Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05921


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Full Text
Atino de IftlH
Sexta fera 91
0 DIARIOpublica-se todos os das que
,iio form de guarda: o prec-o da assigna-
tura he de k t%. por quaitet vngm adianta-
doi. Os annunciosdos assignantes sao inse-
ridoiarazo de 20 ris por linlia, 40 rs. em
typo differente, e as repeticrtes pela inrtade.
(ls que nao forem assignantes pagao 80 rs.
por linha, e 180 era typo ditfereute.
FHASES DA LOA NO MEZ DE NOVEMBRO.
Crescente a6 as 3 h. e 55 minutos da tard.
l,na cheia a 13 as 10 hor. e 35 ma. da tard.
Mcngoante a 22 as 2 hor. e 6 m. da tarde.
I,ua ora a 29 as 9 h. e 22 min. da manha.
PARTIDAS DOS CRREIOS^
Coianna, Parahyba, e Rio Crande do Korte
Segundas e Sextas feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Forrnoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1. 11 e 21 de cada mes.
Garanhuns e Honito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e28.
Victoria as Quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 h. e 6 minr da manha.
Segunda as 10 h. e 30 minuto* da urde.
de Nvembro.
Anno XXI N. 161.
!"
DAS DA SEMANA.
u. I
17 SegundaS. Gregorio, aud. do J.dosorp.
T edoJ.doC. da2. v., doJ.M. da2. v.
18 Terca S. Romao, aud. doJ. do clv. da 1.
v., e do J. de pai do 2. dist. de t.
19 Quarta S. I 2.* v., e do J. de pai do 2." dist. de t.
20 Quinta S. Flix, aud. do J. de orph. e
doJ.M. dal. v.
21 Sexta S. Gclazio, aud. do J. do civ. da
1. v., edo J. de pai do 1. dist. de tard.
22 Sabbado S. Cicilia, aud. do J. do cir. da
1.* v., e do J. de paz do 1. dist. de tarde.
23 Domingo S. Lucrecia.
CAMBIOS NO DA 20 DE NOVEMBRO.'
Cambio sobre Londres. 27 d. p. lfaOOd.
Paru 355 iris por franco.
Lisboa 120 a 125 p.c.pr. p. ro-
se, de let. de boas firmas 1 '/, p. /, mes
Ouro Oncas hespanholas 31*000 a 31/500
Moedade 6/400 rol. 16^*00 a 17/100
i. m de 6/400 or. lfj500 a
de 4/000 9/0*1
Proia-Pataces .... 1/R80 a
Pesos Coluinnares. l/*>20 a
- Ditos Mexicanos 1/840 a
Pratamiuda. 1/700" a
17#000
9/200
r/920
1/940
1/880
1/760
Accdei da C do Beberibe de"50/000ao par.
DIARIO DE PERKTAMBUCO
PARTE OFF.CIAL.
Govemo da provincia.
EXPEDIBNTB DO DA 17 DO CORRERTE.
Officio Aocommmdante diiarmsi, recommendnn
do expedirlo de ion orden, pora que a Iropa de pri
meir liaba neila capital existente, lorme em grande
pirada cotn ai doai legidet da guarda nacional delta ci-
dade, pelas 3 horas da. tarde do dia 23 do crtente,
fin de eoDipanhar a prnciisSo de Corpus-Ckristi; e
bem asiim, pan que fortaleza do Biutn de as sal -
rss do costme, qumdo a procissio pinar pelo con-
vento de Sao Francisco. Officiou-ie i respeito ao
commandante superior da guarda osciooal do Recife,
encarregindo-ie-lbe o cominando em chele da parada,
e rccomoiendando-se-lbe (ueste a ella comparecer todos
os guardfi dispensados, em caja dispensa se nio com-
prebenderlo marchas da natureza detta; e comuiunicou
e ao Exm. e Reverendsimo hispo diocesano.
DitoAo director do lyco, ordenando, faca abrir
concurso para a cadeira de primeini letlrai da povoi-
(8o de Goionninha.
DitoAo commandante da estacio do centro, decla-
rando, que, com quanto a presidencia se ache disposta
a mandar satisfaier quaesquer requ incoes, que a bem
do tarrico Ibe forem dirigidas pelos commandantei dst
embarcicoei de guerra, sua estacio perlencentei, que
viorem ao porto delta provincia, todava estranbou ao
commandaute do brigue-escuna Caliope baver recrula-
do neile porto sem a tus interferencia ; e que n8o s
continuar a estra.nbar, como at a prohibir, que assim
se continu a praticar, em quanto por ordeni superiores
nio for autorisado um semelbants comjiortaniento aoi
referidos commandsntes.
DitoAoengenbeiro em chele, icienlifieando-o de
baver mandado salitfizer, pela pagadoria militar, o que,
alm da quanlia filada no respectivo orgamento, ledui-
pendeo com os concertoi do paiol da plvora do forte do
Buraco. ,
I'o: t risa Reformando, na guarda nacional do Li-
moeiro. o tenenle da primeira companhia do esquadrio
de cavallaria. Antonio Mendei da Rocha, o tenenle da
quarta companhia do primeiro batalbio, Joaquim Per
reir Giraldei, e o capilio da quinta Frapciico Paulino
Gomes de Mello.Participou se ao commandante su-
perior interino da guarda nacional do Limoeiro. por
cujo intermedio forio estas reformas propuitu pelos che-
fe dos corpos, que pertencem os reformados.
DitaAo inspector do arsenal de marinha, determi-
nando, laija passar para bordo do brigue-escuna Caliope
o recruta de marinha Manoel Francisco da Silva, e io-
dos os que estiverem em deposito, com eicepgode Joio
Francisco, que fica a disposiefio do chele de polica.
Communicou-e ao chele de polica.
Commando das Armas.
CircularEm virtude do convite,que S. Exc. Reve-
rendsima, o Sr. bispo D. Joio da Punficacio Marques
Perdigio, dignou-se dirigir ao brigadeiro commandan-
te das armas para acoropenbar, conjunetsmente os Srs.
officiaes, a loleinoiisima procissio e Corpus-Chiistt,
transmilte omrsmu brigadeiroaseus cantaradas esta edi-
ficante disposkio do nosso virtuoso prelado, desejando*,
que compareci na igreja matrii. de Santo Antonio, pe
la?i 4 horas da tarde do da 23 do correte mez, em des-
empenbo da rcligiosidade, que Ibes be inherente. Quar-
tel general na cidade do Recife, 18 de novembro de
1845.Antonio Coneia atara.
EXTERIOR.
INDIA E CHINA.
Noi mercado* da India e < bina se abre agora aoi In-
gletei um novo ramo de commercio, que be o de sal.
as poiieiioei da companhia, titsim como no celeste im-
perio, o commercio do sal be por estanco, tendo o go-
vemo o monopolio. ltimamente a companhia,para fa-
ter eessar os clamores, que te levantavio de um a outro
extremo da India contra este commercio oppressivo
permittio a introdcelo do sal eitrangeiro; porm, lub
jeitando-a a direitos muito subidos. Esta tolerancia em
nada tem mudado o ivstema de contrabando, feito at
pelos empregadossubalternos da administracao. As sa
linas da companhia as margens do golfo de Bengala
dio tal de muitn mi qualidade, o o trabalhadores sao
dirimidos pelas febres e colera endmicas. Pelo contra-
rio, pde-se comprar o melhor lal em Liverpool,a razio
de 10 a meio hillingt a tonnelada ; e ajuntan lo todas
ai despetas de transporte, seguro, etc., pode vender-le
em Calcul a razio de 35 thttlings, iilo he 40 por cento
nuil barato do que cuita companhia o sal, que tira
das suas salinas. Se le considerar o immenso consumo
deste genero na India, onde i na preiidencia de Ben
gala te comomem 250,000 toneladas, ver-se-ha quio
grande he o beneficio, que podem realisar a compa-
nhia o commercio ingles, admittindo o sal eitnngei-
ro. Ha doui un no, tratou-ie em Calcuta de adnwttir, no
mesmo p doi navioi ingieres, o sal disoutrai nacdei ;
porm a companhia nio quiz annuir a esta peticio de
alguna doi leus empregados superiores, proposito que
em ultima analyse era lio ventajosa i companhia, como
a navegacio em geral.
Hoje, por eleito das reprsenla!Oes do tribunal do
i'ofiniiercio, a unta doi directores da companhia, ou,-
como lh'' chaman os commerciantei da City, os soln*
de Leadenball-Street, decidirn eitabele-cer em breve
una grande redcelo doi direitos na impnt lacio do sal.
Esperando este aconlecimonlo, tem tahidode Liverpo I
navios carregadoi deste genero para a India e Hong-
Kong.
Na China, como temoi dito, o governo conserva o
monopolio do sal, que constitu' um dos principses ren-
dimenl s do celeste imperio, porm o contrabando in-
gles tem comecado a laier guerra ao monopolio im-
perial. (Globe.)
HAYTI.
Pnrto-Prineipe, I dejutho. Asseguro.que acidado
de Cayes dirigi ao presidente Pierrot urna peticio con-
cebida em termes alKum tinto insolentes, e eitava espe-
rando a sua resoluto com as armas na iniio. Se o ge
nenl nio responderse as luai iniinuacei, como os re-
querentei desejavio, estavio dispostoi o partidistas de
Acaou a atacar o governo, e ohrigar o presidente a en-
tregar n mando as mioi do ebefe rebelde. Hu tal o es
tado de anarchia deita repblica, e tantos o desgostoi
que tem o general Pierrot, que le teme pela sua vida.
Um peridico de Jamayca diz, que sali por boa vil,
queieacba prxima a Hayti urna esquadta francesa
com o fin de obrigar os Haytianos a pagar a indemnia-
cio estipulada no tratado de 1850. (tbmmerce.)
EslevSo. Estas armas, que le esperavio em Lucerna, mediatamente no exercicio da vara,
forio conduridii a Zofing. [Gaiela de Bem*.
GRECIA..
Alhear, 10 de telembro. A liluacio do gabinete
Collelti comeca a inquietar os seui defeniorei. Todos
principiio a conhecer. que a sepiracio de Metaxas, em
vez de dar, tirou grande forcB ao ministerio grngo, que
hoje he vivamente combatido pela influencia ingleza e
moscovita. O principe Maurocordalo, representante da
primeira, e Metaxas, que marcha afrente do partido
russo ou papista, lio os cheles dessa opposicio. Grande
talento e babilidade necesiita Collelti para triumpba
dos leus rivaei. (Gazttte de Aug^bourg.)
8AXOKU.
Dresda, 17 de letembro. Alm do acontec ment
danomeaco do presidente da segunda cmara, ou-
tro successo tem tambern causado muita sensacio no
paiz. Desde o estabelecimento da conslitui^iio era
costume quo o presidente da cmara alia diiipsse,na
sessilo regia, urna curta allocuQo respondendo ao
Ihrono. Este privilegio exclusivo da primeira cma-
ra encontrou sempre na asseinblca popular una vi-
va opposiQilo, e o anno passado a cmara dosdeputa-
dos dirigi ao governo um protesto contra esta pre-
ferencia, pedindo poder tambern apresentar ao reia
sua mensagem. O governo, temendo que a cmara
dosdeputados aproveitasse estacircumstancia para
manifestar a sua opposiQo, evitou a difliculdade,
decidindo que para o futuro ncm urna neni outra c-
mara dirigiriSo mensagem a S. M. Esta decisiio vai
produzir vivos debates no parlamento saxonio.
dem, 19. Na sessilo da segunda cmara o depu-
tado Toolapresentou urna proposla, para que a as-
sembla se oceupe iminediatamente da discussflo do
projacto de resposta aodiscurso do Ihrono. A pro-
posta esta concebida neslcs termos:
Pego que a cmara se sirva resolver que se entre
na discusslo do projecto deiesposta ao discurso da
cora, para cujo effeito so nonieara urna cominissilo
extraordinaria encarregada de redigir e apresentar
a cmara o dito projccto.no pra/.o niais curto, reser-
v*fldo-e eemtudo a apresentaQao da resposta, al
que ella so tctiha discutido nesla cmara, dando-se
conta disto primeira cmara, deixando-lhc a elei-
cAo de redigire apresentar ou nfio umu resposta sc-
melhante. <>
epois de um acalorado debate a proposta foiap-
provada por 57 votos contra 14.
(Gazette de.Leipsick).
{Da lie.'tauraco,')
UM CAPLUCHO DE PRINCIPE. (*)
XII. .
Dos quatrn peraonagrna que rui capitulo antecdeme
nomranius, um, > conde d'Artoi"'i> acliava.em |m-
aicao franca r desriubaracada.; cm qaanlu espemu nc-
cullar rainha na uov aventura, hav>a-ie cnuservadci
em prudeiita reserva, porque cvnliee.in o principim de
Miirir-Aiiii>iiieile ; i;iLia que ioU ea uli gre eipanrSu \
iibnnduui! apparrniu enonbria til* uma> alma, delicada e
uui eipiril severo iicnlii, e que t> Dii'llinr meio de alcatifar o aeu perdi
para urna falta era cunfessa-la cus franqucia, e repra-
la com nubresa.
Par iaio, lugo que Gastan te relimo, qusndo o princi-
pe fe lealdade du marques de Somfrvail u Meririciu
de seu raprichu paasageiro, a ana primeira lembrancJi
(> Vide Diaria n.' 257.
ALLEMANHA.
Francfort, 10 de eilembro. O conde de Medem,
enviado extraordinario da Ituiaia junio t coite de Vien
na, e o marquei do Douro, filbo do duque de Welling-
ton, ebegirio a ella cidade.
O principe de Melternicb e a princeza parlirio do
caitello de Jobannisberg hontem de manbaa para se di-
rigirn) ao caslello de Kceaigsberg di Bolieu ii.
O duque de Cambridge, que viaja, com o titulo de
conde de Colloden, vindo dejupterra por Colonia e
Coblentia pissou hontem pola nossa cidade a cu ni i n lio
pira Rampenbeim.
S1SSA.
Verta, 10 de eetembro. Hontem le reuni o grio
conceibo em lesiio eilriordinaria : doi 240 membro*,
de queie compe, 230 eilivio prsenles
O conceibo executivo reduiia-se a pedir, ou a appro-
vaco doi leus actos por meio de um voto de confimea,
ou a autoriiavao para se retirar.
No dia 8apprebendeo-ie en Rohrisch (Argovia)uun
caixa procedente de Neufchatel, que conlmbu umii 600
espingardas, que le suppde serem da fabrica de Santo
INTERIOR
fui confinr-ie Marie-Antoinrtle, que elle aniiva" cumo
um irmao, e que tinlia por elle urna amit.ide te/na e af-
fecluuia de una irnia.
Pemem us leilorea qnal seria a aun admiracao, quandu
depoia de al m venar algumas alamedas de Trianun o aca-
so o pi em preienca de Mr. de Furges.
A' villa d conde d'arloii, o vrlho genlilhomera ien-
lira reanimar-ae-lhe tuda a colera rrcolhiiia em aeu pei-
to desde a veapera. Eaquecidu da dntancia que o aepa-
rava do principe, desdentando a homilliadura inlerven-
{4o da rainha, e sem io importar oro aa oflieiuiaa nd-
verleuciai do bati, fui precipiladamenlo ao encontr
do principe que tile cunlieira au primeiro olhar; e
cm uulro prembulo, ulamou >em ceremunia:
Ora, iouvad* aeja Uem! euimnlrci-o em hm !
Din va| prearnliiiii'iiio. orna buibraiica confusa ad-
en tu o ('nild.d'Ailiii* que eaae anciio de cnbeiloa bran-
coi era o linuiciq'quo ello havia ulirajjdo, que ene que
aaaim llie rllva tinhle lguuia orlt- o dir.ilo de o la-
ier; can um pililfc que tinha anie ai um velbu solda-
d.HtaL^jrMC"''lli""iem, um pai com jualica irrita-
parMlU V^alBi panul, e cora o ton da perauaiio.e o
i uuho da verdade disae-Ihe: t
Senlior, pei,o-llie ptrdj^ vjfcrque lenh merecido
aa auaa increpacei; otas uaein euvir-me, que nina o
RIO-GRANDE-DO-NORTE.
Correipondeneta do Exm. Sr presidente da provincia
com os juizes de direito eche/e de polica du misma
N. 27. Accunndo a reoepcio do officio, que a 5
do mez pinado Vmc me dirigi, noqual me partici-
pa que o leu 1.' lupplente como juir municipal, Ma-
noel Baplitta doi Santos Brilo, arrugando si o lugar
de juiz de direito da comarca, o proceuari e pronun-
ciara peloi crimes de reipomabilidade, previstoi pelos
arligoi 128, 137 e 140 do cdigo criminal, como com-
a do officio do sobredito Biilo, e da certido i. elle in-
clusa, que ludo por Vmc. me foi enviado ; cumpre
me significar liio que o mencionado 1 lupplente o-
brou muito em regra; porque, sendo Vmc. impedido
de conbecer ue denuncias, contra Vmc. intentada!, por
quanto ninguem pode aer juiz em cauta propria, e -
lando, como se acba, tambern impedido o 2 "substitu-
to, o doulor Brito Guerra, he fon de duvid, que o
Mencionado 1."lupplente era o competente paralo-
mar conbecinienlo das ditai denuneiai, ecomeguin-
temente qu he Vmc. rigorosamente obrigado a subjei-
lar-io i decilio por elle proferida : e como foi ella con-
traria Vmc, uto he, como loi Vmc. pronunciado,
eieja urna dai coniequencias deste acto judicial, noi
crimes de reiponnbilidade,a luspensao de todas ai func-
?6ei do emprego, que se eierce, nio padece a menor
duvida que nio obrou bem Vmc em deixar de ubedo-
eera interlocutoria, deque se trata, sobrestando im-
palavra leuho a diter, nao para justificar-ron, maa para
atienuar ai mnima culpas ; a sua llia coniervou-se
digna de seu pii i a ma til ha eal em liberdade, o o ci-
liera.
_ Que dit V. altezaP Minha filh.il Carlota!
! Irea eiclomacAee arrancada pela lurpreta e ale-
gra, exprimirn ncaaa liii(oigein que se nao pode imi-
tar, a tanta embriagues do curaco, e a exallaclo do a-
luor paternal.
Ntu pode o velliu inppnrtar o exceao de loa alegra,
cambaleou, e por.eerl huuvera cabido, o conde le
nn huuvera chegadu para iiutc-lo.
Quando ae elle rcatabeleceo um punco, conlou-lhe o
principe ludo quanto au havm paaaado pela manhia, a
entroiala que litera ruin Gaalun, o nobre comporla-
inenl" dele (dalgo, e lermiin u disemlu-lhe :
_ Scuifilhua o eiperso; veoha, Sr. nlu perca um
ilutante; all eal a minba carruagem, digne-ae accei-
ta-l.
Ljfdrlr. de Forgea recuioo quanto pode, mal o conde in-
aiilio.
Dcvo entSo eu penaar, Sr., dne elle em fim, que
me au quer absolver de urna falla, que, juro-lhe, eu
mrtuio nunca me pcrdoarri inteiramenle?
Vencido por tunla lealdade, junta a ama franqueza
lio cheia de nobrea, o velho genlilliuiuera euteudeo
que occopa-
va ; o que Ibe ordeno fici, apean eite receber,
sendo que, melhor avisado, j o nio tenhi feito. Deite
modo Picar desempeada a aecio da justci nessa
logar, e cesura o conflicto por Vmc. tuieitido lem re-
lio alguma plausivel. Deo guarde a Vmc. Pilcio do
governo do Rio-Grande-do-Norte 10 de miio de
18 45. Dr. Casimiro Jote de Mjraes Sarment.
Sr. bacharel Luiz Francisco da Silva.
N. 28. Ao chefn de polica ordenando-Ihe que
expedisse as convenientes ordens, a fim de que ieji cap-
turado o desertor Antonio Francisco da Costa.
^MaiiuaaiaiaaMMaataanaaaaMaiaiaaaaMaaaMaaaBaaaaiMa^MM
iisceaiiea.
IH'BST.aO DK Jl'IIISPRIDENCIA PBNAI..
A divisSo e independencia dos poderes polticos
nilo he j um simples principio, he um axioma de
direito constitucional. Todas as constituiQOes o
proclamio, desden que primeiroannunciou Euro-
pa o triuiiipho da lei commuin sobre as ruinas dos
privilegios.em 1701,at aque ltimamente, cm 1838,
i'echou entre nos a longa serie de iufelizes tentati-
vas, amprahendidas nos dous mundos durante meio
seculo, para a resoluQiio daquelle importante pro-
blema. Mas nilo ha ncm urna s d'cntre ellas, que,
desdo a primeira at a ultima das suas disposiedos,
nilo csteja cm flagrante rontradiccffo com aquello
principio vital de todo o governo representativo.
lua forzosa cousequencia dcsta fatal aberrarlo
da lei fundamental tem sido.queasassemblaslegis-
"ativas eosgovernos della emanados, accumulando
abusos sobre abusos, confunden) todos os poderes,
calcan aos ps todos os dircilos, lornflo a legislacSo
um verdadeiro cahos, desautorisSo a magistratura e
desmoraliso os povos.
Ha justamente quinze annos que, vendo assomar
pela segunda vez no nosso borisonle a aurora deli-
perdadelegal, masenvolta as mesmas nuvens,cujo
i u Lh i havia subvertido as trevas a primeira, fiel
minha divisa, vitam impender vero bradei l do
desterro, para ondo me haviiio arrojado os satellitos
do despotismo, avisando com desinteressada fran-
queza aos extrenuos conductores da barca do estado :
Que si ijiiido falsa derrota: que mudassem de rumo sol)
pena de se verem bem depressa envolvidos nos hor-
rores da anarchia.
Kra Iraca a minha voz: e portento n8o meadmirei
deque nao lossc esculado. Debaldu os successos,
coiilirmaudo aquellas predceles, tem viudo refrja-
la. Mas ncm por isso abundonarei o meu posto.
Da atalaja, onde me cbainou a voz da patria, nSo ces-
saici de dizer toda a verdade, em quanto no meu paiz
se me izer a justicia de acreditar que, se com deno-
do escm reserva, combato as decisOes easleis, que
reputo oppostas aos principios dosyslema represen-
tativo, que os proprios legisladores, a magistratura
eogovernocomecarem por proclamar; jamis desobe-
decere a essas les, nem conspirarei contra esse go-
verno, em quanto pelos niesmos principios n3o dei-
xarem de ser leis: ou pela conhanga do monarcha os
ministros forem conservados nosseus postos.
l'.-n i imlii d'esta prolissno de f poltica chamarei
hoje a aiU'iir.K) dos doutos jurisconsultos em geral, e
particularmente dos recem-eleitos representantes da
n.ir.ui sobre um abuso,que,estou convencido,se com-
melte, mioja pelo desejo de abusar, masporsenSo
baver reflectido que se abusa e que se commelte um
excesso de poder: e confirma-me n'este bom con-
ceito o saber que este abuso nao s se pratica em to-
dos os paizes onde existen) governos representati-
vos; mas que ninguem, que eu sniba, tem chamado
sobre isso a attencao: porque eu cont, como lettra
mora ludo, quanto sobre esse e mats assumptos
tenho cscripto n'estes quinze annos.
Copias mais on monos sci vis, ninas das nutras, to-
das as constituicOes calcadas sobre as francezas de
1791 a 181* determinao, que se alguem acceitar con-
decoraQes conferidas por um governo estrangeiro,
sem para isso obter o consentimento do seu proprio
governo, perca os direitos de cidadSo.
as observacoes que em 1829 publiquei sobre a
nossa carta constitucional, mostre quanto esta dia-
posicaoera inconstitucional; tanto pela exorbitancia
da pena, como pelo intrinsico absurdo do principio
em que ella se fundava. Depois tenho-o repetido
n'outros escriptos.
que nio devia reiiatir por maia lempo. O conde icom-
panhuu-oalc a carruagem, deo elle meamo ordem ao
cnelieirn de ir depresaa, e logo que ovio relirar-le,
vollou a Trianun.
J liman leiture labem como a favor de um oerrido
caramanchel que a tndm o olhoi u eicondia, aiiiitio
elle, cmnu espectador mudo e involuntario em bur-
lesca arena, cm que lano leve deioffrer o amor pro-
prio de Mr. de Reten val. Eaia ronvcriacao, lorpren-
dida de paaingero, o iuformou de quanto Ibe convinha
.ihrr. Onaiiio au bario, a sua presenca d'eipirilo, a asa
li.ibilidade, u leu deaenibaracu o havilo nean oeciaiio
abaiiiluiiadu.
Mnrie-Antuinelte au ver qocbrar-ae-lhe entre o de-
do u fio dena royileriosa intriga, que Ihe intereiiava u
en i ae.ni, e Ibe pica*a a ruriolidade, lomou de repente o
partido de io dirigir i Verrirei. Ella reiuluciu, que o
principe e o biru eilavao longe de esperar, cauaou-
hei todava, pur oppuiiai raaei, he verdade, igual
prater.
Agora lanceinoi urna villa d'olhoa retroipeliva.
Pur um aontimento de delicadeza, bem digna delU,
Gaalun para evilar a Carila o rmbaraco da primeira
enlreviita, nio apreseiitmi-ae-lhe lugo. Entrrgou pajr
tanto |n dimtiir a varia do cunde d'Artoil, deiando o
man a sua ducricau e cuidado.


^ >

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Porera, seja o que for, he urna lei penal; deve o go-
bern cumpri-la c faze-la cumprir, como qualquer
outra. He determinado dos cdigos de todas as na-
?ftes, que se um cidadSo, deiando-se ganhar por al-
guma potencia estrangeira, Ihe prestar servicos,que,
sem se poderem qualiticar de traic,ao, redundSo em
prejuizo do estado, naja certa pena, inais ou menos
grave,posto que temporaria, segundo Tora provida-
de do delicio. Veni a dar-se o caso ? O governo, dc-
pois dehaver as provas dodelicto, encarrega o mi-
nisterio publico de levar o reo a juizo: e se nelle he
condomnado, faz-lite infligir a pena decretada na
sentenej.
He assim que se procede contra o cidadao de que o
governo diz haver acceitado sem seu consentimento
urna condecoradlo em recompensa de servidos ou
de talentos que, honrando-o a elle, fazcm rcflectir
nao menos gloria sobre a sua patria? De nenhum
modo. No exemplo, ha pouco citado, paraseappli-
carumapena temporaria a um reo aecusado d'uma
aoeflo fcia, nfo bastou ao governo ter as provas do
delicio; fui -Ihe preciso prova-lo perante o poder ju-
dicial; esperar que este decretasse a pena da lei,
para entilo, e s entSo, ella ser infligida ao convicto.
Aqui para se infligir a major de todas as penas, a
perda de todos os direitos dncidadilo, de largos an-
nos de servido, e talvez de grandes rervicos presta-
dos ao estado, e determinadamente por haver gran-
geado um novo lustre sua patria nflo Ihe he con-
cedido o beneficio da lei commum ; nflo Ihe he licito
provar, talvez, que, obediente lei, solicitou o con-
sentimento do seu governo, ou que impedido por
(brea maior, o nflo tetn podido solicitar; que entre-
tanto nflo tem feito acto de acceitac,aO &c. cc. Nada
disso se julga necessario: o governo diz que sabe de
corto ser ocidadflo incurso na pena da lei; eei-lo
desnaluralisado, sem appellagflo, nem agj;ravo.
Aquella mesma lei fundamental, quecomega por
proclamara independencia dos poderes polticos, in-
fringe immediatamente este principio, autorisando o
governo para taes e taes agentes dos poderes legisla-
tivo e judicial: poder suspender e transferir alguns
ilcllos &c. He um flagrante abuso, que os mandata-
rios da nacHo izerflo, do poder que Ihes fora confia-
do, violrflo as condicOcs e seu niandado,quc erflo os
principios vitaes do systema, previamente procla-
mados Porm, seja o que for, he essa a lei do estado,
cumpre seexecute emquanto nflo for devidamcnle
revogada Emconsequencia, determina urna lei or-
gnica, que o magistrado nomeado ou transferido
para certos cargos judiciaes, nflo havendo tomado
posse d.entro do prazpque Ihe houvcr sido marcado,
seja visto ter resignado oemprego. He urna lei pe-
nal. A sua execugflo deve seguir os mesmos trami-
tes que qualquer outra. Trata-se de privar um cida-
dflo dos seus direitos: se he verdade que elle, obran-
do segundo a previsflo da lei, voluntariamente fez,
por ommissflo da commissflo, o que elladeclarou
equivalente a urna desistencia, a si deve imputar a-
quella perda Mas he precis que seprove essa vo-
luntaria commissflo ou ommissflo, perante o nico
poder; que n'um governo representativo se acha in-
vestido do direito de condemnar ou absolver, depois
de um juizo formal, solemne e contradictorio. Seo
legislador, em vez de dizer se nao tomar posse, srja
demitiido, preferio dizer seja visto ter resignado, tflo
longe est de fHvorecer a intelligencia que se Ihe
querdar.'que antes reforca a doutrina cima expen-
dida; porque, seaphrasc positivamente commina-
toria seja demitiido importava a necessidade de um
julgamento, a actual visto ter resignado, nflo esta-
belecendo mais do que urna prcsumpgflo legal, anda
toma mais necessaria a iuterveiiflo de um juizo con-
tradictorio, que eleve o facto calhegoria de verdade
judicial, para poder recahir sobre elle urna tflo grave
condemnaeflo.
Taes sflo os principios da verdadeira jurispruden-
cia, da eterna justiga: eentendflo os governos que
por ella eso por ella beque os reis govcrnflo Per
me reges reynnnl disse aquello, cujas sentengas sflo
de eterna verdade: e seja-me licito accresceHlar ou-
tra sentenQa> nflo menos digna da seria ponderadlo
dos homens do poder, sentenca eminentemente chris-
tfla e s pagfla na forma da expressflo.
Dhcite jnstitiam, moniti, et non temer Divos.
Silvestre Pinheiro Feiireira.
(Da Rcstaurardo).
le seminaristas 28 institutos Iliterario 48 estt-
belcdmonlu de beiieficu(a)Us
"*'!_______________y-- ,pa Jfntaurnfdo^
Fublicacoes a pedido.
Nao obstante estar intimamente convencido, d-" qoe
a itqueroia correspondencia de Manoel de Soasa Ba-
poso, inserta no Diario de l'emambuco n. 251, ne-
oliuma quehra possa trater a ininha repulaco. todava
cumpre de alguma maneira, nao responder-lhe, por-
que Dio devo descer de minha dignidade, mas smente
dar ao publico una satisfazlo, que atninha bonra eli-
ge; honra que oto pode ter mareada por individuos
como Raposo,
Sou ciedor de Manoel de Sousa Raposo, de urna
quantia svultada, constante de lettrss acceitas por elle,
ai quaes lettras foiio a principio provenientes de mer-
caduras, que oie comprou. ecuja importancia foi cres-
cendo pelas luecessivas reformas, por as nao pagar o
Raposo no dia do vencimento. Eiigindo a minha situa-
fo cnmmercial a cobranca do meu activo, instei com
Raposo,para que este mepagasse a importancia das ul-
timas lettras, tanto maitquanto, ten lo as eu negociado
na praca, eslava na preciso de paga las no teu venci-
mento ; mas Raposo, sempre demorando o pagamento
foi-me embalando com promessas, at que finalmente
pouco comogou a appsrecer na loja; procedimiento que
me fez desconfiar: eontn, inquiriodo de seu estado,
soube, com nao pequea sorpreza, que Raposo linha
bypothecado os seus bens a ilous credores; o seu com-
padro Antonio Joaquim de Mello, (com venda na ra
do Liv'ramento) e a sua prenla l) Anua de tal 1!
A' vista de um semelbsnte procedimento, e dos in-
nmeros protestos de lettras, e mesmo execut oes, que
contra elle se intentavio, Iratei de proceder a um
-equeslro; o qual com effeilo se realisou, eapezarda
opposicio, que fes, foi julgedo por sentones, Eis, pois,
Raposo furioso o espumando, como se siseado estiveste
e bydrophobia, e no meio de sua furia leve a misa
ravel e infame inspirarlo de dizer, que eu nio era
um verdadeiro credor, pois as lettras, que me bavia
assignado, erfio de favor I!! Miseravel Quem acredita,
que Rsposo me assignasse lettras de fav r, sem que eu
Ibe dsso ums resalva, ou ao menos valores equiva-
lentes ao favor que me faiia P I E quem quereria os fa-
vores de Raposo, quando sua firma j nenbum valor
tinba na praca, e era o meu endosso o que as lornava
negocate ?!!!
Inlentei enlao anao contra Raposo pelas lettrss ven-
cidas: o como s outras girsvio inda na prara, esperei
que ellas viessem is niinbas mos, e por isso fizrio ob-
jecto de urna segunda accio : defendeo se Rsposo sem-
pre allegando nada deter-me, e aflirmando sorem es
no bairro de S. Fr. Pedro GooQtlves, e casa de Nuno
Mara deSeias, onda foi vindo odoutor jujz do civel
interino Antonio da Silva Neves, commgo escrivlo,
para effeito de se proceder ao exame determinado a fl
62 v. dos autos de accio de lettrss do referido Nuno
Maris de Seixas contrs Manoel de Sousa Raposo, e
abi por parte do referido Nuno Maris de Seias foi
apresent-do o seu livro diario, no qual, a fl 352, se
sebava a lettra junta sos referidos autos da quantia de
I. 710,500. com declaracio de baver sido paga esta
lettra pelo dito Nuno a Jos Frsncisco Ribeiro, e a fl.
363 se vem declsrsdas as lettras dos valores de rs.
427,500, e de rs. 537.000, aquella paga pelo re-
ferido Seixas a Manoel da Cunba Guimaries Ferreirs,
e ests pelo mesmo Seixss a Manoel Fernandos Guedes;
e estas mesmss deelaraedas se vem em outros lisios
da mesma esss, e que neste acto forao aposentados.
C desta sorte bouve o juiz por satisfeito, e para constar
mandou fazr este auto, que assignou com o guarda -li-
vros do dito Nuno Msris de Seixas: e eu Francisco Jo
do Reg, escrivio, o eserevi.Silva Neves.Chris-
iwao Guilhermt Brekenfeld.tidi mais se cooti-
nba, etc. etc.
Ifuno Marta de Seixai.
Golpe de estado inaudito sobre as Alagoas; suipentdo
de garantas pelo presidente, e banimento dos ho-
mens de bim da provincia.
O furor satsnico do presidente Mar mes Lisboa j nao
tem limites I Virtudes,servicos,fortuna, sciencis, coosi-
deraco,ludo,iovias chimeras paraaquelleestramliolico
figuracbo Tudo be por elle calcado a ps, com nin-
guem condescende, nio contemporisa, inda mesmo
com s pessool as mais conjuntas, por psrentesco e
amizsde.com os proprios ministros O 1 Um. Ckritto-
vHo de Hollando Lavalcanti, tio do Exm. ministro da
marinha e guerra, e que tantos servicos prestou na 1.a
cabanada, sendo enlioseu enaenbo destruido, foi ex-
pulso de coronel de legiio do Porto-Calvo; bem como o
pacifico proprietario Antonio de H. Cavalcanti de co-
ronel da AssemMa.&c. Oprestsntechefe de legiio de S.
Miguel,/. J. de Albuquetque, por baver formado as
expensas de seu crdito e prestigio o acampamento legal
d'alli, foi tambero expulso : igual sorte tiverio os que
mais se dislinguirio na defensa do governo, como o
valeroso mente-coronel Padrinho (da numerosa e dis-
tincta familia dos Lins e Wanderleys), o bravo lenle-
coronel Meiquita Cerqutira (da Ilustre familia do co-
ronel Cerqueira, de que dimanio o desembargador
'Cerqoeira, o insigne Iliterato brasileiro coronel Ignacio
Arcioli da Babia, ele ), o benomerilo lenenle-coronel
Variedades.
Ero um peridico ingles ae l a biugraplria do nm im-
vn nn innii recninieiidn I .nula ,.|-o a celebre Tin
Ponce, p-dt que l.in apena 34 p.legada*, letu he. urna
menos do q.io u teu coropelidnr. Bate ani lera la mi-
nos de idade. pola naseee a 4 de Janeiro de 1831, n
condado de Somemel: seosfiaii iln pi>b-es : ello lie niain
gracioso, e man proporcionado do que T.mi Pouce, di
modo qoe u loglnicrra venneo a America relalivniueni-
a jiliPiionienua da nalnrcta.
O Houiur Alcxandre Arlliault acaba de fnjer un
deseoberla (umniaiuenle iiiiporliinlr. inventnndo un
ineio de rcdutip, im eupaeo de 8 ale te inmotos, a p fi-
nisainio n pedra da rxiga, por nuiis duras que aejo;
o in*lrumriitu,de que e serve par ente fim.foi ja expoa-
to ao publico, eexperimentado no buapilal de Clnica de
Paria
Segundo conata do alinnuak callioliro, pnblirndo
oa Estados-Unidos, existen! uaqncllo pnis 1,500,000
CS?tklc oos independeiiiea d'ellaa 675 igrejas 592 eapella
220 eslabeleeimrulo ecoliMiesticus 220 ealudni-
Virginio (sobrinbo do commsndanle superior Pedro
Xavier, ds nobilissima familia dos Carneiros ds Cunba
.... .v-.,,-v M.m. .. ., v vi... .nn.iwu OUIUIII QB ,. ., ...
ellrai de favor, diiendo que desde 1841 nio me hara' df Vt""mb" Ele, depois de lido o lacnico bilhete do princi-
pe, senlio-se allivisdo de um grande peso; porque de
balde havia enipregado lodos oa nirioa que o seu ostra-
{Jo Ibe suggeria, eludo u recurao da ua arle para
iranquillizar Carila, que a final socrgou um pouco
depon que o pobre medico, perdida a eaperanca de
venorr aquelle carcter enrgico, lomira, aob tua rei-
ponaabilidade, a delibenuJo de por junto a doarumolnda
menina o velbu e fiel tloi.
Esie o a.her a felii nolicia, quasi fica louco de pra-
er^lanv.iu-ieao braco do doutor, ria, rhorava, nl-
Uvaeomilme enanca..... Por nutra parlo a alegra, i.
sobresali Accasionrao rapariga una yncope mo-
nruianea, daqual ali e apro.eiirlo para transpor-
ta-la o carnragem ja diapo.ia para etle effeite a dili-
gencias de Gaalon. Em menos de una liura entra va ella
pelo ponto da tapada de Verrire.
Cuando Carlota Iranspos o Indar dessa raima resi-
dencia, que nio eaperata tornar a ver, quando Cnm-
prelicndro a que perigu bavia escapailo romo por mila-
gre, doce lagrimas Ibe alagarto as face draboindas ;
u ico primeiro peiiaaoiinlo M para seo pai, oaeu pri-
mi'iro ulhar para Catin.- a bloi den o eu primeiro
urri.o.
Pos o cumulo a tanta ventura a chegada de Mr. del
mais comprado fazendss, ejatioba pago urna soturna
extraordinaria; e para provar tio absurda assercio jun-
lou Uin maco de lettras, que bsviio sido o resultado
das muitas reformas, que havia obtido da minha indul-
gencia e bonbomia, de modo que nio foi difrl mos-
trar, que taes c taes lettras erio o resultado de laes e
tses reforma-; o que demonstre! nos respectivos autos
rom tal evidencia artlbinetica, que na i he possivel
durdsr da realidade do debito.
JA, por tanto, pode avahar o publico, sea certidao.
com que tanto se ulana o correspondente, Ibe pode ser-
vir de al^uma cousa: avalie o publico commercial.
para quem oppello, se o fado de me nio ter Raposo
comprado mercadorias desde 1841 impede, que me seja
devedor das lettras em queslio, reformas de nutras,
originaes provenientes duquella compre.
Ocerto he, quo o iiierelhfuno juiz do civel recebeo
"S embargos do correspondente com condemnsr;3o, e
forzoso he que afinal sejao os mesmos emDsrgos despre-
zados ; porque, urna vez que Raposo sssignou lettrss,
cumpre que me ss pague, urna vez que nio negou s
firma, nem a obrigscio, e smente so pegou mise-
ravel deleza de lettras de favor !!
Tenho dado urna breve noticia do estado da ques-
lio, e certo que as palavras de um individuo como
Rsposo, que, nio ten lo bens para pagar a seus credo-
res, todava tem meios para sustentar demandas capri-
chosas, nio podem lazer mossa na minha repulatao,
protesto desde ju nio cancar mais a silencio do publico
com urna queslio particular, em a qual nio tem elle o
menor interesse; e descansado na justica dos tribunaes
quem, e so a quem cuslumo recorrer, vottrei ao
de| rezo ludo quanlo a tal respeito ditser um homem,
que no meio do seus hydropbohicos furores nio ssbe
respeitar sua propria dignidade, se he que siguins
elle letu.
- Finalmenle ponho sol os olhs do publico o exorne
infrt, e tppello para a sua consciencia.
Framciico Jos do Reg, eterndo das varal do civel
nesta cidade, ele ele. etc.
Certifico ser o teor do auto de exsme pedido por
certidao na pctivio retro da forma, modo, e maneira
segunte :
tufo de exame.
Annodo nsseimento de Nosso Senbor Jess Christo
de 1845, aos 25 de outubro, nesta cidade do Recife,
Forgcs. Fura precito, para reprodusir lo variada, tan
expe.iva acea,delicado pincel em mAo demostr.
Carluln reclinada no braco do aen pai, quo a olhava
iom amor, nbnndunava a Gaslon urna ntto cin que o
mancebo imprima upaitiiundo beijos. Elui inuiiovel e
nporvalhado prla torca o rpidos da emucOe, porque
paair, conieiuplava a tndoa em dizer palavra ; c co-
mo para compleUr o quadro, Evan, ugrovoEvan, sen-
tado sobre a rauda a qualro pasan de distancia, com os
ullios vivo e animadu, pureoia pelo estremecer das o-
rellma durficar-se com a sua obra.
Foi ueste linimento que a rtinha, acorapanbada de
Mma. de Polignac, do conde d'Artoit, edeMr. deBe-
tcnval, renpretrnlou em Verrires.
Quando Marie-Aiituinctle pus us olbns cni lio gra-
dlo grupo, ecnniprcliciilco ludo, voltou-ae para o
conde d'Ariui, que se rrgoiijava da sua cniucDo c sor-
presa.
Muilo bem, conde, Ihe disse ella, nidio bem ;
ris-abi como vos eu amo. Depon dirigindo a Mr. de
lli'icmal uinorriso rpigrammalico:
Que dizei, Sr. nao oi do ibcii parecer?
Por corlo que sim..... V. nngetlade....;
Nsn digis nada, harn, acudi u conde d'Artoi
rindo-ae, nto digis uada, quo menlirieis....... Vs boje
nio eslsis fels.
Coirannai o muitos oulroi de nio menor denodo, res-
peito, e merecimenlo. levando-te o ultraje at ao po-
deroso coronel Jos Paulino, pela intrepidez, com que
rechacou em um do seus engenbos a todas at foress
sediciosas...
Nesse desmancho caprichoso, o quo mais caracteri-
al o Sr. Lisboa he que em tuss nomesedes eslontesdas
manifest. quasi sempre, com o msior gosto, essa
tendencia revoltantc de bumilhar as pessoss mais cons-
picuss snte aquellos rebeldes, que, nio sei por que
motivo, se arrngrio a engracada denominacio de
lisos sem caroca, ou como outros soberansmente
se appellidio liso, lisio, sem caroca nenbuma
V se por exemplo,que um primo paterno dos Exms.
bardes do Susssuns, o Boa-Vista, e materno do Exm.
vtsconde de Olinda, o honrado proprietario Jos de
llollanda Cavalcanti, lilho do finadogovernador Antonio
de II. C.i antepde elle, na legiio das Alsgoas ,
os porquinhos do mallo, os fogutteiros, e outros ejus-
dem fui furis; porque be com gente dessa laia que elle
procure formsr clientella, convencido de que he
irais assda para asdesordens, e a msis vil para curvar-
se cegamonle s seus dictames !
Toda essa inversao do justo e decoroso se observa
em grande escala nt legiio de Perto-de-Pedras, onde
forao demiltidos os propietarios dos engenbos Riacbio,
S. Migue!, Sacramento, Santa-Cruz, Terra-Nova,
Torres, Saloma, Csnlo. Csnsvieins, Junco, Tapuis,
etc .pars nomearem-se officiaes a filhos familias meno
res. como Manuel Paulino 1 .. onde, inds msis, se
exonerou scinlemente o major Manoel Cavalcanti de
AllitiquCrquo.proprietario dos engenbos Unuss.e Cas
lanba-Grande, senbor de trras, fstendss, e de msis
de 100 escravos ,*pesso8 versada nos preparatorios
do anligo seminal io dAtinda, onde edueuu-se, par
nomear-se official a urrr^obreC^ANALPllABETo! a um
tal Gregorio / ( oh miseria das miserias, s propria de
um Marques Lisboa !!!) onde finslmeete se repellirio
de seus postos os- recommendsveis cidadios Joaquim
Mauricio Acioli Canavsrro, senhor do engenbo Ca-
tbarina, e Joio M. A. C senbor de engenbo, Cbris-
tovio da Rocba (mombros dessa familia dos Aciolis,
cu|a represeolacio entre nos dala da lundagao do lira-
sil), para nomear-te official ( quem o diria!) a um
F*DESERTOR de I.' linha !l! He at onde pode clie-
gar o arrojo de um homem, que tem a desgraca de
perder o sentimento ds virlude, que lem s desgraca
de nio iiiflammar-secom a menor centelbi de boo-
I mi til he dizer que u casamento de Carlota cum Gas-
tn lian tardn muilo a celebrar-so ; a rainba quis assig-
nar no contrato, e no dia segiiinte au da ceremonia, o
marquc Gtuii de Sombreuil parti com sua linda es-
puta para o caslello de Hanibouillet, de que Mr. de For-
gea baria aidn nomeado governador por interueaio do
cunde d'Arloi.
D'alli a des nuno, na fatal expedicio de Qoiberoii, nui
Suiiltrciiil morreo cuberto de gloria na defesa da causs
rralisla.
Por mais que posso diier as memorias cotilempora-
neas, que temos purapocriplias noque (lis rcipetlu s
pretendida frnquea do Mario-Aiiloiuelte por mais
que diga o pmprio Mr. de Ilczuival, cuja fabuluta
nieniorias forio virloriotnmente rclutada imr uuia niu-
Iber de animo e de tlenlo, ejcriplora cimaoieuciuaa,
illualrada apreciadora do bello carcter da ranilla, nun-
ca entrn em noso prutameut lser cabir a sombra do
uma duvida tabre a vnludc dessa nobre e graciola e-
nliora que icinou au nienuo lempo pola cojpa |iel
belleza.
Porm Marie-Antoinotte era inullicr,
que pude recusar as humenagen que me. _
miillier, anda ineaino a rusis rica de allraclivos 'vt>iu-
ds, quo renunciara o innocente e pcrmillido pretor do
se ver o idole de uma corte ooetposis de tudas quante*
rs !... Semelhanlemente lorio ss outras rnudsncss de
toda a ofBoslidede ds guarda nacional da provincia,
cuja individuacio seria, fastidiosa. Veja se abaixo a
copia da um dosofficiot de psrtioipsclo, com o seu
post-scriptum (estro moderno qoe o Sr. Lisboa pro-
jecta ensioar aos garotos das gsleriss, qusndo lr para
a assembls !) Desconte-te o emmarsnhado das ideiss,
pois que o atropello em que andsvs com as eleiroes,
seu escandecido cerebro, nio Ibe permittia refleiSo
e descanso.
Igutes prodigios se dio na polica, onde o 3 com-
mandtnte Jos Clemente, por ter marebsdo contra os
rebeldes, foi substituido por um eabo de tua compa-
nhia, que bsndeou-se aquellas, trabintloseu coroman-
dsnte ao ataque da Imperatriz 1 Que bello exemplo de
disciplina militar! Outro official nomeado pel Sr.
C. M. foi tsmbem demitiido. lie o ditcipulo emen-
dando os erros do mutri! E tanto msior foi o quinao,
que, nio duvidsndo defeitutr t eicolba daquelle, fez
rocabir a tua em um etfarrapado roiro; nome qoe s
por si btttt a formsr a satjra do proprio descrdito !
Pela fazenda. -que martvilbas I Insullou por tal modo
ao digno inspector da thesoursria provincial, Titara,
que estet vio nt necessidade de renunciar seu- etn-
prego, para deixar prvver-ie o mackiavelico Lisboa,
que o governo gertl aesbava de demittir do tbesouro !
Mas que importa qoe o bom do xnrapim desmerecs a
confiaqct do governo geral T Merece a do pretidente,he
quantobasta! Temos o criado emendndoos erros do a-.
mo ? Lt ge entendem Pastemos a outros rsmos ds
administracio. As delegadas e subdelegada esttvio j
substituidas pelo Sr. L. G e recahiri as propostas e
escolhasemto bont sujeitos, (salvas ss excepcoes),que,
representando o promotor da Aislis contra os rot de
inorte, que nsquellos cargos esli r rovidos, foi por isso
bruscamente demitiido polo presidente.esubstituido logo
e logo t^* por um reo de sua comarca I Este suprt-
sumo de lodos os escndalos l-se no Jornal do Com-
mercio de 21 de junho e foi referido na cmara dos
Srt. deputadot: entretanto os sssassinstos do etlitna-
vel lenenle-coronel S. Carlos seu infeliz msno e
tantas outras innocentes viclimtt, trucidadas pelas m-
/luendat do dia, cabalmente lusttficao o justo concei-
to ,que o promotor fitert, dot nometdot, os tristes pre-
sentimentos de qoe fra possoido e as consequeneiat
funestas, qoe lio lealmenle presagiara; todava devra,
e msis qoe devra ser demitiido, porque ousou fallar
a verdade em uma qusdra em que acniidatot sem me-
rilo t almejda embustes em um lempo em que lia
relaxados governaates s aprecido a cobardes adulado-
res... Us proprios jwtes municipaei supptenle loem
sido substituidos pelos.desordeiros da provincia e isso a
pezarda prohibicio da lei! Masque importa a lei a um
allucinado que nio sabe avahar a precisio della. ? Qu
importa a lei a um tyrannete, que s reeonbece por
lei a tua ignobil vontade e por constituicio a cachola
de seu accessor,* infame Cyclope dat Alagll, inda
todento de tangue e devastaedes t ? Que pode enver-
goobsr a um estpido que s lem por seu concelho
privsdo so ridiculo pygmeo doulor Kihilidade abjec-
to redactor do pasqun1 Aiagoano, e digno primo dot
latrocina' Maraes a merco do cujot bacsmartes o pre-
sidente abandonou as vidas e as farendas dos cidsdios
inermes? .. Mas elle nio tem culpa.
Quem te escolheo pobre Henrique,
Para tio alto lugar,
Muila falta de homem tinba
Ou dos homens quiz zombar !
Continuemos a referir os feitos portentosos desse
prostituido cavalleiro, vil sombra de um detestavel Cs-
ligula A mor parte das cmaras, pela dignidade de
baverem representado contra a marcha cncitad per seu
antecessor, forio smracadas de suspensio ; bem como
numerosos juizes de paz que era preciso substituir
psra a eleicSo monvfro!
Porm, outrs farr;a mais extravagante, o digna de
seus autores se representou com a cmara e juizes da
cidade das Alagas. Depois, que seus sdverssrios rou-
bario as setas e papis da urna, ficiriosem posse, dan-
do se esta pela memorta articifial do tecretsrio, que
servio de bui.-.ola a S. Ele., sos supplentet remotos,
reconbecidot como tses, mesmo depois da esperteta,
por trez cerliddes do collego eleitorsl, que S. Etc.
despre/ou, psrs attender aquelle alleslado ififJel Que
feliz acbado S. Exc. seempenbs cqm todas as forcee
em deshincar ao chefe de polica nts pasmosas gentile-
zas em que tanto requinta Com tio fcil etcapstoria
ficou burlado o aviso imperial, que vsltdava aeleicao.
E que vaileni avisos imperaei, ou nio imperiset, para
quem nio da nem mesmo de leis, inda que funda-
mental* sejio ? psra quem nio laz caso de direitos
desta, ou ilaquella especie, nao zela obrigacBes nem
quer, que Ibe fallero nos /teres os mais leves T ....
Reslio smenle as demissOes dos vice-presidentes, com-
mandos superiores, diversos magistrados da nomescio
do governo, que o provincial solicita a cads pasto,de-
senfardelando os mais nojentos e mentirosos enredos,
psra ver te o consegue A assembla provincial, cuja
grande e respei'tsvel maioru be decididamente oppot-
ta aot deliriotdo presidente,foi,por um requinte de tor-
pezas,adiada, a pretexto de peiturbaedes da provincia;
entretsnto que be elle, sem controversia, quem a des-
baviiu de mais ju venia, msis amareis, e mais twilhanles
cavalleiro entre toda a alia nobreta daquella poca ?
din quanlo Marie-Anloinell nunca tiveace amor apai-
xonado pelo ten real esposo, cu.....ranilla, conhecia
muilo a ana dignidade, e como capota c mii, pretava
muilo os seus deveres, paro acollier com favor notavel
a neuliuiii dos oamoradus, que entre ti diiputavflo u teu
eoracio, aliit tio sublime, quo uiuguem pode toca-lo,
ncni o proprio rei.
E cata mullier, eousa cslranha na verdade! eiaa mu-
llier, cuja vida jamis prestou materia mesmo a oalim-
nia, iniirrru cslollluiaila, o oiliiniiiiuda no qoe linda de
mais puro o uiait tsgrodo, na au honra de etpota, no
sen cnraeiu delnii. E ditcni que ella morreo a mina
do verdugo!...... Nao calumniemos o verdugo. Marie-
Aiitiiineitu morreo cunto a rounsrdiia : foi a peona do
ycopbsntas quem a matn.
cojpa i
crece W qual
Charles Ruucrr.
FIM.



ordena-ceda vez mais, derrocando am doi partidos, ali-
mentando as paixde* mais infrenead'outro ; intrigan-
do, prendando e perseguindo a todos, que Ibe oppoem
l.arreiras, para que l aesim posta triumphar da arer-
sio de um poo, a quem infelicita 1 Sim, por leu con
senso, em toda a parte aeabrem proeeuoa para inhabi-
litar oa oidadioa maia inabalaieis; 01 sicarot da poli-
ca tolbem a communicacao livre pela* estradas, recru-
18o os andantes desafiados, e tratio de se armar de
mun c5es par, mediant<> seui meios predi lelos, \ierpt-
tuarem esse execrando predominio, com quefolgiode
precipitar a provincia em um ebysmo insondavel ; mas
o que tem greca be, que S. Ete a medida que dea-
caradamente da por paos e por pedras, e escoucea para
todoa os lados, com aa furias de um energmeno, re-
veale-se de certo ar de beatice ( modelada pela de Am-
brosio Lamella em Gil-Blas)para illudir melbor aos que
nio reconbecem as manhat da beata : tu ou-ae de seos
numerosos cuidados administrativo*, para aer, um dia
de festanca de seus apaniguados (13 de junbo),padri
olio do sino S. Antonip, e isio de parceria com um
mentcapto, digna parelba do nobilusimo, aapientisai
mo e graduadissimo patrono do infoitunado sino da
matriz de Macei.
A bem dos potos,
Os Cos permiltio, .
Que tal sininho, <
Breve lamente,
Saudade eterna,
Deseu padrinbo !
O Amigo da terdadt.
Copias.
Tendo por parlara desta data demittido a Vmc. do
posto de teuente-coronel do 1 batalbo da guarda na-
cional do municipio de P. C., assim Ib'ocommuoico,
ete. B.M.dt O. Lisboa.
P.S. Entregara Vine, o armamento ( ou S. Ext.
tim muilo faca a reminiscencia, para se ciquicer, ove
o armamento foi entregue em wat moi, quando o foi
buicar com seus arru/os, ou anda eom a cabeoa muito
desorientada 1 ) archivo, e maiaobjectos pertenceotea a
eeae balalbio, ao cidadio J. I. de Mello, que ora le-
nbo nomeado para o mesmo posto. U. Marques. Sr.
S. L W. Padrinbo.
Tendo ebegado ao meu conhecimento,que o coro-
nel obee de legiio da guarda nacional do municipio de
Porto-Calvo Lhriitovdo de Hollanda Cavaleanti, e os
lenenles-eoroneis do t e 2. balalbio do mesmo mu-
nicipio. S. L. tV. Padrinho, e M. da R. Cavaleanti,
longe de coadjuvarem a esto governo ( s< e/iea estatu
suspensos, em qualidade de que roadjuvarxio o gover-
no. que os repuli ? ) como Ibes cumpria a sao obri-
gados [ bravo da synonimia1. ) teem procurado empecer
a tstorvar ( a melbor, melbor a synonimia ) o om
andamento de suas ordena ( andamento das ordene....
labia figurada e sublime'.') oppondo-ae at, que se reu-
ni oa guardas naoionaea de aeu- municipio para mar-
cbarem para o acampamento do Riacho-do- Mallo, ae-
gumlo terminantemente Asi ordenado aoa respectivos de
legados e eommandanle militar, visto estar sutpensa a
respectiva guarda nacional [vita a /oo/icaaoppondo-se.al
que se reuni os guardas nacionaes para maroharem,visto
estar auapensa a respectiva guarda nacioual! ( Jue-
rer diter, qtii os homens inda esm o commando lnm
o prestigio necessai10 para ssrem obedecidos por seus
ficis companheiros a"armas P ) ja em consequencia de
nio mereeerem os ieus chefes a confiancm daata presi-
dencia ( felizmente meu lorpa nao he tal confianca da
ciaste daqusltas, que honrBo ohomem de bem ) por lio
(aout/a causal ficou mente do Sr. ) fundado
motivo IfcF* bei por bem ( viva a patada Tioenati-
catnente nio decreta osullio dos Turcos ) demillir
aos sobredilos coronel e tenente-coronel desses postos,
que oceupavo, nomeando para coronel da guarda na-
cional o J. P, de Mendonca; 'porque nao acorescen-
tou, filho dessedo quem me tenho constituido ornis
humilde... J, para o de lente coronel chele do l.
balalbio ocidadio J. I. de Mendonca, etc. II. H. de
O. Liiba, etc.
Noiem os leilores, que nio he por falla de com-
btanles, que a campanba do Riacho do Matto nio
se conclue : all eiiitem tropas do Rio-de-Janeiro,
Rabia, Sergype, Alages, Pernambuco e Parahiba !
Posto que o pobre Vicente de Paula, ( a quem se pode
applicar o rifio be oais a lama, que o proveito)
nio lenba gente, entretelo inda aasim as torcas aguer-
ridas de 6 provincias Que tal a embacadella ? Tanto
lempo nio durrio as facanhas de Napoleio na Ruisia,
como a desastrada guerra do grande capitio do seculo
Uemique Maiques com o immoital salteador Vicente
de Paula!... S. Exc. para fazer urna paimera geral
em sua patria, devia medir ma triumphante espada
com a de S. Kic. o gene'al das maltas ( recente com-
mandante em chefe das orcos libertadoras'. ) balendo-
le em pesioa com o ex-collega em um duelo publico !
S. Eic. poda, se quiesse, com um sopro extinguir a
guerra sem o conemsodos guardas de Porto-Calvo, e
Pedras ; mas ser o capadoiio tio reacio como isso ?
Se cabina na corrila', como enriquecera depoia ? E
aa oas de certa damioha do pac, em que ficariio ?
I.i se avenhio os generaes pleiteantes com os seus des-
temperos : o esao be, que essa guerra inda ba de for-
mar as paginas douradaa dos anoaea brasileiros para
honra do emioentissmo brigadeiro graduado vencedor
do inconquistatel Vicente d Paules! !.....
Longas Glaircs
De esfarrapados,
Depoia voteio
Endiabrados I
Precede ao prestito,
Cyclope feio,
Do tal Ambrosio
Mu podre eateio 1
Monstro em polica '.
Torpe zanaga
8' d'assasiiooa
nmmanda a praga!
Quanta bravata!
CV inaana grita !. ..
Sobre a carraca.
Rebelde povo.
Se precipita I
Q' rio faier ?
Q' irio buscar ?
Veja-ie o qu. ..
Bravo! cingirio
Mu adequada
Gramnea c'roa,
Toda enfetada
De muoambi.. .
Ha ha ha .. ba I ha ha bal ha! ha ha!
Como ficou guapo o meu graduadissimo com a sua co-
rda ba ha ha ba Parabens, meu charo, que
receba desae e d'outros semelbaotes laureis para admi-
racio da boa gente, que o soflre, e em quanto esto em-
basbacados. Alione'. A/lonsl Ao thtsourol Ao thtsouiol
Escorropic a maninAo !
V se pode,
Dessa naci Iludida. s
Dar anda algum leitinbo,
A pobre teta escorrida.
AUonsl Alione! Ao thetouro! Ao thtsourol
Tem vigorado
A embacadella...
Em quanto venta,
Agoa na vela!
Ao thetouro Ao thesouro !
Podes inda manto i manto
Sobraoeeiro
Qual meslraco tarimbeiro
Ir mamando ..
Ao thesouro I Ao thetouro !
Nio esmorece
Ab S Lamilla !
Avante Ambrollo I
Agoa na.vela !
O Vesmissimo
CGMMErtClO.______
Alfandega.
Renpimento do du 20................10:535j830
Desear regad hoje 21
BrigueCompetidor fumo.
Barca/rmercadoi iaa.
BrigueLoper dem.
EscunaS. Jote\iem.
BrigueAragodem.
BarcaZiliadem.
J me parece
Q1 da victoria
Diviso o carro !
Junto a Mavorte
Vem hombreando
llero\biiarro !
Kstrunda viclor !
Resoio bravos 1
A em pritroneiros
Milbdes de escravoi
*T
Q' attilude
lio figutOo I
Ser donzel ?
Seri bario ?
Quem eeraVelle ?
( Solrega exclama
A mullidlo. )
Viva Reviva !
( Tudo bradou )
Q' Bennque Marques
Ja triumphou !
Geral258**53
Consulado.
BEHUIHKMTO DO DU 19.
ProvincialH6, 168
.11 o\ imcnlo do ro lo.
Navios entrados no dia 20.
Liverpool ; 27 das, galera inglesa Siooid-fish, de 345
toneladas, capilio Richard Greeo, equipagem SI,
carga lazen Jas; a M Calmont & Companhia. Pas-
sageroa, Fredorico Sandris, com sua mulher, 1 fi-
Iba menor, e 1 criada, John Broadbent, Thomas
Masn, Pbilip Nadhom, S. Mara Masb, Inglezes.
Rio-de-Janeiro ; 27 das, brigue braaileiro Competi-
dor, de 19!) tonelada*, capitio Felicianno Joi Go-
mes, epuipagem 12. carga carne; a Gomes & Ji-
mio. Passageiros, a Sra. do capitio D. Alezandrina
Gomes, com 2 filos menores, o capitio de 1.* liaba
Jos Muniz Tavares, o lente de 1.' liaba Profiro
Jos ds Costa Araujo, Manoel Jos de Jess, Clau-
dino Jos Rapozo, Brasileiroa.
Babia ; 6 das, sumaca brasileira Nova-Aurora, de
114 toneladas, capilio Domingos Jos da Silva Pa-
pa-Fina, equipagem 12, carga varios gneros; a A-
morim & Irmios. Passageiros, Bsrlholomeo Wan-
derley Lins. Jos Pinto Ferreira, Francisco Muniz
de Almeida, Marianno Jos do Reg, Francisco An
tonio Vital de Oliveira, Caetano Xavier Perera de
Brito, com I escravo.Benjamim Colbo Serpa Brao-
drio, com 1 escravo, Jos Domiogues Pereira de
Mallos, Tbom Jnaqoim Veiga, com sua sonriera,
e I filha menor, Brasileiros ; Gaspar Daniel Corea,
Americano.
Rio-Grande-do-Sul; 32 das, brigue brasileiro Flor-
do-Sul, do 176 toneladaa, capilio Jos Ignacio Pi
menta, equipagem 13, carga carne ; a Amorim &
Irmios.
Navios sabidos no mesmo dio,
Ass ; brigue brssileiro Fiel, capitio Manoel Maroi-
anno Ferreira, carga diversos genero*. Passageiros,
Joaquim da Silva Saldanba, Aleandre Xavier da
Costa. Juio do Reg Barros, Diogo Alvea Maia,
Francisco Jos de Medeiros, Francisco Jo- Fernan-
da*, Joio Lourenco Maitina, Francisco Jos Bezer-
ra, Antonio Faustino Gomea, com 2 criados, Joio
Baptista da Costa, doutor Antonio Benicio saraiva
Lelo Col Branco, Brasileiros.
Bshia ; patacho braaileiro Flr-do-Maroim, capitio
Manoel Francisco da Silva, carga vario* generoa.
Passageiros, Joaquim Martins da Silva, Joio Paulo
Ribeiro, Jos da Silva Porto, Martinbo Antonio de
Araujo, com sua senhoia, e 1 lilbo menor, Maiia
Tberea d* Jetos, Brasileiros; Agostioho Alves,
Purtuguea ; Ediardo Kramunicbe Francs, e 2
urtiim a'lvaSJtar
bia e Rio-de-Janeiro, vapor brssileiro S*
, eommandanle Manoel dos Santos Omel
inJu os meamos patsfgeiros que rrihi-
<>, e fra desles vio mais: para a Babia,,A Som
mitr, Francei ; para o Bio da-Janeiro, Henrique
Cavaleanti de Albuquerque, com 1 escravo, Bra-
Edial.
aileiro, eoescrivio d'armada Joio Cario* Augusto>dar almoco, janlaro ceia com maito aaaaio e preco
JVobre. Icommodo.
Rio-Grande-do-Norte e parahiba ; brigue-escuna de|$djSj><2*j|99$$^$#999
gnerra nacional Caliope, eommandanle o capitao- ?l Frecisa-se alugar tima sscrava,
f' que lave e etngomme com peifei-
# c5o: quem a tiver drija-se> ra
tfi do Mondego, n. i1], ou annuncie Z
9 sua morada.
**V" i *
A luga >c tima casa de sobrado de qua-
tro andares, na ra do Trapiche-Nofo,
muilo fresca, e com muilo boa vista pa-
ra o mar: trara-se na ra da A urora, n. 58.
999999999t99999999i99999999
DE TIRAR FOCO, g
% afiancadas a todos os compradores, $
pelos precos seguintes: jf
i mollio embrtilhado .'. 4o
* too ditos ditos.....2s'5oo
5 i. groza ale 6 grozas .... 3saoo
de 6 ditas ate 12 ditas. 3.sooo
^ Sendo muilo bem acondicionadaa e pro-
prias para se levarem para dentro e lora da pro-
vincia, sem perigo algum; assim como se con-
tina a vender de outros, como dantea a 2|560
O lllm. Sr. inspector da (besouraria das rendas
provinciaesmanda (ater publico, que, em vrlude da or
dem do Exm. presidente da provincia, ir de novo a
prafa, para aer arrematado a quem mais der, o reodi-
mento dascolfectoriaa doa municipioa abaito descriptoa,
por lempo de 2 anoot e9 meses, a contardo 1. de Ja-
neiro de 1816, lob as avahares annuies segointes :
Bonito...................,.-.. .1:000.000
Flflre*.....................,: 9M .000
Boa-Vista....................i.. 527,000
Oa licitantes,devidamente habilitados,deverOcompa-
recernaaala dasaetsdes da mesma thesotiraria, no dia
21 de novembro (boje) prximo vindouroaomeio dia.
Secretaria da thesouraria das rendaa provinciaes de
Pernambuco, 3 de setembro de 1815. O secretario,
Lui% da Coila Portocarreiro.
Deciaraces.
=0 arsenal de guerra precisa comprar dei caixas
com vidros, a aaber: duis ditas com vidros de 9 a 7
polegadaa, duas ditas com ditos de 10 a 8 ditas, duat
ditas com ditos de 14 a 16 ditas, duas ditas com ditos
de 16 a 13 ditaa, e duas ditas com ditos de 20 a 16
ditaa: quem este genero tiver, mandar sua proposta,
em carta fechada, a directora do mesmo arsenal, al
o dia 24 do corrente mez, indicando o lugar onde di-
to genero se acba para se mandar examinar. Directo-
ra do arsenal de guerra, 20 de novembro le 1845.
No impedimento do escripturario O amanuense,
Joo Ricardo da Silva.
Administrado dos estabeltctmenlos de caridade.
Parante a admioislracio doseiUbelecmentos de ca-
ridade, se bao de arrematar, por tres annos, a quem
mais der, ss rendas das casas seguintes: nmeros 17,
47 e 49, da ra do padre Flurianno ; numero 5, do
becco da Carvalba ; ns. 32 e 34, da ra do l'agundes;
n. l, da ra de S. Jos, e 5 da travessa do mesmo ;
ns 30, 34 e 38, da ra da Calcada ; n. 18. porde-
Iraz da ra Nova ; n. 31, da ra da Moda; n "70, da
ra das Cinco-Ponas; n.7, da ra de S. Tbereza ;
n. 33, da ra de Hortas; n. 65, da ra da Gloria ; n.
8, da travessa dos Fxpostoa, e 7, da ra da Virario.
Os licitantes pederao dirigir-se a casa das essrs,
na ra do Cabuga, n. 5, aa 10 horas da manbia do dia
21 do correte mez (boje), munidos de seus fiadores
idneos.
Sala daa leudes da adminiltracio dos ettabelecimen-
tos de caridade, em 18 de novembro do 18i5. O es-
cripturario, A. A de Caldas Rrando.
O I.* balalbio de caladores de linha preciso con -
tratar um mestre para a banda de msica do mesmo;
outro dito para a banda de cornetas, tocando corneta
decbave, ou pistn: quem esliver as circumstancias,
e se queira engajar, dirija se ao quailol do Hospicio,
que acbar com quem tratar.
Avisos niarilimo.s.
Para o Aracaty segu, em poucos dias, a sumaca
Santo-Antonio-e-Padua, por j ler parle de seu car-
regamento prompto: is pretentlentes dirijao-se a ra
do Vgaiio, n. 6.
= Para Genova est a sabir o brigue Rota: quem
nelle quier carregar, ou ir de pasaagem, dirija-se a
seu consignatario Nascimento S'chxeller & Companhia.
Para o Rio-de Janeiro segu com bn-vidade o
bem conliecido brigue Rom-Jess, capilio Pedro Jo-
s deSalles: para carga, passageiros, eescravoa a frete,
ajustar com Gaudino Agoslinho de Barros, preciaba
do Corpo -Santo, n. 66.
Avisos diversos.
A CARRANCA.
O n. 45 acha-se a venda, na praca da Independen-
cia, livraria ns. 6e 8.
Oderece se urna mulher capaz.que d fiador a sua
pessea, e sabe bem costurar,engommar e coiinbar.para
ama de casa de bomem solteiro ou viuvo : a tratar na
ra di Cardeireiro, n. 1.
Ocirurgiiu Miguel Jos Rodrigues, bavendo
consultado o.i facultativos solire o estado de sua sade
estes deliberarlo que inmediatamente devia aahir para
o campo, a fim de adquirir seu restabelecimento, a-
chando-se j para isso actualmente na Passagem-da-
Magdalena: e, como por bastante doenle, Ibe nio fui
poiivel comii'unicar lio precipitada mudenca, pelo
presente a declara sos benignos amigos, que se ulili-
srio de seus debis serviros, que continuar gostosa-
ment' a prestar, logo que suss loicas o permitlirem ;
dosculpBndolhe entretanto, por lio justos motivos,
esta falta, que nio desejra ter o snnunciante.
: Precisa-se alugar um preto : no Aterro dos-
Afogados, n. 31.
"Jos Francisco Belm acha-se jus-
to com o Sr. Domingos Caldas l'ires Fer-
reira e sua senliora para a compra da pro-
irdade de Santa Aniia em l'arnamei-
rim, pelas partes que Ihes pertencem :
se alguem se ai liar prejudicado com este
negocio, queira dcclara-lo no plazo de
8 dias
Joaquim Antonio Caroeiro comprou, por conta de
Manoel Flix, do Ceai o nieto bi I lete de o. 1185
da segunda parle da 16." lotera a favor das obraa do
Iheatro publico da cidade do lien fe.
i Precisase alugar um prelo forro, ou escravo ,
que entenda do arranjo de urna casa e seja fiel : na
iur da Crus, n. 2
Antonio Joa Pereira fai saienle sos seus devedo-
res que Manoel doa Santoa Lima tendo deixado de
ser seu caiiciro em 15 do setembro de 1844., tambem
nio ha mais seu cobrador de dividas, desde o dia 12
do correle mez de novembro de 1845.
Precisa-sede um raixeiro para padaria que d
(ador a sua conducta ; oa ra Direita n. 60.
Na ra du Trincbeiraa, n. 25, continua-se a
a groia: no ncougue de Joio Dubois, ra do*
0) Quarteis, n. II, casa pintada.
t'retemle-ae sab'-r quem seja oeata piaca o pro-
curador bastante por parte da santa caaa de misericor-
dia de Loanda, para se Ibe fallar a inleresse d'ella.
cirurgiio F. J. da Silva mudou a sua residen-
cia para a ra do Vigario. sobrado de 5 andar*, n. 21.
Aluiiao seo91." e 2 andar* da caaa, n. 14, da
ra do Amorim no Recile, por preco muito commodo:
a tratar na ra do Queimado, n. 14, segundo andar, ou
na ra d. S. Crus, n. 80.
= Joio Gualberto, snbdito braaileiro, retira-as pa-
ra lora da provincia.
A professora particular, que mora em o segundo
andar do sobrado, n. 16, delronte do tbeatro velbo,
avisa aos pas de suas alumnas, e a quem convier, que,
accedenjo ao pedido de algumaa peasoas, tem resolvi-
loacceitar meninas pensionistas: quem pretender, di-
rija-se a mesma casa para o ajuste.
= Di se dinbeiro a juros com penhorea de ouro
prala mesmo em pequeas quanlias; na ra da
Praia. n. 22.
Precisa-se de um rapaz para caixeiro de urna
venda na cidade da Victoria; paga-ae bem seu ordena-
do : na ra da Penba, venda por baixo do sobrado do
coronel Joaquim Bernardo.
Kngiimiiia su cm perleicao por preco commodo:
na ra de Manoel-Cco, n. 9.
Precisa-aede um bom caixeiro portuguex, de SO
annos pomo mais ou menos, que entenda de loja de fa-
tendas e de cobranca.c que seja fiel; paga-se bem : na
loja do Sr. Meroz relojoeiro,na praca da Independencia,
se dir quem precisa.
Permuta-se um papagaio contrnfeito.que falla sof-
frivelinente, por umcatalde rolas brancaa hambur-
guesas; a quem convier, duija-se as Cinco-Pontos,
n. 33 : na mesma ba para vender grande porcao de
papel para embrulho, de lolba grande, taolo para ven-
da e rcnacoes.como para lujas de fa/.endase lerrageni,
e vende-se a peao por commodo pre(o.
iAluga-se urna casa de sobrado com commodo*
para urna grande familia em linda defronle de S.
Sebasliio ladeira do Varadouro : a tratar na dita la-
deira refinacio de assucar, ou na ra da Cadeia do
Recife n 50.
Precsa-se de um bomem que entenda do ser-
vico de urna padaria que saiba perfeilameute amassar,
lulliar u cortar para administrar os escravoa ; tambem
se di pi de vendagem a prelos e pretas (cando aeua
senboies responsavois : as Cinco-Puntss, n. 63.
Precisase de um bomem lorro pardo ou preto ,
que seja inlelligenlc e cuidadoso para criado de urna
casa de pouca familia e que d fiador a sua conducta.
I)irigir-se s ra estrella do Boiario n. 30 terceiro
aodar.
- Pre:ia-se alugar um moleque ou negro feito ,
para o servco externo de urna casa de pouca familia ,
mas que seja iotrlligenleesem vicios. Dirigir-se a ra
estreita do Rosario o. 30. tvreeiro andar.
- Precisa-ae de urna ama de idade, que ae encarre-
gue de cuidar de una meninos com todo o disvello. Di-
rigir-se a ra eitreita do Ro/ario n. 30, terceiro an-
dar.
- Aluga-se um grande armazem na ra da Moeda,
em que o Marcolino levo aimazem de assucar junto a
serrara do Joan,uim : a tratar na ra da Cadeia do Re-
cife loja, n 48.
AlugaO-ae os primeiro e segundoandarea da caaa da
ra larga do Rosario, n 33, com bastantes comino-
dos; para ver, nu armaxem do mesmo sobrado ; para
tratar no Atterro-da-Boa-Vale, n. 43.
= Francisco Ferreira Bastes, subdito portugus, re-
lira-se para Macei.
Aluna-seo primeiro andar do sobrado da traves-
sa dos Expoato* n. 18 : a tratar no segundo andar
do mesmo sobrado.
Na fabrica de charutos, no Atterro-Ja-Boa Vis-
ta loja n. 12, precisa-se de bons ofliciaee cbaruteiros;
e tambem na mesma se vendem excellentea charuto* de
regalia por preco commodo tanto em porfi como
a retalbo.
ss Precisa-se de urna eaerava para todo o servido da
urna casa : quem quizer alugar, dirija-ae a baiea doa
banbos.
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio.botica n l.eno Atterro-da-
Boa-Vista loja o. 48, tirio-se passeportespara dentro e
fra do imperio, assim como despacbio-se escravoa: Indo
com brevidade.
- Aluga-se o segundo andar do sobra-
do sito na ra Direita, n. ao, com bons
commodos: a tratar na ra do Collegio,
segundo andar n. i4>


Antonio Domingues Ferreiri declara o reipei-
Uvel publieo que deifet a sociedade com J^os de
Almnida.de Vasconcelos de Castello-firanco, Da roa do
CJuei otado d. 14.
* Alaga-te urna caa terrea cora, com sotio e
com muito bons commodoa, oa ra da Palma n. 17:
a tratar oa praca da lodependencia loja, n 3.
Aluga-ie urna caaa oa Capunga a quem com-
prar orna armaiao de venda qoe existe na mesma :
a tratar na mesma caaa.
Aluga-se | elo lempo de fetta o sitio de Jos
Joaquim Pereira na P.nsgein da-Magdalena : a tra-
tar na ruatJoCabuga o. 16.
O tbetoureiro da lotera do theatro avisa aot Srs.,
que teem bilhetea de nmeros marcados e apartados,
que aajio de os ir receber, certoi de que, tegundt-
fcira 24do correte e veipera do andamento das
roda, oio sendo reccludos, licar tuhjetos a terem
vendidos os meamos bilhetea.
Aluga-se um ermaiem na ra da Aurora, no fun-
do da loja de louca casada esquina, proprio para al-
gum ettabelecimento : a tratar com Joao Jos de Car-
valho Moraes morador no Recite.
= Precisa-se de urna ama de leite par Ja ou pre-
ta que nao tenba ti I ti o e que seja desompe nda te-
dia eque tenba muito e bom loilo ; na ra das Cru-
za* o. 22, segundo andar.
Os Srs. Sebastiio Jos da Silva Barros queirio
dirigir-te a ra do Crespo, loja de Fiancitco Joaquim
Cardoto a fim de receberem urna carta inda da
Babia.
Jos de AlmeidaVasconcellos declara nSo ter l-
dosoeiedade alguma com Antonio Dominguei Fer-
leira.
Precita-ie de urna ama lorra ou captiva que
tenba bom leite para criar urna menina; na ra Di-
reita o. 112, segundo andar.'
= Aluga se urna casa terrea muita larga na ra
da Soledade com duat talat, 6 quartoa, corredor
ao lado cozioba fora com um jrando quintal mu-
rado eoutro dito cercado : e tratar na ra da Aurora ,
n. 58.
Um homem de meia idade se oderece para" rece-
ber dividas robraveise incobraveis com uns tantos por
cento ; d fiador a sua conducta e tambem ohriga-te
a cobrar judicialmente : quem de leu prestimo preci-
sar annuncie.
= Severino Jos de Camino subdito brasileiro ,
retira-te desta provincia para a do Para por esca-
la pelos portot do Sul, levando em sua companbia 3
escravos Joaquina de naci Tapa Rogerio e Ja-
no, Nags.
= Manoel Joaquim da Silva, subdito porluguez,
retira-separao Rio-de-Janeiro
Consta ao abaixo assignado que varias pessoas
teem a maldade de dizer que as mechas de fogo do
roetmo sao inferiorts at dua outros ; assim o mesnio
tem de perder, em aposto 50i rs. com qualquer pei-
soa que ai ti/.crt-m mais superiores e mais duraveis
entretanto espera. Joio Duboi*.
Aluga-se por 10/ rs. mensaes o segundo an-
dar do sobrado da ra estreita do Rozario n. 18
tratar na ra do Nugucira n 27.
= 0 Ib-rece se una pessoa capaz para receber divi-
das pagando-se-lbe a porcentagcm que se conven-
cionsr, e que promttle teda a diligencia possivel para
a cobranca : quem este negocio quizer, annuncie.
Aluga-se urna canoa que esleja bem estanque,
para condu/ir agoa : quem a liver, dirija-se a ra No-
via venda n. 3 de Antonio Ferreira Lima.
Perdeo-se urna carta dirigida por Manoel Anto-
nio da Silva Goulart do Paco-de Camaragibe, a Jo-
s de Oliveira Campos desla praca : quem a tiver
achado e a quuer restituir dirija-se a ra do CJueima-
do, o. 4 que se Ihe (icar agradecido.
= Na ra do (Jueiniado n. A precisa-se fallar ao
Sr. Lino Alves de lirito a negocio de interresse.
Caelano Domingos Pereira avisa aos Srs. Ale-
jandre Lopes Ribeiro JosRaymundo Ferreira, Ma-
noel'Eugenio do Patrocinio, francisco Felii das Mer-
cas, que, da data dettea oito dias, venho resgatar
so sius penbores queteem empenhados na ra das
Cruzes n. 42, do contrario serio vendido! Meando
os mesmos Sr. obrigados a repor em o que faltar.
Um moco portuKuei ebegado, ba pouco lem-
po ae oflerece para raiieiro de escripia, ou armazem:
quem do mesmo precisar dirija-se a ra do CJueima-
do loja de ferra^ens o 30,
= Precisa-se de un caixehro para venda, de 12 a
14 annot preferindo-se dos ebegados de prximo;
na rus da S. Cruz o, 3.
*
gundo andar, a qualquer hora
do dia.
Vende-se casa terrea da
ra das Cinco-Pontas, n. 43: na
ruadas Larangeiras, n. 12, segun-
do andar.
Pela medida velha
vende-se fsrioba, chegada' ltimamente de S. Ma-
tbeui, de superior qualidade, e por menta do que em
uutra qualquer parte, bordo do patacho Panul, de-
fronte do caea do Collegio, e na ra da Crui, n, 54,
lallar com MaupeJ Antonio Pinto da Silva.
RU DO COLLEGIO,
Loja n. I.
Vendem te superiores grvalas de setim prelo a 500
rs.; casimiras, das mais modernts, a 1,200 e 1,400 ra.
o covado; panno fino, preto e azul, a 2,500 rs.: meias
desenbora a 280 rs. opar; cbitaa de todas as qualida-
del, de 120 a 500 rt. madapoldc, de 140 a 280 rs.;
cortes de cliitas de todas as qualidades, e do mclhor
gusto superiores riscados Irancexes, polka, a 360 rs.
o covado; e oulras multas fazendat, j annuociadas
neste Diario : na mesma loja cima.
= Vcndem-se cortes de tintsimas chitas a polka a
aveludadas a A rs. ; lunas da Russia n 1 a 880
rs. a vara ; ditas n. 2 a 480 rs. : na ra do Crespo,
n. 16 segunda loja para quem em da ra das Cru-
tet.
= Vendem-te caiaes de pombot, a 640 800 e 1$
rs., e burrachos, a 240 rs.; no pateo de S. Pedro ,
1.3.
= Yendem se 4 escravos mogas de boas figuras,
cosem engommioe coiinhio; 4 ditas boas quitan
deiras; 5 pardas mocas de boa figuras ,* urna tem
boas habilidades para mucama de urna casa ; 6 escra-
vos bons para o trabalbo de campo e da praca ; um dito
ofiicial de pedreiro ; um mulalinho de 16 annos ,
bom para pagem : na ra do Cretpo n. 10, primei-
ro andar.
CHA' HYSON
DE BOM GOMO,
E SUPE MOR QUALIDADE
o
Vende-se a 2s'56o ris cada libra:
na ra Larga do hoza rio o.
94-
<3
o
0
0
<3
O
Compras.;
- Compra-te urna prela de naci, de idade de 18
a 20 annos, que seja de bonita figura, e nSo tenha
vicios nem acbaquet de qualidiide alguma que suba
engommar e coxinhar perleramente : ao p do arco da
Conceicjo armazem de Feroando Jote Rraguez.
- Compra-te um moinbb com caixa ou lem ella,
para moer milbo ; no principio do Aterro dos-Afo-
gados, n. 31.
Compra se a obra de Lacroix, aritbmelica, geo-
metra algebra e trignomelria estando em bom uto;
na ra da matriz da Boa-Vista n. 14.
Vendas.
-*- Venderse, por muilo m-
dico prego, a casa errea da ra
do JUnge!, n. 49, com vintee
cinco palmos de frente, e setenta
e sete de undo, cozinha fra,
quintal murado, c outros muilos
commodps, e que rende mensal-
mente i'0^000 ris. Esta casa
acha-se hypothecada; mas o hypo
thecario nenhum bice pe a sua
venda. Os pretenderles dirijo-se
ra das Larangeiras, n. 12, se-
= Vende-te um carrinho de duat rodaa em muilo
bom estado ; e um cavallo multo bom para carro : na
ra estreita do Rozario, n. 43, segundo andar, das
6 as 9 horas e meia da manhia.
= Vende-se um piano bamburguez com boas vo-
zet pelo barato preco de90i rs. ; na ra do Crespo,
loja, n. l'i.
LOTERA
do Ido de Janeiro.
= Vendem-se bilhetes 24 rs. ; meios a ii
rs. ; quaitot a 6* rs. ; o oilavot a 3,. n. ; que tem
de correr ne6te mei : na ra da Cadeia loja de cam-
bio n. 38 : na mesma pago-se ot bilhetes quesa-
birem premiados.
=Vendem-se cantiga! para ot presepes por 400 n.:
na livraria, nt 6e8, da praga da Independencia
- Vende-te cha byason em caixas de 13 libras, em
porcouse aretalho; e pototsa americana ltimamente
chegada ; meiat barricatde farinha de trigo da marca
gallego : em casa de MalbeusAuslin & C., na ra da
Alfandega Velha n. 36.
ss Vende se farinha de mandioca muito nova de
Santa Catharina e S. Matheut, por menos preco
queem oulra qualquer parte em saccas ou medida
velha ; no caes do Collegio armazem de porta larga.
NAVALHAS A CEUNA.
= Vendem-so as admiraveis navalbas de ac da Chi-
na, que leem a vantagem de cortar o cabello sem oflen-
ca da pelle deixendo a cara parecendo estar na sua
brilbente mocidade : este ac vem exclusivamente da
China e s nelle Irabalbio dous dos melbores e mais
ahalisados cutileiroi da nunca excedida e rica cidadede
Pekim capital do imperio da China. Autor Shore
N. B. He recommendado o uso deitai navalhat
maravilbosas por todas at sociedades dat tcienciat me-
dico-cir.urgicas tanto da Europa como da America ,
Asia e Alrica, nao t para prevenir as molestias de cu-
tis mas tambem como um meio cosmtico : vendem-
se nicamente na ra do Cretpo loja, n. 15.
= Vendem-te casimiras de quadrot e listrat dai
maia moderna! a 600 n. o covado ; ditai lisas de su-
perior qualidade e muito eneurpades a 1600 rs. ;
ditas de cores escuras propriai para sobre-casacas de
montara a 360 rs. o covido; bros trancados de
quadros de cores, a 700 rs a vara ; dito de palba e
inbo, a 500 rs. ; dito pardo, de puro linho, a 480 n.
a vara ; dito chadrez, de muilo bom gotlo a 400 e
480 rs. o covado; cortet de lan/inha fina para meni-
na! a 2000 ri. ; ditos para senbora a o'iOO rs. ;
ditosdecbitaslislradai.de muito magnificas goslos ,
com 13covados, a 3000 rs. ; ditas de cOr rouxa, que
fingem seda a 3400 rs. ; riscadinbos de quadros ,
franceses, de superior qualidade*, a 260 n. o covado;
corles de georgina de quadros, de algodio e seda, com
15 covado* a 4400 rs. ; zusrte da lodia. bastante lar-
go a 220 rs. o covado; pecas de ganga azul da India,
com 14 corados a 1280 n ; e outrai muitss laxen-
das de algodao linho e leda de muito bom gosto e
por barato preco ; na ra do Crespo loja, o. 10 da
viuva Cunba Guimariet.
= Vende-se, por preco maii que barato um pe
queno sitio a mar^em do rio com casa de vivenda ,
propongo para viveiro, amito pertoda praca por o la-
do da Pmsagem ; oa ra de Agoat-Verdes, o 21, para
tratar.
= Vendem se bichas de Hamburgo ltimamente
ebrgadas em porcio e a retulbo; oa ra da Crux ,
n. 38.
= Vende-se orna casa meia-agoa oa travesa do
Serigado que rende 7000 rs. tneniiei, e di-te por
preco commodo ; na ruada Praia venda, na travessa
do Carioca.
Vende-se urna escrava moca bastante tadia
muito boa vendedeira de pi as manblat, e pio-de-
l as lardes do que tem grande freguezia ; tambem
engomma liso, emaboa e -cozinha soffrivelmente : na
ra de Agoas-Verdes n. 96.
= Vende-te, sem feitio um collar de ouro ; urna
moeda guarnecida ; 2 pares de brincos; 3 enneloet;
Acorddes; duts crutet ; lObotoesde punhoi; 5 di-
tos de abertura ; um alfinete de peito ; 2 relogios ;
urna caixa de pruta para rap ; 20 colheres de dita ;
casticaes de vidro a 1440 rs. o par; pratot rasos e
fundos, a 880 rs. a dozia ; copos, a 100 a 120 rt.
alqueires de feijio mulatinho; cera amarella a 240
ra. a libra ; e outros muilos objectos perteneentei a
louca e venda por preco commodo : na ra do Rao-
gel n. 11.
= Vende-se um preto mogo robusto para qual-
quer servino; na ra do Collegio, n. 16.
= Vende-se um osvallo bem gordo e de muito bo-
nita figura carrega bem de baixo a meio e esquipa
muito, por preco commodo ; no tanque d'agoa unto
do tbeatro velbo.
= Vende-se um realejo de figuras, moderno por
commodo preco; na ra da S. Cruz, venda de cal
cada de pedra n. 3.
= Vendem-se muilo bons casaes de pombos por
prece commodo ; na travessa do Celabouco n. 2.
= Vendem-se uvas brancas de superior qualidade,
tir8o-ie da parrtira a villa do comprador ; na ra da S.
Cruz, n. 3.
= Vendem-se dous molecotes de muito boa figura ,
e muito bons para todo o servico ; na ra da Cadeia
do Recife n. 13.
.= Vcndem-se 20 escravos ; sendo 3 psrdas mo(as e
de bonitas figuras, com habilidades ; 3 moleques pe-
cas de 13 a 17 anoos ; 2 prelos de 22 annos; um
pardo alfaiate, de 20 annos; 11 pretas de 12 a 25
annos, do bonitas figoras, e com diflerenteshabilida-
des : na ra das Flores, o. 21.
= Vendem-se relogios de ouro, patente inglez ; na
ra da Cruz n. 13, cata de Ridgway Jamisroo &
Companbia.
= Vendem-se saccas com milbo a 3600 rs e al-
queire medido a 3200 rs.; na ra da Cadeia de S
Antonio n. 19, deposito de larinba.
= Vende-te azeile d carrepato a cinco patacas a
caada ; no Atterro-doi-Alogodos o. 7.
= Vende-te vinagre de vohu tinto de superior
qualidade a 500 rt. a caada em pipas e as cana-
das ; na ra da Senzalla-Velha n. 110
= Vende-se urna boa casa em Olinda ; na ra da
Glora, n. 1, onde tambem ba eici Mente vinbo velbo
de caj engarrafado.
Vende-se azeile doce a 360 rs. a garrafa; oleo
em botija a 1900 rt. o galio e em libra a 280 rt.
chi ciquim a 1600 rs. ; dilo hjsson a 2,00 rs.
vinbo da Figueirs a 240 rt. a garrafa ; e todot o
mais gneros por preco commodo : no largo do 'J'erjo,
venda n. 7.
= Vcndem-se camas de vento e urna cama de ar-
macio de oleo; dout jogos de bancas de ama relio ;
urna mesa de juntar ; um estrado de louro ; um berco
de Jacaranda ; ludo por preco muito commodo : na
tua do Aragio, n. 33.
Ve nde-se potaisa muito nova e de superior quali-
dade, em barril pequeos: na ra da Cadeia do Re-
cife, armazem de assucar, n. 12.
= Vende-te, ou aluga-se urna canoa de conduzir
agoa muilo bem construida : a tratar com Manoel
Antonio da Silva Molla na ra de Apollo.
= Vende-se orna linda preta de Angola de 19 an-
nos cozinba, lava e engomma ; um casal de escravos
de naci com urna cria de 2 annos por 7004 is ,
em razio de seu senbor rclirar-se para fra : na ra da
Senzalla-Velha n. 1 JO.
=Vende-se vinbo de Champagne em gigos, da me-
Ibor qualidade ltimamente ebegado dilo de Bor-
deaux em quartolas muilo bom acondicionado ;
af;o'ardente de Franca ( chamado de prova ) ; moitar-
da preparada em potes; ludo novo e muito fresco : em
casa de Avrial IrmSot, ra da Cruz n. 20.
= Vendem-se chitas francezas muito superiores ,
lano por serem muito largas como de muito bonitosgos-
toi; assim cerno ricos cortes de seda para colletei, mui-
to proprioa para a lesta ; boas lazcndis para calfai;
corles do cambraia para vestidos ; e outras muitas fa-
zendas; tuco por lia uto preco: na ra do Crespo, lo-
I, n 12, de Jos Joaquim da Silva Maia.
Vende-se a verdadeira potasa rus -
siana da tnelhore mais nova,que se acha
neste mercado, a 250 rs. a libra, adver-
tindo-se que se vende por este preco por
se adiar em barra grandes : em casa de
J. J. fasso Jnior.
Yendem-se quatro colxas, sendo
duas de seda e duas de toquim por
6os ris : na ra do Encantamento, ar-
mazem de moldados, por baixo do sobra-
do do Reverendo vigano do Recife.
Vende-se pellucia de seda para cha-
pos, de todos as qualidades: em casa de
Kalkmann & Kosemuond, riu da Cruz
ra um familia grande de um andar e solio loja
repartidas, quintal, cacimba, ou aluga-se ; a] tra-
tar na roa do Cabuga loja de miudezas, n. 1 D ou
os ra da Praia de S. Rita sobradp do Mondonga ,
primeiro andar.
c*r Vende se ams escrava de naci de boa figura ,
te 24 annos, ptima quitandeira; um cscravo de na-
ci Costa de boa figura de 25 annot, ptimo car-
regador de palanquim ; um dito crioulo ptimo para
o servico de campo ; na ra dss Cruzes n. 22, segun-
do andar.
Vende-ieum moleque, de 14annos; outrodi-
to de 20 cozinba bem ; ou dito de 18 ptimo para
o campo; um dito bom canoer ; 4 ditoa ptimos
para todo o service ; urna negrioha da 14 annot, coro
principios de costura ; 3 ditas de oacao com ariasha-
bilidades : na ra Direita, o. 3.
= Vendem-se as fbulas de Phedro e um Corne-
lio, por 2> rs. : na ra Nova, venda, n. 65.-.
= Vendem-se 4 escravas de bonitas figuras de 20
a 22 annos eozinhio com perfeiclo lavio de varrel
la e sabio, eiioquitandeirat ; urna mulatinha mui-
to bonita propria para se educsr de 12 annos: oa
ra larga do Rozario o. 46, segundo andar.
ATERRO-I>A-BOA-VIS 1 A,
LOJA,N. 14.
s= Vende-se panno preto superior, cor (xa a 4f
rs. ; algodio americano trancado, de listras muito
forte para pntos pelo barato preco de 240 rs. o co-
vado ; riscados fraocezes a polka a 360 rs. o covsdo;
e outrss muitas faxenda por preco commodo.
ob Vendem-se, ou alugio-se biebas de Hamburgo,
ebegadas pelo ultimo navio ; assim como tambem se
vendem navalhat para barba de ac de Milio Taitas
polo melhor e mais acreditado autor de Inglaterra :
na ra da Cruz, no Recife, loja do barbairo de Joa-
quim Antonio Caroero, n. 43.
cae Yeode-se ou troca-te um bom cavallo de estri-
bara com todot os andares, muilo manso proprio
para montara de senhora ou bomem que oio goste
de cavallo brabo bemardigo, e boa cor: no sobra-
do da esquina da ra dat Cruzet, junto a prar;a da In-
dependencia.
= Vende-te um farda para guarda nacional, de
panno fino novo ; urna barretina >om plumae corder,
urna dita de oleado ; talim o canana : na ra do No-
gueira, n. 27.
Veode-se urna preta engomsoadeira, coitureira,
doceira faz renda e cozinba, ludo com perleicao ;
e lem boa conducta ; isto para liquidacio de dividas :
na rus larga do Rozario l> ja de miudezas, n. 35.
Vende-ie um moleque peca ; a fallar com Joio
Jos de Carvalbo Moraei morador no Recife.
Vende-seumapequeoaporeio.de cera de car-
nauba ; em Fra-de-Portas ra do Pilar, venda
n. 137.
Vende-te, para, fra da provincia ou, para o
matto urna bonita escrava de naci por preco bat-
anle commodo ; na ra dat Triocbeirai. n. 25.
peiStes A polka.
3^ Na ra de Hortas, loja de tartaruguelro, n. 30,
ha para vender ricos pente polka, a ultimo gostb
da corte, os quaes, pelo seu tamaito e diminuto pre-
co, tornao-se muito commodos, pois que at mesmo
iile-se usar dellcs com chapeo: na mesma loja as
n'in conliecidas, e ricas caixas de tartaruga para ra-
p; tambem troeflo-se obras novas por pentes velhos,
e concerta-se toda e qualquer obra de tartaruga com
promptido, e toda a perfcicAo; tudo por menor pre-
co que em outra qualquer parte.
Escravos Fgidos.
n. 10.
- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 ris a caada ve-
lha : na ra do Aterro-dos- A to-
gados n. 7 ; no Alerro-da-lJoa-
Vista, fabrica de licores de Fre
derico Chaves ; e 113 ra I>
reila venda 11 55.
^-1- V*nde-ie urna parda de idade de 16
dia e teai vicio de qualidade alguma optin
reir e com outras habilidades que se dirad
pradorjirv>a ra da Cadeia do Recife o. 41.
= Vende-se um sobrado com muilos commodos pt-
Fugio o prelo crioulo Izidoro alfaiate e bo-
loiro ; loi escravo do Etm. bario de Ilamarac ; be
muito conhecido netla cidade : quem o levar a ruada
.Vmslla-Velha n. 110 receber de seu tenlior ,
Alves Vianns, generosa gralificacio.
Fugio, no dia 9 do corrate um preto de nome
Mantel com os signaes seguales: estatura baixa ,
corpo secco roslo comprido, becos grossos, com pan-
nos esbranquicado!, que Ihe mancbaO o peilo peico-
co e rosto ; lem por coitume embriagar-te e be co-
nhecido por Canianza : quem o pegar, leve ao litio doi
Afilelos que ter gratificado por seu senbor Anto-
nio Manoel de Moraes da Mesquila Pimentel.
Fugio, no da 9 do correte um preto de naci
Costa ; corpo regular estatura alia bailante retinto,
com muilos tignaes de bechigat no roito, p< i grossos :
quem o pegar, leve ao escriplorio de Joio Pinto de Le-
mos^Filho ou a ruada Aurora n. 8, que ser
recompensado.
Signaes dos escravot fgidos que sio quatro ,
e sio os seguiotes : Rufino pardo, de idade de 30 an-
nos pouco maisou menos, estatura ordinaria, cheio
do corpo pernat proporcionada com cabellot, ca-
beca ordinaria, nariz afilado olboialgum Unto pe-
queos cabello! bem crespo, (alia um tanto aprei-
tadae explicada ; tem um dente de meooi na frente:
Luciaona parda estatura ordinaria secca do cor-
po cabeca ordinaria cabellos pretos e estirados, ei-
r um Unto comprida nariz afilado e comprido ; lem
de urna parte do queixo um botio de carne de idade
de 25 annos pouco mait ou menos : Virgina parda,
de idade de 8 annos, cor morena cabello fino eao-
neladot, nao bem pretos; tem urna cicatrix de um U-
Ibo que foi de um couee cima da tobrancelha, que
Ibe parti a mesma : Adi ettatura ordinaria sec-
co do corpo cor preta e afulada nariz chato o som
da falla retinejobreo peilo : quem ot pegar, leve ao
Sr. doutor Cndido A'utrao da Malla Albuquerque ,
em Pernambeo que pagar bem pago ou na Pa-
qua
rabiba, ao Sr. Francisco de Aasis Pereira Rocha
tambem gratificara.
Na madrugada do dia 20 do corrente fugio,da a-
sa do abaixo assignado j eicravo Jos, do gento de
Angola, que repiesenta 35 aonoi, pouco mait oa
menos, estatura ordinaria falla bem desemba rapad a;
oqual heperlenceoleaos bens do fallecido liento An-
tonio Dominguet, de quem lie o abaixo auignado les-
lamenteiro e inventarenlo i quem o pegar, leve ao
becco dat liarrejrai n. 4 que ser gratificado.
Jote da Silva Aaraiva.
PERN.
} NATYP- DE M. F. DB FAB1AI Oq5.


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