Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05948


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Full Text
i^
K .'.
A n no de
Quarta feira M
O DIARIO publica-se todos os dias que
nao ibrem de guarda: o preco da assigna-
urahede i/rs. por quartel pigos adianla-
dot. Os annuucioi dos assignantes sao inse-
ridos a raiao de 20 res por Urina, 40 rs. era
ivpo dlfferenle, eas repelieres pela inetade.
< que nao forein assignantes p.igo 80 rs.
por linha, e 160 era typo diferente.
MASES DA LA NO MEZ DE DEZEMBRO.
Crescente a6 aos 33 minutos da manda.
La ebeia*.' 13 as 4 hor. e 21 rain, da lard.
Mengoante a 21 as 9 hor. e 8 in. da tarde.
La nova a 28 as 8 h. e 33 rain. da tarde.
PARTIDAS DOS COBREIOS.
Coianna. Parahyba, e Rio Crande do Norte
Segundas c Sextas feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoio, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1. 11 e 21 de cada rnei.
Oaranhuns e Monito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e28.
Victoria as Quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeira 1 h. e 18 min. da tarde.
Segunda a 1 h. e 42 minutos da manhaa.
de Dezembro.
Anno XXI N. 288.
DIAS DA SEMANA.
22 Segunda S. Honorato, aud. do J. dos orp.
do J. doC. da 2. v., c do J. M. da 2. v.
23 Terca S. Servulo, .mil. do J. do civ.
da 1. v., e do J. de pai do 2. disl de t.
24 Quarta S. Gregorio, and do J do civ.
da 2,1 v.. e do J de pan do 2." dist. de t.
25 Quinta i(f4f Nasclmentode NossoSenlior
Jases Chiisto.
26 Sema inartyr.
27 Sabbado S. 2.* oitava, S. Jo"o apos-
tlo e Evangelista.
28 Domingo S. 3.* oitava S. Theophila.
Cambios no da 23 de dezembro,
Carab. sobre Londres 27'/,d. p. Ua60 d.
Pars 347 rli por franco.
Lisboa 1121>. c. pr. p m.
Desc. de let. de boas firmas I '/, p. /- mea
Oaro-Oncas hespanholas 304000 a 30f500
Moedarte 6^400 vel. 16*200 a I6#400
. de6#400 nov. I6JWH) a I(> 200
>. de 4/00 81600 a 8*8*)
Pwia-Palacoea ..... 1/900 a 1/920
Pesos Coluranares. 1/920 a 1^940
Ditos Mexicanos .. J/880 a 1(0
. Pratamluda. 1/680 a 1/720
Acedes da C do Ueberibe de 50/000 ao par.
DIARIO DE PERNAMBUCO
PARTE OFICIAL.
Governo da provincia.
KrEDiEtlTE DO DA 18 DO COBRKNTS.
(Conclmio.)
OfGoio Ao oommindsote dn armas, procurando
uber, para habilitarse iiitisfater urna exigencia do
ministerio da guerra, quintos recruUs para o exercito ae
teem desta eidade mandado pira corte, desda novem-
bro do anooproiimo paitado,e quiotoi te teemdeiitdo
aqu ficarem trrico.
DitoAo meimo, recommendindo a pontuil execu-
cio da tabella, que por eopia Ibe eovia, reguladora daa
nivea, que ae deiam dar, em oa dias de grinde gala
nalla mencionados, ou peloi motivoa em ai reipeolivas
obiervaeoee especificados.
Ditos Ao mesmo, seientificindo-o dehiverogo-
reroo imperial concedido pniagem para o quarlo bata-
Ibio de artilharia 1 p ao primeiro oadele do segundo
da meama arma Hermea Fnnoisco de Souia; e para a
compiobia de cavallaria delta provincia ao cabo de ei-
quadn do primeiro regiment do oarallaria do exercito.
David Peixoto Dantas.
Dito A' adminulracfio do patrimonio dos orphaoi.
eiigindo, aleo di 31 de Janeiro prximo futuro, eipe-
cificada informacio a cerca do respectivo collegio, com
de clareci doi'meios. que maii adequadoi Ibe parece
rein, para remover qualquer obstculo,com qu< por ven-
tura lucte o mesmo collegio, e come.guir-se, que pro-
duc elle 01 bons remitidos, que livor*o em vista os le-
gisladnre, quando o crearlo. Timbem se officiou ao
impector da tbeaouririi das rendas provinciaei, ao di-
rector do lyco e administrarlo dos estibelecimentoi
d caridade, pedindo-lbes oformacSes acerca dai res-
pectivas etticdes. ,
DitosAo presidente da relelo, participando hiver
S. M. Imperador prorngado por tres mezes a licenca,
que a 29 de julhn ultimo blate o deaenibirgador da
meirna relaco Loureneo Jos Ribeiro, e concedido ao
mesmo desemhargsdor qualro meiei de licenca. sera
ordenado, para ir i provincia de Minas, contados dodia,
em que elle lomar pone do aeu emprego.
DitoAo oommisiario psgsdor, determinando, em
cumprimento de imperial evito (orne a informar so-
bre a pretendi de Mara Magdalena de Jeius ao paga-
mento di quintil de 13f000 rsi. correspondente
consignacay do me/, de fevereiro de 1843, que Iba dol-
iera teulbo, o alfereiLuii de Franca de Cirialho.
DitoAo agente di compiobia da bircu de vapor,
ordenando, que, em cumprimento do imperial aviiode
14 de abril derte anno, d paisagem, por conta do esta-
do, no primeiro vapor, que deile porto sabir para o de
Ceara, ao alferes do quarto batalhio de cicidoros de
primeira linba. Francisco Josa da Silva e Araujo, aua
familia e i um cantarada.
INTERIOR.
RIO-DE-JANEIRO.
poltica grral.
O bil de lord Abirdeen.
Poueo se Ihes H ser ou nao um aotc con-
trario s regrai da moral ; o que nica-
mente antea de pratioa-lo conmino he se
aoaio pr mein dello podero saciar mi a
avnreta de sena negociantes, ou aoapaci-
dade e espirito d piratnri i d sua mor-
nhit, ou, Hnalnieule, se delle pode vir
nutro qualquer effeito analogu, que man
firmo e fortifique ana policio.
( Jefferson."Carla ao governador Ling-
don.)
A' liita incompleta, que densos nos artigoi anterio-
ros, daa violencias, que nos ha feito a Inglaterra, deve
moi addicionar o menoscabo, com queseu guverno nos
trata : alm de outras provas, que mais de urna vet
nos tem fornecido o teor por que este procede pin
comnosco, despreundo umiem numero de nossas re-
olamscOes as mais fundadla e justas, e autoriaando a
pralica de tantas violencias, lord Palmerston nos deo
urna mui clara na contettic,io, que teve, em 1840. com
o ministro portuguei em Londres, sobre o haverem
os crundorej ingletei moflido a pique, mi agoas do
Zaire, eertoi natos.
Todo q mundo eslava penuadido, que estes navioi,
assim perdidos por um acto de violencia dos cruzadores
ioglezes, pertencilo a Portugal. Os escriptos porlu-
gui'zes deiia poca o affirmavo ; o proprio governo
eslava disso Uo convencido, que reclamou contra este
facto; lord Palmerston, aquilatando a niturera e quali
dad" do urna extraordinaria violencia, como se o Bra-
sil nada vaiene ou fosse colonia da Grio-Bietanba,
procurou descartsr-ie da justa reclamagan do governo
portugus, afianzando em la nota do 1 de fevereiro
de 1840, dirigida ao ministro portugus, que oirefe
ridos navioi erio brisileiroa I! (I)
A mmeira, por que proceden seus officiaes de mari
nba ea tripolacio de leus navios de guerra, quando a-
bafdio, regisifoe eoptorio nonos barcos mercante,
supposlo que seja de lodos conhecida, convem agor
referir. Nao nos he possivel descreve-la com as cores
appropriidis, e menos qualifica-la Etpreisdes e ter
nos proprios noi falli pira ena descripcao, e qual-
quer qualilicacao, que Ihe demos, lalvez teja conside-
rada pelos leilores pouco ajustada, por serenos sus-
peitos; oeste caio portento ooi cabe procurar o teite
munbo de individuoi de oulros paei para faiermo-la
bem conhecida.
Na derrota da goeletla ameriana lugo, de queer
eommandanle Adolfo Du'pony, a qual foi capturada
pelo brigue ingles Termegant em 1839, adiamos em
poucas palavrai bem deicriplaa maneira, porque proce
dem os cru/eiros ingleses, e bem quahficado o seu pro-
cedimento, e por isso Torca he que aqui traslademos
urna parte dessa derrotaHepouivtl, que. havedo a
man perfexta pal entre a Grao-Rretanha ot Ella
dot-Unidot, se commeltdo tantas atrocidades, e que a
Inglaterra invie para uta costa piratas maii eruet do
(l) Vejs-se a correspondence witb foreign powers.
O bario di Torre de Moncorvo, ministro porlugurz
em Londres, exigi de lord Palmerston, os documentos
que prosavio o seu aisertu, O ministro inglez nao o
atufes at 12 de Janeiro de 1841, como o prometteo.
A RAINHA MARGOT. (*)
pob 2Uf*anirf Uumofl.
SEGUNDO VOLUME.
CAPITULO VIH.
MDUUB AFFIHMA, DIOS OOHTHUfA.
Nio se bavil Margariila engaado: a culera acrurflu-
lada iinei>rac*i> de Caiherina |iur rala cuineilia, cuj en
redu Ihe nlu eaeapava em ter o poder de Ihe alterar
cuma algumn do desferho, drvia trasbordar lubre al-
gnem. Em vea de recnlher-sn ao seu apoicuto, a rainha-
niai fui direila au da aua duna d'lmnor.
Madama deSauve eaperava doas visilas: aguardava
a de Hemique e temia a da rainlia-mSi. Oeilsda no lel-
il niiiH vealida. em quanlu Oarmle velava na ante-cn-
nmrn, aviu urna vhave dar vulta na fechadura; e logu
depoia approximarem-se paraos vagarosos, que parece-
ran peaadua ae o eapesso tapete Ihea nio abafra u ea-
Irepito, o cmno neiae andar nio reouiiheoease o apiea-
aado a leie de Henrique, cnlendeo que qiiem quer que
era impeda Dale de a vir advertir, e cutio esporuu
oiuii ullina e ouvidua alerta.
Quando a purte da cmara ao abri, appareceo Calhe-
rina de Meilicis.
Pareca fula serena; porm madama do Snuve,habilua-
d.i por duuaaonu a eiluJa-la, enlendeu quanloa penaa-
r> Vido DimrU n.# 287.
menina ainialrua, e tnlvci crueis vingancas oncoino en-
sa apparente acrenidade.
Quis miidania de Snuve desccr da cama, ao avistar Ca-
therina ; maa cala levaiilou u dedo para Ihe fuer aigual
de ni muver-au, e n pobre Carluta fieou alli pregada,
reunindo interiurmente tudas aa furcia da aii.i alma para
resistir tempestado que silenciosa ae preparava.
Maudualea a chave a el-rei do Nnvarra? pergun-
tou Calderilla, aeni que oanro da vosindicaaao a menor
alteracio.
iin, senhora, respundeo Carlota, que de balde
procurava tornar a sua vos liu firme cuino a de Cathe-
rina.
E avialaatea-vos oora elle?
Com quem ? pcrguniuu madama do Sauve,
Com el-rei de Navarra.
Nio, senhura, tuna caperu-o, e at auppus, ao(ou-
vir a biilhn da chave, que era elle quo vinha.
A' uta reapiiala que niinunciava em madama do San-
ve uu lima perfeita oiintianca, ou una suprema disnimu-
lacio, Catheriua niu pode cuiiler um ligeiro eatreme-
ciuienlo.
Eoom ludo lu bem sabiaa, i(ie oom o aeu malig.
uu sorriso, to bem sabias, Carlula, que el-rei de Navar-
ra uiu vina esta nite.
Eu! endura, sabia iito? cielamnu Carlota cora o
iccenlo de aorprea perfeitamente imitado.
Sira, tu aabi.ia.
Para ello nio vir, replicn a dama cstreaiecendo
s i esla auppoaicio, ser preciso que esteja murta.
O que dava Carlota acuragem de assim mentir, era
a cerina que linha de urna terrivel vinganca no caso de
iiie a aua iriiciusinha fusae dcanoberla.
Ma< eolio tu uiu eaoreveate a el-rci de Navarra,
Carlula mia P perguutou Catherina com eaae mearau riau
ailcnciuau o cruel.
Nio, senhura, respundeo Carlota oom admiravel
nr desiniplii'idade; V. niogestide nio m'o havia dito av
que me parece.
que os negros 1 He coma vtrgonkoia e abominavel 1
tu protesto contra o governo inglez por entregar na-
vios de guerra a iguatt teeleratos.... (2)
Assim, depois de ser victima das maiores violencias,
roubado e preso, escrevia o commandante desse hirco
americano!! Estis este navio coberto comabandeira
dos Estados-Unidos, e te a seo bordo tintos desacatos
se commettario, o que nio terio supportado os navios
coberlos com a bandeira bnsileira ?!
Pelo artigo 7. das inslruccoes dos crutadores.au-
nein convenci de 1817. o regitlro dos nonos bir-
eos, do ciso de lerem registridos, devii ter feito por
um oflicial, que tivetse ao menos o poslo de lente de
marinha, e coma modericio e attcnci i devidaanlrena-
i'Oes amigai e silladas. Ao avsso disto procedem qus -
si tempre os cruzadores ingle/es: tem succedido msn-
darem a bordo dnoslas emharcscdei mercantes o (Ti -
ciieidi ultima plana, e s vetes o proprios contra-
meitres de suss tripolacdes. No registro dos papis
comportio-se de um modo i proprio de piratas, abrem
todas as cartas abrem os proprios oficios de nossaa
autoridadea(3), apoder8o-se do dinheiro, quo vio a-
chando (4), bolem em ludo quanlo veem, carregio
o que podem di carga, maltratio ai pesioas, quecom-
pgem a tripolacio e os pasiigeiros, meltem-osi ferros
largio-os, quando Ibei parecem, em terral inboipitas,
sem meios de subsistencia. I! (5)
E os escravos, que capturio, morrem s vetes a min-
oa, que com a tua vida se nio importa essa gente
humana e philantropica (6) A sua rapicidade be tal,
que, para poderem alcancar a condemnaco de um na-
vio, inlrodurem algemai e crrenles i seu bordo, e st
escritos.... (7) Esta rapacidade he atistala por todoi
(2) Citada correspondencia de 1841, pag. 171.
(3)0 oflicial do brigue ingle? iVizard qu-.em 1742,
regisrou o navio hrasileiro Amalia, destruio o sello
imperial, com que foi lacrado-o oflicio de urna aulori-
dade brasileira, abri o e leo Igual prucedimento le-
ve o commandante da corveta ingleza lise, Mr. Cbris-
lie, com oulro, que, no mesmo anno, encontrou no
brigue bimleiro Bom-Fitn !! Vejio-ie os papis parli-
mrtSTeT.
14) Alm disto, a meama embarcarlo Amalia foi
mudada pela tripolacio da escuna de guerra ingina
Fa'r- llotamond. Vejio-te os motmot pipeia oirlamei.-
tire e conisso do proprio governo inglez. Alm
detle, ba o roubo di gorb lia Alexandre e outrot.
(5) Disto ha um tem numero de eiempMl proprios
eeslrinhos. Lancao si IripolacOes as ilbss do Prin-
cipe eS Thoin, fim de, com o teu suileolo, nio
diminuirem o valor dn pretal.
(6) Conservio i bordo do Crescint os escravos doen-
les por muito lempo, e elle ah se finio i mingos de
sorcorroi. Veji-se os documentos parlamentaies cili-
itnl e ot relativos ios tingues portugueses CamOee e
Flor de-Loanda. Por falta de mantimentos, doi escra-
vos inlrodu/idus clandestin damente no primeiro des
tes navim, para o fim dii julgar-se boa preta, morreo
met-de: os do i gundo eititerio. em 1839, no porto
desti corle, tre mtzes, desliluidos de todo o soccorro, e
edegou o seu estado de mortalidide e miseria a lal pon
lo, quo. cominoridos os commissar'.os ingleses, re re-
aenlario contra um tal procedimenlo; mas. nio obs-
tante, o oflicial foi recompensado e essa recompensa
communicada ao governo portuguer .' !
(7) Islo leve lugar com a escuna brssileira/Vocu-Sor-
te e com o brigue porlugez Camoei. Este ultimo fado
os mvegantes, e a provaremos, se fr neceitario, com
etemplos proprios e estnnhot, visto que, neste pon-
to, nosso fim lio tornar mui olaro esse espi'ito de pi-
ralaria da marinha ingieti, etnpregada na represtSo
do trafico de escritos, e a guerra que ella faz ao ge-
nero humano com a bandeira da philmtropb.il, bil-
lalda noi principies muiros de iuii embtrcic5es de
gunrra
De furtos, insultos e violenciasis tripnlacSes omi-
tas provas nos fornecem os proprios papis, que ap,-
nuilmente se apresentio ao parlamento inglez. Dos
de i8il e l8i'2 tiramos, que as embarcacu's Bero,
lago, l.eux, 4/ary eoulrai (8), pertencentei aoa Es-
tidoi-Unidos, os solTrerio, e ties forSo, que obriga-
rio o eommandanle da segn la a chamar colonia da
Sorra-Leo i habilacdo de piratas. (9)
Dosdesses meamos annos libemos, que nio i va-
sos denos, como sardos, o mesmo soflrro, de n-
treos frincates lembramos agora a Aguia e os Dom-
Irmdoi, e dos sardos i escuna Furia. (10)
Portugal (em ido urna dai potencial, que da In-
glaterra mais tem solTrido. Destei meimoi documentos
sev, queseui subditos, como os do Brasil, team sido
maltratados, mudados, presos e pollos a ferros, qua
seus navios leem sidojulgados pelos tribuales ingletei,
e tem audiencia de teus donos, apelar de estiren pre-
sentes! (11)
Quaii todas as nacSes se leem quoixado e reclamado
contra um tal prnoedimento. (12) Os meamos Ingle-
ses reconhecem estes excelsos e crimes. Na participa-
lluii ve um momento de silencio, durante o qual Ca-
therina eucarou madama de Snuve, como a lerpcnto en-
cara o pasiaro que qner fascinar.
Tu tejulgai bonita, disto depuil Calderilla, o mili-
to sagas, au hep *
Nio, senhura, responden Carlula; sei soroenle quo
V. magestade tem sidu olguinns veies d'umn extrema in-
dulgencia para mim, quando so trata da iiiiuha sagaci-
diioe e dn minha belleta.
Puis bem, disse Catherina animando-ic, engana-
vas-te, se sup|inieile isto, e eu menta, se o disse, s
nina tula e una feia 4 vista de minha tilda Margo),
Oh senhura, illn he terdide, disse Carlula, e niu
lentarei nega-lu, principalmente a V. magestade.
E por iam, continiiuu Calderilla, el-rei de Navar-
ra prelere mullo minha tilda ti, e isto niu he u que tu
quena, creioeu, nem u que haviamoacuiiveuciunado,
Ai de mim 1 senhura, dase Carlula, dcsta vet su-
lucando, sem Hiigiincntu, se isso asiim he sou bem in-
relit.
Oh que he! disse Calnerina cravando os olhos em
madama de Sauve.
Mas quem pode acredita-lu? perguntou Carlota.
Desee cmara da raiuha de Navarra, luuca I e 14
acharas o ten amante.
Oh fes madama de Sauve.
Catherina encolheo os hnmbroi.
, Tcra tu ciumes por acoso :' perguutou a rainha-
mii.
Eu? diisu madama de Sauvo, chimando a si todas
sa mas furcas preitci a abandona-la,
Sim, tu Tcnho grande ourioiidade de ver om
ciume de Francesa.
Maa, dase madama de Sauve, coni'i quer V. ma-
gesiado que lenha eu outru ciume, que nlu seja o de a-
iimr prnprioi eu nio amo el-rci de Navarra aenio quan-
lo basta para servir a V. magestade.
Calderilla olhuu por algum tempo para ella cora ar
puusalivo.
he digno de memoria. Em telembro de 1837, um
crutador inglez registrou o navio CamCes, tundeado no
rio Benin, e nio echando a leu bordo escravos, aprisio-
nou comludo a ma tripolacio e a leve a ferros com o
proprio consignatario desse navio, ao qual obngou a
escrever urna carta io chefe negro da aldeia de Bobim,
as margens do Benin, pan que embircasae alguna es-
cravosa bordo do CamOet, o que elTectuaiido-se, o
mesmo cruzador o spretou e levou-o pira a Serri-Leoa.
Veji-se a obra do V. de Si da Bandeira aobre o trafico
de escruvalura.
O Jornal do Commercio n. 254 deite anno traoa-
crete um artigo publicado no Timei, em que cita o
facto da introduccio de ferros no barco braiilairo Er-
metinla, para ser julgado boa preza.
(8) Alen desle, os teguintes: o Tigris, o Sea-
l/ftp. o Jones, o Williom and-Franci$, o Sman, o
Steamer, o Duuglas.
(9) Pipeii parlamentares de 1841.Clan D. pag,
171.
(10) dem de 1841 e 1842.
(11) dem de 1838 a 1842, e acitidl obra do V.
de Sa da Bandeira. O facto do navio hespaohol Dio-
genei he digno de ser lembndo. Estando este navio
ancorado em Mocambique, e com guarda da alfaode-
ga i bordo, forca do brigue de guerra inglex Ltveret
Ihe aaltou a bordo e cutilou i gente, que nelle se icb-
va, inclusive os offii oes da allandega O commao-
dantedeste navio foi por isio promovido e a tua pro-
mocio communicada ao governo portugus Vejio-ia
tainbem es olas do bario da Torro de Moneorto ao-
bre a prisio dos subditos portuguezes Lomba e Vmnni,
e julgamento dos navios Tieu-dt-Junko, D. Ptdro,
liuque-do Foilo, o o tralimenlo brbaro e inhumano
que teve tua tripolacio. Papis parlamentares de
1841.Clan C.
(12) Citados papis parlamentirei.
O quo me di/ei pode oom effeitu ser verdade,
murmurou ella.
V. magestade l no met coracio.
E esse coracio dc-inc todo devolado?
Urdenai, aendora cjulgareil.
Puis bem! jaque le sacrifioas ao mea servico,
Carlula, he preciso que por rae servir estojas serupre
ni ni [n enamorada de el-rei de Navarra, o muito ciosa
sobre ludo, pnrm ciosa como urna Italiana.
Mas, senhura, perguntou Carlota, de que manei-
ra he cima urna Italiana?
Eu t'o direi, respundeo Citherina ; e meneindo
tres vetes a cabrea sabio em silencio a vagarosa, como
havia entrado.
Carleta, turbada pelo vivo olhar deuei olhoa dilatados
comu oa do gato c da panthera, deixou-a partir lem di-
ter palavra, sem mesmo tomar a liberdade de respirar,
o que a fes quando vio fecliar-ie a porta e Dariole veio
diter-lbe que a terrivel apparicio le havia eavaeoido.
Dariole, disse-lde enlioCarlota, arrastra urna pol-
trona para o peda minha cama, e paisa ahi a noile. Fa-
ie-iiie este favor, porque nio leudo animo de fiear s.
Dariole obrdeceo, maa apetar da aua oompanhia, da
lu da alampada, que mandn deixar accesa para mais
tranquillidade, Mma. de Sauve veio tambem a adormo-
cer quando era da, tanto Ihe retumbara aoa ouvidoi o
tinido da vos de Calhorina.
Cniiqiianto Margarida adormecesse ao alvorecer do
dia, despertou ludavia aos primeiro! lons dai trumbelas,
aos primeiros latidos doi ciei. Ergueo-se imuediata-
meuia e comecou-so a vestir com nuil cuidado do que
oostumava empregar. Cbaroou depois ai luaa criadas,
fes inlrnduiir na ante-oamara 01 gentis-boraens da ler-
vicn ordinario de el-rei de Navarra; e tomadas eataa
medidas abri a porta, que sob a mearas chave fechava
Henrique e La Mul, deo a este com va olhoa iffectuo-
sua bons das, a chamando seu marido ;
Vamos, Sr. disae-lbe, nio est o negocio s em
fuer acreditar a Sra, miuha uiii o que pi he; oauvem
>


co feit a seu governo pelo comtnandanle do nivio
francez Pon Irmdos, visitado por officiaei d. fragata
ingle/a Madagaicar. acharaos em pro*a dito o tes-
(eauunhn de um gurda-merinha da roesma fragata.
Queixando-sco commendante doa Dous-lrmdis de fur-
lo, que eu bordo Ibe fi/.crio os Ioglej.es, o guar-
<.'.-oirinh, minio lampeiraniente respondeo-lbe
Oh '. noims melhor, t uiatttxheiros -tto os mal la-
di la. (13)
A-inslrurre dadas pr-lu governo liritunnico aos s'-u
ouViaes u junliii d 184V, lites prescrevem cm ver
dadr O tratamenlo de naci amiga r alijada pata com
01 natos hrasili'iroa ; nas no allendidas e as violencias se augmentan de dia mi dia,
a diminuir por ceito nio podein & vista da impuni-
dadcde taes atlentidos e da recompensa, que recebem
os que os rommettem !
Quero p lo crer, que taes actos nao sin autorisados
polo governo inglez. a vista deslas rn/ei ? Asrespos-
las, que sempre tem dado o governo Lritannicos nos-
sas reclamcae,io:--oacto arcusado e em siinnocen-
tiisimo ; taes ahu'ns sio itremediaveis ; a vrrdade do
Tacto tem sido adulterada, e nada mais .! (14)
No entanto o proprio lord Alardeen, rm sua corta
dirigida em mato do 1842 aos lords commis'anos 'lo
ulmirantado, reconbecoo o mi procedimento dos
ciuieiros britannios e declarou.que os muios, de que
os < fin-i es da niarinba ingleza, empregados na repres -
sio do trafico, lancavo mo, cniruqu rito uteis e con-
ducentes ao fim da extinrco do trafico de escravos,
crio com ludo contrarios as leis das naroes e nio au-
torisados pelas dispusieses dos tratados existentes
Estas violencias a miudo reiteradas, que filio sem-
pre impunes, sao, as vezes, muilo mais pre)udinacs
prosperidude do commerciu, que esses uttentados e a-
taques.quo espantio e laiem mais bulla e impressio
pela sua raridade do que pelas perdis e damnns, que
acairetio. e dos quaes, apenas Jeitos, tiramos vindicta
o procuramos fater-nos justica por meio Jo represa
lias e pelos desastres da guerra.
Preciso ho retaliar taes cruezas I (Do Bratil.)
v
PE^NAWB^CO.
ASSOCI-V-CAO COMMERCIAL.
Jllm. Sr. inspector da thesouraria. A associacio
comuiercial desta praca, de accuido com alguns dos
prlnctpaes agricultores, respellosamenle recorren) A V.
S., para que baja doattanrler i. s Inconvenientes, que
suflVem cum a medid reeontemenle turnada pelo ad
ministrador da mesa do consulado, c >m a qul acabou
com a amiga qualiflcacin, que distingua seis qnalida
des de assucar branco e duas mascavado, e se sirva re-
mediar csse mal, tomando cm cnrsideracio o meio,
que os peticionarios pedein llcenca para lembrar A V.
O., nico que pode por termo As duvidas. que se sus
citio entre os que negociio aqui com as caitas de as-
amar.
Acostumada, como eslava, esta praca por mais de
ineio seculo a regular n preco do assucar em caitas pela
qualiflcacio da extincta inspeccao. graduad o seu v-
lor por urna escala de precos flxos denominados fer-
ros a que sa ajuntava o preco vanavel do mercado
para estabelecer a justa diffarenca entro urna e outra
qualidade, nio ho mullo de admirar, que agora se veja
embarazada em regular as auas transios, abolindo-
se total e repentinamente essa pratica.
Os peticionarios nio pieiendem de modo alnum to-
car na medida estabelecida por le, que manda qualifl-
car duas s qualidades de assucar blanco e una masca-
vado para a arrecadacio dos direitus da far-nda, issn
cm nada os veiu aggravar : i lies, porin, sentem a et-
clusao absoluta da uulra antiga classlficacao. que sepa-
rata seis disllnclas qualidade de assucar branco e duas
mascavado para uso da praca, u bem assim regular es
suos transaci'-s nesse tmpurUnte ramo de coinrnercio.
Para remediar esse inconveniente, os peticionarlos
lembrio A V. S., que sena de grand< inteiesse ao com-
inerrio e agricultura, se V. S rnandasso, que os l>'i l>r-s
incumbidos da elassifleacio para os direi'.os nesse acto
subditidisseni jumamente, para uso da prara. a pri-
men qualidade do branco em tres surtes, a secunda
cm outras tres, e a do mascavado em duas suiles, cosi
se praticuu um todo o auno Ooanceiru lindo.
la subdivls&o assim feita irA rrsiabelecer a boa le
nes contratos, que se acha ameacuda com a smsivel
falta de um arbitrador de cunfianca, em quem as parles
se louvem, para estabelecer a justa qualiflcacio do ge
cero.
(13) dem de 1842.Class. C. pag. 70.
(14) Veja-se. entre outios. o despacho do lord A-
berdeen, de 8 de junho de 1842. pag. 351 da enes
pnndence wilb foieign powers do 1842.
laii.beni, que persuadis a toda a vne corle da perfeita
mtelligencia, que entre li reina. Trani|oilliani-vi. pn-
riu, accrcacrntou ella rindo ae, e guardai bem niiniie
palavra, que aa circutnitancias loriio quaai solemnes.
Esta aera a ullima ve, que cu faca paaaar a V. niagedndc
purliu cruel experiencia.
lil-rei de Navarra aorrio-ae e urdenou, que ritesrem
entrar m eun grnlii-liomeni.
I Qnando ealra < aaiiilava, inostroii elle enlJo dar pe
falla do leu c.i|mle, quo ralava ubre u Irtla la raiuh
deacnlpoii-ge (lena refi-brr nonio, c po-lo lubra ot hom-
bros, ao loiua-lo dn> iiiiio da rainha, que lli'u upreneu-
tara. Drpoit voliando-ao para o mesnioa pediu-lhct no-
liria da eidade e da curt-.
Notnva Margariila a furto u imperreplivel admiraca
que produjia inn |iliyion-niia do grtui-homeii eaM
iiiliiiiidadr, que nrahavii do revi'Ur-se entre il-rei e a
rainha de Navarra, quando entrn mil arrheiro >egud
de ir ou qonlro genlu-hoineii, e que niiiiiioeioii o du-
que d'Ali-ouou.
Para leva-lo a ela visita nao prenisou Gilh-noe He
ruai do quo dizei-lhe, que el-rei de navarro havia pin-
tad a n.mu no apoai'ulu deaua niollier.
Eulrou Franr.inco rom tanta rapidi't, que (|uai deila
por ierra ai a que precedan. Seo primeiru olhar f,>i
para Henrique. Margarida li-ve o aegniido.
Henriquc fe-lhe mu rorlrt eoinpriim lito : Margnrida
Cnaa|>ot o rolo, quo exprimi i niai prifeila si rcni-
dade.
Com nutra vitta d'olhos vaga, mas escrutadora, per-
ourreo n duquu toda acamara; vio o leilo revolvido,
ambos os travrtaeiro abaixadoi, o chapen de el-rei lau-
cado aohre urna cadeira, c empallideceu; pnrem imme-
uediatamento vollouaai.
M-u irm- Henrique, diae elle, vinde Imje jogar
a pela eom el-rei?
Fea-me 8. mageatade a honra de esrulhrr-me *
pergonlou Henrique; ou be urna atloucao vuaaa, uteu
cuchado r*
V. 8. bem eonhece os embaracoa, com que o peticio-
narlos trom da luctar no aeu expedante pola flla de
armaiens proprlot. trapiches alfmdegado, e outras fa-
cilidades, que gota o commerefo as pracas do Rio e
Baha, eobstaO S'>breaneira a que nesla sepossa anda
adoptar o aystfoia, alli seguido, de ser o comprador
que o examina a qualidade do assucar, que pretende
comprar, e. vista della, ajusta o preco.
Nio sera lora de proposito ponderar i V. 8., que
haveudo-se creado o imposto de tOO rs. por caixa de
asfucat eVO re. por volume miudo, eujo producir era
expressarnente applicado A manutencio dos emprega
do da ritlneta Inspeccio do assucar. esta fol abolid*
aeus empregados despedidos, mas nem por is peticionarios exonerados desse imposto, coma deviio,
urna vez que havia cessado o flm da sua applicacio.
Os peticionarios esperio, q'ie V. S., acilbeodo be
nigoamente estas suas observares, se servir deferi-los
lavoravelmeote, E It. M.
Informe o Sr administrador da mesa do consula-
do. Tbesuuraria de Pernambuco, 9 de oulubro de 1845.
Silva
__Um. Sr. Informando, como me cumpre, a re-
presenlacao, que V. S enviou a esta aduinistracio, na
qual exarou o seu despacho tle 9 do crrente, e que le
fas em nome da ssociacio commercial desla prapa, di-
mlo-se ser de accordocom alguna dos principaes agri
cultores, mas que vem despida das solemnidades das
asignaturas, s cerca da medida recentemente tomada
por esta adminislracao no 1. dejulho do crrente an-
no financeiro, mandando cessar a pratica existente na
ualificacao do assucar, pratica adoptada pela ettincta
inspeccao, e em seu lugar adoptar a que se achava mar
cada por lei, sou dealguma maneira foicado. para jus
lificar a ininlia deliberario,a entrar no desenvolvimen-
lo de algumas cuniideracdes, e apreciacio de certos lac-
tns, a para o examo de urna o oulra cousa invoco a at-
lencio de V. S. (guando enlrei no exercicio desta ad-
minislracio achei observada a qualilicaco do assucar.
que havia sido introduzida pela extinct insiiecgio, e
consintia aquella na designacio de seis qualidade! para
o branco. e duas para o mascavado, qualificagSes estas,
cujo restabelecimenlo ir* pretende a associacio com-
mertial. e cuja cunservacao n'aqu. Ha puca, por tium
tolerada, instante e ardentemente s. licilou, allegando,
e exagerando rnesmo conveniencias no mercado publico,
a que por ent'O acced em allcniao a considenco, que
uppunhaprulectorasda agricultura e coinrnercio; mas,
reconhetendo pe. experiencia. que. sondo o tnteresse d
comprador e do vended i o verd-deiro regulador de
suas relates commerciavs, em nade neslas inlluia o ui
/o da inspeccao, e altendendu tambem, que. sendo as
aim nada havia, que autonsasse a cunseivavSo de um
tal systema de qualirieacao. que. por contrario ao cs'ahe
Iec:ilonosarligosl25 e 126 do regularnento de 30 de
ruaio de 1836 s poderia ser tolerad, reconlieciila evi-
dentemente a sua utilidade. mandei, sse.cessada urna
tal pratica. sendo poslo em excuucio, do l.dia do cor-
rente auno financeiro en: dianle, o que era determinado
pelo regulamenlo citado. Anda a estas considerarles se
uniao uulrai, quo sededuzio ja mesmo das repetida
quenas e representaves que me fa/iio muitos agricul
tures, accusmdo de prejudicial aos eus inte^eases una
tal individuada qualificacio fra do termos da lefjal-
mente estabelecida no regulamenlo vigente, como des-
ta maneira se lavendo exmtir a inspeccio A exmela por
lei, e JA lainhern.da rornparacio da priic8 observada
em outras prar;.is conimerciues. como o Hiodo-Janeiro
e Itahia onde nao exiguo as transacedes mercantil urna
qualilicocio espicial. como aqui se piet-ndia. Tam-
em ao meu espirito trazia serios emh.iracos a les
pousahilidade, quo sobre miin lomava. ampliando do
algutna maneira ai disposicei do regulamenlo. a cu-
jo restricto cumprimento bou obligado alrn de muilo
me rccoinuiendar o seu cumplimento o offlcio de V
S. de 2(3 de |unho de 1844, responsahilidade, a quese
juntavao as grindes difficuldades pruvenienles da falla
de empregadoi, que bem possio satislmer eisa tralia-
Ihosa trela, quo na verdade nAo pode ser hein preen
chida por um s feilor, romo me foi delenninedo por
ulicio de V. S. de 5 de julho de 18 45; porque se co
nlieceo, que o pc>soal ora existentu nesla adu inistra -
eio nio comporlava, que lossem dislrahidos mais em-
pregados, convindo muilo, que o servico e fuesse sem
msiores inunvenienlcs por lalla d'elle; e nem suppo-
nho, que no animo de V. S. entrarA a conviccAo. d'
que (u fcilmente se quiz deixar possuir a associacio
commercial, quando acredilou. ou deixuu escapar a
insinuatjio. deque com a tbollljlo da enliga inspeccao
do assucar e alodio venio a lecahir sobre a mesa no
consulado as obngaioes a cargo d'aquella extincta re-
p.ntieao, vendo, i|Ue, nenhuma le o determinando as-
_ Nao; rl-rei oio f'allou nistO, diaie o duque um
punco eiubarncndo; mas nio sois ordinariuilienle da par-
tida ?
Sufro-o Henrique, purque lanos e to grave ue-
ccaaua hnviao oecurrido d.'poi da ollima partid, que
,.||e loivid jugado em cl-rci, que lian era de admirar,
une Cirios IX hoiiveae mudado os aous jugad.irea COi-
lunindu. .....
__ La irei, meu irmao, dase Henrique snrnndo-io.
__ Viuda, reidjirtm o duque.
__ JA mi idea? pergiioloii Margnrida.
_ Son. iiiinli irmaii.
__ huan leude milita prona ?
Moita.
__ Mas Se en reclamasie algn instante VOSSOSr
Seiiu llianlo pedido era |hi raro na hura dc|larg.i
ruin, que o reo nlliAo olhoo par rila tiendu-e de mil
core.
Que tem pila que diiea-llie? prniuo Henrique, lian
rana admirado du que U duque de Alcncon.
Margarid, como c diviolira o pii.aiimeiito de eu
p..., vullon-o para elle, e ome-lho eom cncuiitadnr
urri": ...
__ Sr., podra ir ler com S mageaude, e lie do vn.
ao alo, p..rque o a'grcdii que lenho a revelar amen
irmSo, j (ni lie cmiheciilo, vial fumo o pedido, qm
lo,ol ni v..a til n rer n-sprilo, f.i potieo nmi mi meiioh
nuleferidopor V. llinge.lade. N*o quiiera pon, imili-
oiioii Margnrida. fiiignr segunda ves n V. mage.laile i ou.
a etprrsatH niiniifelnila tiu mi presenca do um desrjo
que Un- fui deangradavel.
EnlAo que he? pergunlou Francisco olhando para
imb.ii admirado.
Ah ah! die Henrique rucando de depeito : n
o que q.iereu ditir, Sr. Na- verdi.de, pra-ine nao aer
mata livre, Ha* SO nSo poaau ilarnM.de I. Mul iiiiui
huapitalidadr, que iieulimua ai-giir.uu; Ibe offereer.i,
tilo quero deixar de recummendar a meu irmio d'Alen-
sim, nio podri ser entendido: nio podendo a par-
cepcio datsispsrs este fim estabelecida Ser encarada
como argumento SilHciente para afllrmativs; poli para
essaconservacio poda tar tido lugar vut.s mutto es-
peciaes o logislador. podia meimo Ur reconbecido bai-
lante o systema actual mareado nos JA c.tadoi artigo!
125 e 126 do regulamenlo. Aqu mesmo no mercado
um fado lodoi os dia se paisa om grande escala que
serve aprovar a insuffleienoia, ou antes mutilidade da
inspeccio, como pretende a atiociacao commercial. pa-
ra ai trinsaccas mercantil, que ai d.spenio os com-
pras e vendas de barricas e Sicooi. nada obstante coni-
tituir boje esse meio do trenspoite urna grande parle da
nossa exportarlo, esobre eile ponto nio posso donar
de maii especialmente provocar a attenefio de V.S. He
quaoto me parece mais neceisario levar ao conbecimen-
tode V. S., que reolver como entender man acer-
' Deo guarde a V. S. Meia do consulado, 18 de ou-
tubro de 1845. O adminitrador. Joo Xavier Car-
neiro da Cunha. *--, ,
-Unja .isla ao Sr. procurad r-fiseal. Thesouraria de
faienda de Pernambuco, 27 de outubro de 1845. -
Silva. .... n A .J
_ Conformo-me com ai |udic.oiai reflexes do ad-
ministrador do consulado; e ns lupphcantes se poda-
ra dirigirn tribunal do theiouro publico nacional,
que Ihe deferiri como lr conveniente e justo. Recie,
6 de noembro de 1845. Mrlh. .
Ao contador para dar o sou parecer. Thesouraria
dalazendBde Pernambuco. 8 de oovembro de 1845.-
SUva. ConcordoLudqro
X' vista das Informaces e pareceres, nio se pode
attender o que a suppllcante pede, sern ordem do tii-
bunal do thesouro publico nacional. Thenurana de
Pernambuco. ISJedezembrode 1845- tolva.
O agricultores, aballo assignadm. prevendo os
Inconvenientes, que sedevem leguir pela execucl. da
lei, que novamente regula a elassifleacio do assucar
em dual s qualldades o branco e urna o mascavado.
desejando marchar em harmona com as medidas, que
a asauclacln commercial tem a requerer, que melhor
convenhiu aos interesses do commerei, bem como da
agricultura, teem a rogar a Vs. Ss.. se slrvao confec-
cionar a repreaentacio. que leem A dirigir ao governo A
cerca desse objecto. tendo em vista os apontamentns.que
juntamos, para solero submetlidus A c .nsideragio da
mesa da direccio da assoiUcio commercial. Pernarn-
bueo, ildeselembro de I85. Francisco da totoa
Santiago. Francisco da Silva Santiago Juntor
Antonio Joaquim de Mello e Souza. ManoelJoseda
Costa. Joaquim Manoel Carneiroda (unha Joa
quim da tolva fereira Domingos de Souza Uio J-
nior. Francisco de Paula Marinhu Wanderley
A assnc aqiu commercial. A vista do indelerimen-
to, que leve a petlcio cima demonstrada convida aos
Srs agricullorel em gjral, seus agentes nesta praca.
ou outras quaesquer pessoaS. a quem iuteressar posss
o commeroto de aisucar em canas, para se reuntrem
no dia 8 de jatielro proxlmu futuro, na .ala di associa-
cio commercial, a flm de se lomar alguma delioera-
cio que pnssa remediar os inconvenientes, que se sen-
tem cm a falla da antiga inspeccio. Jos Jeronymo
Monteiro, aecretatio.
UIARIO HE 1'rJBXAItrC.
_______ ^------------
Hontem, indo o porteiro da alfandega delta eidade,
s horas do costurne, abrir a poila daquella repartido,
nolou. que eslava fra do seu lugar a mesa do respecti-
vo thesoureiro ; excitou-lhe isso luspeitai de que al-
guem por alli andar depois de fechado o edificio, e
por isso, suipendendo a sua entrada, Iraluu de dar os
precisos psssos. para que fuise elle examinado. Pro-
cedendo io aoexame, reconheceu-ie. que d'entre as
laienda, que tinhio sido apartadas para no da an-
tecedente lerem suhmetlidas a despacho, e que. por
nio o poderem ser, haviio litado na sala para ellas
reservada, tinhio sido roubadas duas pepas de caii-
mira, outras tantai do setim, urna de ssrja, oitenta e
oitu mantas de seda, e quareula e meia duriai de len-
cos, tambem de seda, para grvalas, cujo valor total be
calculado em 2:000000 rs.
Nenhum indicio ha de que o roubador se introduzt-
ra na allandega depois .le lechada ella : todos, pelo
contrario, nos induzem a luppr. que, havendo pene-
trado o seu interior durante o expediento, consegu"
deixar-se ficar em algum lugar, sem que por alguem
lose presentido; poi que achou-se abeita, e sem o me-
nor signal de arrombamento, urna pequea porta, que
la sobre um dos pateos do edificio, e prximos A ella,
juntos a um telbado, doui barril, um sobre o outro, de
que nos pareoe se servio pr eicspsr-ie, depois de eia-
cutada a emprea.
Nio be eite o nico roubo, de qoe temos do i
lisia. Na ra Noa foi roubada urna loj francesa, do
Sr. Hypolito Saint Martin, cujos annuocio temos pu-
blicado, e de qu consta quaes os objectos, qoe levi-
rio -os desalmados, que. nada possuindo. fazem da
a heia a propriedsde tus: na do Piiieo-Publicoarrorn-
hirin urna taberna, e carregrio algurh dmheiro em
redulai e diverso gneros : na da Crus do Recife, fo-
rio a um arroazem de fazendas, em a tarde do da 22,
na ocea.iio em que entavlo os csixeiros. abrirlo una
cancella. e furUrio duas perjas de chitas finas
Cumpre notar, que todos esses actos teem ndo prali-
eados oestes ltimos quatro das.
Correspondencia.
Sis. Redactores. Como das ijuilica e violencias,
que actualmente se praticlo, nenhuma outra atufado
se possa obter das autoridades superiores mais do que
expor aos olhoi do publico os aconlecimentos. porque
aquellas autoridades lio, sem duvida, a fonte donde
emana a oppreiiio. nio quero deixar d'uiird'eise recur-
so, embora eiteja penuadido de que a imprensa nio
oliendo a quem ni tem honra, e eipere que renasca o
imperio da lei, para pedir contal em juizo aoi autores
do despotismo, de qoe fui victima.
Ao manhecer dodia 15 do corrente loi meu enge-
nho cercado, varejado, sanio muito damnificado, por
tropai combinadaida villas d'lguarass e PAo-do-Alho,
tendo em frente Antonio Barbosa Cordeiro de Guimio,
subdelegado do 2 diilrictu d'lguaran, Joio Paulo
e um Jos* Ignacio, caixeiro do delegado Joio Vieira da
Cunha Achavio-se os. meus escravos dando principio
aos trabalbos, em que sio diariamente empregados,
quando forio atacados por paite da tropavo lempo
que outra parte atacava o eogenbo, fazendo com que
toda a fabrica, aterrada com gritos de morro, se
pozesie om luga para ai maltas, onde foi perseguida por
muitiis individuos da tropa, que diiparavio tiros sobre
os pretos. como se eslrs lossem d'esxs aninsae, que te
cacio por divertimonto. pilhando e incendiando a cata
il'uui morador, que, astuilado pelos gritos e tiros, se
poz tambem em fuga com o reeeio de ser ssrrificado.
Kntrelanlo que iito succedis, suppondo o caixeiro do
Julo Vieira, que o tiroleio era proveniente de resisten-
cia a tropa, invadi a minha caa rom urna pillla arma-
da e um punbal, amoscando ininha mulher e familia, o
protestando mandar por logo ao engenh i, quando che-
gaiio o caendores jartando-so de haverem morlo dous
pretos e ferido oulrosl Tudas as portas da sen-alia furao
arrebenladas e mesmo Toreadas. vare|da e saqueadas as
casas de individuos, que trabalhio n'este engenho por
aeus officio : seis pesioai.da tropa lancrio rolo de
seis quarlos, e. depois de montadas dirigiriu-se para
as bandas do engenho Aldeia mandando em
seguida o Jos l.naeio e Juio Paulo juntar lodo o gado
vaceum e cavallar, exilente no cercado, em um curial,
eicolhendo cada um o que Ibeagradava. sendo bastan-
te para constituir titulo odiier que le Ihe ttnha sumido
em tal lempo, e que por comequencia Ibe peiteneia.
Nio s este vlenle argumento prevaleceo a reipeito
dosaimaes decampo, senip tambem a reipeito doi
cavallos d'eslibraria. sollins, Angalhas, &c. e. nso con-
tente de tal procedim nio, o caixeiro do Joio Vieira
quiz forjar minha mulher a entregar Ihe os meus pa-
pis, dizendo que para istotinba ordem por escriplo do
delegado, tal vez eom o fim de baver un recibos,, que
exislem em meu poder. Quizerio o directores da dili-
gencia levar tres eicravas, que serviio d'ainai i disn-
eas, empregandj para isto violencia at para com esse
enles fracos e innocentes; mas afinal apenas condumio
urna, sendoque a esse seto deperfeilo harbarismo encon-
trarlo resistencia da parle d'um official, que, segundo
me di/em, he o commandanle do destacamento d'gua-
rass. A quem agradeco a moderacio, com que se bouve
com minha lamilia. Nio he meu fim. Sr Redacto-
res, aspirar deiaggravo legal, porque sei. que nio o
obteiei de quem lem votado odio de morte A onm, a
minha la mil I e A lodosos meus amigos ; nio preten-
do buscar ndemnisaclo de doui escravos. que forio
achados mor a, de un poucos ler idos, de trifila e seis
animaes, de que fui espoliado, e de todas as oflensas
dirigidas A minha familia nio ; guardo estat cuntas
para regular quando estivar persuadido de que a auto-
ridade publica nio autoria violenciai d'eita natureza :
porm quero srnenle, por meio d'estas linhas, lazer
o nhecer a maneira, porque ai autoridades de boje
coua peia,o*fag>ia/ romo' sawVrMtt. Tnlvex ale. a-
junloii ello par dar mais frc a palavraa que ncah-
miit >le mblinhar, lalvet al che meu irmio meio, que
voa permita guardar M de L> Mole........ aqu........
junto a v......i que melhor que tudu serio, nao he as-
sim, Sr.?
Ahi tr-musnulra, dio Margarida entre ai, quereo
ngnr ambo.. que eneja um d per ai nio querer! F
irf, l-alandu 6,
E abriiidn porta do gabinete, fe hir u ferido de-
puia de haver dito ii Henrique :
Vo. Sr., explicar, i meu irmio a raiio por que
nos interealamo por M. dn La Mole.
Conloo em dua plvrna H-nrique, nolhidn txUaCn
n M. il'Alencnn. mciu pmlealanie p..r ..pp.aii,Ao, cm
eraaHeniique mei,. calliulieo pur prodeneia, a oliegnda
le La Mole Paria, r c......) havi" innneiiho aidu fendi
i., vir Irmer-lhe umn earln de M. d'Auriae.
Quando duque ac tolln. Li Mle. que havia (ahi-
lo do gabinete, ralava de pe junto ell-,
Ao v-lo lio bello.. ian palllll, t p..r cunsegninle du-
plii dameiite cdoct..r, pe belleta O pela pillidei, aen-
iu Praoriara nei r-lhe no rorv*o novo terror.
Margarida ataenva-o ao mesmo lempo pelo ciumo c
pelo niiiiir pmprio.
Meu irma.., Ilir die ella, ete j.-veo geolilhoroem
lia de aer mil quem quitar empreg-!.., por tal reapnii-
d... Se o aerritarde |mr vua.n, iieh.ua elle em vo. um
niuu puderoao, e v.....He mu tervidor stoFnlad. Pelo
lempo que correm, meu irinao, muilo eoiivem
andar
Henrique nS,i achei indeooroao, que ete mancebo a-
isla lio porto do meu aposento.
__ Minha ir rala, aoodio Franriaco, M. de L Molo
em meia hora finar maullado no meo antenlo, ae -
im Iho couvier; oreio que alli nada ter a recejar. Nu
mni ame-me tile, que cu o amarei.
Franriaco menta, purquo no fundo de ten corelo J
deleatnva La Mole.
Bem. bem... entio nio me enganav eu, murmii-
rou Margarid, quo vio el mi de N'vnrr frmir Ot l"-
hr'olhu. Ah! ja vejo, que para ubler de v auihn al-
guma couaa he preouu exeilnr-vm mu pelo outro.
Com eaTeilo, meia hora depoi La Mole, gravenienls
eatliequiaado por Margnrida, aubi com baalaiue preste-
Sa pnra mu ferido a cicada, que ia dar o apuaenlo di
M d'Alenij'.n.
D>-ua mi Ir dia e pasarlo no quaes parara cune
Solidar-* cada sei"maia o* bo harmona eolre Heoriq",
e aun mulher. Henrique loivia oblido nlu faier abjura-
cii.i publica, nina havia renunciado na mana do c-nfe-
or d'el-rei, e uuvia (mina das a mise, que se disit
uo Louvrr. A' imite lomnv oalenai'nmeule ueaininln'
do aposeiiluile aun mulher, enlcav pe porta principal.
Culivcraav Ooiuella alguna inalanlca, anhin depoia pnr
tina porla eerela. e aubia par > quarlodo Mma. ileSe'
ve, que nao deitra de prevem-lo da viail do C-ilIn-ri-
ua, o du perigu ineoiit. aluvel qoe o ameacnv. H' nri-
rique Hdierlidu por dou l.uloa, augmeiiUva nana *>*"
euuSanoa a respailo da rainha-mli, e nieto tinha ello
tanto mais rmlu, quanlo iiicnivelHienio o rolo de Cu-
impurtaiili' do seu p. naaiiieol...
__ Alem de que, accrctcentou ella, talve ao rev de
(ConiiMiior-sa-fco).


,boio do poder pare opprimirecervem-ge feMe me"
m0 poder paraMeapojar os eidadSes de mi bem.
Tenho a complacencia de dar pulili.......
ornal A ene curte exposiclo de seu. &o.
10 JoA Mara Pau Barreta
Pindohin'n. 18 de. Hwwhro de I8VS.
Publicagres a pedido.
i- precisapuraohegarao 10I. Entretanto .Ganganelli re-
duzia a 8000 o numero de litro cpate do conter lo-
tomara peilo este questlocorremogper.go de alagar-
nos. MaiSo: he decrerque aquella, que, chegando
(neta poderemabranger com a tiste o inmenso mbito
Iliterario deite secuto possao sem duvida exclamar
Apparent rari nantet in gwgiit vatio.
T
consbrvacaO das flobf.s.
As flore* em geral cometi a n.urcher tinte e qua-
tro horas depois de congervadac oa agoa Entretanto
c >nsegue'* lezer retiter algumaa pondo-as en. agua
man fresca ; porm toda ellag aioda meamo aa que
murcbio mal depressa, voltio com pouc excep-
tes, aosu primeiro estado erapregando-o a agoa
quenta. Para isto eonvtm eullar-ae a flor em agoa ler-
endo at meia altura do talo a ver e hs, que, findo
o lempo necessario para que aagoaarreleca, alorse lera
erguido e recobrado a frecoura primitiva.
Illm t Exm. Sr.- N > meu offlil de 18 do correte,
nartlcipand. a V. Bu. o estado miago de perseguido
do oldadios desta comarca, pir motivos de afreicoas
de odio e vinganea. palo delegado uoplente. o coronel
Henriaue Pereire de Luoana. dse que naquelie mea-
mo da terla de conceder dua orden de habeas-corput
a dous pacientes, que com a malor jusllca mebatiio
reau-rilo Dille se entlo nesta tilla, que o delegado
opplente faria Inutil'aar todo o habeat-corpus. q'ie
as sjas ttcllma obt.tegsem, o que nao pude ""editar ;
mas lite o desguato de. ter realisado. como ter *>"
neta peticao Inclusa do pedente Francisco Crrela da
Amorlm. cubrlnd a copia da centenes da minha ordem
de habeos Corpus a elle concedida com o interrogatorio
docatcereiro, por onde foi illudlda, traindose o pre-
o & porta do careare, no meto dos soldados, e encer-
rndole immediatamente; oio obstante que a mesma
noticio cobre nutra do mesmn paciente. enderecada ao
delegado coronel Manoel Barbosa, de novo em exercl-
clo com despacho, suttentando a mema lojuatlca. a
pretexto da cerlldio do carcerelro. euripta na mesma
petlcio. em que esta o despacho, cora leltra do amanu-
ense do delegado supplenle dl-eodo o careereiro. que
o paciente andou tagando sollo pela ra. e enlao fo.
preso; lal.idade monstruosa, A tista do interrogatorio
do mesmo carceteiro. e do que presenciara e sabe toda
esla tilla, e he fatillmo o pretexto do recrutsmen o.
que dio os delegado supplenle e effectito para Insis-
tencia na peis-guico deste miseravel cldado. tanto
norque elle nao est mala na oibita da le do recrula-
tnenlo. por ser maior de So annos. tendo boa conducta.
e sendo a-rimo de sua familia, como porque nao pode
ter ciutado o cldado, que e echa pendente de um
processo crlme, coliouendo-se anda nug termo ulte-
riores para defender sua innocencia, como se t da mi-
nha enlenea de habeos corpus A' vista, pnis. de.ta
raides. irta-ae V. Bao. potldenciar como he de Jusli-
ca Dos guarde A V. Bu Villa do Limoeiro, 7 d-
Jioterobro de 18*5. Illm e Exm. Sr concelhelro An-
tonio Pinto Chicorro daG.ma prndenle d. p'.itln-
cia. Joo Mauricio Catalcunli da Rocha Wanderley.
juit de drreilo d > crime da comarca.
Illm e Exm. Sr. No meu ufflcio de 18 do psssedo
raes urevoni a V Bu da necessidade. era que eslata,
dre.nceder habeas-corput A prhSes illcgaes. e de rea-
nonsablllsar os infracio.es da le : no meu olilclo de 27
do m-sn>o me scent.flquei a V. Bu. clrcumstancieda-
menle obre o desabnmnto, com que foi liaosgredida
n-lo delegado 'supulenle, o c .ronel Henrlque Pereira do
Lucena, le regperllta, Inc .rrendo elle na dlsposicio
dos erligog 1^6 e 187 do cdigo ciiminal. por liso que
illudira o habeos Corpus concedido ao paciente l-raocis-
co Correia de Amonm ; transgresso esta, que lora con-
sentida pelo delegado Manoel Barbosa da bilta poste-
riormente em eiercicio. continuandi este constrangi-
mento illegal oa liberdade do mesmo cidadSo Amonm,
como de tudo parliclpei V. Eo, no meu c.dado se-
gundo ofllcio ; a me echo retponsabllisaodo os Infrac-
tores da le. como be do meu deter. Ante que o flze.
ge dirlgi-tne offlcialmeole por veies ao delegado sup-
ulenle pelos mel goaaorio, a 8m de que rreptasge
do aibilfio. e se ob.Uooq aioda mala noa seua eicessu*.
Achando me, pol. nanilUencra de applicar-a. a lei ao
fado criminoso, para se f.erem eff.clitas as penaa da a
mesma e o deserabaraco da Jusllca, na forma do artigo e
350 do cdigo do piocesao. membro i. ; empreguei
tambera os meios compalltels com as lels cora o ler
oait clpado a V. Ec no mesmo olllcio de 7 para que
nrotidenciasse sobre a eiecucio do referido liubeas-cor-
Vus\ aeodo. porm, p.ssados tinte das depuit desla
n.lnha par cipaco A V. Exc, e 2 depols do crlmlnol
COMME^CIO.
Alfantlega.
RBNDIUBHTO 03 DI A 23.............
Detearreja Imjs i i.
PatachoVtnuttnanloiga e fumo.
Consulado.
RENDIMENTO 00 DIA 22.
Ceral...........................
Protincial.......................
Diversas provincias.................
,..5:663j376
MEIO DB DB8TRCIR AS PLANTAS PARSITAS.
A chuta e a bumi'Ude fatorecem a tegelatio da ber-
tas damninhes,quecrescemnarugdos jardins ou en-
tro as pedras. que formAo a calcada dos pateos. He pe-
noso e improduclito o arranca las. porque torno a ti-
gorar ; o meio a empragar para destruir taes bertas he
to simples como fcil. Far-se-ha ferter ein urna cal-
deira de ferro 5 caadas de agoa 2 libras de^ cal e 1
libra de soda em p. epois de assentar rega-e com
este liquido a ra de jardins ou pateos que bem de-
pressa ficao limpos. Assim consegue se litrar a trra
por nmiios anoosdostes tegetuges rebelde.
A II.HA DB S. DOMINGOS.
He ao amor que a ilba d.- S. Domingos dte scu esta-
li lecimento, ao menos be asssim que o contio o his-
toriadores.
Culomboacsbatade laier a primeiras descobert>s
no noto mundo ; a elle liaba edilicado urna cidade
por nome lbel. em honra da princesa, que hatia ac
Ihiiloe latorecido seus projeclos. A intrja, o ciunie.
atas paixdes di'Sgracadamente tAo titas e frequentes no
meio d s desgracados humanos, nio tardaiio a alacar a
gloria de Colombo. Foi accuado na corte de Hespa-
nlia, eos principes tit rA a baqueta de d^r outido a
estas is acous-ces Coloml.o. seguro de su innocen
cia, toltou a Haspanha.e juslilicou se faeilmeoto. En-
tretanto que om Hespanha elle confunda eus detracto-
re. Bailholomeo, seu irniAo. que bavia licado por
diantado e coinnundante era Isabel, condeca que o
terreno desta nova cidade nio era proprio para um o-
lidoeslabelecimento ; elle buscata um mais fatoratel.
egumdo ostesligios, que Colombo llie tmha indicado,
lo^o que o acaso, ou antes o amor Iho deparou o que
elle lano desejata.
Umjoten aragonez, ebemado Miguel Das, que
eslava em Isabel, se bata b.do contra um Hespa-
nhol.e o tmha pengosamenle ferido. lemerosodo
castigo, fugio com seis de aeus amigos pira a parte ori-
enta de ha, por onde diacurren lo ao sulde um rio.
ch.-gou t A embocadura, onde eocontrou urna potoa -
ci. Os h.bitantes. que amia nAo hatilo do mal-
tratados pelos Hespanlioes, r.o po/erAo difTicil.lade
em recebel os Urna mulber, cujo nome de Catalina
historia Ihe tem conservado, por elle se apaixonou ;
lia Ihe descobrio as minas distantes d'alli seie legoas ;
, com o temor de perder um bomem. quo se Ibe linha
tornad > Uo cato. Ihe propoo pedir aos llespanboes ti-
rein all eaUbelecer se. Este paiz era ap.radatel o er
til; Diasniodutidouaproveitar esla occasio parase
reconciliar com sua colonia. Catalina Ibe deo por
\d0 cri""p'" guias alguns habitante, cuj. fi iclidad. ella assegurou
protednnei.lu do delegado suppleote. reitero cheailj0, iecreianienle a Isabel, Dias suuhe que seu
a mesma sol.laeao de protidencias A respeto. "" .* e,ya curado de suas
me as.im de responsabllldade qualquer pela negl.gen- .
cia no cumplimento do meu deter em materia de lan-
a magntude. Deo guarde a V. Esc por multo, ao-
dos Villa do Limoelro. |7 de deiembro de 1846.
Illm. e Exm 8r. con.elbei.o Anlonlo Pinl. ChMio.ro
da Gama. pre|.ienle da provincia.- JooMauricio
Carolcanti da Rocha Wanderley, jul dedircto do cil-
a c Variedades.
PANORAMA. NBORAMA, B DIoRAMA.
Panorama se derita de dua* pal.'v.as gregas. ( pan,
ludo e orama tilo). O eu Bm ho aprese.ila. urna
immensa perspectiva sobre urna superficie cylind.ic. ,
de maneira que o espectador collorado no centro e
lea como se se acbasse sobre um edificio elevado, tfon-
de em l >rno a lile des.ohre urna eslensSo immensa. O
espectador eslA .obre urna plataforma cercada de urna
balaustrada ou parede de arrimo
O panorama foi inventado em Inglaterra por Rober-
to Berker, pintor de Edembourg que elcancou ama
pal.nleem 1796 por esta descocerla. Fo. importado a
Pars e... 1804 pelo celei.re engenhe.ro americano ful
Ion a quera sdete o barco mrrgulhador, &c I re-
tos! o aperfeicoou e leve por sao um. palele em 181b
.VCOramaquerd.xef ucavi.t. adulero do panora-
ma era representar nicamente o nler.or de um .acto
ed.licio com cujo centro o espectador se col laca n um
lugar alio. Alux.(sen...r)beo inventor desle novo
meio de representar edificios.
Diorama pal.tr. frmele de d,a (tra.ez ) e de
orama. Ues.gna nutro artefacto represenl.l.vo.que con-
Meemqu8 0.obj.dosse|aol.u..lado ao espaco. que
,e pode de.cobrir por tima jcnella. diente d. qu.l o es-
pectador se p5e n'um camarote ou tribuna obscura. A
supe, fine, sobre a qu.l o quadru esta pintado, be pla-
nee nio cyl.ndr.ca como be no panorama.
CaT sensatos DOPRELO.
Puplicrio-e em Franca no pr.meiro Mme-tM de
1S>4 3260 obra em todaga. lingo ; b estam-
p..egr.u.a. 45 tabo.se carta. 83 peca, de mu-
c. Total 403- nio comprebend.do. os 800 e
tantos jornae.. revistas. 4c. de lodo. o. larmalo...
e .sumplos. que no fim do c.d. anuo lormio alfiura.s
Lntoa.'detolurae,.- Em 1838 no, 7 pnme.ro. me-
ua o numero da. obra. ...ipre..a. fo. de 37b
A' tista deal. inundavio onde e.taremo. no. ao dobrar o
.eculo? Um curioso cal. ulou. que as obras toda, es
crilas pelos bomenssobreposta. ama As oulras chega
nao e la. U.a, negle andar be protatel que deeorri-
da urna centuria de geculo, teremoi UnUg quanta. alo
4:193*191
1:9J5j53
927,
6.521*203
Moviiuentu do Porlo.
Navio entrado no dio 23.
Rio-de-Janeiro; 19 iliac. polaca h^spanhola Alhenat,
de 358 toneladas capitio Miguel Cada, equpagem
20. em lastro ; a ordem.
.Vacia* ialudot no metmo dia.
Rio-Grande do-Sul pelo R.ode-Janeiro; patacho bra-
silero Belleza do-Sul, capilo Manoel Goncaltes,
carga assucar Passageiro, Francisco do Paula Ca-
margo. Brasileiro, e 3 escravoi a entregar.
Rio-Grande-doSu| ; patacho brasileiro Sympathia,
capilAo Candido Jo Francisco Guiante, carga a-
go'ardi nte e assucar. Passagi-iro, Joio Luccas Aber-
nss, e 2 escravos a entregar.
Lonlre; barca inglea 5oni-o/"-Commerc, capitio
Edw.n Williams, carga a misma, que irouxe.
Liverpool; barca inglea New-Pwk capitio John
Poynlz, carga a mesma. que Irouxe
Londres ; barca inglea foaendalle. capitio E Goul-
ding. carga a mesma, que trouxe.______^_____
Editis.
idversario eslava curado de suas lendas ; ap.esentou-se
a llartholoineo, que muilo se alegrou de o ver, e outir
gusa ni-rr.iliv.is.
Depretga esto parti com Dase og maig robustos de
suas gentes. Chega a margen, de um rio, que os na-
turaes cbamatio Oima ; achou um porlo seguro e ca-
paz de receber navios de mais de trezentas toneladas ;
nio dutidou pois em tracar a plaa de una nota cida-
de, na embocadura d i porto, sobre a margen, oriental.
Para aqu mandou recolber em pouco lempo a maiur
pallados habitantes de Isabel, ea cidade tomou o no-
rae de S. Domingos ; uns dizem. do nome do pai de
Colombo. que se chmate Domingos; oulros. do d.a
em queoad.anlaJoahi tinba chegado. e que eia a
Testa deste santo. Tal foi a or.g.m de urna cidade. que
pelo andar dos lempos se tornou colonia florescenie.
mas que. depois para conseBuir sua independ nc.a.
foi manchad, pelos mais enormes e borr.teis allanta-
dos, oflerecendo hoje um noto espectculo de mortici-
o.o e de lurial atrocidade.
ABBADESSA.
A inslituicio das abbade.goS he posterior Aquella do
.bbade., da mesma sorte que a dos mo.teiro da reli-
giosas o f .1 a. s mosleiros dos frade. He portanto im-
possivel flxar luslamente a poca da aua or.gem. Po-
rm urna bulla de Alexandre IV, datada de 10 de ju-
oho de I2fi0, ofte.^ce pela pnmeira tet a qualiflcacao
de abbadesta secular, dada a Gertrudeg, abbades.a de
Ooedlimbou'g. -_
A abbadessa era em outro lempo eleila pela commu
oidade: r.cebiaabencAo dobispo, e sua autondade
en perpetua; aulur.dade, que correaponde Aquella
dos abbades Ha algumaa, que leera nn.nen.. pri-
vilegio equet-xeicem niemiu no seu dlstriclo a jurig-
dicvao episcopal. A abbadessa de Fonlevraud taiu au-
u,-r.oridade sobre os religiosos dependentes de sua ab-
badia : elles sAo subjeitog i sua coneccio, e dalla to-
m.o a sua mlsaAo.
concilio de Trento flxa em 40 aonog de idade, e 8
annos de profl.iio, o lempo oecegsaiio para poder ser
eleila abbadessa. .
S Ba-ilio, uas sua rearat abreviada!, permita A ab
bades-8. *con.panhadade u.u saceidule, ouvir a conBs-
6Ao de sua> religiosa Anligamenlea abbadeasa oscoo-
essava. Ha autorea, que ceit.B.io, que as abbade.sas
n .diio ouvir as cooBagdegde pesgoag de qualquer condi-
ro que laiscni. 00 cago que ellas o ql"" la"r P'
bumildade. Esta. co..fl.oes nio ero olbadaa sacra-
menlaen. E'a U< um ahu.o, que fui .upprlmido no
secuio XIH B.Me. po.m. era qu.sl lodos oaico,-
teiros urna pr.t.c. cbamau. a culpa, que anda be res-
to deste amigo co.tume.
(.l/.nert'o Bratilienn).
- 0 IHm. Sr inspector da tbosou'aria das rendas
provinciaes manda la/er publico que. em vi.lado da
orden, do Exm. Sr presidente da provincia, de 17 do
corrente, irio pela terceira vez 8 prc, para seren
airematadasa que... por meno litar, as obras das ca-
iloias da cidade de Goiann. e da tilla do Hre|o, as des-
la orcalaaem 6:4*8*337 ri, e as d"aquella em
7:903*392 rs.
U licitante, detidamente habilitados. dcterAS cmn
parecer na sala das susses da thesouraria no da 9 de
|ane.ro proxi.no futuro, ao meio dia.
Secretaria da Ihesouraria das rendas protincian8 de
Pernambuco 18 de dezembro de 1845.
0 secretario ,
Luis da Costa Portorarreiro.
__0 Illm. Sr. inspector da thesouiana de fa/enda
mana fazer pul lica, pa.a conh-cimento dos interessa
dos. a orde.n do tribunal do ll.esouro publico nacional
do 9degelembro ultimo, abaixo transcripta, que mar-
ca o primeiro de abril do anno lutufo para cornacar o
descont gradual, na lrma da lei de 6 de oulubro de
1835 na notas de com mil ri* da 2 "estampa (verde),
actualmente em subslituicio na corle; e contida aos
pokiidorag da magmas notas, para que guanta antes as
faci trocar por oulras na mesma ihesouraria, tisto es-
tar proxrlha a poca em que tiodeixar de ser recebidas
as estacoes publicas Ja provincia. Secretaria da Ihe
sourana de atenda de Pernambuco, 16 de oulubro de
1813.__O i/flicial-maior, Ignacio dos Santos da Fon-
teca. *>
Ordem a que e re/ert o tdital tupra.
N. 124 A. Manoel Alves Branco, presidente do
tribunal do ihesouro publico nacional, participa 80 Sr.
inspector da ihesouraria da provincia de Pernambuco,
que, por portara desta data, o.denou, que se marcas-
seo primeiro de abril do anno futuro para comecar e
descont gradual, na forma da lei de 6 de oulubro dr
1835. as notas de cem mil rfisda 2.' estampa (trde),
actualmente em substituido nesta co.le, a fim de que
mande fa/er publico por edilaes, e nos peridicos por
repelidas ve/es,para conbecimentodos interessadoa.The-
souro publico nacional, em 9 de sitembro de 1845.
Manoel Alvet Branco.
Der'lraces.
ns,pedre.ro. de uc regrag.'etc. ; e que, (indo dito
mez. passari a fazer a corrida do costume.
,visos marilimos.
Preeisa-se da quantia de o.lo cont* de lis. pou-
co rnais ou menos, a risco martimo, para pagar o* con-
cert do navio de eumiurcio aueeo Orion d Sto-
ckkolm, capitio N. LarSco'o; o qual, inlo de HuenOs-
Ayre. para o C-tte. arribou forcadamenle a esto porlo:
a. pesgoag, a quem o negocio contier, compareci no
consulado da Suecia e Noroega. ra da Crui, n. 4,
hoje, 24 de detemhr, as duas horas da larde.
__Quem tiver conias com o patacho aueco Orion,
queira as entregar at o da 27 de dezembro, is 9 horai
da manhaa, no consulado da Succia e Noroega, ra da
Cruz, n. 4. Depois desso lempo nio go ar mais paga-
mento algum, respailo dito nato.
Pars o Rio-de Janeiro sabir com muita bre-
tidtde o muilo teleiro patacho brasileiro S. -Jot-
Americano : quem no mesmo quier carregar, remet-
terecravosa frete ou ir de passagem entenda-so
com Gaudino Agostinho do Barros, na ra da Crur ,
n. 66, ou com o capilo a bordo.
A barcaca S. Benedicto pretende sabir para Ma-
cei, com bretidade por ler melada da carga promp-
ta : quem quizer carregar ou ir de passagem, diri-
ja-se a Joaquim Rbeiro Pontes, ou ao mestre aa
escadinha.
= Vende-se o muito teleir. hiate americano Al-
mira de lote de 94 tonelada., forrado e eatilbado da
cobre prompto a seguir tiagem para qualquer porto :
a tratar com Malheus Austins 4 Companhia, oa ra da
Alfandega n, 36.
IVsus diversos.
Lotera do Iheatro.
O lliesoure.ro desta lotera
paga hoje, at ao meio dia, na
casa de sua residencia, os pre-
mios saludos na recente ex-
Iracco, desde o grande at os
de 20y0U0 ris inclusive;
cumpiando assim o que pro-
meltco no seu ultimo annun-
cio.
AVISO IMPonTvNTR AOS CoLLECTADOS.
O administrador da mesa da receliedoria das retidas
geraes internas, tendo p.r muit-8 tetes tnnunciado
lelos Diartot, convidando aos rollectados do baiiro do
Recite, Santo Antonio. Roa-Vista, e Afogados para
virem pagar a laxa de escravos, imposto do banco,
tege o carrinhos, decima de nio mora, ningu-m
tem comparecido para pagar, resultando desla onnasio
despetag e incommodos para os colleclados; o-por sso
pela ultima tezannuncia, convidando a todos para vireni
pagar, pena de se proceder a eiecutito em jane.ro
prximo vindouro: e para que c.hegue a nol cia todos,
l.cu o presente annuncio. Receedoiia, 15 de de-
xembro de 1845.
Francisco Xavier Cavalcanti de Jlbuquerque
= U arsenal de guerra tem de mandar locar .Uve.
sosconceitosde pedrerona fortaleza das C.nc-Pon-
las : a pessoa que delles so quizer encarregar, com-
parece na direcloria do arsenal de guerra nos das 23 e
24 para tratar sobre este ohjeclo. Directora do ar-
senal de guerra 22 de de/embro de 1843. O es
criplurario, Francisco Serfico dt /fssi Caixalho.
= aisenal de guerra compra 14 fecbaduras or
diaras; 4 pares de dol.radic.s ; 5 lerrolhos ; 30 co-
vadosde panno prelo ordinario e encorpado : quem
taes genero* tiver para vender mande a directora do
mesmo arsenal ag suas amostras e pro oslas, em carta
fechada, nos das 23 e 2 do andante rae/. Directora
do arsenal de iiuerra 22 de dezembro de 18*6. O
escripturario. Francitro Serfico de Attii Carvolko
__ O fiscal da fregueti de S ft. Pedro l.oncalves
laz lembrar aos inleressado em afirar;5es. como sejio os
donos das lojas de fa/endas, miude/aa, boticas, taber-
nas, acougue, armazeos de couros salgados, assucar e
de gneros de estita, padarias, rcfinacS a, destilates,
ronsignatarios. ou donos de embgrcacOeg. que ten
dem carneg. farinha, m..c.te., boceleiraa a finalmente
que mandio tender, pelas ra, carnes da porco. que
devend andar munidos de balanca o o. que ten-
|dcm leite, mol.azcite egro.de medidas atulsas, carpi-
() n. 76acha-e a venda, na pra?a da Independan-
ca, livrarie ns. 6 e 8.
Odoutor Joaquim Anlio de Sena retira-te desta
para a provincia do Rio Grande-do-Norte.
Empretls-s d.nheiro sobre prata e oaro : na ra
lo Fogo. n 27, solio junto ao largo de S. Pedro.
= Precisa-se do um bo n amassador, que venda de
oito dez patacas de pi. e ta.nbem se ibe dar bom
Tdenado : no Corrodordo-Bispo, n. 8.
Casa da Fe\
RA ESTREITA DO ROZARIO, N.43.
O cautelista tem a satisfacio de annanciar, quo na
suas cBUielas sahirio aa gortes seguinteg : 2414 ,
200* r. ; 884. 100* rs. ; 1709, 100* r*. ; 1786,
9a730 rg e 2172. 40* rg.
O pagamento de.t s o dogoutrog premiog pequenpg,
que sahirio neste egtabelccin.ento, ger feto boje,
das 9 horas do dia era dianle ; e a esla mesma hora go
nr*a a tenda .8 cautelaa dos bilbetes da lotera do
S. Pedro Mgrtyr de Olinde.
Sociedadc llclpomencnse.
0 I.'secretario previne sos Srs. socios, quo a distn-
buicio dos bilhetes para a recita do anntersano da int-
talacio da sociedade principiar no da 5 do correle,
na casa do Sr. thesoureiro, ns ra da Cruxa
= Quem achou um trancelm com urna medalba,
sendo o Irancelim de urna tara e sei polkgadas de com-
prido e arosso o a medalha pequea, das 11 horas para
o meio dia, ns porta do sobrado da ra do Rangel, o.
32, querendo restituir, dirija se a mesma casa, que to-
ra recompensado generosamente.
-^Hebrard. no botiqun) francex, ra Nova, o. 6,
tema honra de avisar, que pelo ultimo navio, chegado
de Franca, recebeo um bello sortimento deconsarvat,
como sardnbas, erv.lhss, linguicas. galinbolac P|U-
nag. codornites, o oulras. Tambera tem v.nho de Bor-
deaux en. qua.lolas, em garrafas, dito baml-Julien,
Roussillon em caixas. licor superfino, cognac de I-ran-
ea muilo telho.vordadeiro maraschmode Z.ra.abtiotb,
kireh da Suissa. aieite superfino do Sr. Plagnol do
Marseille agoa de flor do laranja. azeitona, capo-
na e oulras cousas No mesmo botiqun ba deposi-
to de chocolate do Maranbio, e charutos da Babia, lo-
do por preco commodo.
O abano assignado faz ter ao respeitarel publico,
que pessoa alguma tapa negocio neni compra eoro.
Jos Maria Hurgue com os bens que se achio em seu
poder, dous carrinhos. tres apparelbos de oavalloceom
seu. perteoces, sem que se mogtre livre.
Joio Martins da Silva.
__ i) rfoutor em medicina Alexandre
de Sousa Pereira do Oarmo mudou a sus
resiilencia para a nrca da Boa-\ista,
primen o andar do sobrado n. 3a, por
cima da botica, que foi tfo fallecido Vic-
torino.
Agencia de passaportes.
Na ra do Collego.bolica n. lO.eno Attarro-da-
Roa-Vista luja n. 48, lir*o-se pasgaportes para dentro a>
fra do imperio,atgin como degpacbio-ecacrecos:tudo
com bre idade.
I

*


. .11 -
" 1----i!-^^^^ggtg
Alugi-se osobndo n 4, tito no largo do Hot-*
pital do Paraso ; todo ou soparado : tratar na ra
do Cresoo luja do Santos Neves ou no largo do
Carmo n. 5.
Aluga-se o primeiro andar da casa n. 53 da roa
da Cruz: a tratar na meima casa.
Aluga-se, pela Testa a caa terrea da ra do Jo-
gO-da-Bo!a, emOlindi, pintada e caiada de novo;
tratar no Recite ra do Apollo com Jlo Esteves da
Silva.
Aluga-se uma cscrava que laiba cozinhar o or-
dirario de uma casa e engommar ; quem tiver an-
nuncie.
= Francisco Antonio do Oliveira previne que nio
responde por eouta algume que seus escravos, valen
do-te de teu nome, forem buscar as lejas, ama vei
que ellet nao levem um bilh-lo assignado por elle ou
por seus filhos.
^
'y ^ '......-(.- _
wcvtx \\ 7 >.
Abre em cobre toda a qualidade de derenho de ar-
cbilectura ornatos, figuras, todas as qualidades de
caracteres e bilhetes de visita, sinetes, lavores em
ouro e prata e firmas em objeclos de uso
Ossenbores que desejsrem qualquer obra nes-
te genero ou faier abrir titulos de livros de cartdes
paraescriptorio ou outra qualquer obra em manus-
crito com lettras ornadas oa vinhetas e lavores te-
nhio a bondade de dirigir-te ao dito artista que tam-
bcm d licfles de ealligraphia moderna ludo por m-
dico prego.
- Guilberme Purcell faz saber a lodos es teas fre-
gueses e pestoas que tiverem inniarcGei com o met-
mo queoSr. Camillo Lopes deixou de ser teu cai-
leiro desde o dia 22 do correte
Alagase o primeiro andar do sobrado, n. 26.
do Alterro-da-Boa-Vista com bons commodos e por
preco commodo : a tratar na fabrica de licores do mes
mo sobrado.
Quem precisar de uma pessoa para cozinhar,
ou para criado dirija-te a ruada Guia n. 13.
Fac-o publico, que, por procuracio que fiz lo-
ra de notas, pelo tabelliao Ifc/erra Cavalcanti, aot 5 de
novembro ultimo tenho revogado a antecedente pro-
curado que fiz no moz da uriho di correte anno .
fura de notas, pelo tabelliao Coolho, con curadores na corte do Rio de-Janeiro com poderes a
corea dos empreg s, que servia, de solicitador da fazen-
da nacional edajustica da rea cao.
Jos MibMro do Amoral.
= FurtbrSoda sua capella uma pequea imagem
deN. S do Monte; e consta que se anda tirando es
molas com ella pelas praiasdo Norte. Qualquer pessoa ,
que quizer restituir a dita' capella he por este auto-
piado a apprehende-la.
Existem coilas para os Srs. Jos Justino de Sou-
za e Man .el Alvares Pereira na ra do Oueima-
do n. 25. .
A quem tbe faltar um molecoto, que diz cha
mar-se Manoel oqual so andava ofler>cendo sem bi-
Ibete para o compraren) dando os signaes certos e
mostrando legalmeote pue Ihe pertence, ser elle
entregue. O referido molecote diste pertvncer a um Sr
Azevedo depois a um Sr. Atbihide do Posto-da-
Panella depois ao Sr.de engenbo ( Agostinbo Bo-
zerra ) de Moribeca e finalmente nio diz cousa rom
couta. A fallar com Joio Yaz de Oliveira na ra das
Cruzes, n. 51, que. nio obstante te-la proso em um
tronco nao te responsabilisa pela fuga do mesmo.
A peatoa, que quirer urna porcio de lagedo em
troca de uma porcio corretpondente de lijlos ( mar-
more), dirija-se ao pateo do Collegio primeiro an-
dar, junto da casa amarella.
e echa-la com todo o dinheiro que eitava dentro e
juntamente ai lateadas prometa o anounciinte 400*
rs. de graiificacto guardando tegredo.
Alaga te. por anno uma boa cau terrea no
principio da ettrada dos Afilelos junto ao sitio da
Seobora D. Laurianna ; a qual tem grande quintal,
com latadat de parreirat, maracujaes e difleronle fru
teiras com agoa de beber a melhor que te tem vitto ;
aluga-se por preco commodo obrgando-ie o mora-
dor,na sua sabida,a entrega-la com as bemfeitoriai.com
i|ue a recobro ; e tambem se vende : a tratar na roa
da Cadeia do Recite n. 25.
Precita-te de 11 O rt. a juros sobre uma por-
co de ouro em obras com ant poacoi de diamantes ,
e 52 oilavat de prata em obra pelo lempo de 4 mezet,
pagando-so os juros, que so convencionar : na ra da
Palma n. 17.
A pessoa que perdeo um carteira de algibeira,
com algumas lettras o mais papeit importantes, queira
procura-la na ra Direita n. 31 casa do doutor
Ignacio Nery da Fonteca que, dando ot tignaes Ibe
tero entregue.
Precisa-te alugar um molcquc; na ra do Aler-
ro-dos-Afngados, n 7.
Compras.
Compra-te um tiancelim de ouro, obra do Por-
to, que eslej em bom uso por preco commodo, o que
tenha de peto lia ISoitavas ; na rus da Moeda ar-
iiiszem o. 15.
Compra-se a obra de Tito Livio traducida em
portuguezou fraocez estando em bom uso ; na ra
de Hurtas, ao entrar do largo do Carmo loja do so-
brado, n. 9.
Compr'o-se, um escravo com ofi-
cio de Cendro, e uma cscrava moca, de
bons costumes, e que saiba coser, e en-
gommar perfeitamente; em casa de Nas-
cimento Schaeffer & C.: na ra da Cruz,
n. 45.
Cornprio-to, para (orada provincia, escravos de
13 a 20 annos; sendo de bonitas figuras, paglo-so bem:
na ra da Cadeia d" S Antonio, sobrado de um an-
dar de varanda de peo, n. 20
Coiiiprt-se um candieiro grande de 3 luzes
com pouco uso ; na esquina do Livramento n. 52.
= Comprio-se, a dinbeiro bois. vacias, vitellas,
e c unciros gordos; no agougue de Joao Dubois na
ra dos Quarteis, o. 11.
Vendas.
Lotera de S. Pedro Martyr
de Olinda.
Os bilhttet delta lotera achilte a venda not luga-
res do costume. Brevemente ser annunciado o dia iin-
preterivel do andamento das rodal.
Societlade Becreio de lielm.
O secretario avilo aot Srt. sociot que o bilhetes
para as recital dos din 25 e 28 do crrente dittribuem-
se boje, na casa das representarlos da mesma aocieda-
de na ra de S. Amaro.
Ha40diat appareeeo n'um dos sitios de Manoel
Antonio Baptista, as Salinas, uma vacca com um be-
zerro A quem for seu dono dando os signaos o sa-
tisfizcndo as despeas ser entregue.
A pessoa, que aonuociou querer comprar uma
casa de pouco dinheiro querendo uma na ra Direi
ta dos Afogados no melhor lugar para negocio rec-
tificada de novo chSot proprios, quintal murado ,
e cacimba,por preco barato e que rende mais de 1 por
cento ao moz dirija-se alnz da nutrir da Baa-Viita ,
n. 22
O Sr. Peiie que oflerecco ha poucos dial.
14*000 n. por um porta-licor, pode dirigir-io k roa
do llorn, n. 62.
Furlirio, na noule de 20 a 21 do corren le, in-
troduzindo-so na loj de Hjpolito Saint-Martn, na ra
Nova, ama burra de ferro com a quaotia de 2:000r rs.
em cdulas, ouro e prata, um trancelim de ouro ,
uma lettra do 100? rs. vencida ; C pecas de teda para
vestido ; uma pega de sarja preta hespanbola ; doui
longo* de teda azul ( foulard) ; alguna cortes de colle-
tes de seda ; algun pare deiapatotde lustro para ho-
rneo largot oa ponta; 2 ebicotei de estoque; um an-
ni da ouro com brilbaole ; um dito com pedra verde ;
um par do brincos com cortes de ouro tambem ; um
alfinate de peilo, da ouro ; um collar o trancelim pre-
tocom uma cruz de ouro pequea ; 11 chalet ricos; e
um par de brincos grandes de ouro. Os ladrdei to Ri-
cardo Jos Bibeiroe um pardo um poueo retorcido o
moco. A quem der alguma noticia deita borrado ferro,
Vende-se um porta licor em tua competente cai-
ta de faia envernisada, muilo lioa obra, por preco mu'
to commodo : na ra de (lorias n 62.
= Vende-Sfwrti bilbar novo com os seui porten-
ees; na ra da-Ciuz n. 18.
= VendeVse cha muito superior, em caitas do 6
libras ; em casa de L G. Ferreira & Companhia.
= Vende-se um preto de 18 a 20 annos pouco
iiihis ou menos ; um pardo da mesma idade de mui-
lo boa figura sem vicios nem achaques e propri s
de todo o tervico auim como para pagens ; urna pie
ta de 20 annos pouco man ou menos eoltureira e
cozinheiro ; uma linda negrinha. de H anno, pouco
mait ou menot: na ra da Cadeia de S. Ai.tonio ,
n. 25.
ttilhetes da Lotera do Rio
de Janeiro.
= Na rus da Cadeia do Recife loja de cambio ,
n. 38 ainda exilie um resto de bilbelet meioi,
quBttos o oitavos, a rao de 24* rs. o bilhele.
Vende-se um relogio de ouro, em muito bom
estado na ra Direita n. 0
Vcndem-se apparelhos de metal pa-
ra cha ,. de di lie ret I es gostos ; na ra
Nova, defronle da Conceicodos milita-
res, ofTicina de Manoel Antonio Alvares
de Brilo, n 38.
ISo caes do Collegio, n 9
elisio um novo armuzem com farinba de S. Matheus e
milho, ludo, tantos retalbucomo em porgues, e mode-
le a vontade dos compradores, medida velbs rssa, ou
enrulada como de malulo, e por monos do queem outra
qualquer parte : os prelendenles dirijSo-se ao mesmo
arma/em, ou a ra da Cruz, n. 54, a fallar com Manoel
Antonio Pinto da Silva.
Em primeira mHo.
=-Vende-te cera em velas da melhor fabrica do Rio;
collada Babia at arrobas; vinagre de vinbo tinto
tuperior a 500 ri. a cnida ulha : na ra da Sen-
zalla-Velba n. 110.
- Venderse vinagre hranco
nacional, a 400 rs. a caada ve-*
lija: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra. Direita, n. 53, venda
de M. Miranda; no Aterroda~
Boa-Visla, fabrica de licores de
l'rederico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazem de moldados
do JNicolle.
Vende-se polassa americana, ltimamente che-
gada cm barril grandei e pequeos; metal harneas
de fannba gallega ; lingos pretoi de teda da India,
etim de Maco; todo por prego commodo: em caa de
Matbeui Auitin & Companhia na ra da Alfendefa-
Velba, n. 36.
= Vende-te polatsa muito nova, o de tuperior
qualidade, om barril pequenoi: na ra da Cadeia do
Recile armazem de iitucar, n. 12.
. RA DO COLLEGIO,
Loja n. I.
detenbora a 280 rs. o par; chitas de todas ss qualida-
des, de 120 a 300 rs.; madapoldei, de 140 a 280 rs.;
corles de chitas de todas as qualidades, e do melhor
gusto mperiores ritcados francezei, a polka, a 360 n.
o covado ; o oulras muitai fa/endas, ja annuociada
nesle Diario; oa mesma loja cima.
= Vende-se uma balaoca decimal capai da pesar
2000 librai; na ra da Cruz, n. 65.
A 4^800.
Saccas de farelo de tres arrobas cada
uma, chegadas ltimamente : no armazem
de firaguez, ao p" do arco da Goncei-
cao, e no de Guimaraes, no caes d'Al-
fandega:
= Vende-te farinba superior, chegada rcenle-
mente de S. Catliarina, vende-to poli medids velba aot
alqueires, meios e quarlis, por preco muitissimo ba-
rato e conlorme as porcVs se far proporcional aba-
te : a bordo do hrigae Sagitario ancorado prximo
a ilbarga do caes do Passcio-Publico. Abater-se-ha 160
rs. por alqueire aot compradores, quo chamarem e
forem conduiidos pela,canoa do referido brigue.
= Venden, se ticca com larinba de Mag a 4800
rs. ; dita de S. Matfaeus, a 4200 rs., o alqueire me-
dido a 3800 is.; milho em saccas s 3600 e 4* rs. ;
arroz brsnco a 2,. rs. a arroba ; ssocos de estopa ,
novos. para farinba ou milho a 500 rs. : ns ruada
Cadeia de.S Antonio, n. 19, deposito de farinbs.
Rap de Lisboa.
= Vende-se, na praca da Iodepeodencia n. 4,
ebegado proiimamente a 4* ra. o bote.
Deposito de farinha.
No armazem de porta larga do caes do Collegio, con -
linua-te a vender farinba ensaccada e medida pela
medida velba tanto a retalho como em grandes por-
cei para cujo fim tambem lera farinha no brigue
I'icansavel-AIuciel, fondeado em frente do mesmo
caet: no mesmo armarem tambem te venda arroz braa -
co e milho,por menos preco do que em outra qualquer
parte; eeomprio-se oicnvos pagando-so bem, se forem
mocos.
Chtgutm ao barato I
Na loja n 46, da ra da Cadeia do Recife ven-
dem-se superiores chpeos de castor braoco pardo, e
preto para bomem e meninos, pelo commodo preco de
3* 48 6* 6# 7* e 8* rs. ; ditos fraocees da
tuperior qualidade a 3* 4* 5 6* e 6*500 ri.;
auim como de diversas oulras qualidades por pro-
co o mait commodo possivel ; juntamente ricas bande-
jas com douridos muito finos, e bstanle fornidas.
= Vcndem-se supi notes chapeos para tenhori, du
ultimo goito e muito bom enleitadoi; ricos cortes de
cambraias ; flores de todas ai qualidades, tanto de ve-
ludo como de teda ; plumat brancaa para enfeitea de
chapeot ; e um rico tortimento do filas de todas as qua-
lidades : na ra larga do Rorario o. 24.
Acl So-te a venda na loja do bom barateiro. de
Guerra Silva & Companhia na ra Nova, n 11, ri
cas sedas para vestidos ; mantas de seda, de lindos pa-
drSi, e de todat ai qualidadeie preeo; ditas de gar-
ca e de linbo ; cbapeo de palbi ede seda para senho-
ra o meninas ; indas ns qualidades da calcado para as
mesmas ; um completo tur tmenlo de luvas ; chales de
teda de todas as qualidades o tamanbos, loques de dif
b'renle goilot; lencos de soda ; meiat de teda linbo
e dealgodao para lenbora e meninas eoutroi muitot
objectoi do melhor goslo : bem como le continua
= Veodem-se na etcadinba da ra do Crespo,
n. 11, bilhetes para banho e grande sortimeoto do
i i vros, por proco commodo.
=Vende-se no armazem de Psrnando da Lucats,
na rui do Trapiche, o. 34, um sdrtimento
aicell^ntes vinhoi pan uso particular como vin!
Sberry, Madeira-secca, Porto Clarelte branco (haot
bersac) Malaga, Bordcaui; viphot do Rheno ( ha-
chheimcr e rudesbeimer ) ; tuperior cognao ; marat-
chino ; cerveja preta e branca ( de Campbell & C. );
tambem ha deposito de urna porcio do vinbo de Cham-
pagne e genebra da Hollando todo Uto vero em
aseo e engarrafado ; superiores charutos regala ,
ltimamente ehegadosd Babia ; rap rollo de llana
hurgo ; eontervai. Eites gneros vendom-so m por-
c5es e a retalbo, e dio-se amostras, para se eiporimen-
tarem. sos Srs. fregqeiei.
No armazem de Fernando Jos Bragucz, ao p
do arco da Concedi vendem-ie cansa com folhss
de Flsndres, muilo bem sortidis por preco com-
modo.
Chapeos do Chile..
Os mais superiorot, que boje ha no mercado ven-
dem-se na ra larga do Rosario loja de miudozsi ,
n. 24.
=Vende-se vinbo de Champagne, em gigos, da me-
lhor qualidade ltimamente ebegado dito de Bor-
deaux em quartolai, muito bem acondicionado
ago'ardento de Franca ( chamada de prora ) ; moitir-
da preparada em potes; ludo novo e muilo fresco: om
cssa de Avriai-lrmloa, ra da Cruz o. 20.
Champagne da marca C & C, vin-.
da no ultimo navio de franca : vende-se
em porcoes e a retalho, em casa de Me.
Gamont & G.'.
vender* pbantasmegoriat, a 4000 n. cada uma
tendo 12 vidroscom 36 figuras.
lina Direi la n. 9.
= Veodem-te saccas com alqueire de superior fa
rinha tor preco mais commodo do que em outra
qualquer parle.
M a caes
5oo rs. cada cento : defronte da esca-
.1 i ai lio da Alfandega, armazem de Gui-
maraes.
Vendase, por 250 j rs. um preto, de idade de
24 annos, ptimo para o tervico de cimpo; astim como
uma porcio de carne do icrlio salgada como a do
Cearft ptima para engenbo por barato preco : oa
ra da Cruz, n. 3.
= Vende-te uma cabra bicho de lora com cria
eleile; oaSoledade, n. 29.
= Vcnde-te tuperior cipim de plaa, a 240 rs.
a arruba; em Olinda, litio de Sesbaliio Lopet.
Vendem-ie dous pianos lories, novot, dot tutores
Colltrd*& Collard e Jorchiane ; na ra da Cadeia ,
emcaaa de Rustell Mellors & Compinbia.
=Vendem se, na ra do Vigario, arma/om, n. 11,
sncorelai do superiores azeilonas; meias barricas de
farinba de trigo americana gallego ; e barricas com
dita de Trietlo marca SSSF.
= Na ra dst Lsrsngeirai, n. 18, casa de Claudio
Dubeux, ba, para vender, chumbo de municio de n.
1 at 10; talitre refinado o melhor qae tem appare-
cido netta praca ; ludo por preco commodo: na mni-
ma cata onste urna caita para o Sr. Manoel Feliciano
Gomes de Figuetredo vinda do Lisboa.
= Vende-se um piano bamhurguet em meio uto,
e com bou voiei pelo barato preco de 80* n.: na ra
do Crespo loja n. 15.
Vendem-ae chapeos de teda de cores para le-
nbora, bem enfoitadoi o de goito moderno pelo m-
dico preco de 14/ rs.; na ra Nova n. 38
=Vende-se boa calda de tmales em botijas; n
ra da Cruz n. 46.
Sarca.
BestSo alguna rolos de excellente qua-
lidade que te vendem a 25000 ri. cada arroba ; no
= Vende-se uma mulstinba de 13 anno da ida-
de ; na roa de Apollo n. 27, segundo aodar.
= Vende-se urna canoa de cooduzr agoa feita ,
ha um anno muito bem construida ; no Porto das-
Canoas n. 34, a lallar com Manoel Antonia da Sil-
va Molta.
Na ra do Hospicio n. 14, bairro da Boa Vis-
ta ha, para vender-so, umaescrava rocotbida, de 16
annos sadia cuso oblo engomma, ocozmha o dia-
rio de uma casa. Ao comprador se dir o mo'livo da
venda.
= Veodem-se em porcoes, barris eom muito su
periormel. vindodo Sul; no Alerro-di-Boi-VitU,
n. '44 e Da ra da Praia arnaa-em n. 16
Acbio-ee a venda ni luja de J. F Mamada de Al-
meida A Companhia na ra Nova n..6 ricas to-
das para vestidos ; mantai de toda, de lindos padrn e
de todas ai qualidadoi o procos; ditas de garca o de
linbo ; chapeos de teda e de palha para aenhura e me-
ninaa ; todat aa qualidadei de calcado para ai meimai';
um completo sortimeoto ae luvas ; chales de seda de
todas as qualidades e tamanbos; loques de differentei
goitot; lencoi de seda ; meiat de seds linbo e da
Igodio para senhora e meninas; e outrot. muitot objec-
los do melbor goslo e chegidoi proiimamente de
Franca.
^ Vendem-Se chapeos de seda* para
senhora, leito em Liiboa, e calungas e
pandeiros para prsepsn : na ra da Ca-
ricia, n. i5, loja de llourgard.
= Vendem-so moenda de forro para eogenboide
atsucar, para vapor agoa e bostas de divonos tma-
oboi por preco commodo ; e igualmente taitas de
ferro coado e balido de todos o tamanhos : ba pra-
ta do Corpo Sanio n. 11, em caa de He. Cal moni &
Companhia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
* Vndese colla da Babia, de superior qualidade ;
na roa da Cruz, n. 55.
X Vendem so pentes de tartaruga a polka, e de
marrafa a 1000,1440 e 2000 rs. e eoncerU-te to-
da a qualidade de pentes; na roa dai Trincheirat, na
loja de tertaruguoiro ou na esquina que volta para
o pateo do Carmo venda o. 2.
Na caa grande do litio de Gabriel Antonio, no
Cordeiio esta para aer vendida uma vacca astt gran-
de muito gorda e tem cria : quema quizer comprar
pude dirigir-so a eise lugar.
Escravos Fgidos.
pateo do Collegio primeiro andar, junto da can ama-
relia.
= Veodem-se caitas de tartaruga fui tai no Ari-
ca ly muilo branda por tordo boa qualidade ; na ra
do Queimado loja, n. 5.
Vende-se um encllenle capoto de panno, feito
na Europa proprio para quem viaja na citscio invcr-
>osj ; nqgpatfo do Collegio primeiro andar, junto a
Vendem te superiores gravatai de letim preto a 6001 casa, amarella.
(.; casimiras daa mait modernti, a 1,200 e 1,400 ri. I = Vende-te superior vmho da Madeira em anco-
ocovado; panno fino, preto e azul, i2,500rt; meia| ratas de almude; na ra do Vigario, o. 79.
Fugio, no dia 10 do corrente do engenbo Au-
rora em Porto Calvo oulr'ora Agoa Fra o ca-
bra Hooorio, com oitign.es seguintes : baixo, cor ca-
bra-claro olhos brsncos, cabellos pichaim macaos
altas cara redonda pernal Gnas naiit bato, mos
e pi's proporcionsdos barba em conta ; representa ter
22 a 24 annos; levou camisa e ceroulas de algodio
grosto brinco chapeo de carnauba telbo a uma
trouta : quem o pegar, leve em Pernambuco a cata de
Tiburcio Vallerianno Baptista ou a ra da Cideia do
Recife n. 60 ou ao dito engenbo a cima que sa-
ri generosamente recompensado.
Fugio, n-) da 21 do corrale, do engenbo An-
maragi, um preto de uome Jote de nielo Angico ,
falla anda mal, por ter muito alravessado. de etlaluri
alta, olhos um tanto vermelhoi, pouca barba, cara
talhada cor preta bastante potroso : quemo pegar,
leve ao dito engenbo ou netta praca, na ra Direita ,
n. 100, a Rodrigo da Coila Carvalho, que gratifi-
car generosamente.
Anii-bonlim, 22 do corrente, fugio um preto de
nome Manoel, crioulo, idade 30 annoi, estatura alia,
rosto bailante detcarnado.olhot grandes; tem ai pemil
algumi couia enchadaa, poreausade algumas leridas, que
leve, de que tem a cicatriz!, ore I bal pequea!, caho-
ca redonda e canbolo, e tem um lobinbo debaito do
uvaco do braco etqoerdo, e oulro em urna daa nadi-
gai; levou camisa e ceroula de algodio de lora e chapeo
de palba : roga-ie a ludas as auloridadet policiaet, ou
pestoai, por quem pon* ter encontrado, o lavor da rem pegir o conduzi lo a caa de teu trnbor *anoel
Antonio dejerui, na ra larga do Rozario, junto ao
quarlel de polica, o. 18.
PfciPi. j NA TYP DE at. F. DEFAMAl8q>


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