiu quando
    bia.
    Na cmemelo dos ovos, nio te atiende lenio a
    um principio, preserval-os do contacto do ar almoi-
    pherico. A casca he porosa, o ar a atravessa, iiue-*e
    nieiudecini-em iiu. que ignorara u Sngia ignorar
    ntoraaya |ue L M.'o tinta sta sn......itftuwm que
    ae retento Mr id era........I" incmplela, n.iiilii
    m.n Ajlenles. Ilr que tiH"'">e viera um re,
    en. cu iirupri ".....c bem ruimdid, saber ajstese* d..
    fer.do; e que rM i.ila fuera eHVilo .le um ra de
    ,l ni. c.|.l...uc. que L Mel que fiera un. do-
    lumbiad, c.perir .eiupre um egim.la appanCio i
    ..... .1, i.|iear de se miserean paudu ja de di.,
    i.a.. viera
    Por i., quando cbegmi a oonvalearenae a noticia
    deala eaplei.Jidu reuna., de tod a corle par o di c-
    u.ule, miid..u elle pedir a M. d'Alencon a greca de -
    r..iii|'i'l'a-lo.
    O duque i... in.lgu mesmo, se L M >Ie eslava cni
    e.tud de ppriur e.la f.dig, e soruei.le rean-nd.:
    __ Mmt l.eiu! dein-llie um dos nieus eavalloa.
    fcr quanl I- M.le deja; niesire A.br...i.. H.re
    tai rumo de co.lume prcura-lu L Mul cip..i-lhc
    ucee.i.lude en. que ae acbav de iiniiilar a cavollo, e
    pednll.e que pote.ac niuior cuidad ns a|.poal"a. .A
    leriiliia atavio j fechada, tanto d l'eit" eini d
    huiubr | sua esta anda llie do.. Ambaa e.lnva v>r-
    ,,,, |i.h......i.,, r.n.ve... ornea m vi do aerar. Melre
    An.br.iai Har ubri-na de miel encerad, sMt|artla
    eiu-ca luuil em v ga |>r le oaaoa, e pruHMSllrai i L"
    M"le, que na Iiavrnu nuvnlade, rom Inul.. que elle n
    fiesse muitua uiuviiueulua na exuuraiu, que i taser.
    em contacto com o liquido, que lia encerr ; tal be a
    primeira condico da putrefaccio.
    Os ovoi. que socomprSo no mercado, contm sem
    pre ar. Elles re resulta urna especie de vali, que o ar stM.ospberiro,
    pel comprestio, que exeroe sobre tua luperieie ex-
    terna, nio tarda a oocupar. Para expedir esto ar,
    pmpi-se mergulhar o ovo por espado de 30 minutos
    ero agua n'uma tonperatura de 5 grsos Reaumur
    enxugal o o dnpois, cobril-o com urna carnada im-
    permeavel, ecollocal-o, sobre urna de suas extremida-
    des, em lerragein de maJeira, cinta, areia fina e
    ecca, &e.
    Os ovos destinados i ler deiUdoi nio podem psi por nenbumn dettn operaedas; he preciso conser-
    vados em lugsrea Irescos, cuja temperatura nio exce
    da a 10 graos Reaumur.
    Expondo ovoi pnstns sobre sua base i urna eorrente
    de ar, seu conte lo lecci ins-nsivelmenle sem sof-
    frer a putrefaccio. e, antes de fater-ie uo d'elles,
    mette-se-oi n'agoa, ondp elle* turnio sua liquide! pri-
    mitiva.
    Envolvem-se os ovo, aos quies se .leieja faier pli-
    sar o invern, em materias leves n mecas, taes como
    as cin'is, a palba miada, sem-ntei teccai. como as
    .lo inilho, as do trigo, &c. Ai rumio se por carnadas,
    demaneira que um ov nio toiiue o ouiru, e as-im
    prepara-se a supportar u transporte lem que baja acci
    dente a temer.
    Reaumur tinha proposto cubrir a casca do ovo de
    um corpo gor.luroso, outros querem que se a envolv
    em Urna massa de gesso ou do cal. Hi quem prefir
    urna carnada de cera. Todos estes processos cunluiem
    a um resultado final, a obturacio dos poros da cisca.
    Um Inglez, chamado Jayner, obteve" um privilegio
    pelo meio seguime : mistura le urna parle de cal re-
    cntenteme enlraqueci.la em dual parles de sal e urna
    pequea de de argamassa : dissolve-se o todo em urna
    grande quanOdade d'agoa, e ah meltein-se o ovs.
    Uita maneira te coniervinio pelo eipaco de doua
    annoi.
    O melbodo, que, lobre todoi o oulroi, merece a
    preferencia, consiste em cobrir a casca comuma carnada
    de gnu.na arbica, urecobri-la au depuii com pode
    rarvio de madeira, que, sendo um dos peiores conduc-
    lore do calrico, preserva os ovos das variaces da
    temperatura; a gomma tira-se fcilmente pela lava
    gem.
    Qualquer que leja emfirn o proceiio, ao qual le d
    preferncia. o ovoi perdem rpidamente luai proprie-
    dades de incubacio.
    He ainda necessario desembarcar pel lavagem a
    cisca doi ovos doi escrementos, de que podara estar
    suja.
    Se se desoja larer entrar o ovos as provises das
    equipagens de marinba, quebrio-ie, e recebe-se o
    que elles contm em um prato pojeo fundo, onde mis-
    tura se eiaclainenle a clara o a gemma, ajunla-se um
    pouco de sal ou de assucar, e fi se leecar a massa a
    urna temperatura, que nio exceda a *0 graos; reduz-se
    a materia secca a p, e couierva-ie em fmcos herm-
    ticamente fechado.
    Para o uso, dmolve-ie este p em Uei ou qualro
    parte de agoa.
    A alinenlecio dal gallinbas influe singularmente
    na qualida'de dos ovos. Asaim os vegelaes verde dan
    i gemma urna eflr mais carregada. Certos insectos,
    taes como os beiuuroi, conimunicio-lhei um gosto de-
    sagradase!.
    ( J. C. U. )
    MODO SIMPLE DE HEMOtBR DOS PANNoa AS >"D"A8 DE
    GORDURA.
    Combrem-se asmancbas com urna carnada bastante
    e^pesia de gemma d'ovo ; deixa-sea seresr em um lu
    gar bem rrjsd.< : quando tiver endurecido descasca-se
    . acotando, e depois lava-se o lugar com agoa quenle.
    METH.'Dll PARA DEC BRIR 01 Fl- 8 DE AlG' DAfl NOI TE
    CID S DE I.IMI-'.
    Tome-se urna pollegada quadrada do linho que se
    quer examinar, e lance se em um vaso de porcellanea.
    ou praia onde se conlenba urna mistura de parles
    igui'Sde by.irolo de polaa>a ede agoa em alto grao
    de fervora Depon de deixa-la por dous minutos, re-
    tire se do vaso com um tubo de vidro e, aem pana- la
    previamente pela agoa comprima-ie hrandaov nte
    dentro de urna lolha de papel paido nio muilo grosno
    Uepois separem-Se para cada lado oito ou del los, que
    lugo lera patente quaei n de algodio e queei ni de
    linho. Osqueapresenloiem umac' de amarello l.n
    ibaiile sio de algqulo. He evidente que a fecili-
    dade ueste piocesso o |5eao alcance de todos; porm
    cumpre advertir que elle seryiri lmenle para os te.
    eidos brincos e nio de outra cor.
    feriJ prinoipinu a correr o langue copiosamente
    que o podeiie eu vedar mesm empregsndo a cauterila
    ci pelo nitrato Je prata. Pur caso, porm, lovantarvdn
    ambo os bragoi para alcancar nma cousa, vi com gcan-
    desorpre/a, queosan xpone6cia o em todas ellas parava a uarnu/rhagia .
    |uandu ergua os bracos, a prosegu quan lo o abai
    xav. Finalmente, conseryand >-os levantados por Jous
    minutos, formou-se um crusl plstic, que lorinmou
    hnmorrliagia. O autor refqie aindi Q caso *e
    guinte Abril, 1811). Um lmp-clvnini, de
    idalede H annos tinha i per li lo aeia onoaa de in
    KUe pela veola direita eo san fitlevantar a cabeca o eolio con o dedo poll.-gar d
    io esquerda comprim o lugr donde mjnava o iin -
    je, fa-enlo-o levantar psrpendicularmenle u braco
    correspondente : a hernorrhigia cenou em de/ le-
    gundos.
    remed cintra a hf.m rrhagia d naris.
    O doutor ^eKller leAngen, publuou um novo
    melliodode estancar o langue de nariz, Em-aqui como
    o descubri o lia alguna annos, que, estando a bar-
    beer-me corlei-uie abaixo ao nariz. 1). sla pequea
    EITATITICA DA P''PI'L{A1 JUDAICA.
    A estilstica da populacilo judaice ne um das cir-
    cumtancis singulares de-te p..vo singulaiissimo. Pou
    co mai excedera de tre millid-ao nuin-ro dos Jaleo
    entrado! do deierlo n Paleslina; hoje. porm segun-
    do eitalistcas allemi i, que io repuli exacta, o seu
    numero ainda nio excede ao que cortamente fo n
    lempo de Xtoyss bebise dntribiido na lorm e-
    gumte: na Eun.pi, 1.9I0.0J0; na An. 7 .8 000 :
    na frica S0V 01)!) na America 5,700 forman-
    do o lutal 3,153 700.
    Kntraanlo s Judeos omegio a solTrer na Europa
    agora as meiinas perseguid que tanta vze se tenm
    renovado contra ella*. N Wailacbia o Moldavia t -
    mio-ie hoje meJida operlada* contra o leu augmento.
    Organisou-se urna hla daquelles, que nio podem pro-
    var quaes os seu meioi de subsistencia, a lie de trans-
    porta-los par ra das fronleiral.
    Uii.menlo porordein do imperador Nicolao .
    tem-ie procedido hulleramente contra elle* ni L.tbui
    nia. O Cowrier f/aioirs*/ di qu. em confonn.di-
    dede uA teirada Lilhuania( cercu de 150 mil almas) fui trani-
    poriada para 12 legoa lora da. fronteirai e entregue i
    brutalidade da polica durante o rigores do invern
    esem distinccao de lexos idides ou condic,.)i. O
    meimo le lem pralicado com us demi'S Judeos que
    eiistem as rirrumv/inbsncas dos dominios du ioipi
    rador. Kefermdoa desgraga da poicio deles inlel
    /ei o jornal allirina que e*le pi oced.menlo naice
    das iupeitai do que os Judeos le dedicio ao contrabn
    do. eaccreicenta e asiim, em vez de pumr-ie oa
    criminosos inflinge-se um castigo brbaro a lodos os
    Israelita!. Maiemlim, tal be a -miada do Salmana-
    sar ou Nabuchodonosor da Ruisia.
    Urna carta publicada no 7'inni reclama a interferen-
    cia no leguint"i lemos Sacrificando um principio
    a fim de proteger urna nc opprimida a Europa in-
    tervalo em favor dos Gregos contra os algoze, que os
    acabrunbavio. EnlretanW apresenta-se agora um essu,
    em que a interferencia he nio menos urgente. Fica-
    16 ai potenciichrUliaina inaegio e no ulencio em
    preienca de tae horrores ?
    t Minerva Rrcuiltenie )
    AS AMAZONAS DE BANTAM.
    Al lestulnte pa-lieularidades lazem lenta honra a
    espritu governamental e sociavel .1 s muihere, que
    con. praier as tradatlmni du Reeista de Parii:
    Na Iba de Java, entre u cidade de atavia e a de Sa
    ramango, le eslende o reino de fantam que, nio obs-
    tar, te a Influencia da Hollan la, forma um estado parti-
    cular, com principe e governo independenles. E te
    psi, lem ser de grande Importancia he rico e Oores-
    renle. e acha-ie. ha muitos annos. administrado e de-
    lendido por mulheres, que ah manteem peifeila ord-ro.
    Um principe oceupa o thruno sb o li'ulu de sulla
    Tr. l uiulheie.. 1 rmio o seu coircelho superior, e com
    elle diilgem m neg. eos do palt ; todos osouiroi em-
    pregos >io Igualmente pnei.chidi s por mulheres. O
    bon.ens iu nicamente dedicad aos trabalhol da
    agiicullura, do commerco e da industria O pequeo
    ene cito do paz conipe-se de ainaunas adestradas
    desde a idid de dei annoi, no olllcio das ar as : a
    euarda particular do su.lio conten duzenlol mulheres.
    q..es*o lio Oruies i cavado, como a melhores tropa
    oa Europa, e que represenUo a flor das loicas militares
    do reino.
    Consisten) ai luis armai em urna pequea lance,
    que mam jau com a mi dirella. En outr lempo Ira-
    nao arco e trechas ; lol alm uue lord Macarlney as
    i nc o.foo aimadas, quando visilou o seu soberano em
    |7'J ; ii.as lio|e. o carcas fot substituido por um pe-
    queo mosquete, que ellas traem em baiidoleira, e
    d. SCarrrgio, a galope, com uiuu r>6 linio, eiico.stundo o
    couce ao liurnt.ro direlto. O governo do paii corres-
    ponde reates curiosos coslumei. poder supremo be
    hereditario de vario em vali por ordem de primuge
    mura. No cr.meco do reinado, as amatorias desig"&
    ao principe aquellas de suas companheiras que ainda
    nio pausara doi dealeis annoi, a Hm de que elle ea-
    colha u'entie esas a que dee ler o lilul de raii.he.
    Pasudos tres anuos de caiamtnlo, le a tullana nio
    ion. Iillios, ou se s der i lu meninas, o principe pode
    escolber entre as amaiouas outra uiulber, lio legitima
    Estuv La Mole que nao Cabr em si de |egri fo-
    r una certa traquea, ..........I pe p^rda di (augue,
    mu ligeir lordiiienlu de vei em quaud, pruixdenle
    .1 iiieaili cana, >< nll-e bui. Aleui dial, Marg.irnla
    fali aeni dnvid.i pune d i'vlg*d, c quando ae rile
    leo.brava do beiu, que Ibe liana leu n preaeuc dn Oil-
    nue, ti piilll.arui llovida a lliull.....uior eflicucia d
    de ana em.
    Einnreguii, pon. L Mole un parle do dinlii'iro, que
    roncera ile ana ca, rm comprar mina l.ell giban de
    rll.n branc, e o mala neo bordailo du eajM.le, que I lu-
    pode alcIM>ar u altamie da ni.ida ; qual lile fniiieie,.
    i.iinbi in boiasde emir perfuniud, que vuUu ae uaavA...
    Coni Ibe trn.ii r.aelll lud, pe I.....ba, inci hura de-
    inia d.i que elle l.avni deaignado, rpi.l veali.i-BH, vio-
    le i. ep. Ibo, c aiboo-ae auleienleiueiile Uem trujad,
    pruteud, perfiiiuudiii eiuii.n uraegur.iu-ae pi.r alguui
    vullaa unu de mi qnarlo, que atura lguma dore ua-
    aas aguda, ventura moral liiipurr silencio aos incoin-
    iiio'Iii pbyaic.is.
    Eiuq .un cata seen se psva no Louvre, outr dn
    me.ni.. gener linha lugar no palacio de Guioe. ti ni all.
    geiiiilliouiein de pello ruis exuuiioava unte mu eapelli..
    irnia liblr uverinell.a.la que f. .a llie nlraveaaavu o ru.
    I i iiiniavu e |it'uiuiiv aeu bigmle, e au uieaiu leiu-
    p cien.lia abru u mal.veuluraila nao, que deapeiu
    de ludo uattuaiutrlicu nquellf teinp iia.ulos, MoU-
    tiuava a prcsiilar-e atenda, diwiuu uos, uuia iri-
    como a primeira, maqon nio pode pretender o titulo
    de saltana. .. .
    Se o soberano em a morrer sem deinr puterldide
    maieulma. as cem amasooa* mais mMeai *e reooem o
    ncolhem d'eotre o lllhosda iua c vmpanhelras qul-
    le. que repuli mala diga de uoceder ao sulli > Ha
    acclainadj eolio o novo principe, e todoi ibe obe-
    decen.
    A capital eiti iltuada em ua dm luarei mal* ou-
    torecoi da ilh. no meio de um frtil planicie, povoa-
    d de verde arvored ; eila le cr mp8 de om ra lon-
    ga eespc .si. b .rd.ds de grande numero de habitacoes
    campestres do mal! agradavel aspecto. No meto ds ci-
    dade ib levanta i duas altase bem armad is fortaleias:
    urna deltas, chamada o forte d Diamante, abrange o
    palacio do sullio. ediloio ampio e cummodo, ooda^aa
    amaiuoai pdenlo sustentar um cerco.
    Toda aa mulberes sio melgas e bospitalelm. Qaan-
    do no paii le aprsenla um estrangeiro de dlitinccao,
    be recebido no palacio do lultio cjn ai malore bonrai.
    tima mulher, que lem as honras e preenche ai funecoes
    de camarilla, he encarregad* de r, tratar e prover a to-
    das ai suas necessidades. Em 43 o governador de
    Batavla envlou aoioberano de Bmtam um deputacao
    compoltasle tres pesaoas, para diioutir com elle certo
    intereses M Van Hoy*en, homem serlo e reipeila-
    "el, que era o chele desia mi*ito, Ocju encantado do
    acolhirnenlo. que recebeo oa corte do sullio. Tnt-
    .io-o a elle e aoi mus compniheiroi com atltencoei e
    cuidadoi os mais dolrcido ; para o s um lorio oomeadas duas rapariga. Qiaodo M. Van
    Uuysen quii retirarle, leve de resistir As mal Instantes
    aonclacoes Bmllm. c jmo julgasse necessario ollar &
    Bataie, ful despedir-so do sultio. Uouve om luto ge-
    ral na corte.
    Aos viajantes d-se urna escolta de vlnte amatonas,
    liradas d'eotre as mais mogas e mais bellas. Antes de
    denar o embaixador e eu squito, a escolta fjrmou
    um circulo em redor de M. Van Huyseo, todas ai ama-
    tonas pagarn com a mi i direita noi mosquete!, e flie-
    rio logo em aignal d > ade >s.
    reino da Bintam f i p >r multo lempo rico e pode-
    r sj ; boj i,'anda que flureicenle e bem cultivado, nio
    lem importancia pdilica ; e se us Hjllande.ei n uio
    teem a poder.-d delle inwlra ment, procede Isso lem
    duvida da eslima, q je teem ao lulll). qie paga exac-
    tamente os sjus tributo, e ponclual dese.iipjoha todas
    a suas obrigagOa; o tainbem da ordern, que esse
    pnocipe lem sabido manter nu palt, com o concuo
    jas Amazonas de Java.
    mas como a ap-
    una i.lei : mu
    ulier i'Aiua.lu de lvararle e veimcllii
    MieaOt" IT i.....Hilenle. .....Uir/eu-li
    id uidoiile, al de ag.l,dar.lej.iva na aeu ra no pa-
    l; deceo ille, e pos a cara au aol c.nu oa iillma Fe-
    (luidna, vasaiiu pas.enu un dn n.inntu e|..nd..-9e
    vulunuri a eaaa chama de orador, que por lorrenie.
    e..i.ia dn co.
    N hiu dee teini.o, gragaaau aul, eonaegiiio oaeulil-
    hmeiu ler malo ti v. r.i.idi. que j e.u c.....paraca
    H lllira veriln lira paicei ...liaiell.. iNeiu por laau .e moa-
    iri.o elle nien sallafeiln derle areu-in, que ueeom-
    iuoiIi.u Oi.iii pode eOUI o demais d eara, gruya u
    nina euiini.ta de v. rmellia, que Ibe enlendo por lima
    depi do que euverg.iii uu. inuj>iiihc ealisto, qe um
    alta.ale, nle que elle li.i-.ir a lembralica de n uiainlur
    eli.uiinr. llie depunlr u qunrlo. .Wiiu appurelli..d.
    Iini. urad, armad do pe eabeoa, desee neguu
    ves ao plen, o pui-se utt'agar mu grande eavall |>re-
    la, unja lielles arria aeiu igual, ae uio tura SU lalliu,
    que a imilgo do de seu mo, Ibe b.rvi fimo eui mu
    da ulliiuaa ijuli.ll.ua 01 M uiu aubr- de Reir.
    biiirulaolu, e.ieanl.il do e eavallo. ooiuo ealnvu
    .le .1 rtli ui, "'le geiiiilhiinieiu, q .e lia leiloie
    lea p..rc.TI ree-iilieeido, e.lnia ni-nlailo mu qnai lo
    d'ln.ru nle que lda oaiiiaia. e te re...ir o pule d
    ,.al..ii de uiae cnu o reliucb d ei.ru. I, qe
    reap Bata, a pr|irca.. que elle o i dmudo cuino
    dtoAu proiiuiiuiadu em lodo u ln. O cllo ooiu-
    CMMEiClO
    Ali-aiidega.
    Rindimbnto dd di 1 i................9:932*993
    Desaarrega huj 27.
    Paticbo Tenuemercadura*.
    Consulado.
    bbndihbnto do da 23.
    Geral...........................
    Provincial....................'
    Diversas provincial.................
    2:712*8*0
    1:093*407
    90**68
    3:896*715
    Uo.iJjenlo lu l*urli>.
    Navio entrado no dia 24
    Montevideo ; 28 das, brigne linsmarquei Incantavel,
    de 150 tonelada, capilio K Vop, equipagem 10,
    em latro ; a Hotb e lledolaik.
    Navio sahido no meemo da.
    Maranhio ; polaca heapanhula Alhenai, capillo Mi-
    guel Cad, em lastro.
    Xaviot enlradoe no dia 25
    llamburgo; 48 dis, barca dinama.quei Preciosa.de
    i!3( tonelada, capilio J. F Kiar, equipagem 12,
    carga luZenda ; a N. O. Ilieler & Cuin,.anbia. Fai-
    sageiro. Bu.kerol.r, Fiederuk Nel. W.lliam 1 heo-
    iloia Kolmergnr. Allemie*.
    Terra -Nova ; 30 da. Iir.iue inglet tynth tonelada, capitao W. Uodroorihy. equipagem 13,
    carga ba.all.io ; a Jame Cr-blree & Companhia.
    l'ar..brba ; 4 das, sumaca brasileiia S.-Renedicto, de
    41 toneladas,capilio.Joaqun. Jos da Silveira, equi-
    pagem 4. em lanlro ; ao capillo.
    Asi; 15 d.i. br.gue braiileiro F.el. de 200 tonela-
    das, cap.lio Manuel Marcianno Ferre.r. equipa-
    em13. carga lal; a Firmino Jos le. da Roza &
    Irrniio.
    S'atioi lahidoi no meemo da.
    SanU Calharina ; brigue braiileiro Ampkitrile, capi-
    li> Manuel Duarte e S.l. carga vario* genero*.
    Philadelpbi ; barca americana Globe, capitiu Nico-
    la Esling, carga asiucar. Paiiageiro, Daniel W.
    Bcucher. Americano.
    Haba ; patacbu brai.leiro Venus, capillo Jlo Anto-
    nio de Sou-a, carga varioi genere. Pa*gerro,
    Antonio da Silva Lu|e. Caelano de Freita, Anto-
    nio Jos Sore, Purtugueici; Nicolao Joi Gren-
    cheux, Suisso.
    1S_-
    i.lel.nienie .Imnadu leeonheceo pela au docilidade e o-
    L,,|......... legtima .loiuiouc sin seo c..alleir..; rn.iia
    .i.iur.a nio buvia a.lu gaulia em bulla, e et bulha
    j-ra i-l.ea oque enlava no.ao gei.lilliumem) haia
    , li.uiado .. j .mil um dama, que nu dumador de
    ralla lauduu profindamenle, o que Ibe sorno da ma-
    uer mu. gradavel.
    Cine nnnni. depei mandn madama de Nevera cna-
    im.r eu inl. ndeule.
    _ Dea.....lomeo enmo nonvinh ao ir. ounde Att-
    llb.l de C canil? |.erg..lllu ella.
    Siui, cnhr, re,ii>iidei) o intendente; o ate co-
    meo elle e.ta manilla com melbor appelilo que de ooa-
    tuine.
    Ki-i lie.n, dase a duquc.
    cpui vltnd-ae para o seu primern gentilhnraem:
    M. d'Argaon, partam! paia o Louvre, e peiju-
    vu, quo lenha.s IU bre u Sr. amida Annlb.al do
    C.e.unu. porque e.ia fend, e por cun.eguinle inda
    fraen-, pr nada aljate mundo quero, que Ibo aconte-
    c.lgu.ndegra9.. l.i fa.i. rir huguenute, quo
    le l. em mi vo.Ua.le dei.oi de.. bemaveulurada nono
    de S B..r.hlo.e.
    K ii.....!.!^ p r ...a ez c.allo, madama de Nevera
    ,.0,1. n.Ja radio. paraoL-uvre, onde era a reumio
    geral.
    (Ciiiuar--*a,)
    VEL
    U-i


    4
    Cotinguiba ; sumaca braiileira Laurentna capillo
    Francisco d Cunln Lopes, em taatro. Paisageiro,
    Jos Das Pereira do IVIaltui.
    yuv.o entrado nn dia 26.
    Genova por Malaga; 45 diai. tra/endo do ultimo porto
    32diui, barca annia .-///orno /.. de 196 toneladas,
    capilSo Ralael Boznno, equipig"in 13, carg *-
    nho, afile, passas, frutal e mai genero* do pas ;
    to capillo.
    /Vacos saludos no mesmo da
    Val Paraiio ; barca inuleza Monarch, capillo Jade
    Le tfestorier, cary.a assucar.
    Rio-de-Janeiro ; brigue brasileiro Bom Jtiui, capillo
    Pedro Jote de Salle*, carga sola e mais gneros do
    paiz. Passageirol, Francisco de Paubi Dial Fer-
    nandos, Vlonoel de Souza Braga, Brasileos, e 18
    escravos a entregar.
    Editat s.
    - O Illm. Sr inspector da thosou'aria das rendas
    provinciaes inunda la/er publico que, eni virtude da
    tirili'in d i Kxni. Sr presidente da provincia, del7 coiri'nte rao pela lerreira vez A praca, para serrn
    ir minutadas a quena por mono* fizer, as uliras das ca-
    dinas da eid.de ile Guiann. e da villa do llrc|o, as des-
    ts orea la* em G:418j337 reis e as d'aquella em
    7:903 i 392 rs.
    Os licitante!, devidarnenle habilitados. devurAO com-
    parecer na sala das sesses da tliesouraria no da 9 de
    Janeiro prximo futuro, ao ineio da.
    Secretaria da thesnuraria das rendas pr vinci'S de
    Pcrnambuco 18 de dezembro de 1845.
    O secretario ,
    .uizda Cosa Porlocarreiro.
    = O IIIni. Sr. inspector da thesouraria ds rendas
    provinciaes manda fazer publico, que, cw cumprirnen-
    l) ile ordem do Kxm. Sur. |iresidente da .provincia ,
    desta dala ira novamenle & praca no uia ,10 do cor-
    rente ao iiieio da para ser impr t'-rivolinant ar-
    lematada por lenipo de 9 meze* a rontir do primeiro
    de Janeiro A 30 den-lembro de 1846 a laxada bar-
    reira da ponte do Casanga pelo proco annual de
    1:500.000 rs ja olfeiecnlo
    Os licitantes, ilevidamenle habilitados, compareci na
    sala das sesiio da me-.ni i tnesuuraria no di* e hora in-
    dicadas.
    Secretaria da tbesouraria das rendas provinciaes de
    Pcrnambuco 24 de dezembro de 1815
    O secretario ,
    Luiz da Colla Porlocarreiro.
    Dei laragoes.
    AVISO IMPOHT VNTR AiiS COLLECTAD0S.
    O ailiiiinislrador da mesa da rerehedoria das rendas
    geraes internas, tomlo p >r niuitas vetes rnnuncisdo
    pelos Diarioi, convidando aos collectados do baiiro do
    Recile, Santo Antonio. HoaVista, e Afogados para
    virein pagar a taza de escravos, imposto do banco,
    legos o carrinhus, dcima de irlo mora, ninxu m
    tein comparecido para pagar, resultando desta omissio
    de>pezs e incommodos para os colleclados; e por isso
    pela ultima vez annuncia.convidando a todos para virem
    pagar, pena do Se proceder a executivo em Janeiro
    prximo vindouro: e para que clieguc a nolcia a todos,
    faco o prsenlo annu'ncio. Beceuedona, 15 de de-
    zembro de 1815.
    Francisco Xavier Cavalcanti de .ilbuqucrque.
    iVisos in;jri(imos.
    Pira o Ido -de Janeiro sabirA com muita hre-
    vidtde o muiio veleiro patacho brasileiro S. -Jos-
    Americano : quom no momio quier carregar ramal
    tere-cravosa fr>-le ou ir de passagem cnlend>-se
    com Gaudino Ago^tinho de Barros, na ra da Cruz ,
    n. 66, ou com o capillo a bordo.
    = Vende-se o muilo veleir > hiato americano Al-
    mira de lote de 91 toneladas, forrado e cavilhado de
    cobre prompto a seguir viagem para qualquer porto :
    a tratar com Malheus Austins & Companhia, na ra da
    Altandega n 36.
    % visos diversos.
    Multo boas fostas, Sr Intrpido A lamilla Ce
    volcanti semp-c estove la-nta do vetazo Villela ; mas
    h"Je, pr sua desgraca, o ni osti ; pnis que o grande
    Intrpido 'vire xersa be casado com urna senhora des-
    sa lamilla, e por cnnseuuinte os seus Albos, que ha de
    conservar o sobrenome do pal, Cevalcanlls, como si
    inisturarA6 ese o tal reino cuna dli<>. Nao he
    esta desgraca, que me cabe lamentar mas slui lamber
    a deque o Sr Intrpido, que ouli'oia alaideou do pu
    der dessa familia, a que perlence sua mulher. como
    que para follar se As accusacei. que se ilu- laiiio. e
    mostrar, que de eliium crdito era digno na socledade.
    seja agora o prlmeiio A cubri-la de baldes e calum-
    nia la ; o mais empei.bado en qu-re-la fi/er passar
    como nao ti flutnte, e o que mais se esgainca em uegai
    os nobres troncos, de que ella desrenite. Ainrla volta-
    r, se assim julgar necessarlo, O Cavalcanti.
    = Precisa-su de um bo n amassadoi, que venda de
    oito de/, patacas de po, e tambeni se Ihe dar bom
    ordenado : no Corredor-do-Bispo. n. 8.
    Hebrard no bouquim francs, ra Nova, n 69
    lem a honra de avisar, que pulo ultimo navio, chegado
    de Franca, recebeo um bello sortimerilo de conservas,
    como sardinbas. ervilhas, linguifas, galinboUs peque-
    as, codornizes, eoutraa. Tambem tem vinbo de Kor
    deaux em quartolas, em garrafal, dilo Saint-Julien
    Boussillon em canas licor superlino, cognac de Kran
    es muilo velho.verdadeiro mataschino de Zara.absinlh.
    Kircli da Suissa, azeile superlino do Sr. Plsgnol de
    Marseille agoe de flor de laranja, azeitona, cape
    ria e nutras couiai No mesmo botiqun ba deposi-
    to de chocolate de Marsnbio, e charutos da Babia, tu-
    llo por preco commodo.
    RAP DE GASSE.
    Slocbegadaa a e>le deposito, ra da Cruz. n. 38, as
    qualidades de rap seguinles: prineeza fino, dito
    ineio groaso, dilo grnsso e principe o mais Iretco e su-
    perior, que he possivel sor.
    Aluga se una cata terrea na ra dos Pescadores
    desta cidade, o. 6: a tiatar na ra da Roda. n. '23.
    = Aluga-se urna casi terrea na ra Bella com
    duas salas 3 quarlrn connlm fra quintal e cacim-
    ba : a tratar na ra do C llegio n 16, segundo an-
    dar.
    Precisa-se siherqurm seja e onde assiste o Snr.
    Jos Joaijuim de Mene/es que esleve em Tambuata
    em 1832, pira negocio, que Ihe be de muilo intcn-ise:
    annuncie *o.a inorada.
    Preciai-ae d>-um 'eitor, que ssiba enchertar e
    Iratar de hortalica : a tratar na Magdalena estrada
    que vai para a Tono aitio, o. 78 da viuva do duu-
    tor lliito.
    Aluga-se um preto aapateiro que lambem he
    bom servente de cozinlia no que be mudo aiseiado e
    fiel; nesta tjpographia.
    O abaizo assignsdo laz publico que de leu po-
    der ib desencaminhou a primeira via de urna lettra
    da quantia de 300,000 rs., laceada por Antonio Pereira
    Espinbeira & Companhia, da ci lade da Babia, em data
    nc 24 do novembro do corrento armo. A 15 dias preci-
    sos sobre o Sr. Jo> Marcellino da Boza, a qual ti-
    uha sido aceita pelo dito Sr. Bo/.a, no da 10 do cor
    ente mez de dezembro e foi perdida no da 24 du
    rorrrnle na oceasilo, em quu se ia recebar, para cu-
    jo fin levava o endono em bramo ; por isio rogase a
    qtieui a achou de levar a ra da Cadeia do Becife,
    luja de ferragens do Sr. Jote Dias da Silva, quesera
    gratilic.'.do : acliando-se ja prevenido o acceitante para
    nSo pagar tenio ao abaixu assignado. Antonio Car-
    los b'trrtira .Sonre.
    A as indeforimento que leve a pelicio demonstrada no
    Diano de 21 de dezembro convida aos Srs. agricul-
    tores em geral suui agentes nesta praca ou outras
    quaesquer possoai, a quem interessar possa o commer-
    co de us-uiar em caixas para se rt-umrem no dia 8
    lo Janeiro prximo futuro ao meiodia em ponto na
    sala da associac,8o comuiercial, a fin de so lomar al-
    guma deliberoclo, que pos a remediar os inconvenien
    les, que se senteni com a falla da enliga iospeicio,
    O secretario, Jote Jtronymo Munteiro.
    O* Srs. Mnorl bonicio Funt- nelle e Jos de
    Alenla Martins Costa queirao tira ra do Jogu-da-
    liol.i em (Huida receberem caitas vindas do Mar
    nliiiu ou annunciareni, por esla lulba mil mora-
    das para seren procurados.
    Aluga-se o sobrado n 4, sito no largo do Hos-
    pital do ParaiZo; todo ou separado : a Iratar na ra
    do Ores -o luja de Santos Neves, ou no largo do
    (.armo n. 5.
    Aluga-so o primeiro andar da casa n. 55 da ra
    da Cruz: a tratar na mesma casa.

    Ignacio Nery da Fonieca que, dendo os signaos Ibe
    ser entregue.
    =fc
    Compras.
    Alire em cobre lula a qualiJade ile ilesenbo de ar
    chitFctura ornatos, figuras, todas as qualidadei de
    cararteres e bilbetes de visita sinetes, lavores em
    ouro e prnta e firmas em objertos de uso
    Ossenbores que dcscjsrem qualquer obra nes-
    te genero ou fazer abrir ttulos do livros de carldes
    paracscriptorio ou oulra qualquer obra em manus-
    eript'o rom letlras ornados ou vinhetss e lavores le-
    nliflo a hnndado de iliiigir-se ao dilo artista que lam-
    bem dA lindes de calligraphia moderna tudo por m-
    dico pr- c,o.
    - Guilherme Purcell faz saber a lodos os leui tre-
    geles e pessoas que tiverem transan Oes com o mes-
    mo que o Sr. Camillo Lopes doizou de ler leu cai-
    zeiro desdo o dia 22 do corrente.
    Aluga-se o primeiro andar do sobrado, n. 26,
    do Atlerro-da-Boa-Vista com liona commudos e por
    preco commodo : a tratar na fabrica u'e licores do mes-
    mo sobrado.
    = FurlArlo da sua capella orna pequea imagem
    deN. S do Monte; o comta que se anda tirando' el
    molas com ella pelas praiasdo Norte. Qualquer peuoa ,
    quo quizer restituir a dila capella he por este aulo-
    risado a apprihende-la.
    A qnem Ihe fallar um molecote, qun diz cba-
    oiiir-se M a noel o qual se andnta ofle- cendo sem bi-
    Ihele para ocomprarem dando ol signaei cerloi e
    ni ..slrnii.ii> legalmento cuu Ihe perlence, rA elle
    entu-gue. O referido molecote disse pertencer a um Sr.
    Azi vedo depois a um Sr. Atb Panella depois ao Sr. de engenho ( Agostmho Be-
    cerra ) de Monbeea e finalmente nio diz cousa com
    cousa. A fallar com JoAo Vas de Oliveira na ra da
    Cruz, n. 51, que, n*o obstante l-lo preso em um
    Moneo nao i-e responsabilisa pela fuga do mesmo.
    A psima, que qui't-r urna poni de lagedo en
    troca de uina porcn toir spoiidi-nte de lijlos ( mai-
    nmrej, dinja-se eo paleo do Collegio primeiro an-
    dar, junio da casa man-lia.
    Lotera de S. Pedro Marlyr
    de (Hiiula.
    Os bilbetes desta lotera acbio-se a venda nos luga-
    i es do co-luu o. Bievemenlo ser annunciado u dia im-
    prelerivel do andamento das lodai.
    Ha 10 da p| art-cro n'um dos silios de Manoel
    Antonio Baptists. nal Salinas, urna vacca com um t>e-
    terro A quem for seu dono dando os sigues e sa
    tisfaZ' odo as despesai, ser entregue
    Aluga te, por anno una boa casa terrea no
    principio da estrada doi Afilelos, junio ao sitio da
    Seiiln-ra D. Lnunanna ; a qual tem grande quintal ,
    com lalada de parreiraa, maracujaea e dillerent>i fru
    leirai com agua de beber a melbor que se lem visto ;
    aluga-se por pieco commodo obrigando-se o mora-
    dor,na sua sabida.a entrega-la cun aa beuileitoria,com
    que a recobre ; e Uuiuem se vende : a tratar na ra
    da Cadeia do Becife o. 25.
    Precisa-se alugar um moleque; na ra do Ater-
    ro-dos-AIngados, n 7.
    A pesi-oa que perdeo um carteira de Igibeira.
    com al.unas letlras e mail papen importantes, quena
    procun-la na ra Direita n. 31 caa do doutor
    Coiiipro-se, um escravo cora ofi-
    cio de ferreiro, e urna esgrava 11109a, de
    uns costu mes, e que saiba coser,- e en-
    gommar peifeitamenle; em casa de as-
    cimento SchaelTer & C.: na ra da Cruz,
    n. 45.
    Comprio para (orada provincia, escravos de
    13 a 20 annos; sendo de bonitai figursi. paglo-ie bem:
    na ruadaCideii deS Antonio, sobrado de um an-
    dar de veranda de pao n. SO.
    a=. Conipra-ie um candieiro grande de 3 "-.,
    com pouco uto ; na esquina do Linimento n. 52.
    Vendas.
    = Vende ie um porta licor em toa competente cu-
    sa de laia envornisada, muilo boa obra, por preco mui-
    lo commodo : na ra de Hortai n 62.
    =1 Vende-ie um bilbar novo com 01 leui perlen-
    ceg; na ruada Ciuz, n. 18.
    = Vende-se chA muilo superior. em caiai do 6
    libras ; em casa de L G, Ferreira & Companhia.
    = Vende-se um preto de 18 a 20 annos pouco
    mais ou menoi; um pardo da mesma idade de mui-
    lo boa figura sem vicios nem achaques e proprioi
    de todo o servico assim como para pagens ; urna pre-
    sa de 20 annos, pouco nuil ou menos. eoalureira e
    COlinheir ; uina linda negrinha. de 1i annos, putico
    mais ou cnenoi: na ra da Cadeia de S. Ai.lomo ,
    n. 25.
    Bilhetes da Lotera do Rio
    de Janeiro.
    Na ra da Cadeia do Becife Inja de cambio ,
    n. 38 ainda cuite um resto de buhles meioi,
    quai tus e oitavos a raiio de 24i rs. o bilbete.
    =. Vende-se um relogio de ouro em muito bom
    estado na rui Direita n. 0
    = Vende se uim parda, de 25 annos, da boa f
    gura, engomma. cotinha e lava de libio; 3 escruas
    de nar;lo duas de 25 mnoi, e 1 outra te 30 annos ,
    coznhAo lavlo de sabio e sao ptimas quitandeiras ;
    um escravo de naci de .}() annoi ptimo padeiio :
    na ra daiCruzei n 22 segundo andar.
    Vende se um frdamenos completo todo novo .
    pura official de guarda nacional ; na ra da Cadeia-
    Velba lo;a n. 61.
    := Vrnde-ie pulpa de tamarindos, bem acondicio
    nada, em ancorlas de 4 arrobas; barril de doce de
    caja pitonga, gro'ela, anana/es, sidrlo laranja .
    mangaba e calda de tamarindos muilo bem feta ; aa
    rus do Trapiche n. 38.
    Vondei- uina m-rqueza urna rama Je arma-
    rio nova por cree commodo ; na ra do Aragio ,
    n. 33, casa de Nirolle.
    Chapeos do Chile.
    Os mais superiores que hojo lia no mercado ven
    dem-se na ra lar^a do llozano loja de miudezas ,
    11. 24.
    = Vende-se urna canoa de conduzir agoa leita
    ha um anno muilo bem construida ; no Porto das-
    Canoai n. 31, a tallar com Manoel Antonu da Sil-
    va Molla.
    = Na ra do Hospicio n. 14. bairro da Boa Vil-
    la ha, para vemler-se, umi escrava rocolbida, de 16
    annos, tadia c lechio, engomma, ecozmba o dia-
    rio de urna caa. Ao comprador te dir o motivo da
    venda.
    =Vende-se no armarem de Fernando de Luccas,
    na ra do Trapiche n. 34, um tortimenlo de bom e
    txrell.-ules vinhos para uso particular como vinbo de
    Slieny, Madeira scca, Porto Clarette branco (haul
    bersac) Malaga, Bordeaus ; vinhos do Bheno ( ha-
    cbhrimer e rudesbeimer ) ; superior cognac ; marai
    chino ; cerveja prela e branca ( de Campbell & C. ) ;
    tambem ba deposito de uina poicio de vinbo de Cham-
    pagne e genebm da Hollanda ludo isto vam em
    calcos e engarrafado ; supenon-s cbarutoi regalii ,
    ltimamente chegados da Babia ; rape rollo de llana-
    hurgo ; conservas. Esle gneros vendem-se em por
    coes e 1 retalho, e dioso amostras, para le experimen-
    taren!, aos Srs. fregu- res.
    No arniHzem de Fernando Jos Bregues ao p
    do arco da Concedan vendem-se canal com folbas
    de Flandres, muito bem sortida por preco com
    modo.
    Sarea.
    BestSo alguns rolos de excellente qua-
    lidade que se vendem a 25000 11. ceda arroba ; no
    paleo do Loilegio primeiro andar, junto da casa ama-
    ielli.
    = Vendem-se caixai de tirtaruga feitai no Ara
    caly niuito branda por ser de boa qualidade ; na ra
    do Queimao luja, n. 5.
    -= \ ende-se un excelli-nle capole de panno, feito
    na Europa proprio para quem viaja na estacio inver-
    nosa ; no pateo do Collegio primeiro andar, junto a
    casa amarella.
    = Vende-se superior vinbo da Madeira em anco-
    rlas de almude ; na ra do Vigariu, n. 79.
    = Vendem-ie na escadmha da ra do Creipo ,
    n. 11, bilbetei pira banbo e grande lortimeoto de
    llvrol, por preco commodo.
    II.1 pe de Lisboa.
    = Vende-se, na piaca da Independencia o. 4,
    chegado prximamente a \ rs. o bote
    = Vende-se urna cabra bicho de lora com crio
    e leite ; oa Soledade n. 29.
    = Vende-se um piano hamburgus emmeiouso,
    e com boaa vosea pelo barato pri\o de 80# n.: na ra
    no Crespo loja o. 15.
    =Vende-se boa calda de lmales em botijas ; oa
    ra da Cruz n. 46.
    Vemie-ie farinha superior, chegida recente-
    mente de S. Lallianna vende-se pela medida velha sos
    alqueire mi-ioie quartas pot preco muilissm o ba-
    rato e conlornio as porto 1 le fr proporcional ba-
    te : a bordo do brigje Sagitario ancorado prximo
    a ilharga do caea do Paiioio-Publico. Abaler-ie-hA 160
    rs. por alqueire sos compradore, qun chamaren) e
    forem condu'idoi oela canoado referido brigue.
    = Venden, sessccaicom lannhs do Mago a 4800
    rs. ; dita de S. Matbeus. a -1200 n. ,e alqueire me-
    dido a 3S0O rs.; milhoem aaccis, a 3600 o 4# rs.;
    arroz branco a 2,. rs. a arroba ; saceos de estopa ,
    novbi. para farinha ou milho a 600 rj. : na ruada
    Cadeia de S. Antonio, n. l&i deposito de arinha.
    A 4#800.
    Sacca de farelo de tres arrobas cada
    urna, chegadas ltimamente : no armazem
    de Braguez, ao p do arco da Concei-
    cao, e no de GuimarSes, no caes d'AI-
    fandeea.
    RA 00 COLLEGIO,
    Loja n. 1.
    Vendem se superiores gravatai de setim preto a 500
    rs.; casimiras, das mais modernii, a 1,200 e 1,-400 n.
    o corado; panoo fino, preto e aiul, a 2,500 n.; meias
    desenbora a 280 rs. o par; chitaide todas as qualida-
    des, de 120 a 300 rs.; ma'dapoloes, de 140 a 280 rs.;
    cortes de cintas de todas as qualidades, e do melbor
    gosto superiores riscados Irancezes, i polka, a 360 n.
    o covado ; e outrai muitn fa/enda, jA aonuociada
    nrste Diario: ni mesma loja aeima.
    = Vende-re urna balinca decimal capai de pesar
    2000 libras; na ra da Cruz. n. 85.
    = Vende-se potasas americana, ultimimsjnto che-
    gada em barril grandes e pequeos; meias barricas
    de annha gallega ; lencos pretos de leda da India,
    setim de Maceo; tudo por preco commodo: em caa de
    Malheus Austin & Companhia, na ra da Alfandega-
    Velha n. 36.
    = Vende-ae potaua muito nova, e de superior
    qualidade, em bail pequeos: na ra da Cadeia do
    Itecilo am>arem de assucar, n. 12.
    Vndese vinagre branco
    nacional, a 400 rs. a caada ve-v
    Da: na fabrica da ra Imperial,
    n. 7; ra Direita, n, 53, venda
    de M. Miranda; no Aterro*da-
    oa-Visla, fabrica de licores de
    Krederico Chaves; e na ra do
    Trapiche, armazem de moldados
    do JVicolle.
    No caes do Collegio, n. 9
    existe um novo armazem com farinba de S. Mstbeus e
    milho, tudo, tanto a retalho romo em porgdei, e mede-
    sea vnntade doi compradore, medida velha raa, ou
    earulada como de matulo, e por menoado queem outra
    qualquer parle : os pretendentea dirijio-se ao maamo
    arma/em, ou a ra da Crui, n. 54, a fallar com Manoel
    Antonio Cinto da Silva.
    Vendem-se chapeos de seda para
    senhora, (Vitos em Lisboa, e cahingas e
    pandeiros para preseps : na ra da Ca-
    deia, n. i5, loja de Bnurgard.
    aat Vendem-ie moendas de ferio para engrnboide
    sssucar, para vapor agoa e bestai de diversos lama*
    nboi por preco commodo; e igualmente tanas de
    fono coado o batido de todoa os lmannos : na pra-
    ca do Corpo Santo o, 11. em casa de Me. Cal moni &
    Companhia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
    = Veade ie colla da Babia, de superior qualidade ;
    na ra da Cruz n 55.
    Vende-se, na fabrica de licores de Fre-
    derico Chaves, no Ateno-da-Boa- Vista,
    . 26. :
    Ago'ardenle de Franca caada 960
    Dita do Beino 800
    Dita de aniz a 640
    Dita de canella > 640
    Dita da cravo a 640
    Dita de Lima 640
    Dita de mil flores 640
    Kipirilo de vinbo 1000
    Genebra 720
    Dita embotijada 200
    Licores de todas ai qualidadei e todoi o preces, com
    ticas tarjas.
    Charopea finos pira relrescoi, e da vrrdadeira reti-
    na de angico muilo bom para ai aaoleitiai de peito.
    Mechai phoipboricu em masso 100 e IbO a
    20 ra. cada maaso
    Chocolate de primeira qualidade W saude bau-
    nilha e canella a 400 rs. a libra ; dala ferruginoso ,
    a 1000 rs. a libra e a quem quizer aaaaprir em arro-
    bas se dar por preco muilo commodo. Para manir (a-
    rilidade dos compradore, acha-ie um depoiito de
    chocolate na ra da Cadeia loja de chapeos n. 46,
    de Candido Jos de Sales,
    Escravos Fgidos.
    Fugio, no dia 10 do correle doengeobo Au-
    rora em Porto Calvo outr'ora Agoa Fria o ca-
    bra Honorio, comoa sigrii.es seguinles : biikO, cor ca-
    bra-claro olhns brincos cabellos pichaim macies
    altai, caa redonda p< rnas finas, narii chalo, mam
    e p- s propoicionidoi buba em cunta ; representa ler
    22 a 24 annos ; levou camisa e ceroulaa de algodlo
    gioiso branco chapeo de carnauba ralbo e urna
    trouxa : quem o pegar, leve em Pernambuco a caa da
    Tiburcio Va I lorian no Baplista ou a ra da Cadeia do
    Becifo n. 60 ou ao dito engenho a cima que se-
    ra geoeroiameote recompensado.
    i'ugio, no da 21 do correle, do engenho Ara-
    maragi um preto de nome Jos de naci Angico ,
    talla anda mu, por ler muilo atriveiiado, de estatura
    alta, olboi un tanto vermelbos, pouca barba,, cara
    lalhada cor prela baitante potroso : quem o pegar,
    leve so dito engenho ou neiti praca, na ra Direita ,
    o. 100 a Bodrigo da Coila Carvalbo que gratifi-
    cara generoiamente.
    PEh>. ; HA'IYP- 1)K H. F. Dfc l-Alila----- lOq!'

    ILEGI


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