Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05934


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Full Text
ifnno de 1845.
Sabbado 0
0 DIARIO publlca-se todos os di ai que
nao forem de ruirdi: o preco di aastgua-
turahede i#n. por quartel pigot adianla-
doi. Oi auiiuJcloi dos aisignintes sao inse-
ridoso i\r/.;io de 20 res lor liuln, 40 rs. em
tvpo dirlerente, e as repeticrtes pela metade.
()i que nao foram assignantes p i-riio 80 rs.
|,i i l nlia, e 160 cin typo dille rente.
P1USES DA LA NO -MEZ DE DEZEMBRO.
Crescente 6 aos 33 minuto* da manila.
I.ua cheia a 13 as 4 Itor. e 21 ma. da tard.
Mengoante a 21 as 9 hor. c 8 m. da tarde.
La nova a 28 as 8 h e 33 titira, da urde.
PARTIDAS DOS CORRKIOS.
Coianna, Parahvba, e Rio Grande do f\ortc
Segundas c Sextas fe iras.
Cabo, Serinhaein, Rio Formoso, Pdrto Cal-
vo, e Macey, no 1.' 11 e21 de cada iner.
Oaranliuns e lo ni (o a 1 0 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 c28.
Victoria as Quintas feiras.
Ollnda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Prlmelra as 10 h. e 54 mln da manha.
Segunda as II h. e 18 minutos da tarde
ffe Dezembro.
Anno XX V. MM.
das da semana.
1 Segunda S. Eloi, aud. do J. dos orph,
edo J.doC. da 2. v., e do J. W. da 2. v.
2 Terca S. Bibiana, Ss. Adria e Pouciana,
Ss ChrOmacio c Nono.
3 Quarta S. Salomas, aud. do J do civ. da
2.* v., e do J. de pat do 2. dist. de t.
4 Quinta S. Barbara, aud. do J. de orpli. e
do J. M. da 1. v.
5 Sexta S. Geraldo, aud. do J. do civ. da
1. v., e do J. da pit do I. dist. di; tard.
(i Sabbado S. Nicolao, aud. do J. do civ.
da 1.a v-, c do J. de paz do 1. dist. de t.
7 Domingo S. Ambrozio.
CAMBIOS NO DA 5 DE DEZEMBRO.
Camb. sobre Londres 87'/.d; p. IjaGO d.
Parla 355 res por franco.
T.isbo-i 115 p. o. pr. p in.
Desc. de let. de boas firmal 1 '/, p. / "*ei
Oaro-Oncis liespinholas 31*0)0 a 31*500
> Moedxle 6/ili) vel. lf>2f):l a 16f 100
de C#400 nov. HJUJOO a lfirOO
de 4fOO0 9*000 a 9*2011
Prata-Pataches .... 1^840 a 1/860
> Pesos Golumnares. 1*8^0 a 1*900
Ditos Mexicanos 1/840 a l.* >
Prata iniud.i. 1/080 a 1/700
Acces da C* do Uebeiibe de 50/000ao par.
*
DIARIO DE PERNAMBUGO.
PARTE OFFCI^.
Gdverno da provnci.
EXPEDIENTE DO DA 1. DU CBRENTE.
Ofllei"A" deiemborgodnr procurador da ar6a, fi-
lend c mberania nacional, ordenando, que nnm otten-
c" sos documento, ijue I lio Irommiltc, comprobatorio!
da pone do J.ii da Cmilia Teixeira numn porcao d
terreno, il.i nn na d Brum, requerido pela cmara
municipal dpslo enlode, turne a informar corea delta
pretenclii da municipalidad!).
DitoAo meinici, rxigindii o spii parecer mura urna
qneita feit pclm nrgitoiantei Rnaarll Mellon & Cnin-
panliia contra o inippntor da alfiuidega delta provincia.
DitoAo prpidiMitp da retacan, tranamiltilido a rci-
pnita do b.ichnrol Fernandn Aff mo de Mello, jnii mu-
nicipal n d'nrplilns do Rio-Forro"in. qneixa contra el-
le enderegada por J>m Luix d.i Silva (uiiii.irAea, para
qiio, euinhinada ella oiim ni dnrminentoi, quo a ipme-
Ihanm ieapfit.1 j&exiitcni em sen poder, informe cer-
ca dcitn olijeptn.
Dito-Ao onminandanlo mperinr interino da guarda
nn< i,nial dos municipio dnOlinda e Iguaroc, inlelli-
genriandn-n de haver aido approvndo a propmla de J.ia-
qiiiiu Juvencio da Silva para qaartel-meitru da legiio d
jirinieirn dm inprameuninnadui iiiiiincipioi.
DitoA' rimara municipal do Linineirn, aecuaando
rcppbidm o lialancn da respectivo reecita e deipea no
uni Kiidn, e nrcanienio para n anno futuro.
DitoAn coiiiinandinto da estucan noval dn centro,
para qile mande rrorber no Paraliiba na marinheiriii dn
I,ri|iie-Picniia C'iliops. Juiio Vieira dvi Santo e Joan
Jun, que, segundo coiniiiunico o preaidenlo daqnulla
provincia, all so oc.liSn rcenlliidos.-Parliopou-ie a,i
Eim. preaidenlo da Haraliiba.
I'nrlariaAo coiniuilldxnto do patacho Pirapama,
ordciiandu, ponlin dispnricio do oliefn de polica dea-
ta proviunii os 17 sentenciado, que, ui.in deitiun paro a
illii de Fernando, Irouxo do Ceara. Commiiiiieoii-fe
ao presidente dn Ceur, e ao chefe de polica dota pro-
vincia.
Coi limando das Armas.
QCARTJU. UtKIKAl NA CIDAOB Dn RECIPE, 5 DE DE-
ZEMBRO DE I4o.
O dem do da n 70.
O brigadeiro commandante dai armas fax publico,
que o capitn do 1 batalh&o de curadores do exercito,
Francisco de Paula de Albuquerque Gryllo, fot litiga-
do pelo coocelhodd inveitigacao, om conlormidoe do
artigo 4. da lei de 26 de malo de 1835duieilor qua-
lilicado, por i xcesso de licenca: coiite^uinleinente o
Sr. coronel commandante do ineimo batalbio exclu
o reo do estado elleclivo, averbando-lhe nos asienta
mentos reipecttv s nemelliante notd.
Amonio Corma Sera.
INTERIOR.
RIO-GRANDE-DO-NORTK.
Coiretpondincta do Exm Sr. presidente da provincia
com o junet de dirtito eekefe de polica da tnewa.
N. 141. Ao iiiesmo, aecusando a nc pio do teu
olllclo, em que participa ter Tallecido o Africano, qu fol
entregue ao majar Joaqun) Ferreiru Nobre Pellsea
N. 143. CoMtandu me, que no Uru, termo de
Villa-Flor, e no Jardn), termo de Gmamiinlia, seacho
duas formideveis quadrtlba de ladidea e malleilores de
(oda a qualidade, teoho resnlvido expedir ainanhia, s
duas hora* da tarae, o lenle Jote'Antonio de Soma
Caldas com 13 pracas, competentemente tnuniciadas, a
Din do bater as ditas quadrilbat. e prender quarsquer
outroi criminosos e caluceirus, que por abi estejio em
bostllldade aos cidados pacficos e laboriosos : e cerno
o mencionado tenente deve obrar sobre a dlreccio de
Vine, o das leipectivas autoridades policlaes dos pon-
tos, para onde elle 3 deve dirigir, astim o coramunio
taat
A ttAINHA jMARGOT. (*;
por aiMunH Dumae.
SEGUNDO VOLUME.
CAPITULO I.
OS AllAISIVADOS,
A ocia era que liabitava o almirante ora rorou o dine-
mni, situada na ra Belliiiy. Era un grande edificio,
que se ergua no fundo dn um poten, nnm alai oo lado,
que vinliio dar ru. lu grande pnrlao e duaa gradea
Vequenaa da vio entrada paro ee palco.
Quandu oinoMoa lie giiisiitaM dietario ao principio
a riw Btliiiy, que be auoniiimacao dade Fntii-Soini-
'riuain-l'Amevaaia, viraoaoaaa cercado deSlKos, de
"Idadoi e da burgurie* armad.i ; HarMo todo na mao
li'eila ou capadas, un lauca, un arpaboiei, ealgun na
|| nenia avekiile* que derrama vio sobre eaaa icena nina
laridade funebra e vacillanlo, que, leguindu u movi-
; Vid* /Marta n. 273.
A Vmc, a flm deque Ihe transmita as convenlentei or-
dens, lazendo-o igualmente saber aos seas delegados,
recommandindo-lhe todo o telo, solieltude e actlvida-
de, a flm de que se consiglo os deiejidot resultad is
que sSo a prisa > destes malficos individuos, para se-
ren processados ouremettldos para o servico di arma-
da Finalmente, recommendo a Vmc, que torne a ex-
hortar aos leus subordinados, e ao tenente encarregado
da diligencia, toda a muderacio no desempenho dis
suas ordens e dos intentos do governo. Daos guarde a
Vm. Palacio do governo do Rin-Grande-do-N >rle. 10
dii setembro de I8'i5. Dr. Casimiro Jos de Moracs
Sarment. Sr. chele de polica delta provincia.
N. 144. Accusn a reeepcio do seu offlcio, n. 80,
honlem datado, a que acompanhrio tres do delegado
suppleote da villa de Goianninha, Josdn Costa Villar
Jnior, remetiendo presos Eugenio Jos do Espirito San-
to, membro da quadiilha do Jardlm, e o cabo e seia sol-
dados da eompinbia de caladores de primeira linha
desta provincia, que, ichiodn-se all destacados, deso-
bedecerlo ao metmo delegado, a q lom cobririo de bal
dSes e Dieran ameaess, deisario fugir um recruta e um
criminoso, cuja guarda Ihes bavia sido confiada, e com-
metlfirio outros inultos desatinos e demasas constan-
tes dos referidos ofiicios do delegado e do seu ; e en
resposta teoho a significar Ihe, que o mencionado Eu-
genio ter o conveniente destino,o que o cabo e os salda-
dos vio serrlgorsamente punidos, como merecern, para
casligodelles.e exempio de todos os oulros destacamen-
tos. Ddos guarde a Vmc.t'alacio dogoverno do R.-Gran-
de-do-Norte, M de setembro de 1815. Dr Casimiro
Jos de Maraes Saimenlo. Sr. chefe de polica desta
provincia.
N. 143. Para o seu conhecimento, e para a mai*
fiel observancia, como alias, durante o lempo da minba
adininitracio, tem (ido o artigo 38 do logulamento n.
120 de 31 de Janeiro de 1842, incluso remello a Vmc.
a copia do imperial aviso, dala,lo a 20 do mex prximo
passado. Doos guarde a Vmc. Palacio do govurno do
Rio Grande-do-orto, 12 de selembro de H45. Dr.
C. J. di M. Sarment.Sr. juiz de direilo da comar-
ca do Natal, e chele de polica da provincia.
N. B. De igual teor se le aos dentis juizes de
direito.
N. 148. Inclusa remello a Vine, acopia da ordem
do tribunal do thesouro publico nacional sob n 41,
marcando o pr.izo. em que tem de lindar a substituico
das olas de 2*000 rs. da 1.' estampa: e porque con-
ven), que a dita ordem tenba toda a publicidade, de-
termino Vmc. .que,, transmittindo a todos os seus de-
legados, Ibes ordene, que faci contir a disp si,;o, i 'el-
la por ediiaus nos seus districto* ; a fim de que os pos
suidures das'referidas notas tenlilo della conliecimento,
devendo cada um dos mencionados delegados do assim o
hover executido participar a Vine. para quo mu de
conta dn que opa le Ib* dsjUrnuna, e le Ihe lom por
muito lecniniiiendado. QtM guarde a Vine. Palacio
dogoverno do Hio-Giande-do-Norlo, 12 de selembro
de 1843. Dr C J. aW M. Sarniento. Sr. chefe de
polica deili provincia.
N. 147. Determinando S. M. O Imperador, que
se deixem ir empaz paraoode Ihes convier, os individuos
paisanos, que, por loinirum parte na rebelln,> do Rio-
Grande-Jo-Sul, lof lo mandados residir em oulras pro-
vincia*, por ordem espedida peld reparlican da guerra,
como me fui communieado. por aviso de 8 de agosto pro
limo passado, assim psrljtip11 Vine, para o sen co
nhecimenlo, e para qua tilo ponha impedimento a quo
se retiren) para onde Ihes approuver, a quaesquer dos
individuos cima referidos, que por ventura se acha-
re m nesta provincia. Dos guarde a Vmc. Palacio do
governo do Rio Grande-o-Norte, 13 desetembro de
1845. Dr. C J. de l. Sarment.Sr. cbtle de po-
lica desta provincia.
N. 148 Remella me Vmc, com urgencia, urna
copia aulbentica da inquirilo do sumario, e dos nter
rogatorios feitos ao reo Valentim Ferreira Barboza a
met dado, te eilendio pelaa cale-ida, mida pelas pan-
de! un brilliova mbre cale pinliol vivo, emque cada ar-
ma loncova o leu reflato, Em derredor da casa o nai
ruai Tircbappe, Elienne o Bertn-Poiro, leexeculava a
obro terrivel, Grandes gritni io fasio ouv.r, irintillava
a moiqueloria, c de quaniln em qu.indo, alyuoi deagro.
cario lucio n, pnllido, eiisanguentado, paiova, ame
aallova como o gamo perseguido, cni um circulo de lu
fnebre, unde pareca agitar-ie um mundo de deinu-
oioi.
Em um ilutante, Cocannaa, Maiircvcl e Lo Ilurire,
anignalodoi ao lunge pelaa suas eruiei brancas, e aoo-
lliiilni por grito de parabnii, achara,,-o no maii es-
peiiu deato innliiilao esbafurda e acodada como una
inaiillia. Por cerlo nlo leriao podido paliar ; nina nl-
gum conlicerio M.iurevcl, c dcro-llic lugar. Cucan-
uaa e La Hnrire paario otras delle; lodui Ire poia
nonieguirlo entrar para o pateo.
No centro dene paleo, cuja tret portal calavo ar-
roiubada, mu liuinem cni turno de quem m usaoiiiiioi
deixavau um cpaco reapeitoin, eitavo de p, encoalodo
a oun eipoda nua, e nnm ui nlliui pregado em una va-
randa, que ficava no nieio daajioallai da fachada, c ni
altura de una quinte pi. Eate humein bata cmn o p
do impaciento, edo quando em quondo vollava-ae para
interrogar os que le llieacbavao maii proximoi.
Anda nada, murniiimu elle. Ningueni....... Ter
ello ti lo prevenido, lora fgido? Qae pciuail vl Du
Uait ?
He imposivel, munienlinr*.
Porque nao? Nlo me disiestes quepoueo antes da
fim deser enviado a secretaria da Justina,como foi deter-
minado poraviso imperial di 8 do moz pissado. Dos
guarde a Vmc. Palaciodo govorn do Rio-Grande-
dn-Nirte, 13 do setembro de 1843 Dr. C.J. de H.
Sarment.Sr. chefe de polica desta provincia.
N. 149. Ten lo dmortidi) de Pernamhuco, como
me foi commun tado, os dous recrutis do marinha Jlo Rernardino da
Rocha, natural da villa de Ares, o Antonio Lourenco
dos Santos, filho da Parahiba, o ambos Indios, cuw-
p re, que \ m expeca as convonientes ordens, a fim de
sorem capturados. Dos a Vmc. Palacio do governo do
Rio-Grande-do-Nortn, 13 de setembro de 1845.
Dr. C. J. de M. Sarment.Sr. cliofo do polica dosta
provincia.
N. 150.Tendo nesla data levad i ao conhecimento
da assembli legislativa provincial o conteudo no seu
offio n. 81, honlem datado, t cerca dd repugnancia,
i|ue tem a cmara mnnioip i!, de continuar a Inrnecer a
quantia necessaria para os luzes di odeia desla cidade,
uslo tar-se acabado a quota votada, (atenJu-lbc oo mes-
mo lempo sentir os inconvenientes, que de forrji bao da
resultar.se a cadeia se conservar as escuras, della aguardo
as providencias, qua o caso exige. E assim fica respon-
dido o seu citado oflkio Dos guarde a Vine. Palacio
do governo do Itio-Grando-do Norte, 16 desetembro
le 1845 Dr. C. J. de !U. Sarment. Sr. chele de
polica desta provincia.
N. 131. Em resposta ao seu oflkio n. 85, boje da
lado, cumpre-me di'er-lho, qu' fico sciento do liaver
Vmc. nomeado o cidadao Joaquim Fereira Nubro Pe-
linca para Ihesoueiro dos dinheiros provenientes da
arrernataclo dos servicos dos Africanoi appreliendidos
no Pirangi. Dos gualdo a Vmc. Palacio do governo
do Rio-Grande do-Norte, 16 de selembro de 1845.
r.C. J. de M. Sarniento. Sr. chele de polica desta
provincia
N. 152. Ao mesmo, intelligenciando-o de haver
concedido dimisslo do cargo de 1. supplenle do dele-
gado de polica dos termos dosta cidade o annexos ao to-
nenle-coronel Vicente Fe.rreira Nobro ; e ordenando,
ja-i) proponha o cidadao, que deve substituir ao do-
m tildo.
N. 183. Fico entregue dos dous rocrulas, que V.
tnc. pelo seu officio, bo|o dalailo, n. 87, possou a ininha
disposieo, ns quaes tera o convoniente destino em oc
ca9ilo opporluna. Doos guarde a Vine Palacio do go
verno do Rio Grandi-do-Norte, 18 de selembro de
1845 Dr. C.J. de M. Sarment. Sr. chefe de po-
lica dusla provincia.
N. 154. Aecusando a reeepcio do officio, que V,
mo. me dirigi sob n. 90, honlem datado, no uual me
remetleo inclusa a lisia nominal das pessoas, por quem
fmo distribuidos os Africanos apprebeudidos em Pi-
riing, com ss deelaraedes constantes da innsiua lisia, le-
nbo a significar-Ihe em resposta, que nesla dala a passei
minaos iio liiin. Sr. ministro oa justica. Dos guarde a
Vmc. Policio do governo do Rio-Grande-do-Noile, 20
de seloinbrode 1815. Dr. C. J. de M. Sarniento.
Sr. ebefe de polica desta provincia.
Publica*joes a pedido.

PERNAMB^CO.
TRIBUNAL DO JURY.
DA 5 l'B III /.i:Ui; DE 1845.
Pretidencia do doutor Mendesda Cunha.
Feita a chamad, atbrio-se prsenle 10 Srs. ju-
rados.
>r presidente dissolveo a reuniao por nlo baver
numero sufficienle.
ovia ehegada, um liomem sem chapeo, com a cipada
uun na nido, e coi rendo como ie viera perieguido, ha-
via balido a porto, o que Ihe abririu?
Sun, monienlior; mol (|uoi oo inenio lempo ohc-
gou M. de Benne, ai portas foro arrombadoi, a o caa
ceroada. liomem por eerlo entrn, mas tnmbem he
errlo quo nao pode oohir.
EngiiMo-nie acain? dino Cocannoi a La Ilurire ;
aquello quo all vejo nao he M. deGuie?
He ello mesmo, meo fidolgo. Sun, he o grande
Henriquo de Guic eiu pcisua, que icm duvido cipero
que ioio o olniiroiilc, paro foxor-lho u meimii que ellu
fox a leu pai. Cada qual aiua vex, met (dalgo, e gricas
aliena! boje lie a noioo.
Da! Benuo! ola! gritnu o duque oom a la vux
cheia, euiio nio ao acabo com iuo?
E do va com a espada nai pedral, que foiicovio.
Nee nionientn ouir4o-e como un gritoa na can,
logo tire, depoiieilrepitu de ponoa u dcarmoi, no qual
uceedeii novo lilencio.
Oduqui'fe um movimento pira inveitira caa.
Uoiiienbor, moiireiiliur, diigc-lho Du Gat, ap-
priiviiiiandu-io delle e delcndo-o ; a Vuiia dignidade
exige quo aqu fiqueii e operen.
Tem raio Du Goit; ubrigado! eiperarci. M,u na
verdade murro de impaciencia e inquieta can, Al)! lo el-
me i'icapdiie!
De repente ouvio-ia de iiuvo e maii pcrlo o tropel....
Aa viiiraco do primeiro andar illuuiinario-ie, como se
liouvc.oo no cato um incendio. Ajauelia, pira a qual o
duque tinliu tautai vezei erguido o olhoi, abrio-ie ou
Corlilico, quo o toor do interrogatorio feito ao
preso Jofio (ornes da Silva, he da forma c manctra
seguinto :
INTERROGATORIO.
AosTdenovenibro de 181., tiesta villa do Limoei-
m, o n eaaa da residencia do Sr. Dr, juiz. municipal
Jos Francisco da ('.osla Comes, onde cu cscriv.lo do
seu cargo vim, o sondo ah, eslava presente o pro-
so Joflo Gomes da Silva, o em presenca do Senhor
promotor publico interino, o advogado Francisco
Jos do Figueiredo, que, posto o dito preso em li-
berdade, passou a interroga-lo da maneira seguin-
te : l'erguntou o seu nome. Hespondco cha-
mai-se Joflo Gomes da Silva. Perguntou-se-Ihe
mus qual o seu estado. Itespondeo quo era casa-
do. Perguntoti-llie pela sua idade. Respondeo
terquarenla e dous annos. Pergtintoti-llo qual a
sua occupaq.flo. Respondeo que vive do agricultu-
ra. Pergiintoit-lhe onde era morador. Respon-
deo que morava na Alagoa-Torta, dcste termo.
Perguntou-llie se sabia o motivo, porque se achava
preso. Respondeo que um dos motivos do urna de-
nuncia, que, di/.em, dera seu sogto, por motivo de
um rocado. Respondeo mais, quo atlribue a sua
prisSo queixas, uue o delegado supplenle, o coronel
Henriuue Pereira tic Luceiui, tinlia delle interrogado,
por o htwer maivlailo, mais i/witro pessoas, awidose
municiados, sendo dous Miguel de tal, morador em Ta-
quiiri, desla comarca, e outro Vanoel Maritnhdo, que,
por causa de urna marte, que fez no Orobo, existe lioje no
lugar dos Huiros, pcrtcncenle ao coronel Henrique Pe-
reira de Lucelia, para que estas pessoas fmsemfazer urna
empieza, em Satuba, no Cabeca-de-Ferio, oDr.Joo
Mauricio Caoalcante da Rocha Wanderleg ; ao que o
interrosado recusou, dizendo, que tinha sido criado
com essa familia, e a nflo olTendia ; oque por ser enga-
ado, tuque Jora de outra vez,com o mesmo coronel Hen-
rique, an cngciilio Piatubu tirar do poder de seu marido
nina uiul/ter, a quem o mesmo Dr. Jodo Mauricio prote-
ga. L' disse mais o interrogado, que fra convida-
do, para, com os mesmos quatro individuos, arma-
dos e municiados, fazer a mesma empreza ao capitn
Antonio Mullais Ruigcl, porque Ihe era este obriga-
do a dar dote para suas Ulnas ; ao que igualmente
se excusou o interrogado. Dissc mais, que por cau-
sa deslas escusas, o mesmo coronel expulsara de sua
companhia o mesmo interrogado, que at en I o eslava
ciint elle, Irabalhando, por seu ollicio de carpina, no
lugar dos Barros, edepoisdisso se mudara para Ala-
goa-Torta, desde o anuo passado, sendo aqui a sua
antiga residencia : e que com es*a raiva, de o naOter
servido, he que o coronel delegado supplenle o mandara
prender, ha um mez, em sua casa em Alagoa-Torta,
rom ordem da tropa o assassinar, porque, nflo o poden-
do fazer no acto da prisflo, por elle nflo dar pretex-
to ; e que, sendo conduzido preso para a casa do di-
to coronel, no lugar da Alagoa-Comprida, adianto
da casa de Francisco Vieira, i da tropa disse aos ou-
lros, que se arreaaunm, sendo chamado este da tropa
JoaO Outra para fazer no interrogado aquitlo, que fra
encommendudo; ao qucscoppoz. outro da tropa, cu-
jo nomo ignora, e dtssoao Dutra, que, urna vez que
nflo mal uni o interrogado em sua casa, no acto da
prisflo, porque elle nflo dco motivo, nflo consentira,
que o matassem mais. l'erguntou mais o Sr. juiz
ao interrogado, se elle tinha sido connivente na mor-
le do ex-sulidelcgado Miguel Joaquim Vclho de Mel-
lo. Responden, que quem fez esta morte foi Luis
Cijriueo Curneiro de Moiiru, que alirou com sua propria
ir.ad, com um bacumartinho pequeo, apparelhado, O
que o mesmo Cyriaco declarou na presenca dcllo in-
terrogado, m casa dn coronel Henrique, na semana de-
pois do ussassinalo; dizendo isto ao mesmo coronel e
a llerculano Pereira da Silva, que presente eslava,
dizendo este que queria ser o matador, ao que disse o
Cgriaco, que elle foi quem o fez, para se vingar da mor-
te de sen irmu Francisco Carneiro de Moura; e que el-
le interrogado nenhuma parte teve : eque sabe mais
que O Luis Cyriaco, d'alu aquinze dias, subir para
o Sortflo, com fazenda, onde se demorou cerca de
quatro mezes, andando escondido durante a delegada
do tenentc-corenel Joan de Moura, e que de presente te
antea saltn em pedacoa, e apresontou-ie na varanda
um lioiiiein de ruito pollido e todo lujo doiangue.
Husmo! grilou o duque. Em fim s tu. Eentao!
c entilo?
La foi! la fail reipondeo framente o Allomio, que
aboxuii-ao o crguen-ie quaii ao ineiiao lempo como
quem levootava couiideravel peso.
Mai ni oulroi, perguntou o duque impaciente,
ondo estilo ul utios ?
oulros itar agabando o outros.
E tu, que tem feito?
Mini, toa fai fr! arreta um boogo.
O duque deo um paiso para traa.
Nene momento pde-sn distinguir o objecto qae Bes-
mu sin-pcudia oom tan poderoao eiforco. Era o cadver
de um entilo, quo ello Irvautou a cima da varanda, ba-
loncou por um matante no cipaco, e atirou aoa p do
leu amo.
A bulla turda da quedo, ai guipadas de aangue que
jorr.ii jo do oorpo, e inlpicavto ao longo a calcada, cn-
chro do eiponlii al ao prupriu duque ; moa eate oen-
tiuieuto diirou poiien, c a curioaidado fea que lodo a-
vancjocui alguiii pauoi, eque a lux de um ardile
viene tremolar 1,ro a victima.
Diitiiiguio-ie enlju urna barba branca, um roalo re-
iiii.n.l, e mam inieiricodoi pela morte.
O almirante 1 etolaurao unisono vinte vosea,
que logo todas te colirio.
Sun, o almirante! He elle mesmo, dino o duque,
cliegondu-re para o cadver a Hu de conterapla-lo OOm
ilenoioio prater.


ft
acha cm sva casa na Alagoa-Torta, ondf he inspector de
qvnrleiraO. E dando o Sr. ministro o interrogatorio
porfindo, rogo do interrogado, assignou Joilo An-
tonio de Oliveira Coelho. E cu, Antonio Peres Quin-
tos, oscrivao, o ccrevi. = Costa Gomes. Francis-
co Jos de Figuciredo. Joflo Antonio de .Oliveira
Coelho. Antonio ltodrigues Revoredo. Domin-
gos Jos Soares de Oliveira.' Manoel Jos de Mello.
Max i ma no das Chapas e Silva.
Nada mais se continha em dito interrogatorio, &c.
l.M MILAGRE.
Ja 0 sininho,
Mui lastimoso,
Todo buboso,
Esli chorando
O golpe inlando
De leo dindinho !
(Delim 1 delim !
Dalio I dSo-d3o I
Mor reo! mor-reo 1
Dindim dindim!
Forio tio nolorioi os desatinos, que o Sr. Marques
Lisboa pratlcou, em sua tresloucada adrninlstrico, que
o Rotprno. aperar dos petares, tevede ceder evidencia
dos (actos 1 Primeramente passou-lbe a mi pela ca-
neca, esqu pon um aviso, estranhaodo as mase I las do
heroe-comico, mis loi lempo perdido : o general, que
nao se deixa alogar en pouca agoa, contiouou a fazer
das suas. (Mi piloto, que apenas aprendeo, como
mestre cooselbeiro, certas UcBes, sendo j pspagaio ve-
llio, nao deo pelo lame ; |ierdeo a tramontana, daixou
esgarrar a barquino*, toda desarvorada, por cima dos
abrolhos, e deo enm tudo em tasa-barris Apage 1 Co-
mo he malandro ? I Miseravel, mil tetes miseravel I
Toma tanto Olba que o mestre tem sempre alicantinas
magislraes, e o discpulo cabecedat de aprendit; aquel-
lo ganba sempre ao Jogo por tablilha, este so alRuma
ves por balburdia). Sim, meo* Senhores, o tal H. M.
ostentou-se as Alagoas tiu incorrigirel, que o governo,
inda que tarde, corrido da sua incuria, e. pelo clamor
geral, nao podendo mais fazer a vista gorda, demittio-o.'
Eis o Z~-y MILAGRE !!! (Justica uestes calamitosos
lempos ja nao becousa commum ; lie um milagre...)
Em abono da verdade, o novo Ambrollo Lamella, no
que toca ao amparo generoso dos assasslnos de Que-
branguto. Antas, engenho Jardim, Lontra, Salusliauo,
Palmeiras de Fra e dos luchos. &c, noque dit respei-
to ao esbanjsmento dos dinheiro* pblicos, coui a tal
especulacao cabanoria, obrou com terdadeiro conheci-
mento de causa, e muito de proposito, porque para is-
so nao ha mister de sciencias ( Sr. padiinbo do sino, nao
me interrumpa ? Quem Ihe disse que Voss tinha unha
na palma da mi, diga ? Os duientos cootos etspoi-
rio se.... o Vicente de Paula ficou com os seus qualro
cbenos e mel, em seu rigalorio; tudo por aquella
tnansdo favorita existe no sicut eral inprincipio... Ora,
aumniieni la em que algibeires lauto cabedal se atrasa-
Ibou Nio me respingue, nao, com o seu deprimir e
doestar, que nio sei aonde aprendeo de orelha, que tan-
to Ihe deo no goto. Se tem o dinheiro ninguem Ih'o ha
de tomar; a nacao, que o perdeo, coiladinlia, be muda
de oascenca .. nao se queixa... nem tena a quem podes-
se fallar... Oh I basta I Estas apcslrophes nio eslSo
muito i polka, a etiqueta Inda as tem por urna descor-
tesa aoa leltores ; por Isso, pediodo desculpa, & elles
rae tollo.)
Em tudo, porm, que he concernente poltica des-
astrada, o melro tropecc-u por ignorancia invencivcl,
pelo desconheclmento das retiras as mais triiaes do
systema administrativo. Como disto nada pesca, se
detxou en...ca...bres...tar (lescapullo a maldita pala-
vra I Nio efuciobe, bomem, nio trombeje que eu estou
fallando de mim para inirn, com os meus boles ; nio
me tollo o papel da sua secretaria, como Apure por bem
obrar com o offlcio do ju't dos feitos, que Ihe fez tas-
cas e o declarou chulo por Ihe descubrir um erro I...nio
Die fulmine, como fes ao promotor, que ousou tirar-lbe
as cataratas dos olhos, emolhcio, cujss palanas V.,por
nio entende-hs, relrincou-as : Islo ca perience i im-
prensa, e sobre ella, axasladlco e estoutado D. Quiso-
te, nao, nio ebegio os assomos da sua colera ; peice
be?) Como la duendo, deixou se encabrestar: osea
ttllelroa, tanto que se encarapitarlo na sella, estribi-
rio-se i estardiola, balCiio as redea e f sporeario tan-
to o calejado animal, que alie nio tee remedio senio
picotear de um modo esquipatico... delte-mel delxe-
Die I nio embirre com isso, Eim.; si a oracio trazagoa
no bico, mais agoa les V. em seu offlcio : nio me en-
tende ? Pois o seu rneire que Ihe ponha isso em pratos
limposj. Na marcha dos negocios pblicos, tanto lana
indlcar-se ao Sr. L. a estrada geral, e lusliga-lu, para
que a seguisae, como malhar em ferro fri. So aodava
bem i airga dos toliueiios. Nem era de esperar menos
de seu comportamento. Se elle nio sabe o meiodecoo-
duiir um bstaihio campanha, como patenleou na
Laguna, onde mereceo do ministro a qualiflcacao de re-
lasado, como se Ihe enlrega, sem mais cerimonia, os
destinos dos habitantes de l da urna provincia, e isto
no estado melindroso em que rila se acha ?
Se o goterno esli em boa f e pretende curar de urna
ves os malea da infeliz Alagoas, se, por amor de seu
crdito, deseja cordialmenledetergir as cbagss, que a
revoluta ulcerou, e derramar sobre ellas o balsamo
salutilero, que necessidade lem de para isso por i prota
pessoas do carcter e embotamento de ideias de un>
Marques Lisboa ? ;_y Ha ni-ssa cooducta um tal retra-
himento, qoe nio be possivel declfrar-se 1 ^ Sem du-
vida nio sao os mdicos polticos dessa tempera, qu*
podem salvar a angustiada enf-rma ; com elles suas el-
i alrlies mais e mais se redulcerio, ea misera tem, tar-
de ou cedo, de verse laceada, como l dltem, em seus
dis decretnos. Foi o Sr. II., por sua Incapacidad
manfesta, nulliflcsdo ; mas o goterno, com essa me-
dida. 3^ deixou se apanhar em flagrante delicio. He
tem sabido, que as Alagoas, lendo passado pelas pila-
ses de urna revolucio, que Ihe deo sacudidellas tremen-
das, acha-se hoja infellivelmente em um estado anor-
mal : be incontroverso, que, nesse lastimlo estado, el-
la precisa, para seu rgimen, de urna pessoa de reco-
Ihrcid i habilitaran, de urna capacidade transcendente.
Isto supposto, nio pdeogoverno aubtrablr-se das pro-
posites do sesuinte dilemma : *_y Se o goveino con-
sidera o Sr. Henrique como capacidade transcendente
(ul! que blasfemia I), para que o demlttlo de presi-
dente ? Se o governo nio,considera o Sr H. como capa-
cidade transcendente, para que I oh escndalo fatal 1 i
para que o nomeou piesidente? ,/-'2 P"r nutra firma :
se o governo nio conhecia de parlo a este Sanhnr e dei-
xou si-embahir poralguiii perlido conselheiro dir-se ha:
" ./ Se n delegante deve basesr e escolba em sua pro-
pria convicedo, por isso que he o nico responsavl do
desacert delta, como descancar no abono de assertores.
cojo nico empenho be a prelerencia do seu protegido,
poique sempre nella se envolvem nteres es privados?
' Se a boa escilhs de um presidente depende do co-
nhecimento previo de suas quahdades meritorias, como
quli o governo fater boa escolba, abandonando ao acaso
o descobrimento das qualidadei individuaos do escolhl-
do ? ^J Pois a sorte dos Alagoauos avaha-re em lio
pouca monta, que deva correr ao acaso ? Seo presiden-
te rflr um pessimo aventurelro .' como o Ambrozio pro-
vou arithmelicamenle ;, devem aquelles Bcarexpostos
as perversidades do monstro, al que este oblonha o
completo de suas aventuras? ( Mlral-vos, Srs. minis-
tros, mirai-voa nesse espelho, que vos ofTareceo o pro-
cedimento inqualidcavel do vosso delegado e prsia a
Daos, que elle vos conduta zZra recipiscencia J
Foi em firn esse algos dispensado ; porm, como re-
medear-se, ji nio digo as depredarles, que elle presi-
dio, mas o cruel morticinio, que elle lolerou, >e he que
nio leve parte na conl' ceo do plano sanguinario ? 1 !
Quando o povo nio corita com oulrem que de s 'Us ra
lea se da, nio tem remedio senio requeimar se, e sobre-
esperar de balde, at que o acaso, iuo acato, I lie de
pare a sobrevenda de alguem .. Ah I o soffrimento dos
Alaoanos tocou o ultimo gro de apuro, tocou esse pon-
to de desespeacio, em que so a virtude a mais austera
pode coo te-los nos limites da obediencia.
A assembla provincial, ape/ar das retiradas do dou -
tor Cansancio e dos bichareis S rapiao e Cajueiro; ape-
lar da falta d > vice-presidente Jos Paulino, e dos im-
pedimentos de dousoutrot deputados, apenas reunida,
apresentou urna msiorij diiposta a detmascarar as ca-
fidclocaiias do presidente. (Honra e gloria aoi bomens de
bem, que, atravez dos perigos, abem sustentar a digni-
dade de seus po'tos; o execrado eterna aos pusilni-
mes, que hesit'o farer guerra de murte um strapa in-
l.iini-Mino! ; Por um do teus setot, revelando astas
falta de conlianca, que o presidente Ihe mereca, negou
a consignarlo de quola para pagamento da loros poli-
cial ( dessa companhia tio abominatel, por sus insu-
bordinacio, que, nio duvidando voltar suas baionetas
contra o Sr. depulado Souia Franco, antecessor do Sr
Lisboa, este, por isso niesrno, nio se pejou de constitui-
la um dos principies instrumentos de seus crirnes !
Porm, que mosss presumem os leitores, que esta deli-
lieracHii produiitse no animo do presidente ? Cuidio,
<|ue empallideceo ? 'elo contrario: acceilou o remo-
fue da asitmbla, como quem torve urna colherada do
doce; porque nisso, que cliemio desfacamento, ole,
nunca nmguem Ihe levou s lampas. A laHa da a-
bertuia be um chefe d'obra, inetmo proprio deum Arn
brosio Lamella Levou o tempo todo a escrevinhar or-
dens do da as mis pedantescas, pondo ras pontas da
la ao gentral ampntbio, {Mathtut primtiro aos tiut!)
no enlietanto o etpcitalliio andou por montes e valles,
ajudando-o a consumir os 200 conloa, e agora,para sup-
l>nr ai lacinias da mastiyada, se desculpa corno serie
lario da provincia, (cuja nica (alta consiste na bumilba-
fio c^a a supeiioret, que Ibe niodislio multo.,.) CJue
tal ? Isso be que be si r finorio. Cjuil com um cejado
malar dous coelhos ser absolvido do indiflerentisino,
que oulroi negocios Ibo merecrio e, para por-se
mais do redeas largas, dar com o coronel lora do cargo.
que o immortal Sr. D. l'edro I Ihe conferio, enmoj
ii nloii faie-lo, de um dos lunares de vice-presidente,
com que o Sr. D. Podro II qualificou o leal ai.ciio, que
obediente servirse seus reaes ntepassados, e <|ue lora
um dos defensores de seus augustos avs as cortes por-
tuguesas; lulo para o substituir por pygmeos indiciosos,
que se forinrio i cutta de subtcripfes que elle astig-
nara; em urna palavra por primos do novo Cattuxu I.'
Porm nio pesario as Inclus, meu Amhroiio Outro
ofliciu Quem nio o cunbecer, que o compre I At seus
amigos se nvergonbrio de delende-lo, quando um
membro ds propria minora, o advogado Titira, em um
elocuente discurso, leve a imparuialidadede qualifcsr o
chele de seu lado 2?* destituido deseoso commum!
O almirante I o almirante! repeiirSo rm niein voz
lud as lentrniunhas deita u-rritrl icena, a|ii'riandu-ar
uns com uniros, e apprnximando-sc liinidaiiienle des>e
grande arici.i aiaatnnado.
Ah I aqu eatt pj Gaspar, ditie o duque de Gui-
se Iriuinphanle. Fitetl avsasiiinar meu pn, cu o tingo.
E ousou por o p tnbre o puilu do hroe protmluiie.
Mal de repeine 01 i.Ilion do moribundo se nbrirto onm
eiforco, ai miua eriiangiienlarlai e inulilniiai m move-
rlo pela ullinia tez, e o almirnnic tero uliir da iininu-
Lilidiide, tlime ao inrrilego ohhi voz upulelinil:
Henrique de Cuit, um da cernir lambem inb-r
o leu peil.. <> pe de um aiiaitiu. Eu nio malei leu pai.
Aiiialdiynadu ej;i!
Trmulo e paludo, mo grado leu, o duque eolio um
tremor fri correr-llie |>or lodo rnrpo pnia.iu a niS.
pela frunie, como para repellir a tilugubre; e quan-
do a drixou Olbir, quando Outuu ViiItS v olboi pura o
almirante, os dnle ao liaiiio errado, a mo e.tava,,
inerle, c un> langue negro' que Ihe huta corrido da
bocaiobre a barba branca, tinha tiiccedidn teirivcia
jialavra queeita boca arabata de pronunciar.
0 duque letiulou i capada coro mu gelo de reoln-
(! deieaperadi.
Ora peni! lior, diiie-.e fietmo, fui llar gon-
tenter
Sin, meu bravo, lira replionu Henrique, puniiu
tingail.....
Dugur Frauriico, nio he?
A *' l'f iao, coiiiliiiu H< nri'iuu com voz rouri. E
*gora, proteguiu ello toliaudo-io pira o Suiuoi, iul-
rlndiii e burgueiet qut, a|iirihtai> o pateo e a ra, lulo
i obra, meus amign, nio obra!
Ora que viva M. de Bcaiue, date enlo Coralina
rhegando-ar emu nina rrpeeie de adinirnc-o para o Al-
leinld, que Unpara Irauquillo a sua eipada.
Fotri vos i'iiio que o cipediales exelamou La
Muriere em enlate. Cmno fizcilea toa isto, meu digno
IdalgoP
Oh.! pem ziiriblemeiiie, per zimblemente. Elle
nnf puia, nprc zun borla, iiiiin atrafrai nio gorbo telle.
Tlgny lampea to hora alar mema cosa ; iiiiiu oufe el-
le nitor.
Neate nionienlo outirao-ie rom effeito algum grito
de agona de toi de mullu-r e un rellexo iterniellind
e iiiotlnni na vidiaca do um dat ala i|oe f..rmava galena. Aviatrio
por urna lnngn til. ira de atsnaaiiioa. Urna ai ( botada ini-
lou a um, o oiilro eneonlrou una jaiulla nberla, e tem
niedir-llie a dirlancin, tem te importar com til inimign
|iieirii baixo eeaperavl, ultou por ella intrpido lio
paleo.
Mati, malii, grlrio ot aiiaiiinoi ao vcreiu a
aua viclinia pretles a eacapar-lhea.
O hoiiirm levantiin-ie ipanhando a espada que na que-
da Ihe tallara da iu", parti na carreira de cabx.i
baixa |tur eiilro oa amlenle, deo em Irri ou quatn.
pnr Ierra, atiaveauu um rom a rapada e un mrio d.i
iuiprera(des ilu loldadi.s, furiuae pur o b.iv. rein erra-
do, paasou como um ralo por dimito de Couaunaa que o
esprate a porta com o panhal ni mo.
(Mil loutoressejio tributados a esie bomem, queja de
outra oecssiio leve o nobre carcter de antepor ieui
deverei complicencia para com seus amigos, em ne-
gooios, qusft) amor da juslica oda ratlo mui alto con-
demnava : ptde-os; porm ma honra ficou illibada, o
a honra nacjndeiubstituir-ie por consid racoes huma-
nas. Parece, que faliirio ao coraclo do Sr. Titara estas
mximas do grande Blancbard applicateii ao Ambro-
io: Um tolo exaltado ha como um bomem posto o
bre urna eminencia, de cuja altura lodo o mundo Ibe
parece pequeo, e donde elle parece pequeo a todo o
mundo.Em qualquer alto jerarcba, que estoji. des-
prexamos o que verdaderamente be digno dedesprexo,
ecom tanto mtisgosto o despreamios, quanto he maii
elevado.Parece, que,pan isentar-se de servilismos, se
compenetrou de loda a lealdade da policio, em que te
colloco eises, que Mr. Tbomas pinti neiti outra m-
ximaAlmii, que teem sido muito tempo abatidas, nao
te elevio deilmente, e o babito de tor tido curvado de-
biixo das cadeiii le observa, meimo quando te mirchi
em libordade.Nunc doimereca o Sr. Titn dona li-
nhi de conducto civil, que trilhou Seja isso txpresso
por umseu advtnario poltico I ^j Embori ai accdei
deise quilate le vejio depreciida pelos custumes do ie-
eulo, hasta pira quem as prttica, o que disse Bellegarde
__As grandes almas nio aspirio outra recompona i
uavirlude, ionio a gloria, que acompinha tuu bellii
acedes....)
Nio era so com a assembla provincial, que o prn-
denle rompa tuai lincas, elle n traiia sempre lesas em
punho, contra a magistratura, ( a quem tratava como
i seus cabos de eiquidn), e contra todoi os que. Ii-
zendo Ihe sombra, deiles nio lepodi descirtir! O
commindinto superior di capital, L. C. de A. Maia-
n*0o(oriundo desse lamosoPernambucano,que heroica-
mente conquistou, fundou e primeiro governou a pro-
vincia daquelle nome ; leilo d'armn sempre memo-
ratel, pelo qual o Monarcba deoaii, e a seus deseen
denles lio lisongeiro apellido); essa cidadio distincto
(pertenernte a urna das familia! mait recommeodateii
tiesta provincia, filho, mano e primo doi Ilustres, com
mandante superior Loutenco ISezerra coronel Apo-
lintrio Florentino, lenles coronis Jos Afro, Ma-
noel Silvestre e Nicolao Tolenlino, comnsandant su-
perior Leonardo Ueierri coronel Pantaleio da Si-
quein e muilot outros vn5ei notiteis, interlacados
por consanguinidade com os Cavalcantis, fetenos,
ele., o por ifinidade com os liegos Barros, de quem foi
cunbido o fallecido presidente e senador AfTonsO de Al-
buquerque Maranhao, etc.; para salvar tua exiitencia,
vio-se os oeceinidide forcon de emigrar 1 Seui enge-
nbos forio farejados pelos homicida! Moraei e tua ca-
lila, e iito inda quando u presidente, havendo-se cons-
tituido seu ioimigo, pela carta expressiva. que este Ibe
eiider (.ou, e que labio aqu impressa fcW devia reiiio-
ver da si toda a suspeila de aggressao 1. O com-
mandante supeiior de Campos ( da illustre familia doi
l.eiles), por nio querer tancar a capa ao lauro, loi a-
iro/mcnie baleado por aquelles assiuinos! O do Pene-
do fui prucessido como calumnioso, por bater desco-
berlo i guarida daquellei criminlos, e occultou-ie ti
violenciai O das Alagoai ( o commendador Manoel
Duarte, da familia Penedense dot capites-mortt Joan
lerreira Ferro e Damiio da ocha Vieira), e final-
mente o da Atalaia, para garanliremsuas vidas.se virio
ni absoluta preciliode contcrvarem-ie em armas,comas
maiore cautellas! I! Foi nesse estado de desbsrmonia
do presidente com as prinoipaes autoridades, e com pes-
soas tio relacionadas na protincia e fura della ; loi
nesse estado oscilatorio, que o noto escolhido, o Sr.
depulsdo Campos Mello, assumio a adminittraeio. S.
Kxc no rnesino acto de avisar ao l'.xm. presidente desta
de sua posse, Ihe pedio o brigue de guerra Caliupe, e a
Ir. injerencia dos presos sentenciados dtlli pira aqui
como se l no expediente de 18 deste. O que denotio
etsss preesurors? O futuro da nulfidada Alig'ai
mostrara. .. Talvet andem abi tramoias dos bomens
da rcsiiteni ta armada Com efleilo a falta do Sr. Lis-
boa deixou seus fiis teidores tubmergidot na dor
mais proluoda : entro todot ot da magna comilanie
caterva, como nio estari,'sennbiliiido o meditabundo
e venerovel xarapim !' Rosigoacio, mon amr, retigna-
cio .' aDeos contente, porm nio para sempre. b Tam-
bera em peccado, que os anatbematistdos cominetlrio,
de defender a um delegado do imperante, niu loi tama
nbo do de Adi para padecerem eternamente 1 Menos
sangue, do que deiles lem corrido, teria bstanle, em
Argel, para expiar a culpa daquellei, que se atreves
sem a negar, que Muloina subi ao 7.' Co, sob si ans
de Alborak. egua ruca pialeaaa\ K proposito, ja que
nisto tuquei, confesso que estou por tudo, que me
quizerem impingir, nao s i cerca do que se patsou
in Ule lempore, cono do que livor de'acontecer no lu-
luro : aisnn nao duvido, que lambem um dia, algum
cavallo ruco dourado des(i corn algum Cyclope enca-
rapitado ai costas, at o millesimo inferno, te be que a
tanto chega a gradacio dot abysmos !
Mas deixemos de digressdes, volvamos ao Sr. Lit-
. "" rmsmsm*msmmsmmmmmmmmmmm
boa, qu be urna peca digna deternr de mir-l no
alcacer da sapitentitiima eguerreira Minerva... He
tempo meu graduadissimo, de dar as gambiaa, nadi
do ebro. etti rico, esta depulado, nio deita o Fetnii
di Paula agastodo, he quanto Imita! Volte pira a Li-
gunt Va por outra tet a &* vc-toa o iu orda-
livre a lastimosa provincia dat Alagoas de seu bilito
contagio; ficando certo, ejue tombem de S. S nunca
me esqoecerei. Em prova disto be necestano dadtcir-
Ibe algum elogio, nio ? Poit, tero man proimbuloi,
ei-lo improviado:
Ueco AtmcSo \
Pira cantor teui reitot. gnmle Henrique,
Muito cousa nos falto.. .{Nao v bem !
Cnio, que eolio assumpto, irr; porm,
Chiten, Mor Ai ten* nulhor debique : )
Noto Marte 1 Nucrtte p'ra cacique,
De eroxet Caites 1.. Quil tu ninguem.. .
( Entuguti\ qut forquitnal... O Mumntrn,
Por pitdadt, afudar-me iquim explique!
J ai meiosoneto?... bravo t bello !
/Vdo rombem nto me tstorvtm a manada!)
Perqu cbamait a Henrique mamnelo ?
Henrique be um hroe sem patajuada I
(f)uvidao?.. Para Ambrosio caes, appellol
Mal, que do soneto, An? .. Nio resta nada?!)
Com mil diabot! Desta ver a Senbora Thilii quit
(omir suas topit commigo.. Fign, ribugenti!
s mui trivetti,
O' togarella,
Borraite a obra,
Do meu Limelli...
A Dos, Sr. Ambroiio, nioeitou hoje de picbom
pira me entreter com gente de unto nos pe i tos e diibo
nos feitos! Ro vigem I Boa viagem Obre mil mi-
ravilhai por estas ierras por onde indar, jaque no
llrasil i re-p nsabilidade dos giandes funecionarios he
urna Huido, nos conventculos, em que Vmc ossrui
sucios ludibrurem dn leil, eicirnecerem dli inttilui-
coesdopsiz, postergirem os devores di humlnidide,
etc., alo etc., Va saboreando, para detenfaitiir 0 ibdr-
rimento di vid goveroativa, e diitrahir a lequido di
seus calculot belligerantet, ettet fricissszinbos, que Ibt
ollera em detpedida
O Amigo da verdade.
Tro 16r. ,lr$. .lo r,
O patueco,
Gotli bem de frieits
S*m chiuiuico.
Que-lo adubado
Por outra laia
Q'assim ndo >aia
Ido estaado ?
Trlr. ..Ir...l r.
Meu gjreon
Prove amargo fricaste
Dobom rom !
Se quer peluco
Mais adocado
Para outra ve*
Seja avisado !
Q'importo to povo
Nio te fazeret
Bambalkllo ?
Se te fizette
Panlalto
Socan 6o
Alagando
Taialko
Equemiit e que mtit ?
Mitumio..
a Arre que don
Tal satinada !
Ora isto he nada :
Agente 1 agente!
A esunada...
Para qoe (ei-te
De boblhet
Com seus choques,
Malas-arles
Di berliquei
E birloques
No iktsouro ?
Fet tost o que quera.
Por que em tumi o siu balito,
Doido por mao de mestre,
Foi tarinao de comido I
Mal em lim :
(O' Liiboi, Lisboa,
Nim simpre corre a barca,
Di vento a poupa e talhamar na proa).
Veio o da isiago 1
De fel Ibetoube o trigo,
Mu Ingou !
Detfet-te em mil cirettt
Porque tio,
Nio pesarem, nao ttlerem
Toquei-o, grlou o Piemoiitet, ao cravar-lho no
braco a lamia* lina e aguda.
__ Covarde! rripomleo o fugitivo dando uva afolle
ooin a espada na rara do ton ininigo, por uto ter eapa-
(.i para Ihe poder dar uina eilwcada.
Ol! con. mil diabni, cxoluruou Cocauuil, he M.
de La Mole.
M. de La Mole! rrpelrlo La Hurirc e Maurevel.
Foi ello quem atituu o almirante, gritarlo algn
auldadni.
Mala, mata..... urrrio de todoa o ladoa.
Coeamiaa, La Hurire e una des luldadoa deilrao a
correr api M. de La Mole, que coberto de langur, r
nene grao do rxallucio, que lie a ultima rnerta do vi-
gor humano, nio corra, aallava pelaa ruai, *cm i.ulro
guia iiiaii duque o intliiivlo. Ap elle, os panul e
i;riii. do aena iiiimig! o eipentlo, e romo que Ihe
davio ata. Alguiuaa vrzei aaiobiata-lhe peloaouvido
iifiui bala, que do repente data a sua carreira, preale a
deiuorur-iv, nota rapidez. O que llietahia do peito ja
nao era respirarlo, era um ealrrlor lurdo, um ulular
rouco. Siior e singue ihe pingavtu dm cabillo, e oor-
ro eunfundidoi pelo rotlo. J o gibflo era aperlado
para ai puluccVi do uoracto, e ello o raguu ; a rapada
i..rnou-c muito pelada para a ma* mo, e elle a lan-
V"ii longo de ai. La Ihe pareca algmua tes, que dimi-
nua o tropel, o qne eaiata a eaeapar un aru* verdugo ;
ma* aoi|irilm drale* acuda i oolr*. que ae achavao em
c.nniiilio emaia prximo*, o .po drixavAo a sua *angui-
iioleiila larefa, e acudilu, Apreaeulou-se I eaquerda u
rio, que corra braudameulo pirocoo-lbe que como o J
rervo aeoaiado pela mal Iba, ariiiirin iudiiivel prater rm
ae precipitar nelle, ma anda uronlve a uprema f..rc>
da raaio. A direila rioava-lhe o Luuvre, amnbno, im-
muvel, niaa ebei.i de tn.p.ia ainiatrn Pela punir Irvs-
dica eulravo e aaliiao capaerlr* e ei.irac,**, onde reflec-
liao o* raioa da la. La MolelembroU-*e d'el-rei do Na-
varra, corno ie lia va lembrado de Culignv. Erao m teai
doui iiiiiio proteo!.iret. Reuni erltio todas a forfit,
poi os olliii no reo f.izendo mu ligo o tolo de abjurar,
ae eaei.paaae a matanca, fel |>eriler por um rirdrio, aM
trila p.nasm matilha que o per.eguia, eiidirrilou para
o l.ouiro, laiigou-ae (ubre a ponto de envidia eoin o
xliladui, reerbeu urna nova puuhalada, que Ihe reati-
lou pel.n coitrllai; o apelar do grito* de: Mata! na-
to.' que reaoavio aira* e ao* lado* drlle; a deapoilo da
aiiiliidc offrniva que lomaviu a* arniinellaa, precipi-
lou-ie no paleo como um.i flecha, talln ai vealibul*.
Irauapol a cacada, iiiblo dous andare, oonhrceo unil
porta, o ella *e arrimn batrndo coro rulo e pe
Quriu etl ah ? iiiurmiir.ni nina voz do niultiar.
Oh I mou De..i! meu Deo! elle* que chrg!
diaie La Mole. Ji ot ouco..... ei-loi hi!..... ea o te-
jo..... Suueu! ou eu !.....
Eu quem? replicn a VOl.
La Mole leu.br..u-r da paUtra de urdatn, agritoa '
Navarra! Navarra!
Iiiiinodiai.inirnte a porta al.rio-tr; La M..le, arm *gra-
dceer, aiiu ver (iillone, fel irrupflo .111 utu vealibub't
trate>i'>u um corredor, dua ou irr* tlaleuiro* lan'".
quariul, ecl.egou em hiu a uiua cmara alluuiiada pe
urna alampada luipeota ao torro. (Clmtar-w-a]-


I
Sun iri;
Nem do amigo senador
As pschonchfllai ;
Nem do Almocrcvede ptai
A bistrovenga
Nem essa arenga
Do palroninho
Da bichara,
i'niaii nio fui,
.'mui tedica
Batlotogia !
Al mesmo (que fracaco !)
. Foi desprezado, e perdido
Do cachorro Alagoano
O lurioio garrido !!!
Com nova malucu ,
Coma nova se aturdi,
MU.
Cambeleou,
Cabio cabio !
De ventas ao cblo:
Deo tal trebalbao
Que r... bom... bou !..
( Audi 1... He bem feilo .. Foi poueo !..
Quem Ibe manda ler peii >te,
Mi aabe que diz o adagio :
Pftm tom ta'ta [orne cuia
ffim com (cuta tdi ao poli, i
Esta llie doendo !
Deiie assoprar...
Mai ah t Ihe aota
Mamar., mamar...
Quer empadinhai!
Qoer pdo-de-l !
Deseas troinbai
Deaateo n...
Fai-ie baabaque !
c Ab voss goita
De Mcatrua ?
(Dina quem p*de)
Ja Ponha oequaitos
Hepo-ds-f
Que ou quera ?
II,ch,!
Di ea o p mfl ouro !
Por vida pa,
Me diea ao ouvido,
Inda quer ouro ?
k J fo< la !
Peca ao tara ,
Que be bom vivtnll,
Que d'outra parte,
Delle nio ha,
Nm p'ra $emtnlt,
Uuo ?!
Quel tal o snoeo !? -
Ja guardou tanu filh
E inda quer do pao dil!!!
Me pergunta onde achara ?
N&o ni itto nao Ll I
Ora no he graca
Deaae joyo,
Poii lauto lempo
Nio se fertou? .
Inda quena,
Do pao dt-l?
Gurgulu
Leve a
No moc
Quigomb
Que be bem bom
Li c'o demo
Se apegando
Lamba o dedo
Vi chuchando !..
J Kumei nio o'o quii !
Poii enti o pyouimeo
Q'iradinbo i Ibe do
Mi litio
Q'ao miolioho
Dando mil tracal
leda inventando
Novaa dugraca
Mostr o ard*!
Quando nio
Seus quadrit
Bebolando
Rebolludo
Vi puchando !
Va puchando... puchando... ti puchando
eu combvi l
Lave 1 late!
Seu hoiroi,.
Seu porquinko,
Seu ialinho,
Seu CUtinga,
Seu mandinga.
As* im como, amm como
Seu vetete Tallamtlla,
Seu cabe leira Barrtta,
Seu /itotko mmjanli,
Seu tripeea di utudant
Leve-psl lev-oi!
Seu Z |M.
Seu Alanrquim,
Seu Tiqut-toqut,
m xarapim,
E a todoi aorrabando,
Seu medidor de triangulo
Zigue-tague
V tambero o leu furi,
Seu Ziiinie Farrabrat,
O aeu chele ladravaz,
Sanbudo tigre Rolado
Ci niodeise,
Seni eroies malerite*
Rodeado! de espoleta*
Arrtbilando oa naritea
E pedindo : iangu$ I tangui I
P'ra que 6eao ?
Com Voaa te dentificao ?
Poia Satenaz que o encangue...
Braso do Ambrotio,
Orno eil anrbo 1
JWoaea'ci'ira
Com ) arrancho !
Ora iu!
Vi puehandq. .puchando...vi puchando
Toda a lucia !
Q'esse ouro,
Do theiouro,
Do eoitado, a
Macei, a
Qur... u... tuW.
Gur gu ..'tuUI
___ COMMERCIO.
Alfandega.
BuroiMBrro do du 5.................6:847*640
DuearrtgaO hoje 6.
BrigueCi'esmercadorias.
Brigue Beaujeuidem.
BarcaThomai-Mellon\t\ii carvio.
Consulado.
BENDIMBKTO DO DU 4.
Geral............................
Provincial........................
Diveriai provincial...................
3:256j82
1:5884855
8.342
4.864*021
Moviiuenlo du Porto.
Navio entrado no dia 5
Barcelona e Malaga; 64 diaa, brigue beipanbol rmra-
n'e.de 149 toneladas, capillo Auguitin Borger.equi-
pagem 13, carga vinbo e maii gneros do paii; a
Nticimento Scbaefler & Companbia. Arribou, por
falta de agoa, e legue viagem para Buenoi Ayrei.
Havre; 32 diaa, brigue francet Beaujeu, de 185 tone-
ladaa, oapitio Pedro Revindoague, equipagoa 11,
carga farendaa e maii generot do paii; a Bernardo
Lassou* Companbia
Maneillei; 79 diaa, polaca franceza oio/t. de 190
tonelada!, capilio Hypolito Mourrat, equiparen) 10,
carga vioho e maii gneros; a l.uii Brouguiire. Pas-
lageiroi, Jon Grenchxit, Suisso.
Terra-Nova ; 3>diai, brigue nglez Jamaica, de 115
tonelada!, capilio Tbomai Selkirt, equipagem 11,
carga bacalhio; a Latbam & Hibbert.
Navio lahao no metmo dia.
Aleobscs ; bite brasileiro .V. Benedicto, capilio Nico-
lao Lope Ferreira, carga lijlo e maii genero!.
Edital.
Segu viagem para Acirac al o dia 18 do
correle o patacho Em../ac nuier carreaav. ou ir de pasiagem. d.r.ii-ie ao mes-
Ire a bordo do moimo, ou na ra da Cadea a Ma-
noel Gonealves da Silva.
=. Segu por tea 5 oo 6 dia* para o Amu o brigue
/.dVpam/ciita: quem no meimo quuer carregar, ou
tranaportar-ae falle a Manoel Alvea Guerra Jnior,
ou na loia de cabo do Sr. Mamede. _
Para a Cotinguiba aahe neile diaa a lumaca fror-
do-Angolim : para carga e paiiageiroi Irala-ie com o
ineitre Bernardo de Soua, |ou com Luiz Joi de ba A-
rauicr, na ruada Cruz, n. 26. .;;'_ ..'.?.
Para o Rio-de S.-Frenciico labe o hiate Etpadarte.
para carga e paaiageiros, trata- se com o capilio na ra
do Vigario, n. 5.
Para o Rio-de-Janeiro guiri em breve o pa-
tacho Felicidade: quem no memo quizer carregar, ou
embarcar eterno!, pode tratar com Amorim Irmioi.
ra da Cadeia, n. 45. ."",.. i
Para Liabo labiri. com a brevidade pomve a
escuna portuguesa & Joi : quem na meima quizer
carregar ou ir de paiaegem dir.ja-ie a ru da Cruz,
n. 45 em caa de Naicimento Schaefler & Compa-
nbie. .
Obergentim poituguez Tariijo-Pnmeiro, ca-
pilio Manoel de Oliveira Faneco pretende lahir para
Liaboa al o fim do correte inei; recebe carga a frele,
e tero ezcellentei eommodoi para paaiageiros : trata-ie
com o!comignaurioa Firmioo Jos Feliz da Roa*
Irmio oa ra do Vigario n. 23 ou com o capilio
A escuna portugueza Tarujo & Ftlkos de que
he capilio Franeiico Antonio de Almoida legue para
Liiboa com toda a brevidade : para carga e paaiageiros
trata-se com leuscomignaiarioi Firmino Joi Felit da
llo/a Alriiio, oucom o capilio oa praa do com-
mercio. ,
O paUcbo portuguez Rettaurafdo de que De
capillo Alezandre Jos Corris, pretendo bu bre-
vemente para Liaboa : para carga e peisageiros Ira
la-se com os consignatarios Firmino Joie toln da lio
ia ti Irmio ou com o capilio.
= O bergantim nacional Filis deque be capitao
Alezandre Jos* Al ves segu brevemente para o Cea-
ra ; recebo alguma carga da praca e paisageiros : os
pretendenlesdirio se sos consignatarios Firmino J.
F. da Ro/a & Irmio, ou ao dito capilio.
= O bergantim nacional Fiel, deque be capilio
Manoel Marcianrio Ferreira pretende recolber le a
eite porto poreileiS ou 10 das do Asi ; legue pa-
ra o Kio-de-Janeiro : quem tiver eicravos para mandar
de paaiagem a commodo Irele, a tratar com os con-
ligoalanos Firmino J. F. da Boia & Irmio.
Miguel Arthanjo Montiiro di Andradt.official da im-
pnial ordim da Rota, eavalliiro da di Ckrnto 1
impector da alfandega de Pernambuco, por S. M.
Imperial, oenhor D. Pedro 11,que eo juarde.ijc.
Allaodega, 4 de dezembro de 1H6.
Fai saber, que boje, 6 do cosrente so meio dia
e na porta da alfandega te hio de arrematar 86 bo-
nete de diflerentes qualiJades no valor de 30# r. ,
impugnados pelo guarda Honorato Barbosa da Costa ,
no despacho por laetura de Polioarpo Jos Layn; seo
do dita arremataeio subjeita ao pagamento doa diretos,
Alfandega, 5 de dezembro de 1845.
Miguil Archanjo Montiiro di Andradt.
Leilao.
Dedaracxies.
meaa de reodaa
a todoi 01 pro-
- O escrivlo e administrador da
interna! provinciaes desta cidade avisa _
prietarios de predios urbanos dasquatro (regueziaa des
la cidade, epovoacio dos Alogadoi quedo dia pri-
meiro do correnle se cootio os 30 diss marcadoa por
lei para pagamento, a bocea do cofre, da respectiva de
cima: adverle oais aos meimoi proprielarioi que
nio deitem para o ultimo dia o pagamento, a que eso
obrigadoi; pois que nio he posiivel em umidia,
anda meimo n'aqelleadosullimoi que a reprt-
elo d espediente a todos o! devedores que coneor-
rerem a pagar a decima : licando subjeitos a multa de
tre por eento aquelloi, que deivarem de pagar no re-
ferido prizo de 30 diai.
Becie Rdedesembre de 18*5. Luis Franeii-
co di 91ello Cavaleanti.
AVISO IMPORTANTB.
0 administrador da tnesa da recebedoria de rendas
geraes interna! avisa pela ultima vez aoi colleclados
do bairro do Recile. que estio a dever tata de escre-
voi, de 1845 a 1846, e impoilo do banco do mesmo
aneo, decima de mi mor'te, ultimo semestre de 1844
a 1845, o imposto de btese canoas, do mesmo an-
uo, para que venblo pagar o que devem al o fim do
corrente mez, pena de se" proceder a ezeculivo contra
ocomissos; e do bsirro de Santo Antonio os mesmoi
imposto, cima declarados: e para que chegue a no-
ticia a todoi, facoo presente annuncio. Recebedoria,
5 de doemhro de 1845
Francuco Xavier Cavaleanti di Albuqunqut.
COMPANHIA DE BEBKHIBE.
A admioistracio da companbia de Bebmbe (az aci-
ente ao Sn. accionitas, que em essio de 20 do cor-
rete resolveo espassar at o dia 20 de deiembro proti-
mo luturo o recolhimento dat preslacdei em atraso ;
e que, findo este prazo, perderaS o direito d'accionulas
lodos aquellas, que nio liverem realisado as preaiacoes
de 60 por ceosle agora etigidas, reverteodo *
entradas em beneficio da companbia. de conformidade
com a diiposicio do artigo 9 doi eilatutoa. Adverle,
outro lim, que nio baveri prorogacio do prato, nem
contemplado com peiioa alguma. Escriplono da com-
panbia, 24 de Novembro de 1845. O lecreleno, B.
J. Fernanda de Barros.
Henry Forster c C. fario Icio, por conta e risco
de quem pertencer, por intervengo do corretor Oli-
veira. de 391 caitas de cbi, e de 18 caitas de cbapoi
de pallia, ludo avariado, a bordo do hiate americano
Duroc, na sua recente viagem de Bolln a este porto ;
quarta-feira. 10 do corrente, i 10 borssda manha,
no aeu armazeo, ra do Trapiche-Novo.
Avisos diversos.
.visos martimos.
O brigue nacional Flix de que eipitio Ale-
zandre Jos' Alves, sabe impreterivelmenle para oCea-
r quiota-feira, 11 do correnle ; lmente recebe al-
Humai miudesai a frele e paiiageiroi : a tratar com
<>i leus consignatarios Firmino Jos Feliz da Bora di
Irmio na ra do Vigario n. 23.
Arba-se a barcace Victoria defronte da escadi-
nha da alfandega prumpta para receber carga para o
K10 Grande do Norte, ou outro qualquer porto: a
tratar com o meslre da sesma barcaca.
AO CURIOSO DO DlAaiONOVO N. 267.
Ji que o fiscal da Boa-Viila aada se roove a re-
peito dai pergunlaa do Curioso, encarrega-se o abaito
assignadode aisatiifa/er pela inelbor forma e va de
direito, visto e.tar a leu alcance poder fae-lo, e tam-
ben) acbar-ie em seu oWre, como qualquer cidedio
livre limile cum timilibut. Eis o caso que. be breve.
O fiscslsi vera en fama he de chupeta, porm
nio das Arabias; faz o que pode, por estar a iiso ocoj-
lumado, e com lio bom modo, que (ai pasmar ; larga
gurgela, peg gurgeta, o caso be que sempre a pilbou,
. de calibre tal, que a pode liberaliur so Curilo psra
desenfado de sua cunosidade, ou de algum paisa-lempo
d'essa especie ; e como crime ilgum Ihe possa d'iiio
resultar, nada poderi palentear ao publico
O Intiomttttdo.
Os oncarregadiia de flej.irem N.8 da Coneeieio,
erecta n niehii "la rna do Queiinado, aviaio n devo-
tos da ineama Senliora, que oonnorrrAo cora auaa e
molja.qnc, por luolivo jusloa, nftn pode ler lugar a fea-
110 dia 8, o fiea transferida para o dii 14 do o urente.
__ Precia-ie de urna ama forra, que lenba bom
leite, para criar urna menina; na ra Direita, segundo
andar do sobrado n. 112.
- Boga-se soSr. J.F A. Q que venha satiifazer
a quenlia de 14,460 rs., dinheno, que recebeo do Sr
Jos oncalvH Ferreira Roza, para entregar na lojado
fazendas da ra da Cadeia Velha, n. 61.
- Perdeo-se urna carleira com 108. rs. e slguns
pspeis de importancia, entrando duas lellras, as quse
ja te scl]io prevenidas : quem achar dita carleira d-
rija-sea Olinda casa de Joaquim Marques de S. Ha-
go quesera satisfactoriamente recompensado.
- Quem precisar de un criado, que labe coiinhar,
diri|a-se a ra da Cuia o. 13.
- Precisa-ie alugar um litio que tenha paito pa-
ra 6 vaccas bina para capim e agoa de beber ; nio
te etige grande caa por ler pouca familia : no bec-
co do Pene-frito, n. 3.
- Troclo-se rolas psrda (machos ), de Harobur-
go por (emeas; tambero se compra um msebo das
gallegas : no becco do Peite-Filo, venda n. 3.
__ Avisa-se so Sr. empregado de urna villa do Este,
que trnba a bondade de mandar entregar o s< llim e
juntamente pagar 1^8 do aluguel do cavado que
alugou em Olinda no dia 2 do corrente ; advorte se
aoSr. J. que se elige 12 rs. porque disse que
era para rao Poco-da-Panella e quando o seu des-
lino loi psrs onde esli empregado que tem de lon-
gitude o triplo de Olinda ao Poto : roga-se o cum-
primento do conteudo oo prazo de 15 diai. te nio qui-
zer ver o leu nome declarado por eita folba.
ai DJ-se dinbeiro a juros com penhores de oufo e
prata mesmo em pequeas quantias, e rebatem-se orde-
nados de empregados pblicos com clmalas : na ra
da Praa n. 22.
= Aluga-se urna boa cata anneza ao sitio do finado
Machado, no Alerro-dos-Afogados propria parase
pasaar a fests ou psra moradia por ter commodo-.
para graode lamilia : a tratar na rui
primeiro andar. .
Direita n. 82 ,
= Precita'** de um rapar, que entenda de ende ,
para eaiteirp. aa ra da Crut n. 32.
AlsjWBl|Bja caa com muitoi commodoa no
Poco da-Peoella junto aosobrado do Sr. Jolo|Prei: -
a tratar com Caetano Jos da Silva, oa ra do Quema-
do loja n. 8.
= Aogaie uma padaria prompla a Irabalbar. e
commuit> bonscommodos sita no A trro-dos-A fo-
Rados: a tratar na ra Direita, n. 82, primeiro an-
Precisa se saber onde mora o Sr. Antonio Pedro
de Barros Cavaleanti ouqufmheaqui o seu corres-
pondente, psrs se Ibe entregar urna carta de muila
importancia e de grande interesse psra o mesmo Sr. ,
vinds do Sul da provincia. Annuncie por esta folba.
__ Na ra do Queimado n. 30 precisa-sa ala-
gar pelo lempo de festa urna canoa de earraira ,
para duas ou tres pesioaa.
Precisa-se de 1:000* rs. a premio, por lampad*
umanno, com hypolbeca em 5 cscravos : quem qoi-
zer dar. annuncie. *
Manoel Joaquim Barbote, ounves estabeleeido na
caa n. 37, da ra do Queimado, precisa fazer orna
viagem a cdade da Babia; por isso avisa a quem se jul-
gar seu credor, queira apresentar seos documento* no
prazo de 10 dia*, e tambem avisa a quem tiver em sua
loja obras para concertar, ou tiver dado metal para al-
guma obra, ou meimo para negocio, qsjeira vir recla-
mar; certos deque.niovindo no prazo marcado, perde-
rlo o direito, e nio podero mais reclamar.
=Aluga-ses caa do litio do Areci, com bailantes
commodos para grande familia, e tambem se aMla o
aluguel com o rendimonto de cinco viveiro* depeiie :
a tratar com Manoel Luiz da Veiga, oa ra da Madre-
de-Deoi, n. 36.
= Aluga-ie um lohrado com muilo boa vista, mul-
lo fresco e de um sndar, com 3 quartoi rouito
bom lotio que chega psra outra familia por ler dons
quartos, corinh e terraco para recreio sito no prin-
cipio da rus Imperial : a tratar na meim* rus, o. 31.
= Precia-ie do urna lavadeira de varrell* ; na ra
Ja Aurora n. 38.
- Arrenda-se, vende-se, ou permuta-ie, por urna
cssa nesta praca, um poqueno sitio com casa de vi-
venda muitos aivoredosdo fruto, voltando-se o quo
forde razio : a tratar na ra do Cotovello o. 59*
= Aluga se, pelo lempo do fests urna casa no
Poco-da-Panella a margem do rio junto a casado
sacristio da matriz : na ra do Queimado botica ,
o. 15. .
= Aluga-se o seguodo andar por cima da botica da
ruado Queimado, n. 15 : a tratar na mesma bo-
tica. ,
James Hslliday vai para a Europa, levando sua
familia.
- O abaito aisignado faz publico que vendeo,
desde o primeiro de dezembro presente a sua venda,
sita as casinhas da ribeira da Boa Vista ao Sr. An-
tonio Fernandes de Azevedo, seu csizeiro ; outro aim,
aproveita-se deste annuncio para Ihe agradecer os bons
servaos quo sempre Ibe prestou em quanlo csiteiro ,
que loi sempro muilo capaz e verdadeiro para com o
abaito assignaJo nos negocios de sua casa e Picando o
Sr. Azevedo sciento que o abaito assignado he seu
amigo. Joi Soares Pinto Carreta.
ss Anlonio Femandes de Azevedo faz cente, que
n$o be maii caiteiro do Sr. Jos Soares Pinto Corren,
desde o die primeiro de dezembro correnle ; assim co-
mo fica assis agradecido pelo bom tratamento e har-
mona, com que sempre o tratou o dito Snr. Soares
em lodo o lempo que esteve em sua companbia dea-
de que aqui chegou de Portugal: licando o Sr. Soare
certo, que, em quanlo eu Ihe poder ier til aos seu*
servaos de bom grsdo os cumprirei.
Aluga-se a loja do sobrado da esquina da roa do
Hospicio propria para qualquer eitabelecimento :
tratar no mesmo sobrado, n. 1. (
= Manoel Joaquim Goncalves e Silva oulrora
Silva & Frago/o. fai iciente a- seui detedores (os anti-
gos), que quanto antes vio salisfazer seus dbitos, vis-
to nio estar resolvido s esperar mais do que at o fim
de Janeiro p. luturo; alias langari mi dos meios, que
lei Ihe laculla. '
= Aluga-se o primeiro andar do sobrado, n. xa ,
da ra dai Cruzes ; tambem ie aluga metido ao da
frente para qualquer pessoa, que nio tenha familia :
a tratar no segundo andardo mesmo sobrado.
- O escriio ds irroandade de N. 5. da Coneeieio
da CongreRatio convida a todos os irmios da mesma
pata reuniioem mesa geral. na forma do artigo 18 do
compromisso domingo 7 do correnle pelss 9 ho-
ras da manbia.
Prccna se alugar urna ama preta ou parda,que se-
, fiel, e que d. fiador a sua conducta ; a qual deve
saber engommai e maii servicos de orna cssa de familia:
no Alerro-da-Boa-Vista. n. 17, primeiro andar.
Hypolito Jos Elias tem contralado com a viuva
do fallecido Jos Francisco Pereira lser urna hy-
potbeca na cass ds travesa do Carino, n. 16, perten-
cenle a dita viuva.Tertulianna Mara: o por isso an-
num ia por eita lolha.para que, se alguem se achar com
direito ou slguma penhora a dita casa annuncio
por esta folba nestes 5 dias.com a pena de perder qual-
quer bypotheca ou penhora feita antes desta data.
Aluga-ie urna caa terrea nova asiobradada ,
com muitos commodos grande quintal, cacimba e
cozioba fra na ra da Pilma n. 17 : a tratar oa
prata da Independencia loja n 3.
Loieria do I heatro.
No dia 18 do corrente mez ando im-
preterivelmenle as rodas desta lotera i
e talvez antes do referido dia, se se extra-
hirem com a rapidez, que vao tendo, os
respectivos bilhetes.
as Na cesa de Firmino Joi Fclii da Rota & Irmio
acba-ie um prelo que diz perteneer ao Sr. do enge-
nbo Coneeieio Jos Gomes dos Sanloa, e que tambem
dizebamar-se Aoacleto. Faz se o presente annuncio
para prevenir ao dito Sr. ou a qualquer pesaos interes-
asda a tal reipeilo declarando se que se nio respon-
sabiliza pela fuga do dito escravo ; o qual appareceo
no dia primeiro do corrente. ,
Alugs-ie o segundo andar da propnedade o. 8,
ra da Aurora, com commodos baataoles e asseio : a
tratar na ra da Cruz, 0.13, escriplono de Bidguay
Jamison & C.


-Que tiver para lugar um quarlo e mesmo rne-
ladede urna cata para um hc-metn aolleiro aonun-
e.
_ Aluga-se o segundo andar do aobrado n. 22 ,
sito na roa estrella do Rozsrio : a Iralar no largo do
Collegio loja n. 6.
= Aluga se urna cesa (errea na ra da Sofbdade ,
com duas salas, seisquartos corredor ao lado, quin-
tal murado e outro cercado cacimba com boa agoa de
beber : a tratar n.i ruada Aurora n. 58.
- Aluga-se um dos mclhores sobrados cm Olinde,
na ra do S. liento parase pastar a Cesta por pre-
so ratoavel assegurando-se ser um dos melborcs, que
IIi existe poner multo prximo ao Varadouro com
linda vista para o mar : a tratar com tua proprietaria,
a iUva de JoUo Goncslves Rodrigues Franca Da mes-
iru Cidade.
Aviio importante. Attenco !
=a O abaixoessgnado tem a sati'slacSo de annun-
car eos seus Ireguezcs, e aut babitanles era geral des
la provincia i|iie pelo hiato americano Duroc, vindo
de Boston em 28 do mez p. p. Ibe chegorio dous cai-
xotetde pilulas vegetaes do doutor Brandrelh : o met-
mo abaixo atsignado afiance ao respeitavel publico ,
que sio as nicas e verdadeiras pilulas de seu proprio
autor que existem a venda nesto cidade ; por quan-
toesta autorisado pelo referido doutor para ser o seu
Hlente Os pretandentcs dirijo se a ra da Cadeia-
V elha l tica n. 36.
Vicente Jos de Frito.
Aluga-sc urna casa de sobrado de
quatro andares, com multo boa vista
|>ara o mar, e muito resca, com um guan-
do armazcm, na ruado Trapit-he-iNovo:
trata-se na rua da Aurora, n. 58.
=s Precisa-se alugar um prelo ciavo para o ser
vico de urna casa de pequea familia que seja dili-
Rento para laxer as compras na rua e tambem o ser-
vico interno da casa, menos coiinhar : quem o tiver ,
dirija-ce a ruada Cruz botica n. 47.
F. II. Lutlkeos tran-foro seu escriptorio para a
rua do Trapiche n. 16, segundo andar.
== Aluga-se o sobrado de um andar, n. 12. da rua
da Calcada ( ontigamente Manoel Coco ) com quin-
tal e cacimbo : a trtlar na rua do Trapiche n. 34.
Arrenda-se um sitio no lugar do Arroial com
cosa bastantemente jrondo e vistosa arvoros do fruto,
e baixa : u trates na rua da S. Cruz, n. 58.
Domingos Filippe Kerreira Campes retira-se pa-
ra Poilugal a tratar do seu negocio. O mesmo Jai
sciente ao publico, quedcixou do ser socio de Joao An-
tonio da Silva Braga, desde o dia 29 du novembro pas-
tado.
Aluga-se urna boa casa terrea na rua Bella com
duas salas, 4alcovas, umu dispensa cozinha fra ,
quintal e o cimba estribara para um cavallo, com
urna porta no quintal para um grande atierro, que (em
junto a mesilla caiu : a tratar na rua do Collegio, n.
15, segundo andar.
impede a gangrena e erisipela; tira aa dores de dente,
e inflsmmacao do olho; abranda as dores da gola scia-
lica ; mata a impingem ; abranda a* bel#brrboidas;
lira ai dore de cabera dissipa ot flatos dores col-
licat ; destroe os vermes: be excellente remedio para
as febres malignas pestilenciaes e reumttitmo ; be
<>pt ido para promover as violencias do txo feminino ;
cura os deluxos catarrbos, tosse asma e empyema ;
facilita a digeslo; conforta o estamago; excita o ape-
tite, e cura radicalmente ai molestias, que nascem de
lo ; cura dor de ouvido e be infalhvel para destruir
calo em menos de 15 das Vende-se as boticos
seguintes : na rua do Collegio, do Sr. Cyprianno Luit
'tu Paz ; na do Queimado do Sr. Jos Alexaodre Iti-
beiro ; e na da rua Nova do Sr Joaquim Jos* Pinto!
(juimaiSes, pelo pelo prec,o do 640 rs. 6 vidro ': o me
Ibodo de applicar acompanba o vidro
...= Vende-se urna escrova 11105a, de idade do 20.
annos, pouco maisou menos, muito boa para o ser-'
vi^o de campo por estar affeita a este servico e com
urna (Iba de 5 meies ; na rua da Cruz 00 Recito ,
n. 61
No armatom de Francisco Dias Ferreira, ao p
da alfandega venae-se por preco commodo vinbo em
barr* PRK ; lumo para charutos ; charutos meia re-
gala o regala boa a 1800 rs a can.
= Vendem-se efleclivarnenle.das 9 horas da mentirla
as 5 da tarde em a rua de S. Francisco sungamen-
te Mundo-Novo n C6 osseguintes livros : diccio-
nario Magnum Lexicn Mino ; diln francez eporlu-
guez por Funsi'ca; dito dito e dito porttil; dilo di'o in-
gle por Vieira ; dito dito geographico ; Selecta ;
Virgilio; Salustio;; Tilo Livo ; Fbulas de difieren-
tes aicBes ; Cornoho; Arle potica de differentea au-
tores ; Horacio; Terencio; Telemaco com estampas;
SB/b
o coxinblo ; duas ditas boas quitaodeirts ; duas par-
das mocas, urna he boa mucama : aa rua do Crespo ,
n. 10, primeiro sndar.
AlMioelB Antonio Pinto da Silva,
tendo de^scarregar o patacho Venus
at o dia todo correte, por isso vende
farinlia de superior qualidade, chegada
ltimamente de S. Matheus, e por me-
nos do que em oulra qualquer parte, tan-
to a bordo do mesmo patacho, como rio
seu armazem, na rua da Cruz, n. 54-
= Vende se um carrinho de duas rodas em muito
bom estado ; e um cavallo muito Lom para corro : na
rua estrella do Rozar io o. 43, segundo andar, des.
6 as 9 borat e meia da manhSa.
Em primara mtto.
Vende-te cera em velas da melhor fabrica do Rio;
rolla da Babia as arrobas ; vinagre de vinbo tinto
superior a 300 rs. a cenada velba : na rua da Sen-
zalla-Velha n. 110.
= Vendt-se urna botica das mais acreditadas, e com
o melhor sorlimenlo de drogas ; na rua da Cadeia to-
la o. 40.
= Vende-se um porta-licor em tua competente ca-
xa de laia envernisada, muito boa obra, por preco mul-
to commodo : na rua de Horlas n 62.
Manoel Antonio Pinto da Silva tem
para vender una porcodo melhor junco,
que aqui tem viudo, assim como um rico
sorlimenlo de charutos em caixinhas, viu-
do ltimamente da Baha, sendo regala,
. = Vende-se farinba superior, chegada recente-
mente de S. Calliarina vende-se pela medida velha sos
alqueires meies equarUs poi preco muiliniroo ba-
rato, e conforma as porcSs se far proporcional aba-
le : bordo do brigje Sagitario an-orado prximo
a ilbarga do caes do Pessc-o-Publico. Abater-e-ha ICO
rs. por alquire sos compradores qu 1 chamaren) e
forem conducidos pola canoa do referido brigoe.
= Vende-se um ptimo cavallo de carro ; na rua
do Bangel, n. 3. primeifoandatv
1.0.1 v U
ClLH S XI.
Arilhmotica de Besout, de Lacrois: Lomond mei-1 meia regala supci lirio, e de militas mais
Compras.
= Comprao-se escravos, al o dio 11 do corren te ,
de ambos os sexos para e rigen ho distante desta praca,
sendo mocos, o de bonitas figuras com oflicio ou som
elle ; anda sendo viciosos : na rua Nova sobrado de
um undar n. 53 dus 6 as!) boros Ja manhaa e do
neio da as 6 da I.rde.
- Compra-se urna casa lerrea com bom quintal o
cacimba cm qualquer dos baiiros, de S Antonio ou
Hoa-Vista ; nesla lypographia ou annuncie.
Compra-se um temo de pesos de Ierro de dual ar-
robns al 8 libras, usados; na praca da Boa-Vista
n. 13.
Vendas.
Na rua Direita, sobrado de um
andar, n. 56, vende-se, por muito
mdico preco, a casa terrea da rua
do Rangel, n. 49, com vintee
cinco palmos de frente, e setenta
e sete de lundo, cozinha fra,
quintal murado, e outros muilos
commodos, e que rende mensal-
mente 20^000 ris. Esta casa
acha-se hypothecada; mas o byp
tbecario nenbum bice pe a sua
venda.
* Na rua Direita, sobrado de
um andar, n. 56, vende-se a casa
terrea da rua das Cinco-Pontas,
n. 93.
RUA DO COLLEGIO,
Loja o. I.
Vendem se superiores grvalas de selim prelo a 600
rs.; casimiras, das mais modernis, a 1,200 o 1,400 rs.
ocovsdo; panoo fino, prelo e azul, a 2,500 rs.: meias
detenhora a 280 n. o par; chitas de todas as qualida-
des, de 120 a 300 rs.; madapoldcs, de I 40 o 280 rs.;
cortes de el itas de todas as qualidades, e do melhor
gosto superiores riscados francezet, polka, a 360 rs.
o covado ; e outrai muitat fazeodes, ja aonunciadas
ntsle Uiaixu : na niesma loja cima.
_ \ i'iidv-se um pequeo sitio com cata du vivenda,
muito fresco a maigem do rio agoa de beber ale
proprio para oan... e com proporc,dei para viveiro; ven-
de-se por commodo preso e at com preio na meUde
do ajuste : na rita de Aguas Verdes n. 21
BALSAMO HOMOGNEO SYMPATICO,
copostu Poa
Joo Bapliila Ntrvi, Italiano,
o qual (em a virtude de curar chagat o lridas novas
c velbas, paoaricio 'otbrax, carbucunlo: impede o Ilu-
so de taugue, procedido de qualquer corladura &c. ;
tre anees ; e outros que se deixio de annunciar por
oiofaser mu extenso o aonunco.
es Vende-se farinba de mandioca do Rio-de-S.
Francisco, a melhor que recentemente tem vindo a ette
mercado ; a retalho pela medida velba o em tsccas ,
por preco commodo : a bordo da barcassa Flor-do-fe-
ei/e funi/eada defronle do cees do Sr. Jos Hamos ,
ou em casa de Manoel Jos Goncalves Braga, ao pe do
arco de S. Antonio n. 2 : tambem ba para vender
500 meios desoa dosertio do mesmo lugar.
* Vende-se urna venda muito afreguerada rom
bons commodot para motar familia com quintal o
cacimba com os fundos que o comprador quizer ,
sila na Pansa em-ds-Magdalcna n. 13 : a tratar na
mesma venda.
= Vendem-se luvos de seda a 160, 400 500, 600
e 900 rs o par ; bicos de hnho de um palmo de lar-
gura; boloesde duraque para jaquela a 900 rs. a
grosa ; fitas proprias para medidas de S. <4maro ,
N. S. do Monte e Poco por sorem em conla ; luvas
le pellica paro bomem e que tambem tervem para se-
nhora a UBO rs o par ; litas de veludo encarnado o
de mais cOies ; meias de seJ.i para bomem brancas e
prelas a 1000 n. o par ; egulhas francesas em cal-
imbas, carloirase agulheirus ; papel de peso de marca
pequea; dilo almaco e mei* hollanda de varias qua-
lidades ; (etouras; caivetes ; penles de marlm para
lirer piolho ; ditos de tartaruga para marris ; bone
les de palha proprios para bando a 240 rs., e com
pala de lustro a 800 rt. ; e outias multas miudexns por
menos preco que em oulra qualquer parte : na rua du
(Jueimado loja de miudesas, n. 24.
= Nos Arrumbados conliiiufio-sc a vender Iraves de
40 palmos o coito o palmo um quadro de 30 pal-
mos em quadro e palmo e coito ; de 34, de 9 polo
gadas em quadro ; de 32 palmos o coito e palmo um
quadro; encbamoisj de 20, 22, 2o 30 e 36; crre-
meos e maos itavetsas de 30 ; caibrot de 30, bons e
' ordinarios ; estacas para aterro de embinua e oulras
madeias proprias. Acceitao-se encommendat a vonta-
dede oos compradores e Manoel Pereira de (vindon-
os he o oncarregado da venda nos Arrumbados' e se al-
guma pessoa pretender alguma cousa pode entender-
te, na rua da Cadeia do Becife, com o 5r. V cente Jo-
s do linio e em S. Antonio n i rua larga do Rosa-
rio comoSr. Jo5o Juvinlbo Pereira Cubral.
sa Vende-se urna prela de na^o de idade de 18 a
20 annos unsaboa lem principios do cozinha e b
quilandeira por preco commodo ; na rua das Cru-
zcs, n. 4 i, segundo andar.
De pasito de farinha.
= No armazem de porta larga do caes de Collegio,
ba |iara vender farinba de mandioca de todas as quali
dades, ensaccada ou medida pela medida velba;
asnni como arroz pilado; ludo por'menos preco que em
oulra qualquer parto : as pessuas, que quizeiem gran-
des porces para embarque, leem a vantagem de poder
receber u bordo do brigue Phenei : e no mesmo depo-
sito se encarrega do despacho e embarquo e senipre
temembaretcoescom farinba no porlo.
la a pe de Lisboa.
= Vende-se, na preceda Independencia n. 4,
chegado prximamente a 4000 rs. o bote.
= Vendem-se suecas de farinha de Muge fina a
4800 rs.; dilas de S. Matheus, a 4200 rs. e alquire
medido a 3800 rs. ; gomrna de engommvr, a lOj rs.
o alquire ; arroz branco a 2j rs. a arroba; saceos
novos de estopa pera (arinba, ou milbo a 500 rs.
na rua da Cadeia de S. Antonio n. 10 deposito de
larinba.
= Vendem-te cortes do finissimss csssa-chilas de
goslos muito modernos a polka e ebegadas ltima-
mente, a .j500 e He rs. ; ditos de chitas de lislrasen-
viassdas, e muito finas, a 4500, 4000 e 3500 rs.; cam-
buia lisa do vara de largura propria para lorro ,
320 rs ; dita muito fina com pequeo deleito, a 320
rs.; casimiras do algodao de quadrot, a 480 re. o cova-
do ; macedonia de quadrot e listrat, padres escurot ,
i 480 rs. e oulras multas lerendas por barato preco :
na rua do Crespo, n. 14, loja de Jos Francisco Das.
I'ela medida velha
vende-se farinba, chegada ltimamente de S. Ma-
theus, de superior qualidade, e por menos do que em
oulra qualquer parle, bordo do patacho l'enui, do-
fronle do caes do Collegio, c na rua da Cruz, n. 54, a
.'aliar com Manoel Antonio Piulo da Silva
Vende-se um prolo de meia idade, por 150*
rt., bom para trabajar e botar sentido a um sitio ; ti
ditoa mocos, para lodo o trabalbo; 6 escravas com boa
labilidades, duas lio recolbidas coseui, eogommio ,
qualidades, ludo por menos do que em
Ou'ia qualquer parle, para se desoecupar
o armazem : na rua da Cruz, armazem, n.
I*.
Vende-te a armario da loja n. 27 na rua do
Livrament paraqualquei eslabelecimenlo em bom
estado e cm conla : a tratar na mesma loja
= Na venda nova de 3 j orlas di fronte do becco do
do Trem continua-se a vender vinbo de Lisboa ,
Figueira e 'citoria ; cha nacional dito perola, dito
hysson da India a 2240 rt. al 3200 rs. a libra; la-
rinba de ararula a iO rs. ; dita de Maranbao a 120
rs. a libra e em rnaior porco a 100 rs.; msolei-
ga ingleza e francesa e lodos os mais gneros de ven-
da de boas qualidades e muito em costa coui dinbei-
ro a vista. '
= Vende-se cera branca de superior qualidade ,
em gamelat, .por preco commodo ; no armazem de
Fernando Jos Braguez ao p do arco da Concerno.
= Vendern-ie duas prelas mocas de 22 annos de
bonitas figuras cozinbBo perfeitamente engommio
e a/.em lodo o man servido de urna casa; duas dilas
para todo o tervico e propriaa para taholeiro de ia-
zendat ; urna mulatinha de 12 annos, muito boni-
ta : na rua larga do Bozario, o. 46, segundo andar. ,
Vendem-se 12 escratot, de idade de 14 a 24
ani.os, coro algumas habilidades, sendo um cozinbei -
ro lava, engoroma o coso ; urna mulaliuba de ida
de de iVann s; urna pardo, de 18 annoa de bonita
figura, proprio para pagem ; lodos por preco commo-
do: oa rua da Cruz n 51.
= Vendem-se relogios do ouro patente ingles;
um cbronomelro : na rua da Cruz n. 13 escripto-
rio de Itidgnay Jamison & Coin| anhia.
=s Vende-se polatta americana, ltimamente che-
gada em barris pequeos; meias barricas de fsnoba
gallees ; lencos de soda ; selim de Maco ; tudo por
preco commodo em casa do Matheus Autlin & Com-
panbia na rua da Alfandega-Velba n. 36.
= Vende-se potssta muito nova, e de superior
qualidade, em barris pequeos: na rua da Cadeia do
liedle, arm'a/em de assucar, n. 12.
= Vende-se um berco paja menino por preco
commodo ; no Hospicio, n. 44.
James Halliday, nao tendo effectuado a venda.no
leilo. da sua prata vende-a agora ; sendo um lindo,
apparelho para ch.-i e caf paliteiro castceos sal-
ta ecolheres, tudo quasi novo e obra de Portugal ;
vende junto ou em pecas separadas por muito m-
dico preco na sua casa rua do Pilar, em Fra-de-
Porlas n. 135. primeiro andar. I
= Vendem-se presuntos pars fiambre quoijos lon-
drinos mostard.i, conservas, tudo vindo no ultimo
Oavio de Inglaterra ; na prava do Commercio arma-
zem d Ji'So Carrull & Companbia.
= Vendem-se chspeos de manilha de superior
qualidade por preco commodo ; na rua da Cadee*
lio Itecile n. 2.
'topsjapoui so5sjd a aep|i>io3
sa sspuezt) ap ojuaiuiuos uioq mn e : s^nisui e te|ip
! uiiod a ssijiii ep sajioj souiopoui sjoipnd ap sajoj
ap suiRjqiuej ep 0)uauii|jot uioq mn apua as maquisi
siuiinjnas [sepuap ss as-opuaq'sMj ssj|tom* jap
tpunp es oju 'japuajajd se menb a a iijimv uiss e ap
-ui| ojs supo) ttpuazij sepuajaj sy -opasoso tuaiuu
eiatszep t sssy ijjoj osoH moq ap se8ji| tszaa
-usj) st) qa : opitoa pva o||at uin ep oaazd oitjsq os
sojsi|uiej tosn oj)no a emaaap ssijaqoa sstaui jzq
os Bjud toijdojd taiQo seineaijip uioa *R| ep toaiaui
P : opesoa o suaiuis esou ssxy sazyj ep a toqu
-jpnim oi\ oqu|| ap toqutpssiu uto tpss isas)
-d zajj i y/Q pp b| a apa ep soiip seaeied oeuia e
'oquemai ep t/ moa aptpi|tnb euisam sp to|ip uin
pa *sj eiuaiio a soiuaa 0|o e piu snop ap oaajd oaip
-oui oe oqusuiei ap s/g squiiui| esopiaai soitug
sa,uB||89X9 ep sajoa moa oqt|'a op oiiaqoy ep sa|
-eqa ut-uiapues 'ojuoiuv "S apoajao ajad 8)uajj uioa]
* oi0||oq op enz ap euiobta 'ossej op ilo| j _
(,) -epipua* eq
ano jod oaajd o)jq o|ad |etspuamuoaaj sftti at-su
-jo) a 'uiri|e ojiejap tuau seustt uiaj o(u tpuestj aiip
eiqote : star 8)ua)o a soiuoa oio o |ui snop ap odejd
oaipoui 0|ed saxij sojoaa uin tpsasopesoa gi moa
' 0(l"!a P ojjeqovj BP arpad equiio| op opjitet
ep saijoa uiistv ruaq a i uin spsa opeinja mn ep oaajd
binujuiip o|ad tazo ssoq a spes |e*ijuos ap toa
ub| at-uiapua* oiuoiuy g ap oaze o ajad ajuajj moa
' oiajioj op mj ap tuinbsa ostej op e|oj bjj =
Veodem-te chitas prelas de muito superior qutlidl-
de e lindos padiSes.
-= Vendem-se chapeos finca de castor ; na cata de
Joao Slewart, n. 5, rua do Trapiche-Novo.
Vende-se doce de caj seoco e de calda, de
oulras qualidades ; bolinhot para cha ; tambem se la-
ten* bandejas enfeitadat com ramos e flores da alfinim ,
todas as qualidades de sobre-mesa bem como pastis
de nata, e de carne podins tremedeiras doces de
ovos tortss pastelees, tanto de doce como de carne :
na rua Direita, sobrado de urna andar n 33 ao p
de dous de verandas douradts.
= Vende-se um moleque pega .de muito boa fi-
gura de 16 a 18 annos de idade cotinheiro e pro-
firi de todo o servico de cas* a de campo ; um pardo
carreiro de 20 annos, pouco mais ou menos, a de
todo o mais servico ; um casel de esoravos, sendo urna
parda, perfeita eozinheira engommadeira, lavadaira,
rendeira e multo desembarazada para todo o mais ser-
vico de urna casa ; um preto proprio tambem do tervi-
co de casa e campo : na rua da Cadeia de S. Antonio ,
0.25.
* Veade-se orna prata moga, de dado de 17 an -
nos, recolhida com algumas habilidades; na rua
du Vigario, n. 33 de n.anhia at as 8 horss a do
meio dia at as duss horas.
-Acho-se venda, na loja
do Bom-Daraleiro, na rua No-
va, n. 6, lanternas mgicas,
pelo preco de 4^000 ris ,
chegadas prximamente de
Franca.
Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ye-
llia: na fabrica da rua Imperial,
n. 7; rua Direita, n. 53, venda
de M. Miranda; no Alerro-da-
Boa-Vista, fabrica de licores de
Frederico Chaves; e "na rua do
Trapiche, armazem de molhados
do icolle.
Vende-se a Venda n. 3 da Gamboa-
do-Carino, que foi do fallecido Lourenco
Jos Ferreir* : quem a pretender, diri-
ja-se a mesma, tratar com Serafim Jos
Correia de S.
Vende-se, por preco rasoavel, urna cata terrea ,
bem construida econi bastante* commodos, sila na
rua da Alegra ; na ruada S. Cruz, n. 38.
= Vende-se, por precisio um sitio na estrsda de
5. Amaropara Belem, coui muito boa casa a moder-
na para grande familia bastantes arvoredos de (ru-
to de vanes qualidadet trra para planlacao I aisa
paxa hortalica e patio para 6 vaccas de leile : a tra-
tar na mesma estrada pastando a ponte, o primeiro
do lado direilo ou Oa rua do Rahgel, n. 17.
= Vende-se um cavallo alazo em boas carnes e
semachaques, carregador bsito por preco commo-
do; na rua do Trapiche n. 32.
=V> nde-se um sellim de mola muito bom com
todos os arreios e urna manta de eouro do once ; tu-
do com pouco uso : na rua da Cadeia casa de cam-
bio n. 24.
lisera v(s
.
("} Por pedido do autor deale sonuneio tai ellepa
finado como est.
Fugio no dia 25 dop. p. una escrass de no-
me Luisa, cornos signaes uguinlet: estatura regu-
lar roslo redondo nariz chato ; tem un denle uoi-
eamecte na frmle ; raspou-se-lhe e cabecs ba pou-
cot diat, reforjada do corpo e fula ; levou velidot
rouxo cemita de elgod&ozinbo e panno da Coila ;
tem not dous dedos grandes do p signaes de angi-
nhot, que levou ; ella 'ja 'oi pegada pelos capiliea de
campo no lugar do Arraial, e, na occasiiode a condu-
zirem dissera que nao ende.a fgida e ellos a sol-
tarlo e consta presentemente que anda pelos luga-
res da Boa-Vista : quem a pegar leve a rua das Trio-
ebeirss n 18, que ser recompensado.
- Fugo, ou furia rao o moleque Julio em
25 de agosto de 18i3 bem conheeido por vender
cangica de navio Benguela seceo do corpo meio
fulo de 14 annos, pouco mais oa menos ; tem o
embigo muilo grande, eom um laqumbo tirado na
pona do urna orelba : quem o pegar leve a rua da
Guia a seu senbor Manoel Antero de Souxa Res
Anda anda fgido ou luilado o escravo de no-
hiejacinlbo, de naci Roblo da 22 annos. de bo-
bil figura bem preto, eom urna marea no peilo et-
querdo a imitacio de urna ancora falla meia desean-
cada toma batante (abaco lugio a 20 de m.io de
^1841 i quem o pegar leve a rua da Gua sobrado
pe um andar n. 7 que rec-bera 100# rs. de grati-
licacio de seu senbor Manoel Antero de Souza Reit.
PERK. J KATYP. DE M. F. DE VARU 18^5
J


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