Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05944


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Aojo de 1845.
Sexta fciral9
O DIARIO publica-e todos os das que
nao forem de guarda: o preso da asigna-
tura he de 4/rs. por quartel vagos adianla-
iot. Os annuuciosdos assignantes sao. Inse-
ridos a razao de tris por tinha, 40 rs. era
tvpo deferente, eas repelieres pela tnetade.
Ot que uo forem assignantes paga o 80 rs.
por liana, e 160 em typo differente.
pHASES da loa no mez de dezembro.
Crescente a6 aos 33 minutos da imnhu.
I.ua chela a 13 as 4 hor. e 21 mu. da tard.
viengoante a 21 as 9 hor. e 8 in. da tarde.
La nova a 28 as 8 h. c 33 inin. da tarde.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Coianna. Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segundas c Sextas feiras.
Cabo, Serinhacm, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1." 11 e 21 de cada mei.
Caranhuns e bonito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e28.
Victoria as Quintas feiras.
Olinda todos os das.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 9 h. e 18 inin. da manha.
Segunda as 9 h. e 42 minutos da tarde.
de Dezembro.
Anno XXI N. 84.
DAS DA SEMANA.
15 Segunda S. Euzebio, aud. do J.dos orp.,
do .1. do.C. da 2. v., c do J. M. da 2 v.
16 Terca S. Ananlas, aad. do I. do civ.
da 1. v.. e dnJ. de paz do 2. dist de t.
17 Quarta S. Floriano, aud do 1 do civ.
da 5.* v, e do I de pal do 2." dist. de t.
18 QuintaS. Botlllano, aud. do 1. de orpli. e
doJ.M. da l. r.
19 Sexta S. Panrillo, aud. do J. do civ. da
1. v., e lo 1. d'iiu d> I. di*t. d" lird.
20 Sabbado S. Domingos, aud. do I. do civ.
'da 1." v., e do .1. de par do 1. dist. de t.
SI Domingo S. Thoine.
CAMBIOS NO DA 18 DE DEZEMBRO.
Camb. sobre Londres 27'/.*. p. la 60*1.
Parir. 355 res por franco.
a ..Lisboa Ilp.C.nr. p m.
One. de let. de boas urinalI fAp. 7. '"
Oiiro-Oiicns hespanholas SlatMO a 5t#50O
, Mord de W0O vel. 6 200 a fi? 0
., de 6/400 or. I6>.)0 a 16 200
. ,. de 4/000 8^000 a 8*M
Praia- Palacoe, 'fifi? g
Pesos <:oliniinnres. 1/920 a /940
Ditos Mexicanos 1/86'J a W7'
Prata miada. 1/BW) a l|bJ
Acedes da C do Ueberibe de 50000ao par.

DIARIO DE PERWAMBUCO,
PARTE OFF.CUL
Governo da provincia.
trBDIBKTE DO DI* 12 DO CBRENTE.
(Concluido.)
OfHcioAo delegado lupplenle do termo de Gera-
nliuns, declarando, que menos regularmente procede",
quandn nio consentio, que ocommandante do destaca-
mento policial respectivo entregaste ocommando delle
ao aegundo sargento Burity, que, par o substituir, -
ra para all mandado pelo commandante do inesmo cor-
po; pnis que a suhstituicio dos commandantei de delta
cimento esta na ordem dat couiat relativas a economa
e disciplina daquelle eorpo, e por isto he da competen
ca de leu commiodnte geral; e preven indo-o, de que,
com villas de impedir, que anda se dem casos guies,
ha reeommendado ao referido commandante geral an-
tecipe aos delegadoi de polica das mdancag, que bou-
ver de fazer nos destacamentos dm respectivoi termos.
dem do da 13.
OITicioAo juiz municipal da segunda vira delta ci-
dade, significando, que. comquanto a preiidencia, nio
obstante as rezeicom queS. me. ie pretendeo justifi-
car em officio de 10 deite mes, ainda continu na per-
luacio de que nio pratieou S. me. em regn, quando
deizou de communear o leu ineommodo ao juiz presi-
dente do jury, porque eise paiso era exigido pela oivili-
dide e deferencia, de que lio credores os superiores, pa-
la boa ordem doservico publico, e pela neeessidade, que
tinha o menno juiz presidente de ofllealmente. Saber de
uni tal ineommodo para po'lar admitlir o seu supplente,
deixa todava de o mandar responsabilisar, como S. me.
pede em o mencionado officio, por entender, que o ca-
lo em queitio he um daquelles, de que trata o artigo
339 do cdigo do proceiso criminal.
DitosAo co liman lante das armas e aocommiiiaro
pagador, scientificando-os de haver S. M o Imperador
permittido, que continu a residir nesla provincia, e
deixe de seguir para a das Magis, O tenente quartel-
mestre do quinto batalhio de futileiros, Jos Joaquim de
Mei re les.
DitoAo cnsul del Estados Unidos nesta provinj
cia, declarando, que o Sr. G P. Monouvene, nomeado
pelo leu governo para o substituir no consulado, e d
cuj ohegada di S. S,* parte em officio de 12 do corren-
te, nio pode, segundo ai oideni jmperiaes, entrar em
eiercicio lem que aprsente benep acito do governo de
S. M. o Imperador.
DitoAo ebefe do polica enearregando-o de, por
meioi brandoi e persuasivos, faer eng.jar e recrutar pa-
ra a marinhs o maior numero de Indios, com preferen-
cia os de 12 a 18 annoi; e ai.torisando-o. de conlorm-
didecom aiordeni imperies, a despender alguin di-
nheiro com cada um dos Indios, ou cun seus pas e fa-
milias.
DitoAo engenheiro em chele das obras publicas,
ordenando, remelli ao inspector do arseoal de marinha
urna copia da planta do mesmo arsenal. Participou le
ao inspector do arsenal de marinha, que requisitira a
mencionada planta para airhivar.
DitoA'cmara municipal do Limoeiro.dizendo em
reipoita aoieu officio de 4 deslo mez, que, reunida a
assembla legislativa provincial, ponderar-lbe-ha a ne-
cessidade da creaeo de urna cadeira de priineiras lettras
pan o lexo feminino na respectiva villa, e da restituiclo
da degrammatica latina, que pela inesma assembla
fura supprimida.
DitoA' inesma. approvando o contrato de arrema-
tado,por que Jos Antonio Pereiri de Moraei ohrigoii-
le a dar aquella municipalidad a quanlia do 300su00
rs. pelo reipclivo dirimo de miuncai.
IBRM Do d 13
OfficioAocommiisano pagador, iotellgrnciando-
o de haver mandado pagar, pelo crdito aberto i the-
souraria da fazenda delta provincia para n despeai da
guarda nacional no correle inno fimneeiro, o importe
da. plvora fornecida i mesma guarda nacional e ao ebe
fe de polica, cuja conta acompanhou o seu officio de 13
do presente mez.
DitoA'cmara municipal do Recite, ordenando,
envi ao presidente do conceibo geral de salubridad
urna nota das difiranles boticas do municipio, e 'ios t-
tulos dos pharmaceuticos, que asdirigem. Parlicipou-
se ao presidente do concelho geral de salubridade, que
requisitou esta nota para babilitar-se acumprr asdis
nnsicoesdo${>.*do artigo 5." da fei provincial numero
I4J.
DitoA'cimara municipal jlelguirais, determinan-
do, que, de enformdade com o decreto de 13 de nn-
vemhro de 1832 eaviso imperial de2 da julbo de 1833.
executea le provincial n. 138, que ooaodou instaurar a
extincta villa de Itamarack.
Com mando dasArmis.
EIPEDIENTB DO DU 11 DO COBHINTg.
OfficioAo presidente da provincia, enviando-Ibe a
certidio de bito do soldado delertor do 1.a batalbflo de
fu'ileirns (capturad) nesti provincial, Rufino Francis
co do Sou/d; e bem usim a nota extrahid* doi reipecti
vos assenta'centos desta praca, que fra opportunamen-
te addida ao 4. hitalbio de artilharia i pe
DitoAo coronel comisiario, pagador, communican -
do Ibe, |iara sua intelligencia a fins Conveoien es, que o
I. tenente do 2.' batalhio de artilharia a p. Pedro Af-
fonio Ferreiri, achava-se, desde o da 16 de novembro
ultimo, na fruicio de tres mezei de leenc com venci-
mento de lempo e meio sold, concedida pela presiden-
cia da provincia d < Alagdas, para a qual desticira
DitoAo mesmo, remoltendo-lbe a guia do capitio
Joio Francisco Cavalaanti de Albuquerque. fallecido na
provincia de S. PedrodoRio-Grande-do Sul, para que
Ihe dsse o d ilino, que lul^asse conveniente.
Dito Ao subdelegado da fregue/ja do Recife, para
que expediste as convenientes ordens no sentido de sei
entregue a patrulha da companhia de carall i rio o solda-
do da mesiiia. Joio Antonio, preso em Qtgrante pelo
ipjpeclor do gor dispS, qu lejio conduzdoi e conservados presos
o militares nal prisdes respectivas.
DitoAo subdelegado da (regue'ia dos Afogados.
declarando, que Joio Francisco d<" Santos, porS S'
remeiiido com o seu officio desta data (II), be desertor
do t' batalhio do artilharia p; e que se procedera na
forma da le.
DitoAo delegado lupplenle deste termo, dizendo.
que ao coronel commandante do-1. batalhio de. caca
dores se bavn rcmettido o soldado desertor, Carlos Jos.
que acompsnbou o seu officio desta data (II).
Dito Ao tenente-cor nel commandante do 4. ba-
talhio de artilharia p, communicando-lhe, para sus
inteligencia e governo, que o 2 teoente do batalhio
sob leu commando, Henrique Manoelda Silva,obtivera.
por aviso imperial de 25 de outubro ultimo, trei mezei
Je licenc com'vencimentos.
DitoAo mesmo, para lazer addir ao 4. batalhio de
artilharia a p de seu commando, comervando preso al
segunda ordem, o soldado desertor do 1." batalhio da
mesma auna, Jos Pint liandeira.
DitoAo mesmo, mandando Ihe apresentar os sol-
dados desertores do contingenta da Parahilia do Norte.
Feliciano Jos de Melloe Antonio Jo' de Moura para
que os consideraste como addidoi ao batalhio de seu
commando, no entietanto que le proceda na forma da
lei.
Dito Ao coronel commandanto do 1,' batalhio de
eacadorei. remetiendo Ihe. para que procedeise em ob-
servancia il leis em vigor, o soldado Carlos lose, do ba-
talhio de leu commando;e ordenando,que fornecesseao
soldado do corpode polica, Manoel Jos do Nascimento,
o alteitado docoitume, por ter apprehendidnaquellede
sertor, a fim de, com este documento, perceber, na pa-
gadora das tropas,o preroioestpulado.
Portara -Mandando excluir, por tarem finalisadn o
tempo. que erlo obrigados a servir, os soldados do 2."
batalhio de artilharia i p, Francisco J is Das ejoa-
quim deSanfAnna, como em aviso imperial de 51 de
outubro (indo se determinou.
-......

INTEftIOB.
A RAINHA JMARGOT. (*)
por SUcaiiiUc Dumu,
SEGUNDO VOLME.
CAPITULO V.
AS COMFIDENCiaS
E, prinieiro que ludo, onde vamos nos? pergun-
t Baala O ajue trnli visto de r.irnifriiia do hontrn para
O, lilil pulir llriiriqni'llJ !
Tomei libirdnde de conduiir V. mageatade.....
\ que a minli m.gr.inile le pede que equic.m
na inage.ljide..... Tu me cunduiiai pl......
Ao liolel de Guie, a neo dcicriuiniirdei outra
cansa,
Nio! nao, llfiiriqietla! Vamos la caa; o du-
() Vida Uri a.' 283.
que deGuie nln est lii? leu marido tanibem nSu ral?
Oh nSo I exrlaniuii duquet com urna alegra que
(nrniiii oliaillinejniiles i s aeua bello iilhua, nu em
lien euiibndii, nem meo mandil, iiem iiinurin K.I.mi
lirre, livre cuino o ar, cuino n paro, cmini a niivrii.....
Livre, niinlia rainha, eniendri.? coniprcliendei quanla
ventura espriniveiln ptlavra: Livre?..... Euvuu, evr-
iiliu. c urd no! Ah pobre rainha! va nao luis livre;
por iiao mapiraia.....
__ Tu va, e vina, e orden!! Mns nada? Enluali-
berdade a para ialo erve? Cuino que ests uiuilo ale-
gre pr ealar rnenle livre?
V. magrsiade prometleu me encelar as confiden-
cia.
Ainda aniinha mageatade! parece-me qne querea
que me gaste seriamente, Henriquetla. Eiqueceite en-
lo as niis cunvenedea?
Hiu, vosa reapeiiua ierra diante de gente, a tu
tuuvnda conlidentu a a por a. Nio he ato, leuhora?
iilu lie iltu, Margarid.
Sun, un, dis a rainh lorrindo-ie.
Nem rivalidades de casas, nem perfidias de amor;
linio bem, ludo bom, Indo trauco; urna allianca em m
ffriiivn e deteiiaiva, no iiiiicu iiiluilu de ciicuulrar, e
segurar no vito, ie eiieontrarmoi, essa colisa eplicrue-
ra que le chama vcnlur.
hein, mulla duquesa, he no; e para renovar n
trato, d-me mu beijo.
E > dou eiicRiitadures riisloi, um paludo e Cnberto
de melancola, oulru ruiadu ejucuudu, ugracadui le
RIO-DE-JANEIRO.
POLITICa GRBVL.
O bil de lord Abtrdttn.
Eitglnnd ut'lhtr f-tend as n hunli mtin hit pnck.
Por the Miii, tohen ihe Hkei, the can vhiitle thum back
GoLDSMlTH.
Coiiiiuie he da Inglaterra tratar a sou* migo
como o eae/dor a seu caes de paca, pirque
julga, que uio be misteraenii aiiubiar para
le-lu a se na pus.
O governo inglez, para promover seus ntoresses com-
merciaei e para chegar a seus fins, nio allende e consi-
dera a moralidad dos meios. Sua ambicio seu egos-
mo eiua vaidado fazoin comnvtier faltas graves, vio-
lencias de toda a natureza o at birbar lad s o crimes
Nao recua anto a considerapao de que deve respeito i
independencia eloberania.das mal nacoes, nio le im-
porta ootp o niales e damnos, que aoi aeui sitiados o
migo pode causar, qur sempre ser obedecido, quer
sinento, que sua vontado triumpbe; nio quer amiios
quer eicravos Tul h a ua marcha oonslante. tal he i
sua historia, e, se nao fra ser a exhihicio de provas
deste asserto objecto eslranho do que temos ora em vn
ta, longo lempo levaramos na sua dedcelo; limitar-
nos-heinus, pos. asque perlencem tjueslo, que nos
oceupa. .
Uepoisde l8)8. poca em qu foi posto em execu-
fio o bil, qu prohibi o commercto de escravos, tra-
balbou a Inglaterra para, por todos os meios, fa/er im
por esta sua le a todos os povos e executa-la em todo
.is mares da frica e ds America. Sem dir ilo algum e
autefittade. eomeeou desde entio rejislrtr nsitur)
lodos os navios mercantes, qualquerque fosse o leu pa-
vilhlo, e emboru perlencesscm a alliados e amigos, ou a
inimigos. E nio se tein limitado a isto por meras pro
sumpcSes, c s vezes sem o menor indicio, depoi de
re]a lu, examinar sua carga e seus despachos e es-
cripturacio, os appreliendo e confisca. Tio inslito pro-
cedimanto, qu S pode seraulonsado por tratados ou
convences, sempre esse governo tein lido para com
quaisquer potencias, embora nonbuina autorisac,io Ibe
fosse dada.
As.un com Portugal pratieou, antes das convences
de 1815 e 1817. o tio fra de direito, quo se vio na du-
ra necessidade de salisfazer-lhe os damnns causados,
onfrme loi ajustado na convenci do 21 de Janeiro de
1815, ena de 1817. artigo 9 E notaremos de paafa-
gem, que na occasiao em que assim proceda (1810 a
181 i), Portugal era um do* molbores Miados, que ti-
nha a Inglaterra I Assim com a llespanba, assim com a
Franca, depoisda pa< de Panz, assim eom os Estados
Unidos, e assim >empr com quasi todas as potencias .
He geral.-nente sabido, que al 1831 a Franca nio
admittio nunca odireito do visita, e menos o de busca
e apresamente ou confisco em suus embarcaces, nin-
guem ignora, que em todos oscongressos, por todos os
modos, a Inglaterra, at esta poca, tmbalhou por con-
quistar e.ta concessio. e que s em 1831 a pude obler;
mas. nio obstante ossa repulsa,sem autorisacio alguma,
exerciiu sempre os cruzeiros inglezes esses actos, como se
Ibes cnubessein,em virtude da soberana de sua naci ou
de estipulares e conveniSes. >os proprios papis e docu -
melos sobre o trafico de escravos, que annualmenle se
apreientau no parlamento ingle/, provas tomos disto. Na
essio de 1826 da cmara dos deputados fiancezes, o
sssaiasBaxtxssssMnaaatss asaa nna uvu -i^fi^mmi^iwmimmm
general Sebastian o denunciou. e as se5es de 1842 e
1813 da cmara dos pares, o duque de Broglie re la ton
un grande numero de (actos e provou nio que os
cruzeiros inglezes regislravio e davo busca nos navios
(raneczes, mais ain la, que os capturavio o que at pelos
tribunaei inglezes lorio alguns julgadoi.
Parece-nos neressuio, paia que bem se aquilate o
procedimento da Inglaterra, que mais minueioioi saja-
mos no relatorio de suas violencias. Segundo o duque
de Broglie e os documentos, a que elle se referi, s no
inno de 1824. no espaco decorrdo de B do junho a 20
dejulh.i (45 das), 10 navios francere loflrerio eita
violencia, e om dellcs deienove vezes durante orna
viag'in .'.' Nos annos posteriores e at 1831, os meamos
fictos se reproduzlrio. Eml8l6 um navio francs foi
restituido a seu dono por julgar-se ma presa. Em 1818,
um foi condemnado. Eml8l9,dous. Em I8"20. dous;
e muit s outros, cuja relacao, por amor da brevdsde,
nio daremos.
Com o Estidos-Unidos, nao obitante nio hiver tatn-
bem convenio e concessio alguma (1), o meimo proce-
der, as mosmas violencias tiverio lugar at 1810, em
qu de um modo firme o seu governo se oppz; do que
resullou a convenci Asbburton de 1842 Nao canea-
remos o leilor como que ha succedido com asoutrai
potencias, m guau circumstaneias; pastaremos, por
tanto, a examinar o seu procedimento com Portugal;
seu fiel allado, com quem tinha estipulaces especiaea
ubre esto objecto, depois das convences de 1815 e
1817.
Portugal se obrlgou a prohibir, e prohibi aos seus
subditos o comprar escravos ou traficar nelles smente
as partes da costa da AlYica. ao norte do Bquador [i).
Para reallsir-se essa prohibicio celebrou-se eom a
Inglaterra a convenci de 8 de julho de 1817, em que se
estabeleifric legras para o exerciclo do direito de regis-
tro de busca e apretamento. e para julgamento das
preras. Obrigou-se tambetn o governo portugus a flxar,
por um tratado separado, o periodo, em que o com-
mercio de escravos cessaria totalmente em todos os seus
do inin?.
Estas convences nio forio execotadas, conlorme
cumpria, da parte do governo inglez. As embarcaces
portuguezas eran apreadas por qualquer pretexto, B
contra a letlra das cunventaa. em qualquer parte, em
que erio encontradas, e at debaixo das bateras de suas
fortalezas e no seu territorio martimo. A trlpolacio
distes navios era tratada de um modo brbaro e des-
humano, e os offlciaes da marinha ingiera, que assim
procediao, premiados (3) nio obstante a reprovacao dos
juizesdas respectivas cominlsses mixtas. Oppunhio-
e. porm, as refer las convences a mollas pretencas
da Inglaterra, e por de mais nao era geral a prohibicio
nellas cuntida: um dos grandes obstculos era a exigen-
cia, Teita pelo artigo 5 da citada convenci de 1817, da
ai hada de escravos a burdo de um navio, tramportados
de partes da costa da frica ao norte do Equador, para
quepodess ter lugar a sua captura. Em I88 a In-
glaterra pretendeo a renovacao e reforma das primeiras
convences, para nellas inserir um complexo de clau-
sulas, que. a seren admitlinas, teriio por prompto re-
sultado a ruina do commercio licito de Portugal e de sua
navegacao tos'eira n s dominios da frica, e assim tatn-
le ii a perpeluidade de laes convencOes deste modo elabora-
das, Poilug-I nao pJe aunuir a laes exigencias, ea lo-
apprcuiuiaiao, e unirn i labio das duas encantadoras
creaturas, como eslavau unidoa os peiuuiiueuloa.
Temo pois cauta nova? perguiitmi duquesa, fi-
Xando em Margarid vidos e curilos nlliu.
n ui lie, ha dola diaa, tildo novu?
Oh! fallo de amor, uauvd* poltica. Quando tiver-
m.i a idade da aenliura Cntherina, tu mal, trvlareiu
disau, de pulilic; mus agorn temo vinii'nuoa, iiiinlia
bella rainha, Fiillemu* d'uulra cousa. Vejnmus, aerin
lu rasada seriamente?
Ciini quem? dise Margarida rindo- Ah! lu me ir,iii.|inlliii-, na verdade.
Puil bem 1 Henriquetla, o quo te irauquillisa me
asausla. Duquesa, he preciso que eu arja casada.
Quando?
Aiuauhia.
_ Esu be boa! de vera? Pobre amiga, cuitada! E
he de urceaaidade?
_ Absolui.
__ Com na diabos como dl algucm do meu eonlie-
eimenlo, ei-alii mu caso bom trido.
Tu moheces algucm que dis: Cun os diabos ? per-
guiilou Margarida rindo-se.
Sun.
E quem he ene alguem?
Sempre a me interrogares, quando ti toca fallar.
Acalia. que eu i oinecarei.
Ei-aqui rio iiuaa paUvras: el-rei de Navarra tein
i-eu amores, e nao quer saber de innu. Eu nao leiiho
auiurea, uiaitaiubens nada queru cuiuelle; todava aeria
l, Mullas veres lemos proposto, qur Franca,
queraos E-tados Unidos, o estabelecer leciprocameote,
por tratados, o dreito de visita e busca neite com-
mercio: mas tantas dilliculdadrs teem sobrestado a esta
respeito, em virtude do orgulho naciunal, que a cma-
ra o se admire, sabondo que nada se teem concluido a
adoptado. Canning, discurso sobre o trafico dos es-
cravos om 18I.
(2) Arl. I da convenci de 22 de Janeiro de 1818, o
alvar de '2$ de junho de (Sis.
(3) Vija-se o fulbeto. publicado em 1840, pelo Sr.
viscondu de S da Bandeira, intitulado O traico da
escravatura ou o biil de lord Palmentoo, Este faeto
leve lugar com o ufllcial, que aprezou a embarcirao
Flr-de-J/Mtnda.
conveniente que mudaiiemo ambos de ideia, nu que ao
menos mostraremos mudar d'aqui ale amanilla.
Poi bem! muda tu, e podes estarceru que elle
mudara Ininbem.
Justamente ahi esta n impoesivel; purque eu eitou
ni,u que nunca iudispnsta a mudar.
Kprro quo ej i somenie a respeito de tea marido.
Henriqueita, leuho um escrpulo.
fc.ac.ru pulo de que ?
De religiu. Fase tu diffrrenca entre huguonotei
e cilholiun?
Era pulitica?
Sim.
Seni duvid.
Mas em amor:'
Mu ha chura amiga, nos mnlheres lomoi tio pa-
gan, quo a respeiludeleita admillimos tuda*i earei-
peito de deuzrs recoiihrccmo iiiuitos.
Em um so, nao he assim?
.mu, dit a duquesa cnfli om olhnr faiscanto do pa-
ganismo; slm, aqurlle que se chama Krti-Ctipid*-Amw;
im, aquelle quu tero carcax, venda easai. Ora, viva a
ilevoC.io !
Entretanto tu tens urna raaneir de orar qna he ex-
cntrica ; laucas podras lobre aterra dol huguonotei.
ei\a- .fallar..... Ah! Mrg*nd, oumo seirani-
vertem a melli-re idvias. as nasa hall accei ao pai-
sarem pela boca do vulgo!
Vulgo |...... Pancia-mc que era ineu irrolo Car-
lui quem te dava u parabena?



Platrrra, pnr este (arto, altentnu contra independencia
desla naca, lavrando esse celebre bil de lord Palmen-
ton, que eutnrisava a rerlos nulos brtannicot a captu-
rar, en todos na mares as ernbarcacoes. que, com ban-
deira poitusuea. se rmpregatsem ou fussem suspcitas
de cmpregar-se no ruinmerrin da escravatura, e aos tri-
bunaes hritannicos ajulaaretn, segundo as leis inglesas,
a propriedade e os subditos portugueies nelle encon-
trados! I!
O arrojo por certo era gnode, a medida lyrannica,
e por inslita, contraria todos os principios, e atleota
torta da independer ca de urna naci amlst e alliada
coube Inglaterra ser sua sutura, cabcm-lbe a honra
de aua inventan!{
(0o Brasil.)
O ASSXfSINATO DO DOCTOR PANTOJA.
A assemhla provincial de Minas dislinguio-te ente
enno, como nunca lalver., na trela de pmver de re-
cursos as nccessidades da provincia ; e, no meio d'esse
empenho. que lias nao passava ile reslrii to dever seu.
O inteiesses geraes di sicird.de echarlo semprealli
constantes e muito habis prnpugnadores ; sini, que -
lociedade toda ganbi na rrpressio dos ciimes, e no seu
anathema, noanalhema de seus apai/rinAadorf, queri-
do es minosos O assassinato do infeliz dou'or llermogenes
Francisco de Aguilar Pantqa deo lugsr, na sessoo de
17 partido da ordem, j;i pelo lado das ideias, queentiose
apresentrio, pelo do talento, com que forio ellas
desenvolvidas ; merecen do especial mencio o discurso
do Sr. doutor Firmino Rodrigues Silva, em o qual, com
mao de mestre.descreveo elle o estado lastimoso do paiz
O discurso do Sr. Firmino be digno de figurar entre o
primeiros do nosso parlamento, e como tal o recom-
mendamos I meditarlo do leilor. tala o v ja tambem
oSr. Manoel Alves Branco, sobre cuja cubece (uSoces-
saremos dedize lo) cai a responsabilidad mieira da
desmoralizarlo, em que se precipitan as massas. e dos
horrores,que por toda a parte contu-to a bumanidade.
Enretou n discustlo oSr depulado Antonio Candi-
do da Cruz Machado, direndo :
USr. Cruz Machado : Sr. presidente, ebeio de
prolunda magoa, tnspassado e dfir por ver, que o
bacamarle do assastino vai impunemente ceifando vi-
das to preciosas, levantme para pedir justica. Te-
nbo de noticiar casa um Tacto, que contrista lodos os
coraco s bem formados, que demonstra, que a seguran -
(a individual, na provincia de Minas, be nenbuina ;
quo a polica dorme o somno da indolencia, senio oda
connivencia ; que as leis sao calcadas som o menor re-
celo ; que em lim devenios tratar de segurar nossas vi-
das com nossos proprins recursos; porque a proteceo
das leis nao existe; a vigilancia das autoridades desap-
pareceo; e o exterminio e a morte de pessoas dittinctas
nao llius merece a menor das providencial. O Sr. Dr.
llermogenes Francisco de Aguilar Pantoja, retirndo-
se para o Rio-de-Janoiro, em companlna d'aquella.a
quein ba pouco se havia ligado por lacos insoluveis.
cheio de par, que s p le ser fructo da virlude e da in
nocencia, ao passar em um lugar perto da serra da Ibi-
tipoca, lecelieo um lirodirigido da espessura da malta,
e hora e meia depois, nos bracos de sua desconsolada
esposa, oeo a alma ao Creador ... (.lensaco gerai )
Esse joven talentoso, cujo futuro era le Unta esperon-
ca paraseus amigos e para o seu paiz, esse dextro pro
pugnador da esc la da autoridade, j nio existe I....
a cerleira mo do assassino cortou o ilourado fio de sua
vida curia e bnlliante ; sua csrreira (lo honrosa fui pa-
ra tempre impedida; as esperances de S"us amigos mor
rruo em flor ; urna lamilla illuslre nada em pranlo!...
Succumbio. Srs., aos golpes do malvado, um Brasi-
leiro, que oceupava lugar distincto na sociedade ; e as
autoridades locaes. com um indilTeren'.ismo indigno,
nem ao menos participan presidencia um atlenlado
lio eslrondoso .' Ileassim, que sequer, que as leis
sejo respeitadas ? ... be esta a liberdade, em nonie
da qual nos prelen lem tornar odiosos au povo II...
Em que lempo a provincia de Minas osteve mais sem se-
guranza individual, do que agora ? ( potados.) Oue-
nio os cargos da polica s para conquistar eleitores?
para fa/er. que as urnas emillissem principios anli trio -
narcbcos? nio nos do em Iroco de tantos soflrimentos,
nem ao menos a vida, a liberdade do viver ?!....
Ja pela violencia e fraude nos cxlorquiio a liboda-
de do voto ; a pe* censura dos crrelos nos roubario a
liberdade de imprensa ; j pela lemoco dos juies de
direito e municipaes nos suspenderlo as garantas do
recurso do habeai-corpui; j pela demissio em mass
dos empregados de polica nos piiv rao da igualdade das
leis do processo e penaes ; ja o acinte e a vinganca dos
novos cheles carregao enm todo o peso sobre os guar-
das nacionaes proscriptos; ja pela depuracao ahafou-se
a voz de urna, ou outra provincia, que, mais feliz do
que a nossa, roinpendo os ergastulo- oa polica, ebe-
gou, mas em balde, a eieger representantes de seu
principios, de seus solTrinn ntos, e nio os commuturioi
do poder: tudo se nos roubou ; exeiceo-se contra n-
amplissimamonle, nio o systema s de compressao, mas
o de oppretiio ; e ainda nio te dos poopa a vida?!..,.
He esta a libtrdarle, Igualdad, que dos promol-
1!"" 1 .... Eu tremo pelo futuro, a 0 mlinuaiem poi
mudo lempo as cnu-as como vio : os horrores se suo
cedem com urna rapidez sombrosa ; o eocarnicamen-
lo das pcrseguicSes policiaes nio lem limites ; as leis,
as mais claras, sio atropelladas e torturadas contri a-
quelles, que nao perlenccm ao bando feliz, e a favor
dosd'este. Parece que estamos em trra conquistada
por barbaros, por vndalos I [Apoiados ) Em toda a
parlo se ouve o lamento das victimas; aqu recrula-se
o filho da viuva, porque fez paito do exordio da lesja-
Iidadeem42; alli o guarda nacional, que nao subs-
creveo a chapa do chele ; acol um |uir de direito pro-
cessa por conspirarlo o juit de paz e o manda pren-
der com eppaiatos.. escolta, para irredi-lo de aisistir a
urna eleicio.s que se ia proceder; em outro ponto pren
le-se sem motivo, farem se processos clandestinos;
n'uma cidadese mta do da publicamente; na estra-
da assassna- se urna pesaos de represen lacio ; e no ag-
anlo o cidadio nio encontra abrigo as leis e as au-
toridades I Onde iremos parar ?!....
Sr. presidente, somos teslemunbas de que marebou
para Tamandu urna (orea de linba. logo que correo a
noticia da sentid: morte do doutor Veo, com quantose
soubesse.que o publico tomava o maior inleresse ns pu-
nico do assassino. que j ta ndigitado e esta pre-
visio vai sendo cordada de resultados; agora nio se ou-
ve, que urna ordem qualquar se livesse evpedido a res-
peito do assassinato do doutor Pantoja, tendo circulado
por toda a cidade esta noticia infausta Eu nio sei a
|ue deva attiibuir o silencio da administrarlo senio
ao das autoridades locaes; pois consta, que nem partioi
piio o facto, nem ainda lizerio a mais pequea dili-
gencia : e o que me causa mais indignadlo be, que o
delegado de S Jnio-de-EI Rei, nemao menos'ez auto
de corpo de delicio, tendo o cadver do Sr. Pantoja si
do conduzid para all sepultar-se, acompsobando-o
sua desdilosa esposa e um cunbado, segundo infor-
de 44 nio passou de orna farca sanguinolenta ; (apoia
dot ) quando aponamos as poitergacoes das leis, que
pparecem nos actos do governb e seus agentes ; quan-
do em (im demonstramos, que pira um partido ba toda a
libardada, que ludo Ihe be licito, e que para outro s
ha oppressio e mais oppressio ; (numerosos apoiados)
o oobre depulado nio se digna de analysaros lacios, de
mostrar a ineaclidio d'elles, de destruir nossos racio-
cinios ; .descarta-se de tudo proclamando: estis
em minora, por isso perdesles I Tudo marola regu-
larmente, vos (osles injustos quando no poder; nos
tomos oais do que justos, somos generosos. Chama-
se o nobre depulado para o positivismo dos factos, e o
nobre depulado foge do campo, bradando : Siode-
sabafoa de vencidos! Sio dessbafos do vencidos I
liem : eu direi agora ao nobre deputado se os ten -
cidos se desabafio com censuras, como aiercicio de um
direito outorgado pela constituido, vos vos desiksfait
com serdes nossos algores: direi mais, o assassinato
do Ilustre proscripto o Sr. doutor Hermogenet Fran-
cisco de Aguilar Pantoja foi um desabafo dos vence-
dores 1 (Numeroso apoiodoi.)
a N. 1 Hcqueiro, quesepeca Exm. vice-pre-
sidtncia da provincia oseguinte esclarecimento : 1.,
se leve conhecimenlo nflicial do assassinato do doutor
Hermngenes Francisco de Aguilar Pantoja ; 2', no
caso affirmativo, que se envi copia da corresponden-
cia relativa, nio vindo d'abi inconveniente s inda-
gaiOes policiaes. Sala das' sesses, 17 de marco de
1845 Anionio Candido da Crut Machado.*
Apoiado, be posto em discussio.
O Sr. Firmino : Voto contra o requerimento, Sr.
presidente, porque entendo, que nio devenios dar asos
ao Exm. Sr.vice presidente da provincia, para que con
tinue esse sjstema, muito calculado e reflectido, de
menospreco, que at boje lem seguido as suas rcla-
tdes com esta assembls (Apoiadot). Se nio julga-
mos digno de nossa policio e de nossos principios da
poli.lez e de deferencia i autoridade retorquirmoi com
Teu irmio Orlos, M.irj.irida, ho um grande cala-
dor, que toe* trompa lodo odia, oque o (orna nioiic
magro....... Eu recuso al o* eus comprimen!. Di
mua, ru rmpondi a leu iriniu Carlos........ Mu ouvisii
a miaba resporta p
IMAn! lo f.illavas liobaiso!
Tanln nielbnr, Icrei mais que diier-te de nev".
Ora bem, Marganda, c o ti ni du tua cuiifid neinP
Meque..... beque.....
Ahi temos nutra!
He que, dit a ruinhn rindo-sn, se a pedra de qu.
fallava meu irmio Carlos feasv histrica, eu mo ai>-
leiia.
Bem] exclasnou Menriqoella, efcolbcsle un hu-
guenole! Ueixa ealar, para aoregar-lc a ronscienc,
promt'lt'i-te escolher um uaprimeira nccnaifiu.
-1-AJiJ pareo qu deali vez lomasle um calbolie.
.Coi utdiaboi! replicou a duquell.
lem, brrn, rnlendo.
Eque lal be o no ao liugueiiole?
Miooetcolhi, esaemaiicehu nio me be nada,
proTivelmenle nunca mera.
Mu rio fin, que lal hi elle? iiso nio impede di
iii'ii diieres, bein tabea quanto mu curioaa.
Uiu pobre rapas, bello como o 'mi. de Benvenuti'
Cellmi..... e que veio refugiar-no no iueu apoientii.
Ob! oh! e lu nao Ibu baviaa leu., lal ou qual con-
vite?
dotado! nio riaaasaim, HenriquelU, porque
a eata hora, ainda olle eali entre va huaibraea da norte.
sidencia nio leve conhecimenlo official d'estn fado : e
como os corpos parlamentares, quando sio informados
da existencia de acontecimentos tio graves, se apres-
sio om eommumea los, para queselomem as medidas
congruentes, cu vou mandar mesa um requerimento,
o.eio nico, de que podemos lancar mi para Ues casos.
Srs., cumpre que alravez de lodosos riscos levantemos
nossas vozes, para que o uoverno proteja a sociedade, e
eumpra o seu mais rigoroso e sgralo dever ; nio fique
a vida de nassos concidadios dependenle do bacamarle
do malvado : reclamemos justica para urna familia dig-
na de melbor sorte exijamos o cumprimento das leis,
i punicio dos assassino* do doutor Pantoja. Trata-se
da morlo de um proscripto Ilustre; [apotados) e a mor-
le de um grande proscripto.'... [Numerosos apoiados )
U Sr. Azeredo Coultnho : Estio fra da lei, po
dem sor morios impunemente !
O Sr. Cruz Machado : Nio : se boje o sio, al-
guni di i bavera justica ; (num-roios npotado-) e en-
lo ai dos assassinos! As leis nao serio leltra mora.
Cumple, so administracio quer que a impunidade te-
nlia uru paradeiro, que o braco do perverso i.o fique
aleado ; cumpre que ella monlre energa capaz de des-
pertar do criminoso lelhargo esses delegados, que s ar-
dem no zelo da lei, quando perseguem seus adversa-
n s. ( api iodos ) Nada de condescencias ; arrede se
d'esse processo quulquer influencia poltica, deixemse
de parle essas consideraces estranbas d justica, e pu-
na-seo critne, e smeiite o crime. [yipuados.) Nio
sereieu, que imite terriveis exemplos ; nio se desvie o
processo de seu lim nico, que be o descobrimanlo e o
castigo dos assassinos, sopara salvar reputarlas polti-
cas ; e nem para nodoa-las se deixe impune o verdadei-
ro criminoso. Nao: nao serei eu, que segure o cola-
ver do meu Ilustre e chorado correligionario, e o ario-
je lace do pessoal administrativo, como pradeirio os
buii.cn> de 42 com o cadver do senador J s Rento : o
goveino pie ser censurado por seu detleixo, quan
Jo nio faz c(lectiva a observancia das leis, e nio cura da
seguranca dos ci ldaos; as autoridades pndem ser ne-
Jigentes, roncorosos, ou conniventes; mas a queslao
do assassinato deve ser decidida entre a le eos assassi-
nos; (apotadvs) porque a queslo do assassinato foi de-
cidido entre os assaisinos e a viitima, e nio entre esta
eogovemo. (/tpoidoi.) Com ludo o governo, que
alimenta a impunidad loma se Causa d'esles horrores;
[inultos apmadui) mas be crivel, que governo algum
niande assaasuiai ? .' ...
Sr. presidente, V. Exc. me ha de permiltir. que
peca ao nobre depulado de Baependy, que oulro dia
foi autor de um requerimento anlogo a esle, que se
una eosnmgO na sustentaran d'este ; por quanto entiu
ji satiainos que algumes providencias baviio d'aqui
partido, e agora ludo nos induz a c r, que nenhuma
foi lon.ada : nio cuncluire sem que lava urna observa-
do. Quando dirigimos ao governo nossas censuras,
que jamis h;"-o Iransposto as raias que nos tracto a
constituido e as Iris; ( apoiados ) quando aposenta-
mos fados sem numero, que comprovio, que a eleico
mo cartas de pessoas fidedignas Parece que a pre-1 o mesmo menospreco, ao menos, Srs, tenbamos o
Eoio elle est iloeute?
Eilii gravrinriiie l'erido.
Mal um bugiiennte l'erido lie muio incoiiimodii,
obre tudo em dial como eilet em que mu acbainoi; e
|ne faiei ludraie kugueuuie l'erido que nio te he nada,
m nunca o era''
Eil no meu gabinete; occiillo-u, quero sal-
ta-lo.
He bello, he moco, cala ferido. Tu o lens re-
eiiinliilu im leu gabim le, queresaulva-lo. Bem iugr.it
era ciar l.i y ni unte, te te nao lor milito t iiiui'o recn-
ulieeiilo.
Recelo bem, queja o teja..... mas do que eu o de-
ejara.
E le inleretia..... este pobre moco ?
I'oi' huiunuidade..... tmenle.
Alil per liuiiiiiiiid.olr inoilia pebre rainha, es
iriudu be teuipru quein noi pcnlc, a odi uiiins mu-
Iherea!
Sim, e bem v' que de um inilanle para o oulro
l-rei, o duque d'ibucou, miiilil mil, meu maridn
lurtiuu....., poden, eulrnr im meu ajo tent.
Ora apmtii, que tu querea pedn-iue que legiiarde
ii o leu liugiieniileiiiilin, et| quanto eitiser duenle,
tob a cnndiy.lo de t'o restituir qunudo cali ver curado ?
Mnligiia! dille Mnrg.irnln. Nao, juro-ie que nao
^reparo naimuiai de ta> lunyr. Pnrein, nipodetaei arhur
um nieiu de ooeullnr o p..b" rnp.ii Se |>,!. ti. > ronsei-
iui-ibe n vnl.i qu" Ibe i.ilve? Sini, coiiletm-le que te
linaria tiiicerauente obrigadi. Tuetiaalivre nopalaoiu
bom sent de evitar as occasiei, em que o Sr. vice-
presidente possadsr mais ampio d-senvolvimento ao
teu doploravel syslems. Eis o que nos ordenio ai con
veniencias de nossa policio, e osenlimeotode nossa
propria dignidade.
Se lancarmos os olhos pe| procedimento, que tem ti -
do o Sr. ice presidente eom esta assemhla, veremos
que nada exagero, e apenas deduzo dos factos as coo-
sequencias.
V. Exc. ba de estar lembrado, que logo as primei-
ras sos-Oes pedirlo-se informscSes i vice-presidencia
sobre o recrutamento brbaro e injusto deum indivi-
duo do Araxi, que S. Exc., ceg aos diclames da lei.
e surdo is vo/es do infortunio, conservara preso em at
leneio polica, que o recrujan. Hoje estamos a 17
de marco, e ainda nio lorio remedidas can as infor-
mal oes pedidas. Poucns das depois, por va da com-
missio de estradas, foi apresentado. e por esta assein -
bla approvsdo, um requerimento pedmdo informac
sobre o estado actual da estrada do Parahybuna ; e al
hoje o Sr. vice-presidente ainda se nio dignou cum-
prir i sua obrigacio a respeito. A' cerca dos negocio
le Baependy bouveiiiual exigencia: tollicilrio se nio
s as participarles oficiaes das autoridades, como tam-
bem todas e quiesquer roclamac,5es, que houvessem i
cerca dos offeudidos O Sr. vice-presidente enva
lio smenle is participarles oflicites ; quanto ao mais,
nem patarra !...
USr. Cruz Machado: E ai nformocoes sobre o
Aravi? ...
OSr. Firmino :As oceurrenciss do Arax des-
pertarlo a eltcDcio publica. Era do dever da auem-
bla instituir um exame severo e circumspedo sobre
factos tio oflensivos di seguranca individual, lio con-
trarios s leis. Pois bem : ella solicita esclarecimen-
losda vice presidencia, e com tanta mais razio, quan-
to o relatorio be baldo de informaedes circunstancia-
das a respeito, inteiramente evasivo, e cheio de hesi-
ta oes ; e a vice-presidencia. nada de informa-
edes !....
O Sr. Julio d* Miranda : Pejo a palavra.
USr. Ftrmino: Hecoslume remetler-se ai-
sembla o relatorio impresso da presidencia, logo nos
primeiros dias de sessio. At agora o Sr. vice-presi-
dente creio, que ainda nem se leinbrou de o mandar
imprimir.
Mas, Srs., de todos esles factos ba um, que con-
sidero culminante pela sua gravtdade, esobre que eu
desejo cbainar a alinelo da casa. Redro me s remo-
cio do nosso muito honr.-do e muito distinclo collga,
o 2 secretario (o Sr doutor Hilario Nogueira Barbo-
sa). S porque elle se aireveo a censurar o Sr. vice
piesidente, este officiou para o governo imperial, pe-
diinJo a remoeo do nosso honrado collega, sa he ver-
dade o que dizem ter aseverado S. Eic. Ora, ests re-
inocio atirada a face da assembla, quando ella est em
exercicio, (com voz forte) nio he unta ameac dirigi-
da por S. Exc. a lodos os empregados pblicos, que
teeni sssenlo nesla casa?! (Mnilos apoiados). Nio he
Ir Guiar, nao teos iieui cimbado, nem marido que leei
j'iem, que le ronitraiijao, e de nmia, tena por tras da
loa (Minara, onde ninguein, chara HenriquelU, lem e-
lixinenle para ti direito do entrar, um abim-te teme-
lleulle ao niou. Pni brin einpreatn-pie ene gabinete
fiara u meu hiiguenote; quando ettiver buiu, abrir-lbe-
hui gniola, e o piitiaru vi.nr.i,
Nao ha len.'ni una diflieuldado, chara rainha, he
que a gainla ril oueupada.
Como! lamben) to talsane algoem?
F-i juaiameiilo que eu retpondi a teu irmln.
A11! euleudn; cii-ahi p rqoo tio baixinho falla-
ai a meo reato, que te niu oiivi.
En uta, Margarida, he una historia admiravel,
lio menos bella, hln nienns pnelioa do que a la. De-
pon que ledeizri aria dot :ueui guardas, hvia-me re-
e.nllinlo com na nuirot seii palacio fie Guiae, e va
pillir e incendiar um cita, teparnda da de meu inuio
tomriile pela ra de (Jualre-FiU; quando de repente ou-
co gritos de niulhere e ioiproc.ii.ciei ile liouieoi. Cbrg
a Taran.la, e vrjo priineiio unta espada cojo fogu ao por
i purma illuminar tuda a trena. Admiro a furioaa f..-
Iha : co e gotlo dai ouuiaa bcllaa!..... depoii procuro
iliiliiignir o bravo que mona, e o ourpo que etle
braco pcrlenfli. No rucio d.t golpe, dutgritot, dittiu-
o era Hm o hume in, e vrjo..........m herne, miiiha rai-
nha | um Aj*x Telamn. One.' una *oi, vot de ealeu-
l..r. Kriiliii-niaiiin-iiie, fien Inda palpitante, e.treoieeeo-
do n cada golpe de que elle era aiueacado, i Cada bote
que ello atirava ; fot urna euiocao de uro quario de bo-
om golpe de vigor desatinado, que indica a admissio
de um syslema do (error, que tum de ter empregado
conlra todos aquellos, queousarem denunciar i provin-
cia os desvos sem cunta da administracio actual ?!. _
(Numerosos apoiados).
USr. Cruz Machado : A mim nio me blo de
remover.
USr. Firmino.Mea, Srs., o Sr. rice-presiden-
te est muito engaado : lia vingancinha em nada Ihe
ha de aproveitar. De mim o digo, as ameacas oto me
acobardao, ellas me exssperio. Eu sou empregado
publico, mas declaro mu francamente i casa, que, pi-
ra me conservir ni posicio official, que oceupo, nio
transigir) com a minba dignidad...
Aguns Sr. Jepulados : O mesmo nos acon-
tece.
U Sr Firmino : Bem ; os empregsdos pblicos
da assembla provincial de Minas Geraes nio Iransigi-
rs com suas consoiencias, niu venderd" seus princi-
pios em troro da conservarlo dos seus empregos (Mui-
tos apoiados). Se esta e oulras ameacas, que me sio
directamente dirigidas pela olba do governo provin-
cial, (eem por lim o obrigir-me a admirar ot portento!
di actual administracio. be um engao. S Esc. pode
exigir minba ren ocio, eu a prrfiro a ipoiar, como da-'
pulado, comocidtdio, esse syslemt deplonvel de id-
ministracio, que consiste na violceo syslematica da
lei, oa conlirmicio pausada e rrflectida de lodos os er-
ros commeitidos pela neeessidaue de vencer, e pela pre-
cipitado do momento. (s/potado*).
Entretanto, julgo conveniente declarar, que sinlo
dentro d'almt, que a digoidade di casa me inhiba da
volar por um requerimento desuado a obter esclare-
cimentossobre um laclo de Unta gravidade ; porque
eu sou o primeiro a deplorar o homicidio do Sr. dou-
tor Pantoja, de um cidadio lio Ilustre pela sua intel-
ligeucia. pela sua probidado, e pela sua idbrsio tos
bons principios ; mis entendo, que a nossa dignidad
est primeiro que tudo, e a nio devenios itirar aos pet
de quems entende, que o acinte he energa, eaaoaea-
ci meio de governo
Tem-se indagado, quaes as causas dos assassinatos
dos Sis. doutoies Veo e Pintoja, e de lanos outroi,
que tem occorriJo n'e>tes ltimos lempos. Cada qual
pensa de modo diverso ; opinies politices, odios ndi-
viduaes, viogancas de parles, a ludo se lem recorr Jo. a
Hm de achir-ae a explicarlo de fados gravisajmos.que,
pela sua frequencia, se prendem a causas geraes, lunes-
tas e permanentes, nsecidas lgicamente da posicio
muito crilica e excepcional, em que se acbs a provin-
cia. Srs., urna rebelliio nio he as suas consrquen-
cias 0 facto de uro momento. Ainda que elladeaap-
parega rpida como um meteoro, sempie deixa apox
si vestigios horriveis de sua passagem. A popularlo
se divide em fracedes inimigas. eocarncadaa ; os odios
se enranio, e o desejo das vingancas apparece ter -
rivel e inexoravel. Para collocar a sociedade nos seui
eixos, reconduiil-a ao seu eslado normal, be neceiiario
muita illuslracio no governo, muda energa, e mais
que ludo muita justica. muita justica (fl/utict a pota-
das ) As paixes mis da mullidlo nio se conteem de
um momento para oulro : a desobediencia, primeiro
elemento das rebellies, nio se neulralisa simples-
mente com a derrota ; he necessario que i illuslncio,
energa e Justina do governo, se alliem as coosequea-
cias do lempo, o esqucimer.lo do passado, e o impe-
rio de novas ideias. Ora, o que se ha seguido o'rsls
provincia be o inverso de quaolo vai referido. Maii
com o lim de se obler o apoio de um partido, do que
de neulralisar os efleitos de um grande motiwenlo po-
ltico, se concedeo nina amnista. Eu nao a censurei,
nem a censuro, embora o devesse lazer, pela intenfio,
com que lalvez .'osse aconselbada a cora. Ejecutada,
como devia ser, ella poda tornar-se proficua, venta-
josa aos inleresses da paz, (avoravel seguranca do fu-
turo. A execurio, porm, que se Ihe deo desmoro-
nou-a, alterou-lbe a condicio, e elevou i calegoria
de Iriumpbo o que l de.era ser tido como acto de cle-
mencia.
Eu nio faro senio repetir um fado, quando digo
que nesla provincia entendeo-se, que a amnista nao
era outra cousa mais, que suppressio pura e simples
do 20 de agosto.. Entretanto, nesse dia nio venteo
um partido, mas m nakchia, misa lbi, mas a or-
dem pjjblica, profundamente ameacidas, se vences-
sein os bomens de junbo. [Muito apoiado) Ainda
mais, entendeoa idunnislricio, que a suppressio do
20 de agosto devia unir relubilitacAo completa e ab-
soluta do 10 de junh i ; e nio do 10 de junbo lal qual
o constituio o governo intruso, mas exagerado, byper-
bolico .'sim exsgeiado, hyeerbolico ; porque, alm
da confirmacio de todas as po Uarbacens, houve mais is nomeacO -s di polica no-
uieaces, que nio exiatirio durante o movuneil poi-
queo prograinma governameolal do 10 da junho ex-
clua a le de 3 de dezembro de 1841, eque, pela
inlelligencia dada pela administracio i amnista, reca-
hiraoloJas nos mais exaltados entre os exaltados do
partido. (Apoiadot). (Conlinuar-si ha.)
ra, v lu, minba rninba, curan ru jamis rxiiTiineiiii-
ra, conm eu julgira que ItaV euitr*. K alli eata>a ru
arqurjante, auipnia, muda, quando de irnpruviao o
ueii heme deiappareceo.
ErnlllnP
S-b una pedra que Ihealrou urna vrlha ; enllfl
enmu Cyro cnbrri a vni, gritei: loeuilin, soennrrao.
Vieran os iioaioi giiarilat, tmnario-o, rrgui,.- i,
em fim IraiitportrSn-u para eaae quarlo que me pedes
para tro prolrgido.
Ai de mim! que entendo lano mait a tua luilo-
ria, chara Heiiriquelia, di.te Margarida, quanto e.n
hi.toria hequaai a nniilia.
Com rala differrncn, iiiinha rainha, que onmo tir-
vii au meu lobrrami e n minlia religiio, niu tenho pre-
eitlo rio despedir M. Aiinibal de Cucannaa.
Elle chama-te Aonibal deCooniiiiai? diaae Marga-
rida riudu-ae aagargalhadaa.
Nio he mu nnsuu lerrivel P dit HenriquelU. Pon
he digno de.ru dono. Que campean, ruin na iliabot! e
quanlo laiiguu derraiuou! P6e lu mateara, laiuht
rainha, etlniioa em rata.
E para que por a miuba mateara ?
Poique quero que vejas o meu hroe.
Hrbnuo?
Duranle a bngn pareceo-roe magnifion. Verdad
lo-que rra imile e a lus da ehamiuia. Kla manli'a a
clnnriiirie do da, parece.me prrdrr um pouco, coaf's-
lo-ii. Todava errio que uln le desagradar!
De tone que o meu protegido be recusad no pa-


*3
COMMERCIO.
Alfantlega.
BBNDinnrrd oo da 18................5:756j240
DesearregaO hoje r9. 9
BrigueCftr mercsdorias.
BirpTrio csrvlo,},,
Briguey^damercaaoria*.
Palhabole Almirabacalho.
BarcaGlobefariohs e bolazinba.
IMPORTACiO.
AI.MIRA, escuus ame entrada no correte maz, a consignsclo de Matheua
Au'lin & Companbia, manttestou o seguinte :
752 harricai com 752 qutntaes de bacalho; aoi con-
signatarios.
Geral ...
Provincial.........
Consulado.
RBNDIMKNTO DO Dlt 17.
ta oreada em 6:448*337 ria, e ai d'aquella en
7:903*392 rs. H
i licitante*, devidsmente habilitados, deverAS com-
parecer na aala da< iPisSet da tbesouraria no dia 9 de
Janeiro prximo futuro ao ineio dia.
Secretaria da thesouraria dai rendas provoca"s de
Pernambuco 18 de dezetnbro de 1845.
O secretario ,
I.uii da Coila Portomrreiro.
Dei-laraQoes.
2:458*504
913*631
3372*135
lloviiiHiilo do Porto.
Xavio futrado ao dia 18.
Bio-Grande-do-Sul ; 30 iliaa. tingue escuna braailei -
ro Relia-Ftrgima, de 150 tonelada*, capito Ma-
linas Ferteira Jiraga, equipagem 14, carga carne;
a Nascimrntn SebaefTar & Companhie.
Xavio* sonidos no metmo dia.
Lisboa; escuna portugue/.a S Jo<. capillo Francisco
oncalves, orga asaucar romo* e algo lo.
Aracatv ; patacho brasileiro Mara- Luiza. capitn Jo
srjuiquiui vles. earga varios gneros. Passagei-
ros. dutor Teopbilo Alves Ribeiro, JosCassianno
Pamplona, Antonio Rodrigues Camnello, com 2
criados, Jos da Cru< Pereira de Almeida. com 1
criado e 1 escrato, Mel Caetann de Oliveira, com
1 filhn, Francisco de Paula Turros, e 2 escravos a en -
tiegar.
Edilaes.
O Illm. Sr inspector das rendas provinciaes m an-
da (atar publico, que, estando quasi concluidas a casa
e barreira da ponto pensil do Cachano, continuar
no dia 22 do correte a arrematarlo da tasa da dita
barreira conforme a ordem da presidencia da provin-
cia, de 27 de junho ultimo, pelo proco anoual de
dous conloa de re por lempo de 9 mozes, a contar do
1. de Janeiro ao ultimo deaelembro do anno prosi-
ino luturo Os licitantes, devidamente habilitados, com-
pareci na sala das sessfies da meima tbesouraria no
dia indicado, ao meio da.
Secretaria da tbesouraria das rendas provinciaes de
Pernambuco, 10 de de/embro de 18*5.
O secretario,
Luit da Coila Porioearriiro,
O Illm. Sr. inspector da thesouiaria de faienda
man ia fazer publica, para eonb"eimento dos nleressa-
dos. a ordem do tribunal do tbesouro publico nacional
do 9 de selembro ultimo, abazo transcripta, que mar-
ca o priineiro de abril do anno luturo para comecaro
descont gradual, na lrma da lei de 6 de outubro de
1835 as notas de cem mil ris da 2 'estampa (verde),
actualmente em substituido na cflrte; e convida aos
possuidoresdas mesmas notas, para quequanto antes aa
faci trocar por outras na mesma thesouraria, visto es-
tar prouma a poca em que vio deisar de ser recebidas
as eslacoes publicas da provincia. Secretaria da tbe
sorana de hienda .de Pernambuco, 16 de outubro de
1813.O ofnctal-maior, Ignacio dos Sanios da Fott-
leca.
Ordem a que te riferi o tdiial supra.
N. 124 A. Manoel Ales Brsnco, presidente do
tribunal do tbesouro publico nacional, participa ao Sr.
inspector da tbesouraria da provincia de Pernambuco,
que, por portara delta data, ordenou, que se marcas-
seo primeiro de abril do anno futuro para comecare
descont gradual, na forma da lei de 6 de outubro de
1835. as notas de cem mil res da 2.a estampa (verde),
actualmente em substituido nesla corte, afina de que
mande fa/er publico por editaes, e nos peridicos por
repetidas veres,para conhecimento dos interessailos.Tbe-
souro publico nacional, em 9 de setembro de 1845.
Manotl Altes Bronco.
- O Illm. Sr inspector da tbesouraria das rendas
provinciaes manda larer publico que, emvirtade da
ordem d > Ezm. Sr presidente da provincia, de 17 do
crrente. irlo pela terceira vez i praca, para serrm
ariematadaa a quein por menos Usar, as obras das c
deas da cid.de de Goianna, e da villa do Hrej, as des-
: = P'lo lyefio desta cidade se faz publico, que no
dia 6 de fevereiro do anno protimo futuro irlo a con-
curso aa cadeirat deprimeiras lettras para o sexo mas-
culino das povoacoes de Goiannnba e Pedras-de-Fgn,
comarca de Goianna. O candidatos, que ss referidas
cadeirss se quizerem opp.\ babilitem-se nos' termos
da lei. Secretaria do lyco desta cidade, 25 de novem-
bro de 1815. O secretario, JoSo facundo da Silva
GuimarSn,
AVISO IHPORT \NTR AOa COLLBCTAD08.
O administrador da mesa da recehedoria das rendas
goraes internas, temi por muitas veres rnnonciado
nelos Diarios, convidando aos rollectados do bairro d
Recile, Santo Antonio, Hoa-Visla. e Afogados para
virem pagar a taza de escravos, imposto do banco,
aeges e cerrinhns, dcima de mo morta, ninaum
tem comparecido para pagar, resultando desta omissao
despejas e i neo munidos para n collectados ; e por isa-i
pela ultima vez annuncia,convidando a todos para virem
nagar. pena de de proceder a evecutivo em jsneiro
prximo vindouro: e para que ehegue a notcia a todos,
laeo o presente annuncio. Recebedona, 15 de de-
zembrode 1815.
Francisco Xavier Cavalcanli de Alhuquerqne
Oescrivlo eadministrador da meta de renda in-
ternas provinciaes deata cidade avisa i Indos os priipri-
larios de prediosurhannsda mrsmacidade enovoaclo das
Afogados, que do dia 1.' do corn-nte me< se princi-
piarlo acontar os Irinta das marcados por lei para o pa-
gamento, abocca d icofre, da dcima do 1, semestre do
correte .anno finanoeiro de 1845 a 1846 Adverte
mais que nlo deitem para os ull'mos dina o pagamento,
que sio obrigados, pois que se torna impossivel dar ct
pediente a todos os devedores, que cuncorrerom a pa-
gar a decima ; tornsndo-se por onnseguint aubjeitoa a
pagar a mulla de 3 p. c. aquellos, que deiurem de
pagar.
Mesa de rendas internss provinciaea, 17 de dezem-
bro de 1845. O escrivio e administrador.
Luit Francisco de titilo Cavalcanli,
Adminutracdo dos etlabelecimenlos di caridad*
Peranle a administrado dos estahelecimeotns de
caridade, se bao de arrematar por 3 anno*, a quem
mais der as rendas das caaas seguiratet: ns. 17, 47 e
49 da ra do Padre Florianno ; n. 5 do becco da Car-
valha; na. 32 e 34da rua do Fagundes ; n. II da ra
de \ Jos ; n. 5 da travessa d metmo ; ns. 30, 34 e
58 da ra da Calcada ; n. 18 por detrs da ra Nova ;
n. 31 da ra da Moeda ; n. 7 da ra de S. Then za
n. 70 da ra das Cinco-Ponas ; n 33 da ra de Mor-
as ; n. 65 da ra da Gloria ; o. 8 da travesa dos Kz
posto ; n. 7 da ra da Virarlo.
Os licitantes dirijlo-se ao sobrado da ra do Cahu-
g, n.5, no dia 19 do crrante (boje), pelas 10 horas da
maohla munidos de fiadores idneos. Sala dassesscs
da administrarlo dos estabelecimenlos de caridade, 13
dedezembrn de 1845 O escriplurario Altxandre
Amrica de Caldas Rianddo
COMPANIIIA DO BEBIRIDF..
Em consecuencia de continuar o incommodo, que
tem privado o caita da companhia de vir ao eu escrin-
torio. e de receber ai entradas de alguna accionistas,
que as (orlo pagar tica espacado por mais um met
(al 20 de Janeiro p. luturo) o racolhimentoda presta
edes em atraso Eseriptorio da companhia do Bebiri-
be, 17 de dezembro de 1815. 0 secretario,
R. J. Fttnandtt Barros,
a tratar com o capillo, na praca, ou com os consigna-
tarios Firmin > Jos Feliz da Boza & Irmo.
O brigue nacional Folia, de que he espillo Ae-
san Ir Jos Alves, sai para oCeara, boje, 19 do cor-
rete.
Para pAraeaty sai, nestesiis. por ler a maioi
parle desoa carga prompla c hiate nacional Espa-
dan : para carga e paiiageiros trata se com o ca
pillo ou na ra da Cruz 26.
Para Lisboa sai, impreterivelmente at o dia' 20
do crrante o brigue porluguez Maria-Fe.tii ; an-
da recebe aUuma carga e passageiros para o que
tem etcellenteieommodoi: quein quirer carregar ou
ir de passagem dirija e a Amonio Joaqun) de Sou-
za Kioeiro ou ao capillo Antonio Luiz Gomes.
Pora o Havre seguir, Imje, 19 do
corrente, o brigue rancez Beaujeu : a
|)essoa9, que quizerem ir de passagem, pa-
ra o que tem excedentes commndos, di-
1 ijan-.se aos seos consignatarios B Lasser-
re &C ', rut da Senzalla-Velha, n 138.
A bem conhecida barcaca Flor-do- Recife, lun-
deada na escadinha da Alfandega, parte para Macelo
por toda esta semana, por ler parle da sua carga promp-
ta ; quein pretender carregar, ou ir d paasagem, diri
ja-se a en prnprietario Manoel Joi Goncalve* Braga,
ou ao mestre, A bordo.
Para o Bio-de-Janeiro segu om poneos dissn
patacho Belleza do-Sal, p''dereceber alguns escravos,
e l.iinlieni tem honscommodos para passaiceiros : quem
pretender, pode tratar com o capillo, ou com Amo-
rim Irmlos, na ruadaCadeia, n. 45.
es Para o Rio-Grande.do-Sul segu, breve, o bri-
nue Victoria ca| illo Benlo Jos de Almeida ; (em
bons coinmodos para passageiros e escravos a frete :
na pretendentes podem conveneinnar com Amoriin Ir-
mlos na ra da Cadeia n. 45.
= Para a B hia soauira, em poucos dias o patacho
Venus: quem no mesmo quizer carregar, pode en
tender-se com os consignatarios Amorun Ir naos, na
ra da Cadeia n 45.
Para o Ass sai, no dia 20 do corrente o hri-
;;uo Dio--e-Guarde : quem no mesmo quizer carre-
jar dirija-se a ra da Cadeia do Recife arina/em ,
n. 12.
= Para o Porto segu viagem, com brevidade o
bergantim Importador capillo Jos Ferreira Carnei
ro : quem nelle quizer carregar ou ir de passagem ,
para o que tem etcelleotes commodos, dinja-se ao
mesmo capillo ou aoseu consignatario Manoel Joa-
qun) Ramos e Silva.
Lelao.
H |e, 19 do correte as 3 horas da tarde se
lar leilio dos gneros da venda, sita na ribeira da
lioa-Vista em I tes a vontade dos compradores; os
quaes sarao vendidos por todo o dnbeiro que se offo-
rerer.
"-- _____ ^. .11
Avisos diversos.
= Daniel de Santa Anna Barros e Silva il 50i rs.
de gratificarlo a quem tiver achudouma cdala de 100,
rs. elh'a quizer restitoir, a qu. I fui perdida na ra
do Cabug, hontem as 6 horas da tarde ; podando di-
rigir -se a ra da Praia, n. '20.
U>->
ivisos martimos.
lacio de Guian, ainin milito, porj|ua be o ulliino lugar
mide viriin prnenrar mu hugui-nnle.
Por ceno'|oe 11I0. Fa-lo-hei condoiir para aqui
eala larde, um ficari no canto da direita outru no nanlu
da ea .uerda
Il tro por lillnenme, vio ah devr*r-ai>.
Ol I malo na,, lu penyo. M. ,1, (".Miniinas rerebio
no rosto mu golpe <|iio o nao delta ver beni ; o ten hn-
g'ieoole levou no peitn nina pmibalada, que qimsi >
pfle <>in iiiuvimeiito ; alem dalo lo Ibe recommeiidara
que guarde ileoriii a respeito de riligiao, e ludo ir r
mil maraullias
Eala bem, leja nsiini |
Entremos, hall tratado.
Obrigada, diaae Margarida aperlando a 111S0 da a-
miga.
Aqni, aenhora, tnrnait i mageslade, diste a du-
quesa ale Nevera; perinitii-me poia que vua f.ica aa hon-
ra d.. paUei.t de Guise, como ellas devem ser feitaa
rainlia de Navarra.
Ea duqiria de.eendo da lileira, pin quasi um j elh..
em larra pira .judar Margarida a dearer por ana ves ;
depoi, niuiiriidu-lhe unrla do palacio, guardada por
duaa arnliutlUa ooiu arrabutea, aeonipanlinu a alguna
paasoaa raiaha que marehoii mage.tnaatueiile preceden-
do a dui|iieu. que oonarrvou a sua humilde altitude
em i|nnto h.nvi ro lesiemiiuhM. An ehegsr a sua ra-
mara, a iloi|.ei ferhnu a porta, e Cttiuu urna criada
ioiliaua, daa tate etpertaa :
O bem eonbeoido brigue Bom Jeem, capillo Pe-
dro Jos de Sales, deve largar paraoRto-de Janei-
ro no dia 21 do presente me/ : as pe>soss, que quize-
lem carregar escravos ou ir de pasiagem, dirijlo-ae a
Gaudino Agostinbo de Barros, pracioba do Corno-
Santo, n. 66.
Para o Ass. nestes 4 das, o brigue nacional J-
piter recebe carga a frete : a tratar na ra da Cadeia-
Velba, n 33.
O patacho Sympathia deve largar para oRio-
Grande-do-Sul no domingo, 21 do crtenle; pode
anda receber elguma carga miuda. assim romo eacra
vos a frele : a quern enviar dirija-se a GauJtno Agos-
tiuhode Barros, pracinhado Corpo- >anlo, n. 66.
O brigue portuituez Tanjo I de que capillo
Manoel de Oliveira Faneco. sai para Lisboa no dia 27
do corrente; anda recebe alguma raiga e passageiros :
diase-lho ella ea italiano, como va i o Sr.
Mica,
ule ?
Cada vez melhor, responden esta.
E que fin elle P
Nenie iiiuuieiilu, creiu, aenhnra que turna alguma
Onnaa.
Bem, dase Margarida, se Iho mita o nppetile, lie
honi lignal.
Ali! he terdade, nlo roe lembrara que a uiua
ili.cipnl.i de Ambrollo Par. Idc-voa Mica.
*m Tu a depedea ?
Sis*, para que noa sirva do seutinella.
Mu nublo.-
Agora, da a duquesa, uuerea tu ir v-lo ao quar-
tu, mi i|iioeu 11 f.i(,;i vir aqu?
Ni-nt una, neiu oulra cuusa j quiera v-lo sent
ser visia.
Que te importa, ae lena a Ina mascara ?
Piule reconbeeer-inc pelos cabellos, pelss mos,
por un 1 joiu.
Oh! como est prudente a niinha bella rainbe, de-
pnia que he caaada.
Margarida sorriu-ae.
Hua bem mas a um meio vejo, eontinuou a du-
queti.
Qual?
He v-lo pelo buraco do {echadura.
Saaj.s! vainua l.
A duquesa Io.-ih-ii a ruin de Margarida e a enraminlimi
THEATRO.
Sao 'oi possivcl l.'izer indar
hontem as rodas dcsli lole-
ria, porque exisliao anda por
vender *t:VA>l,ji,M, res em bi-
Ihet s; mas o thesoureiro,
empenhado em realisar o dflo
andamento antes de Testa, pa-
ra que as pessoas felicitadas
com os p/einios grandes os
possao gozar nos das santos ;
declara que no dia segunda-
feia, U*J co crrenle, corrers
as rodas da lotera, seja qual
foro numero de hilhetes, que
(iquem por vender. Estes es-
larao venda at o dia domin-
go 21, visto que 'no dia imme-
diato as rodas devem come-
car o seu pyro as 8 horas em
ponto, como determina o no-
vo regulamento.
Mrs Tempeto A C. alfaiate francei, ra Nova,
n. 4, tem a honra de participar a seus freguoze, quo
el|e acabao de receber pelos ltimos navios, agora che-
gados da Franca, um muilo linm, lindo o rico iorli-
unnto de fazendas novas e do ultimo Rosto, tanlo para
coletea com para cafsa*, casacis e sobre casacas :
tamhem na mesma casa sempn acharld um gran le
ortimento de roupa feita no ultimo gosto, como esta-
eas e sobre-casacas de panno fino e de merioft, coletea
de setim. de vehido e de seda, caigas de panno, de ea-
simra, do brim. chambre* de setim. de seda o de cbi-
a, jaqu'tas de brim, de riscadn, ele. etc. Todas a-
uellas obras si> da ultima muda e por precos com-
modos,
Roga-se a pessoa, qu em Macei recebeo ama
caita para Joio Jos de l.im, o favor de a entregar na
praca do Comme-cio,n.6, ou de annunciarsua morada.
Manoel de Souza Braga retira-se para o Rio-de-
Janelro,
Alnrjj.-se um preto muilo fiel, pro-
prio para servente de alguma cisa de pas-
to, o qnal tambem entemle alguma cousa
le cozinha : traln-se nesta typographa.
= Aluga-se o primeiro andar da casa da ra do
Quemedo n. 14 com bastantes commndos, pin-
tado, ha pouco lempo, por pre^o mais em contado
que se (em alugado: a tratar no secundo andar da mes-
ma casa,
Pieeita-sealugar urna escrava ou escravo para o
servido de casa de poura familia ; na roa do Queima-
do n 14 segundo andar.
= Aluga-se a luja do sobrado da ra doQueimado,
n. 14. por preco com nodo : a tratar no segundo an-
dar do mesmo sobrado.
O ahann nss'gnado convida os credore da taber-
na da rua da Florentina, n. 30, a comparecerem no
dia 20 do corrente, al a 10 horas do dia, em a rnesma
taberna, a fim de assistirem ao apartamento da socic- .
la.le que tem na mesma Manoel Jos Carneirn.
Antonio da Costa Dias.
Na ros do Pilar em Fra-de-Portas, n. 122. pre-
cna-se de um pequeo para caiteiro, e de um preto
para o aerviro de casa al o meio dia.
<^uem tiver para vender um moleque de 14 a
20 annns, san defeitos. e com boa figura, para encom-
menda do Rio-Giande-do-Sul, dirija-se a roa da
Muela, n. 23, no Foite-do-MatL>.
Aluga-se urna rasa terrea no sitio do Cordei-
ro a margem do rio Capibartbe acabada de novo ,
por preco commodo : a tratar com Gabriel Antonio ,
no paleo do Carmo, n. 17.
Aloga-ie urna canoa grande com canoeiro forro ,
muilo fiel, para conduzir trastes, ou outroa quaesquer
ohjeclos, pur este lempo de festa : a tratar na traves-
sa doQueimado. venda, n. 3.
l)*-se dnbeiro a premio mesmo em pequeas
quantias rom penbores de ouro e prata ; as Cinco -
Ponas, n. 134.
= AIitgan-.e duas casa Ierres n. 5 e 9 da
rua da Florentina defronte do Iheatro doto : a tratar
na rua da Cadeia do Recife, n. 40.
Jos Maria de Barros llarreto embarca para o Rio-
de-Janeiro a sua escrava Izabel. crioula.
= Aluga so, por anno urna boa casa terrea "no
principio da estrada dos Adictos junto ao sitio da
Senhora I). Laurianna ; a qual tem grande quintal,
com Litadas de penetras, maracujaes e dilTerentes fru-
leiras com agua de beber a melbor que se tem visto ;
aluga-se por pieco commodo obrigando-se o mora-
dor,na sua sabida,a enlrega-la com as bemleitorias.com
que a receben ; e lambem se vende : a tratar na roa
da Cadeia do Recile n. 25.
Nao se lendo reunido, no dia i5 do
corrente, numero sulicieiite de irmios
par se fazer a eleico da mesa, que tem
de reger os Oab*llio9 da irmandade de
'N. S. da ('onceico dos militares iioaii
no prximo de iH'iG, e tendo-se espaca-
do a referid i eleico para o dia ?i do cor
rrnle (segunda leirn), as 4 horas da tarde,
o presidente da mesma irmandadede no-
vo convida a todos os irmaos, que hajao
de comparecer para o mencionado fim.
Aluga-ie o sobrado n. 4, sito no largo do Hos-
pital do Paraso ; todoou separado: a tratar ns rua
do Cresjo luja de Santos Neves, ou no Isrgo do
('armo, n. 5.
iioii-.e obre um j.elhii eapprosimou um tillxi au lug
la i li.nc.
Junta mente, disse, est elle meta, e tem o rusto
Voliailo para tis. Chega.
A r.iinha MarKariitu tomn |,IR,r rfn um amiga, e por
aua ves epplicuu o olho ao Imraoo ra refinadura, Cucau-
atea, oosa adaqneta havia dit, rstava aentado um.i
mera bem gonnieoila, el qual aa anas frula, o nlu lu-
pi di.io ile t'ater honra.
Ai! HieiiDeo! brailmt Margariila reeuaudo.
EiilAuquehaP perguiitou a iluqneta mlmirada.
Beiiiipiinsivel! Na. Sun! Oh! por minha alia
he elle meaiMu!
Kilo menino ijueni ?
para uma porta aubre a qual cuhi.i urna tauecaria, indi- M. de La Mul ?
Clunm ilu Margarida Iravando da man da rfu-
quea. O qui quera malar a meii bnguenote, que 0
peraegnio at a minha ram.ira. que o fcnoel nos nirui
Heiiriquetta! que torluua no me ter elle
Oh I
braa
vi.io!
Eenllo! pois que o viste em arelo, au he bo-
nito ?
Nlu ae, pois quo eu olhava para quem elle per-
segu.
E rumo se chama esse a qurm elle persegua?
Tu nunca pronunciarla o acu nonio na presenc
deste' ^
Nlo, eu t'o prometi.
Lerae de La Mole.
K que tal o aehaa tu agora ?j
- Ni. M. de Cocannaa.
Por muiha fe, dase Margarida, confeaso que Iho
li '.......
E puroii,
Eala born diz a duquesa, ja vejo que Ibe tena mi
vontade por causa ra feriila ilo leu hugueiiote.
Ma parrre-me, redargid Margarida rndo-ae.
que o meo Iiii;;u,.|,.,(,. n4 ||,e aefe nadl|> e o _|TM
ilue Ibe fe na rara.....
Entlo eaito elles quites, o podemos reooncilia-los.
Vliiiiilii-me para o o teu ferido.
AuitliinAii; ao depoia.
Qoando?
Qiinmlo iimivorca dado ao teu outro quartu,
Knt*o qual? p/
Margarida ulhoo para a ana amiga, que depoia de um
iiiomi (,, de ailenciu, a olhou lambem e po-e a rir.
Poi bem! aejacomo quierea, diaae 1 duquesa.
H. de.te modo, alllanca maa que nunca ?
Amiiaile sincera -empre, respundeoa rainba.
B a palavra d'nrdem, o igual de reunan, aa B-
ces.ilarmoa nasa da outra ?
O triplico nome do tea trplice dees: Ero, Cu-
pido, Amor,
E assim se separarlo as duaa damas, depoia de ae ha-
v^rem beijado pela aeguuda ves, a aperlado a mo pala
vigsima.
(Caatii* aor-aa-aa).


4
Hoje, 19 do corrente na porta do Sr. doutor
juiz do civel da primeira vara se hio Je arrematar 01
oveia penhorados a Luck Robert, por execucao de
llalliday Raymond & Companhia ; bo a ultima praga .
O Sor. Raymundo Jis Pereira Bello tem urna
carta na iraca da Independencia litraria, ni. [6 e 8.
Precisa-se de uin caiieiro que ten ha bastante
pratica de v na eque qu.-ira tomar urna por batan-
eo dando fiador a sua conducta cao Iba dar* bom
ordenado; no Corredor-do-Bi*po padaria, n 8.
Einpn sta-se dinbeiro obre prata o ouro; e lam-
bem se compra : na ra do l'ogo, n. 27, solio.
= Na tuja de Manoel Gomes Viegaa ni ra do
Crespo, etitlein cartas para os Srs. major Jos Car-
los Teixeira e Laurentino Antonio Pereira de Carva-
llo : queirSo os meimoi Srs. as mandar buscar.
= Carlota Joaquina da Silva Damas, viuva do talle-
cido Theod ro da Silva Damas roga eos credores do
seu casal que Ihe apresenlem suaa contas para entra-
ren! no inventario que se est procedendo at {4 do
corrente mei.
= Perdrio-se no da 17 do corrente duas cha-
ves : quem as achou ou deltas aouber annuncie, uu
leve as a ra da Cadea do Retile loja de Jos Go-
mes Leal.
Quarla-feira, as 6 boras da larde pouco mais
ou menos sabindo da escola da ra das Flores urrr
pequeno flbo de Miguel Jos de Almeida Pernimbu-
co, un pardo de cara becbigosa com camisa calcas
de quadros e cbinellas nos ps arrancou do pesco-
codo dito menino mu IrancL'lim com ponteiro lu-
do do ouro: pede-se a qualquer pe cer dito pardo ou Ihe lur olferecido tome-os e leve a
cusa do annunciante na ra estreita do Rozrio, que
ser recompensado.
O solicitador de capeilas e residuos e dosjuies
de primeira instancia abaixo assignado mora na ra
das Larangeiras solirado de um andar, o. 2 onde
est prompto a exerceroseu oflcio com /elo e promp-
tidSo. Francisco Caelano ftriira Guimaidti.
- Na toja que loi do Sr. Jos Pedro do Reg ,
procisa-sede um pequ no para a mesma, quesaiba es-
crover soflrivvl e entenda de lazendas.
Roga sea Senbnra D. Feliciaona IViaria da Trin-
dade queira comparecor ou mandar na casa n. 7 ,
da ra da Cruz segundo andar.
= Precisa-se dr um bom oilcial do cbaruteiro ;
na ra do Cullegio n. 15.
Joaquim Pereira Costa Larangeira fax sciente a
quem somier que Jofto Baptista de Barros Machado
deixou de ser seu caixeiro desde 1G do corrente.
Henriquc Bernardes de Oliveira embarca para o
Rio-de-Janeiro a sua escrava Rita crioula.
Alu^a-se o primeiro andar da cisa n., na ra
da Cadeia deS. Antonio, com bilis commodos, e mul-
to fresca : a tratar na rus do Crespo, n. 9.
Alugii-so o primeiro andar da casa n. 5o da ra
da Cruz: a tratar na rnesma casa.
= Aluga se o secundo andar do sobrado da ra No-
va n. 39. com bastantes commodos pa>a grande fa-
milia, e estribara para mais de um cavallo : a tratar
na loja do mesmo sobrado
= Nodia 19 do corrente, se ha de arrematara
casa terrea sita na travesa dos Expostos, n. 22 ,
por execucao contiajoo Manoel Casimiro de Menezes;
sidencia do Sr. doutor juiz do civel da primeira vara,
NOliflo .Magalhes.
Aluga so a casa trros n. 26, na ra das Trin-
c'iciras : a tratar na ra da Cadeia do Recifu n. 40.
Aluga su o primeiro andar do sobrado da ra do
Aniorim n. 15, por preco commodo : a tratar no
segunilo andar do mesmo sobrado.
Aluga-se o sobrado de um andar com bons
comino lus ni ra da Calgada i antigamente Manoel
Coco), n. 12: a tratar na ra do Trapiche, n. 34,
segundo andar.
Aluga-se o segundo andar do sobrado atrs da
matriz da Boa-Vista n. 26 e as lujas do mesmo so-
brado com grandes commoJos para familia : a tra-
tar na mesma ra, n. 22.
Aluga-se, pela testa a casa terrea da ra do Jo-
go-da-Itolo, emOlinda, pintada e caiada de novo; a
tratar no Recife ra de Apollo com Joao Esleves da
Silva.
Alugio-ae trez casas terreas no hairro da Boa-
Visla sendo duas na ra da Alegria e outra na iua
da Gloria todas com muito bons commodos e por
precos mdicos: a traUr no largo do Terco n. 12
Olferoce-se um moco portuguez para caixein de
ra cobranzas, ou para algum engenho ; o qual d
fiador a sua conducta : quem de seu presumo precisar,
diri|a-sc ao Aterro-da-Boa-vista n. 56.
A pesaos, que no domingo 14 do corrente, de-
pois das 6 horas da manhia acbou um cordo de ou-
ro na barca dos banbos em um dos tianbeiros dasse-
nhoras queira lera bondade de o mandar entregar
na praca da Independencia n. 2 ; do contrario se
publicar o seu nome por esle Diario e se obrigar.
judicialmente ; pois ha testemuohss que jurem, que,
logo que labio do banbeiro a familia que perd< o dito
cordao, nao entrou outra pessoa senao o Sr.....e pro-
curando-so, logo que sabio do banbo o Ul Sr., nao loi
possivel acber-ie. Nao se fez este annuncio a mais
ti-mpo, por se esperar que o Sr. loase cavaibeiro; mas
como o nao tenha feto por Uso so Ibu leiiibra o leu
dever.
J se Joaquim Pinto .Martina faz scienle aos seus
freguezea e a quem maii convier que mudou o seu es
labulociment de molbados que tinha na ra larga do
Rozario o. 30, para a mesma ra n. 'I esquina d..
travesa das Cruzei, que volta para o quartel de poli-
ca sonde continua a ler bons elfeitos, propf ios denles
eslabeleciuienlos e por commodos precos; ussim comoi
vende a armacao e canteiros da venda quo mudou ,
um terno de medidas de pao para seceos e dous cal-
ios envidrscados para amostras, tudo o pelo que se po
der ajusfar.
= Aluga-se por preco commodo, a coebeira atri
do sobrado n. 12 da ra do Aragio, propria para
urna tenJa de qualquer oflcio : a tratar no meimo so-
brado: '
.= Alugio-se : o armasem do largo da Assemblea ,
o. 9 a casa terrea da ra de S. Jos. n. U e o pri-
meiro andar do sobrado da ra daSenzalla-Nuva, n. 14:
a tratar na ra do Vigario, n. 19, com'l bornaz d'Aqui-
nol'onseca Jnior.
= Aluga-se orna boa casa em Olinda ao p do
Iheatro ; quem a pretender dirija-se a ra do Trapi-
cbe-Novo n. 16, segundo andar.
= Aluga se ou vende-se urna canoa de familia,
a vista : na ra da Concordia venda de Francisco
Pereira da Silva Santos.
Compras.
= Comprfio-se para fura da provincia escravos
de 13 a 20 annos ; sendo de bonitas figuras pipi-
se bem : na ra da Cadeia de S. Antonio em um so-
brado de um andar de varsnda de pao, n 20
Compra-se urna casa terrea em qualquer doi bair
ros desla cidade, nao sendo de grande preco; essim
como dous molequei que tenhio booila figura, e a lUa
idade nao exceda de 14 annos : na ra das Cruzei,
o. 30.
Compra-se, sem fcitio, urna duzia de eolhere
para soupa e dual ditas para cha em bom uso ;
quem tiver, annuncie.
Vendas.
= Vende-se um porta-licor em sua competente ca-
xa de faia envernisada, muito boa obra, por preco mu
to commodo : na ra de Horlas n 62.
No caes do Collegio, n 9
existe um novo armazem com farinba de S. Matbeus e
milho, tudo, tanto a relalho romo em porges, e mede-
se a vontade dos compradores, medida velba rasa, ou
caculadu como de matulo, e por menos do queem outra
qualquer parte : os pretendentes dirijio-se ao mesmo
armazem, ou a ra da Cruz, n. 54, a fallar com Manoel
Antonio Pinto da Silva.
= Vende-se potassa americana, ltimamente che-
Hada em barris grandes e pequeos; mcias barricas
de familia gallega ; lencos pretos de seda da India,
setiin de Maceo; tudo por preco commodo: em casa de
Malheus Austin & Companhia na ra da Alfaodega-
Velha, n. 36.
Em priihtira mu.
= Vende-se cera em velas da melhor fabrica do Rio;
colla da Babia ai anoba; vinagre de vinho tinto
superior a 500 rs. a cenada velba : na ra da Sen-
zalla-Velha. n 110.
- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve-
lija: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direita, n. 53, venda
de M. iMir.ntla; no Alerro-da-
lioa-Visla, fabrica de licores de
l'rederico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazem de niolhados
do JNicoIle.
Alten, do !
= Vendem-ie os mais modernos cortes de cambraiai
de quadros e listras a 5j rs. ; cortes de finissimas chi-
tas a polka ea mashurka. a 4000 4200 e 4400 rs ;
riscados fAncezes de bom gosto para vestidos a 320
rs. o covado ; laas de quadroa e lislras imitando a ca-
simira a 1120 rs. ; lona da Itussia n. 1, a 880 rs. ;
dita n. 2, a is() rs ; lencos de seda de cores a 1600
n ditos de camhraia bordados de 3 pootas pelo ba-
rato preco do 240 rs. cada um ; e outras muitas Te-
lendas por mais barato pceo do que em outra qual-
quer parte na ra do Crespo n. 10 segunda lo-
ja para quem vem da ra das Cruzes.
Vende-se, por preco razoavel, una casa terrea ,
bem construida ecom bastantes commodos sita na
ra da Alegria ; na ruada S. Cruz n. 38.
= Vende-se potassa muito nova, e de superior
qualidade, em barris pequeos: na ra da Cadea do
Recilo armazem de assucar, n. 12.
KUA DO COLLEGIO,
Loja n. I.
Vendeo se superiore grvalas de selim preto e 500
rs,; casimiras, das mais modernis, a 1,200 e 1,400 rs
o covado; paono fino, preto e azul, a2,>00ri.; meias
desenhora a 280 rs. o par; chitas de todas as qualida-
de, de 120 a 500 rs.; msdapoles, de 140 a 280 rs.;
cortes de ditas de toda as qualidades, e do melhor
gosto superiores riscados trnceles, polka, a 360 rs.
o covado ; e outras multas t./endas, j aonuociadas
oeste hiario : na mesma loja cima.
jm Vendem-se 3 moleques, de 12 a 16 annos.
muito lindos de figuras ; 3 pardas, de 20 annos com
habilidades; um cabra de 18 annos, que labe bem
andar a cavallo ptimo pagem ; 3 pretoi Irabalbe-
dore de encbada e mocos; 4 pretal da Costa de
20 anuos, de bonitas figuiai ; um lardamento com-
pleto de gualda nacional : na ra das llores, n 21.
Suecas de farelo de tres arrobas cada
urna, chegadas ltimamente : no armazem
de Bragoez, ao p oo arco do Concei-
< ao, e no de (.uimaiacs, no caes d'AI-
fandega.
s Vendem-se rroendas de ferio para rogrnboide
assucar, para vapor agoa e bolas de diversos tama-
itos por preco tomiioiio ; e igualmente taitas d
fero coado e batido de lodos os tamanhoa : na pra-
ca do Corpo Sanio n. 11, em casa de Me. Calmonl &
Companhia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
= Vende-ae f.nnha supcnoi ibrgada recente
mente de S. Cathanna, vende-se pela medida velba aos
alqueires meios e queras, poi preco muilissimo ba-
rato e conforme as porces se far proporcional aba-
te : a bordo do hrigae Sagitario ancorado prximo
a ilharga do caes do Passeio-Publico. Abater-se-ha ICO
rs. por alqueire aos compradores que chamaren! e
forem conduzidos pela canoa do referido briguo.
= Vndese colla da Babia, de superior qualidade ;
na ra da Cruz n 55.
= Vende-re urna batanea decimal capaz de pesar
2000 libras ; na ra da Cruz, n. 55.
\endern-se duas pretal sadias sem vicios, ,
vislossi uois de idade de 20 e tantos annos aabe
bordar, faz bem lavarioto cote bem costura cbia e
coxoha o diario de urna casa e tem principios de
engommado e a outra de 8 a 9 annos, com prin-
cipios de costura cha ; na ra da Senzalla-Velh ; n.
142, segundo indar.
= Vende-se urna boa escrava do geatio de Ango-
la de idade 15 a 16 annos, propria para todo oler-
vito tanto de casa como de ra; em Fra-de-Por-
las, na ra do Brum ultima casa do lado do Nas-
cenla.
= Venden, se uceas com (arinha dnMag a 4800
n. ; dita de S. Matbeus, a 4200 rs. e alqueire me-
dido a 3S00 is.; milho em siccas, a 3600 e 4s ri. ;
arroz branco a 2,. rs. a arroba ; laecoi de estopa ,
novos, para firinhi ou milho a 600 rs. : na roa da
Cadeia de S. Antonio, n. 19, deposito de larinha.
= Vendem-se chpeos finos de castor relalho ;
na roa do Trapiche-Novo, o. 5, casa de Jlo Slewarl.
= Vende-se urna preta, de idade de 33 annos, de
naci Benguella cozinba o diario de urna casa lava,
engonima liso e he quitandeira : na ra do Aoiorim,
sobrado, n. 44.
Vende-se urna venda no pateo do Hospital, o.
14 muito atreguezada para a trra tem commodos
para morar urna familia pequea: a tratar na mes-
ma venda.
= Vendem-se 20 e tantos vasos para craveiroa;
urna figura de Flora e um Meptuoo ; tudo de louca,
e obra asseiada de Portugal : na ra do Torres ,
o. 18.
=Vendem-se duas bandas de teda e urna barretina
com plumas para official, tudo em muito bom uso ; na
ra do Qucimado loja, n. 13.
_= Vende-ie urna venda bem afreguezada na ra
do Rangel, n. 9. de Marcellino da Silva Ribeiro, com
poucos fundos: dt-se bom prazo. pelo dono nao poder
coolinuar em raz&o de tua molestia ou se vendem os
gneros em lotes, a quem mais der; sexta-feira, 19 do
corrente, ai 10 horas da manbaa.
= Continua-ae a vender agua de tingir os cabellos ,
easiuissas ; na ra do CJueimado, ni. 31 e 33. O me-
Ihodo de applicar a dita agoa acompanba os vidros.
Vendem-se 18 cadeirai com atiento de pal timba ,
om bom estado ; \ banquinbas de amarello ; 6 cad.i-
ras novas d- Jacaranda obra de muito bom gosto :
no largo do Collegio luja n. 6.
= Vendem-se apparelhos de metal para cha de, dif-
irenos gostos : os ra Nova de ronte da Concei-
co dos militares, na oflicina de Manoel Antonio Al-
vares de Brito, n. 38.
Rap de Lisboa.
= Vf nde-se, na praca da Independencia n. 4,
ebegado prximamente a 4i rs. o bote.
Ililhetes da Lotera do Rio
de Janeiro.
= Vendem se lnllitlcs, meio, quartos e oilavos ,
a razio de ikt rs o bilbele, a favor da S. Casa da
Misericordia que tem de correr no corrente ntet:
na ra da Cadea, loja de cambio, n. 38.
-\ onde-so ct r do carnauba em porcio ou a re-
lalho por pceo commodo : na ra da Cadeia dj Re-
cite n. 43.
Vende-se urna escrava,anda mo-
ca, com algumas habilidades: na ra No-
va, ii. 7, nrimeiro andar.
~-Vende-se vinbo de Champagne em gigoi, da me-
lhor qualidade ltimamente ebegado dito de Bor-
deaux em quartolai muito bem acondicionado ;
ago'ardenle do Franca ( chamada de prova ) ; mostar-
d,. preparada em potes,; ludo novo e muito fresco : em
casa de Avrial Irmios, ra da Cruz n. 20.
Vende-se, sem feitio, urna correnle
para senliora, um trancelim com passa-
dor, duas gargantilhas, um par de pul-
ceiras, uns coraes para meninas, dous
anneis com diamantes: na ra das Trin-
chen-as, n. 18.
Champagne da marca C &c C, vin-
da no uitimo navio de Franca : vende-se
em porces e a relalho, em casa de Ale.
Camont & C.
Nicolle, ruado Trapicbe-Novo n. 38 rece-
beo pelo ultimo navio trance/ salame, presunto, fei-
|."io de Soiison lentilba beterraba a/edas queijo
graves dito parmeson, frutas cooscrvsdas dentio de
licor e vinagre morangos, amoral, lerejas liman,
gmelas e outras multas conservas de diflerenles
qualidades pelo prei,o mais commodo possivel.
Vendem-se calungas, pfoprios pa-
ra presepes ; e pandeiros : na ruada Ca-
deia loja n i5, do Bourgard.
= Vende-se sem feitio urna gaigaotilha; 3 cor-
doei ; 3 pa 1 es de brincos ; um eltinete com brilbantes;
dous anm loes com diamantes ; todas estas obras siode
ouro e de lindo gosto ; 3 libias do prata velba : na ra
Bella n 37, primeiro andar.
Vende-su rap de Lisboa a 50 rs. a oitava e em
meias libras, a 2000 rs. ; no deposito de rape do Bsn-
deira na ra esir.-ila do Rozario, n 6.
= Vende-se um sitio no principio da estrada, que
vai para Bebinbe com boa casa, e cacimba de pedra
o cal bastante le reno com duas baixas inultos
arvoredos de fruto e cerca nativa por preco com
modo : na Iravessa do Veas na Boa-Vista o. 24.
=1 Vende-se sula da malta cal branca e couros
miudos por menos preco do que em outra qualquer
parte : na ra da Praia n. 7.
ce Vendem-se 5 pares de brincos ; dous alfineles pa-
ra senhora; 3 caixas de prata douradas para rap, obras
novas, e muito baratas, ebegadas ltimamente do
Rio-de-Janeiro : na ra da l'raia, o 7.
= Vendem-se 3 vaccas, que servem para acougue ,
por nio terem crias ; no pateo da Magdalena sobrado
grande.
Deposito do fatinha.
No armazem de porta larga do caes do Collegio, con-
linua-se a vender arioha ensaccada e medida pela
medida velba tanto a reta I bo como em grandes por-
coc para cujo fin tambem tem farioha no brigue
J'.cansatel- Muctel fundeado em frente do mesmo
ces : no mesmo armareo tambem se vende arroi br*n-
coe mno ,menos preco do que em outra qualquer
parte ; ecomprio-se oscravos psgando-so|bem se (bren.
Hoje, 19 do corrente esfara a vender-se no
largo da cadeia de S. Aotonio .das 9 horas da ma-
nhia 11 duas da larde um touro veidideiro novo,
gaande e muito bonito.
Vendem-se, por pre?o muito com-
modo vinhos excellejjttcs em Larris ,
para usoparticular, ago'ardente de Fran-
ca a maissunenor cerveja branca e
preta (de Barclay &C. ) a melhor que
ha em porcao, ou o retalho j em casa
de Christophers & Donaldson.
Na ra do Trapiche n. 4o, ha pa-
ra vender relogios de ouro novos pa-
tente ioglez e urnas correntinhasde on-
ro fino da ultima moda ; um chronome-
tro para navio ; do-se por dinheiro um
por um e a precos baratissimos.
__ Vende-se tima machina completa
de moer com animaes, e ao e tantos ani-
mae9 de roda, bons moedores : no enge-
nho Novo da Moribea, onde nao sao
mais precisos, por se achar o mesmo en-
genho moendo muito bem com agoa.
= Vende-se urna mulatinba de l3annoi de ida-
de ; na ra de Apollo a 27, legundo andar.
Chtgutmao barato I
Na loja n. 46, da ra da Cadeia do Recife ven-
dem-se superiores chapeos de csstor brsooo pardo, e
preto para bomem e meninos, pelo commodo preco de
.i 4g 6j Oj ~i) e 8f rs. ; ditos frao'ezes de
uperior qualidade a S> 4 ,S G) e 6*500 rs.;
assini como de diversas outras qualidades, por pro-
co o mais commodo possivel; juntamente ricas bande-
jas com doorados muito fios, e bstanle fornidas.
s= Vendem se dous moleques, d idade de 14 a 18
annos ; 3 escravos de nifiu de bonitas figuras, pti-
mos psra todo o servico ; urna escrava de idada de 18
annos colee engomma liso; duai eieravas de ida-
de de 30 annos, lavio bem ; urna parda que cose e
engomma : na ra Diieita n. 3.
tm Vende-se a venda da esquina do pateo de S. Pe-
dro n. 1: a tratar na mesma venda.
= Vende-se, para fechar contas, urna preta bo-
celeira e com mais habilidades e nio be cara a vis-
ta das quslidades; na ra larga do Rosario o. 46 ,
primeiro andar.
= Vendem-se cordas e bordos pira violio e rabe-
ca de superior qualidade ; na praca da Independen-
cia loja, n 3.
k Vende-se superior tabaco simona da Cachoeira da
Babia ; 27 toros de madeira de angico : na loja de Go-
mes & Carvalbo na ra do Crespo n. 2
Vende-se, pelo mdico preco de 14.000 rs. um
porta-licor : na ra do Crespo, loja, o. 12.
= Vende-se carne chegada ltimamente do Ara-
cal v por prego commodo ; na ra da Cruz do Reci-
fe. n. 24.
= Vendem-se jacaiei de carne lecca do serlio do
boa qualidade por preco commodo ; um escravo sa-
pateiro de 20 a 25 annos; um dito para o servico de
campo com a mesma idade pouco mais ou menos ;
um dito de 10 a 12 annos ; urna parda que coiinha,
engomma e faz o diario de urna casa ; dual pretil, de
idade de 30 a 35 annos; todoi por prego commodo ,
pira fechar contal: no largo do Corpo danto cssa de
Antonio Rodrigues Lima.
=Vende-s um carro de 4 rodas e urna prelo de
cavallos pretos, por prego commodo ; na ra Nova ,
n. 61.
= Vende-se um bom escravo caooeiro com urna
ptima canoa de carreira ; na ra Direita n. 18.
Vende-se azeite doce, a 36o rs. a
garrafa; oleo de linhaca, a 280 rs. a libra
eem botija, a 1900 rs. o galo ; 'arinha
de aramia, a ufa rs. ; banha de porco ,
a 3io e 4oo rs. ; e todos os mais geneos
por preco commodo : no pateo do '1er-
co venda, n. 7.
v= Vendem-se 6up> rioresebspeo para senhora, do
ultimo gosto e muito bem enleitados; ricos corles de
cambraias flores de todas as qualidades tanto de ve-
ludo como de seda ; plumas brancas para enleiles di
chapeos ; eum rico sorlimento de fitas de todas as qui-
didades : na ra larga do Rozario n. 24. ^^^^
Escravos Fgidos-
Fugio, no da 1o do corrente, urna p'ela da
Coila, de idade de 16 a 18 annos, com Ulhoi no
rosto osriz cbato ; levou vestido de chita preta des-
botada com palmas argolas de ouro lorcidis nsi
orelhii sem panno nem laboleiro : quero a pegar ,
leve a roa larga do Rozario n. 39 ou oa ra da
Sen/alla-Velha n. 114-
Fugio, na madrugada do dia 17 do corrente de-
zembro da casa do abaixo assignado a sua eicrava
parda, du nome Vicencia anda ov.ca mas feia ; tem
o rosto lodo pintado de sarjas ; tem um dente falto da
parte inferior qoaodo falla pestaneja mulo com os
olhos de soflrivel estatura r iito redondo mas al-
gum! cousa descarnado nao he magra nem gordl ,
est carnuda ; levou urna trouxa de roupa com diver-
sos vestidos e dala rouxo : quem a pegar, leve a casa
de seu senhor, abaixo assignado que ser pago de seu
traba.bo. Amonio da ilva Guuuo.
Acba-se fgida um escrava que se acha corla-
da na roelade de seu valor de nome Jornia, de naci
Congo denles limados segundo o costume da mes-
ma oacio alta corpo mediano; tem em urna das
mios um dedo defeituoso ; levou um bilbeU de sjU se-
nhor para procurar quem compraste a mellde captiva;
consta que a mesma escrava se intitula no lodo toira :
quem a pegar, leve a seu senhor Manoel Jos Perei -
ia Borges Jnior morador na villa do Limoeiio, que
recbete 30,000 rs. de gr.lificacao.
PEHN.
NA TYP DE H. F. DE FAMA----||^


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ENDJ200VH_4LWX72 INGEST_TIME 2013-04-13T00:55:12Z PACKAGE AA00011611_05944
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES