Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05943


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Full Text
.
A nao de 1845.
Quinta fcira 18
O DIARIO publica-sc todos os das que
nao forem de guarda: o (.reco da assigna-
mrahede 4/rs. por ([uartel vgoi adianla-
0, Os annuuclos dos assignantes so inse-
ridos a razio de 20 ris por linha, 40 rs. etn
tvno dilFerente, e as repetic/es pelajnetade.
(i4 que nao forem assignantes pagao 80 rs.
por linha, e 180 ein typo dilFerente.
pUASESDALUA NO MEZ DE DEZEMBRO.
Crescente 6 aos 33 minutos da manha.
La chela a 13 as 4 hor. e 23 mi. da tard .
Meneoante a 21 s '9 hor. e 8 tn. da tarde .
La nova a 28 as 8 h. e 33 min. da tarde.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Coiaiioa. Parahyba, e Rio Crande do "mir
Segundas e Sextas feirai.
Cabo, Serinaaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1." 11 e2l de cada mcz.
Garanhuns e ' Boa-Vista e-Flores a 13 e28.
Victoria as Quintas (Viras.
Oiinda todos os diat.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiraas 8h. e 30 min. da manhaa.
Segunda as 8 h. e 54 minutos da tarde.
de Dezembro.
Anno XXI N. 95.
SUMHWIWHi,.M. MI )J "
DAS DA SEMANA.
15 Segunda S. BnzeblO, aud. do J. dos o rp.,
(^ do J. do C. da 2. v., e do I. M. da i v
16 Terca S. Ananlas, aud. do J. do civ.
da 1. v., e du.1. de pai do 2. (Hat, de t.
17 Quart S. Floriano, aud do i do civ.
da 2." v.,e do 1. de pat do 2.* dist. de t.
18 QuintaS. li.i7.ili.ino,aud. do/, deorph. e
doJ.M. da 1. v.
19 Sexta S. Paurillo, aud. do T. do civ. da
1. v., e do I. d-Miw. do 1. dist. de tird.
20 Sabbado S. Domingos, aud. do I. do r.iv.
da I." v., c do J. de paz do 1. dist. de t.
21 Domingo S. Thom.
CAMBIOS NO DA 17 DF. DEZEMBRO.
I Camb. sobre Londres 27'/jd. p. laBOd.
. Pan 355 res por franco.
Lisboa 112p. c. pr. p. m.
Desc. de let. de boas firmas I '/, p. /, mei
Onro-Oncas hespanbolas 314000 a 3l5'W
Moeda de bWOO vel. 16*200 a lfi00
de Gf400 nov. 16ulX) a
,, .i de 4/000 8/500 a
Prala- Patacbcs .... 1/900 a
Pesos Colnmnares. 1#920 a
Ditos Mexicanos 1/85H a
Pratamiuda. 1/ttO a
10-200
a#8ou
m
l 1*870
1/880
Acedes da C* do Beberibe de 50/D00ao par.

DIARIO DE PER1AMBUCO.
AVISO.
Adverte 16 eos Srs. subscriptores deste Diario, que
inda nlo psgrio a assignature, que esta deve ser
pa.a ediantade.
PART FFCIAl.
RISPADO DE PERNAMBUCO-
Dom Jo/lo da funfici^ao Ma-qutt l'cdigao, co-
neja reoranle de Santo sigoilinho, por gr.iQa d
D.oseda Santi S apmtoliea, biipo di Pernam
buco, doeonetlko dtS. M. l.eC, ele.
A todos os nos-os diocesanos sade, paz, e hencio
em nome do Jess Christo.
Destinados por ama Providencia sempre benfica pa-
ra no presente annn oelabrarmos a memoria do me-
(svel uijsterio da encaruaclo d > filho de Dos, que se
dignou visitar o mundo, para em us mesis pesios o
santificar, e eom sua doutrina e ejemplos o instruir
na prstica da virtudes he do noiso dever, charos
diocesano, manifestar, pela observancia dos proprios
dever s, a ingenua gratidio este benfico, benigna-
mente outorgado em obsequio da humanidsde, bu-
milbsda pela culpa original, que nos cooitituto reos
de pens eterna, da qual Amis seriamos isentos, se
em nosso soecorro nio viette a miserelo doCordeiro
inmaculado, santo por nalureza, innocente, segre-
gado dos peccadores, e maii excelso que os cos. como
nos dis o Apostlo, hiendo er que a qualidade de re-
demptor, e salvador dos bomens deva estar inteira-
mente h?re de qualquer macula, ou mancha.
Submergidoi as trevas do erro e da ignorancia,
lem qoesouliessemos para, ou por onde dirigistemos
nossos pastos, jmas goianamos o brilhantiisimo es-
plendor da lut eterna, que nos guias* pelo caminho,
que nos condoz ao nosso ultimo fim, qual o de obter
mus parta naquells gloria, que Jess Cbristo nos ad-
quiri, oonttiluindo nos na dignidade de filbos seut
por adopcSo, e seus coberdeiros.
O' felix cndilo bumans, reconbece tua graduacio
bonorifica; persevera no exerci.io d'.quetlas vlitud...
que devem formar teu carcter, demonstrar tua reh
giao, fortificar tua f. animar tus esperanca. firmsr
tua etndade. Urna vez transferida da tenebrosa escu-
ridSo para o clario d'aquella luz, que Ilumina todo
o bomem, qu vem a este mundo, nao queiras amar a
vil degeneraco, em que muitos se teem mergulbado.
preleriodo lolelizmenle a prstica dos vicios a execuco
dos deveret religiosos e civis, cuja sorte recordme)
entre o vestbulo e o altar, deplorando nossa insufli-
ciencis para occorrer pela prevencao ou saudavel
medicina, a Untos males, Irequenlemente reproduzi-
dos sem o menor temor, e sem que a oppressio encon-
tr asylo naquellea, que, por justica ou candade, eslo
obrigados a defender a innucenoi ultr|ada por aquel-
les, cuja conducta be ass* reprebensivel, e cu|a inu-
tilidade be mu notoria, quanJo nao apresenlio um
s facto por elle pratiesdo em favor da nligiao. ou do
estado, stenlos smente ao proprio interesse, a.) qual
sacrificio sus mesma reputago ortbodoxa, pelo fre
quenlssimo detrimento, que. porsua causa, supporta
a esndade fraterna, CJuanto melhor seria. p..r*m,
que siria reeordsciodo portentoso mysteno, que pro
ximamenle pretendemos cal-brar. arguindo tanta ir-
reflexo, fiesse conforme noiso procediinento com s
crenca, que tributamos so admiravel, e maravilho>o
nascimento de Jess Christo !
Quando envria a religiio. e ao estado, que e,ie
my>terio fosse solemonado com as devidas disposicoes,
por meio das quaes concebessemos lisonueira e bem
fundada espManca de presenciados diversos tenli-
n.entos no corao d'aUunsprjeclutas. que. |ulgsndo
occasionar detrimento a eu prximo, o causio a si
proprios nio so reo rdando que a alma bem formada
pelo desvelo da religiosa eciv.l educado, e nio man
chada com laitas. que o artificioso engenho inventa,
sent mais o males alheios verdaderamente existentes,
que aquellas, que se pretendem imputar clandestina-
mente, ptra fins sinistros, aos qoe a inculpabilidade
protege, verificando-se a tentenca deSanto Agostinbo:
Todo o homem mo vive nesle mundo para se corri-
gir, ou para exercitar os bons. liste o motivo, por
que a Providencia os conserva.
Nos, dilectos filbos. (exclusa qualquar excepcao)
vos admoeatamos, em nome de Jess Christo, a que vos
recordis saudavelmente da gratidio, que deveis prestar
a este amavel Salvador do genero humano, pelo bene-
ficio de sua encarnacio no purissimo ventre de Mara
Santissima. A eminencia dete mvsterio opere em vos
salutferos fructos de sincero reconhecimento. edeas!
ci de grecas por todas as palavras. que Jess Christo
proferio para nos esclarecer, e por t 'das as acedes, que
se dignou pralicar para nossa erudicio.
Nos vos recommend irnos igualmente o respeito e
veneracio, com que he mister solemnisar a sublime
fests, que ora vos annunciamoj, convencidos de que
vos est^ sempre presente o dever de adorar a Jess Chris-
to em espirito, e verdade, e o de acreditar ingenua-
mente ser elle o proprio filho de Dos, que appareceo
na qualidade de Messias, depois qoe sua mii MariaSan-
tissima, sem o menor detrimento de sua purissima vir-
gindade, o manifestou lux do mundo.no tempo e lu-
gar, em que as tantos profetas vaticinarSo tio magnifico
successo.
A fuga dos vicios, a repressSo das paixes. e a pra
tica das virtudes, 4 qual paternal e aflecluosamenle
vosexhortamot. he a verdadeira ditposicio e prepara -
ci para a recepcio do gloriossimo enviado de Doos
pai, tantos seculos ante do seu nascimento prometlido,
eiperado, e desejado. '
He desta maneira. que preencheremos as pas m-
tences, que a santa igreja tem em vistat, para felici-
tar os que anbelio a eterna ventura.
Extremosamente vos supplicamos que procuris regu-
lar vossot pensamentos, palavras e obras de tal sorte.
que desde j principiis a considerar a Jetus Christo
cono juiz severo e terrivel para os que tmente o con -
tomplio como salvador, negando-Iba o stlributo de
upremo e rectittimo juiz.
Vos nio ien.ra.is ua asegunda desoldada Jess
Christo ao mundo pr (ulgar o: vivos e os morios
(nio nahumiliacio da primeira descida, mas em sua
propria o magnifica gloria, cercado de grande mages-
tade) deve realisar-se na poca proscripta pelo infini-
to poder, que nio soflre a menor resistencia.
Nio duvidemos que dos dous adventos, que ora re-
ferim is. depende nossa sorte eterna, e lo Ja a economiu
a salvacio.
A qualidade de taivador deve constituir-nos em es-
tado de contemplar a Jess Cbritto como soberano juiz.
e a de juiz severo no de noseslorcarmos a viver. de ma-
neira que a qualidade de salvador nos saja til e fruc
tuosa.
Sioettat asduasquadadet, nat quaes a m5i com
mum dos fiis aprotenla o teu divino esposo no santo
tempo do advento par., comprehen jermos. que, se Jetus
Cbritto, na primeira qualidade, he amavel, pela benei-
eencia, que demonstrou em nos remir da culpa, he
tambem inexoravel. quando, na segunda, app-recertobre
a nuvem no ultimo juno ; sendo |Utto qoe sejio rejei-
tsdos por Jess Christo justo juiz, os quenioquize-
rioinstruir-secom as lines do seu admiravel nasci-
mento.
Quieramnsexpornesta occasiio a raiva e o pexur,
que devem solrer os reprobos, occasionado pela nter
inmavel e horrorosa de.esperacio : como, porm.nio
seja este o lugar proprio do tal exposicio, tmenla
diremos, que elle! sem recurso algum compareceid
no tremenlo tribunal, cercados do tuas pr.ipiias ini-
quidades. (Sab. cap. 4 o v. 20)edasmaiores angus-
tias, denominando te insensato, por acreditarem des-
tituidos de honra o filbos de Dos, dos quaes escarne
rrio ez.mbrio. invectivando, e improperando ron
Ira seu regular procedimento. Erramos, dirao. o ca-
min) da verdade; a luz da justica nio raiou para
nos, e o sol da indiligencia nao natceo sobre nos.
A RAINHA 2MARGOT. (*)
por THtxantot Duma.
SEGUNDO" VOLUME.
CAPITULO IV.
e xnummo o cxmmnxo no* nmocnrns.
(Con/ntiafaV)j.
Margarid ficnu aA e penaaliv. A Mtuncfl" oemccavii
a nii'ctrar-ae-lhe toa ollma clara e precita ; el-rei unh
deixad faier > Saini-BurlIieUn.y ; a rainha Catl>eriu
e < duque de Gito o liavo feilo. Ot duques de Guiar
e d'Alinc.m i" reunir-ve para d'ahi lirar omellior par-
tido. A orle d'el-rei de Navarra ero um cuiuequen-
oia natural deesa grande calattroplic. Morlo el-rei de
() Vide Ditrio n.# 282.
Nos envejecernos na perpetracSo da iniquidade, pra-
licamos difliceis accoas entra os proprios devores;
ignoramos, porm o caminho do Saohqr. (Cip 8."
vv. 3,e seguales. )
Quio dilTerente seja a sorto dos verdadoiros filbos
de Dos, quasoflre a pnrsenuicio o a mslediconcia
por amor da justica, tmente ignorao os que nio que
rm ter o diminuto trabalho de lr o cap. 5 de S
Malhus w. U e 12. onde claramente comprehende-
r*6 qual o premio altr.huido quelles, em quem se
verificar o orculo proferido por Jesus Christo, quando
etaltao mrito dos que sollram com christi resigna
?4o as injurias, e a perteguiyao dol que contra elles
disemloJoo mal, mnntindo : Beati eitit cum mile-
dixe'int oooi tt nirseeati vos fuetnt, el dixerint onint
malum alvenui voim*ti*tf. propier me.
N'ssuiiplioamos em fim ao Eterno Pistor, que so
digne de permittir, que seu flloriosissimo nascimeoto
occasione no pretente anno mais satonados fru :tos do
que nos pastados aonas, nos quaes devia produtir mais
abundantei fructos a lico, qun o mystorioso protepe
nos ofTerece Residencia ep*copal, no palacio da Sole-
dade, aos 8 de detembro de 1815
Joto, bispo diocesano.
Governo da provincia.
BXrEDIESTB DO DU <2 DO O0SRENTE.
OfficioAo Exm presidente do Cear, declarando,
que, pelas razos produ/idas pelo inspector da thesou-
raria da fasenda desta provincia no officio. que em o-
riginal Ibe transmita, nio pode, sem previa autorisa-
co do governo imperial, ordenar o acceitc e pagamen-
to das duas letlras, que. sobro a mesmB thesouraria, sa-
cou adaquella, para pagamento de dous carregamantoa
de farioha de mandioca, na importancia de 17:628,600
rit
DitoAo inspector da thesouraria das rendas provm-
ciaes, ordenando, qne, supprimida aquarta dascondi-
(Oes, segundo as quaes so propon Joio Vieira da Cu
nha a arrendar para o grande hospital de carilade o seu
predio dos Coelhos. e reduzido a 1:800*000 ris an
im.L-1 u aiuguui uu aiiu j/iouio, w"e- **""
damento; e decorando, que. tirados dos 2:000000 rt.
coongnados pela lei provincial para a remocio do men-
ciona.10 hospital, os 900 rs.. em que importa a renda
d Roencelro, lie com o restante, quo te devem fazer as
letpezas e arranjos necessarios, para que a projeclada
retnocio se eflectue.
DitoAo nietmo, determinando, ponha em arrema-
lucio as obras da barreira da ponto do Bujary. Paiti-
eipou-se ao engenbeiro em chelo e ao inspector-fiscal
das obras publicas.
DitoAo prefeilo do hospicio da Penha, rogando,
continu na louvavel e candosa empreza de missionar
as malla do Panellas e Jacuipe; louvando-o pelos re
levantes servicot, quo em taes mitsdes ja ha prestado; e
prevenindo-o, deque, para melh .r habilita lohemdes-
empenbar a commissio, de quo o encarrega, acaba Je
pedir ao Exm. bupo diocesano, o aulorise h chrismar e
casar naquelles lugares, onde tem do pregar o evan-
nelho.
Ditos Ao inspector da Ibesoursna dafazenda, ao
chele de polica, o inspector da thesouraria das rendas
provinciaes e ao d'alfandeKa, recoinnu-ndando, lomem
as precitas cautelas, fim de evitar, circulem nesta pro-
vincia as notas brancas falsas de lOOjOOOrs., appareci-
ds as Alajias, e cujos signaes caractersticos da falti
ficacio constao da nota, que Ihes trantmitle.
Dito Ao ecretario da directora do monte pi ge-
ral de economa dos servidores do ettado. participando
baver ordenado ao inspector da the-ouraria da laienda
rumpnsse liclmonte o artio 6. "das alteracOos manda-
das observar pelo decreto de 13 de marco do anno lin-
do, cujo templar acompaohou o sru oBcio do 10 do
me* ultimo
iioAo commissario pagador militar, declarando,
em respusta ao teu officio desta data (lasque, visto po
Navarra, opininvgn-te do cu reino. vUrgarda fieav
poit vmva, sem throim, tem poder, s eom n pempec-
iiv;i de mu ruiiveiiln, onde nio lena nieanio a tralo dr
deehorar mn eupoto que jmoat frn tru marido.
Nisto cilnva, quando llie vieren prrgunlar da parle
da rainha Cnllierina, te nio queria faier ooin l corlo una ruinara aopilrileiro do cemileriu doa Inno-
cenies.
O primero nmvlmenlo de Margnrida fui recusar faier
liarte desva cavalgada. M.m a ideia de que eaaa taluda
Ibe poderia lalve forneeer OMMllo de saber alguma
con de novo sobre n torio d'el-rei de Navarra, a deci-
di. Responden portant que, se Ibe prrpamseni um
eavallo, ella de loi.i vonl.ide acompanliai la SS. magea-
Indea an cemiterio dos Innocentes.
Cinco miii>ilo* depuia veio um pagem annonciar-lhe,
que o cortejo ia pr-te em marcha. Margarida fes com
mo nm tignal aGillonoo ptra reouuiiuendar-lho o fe-
rido, edetoeu.
El-rei, a rainha-mai, Tavannet e us prinoipaos calho-
l'ious ja eta4o a covallo. Uargarida lancou uiua rapul
vala d'ulho* sobro eale gni|io, que te compuiih de
urnas violo pe-tona, poucu mait ou ineiiut; ah uu es-
tuve rl-rci de Navarra.
Ktiava porm madama de Sauvo, que llie fes um aig-
oal d'ulhos, e Miirgarida enieudeu que a amante de seu
marido linha alguma oousa a dixer-lhe.
Piuerlo-ie a caminb" pela roat Saint-Honor e de
Luiruce. A'vial d'el-rei, da rainha Cntlierina e do
prmcipae embbeos. op-vi> curren em maa, Bsegmu
o nejo cuino urna mar de enelionlo, griundu : Viva
|-rei! vivaamiata! murrio us liuguennles!
Elea griios ero acompanliad^t de brandimentoa de
etpadaa lint de mugue, o do rcabute t'uu.egaiile,
que indieaviii a parlo que todos bavo tomado no ti-
iiiir.. que aeabava de ter lugar.
Ao cliegar a altura da roa do Prouvellea enconlrriu-
te um homeiia que airaalavao um cadver sem oabecn.
Era o do almirante. Estes huincnt iio pendiira-lo pelua
pteiu M.iutianeon.
O conejo entrn no cemilerio dos Sanlos-Innooente
pela porl quo dan em freuie da ra de Chops, hujo de
ecbarguers. O clero, avitado da viil d'el-rei o da
riiiba-mi, etperava a SS. niagealadet para Jbct dirigir
as mo* alluoncoa.
Madama de Sauve aproveitou-te do momento em que
Caibeniia escutnva o diicnrto que >e llie diriga,- para
ebegar-sc rainha do Navarra, e pedir-lbepermi*o de
Ihe beijar a man. Margarida etleodeo-lbo o braco, ma-
dama de Sauve appioximou u labio a rolo da rainha,
aobeija-la, melleu-lbusublilmente um papelinhu cn-
roladu na manga.
Por tnaia rpida o dittimulada que fetae a manobra do
madama de Sauve, Cathenua havia reparado nello, o
constar achar-sc demittido do lugar deporteiro daqualla
pagadora. Simio J is do A'eveJo Santos, que, por no-
meaQii) interina da presidencia acha-se exorcendo um
tal lugar, mas apnas que para substitiii-lo fra nomea-
do Mariano dos Res Espmlola. que, na conforniidade
lo imperial aviso de 7 ao mez ultimo, nio pJe tomar
posse do omprejto, sem que aprsente o respectivo titu-
lo, eallenti, alen disto, a circumstancia. por S. me.
lemhr.i.ln, de nio haver na rop irticao quem faca as vates
10 ni '1101,111.1 ln S mi i. deve este continuar a servir, al
jueo outro se aprsenlo titulado.
Dito Ao engenbeiro em chelo das obras publicar,
iutorisando-0 a despender miis'2S6j07 rt. com os re-
dros da cadeia des'.a cidade, visto, oomo informa, re-
sultar deste dis.n-n lio maior se cadeia Participouse ao inspector da thesouraria das
rendas provinciaes e ao inspector-fiscal das obras pu-
blicas.
PortaraRovogaodo a parle da de 8 da julbo detle
anno. que reiormou, no posto de capitn do quinto bt-
11 Mi i o da guarda nacional deste municipio, a Luiz do
Reg (Jarreto; o determinando, que teja esta reforma
:onsiderada como no posto de tenante, que he no da
ue lem patente o referido Brrelo.
Commando das Armas.
EXPEDIENTE DO DU 9 DO CORRBNT8.
Officio Ao presidente da provincia, participando,
que, a bordo do pataxo Pirapama so acbavio embarca-
das ai cinco pracas do primero batalhio de fuzileiroi,
constantes da relacao annexa, e que ao tnareobal de
campo commandante das armas da corte se havia (eito a
devida enmmunicacio, enviando-so-lbe coojunctameote
as guias respectivas.
DiiuAo mesmo, enviando os tres pareceres da jun-
ta medico cirurKca, que inspeccionou o cabo do segun-
do batalhio de srtilharia a p, Raymundo Joaqun-, dos
Santos, o soldado do quarto da mesma arma, Jos Pe-
droso de Almena, e o do primero do catadores, Zefe-
rino Jos dos liis, julsados inenpa/os de continuar no
,....\... |----^ '.j,sem uncaminliodo- -- oe> im-
perial.
Ditii__Ao marechal do campo ecommaodsnte das ar-
mas da corte, participando, que o primero cadete Joio
Pereira Teixeira, que da provincia do Par seguio no
vapor >S'. Salvador, com destino a corte, deaembarcou,
por enfermo, netta provincia.
DitoAo capitio de mar e guerra e inspector do ar-
senal de marinha, diiendo-lhe, que baria mandado pro-
ceJor ao exames necessarios. a fim de conbeeer-se, se
o parlo Francisco Jos dos Santos, que S. S.' havia re-
men ido com o seu officio de 5 do correle, era desertor
do prunoiro regiment de cavallara ligeira, e em resul -
tado detset esclarecimenios linha de tiiimncar-lhe. que
o dito pardo havia conlessado ser desertor do predito re-
giment, para o qual seria importunamente remetlido.
DiloA commandante das armas da corte, duen-
do Ibe, que no patac lo Pirapiima seguiio. com desti-
no a seiem incorporadas au respectivo balalbio.as cinco
pracas do primero de lutileitos, constantes da relacao
nominal, o guias respectivas de soccorrimento, que an-
nexas se Ibe envisva.
DitoAo delegadu supplenle deste termo, direndo-
Ihe, que bavia expedido ordem no entdo de se Ibe -
presentar o particular do segundo batalhio de artilba-
ria p. Theodoro de Paula Leita, como requisitava en
seu officio desta data (9).
DiloAo lenente-coronel commandante do quarto
batalhio de artilhnria p, diiendo, que desligarse do
batalhio de seu commando as pracas addidas, perten-
rentes ao primero de fuileiros, e que paitaste aa res-
pectivas guias de toccorrimentos, a fim de seren onda-
recadas ao quarlel general da corte.
DitoAo mesmo, enviando Ibe a relicio nominal
dat 20 pracas do* diferentes corpos do exercito addidas
ao batalhio de seu commando, a fim deque observstse
opporluoamento, quando tivesse de pastar guias a quaM-
vullou-so no momento em que a aua dama d'hunor bei-
|.iva a rolo da rainha.
Virio aa dua mullieres ette olhar que penetrava co-
rnil mn rain, mas ambas (i. aran impattiveia. Madama de
Sauve deaviuu-ao de Margarida, o fui do novo uceupar
u teu lugar junio Calherina.
Eaia logn que repundeo ao discurso que Ihe baviio
enderrcailo, fes com o dedo e torrindo-te aigaal rai-
nha de Navarra para se llie approximar.
Margnrida obedecen.
__ Bravo I miaba nlha! diste a rainha-mii na ana al-
garavia italiana, grandes amitadet tendea eom madama
deSauve!
Margarida torrin-te, dando ao seu bello rusto a maior
expre.-3o de .iiuargura quo pode.
Sun, minha mii, retpondeo ella, a torpente veio
morder-me na aio.
Ab! h! tendet vultos ciumes ao que vejo, dista
Catherma tdrriudo-ie.
Euganait-voi, senhora, retpondeo Margarida. Xe-
nlio menos oiume d'el-rei de Navarra do que amor me
tem rile a iiiim. Mas sei distinguir amigos d'inimigot.
Amo aqueni me ama, c detesto quem me aborrece. Seo
i*io, *eul.ra, seria eu vussa filh?
Calderilla sorrio-te de roanrira a dar a entender
Margarida, quo, so tirera alguma suspeita, eslava ella
desvanecida.
VEL


___l L
2
quer. que em breve tenhio Igum destino, o que em di-
ta relelo te menciona.
dem do da 10.
Oflicio Ao presidente da provincia, dizendo, que
havendo o governo imperial concedido passagem para o
terceiro hatalhao de arlilbaria p da provincia dn Pa-
ra ao particular Ricardo da Fonseca Castro e Silva do
segundo batalhio da mesma arma, rngava a S. Eic. bou-
vessr de expedir suas ordens no sentido delta praca se-
guir no vapor, que^r se destina as provincias do Norte.
DitoAo mesmn, enviando, para ler o conveniente
destino, a cerlidao d'ohito do soldado desertor do bata-
IhSo 12 dn cacadores ,'da extincta numerario). Manuel
J.is dos Santos, capturado opportunamente pelas orcas
ao mando do coronel Joaquim Jos Luir de Souza, por
existir associado ao laciooroso Vicente Ferreira de
Paula.
DitoAo coronel comissario pagador, dizendn-lhe,
que, havendo aportado a esta provincia no vapor Todos-
os-Santo* o primeiro lente do primeiro hatalhao de
artilh ria 6 p. Jos Antonio de Araujo-e Silva, o havia
mandado addir ao qurto batalhio da mesma arma.
DitoAo tmente coronal commandante do quarto
batalhio de artilbaria A p, declarando em respnsta ao
seu oflicio desta data (10) acerca do procedimento do
seuundo cadete do 1* de ftuiletros, Rolando Pereira de
Oliveira, que.depois de se acbar a bordo do patacho l'i-
rapama, com destino a cOrto. veio a torra, com Hornea
do commandante daquelle transporte, se deixou firar
a protexto do molestia, c so o participou depois da sahi-
dadoreferido navio,ordenava-lbe, que omandassepren-
der, por tal motivo, no forte do Brum e, ao caso de
continuar a enfemiidade, o ficsse rocolber ao hospital
com sentinella.
DitoAo mrsmo, para considerar, como addido ao
quarto batslhaodc aitilharia de seu enmmando. o pri-
meiro tenente do primeiro da mesma arana, Jos Anto-
nio de Araujo e Silva.
DitoAo capitio commandante da companhia de ea-
vallnna, enviando-lbe a guia do cabo do primeiro regi-
ment de cavallaria ligeira, David Peixnto Dantas, que
obteve passagem, por aviso da repartirlo da guerra de
J3 de nulubro ultimo, para a companhia de seu com-
maodo.
PortaraMandando excluir com guia de passazem
para o tercriro batalhio de arlilbaria a p da provincia
dil'diA, como ge urdenou em aviso do repartirlo da
guerra de 15 de novembro ultimo, ao particular do se-
gundo da mesma arma, Ricardo da Fonseca Castro e
Silva.
INTERIOB.
RlO-GItANDE-DO-NORTE.
Coi respundincta do Exm Sr. presidente da provincia
Cun csjuizet de (lucilo e cheje de polica da tnetniu
N 16.'. Inteirado do conteudo do oflicio do dele-
gado da villa da Prlncera, que Vire, me remetteo, in-
cluso no seu n. 97, de 26 do cadente mei, e que devol-
vo, tenbo a diter-lbe, que me nao he possivel actual-
mente sati.kl.ner requlslcao. que o mesma delegado
faz, de um destacamento para S. Lu a de Mossor. por-
que as pracaa, que restao nesta cidade, nem para a
guarnicao dclla ebegio, como Vmc. nio ignora. Se o
governo imperial acceder, canto espero, ao pedido, que
instantemente Ihe hel feito, de mais tropa para esta
provincir, cutio nei huma duvida teret em faier mar
kHiiiitDiiii>iini>'-------i-i luica, por esiuu
cor. vencido da neressidade que all ha desoldados que.
dando torca s autoridades, Infundio respeito aos maos.
Entretanto pode o mesmo delegado deixar tirar os cinco
soldados, que para l manduu ; e, se na villa da l'iin-
ceia necorrer alguma otcessidade urgente, dever soc-
correr-se aguarda nacional, que tem obrigacode pres-
tar apoio is autoridades, por bem do servico publico.
Dos guarde a Vmc. Palacio do governo do Klo-Gran-
de d.-Norle. 30 de setembro de 1845. Dr. Casimiro
Jos de Maraes Sarment. = Sr. chele de polica desta
provincia.
N. 163. l'endo vista o seu oflicio, n 98, non tem
datado, do qual me ttansmitlio o do delegado supplente
desta cidade. cumpre-me algniftcar-lheem resposta. que
oeonuma necessidade ha, de que o mesmo delegado te
oha estafetas i sua disoo.lcao, todas as veres quizer dirigir aos subdelegados, entre os quaes elle
quasi nunca a correspondencia he de tanta urgencia e
tamanha importancia, que soffia o servico, si os olllcios
nio torem logo conduridos ao seu desuno ; por tanto, he
visto, queoao hede raio, que se satisface Semelhanie
roquisicio. Se algum caso, porm, occorrer, que exija
prompta espedir > de ordens. como ellas deveind par-
tir de Vate, enlio puderi Vmc. furnecer ao rifar idu
delegado um soldado de polica, ou eu manoarei por a
dlsposicio de lie um estafeta. Nenies termos, pois, po-
de Vmc responder o citado oITlcio, que Ibedevolvo.
Dos guarde a Vmc. Palacio do governo do Rio G an-
de-do-N -re. 30 de setembro de 78. Dr. Casimiro
Jos de Moraes Sarment. Sr. chele de polica d
provincia.
Coi respondencias.
SANTO ANTaO1.
Srs. Redactores. Kiu rcp..ia a ininba correapnn-
dencia inserta no seu jornal, npparece um tal W.
Aleiii (lirio, ueste momento novos peregrinos allra-
lii.lo a alte ncin dn anguila aascmblea. O duque de Guiar
cliegaia escoltado de una Iropa de gcnlis-hnniciia, mu-
da caneados de urna recente cainagem, que cireol.ua
urna rica lili ira que |.inm em frente d'el-rci.
A liuquciaHc Ncvrr! bradou Callo* IX. Em ve-
4nino-l,i, veiilia receber ns noiaut rumpriuicnln ea*a
iflln o austera ralholien. Disscr.lo-mc, ininba plinia,
que da Titaaa jnnrlla tinlici cafado liiiguenolca, e que
al uialHsIr* um cora iiinn pedrad i ?
1 A duqurxa de Nevera toruou-ae luda vernielbn.
Seohor, di.se ella em vos baixa, ao vir ajoelhar-
ae ante rl-rri. fui pelo contrario um catholiou feridn
que eu tive a ventura de renollier.
bem, bem, niiiiha piima. Dnua iudo* ha de me
aervir: um eterinio*ii(lo u- meus iuimigut. outru ou-
correodu os meu* amigo. Cada um fas que pode, c
certu ealou, que, se niaia podeaaei*, oais hieren.
Entretanto, o pnvo quo va a boa harmopj que rei-
nava entre a cana de Lorraine e Cario* IX, gritava ooru
toda aforen: Vivael-re! Viva o duque de Guise I Vi-
va a miaaa !
Voliaia au Louvru noin iinsco, llenriquelta ? per-
juntnu a rainha-iuii a bella duquesa
no lhirio-novo n. 52, mentindo, flWnmpondo, ca-
lumniando, c qiirreml.i negar oafaetoa por mim aprc-
sontod. ao publico. Nio Hevia eu responder a cas pee"
infame; digna da prai*. e do quera a redigin, que.spetar
de aerunt das prim< iras nmahilidad'a praieiraa clesl*
enmaro*, nSo ae peija mm Indo de tanta vilria; porm,
para que por ineu silrooio nio paree* que ano verdadeir**
n* iserer* do Jf, por esta vez smenle tratarei de
atentar n* luinhns, desmentir ese calumniador, as-
aeveraudo-lbe desde ja, que nos insulina, nio duu, e nem
liuei reapoata, e nein nieanio s rlunini*a, que honver
de iri'uir-nos. enire|>.iuiln ludo andespreio; pois nio
entillo er preciso justifinar a* amigas autoridades da
V leturi i, porque feliimenle os actos dcstii ilo muito
publico* c em vez de desconceittia-lns, essaa calumnias
s servira de bnler, e tornar odioso seus autores ; en-
tretanto que irei todo* u* mezrs noticiando ao publico u
qur pqui aeuiiteeer do oais unlavel e chegar ao nicu no-
uheciinriiio.
Dix e lal W. que um de ni, estando exercendo
polieni, mniidou surrar urna iinillier; mas porque al *-
iml* lioje njo *e mu quein (urrou, mi niaudon surrar
vaaa mnlberr que fi-i o vosso ourrrligionariu Lauron-
tuio. ipir eutau era aqu deb-gadop Ho possivel que lal
raoto exittiaao, eelle iienhitma pruviduuein dsse sendo
liu cxac,, rumpridur dos deaeju* do seu punido ? Wuil-
en minino fsll.ir em tal enme mu* *e elle existi, fui
sem duvida obra de correligionario do Sr. I.aureiitino.
'*"*"i *- o. W. porque nio proeeasuu a n***
poliei.i o altere Cuelan Jos .Mi'inli'a, que do publica
ment em um nintnto je. &e.; poi* nio fui proceasa-
do o Sr. iVlundr? como mentir lm descnmdameiiie?
>4o forinou ec proresso o vosso mimlo e celebre Mi-
randa, ali* por espirito de viuganca, por er iiiimigu
da policar loi nesae meamo proee*o. dirigido por mu
iiiiiiiio, que o Sr. Meadr* e justiticmi, nao te tratando
todava dos soldados, que alia* drvio ler o lueamo cri-
le, porque o Miranda s (pieria perseguir o eu dc*F
fecto.
Assevera o TF. que a nos*n polieia dcixavs vaga-
ren dentro da cidade os reos, armado*, por iudoleiiuia,
rel.iv.ic o, c f.iliu de torc moral; bem : mas, que f.ueni
agora os dumiii.i,lores, que al .rdeo lauto, que leem a
fnre* i'iibliea e n do b.iC miarle* e f.ica* do guard-
roslos? que fntein, que nio obstan Untos rnnies, que
lodos us da* e coiuineiieui, e au preudem e nem pu-
neiu iiBCriiuiiososP o* ficto* au podein ser iuiib pu-
blico*; esiaro il.i r ni i ii (I i terio ceg*, e suidn*P A
morlo de Fr.ineisco Rodrigue*, que o JF. apunta
como mu iriumplio, fuifeiiu no n. rao lempo, mas cala-
ta na deleg.ici.i um Puriebgionariu do Jf.~ que fui
iiijustameiite .biuili iilo para se enipregnr gente mais va-
lente ; e esse delegado fui qnem Kndiiii u procesan : ae u
juit municipal siialiiili.ii asna de*pri.uunia, talvet fils-
*e purque, roiift.ido no dolegado, deixassu de evuiinar
bem uprocestu, e nao t'stiveasr iufurmiido de*eiioouie-
eioirniii; c ae promotor correligionario do //".
reeon o p^r.i u digllo juit de diruilo, ful por lima l.it.i-
lidjde. pelo recelo que tinlia dn mesmo juit de direilo
que eslava bem informado do negocio. subdelegad-.
Miranda, correligionario do W. e amigo do reo
Alanorl Antonio d'Uliveira, do queiu ditum, lia pouen,
receben um anelo, deu uroVni para elle ser preao; mar
i.ueinp o um inspector amigo a vilinlio do iiiesiim
Ei*-aqui cuino ae querem joatiloar na nuaans adveraj-
rio mu* enganio-se. 0 que mubro u Jouquiiu Pin-
to forao presos, por cale o* cunlieccr, e denunei.i-los, c
inesoio porque tomaste p.,r mn insulto por *er o ci ime
enmineliidn na frente da cas do vosso delegado.
Mente o \V. qii.uiilo afllrma, que o Sr. Clnudino
au prenden ao reo prenlo da polica, e aun ao oifeiidi-
,1.. t -. .-, H- ':,.- .. |#. ..awt nnji, oi-u-
dno o soltoii por pedido do Miranda, no fim de don,
ou tre das, c quaiido o nao f..se p r aquello acria pur
esle, quo logo lolliou posan da ubdelegama. 0 inpeo-
Inr V.ioiincellii* Boltou o iadriu, por er prente da mu
llier, e porque be criminoso de morie: o ea vallo fii-lbc
lomado du uiaus, e he de mu i urreligionarin du__W.
cojos consocio* eu u OolMOrtlo, purque precisan delle
a'di para cerlo tim.
QoaolO a* aedulas faljas, se a vussn polica nio fosso
cmplice de*e crime, ou ella* au partiem de gente
de vus** paiulillin, u introductor catana preu, pois que
o clamor publico u deiiuiiciiiu.
Tanto he protegido o ladran da vacen do vnssu dele-
gad,,, que elle esereveo carias par u Kecife a favor del-
e.par* adquirir um ompregu, que uceupa aqu mu ba-
romala de per, que UBn quil aer esuritio dn vusso
subdelegado. Coniu com lauto d.carmriilo ditei* que
um empregadn policial deuoso lempo, por nao querer
proceaaar pr mulivua que n* sabrmo* a um ferreiro,
o oHeiidido. aeguudo duei. o malln porque elle uiorre,.
de um tiro? dite quera fui esta auimidade, quaes fi.re
eases uiniivis, que ni fm esse uffendido que matn u fer-
reiro, e porque o nao pun por e*o crime, urna vei
que o tn lien como autor?
Queris comparar o Coiuiu.ind.into do vo*o doslaca-
iiiiiiio com n 3r. Mran.ia.i, 0 Mendea. coiiip.irai-.,
c m fuero, e nao cum ees liuue.to, ei.lada,., eiaPlos
iiiiipridnrea de sen de ver, e que jain.ua np,.iar.i.
naos filio* deseus *uboi diado, ames pelo cuiur.irio
u f.ua-i punir pela ruis pequea falla, e aablo faier-
e re.peitar ; c se o Sr. M.u aunan fui atacada rin asta casa
pelo suldado Kilq.pe, buje v, celebre inspector do Al.
doAf"gad",foi pur elle aer praieim que a t nto ao atre
vo, c porque cuul.va cotu mu prolecciu euuudia:
relazado lien vusso cumuiaidsole que raras vetes vai a,.
quarlel, e quandu O fat lio de capole em manga* do c-
uiiaa. no calado em que perdure ca*a* das raeriln-
sOa de.l.i cidade, que lie loda a sua uceupacao da e 1101-
IB, e o vosso subdelegado bem sabe disto, peloq ne, e
purque elle prenden mn seo geme de polica, fiorao
di**abiirrado, ponto de vir u Sr. alferr* para u Reoife
con) licenca pedir ipie maudassem ouiro caudeia para
en. Queris que >oi denuncieniu que negis que elle* cxiaiein? se 8*0 vosco prote-
gido? oto teiuus j* denunciado? quaes as providen-
cias? onde est a vostn actividade e vigilancia.' queris
que o sob-delegdo da Eseada prenda sena moradores,
pur erein rriminusu, esta lie boa Nao vos envergu-
ubaii de di/er que o vosso delegado fui quem findou
precesio dec reos ? ditei aim, caluniiiiador, que u
procesan eslava acabado, o auatcntada a pronuncia, pu-
rera qu" o doutur juit de direilo, etee benemrito ma-
gistrado, em correicJu uiandoii inquirir mais una les-
leraunh*, como em outru* tem feito, para seren pre-
enchidaa todas aa furmalidadas da lei.
No eugenhii Pedrrt, junto a liba de Flores, comarca
du flonito, donde be reudeirn una nutordado da vossa
pandilba, esli all apatrocnado* e morando duu* roa
de inurlea fritas nesta comarca, Jos Pereira do* Sanio*,
e Estcv&o Suaro, qua maln sen propriu sgru; fatei
cum que elle* sejio presos; queremos ver ato; Findo
nqui: alamanbia. &e. &o.
Sis. Redactores. Convencido de meus er ios, e lou-
curas, attributos inseparaveis da fraqueza humana,
eu sinto-merom o rigoroso dever de rctractar-me ; e
isto he louvavel e honesto quando taeserros e desva-
rios recahem zobre nos mesmos e sobre ni reflectem
seus horrorosos efleitos, quanto nao ser louvavel e
qnanto nio se tornar um rigoroso dever, qoando tem
lerido mortalmenle osinleressese a honra de alguem?
Convencido de tses verdades eu tenbo de retrac-
tar-me das injurias acalumnias com que olTendi ao
Illm. Sr. trnente-coronel Manoel Joaquim do Reg
Albuquerque ; pois que Iludido e quasi forcado, lu
obrigado a faie-lo por peuoas infames e mal intencio-
nadas pessoat alias que deviio ser suas obrigadas ,
mas que nio podiio encarar a firtude, que sempre
Ibes servir e ibes servir i de peso a vista de suas mal-
dades e crimes : por taes ra/Oes aco oerto a l'ernsm-
huc, ao Brasil e ao mundo inteiro onde pona final
mente ebegar o .-novo este mame azorrague da
honra dos mais destnelos Pcrnambucanos, que tudo
iuanto eiiste uelle escriplo contra o dito tenente-co-
ro"el por mim assignado de baixo da asiignatura do
Impvido Liberal, be lalsoe falaissimo, be lilhu
nicamente do odio e rancor d'aquellei que por mes-
qumhss vingsneas eleitoraea Ihe consngrio odio ove-
jando auasqualidades, e a influenc., e que aqu g ganba niu com os hacamari e acedes indigna! s
propriasde seus vis inimigos, mais tim com a honra e
uina vida ejemplar tanto publica como particular.
Feliz de mitn -e esta sincera retractado poder anda
obter a reputacio d'aquelle que tio injustamente fo
calumniado por mim e posas eu delle obler um gene-
roso esquecmento o que espero a vista da candura de
eu coracio e da* alt.ii virtudes que o ornio quali-
dades estas, que mais rt lio seus infames e indignos
i n i migo j.
Por esta publicado muito obrigado Ibes ser o leu
constante leitor. Domingos Sonanno do Espirito
Santo. Alogidos 16 de dezembro de 1845.
t.scellai.ea.
Nio elihora, excepto *e V. mn-estade o ordenar;
porque lenlio negocio fura com S. inagotado a rumba
de Navarra.
E que ide v fazer jiuiina ? dsse Calberina.
Ver un* livroagrego* muito raro* e curio.n.imoa
que hiri acbado em cti-n de um velbo pa.-lor prole,-
tante, e irauspi.rlado* para torre S*ml-Jauque-la-
liouclierie, reapoiidcu Ai.irg.inda.
Mellmr fiirei v, (e foei* ver laucar o lti-
mos liugiic.....e do alto da punte de.Mmilii, no Sena,
dase Carlus IX. He o lugar do bous Franoete*.
Iremos, se aprat a V. iiiugeslade, responded a du-
picia de Nevera.
C.illieriiM deituti um nlbar desconfiado aobre as dua
dsmaa. MarKanda, que andava alerta, inlrrpretuu c...
"Iliar, e volliidu-e e tornando vollar-e iiume.liala-
inenie comer de wuilo pcnaativa, ulliuu inquieta em
derredor de si.
Estafinquietacio, real ou fingida, nio escapuu a Ca-
therina.
Que procuran, vos ? diste.
, ~~ Procuro......... Niu vejo mais, retpondeo Marga-
rida.
ILLL'MI.NAIJAO Poli SIBIO lio UALVA.MSMO.
( Ext de corresp par.)
Venho da prava da Concoidia, onde acabo de assis-
tir a um espectculo magnifico, que laz honra a urna
ciencia, que nasceo em Franca, e que em Franga vai
fazeodo todos os das novoi progn ssos : fallo da cbi-
nica, e sobretudo da cbimica apphcada asarles, que
nasceo com Lavoisier, cresceo com Chaplal, ecbegou,
pode di er-se, idade madura, com Thcnard, coro
tlay Lussac, com Pelletao, etc etc., etc. A lembran-
ca do que vi me tira o tonino : aproveitarei o lempo,
daodo conta daquillo, que presenciei, e que comroigo
presenciou urna mmensidade de povo da capital.
Tratava-se de illuminai a praca da Concordia por
meio da lur galvaoica, istn be produzida pelo galvanis-
mo, a fim de decidir a questio na sua superioridade
sobre a luz do gaz. S-be-se o quo he a pilba galvnica:
be urna especie de pyrannle, resultante de muilos dis-
cos, emrilhado* uns sobre os oulron, cada um dos quars
consta de tres pepas, a saber : urna lamina de cobre,
outra de zitico, eeolre e hs um pedaco de panno enso-
pado n'uiua dssolueio acidulada. As duas extremida-
des da pilha tem o nome de polos, negativo e p litivo.
A pilha, empregada na experiencia de boje, nio era
comporta desta maneira. Notira-se, que as laminas de
cobie se deterioraviu pelo seu contacto com as dsso-
luioes aciJuladas, o que as inulilisava dentro de pouen
lempo, e, a loria de tentativas e experiencias, veio t
de-cubrir se, qae o cobre das ditas laminas podia ser
substituido pelocarvio: primeirs alterecao notavel, e
primeiro melboramento. A segunda alleracio consis-
ti em supprimir o pedaco de panno de lia interpnslo
entre as duas laminas metlicas dos discos ordinarios,
o em substilu r-lbe um vaso de vidro ebeio da dissolu
ci acidulada. Assim, a plha por rujo meio a illu-
minacio leve lugar, foicotnposla de 200 discos, orga-
nizados como fica dito, e collocada dentro do pavilhSo
chamado de Lilla, por ibe servir de ornamento urna
estatua eollossal. emblema di cnla.'le do mesmo nouie
Dos dous polos da pililo partido dous conductores de
cobre, esda um delle* terminado por um pequeo ev-
Imdro de carvio, ambos os quaes enrrio ao encontr
um do nutro, eotrando por duas partes oppostaj dentro
de um grande globo de vidro, que a estatua tinha oo
regaco. Este globo communicava com urna machina
pneumtica, destinada a produtir o vacuo dentro delle.
Logo que tudo esleve disposto, como cumpria, co-
mocou a experiencia, istohe, produzio-se o vacuo den-
tro do globo, e approximrio-se um do outro os dous
polos da pilba, ou os cvlindros de carvio, que os ro-
presentavio. O resultado he preciso l-lo visto, ooto
eu vi, para azer ideia do que leve de magettoso. A
noute eslava escura ; o ar coberto de um nevoeiro mui-
to espesso : oscandieiros de toda a circunferencia di
praca estavio apagados. No momento em que os doui
polos da pilhase tocirio, transformou-se o globo, que
a estatua tinba no regato n'urp verdadejro sol artificial,
em que nio era possivel filar osollios, pelo muito bri-
Ihante que era. A praQa ficou lilteralmente inundada
de urna torrente de lur, e lio pura e viva, que um dos
espectadores, que se achava entre o obelisco e urna das
Tontea da praca, isto he, a mais de 200 pasaos de dis-
tancia, lia com rr.uiti facilidade o Monitor Parisiense,
cujo lypo nio be dos mais grados.. Quaodo por meio
de um reflector se diriga a luz em diversos sentidos,
viio-se apparecer de repente os diflerentes ohieclos. que
ella illuminava, como outras tantas creacoes, que na-
quelle momento surgiio do nada. maa vezet era o
obelisco .de Luxor. que de repente pareca invadir os
ares ; outras vetes era o arco de triumpho da Estrella,
apezar da inmensa distancia a que (ico. lhando-se
para o longo do Sena, via se urna fieira de pequeos
globos de luz mui palhda e morredica : erio as luzea do
gaz, ba pouco lio triumphantes, e sgora como que ee
vergonbadas por se verem completamente vencidas e e-
c'ypsadas pelo po ler irresistivel do galvanismo. 0 povo
de Pars, que sabe sentir tudo quanto be grande e ma-
gestoso, saudou com hurrahs frenticos a experiencia:
recompensa de maior preco p ra o inventor do que to-
das aquellas que Ihe podera d.Minar o governo.
Onde parar a sciencia ? Quando as cidade come-
earioa ser Iluminadas com luzca dea/eite, suppoz se
isto um grande melboramento. Veio depois o gaz, e
vio-sp que as luzes ordinarias erio como aquellas lu/es
de Milln, que apenas davio a claridade necessaria pa-
ra f.zer as tretas visivas. Eis agora a lu galvnica em
campo, e o gaz completamente vencido e .lethronado.
Seri este o ultimo atievimento da cbimica ? Vou pen-
sar iiisto na cama, para onde me vou ja por em marcha
ittto tramite. Adeos.
P. S. O feliz resultado da experiencia de bontem pa-
rece que animou o governo Lsta decidido, que se ba da
proceder a novo ensata porm em ponto muito maior;
donde se segu, que se a primeira tentativa deo brado
em Pars, asegunda ba de aturdir o mundo, Desta vez
o globo luminoso ba de ter proporroei colossaes, e bs
de ser collocado no vrtice do obelisco de Luxor, que
oceupa o centro da praca da Concordia. Direm, quei
massk de luz producida por este meteoro de nova inven-
cao, nio s ha de Iluminar a praga loda,que be enor-
me, i" l>. Ja e*iender-se de um lado pela pona di
Concordia at cmara dos depuUdos. e du outru pa-
la ra da Magdalena at a igrrja do mesmo nome, I-
luminando tudo este vastissuno espaco, sem que baj
necessidade de outra luz. Depois do que bontem pre-
senciei, nenbuma duvida punbo, que assim seja ; po-
rm o que fr soara.
(/. do Commercio.)
Variedades.
Mas quem procuris, e nio vedes vos ni? iuai
I liu Catlieriua, _
BbT*BOBBbTJ BbTOBBbT *|r
Marganda actovelou a sua amiga, que inmediata-1 A Sauve, dis.e Uargarida. Voltaria ella par* >
inte couiprcfieiideo cale iignal, e que re*pondeo : Luuvre ?
Nio teditiaeu, que tinha* oiuniet? disse Calbe-
rina au uvHo da filha. Obesiia!....... Audai l, Heu-
riquitla. ciilinuou ella ennulliendu u* houibrui, levai
a ranilla de Navarra.
Margarida fingi anda que ulhava em Ionio de ai,
lep.iis iiiclinandu-*e pur sua vet au uuvido da sua a-
mig* :
Leva-me de presta, Ihe diase ella. Tenho cuusa*
da mus alia importan. ia a duer-le.
A duquesa fes reverencia a Carina IX e o Cathorina.
Oepuia iiclinanilii-!' ule n rainha de Navarra :
V. mageiUde digna-so montar na minba lilora ?
diste ella.
De boni grado. Mas seris obrigada a fizer-mc
cundutir ao Louvre.
A iiiiuba lileira, a nunlia gente e en nietiiia, etla-
iiin ai orden de V. mgetlado.
A rainha Margarida metteo-so na liteira, e aa signa!
que ella Ibe fet mellro-ae lambein a dnqueta de Nevera
que tnmou rripeitoaameule lugar adame.
Cailienna eoa ten grniis-liumeii* voltario an Lou-
yre I""'.....ramo oaminlio por mide linliio rindo. Du-
rante tuda a viagem nao ceaaou a rainha-inii de fallar ..
nuvid.i ileel-re, designando mimas vetea madama de
lauve. cada pbrate ria el-re, como ria Carina IX,
ittu he, com um rito inait linitro do que urna amcaca.
RETRATO DE UM PERIoDIsTA.
Estamos convencidos de que, fui um periodista oque
bnsquejou a seguirle phisiologia, que posto incompleta,
nio deixa de ser exacta.
Um periodista lie um desgravado recluso, diligente,
preguicoso, inquieto, pacifico, discreto, indiscreto,
afleiciado ao deleite, e sobrio ao mesmo lempo ; da
carcter pacifico e arrebatado, mordaz e attencioso;
n'uma palavra, he um composto de anomalas e de con-
IradicSes, s quaes a maior parle das vetes o impela
antes a forr;a do que a inclinacao, o que nio deixa de
ser urna desgraca. Anda que seja a indolencia per-
sonnliaada, tem que ser muito activo, porque o da, a
hora,e o instante, em que deve publicar-seo peridico,
o oprime e aperla ; be cauteloso, porque deve eslar so-
cegado, nio se descuidando notar e reunir as noticias,
porque de outra surte Ihe esqu ceno ; he sobrio,
porque a intemperante intorpeceria os seus sentidos ;
he voluptuoso por intervallos. porque de tez em quan-
do os gozos exquisitos desperlio a iotelligencia, e fe-
r- m a imaginacio como urna faisca elctrica ; be sol-
fredor at ao ponto de cunear o pulmio de um pyrrbo-
nico, que trata confidencialmente de o iniciar na sui
prosa ou nos seu* versos, porque a paciencia be a vir-
lude mus necessaria para o que se dedica a observar,
e o periodista vive inlelleclnalmenle de observsces,
Aaaim que Margarida aemio mover-,e a liteira, e vie-
se livro do* prexTiitadurr alhua do Calberina, tirou
mullo de presan da manga o hilhele du madama de Sau-
10, e leu aa palavra* *egunite>:
Tenbo orileui de entregar rala larde n el-rei de Na-
vorr duas chave; una da cmara mi.le esta fechado,
nutra da llliilliB. Tambeiu se me ordeuou, que, se elle
viesae ao meu quarto, eu ah o deliveaau at 6 hora*
da ni* iihia.
Reflicin V. mageitade, e decida, tem ler ein uunla a
mulla vida, >i
Niu ba ma* duvida, miirmnrnii Margarida, ea
pobre rapariga he o iiKlrumrnlo de que e querem er-
vir para a todo* no* perderem. !! ma veremoa se da
rainha Margut, coinn dit ineu nuiu Carlut, te fat unja
relojiosa rom lauta fncllldade.
De quem lie enlio eaae bilheie ? pergunlou a du-
quesa de Nevera, nioalrando o papel que Margarida aca-
bava de ler e de reler com tio grande atlrncio.
Ali! dnqueta I leuho mulla coma* a diier-le,
reiponiieo Margarida, raag.iudu u bilbete eiu mil e mil
bonadinlio*.
(Con/inuar-te-ia )
ILEGVEL 1


por ultimo,' he arrebatado, porque sua vida laboro -
, o seu rgimen vagabundo e sedentario ao meimo
tempo, irritlo excesivamente o teui ervos. Obri-
gado de continuo a contrariar os seus gostos. a sua
existencia he faclicia, diablica, homicida, e bem de-
pressa gasta em correr incessantemente- atrs da idea
que nio Ihe occorre, em repellir a que o persegue, e
oocultar i verdad, que Ihe U> vissgens ; existencia de
uondemnado, de furioso, de Toreado, de amaldicoa-
do : e se Tora s ia o.'....
Poim anda falta urna pincelada a este retrato, por-
que o periodista he modesto entre os modestos ; e sa-
nio, Dio prodigbalo a maior parte do nossos colle-
gas os tbesouros da sua inlelligeneia com o maior des-
interese, sem dignar-se assignar nem sequer com urnas
simples iniciaos as suas melhores produccSe vo'antes ?
N'e'te mesmo momento nio podemos nos indicar o en-
genbo desgrafado que escreveo a int-rior phiaiologia.
Lancou ao aeaso a aua concepcio, fui acolbida do mea.
mo modo ; e he assim que ae perde a boa e indolent-
iotelligencia : a mullidSo goza d'ella ; o talento morre.
(Da RtUauracHo.)
Tcm hilo rir mijito a aventura de uns cavalheiros,
que i0'a*illrio n'um bote, a fm de passarem o dia
n'uma digresso fluvial. Chegados a um lugar opportu-
no lancarin ferro e deitrau fes red**, comerlo, beb
rio e divertirio-ae. Iva quasi note, quan >o colherio
as redes, e lanzando miosdo* remos cometario a reinar,
mas nio adiantsvao nada, oque attribuiSo ua falta
de pratica. Como ae prolongante esta situaclo. lemhr-
rao-se de que o nio avancarem seria eflnito de urna for-
te corrate, e por isso fi/erio esforcos desesperados, mas
conteceo-lbes o msmo. Bntio desanimados iu en-
tregar-te i *uaorle. quandu um del les se lemhrou da *alha; n*. 32 e 34 da ra do Fagundes ; n. II da ra
qu se linhAo eiquecido de levantar o ferro. Fnrio lo-
go suspend-lo, e assim que d'sappaier.eo et-' obstcu-
lo Ciegirio em breve a trra, onde j os seus amigos os
esperavio bastantemente afilelos por estar ja muito a-
Tancada a noute. Satisfeitos em eslremo por estarem em
Ierra, no seu primeiro arn-batamento, contrio o que
Ibes tinba acontecido, o que Dio deo pouco que rir sos
circunstantes.
(Diario do Governo.)
Para dar urna prova da libralidade do bey de Tu
nes, fai um pnodico ingl'Z a rclaca prsenle, que el
le oflereeeo ao duque de M >ntpen>ier. durante a sua es-
tada naquelle porto a bordo do vapor Gomer; a saber :
3:^00 botijas de azeite, 60 arras de manteiga. 20 ditas
de mel, 50 lioii, 20') carneiroa,<00i[al|inb.BS. 1,'iO pom-
bns. 40 ganaos. 1:000 ovo. 1:500 I mi oes, 8000 pie,
20quinties de macarrio, 20 ditos de srroi, 40 saccas
de as>ucar, 20 ditas de caf, 100 c-'stos le fructa, 50 a
calatea de dones. 60 saccas de csrvio, 400 velas de cflra,
e varias lanchasearregadas de vegelaes. [Coa/Indo. )
Um peridico belga refere ter fallecido em Antu-
erpia um rico cidadio, natural de Lieje, que fui casado
com treie mulheres. Suas primeir e segunda esposas
erin viuvas. e as oulras solteirai. A mulber, que Ihe vi-
seo mais tempo foi a nona, que morreo aos cinco annos
de casada. Cinco das outras fallecern aos oito, orne e
doze meses. Deve-se notar, que este temivel marido ti-
nba viajado muito pelos deserlos, onde tambem podia
ter contrabido alguna laco matrimonia.
(t*. dos P. no Porto.)
geraes interna, lendo pnr moitsi veies rnnnnciado
pelos Diarim, convidando ao colectados do bairro do
Recile, Santo Antonio. Roa-Vista, e A fugado para
virem pagar a tasa de escravos, imposto do banco,
sege o carrinhos, decima de mo mortal ningu-m
tem comparecido para pagar, resultando desta omissio
despeza e incommodos par os collecUdos ; e por iisn
pela ultima vez annuncia,convidando a lodos para virem
pagsr, pena de ge proceder a ejecutivo em Janeiro
proiimo vindouro: e para que chegue a nolcia a todos,
faco o presente annuncio. Recebedoria, 15 de de-
zembro de 1845.
Francisco Xavier Cacalcanii de Albuquerque
O escrivio eadministrador da mesa de rendas in-
ternas provinciaes desta cidade avisa 4 lodos o propria
tarios de prediosurbsnosds mesma cidade eoovoaco dos
Afogados, que do dia 1. do corrente mei se princi-
pinrio acontar o trinta diaa marcados por lei carao pa-
gamento, aboce djcofre, da dcima do 1." semestre do
corrente inmi financeiro de 1845 1846. Adverte
mais. que nio deiiem para os ltimos dias o pagamento,
a que sio obrigados, pois que se torna impossivel dar ci
pediente a lodos os devedores, que concorrerom a pa-
gar a decima ; tornando-so por ennseguint- subjeitos a
lugar a multa de 3 p. c. aquelles, que deixarem de
Pgar.
Mesa de rendas internas provinciaes, 17dedczem-
bro de 1845. 0 escrivio e administrador,
Luit Franeiicn de Mella Cavaleanti.
Administrando dos esiabeltcimentos de caridade
Peranle aadministracAo dos estabelecimentns de
caridade, se hio de arrematar por 3 annos, a quem
mais der a renda das casas spguinli'S : ns. 17, 47 e
49 da ra do Padre Florianno ; n. 5 do becco da Cr-
triesmo espitio, ouaoseu consignatario Hanoel Joa-
qun Ramos e Silva.
Lealo.
Frederiik Itobilhar i Ijr leilo, por intervengan
do corretor Ulivaira, e por cunta e risco de quem per-
Une- r, da porcio decorveja preta e branca, vinbo
cliampanba, dito de Bordeut em quartolus e om gar-
ra! a, dito de Rucellas e Lisboa* em barris de quarto,
O que ludo su vender em lides i vontade dos compra-
dores, e por precos razoaveis : boje, 18 do crten-
te, as 10 horaa da maunia, no seu armazem, ra do
Trapcbe-Noo.
Avisos diverso.
O CLAMOR PUULICO.
O n "70 acha-ae a venda, na praca da Independen
cia, linaria ns. 6 e 8.
de \ Jos ; n. 5 da travessa d > mesmo ; ns. 30, 34 e
38 da ra da Calcada ; n. 18 por detras da ra Nova ;
n. 31 da ra da Mneda ; n. 7 da ra de S. Ther- za ;
n. 70 da ra da Cinco-Punta ; n 33 da ra de Nor-
ias ; n. 65 da ra da Gloria ; n. 8 da tiavessa dos Ex
poatos ; n. 7 da ra da Viradlo.
Os licitantes dirijio-se ao sobrado da ra do Cahu-
g* n. 5 no dia 19 do corrente, pelas 10 hora d
manhia munidos de fiadores idneos. Sala das lesQe
da administrarlo dos estabelecimentos de caridade. 13
fedezemhrn de 1815 O escriturario Alexandre
A meneo de Caldas Rianddo
COMHANIIIA DO BEBIBIDB.
Em eonsequencia de continuar o incommod, que
lem privado o caixa da companhia de vir ao seu escri i-
lorio, e de recebar as entrada de alguna accionistas,
que as lorio pagar, fie espacado por mas um mei
(al 20 de Janeiro p. futuro) o recolhimeotodas presta
(5rs em atraco Escrpti rio be, 17 de dezembro de 1845. 0 secretario,
B. J. Fernandei Barros.
Av
isus manlimus.
COMME CIO
, 6:3o6660
Alfandega.
RkTNDIMENTO DO DI A 17............
Desear regao hojl 18.
Brigue Ada mercadoriss.
BarcaTrio carvio.
BrigueCe-esmercadoria.
Barca G/oAfarinh e boltxinha.
IMPORTACA0.
Gf.OBE, barca americana vinda de Pbiladelpbia,
entrada no corrente mez consignada a L. G. Ferrei-
ra & Companhia manifestnu oseguinte :
2055 barricas farinha de trigo 350 barricas
xinba 100 caixas velas de e'permacele 216
cbi ; a L. G. Ferrreira & Companhia.
bola-
caixas
Consulado.
BENDIHKNTO DO DIA 16.
Geral............................. 1:316*100
Provincial......................... 715*093
2 061*193
II i >\ i ni cu lo do Torio.
Vowot entrados no dia 17.
Baha ; 15 dias. hrigue escuna de guerra Andori-
nha, commandante o capilio-lenenle Rafael Men-
deade Moraes e Valle; segu pira os porlo do Norte,
Passageiros. o 2'lente d'armada Jacnmon Hayo
Labuglir, capitn do 6 balalhio de catadores Anto-
nio Alve Pereira de Pxiva, atieres do 4." batalhin
de dito Francisco Jos di Silva Araujo, rom aua mii,
sua mulber e 2 lilbos, o escrivio d'nada Camillo
de L-dlp' HuarleCarnei o, oex-furriel Policarpo Jo
s de Albuquerque nsex-soldados Antonio l1 rancia-
co de Menezes, Bayinundo de Albuquerque, Manuel
Antonio Rodrigue*, e Alhanazio de Campos, com
sua niulh r c 2 lilbos. D- luna da Silva Barros, viu-
va, com 2 i'h' menores, e moldado do 4 balalbio
decacadorea Henrique J.is^ Viei a.
Munlevidi; 31 dias, crvela americana Boston, com
mandante Pindergrksle. Traz a aeu bordo o corn
modor Torner. quesngue para os Katadns-Unidos
Fallas; 27 das, hiale americano Alinia, de 96 lo-
nelailas, capitn Jo.eph O. Barkley. equipagem 5,
carga bacalbao ; a Malheus Austm &Companhiu.
Navio sakidn no mesmo da.
Trieste; brigue :oglez Barkkill, capitio Thomss Kemp,
carga assucar.
Uet laragoes.
AVISO IMPORTtltTR AOS CoLLBCTADO.
O atiuiioiairadur da otesa da recebedoria da renda
- O patacho Sympothia deve largar pira oBio-
Grande-do-Sul no domingo, 21 do enrenle; pode
anda recebar alguma carga miuda, assim como escra
vos a frete : a quem covier dirija-se a Gaudino Agos-
linlio d>-fiarroj, pracinhndo Corpo-santo, n. 66.
O bem conbecido brigue Bum Jesns. capiliu Pe
dro Jo de Sales, deve largar para o Rio-de Janei-
ro no dia 21 do presente mez: as pe-soas, que quize-
rem carregar escravos ou ir de passapem, dirijio-se a
Gaudino Agostinbo de Barros, praciuba do Corpo-
Santo, n. 66.
Para o Ass, oestes 4 dias, o brigue nacional J-
piter recebe eirg a frete : i tratar na ra da Cadeia-
Velba, n 33.
O brigue porluguez Tanjo I., de qae capillo
Manoel de Oliveira Faneco, sai para Lisboa no dia 27
do corrente; anda recebe alguma caiga e passageiros:
a tratar com o capito, na praca, ou com os consigna-
tarios Firmin" Jos Fehx da Rota & Irmio.
O brigue nacional Flix, de que he ckpilio Ale-
jandre Jos.: Alves, sai parsoCeari, no dia sexta-feira;
ainda recebe algumas miudezas arete : os Srs passa-
geiros devem acbr-se a bordo na quinta feira a noute.
Para o Araratysai, oesleldia. por ler a maior
parte de sua carga prompla c hiate nacional Espa-
darle : para carga e passageiros trata-se com o c
pitio ou na ra da Cruz 26.
" Para Lisboa sai, imprelerivelmente al o dia 20
do corrente o brigue portugus Maria-Ftlix ; an-
da recebe alguma carga e passageiros, para u que
lem escolenles commodos : quem qui>er carregar ou
ir de passagem dirija sea Antonio Joaquim de Sou-
za RiDeiro ou ao capitio Antonio Lu/. 11 mes.
Para o Havre segui, no dia 19 do
correnle, o brigue francez Beaujeu : as
pessoas, que quizercm ir de passagem, pa-
ra o que lem exctllentes coiiimodos, di
1 jao-se aos seus consignatarios B Lasser-
re & G *, ra da SenzalL- Vellia, n 138.
AJ>em conhecida bareaca Flor-do Heci/e, lun-
deada na escadinha da Alfandega, parle para Maceiu
por toda esla semana, por le parte da sua carga piomp-
a ; quem pretender carregar, ou ir de patiagem, diri
ja-se an seu proprietano Manoel Jos Goncalve Braga,
ou ao mettre, bordo.
Cara o Hio-de-Janeiro segu em poros dias o
patacho Belleza do-Sui, pndereceber alguna escravos.
e tambem tem bonscumn odos para passageiros : quem
pretender, pode tratar rom o capilio, ou cun Amo-
liin Irmios, na ruadaCadeia, n. 45.
= Para o Rio-Grande-do Su I egue, breve, o Ini-
iiue Victoria ca| itio Benlo Jos de Almeida ; lem
bon commodos para passageiros e escravos a frele :
os pretendentes podem convencionar com Amorim Ir
mius na ru da Cadeia n 45.
= Para a H. bia seguir, em pnucos das o patacho
Venus : quem no mesmo quizrr carregar, pode en
tender-se com os consignatarios Amono) Ir nio na
ra da Cadeia n 45.
Pr o Ass sai, no dia 20 do corrente o bri-
gue Diote-Guarde : quem no mesmo quizer carre-
gar dirija-fe a ra da Cadeia do Recife arma/ein ,
o. 12.
== Para o Porto segu viagem, com brevidade o
berganlim Importador capiliojos Ferreira Carnei
ro : quem neile qu< para o que lem etcelleotes commodos, dirija-se ao
O n. 71 adiar se-ha a venda as3 boras da tarde, na
praca da Independencia, livraria ns. 6 e 8.
= Aluga-se o prnneiro andar da casa da ra do
Oueimado n. 14, com bastantes commodos pin-
tado ba pouco tempo por prego mais em cunta do
que se lem alugado: a tratar no secundo andar da me>-
111a casa.
Piecisa-se alugar urna escrata ou escravo para o
aervro de casa de pouca familia ; na ra du Queima-
do n 14 segundo andar.
= Aluga-se a luja do sobrado da ra do Oueimado,
n. 14, por preco com nodo : a tratar no segundo an-
dar do mesmo sobrado.
THEATR0.
Aoje, s d bor:is da ma
iilifi.-i, no consistorio da igre
ja da CoiiccicAo dos militares,
andan as rodas dcsla lotera:
e os poneos bil i ele*, que res-
lo, vender-se-hao al ssa ho-
ra smenie na b.diea do Mr
1101 eir, ni ra do Cabug,
e 111 luja cloSr. Menezes, na
ra do Collegio.
Joo B.ssptisla de Barros Machado
faz siente ao respeitavel publico, que dei-
xuu de ser caixeiro de Joaquim Pereira
da Costa Larangeira, desde o dia iG do
corrente ; e que anda nao ajustrao ron-
las. ,
O sbaixo stsignadoconvida os credores da taber-
na da ra da Florentina, n. 30, a comparecetem no
dia 20 do coi rente, aleas 10 horas do da, em a mesm
taberna ,"a' lim de assislirem ao desapartarnenlo da socie-
dade que tem na aiesma Manoel Jos Carneiro.
yl ni um o da Costa Dias.
Na ra do Pilar em Fia-de-Porlas, n. 122. pre-
cisa se de um pequeo para caixeiro, e de uui prelo
para o -iim'co de casa ateo meiodia.
CJuem liver para vender um mnleque de 14 a
20 annos, sem defeilos, ecom boa ligura, para encom-
mciidd do Hio-Giande-do-Sul, dirijo-so a ra da
M..e ia, n. 2o, no Fuile-do-Matto.
A pessoa, que annunciou, to Diario dehonlem,
precisar tallar com o conespondenla do Sr. Francisco
Leu:adio Vieira querendo fallar a seu mano com
quem tem correspondencia, diiija-se as Cinco-Pon-
Us padana, n. 63.
Aluga-se urna rasa lerrea no sitio do Cordei-
ro a margt 111 00 nu Capibanbe acabada de novo ,
por preco commodo : a tralar com Gabriel Antonio ,
no paleo do Carmo. n. 17.
Em casa de Joaquim Ribeiro Pontea na ra da
Cadeia do Becile, existe urna caita do importancia
para o Sr. Domingos Ribeiro de Faria vinda de Ma-
celo
Aluga-se urna canoa grande com canoeiro forro ,
muilu bel, para condu/ir Irasles, ou oulros quaesquer
objeclus por este lempo de festa : a tralar na traves-
a do (Jucni.adn, Venda, I). 3.
Aluga-se o sobrado n. 4, sito no largo do Hos-
pital un Paraso ; todo ou sepaiado : a tratar na ra
do Crespo luja de Santos Neves ou no largo do
Caimo n. 5.
Boga se ao Sr. Caelano Aunlianno de Carsa-
Iho Cuulo, que tenha a bondauede apparecer no Aler-
to da- Boa Vista a lim de concluir o negocio que o
mesmo Sr. nio ignora.
Date dinbeiro a premio mesmo em pequeas
quantias com penbores de ouro e | rula ; as Cinco
Punta n 134.
l)i-se duiheiio i juios rom penbores de omoe
prala mesniueiu pequeas quanliat; oa ra da Piaia,
n. 22.
Aluga-se o primeiro indar do sobrado do Ater
ro-da-l!oa-Vista n. 26, com muito bons commo-
dos para familia por preco commodo ; a trotar na
latinea de licores do mesmo obrado.
= Alugio-se dua casas terreas ns. 3 e 9 da
ra da Florentina delronle do Ibealro novo : a tratar
oa ra da Cadeia do Recife, n. 40.
Precisa se alugar um prelo ; na cocheira da ra
Nova casa nova du Sr. Benlo da Silva Magalbies.
Jos Mara de Barios Harrelo embarca par o llio-
de-Jaoeiro a aua escusa Izabel, crioula.
= Alugio-se: o armazem-do largo da Astembla ,
n. 0 a casa Ierre da ra de S. Jos, n. 14 e o pri-
meiro andar do subndo da ra daSonza la Nova, n. 14:
I a tratar na ra do Vigano, n. 19, com 1 humas d'Aqui-
oo Fonseca Jnior.
Aluga-se, por aono urna boa cas terrea no
principio da eslrada do Afililos junio io sitio da
Senli. ra I). Lmnanna ; a qual t-m grande quintal ,
com laladas de parreiras, maracujaes e diderente fru*
leiras com agoa de beber a melhor que so tem visto ;
aluga-se por pieco commodo', obrigando-se o mora-
dor,na sua sabida,a entrega-la com as bemleitorias.com
que a recebeo ; e lamiiern se vende : a tratar na ra
da Cadeia do Recife n. 25.
Casa da Fe\
RA ESTREITA DO ROZARIO. N. 43.
Vendem-se i ilh-tes, meios ditos e cautela da pre-
sente lotera do Ibealro, cujas ro las leem de andar io-
fallivelmenle boje, 18 do correnle mez. Osbilheles e
humos bilbeles vendenv-se com 500 rs. sobre os seu
precos, e a cautelas, decimos a i i rs., e o vigessimos
a 500 rs. : a elle, e a ellas, que sio pouco.
casa da fortuna (bda Dikkita.n. 12,;
Anda existe um restante de cautelas da lotera do
Ti ealro, que corre inlallivelmente boje, 18 do tor-
rente.
A livraria da esquina da ra do Collegio precisa
de um liooi oflicial de marceneiro, para lazer algn
reparos, que requerem servico de alguns diss.
iNo.se leudo reunido, no dia i5 do
corrente, numero suTicieute de irnios
pan se fazer a eleico da mesa, que tem
de reger os trahdlioa da innandide de
N. $. da Conceico dos militares no an
no pioximo de iH'iG, e tendo-se espaca-
do a referid** eleico para o da aa do cor*
rente (segunda leira), as 4 horas da tarde,
o presidente d-s mesma irmandade de no-
vo convida a todos os irtnaos, que hajao
de comparecer para o mencionado ilin.
O professor substituto de pbilosophia e geome-
tra du collegio das artes de Olinda se acha morando na
ruBdeS. Pedro Mariyr da mesma cidade (penltimo
sobrado procurndoos Quatro-CantosI, onde cnlina
i en-inar durante as ferias as duas materias da sua
prolissio.
Precisa-se saber quem he nesta praca o corres- i
pondenle do Sr. Francisco Leocadio Vi'-ira, da pro-
vincia das Alagoas, morador no seu engeoho Cutnbe,
a neg ci de teu grande mteresse
Deseja-se fallar com a Senhora Martinha Mar-
arida Luna da Fonseca, a negocio de seu interesse ; na
ra do Queimado luja, n. 27.
= Perante o Sr doulor juiz de orphios a Viuva
Seve & Fdhos offcreceui, para si-rein arrematados em
hasta publica boje, 18 do corrente mez pela 4
horas da tarle em rasa da residencia do mesmo, de-
fronte da matriz da Boa Vista os seguintes bem ,
para pagamento dos seus credore a saber : urna casi
de um andar em chaos proprios sio na ra de S.
Hento n. 25. em Olinda avahada em 2:000 r.;
outra de 2 andares em chaos proprios sita na I. dei-
ra de S. Pedro, n. da metma cidade, avahada em
2:000 rs. ; outra dita no largo dos Quatro-Cantot,
o 25. emebios proprios avahada em 4:000 rs. ;
outra do um andar na ra dos Chiatro-Lanlos, n. 18,
avi.|ida em 1:600.000 rs. ; outra dita na mesma ra ,
n 17, avahada em 1:000,000 rs. i oulra dila na ra do
Amparo n. 6'(, avahada om 2:400,000 ra ; outra
terrea com solo na mesma ra, n. 67 avahada em
800.000 rs. oulra dita atrs do Amparo, com dous
lorr. nos annexos para edificacio n. avaliadi em
700,000 rs. ; oulra dita na ladeira da Misericordia ,
o. i0, avahada em 600,000 rs. ; oulra de 3 andarese
solio em Fura de-Porlas desta cidade, ru do Pilar,
n. Ti avahada em 6:500,000 r. ; um terreno de 20
bracas de (rente edez do fundo, no Forte-do-Matto ,
entre a nspecio do algo lio e o armaiem do Tarare ,
avahado em 3o00,000 rs ; cinco canoas abertal quasi
novas avahadas em 1:250.000 rs. ; um preto de 20
annos pedreiro, de nome Ignacio, avahado em 050
rs. ; outro de 18 annos, de nome Joaquim ava-
llado em 500 000 rs ; outro de nome Luit, avaha-
do em 300.000 i. ; oulro do nome Joio canoeiro,
avahado em 250.000 rs.
Os credi res ou oulra qualquor pessoa a quem
convier arrematar lae hens, deverad comparecer nodia
horas indicados, e respeilo de quaesquer informar/oes
a lomar a ceica dos mesmos devenid dirigir-se a casa
da relerida V i uva Seve & Ki I los: e para que ebegueao
conheeimentodelodo, mandou se publicar o presente
por esta lolh.
J s Joaquim Pinlo Marlini fat iciente aos seus
freguezes < a quem mais convier que mudou o leu es-
tabileciirento demolbados que linba na ra larga do
Rosario n. 30. para a mesma ra n. 21 esquina da
travessa das Cruzes, que vnlta para o quartel de puli-
cia aonde continua a ter bons elfeitoa, proprios destes
eslabele imenlos, e por commodo piecos ; assim como
vende a armaiaoe canleiros da venda, que mudou,
um terno de medidas de pao para seceos e dou ei-
>es en vidriados para amostra, ludo o pelo que se po-
der ajuslar.
Roga-se ao Sr. Filippe Benicio Caralcanti de
Albuquerque de ir a ra Nova n. 32. concluir o ne-
gocio que desde goslo de 1843 sua merr nio igno-
ra ; e que faca lodo o posaivi-l de nio deixar enlraro
novo auno do 1816 ; pois, lendo e-lhe mandado dual
carias, a nenhuma lem querido dai rrsposla : e te nio
responder a este se lar outro como melbor convier.
Roga-se ao Sr. alferes Reg Brrelo ajudanle,
que fui d balalhio provisorio, que venba a ra Nova ,
n. 32. que se Ibe deseja fallar a negocio, que Ihe dix se.
peilo o mais biese que Ihe lor possivel.
Manoel do Amparo C| avisa as pessoas que
leeinl-ansarcoeaem sua casa, que Alexandrino Jos
de Sou/a deixou de ser seu caixeiro desde o dia 8 do
conente licando em seu lugar o outro caixeiro An-
tonio Clkudioo Alves Gome.
= Enrejsa do abaixo rsigndo vendem-se ehipeo
deaol, detedi de todas as qualidade do melho-
les go.tos e oima i superiores em qualidade; chapeo de
sol, de seda a 5/ n.; assim como um sortimeolo de
cbapeos de sol de panniobo : o metma casa conli-
nuo-se a colirir cbapeos de tol, com sedas furta-core*
e de todaslas qualidade e tambem de panninbo de
toda ,.a cores ; ludo por mais c< mmodo preco do que
outra qualquer parte : na ra do Passeio-Publico,
luja de cbapeo de sol. Joo Loubet.


A
Sociedade Nova-Natalicia.
O primeiro secretario convida aoi Sr. socios, para
sessao extraordinaria, boje, 18 do corrate, polis G ho-
ras da tarde, na ra dos Martyrios, o. 6, primeiro
andar.
Prrcie-se fallar com o Sr Antonio Joaquim de
Freitai ; no Alerro-da Boa Vista, n. 21.
A pessoa, que quer comprar um piado dirja-
le ao A terro-da-Roa-Vjsta n. 21 que se dir quem
vende.
A pessoa, que no domingo 14 do corrente, de-
pon dai 6 horas da manhs achou uin cordio de uu-
ro na barc dos banhos ein um dos banbeiroi das se-
nboras queiratera bondade de o mandar entregar
na praca da independencia n. 2 ; do contrario ae
publicar o seu nome por este Diario e se obrigar
judicialmente ; pois ba testemunbaa eue jurem, que,
logo que sahio do banbeiro a familia que perd o dito
cordSo, oio entrou outra pessoa sean o Sr.....e pro-
curando-se, logo que abio do banho o Ul Sr., nio foi
possivnl achar-se. Nio se fez este annuncin a mais
lempo, por se esperar que o Sr. fuste cavalleiro; mas
como o nao tenba feto por ino se Ihe lembra o seu
dever.
Alugio-se trez casas terreas no bairro da Boa-
Visia sendo duas na ra da Alegra o outra na tua
da Gloria todas com muito bons commodoi e po'
presos mdicos: a tratar no largo do Terco n. 12.
Antonio Monteiro Pereira embarca a sua escrava
Paula para o Rio-de Janeiro.
OfTerece-se um muco portuc,uoz para caixeiro de
ra cobranzas, ou para algum engenho ; o qual da
fiador sua conducta : quem de seu preslima precisar,
diri|a-soao Aierro-da-B a-vista o. 56.
Aluga-se o sobrado de um anoar com bons
cinmolos ni ra da Calcada j aotigamente Manoel
Coco), n. 12: a tratar na ra do Trapiche, n. 34,
segundo andar.
Aluga-se o segundo andar do sobrado atrs da
tnatrii da Boa-Vista n. 26 e as lujas d<> mesaio so-
brado com grandes cuumio los para familia : a tra-
tar na meama ra, n. 22.
Aluga-se, pela esta a casa terrea da rus do Jo-
go-da- Molo, ein Ohnda, pintada e caiada de novo; a
tratar no Recite ra de Apollo com Joto Estoves da
Silva.
= No da 19 do corrente, se ha de arrematara
casa terrea sita na travessa dos Exposloi, n. 22 ,
por execugio contra Joao Manoel Casimiro de Menores;
sidencia do Sr. doutor juizdocivel da primeira vara ,
escrivio Magalhies.
Aluga-se a casa terrea n. 26, na ra das Trin-
cheras : a tratar na ra di Cadeia do Recife n. 40.
Aluga seo primeiro andar do sobrado da ra do
A'iiorim n. 15, por preco commodo : a tratar no
segundo andar do mesmo sobrado.
Henrique Bernarde de Oliveira embarca para
Um -de- Janeiro a sua escrava Rita crioula
Aluga-se o primeiro andar da casa n., na ra
da Cadeia de S. Antonio, com bms commodoi, e mui-
to fresca : a tratar na ra do Crespo, n. 9.
= Pedro Joaquim de Oliveira retira-se desta pro-
para a do Bio Grande-do-Sul.
= Aluga-se urna boa casa terrea com solio co/i-
nba lora bom quintal e cacimba atrs da matriz de
S. Antonio : a tratar na ra Nova n. 25.
Acha se na cadeia ilesla cidade 2 crioulos do
bonitas figuras o altos : ha denuncia de serem cscr..-
vos, prin plmente n que dit chamar-so Jos Joo ;
este he barbado ; lara dous annos pouco mais ou me-
nos u- foi comluzdo para a comarca de S. Ao-
to, e, pastado algum lempo foi perseguido pela po
licia e capities de campo; evadio-se para as parles das
Alagoas, de onde vollou para este lugar, conduiindo
em sua compaubia oulro, que dit chamar-se Antonio ,
parece nao ser barbado, figura mais que regular ; este
diz ser de S. Anteo ; porm julga ae que veio com
u outro das Alagas; estes lorio capturados poro ins-
pector de quarterio do Arraial lia indicios do tul
Jos loan ter sido manijo e cozinhuiro de ernbarcacio,
e esersvo de um Francs.
Aluga-so o primeiro andar da casa n. 5j da ra
da Cruz : a tratar na mesma casa.
= Aluga se o segundo andar do sobrado da ra No-
va n. 39. com bastantescummoiios pas grande fa-
milia, e estribara para mais de um cavallo : a tratar
na loja do mesmo sobrado
Cmprela.
= Comprs-se urna junta do bois mancos, e j bem
acostumados socarro ; na ra larga do Rosario, junto
ao quartel de polica, n. 18.
= Comprio-se para fra da provincia escravos
de 13 a 20 annos ; sendo de bonitas figuras pagio-
se bem : na ra da Cadeia de S. Antonio em um so-
brsdo.deum andar de varanda de pao, n 20
Comprase urna casa terrea em qualquer dos bair
ro desta cidade, nao sendo de grande preco; auim
como dous muleques que tenhio bonita figura, o a sua
idade nio exceda de 14 annos: na ra das Cruzes,
n. 30.
Vendas.
= Vende-se um porta-licor ein sua competente ca-
xa de faia envernisada, muiio boa obra, por preco mu'
to commodo : na ra de Borlas n 62.
Na ra do Crespo, n 8, loja de
Campos & AJaya, vendem-se as verda-
deiras na valas de ac da China.
No caes do Collegio, n. 9
existe un noto armasen) com farinba de S. Matoeui e
mi Ibo, tudo, tanto a retal bu como em porches, e niede-
se a vontade dos compradores, medida velba rasa, ou
caeulada como de matulo, e por menos do quejem outra
qualquer parte : os pretendentes dirijio-te ao mesmo
arma/em, ou a ra da Crui, n. 54, a fallar com Manoel
Antonia Pinto da Silva.
Vende-se una violioquasi novo o muito bom ;
urna cabelleira para homem, muito bem feita : na roa
do Oueimedo n. 36.
= Veode-se potasa* americana, ltimamente ebe-
gada em barril grandes e pequeos ; meisi barricas
de farinba gallega ; lencos pretoi de soda da India,
selim de Maco; ludo por preco commodo: em casa do
Matheus Au-tin & Companhia na roa da Alfaodega-
Velba n. 36.
Em primeira mTo.
= Vende se cers em velas da melhor fabrica do Ro;
colla da Babia as anobas ; vinagra de viobo tinto
superior a 500 rs. a cenada velba : na rus da Sen-
zalla-Velba n. 110.
- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve*
llia: na fabrica da ra Imperial,*
n. 7; ra ireita, n. 53, venda
de .V*. Miranda; no Alerro-da
Boa-Vista, fabrica de licores de
l'rederico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazem de molhados
do icolle.
sflltncdo !
= Vendem-se os mais modernos cortes de cambraiai
de quadrose hstras a b'i rs. ; corles Isa linissimas chi-
tase polka ea mashurka, a 4000 4200 e 4100 rs ;
nscado.s fraocezes de bom gosto para vestidos a 320
rs, o covado ; lias de quadros e listras imitando a ca-
simira a 1120 rs. ; lona da Russia n. 1, a 880 rs. ;
dita n. 2, a 480 rs ; lencos de seda de cores a 1000
rs ditos de camhraa bordados de 3 ponas pelo ba-
rato prego de 240 rs. cada um ; e outras muilas fa-
zendas por mais barato prego do que em outra qual-
quer parte na ra do Crespo n. 16 segunda lo-
ja para quem vem da ra das Cruzrs. ,
Vende-se, por preco raioavel, urna casa terrea ,
bem construida e com bastantes commodoi sita na
ruada Alegra ; na ruada S Cruz o. 38.
RIJA DO COLLEGIO,
Loja n. I.
Vendern se superiores grvalas de setim preto a 500
rs ; casimiras, das mais modernis, a 1,200 e 1,400 rs.
o covado; panno fino, preto e azul, a2,500 rs.; meias
desenhora a 280 rs. o par; chitas de todas as qualida-
des, de 120 a 500 rs.; madepoldct, de 140 a 280 rs.;
cortes de chitas de todas as qualidades, e do melhor
gusto, superiores riscados Irancezes, polka, a 360 rs.
o covado ; e outras multas fa/endas, j annuociadas
neste Diario : na mesma luja cima.
= Vendem-se 3 moleques de 12 a 16 annos,
muito lindos de figuras ; 3 pardas, de 20 enpoi Cun
habilidades; um cabra de 18 annos, que sabe bem
andar a cavallo ptimo pagem ; 3 pretus trabalba-
doros de enchada e mocos ; 4 pretal a Coila de
20 anuos, de bonitas figuras ; um lardamento com-
pleto de gualda nacional : na ruadas (''lores, n 21.
Vendem-se caixas com velas de cera
do Mio-de-Janeiro, sendo o melhor sor-
iimputo possivel, c por preco mais commo-
do do (pie em ouha qualquer parte : na
ra da Madre-de-l)eos, n. 5, primeiio
andar.
A 4^800.
Saccas de farelo de tres
urna, chegadas ltimamente
arrobas cada
no armazem
de Braguez, ao p ao ateo da Concei-
cao, e no de Guimaraes, no caes d'AI-
fandega.
= Vendem-se moendas de ferro para engrnhosde
aasucar, para vapor egob e bestai de diversos tama-
ubos por preco commoilo ; e igualmente taixas de
fero coado e batido de todos os lmannos : na pra-
ga do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmonl &
Companbia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
= Vende-se fennba superioi ebegada recente-
mente de S. Catlianna veude-se pela medida velba aos
alqueires meioi e quartas poi preco rnuitissin o ba-
rato, e conforme as pori,5>'S se far propuicional aba-
te : a bordo do hrigje Sagitario ancorado prximo
a ilbarga do caes do Patelo-Publico. Absler-se-ba 100
rs. por alqueire sos cornpiadores, quu chamaren) e
forem conuzidos pela canoa do referido briguo.
= Vende-se potaste muito nova, e de auperior
qualidade, em harns pequeos: na ra da Cadeia do
Recilo arrriarem de assucar, n. 12.
= Vende-se colla da Babia, do superior qualidade ;
na ra da Cruz n 55.
= Vendem-se supi riores chapeos para lenhore, do
ultimo gosto e muito bem enleitadoi; ricos corle de
cambalas, flores de todos as qualidades tanto de ve-
ludo como de seda ; plumas brancas para enfeiles de
chapeos ; e um rico sorlimenio de fitas de todas as qua-
idades : na ra larga do Horario u. 24.
= Vende-te urna batanea decimal capaz de pesar
2000 libras ; na ra da Cruz. n. 55.
\ endem-ie uas pretas tadias sem vicios, e
vistosas, urna de idade de 20 e tantos annos, sabe
bordar faz bem lavarinto cose bem costura cbia ,
cozmba o diario de urna caa e trm principio! de
engommado e a outra de 8 a 9 annos, com prin-
cipios de costura cbia ; na ra da Senzalla-Velba n.
142, segundo andar.
bs Vende-se ama escrava parda de 25 annos, de
bonita figura, engomma cose cozinba e lava ; urna
crioula da mesma idade de bonita figura engornma-
deira co/mbeira cose chao e lava de labio; urna ei-
crava de naci de 24 annoi, ptima quitandeira ;
urna dita de 30 annot cosinha, lava e vende na ra ;
um escravode naci de 40 anuos ptimo padeiro :
na ra das Cruiei, n. 22 tegundi andar.
= Vendem-se 200 a 300 barricas vaiiai, que forio
de farinba de trigo muito boas para batucar ; na ruu
larga do Roz'ario junto ao quartel de polica, pada
ria. n. 18.
= Vendem-se 3 pretos pegas de 18 e 20 annos,
pouco mais ou menos sendo um bom oflicial de sa
I ateiro e oulro pedreiro propriot de todo o mais
sernco e al para pageos ; um pardo carreiro de 20
anos ; outro dito da mesma idade e de boa figure
proprio lamben, para pagem e todo o servico ; urna ne-jcura a frialdad dentro m 40 das mesmo estando
grioba de 14 annos, pouco mais ou menoi, de mui-| i ochado ; macolla nova a 240 rs. a libra: o preco de
to linda figura rendeire ; ama parda bem prenda-
de ; um preto de todo o servico ; todos sem vicios nem
achaques ; na ra da Cadeia de Antonio n. 25.
= Vende-se urna boa escrava do gento de Ange-
la de idade 15 a 16 annos, propria para todo o ser-
vico tantonde risa como de ra; em Fra-de-Por-
tas, na ruado Brum ultima caa, do lado do at-
een te,
Atitnco ao bom e barato !
= Vendem-se superiores bengala! de canna com
casida* douradot, praleados e de prata a 2560, 3f
it e 5f rs. cada urna; sapatos para tenbora e rneninai,
de, marroquim e de couro de lustro ; chapeo! para se-
nbora a 5000 n. ; um completo surlimento para
miudezas ; perlumanas e outrot muilos objectoi por
preco mais commodo do que em outra qualquer parte :
Krua do Queimado loja de miudezas junto a ra
Rangel n. 67.
- Vendeft, seaccaicom farinba de Mago a 4800
rs. ; dita de S. Matheus, a 4200 rs., e alqueire me-
dido a 3S00 n.; milbo em uceas, a 3600 e i rs.;
arroz branco a 2,. rs. a arroba ; saceos de estopa ,
novos, para farinha ou milbo a 500 N. : na ruada
Cadeia de S. Antonio, n. 19, deposito de farinha.
= Vendem-se chapeos finos de castor a retalho ;
na ra do Trapiche-Novo, n. 5, casa de Joao Stewart.
bs Vende-se urna preta, de idade de 33 annoi de
nicio Denguella coiinba o diario de urna casa lava,
engomma liso e he quitandeira : na ra do Amorim,
obrado, n. 44.
Vende-se una venda no pateo do Hospital, o.
14 muito afreguezada para a Ierra (em commodus
para morar urna familia pequea : a tratar na mes-
ma venda.
= Vendem se meioi bilheles da lotera do theatro gj
na ra do Livramenlo loja de calcado, n. 33.
s= Vendem-ie 20 e lanos vaioi para ereveiros;
urna figura de Flora e um Nepluno ; ludo de louca,
e obra asseiada f de Portugal: na ra do Torres ,
o. 18.
=Vendem-ie duas bandas de seda e urna barretina
com plumas psra oflicial tudocm mudo bom uto ; na
rea do (Jucimadu loja, o. 13.
i= Vende-se urna venda bem afreguezada na ra
do Rangel n. 9, de Marcellino da Silva Ribeiro, com
poucoi fundos: dt-ae bom prazo. pelo dono nao poder
continuar em razio de sua molestia ou se vendem o
gneros em lotes, a quem oais der ; sexls-leira, 19 do
correte, as 10 horas de manbia.
bs Continua ie a veoder agua de tingir os cabellos ,
easintfsss ; na ra do (Queimado, ni. 3t e 33. t) me-
thodo de applicar a dita agoa, acompaza wvidros.
= V ende-se urna casa no beccu da <*fns-do-Car-
mo ; na ru Direila n. 81.
=Vcndeiii-se 18 cadeiris com ssenlo de palhinba ,
oro bom estado ; 4 banquinhas de amaiello ; 6 cade-
ras noval, de jaoaraoda obra de muito bom goito :
no largo do Collegio loja n. 6,
= Vendem-se apparelhos de metal para cha de dif-
fereptes gostos: na ra Nova de cont da Concei-
gio dos militares na officina de Manoel Antonio Al-
vares de Unto, n. 38.
es Vende-se urna muli linha de 15 annos; na
ra Imperial n. 73.
Rap de Lisboa.
= Vende-se, na praca da Independencia n. 4,
chegado prximamente a 4 n. o bote.
liilhetes da Lotera do Rio
de Janeiro.
= Vendem-se bilbotes, meio, quarloi oitavoa ,
a rario de 24 rs. o bilbete, a faior da S. Caa da
Misericordia que lem de correr no corrente niez :
na ra da Cadeia, loja de caer bio, o. 38.
= Vende-se cera de carnauba em purcio ou a re-
a II)" por prego commodo : na rus da Cadeia d> Re-
cife n. 43.
Vende-e, urna escrava,anda mo-
ca, cotn algiimas habilidades: na i na No-
va, n. 7, primeiro andar.
Vendem se, por diminuto preco,
chiquitos de meninos e de meninas, por
100 e 340 ris o par, assim como borze-
gnins de homens a 3s'5oo res o par: 11
ra da Cadeia do hecil'e, n. 35.
Vende-se, semeitto, urna corrente
para senltora, um trancelim com passa-
dor, duas garganttlhas, um par de pul-
ceiras, uns coraes para meninas, dous
anneis cum diamantes: na ra das Trin-
cheiras, n. i8.
= Na botica da ra do Rangel vendem-se 01 re-
medios seguintei dos quaes a experiencia tem confir-
mado 01 melbores efleilus : dentifico que tem a pco-
priedade de limparoa denles cariado> a restitur-lbet
e cor esmaltada em muito poucosdiei ; o uso do dito
remedio fortifica as gengivas e tira o mo ebriro da
bocea, proveniente nao t da carie cmodo trtaro,
que 10 une ao peicoco deites orgios ; o remedio be
designado pelos nmeros 1 e 2 : orchata purgativa ,
mu til ai enancas e as pesioas de tod e qualquer ida-
de ; he composta de substancias vegetara nao conten
mercurio, nem droga alguma que poisa prejudicar ;
remedio para curar calos em poucos das ; dito para
curar dores venreas antigs eque teem resistido ao
Iratamenlo geralmente applicado ; dito para provocar
a 11 enstruaco e accelerar a accao do tero nos partos
iiaturai'i em que nio le precita das manobras scien-
lilica. da arte ; dito para resolver tumores lymptuticos ,
vulgo glndulas ; dito para curar bobas e cravos sec-
eos o mais eflicsz que te conbece at aqu ; dito oxi-
mel de ferro muito til as chlorozes, vulgarmente
chamadas frialdades ; pos anti-biltosos de Meooel Lo-
pes ; capsolai de gelatina conteudo balsamo de cu-
pabiba ; ditas de oleo de recinoi purificado; ditai de
cubeba em p Gno ; ditas de sstlelida ; diUs com pos
purgantes; ditas de ruibarbo la Chita ; ditas de sul-
phato dequmino de 1 e2 graos cada capsola ; alga-
leas velinliai elsticas ; pilulst de sal de cabacinbo ;
agoa das Caldas, ebegada prximamente ; remedio que
todos estes remedios he mu razoavel e os bons re-
sultado! da sua applicacio hequedevem fazor a aua
apologa. _
:Vende-se a armaclo da loja da ra Nova n. 18;
tambem se aluga a mesma loja onde ella- est, por ter
commodoi pata morar urna pequea familia, ou per-
muta-se por qualquer predio sitio ou terreno, vol-
tando-se o que for justo ; vende-ie a pravo com
firmas a contento : a tratar oa'mesma ra, n 32.
__ Nicolle, ra do Trapiehe-Novo o. 38 rece-
beo pelo ultimo navio francez salame, presunto, fei-
jio de Soilion Ion ti Iba beterraba a/eda queijo
grajease dito parmeson, frutas conservadas dentro do
licor e vinegre morengoi, amoras, serojas limio ,
grojolas e outras muitas conserval de diOerentes
qualidades, pelo prerjo mais commodo possivel.
Vendem-ie sapatos de setim a 500 rs. cada um,
moito boas para os prezepe: na praca da Indepen-
dencia, n. 28.
Vendem-se doui moleques de 12 annoi, e urna
preta de 15 que engomma, e case : na rus Bella ,
n. 28.
Vende-se pelo modieo preco de 14.000 rs. um
porta licor : na ra do Crespo, loja, o. 12.
Vendem-se chungas, proprios pa-
ra presepes ; pndenos: na ra da Ca-
deia loj f, do Bourgard.
Vende-sBftlfiMteosturera ; na ra larga do
llozario venda, a.'ai.
m Vende-ie, sem feitio urna gargantilha; 3 cor-
dOes ; 3 pares de brincos ; um alfioelecom brilbantei;
dous anneles com diamantea ; todas estas Obras to de
ouroe de lindo gosto ; 3 libias de prata velba : oerua
Hulla n 37, primeiro andar.
=Vende-se rap de Lisboa a 60 rs. a oitsva e em
meiai libras, a 2000 rs. ; 00 deposito de rap do Bao-
deira na ra esir.iia do Kozario, n 6.
= Vende se um sitio no principio da estrada que
va i para Bebiribe com boa casa, e cacimba do podra
e eal bailante teireno com duas banal, muitoi
arvoredoi de fruto e cerca nativa por preco com-
modo : na travessa do Veras oa Roa-Vista n. 24.
= Vende-se sola da malta, cal branca, e couros
miudos. por menos preco do que em outra qualquer
parto : na ra da Praia n. 7.
= Vendem-se 5 parea de brincos ; dous alfineles pa-
ra senbora; 3 caixas de prata douradas para rap, obras
novas, e muito baratas, cbegada ltimamente do
Rio-de Janeiro : na ra da Praia, n 7.
= Vendem-ie 3 vaccas que servem psra acougue ,
por nio terem crias ; no pateo da Magdalena sobrado
grande.
Depotito de farinha.
No armarem de porta larga do caes do Collegio, con-
linua-tea veoder ferinha ensaeoada e medida pela
medida velba tanto a retal to como em grandes por-
edes para cujo fim tambem tem farinha no brigue
l'icansavel-Muciel, fundeado em trente do mesmo
caes : no mesmo armarem tambem se veode arroz bran-
co e milbo .monos prego do que em oulra qualquer
parle ; e eomprio-se escravos pagando-so|bem se fretn
mocos.
Sexta-feira, 19 do corrente estar a vender-se
no largo da cadeia de S. Antonio das 9 horas da ma-
nbia ai dual da larde, um louro veidadeiro novo,
grande e muilo bonito.
Vende-ie urna marqueza ; urna commoda ; urna
cama de vento ; dual mesiobas ; um toucador; tudo
em bom uso e por menoi de seu valor: na ra do
Rozario loja de marcioeiro n 32.
Vendemse, por preco muito com-
modo vinlios excellentcs em Larris ,
para uso particular, ago'ardente de Fran-
ca a mais su enor cerveja branca e
prela (de Barclay &C ), a melhor que
lia em porco ou a retalho ; em casa
Ue Christophersck: Donaldson.
Na ra do Trapiche, n. ^0, ha pa-
ra vender relogios de o uro novos pa-
tente inglez e urnas corre nlinhas de 011-
10 fino da ultima moda ; um. chronome-
tro para navio ; do-se por dinheiro um
por um e a precos biiatissimos.
\ Vende-se urna machina completa
de moer com animues 30 e tantos ani-
maes de roda, bons moedores : no enge-
nho Novo da Aloiibeca, onde nao sito
mais precisos, por se adiar o mesmo en-
genho moendo omito bem com agoa.
Lscravos Fgidos
= Fugio no da ludo crrente dositio do Ar-
raial da viuva de Joio Carlos Perrira de Burgos Pon-
ce de Len oescravo Domingos de nagio com 01
signaes seguales : baixo, cbeio do corpo representa
ter 40 annos de idade cabeca um tanto grande, ros-
to redondo olbos vermelbos e aholoados para fra ,
beicotgiosioi, sendo o inferior foveiro e tambem
urna das maoi ; tem as costas talbadas com a ,marca de
sua navio ; padece de Inaldade ; falla atiapalbado ,
que pouco se percebe ; bebe ago'ardente ; I vou urna
trouxa com roupa sua que conttava de camisas e ce-
roulas ordinarias ; gosla muito de trazer urnas calcas
de ganga aiul e urna jaquele de panno fino que les
de urna sobre-casaca ; foi escravo em \ Maria 00
Buique : quem o pegar, leve ao dito litio do Arraial,
a sua senbora ou 00 Recife na esquina do Livra-
menlo n. 1. a casa de seu liIbo Antonio Carlos Pe-
reira de Burgos l'oncu de Leoo, que recompensar ge-
nerosamente.
Fugio, no da 15 do corrente, ama prela da
Coala de idade de 16 a 18 annoi, com lalbos no
rosto nariz cbato; levou vestido de chita preta des-
botada com palmas argolas de ouro torcidas as
orelhas lem panno nem laboleiro : quem a pegar ,
leve a ra larga do Roiano n. 39 ou na ra da
Sen/alia-Velba n. lid.
PfcltN. ; NA TYP DE M. F. DE FAMA----1 tit\$


Full Text
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