Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05903


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anuo de 184.
Quinta feira 50

O DIARIO publlca-se todos os da qne
aao forera de guarda : o preco da assigna-
xura be de 4/ rs. por quartel pagot adianto-
dos. O* annunclos dos assignantet o inse-
ridos a raiSo de 20 rl. por tinha, 40 rs. em
typo diflerente, e as repeticdes pela metade.
Os que nao forein assUnantes pagSo 80 rs.
Jor linha, e 160 em typo differente.
PHASES DA LA NO MEZ DE OUTUHRO.
T na nova a 1 as 8 b, e 39 min. da inanhaa.
Crescente a 8 as 9 h. e 13 minutos da man.
l,ua cheiaal5as7hor. e 37 min. da man.
Mengoante a 23as5hor. e 55 m. da tarde.
PARTIDAS DOS C0RRF.I0S.
Coianna. Parahvba, e Rio Crande do Horte
Segundas e Sellas feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Forraoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1." II e21 de cada mes.
Oaranhuns e Honito a 10 c 24.
Boa-Vista e Flore a 13 e28.
Vtctoria as Quintas feira.
Olinda todos o da.
PREAMAR DE HOJE.
Prim eir as A h. e 30 min. da Urde.
Segunda as 4 b. eM minutos da manha.
^w
de Outubro.
m
Auno XX N. 145.
das da semana.
27 SegundaS. Eleshao aud. do J. dosorph.
e do J. do C. da 2. v. do i. M. da 2. v.
28 Terca S. Sirno e s. Judas Thad-
deo.
29 Onaria S. Feliciano, aud do J. do ct.
da 2." y., c do J. de pai do 2. dlst. de t.
30 Quima S. SerapiSo, aud. do J. de orph.
e doJ. M. da 1. v.
31 Sexta S. Quintino, auH. do J. do civ. da
1. v., edo J. depa do 1. dlt. de tard.
1 Sabbado Festa de todos os San-
tos.
2 Domingo S. Victorino.
CAMBIOS NO DA 29 flfc OTUBRO.
Cambio sobre Londres. 27 d. p. ll a 60 d.
Pars 370 res por franco.
s .Lisboa 120 a 125 p. c. pr. p. m.
Dse, de let. de boa firmas 1 */, P- / me
Ouro Onc.is lirspanholas 3I?>00 a 32#0OU
Moed i de 6/400 vel. 17/400 a I7|
. de 6/400 nov. 17JO00 a 17f
i. de 4/000 9/200 a 9/500
Praa-Pataces .... 1/960 1#980
Peo Columnare. WM80 a 2#000
Ditoa Mexicanos 1/920 a 1/950
Moedas de 2 pauc. 1/700 a 1/720
Accoes da C do Reberibe de 50/000ao par.
DIARIO DE PERNAMBUGO.
PArttE 0FF1CUL.
Governo da provincia,
BXVKDIENTE DO DU 24 D COETE.
Odici"Ao Exni. presidenta d.-i Ceir, Iraiiimiltin-
dr> rm srntenca da junta dejulc.i, o 'procesaos dus
soldad du haialhfto prvario daquclla provincia J
Mirtina depiiteira, Manuel J'. d Carm o J
Antiini".Jt meiim sentido te "lliciuu ao Exra.
presidente da Alag hre <> proress de Antonio Ro-
qup de Camargo, soldad do runtingcntr du segundo
b'ialha le nriilharin a p. e Maroellinn Gome la Crin,
cbo de eiquadr do batalhao provisorio da cono.
Dito A" Kxm. presidente de Santa Catbarina, cmn-
miinicandn h*er contratado o.un o consignatario dn
berganiim Felit-Unio a oonHucfJ, para a provincias
da Parahib, Ri-Grnde-d Norte e Citar, do gnne-
rn. que par ellas d'illi para este porto eonduiio, pelo
prec de 2;700 000 rt., a .nbaondcaodo abater o dr
taquanli. qualquer falta nu .varia, que aclir nos
mencionado gneros ao desembarcaren) em as refer
das provincias; e rogando, d a precisas providencia,
fim de que eja pago o frete, por que foi justo aquel
]e navio at a or ohegad* ao porto desi cidade, visto
r.h.ir se pelo novo contrato, aqui celebrado, garantida
a faienda publica de qualquer prejuii, que por ventu-
ra podeise snffrer.
DitoAo commandantedaarmas, transmiltindo, pa
ra fiw-r cumprir a respectivas senlcncn. proferidas pe
1 junta de ju.tiea, o pmnrssos de Antonio Jos Fran
ciaco, Francisco Jos da Silva, Elias do Carino do San
ti Rota, Antonio Pedro Corroa, Antonio Joto Da, Ma
noel Joaqun! da Costa, Elia Francisco o Joto Puntalean
Gome, soldado da rompauhia provisoria; de Jos Gon
calve, Jos Joaqun* e Francisco Vioira Xavier, solda-
dos do primeiro batalhao deeacadures de prime ira li |
nha; e do Benedicto Jos, toldado dn qusrto batalhao de
artilh.ria a p. No mesmo lentido se oflicinu ao di-
rector do arsenal de guerra acercado prooosso do sol-
dado da compauhii de artfices, Jos Gludencio do Al-
enla.
DitoAo administrador du correio, declarando,' fie
inteirado da haver S. me. suspendido, t ulterior dcli
beraco da administrar, geral dos correio, o paga-
mento do orden.Jo < porleiro de ua repartilo, Joio
Da Earboia Macuduin, que, ioiu licenca, rctrou-se
para a corte.
PortaraConoedendo a dispensa, solicitada pelo ha-
chare! Fillppo Cirneiro de Olinda Campello, do lugar de
primeiro snpplenln do jui municipal da priincira vara
desta cidade.Nomenu-se para o mencionado lugar h
Joaqnm Luii de Mello Carioca, e para o de lerceiro
upplente da mcsina vara, que por etta nuineacn vagn.
a Jo Machado Freir Pereira da Silva; e parlicipoii-ie
ao presidente da relajan, cmara municipal do Recite,
os jnises de direito do crme desta comarca, e lo mti-
nlpul da primeira vari.
Dita Nnineando.lerceiro supplente dojuil munici|.al
do termo do Ro-Fornioso a Francisco Machado Teixei-
ra Cavalcant,Parlicpoii-so ao presidento da relaco,
ao jui de direitodo crme do Rio-Forniuso, ao munici-
pal e cmara respectiva.
Commando das Armas.
Tendo sido remedido para eila provincia os solda-
dos do primeiro batalhao de capadores tobieu com-
mando,Lourenco Uiis da Silva, e Joaquim Pereira Ma-
ciel. icompinhadoi com olicio do marechal decampo
commindanle interino das armasda corte, com d< clara-
cao, de que o primeiro (cera doente, quanilo dalli seguio
pan a provincia das Alagas o reito do mesmo bata-
lhao, e o segundo so apresentra dous dias depoii do
embarque, estando precedentemente os ditos toldados
addidos ao deposito da Praia-Vermelba, do qual por
ordem do mesmo commandante das armas forio desli-
gados para teretn o indinado destino ; havendo, porm,
o mencionado Joaquim Pereira Maciel desertado na pro-
vincia da Bihii, londe opporlunamente aportara o va-
por S. SebattiSo; Isqo de ludo isto scienle a V. S., pa-
ra que averbe nos respectivos assentamenlos deltas pra-
cas ai orcurencits, que venho de mencionar : astim fi
ca igualmente respondido o olicio, que em data de 12
do correte, e a res pe i lo enderrrou V. S. a este com
mando. Deo guarde a V. S. Quartel general na cida-
de do Recie, 16 de outubro de 1845 Antonio Cor-
rea Sera. Si. Francisco Jos Damaceoo Rozado,
coronel commandaole do 1." batalhao de cacadore de
l.'l.nbs.
lllm. i Exm. Sr. Pauo ai mans de V. Exc. o
requerimento do 1.* argento do deposito de recrutas
deita provincia, Martiniaono de Barroi Branco, mlici-
tando o pagamento em lis, do lempo derorrido de 22
de junho de 1844 ao ultimo de junbo de 1845, prove-
niente de encmenlo de fardamenlo.
0 supplicante nao tem direito a semelhante percep-
c3o, mal aoi artigoide fardagem manufacturados; vis-
to que pela pagadoria das tropit nao te fornece ai pra-
cai iio dito depoiito o 50 rs. diarios, estipulados por
lei para cada urna. Como os pagamentos em ris pro-
cedidos immedatamenle pela pagadoria dai tropas del-
ta provincia, (o que demonstrado so acha pelo docu
ment anoexo em dito reglamento) so effectuario om
ocas anteriores a em que astumi esta commando,
absteobo-me de considerar isto como um saliente des-
vio do curial systoma estabelocido nesta parte de priva-
tiva administraeo dos corpos. Deot guarde a V. Esc.
Quartel general na cidade do Recife, 18 de outubro
de 1845.lllm. e Exm, Sr. concelbetro Antonio Pin-
to Chicborro da Gama, presidente da provincia. A ti-
tanio Correa Sera.
lllm. kxm. Sr. Envi a V. Exc. o pedido
em duplicata dos arligos de (ardagem do semestre de-
corrido de Janeiro junho ultimo. que teem direito as
pracas do 1.' batalhao decacadores doexercito; a fim
de que V. Exc. se digne mandar, que pela estarlo com-
petente seja satisfeito. Dos guarde a V. Eso. Quattel
general na cidade do JU-cie, 18 de outubro de 1845.
lllm. e Exm. Sr. concelheiro Antonio Pinto Chicbor-
ro da Gama, presidente da provincia. Antonio Cor
reta Sera.
lllm. e Exm. Sr. A' cerca da pretencSo de
tiermenegilda Romana, exarada no requerimento, que
devolvo a V. Exc., sobre o que inlorma o respectivo
coronel commandante, tenbo de addir a mesma inor-
macio, que o tervico presentemente he feito com mui-
to atrpelo. Dos guarde a V. Exc. Quartel general
na cidade do Recie, 21 de outubro de 1845. lllm.
eExm.Sr. concelheiro Antonio Pinto Chicborro da
Gama, presidente da provincia. Antonio Correia
Sera.
EXTERIOR.
FRANCA.
Paris, 3Wmorfo.
Tratado delimites, concluido a 18 de mareo de lS'ii,
entre a Frajica e o imperio de Marrucus.
LOUVADU SEJA SI) DEO NADA HA ESTAVEL SENAd O
REINO DE DEoS !
Tratado concluido entre os plenipotenciario! do impera-
dor doi Franceses r opottuidores do imperio dt Argel;
e o imperador de Marrona, de Sus, de Fe%, e dae pot-
sessOot do imperio do Occidente.
Animado o dnu imperadores do um mesmo detejo
de consolidar I pas, feliinienle rcslabelecida entre elle,
e tratando de regular de nina mnneira definitiva a execu-
O EQU1L1B1.10 FEMIN1NO. (*)
Por ligare instante, eiteve Bededicln mudo. Mas
poueo a pono te Ihe armuxrio ut msculos da face,
e o rosto, depoi desio silencio ebrio de agona para <
conde, toiooo da novo a su expressSo habitual dr bran-
dura e indferrnca. Eutl, como se nada e hiiovera
nelle paitado de extraordinario, pnt Benedicto a mo
no braco d.. leu enmpanheiro pira convida-lo a conti-
nuir o teu c.minho, di.endu-lhe com unta calma como
dame:
No tem ra.so, meu charo. Et.as ooutai tio mois
teria do que te penta, e o Sr. olhiria para ella com
man atiene. do que o f,t. e como en houve.tr h.bi-
tado n.Turqu.a- onde ....oto. de viuganca do marido
engaad... a frrquen.e. e terrives. Lembr.-iue entre
ouiro. ofae.o dr ura pobre oomincrci.nle turco..... Ma.
recelo aburrrcr-lo.
De modo ,|R,IID, CoD|e eu |he peco, di Ssnt-
" '|U nhe.ro tem ^rreto prnimrnto.
nl"~ o 7 ",erc,d,,r o e..enoi em Conit.ntinn.
rZ'}l'" "" "" l""'co Ib" importa, po. que o Sr. au
o connece. A mulher e f,,^,,,,. hm d7 ,eu, arai.
ni'lI ."" "de|,oU dc '"" ,eP dduvida, o
uercador levo certexa da .. de.venturl.
O Vide Diario n." 342.
N.d deo entender, e medtou por mallo lempo a
na viuganca. Urna noite, ao reeulher-e par ca.a, ah
achou o tal amigo Con* urna perfidia toda francesa Ihe
renovou ede bello protesto do devolacao. O mardi
da sua parte responden perteitamenle ao ualural. Quau-
do chegou a hora de se separaren), o engaador apertou
a man do engaad e te di.pox a rrtirar-.c.
Habilava o logrado urna linda casa de campo a algu-
ina. luilha. de Con.laulinopla, para chegar a qual era
iifce.sario atravesar un bosque..... pouou mili U nir-
no como i'ste, a excrpclo de que em ves de vidoeiru
ah se >i.'i carvalt.o e eyprestes.....
Ah! ah! ditSaint-Amand que julgaem fim enten-
der um. allusao.
Em lugar de deixar partir s o seu amigo, o iner-
e.dor propOe-lhe sna companhia. A noile era bella, .
ar carregadu do perfumes ile.au. bella plantas du Ori-
ente, que tanto deleitan os cutido. O amigo acceilou,
e o nossos dous humen, parlirao de brujo dado.
__ finita bem, dii o conde, que ao ver a crie imini-
nente, qner al fim laxer valente cunlinencia.
__ A chegareni a ccrlo lugar do busque, o merc.dor
ollou de repente o braco do prfido amigo, e pucho
d'.lgibeira um ossubio de pr.ta, do qual liruu ura .um
agudissimu.
__ Ora vem islo ojnnta o condo impacientado des-
te. pormenores, e quasi a confessar o seu ficto u Bene-
dicto, fim de acabar il'unit ve com os aplogos.
Immedi.t.meutc, prosegu" Desronais, du raaia
espesso do bosque sabem qualru hniiiens de ligur. ini-
tr e e.panlosa. Ero um brir e fechar d'olhoa enrrem
ao amigo do merc.dor, lanci-e obre elle, derrobio-o,
marrlo-lhe com for perno e bracos, a feito i.to o-
Ihlo para o esposo ultrajado, que hivia presenciado a
operacio na mai toberba impastibilid.de.
05o do artigo 5. do tratado de 10 de seterobro do auno
Hegr.cn do ISV'i (24 ch.bau d anno 12G0 di Egra).
Nomerflo por aeu comminari pleniputencarioi
par proceder fitagSo exacta e defloilira do lmite do
soberana entre ot don patet, a taber t
0 imperador din Franeeirt ao Sr. Arstdet Itidoro,
ronde de la Ru, inareohal decampo noltout exeroitm,
commeiidador da imperial orilem da Lrgiao dolloura,
euinnienilarlnr da imperial ordem de Isabel C.thulioa,
e cavalleiro do egunda clatte da ordem do S. Fernando
de He.panh.
O imperador do Marroco. a Sid-Abmida-Ben Alli-el-
Sndjaai, governadur de urna das provincias do Impe-
rio :
Que depois de terem recprocamente trocado os seus
pleno poderes, teem convenc.mado nos teguinte. arl-
gn, com o fim d. mutua vantagem do ambos os paiies,
eestrellar maia os l{" de niitade, que ot uiiem.
Arlig 1.0 Ot d..u pleniptenearioloemcnvencio-
nado que o limite, que Fti.tila n'oulro lem|iu entre
darroros o a Turquia eoniinuar a ser os mesnios en
tre Argel c Mirrocm. Nenhuin do du| imperadnrot
poder ultrapa.tar s limites d oulru, nem far nen
huma ubrat de oonitruccSo n. linha que divide os limi
let : nS te designar por meo Jo mareu, nem nutro
tignal, ficando tal qual exi.laentre mnboi os paize. an-
iel da eonqnsla do imperio do Argel pelos Eraueeiet.
Art. 2." Os plenipotenciario ho designado o limite
por meo do lugares por onde ante pialara, tobro u
qual tem eslad conforme, deforma que o limito tem
ficad tan claro e evidente como to fuste por nina luha
tricada.
Tndu o que est ao I.esto ds linha fronleira perlcnee
ao imperio do Aigcl, o o que so acha a Ocito, compele
ao imperio do Marrucus.
Art. :i." A designacao dn principio da linha, c dos si-
lius por onde paisa he a seguinlo !
Comer a linha na verlenle do rio Adjcrund no mar;
lirigo-se prlo rio cima al io vo, ondo mina o nine
de Ki; contina inbinilu at chegar ao iuannnci.il Kas-
'l-Aioiin, que >e ocha an p das tre rol.mas cunhee-
las rom o nomo de Men.t.eb-Kit, at quae pela tuu si-
tuogSn ao Lesto do rio pertencero a Argel.
lie Rai-el-Aioiiii solio a mesma linha pela ersla dis
inniitaiiha, que a circunda al chegar a Dra-cl-Dnum;
lepo drice a planacio chamada El-Aaudj. llalli diri-
ge-so qira.l em linha recta obro Aaund Sidi-Aicd; com-
liulo o Haoiieh fica a 500 covailu. (punco simia do 2a0
vara) do lado do leste us limites argelinos. De Aanud-
Sidi-Aied vai tubre Djctl-el-Uaruuil, situado sobro o rio
Bou Naim, o desio punta ehega a Kurkur-Sidi-Ham-
zt; daqui a Zoudj-el-Bcghal: depois costeando i rtquer-
da o paii ilos Ouled-Ali-beii-Talha al Sidi-Zadir, que
ett no lerrilurio argelino, rcniunla-ie pela estrada prin-
cipal al Ain-Takbolrt, tituadu entre o rio Bou-Erda, c
ot ulivaes denominodos El-T.uimiel, qi:e eslo em ter-
ritorio Hiarroquiun.
De Ain-Takbalet tobe rom o Oiied-Rnubbou al Rat-
Aitour; pasta mais alein dn Kef, deixando oo Leste a
hermida de Sidi-Abd-Allah-Bcn-Mohaiiimed-el-Ilanililr.
logo, e depoii de lo ter dirigido para o Oetle, tegiiiiid
o enmo de El-Meehe-Miche, contina em linha recta al
hermida do Suli-Ais.a. iiliiad.no fim da plamco de
Missiuuin. A dila hermida, e suaa dependencias esl
em territorio argelin. Dalli enrro a Sul al chegar a
Knuiliei-el-Debbagh, colina situada no limite exlreim
d Tell; islo he, no pall cultivad Dalli tumo o direc-
Co Sul al Klieneg-el-llada, donde caiiiiuha por Tcniel-
ol-Sotsi, terreno cuja paisa perlenco ao. dou impe-
rios.
Para eslabeleccr com niaior clama os limites, que de
vem partir do mar al ao principio do deserto, eonveni
r.ncr iiieue.'io d ierren, que tuca inimcdialonieuln a
Late a linha i cima designada, e du nuinc lis tribus,
ue nelle te cb.io eslabelecid.it.
Partiudo du mar, ni priincirui territorios e tribus,
que se encentran sao as dos Beni-Meogniichc-Thata o
F.sle fas um muvimenlu de cabrea. EnlSu o qualru
verdugo teparo-se para prepararen! cada um da sua
parte o horriven lupplicios, que devem ter tucceitiva-
meiilc infligido ao paciente.
Ah !..... enlama u conde, uiat deila vet enm vos
profundamente alterada e turiiandu- morlo.
At ento .. tuai prcvi.et as mais funestas s o Di-
viso fril anti-lhar um duel, istu ho um drsenlrecho
ordinario; mas a etln palavras o nnsso conde recor-
dnu-se d que ouvira contar de Desrunais, bustos vagos
que enlao julgiira obsnrdos, porm quo agora touiavo
certo carcter de probabilidad, tanto mais combinando
eom tudo islo o semblante extraordinario, que ha poueo
Benedicto roo.triira, e quasi eilav. a acreditar que al-
guma niaehinavao excntrica e medonha se Ihe prepa-
ra va.
Mo musiriiii purm oproprielariodi herdade reparar
no que te passava no animo de seu viiinbo, c cuntiuuuu
a narra^o :
__ Entretanto o teductor lomado li do primeiro es-
topor iinploravo o seu anligo aiuigu .ult.iudu laiuenta-
veis gemidos. Apruximoii-ie dellc o niercadur, v ditse-
Ihe: Tu foste traidur a aiuix.de; aeduti.le niinha mu-
lher na minha propria cata, e catligo-te pur itso. Ha hi
nada de mais limjileid regular?
I!ni do. facinor.S chegou-to entao pan o paciente,
e ao claran da la te vio brilhar lamina de um intlru-
menlu curiante, o qual fui detcarregado sobre, cara do
desgracado que muiilou de um mudo horrivel.....
lato he alroi! disso o conde, cujo rosto se cubrir.
de sunr fri, ao reflectir que esl sem armas osera racius
de dotes
Anda isto nao lie tudo. Outros dou. baviao acen-
dido uiu fugo vivo; deit.irau nelle os ps da victima,
doi Aatiai. E*lii duas tribus oompoem-so de tubditoi
marroquiaai, que teem ido etlabeleenr so no territorio
de Argel por eteilu das graves dissensos suscitadas en-
tre elle o seus rraSi de Marrocm. Srparrlo-io era
consequencia dealai diisentei, e for bmoar um aty-
lo no ierren, que boje iionupS, o qual nio tem Relia-
do de habitar mediante um tributo animal, quo pagSo ao
oberan de Argel.
Porm n nnminlsiarin do imperador dm Franoeses,
querend dar a representanlo do iunirrador de Marro-
es uina prova da gennrii.idade frauoeta, oda su. dispu-
-ii,,io a eatrrilar man a amiadn e manter ai boa rela-
eoe entra ni dou. estado, consent., em ceder ao re-
preientanlo marroquino. a titulo de donativo dn ho.pi-
lali.l.i/le, pagamento dette trbulo aiiuual (501) franoos
floreada nina das du.ii tribu); de modo que ai dita.
.1 nas ti i bus nula ter. i a pagar por titulo algufli gu-
enlo de Argel, einquauto quo a pas ea boa melligen-
cia durcm entro ut dout iruporadore du Franceses e de
Marrnos
A territorio dotAati.it tegiie-to o do Mr.sirda, Ach-
elirs, Oiiled-Mellouk, liem It ni Said. lieni-Jienoii o
OuIrd-al-Ndir. Eslasseit ultima tribu, formflo parle
la que cslAo sub duiuiii du imperio dn Argel.
He tambera digno do iiiencionar-se territorio, que
Imilla ao (le.-le com a linha aeiuia designada, e junta-
mente o he Humear a tribu, quo aobre elle habn.io.
Parliud do maro primeiro territorio eaprimeira t luis tft ai do Oulrd Mauiir-Rel-Trifa, ai di Beni-
ltres.en.doi Meiaonir, do Oiiled-Ahmedben-Br.him,
os Uiiled-ei-Abbes. do. Ouled-Ali beii-T.lha. dn. Uu-
led A/.oii/., dos ll.'ui-lloii-il.iuibouii. dm Beni llainlil e
dn. Bem Mal lian Itrl-Ka.-el Ain. Todas esta, tribu, de-
penileni d imperio de Marroco.,
Arl. 4. Era Sahr.i (deserto) nio se pode eslabelecer
limite territorial entro o. dou p.ise., pni. que aterra
nao he cultivada, e s serve de past.gero ao. gado, dos
Alabe, dos dous imperios, que va ac.rap.r-se all pira
se pr,. vcrein dos apio vei (aiueutut das berras o das agua,
que Ihe san nrcestarias. Os dous snbor.uiu. exercerS
da maiieira, que icnba por conveniente, toda a plenltu-
de de seus dircitos sobre os seu respectivos subdito, eos
Sabr. E serapreque ilm do. duus tnberano. tiver que
pruceder conlr. os .en. subditos, nu momento em que
estes ultima, to misturera cura o. do oulro oslado, pro-
ceder" oontra unios como te futiera teu; porm se
bsier de ldic-lo a re.poilo dn subdito de oulro go-
verno.
As tribu dos rabe, que dependen) do imperio de
Marroco sao o Milftia, o lieni Guil. o H.misan-
djcuba, es Eumeur bahra, e os Ouled-Sidi-Cheikh el-
Gharaba.
Ai dm rabes, que denendem de Argel sio os Ouled-
Sidi-el-Cheik-el-Cherga, o todoi us Haiuian, excepto oa
llamian-iljeubn anterinriuenle citados.
Art ." Este arlig lio, relativo de.ign.980 dos kes-
sours (aldei.s do deserto), dos dous imperios. Os dona
soberanos tegniro re.peito desle partioular o antigo
cosime eatiibelccido pelo lempo, o accordrn, por
i'iiii,iiler,ii;.in de um pira o oulru, nuttenc5ea o bene-
volencia, que te teem concedido tenwe aoa babilantei
desle kesaiiurs.
Ot kestnur, que perleucem a Msnwocos, tao os de
Yiche e de l'ignigno.
Os kessoun, que pertencam a Argel sao : Aint.fra,
Sfissil, tala, Tiout, Chellaba, El-Abrd a Bun-Semg-
honne.
Arl. ti." Emquanto ao pait, que est situado ao Sul
dos kcssoiirs dusdona governos, comu apena, ha agua,
hn deshabilavel, e consliluo o deserto propri.raente di-
to : livic.'i do limite arria superllu.
Art. 7." Todo o individuo, que te refugiar de um
estado n'oulro, nao ser entregue ao governo, que a-
baudonou, em quaoto esliver refugiado, e deseje per-
manecer all.
Se quizor pelo contrario voltar ao territorio do sen
governo, as autoridades do lugar onde se toaba refu-
depois de Ihe haverem, bem entendido, tirado as chi-
nellas.
Que inaldadedo inferno! dii Saint-Ainand otilan-
do cora terror em derredor de si, e parecen do-1 he a ea-
da instante 1 cr saliireiu lo bu.quo hutuens assal.ri.dos
por De.roiiait para u astatsinurcin.
Espere, espero! Falta va alguin cnusa ai.s suppli-
cios que se apre.iavao, *e nao apprecee um espocla-
r iudiipcnsavel, qual a cmplice do iniser.vel. No
momento em que rule a toffrer as primeiras dores da-
ta horrendos gritos, duus du facinoruioi entrarlo para
o busque, c ahirau logo arratiraudo umamnlhcr quo
debalde lliei quera resistir. Era a mulher du marido
enganadu.
Esso marido er. 11 m C.nib.l! um monstro abomi-
na vel disse anda o conde.
Era um Turen. Este Orientar tem a cabrea es-
caldada pelo sul, v piiivrs rauito mai vehementes quo
a nussas, ei. o quo he, re.pondeo Beuedioto tranquilla-
mente e continuou.
Cnmuujuer que rj.i, em todo o terapo que durou a
luiiga 1: horrivel agoui. du paciente, a mulher fui susii-
da pelos seu. ennducture com a obeca erguida e volta-
da para u aeu cmplice, com a liberd.de smenle de fe-
char olho, ni ao meiius obrigada a uuvir o eslerlor
do seu amante.
I.lo durou urna mi ia hnra.....
Sito, viveo o desgracado raei. hora do. sopplicioa ap-
plic.du. com arte.
M.s quando exb.lou o ultimo suspiro, todos OS .sais-
lentes, c ale o marido e.tremerrio, to iretioo e la-
mentavel fui o gemido que o suppliciido arranoou do
peito.
A mulher nio pode resistir a ette ultimo abalo, a ca-
bio mora aot pe aos seus algosei.


giado, nlo poderlo por o menor obstculo i sua mar-
che. Se quitar permanecer alli, conformar com aa
lea do paiz, encontrara protecQaO e garanliat para a
sua pnssoa e seus hens. Por esta clausula ambos oa So-
berano* teem querido dar urna moslra da aja mutua con-
siderarlo.
He de notar, que o preaente artigo nio ae refere em
nada aa tribu: o imperio, ao qual estas perlencio, eit
claramente litado doi artigog preceilenlea.
Tambem deve notar-ae, que El Ildy-Abd-el-Kader
e todoa nsscus partisdas, nao gozars de modo algum
do beneficio deste tratado, em alienlo a que devera
continuar comprebendido no artigo 4.* do tratado do
10 de setembro do annn de 1841. em quanto que a
inteoclo formal dat altaa partea contratante! aeja a de
continuar a dar forra e vigor a esta estipularlo, emana-
da da Tontade de aeui aoberanoa, e cujo cumprimenlo
lirmara a amizade, e assegurar para sempre a paz e as
boaa nlacdea entre os dousestadoa.
O presente tratado, estendido em dous eiemplarea,
aera submettido ratificarlo e ao sello des dous impe-
radores para aer em seguida fielmente executado.
A troca das ralificacoes lera lugar em Tnger, logo
que seja possivel.
Em f do que o commisaarioa plenipotenciarios ci-
ma nomeados pozeiio em cada um destes eiemplares as
suas firmas e sellos.
Feito no territorio francs junto dos limites, a 18 de
marco de 1845 ( 9 de rabra-el-vonel 1261 da Egira.
Prasa a Dos melhorar cate estado de cousas no presen-
te e para o futuro. (L. S.) Aasignado, o general
conde da La Ru. (L. S.) Assignado, Abmida-
Ben-Ali.
Mandamos e ordenamos, que por conseguinte o pre-
aente tratado seja publicado em toda a parte onde fr
necesaario, e se insira no Bolelim dat Leu, a lim de
que chegue ao conhecimento de todos.
O nosso guarda-sellos, ministro e secretario de esta-
do na reparticao da justics e doa cultos, e o nosso mi-
nistro e secretario de estado na reparticao dos negocios
estrangeiros, felo encarregadoa, cada um na parle,
que Ibe competa, de cuidar da dita publicacao.
Dado no nosso palacio de Eu, a 23 do me de agos-
to do anno de 1845. Assignado, Luiz Philippe.
Lugar do grande sello.
0 guarda-sellos de Franca, ministro e secretario de
estado na reparticao da juslica e dos cultos. Assigna
do, N. Martin (Du-Nord.)
Pelo rei : O ministro e secretario de estado na repar-
ticao do reino, encarregado interinamente do ministe-
rio doa negocios estrangeiros. Assigoatlo, Ducbatel.
[Prtist. )
1 em. conde de Pariz, fillio do duque de Or-
leans, c herdeiio da cora de Franca, acaba de com-
pletar oilo annos ; e seu irmao o duque de Chartres,
que apenas ronta seis, ja comecou a sua educacao diri-
gida por Mr. Courgeou, prolessor regio do eollegio rea
de Luiz o Grande. (Debat.)
atm, 2 de setembro. Arranhaa deve reunir-se o
conceibo de ministros para tratar espreasamente da
queslio do marecbal Bugeaud. Esta qoafctlo pareeia
estar j* decidida, viito baver-se determinado, que o
marecbal regressaria a Alma, l.igo que termina-se a sua
licenca ; mas um novo incidente, mu pioprio do ca-
rcter obstinado do duque de Islv, teio Wanslomur lu-
do. Kis-aqui o que se diz acerca deste negocio. No
dia 9 de agosto dirigi o murechal a todos os comman-
dantes geraes de Algeria urna circular relativa ao pro-
jecto, que quera fazer ejecutar para organisar aquelle
paiz em colonias militares, entrando por este motivo em
minuciosos pormenores, todos filhosde sua prouria au-
toridade, econlra o parecer do'governo, que a tal rea
peila pensa precisamente de modo opposto, pois quer,
que alli se estabele(a um governo civil, e que os paisa-
nos povem o terrena conquistado de Argel.
O marecbal ni sua circular declara, que o seu pro-
jecto se pora brevemente em ejecurao; e isto nao podi ..
deizar de detegraiar ao governo, sendo certo, que, se
a replselo, queB marecbal adquiri na colonia, nao
tornasse iiecetsaiia a sua presenta, elle teria sido mme
diatamente deroittido do uoverno. .Mullos conservado-
res suslentioo marecnal liugeeud, por eslarem persua-
didos de ser elle o nico homeni capaz do governar as
nossas possessoes do Norte da frica; e de roanle-las
n'um estado respeilavel.
O general Limoricirc, que fui nomeado interina-
mente govrrnador geral de Argel, pensa em sentido
contrario. Este astumplo chama muito a atlenco pu-
blica, e todos esto desejosos de conhecer a resolucio
do ministerio, ao qual lerio vivamente a conduela do
marecbal, que parece querer obrara respeito docon-
cclho de ministros, como obrava o general Bonapaite,
quando commandava em cliel i o viercito de Italia no
*
lempo do directorio, de cujas ordeni nlo fazia caso
algum.
AfRrma-M, que vio a eitabelacer-ie quatro novoi
bispados oa Cbina, a qua duat destas cadeiraa devem
er oceupadas por lacerdotea Irincezes, que ja residem
no celeste imperio. O nono governo offereceo i corle
de Roma a sua proteccao para ajuda-la a fundar novas
igrejaa nat quatro cidadei, onde pelo ultimo decreto
so autorisa o culto catbolico. (Piesse.)
AMERICA-DO-NORTE.
Os jnrnaea de Nuva-Yurk aloanciio at 31 do pinado
julh;.
Em cnnieqiiennia dn ae achar dinidcnte com o presi-
dente Pulk cerca da qursllo do Orrgnn, u senador Hu
rhaniia,ministro dos negocios estrangeirns, foi cate exo-
nerado, e subitituidu pur Mr. Audre Steplienson de Vir-
ginia.
Em eonsrqiirneia da declmelo de guerra frita pelo
Mxico ao Estados Unido por cina da annexafio de
Tesas, ii eiquadra americana a ordons do cmamodoru
Cnnncr recebeo nrdrin para te dirigir de Pemacola pa-
ra a rusia do Vexicn. Julga-ie que o Mxico em breve
lera de dpiiitir do plano do hostilidades contra os Eita-
dos-Unidos.
Miiitoi Americano, que te dirigirn ao territorio de
Ori'guii para nelle le estabrler.ereiu, regreaario a Cali-
fornia, por nao encontraren) recurin algum nesse dia-
(rielo.
A I!) ilc jiillin liniivo um grando incendio em Nova-
York no meanio bairro onda leve lugar outrn ro 1835.
Morreo bailante gente, e nimia nlo pude calcnlar-so a
pona. Perto de cinco millies de dolan eitavlo irgu-
radoi; oque produsir a quebra de algumai cumpauliiaa
de arguro.
Eenin! se o marido! em Franca Se compurtassem
aisim, er, meu Charo conde, que nao Valeria n pena
rcflenlirum poueo no negocio?
ilavia alguna minutos que a imaginario de Sainl-
Aniand, vivamente abalada, ae lancava de um extremo
outro. Ora vid elle na narracio.de Dearnnai umaallu-
sao a aone que Ihe dolinava, ora suppunha que pnr
zombaria o quera com isio amrdruiilar, ura finliiicnte
julgava que Benedicto de boa fe coulava uiu fon o natu-
ralmente scruregunda inlriiran. Entn lano havio elle
chrgado na parle do bosquo que Dceronais eliamava
eiicruiilhada da Crui, c liavia indicado orno liunle du
cu paairio noelurno. Flucluava sempre o espirito do
conde entre mil lupposicSc exlravigantei cerca da
intrucri arrretas do seu Coinpanbeiru. Ma quando
netse momento ello o vio tirar de repente da algibeira
um aisobio de prala e leva-lo ao labio, apetar da ma
curasen) real e que vinte vezes o havia fria. Macamen-
te aftroutar a non te eui duelo, nao pode donar deei-
iremecer. Via-ae ja nai mi doa verdugos aa urden
Ai notiriai doi Eitadoa-IInidoa lio do principio do
mes de agoito.
A n< mi loa narional de Texas adoptnu a 4 de jolln,
quaai por unaniuiidade, o projecto do aunexacAo lia re-
11itLi i-.i aos Eitailoi-L'nido. Para quo a ennexacfln ae
lome faetu consumanlo, falla aubmeller contli
luic*o do novo citado no exaino du leuado doi lliadus-
Unidni. congr sjo lexano continua va reunido parare
ver ai differentea leii du pail, ep6 lai em harmona com
ai da UuiSo-Amerieana.
Apenan ae approvouu projecto de annex.ir.Jo, o gover-
no de Trxai dirigi urna mniiiii 111 110 prci-idrnte doa
Etado>-lJiirlo, rnganilo-llie, que enviaiiealguniai tro-
pa u froiitciraa jiara repellir qualqucr aggrenao da
pai te do Mxico. A 20 de julhu mareliou una divislo,
nipoala do infuiitarin, iijvallaria e arlilharia, ciiniinaii-
dada |iclo general Tnylor, em iliiccra 1 a frouteirai de
Texai.
U general Arista, testa de algumai tropa mexicana!,
ae.iiiiva-ac prximo n territorio du Texas; mas jul;a-e
que njo uusarn atacar iiovu calado da L'iiiio-Aineri-
oana),
Ojornae americano! publicno novoi detalhei inbre
o iuveudio de Wuva-Yoik a 17 de jolln; entre nutro
valore, que a*) destruirn, byuo quarlro mil pipa! de
v iiilin, iJ.is quaes melaileerio procedente! de Poriujjal.
Em H.i-tnn lamueiiilcriu liavido alun incendio de Hie-
nor ciiii^ideraco.
Flla-e vaamenle n'um combate encarnizado, que
leve lugar na repblica do liayli, cutre oa babilnica da
parle do Norle (de origem lieapaiiliol.i;, c o du bul (de
origriu francesa). Parece, que ua ulunioi furau i-oin-
pleameiiio durruladus. Enlrelautu eila noticia carece
coiihrniajo.
parle do vice-rei. A eicuraio do principe pelo Nilo
il ao Cairo foi dirigida com tuda a magnificencia,
nos banquetes, a que S. A.asiiatio nada te poupou pa-
ra Ibe mostrar o aprc,o que ao di no Egypto 4 allianca
da Franca, e i amizade de el-rei Luiz Philippe.
Na aua excursao o duque de Mootpenaier viaitou
ilha de Pbiloe, pasaou as cataractas do Nilo, eiami-
nou os vestigios dat povoaces pbareonicaa desde The-
bas at Mempbia ; vio oFaioum, o lago Moeris, as
pyramides da Sakkara e deGiteb, os logares Ilustra-
dos pelas armas francezas como Heliopolis; em fien
Damietta e Maosoura onde as recordacOes de urna ex-
pediclo celebre detiverio por algum lempo o primei-
ro descendente de S. Luiz, que,desde a ultima cruza-
da, apparecia no Egypto.
(Diariodo Governo.)
INTERIOR.
RIO-GRANDE-DO-NORTE.
GOVKRNO DA PROVINCIA
Correepondeneia do Exm. Sr. doutoi Casimiro Jote de
Moran Sarment com ai autoridad! militara
da provincia.
EGYPTO.
As noticias da Alesandria ulcancao a 19 do pas-
sado.
S. A. Ibrahim Pacb.i bavia partido para Italia a 12
a bordo da fragata a vapor Nilo, acompanbado por
Ibrubim sobrinbo do vice-rei, e Solimn Pacba msjot
gcneial, assim como de oulros ofliciaes.
Mr A. Barrot, agente diplomtico, e cnsul geral
de Franca na ludia e China chegou a 13, pro.-edente
de Conslanttnopla, e a 14 fez a sua visita ao vice-
rei.
A esplendida fonte de prala, oflerecida ao vice-rei
pelo capitn Lyons, agente dacompanhia das Indias,
tem sido muito admirada pelo vice ici, e pelos que a
lecm examinado. Depois da oflcita lioute um almocu
de quarenla lalberes, dado pelo capito Lvons a Ariu
Rey, e a varios Inglezes o suas familias.
.Mcliemct Ali admiltio a sua mesa o coronal Bar-
netl, cnsul geral de S. M. R. e agente diplomti-
co no Egypto ; o capillo Lyons, agente da cumpa-
nbia das Indias nd Cano; os capirles llunter, e New-
bolt do exercito de Madrasta, o varios negociantes bri-
tannicos.
O vice-rei destinou a fonte de prala para o seu pa-
lacio do Cairo.
U duque da Montpensier parti para a ilba de Rbo-
des a 9 S. A., durante a sua viagem ao Egypto, rece-
beo as maiores demonstrac(0e9 de sffecto e respeito por
Mato.
(Continuarlo.)
N. 23. Tenho presente o officin, que Vmc. me
endererou, boje datado, em que, dsndo-me parle da
desobediencia do guarda nacional Jlo Maciel, per-
gunta-me, se pode mandar entrar dentro da cata deste,
e arnata-lo at a prislo, visto que elle se nega a obe-
decer as ordens de seus superiores; e em respotta cum-
pre-me signilicar-lbe para o seu conhecimento, e para
que Ibe fique servindo deregra de ora em diante em
laescasos: 1., que deve Vmc. soccorrer-se as autori-
dades policiaes, a fim de que estas, precedidas as for-
malidades marcadas no cdigo do procetso criminal
capitulo 8., deem buscas em casa do dito guarda na-
cional ou do outro qualquer, que, recalcitrando I or-
dem de prislo, expedida por superior, se acastellar em
sua casa, na qual por certo nlo pode Vmc. mandar en-
trar, porque o cidadlo, por ser gusrda nacional, nio
deiza de ter, em sua casa, um asylo inviolavel, do qual
s se podar entrar, no caso e pela furnia das leis em
vigor: 2', que nio be preciso, que Vmc. mande ar-
restar o individuo desobediente, que sem duvida de-
pois de preso nio querer insistir em nao ir para a pri-
slo, que Ibe liver sido destinada ; mas, quando itto
acn teca, deveri Vmc. mandar leva-lo a lorca, a fim
de que se verifique a prislo, e reconbeca nlo s este
ndividuo, mas todos os seus camiradas, que nenbum
pioveilo tirars da sua reluctancia em obedecer asr-
deos superiores: 3., fimlmentn, quo Vmc. devera
infallivelmente punir ao referido guarda, com toda a
severidade da lei, mandando melle lo em concelho de
disciplina, na forma proscripta pelo artigo 20 da resulu-
caode 25 deoutubro de 1832, e dindo do resultado
de lodo este negocio parte a esta presidencia, que tem
muito i peito manter e fazer manter a disciplina da
guarda nacional. Dos guarde a Vmc Palacio do
governo do Rio-Grande-do-Norte, 24 de maio de 1845.
I)r. Casimiro Jote de Mcraee Sarment. Sr. Jo-
s Louten(od'Almeida, lente coronel commandan-
te do balalbo de guarda nacional desla cidade.
N. 2i Tendo esta presidencia approvsdo o enga-
jamento do corneta Joaquim Jos de Santa Rita, para
a primeira companbia do balalbio da guarda nacional,
no 1. desla capital, a'sim o communico a Vmc. para
sua inlelligencia, e em resposta ao seu oflicio de 22 do
crrenle mer, queacompanbou o respectivo termo por
copia. Deosguarde a Vmc. Palacio do governo do Rio
Grande-dn-Norte, 24demaiode 1815Ur. Ofti-
miro Jote delHoraet Sarment. Sr. coronel Este-
vio Jos Barbosa de Moura, ebefe de legiio da guarda
nacional da capital.
COMMEftCIO.
Alfandega.
Renmmento do diz 29................. 4:398*365
Dtirar regad hoje 30.
Briguetia bacalbao.
RrigueAfaria-Felizeebolaa.
PatachoSlavomirfarinba de trigo.
Consulado.
B.ENDIMKNTO DO DU 27.
Gera!-700040
Provincial160*638
O Illm. Sr. inspector da thesouraria dat rendas
proviociaet manda fazer publico, que, em virtude da or-
dem do Exm. presidente da provincia, iri de novo a
praca, para ser arrematado a quem mait der, o rendi-
mento das collectorias dos municipios abaiio descriptoi,
por lempo de 2 annos e 9 metes, a contar do 1 .* de Ja-
neiro de 1816, tob asavaliicesannuiessegnintes :
Bonito.........................1:000.000
Flores....................... 951,000
Boa-Vista....................... 627,000
Us licitantes,devidamente habilitados,deverocompa-
recer oa aala das sesides da metma thesouraria, nos diai
17,10e2l de novembro prximo vindouro ao meiodia.
Secretaria da thesouraria dat rendas provmciaes d
Pernambuco. 3 de setembro de 1845.O secretario,
Luiz da CoilaPortoearrtiro.
= Em prsga de 30 do corrento (hoje} so arrematiri,
ante a cmara municipal desla cidade, a afericlo e revi-
sao das balances, peso e medidas do municipio do Recifa,
a quem mais der sobre 10:217,746 rt.
E para que chegue ao conhecimento de todos se man-
dn fazer publico pela imprensa. lecife, 25 de ou-
lubro de 1845. Manoel Joaquim do liego e Albu-
guerque, presidente.JoSo Jote Fimia di Aguiar,
secretario.
Ueclarges.
de Deimnaii, e n'um primriru luovimeulo deexaipera-
ciu, prrdemlo inteiraurnle a cabera,. Iravou djp brar
ao seu antigu amigo para auipende-lo e exclamuu :
Vih. qurr foier-me aaiastuiar I.....
Ah! rripondeo Deamnaii olbando para n conde
ipniabalar-ae; eu libia beu) que cu fim o bavia dea-
cebrirl
epuii por um rpido muvimento, de. em bar 9011 o
braco e pegaadu ero ambas as ni&ui du iau adversarte
aa qiiot'i como queeimagava entre ua icni dedoa de fer-
ro, porque a aua Furca era inuilu luperiur i du franim..
Pariiienae
Cunde do Saint-Araandl dine elle com voz firme
e ja clamorosa, anda quo empre calma, tu e um 00-
varde! Ua pouou te vi tremer como uiua mulber ao on-
vire a uarracao do caatigu que mereceriaa. Quem lenta
una aee.'in devra arrollar us perigua que a acoinpa-
ulian; eu queria eiperimenlar atempera de la alma i
vejo que nao paiaai de una crealura vil e desprenvel;
una eu nao auu um aaiasainu. Tu prucurailc aeduzr
minlia uiulhcr, nenhum' arrependimeiito in.inife.tus-
te do leu crime na vamu baltcr-nu, mai curo anua
leaoa.
De muito ba vunlade! exclama Saint-Amand de
repente e ooin alegra, purque ote deifechu Ihe pareci
una ventura ineaperada depiii dai aguniaa pnr que aca-
ba va de paitar ; c neiu ae quer puiiaou em def'euder-ae
dai iiiiputacei que Ihe havio lidu felai. Depuii ac-
cn sceiiton : Balier-no hu una neceiiidadu; mai como ?
onde callo a teU'ni'jnha? que he daa armaip
- Em iiuli peuiei, Sr. i tereiuui urna iiniea teitemu-
nba ; be juno que a ma piinic'io nlo ae torne um eaean-
dalo publico. Aa noai arma crio ai ininhai pilula
de liru. Dcllai ae lem o Sr. lervido nimia vez 1, nao
Ihe devem portantu 1er eilrauhai. Alcm de que parecc-
ne que o meu numporlamenlo reapuiide pela uiinba le-
aldade. Se bou verle querido, l-lo-hia, lia ponen, ai-
aaninadu aein ruco na minlia sala.
Tem raaio.
Har maii seguranca vamos cscrever urna drclara-
cio que pnri a lalvu de pencguicAes, ae apelar du tudu
ajuilica ar quizer envolver neile USMOcio, aquello que
d'enire uui aobreviver, Eiaaqui papel e peniiaa. Eiu hm
para arredar aasuapeila do publico, tica eniemiido, que
o terido lera aido victima de nina lucia com ladrdei.
Nio acha que vai auim a cuuia beni ?
Nada lenliu a recuiar-llii', reapundeo onrlexmen-
te o conde, e poi-ae iniiiedialiineiile a ercrever aubre a
perna. Maa, a propuiitu, e essa teiteiuunha? Nio. a ve-
jo. Queni Ue?...,.
PERNAMBuCO.
JURY DO RECIPE.
QUINTA SESSA5 ORUINABIA,
Preiidencia do Sr. aoutor Hodngues Sitie.
I)ia 29.
Reo Andr, 1 relo, escravo du Firmianno Jos Ro-
drigues Ferreira.
Crime Morte fela em outro preto escravo.
Advogado O doulor Antonio Vicente do Nasci-
menlo Feiloza.
O reo foi condemnado em 700 acoules, e a andar por
um anno coro um ferro ao pescoco ; pagando o Sr. as
cusas.
Julio Riibineau.
Julio! repeli Saint-Aui.ind a quem cate ame rei-
lituc lodo o leu tanguo fro e alegra. Ora talvez tiveiie
eu ali'inna objeceo a apreienlnr; mai nto quem pri-
var-me da preacuca deaie boni rapai. Cum effeitu era
quem faliava Smente para turnar u queatio em tudu
tanlaalica 1.....
Benedicto dco um auobiu. Julio sabio du busque e
iiproximou-ic muito obaladu para 111 duui adveriarius,
quo acabaran de terminar, e Irucar ai iuaa declarac .
mancebo cuniprimenluii-oi em silenoiu, apreseuiuii-
Ihea aa armai que bavia trazido, e poi-ae de parte.
Deironaii u Saint-Amand inai-chrau vinte e cinco
paaaoi para 01 lados oppuiioi, e cada um dellei carre-
11 framente a pillla quo tinba na ui.'ui.
llena Beuedieio aiirar priiuciru.e perguutuu a Saint-
Amand ae eslava prumpto.
A'a suas ordena, meu Sr. reipundoo este; maa
anda urna pergunla : SeoSr. me errar, e eu perder o
uieu tiro, repelireinob ?
li ni de na, Sr. meu, deve caliir aqui, "para uto
mais ae levantar.
Elito, liem Quando quizer.
Desruuaia reapondeo a iitu, levantando vagaroaamen-
10 a arma e diaparando 11 liro.
O cunde IVz un 11101 iuienlo convulsivo, e dille Cum
alterada vuz:
Vm. tem eila nnile a mlu cerla, o urge o caso que
eu 11 iinpeja de renovar.
Mat i braco Ihe trome; levanta-u cum grande cafurcu.
Anida auim fas logo, ma lugu cambala, e rula nu
cilio.
Julio e Benedicto, que 10 eitava ligcirameule ferido,
ourrriu A elle, que oa enoaruu pur algum lempo kb
= A barca Firmna recebe a mala para o Rio-de-
Janeiro boje (30), as 4 horas da tarde.
= O patacho nacional iveia tira a mala parto
Rio-Grande-do Sul e Porlo-Alegre amanbia, 31 do
correte, it 4 horas da tarde.
['erante a administracio dos estabeleeimentos da
caridade.tebio de arrematar, a quem mais der, ai re-
as das casas seguintes: ns 17, 47 e 49 da ra do padre
Florianno; n. 6 do becco da Caivalba; ns. 52 e 34 da
ra do Fagundes; n. 11 da ra de S, Juse; n. 6 da tra-
vesss do niesmo ; n. 34 da ra de Manoel Cuco; n. 18
por delraz da ra Nova, ; o. 31 da ra da Moda; n.
7 da ra do S. Tbereza; ns. 70 c 98 da desCinco-Pon-
tas ; n. 33 da ra de Hortas, e n. 65 da da Gloria.
Us licitantes poderaS dirigir te a casa dat seisdes, na
ra do Cabugi numero 6, boje e amanla, munidos de
seut fiadores idneos.
Sala das sasses da adotioistraclo dos estabeleeimen-
tos de caridade,29 de oulubro de 1845. O escriptu-
rario, A. A. de l.alda Brando.
O eoncelliu de adiuininlraco do 4. s balalhlii de ar-
lilharia a pe do 1 liulia tem da contratar o frneci-
roeuti) de pin, carne-verde, dita seres, fejao, familia,
toucinhu, o-eite-doce, e vinagre, durante o mei de no-
vembro prximo : ai peaioai que quizereiu forneeer oa
genero cima, cumparrc.au no dia 30 do ooriente, no
quartel do floapirio, na D horas da iiiiiuliia.ooiu aa com-
pleme amoilrai e anas propoitai.
Quartel no Hoipioio era Pernambuco, 28 de oulubro
du 1845. '
Franciico Carloi Buen Betghampt,
\. c lenle agente.
O conceibo de admioistracSo do 4.' balalbio de
artilbaria a p de rrimeiri linha tem de comprar, para
fardamento datpracat do mesmo balalbio, barrilinas de
pello de Braga, ou de seda com fundo e virla decou-
roenvernizado, panno a/ul. dito preto, casimiras, car-
mesiiii, lirnr, bollanda e grvalas de couro eoveroizado:
as pessoas, que quizerem vender 01 artigos cima, com-
paiecrio com as respectivas amostras, ou propotlai, ou
as envi em csrta lechado ao quartel do Hospicio al o
dia S do mez de novembro prximo futuro. Quartel do
Hospicio em Pernambuco, 28 deoutubro de 1846.
Francisco Carloi Bueno Beichampt, 1.* tenenle a-
sdminittrac&o do patrimonio doi orpkos.
Nio tendo concorrido licitantes a arrematacio dai
rendatdacata n. 4, sita no largo do Hospital do Pa-
raso ; a mesma administracio manda fazer publico,
. aapai
poder fallar : a final dino cuna fraca vos, dingindo-ie
a Deironaia:
Fui Vm. maii hbil doqueeu, polo que Ihe don
a para lien; mat poii que sabe qne oiaggravm que Ihe
fia turan soiuente de imeucln, deveria procurar-ino al-
gum auccorroi, Nem liu pouou julgo conveniente dei-
xar-me aqui morrer comu um cachorro.
Julio, dtasa Ocarunaia, lem rriponder direeta-
menle ao moribundo, curra au caitello do Sr. conde, di-
na que fomoi de improvilu atacados por ladrfiea, que
estamos feridoi, e que no euviem gcule e um raedioo.
Em um quario d'bura podo vms catar aqui de volts.
O mancebo parti iminedialamente.
Algum lempo depuia tormiu a apparreer seguido de
aljjuui liomeiis e de um medico que felizmente seaoha-
va nu i.ailellu 110 iiioinento ero que o Ribo du notarlo, la
ohrgra. A fbula dui ladrdci, imaginada por Benedic-
to o ruiifirmada pelo cunde, fui arredilada ero heiita-
Cu. O doulorexaininou primeira:nen|o a Siinl-Amend
cuja ferida era muito grave: a bala havia-lhe alravei-
adn u peilu. Dearunaia linha uina ligeira eafoladura no
braco.
Urdenou o medioo 11 inmediato transporte do conde
para u.i casa, onde 16 podan ser ai oprracfiea eouveui-
rntemonie rffucluadai. Puserao por lamo o rendo em
urna padiula que heviin cundusido, e todoa ae retirara
a cicrpuau do Julio e Beuedirlo.
Ene leiiinii-ae em ura tronco em vez de seguir lugo O
uaiiiiuliu da quinta ; fox uro aignal *o rapas que catara
pallidu, oimi oaolhua baixui, e miiiovel, para que ae
aemeaie junio delle. Drpoia de baver meditado alguna
minuto, peguu-llie na mi.
(Cealiauar-a-*).


que ditai reodei vio novamente i praca do dia 31 do
corrale mez, pt lo meio da : pelo que, ai pessoai, que
te propuzerem 4 dita arretacio, poders comparecer
oa easa da* seuoei da administrado, com seus fiadores.
Recife, 25 de outubro de 1845.
O eieriplurario,
/. M. da Cruz.
A C0MPANI1IA ITALIANA
HOrt. 30 d" oorrente mu,
dar a 8." repmrnlafdo lyrica fiara completar at aiaig-
natural, que j frtii |>(5i : e pela ultima e* ae repre
armara a muil applaiidlda peca, en trea actoa, du Sr.
Cav. Dunitelli o
E.IXIR DE AMOR.
0 bilhoto de camarote o pial, aatim como oa fo-
lhctua il IraduecSo da pega, vcndarHtTOesrin j em ca-
a do director, roa Novo, numero 1, segundo andar <
no da da recita no botiquim flu theatro.
Avisos martimos.
Para o Am legue viagetn emjgoucos diai, o
bergantn! nacional Fiel, capito Maaoel .Uarcianno
Ferreira : quemno mesmo quizer earregar, ou ir de
paisagem dirija-se a ra do Vigario, SU a tratar
eomseus consignatarios Firmioo J. F. da Roza &
Irmo.
Para Lisboa legue viagem com muita brevida-
de o bergantim /atujo-Primtiro capitSo Manoel
de Oveiro Faneco : para carga e pauageiros, trata-ae
com osconaigoaUrioa Firmino J. F. da Roza & Ir-
mo ou coro o capillo.
Para Liiboa segu viagem i escuna porluguexa
Tanjo le Ftlkoe, capillo Francisco Antonio de Al-
meida : quem oa mesma quizer earregar ou ir de pas-
aagem dirija-se ao capillo oa aos consignatarios,
Firmino J. F. da Roa dt Irmo na ra do Vigario ,
p, 83.
Para o Rio-de-Janeiro seguir,no dia 31 do cor-
rente mez, a barca Firmexa ; recebe alguma pequea
qualidade de carga, assim como escravos i frete : os
Sra., que teem fallado para ae trarfiportarem na referida
barca, queirio entender-ie com o capillo Narcizo
Jos de Santa Anna, ou com Gaudino Agoslioho de
Barros, visto acharem -se quasi preenebidos os cama-
rotes.
Para a Babia sahir, em poucos das, o hiate na-
cional Boa-Viagm : para carga e passageiros Ira-
ta-se com Novaes di Gompanbia na tua do Trapicbe,
0.34.
Para a Babia, com escala por Maoei, sai impre-
terivelmente, at o dia 4 do crrente, a garopeira ir. -
do-Bom-Fim : quem quizer earregar, dirija-so a roa
do Vigario n. 5.
Para o Hio-de-Janeiro sabir com a possivel
brevidade, o brigue nacional D. Affonto capillo
Beoto Jos Vieira : quem no meimo quizer earregar ,
ou ir de passagem dirija-se a ra da Cruz n. 45
casa de Nascimento Scbaefller & Companhia.
po, ao Sr. Francisco Xavier Ca-
valcanli Lins : qualquer pessoa,
que o aprender, leve a casa dos
Srs, Russell Mellors & Compa-
nhia, na ra da Cadeia, n. 39,
que ser recompensada com a
quantia cima.
Precisa se de200j rs. a premio dando-se para
seguranca urna escrava moca ou tambem se vende por
preco commodo ; quem quizer, annuneie.
O thesouroiro da irmandade do SS. Sacramento
da fregueiia de S. Jos do Recife roga aos Srs. irmios
da mesma irmandade que tivercm opas pertencenles a
referida irmandade queirio ler a bondade da ir en-
trega-las em sua casa na ra do Padre Florianno,
n. 40 ou ao sacrislio da igreja de N. S. do Terco ;
pois tem de fazer entrega deltas ao novo tbetoureiro ,
no dia primeiro de novembio futuro.
Aflooso.MinlMartin, recentemente chegado de
Pariz, traz mantelott-s de chamalute prelo, liso e'ondea-
do guarnecidos de ricas Iranjas de retros e mantas
da mesma fa;enda ; ludo o que ba de oais a moda ;
cortea de seda furia-cores com listras para vestidos,
o melbor possivel ; ditos de seda branca lavrada ; luvas
de peluca meio braco ; ditas de rededo seda pruta ;
um opbicleideemsi bmol ; urna corneta de pistio : na
ra Nova n. 12, segundo andar.
Ollerece-se urna mulber de bons costumes para ser
ama de urna casa de pouca familia : quem de seu pres-
tioio se quer utilisar. dirija-se a ra de S. Rita, n. 27
' Roga-se ao Sr. Jlo Augusto Bandeira de Mel-
lo digne-se mandar entregar as quantias, na posse das
quaes est se conservando indevidamente, lia mais de
um met.
Quem quirer dar a quantia de 40 rs. na cidade
de Goianna para receber outra igual quantia nesla
prar;a annuneie por esta folba.
Precisa-se alugar um preto para urna padaria ,
que saiba amassar; na ra atraz da matriz da Boa-Vis-
o. 22.
ta
Le.Ia.
Kalkmapn & Roserruod, tendo transferido o seu
ultimo Icilode fazendas, por nio lerem podido despa-
char a tempo grande porcio d'ellas modernas, e ltima-
mente importadla, lamo o meimo leilao por intervenco
docorretor Oliveira boje, 30 do correle, ai 10 bo
ras do manhaa em ponto, no seu armazem da ra da
Cruz
Avisos diversos.
= Da casa da ra do Pilar, em Fra-de-Portai, n.
66, Mirtillo dacabeca de urna imagem de Menino-
Dos, urna corinba de ouro, com o peso de 2 '/> oito-
vas: a pessoa, a quem for ella oflerecida, ou a vir as
mos de um mulatinho, que se suppe ler sido o la-
dreo, tera a bondade de leva-la a dita casa ; onde reco
bera 5 n. do gratificarlo.
= tbetoureiro da loleria do seminario de Olinda
paga os premios da mesma noidiii 31 de outubro, 4e
5 de novembro, das 9 borai da manbia 1 da tarde, na
caa de sua reiideneia deronte de \ Francisco, e d'ahi
por diante as quartas e seztas-ieiras as meseras boras.
O CLAMOR PUBLICO.
Sabir boje o n. 56, e acbar-se-ba venda, ai ll bo-
rai da manhia, na praca da Independencia, livraria nu-
mero! 6 e 8.
O abano auignido faz sciente a quem convier.que
Jos Joaquim da Silva Bairio te servio de por o nome
do abaizo aiaigoado em um compromisso, que anda as
signando pelos leui credores, sem que o abaizo as-
sigoado fosie sabedor de couia alguma para este fim;
conitaodo-lhe mais que o dito Sr. Bairio assim o lez
para melbor poder illudir a leus credores com o com-
promisso que tem para elles Ibe assignarem, pois o a-
baizo aisignado de nada he tabedor, e por nada se res-
ponsabilisa a bem do Sr. Bairio.
Antonio Ptreira doi Santos.
- O abaizo assigntdo faz ver aos |Srs. negociantes
desta praca, que Jos Moreirs da Costa Maia deizou de
ser seu caizeiro desde o dia 29 do correte, e que (ico
de nenhum elTuilo a autorisacio, que o mesmo tinha,
de comprar em seu nome Pelo presente avisa a todos
o seus credores, a quem fosiem comprados gene-
ro pelo dito Maia, que dentro de 3 diai, apresen-
tem iuis conles para lerem legslitadas.
. Joo da Molla Bote/ho.
~~ Oabaixoassignado, teslamenteiro do
fallecido Manoel Jos Machado Malheiros,
avisa ao publico, que tem auhorisado
ao br. Manoel Jos de A mijo Machado,
para receher todas as dividas activas da
casa, do relerido Malheiros.
Js Joaquim Dias Fernandes.
50^000 RES DE GRATIFICAgO.
Na noule de 27 do corrrente,
furtro, deum sitio em S. Ama-
ro
Aluga-se o segundo andar da casa etrnz da ma-
triz da Boa-Vista n. 26 com bons commodos para
grande familia muito fresco, por sor da parte da som-
bra : a tratar na mesma ra n. 22.
Urna mulher capaz que sabe bem coser e en-
gommar seoflerece para trabalbar em alguma caa de
modiita ou loja franceza : quem de leu preitimo se
quizer utilisar, dirija-se a ra do Bangel n. 1, que
abi se dir onde ezisle tal mulher.
Quem precisar de um feitor de idade e na-
tural da liba para sitio, ou engenho e que lem pra-
tica de lodo o servico de agricultura, e tratar de vaccas ,
dirija-se a ra larga do Ro ario n. 29.
Antonio Csrnero Mechado Ros mudou a sua
residencia parea ra do Aragio n. 19.
Precisa-se de urna mulher moca para ama secca
de um menino em urna casa de pouca familia ; quem
estiver ne.tas circunstancias dirija-se a ra do Ara-
gao sobrado n. 12.
Aluga-se um sobrado de dous andares, com ter
rado lora pvoprio para grande familia na ra das
Cinco-Pontas n. 27 : a tratar no mesmo sobrado.
Aluga-se o segundo andar da casa da ra do
Queimado, n. 8 : a tratar na loja do meimo sobrado.
Tendo apparecido, no Diario de 29 do correte,
um annuncio, no qual se annuncia, que urna prela at-
ache recoliiida em urna casa sem querer direr quem
be seu senhor e nicamente diz que seu senbor he
tasado; sendo queseja urna prela de nome Jaciotba ,
de idade de 40 annos pouco mais ou menos, era
ussuda um pouco, ps e oaos pequeos queira ler
bondade de dirgir-se a casa de seu stnhor Frederico
Chaves, no Atterro-da-Boa-Vista ou a casa de Al-
lierlu Lavenre, oa ra do Sebo casa junto a doSr.
Victorino.
= Aluga-se urna caa oa Paisagem-da-Magdalena,
com muilos commodos, corinba rra estribara, poto
de agoa de beber muito fresca e perto do banho : a
tratar na ra da Cruz, n. 5.
= Precia-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia ; oa ra do Fogo o. 15.
- Aluga-se urna casa no lugar
do Monteiro, tendo a frente para
o rio Capibaribe, com os commo-
dos seguintes: urna grande sala
na frente, corredor ao meio e
quintal e estriba-ia; duas casas terreas na roa For-
mse ni. 5 e 7, com quintal, cacimb e mais com-
ino Jos pura grande familia ; outra dita com os mesmoa
commodoi, na ra da Soledade o. 35, por 12j n.
menaaes: quemas pretender, dirija-so ao escriptorio
de Prancisco Antonio de Oliveira & Fillio na ra da
Aurora n. 26.
Alugio-se, por anno ou para se passsr a es-
la dous sitios com grandes casis de vivenda, co-
ebeira estribara banho e porto de embarque no rio
Capibaribe na Ponte de-Ucha, delronle do sitio de
F. A. de Oliveira a quem qualquer pretendenta de-
ver dirigir-se.
Quem Ibe faltar um alfinetede peito de ouro,
que um moleque o aodava ollerecendo por venda e
por se desconfiar, que talvez fosse furtado leappre-
hendeo pode dirigir-se ao pateo do Collegio, loja de
babuleiro o. 20, a fallar com Joaquim Rodrigues
Campos.
= 0 propietario da barca doi banhm, desejando dar
um testernunbo da sua graditio pelo apreco, que o pu-
blico tem leilo, deteseu estabelecimenlo vai, a cusa
de lodos os sacrificios, pO-lo no melbor p de asseio e
elegancia que Ibobe possivel: desde o da primeiro
de novembro em diinlo achar na barca os amador?.
doi banhos todos os refrescos que apeiecerem ca-
l, bolinhos cervej, vinbos o mais bebidas espirituo-
sas tudodaimelboroiqualidadei. Tambem, ao modo
da Europa havera sempre na barca queijo presunto
de fiambre, &c., para as pessoas que quirerem lo-
mar alguma cousa no banho. Espera,pois,o proprieta-
rio que os Srs. e Senboras que ale agora so teem
dignado proteger este estabelocimento, contintiem a
prestar-lbe a sua benigna proteccao asseverando-lhes
que elle se nio poupara a fadig alguma para manter
" a melbor ordem aiendo frequentemente mudar
o banheiros e conservar ludo no maior asseio.
= Roga-se a pessoa, que porcogano lirou urna car-
la do correio de nome Jos de Moraes Maia do di-
ligir-se a ra da Cadeia do Recife, o. 24, embora es-
toja aborta.
Guilberme Augusto Rodrigues Sette, novamente
torna a fazer publico quo precisa muito saber noticias
das pessoas seguintes, a bem do seus inlercsses e ro-
ga por isso a quem souher algum cousa de dirigir-se
a sua casa na ra do Queimado n 25 : Antonio
Jos da Silva Meodonca natural do Porto casado
com D. Senhorinba da Nactividade filba de Antonio
Franciico Maia negociante delta cidade, e todos aqu
reiidentei, precisa-se saber se o dilo Mendonca he vi-
vo, ou morto ou onde ezisle alguem dosua lamilla
Jos Luiz da Silva Carneiro. natural do Porto e rin-
do para esta cidade ondo eiteve algum tempo em casa de
Antonio Teizeira Lopes Jnior; Mauoel Pinto Fer-
leira Marques que foi caiieiro aqui de Joaquim Luiz
de Mello Carioca e foi depois para a costa d'Afnca ,
no navio S. Domingos, quer-se saber.se vollou para c,
ou se eziste em alguma outra parto ; Antonio Jos
Corroa, natural do Porto vindo para esta cidade na
barca Tenladora em 1845 e que esteve algum lempo
ao p do arco do Bom Jess
Joao de Nepomuceno Barroso embarca para Por-
to-Alegre e Rio-Grande do-5ul a sua escrava Rila ,
de naco Costa da Mina.
Quem precisar de urna ama para criar dirija-
porsorte Ibas liverem libido Os procos daaeautellai alo
decimos a 1,000 rs., vigsimos a 500 rs.
Aluga so o primeiro andar e luja, com todas as
suas dependencias,iia casa sita na ra Nova, n. 7; tam-
bem so aluza a loja do dito separadamente, por preco
mais baralo do que tinba-se leito : os pretndanles
drrijio-se aos Sn. J. P. Adour & C, ra da Cruz,
o. 21, no lenle.
= Preeia-ie de um menino de 10 a 12 anuos, para
caizeiro, doi vindos, ha pouco, do Porto ; na ra da
Praia armaiem o. 66.
Hoje, 50 do corrente be a ultima praca, oa
porta do Sr. doulor juiz de orpbios da arremalaco
dosmovea, e urna escrava, perlenceotra ao fallecido
padre Joaquim Goncalies Rodrigues : dos eicriptos,
queioachao em mi do porteiro Amaro de Faria ,
consta asqualidadei e valoree.
Aluga-ie o primeiro andar da easa n. 69 da ra
Nova for'ada de papel, e asieada com estribara
para dous cavaRos a largo : a tratar na ra da Auro-
ra n. 22.
Antonia Bazilia Simoes embarca para o Rio-Gnu-
de-do-Sul e Porto-Alegre a sua escrava de nome ba-
bel, de naeiio Relilo.
Jniga-se o terceiro andar do sobrado n. 9 da
ra do Queimado e os segundo e terceiro andares do
laqueiro na ra do Amorm: a tratar na ra do
Queimado loja n. 9.
Na ra da Sen/alla-Nova, esquina do Becco-
l.argo, n. 42 eziste urna mulher forra sem filbo ,
muito sizuda com ptimo e abuodante leito pira
criar : quem a precisar, pode alli procura-la.
Aluga-iu um terceiro andar com solio e cozinha,
na ra do Trapicho n. 34 : a fallar com Fernando
de Lucca.
an Domingo, 26 do corrente a bocea da noute na
estrada nota perto do Cacbangi perdeo-se ut par
de oculos de 4 vidros azulados, com aros de ouro: quem
os achar, leve ao corretor Oliveira que gratificar ge-
nerosamente.
Compras.
se a ra Direita n 28.
outro dilo ao lado para o servico
da mesma casa, seis quartos sen-
do um guarnecido de partileiras,
sala atraz, cozinha fra, e um quar-
lo com larimba para escravos, es-
tribara para dous cavallos. e um
(inarlo no fundo do quintal, o
qual serve para despejo, o quintal
lodo murado e a casa toda envi-
diacada, tanto pela lenle como
pelo fundo, a qual he bstanle
fresca: os prelendentes fallem no
Aterro-da-Boa-Vista, no 3. an-
dar da casa n. 37.
=M.rcellina Rila Mara dos Prareres embarca para
Porto-Alegre, pelos porlos intermedios, as suas escra-
vas Rita e Izabel, de naco Cosa da Mina.
Joao Vaz de Oliveira embarca para Porlo-Alegre,
pelos porlos intermedios, 01 seus vscrovos, Cristina,
Simiana, Antonio, Balbino, Luiz, Jos, Rufino, to-
dos crioulos, e Antonio, crioulo de Luanda.
Precisa-te de dous homens quo trabslhem em
um litio muito perto da praca ; tambem so alugo 2
escravos mentalmente dando-se-llies de comer par
trabalbarem ne meimo litio : na ra ira Cadeia do Re-
cife n. 23, se dir& quem precisa
Precisa-se alugar urna preta que saiba fa/er to-
do o servico interno e ezterno de urna casa que leja
fiel e de boa conducta ; na ra da Cunccicoo da Boa-
Vista sobrado o 8.
Da casa do abaizo assignado fugio um leu mole
que de nomo Joao, naci Mucambiquo, de dade de 15
annos, can redonda, olhos grandes, beicos grossos e
salientes, e com um signal de fui ida no peiloesquerdo
quem o encontrar, e liouzer i ra du Hospicio o ti,
do bairroda Boa-Vista, ser recompensado de seu ira -
balho.
Jeronymo Martiniano Figueira de Mello.
LOTERA U Til fc A TRO.
As rodas Jesta lotera andio impreterivelmente no
da 25 de novembro prozimo futuro visto ter-se roa-
lisado o andamento das do seminario Os respectivos
bilheles acbao-ie a venda na lujado thesoureiro, na ra
do Queimado n. 39; na do Snr. Meneies Jnior ,
rus do Collegio ; na botica do Sr. Morera ra do
Cabug e no bairro do Recife as lojas de cambio
dos Srs. Vieira e Manoel Gomes
Aluga-se o segundo andar do sobra-
do sito na ra Direita, n. 20, com bons
commodos: a tratar na ra do Collegio,
segundo andar n. 14.
Compra-so um quarto, que seja bom carrega-
dor de passo, para urna viagem, sendo gordo e man-
so : no sohradu da ra da Soledade, por cima da pa-
daria, n. 39.
Compra-se lia de freza e de outra qualidade,
para enchimentos de colchSes ; paga-se a 2) rs. a ar-
roba : na ra Nova, loja deselleiro n. 28 defronte
da igreja da Conceicio.
Comprao-ie dous escravos peritos oflSciaes do
pedreiro e dous carpais; na ra da Senzalla-Velba,
n. 110.
= Compra-se arroz pilado, hranco e vermelbo, en
porces: na ra da Senzalla-Nova o. 4.
Vendas.
=Vende-ie por precisio e preco commodo urna
escrava, de 35 annos, com algumss habilidades ; na
ra do Padre Florianno, n. 23.
\ endem-se sellins inglczes, elsticos, de patente,
cabecadas rolicas, sellins Irancezes, chamados regala-a-
bunda todos forrados de couro de porco ; talina e
cananas para ofliciaes de fileira e montados,espadas pra-
teadai.lano de roca como iemella,baodai de ieda,ricai;
-ilhoes para montara de senbora de todas as quali-
I dudes; e ludo quanto perlence a este estabelecimenlo,
por menos preco du que em outra qualquer parte : na
ra Nova loja deselleiro, n. 28, defronte da igreja
da Concedi.
Vendem-se boas pinSude coqoeiro por com-
modo preco : nfrrua Nojia n. 25, eziste a amostra.
= Vende-se um escravn de bonita figura, de 20
annos ; na praca da Independencia loja n 3.
Vende-se um fardamenlo completo para inferior
do esquadro ludo em bom oso e muito am couta ;
na Camboa-d i-CarnRr, >n. tS.
Vendem-se charutos de fa-
alia, mt-ia re
Casa da Fe9.
Nicolao Hartery embarca para o Rio-de-Janeiro o
tea escravo, mulato, Henlique.
Aluga-se o terceiro andar do lobrido da ra do
Queimado o. 2 : a tratar na loja do meimo lobrado.
Na ra da Senzalla-Nova n. 42 precisa-se de
um portador para levar cartas ao Rio-Formoio.
= Precia-ie de 300 rs. a premio bvpothecan-
do-se um pardo bom sem achaque algum, e urna ne-
grinha de idade de 10 annos, ou entio boas firmas,
por tempo de 6 mezes ; quem quizer dar annuneie.
= Alugio-se os dous terceiros andares com solios
do sobrado ns 4 e 6, do Allerro-da-Boa-Vista ; o se-
mjui c perienceo ha pOUCO tem- gnndo andar do sobrado o. 24, da ra da, Aurore, coro
um cavallo de sella, bstanle
gordo, cor preta, cara branca;
este cavallo he bem conhecido
RA ESTREITA DO ROZARIO, N. 45.
Tendo o tbesoureiroda loleria do Ibeatro marcado o
dia 25 de novembro para o andamento das rodas desla
lotera pelo novo regulamentn de 27 do abril do anno
p.p.; o proprietario do estabelecimenlo da casa da I*,
onde se vendem caulellai da mesma lotera do Iheatro,
convida a toda ai pessoas, que gostio desle inlereuan-
te jogo, concorrio quanto antes a comprar dasiuss
caulellas, e nao esperem para os ltimos dias prozmos
ao andamento das rodas, a fim de que nio venbioa
licar sem ellas, pela muita eztraccio que esto tendo, e
mesmo pelas garaoJjKs quo tem a bem dos comprado-
re! ; alliancando Wh que no da marcado pelo Ibe-
ouroiro rorrered infallivelmento as rodas, fiquein ou
nio bilheles.
0 proprietario convida a todos os seus freguezes, que
comprarem das suas caulellas, a virem ou mandarem
na casa de seu estabelecimenlo,no dia em que corrrrem
as rodas da loleria cima, dai 4 horas da tarde at ai
8 di noule,onde acharad a lilla da eztracciu da mesma
lotera, a Smde saberem no mesmo da os premios que
mas da Baha, re
galia e bahianno, de superior qua-
lidade: na ra das Agoas-Verdes
n. 27.
v Na ra Nova n. 2, loja de
alfaiate, acha-se um completo
sorlimento de fazendas moder-
nas, e do ultimo gosto, chapeos
de castor brancos e prelos ingle
zes, brins para calcas de todas
as qualidades bretanhas muito
finas, esguio, ricos corles de col-
lete de selim, gorgurao, e casi-
mira, riscadinhos francezes, len-
cos para grvalas, de setim e de
cassas, mantas para grvalas, sus-
suspensorios de seda, meias de
seda preta inglezas para homem,
assim como outras muitas fazen
das por prego muito commodo.
Vende-se o excellente doce de
goiaba em caixeszinhos, muito bem feito,
e em latas de flandres, de goiabas inteiras,
de calila, muito bem feito: na ra do
Crespo, n. 14 3. andar.
Vende-se vinagre bran*
co nacional, a 400 res a ca-
ada velha : na ra do Aterro-
dos-Afogados,n. 7. e noAtter-
ro-d-lloa-Vista, fabrica deli*
cores de Frederico Chaves.


V
*
5?
FOLHINHAS
DE
Porta e Algibeira
PARA
184(6.
Vendem-se na praga da In-
dependencia, luja de livros n. 6
e o; na ra da Madre de Dos,
venda da esquina defionte da
igreja; na Boa-Visla, def onte da
mairiz, botica do Sr. JMoreira;
em Olinda, botica da ru do Am-
paro, e loja do Sr. Domingos,
nos Quatro Cantos.
Vende-se a casa terrea
do paleo do Para izo n. *2 \ :
naruadasLarangeiras, n. l!fc,
segundo andar.
= Vndese om relogio patente ngle, de pra-
ta aiuito bom regulador por preco comoiodo ; na
ra da Cadeia do Recite n. 38.
= Vende-ae um pardo carreiro muilo moco e
proprio de todo o servido de cata e campo ; urna negn-
nbade 16 annos, poui'o oais ou menos, de bonita
figura faz renda e propria de lodo o servico de urna
cana ; urna parda boa engommadeira lavadeira co
zinbeira e costureira muito desembarazada para todo
o servico de urna casa ; um preto de naci muito
proprio para o servico de sitio, ou eng-nho, todos sem
vicios nem achaques : na ra do Cres|>o, loja n. 4.
= Vendem-se 50 alqueires de arroz branco, a 7600
n ea retalbo, a 8000 rs. pela medida velba ; na
ra do Carnario venda n. 7.
= Vende-se um cava lio ruco, carnudo, bom de
sella e que di-se para se experimentar, por preco cora-
modo : na ra larga do Ruxario o. 50.
= Vende-se um casal de rulas de Hamburgo por
(ij rs. ; laranjas para embarque : na ra doCabug,
loja de relojoeiro n. 7.
= \ende-ie a venda sita na ra das Cruzes n. 25,
a vontade do comprador : a tratai na mesma ra casa
n. 30.
- Em casa de Fernando de I.ucea, na ra do Tra-
piche n. 34 acabio de chegar : queijos londrioos;
salames; arenques em barris pequeos ; presuntos in-
glezes ; conservas de frutas de umitas qualidades em
vidrose em latas; pipinos em barris, tudo muito fres
co ; tambem se acba sempre um grande aortimento de
vinbos de todas as qualidades: como: vinbo Xerry ;
dito da Madeira ; dito do Porto ; dito do Kheno ; di-
to de Malaga em meias garrafas; Clarelte tinto e
branco ; Sauternes ; Tbaut ; Preignac, e oais oulros,
todos da melhor qualidade ; um deposito de genebra
da Hollanda da primeira qualidade, cm fratqueiras ;
e de vinho de Champagne da celebre e bem condecida
marca Lansoo Pere & Fils ; inarraschino; bran-
dy ; ago'ardonte de Franca ; cognac ; vinagre bran-
co ; cervpja ; velas de espermacete ; rap rolao ; cha-
rutos regala a 20 e 3o rs: o milheiro e em por-
fi mais em costa.
= Vende se una porgio de quintaos de oesos ; em
Fra-de-Pur tai, venda n. 92.
ssVeuue-se urna preta recolbida de bonita figura
de idadede 15 annos, sem vicios nem achaques ; o
motivo da venda sediri ae comprador; na ra da Au-
rora o. 22.
= Vende-ie um moleque de idadede 14 annos ,
pouco mais ou raeaoa, de bonita figura ; urna preta
de idade de 20 annos, propria para todo o servico : na
ra da Cadeia do Kecife loja de Joio da Cuoha Ma-
galhes.
= Vende-se farinha da terrra a 3200 rs. a sacca,
e medida rasa a 5500 rs. ; na ra do Rangel, n. 25.
= Vende-se um relogio de ouro patete suisso ,
com suaa competentes cadeias tambem de ouro, e he
bom regulador ; um alfinele do ultimo gosto para se-
nbora por prego commodo : na ra larga do Boza-
rio, n. 50.
= Vende-se um diccionario de Moraes da quarta
edicio, por preco commodo ; na ra Nova loja
u. 58.
=\ endem-so barricas vasias, que servem para aasu
car e de boa qualidade; na ra larga do Rozario ,
padaria n. 18.
asa Vendem-se meias barricas de farinha da marca
SSSF muito nova ; na ra larga do Rozario, n. 18.
= Ainda enslem alguna terrenos para se venderem
em logare* proprios para se edificar com 50 pal-
mos de frente, e 150 de fundo, sitos na ra nova
por detraz da ra da Concordia e partem com as tra-
vesas do fallecido Monteiro, e Csldeiieire por pre-
co muito commodo : e a sua planta acha se na ra lar-
ga do Roxario junto ao quartel de polica, n. 18
onde se tratar do ajuste.
> Vendem-se duaseseravas de nagio de bonitas
figura*, de idada de 18 a 24annos, urna deltas coiioha
e lava de sabio e a outra be ptima quitandeira: urna
criouta, de 24 anuos, coxioba lava e 'engomte ; urna
parda de 24 annos engomma liso cose cbio, coli-
nda e lava ; um escravo de naci Coda ptimo para
carregar paleoquim; um moleque, de 15 annos, pro-
prio para todo o servigo : na ra da* Cru/cs o. 22
segundo andar.
= Vende se cera de carnauba, muito clara e cou-
ros de cabra ; na ra do Trapiche-Novo o. 18, pri-
meiro a adar.
= Vende-se potassa muito nova de superior qua-
lidade em barris pequeos; na ra da Cadeia do Re-
cua arnwem de assucar n. 12.
= Vende-se urna eicellente rabeea com sua cai-
is; na ra de Hortas, n. 140.
=Veode-se azeite de carrapato, a cinco patacas a ci-
liada ; na ra do Atterro-dos-Alogados, n. 7.
== Vende-se um lindo preto coziobeiro, e outro
ganbador de linda figura; na ra da Senxalla-Velba,
a. 110.
Vende-se cha byston em caiza* de 15 libras, em
porcSese aretalho; e potassa americana ltimamente
ebegada ; meias barricas de farinha de trigo da marca
gallego : em casa de Hatbeus Austin & C., na ra da
Alfaodega Velba n. 36.
= Vendem-se saccas com farinba de Mag, a 4800
rs.; ditas com milbo a 4000 rs. ; gomma de en-
gomoiar, a 12000 r*. o alqueire velbo; farinba de
S. Malbeus a 3800 rs. eem sacca, a 4200 r*. ; na
ra da Cadeia de S. Antonio, de potito de farinba ,
o. 19.
Vende-se um escravo de nagao, de meia idade ,
ptimo para sitio por ter bastante pratica ; na ra
Direita, n. 18.
= Vendem-se 6 escravas mogas, de 16 a 20 annos,
com boas habilidades duas sio recolbidas, cosem ,
engomuiao e coziobio ; 8 eteravos mocos forte e
bous para lodo o trabalbo tonto da praga como do
campo : na ra do Crespo, n. 10, primeiro andar.
ALERTA!
=Vendem-se chitas escuras aclaras, a 120 140
160, 180e200rt. ,o covado ; ditas finas, a 220
rs. ocovado; superiores grvalas de *etim preto de
Maco, pelo barato prego de 500 rs. ; pannos finos
preto e azul a 2500 rs. ocovado ; madapoln a I (O
e!80rs. a vara; dito fino, a 200. 220 e 240 rs avara;
bretanba fina de Imho puro a 560, 640 e 720 rs. a
vara ; pegas de ditas de 5 varas e meia, a 2800 e 5200
rs.; superior selirh de Maco preto, a 3200 e 4200
rs o covado ; esguii de puro linbo muito fino a
1500 r. a vara ; pegas de bretanba de rolo a 1600,
1800 e 2000 rs. ; pegas de chitas a 4500, 5200, 5600,
5800 e 6000 rs. escuras; ditas de madapolio, pro-
firi para SHpaleiro a 2400 rs. a pega ; ditos, a 3200
e 3400 rs.; ditos finos, a 4000, 4400 e 4600 rs. a pe-
ga ; madraste fino a 5200 5400 e 5500 rs. a peca ;
madapolio entestado fino a 5800 rs. ; cbales de lia
e seda a 4500 4800 e 5000 rs.; cortes de chitas
com 10 covauos, a 1500 1800 e 2000 rs. ; ditas fi-
nas da ultima moda, a 3200. 3500, 3800 e 4000 rs. ;
e outras muitas lazendasde todas s qualidades, por
n.uilo barato prego : na ra do Collegio n. 1 loja
de Antonio de Azevedo Villarouco & limio.
Kemtdio para a surdet dui ouvidot inveterada ,
no sendo de naicimeno.
= Vende-se na cidade de Braga em casa de Joa-
quim Rodrigues da Cunba ra da Cooega, n. 9, ou
na do Porto ra de S. Anna, em casa de Manoel de
Almeidu lirandao, n. 139, remedio muito eflicaipara a
surder dos ouvidos inveterada,nao sendo de nascimento:
custa um vidrocbeio 800 rs., lacrado com a firma de
seu autor; cujo remedio be na sua applicaco mui-
to suave e nada incommodativo :
nstruciiits para uso daquelle remedio.
Pela manha em jejum urna hora pouco mais ou
menos depois de vos baverdes levantado da cama lan-
careisdenlro nos ouvidosqualro ou cinco pingas daquel-
le remedio assim mesmo Irio como esta tapando-os
depois muilo bem com algodio em rama ; o mesmo
pralicareis noute ao langar-vos na cama ; em quanto
usareis aquelleremedioevilareis,oquanto vosforpossivel,
de apanbar vento ou muito calor ; nio suando nem
moldando os ps; abstendo-vos de comidas salgadas
a/edas, ou muito reimosas.
=rVendc-sea armacao da loja da ra Nova, n. 18 : a
casa, onde illa est, lem commodos para urna pequea
familia : a tratar na mesma ra, n. 32.
Vende-se cera em velas, da melhor
fabrica do Rio de Janeiro, e em caixinhas
pequeas de too libras, com o sortimento
seguinte :
libras de 3 em libra.
5
8
6
8
12
16
20
24
too libras
10
12
4
16
pelo
bra:
mdico preco de is'44o *is cada li-
na ruada ^enzalla-velba n. no
KEIS 3s'8oo
A' bordo do brigue Leo alqueires
pela medula velha.
Vende-se arinha de mandioca ebegada
ltimamente de S. Catharina de superior
qualidade tanto em gosto como na cor, em
porcao e a retalbo ; os pretendentes diri-
jao-se n bordo do mesmo brigue, ou ra
da Cruz n 54, ou ra de Apollo arina-
zem n. 2i.
Rap imperial.
Este rap, imitando ao rap princeza
de Lisboa, vende-se em libras, meias li-
bras e oitavas as lojas seguintes: na
ra dos Qnarteis Victorino de Castro
Moura ; ra do Crespo, Domingos An-
tonio lerreira (na escadinhd) e Gomes
& Carvalho ; pracinha do Livramento ,
Ferreira e Olivera ; Alterro-da-Boa-
Vista, Thomaz de Mallos Pereira Esti-
ma, e C'aetano ; rua Ja Cadeia do Ke-
cile, Cuedes e Mello. O pfeco he de 2,s
rs. a libra c 3o rs. a oitava."
Farelo muito novo e o melhor que
ha presentemente nesta praca, a as'56o
cada urna sacca : na rua da Cruz do Ke-
cife d. aG, primeiro andar.
[fabrica de sabo da
rua Imperial n. llOiem mui-
lo superior sabo, e vende por
preco commodo; c, sendo por-
cao, mandase trazer em ca-
noa para o Kecife.
Na loja da praca da In-
dependencia n. 4 vende-se o
excellcntc rap princeza de
Lisboa, pelo muito mdico
preco de 5^500 ris cada bote.
Desnecessario he tecer enco-
mios ao sobredito rap; por-
que sua primorosa qualidade
he assaz bem conhecida pelos
amante da pitada luzitana;
restando ao vendedor dizer,
que afianca aos compradores
a boa qualidade do tabaco, e
que at nao duvida tornar a
rccebe-lo depois de iberio,
urna vez que se Ihc ache al-
gum pequeo deleito.
Na rua Nova, n. 35, junto
ao caldeireiro, vendem-se lindos
cortes de cassas, de challys e de
chitas de bom gosto, luvas, mei-
as, mantas e chales de seda, casi-
miras, pannos linos, chapeos de
sol, riscadinhos para vestidos,
lencos de seda, e mu bons brins
para calcas, que se vendem por
preco commodo.
BOM E BARATO.
LOJA DA RUA NOVA, N. \%.
Esta bem acreditada loja ac
ba de receber de Franca um com-
pleto sortimento de fazendas e ob-
jeclos de moda, como sedas e se-
tins para vestidos, luvas, meias,
mantas e chales de seda, leques,
chapeos de sol, ditos para Senho-
ras, boas toalhas de linho e de
aljjodo cortes de vestidos de
clmlly, de cassas e de chitas mui-
to finas e da ultima moda, que se
vendem por commodo preco.
=Vendem-se 11 escravos ; sendo 3 pardoa e 3 par-
das sendo um de idade de 14 annos muito claro ,
proprio para pagetn 5 preto. de 18 a 24 annos, to-
dischegados ltimamente do Cear ; na rua da Crui,
venda n. 51
-= Vende-se urna escrava propria para o lervico
decampo, e eotende alguma cousa de coiinha; na
rua doCabug, n. 11 junto a botica do Sr. Mo-
annos ; dous escravos de naci com bonita* figuras;
um moleque de idade de 18 annos, ptimo para o
envigo decampo ; uma escrava com urna cria de um
anno muito bonita figura : na rua Direita n. 3.
\ Madama Theard aeaba de receber pelo brigue
Armorique ebegado ltimamente um lindo sorti-
mento de faiendas; como : chapeos de seda para se-
nhora dos mais modernos e de varios preco* ; blonde
do verdadeiro, branco e preto VjSnas e flores do al ti -
n.o gosto ; guarnieoes de flan IM'8 e de jssmins
para vestidos de noivas; riclH WM para chapeos;
luvas de pellica e da seda preta; o oflfras muitas galan-
teras, tudo por prego muito commodo.
= Vende-ifc hfterveja branca da melbor, que
existe no mona! HV porcSes como a retalho ;
em cata de JsS Eompanhia la do Trapi-
che, n. 10. 7^
Vendase uro lindo bote novo e muito veleiro ,
com todos os preparos para divertimenlo de bordejar ;
na rua do Vigerio o. 6.
Vendem-se canarios do imperio, ebegados pro
ximamente dofarlo em girlas muito cantadore ,.
por preco cofMflk; na rua estreita do Rozario, ven-
da n. 8.
Escravos Fgidos
reir.
= Vende-te umi toalbt toda aberta de lavr rinto
sendo de bretanba ; na rua de S. Bita n. 27.
10JA DA ESTREIL
Rua.doQueiinadoN25
ivCUILMERME SETTL.
Vendem se cortes decolletes de seda, goryurao e
niinha muilo bons, a 1000 e 2000 r*. o corte;
ditos de fustio branco e de cures a 400 rs o corle ;
luvas pretaa de seda, lisas e bordadas a 200 rs. o par
=Vendem-se os icguinles livros, por commodo pre-
co : Historia de Nepoleo tomo primeiro, encader-
nado ; GuiadePeecadores, e exborlaclo a virtude ,
2 v. ; a Mulber, ou os Seis Amores, 3 v. em broebu-
ra ; Archivo Theatral ,2 ns.: na rua do Crespo ,
n. 12
= Vende-se um sino com duas arrobas de peso ; 6
cstrese* de lati, grandes, proprios para alfar de gro-
ja ; 4 ornamentos para ae celebrar mista j usados ;
nm relogio de mesa ; e trocao-se 4 imagens grandes ,
uma de N. S. des Dores outra da Concricao outra
de S. Jos, e outra de S. Antonio: no pateo da S
Cruz, loja de funileirc.
. Vende-so uma molecola de bonita figura de
idadede 15a 16 annos, cozinha com prinNpiog de
vngommado, sem vicio algum ptima para muca-
ma ; no Atterro-da Boa Vista, sobrado n 38.
= Vende-te uma preta de idode de 20 annos
pouco mais ou menos lava engomma, coiinha
faz renda cose propria para lodo o servico de
qualqoereasa de familia ; na rua da Cadeia-Velha ,
n. 30.
= Vende-se um sobrado de dous andar* e olio .
tilo no Atleiro-da-Boa-Viata n. 24: a tratar na rua
Velha do nieamo bairio n. 55.
= Vende se uma negrinba, de idade de 15 annos,
muito linda e he recolhida ; uma dita de bonita fi-
gura da 20 annos, Uva e cozinha ; oulri dita de 22
20a000 rs. de gretificacao.
Fugio, no dia 20 do crrante me? de outubro ,
pela manh8a om preto crioulo de nome I/idoro, al-
to, magro, falla fina representa 25 annos de idade ,
he oflieial de alfainte a bolieiro anda calcado e inti-
tula se forro ; consta estar occullo em casa de um par-
do livre pastando parte do lempo por cBlogit de pra-
tos crioulos forros; lugares este, por onde be fcil en-
contrar se ; foi escravo do Ex. Sr. bario de llama-
rara : quern o negar leve i se senbor, F. K. Alvet
Vianna na rua da Semalla-Velha n. 110, que re-
cebera a gratificacSo cima.
- Fugio um preto de naci Angola de idade de
30anndt, alto, seccp, pernas finas, denles limado*,
he bem conbecido por lar padeiro; tem varios calos nal
mos; levou calcas eoimita de algodo : quemo pe--
gar, leveao principio do Atierro-dos-Afogado*, n.
31 que ser recompensada.
Fugio, no dia 7 du crrante um cabra de no-,
me Luiz, representa ter 20 a 25 annos de idade, es-
tatura baixa sem barba alguma cara redonda ; le-
vou uma trouxa de roupa ; protavelmegte elle ba de
ignorar os caminbos daqui, e ba de perguotar a alguem
por elles, por nlo ser dnqui, mas sim do Cear, donde
veio, lia,3 amanas : quern o pegar, leve a roa da
Cruz, n. aj:;- que sera recompensado.
' DesappaTeceo um preto de nome Manoel, criou-
lo" de idada de 40 annos, pouco mais ou menos, pou-
ca-fcarha cara redonda, orelbas pequeas, ps Jo-
chados canhoto, com o braco esquerdo um pouco
trmulo ; tem um lobioho quati ao p d > eolovelo e
outro no quarto esquerdo ou direito bastante cor-
pulento ; tem a cara um tanto descarnada falla a mo-
da do serta o se bem que ja estoja nesta praga ha 10
para 1-2 annot; be canoeiro e padeiro : este preto,
quando te relirou achava-se empregado em conduzir
uma por(So de lijlo de um atterro por detrax dos Mar-
tyrios, para a rua do Palacete em um cavallo caita-
obo, de pequea figura cauda gradde, um pouco
tristonho da cabera ; cujo foi encontrado na condcelo
do lijlo em cassambas at ai 9 boraa da noute ; e nio
lendo apparecido at boje, 28 do crrente outubro,sup-
pOe-se ter (por intertenimenlo do eteravo) desappareci-
doocavallo,equepor elle motivo ausentou se o escravo;
levou camisa e ceroulas de slgodao americano cha-
peo de palba lendo no dito chapeo pintada com tinta
preta, uma fita e na frente um lago: roga-se por
favor a* autoridades policiae* a penosa particulares,
por quern poni ser encontrados tanto o cavallo como
o escravo, 01 mandem pegare conduzi-loia rua larga
do Boxario |unto ao quartel de polica n. 18 onda
se recompensar generosamente,
Fugio, no dia 11 do correte uma preta de no-
me Joaquina de narao Cacange reprsenla 30 an-
nos, baixa, cheia do corpo, nariz chato, feia de cara,
cor fula com uma pequea cottura na face esqueida ,
com falta de dous dentes da parte de cima sendo um
de cada lado com carne sobre os olbo*, peitoa pe-
queos e murebot; tem ai nadegas um tanto arribita-
dai para traz, e be bem fallante; levou vestido de gan-
ga azul e panno da Costa ; anda um'tanto tuja : roga-
se as autoridades policiaes, a qualquer peuoa ou cam-
panba, a apprebendio e levem a seu senbor D min-
gos da Silva Campos na rua dasCruzei, n. 40, que
serio gratificado.
Fugio, no dia 27 do correte pelai 7 boraida
noute uma preta de nome Mana do genlio de An-
gola de idadede 28 annos cheia do corpo, um lan-
o fula com uma cicatriz de duai polegadat 01 p di-
reita ou etquerda ; levou vellido j desbotado de
flores miuda, e panno da Costa : quern a pegar, leve
a rua Direita n. 82 segundo andar que aera bem
recompentado.
Fugio, ha 6 annot, uma preta da Costa, de ida-
de de 35 a 40 annot, com nariz cbato e uma marea
de ferro em cima e o polegar da mi alejado muito
ladina : quern a pegar, leve a rua das I'lores 0. 18.
= Fugirio, do engenbo Boacioa, 00 da 24 do cor-
rente mes e anno 3 prelos de naci Coila Caetano,
silo, grosso, barbado ; levou camisa de algodio, calcas
de-riscado chapeo de palba : Sebaaliio catalura re-
gular, com pouca barba cara lalbada de la naci ,
e com o mesmo vestuario que o primeiro : Floren-
cio baixo secco pouca barba com o meimo ves-
tuario e levou mais bata azul. Roga-se puf favor ai
autoridades policiaes e pesioat particulares, por quern
nonio ter encontrados, 01 peguem e levem ao dito
engenbo ou na rua dst Cruzes, n. 30, que seria ge-
nerotamenle gratificadas.
Fugio, do engenbo Bos-Viils comarca "da S.
lAntio i um preto de nome Antonio alto, laceo, bem
preto bonita figura meio bocal que Ulvez .nlo
?aiba dizer quern he seu tenbor: quern o pegar, leve ao
dito engenbo a entregar a tea senbor, Jos de Coito e
Silva, ou nesta praca a Antonio Luiz do Amaral e Sil'
va, que se gratificar.
k
EfiN. } NA TP. DE M. F< DI FAIUA 1


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E4594CP21_T7XV30 INGEST_TIME 2013-04-13T01:36:34Z PACKAGE AA00011611_05903
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES